﻿_id	familia	nome científico	autor	categoria	critério	avaliador	revisor	justificativa	data da avaliacao	link	bioma
1	ACANTHACEAE	Aphelandra espirito-santensis	Profice & Wassh.	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Como o epíteto específico sugere, é uma espécie endêmica do Espírito Santo, ocorre no município de Linhares e, portanto, com distribuição restrita (EOO=495,65 km²). São conhecidas quatro subpopulações, interpretadas como situações de ameaças distintas. Todas as coletas foram feitas em unidades de conservação, mas as áreas protegidas estão sujeitas a ameaças e ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. A Reserva Biológica de Sooretama, por exemplo, tem como ameaças mais severas os incêndios de origem antrópica e as espécies exóticas invasoras. Portanto, A. espirito-santensis foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20espirito-santensis	Mata Atlântica
2	ACANTHACEAE	Aphelandra gigantea	(Rizzini) Profice	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Também conhecida como Crista-de-Galinha, a espécie possui ampla distribuição (EOO=54.858,58km²) e é encontrada nos estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. Não há ameaças registradas para a espécie, que ocorre na Reserva Florestal de Bananal do Norte, ES. Dessa maneira, a espécie é considerada com baixo risco de extinção. Entretanto, apesar de possuir diversas coletas, as subpopulações podem estar severamente fragmentadas, demandando estudos para se verificar o estado de conservação de cada subpopulação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20gigantea	Mata Atlântica
3	ACANTHACEAE	Aphelandra hirta	(Klotzsch) Wassh.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A. hirta possui ampla distribuição (EOO = 99.587,830km²), ocorrendo de maneira descontínua ao longo da floresta ombrófila densa atlântica. Encontrada em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie é considerada como pouco ameaçada de extinção (LC). Entretanto a espécie ocorre em áreas que sofreram grande perda de habitat, o que não descarta futuros estudos para se verificar o estado de conservação da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20hirta	Mata Atlântica
4	ACANTHACEAE	Aphelandra longiflora	(Lindl.) Profice	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) do Brasil. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de estudar o atual estado de conservação de subpopulações disjuntas, localizadas no Estado do Ceará, ao sul da Amazônia e na ilha de Marajó.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20longiflora	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
5	ACANTHACEAE	Aphelandra margaritae	E.Morren	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Apesar de amplamente coletada e de ocorrer em pelo menos três unidades de conservação (SNUC), essa espécie tem uma distribuição relativamente restrita (EOO=7.147,62 km²). Além disso, sua limitada capacidade de dispersão resulta em uma estrutura populacional severamente fragmentada. Aphelandra margaritae ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa, fitofisionomia que sofreu grande perda de hábitat nos últimos 30 anos, e que ainda está sujeita ao declínio contínuo de qualidade de hábitat. O município de Itaguaçu, por exemplo, perdeu 1,5% de florestas somente entre 2008 e 2010. Portanto, A. margaritae foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20margaritae	Mata Atlântica
6	ACANTHACEAE	Aphelandra maximiliana	(Nees) Benth.	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Aphelandra maximiliana é encontrada apenas em áreas de Floresta Ombrófila Montana do Estado do Espírito Santo, e tem EOO de 1.961,93 km². Apesar de amplamente coletada, a espécie apresenta distribuição restrita. Sua limitada capacidade de dispersão sugere uma estrutura populacional severamente fragmentada. Além disso, a espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. O município de Santa Leopoldina, por exemplo, teve uma redução de 2% em suas florestas somente entre 2008 e 2010, evidenciando perda de hábitat. Dessa maneira, A. maximiliana é considerada uma espécie ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20maximiliana	Mata Atlântica
7	ACANTHACEAE	Aphelandra nitida	Nees & Mart.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O habitat de ?A. nitida ser a Floresta Atlântica Ombrófila Densa presente no litoral, vegetação que tem sofrido desmatamento intenso. Entretanto, a espécie possui ampla distribuição e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). A. nitida também possui pelo menos uma subpopulação abundante (APA Costa de Itacaré, BA), indicando que a espécie pode ser relativamente frequente nos locais onde ocorre.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20nitida	Mata Atlântica
8	ACANTHACEAE	Aphelandra prismatica	(Vell.) Hiern	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie amplamente distribuída que, apesar de ocorrer em área com intensa pressão antrópica, também ocorre em várias unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20prismatica	Mata Atlântica
9	ACANTHACEAE	Aphelandra schottiana	(Nees) Profice	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie típica de Mata Atlântica, encontrada em diferentes fisionomias. Apesar de haver indícios que as subpopulações são pequenas, a espécie possui ampla distribuição e ocorre em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20schottiana	Mata Atlântica
10	ACANTHACEAE	Aphelandra squarrosa	Nees	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Planta arbustiva ornamental e endêmica do Brasil, encontrada em floresta estacional semidecídua e floresta ombrófila na Mata Atlântica. É amplamente distribuída (EOO=53.618,950 km²) e encontrada em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC). Não há ameaças registradas para a espécie. Dessa maneira, A. squarrosa é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) com relação ao risco de extinção."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20squarrosa	Mata Atlântica
11	ACANTHACEAE	Chamaeranthemum beyrichii	Nees	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. beyrichii é uma espécie amplamente distribuída (EOO=130.381,660 km²) na Mata Atlântica, ocupando principalmente áreas de Floresta Ombrófila Densa. Apesar do intenso desmatamento ocorrido nessa formação florestal, a espécie ocorre em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC) e possui baixo risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaeranthemum%20beyrichii	Mata Atlântica
12	ACANTHACEAE	Dicliptera squarrosa	Nees	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie de ampla distribuição (EOO =  1.405.493,24km2), encontrada em  Florestas Estacionais Semidecíduas e em áreas de Cerrado. Não há ameaças registradas para a espécie, que é encontrada em pelo menos cinco unidades de conservação. Dessa maneira, é espécie é considerada com baixo risco de extinção (LC). Entretanto, em pelo menos em uma das localidades há registro de que a espécie é rara (Babitonga, SC), indicando que novos estudos devem ser feitos em outros locais para se registrar o estado de conservação da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicliptera%20squarrosa	Mata Atlântica, Cerrado
13	ACANTHACEAE	Dyschoriste lavandulaceae	(Nees) Kuntze	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Dyschoriste lavandulaceae tem distribuição restrita (EOO=544,71 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. A espécie ocorre em formações campestres, sem registro em unidades de conservação (SNUC). Além disso, em pelo menos uma das localidades (município de Rio Verde, Estado do Mato Grosso do Sul), cerca de 8 km² de vegetação nativa foram suprimidos entre 2008 e 2010, o que configura declínio contínuo de EOO, AOO e de qualidade do hábitat. Portanto, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN). É importante ressaltar que as coletas de D. lavandulaceae ocorreram há mais de 30 anos, e que novos estudos devem ser feitos para que a distribuição atual da espécie possa ser confirmada."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyschoriste%20lavandulaceae	Mata Atlântica, Cerrado
14	ACANTHACEAE	Dyschoriste smithii	Leonard	CR	B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie encontrada apenas em ilhas rochosas do Rio Uruguai, no trecho próximo ao município de Barra do Arroio do Veado, na divisa entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde forma densas aglomerações. Devido a sua distribuição restrita (EOO=65,3 km²) e proximidade das localidades no leito do rio, está sujeita a uma situação de ameaça. Imagens de satélite mostram supressão da mata ciliar nessa região. Além disso, a ausência de unidades de conservação (SNUC) ou ações específicas na área, sugere que a espécie esteja sujeita a declínio contínuo na qualidade do habitat e de número de subpopulações. Portanto, é considerada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyschoriste%20smithii	Mata Atlântica
15	ACANTHACEAE	Herpetacanthus longiflorus	Moric.	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"H. longiflorus é uma espécie encontrada em floresta ombrófila densa atlântica, com diversas coletas e com distribuição ampla (EOO= 24.126,600 km²). A floresta ombrófila densa sofreu grande perda de habitat e a espécie ocorre em área com forte pressão antrópica. Ocorre em pelo menos três unidades de conservação, mas a população é possivelmente severamente fragmentada devido à baixa capacidade de dispersão e a duas subpopulações disjuntas no Espírito Santo. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Quase ameaçada"" (NT) de extinção. Caso a perda de habitat continue e a extensão de ocorrência diminua até 20000 Km², a espécie poderá ser considerada como ameaçada de extinção."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herpetacanthus%20longiflorus	Mata Atlântica
16	ACANTHACEAE	Justicia brasiliana	Roth	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída pelo Brasil, ocorrendo em diversas fisionomias de Mata Atlântica e em diversas unidades de conservação (SNUC) e possuindo grande abundância no sul do Brasil. Apesar de ter uma ameaça pontual na restinga de Massambaba (RJ), especulação imobiliária, a ampla distribuição da espécie e o grande número de coletas indicam que a espécie é ""Menos preocupante"" (LC) quanto ao risco de extinção."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20brasiliana	Mata Atlântica
17	ACANTHACEAE	Justicia bullata	(Nees) Profice	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"J. bullata é uma espécie conhecida apenas pelo material tipo, coletado em Minas Gerais. Não há registro do local exato de coleta, tampouco do seu tamanho populacional e do seu estado de conservação. Dessa maneira, essa espécie é considerada como ""Deficiente de dados"" (DD) e novos estudos devem ser feitos para a compreensão do seu estado de conservação."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20bullata	Mata Atlântica
18	ACANTHACEAE	Justicia catharinensis	Lindau	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"J. catharinensis é uma espécie herbácea encontrada em floresta ombrófila densa atlântica, nos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo e apresenta ampla distribuição (EOO=25.667,420 km²). Essa formação florestal sofreu e ainda sofre grande perda de habitat. Por exemplo, Campina Grande do Sul, PR, perdeu 7,5% de habitat entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica). É uma espécie severamente fragmentada por possuir baixa capacidade de dispersão e pelo menos duas subpopulações disjuntas no Estado de São Paulo. Infelizmente a espécie ocorre em apenas duas unidades de conservação (SNUC). A espécie poderia ser considerada como ameaçada de extinção. Entretanto, devido à EOO ser um pouco maior do que 20.000 Km² não é possível considerá-la como ameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Quase ameaçada"" (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperação de habitat de floresta ombrófila na região, a espécie poderá ser considerada como ameaçada de extinção futuramente."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20catharinensis	Mata Atlântica
19	ACANTHACEAE	Justicia clausseniana	(Nees) Profice	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Justicia clausseniana é uma espécie com distribuição restrita (EOO=3.260,67 km²). Todas as coletas foram feitas em áreas de Floresta Ombrófila Densa, nas quais foi possível identificar de três a cinco situações de ameaça distintas. As áreas dessa formação florestal nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo sofreram forte pressão antrópica e desmatamento nos últimos 15 anos. O município de Nova Friburgo, por exemplo, teve uma redução de hábitat de cerca de 6% entre 2008 e 2010.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20clausseniana	Mata Atlântica
20	ACANTHACEAE	Justicia congrua	(Nees ex Mart.) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie amplamente distribuída (EOO=269.633,59 km²) em porções da Mata Atlântica encontradas principalmente no Espírito Santo e na Bahia. Apesar de ser uma área que sofre uma alta pressão antrópica, a espécie ocorre em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, podemos caracterizar a espécie como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20congrua	Mata Atlântica
21	ACANTHACEAE	Justicia cydoniifolia	(Nees) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=148.366,590 km²) encontrada em áreas de floresta ombrófila densa e restinga arbustiva na Mata Atlântica. Encontrada em pelo menos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça para a espécie ou evidência direta de declínio populacional. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20cydoniifolia	Mata Atlântica
22	ACANTHACEAE	Justicia genuflexa	Nees & Mart.	VU	D2	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Justicia genuflexa é uma espécie encontrada em apenas três localidades, que foram consideradas em situações de ameaça distintas. A espécie está protegida por uma unidade de conservação (SNUC). O baixo número de coletas pode evidenciar a distribuição restrita e o baixo número de indivíduos. Sua limitada capacidade de dispersão (dispersão primária do tipo autocoria) associada à incidência de ameaças diversas pode, em um curto espaço de tempo, levar a espécie a ser inserida em categorias de risco de extinção mais preocupantes. Portanto, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20genuflexa	Mata Atlântica
23	ACANTHACEAE	Justicia kleinii	Wassh. & L.B.Sm.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie amplamente distribuída (EOO=61.059,890 km²) encontrada nos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Ocorre também em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC) e pode ser considerada como ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto devem haver estudos para se verificar a conservação da subpopulação encontrada mais no interior (Londrina, PR) e da subpopulação encontrada na ilha de Queimada Grande (SP)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20kleinii	Mata Atlântica
24	ACANTHACEAE	Justicia laevilinguis	(Nees) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Apesar de ser pouco abundante nos locais onde ocorre, J. laevilinguis ocorre em praticamente em todo o Brasil (EOO=5.353.143,540 km²), sendo encontrada nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Pantanal. É uma espécie de potencial uso econômico, podendo ser usada como forrageira. Apesar dos registros em unidade de conservação (SNUC) não serem frequentes, não há informação de uma ameaça principal para a espécie. Dessa maneira, essa espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação a ameaça de extinção."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20laevilinguis	Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal
25	ACANTHACEAE	Justicia lythroides	(Nees) V.A.W.Graham	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"J.  lythroides é uma espécie amplamente distribuída (EOO=740.997,34 km²), ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa e Estacional Semidecídua e em pelo menos sete unidades de conservação (SNUC). Entretanto a espécie pode ser rara localmente, apesar das subpopulações serem estáveis. Portanto a espécie pode ser considerada como ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto o estado de conservação de uma subpopulação disjunta em Mato Grosso do Sul deve ser estudado."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20lythroides	Cerrado, Mata Atlântica
26	ACANTHACEAE	Justicia paranaensis	(Rizzini) Wassh. & L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Justicia paranaensis tem distribuição restrita (EOO=807,68 km²) e é encontrada em Florestas Ombrófilas dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Não há registro de ocorrência em unidades de conservação (SNUC). É ameaçada pela intensa perda de hábitat na região. O município de Ilhota (SC), por exemplo, perdeu 8% de suas florestas, enquanto o município de Joinville (SC) apresentou uma redução de 23,5% em sua vegetação. J. paranaensis está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Dessa maneira, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20paranaensis	Mata Atlântica
27	ACANTHACEAE	Justicia polita	(Nees) Profice	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Justicia polita é uma espécie de distribuição restrita (EOO=662,74 km²), encontrada em áreas de Floresta Ombrófila da região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Apesar de haver registro de sua ocorrência dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, a espécie também pode ser encontrada proxima a estradas e trilhas que representam ameaças a essas subpopulações. A intensa pressão antrópica na região resulta em declínio contínuo da qualidade do hábitat. Devido a sua baixa capacidade de dispersão, a estrutura populacional da espécie foi classificada como severamente fragmentada. Dessa maneira, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20polita	Mata Atlântica
28	ACANTHACEAE	Justicia pseudoamazonica	Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"J. pseudoamazonia é uma espécie com poucos registros de ocorrência na Amazônia. Apesar disso, é amplamente distribuída (EOO=128.133,290 km² ) e ocorre em uma unidade de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional.Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20pseudoamazonica	Amazônia
29	ACANTHACEAE	Justicia ramulosa	(Morong) C.Ezcurra	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Justicia ramulosa ocorre em diversos países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Guatemala, Peru e Paraguai) e apresenta distribuição marginal no Brasil. No território nacional, a espécie tem distribuição restrita (EOO= 8.639,930 km²), ocorrendo nos Estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, próximo à região de fronteira. A área está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas três situações de ameaça distintas. A baixa eficiência do polinizador, expressa pela pouca quantidade de pólen registrada em beija-flores, pode evidenciar estresse decorrente da incidência de ameaças. Assim, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20ramulosa	Mata Atlântica
30	ACANTHACEAE	Justicia scheidweileri	V.A.W.Graham	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie ornamental, conhecida como camarão-rosa. Em seu habitat é amplamente distribuída (EOO=332.562,89 km²) e encontrada em áreas de floresta estacional semidecídua na Mata Atlântica. Encontrada em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça para a espécie ou evidência direta de declínio populacional. A espécie forma densas moitas em alguns locais, indicando que ela pode ser abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto há duas subpopulações disjuntas, uma no Estado de São Paulo e outra, no Paraná, que merecem ser estudadas para se avaliar seu estado de conservação."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20scheidweileri	Mata Atlântica
31	ACANTHACEAE	Justicia symphyantha	(Nees ex Mart.) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=346.284,390 km²) encontrada em áreas de florestaúmida na Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos quatro unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional.Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação aorisco de extinção. Entretanto, é necessário avaliar o estado de conservação entre as subpopulações do Espírito Santo e da Bahia, uma vez que ocorrem de maneira bastante disjunta."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20symphyantha	Mata Atlântica
32	ACANTHACEAE	Justicia tijucensis	V.A.W.Graham	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Possui uma extensão de ocorrência menor do que 20.000 Km² (EOO=18.125,44 km²) e sofre declínio contínuo de qualidade de habitat. A maior parte de suas subpopulações ocorre no Parque Nacional da Floresta da Tijuca (Rio de Janeiro, RJ), área de floresta urbana com grande pressão antrópica. Além disso, a espécie apresenta distribuição disjunta entre os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e possui baixa capacidade de dispersão por ser autocórica, indicando uma estrutura populacional severamente fragmentada.  Dessa maneira, a espécie pode ser considerada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20tijucensis	Mata Atlântica
33	ACANTHACEAE	Justicia wasshauseniana	Profice	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie encontrada em Floresta Ombrófila Densa, ocorrendo nos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, em áreas de intensa pressão antrópica. Possui apenas seis situações de ameaça e pode ser severamente fragmentada por ter baixa capacidade de dispersão (autocoria) e ter subpopulações disjuntas no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Entretanto, por possuir EOO de cerca de  149.840,99 km², a espécie não pode ser enquadrada como ameaçada de extinção, sendo considerada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20wasshauseniana	Mata Atlântica
34	ACANTHACEAE	Mendoncia mollis	Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"M. mollis é uma trepadeira de ampla distribuição (EOO=207.452,63 km²) encontrada em mata ciliar e diferentes fisionomias de Mata Atlântica e Cerrado. Além disso, essa espécie ocorre em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira essa espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto a ocorrência no Estado de São Paulo é questionada e novos estudos devem ser feitos para se verificar a ocorrência dessa espécie nesse Estado."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mendoncia%20mollis	Cerrado, Mata Atlântica
35	ACANTHACEAE	Odontonema dissitiflorum	(Nees) Kuntze	EN	B1ab(v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Odontonema dissitiflorum tem distribuição restrita (EOO=4.486,79 km²) e é encontrada em Florestas Ombrófilas nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, de forma disjunta. A espécie ocorre em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC), onde foi feita a maioria das coletas. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Devido à reduzida capacidade de dispersão da espécie (síndrome de dispersão autocórica) e às evidências de declínio no número de indivíduos maduros, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Odontonema%20dissitiflorum	Mata Atlântica
36	ACANTHACEAE	Pseuderanthemum modestum	(Nees) Radlk.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=178.218,16 km²) encontrada em Caatinga e em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. É abundante em pelo menos um dos locais em que ocorre e não há ameaça registrada para a espécie. Por esses motivos, a espécie pode ser considerada como ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto, por apresentar uma população disjunta, o estado de conservação das subpopulações  deve ser estudado."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseuderanthemum%20modestum	Mata Atlântica, Caatinga
37	ACANTHACEAE	Pseuderanthemum riedelianum	(Nees) Radlk.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=66.261,010 km²) encontrada em áreas de florestaombrófila densa na Mata Atlântica, com a maioria dos registros de coleta feitos nos estados do Paraná e Santa Catarina. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional.Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação aorisco de extinção. Devido à distribuição disjunta em São Paulo, as subpopulações encontradas nesse estado devem ser estudadas com relação ao seu estado de conservação."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseuderanthemum%20riedelianum	Mata Atlântica
38	ACANTHACEAE	Ruellia affinis	(Schrad.) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=186.653,450 km²) encontrada em áreas de florestaombrófila densa e estacional semidecídua na Mata Atlântica principalmente na Bahia. Em uma das localidades de coleta, a espécie é considerada abundante. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência direta de declínio populacional para a espécie.Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação aorisco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações do Espírito Santo devem ser estudadas, uma vez que ocorrem de forma isolada em relação às subpopulações da Bahia."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20affinis	Mata Atlântica
39	ACANTHACEAE	Ruellia bulbifera	Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída na porção sul do Brasil (EOO=497.695,42 km²) e com potencial ornamental. Entretanto não há registro de coleta predatória da espécie. Apesar de não ter registro de ocorrência para unidades de conservação (SNUC), a espécie ocorre em formações campestres de diferentes biomas brasileiros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20bulbifera	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
40	ACANTHACEAE	Ruellia chamaedrys	(Nees) Angely	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie conhecida apenas pelo único registro, coletado no Estado de Goiás. Segundo especialistas, a espécie deve ser reavaliada taxonomicamente. Para isso o local exato de coleta deve ser especificado, bem como sua distribuição, de modo a viabilizar a avaliação de risco de extinção de R. chamaedrys. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Dados insuficientes"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20chamaedrys	Cerrado
41	ACANTHACEAE	Ruellia curviflora	Nees & Mart.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie encontrada em Mata Atlântica na região da costa brasileira, possuindo ampla distribuição (EOO=83.614,74 km²). Apesar de ser uma região com intensa pressão antrópica, a espécie ocorre em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC) e não há registro de declínio populacional da espécie. Por esse motivo, R. curviflora é considerada uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20curviflora	Mata Atlântica
42	ACANTHACEAE	Ruellia dissitifolia	(Nees) Hiern	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Considerada uma espécie medicinal, ocorre em áreas de campo em Cerrado e possui ampla distribuição (EOO=531.247,890 km²). Apesar das áreas de campo terem sofrido perda de habitat, a espécie ocorre em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Por esses motivos, a espécie é considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20dissitifolia	Cerrado
43	ACANTHACEAE	Ruellia epallocaulos	Leonard ex C.Ezcurra & Wassh.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=187.604,08 km²), encontrada em floresta ombrófila densa e em estacional semidecídua. Não há ameaça registrada para a espécie, que ocorre em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie pode ser considerada como ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto, futuros estudos devem avaliar o estado de conservação das subpopulações disjuntas no Brasil central."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20epallocaulos	Mata Atlântica
44	ACANTHACEAE	Ruellia erythropus	(Nees) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	R. erythropus é uma espécie amplamente distribuída no Brasil (EOO=270.558,27 km²), encontrada em áreas de floresta. Ocorre em áreas de pastagem sendo provavelmente consumida pelo gado. Portanto a espécie esta pouco ameaça de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20erythropus	Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
45	ACANTHACEAE	Ruellia multifolia	(Nees) Lindau	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição (EOO=1.291.319,56 km²) encontrada principalmente em diferentes fisionomias de Cerrado. Encontrada também em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC) no Brasil. Dessa maneira, a espécie possui baixo risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20multifolia	Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
46	ACANTHACEAE	Ruellia solitaria	Vell.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Conhecida popularmente como ""solitária"", essa espécie possui ampla distribuição (EOO=547.588,60 km²) ocorrendo principalmente em porções de Mata Atlântica próximas à costa brasileira. Ocorre em pelo menos 11 unidades de conservação (SNUC) e é utilizada como ornamental em canteiros e jardins. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20solitaria	Mata Atlântica
47	ACANTHACEAE	Schaueria lophura	Nees & Mart.	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"S. lophura possui ocorrência relativamente ampla e até 10 situações de ameaça. Além disso a espécie ocorre na cidade do Rio de Janeiro, local onde há forte pressão de urbanização. Cabo Frio (RJ), outro local onde a espécie foi coletada, perdeu 2% de sua cobertura florestal entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2010). Caso a EOO fosse menor do que 20.000 Km², seria possível considerar a espécie como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, devido ao fato da EOO da espécie ser apenas cerca de 10.000 Km² (o que caracteriza como estimativa incerta) maior do que o limite para considerá-la como ameaçada, podemos considerar a espécie como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schaueria%20lophura	Mata Atlântica
48	ACANTHACEAE	Schaueria virginea	Nees	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie descrita apenas para o Estado do Rio de Janeiro, aparece na lista das espécies ameaçadas do Paraná. Especialistas consideram que a espécie necessita de revisão taxonômica. Devido à incerteza taxonômica, a espécie é considerada como ""Dados insuficientes"" (DD). Futuros estudos devem resolver essa incerteza taxonômica, além de registrar os locais de ocorrência da espécie."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schaueria%20virginea	Mata Atlântica
49	ACANTHACEAE	Staurogyne anigozanthus	(Nees) Kuntze	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie encontrada em áreas de Floresta Ombrófila nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A EOO da espécie é maior do que 20.000 Km² (EOO=31.494,64 km²). Mas está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat. O município de Betim, por exemplo, no Estado de Minas Gerais, teve perda de área florestal de cerca de 2% entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Por esse motivo a espécie foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT). A perda contínua de habitat pode levar a espécie a risco de extinção em um futuro próximo."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20anigozanthus	Mata Atlântica
50	ACANTHACEAE	Staurogyne brachiata	(Hiern) Leonard	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Staurogyne brachiata tem extensão de ocorrência menor que 5.000 km² (EOO=700,07 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Em uma das localidades (município de Nova Friburgo, RJ) houve perda de cerca de 6% da cobertura florestal entre 2008 e 2010, caracterizando o declínio contínuo da extensão, área e da qualidade do hábitat. Ocorre exclusivamente na região serrana fluminense, acima de 800 m de altitude. Não é coletada há mais de 40 anos e estudos devem ser realizados para se avaliar o estado de conservação real da espécie. Portanto, é caracterizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20brachiata	Mata Atlântica
51	ACANTHACEAE	Staurogyne carvalhoi	Profice	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Staurogyne carvalhoi é uma espécie encontrada em áreas de Floresta Ombrófila e tem uma extensão de ocorrência menor do que 20.000 km² (EOO=12.277,56 km²). Foram identificadas de cinco a seis situações de ameaça. Além disso, apresenta estrutura populacional severamente fragmentada, já que suas subpopulações estão distantes entre si, e a espécie tem baixa capacidade de dispersão. No município de Eunápolis (BA) houve perda de 19,5% de Mata Atlântica, o que configura diminuição contínua de área e qualidade de hábitat. Assim, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20carvalhoi	Mata Atlântica
52	ACANTHACEAE	Staurogyne elegans	(Nees) Kuntze	VU	D2	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Staurogyne elegans é uma espécie encontrada apenas na região da Serra do Cipó, em áreas de Floresta Estacional Semidecídua e de Mata de Galeria. Sua área de ocupação é bastante restrita (AOO=12 km²), sendo também localmente rara e sujeita a três situações de ameaça, que implicam declínio contínuo da qualidade de hábitat. Além disso, transformações da paisagem podem dificultar ainda mais sua dispersão, do tipo autocórica, que já representa um fator limitante. Foi considerada ""Vulnerável (VU D2)""."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20elegans	Cerrado, Mata Atlântica
53	ACANTHACEAE	Staurogyne itatiaiae	(Wawra) Leonard	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Staurogyne itatiaiae é encontrada na Serra da Mantiqueira, na Serra da Bocaina e no Parque Nacional do Itatiaia. Tem distribuição restrita (EOO=1.286,11 km²) e suspeita-se que a sua população tenha sofrido declínio devido à perda de hábitat. Além disso, em função da capacidade de dispersão limitada da espécie, podemos considerar a população severamente fragmentada. Aparentemente, há uma disjunção entre as populações das Serras da Bocaina e da Mantiqueira, o que justifica estudos futuros com o objetivo de se verificar o estado de conservação dessas subpopulações. Por esses motivos, S. itatiaiae foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20itatiaiae	Mata Atlântica
54	ACANTHACEAE	Staurogyne vauthieriana	(Nees) Kuntze	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Staurogyne vauthieriana tem distribuição restrita (EOO=270,24 km²), no Estado de Minas Gerais, no Parque Estadual do Itacolomi, município de Ouro Preto. Ocorre em áreas de canga, ricas em minério de ferro, que tem alto valor para a indústria mineradora e está sujeita a quatro situações de ameaça.  A exploração de minério de ferro resulta em perda de área e de qualidade do hábitat. Dessa maneira, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20vauthieriana	Mata Atlântica
55	ACANTHACEAE	Staurogyne veronicifolia	(Nees) Kuntze	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Staurogyne veronicifolia é uma espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, podendo ser encontrada em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, em altitudes elevadas. Tem extensão de ocorrência restrita (EOO=540,93 Km²). Foi coletada em apenas duas localidades: Cachoeira do Itapemirim e Castelo, municípios que sofreram perda de área de habitat de até 15% entre 2008 e 2010, e continuam sujeitos a declínio contínuo de EOO, AOO e qualidade de habitat. Dessa maneira, S. veronicifolia é considerada uma espécie ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20veronicifolia	Mata Atlântica
56	ACANTHACEAE	Staurogyne warmingiana	(Hiern) Leonard	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É endêmica da Serra da Piedade (MG), com apenas duas coletas conhecidas no município de Caeté. As duas localidades de ocorrência foram consideradas situações de ameaça distintas. Tem distribuição restrita (EOO=269,27 km²), em uma área bastante visada pelo ecoturismo e turismo religioso, o que resulta em diminuição contínua da qualidade do hábitat. O turismo pode configurar uma ameaça e seu impacto nas subpopulações de S. warmingiana deve ser melhor compreendido. Além disso, a mineração nessa localidade do Quadrilátero ferrífero, representa uma ameaça para a espécies desde o início da busca do ouro pelos bandeirantes. Assim, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20warmingiana	Mata Atlântica
57	ACANTHACEAE	Stenandrium diphyllum	Nees	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie amplamente distribuída (EOO=536.096,600 km²), encontrada principalmente em áreas de Cerrado. Apesar de poucas coletas, S. diphyllum ocorre em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC). Além disso possui a forma de vida do tipo geófito, ou seja, sua gema é encontrada abaixo do solo, o que torna a planta menos susceptível à morte com a passagem do fogo, comum em Cerrado. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante""(LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20diphyllum	Cerrado, Mata Atlântica
58	ACANTHACEAE	Stenandrium hatschbachii	Wassh.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica do município de Grão Mogol, na Serra do Espinhaço. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Tem uma extensão de ocorrência restrita (EOO=537,25 km², AOO= 16 km²), sendo encontrada principalmente em áreas de Campos Rupestres. Não há registro de ocorrência em unidade de conservação (SNUC). A exploração de diamantes no passado e o incentivo ao turismo nos dias de hoje são ameaças que podem levar ao declínio populacional de S. hatschbachii. Dessa maneira, essa espécie foi considerada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20hatschbachii	Cerrado
59	ACANTHACEAE	Stenandrium stenophyllum	Kameyama	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie endêmica do município de Grão Mogol, é restrita a Serra do Espinhaço e está sujeita a duas situações de ameaça. Tem extensão de ocorrência restrita (EOO=427,40 km²) em áreas de Cerrado. Embora a região abrigue o Parque Estadual de Grão Mogol, não há registro de sua presença nessa unidade de conservação (SNUC). A exploração de diamante no passado e o atual incentivo ao turismo representam ameaças que podem levar ao declínio populacional da espécie. Além disso, a proximidade da estrada representa uma ameaça a uma de suas subpopulações, o que implica em declínio de AOO, EOO, qualidade de habitat e número de subpopulações. Dessa maneira, é considerada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20stenophyllum	Cerrado
60	ACANTHACEAE	Stenostephanus lobeliiformis	Nees	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	S. lobeliiformis é uma espécie encontrada em floresta ombrófila densa na Mata Atlântica. Ocorre em três situações de ameaça bastantes distantes entre si, resultando em uma grande extensão de ocorrência (EOO=139.952,38 km²). Não há registro que a espécie ocorra em unidades de conservação (SNUC) e provavelmente a espécie é encontrada em mais localidades na região que possuam floresta ombrófila densa atlântica. Dessa maneira, há uma deficiência de dados para acessar a categoria de ameaça de extinção da espécie. Novos estudos devem ser feitos para indicar o estado de conservação das subpopulações e de novas subpopulações que possam ocorrer na região.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenostephanus%20lobeliiformis	Mata Atlântica
61	ACANTHACEAE	Streblacanthus dubiosus	(Lindau) V.M.Baum	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Streblacanthus dubiosus tem distribuição disjunta no Brasil, ocorrendo nos Estados do Paraná e do Acre, com área de ocupação restrita (AOO=20 km²). No Paraná, é encontrada no Parque Nacional do Iguaçu e, no Acre, em Sena Madureira, município que sofreu perda de 5,97% de sua vegetação nativa até 2010. Foram identificadas quatro situações de ameaça. Pode-se inferir que a população seja severamente fragmentada devido a sua baixa capacidade de dispersão. Dessa maneira, S. dubiosus foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Streblacanthus%20dubiosus	Amazônia, Mata Atlântica
62	ACHATOCARPACEAE	Achatocarpus praecox	Griseb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. preacox é uma arbórea com ocorrência no Sul e Sudeste do Brasil, em áreas florestais úmidas. Além de ocorrer fora do Brasil, possui extensão de ocorrência superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achatocarpus%20praecox	Mata Atlântica
63	ADELOTHECIACEAE	Adelothecium bogotense	(Hampe) Mitt.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e não é endêmica do Brasil. Além disso, está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adelothecium%20bogotense	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
64	ALISMATACEAE	Echinodorus bolivianus	(Rusby) Holm-Niels.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	E. bolivianus possui ampla distribuição geográfica no Brasil e também ocorre em outros países da América do Sul, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinodorus%20bolivianus	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica, Pantanal
65	ALISMATACEAE	Echinodorus paniculatus	Micheli	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	E. paniculatus possui ampla distribuição geográfica, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas brasileiros. Apesar da incidência de diferentes ameaças apontadas para a espécie, estas ainda não têm provocado impactos suficientes para se categorizar a espécie em risco de extinção.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinodorus%20paniculatus	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
66	ALISMATACEAE	Sagittaria lancifolia	L.	VU	A2c	Tainan Messina	Tainan Messina	Sagittaria lancifolia tem a maioria de suas subpopulações em áreas de municípios localizados ao longo de hábitats de Mata Atlântica, que tiveram uma redução da vegetação original de pelo menos 50% nos últimos 10 anos. Tal redução deve-se ao desmatamento causado pela superprodução agrícola, exploração ilegal de madeira e invasão por espécies exóticas, ameaças que continuam existindo atualmente. Dessa forma, suspeita-se que tais subpopulações tenham sofrido um declínio do número de indivíduos de pelo menos 30% nos últimos 10 anos. Caso medidas para sua conservação não sejam implementadas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de risco mais alta em futuro próximo.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sagittaria%20lancifolia	Cerrado, Mata Atlântica
67	ALISMATACEAE	Sagittaria rhombifolia	Cham.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	S. rhombifolia apresenta ampla distribuição, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas e dentro de unidades de conservação (SNUC). A espécie possui vários usos, que até o momento não apresentam-se como ameaças suficientes para enquadrar a espécie em uma categoria de risco de extinção.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sagittaria%20rhombifolia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
68	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria amabilis	M.C.Assis	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria amabilis caracteriza-se por ervas terrícolas ou rupícolas,perenes, hermafroditas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Paraná e SantaCatarina. Restrita ao bioma Mata Atlântica, desenvolve-se em locais úmidos nosCampos de Altitude. Apresenta EOO de 2.172,52 km² e AOO de 36 km². Está sujeita a duas situações de ameaça distintas, considerando a dinâmica de uso da terra nos estados de ocorrência da espécie. É pouco representada emcoleções científicas. Encontra-se em constante ameaça devido à propagação deespécies invasoras, à implementação de infraestrutura de telecomunicações e aoturismo desordenado. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificarda existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20amabilis	Mata Atlântica
69	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria apertiflora	Baker	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria apertiflora caracteriza-sepor ervas terrícolas, perenes, hermafrodita. Não é endêmica do Brasil. Ocorrenos biomas Cerrado e Mata Atlântica, desenvolvendo-se em campos úmidos,próximos a cursos de água, e campos de altitude. Amplamente distribuída nasregiões centro-oeste, sudeste e sul. Apresenta EOO de 697.180,153km². Protegidapor unidade de conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas. Não háameaça direta que coloque a espécie em risco de extinção. Devido a suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20apertiflora	Cerrado, Mata Atlântica
70	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria brasiliensis	Spreng.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria brasiliensis écaracterizada por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas, sendo endêmica do Brasil.Ocorre nos Estados do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais.Restrita ao bioma Cerrado, é registrada em Campos Cerrados a aproximadamente1.500 m de altitude. Apresenta AOO de 24 km² e suspeita-se que as subpopulações estejam severamente fragmentadas. Pouco representada em coleçõescientíficas, sua última coleta data de 1996, no município de Niquelândia,Goiás. A espécie encontra-se sob constante ameaça devido à intensa degradação dosolo, formação de pastagens com a introdução de gramíneas exóticas e, principalmente, à extração do níquel, havendo grande risco de extinção casonão seja criada uma unidade de conservação (SNUC) em sua área de ocorrência. São necessários investimentos empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20brasiliensis	Cerrado
71	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria capixaba	M.C.Assis	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria capixaba caracteriza-se por ervas terrícolas,perenes, hermafrodita. É endêmica do Brasil. Restrita ao bioma Mata Atlântica,desenvolve-se em Floresta Ombrófila Semidecídua em altitude de até 1.500 m. Segundo informações disponíveis, ocorre nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais,porém, existem somente dois registros de coleta para o município de Santa Teresano Espírito Santo. Apresenta AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Os registros de coleta em coleções são escassos. Encontra-se sob constante pressão, principalmentedevido às lavouras e à pecuária, além da exploração madeireira e invasão deespécies exóticas. É necessário o investimento em pesquisa científica eesforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações,considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20capixaba	Mata Atlântica
72	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria caryophyllaea	Jacq.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria caryophyllaea caracteriza-se por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas. É endêmicado Brasil. Distribui-se nas Regiões Sudeste e Sul, havendo registros de coletasnos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde ocorre em Restingas e áreas de Floresta Ombrófila, emlocais úmidos e sombreados. Apresenta AOO de 28 km², sendo pouco representada emcoleções científicas, havendo escassas coletas recentes. Apesar de ocorrer noParque Estadual da Serra da Tiririca, seu habitat encontra-seatualmente extremamente fragmentado, estando sob ameaça constante da expansão urbana desordenada, práticas agrícolas, pastagens eextração madeireira. São necessários investimentos em pesquisa científica eesforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações,considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20caryophyllaea	Mata Atlântica
73	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria inodora	Herb.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria inodoracaracteriza-se por ervas terrícolas ou rupícolas, perenes, hermafrodita. Nãoendêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, desenvolve-seem brejos de altitude e campos rupestres. Amplamente distribuída no territóriobrasileiro. Apresenta EOO de 993.140,992km². Protegida por unidades deconservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas. Não apresenta nenhumaameaça direta que possa levá-la a risco de extinção. Suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20inodora	Mata Atlântica, Cerrado
74	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria isabellana	Herb.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria isabellana caracteriza-se por ervas rupícolas ou terrícolas,perenes, hermafroditas. Não é endêmica do Brasil. Restrita do bioma MataAtlântica, ocorre em campos gerais e campos de altitude, preferencialmente emlocais úmidos, a aproximadamente 1.700 m de altitude. Apresenta EOO de732.778,279 km². Amplamente distribuída desde o Estado do Espírito Santo até oRio Grande do Sul, havendo um registro para Goiás, município de Serra Dourada.Protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Estadual da Serra do Brigadeiro,Parque Nacional do Itatiaia e Estação Biológica de Boracéia. Bem representadaem coleções científicas. Apesar de ocorrer predominantemente na Mata Atlântica,bioma extremamente fragmentado e antropizado, não há ameaça direta que coloquea espécie em risco de extinção. Devido suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20isabellana	Mata Atlântica
75	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria malmeana	Kraenzl.	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria malmeana caracteriza-sepor ervas terrícolas, perenes, hermafrodita. Endêmica do Brasil, ocorre no Estados do Paraná, no município de Palmas e, no Estado de Santa Catarina, no município de CamposNovos. Restrita ao bioma Mata Atlântica, desenvolve-se em formações campestres,a aproximadamente 1.700 m de altitude. Apresenta AOO de 8 km², e suspeita-se que as subpopulações estejam severamente fragmentadas. É conhecida por apenas três registros de coleta. Encontra-se em constante ameaça devido ao sobrepastejo, às queimadas e à substituição da vegetação original por lavouras.Nos municípios de Palmas e Campos Novos remanescem respectivamente apenas 14% e10% da cobertura vegetal original, respectivamente. São necessários investimentos em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20malmeana	Mata Atlântica
76	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria orchidioides	Meerow	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria orchidioidescaracteriza-se por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas. É endêmica doBrasil. Restrita ao bioma Cerrado, ocorre no Estado de Goiás e no DistritoFederal, desenvolvendo-se em sub-bosques de Matas de Galeria e áreas de Floresta Estacional Semidecidual, entre 1.000 e 1.200 m de altitude. Apresenta AOO de 12 km², e suspeita-se que as subpopulações estejam severamente fragmentadas. Trata-se de uma espécie de distribuição muito restrita. É representada em coleções científicaspor apenas três registros de coleta, sendo o último datado de 1966, emBrasília. Apesar de protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, encontra-sesob constante ameaça de incêndios e da expansão urbana desordenada. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificarda existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20orchidioides	Cerrado
77	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria penduliflora	M.C.Assis	EN	B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria penduliflora é uma espécie descrita recentemente. Caracteriza-se porervas terrícolas, perenes, hermafroditas, que apresentam capacidade de rebroto. É endêmicado Estado de Minas Gerais, dos municípios de Joaquim Felício e Várzea da Palma. É restrita ao bioma Cerrado, desenvolvendo-se em Campos Rupestres e Cerrados deAltitude, entre 1.080 e 1.700 m de altitude. Apresenta EOO de 482,74 km² e AOO de 16 km², e está sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. Pouco representadaem coleções científicas, é conhecida por apenas cinco registros de coleta.Apesar de protegida pelo Parque Estadual da Serra do Cabral, encontra-se sobconstante ameaça pela histórica extração de ouro e diamantes e atividadesassociadas, além do turismo, da agricultura de subsistência, do extrativismo, das queimadas e a da implementação de monoculturas. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificarda existência das subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20penduliflora	Cerrado
78	ALSTROEMERIACEAE	Alstroemeria variegata	M.C.Assis	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Alstroemeria variegatacaracteriza-se por ervas rupícolas, perenes, hermafroditas, e apresentamcapacidade de rebroto. Endêmica do Estado de Minas Gerais. Restrita do biomaCerrado, onde desenvolve-se em afloramentos rochosos e campos rupestres. Conhecidaapenas pelo material tipo, coletado no município de Caldas, com localidade indefinida.Uma avaliação de risco com os dados atualmente disponíveis seria duvidosa, epode não refletir a realidade da espécie. É necessário o investimento empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20variegata	Cerrado
79	AMARANTHACEAE	Alternanthera decurrens	J.C.Siqueira	EN	B1ab(iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, no município de Januária. Apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A perda de habitat causada pela destruição sistemática dos Cerrados associada a sua distribuição restrita representa uma ameaça a espécie que implica declínio contínuo de EOO e de qualidade de habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20decurrens	Cerrado
80	AMARANTHACEAE	Alternanthera hirtula	(Mart.) R.E.Fr.	VU	B1ab(i,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil, com ocorrência no Estado do Rio Grande do Sul. Apresenta EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. São ameaças a espécie o uso agrícola, a silvicultura e invasão de espécies exóticas, tendo como consequência o declínio continuo da extensão de ocorrência, área de ocupação, e qualidade do habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20hirtula	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
81	AMARANTHACEAE	Alternanthera januarensis	J.C.Siqueira	EN	B1ab(iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil, com registro de ocorrência no Estado de Minas Gerais, no município de Januária, no Vale do Rio Peruaçu. Apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A perda de habitat causada pela destruição sistemática dos Cerrados associada a sua distribuição restrita representa uma ameaça que implica em declínio contínuo em EOO, AOO e qualidade de habitat. Existe um novo registro para o município de Rio de Contas, no Estado da Bahia, ainda não incluído nos bancos de dados validados pelos especialistas. Assim, é recomendada uma revisão para certificar a determinação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20januarensis	Cerrado
82	AMARANTHACEAE	Alternanthera malmeana	R.E.Fr.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 369.344,23 km², porém sem dados populacionais, de redução populacional, apesar da menção de redução irreversível e não terminada, e os dados espaciais limitam-se a extensão de ocorrência. As informações sobre ameaça refere-se somente ao Estado do Rio Grande do Sul, onde a concentração de indivíduos é maior. Se o espécime do Estado do Pará for confirmado como sendo A. malmeana, é necessário um esforço de coleta, entre as duas localidades, para confirmar a real distribuição da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20malmeana	Amazônia, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
83	AMARANTHACEAE	Alternanthera micrantha	R.E.Fr.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui EOO de 4.087.624,16 km² e não tem dados de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20micrantha	Amazônia, Mata Atlântica
84	AMARANTHACEAE	Alternanthera paronychioides	A.St.-Hil.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 4.063.970,46 km² no Brasil, sem dados de redução populacional, sem declínio populacional e, provavelmente, com vasta área de ocupação, principalmente por tratar-se de espécie ruderal.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20paronychioides	Cerrado, Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal
85	AMARANTHACEAE	Alternanthera praelonga	A.St.-Hil.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações sobre ameaças (redução de população, declínio na área geográfica, tamanho de população ou número de indivíduos maduros). Possui EOO amplo e, provavelmente não existe esforço de coleta em outras cidades entre aquelas mencionadas.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20praelonga	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
86	AMARANTHACEAE	Alternanthera puberula	D.Dietr.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie, além do Cerrado, também ocorre em Mata Atlântica (RJ). Possui amplo EOO, sem informação de ameaça e sem dados de redução populacional, área de ocupação, declínio de habitat e número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20puberula	Cerrado
87	AMARANTHACEAE	Alternanthera reineckii	Briq.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com amplo EOO, sem dados de ameaça e sem informações sobre redução populacional, área de ocupação e número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20reineckii	Cerrado, Pantanal
88	AMARANTHACEAE	Alternanthera sessilis	(L.) R.Br.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampo EOO, sem dados de ameaça e sem informações sobre redução populacional, área de ocupação e número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20sessilis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
89	AMARANTHACEAE	Alternanthera tenella	Colla	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com amplo EOO, sem dados de ameaça e sem informações sobre redução populacional, área de ocupação e número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20tenella	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
90	AMARANTHACEAE	Amaranthus rosengurtii	Hunz.	EN	B1ab(iii)+2ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo no Estado do Rio Grande do Sul, na região fisiográfica Campanha. Espécie com EOO menor que 5.000 km² e AOO de apenas 8 km², sujeita a duas situações de ameaça que implicam declínio contínuo de EOO, AOO e qualidade de habitat. São ameaças para a espécie o rápido avanço da frente agrícola nos Campos Sulinos e a invasão do capim Annoni (Eragrostis plana) e outras espécies exóticas.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amaranthus%20rosengurtii	Pampa (Campos Sulinos)
91	AMARANTHACEAE	Blutaparon portulacoides	(A.St.-Hil.) Mears	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição geográfica na costa atlântica, sendo encontrada, também, no Cerrado.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blutaparon%20portulacoides	Mata Atlântica, Cerrado
92	AMARANTHACEAE	Celosia grandifolia	Moq.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição na Mata Atlântica. Sem dados de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Celosia%20grandifolia	Mata Atlântica
93	AMARANTHACEAE	Chamissoa acuminata	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no território brasileiro, sendo encontrada nos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazonia. Com distribuição em diversas unidades de conservação (SNUC). Sem dados de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20acuminata	Caatinga, Mata Atlântica
94	AMARANTHACEAE	Chamissoa acuminata var. maximilianii	(Mart. ex Moq.) Sohmer	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"A informação apresentada registra a ocorrência do taxon somente para a Bahia. Levantamento realizado no Species Link, mostra a distribuição do taxon nos Estados da Bahia, Goiás, Paraná e Rio de Janeiro. Segundo informações sobre ""ações"" a serem tomadas para o taxon, o mesmo tem ocorrência, também, para o Rio Grande do Sul."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20acuminata%20var.%20maximilianii	Mata Atlântica, Caatinga
95	AMARANTHACEAE	Chamissoa altissima	(Jacq.) Kunth	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla ocorrência no território brasileiro, sendo encontrada em todos os domínios fitogeográficos e em várias unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20altissima	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
96	AMARANTHACEAE	Froelichia interrupta	(L.) Moq.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	As informações sobre distribuição mostram a ocorrência da espécie nos Estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco, porém, segundo informações sobre ações para proteção da espécie, a mesma encontra-se na lista de espécies ameaçadas de extinção do Estado do Paraná. Revisando a ocorrência da espécie nos herbários relacionados no Species Link, notou-se a presença da mesma no Estado de São Paulo. É necessário uma revisão para confirmar a ocorrência da espécie no Brasil.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichia%20interrupta	Cerrado
97	AMARANTHACEAE	Froelichia procera	(Seub.) Pedersen	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui EOO maior que 331.000 km², porém, apesar das informações apresentadas sobre diminuição da população em consequência da destruição do habitat, não existem dados quantitativos para enquadrar a espécie em qualquer dos critérios.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichia%20procera	Amazônia, Cerrado
98	AMARANTHACEAE	Froelichiella grisea	R.E.Fr.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a três situações de ameaça distintas. Apesar de ocorrer em unidades de conservação, a espécie está sujeita a incidência de ameaças como a ação do gado, queimadas e o turismo, que resultam em declínio de locais de ocorrência, área de ocupação e qualidade e extensão de habitat.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichiella%20grisea	Cerrado
99	AMARANTHACEAE	Gomphrena agrestis	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui ampla distribuição no território brasileiro e não possui informações de ameaça.	1969-12-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20agrestis	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
100	AMARANTHACEAE	Gomphrena centrota	E.Holzh.	EN	B1ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil, restrita ao Estado do Mato Grosso do Sul, com ocorrência no município de Corumbá. Apresenta EOO menor do que 5.000 km² e ocorre em menos de cinco localidades, que foram consideradas como situações de ameaça distintas. A perda de habitat e a mineração na Serra do Urucum (MS) são ameaças que implicam em declínio contínuo de extensão de ocorrência e qualidade de habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20centrota	Pantanal
101	AMARANTHACEAE	Gomphrena chrestoides	C.C.Towns.	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie com EOO 174,81 km² e área de ocorrência sofrendo com ação de queimadas e pastoreio, com 14 pontos de ocorrência, incluindo dentro de unidade de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20chrestoides	Caatinga, Cerrado
102	AMARANTHACEAE	Gomphrena duriuscula	Moq.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO < 100 km², sendo informado o declínio populacional, área de ocupação, tamanho e declínio populacional, e/ou número de indivíduos maduros, porém sem causas anunciadas.  É necessário um esforço de coleta entre os pontos atualmente conhecidos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20duriuscula	Caatinga
103	AMARANTHACEAE	Gomphrena elegans	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com grande distribuição no território brasileiro e sem informação sobre ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20elegans	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado
104	AMARANTHACEAE	Gomphrena graminea	Moq.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	A espécie é amplamente distribuída, apresenta uma EOO de 759196.560 km² e ocorre em várias formações vegetais. Entretanto, suspeita-se que essa espécie esteja sofrendo uma redução populacional significativa devido à intensa expansão de atividades agropecuárias tanto no cerrado quanto nos pampas. Assim, G. graminea pode vir a ser ameaçada no futuro.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20graminea	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
105	AMARANTHACEAE	Gomphrena hatschbachiana	Pedersen	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	G. hatschbachiana é endêmica do Estado da Bahia e restrita a região da Serra de Poções, nos municípios de Macaúbas e Boquira. Apresenta EOO de 519,92 km², AOO de 8 km² e está sujeita a duas situações de ameaça. A espécie não ocorre em nenhuma unidade de conservação (SNUC), e seu habitat vem sendo degradado por atividades humanas. A região de ocorrência da espécie deve ser percorrida para que se possa tentar identificar outros locais em que a mesma exista.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20hatschbachiana	Caatinga, Cerrado
106	AMARANTHACEAE	Gomphrena macrocephala	A.St.-Hil.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	Gomphrena macrocephala apresenta uma EOO de 468.932,2 km² e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). Por ser representada por um bom número de registros de herbário, suspeita-se que a mesma seja localmente abundante. O cerrado em que a espécie ocorre deve ser monitorado devido à forte pressão de atividades agropecuárias que vem sofrendo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20macrocephala	Cerrado
107	AMARANTHACEAE	Gomphrena nigricans	Mart.	CR	B1ab(iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	Gomphrena nigricans  é endêmica do Brasil, com ocorrência exclusiva no Estado da Bahia, e representa um endemismo restrito a porção sul-sudoeste da Chapada Diamantina. Apresenta uma EOO de 33,01 km², ocorre em apenas quatro localidades sujeitas a uma situação de ameaça. A espécie vem sofrendo com a degradação do seu habitat. Além disso, é protegida apenas por uma unidade de conservação de uso sustentável (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20nigricans	Caatinga, Cerrado
108	AMARANTHACEAE	Gomphrena paranensis	R.E.Fr.	VU	B1ab(i,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO menor que 5.000 km² e sujeita a cerca de 10 situações de ameaça distintas. A redução da vegetação de Cerrado nos Estados de São Paulo e Paraná acarreta declínio em EOO, AOO, qualidade de habitat e no número de subpopulações. Alguns indivíduos ocorrem em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20paranensis	Cerrado
109	AMARANTHACEAE	Gomphrena perennis	L.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie, apesar de concentrada no sul do país, não apresenta dados de ameaça. Possui EOO > 20000 km², com distribuição na costa de Santa Catarina e no interior do Rio Grande do Sul.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20perennis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
110	AMARANTHACEAE	Gomphrena pulchella	Mart.	EN	B1ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=581,35 km²) e ocorre em cerca de cinco localidades distintas que foram consideradas como situações de ameaça distintas. Não se encontra protegida em unidade de conservação (SNUC). O bioma Pampa vem sofrendo redução da área e substituição por plantio de monoculturas exóticas, principalmente Eucalipto e Pinus, o que implica em declínio da área de ocupação, da extensão de ocorrência e de qualidade do habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20pulchella	Pampa (Campos Sulinos)
111	AMARANTHACEAE	Gomphrena regeliana	Seub.	VU	B1ab(ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita, apresenta EOO de 551,78 km² e está sujeita a até 10 situações de ameaça.  As subpopulações da espécie estão situadas próximo a rodovias, o que resulta em forte ameaça a sobrevivência dos indivíduos e implica em a declínio contínuo em EOO, AOO e qualidade de habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20regeliana	Cerrado
112	AMARANTHACEAE	Gomphrena scandens	(R.E.Fr.) J.C.Siqueira	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da espécie apresentar declínio continuado em extensão e qualidade de habitat, e estar sujeita a situações de ameaça, faltam informações suficientes para uma avaliação criteriosa do risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20scandens	Mata Atlântica
113	AMARANTHACEAE	Gomphrena schlechtendaliana	Mart.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não possui qualquer informação sobre ameaças e possui EOO > 20000 km², com três situações de ameaça.  Foram realizadas apenas três coletas por especialistas, concluindo-se que pode estar mal coletada na área de ocorrência.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20schlechtendaliana	Pampa (Campos Sulinos)
114	AMARANTHACEAE	Gomphrena sellowiana	Mart.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Os dados espaciais da espécie informa ser endêmica do Rio Grande do Sul, porém nos mapas de EOO e registro de ocorrência, nota-se distribuição nos Estados da Bahia e Minas Gerais. Recomenda-se uma nova análise para certificar a correta ocorrência da espécie.	1969-12-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20sellowiana	Pampa (Campos Sulinos)
115	AMARANTHACEAE	Gomphrena vaga	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição em todas as regiões brasileiras, incluindo diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20vaga	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
116	AMARANTHACEAE	Hebanthe eriantha	(Poir.) Pedersen	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição entre os Estados de Santa Catarina e Piauí, com ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hebanthe%20eriantha	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
117	AMARANTHACEAE	Hebanthe pulverulenta	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no sudeste e parte do sul, incluindo registro no Estado do Mato Grosso. Ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hebanthe%20pulverulenta	Mata Atlântica, Cerrado
118	AMARANTHACEAE	Herbstia brasiliana	(Moq.) Sohmer	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar dos dados de EOO < 20000 km² e declínio contínuo de extensão do habitat, a espécie não possui informações sobre ameaças. De acordo com a ficha da espécie, a mesma ocorre somente nos Estados de São Paulo e Parana, porém um registro para o Pernambuco é apontado no mapa, sem qualquer comentário.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herbstia%20brasiliana	Mata Atlântica
119	AMARANTHACEAE	Lecosia oppositifolia	Pedersen	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com uma única ocorrência, consequentemente sem cálculo de EOO, em área com declínio de extensão de habitat e número de situação de ameaça = 1. Vale ressaltar a importância de esforço de coleta para a espécie, visando uma avaliação mais confiável. Espécie conhecida somente do holótipo, consequentemente sem coleta há 24 anos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecosia%20oppositifolia	Mata Atlântica
120	AMARANTHACEAE	Pfaffia argyrea	Pedersen	EN	B1ab(i,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (EOO=84,44 km²) e sujeita a menos do que cinco situações de ameaça. Os locais de de ocorrência estão sujeitos a declínio em extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade de habitat, e número de subpopulações.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20argyrea	Cerrado
121	AMARANTHACEAE	Pfaffia glabrata	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no Sudeste, Sul e Centro Oeste do Brasil e sem informações sobre ameaças.?	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20glabrata	Cerrado
122	AMARANTHACEAE	Pfaffia glomerata	(Spreng.) Pedersen	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída no território brasileiro, inclusive em unidades de conservação (SNUC). Sem informação sobre ameaças.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20glomerata	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
123	AMARANTHACEAE	Pfaffia gnaphaloides	(L.f.) Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil, em diversas unidades de conservação (SNUC). Sem informações sobre ameaças.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20gnaphaloides	Mata Atlântica, Cerrado
124	AMARANTHACEAE	Pfaffia jubata	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de ser endêmica, a espécie possui distribuição em todas as regiões brasileiras, com representantes em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20jubata	Amazônia, Caatinga, Cerrado
125	AMARANTHACEAE	Pfaffia minarum	Pedersen	VU	B1ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência nos Estados de Goiás e Minas Gerais e distribuição exclusiva na Província do Cerrado. Apresenta EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça.  A degradação de seu habitat e alterações no uso/ manejo do substrato implicam em declínio contínuo em EOO e qualidade de habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20minarum	Cerrado
126	AMARANTHACEAE	Pfaffia townsendii	Pedersen	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO amplo e com registro em unidades de conservação (SNUC). Sem informações sobre ameaças.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20townsendii	Caatinga, Cerrado
127	AMARANTHACEAE	Quaternella glabratoides	(Suess.) Pedersen	EN	B1ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Apresenta distribuição restrita (EOO=562,08 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. No município de Bonsucesso de Itararé, no Estado de São Paulo, a mineração é uma das causas da redução da vegetação nativa, implicando declínio de EOO, AOO e de qualidade de habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quaternella%20glabratoides	Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
128	AMARYLLIDACEAE	Eithea blumenavia	(Koch & Bouché) Ravenna	EN	A4cd,B2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécieocorre nos Estados de  Paraná, Santa Catarina e possivelmente no Estado de São Paulo. Possui AOO de 20 km². Segundo informação disponível, a espécie é considerada rara apresentando subpopulações pequenas em áreas de Floresta Ombrófila Densa do litoral.  A espécie é comercializadacomo ornamental. Seu habitat foi intensamente deteriorado e não há registro daespécie em unidades de conservação (SNUC). Estima-se que cerca de 50% da população desapareça nas próximas duas gerações, devido a coleta ilegal de indivíduos maduros. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN) de extinção."	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eithea%20blumenavia	Mata Atlântica
129	AMARYLLIDACEAE	Griffinia aracensis	Ravenna	CR	B2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieé conhecida por apenas uma população, sujeita a uma situação de ameaça, na Serra dos Aracás, município deMatosinhos, Estado de Minas Gerais. Com AOO de apenas 4 km², no Cerrado, suas principais ameaças são a degradação do habitat, e a coleta, em função de seu valor ornamental. A área de ocorrência da espécie não está protegida por unidade de conservação (SNUC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20aracensis	Cerrado
130	AMARYLLIDACEAE	Griffinia colatinensis	Ravenna	CR	B2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é conhecidapor apenas duas subpopulações no município de Colatina, no Estado do Espírito Santo. Apresenta AOO de 8 km²,  é considerada rara na natureza e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A destruição do bioma Mata Atlântica implica declínio de EOO, AOO e qualidade de habitat da espécie. Além disso, não há registro da espécie em nenhuma unidade de conservação (SNUC). Estudos mais aprofundados devem ser realizados a fim de verificar o estado de conservação das duas subpopulações da espécie.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20colatinensis	Mata Atlântica
131	AMARYLLIDACEAE	Griffinia espiritensis	Ravenna	EN	B2ab(ii,iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie conhecida popularmente por ""carícia"" ocorre nos Estados da Bahia e Espírito Santo. Apresenta AOO de 20 km e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie tem valor ornamental, habita a MataAtlântica do litoral, habitat destruído no passado e alterado ainda hoje. Emborapresente na Reserva Biológica de Sooretama, no Estado do Espírito Santo, as subpopulações desta planta rara nãoestão devidamente protegidas. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN) de extinção."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20espiritensis	Mata Atlântica
132	AMARYLLIDACEAE	Griffinia gardneriana	(Herb.) Ravenna	EN	B2ab(iii,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nas regiões Nordeste e Sudeste, e possui uma AOO de 32 km². Além disso, está sujeita a duas situações de ameaça.Encontrada em vegetação xerófita, sua principal ameaça é a perda e degradaçãode habitat. A Caatinga perdeu de 30 e 50% de sua área para aagricultura, abertura de estradas, a retirada de madeira para lenha e carvão. Por sua vez, as áreas de Restinga estão ameaçadas pelo crescimento demográfico e pela especulaçãoimobiliária. A espécie é odorífera e ornamental e está protegida em uma única unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional do Catimbau, no Estado de Pernambuco.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20gardneriana	Caatinga
133	AMARYLLIDACEAE	Griffinia hyacinthina	Ker Gawl.	EN	A4c,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv),C2a(i)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre na região Sudeste, sendo encontrada apenas em duas unidades de conservação (SNUC), e conhecida porquatro subpopulações, sendo uma delas composta por 25 indivíduos adultos, terrícolase rupícolas em áreas de Mata Atlântica. Apresenta EOO de 79,56 km² e AOO de 16 km². Segundo informação disponibilizada, a espécie émuito suscetível a perturbações em seu ambiente, implicando declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat e número de subpopulações, o que pode levar ao desaparecimento da espécie na natureza. Depende de formigas para sua dispersão, sendo estes animaisos primeiros a desaparecerem de locais muito perturbados. As subpopulações de G. hyacinthina, onde ocorreram alterações de habitat, apresentam sinais de declínio, o que pode levar a extinções locais. Pode-se suspeitar que a partir deste fato, ocorra um declíniono número de indivíduos maduros que comprometa o fluxogênico entre as sub-populações. A espécie tem suas subpopulações ameaçadas de extinçãopela redução gradual no número de indivíduos retirados por atividadesextrativistas e degradação da Mata Atlântica, sendo portando, considerada Em Perigo (EN) de extinção.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20hyacinthina	Mata Atlântica
134	AMARYLLIDACEAE	Griffinia liboniana	Morren	EN	A4cd,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécieocorre nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais e possivelmente Bahia. Apresenta EOO de 193,47 km² e AOO de 12 km². Apresenta população severamente fragmentada, ocorrendo em áreas de Cerrado e de Mata Atlântica, com poucas e esparsas subpopulações e com número reduzido de indivíduos em cada uma delas. Segundo informação disponível, a espécie vem sofrendo com aconstante redução e degradação de seu habitat, o que ocasiona declínio de EOO, AOO, de qualidade de habitat e número de subpopulações. Além disso, apresenta baixa taxa de regeneração, o que torna sua existência ainda mais vulnerável. Não é encontrada em unidade de conservação de proteção integral (SNUC), apenas em uma unidade de uso sustentável (SNUC). É planta ornamental, usada em paisagismo e apreciada pelos colecionadores deplantas bulbosas, o que aumenta a pressão sobre as sub-populações naturais. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN) de extinção."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20liboniana	Mata Atlântica
135	AMARYLLIDACEAE	Griffinia nocturna	Ravenna	CR	B2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados de Goiás e possivelmente em Tocantins, e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 520,97 km² eAOO de 8 km². Ocorre no Cerrado, e segundo informação disponível, possui poucas subpopulações, que vêm se extinguindo devido a perturbações ambientais. A destruição e degradação do Cerrado para o plantio deespécies exóticas, além do fogo e da erosão são as principais ameaças. Aespécie é utilizada parafins paisagísticos e comercializada por colecionadores deplantas bulbosas, e não se encontra protegida por unidade de conservação (SNUC). Está sujeita a uma situação de ameaça.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20nocturna	Cerrado
136	AMARYLLIDACEAE	Griffinia parviflora	Ker Gawl.	CR	B2ab(iii,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no sul do Estado da Bahia, apresenta AOO de 8 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie é de Mata Atlântica, onde a floresta foi substituída por plantaçõesde eucalipto, cabrucas e pastagens, o que implica em declínio contínuo de EOO, AOO e número de subpopulações. Além disso, a espécie tem uso ornamental, causando declínio no número de indivíduos maduros e não está protegida por unidade de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20parviflora	Mata Atlântica
137	AMARYLLIDACEAE	Griffinia paubrasilica	Ravenna	CR	B2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no sul do Estado da Bahia, apresenta AOO de 8 km² e esta sujeita a apenas uma situação de ameaça. Ocorre em Mata Atlântica em áreas onde a floresta foi substituída por plantaçõesde eucalipto, cabrucas e pastagem. A espécie é conhecida por apenas duas subpopulações, uma localizadadentro da Fazenda Pau Brasil, município de Itamaraju, e a outra nomunicípio de Eunápolis. Apresenta potencial uso econômico, o que implica declínio de EOO, AOO, qualidade de habitats e de indivíduos maduros.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20paubrasilica	Mata Atlântica
138	AMARYLLIDACEAE	Griffinia rochae	Morel	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliação não pode ser realizada.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20rochae	Mata Atlântica
139	AMARYLLIDACEAE	Habranthus irwinianus	Ravenna	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 6.067,10 km² e AOO de 40 km², em menosde dez locais em situação de ameaça. Planta saxícola, habita os Campos Rupestres, ao sul da cadeia do Espinhaço, próximo ao município de Belo Horizonte, com subpopulaçõesencontradas na Serra da Canastra e no Parque Estadual do Ibitipoca. Embora a espécie esteja presente em unidades de conservação (SNUC), seu habitat é ameaçado pelamineração, turismo, construção de casas de veraneio, pastagem, agricultura epelo fogo.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habranthus%20irwinianus	Cerrado
140	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum angustifolium	Pax	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	No Brasil, a espécie ocorre nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul em áreas alagadas. Apresenta AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Segundoinformação disponível, seu habitat tem sido alterado por atividadesantrópicas como construção de barragens, agricultura, pecuária e expansão urbana com aterros e drenagens. A espécie não está protegida por unidades de conservação (SNUC), e é empregada como planta ornamental, sendo comercializadapor colecionadores de plantas bulbosas em todo o mundo.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20angustifolium	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
141	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum brasilianum	(Traub & J.L.Doran) Dutilh	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no Estado do Espírito Santo, e possivelmente Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de139,34 km², AOO de 12 km² e está suejita a menos de cinco situação de ameaça. Saxícolaou rupícola em afloramentos rochosos na Mata Atlântica, tem cinco subpopulaçõesconhecidas e seu habitat encontra-se destruído. Está presenteapenas em uma unidadede conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20brasilianum	Mata Atlântica
142	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum breviflorum	Herb.	EN	B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Conhecida como ""açucena"", é planta ornamental e está presente em cultivos.  A espécieocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na natureza é conhecida por sete subpopulações, duas das quais já não existem. Terrícola ou aquática, ocupava uma faixa ampla de ambientes, desde Restingas até Campos de Altitude na Mata Atlântica. Apresenta EOO de 5.021,12 km², AOO de 28 km² e está sujeita a menos cinco situação de ameaça. Segundo a informação disponível, a espécie tem sofrido a perda e degradação de seu habitat. Os Campos Alagados ondeocorrem vêm sendo continuamente drenados, e durante os períodos deseca, enfrentam incêndios. Presente no Parque Nacional de Aparados da Serra, apopulação conhecida está impactada devido à construção da sede do parque. Aspopulações conhecidas em ambientes de restingas são poucas e não se encontramlegalmente protegidas, contabilizando nos últimos tempos drásticas reduções populacionais."	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20breviflorum	Mata Atlântica
143	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum goianum	(Ravenna) Meerow	EN	B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre em Goiás e no Distrito Federal. Apresenta EOO de 4.397,67 km², AOO de 32 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta ornamental, bulbosa, terrícola,habita o Cerrado de maneira isolada, com poucos indivíduos. Segundo informaçãodisponível, vem sofrendo com a perda e degradação de seu habitat, queculminou com o declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, número de subpopulações e indivíduos maduros. Oacentuado crescimento da cidade de Brasília, no centro de sua distribuição, pressiona severamente os Cerrados do entorno. Várias áreas que mantinham remanescentes significativos devegetação nativa desde a fundação da capital desapareceram nos últimos anos, econtinuam desaparecendo rapidamente. A outra região de ocorrência, em Cristalina,o município que mais cresce no estado de Goiás, vem perdendo sua vegetaçãonativa para a agricultura, pecuária, mineração e garimpo, além do turismo.	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20goianum	Cerrado
144	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum guarapuavicum	(Ravenna) Van Scheepen	EN	B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil, aqui ocorrendo no Estado do Paraná, e possivelmente nadivisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta EOO de 1.093,59 km², AOO de 12 km² e está sujeita a menos de cinco situação de ameaça, sendo considerada severamente fragmentada pela composição de poucas subpopulações com poucos indivíduos. Planta herbácea, bulbosa, terrícola ourupícola, habita a Mata Atlântica, nas Florestas Estacionais Semideciduais, Florestas de Araucárias e Campos de Altitude e, possivelmente, o Cerrado. As subpopulações deH. guarapuavicum estão ameaçadas pelacriação de gado, ovelhas ou cabras.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20guarapuavicum	Mata Atlântica, Cerrado
145	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum leucobasis	(Ravenna) Dutilh	CR	B2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre exclusivamente no Estado de Goiás, municípiode Mineiros, nas proximidades do Parque Nacional das Emas. Apresenta  EOO de 265,89 km², AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie possui uma distribuição muito restrita, e asáreas onde poderia ocorrer estão severamente degradadas emfunção da expansão das lavouras de soja e outras monoculturas. As tentativas decultivo desta espécie se mostraram infrutíferas, uma vez queos indivíduos definham e morrem fora do ambiente natural.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20leucobasis	Cerrado
146	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum morelianum	Lem.	VU	B2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e possivelmente Rio de Janeiro. Ocorre em Campos Rupestres e de Altitude e em afloramentos rochosos. Apresenta EOO de44.133,83 km², AOO de 48 km² e está sujeita a menos de dez situação de ameaça.  A redução de habitats e degradação pelo turismo, agricultura, pastagem e fogo implicam declínio de EOO, AOO e qualidade de habitat. A espécie tem uso ornamentale medicinal, é cultivada com facilidade e encontra-se em unidades de conservação (SUNC).	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20morelianum	Mata Atlântica
147	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum papilio	(Ravenna) Van Scheepen	CR	A4acd,C2a(ii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo a informação disponível, a espécie ocorre nos Estados de Santa Catarina e RioGrande do Sul. Foi registrada sem material testemunho, e não existem registros deherbário, sendo a única coleção conhecida proveniente de cultivo. Planta herbáceabulbosa, terrícola, habita as Florestas Estacionais Semideciduais associadas à MataAtlântica. A espécie é extensivamente retirada da natureza, por ser muitovalorizada no mercado de plantas ornamentais e por colecionadores deplantas raras. Segundo a especialista, existem pouquíssimas subpopulações destaespécie na natureza, e não estão protegidas por unidades de conservação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20papilio	Mata Atlântica
148	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum psittacinum	Herb.	EN	B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná e, possivelmente, Minas Gerais. Apresenta EOO de 555,18 km², AOO de 8 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É considerada muito rara, tendo apenas três subpopulações conhecidas ao longo de sua distribuição (municípios de Atibaia, SP, Juiz de Fora, MG, e Quatro Barras, PR). A subpopulação de Juiz de Foraprovavelmente não existe mais, uma vez que estava localizada dentro de umapedreira que foi recentemente explodida. A espécie só ocorre em região deFloresta Pluvial, em locais com umidade constante. Comooutras representantes da família Amaryllidaceae, possuiflores muito vistosas e vem sendo empregada como planta ornamental. É utilizada também na medicina popular como excitante e purgativa. Não estáprotegida por unidades de conservação (SNUC).	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20psittacinum	Mata Atlântica
149	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum reginae	(L.) Herb.	EN	B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo desde oMéxico até a América do Sul. No Brasil ocorre nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, nos domínios fitogeográficos da Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal, em regiões de afloramentos de calcário, Campos Rupestres, Cerrado (lato sensu), e Florestas Estacionais Semideciduais sobre afloramentosrochosos. Apresenta pequena AOO de 40 km² e está sujeira a cinco situações de ameaça.  Embora muito cultivada como ornamental, as subpopulações naturais de H. reginae apresentampoucos indivíduos e vêm sofrendo redução devido à perda e degradaçãode seus habitats de ocorrência que implica em declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, número de subpopulações e indivíduos maduros. Além disso, a espécie é considerada severamente fragmentada e ascoletas são antigas. Ainda, está presente em apenas duas unidades de conservação (SNUC), que não asseguram a sobrevivência das subpopulaçõe²s naturais.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20reginae	Mata Atlântica, Cerrado
150	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum santacatarina	(Traub) Dutilh	EN	B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos Estados da região Sul. Apresenta AOO de 52 km² e população severamente fragmentada. Segundo a informação disponível, a planta ébastante rara, com subpopulações compostas por poucos indivíduos. Ocorre nos Camposde Cima da Serra e nos Campos Limpos Inundáveis associados ao domíniofitogeográfico Mata Atlântica. Planta herbácea bulbosa, terrícola ou aquática, tem sofrido com a perda e degradação de seu habitat. Os Campos Alagados, vêmsendo continuamente drenados e assoreados, enfrentando incêndios durante os períodos de seca. Além disso, é utilizada como ornamental enão se encontra protegida em unidade de conservação (SNUC).	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20santacatarina	Mata Atlântica
151	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum striatum	(Lam.) Moore	EN	B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não é endêmica do Brasil, sendo encontradatambém na Argentina e outros países periféricos. No Brasil,está distribuída pelo domínio fitogeográfico MataAtlântica, ocorrendo nos Estados do Espírito Santo, Rio deJaneiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e possivelmente Rio Grande do Sul, Bahia, e Minas Gerais. Apresenta AOO de 100 km². Trata-se de uma espécie com poucas subpopulações compostas por poucos indivíduos. Tem potencial valor no mercado horticultor comoplanta ornamental e para uso farmacológico, uma vez que possui alcalóides isoladoscom atividades anti-tumorais verificadas. O habitat de Mata Atlântica onde ocorre é caracterizado pela alta diversidade de espécies e pelo elevadograu de endemismo. A retirada da cobertura vegetal, para a agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana ao longodos últimos dois séculos causou a destruição da maior parte deste bioma. De sua área original restam hoje de 7 a 8 %, e as áreas de mata estão cada vezmais isoladas e fragmentadas (SOS Mata Atlântica, 2012). Dessa forma, a maioria das espécies que vivemnesses fragmentos compõem subpopulações isoladas. Para muitas delas, a áreaagrícola ou urbana circundante de um fragmento pode significar uma barreiraintransponível. Embora a espécia esteja presente em três unidades de conservação (SNUC), a persistência das subpopulaçõesnativas não está assegurada e, diante da importância econômica para usomedicinal e horticultural, medidas mais eficazes que assegurem a sobrevivênciadas subpopulações naturais são necessárias.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20striatum	Mata Atlântica
152	AMARYLLIDACEAE	Hippeastrum vittatum	(L Hér.) Herb.	CR	B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Argentina. No Brasilocorre no Estado de Santa Catarina e possivelmente Paraná, e Rio Grande do Sul. Planta herbácea, bulbosa, terrícola, se desenvolve em Campos de Altitude e locais rochosos em Florestas Ombrófilas Mistas associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Apresenta EOO de285,14 km² e população severamente fragmentada com poucas subpopulações conhecidas e indivíduos escassos. Está sujeita a uma situação de ameaça e suas subpopulações estão ameaçadas por criação de gado, ovelhas ou cabras que implicam declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, número de subpopulações e de indivíduos maduros. A espécie tempotencial ornamental e medicinal, e dispõe de registros em unidades de conservação (SNUC), como no Parque Nacional de Aparados da Serra e Parque Nacional da SerraGeral.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20vittatum	Mata Atlântica
153	AMARYLLIDACEAE	Worsleya rayneri	(Hook.f.) Traub & Moldenke	EN	B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamenteno Estado do Rio de Janeiro, na parte central da Serra dos Órgãos. Tem EOOde 283,45 km², AOO de 36 km² e está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, nos Campos de Altitude associadosao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. W. rayneri éconsiderada um paleoendemismo das formações campestres de altitude, e umadas mais primitivas Amaryllidaceae americanas. Planta herbácea, rupícola ousaxícola, forma ilhas de vegetação sobre a rocha exposta ao sol, acima de 1000 mde altitude. Estimativas indicam a existência de 21 subpopulações de W. rayneri e uma redução populacional de cerca de 25% a cada cinco anos, atribuída principalmente a incêndios em sua área deocorrência. A maioria dos incêndios na região se inicia devido à implementaçãode práticas inadequadas de manejo do solo. Em 2007, um único incêndio atingiuquatro subpopulações de W. rayneri, o querepresenta cerca de 19% de todos os remanescentes da espécie. Aproximadamente70% das subpopulações naturais de W. rayneri estão sujeitas a algumprocesso de invasão biológica. A invasão por capim-gordura (Melinisminutiufolia) é uma ameaça significativa para esta espécie. Há indícios de pisoteio e evidências de que a espécieé palatável para herbívoros e de que o miolo do caule de W. rayneri é consumido por uma espécie de lagarta  e por cabritos nas épocas mais secas. Conhecidapor ""rabo-de-galo"" ou ""imperatriz do Brasil"", é muito utilizada como plantaornamental, uma vez que apresenta aparência inusitada diante dasoutras Amaryllidaceae e flores vistosas. É também considerada rara e, portanto, muito apreciada por colecionadores. Foram conduzidas ao longo dos últimos anosduas tentativas de cultivo da espécie no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, semsucesso. A planta é cultivada ilegalmente em sítios, fazendas e casas no alto da serra. No exterior, a espécie é cultivada e amplamentecomercializada. O alto custo associado ao cultivo desta espécie tem influência diretana retirada de espécimes da natureza. Pesquisas realizadas com a espécie desde 1984 ampliaram de maneira significativa oconhecimento sobre a biologia e a ecologia deste táxon, entretanto,algumas lacunas ainda permanecem, principalmente a respeito dos aspectosreprodutivos, uma vez que até hoje se desconhece o polinizador desta planta. Aespécie tem amostras de material depositadas em banco de DNA e possui Planode Recuperação desenvolvido com base na melhor informação disponível (Moraes, 2009),porém, este não foi efetivamente colocado em curso. Apesar de ocorrermajoritariamente em Áreas de Proteção Permanente (APP) e dentro doslimites da Área de Proteção Ambiental da Região Serrana de Petrópolis (APA Petrópolis)e na Reserva Biológica Estadual de Araras (ReBio Araras), essasunidades não garantem a proteção da totalidade das subpopulações conhecidas deW. rayneri. "	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Worsleya%20rayneri	Mata Atlântica
154	AMARYLLIDACEAE	Zephyranthes brasiliensis	(Traub) Traub	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado doParaná e no RioGrande do Sul. Planta herbácea, terrícola ou rupícola, heliófila, tem frequência de ocorrênciaconsiderada esparsa. A espécie ocorre em Campos, em afloramentos rochosos com camada de solo, e Florestas Mistas, com Araucariaangustifolia, todas elas associadas ao domínio fitogeográficoMata Atlântica. Apresenta EOO de 280,27 km² e AOO de 4 km². As espécies deste gênero são muito sensíveis a perturbações emseu ambiente de ocorrência. A principal ameaça apontada por especialistas éa perda de habitat. As coletas conhecidassão antigas e não há registros de ocorrência em unidade de conservação, portanto, é possível suspeitar que, caso as ameaças continuem incidindo sobre a espécie, ela poderá ser transferida a uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20brasiliensis	Mata Atlântica
155	AMARYLLIDACEAE	Zephyranthes caerulea	(Griseb.) Baker	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie não é endêmica doBrasil, ocorrendo aqui nos Estados do Paraná, Santa Catarina e, possivelmente, Rio Grande doSul. Planta herbácea, bulbosa, terrícola ou rupícola, coletada nas margens do Rio Chapecozinho (SC), foi encontrada também em Campo Limpo sobre solo turfoso, associados aos domínios fitogeográficos  Mata Atlântica e, provavelmente, ao Pampa. Tem EOO de 1.959,68 km² e AOO de 12 km².  A principal ameaça à espécie é adestruição de seu habitat. Os campos onde ela ocorre têm sido convertidos emáreas de culturas agrícolas. Outra crescente ameaça aos campos nativos é aincidência de espécies exóticas de alto poder competitivo, como o capim anonni (Eragrostis plana Nees.) Não há registro da presença da espécie em unidadede conservação (SNUC).	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20caerulea	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
156	AMARYLLIDACEAE	Zephyranthes candida	(Lindl.) Herb.	EN	B1b(i,iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo a informação disponível, aespécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo aqui no Estado de São Paulo e, possivelmente, no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta EOO de 554,77 km², AOO de 8 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Plantaherbácea, perenifólia, ocorre em regiões campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e, provavelmente, Pampa. Considerada muito rara e difícil deser encontrada na natureza, possui população severamente fragmentada, com quatro subpopulações distintas esparsas, duas na divisa de SãoPaulo e Paraná, e, talvez, uma no Estado de Santa Catarina e outra no Rio Grande do Sul. Oscampos têm sido convertidos em áreas de culturas agrícolas e dereflorestamentos homogêneos com espécies exóticas como Pinus e Eucalyptus. Outracrescente ameaça aos campos nativos é a incidência de espécies exóticas de altopoder competitivo, como o capim Anonni (Eragrostis plana Nees.). Muitas populações de Z. cândida desapareceram pelo excessivo extrativismo para uso ornamental. Essas ameaças implicam declínio contínuo de EOO, AOO e de qualidade de habitat. Sãonecessárias ações de conservação, a fim de serecuperar suas subpopulações naturais. Não há registro da espécie em unidades de conservação (SNUC).	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20candida	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
157	AMARYLLIDACEAE	Zephyranthes capivarina	Ravenna	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre exclusivamente no Estado do Paraná, em clareiras nas Florestas Estacionais Semideciduais e em áreas brejosas. Apresenta AOO de 16 km² e está sujeita a quatro situação de ameaça. Z.capivarina sofre a perda e degradação de seu habitat, tendo em vista que as florestas do Estado do Paraná foram drasticamente reduzidas. Dados recentesapontam para uma redução de mais de 87% ao longo do período de exploração.Não há registros da espécie em unidades de conservação (SNUC). Sugerimos estudos populacionaise reavaliação para uma possível mudança de categoria.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20capivarina	Mata Atlântica
158	AMARYLLIDACEAE	Zephyranthes paranaensis	Ravenna	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre exclusivamenteno Estado do Paraná. Planta herbácea, terrestre, é endêmica dos Campos de Cima da Serra do Estado, associados ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Apresenta AOO de 12 km², e sua população está severamente fragmentada pela urbanização nas regiões de ocorrência. As principais ameaças à espécie são a destruição e deterioração de seu habitat em decorrência de atividades agrícolas e pastoris. Os Camposde Cima da Serra são ameaçados pelo uso inadequado da terra e o crescente predomínio deespécies invasoras de alto poder competitivo sobre a flora nativa local. As coletas são antigas e a espécie não tem registro em unidade de conservação (SNUC). Sugerimos estudospopulacionais.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20paranaensis	Mata Atlântica
159	ANACARDIACEAE	Anacardium humile	A.St.-Hil.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A. hummile é amplamente distribuído pelo Brasil, sendo encontrado em outros países da América do Sul também. Um grande número de subpopulações da espécie é conhecido, estando presente em diferentes biomas.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anacardium%20humile	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
160	ANACARDIACEAE	Astronium fraxinifolium	Schott	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A. fraxinifolium possui ampla distribuição geográfica, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas. Além disso, a espécie é protegida por legislação específica, sendo proibido o seu corte em áreas florestais primárias e com o corte controlado em outros ambientes.	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astronium%20fraxinifolium	Cerrado, Mata Atlântica
161	ANACARDIACEAE	Astronium graveolens	Jacq.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A.graveolens possui ampla distribuição geográfica e registros de ocorrência em diferentes biomas. Apesar de ser explorada comercialmente, o corte de madeira registrado ainda não é ameaça suficiente para categorizar a espécie como ameaçada de extinção.	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astronium%20graveolens	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
162	ANACARDIACEAE	Cyrtocarpa caatingae	J.D.Mitch. & Daly	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. caatingae possui extensa distribuição geográfica e ocorrência em mais de 10 situações de ameaça, sendo necessários estudos sobre a redução do habitat e populacional para uma avaliação do risco de extinção mais precisa.	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtocarpa%20caatingae	Cerrado
163	ANACARDIACEAE	Myracrodruon balansae	(Engl.) Santin	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A espécie  apresenta AOO menor que 500 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais ameaças para a espécie são as atividades agropecuárias e principalmente monoculturas de espécies exóticas (Pinus sp.).	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myracrodruon%20balansae	Pampa (Campos Sulinos)
164	ANACARDIACEAE	Myracrodruon urundeuva	Allemão	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	M. urundeuva apresenta distribuição geográfica extensa pelo território brasileiro, sendo atualmente conhecida em diferentes situações de ameaça. No entanto, as várias formas de uso desta espécie podem levá-la ao risco de extinção caso não haja um monitoramento destas atividades.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myracrodruon%20urundeuva	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
165	ANACARDIACEAE	Schinopsis balansae	Engl.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	No Brasil, S. balansae apresenta encontrada AOO menor que 500 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. São ameaças para estas áreasas queimadas, a ocupação humana, o extrativismo de madeira e outros produtos vegetais e as monoculturas agrícolas.	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20balansae	Cerrado
166	ANACARDIACEAE	Schinopsis brasiliensis	Engl.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	S. brasiliensis possui distribuição extensa pelo Brasil e países vizinhos, com subpopulações identificadas em diferentes situações de ameaça. Entretanto, a espécie tem a madeira explorada comercialmente e pode apresentar-se sob risco de extinção com a aquisição e o monitoramento dos dados de extrativismo.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20brasiliensis	Caatinga, Cerrado
167	ANACARDIACEAE	Schinopsis brasiliensis var. glabra	Engl.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"De acordo com a atualização taxonômica mais recente (Silva-Luz, Pirani, 2012), o táxon é sinônimo de Schinopsis brasiliensis, não sendo considerada dessa forma para categorização do risco de extinção. Assim, é importante revisar os dados para confirmar que as informações disponibilizadas e analisadas pertençam de fato ao táxon em questão. Assim, a espécie foi avaliada como ""Dados insuficientes"" (DD)."	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20brasiliensis%20var.%20glabra	Caatinga
168	ANACARDIACEAE	Schinus engleri	F.A.Barkley	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	S. engleri possui subpopulações em áreas de Mata Atlântica que tiveram uma perda de vegetação original, e sofrem com a invasão por espécies exóticas e monocultura de Pinus. Possui menos de 10 situações de ameaça que caso não sejam controladas, poderão transferir a espécie para uma categoria de risco em futuro próximo.	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinus%20engleri	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
169	ANEMIACEAE	Anemia blechnoides	J.Sm.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 15.605,26 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas altamente antropizadas e sujeitas a declínio na qualidade do habitat, AOO e EOO. Não apresenta muitos registros, sendo o mais recente de 1993. Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar se as subpopulações continuam nas áreas de coletas mais antigas e a sua estabilidade populacional.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20blechnoides	Mata Atlântica
170	ANEMIACEAE	Anemia elegans	(Gardner) C.Presl	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída no Brasil, em diferentes fitoifisionomias.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20elegans	Cerrado, Mata Atlântica
171	ANEMIACEAE	Anemia espiritosantensis	Brade	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Existe a possibilidade da espécie ser um hibrído, portanto a espécie não pode ser avaliada.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20espiritosantensis	Mata Atlântica
172	ANEMIACEAE	Anemia gardneri	Hook.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é rupícola, ocorre sobre rochas de formações rupestres e em áreas de Floresta Úmida no Rio Janeiro e Espirito Santo. Tem EOO de 12.654,56 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Foram considerados o declínio contínuo de habitat e de sua qualidade, decorrente de queimadas provocadas, mineração e da introdução de espécies invasoras.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20gardneri	Mata Atlântica
173	ANEMIACEAE	Anemia mirabilis	Brade	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta poucas coletas em áreas relativamente bem amostradas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em áreas bastante degradas pelas queimadas e pelo desmatamento acelerado. A espécie deve ser estudada, inclusive nos Estados de Alagoas e Pernambuco, nos quais os especialistas acreditam que ocorra. Caso se comprove que não é mais encontrada, a espécie deverá ser transferida a uma categoria de risco mais alta.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20mirabilis	Caatinga
174	ANEMIACEAE	Anemia organensis	Rosenst.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição ampla, no entanto possui menos de 10 situações de ameaça e ocorre em áreas fragmentadas como resultado da atividade humana, e caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser categorizada como ameaçada.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20organensis	Mata Atlântica
175	ANEMIACEAE	Anemia trichorhiza	Gardner	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem hábito rupícola, vivendo sobre ou entre fendas de afloramento rochoso do Brasil central. Está sujeita a menos de duas situações de ameaça, considerando sua presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Ocorre em áreas com forte ação antrópica com perturbação e perda de habitat. Caso as ameaças não sejam controladas e a população tenha uma redução significativa, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de risco mais alta.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20trichorhiza	Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
176	ANEMIACEAE	Anemia warmingii	Prantl	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição ampla, no entanto possui menos de 10 situações de ameaça e ocorre em áreas  fragmentadas como resultado da atividade humana, e caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser categorizada como ameaçada.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20warmingii	Mata Atlântica
177	ANEURACEAE	Aneura pinguis	(L.) Dumort.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente distribuída. Além disso, está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aneura%20pinguis	Mata Atlântica, Pantanal
178	ANNONACEAE	Anaxagorea dolichocarpa	Sprague & Sandwith	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anaxagorea%20dolichocarpa	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
179	ANNONACEAE	Anaxagorea silvatica	R.E.Fr.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de ter sido verificada a estabilidade de algumas das subpopulações, a espécie ocorre em somente dois Estados, pontualmente, e em subpopulações reduzidas. Portanto, é necessário monitoramento da espécie a fim de verificar se as ameaças, agricultura, fogo e pecuária, presentes na região de ocorrência da espécie, estão controladas.	2012-04-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anaxagorea%20silvatica	Mata Atlântica
180	ANNONACEAE	Annona bahiensis	(Maas & Westra) H.Rainer	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuição ampla, a espécie ocorre em somente dois Estados, pontualmente, e em subpopulações reduzidas. Portanto, é necessário monitoramento da espécie a fim de verificar se as ameaças, agricultura, fogo e pecuária, presentes na região de ocorrência da espécie, estão controladas.	2012-07-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20bahiensis	Mata Atlântica
181	ANNONACEAE	Annona burchellii	R.E.Fr.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a categorização da espécie.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20burchellii	Cerrado
182	ANNONACEAE	Annona cacans	Warm.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos estados brasileiros.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20cacans	Mata Atlântica
183	ANNONACEAE	Annona calcarata	(R.E.Fr.) H.Rainer	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a categorização da espécie.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20calcarata	Amazônia
184	ANNONACEAE	Annona coriacea	Mart.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20coriacea	Cerrado, Pantanal
185	ANNONACEAE	Annona dioica	A.St.-Hil.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20dioica	Cerrado, Pantanal
186	ANNONACEAE	Annona emarginata	(Schltdl.) H.Rainer	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20emarginata	Mata Atlântica, Cerrado
187	ANNONACEAE	Annona ferruginea	(R.E.Fr.) H.Rainer	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a categorização da espécie.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20ferruginea	Mata Atlântica
188	ANNONACEAE	Annona glabra	L.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20glabra	Mata Atlântica, Amazônia
189	ANNONACEAE	Annona glaucophylla	R.E.Fr.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de amplamente distribuída, há informação de que a espécie ocorre em pequenas subpopulações,  em áreas de Cerrado com incidência de ameaça.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20glaucophylla	Cerrado, Pantanal
190	ANNONACEAE	Annona leptopetala	(R.E.Fr.) H.Rainer	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20leptopetala	Mata Atlântica
191	ANNONACEAE	Annona malmeana	R.E.Fr.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a categorização da espécie, que é possivelmente oriunda de um híbridoentre A. coriacea e A.tomentosa (Maas et al., 2001).	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20malmeana	Cerrado, Pantanal
192	ANNONACEAE	Annona maritima	(Záchia) H.Rainer	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil, ocorre nas áreas de restinga da Região Sul, com EOO de 19.419,43 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, incluindo agricultura, pecuária e introdução de espécies exóticas nas suas áreas de ocorrência. Portanto, suspeita-se de perda e degradação de habitat, que podem vir a causar extinções de subpopulações da espécie, caso as ameaças não sejam controladas.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20maritima	Mata Atlântica
193	ANNONACEAE	Annona monticola	Mart.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20monticola	Cerrado, Pantanal
194	ANNONACEAE	Annona parviflora	(A.St.-Hil.) H.Rainer	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita ao Estado do Rio deJaneiro em florestas a 1000 m de altitude e  EOO=2.648,33 km². Sua área de ocorrência sofre degradação e perda de habitat decorrentes da antropização. Está sujeita a três situações de ameaça considerando os municípios de ocorrência (Rio de Janeiro, Mangaratiba e Niterói).	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20parviflora	Mata Atlântica
195	ANNONACEAE	Annona pickelii	(Diels) H.Rainer	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados da Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Está sujeita a três situações de ameaça consideradas a partir da expansão imobiliária nos locais de ocorrência da espécie, as matas densas de Restinga.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20pickelii	Mata Atlântica
196	ANNONACEAE	Annona sericea	Dunal	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20sericea	Amazônia
197	ANNONACEAE	Annona spinescens	Mart.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição, a espécie apresenta potencial econômico pois seus frutos são utilizados namedicina popular contra úlceras estomacais (Fenner et al., 2006). A espécie é também visada por colecionadores do mundo inteiro devido aos seus frutos vermelhos-alaranjados. O uso pode vir a ser uma ameaça e a escala em que é realizado precisa ser verificada.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20spinescens	Caatinga
198	ANNONACEAE	Annona ubatubensis	(Maas & Westra) H.Rainer	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do município de Ubatuba, no Estado de São Paulo, com EOO=137,65 km² e AOO=24 Km². Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando a expansão urbana e imobiliária no litoral paulista, causadora de perda e degradação do habitat da espécie.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20ubatubensis	Mata Atlântica
199	ANNONACEAE	Annona xylopiifolia	A.St.-Hil. & Tul.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em três Estados brasileiros e possui EOO=31.545,954 km², no entanto possui menos de 10 situações de ameaça considerando a perda do habitat como principal ameaça. Portanto deve ser monitorada a fim de verificar se ameaça está causando vulnerabilidade a espécie.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20xylopiifolia	Mata Atlântica
200	ANNONACEAE	Bocagea viridis	A.St.-Hil.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em três Estados brasileiros e possui EOO=55.790,759 km², no entanto possui menos de 10 situações de ameaça considerando a perda do habitat como principal ameaça. Portanto deve ser monitorada a fim de verificar se ameaça está causando vulnerabilidade a espécie.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bocagea%20viridis	Cerrado, Mata Atlântica
201	ANNONACEAE	Cymbopetalum brasiliense	Vell.) Benth. ex Baill.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cymbopetalum%20brasiliense	Amazônia, Mata Atlântica
202	ANNONACEAE	Duguetia fufuracea	(A.St.-Hil.) Saff.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e geralmente ocorre em grandes subpopulações.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20fufuracea	Cerrado, Pantanal
203	ANNONACEAE	Duguetia glabriuscula	(R.E.Fr.) R.E.Fr.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20glabriuscula	Cerrado
204	ANNONACEAE	Duguetia lanceolata	A.St.-Hil.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20lanceolata	Mata Atlântica, Cerrado
205	ANNONACEAE	Duguetia magnolioidea	Maas	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição pontual (EOO=160,36 km²) e populações muito reduzidas. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando que as subpopulações remanescentes da espécie estão suscetíveis à degradação e perda do habitat devido à pecuária, agricultura e queimadas no local.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20magnolioidea	Mata Atlântica
206	ANNONACEAE	Duguetia restingae	Maas	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em Restinga arbórea e é endêmica da Bahia (AOO=4 km²). Contabiliza apenas uma coleta de 2004, em uma rodovia, que foi considerada como única situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofreu perda de habitat e fragmentação severa, permanecendo atualmente o declínio da qualidade do habitat.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20restingae	Mata Atlântica
207	ANNONACEAE	Duguetia reticulata	Maas	EN	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie, endêmica do Estado da Bahia, com EOO=?533,22 km², está sujeita a duas situações de ameaça. Na área de sua coleta tipo, a espécie não foi mais encontrada, atestando que as subpopulações estão em declínio. Além disso, as regiões de ocorrência da espécie estão degradas.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20reticulata	Mata Atlântica
208	ANNONACEAE	Duguetia salicifolia	R.E.Fr.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie tem distribuição ampla e não apresenta uso.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20salicifolia	Mata Atlântica
209	ANNONACEAE	Duguetia scottmorii	Maas	CR	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica da Bahia (EOO=20,78 km², AOO=12 km²) e reportada como rara. Apresenta apenas uma situação de ameaça, considerando que o desmatamento das regiões de ocorrência da espécie está causando declíniocontínuo da AOO, EOO e da qualidade do habitat. Atualmente, restam somente 18% da vegetação original em Uruçuca, BA.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20scottmorii	Mata Atlântica
210	ANNONACEAE	Duguetia sooretamae	Maas	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado do Espirito Santo. Apesar de considerada comum, apresenta distribuição pontual. Com EOO de 15,35 km², a espécie apresenta menos de cinco situações de ameaça, sendo o declínio da qualidade do habitat a principal delas.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20sooretamae	Mata Atlântica
211	ANNONACEAE	Guatteria australis	A.St.-Hil.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Guatteria australis é amplamente distribuída na Floresta Atlântica e geralmente ocorre em subpopulações grandes.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20australis	Mata Atlântica
212	ANNONACEAE	Guatteria campestris	R.E.Fr.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e ocorre em grandes subpopulações.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20campestris	Mata Atlântica, Cerrado
213	ANNONACEAE	Guatteria notabilis	Mello-Silva & Pirani	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuição da espécie ser média ela ocorre  nas florestas do Espinhaço-central, que são um dos ambientes mais ameaçados da Cadeia do Espinhaço, podendo vir a ser categorizada como ameaçada em futuro próximo. Por isso são necessários estudos populacionais mais profundos.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20notabilis	Cerrado
214	ANNONACEAE	Guatteria pohliana	Schltdl.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de amplamente distribuída a espécie apresenta menos de 10 situações de ameaça. Algumas de suas subpopulações ocorrem fora de unidade de conservação (SNUC), o que pode vir a causar uma diminuição no número de indivíduos da espécie caso o desmatamento não seja controlado.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20pohliana	Mata Atlântica
215	ANNONACEAE	Guatteria rupestris	Mello-Silva & Pirani	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de apresentar EOO extenso e ter sido bem coletada, a espécie ocorre em campos de altitude e áreas com a presença de atividade mineradora, o que pode vir a causar declínio no número de subpopulações da espécie.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20rupestris	Cerrado
216	ANNONACEAE	Guatteria sellowiana	A.St.-Hil.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20sellowiana	Mata Atlântica, Cerrado
217	ANNONACEAE	Guatteria villosissima	A.St.-Hil.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20villosissima	Mata Atlântica, Cerrado
218	ANNONACEAE	Hornschuchia alba	(A.St.-Hil.) R.E.Fr.	CR	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Ocorre no Estado do Rio de Janeiro, apenas nos municípios de Búzios e Cabo Frio. Tem EOO restrita a 39,14 Km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, que considera a perda de habitat e degradação das áreas de ocorrência da espécie. A região foi intensamente explorada para retirada de pau-brasil e outras madeiras, e atualmente sofre acelerada expansão imobiliária.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20alba	Mata Atlântica
219	ANNONACEAE	Hornschuchia cauliflora	Maas & Setten	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do sul do Bahia. Apresenta EOO de 1.240,51 Km² e AOO de 16 Km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre com ameaças como degradação e perda de habitat decorrentes da expansão populacional e imobiliária. A população da espécie se encontra severamente fragmentada. Além disso, estudos apontam que as subpopulações existentes são bem reduzidas.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20cauliflora	Mata Atlântica
220	ANNONACEAE	Hornschuchia obliqua	Maas & Setten	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do sul do Bahia (EOO=1.502,13 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre ameaças como degradação e perda de habitat, decorrentes da expansão populacional e imobiliária. A população da espécie se encontra severamente fragmentada. Além disso, estudos apontam que H. obliqua é rara.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20obliqua	Mata Atlântica
221	ANNONACEAE	Malmea obovata	R.E.Fr.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é conhecida apenas pelo tipo, de 1821. A região de ocorrência foi muito degrada historicamente e hoje em dia encontra-se severamente fragmentada.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malmea%20obovata	Mata Atlântica
222	ANNONACEAE	Oxandra reticulata	Maas	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro sendo utilizada para a produção de enrgia por locais e por isso deve ser monitorada.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxandra%20reticulata	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
223	ANNONACEAE	Trigynaea axilliflora	D.M.Johnson & N.A.Muray	CR	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica do Estado do Rio de Janeiro, tem EOO de 76,61 km². A espécie está sujeita a apenas uma situação de ameaça, que aponta como principal ameaça a degradação e fragmentação do habitat decorrente de atividades antrópicas.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigynaea%20axilliflora	Mata Atlântica
224	ANNONACEAE	Trigynaea oblongifolia	Schltdl.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.454,54 km²) e está sujeita a apenas três situações de ameaça, sendo a principal o declínio na qualidade do habitat nos Estados onde a espécie ocorre. É considerada rara e conta com pequenas subpopulações.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigynaea%20oblongifolia	Mata Atlântica
225	ANNONACEAE	Unonopsis riedeliana	R.E.Fr.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição restrita ao Estado do Rio de Janeiro (EOO=1.487,57 Km², AOO=12 Km²), e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo a principal a expansão imobiliária nas regiões de ocorrência da espécie. São registradas apenas três coletas, a mais recente em 1997.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Unonopsis%20riedeliana	Mata Atlântica
226	ANNONACEAE	Xylopia aromatica	(Lam.) Mart.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e com potencial uso econômico.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylopia%20aromatica	Amazônia, Cerrado
227	ANNONACEAE	Xylopia brasiliensis	Spreng.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadeireiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática. A extração não fiscalizada da espécie pode reduzir as subpopulações representando uma ameaça a sobrevivência  da espécie na natureza.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylopia%20brasiliensis	Mata Atlântica
228	APIACEAE	Apium prostratum	Labill.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Espécie reavaliada após divergências em relação a sua distribuição e, atualmente, considerada como ""Naturalizada"". Apesar da pequena AOO, apresenta grande EOO (52.445 km²) nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em habitats litorâneos, principalmente nas Restingas, e enfrenta ameaças resultante da expansão urbana e turística."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apium%20prostratum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
229	APIACEAE	Eryngium corallinum	Mathias & Constance	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium corallinum é uma espécie campestre com distribuição geográfica bastante restrita no domínio da Mata Atlântica. As coletas que a representam são antigas, todas realizadas há mais de 30 anos, e seu habitat é gravemente ameaçado pela expansão de atividades agropecuárias, sobretudo monoculturas de soja e plantações de Pinus sp. Consequentemente, suspeita-se que E. corallinum possa estar extinta em pelo menos um dos locais em que foi registrada, acarretando declínio na EOO, na AOO, no número de subpopulações e no número de indivíduos maduros. Assim, apesar da AOO calculada de 12 Km², consideramos a área de ocupação da espécie como sendo inferior a 10 km². No entanto, segundo informações do especialista, a espécie já foi coletada em áreas próximas ao litoral, podendo significar um aumento de sua AOO. A espécie está sujeita a uma situação de ameaça.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20corallinum	Mata Atlântica
230	APIACEAE	Eryngium divaricatum	Hook. & Arn.	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium divaricatum é uma espécie rara que ocorre em Campos Úmidos do bioma Pampa. Constam apenas dois registros de herbário que correspondem a duas situações de ameaça. Apresenta EOO de 586,35 km². Os campos nativos do Pampa vêm sendo rapidamente degradados, devido, principalmente, à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. As crescentes ameaças incidentes sobre o habitat de E. divaricatum permitem suspeitar que a espécie esteja sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20divaricatum	Pampa (Campos Sulinos)
231	APIACEAE	Eryngium dorae	Norman	CR	B2ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie Eryngium dorae é uma espécie campestre morfologicamente peculiar, conhecida por apenas uma coleta no Brasil. A AOO é de 4 km² e foi identificada uma situação de ameaça. Está sujeita a um rápido declínio na extensão e qualidade do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. Consequentemente, suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio em AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Espécie possivelmente extinta.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20dorae	Pampa (Campos Sulinos)
232	APIACEAE	Eryngium dusenii	H.Wolff	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Os registros de herbário utilizados para confeccionar o mapa da espécie não foram validados pelo especialista. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20dusenii	Mata Atlântica
233	APIACEAE	Eryngium ekmanii	H.Wolff	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium ekmanii apresenta distribuição geográfica relativamente ampla no território brasileiro, ocorrendo em todos os Estados da região Sul do país. A espécie ocorre em áreas alteradas, como campos abandonados e barrancos, e está representada em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ekmanii	Mata Atlântica
234	APIACEAE	Eryngium eriophorum	Cham. & Schltdl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium eriophorum é uma espécie campestre com distribuição geográfica razoavelmente ampla no domínio da Mata Atlântica. Ocorre em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20eriophorum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
235	APIACEAE	Eryngium eurycephalum	Malme	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium eurycephalum é uma espécie ocorrente em campos úmidos e rupestres associados ao domínio do Cerrado. ?Apesar de apresentar uma distribuição geográfica relativamente ampla, abrangendo parte dos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso, E. eurycephalum está sujeita a um marcado declínio na extensão e qualidade do seu habitat em boa parte da Cadeia do Espinhaço, onde ocorre. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha a ser ameaçada no futuro.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20eurycephalum	Cerrado, Mata Atlântica
236	APIACEAE	Eryngium falcifolium	Irgang	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium falcifolium é uma espécie campestre com distribuição restrita, que abrange parte do Estado de Santa Catarina e possivelmente do Rio Grande do Sul. Embora não constem do banco de dados, são conhecidos apenas dois registros da espécie para o Rio Grande do Sul. Dessa forma, é possível suspeitar que a AOO de E. falcifolium seja inferior a 500 km², e que esteja sujeitoa até cinco situações de ameaça. Seus habitats,  campestres, estão em declínio contínuo de extensão e qualidade devido às atividades agropecuárias e silviculturais, apesar de a espécie ocorrer apenas em locais mais altos dos Aparados da Serra.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20falcifolium	Mata Atlântica
237	APIACEAE	Eryngium glaziovianum	Urb.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A distribuição geográfica de Eryngium glaziovianum não é bem compreendida. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20glaziovianum	Mata Atlântica
238	APIACEAE	Eryngium koehneanum	Urb.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium koehneanum está sujeito a menos de cinco situações de ameaça e aos efeito das ameaças incidentes sobre seus habitats campestres, como a expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. Além disso, também é possível suspeitar que, caso o habitat da espécie continue a sofrer com as ameaças incidentes, E. koehneanum venha a ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo. Medidas de conservação devem ser implementadas a fim de garantir a sobrevivência da espécie. Aparentemente, segundo informações, sua distribuição é mais abrangente, ocorrendo também nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, fato que implica maior EOO e AOO.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20koehneanum	Mata Atlântica, Cerrado
239	APIACEAE	Eryngium ombrophilum	Dusén & H.Wolff	EN	B1ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium ombrophilum é uma espécie florestal, ocorrendo perto de corpos d?água. Tem distribuição geográfica bastante restrita no domínio da Mata Atlântica, no Estado do Paraná e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Sua EOO é de 4.728,44 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Suspeita-se que, devido à expansão urbana em alguns de seus locais de ocorrência, E. ombrophilum venha sofrendo um declínio contínuo em AOO, no número de subpopulações e de indivíduos maduros.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ombrophilum	Mata Atlântica
240	APIACEAE	Eryngium ramboanum	Mathias & Constance	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium ramboanum é uma espécie de Campos Úmidos, coletada em apenas uma localidade há mais de 65 anos. Tem uma AOO de 4 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, que implica em declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat, devido à incidência de queimadas e à expansão de atividades agropecuárias. Suspeita-se que a perda e degradação de seu habitat campestre estejam acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. Como não foi coletada desde meados da década de 40, é possível suspeitar que esteja extinta.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ramboanum	Mata Atlântica
241	APIACEAE	Eryngium sanguisorba	Cham. & Schltdl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium sanguisorba apresenta distribuição geográfica ampla do território brasileiro e é frequente em várias das regiões onde ocorre.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20sanguisorba	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
242	APIACEAE	Eryngium scirpinum	Cham.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium scirpinum é uma espécie com ocorrência restrita aos Campos de Altitude com solos rasos e rochosos situados no domínio da Mata Atlântica. A AOO é de 72 km². Em boa parte dos setores da sua distribuição, como a região dos Campos Gerais do Paraná, a espécie está sujeita à perda e degradação de seu habitat devido à expansão de atividades agropecuárias, principalmente monoculturas de soja. Além disso, na cidade de São Paulo (SP), onde E. scirpinum foi coletada no início da década de 1940, suspeita-se que a mesma esteja localmente extinta, o que acarretaria um declínio em EOO, em AOO, no número de subpopulações, e no número de indivíduos maduros. Devido a todos esses fatores, também é possível suspeitar que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20scirpinum	Mata Atlântica
243	APIACEAE	Eryngium smithii	Mathias & Constance	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium smithii é uma espécie campestre com distribuição restrita a uma pequena porção do Planalto Meridional do Brasil. A EOO é de 2.215,86 km², está sujeito a cinco situações de ameaça. E. smithii vem sofrendo com a degradação contínua do seu habitat, principalmente devido à expansão de atividades agropecuárias, e plantios silviculturais.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20smithii	Mata Atlântica
244	APIACEAE	Eryngium stenophyllum	Urb.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Os registros de herbário disponíveis não representam adequadamente a distribuição geográfica da espécie, que ocorre de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20stenophyllum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
245	APIACEAE	Eryngium urbanianum	H.Wolff	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium urbanianum é uma espécie campestre com distribuição restrita ao Planalto Meridional. Sua EOO é de 1.215,84 km² e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. Suspeita-se que E. urbanianum venha sofrendo declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. Também é possível suspeitar que a degradação das áreas campestres em que ocorre esteja acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da espécie.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20urbanianum	Mata Atlântica
246	APIACEAE	Eryngium zosterifolium	H.Wolff	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eryngium zosterifolium é uma espécie campestre endêmica de um pequeno trecho do Planalto Meridional. Está sujeita a quatro situações de ameaça sendo ameaças a degradação de seu habitat devido à incidência de incêndios e à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20zosterifolium	Mata Atlântica
247	APIACEAE	Klotzschia rhizophylla	Urb.	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Klotzchia rhizophylla é uma herbácea perene com distribuição restrita aos Campos Rupestres da cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais. A EOO é de 4.474,08 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. A espécie enfrenta perda e degradação do seu habitat devido a uma série de fatores, como a mineração, a incidência de incêndios e a expansão urbana.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Klotzschia%20rhizophylla	Cerrado
248	APIACEAE	Lilaeopsis brasiliensis	(Glaz.) Affolter	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lilaeopsis brasiliensis é uma espécie associada a áreas úmidas e ocorre em apenas cinco situações de ameaça. Ocorre no Estado de Minas Gerais, de onde é o material-tipo coletado no século XIX e no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre ainda nos Estado de Santa Catarina, Paraná e, possivelmente, Rio Grande do Sul. É possível suspeitar que tenha sido extinta em alguns destes locais. As áreas em que L. brasiliensis foi registrada estão sujeitas a algumas ameaças como a expansão de atividades agropecuárias.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lilaeopsis%20brasiliensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
249	APIACEAE	Spananthe paniculata	Jacq.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Spananthe paniculata é uma espécie não-endêmica, com ampla distribuição no território brasileiro, abrangendo parte dos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Ocorre inclusive em áreas antropizadas.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spananthe%20paniculata	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
250	APOCYNACEAE	Asclepias aequicornu	E.Fourn.	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie apresenta EOO bastante ampla, com distribuição em três regiões brasileiras, e não possui informações de ameaça.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20aequicornu	Cerrado, Mata Atlântica
251	APOCYNACEAE	Asclepias langsdorffii	E.Fourn.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea das formações campestres, incluindo área brejosas do Cerrado e da Mata Atlântica. Sem ameaça ou uso específicos. Endêmica do Brasil, com ampla extensão de ocorrência, acima de 20 mil km², conhecida em cinco situações de ameaça, distribuídas nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná, além do Distrito Federal. A população pode estar reduzida em decorrência da perda de habitat, mas por ocorrer em baixas densidades, o conhecimento atual da espécie é também reflexo da falta de esforço de coleta, mesmo assim a área de ocorrência é muito ampla.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20langsdorffii	Cerrado, Mata Atlântica
252	APOCYNACEAE	Asclepias mellodora	A.St.-Hil.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações de ameaça.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20mellodora	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
253	APOCYNACEAE	Aspidosperma album	(Vahl) Benoist ex Pichon	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Existe um declínio no número de indivíduos maduros em consequência da extração ilegal de madeira, porém a espécie apresenta EOO maior que 20.000 km² e numero de situações de ameaça maior que 10. São necessárias informações adicionais sobre redução da população, área de ocupação e/ou tamanho da população.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20album	Amazônia (Koch, Rapini, 2011).
254	APOCYNACEAE	Aspidosperma australe	Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20australe	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
255	APOCYNACEAE	Aspidosperma cylindrocarpon	Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20cylindrocarpon	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga
256	APOCYNACEAE	Aspidosperma desmanthum	Benth. ex Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Centro-Oeste e Norte brasileiros, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20desmanthum	Amazônia
257	APOCYNACEAE	Aspidosperma macrocarpon	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição em todo o território brasileiro, sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20macrocarpon	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
258	APOCYNACEAE	Aspidosperma nobile	Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Centro-Oeste brasileiro, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20nobile	Amazônia, Cerrado
259	APOCYNACEAE	Aspidosperma polyneuron	Müll.Arg.	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste e Nordeste brasileiros, sem informações de ameaça.  Possui EOO maior que 20.000 km², porém AOO inferior a 500 km². Ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC), porém é ainda procurada pelo valor madeireiro que possui.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20polyneuron	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
260	APOCYNACEAE	Aspidosperma quebracho-blanco	Schltdl.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie ocorre em menos de cinco localidades, porém sem informações de EOO e ameaças. São necessários dados de redução de população, distribuição geográfica e/ou tamanho da população.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20quebracho-blanco	Cerrado
261	APOCYNACEAE	Aspidosperma ramiflorum	Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Sul e Sudeste brasileiros, sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20ramiflorum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
262	APOCYNACEAE	Aspidosperma riedelii	Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO maior que 20.000 km² e número de situações de ameaça maior que 10, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) e sem informações sobre ameaças. Existe uma grande disjunção na distribuição da espécie, podendo demonstrar falta de coleta.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20riedelii	Mata Atlântica
263	APOCYNACEAE	Aspidosperma sandwithianum	Markgr.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO menor que 100 km², e menos de cinco localidades, porém sem informações sobre ameaças. Ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20sandwithianum	Amazônia
264	APOCYNACEAE	Aspidosperma spruceanum	Benth. ex Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no território brasileiro, sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20spruceanum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
265	APOCYNACEAE	Aspidosperma tomentosum	Mart.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste brasileiros, sem informações de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20tomentosum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
266	APOCYNACEAE	Barjonia erecta	(Vell.) K.Schum.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações de ameaça.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barjonia%20erecta	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
267	APOCYNACEAE	Barjonia harleyi	Fontella & Marquete	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	""	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita, tem EOO de 2.331,27 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, nos municípios de Abaíra, Mucugê, Piatã e Rio de Contas. É ameaçada pelo declínio continuo em extensão de ocorrência (atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas), área de ocupação, extensão e qualidade do habitat (utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha).	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barjonia%20harleyi	Caatinga
268	APOCYNACEAE	Blepharodon bicuspidatum	E.Fourn.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações de ameaça.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharodon%20bicuspidatum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
269	APOCYNACEAE	Blepharodon manicatum	(Decne.) Fontella	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla extensão de ocorrência (EOO) na região nordeste do Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações sobre ameaças incidentes cadastradas no sistema.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharodon%20manicatum	Caatinga, Cerrado
270	APOCYNACEAE	Cynanchum morrenioides	Goyder	CR	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Endêmica do Estado da Bahia, é encontrada somente no Pico das Almas, em uma única subpopulação, acima de 1.500 m de altitude. Tem distribuição muito restrita, com declínio de habitat, em única situação de ameaça no município de Rio de Contas. EEO de 2,35 km² e AOO de 16 km². É ameaçada pelo aumento da frequência de visitação e incêndios. As queimadas são favorecidas por desmatamentos e atividades agropecuárias no entorno da serra.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cynanchum%20morrenioides	Caatinga, Cerrado
271	APOCYNACEAE	Ditassa aequicymosa	E.Fourn.	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie possuir EOO acima de 20 mil km², a mesma não apresenta qualquer informação sobre ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20aequicymosa	Cerrado, Mata Atlântica
272	APOCYNACEAE	Ditassa arianeae	Fontella & E.A.Schwarz	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana encontrada nas Restingas da Mata Atlântica. Tem distribuição restrita, com EOO de 40.451,77 km² e AOO de 20 km³. É conhecida nos municípios de Prado, Salvador, Tucano e Una, no Estado da Bahia, e Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, cada um deles considerado como situações de ameaça distintas. Foi coletada entre 1974 e 2005. A ocorrência para o Estado do Rio de Janeiro não foi confirmada. É ameaçada pela perda de habitat e da área de ocupação, em decorrência da ocupação do solo nas restingas com urbanização, desenvolvimento imobiliário e agricultura.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20arianeae	Mata Atlântica
273	APOCYNACEAE	Ditassa auriflora	Rapini	CR	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de arbusto ereto de cerca de um metro de altura, raro, encontrada em Campos Rupestres de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 32,62 km² e AOO de 20 km². Ocorre entre as cotas de 650 m e 1.250 m de altitude. Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Itacambira, onde foi coletada cerca de oito vezes entre 1984 e 2003. É ameaçada pela perda daqualidade do hábitat, principalmente em decorrência das plantações de eucalipto chegando quase até os afloramentos, isolando as populações, além do manejo de pastagens, incluindo a criação de gado, a introdução de capim e o aumento da frequência de incêndios.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20auriflora	Cerrado
274	APOCYNACEAE	Ditassa cipoensis	(Fontella) Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana dos Campos Rupestres da Serra do Cipó no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 553,01 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, nos municípios de Conceição do Mato Dentro, Congonhas do Norte, Santana do Riacho e Jaboticatubas. Nesses locais a espécie foi coletada 10 vezes entre 1968 e 2003. É encontrada em unidades de conservação (SNUC). Encontra-se ameaçada pela perda da qualidade do habitat em decorrência doaumento da frequência e magnitude de incêndios, favorecidos por alteração de uso do solo em torno da Serra do Cipó, incluindo a silvicultura, criação de gado e especulação imobiliária.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20cipoensis	Cerrado
275	APOCYNACEAE	Ditassa cordeiroana	Fontella	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de subarbusto escandente de cerca de um metro de altura, encontrado nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 2.685,69 km² e AOO de 88 km² entre as cotas de 650 m e 1250 m de altitude. Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Cristália, Itacambira, Grão Mogol, Botumirim e Rio Pardo de Minas. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em decorrência de histórico de garimpo e atuais modos de uso do solo, como a criação de gado e a especulação imobiliária.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20cordeiroana	Caatinga, Cerrado
276	APOCYNACEAE	Ditassa itambensis	Rapini	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais e em algumas áreas de Mata Atlântica. Com distribuição restrita (EOO=142,25 km², AOO=24 km²), ocorre em altitudes acima de 1.500 m. Está sujeita a três situações de ameaça, nos municípios de São Gonçalo do Rio Preto, Serro e Santo Antônio do Itambé. Nesses locais, foi coletada entre 1972 e 2008, mas descrita somente em 2002. É encontrada em unidades de conservação (SNUC). É ameaçada pela perda de área de ocupação e de habitat, em decorrência da mineração, do desmatamento e dos incêndios.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20itambensis	Cerrado
277	APOCYNACEAE	Ditassa laevis	Mart.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana, encontrada em formações campestres do Cerrado, como Campos Rupestres e Cangas. Tem distribuição restrita, com EOO de 1.308,67 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a três situações de ameaça, nos municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Caeté (Serra da Piedade), onde foi coletada poucas vezes entre 1970 e 1987. Está ameaçada pela perda de habitat em decorrência de desmatamentos e incêndios, favorecidos pela alteração de uso do solo em torno das serras, como desmatamento e criação de gado.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20laevis	Cerrado, Mata Atlântica
278	APOCYNACEAE	Ditassa leonii	Fontella & T.U.P.Konno	VU	D2	""	Tainan Messina	Espécie de subarbusto ciófilo, encontrada em Campos de Altitude nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Tem distribuição restrita (AOO=28 km²). Está sujeita a três situações de ameaça, nas Serras do Caparaó e do Brigadeiro e no município de São Gonçalo do Rio Abaixo. Foi coletada entre 1933 e 2001. É encontrada em unidades de conservação (SNUC) nas três situações descritas, entretanto, ameaças potencias como a mineração, os loteamentos e os incêndios podem elevar a espécie a categorias de risco mais críticas.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20leonii	Mata Atlântica
279	APOCYNACEAE	Ditassa linearis	Mart.	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie de subarbusto com ramos volúveis encontrado em cerrados e campos rupestres de Minas Gerais. Distribuição restrita, extensão de ocorrência de 14.969 km² e área de ocupação de 96 km².  Apresenta populações abundantes em Ouro Preto e no Parque Estadual do Ibitipoca. Conhecida ao menos de doze situações de ameaça, em Aiuruoca, Belo Horizonte, Brumadinho, Caeté, Catas Altas, Lima Duarte, Moeda, Nova Lima, Ouro Branco, Ouro Preto, Passa Quatro e Santa Bárbara. Coletada com frequência crescente entre 1945 e 2008. Quase ameaçada devido a atividade mineradora e incêndios, mas o número de situações de ameaça conhecida não insere entre as espécies ameaçadas.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20linearis	Cerrado, Mata Atlântica
280	APOCYNACEAE	Ditassa longisepala	(Hua) Fontella & E.A.Schwarz	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana de Campo Rupestre de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 841,45 km² e AOO de 36 km², entre 900 m e 1500 m de altitude. Está sujeita a três situações de ameaça, nos municípios de Itabirito e Ouro Preto e na Serra do Caraça (municípios de Catas Altas e Santa Bárbara). É ameaçada pela perda da qualidade do habitat e da área de ocupação em decorrência de incêndios e mineração.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20longisepala	Cerrado, Mata Atlântica
281	APOCYNACEAE	Ditassa maricaensis	Fontella & E.A.Schwarz	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana com ramos volúveis, encontrada na Restinga Arbustiva do litoral do Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita, com EOO de 977,48 km² e AOO de 44 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Saquarema, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Maricá e Araruama. É encontrada em unidade de conservação (SNUC). É ameaçada pela perda da área de ocupação e de habitat devido a efeitos da especulação imobiliária.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20maricaensis	Mata Atlântica
282	APOCYNACEAE	Ditassa oberdanii	Fontella & M.C.Alvarez	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de trepadeira, rara, encontrada em áreas de Floresta Pluvial Atlântica. Tem distribuição restrita, com EOO de 74 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo, coletada entre 1984 e 2002. É ameaçada pela perda de habitat devido ao desmatamento para atividades de silvicultura e agropecuária.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20oberdanii	Mata Atlântica
283	APOCYNACEAE	Gonolobus dorothyanus	Fontella	CR	B2ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de liana, com população severamente fragmentada, conhecida apenas na Restinga de Jacarepaguá e da APA de Massambaba, ambas no Estado do Rio de Janeiro. Não é coletada na Restinga de Jacarepaguá há 40 anos. Tem distribuição restrita, com área de ocupação menor que 10 km². É ameaçada pelo declínio na extensão de ocorrência e área de ocupação e pela perda de habitat em decorrência da degradação por ocupação e atividades humanas nas Restingas.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gonolobus%20dorothyanus	Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011)
284	APOCYNACEAE	Gonolobus parviflorus	Decne.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla no Brasil, em diversas formações vegetais. Sem informação sobre ameaças incidentes.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gonolobus%20parviflorus	Cerrado, Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011).
285	APOCYNACEAE	Gyrostelma bornmulleri	Schltr. ex Malme	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie de Formações Campestres de planalto nos Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul. Tem distribuição ampla (EOO=34.327,53 km²), mas AOO de apenas 20 km². É conhecida por apenas seis coletas antigas, feitas a partir de 1952, e está sujeita a cinco situações de ameaça, considerando os municípios de ocorrência. Não é coletada há mais de 30 anos. Encontra-se ameaçada pela perda de área de ocupação e da qualidade do habitat, em decorrência de atividades agropecuárias e silviculturais.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyrostelma%20bornmulleri	Mata Atlântica
286	APOCYNACEAE	Gyrostelma oxypetaloides	E.Fourn.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	"Espécie rara, conhecida por poucas coletas nos Estados de Goiás e Minas Gerais. Assim, foram identificadas três situações de ameaça distintas, nos Estados de Minas Gerais e Goiás e no Distrito Federal. Em Minas Gerais, considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Coletada em 2004 no Parque Nacional de Brasília, é ameaçada pela invasão de capim-gordura. Em Goiás e Distrito Federal, a espécie é representada pela var. grazielae, ainda não completamente compreendida, sendo necessários estudos taxonômicos. Alem de sua distribuição restrita, com EOO menor que 5.000 km² e AOO menor que 500 km², está ameaçada pela perda da qualidade do habitat em consequência de invasão biológica e do aumento da frequência de incêndios."	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyrostelma%20oxypetaloides	Cerrado
287	APOCYNACEAE	Hemipogon abietoides	E.Fourn.	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea a arbustiva, raramente coletada, é encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, em pequena porção a oeste da Serra do Cipó, próxima à cota de 1250 m altitude. A AOO é de 8 km². A espécie ficou 175 anos sem coletas botânicas, mas foi registrada em 2007 e 2008. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat em consequência do aumento da frequência e magnitude de incêndios na Serra do Cipó, favorecidos pelas alterações no uso do solo no em torno da serra, como silvicultura, mineração e manejo de pastagens.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20abietoides	Cerrado
288	APOCYNACEAE	Hemipogon furlanii	(Fontella) Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana ou subarbusto escandente encontrada nos Campos Rupestres de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, EOO de 223,18 km² e AOO de 12 km². Raramente coletada, há três coletas em uma única situação de ameaça, no município de Juramento. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat, por sua única população estar próxima a uma vila com práticas de queimadas e introdução de espécies exóticas invasoras.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20furlanii	Cerrado
289	APOCYNACEAE	Hemipogon harleyi	(Fontella) Goyder	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Liana dos Campos Rupestres do sul da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita com EOO de 207,08 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, nos municípios de Abaíra e Mucugê. Raramente foi coletada, com ocorrências entre 1976 e 2007. É ameaçada devido a incêndios, desmatamento, extração de madeira, manejo inadequado de pastagens e atividades agropecuárias nas áreas em torno das serras.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20harleyi	Caatinga, Cerrado
290	APOCYNACEAE	Hemipogon hatschbachii	(Fontella & Marquete) Rapini	CR	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais, tem distribuição restrita, e está sujeita a uma única situação de ameaça, em parte da Serra do Cipó. Apresenta EOO de 26,55 km² e AOO de 12 km². Poucas coletas foram realizadas entre 1968 e 2008. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat em decorrência de aumento da frequência e magnitude de incêndios.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20hatschbachii	Cerrado
291	APOCYNACEAE	Hemipogon irwinii	Fontella & Paixão	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com EOO maior que 20.000 km², com ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informações sobre ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20irwinii	Cerrado
292	APOCYNACEAE	Hemipogon piranii	(Fontella) Rapini	CR	B1ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea escandente, rara, encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 64,19 km² e AOO de 20 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça na porção oeste da Serra do Cipó, no município de Santana do Pirapama. Tem registradas ocorrências entre 1982 e 2007, parte dessas em fazendas, em locais próximos a estradas ou em áreas não protegidas. É ameaçada pelo declínio na extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat em decorrência do uso e da ocupação do solo, do desmatamento e dos incêndios.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20piranii	Cerrado
293	APOCYNACEAE	Jobinia hatschbachii	Fontella & E.A.Schwarz	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de trepadeira, rara, encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Mista, no Estado do Paraná. Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Piraquara (fazenda Céu Azul). É ameaçada pela intensa exploração da madeira de Araucária ocorrida no município no passado, a qual desmatou 75% da área original de florestas. Isso reduziu severamente sua distribuição já restrita, a EOO de 280,15 km² e AOO de 4 km².  Atualmente, o desmatamento está reduzido ou até mesmo cessou, pelo fato de a região fazer parte da Área de Proteção Ambiental do Rio Iraí, que abastece a cidade de Curitiba. Ainda assim, a espécie não é coletada desde 1970.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jobinia%20hatschbachii	Mata Atlântica
294	APOCYNACEAE	Macroditassa adnata	(E.Fourn.) Malme	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição no Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20adnata	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
295	APOCYNACEAE	Macroditassa lagoensis	(E.Fourn.) Malme	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição na região serrana do RJ, com registros em Minas Gerais. Possui EOO maior que 20.000 km² e ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Não possui informação de ameaça.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20lagoensis	Cerrado, Mata Atlântica
296	APOCYNACEAE	Macroditassa marianae	Fontella & M.V.Ferreira	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva, rara, tem distribuição restrita às Restingas do Estado de São Paulo. Tem AOO de 4 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, na praia de Maranduba, no município de Ubatuba. É ameaçada pelo declínio de habitat em decorrência da especulação imobiliária e ocupação das Restingas.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20marianae	Mata Atlântica
297	APOCYNACEAE	Macroscepis aurea	E.Fourn.	DD	""	""	Tainan Messina	"A espécie foi descrita para Minas Gerais, e seus registros mais recentes são do Paraná e Rio Grande do Sul. Mas não é coletada há mais de 30 anos (Rapini com. pess.). A taxonomia do gênero ainda não é bem definida. Há uma revisão em andamento. Por isso a espécie foi incluída como ""Deficiente de Dados"" (DD), até que as informações taxonômicas possam esclarecer melhor a delimitação do táxon."	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroscepis%20aurea	Cerrado, Mata Atlântica
298	APOCYNACEAE	Macroscepis magnifica	Malme	DD	""	""	Tainan Messina	"Gênero com problemas taxonômicos e há uma revisão em andamento. Por isso a espécie foi classificada como ""Deficiente de Dados"" (DD), até que novas informações taxonômicas esclareçam melhor os limites e as referências do táxon."	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroscepis%20magnifica	Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011).
299	APOCYNACEAE	Malouetia cestroides	(Nees ex Mart.) Müll.Arg.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição na costa atlântica e em diversas unidades de conservação (SNUC). Sem informação sobre ameaças específicas.	2012-02-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malouetia%20cestroides	Mata Atlântica, Amazônia
300	APOCYNACEAE	Mandevilla coccinea	(Hook. & Arn.) Woodson	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nas regiõesCentro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 1.198.661 km². Segundo informaçãodisponível, embora rara, a espécie está presente no Cerrado e na MataAtlântica, nos Campos Rupestres e Campos de Altitude.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20coccinea	Cerrado
301	APOCYNACEAE	Mandevilla fragrans	(Stadelm.) Woodson	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na regiãoSudeste com EOO de 219.114 km². Liana rara, com poucas coletas é encontrada em Floresta OmbrófilaDensa e Restinga, presente no PARNA da Restinga deJurubatiba (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20fragrans	Mata Atlântica
302	APOCYNACEAE	Mandevilla hirsuta	(A.Rich.) K.Schum.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem ampla distribuiçãocom EOO de 7.151.033 km², em todas as regiões, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20hirsuta	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
303	APOCYNACEAE	Mandevilla sellowii	(Müll.Arg.) Woodson	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na regiãoSudeste com EOO de 31.861 km². Liana, encontrada na Mata Atlântica, em FlorestaEstacional Semidecidual, em afloramentos rochosos. Pela extensão de ocorrênciaestar próxima ao limiar de vulnerabilidade, embora tendo sido coletada em cinco unidades de conservação (SNUC), as coletas são poucas e antigas. Sugerimos maisestudos sobre a espécie.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20sellowii	Mata Atlântica
304	APOCYNACEAE	Mandevilla venulosa	(Müll.Arg.) Woodson	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na regiãoSudeste com EOO de 27.972 km². Arbusto encontrado em afloramentos rochosos nosCampos de Altitude do Sul de Minas Gerais e na divisa com São Paulo. Comextensão de ocorrência próxima ao limiar de vulnerabilidade sugerimos maisestudos sobre a espécie.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20venulosa	Mata Atlântica
305	APOCYNACEAE	Marsdenia altissima	(Jacq.) Dugand	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuiçãono Brasil, com EOO de 5.186.426 km² e com representação em todos os habitats,exceto na região Sul.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20altissima	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
306	APOCYNACEAE	Marsdenia fontellana	Morillo & Carnevali	DD	""	""	Tainan Messina	"Espécie de subarbusto volúvel da Mata Atlântica, encontrada em borda de mata, incluindo locais alagadiços. Distribuição restrita com EOO de 3.911 km². Primeira coleta em 1921 e a última em 1991. Conhecida de três situações de ameaça, nos municípios do Rio de Janeiro, Nova Friburgo e Linhares. Entretanto, essa espécie pertence a um complexo de espécies que carece de maiores estudos para definição dos limites taxonômicos entre eles (Rapini, com. pess.). Por isso, a espécie deve, nessa avaliação, ser classificada como ""Deficiente de Dados"" (DD), até que estudos taxonômicos possam esclarecer melhor a definição do táxon."	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20fontellana	Mata Atlântica
307	APOCYNACEAE	Marsdenia otoniense	Fontella & Morillo	CR	B2ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva que ocorre em áreas de Floresta Atlântica Semidecídua, rara, conhecida apenas pela coleta-tipo, realizada há quase 50 anos. Tem distribuição restrita ao município de Teófilo Otoni, no Estado de Minas Gerais, com AOO de 4 km². É ameaçada pelo declínio contínuo em extensão de ocorrência, área de ocupação e em qualidade do habitat em decorrência do desmatamento no município, que já atingiu 84,63% de sua área original de Mata Atlântica, e ainda não cessou.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20otoniense	Mata Atlântica
308	APOCYNACEAE	Marsdenia queirozii	Fontella	EN	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana da Caatinga do Estado da Bahia. Tem distribuição restrita, com EOO de 518,14 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, nos municípios de Barra e Bom Jesus da Lapa. As poucas coletas ocorreram somente na década de 90. É ameaçada pela perda de área e qualidade do habitat, em decorrência do desmatamento, estimado em 30 a 51% em toda a caatinga. Nos municípios de ocorrência, são fortes as atividades de extração de lenha e madeira em tora.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20queirozii	Caatinga
309	APOCYNACEAE	Matelea bahiensis	Morillo & Fontella	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de liana da Mata Atlântica dos Estados da Bahia e Espírito Santo, vive em Floresta Pluvial e Restinga. Tem distribuição restrita e disjunta, EOO de 17.299,70 km² e AOO de 28 km². Está sujeita de três a cinco situações de ameaça (município de Itabuna no Estado da Bahia, e Guarapari e Linhares no Estado do Espírito Santo). Como tem distribuição disjunta, a análise por AOO se faz mais adequada. Foi coletada com baixa frequência entre 1968 a 1992, em região costeirade grande crescimento demográfico, atividades agrícolas e turismo. É ameaçada pelo declínio de área de ocupação e perda de habitat em decorrência da ocupação das Restingas e desmatamento das florestas costeiras.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20bahiensis	Mata Atlântica
310	APOCYNACEAE	Matelea glaziovii	(E.Fourn.) Morillo	VU	B2ab(ii,iii,iv)	""	Tainan Messina	Especie rara de liana da Mata Atlântica, encontrada em florestas primárias. Tem distribuição restrita, AOO de 44 km². Está sujeita a sete situações de ameaça: municípios de Guaratuba, Cerro Azul e Campina Grande do Sul, no Estado do Paraná, Sapucaí-Mirim, no Estado de Minas Gerais, Fontes do Ipiranga e São Paulo no Estado de São Paulo, e município de Petrópolis no Estado do Rio de Janeiro. Foi coletada apenas sete vezes entre 1950 e 1981. É ameaçada pelo declínio no número de situações de ameaça, área de ocupação e perda de habitat. Nos Estados citados, não é coletada há muitos anos (50 anos, no Paraná, 62 anos em Minas Gerais, 44 anos no Rio de Janeiro e 30 anos em São Paulo. A Floresta Primária Montana tem sido drasticamente reduzida e fragmentada ao longo do período histórico de desmatamento, que causou a redução da área de ocupação da espécie. Os locais de coleta em MG, RJ, SP e PR estão fora de unidadesde conservação (SNUC), na Serra do Mar e da Mantiqueira, regiões cuja economia baseia-se na agricultura, pecuária e no turismo de veraneio.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20glaziovii	Mata Atlântica
311	APOCYNACEAE	Matelea hatschbachii	(Fontella & Valente) Morillo	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie rara que ocorre na MataAtlântica do Estado do Paraná com EOO de 5.849,81 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Londrina, Paranaguá e Telêmaco Borba. As coletas têm mais de 30anos, sendo apenas uma recente, em habitat extremamente impactado. É ameaçada pela perda de habitat em decorrência do desmatamento para atividades agropecuárias e silvicultura.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20hatschbachii	Mata Atlântica
312	APOCYNACEAE	Matelea marcoassisii	Fontella	VU	D2	""	Tainan Messina	Espécie de liana da Mata Atlântica do litoral dos Estado de São Paulo e Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita, EOO de 580,82 km² e AOO de 16 km². Conhecida por poucas coletas da década de 1990, está sujeita a duas situações de ameaça nos municípios de Ubatuba, no Estado de São Paulo, e Mangaratiba, no Estado do Rio de Janeiro. O aumento dos deslizamentos e desmoronamentos de encostas é ameaça potencial à espécie e decorre da crescente ocupação das encostas às margens da rodovia federal BR-101 e do crescimento urbano e turístico.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20marcoassisii	Mata Atlântica
313	APOCYNACEAE	Matelea santosii	Morillo & Fontella	EN	B1ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de liana da Mata Atlântica do Estado da Bahia. Tem distribuição restrita, com EOO de 524 km² e AOO de 8 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, na região entre os municípios de Itabuna e Itaju do Colônia. Não é coletada há cerca de 40 anos. É ameaçada pelo declínio do habitat em decorrência do desmatamento para manejo de pastagens, com perda da área de ocupação.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20santosii	Mata Atlântica
314	APOCYNACEAE	Metastelma giuliettianum	Fontella	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de liana, encontrada nos Campos Rupestres, na região sul da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita, com EOO de 784,98 km² e AOO de 28 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, nas serras dos municípios de Rio de Contas, Abaíra e Mucugê. É ameaçada pelo declínio de habitat em decorrência do aumento da frequência e magnitude de incêndios por alteração do uso do solo, como desmatamento e manejo de pastagens.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metastelma%20giuliettianum	Caatinga, Cerrado
315	APOCYNACEAE	Metastelma harleyi	Fontella	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana de Campos Rupestres da Chapada Diamantina no Estado da Bahia. Apresenta EOO de 4.045,27 km² e AOO de 64 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Abaíra, Lençóis, Mucugê, Palmeiras e Rio de Contas. Está presente em unidades de conservação (SNUC). É ameaçada pela perda da qualidade de habitat, em decorrência de alteração de uso do solo e aumento da frequência e magnitude de incêndios, favorecidos pelo desmatamento e manejo de pastagens.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metastelma%20harleyi	Caatinga, Cerrado
316	APOCYNACEAE	Minaria abortiva	(Silveira) Rapini	DD	""	""	Tainan Messina	"Espécie faz parte do complexo de ""Minaria cordata"", cuja delimitação ainda é difusa e indefinida. Necessário revisão taxonômica para nova avaliação."	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20abortiva	Cerrado, Mata Atlântica
317	APOCYNACEAE	Minaria acerosa	(Mart.) T.U.P.Konno & Rapini	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuiçãocom EOO de 1.701.035 km² nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20acerosa	Cerrado, Mata Atlântica
318	APOCYNACEAE	Minaria bifurcata	(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de subarbusto de Campos Rupestres do Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com AOO de 4 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, o município de Diamantina. É conhecida apenas pelo material-tipo coletado na década de 1970. Expedições científicas nos últimos cinco anos não obtiveram êxito em reencontrá-la. É ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat em decorrência do histórico da ocupação da região por mineração, garimpo e pelo uso de práticas inadequadas de manejo de pastagens.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20bifurcata	Cerrado
319	APOCYNACEAE	Minaria diamantinensis	(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini	CR	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de subarbusto do Campo Rupestre do Planalto de Diamantina, no Estado de Minas gerais. Tem distribuição restrita, EOO de 2,55 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Diamantina, onde foi coletada cinco vezes na beira da estrada, três delas entre 2000 e 2007. É ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, em decorrência de incêndios favorecidos pela alteração de uso do solo por estradas e pela criação extensiva de gado.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20diamantinensis	Cerrado
320	APOCYNACEAE	Minaria grazielae	(Fontella & Marquete) T.U.P.Konno & Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de subarbusto, formador de touceiras entre as rochas em áreas de Campo Rupestre no Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. A distribuição é restrita e bem conhecida, com EOO de 422,92 km² e AOO de 52 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Diamantina. É ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, em decorrência do histórico de mineração e garimpo e pelos atuais usos do solo, com crescimento da atividade turística e agropecuária.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20grazielae	Cerrado
321	APOCYNACEAE	Minaria hemipogonoides	(E.Fourn.) T.U.P.Konno & Rapini	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara de subarbusto dos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 373,68 km² e AOO de 8 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Santana do Riacho. Não era coletada havia quase 100 anos quando foi re-coletada em 2008, após anos de tentativas. Ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em decorrência do aumento da frequência e magnitude de incêndios, favorecidos pelo crescimento da atividade turística, turismo de veraneio, e manejo de pastagens e silvicultura no em torno da Serra do Cipó.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20hemipogonoides	Cerrado
322	APOCYNACEAE	Minaria inconspicua	(Rapini) Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea com distribuição restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 346,15 km² e AOO de 16 km². Encontra-se em pelo menos cinco situações de ameaça. Planta rara e de difícil detecção no campo, vive nos CamposRupestres e Brejos Estacionais, e está ameaçada pela perda de área e de qualidade do habitat, apesar de estar presente no Parque Municipal de Biribiri. Sua região de ocorrência está sujeita ao fogo e aos efeitos do uso como pastagem.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20inconspicua	Cerrado
323	APOCYNACEAE	Minaria lourteigiae	(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini	DD	""	""	Tainan Messina	"Em razão de que essa espécie apresenta delimitação confusa dentro do complexo ""Minaria cordata"" e distribuição errática, é classificada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20lourteigiae	Cerrado
324	APOCYNACEAE	Minaria magisteriana	(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie subarbustiva, cespitosa, rara, ocorrendo na Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, EOO de 81,99 km² e AOO de 16 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, referentes aos municípios de Santanado Riacho e Santana de Pirapama. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat em decorrência do aumento da frequência e intensidade de incêndios.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20magisteriana	Cerrado
325	APOCYNACEAE	Minaria monocoronata	(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini	CR	B2ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea ou subarbustiva, rara e com distribuição restrita, encontrada sobre solos ferrugíneos, em áreas de Campos Rupestres ou Canga, ao sul da Cadeia doEspinhaço. Está sujeita a uma única situação de ameaça, no quadrilátero ferrífero, no Estado de Minas Gerais. Sua área de ocupação histórica é de 8 km². A mineração tem longo histórico de atividade na região e causa declínio de extensão de ocorrência, área de ocupação e perda de área de habitat. Em uma das duas localidade conhecidas, a Serra do Rola-Moça, a espécie não era coletada desde a década de1960, tendo sido encontrada em 2012 em área protegida porém susceptível ao fogo, próxima de áreas urbanizadas. É improvável que ainda exista na Serra do Itabirito, a outra localidade conhecida da espécie, devido àintensa atividade de mineração.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20monocoronata	Mata Atlântica
326	APOCYNACEAE	Minaria polygaloides	(Silveira) T.U.P.Konno & Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie rara que ocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 266,35 km² e AOO de 28 km², em menos de cinco locais emsituação de ameaça. A espécie têm poucase antigas coletas, todas na Serra do Cipó, nos Campos Rupestres, habitatsujeito à deterioração pelo uso indevido pelo turismo, agricultura, pastagem e fogo.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20polygaloides	Cerrado
327	APOCYNACEAE	Minaria refractifolia	(K.Schum.) T.U.P.Konno & Rapini	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie subarbustiva que forma touceiras. Tem distribuição restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Apresenta EOO de 2.213,06 km² e AOO de 112 km². Está sujeita a sete situações de ameaça, nos municípios de Diamantina, Datas, Gouveia, Trinta-Réis, Presidente Kubitschek, Serro e São Gonçalo do Rio Preto. É ameaçada pelo contínuo declínio de habitat, devido ao manejo de pastagens para criação extensiva de gado. O local de ocorrência foi, no período colonial, objeto de intensa ocupação para a atividade de mineração.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20refractifolia	Cerrado
328	APOCYNACEAE	Minaria semirii	(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	A espécie arbustiva dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 208,15 km² e área de ocupação de 16 km². Encontra-se em duas situações de ameaça, no município de Santana do Riacho, na Serra do Cipó. Há registro de poucas coletas entre 1951 e 2008. É ameaçada pelo declínio de habitat, em decorrência do aumento da frequência e magnitude de incêndios, por alterações do uso do solo no em torno do Parque Nacional da Serra do Cipó, por atividades como turismo desordenado, especulação imobiliária, agricultura e pastagem.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20semirii	Cerrado
329	APOCYNACEAE	Orthosia itatiaiensis	Malme	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie de subarbusto volúvel da Mata Atlântica da região Sudeste. Extensão de ocorrência de 64.719 km², e apresenta populações em ao menos cinco unidades de conservação (SNUC). Devido a ocorrência em trechos ainda preservados de Mata Atlântica e por ainda ter sido coletada na última década, o que vem ocorrendo desde 1926,  a espécie não pode ser considerada como ameaçada.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthosia%20itatiaiensis	Mata Atlântica
330	APOCYNACEAE	Oxypetalum arnnotianum	H.Buek	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie de subarbusto ereto de formações campestres, incluindo restingas a campos de altitude, da Mata Atlântica e do Pampa. Distribuição ampla, desde o Estado de São Paulo ao Rio Grande do Sul, com extensão de ocorrência de 185.392 km². Mas as áreas com fitofisionomia campestre na Mata Atlântica apresentam padrão insular, com áreas relativamente pequenas se comparadas com as outras fitofisionomias. Isso permite que a área de ocupação possa ser um critério válido para avaliação dessa espécie. Sua área de ocupação conhecida é de 60 km². Entretanto é conhecida de mais de 10 situações de ameaça e tem sido coletada de 1910 a 2006, incluindo unidades de conservação (SNUC). Pode estar ameaçada em escala regional devido a ocorrência em fitofisionomias de pequena amplitude e isoladas.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20arnnotianum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
331	APOCYNACEAE	Oxypetalum capitatum	Mart.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie lenhosa na base, até 55 cm altura, com ampla distribuição nos campos do Brasil, no Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica e Amazônia. Extensão de ocorrência de 4.292.361 km². Encontrada em unidades de conservação (SNUC). Pressão de uso ou ameaça específica.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20capitatum	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
332	APOCYNACEAE	Oxypetalum confusum	Malme	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie ocorre nas regiõesSudeste e Sul com EOO de 62.873 km², e também na Argentina.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20confusum	Mata Atlântica
333	APOCYNACEAE	Oxypetalum dusenii	Malme	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie arbustiva de formações campestres do Estado doParaná. Distribuição restrita a uma EOO de 4.919 km² e 32 km² de AOO. Encontra-se em duas situações de ameaça: a região metropolitana dos municípios de Curitiba e Ponta Grossa. As coletas da espécie foram realizadas entre 1903 a 1999, com baixa frequência ao longo das décadas. É ameaçada pelo declínio na extensão de ocorrência, área de ocupação e perda de área e da qualidade do habitat em decorrência do crescimento demográfico de região metropolitana, por atividades ligadas à infraestrutura de desenvolvimento e às atividades de agropecuária e silvicultura.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20dusenii	Mata Atlântica
334	APOCYNACEAE	Oxypetalum ekblomii	Malme	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie rara que ocorre nas regiões Centro-Oeste, nos Estados do Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, e Sudeste, nos Estados de Minas Gerais e SãoPaulo. Apesar de sua ampla distribuição (EOO=201.692,80 km²) a espécie possui AOO de 24 km². É conhecida em menos de cinco locais em situaçãode ameaça, a partir de quatro coletas muito antigas, entre 1894 e 1994. É ameaçada pela perda de habitat devido à substituição de extensas áreas de vegetação nativa por plantações.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20ekblomii	Cerrado
335	APOCYNACEAE	Oxypetalum glaziovii	(E.Fourn.) Fontella & Marquete	EN	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	A espécie é encontrada na Serrada Mantiqueira entre os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com EOO de 1.348,04 km². A espécie é rara, vivendo acima de 1.800 m, entre pedras,em cinco locais em situação de ameaça. Embora presente em duas unidades deconservação (SNUC), sua área de ocorrência está sujeita a degradação, pelo fogo e pastagem.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20glaziovii	Mata Atlântica
336	APOCYNACEAE	Oxypetalum leonii	Fontella	EN	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	A espécie é encontrada na Serrado Caparaó, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 139,48 km².É rara, vivendo em formações campestres, em um único local em situação de ameaça.Embora a área de ocorrência seja uma unidade de conservação (SNUC), está sujeita à degradação pelo fogo e pastagem.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20leonii	Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011).
337	APOCYNACEAE	Oxypetalum lineare	Decne.	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie ocorre nas regiõesCentro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 140.337 km². Segundo informação disponívelocorre em unidade de conservação (SNUC) no Paraná.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20lineare	Cerrado, Mata Atlântica
338	APOCYNACEAE	Oxypetalum mexiae	Malme	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de trepadeira com distribuição restrita às Florestas Semidecíduas da Mata Atlântica do Estado de Minas Gerais. Está sujeita a uma única situação de ameaça, a região do município de Viçosa. Apresenta EOO de 287,39 km² e AOO de 4 km². Estima-se que enfrente declínio da área de ocupação, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros devido ao desmatamento e à fragmentação para atividades de agropecuária e silvicultura. O manejo de fragmentos florestais nativos também é uma ameaça à espécie, que pode ser cortada para acelerar o crescimento das espécies arbóreas. A última coleta registrada de 1982.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20mexiae	Mata Atlântica
339	APOCYNACEAE	Oxypetalum regnellii	(Malme) Malme	NT	""	""	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados deMG, RJ e SP com EOO de 21.978 km². É encontrada na Floresta Pluvial Montana, Camposde Altitude e Campos Rupestres, e em duas unidades de conservação (SNUC). Pelaproximidade do valor da EOO com o limiar de vulnerabilidade, categorizamos aespécie como ""Quase ameaçada"" (NT). Conhecida de oito situações de ameaça, em Teresópolis, Itatiaia, Rio de Janeiro, Resende, Camanducaia, Itamonte, Caldas, São Bento do Sapucaí, por coletas relativamente frequentes entre 1913 e 2007."	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20regnellii	Cerrado, Mata Atlântica
340	APOCYNACEAE	Oxypetalum strictum	Mart.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie arbustiva ereta a trepadeira dos campos rupestres do Espinhaço pelas regiões Nordeste e Sudeste. Ampla EOO, 121.209 km² e AOO de 304 km², em diversas localidades, incluindo unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20strictum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
341	APOCYNACEAE	Oxypetalum warmingii	(E.Fourn.) Fontella & Marquete	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie ocorre nas regiões Centro-Oeste,Sudeste e Sul, com EOO de 383.694 km². Encontrada no Cerrado e na Mata Atlântica,também presente em áreas perturbadas.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20warmingii	Cerrado, Mata Atlântica
342	APOCYNACEAE	Petalostelma calcaratum	(Decne.) Fontella	DD	""	""	Tainan Messina	Espécie endêmica do Brasil, citada para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No entanto a falta de uma revisão taxonômica do gênero, aliada a sua característica de flores diminutas dificulta a identificação das espécies. Por isso deve ser considerada como deficiente de dados até que uma revisão delimite melhor as espécies.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petalostelma%20calcaratum	Cerrado, Mata Atlântica
343	APOCYNACEAE	Prestonia bahiensis	Müll.Arg.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nas regiõesNordeste e Sudeste, com representantes na Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica,com EOO de 1.420.163 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC). Segundo informaçãodisponível, no Estado de São Paulo, só existe uma coleta antiga, e é possívelque esteja localmente extinta. Sugerimos mais estudos para elucidar este status.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20bahiensis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
344	APOCYNACEAE	Prestonia quinquangularis	(Jacq.) Spreng.	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie ocorre em todas asregiões do Brasil, com representantes em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20quinquangularis	Amazônia, Mata Atlântica
345	APOCYNACEAE	Prestonia riedelii	(Müll.Arg.) Markgr.	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie ocorre nas regiõesCentro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 760.552 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20riedelii	Cerrado, Mata Atlântica
346	APOCYNACEAE	Prestonia solanifolia	(Müll.Arg.) Woodson	EN	B2ab(iii,iv)	""	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com EOO de157.763,06 km² e área de ocupação de 28 km². A espécie é rara, ascoletas são muito antigas, sendo a mais recente de 1976, em cinco locais emsituação de ameaça em Minas Gerais. Em São Paulo só há uma coleta de 1894,sendo possível que esteja extinta. Vivendo na Mata Atlântica e do Cerrado, além derara e pouco coletada, teve seu habitat destruído e não se encontra em unidadesde conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20solanifolia	Mata Atlântica
347	APOCYNACEAE	Prestonia tomentosa	R.Br.	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie é comum e amplamente distribuídaem todas as regiões do Brasil, com EOO de 4.732.489 km².	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20tomentosa	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
348	APOCYNACEAE	Tabernaemontana cumata	Leeuwenb.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea da Floresta de Terra Firme da Amazônia. Tem distribuição restrita, com EOO de 253,42 km² e AOO de 4 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, na cidade de Manaus, a partir de três coletas entre 1943 e 1973. É ameaçada pela perda de habitat e área de ocupação devido ao desmatamento e crescimento em torno de Manaus.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabernaemontana%20cumata	Amazônia
349	APOCYNACEAE	Tabernaemontana muricata	Link ex Roem. & Schult.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados doAcre e Amazonas, com EOO de 698.336 km². Encontrada na floresta não inundável,pluvial e semidecídua, na Reserva Florestal Ducke e no Instituto Agronômico doNorte.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabernaemontana%20muricata	Amazônia
350	APOCYNACEAE	Tassadia obovata	Decne.	LC	""	""	Tainan Messina	Segundo informação disponível, éa espécie com maior distribuição no gênero. Representada nas regiões Norte,Nordeste, Sudeste e Sul, com EOO de 4.528.348 km², inclusive em Unidades deConservação.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tassadia%20obovata	Amazônia, Mata Atlântica
351	APOCYNACEAE	Temnadenia violacea	(Vell.) Miers	LC	""	""	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuiçãonas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 1.844.067 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Temnadenia%20violacea	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
352	AQUIFOLIACEAE	Ilex auricula	S.Andrews	CR	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva endêmica dos Campos Naturais da Serra de Sincorá, no Estado da Bahia. É conhecida pela coleta tipo de 1974, no município de Barra da Estiva, em uma região não protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina. Apresenta AOO de 8Km² e apenas uma situação de ameaça. O desmatamento e os incêndios para expansão da fronteira agrícola causam perda de área de ocupação e da qualidade do habitat.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20auricula	Caatinga, Cerrado
353	AQUIFOLIACEAE	Ilex chamaedryfolia	Reissek	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea da Mata Atlântica de altitude da região sudeste ao norte de Santa Catarina. Sem uso ou pressão específica. Coletada frequentemente.	2012-10-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20chamaedryfolia	Mata Atlântica
354	AQUIFOLIACEAE	Ilex loranthoides	Mart. ex Reissek	VU	D2	""	Tainan Messina	Espécie com distribuição muito restrita. É conhecida por apenas cinco situações de ameaça, disjuntas em uma EOO de 15.444,99 km², em áreas de serras no Estado de Minas Gerais. É vulnerável devido às ameaças potenciais, que podem provocar o declínio populacional e a extinção de subpopulações, tais como a mineração, obras de infraestrutura e incêndios.	2012-10-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20loranthoides	Cerrado, Mata Atlântica
355	AQUIFOLIACEAE	Ilex neblinensis	Edwin	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea, encontrada na Venezuela e, no Brasil, somente no Pico da Neblina. Conhecida apenas das coletas tipo, em 1957, com indicativo de ocorrência frequente. A região é pouco coletada, mas apresenta habitats preservados, sem ameaças potenciais.	2012-10-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20neblinensis	Amazônia
356	AQUIFOLIACEAE	Ilex paraguariensis	A.St.-Hil.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de pequeno porte com ampla distribuição na Mata Atlântica da América do Sul, com intenso uso no preparo de bebidas tônicas (chás) e outras aplicações, como medicinal e cosmético. Historicamente coletada por índios, hoje seu uso habitual tem escala industrial, porém é muito cultivada e a pressão de coleta de folhas não levou a redução drástica da população natural, devido também a boa capacidade de regeneração. Embora não esteja ameaçada, é uma espécie dependente de medidas de conservação que assegurem a preservação da população natural, as boas práticas de manejo e o melhoramento genético. Trata-se de uma espécie modelo em que a pressão de uso não se configura uma ameaça e sim em oportunidade de aliar desenvolvimento com atividades sustentáveis.	2012-10-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20paraguariensis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
357	AQUIFOLIACEAE	Ilex prostrata	Groppo	CR	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 14,66 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. É conhecida por quatro coletas entre os anos de 1991 e 2001. Encontra-se ameaçada pela perda da qualidade do habitat resultante de atividades mineradoras e carvoeiras, entre outras ameaças frequentes na região de ocorrência da espécie.	2012-10-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20prostrata	Cerrado
358	ARACEAE	Anthurium bromelicola	Mayo & L.P.Felix	NT	""	""	Tainan Messina	Anthurium bromelicola é uma espécie que ocorrem nos Estados de Pernambuco, Bahia e Alagoas com ampla extensão de ocorrência (EOO=126.872,560 km²). Porém, as subpopulações apresentam diferentes de níveis de ameaça, de acordo com as formações vegetacionais que ocorrem, além de apresentar hábito epifítico em bromélias terrestres.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20bromelicola	Mata Atlântica, Caatinga
359	ARACEAE	Anthurium coriaceum	G.Don	LC	""	""	""	Anthurium coriaceum G.Don é uma espécie amplamente distribuída ao longo da costa brasileira, do Paraná ao Rio Grande do Norte, ocorrendo também em vales de montanhas e ambientes rochosos. As categorias de ameaça não são aplicáveis para esta espécie em virtude da sua ampla distribuição e não apresentar ameaça direta ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20coriaceum	Mata Atlântica
360	ARACEAE	Anthurium fontellanus	Nadruz & Leoni	DD	""	""	Tainan Messina	"Anthurium fontellanus tem um registro único de coleta no Estado de São Paulo, porém mencionada pelo especialista a existência de três pontos de coleta e ocorrente também em Minas Gerais. O endemismo extremo e a estimativa de população reduzida ao número máximo de 250 indivíduos poderá levá-la a categoria de ameaça como ""Vulnerável"" (VU D2)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20fontellanus	Mata Atlântica
361	ARACEAE	Anthurium ianthinopodum	(Schott ex Engl.) Nadruz & Mayo	NT	""	""	Tainan Messina	Anthurium ianthinopodum é uma espécie que ocorre nos Estados da Bahia e Espírito Santo, em vegetação costeira, com extensão de ocorrência de 60.224 km². Apesar de muitas subpopulações ocorrerem em unidades de conservação (SNUC), os empreendimentos industriais e de infra-estrutura, especialmente no Estado do Espírito Santo, proporcionarão a perda de habitat no ambiente costeiro e consequente redução e perda das subpopulações.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20ianthinopodum	Mata Atlântica
362	ARACEAE	Anthurium jilekii	Schott	LC	""	""	Tainan Messina	As categorias de ameaça não sãoaplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição enão apresenta ameaças diretas ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20jilekii	Mata Atlântica
363	ARACEAE	Anthurium jureianum	Cath. & Olaio	VU	D2	""	Tainan Messina	"Anthurium jureianum Cath. & Olaio é encontrada na Estação Ecológica da Juréia, Estado de São Paulo, em vegetação de Mata Atlântica. Em virtude do endemismo extremo e da ameaça iminente da redução desta formação vegetal é categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20jureianum	Mata Atlântica
364	ARACEAE	Anthurium kunthii	Poepp.	LC	""	""	Tainan Messina	Anthurium kunthii, no Brasil, ocorre nos Estados doAmazonas e Acre, e encontra-se protegida em unidades de conservação (SNUC). Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que nãoapresenta ameaças diretas ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20kunthii	Amazônia
365	ARACEAE	Anthurium langsdorffii	Schott	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Anthurium langsdorffii  é uma espécie endêmicada região sul do Estado do Rio de Janeiro e do vale doParaíba, no norte do Estado de São Paulo. Possui EOO menor do que 5.000 km² e AOO inferior a 500 km². A espécie ocupa habitat específico e muito restrito. Assim, aacelerada redução da Floresta Atlântica nessas regiões são fatores quecaracterizam uma significativa ameaça. A espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20langsdorffii	Mata Atlântica
366	ARACEAE	Anthurium longifolium	(Hoffmanns.) G.Don	LC	""	""	Tainan Messina	Anthurium longifolium tem ampla distribuição no Sudeste do Brasil, ocorrendo em Mata Atlântica em vertentes de montanhas e matas de galeria. As categorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécieuma vez que não apresenta ameaças diretas ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20longifolium	Mata Atlântica
367	ARACEAE	Anthurium lucidum	Kunth	EN	B1ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	"Anthuriumlucidum Kunthé uma espécie endêmica do Parque Nacional da Tijuca, no Estado do Rio de Janeiro. Tem extensão de ocorrência reduzida (EOO=211,73 Km²) e subpopulações comnúmero inferior a 500 indivíduos. A Floresta da Tijuca é uma floresta urbanasujeita a ação antrópica direta pela presença de diversas trilhas, áreas devisitação e incêndios resultantes, principalmente, da soltura de balões, sobretudo na localidade de ocorrência conhecida como Morro do Queimado, onde a espécie está sujeita a todas essas ameaças simultaneamente. Em virtude disso, é categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20lucidum	Mata Atlântica
368	ARACEAE	Anthurium luschnathianum	Kunth	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Anthurium luschnathianum é uma espécieendêmica do Estado do Rio de Janeiro que ocorre em formações vegetais costeirase em três regiões com distintos níveis de ameaça. Na região da restinga da Marambaia, ocorre em unidade de conservação (SNUC). Porém, a área é utilizada para atividades do exércitobrasileiro. As duas outras regiões são ameaçadas pela extensiva açãoantrópica e por queimadas. Alem desses fatores, sua extensão de ocorrência é de 42,73 km². Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20luschnathianum	Mata Atlântica
369	ARACEAE	Anthurium organense	Engl.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	"A espécie ocorre na região serrana e litoral Sul do Rio de Janeiro e região central do Espírito Santo. Apresenta EOO=40.530,720 km² e mais de 10 situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade como principal ameaça. Foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT) e recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações."	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20organense	Mata Atlântica
370	ARACEAE	Anthurium parasiticum	(Vell.) Stellfeld	LC	""	""	Tainan Messina	"Anthurium parasiticum tem ampla distribuição na costa brasileira,de Santa Catarina até a Bahia, com ocorrência no Estado de Minas Gerais. Comampla extensão de ocorrência (EOO=617.000 km²), as categorias deameaça não são aplicáveis para essa espécie, sendo considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20parasiticum	Mata Atlântica
371	ARACEAE	Anthurium parvum	N.E.Br.	NT	""	""	Tainan Messina	"Anthurium parvum é uma espécie com ampla ocorrência naFloresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, especialmente distribuída em unidades de conservação (SNUC). Há uma referência de coleta para o Estado de MinasGerais, no município de Ouro Preto datada do ano de 1902, porém sem dados precisospara avaliação. Sua extensão de ocorrência é superior a 900.000 km². Em virtudedo crescente declínio da Floresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, suaproximidade a ser categorizada em níveis de ameaça levam a considerá-la como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20parvum	Mata Atlântica
372	ARACEAE	Anthurium radicans	K.Koch & Haage	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Anthurium radicans K.Koch & Haage é uma espécie que ocorre emformações vegetais do litoral dos Estados do Espírito Santo e Bahia, geralmenteem áreas alteradas por ação antrópica, estando presente em apenas uma unidade de conservação (SNUC) no Estado do Espírito Santo. Com extensão de ocorrência inferior a 20.000 km², área de ocupação inferior a 2.000 km² e o declínio daqualidade do habitat, é considerada ameaçada de extinção na categoria de ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20radicans	Mata Atlântica
373	ARACEAE	Anthurium xanthophylloides	G.M.Barroso	VU	D2	""	Tainan Messina	"Anthuriumxanthophylloides é encontrada nos Estados do Espírito Santo e Rio deJaneiro, em vegetação de Mata Atlântica. Em virtude do endemismo extremo e daameaça iminente da redução desta formação vegetal é categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20xanthophylloides	Mata Atlântica
374	ARACEAE	Asterostigma cubense	(A.Rich.) K.Krause ex Bogner	DD	""	""	Tainan Messina	Asterostigma cubense ocorre no Estado de São Paulo, porém somente com um registro desta informação em coleção científica, datada do ano de 2000.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20cubense	Mata Atlântica
375	ARACEAE	Asterostigma lividum	(Lodd.) Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	"Asterostigmalividum é encontrada nos Estados de SãoPaulo, em vegetação de Mata Atlântica. Com ampla extensão de ocorrência (EOO=150.000 km²), as categorias de ameaça não são aplicáveis para essaespécie, sendo considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20lividum	Mata Atlântica
376	ARACEAE	Asterostigma lombardii	E.G.Gonç.	LC	""	""	Tainan Messina	"Asterostigma lombardii  éuma espécie que se encontra bem distribuída em regiões de Mata Atlântica em diferentes unidadesde conservação (SNUC) dos Estados da região Sudeste e, na região Sul, no Paraná eSanta Catarina. Apesar das possibilidades de ameaças em decorrência da reduçãoprogressiva da Mata Atlântica, esta espécie ocorre em uma longa extensão deocorrência no país, superior a 300.000 km², portanto caracterizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20lombardii	Mata Atlântica
377	ARACEAE	Dieffenbachia aglaonematifolia	Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dieffenbachia%20aglaonematifolia	Caatinga, Cerrado
378	ARACEAE	Dracontioides desciscens	(Schott) Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dracontioides%20desciscens	Cerrado, Mata Atlântica
379	ARACEAE	Heteropsis flexuosa	(Kunth) G.S.Bunting	VU	C1	""	Tainan Messina	"Heteropsis flexuosa é uma espécieque ocorre principalmente na Região Norte do país, além de Estados da Região Nordeste. Tem como principal fator de ameaça oextrativismo para confecção de bolsas, cestos, vassouras e artesanatos de ummodo geral. São utilizadas as raízes de indivíduos adultos, que morrem em cercade sete meses após sua extração. A utilização de indivíduos jovens em virtude dodifícil acesso às regiões para coleta, poderá levar à extinção desta espéciena natureza. Considerando-se a estimativa de uma redução populacional peloextrativismo, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropsis%20flexuosa	Amazônia, Mata Atlântica
380	ARACEAE	Heteropsis spruceana	Schott	NT	""	""	Tainan Messina	"Heteropsis spruceana é uma espécie que ocorre nos Estados do Amapá,Pará, Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia e Mato Grosso. Apresenta ampla extensãode ocorrência (EOO=953.487 km²), porém presente em poucas unidades de conservação (SNUC). Tem como principal fator de ameaça oextrativismo das raízes para confecção de bolsas, chapéus, cestos, amarras emgeral, vassouras, moveis e artesanatos em geral. Esta extraçãopode causar a morte dos indivíduos maduros e um esgotamento da população. Porsua ampla extensão de ocorrência e ausência de dados sobre o declíniopopulacional é categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT) pela possibilidade de ser categorizada comoameaçada de extinção."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropsis%20spruceana	Mata Atlântica, Amazônia
381	ARACEAE	Lemna valdiviana	Phil.	LC	""	""	Tainan Messina	As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lemna%20valdiviana	Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga
382	ARACEAE	Philodendron fragile	Nadruz & Mayo	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Philodendron fragile é uma espécie endêmicada Floresta Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, na região de Macaé de Cima,em propriedade particular que anteriormente foi uma unidade de conservaçãoregional (SNUC). Ocorre apenas em altitudes superiores a 1.000 m de altitude em regiãopreservada, úmida e sombreada. Com extensão de ocorrência restrita a 149,45 Km² e declínio crescente do habitat, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20fragile	Mata Atlântica
383	ARACEAE	Philodendron hatschbachii	Nadruz & Mayo	NT	""	""	Tainan Messina	"Philodendron hatschbachii é uma espécie emregiões elevadas da Floresta Atlântica, nos Estados do Rio de Janeiro e EspíritoSanto, em diferentes unidades de conservação (SNUC). A espécie tem sido encontrada nanatureza, com recentes registros em coleções biológicas. Com EOO superior a 40.000 km² e diferentes situações de ameaça, especialmente no Estadodo Espírito Santo, é categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20hatschbachii	Mata Atlântica
384	ARACEAE	Philodendron missionum	(Hauman) Hauman	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias deameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que é de ampladistribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20missionum	Mata Atlântica
385	ARACEAE	Philodendron spiritus-sancti	G.S.Bunting	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Philodendron spiritus-sancti  é uma espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, sendo conhecidos dois exemplares datados dosanos de 1974 e 1986, em áreas particulares não protegidas por unidades deconservação (SNUC). No ano de 2000 foi coletada no município de Domingos Martins, Espírito Santo, em área particular não protegida. As localidades indicam uma extensão de ocorrência de 526,12 km², e até o presente não foi mais encontrada na natureza. É consideradaameaçada de extinção na categoria ""Em perigo"" (EN) por sua extensão de ocorrência e pelaperda acentuada do habitat."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20spiritus-sancti	Mata Atlântica
386	ARACEAE	Philodendron vargealtense	Sakur.	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20vargealtense	Mata Atlântica
387	ARACEAE	Stenospermation ulei	K.Krause	DD	""	""	Tainan Messina	"Stenospermation ulei é uma espécie que ocorre nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Amazonas. No Estado do Amazonas há deficiênciade dados de localização, sendo necessário maior esforço de coleta paraconfirmar a ampla distribuição deste espécie. Portanto é considerada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenospermation%20ulei	Amazônia, Mata Atlântica
388	ARACEAE	Taccarum peregrinum	(Schott) Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas. Há o indicativo de uso do tubérculo para cura de ectoparasitoses, porém sem informação de uso comercial ou em larga escala pelas populações.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Taccarum%20peregrinum	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
389	ARACEAE	Wolffiella oblonga	(Phil.) Hegelm.	DD	""	""	Tainan Messina	"Wolffiella oblonga éuma erva aquática que ocorre somente no Estado do Mato Grosso do Sul, noPantanal. É conhecida em três locais com EOO de cerca de 535km², não inseridos em unidades de conservação (SNUC). Apesar da extensão de ocorrênciadisponível possibilitar a sua inclusão como espécie ameaçada, e pelas ameaçasnaturais ao ambiente lacustre, é considerada ""Deficiente de dados"" (DD) pela necessidade de maisinformações sobre a espécie no campo, cujos últimos dados datam do ano de 1992."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wolffiella%20oblonga	Pantanal
390	ARALIACEAE	Aralia warmingiana	(Marchal) J.Wen	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Aralia warmingiana é uma espécie arbórea ocorrente em ambientes de MataAtlântica, Caatinga e Cerrado nos Estados daParaíba, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 777.751 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. warmingiana é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aralia%20warmingiana	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
391	ARALIACEAE	Dendropanax cuneatus	(DC.) Decne. & Planch.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Dendropanax cuneatus é uma espécie arbórea ocorrente em ambientes de MataAtlântica, Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal. Possui uma EOO de 2.565.349 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta é bem representada em áreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos vegetacionais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, D. cuneatus é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendropanax%20cuneatus	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal
392	ARALIACEAE	Hydrocotyle exigua	(Urb.) Malme	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Hydrocotyle exigua é uma espécie herbácea e que ocorre em campos de Mata Atlântica nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No entanto, a ficha da espécie apresenta apenas um registro para o Paraná. Assim sendo, a incerteza sobre a verdadeira ocorrência da espécie torna inadequada sua categorização em algum risco de extinção, sendo desta forma ""Deficiente de Dados"" (DD)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20exigua	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
393	ARALIACEAE	Hydrocotyle langsdorffii	DC.	EN	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Hydrocotyle langsdorffii é uma espécie herbácea com registros de ocorrência no Estado de Santa Catarina e, possivelmente, nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro (nestes dois últimos é representada por duas coletas antigas não incluídas no banco de dados). Apresenta uma EOO de 282,29 km² e habita áreas de Mata de Araucária, sujeitas a declínio contínuo da qualidade do habitat. A região encontra-se severamente fragmentada e seus remanescentes florestais não perfazem mais de 1% da área original. Devido a sua distribuição restrita, ?H. langsdorffii foi avaliada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20langsdorffii	Mata Atlântica
394	ARALIACEAE	Hydrocotyle pusilla	A.Rich.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Hydrocotyle pusilla é uma espécie herbácea ocorrente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado. Possui uma EOO de 135.458 km². Apesar de ocorrer em áreas de grande impacto ambiental, a espécie está representada em áreas protegidas, ocorre em diferentes tipos vegetacionais e possui ampla distribuição. Diante do exposto, ?Hydrocotyle pusilla é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20pusilla	Mata Atlântica, Cerrado
395	ARALIACEAE	Oreopanax capitatus	(Jacq.) Decne. & Planch.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Oreapanax capitatus é uma espécie arbórea ou arbustiva ocorrente em ambientes da Amazônia e MataAtlântica em vários Estados brasileiros. Possui uma EOO de 4.186.691 km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta é bem representada em áreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos florestais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, O. capitatus é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oreopanax%20capitatus	Mata Atlântica, Amazônia
396	ARALIACEAE	Oreopanax fulvus	Marchal	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Oreopanax fulvus é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 900 e 1900 m de altitude. Possui uma EOO de 97.554 km². É considerada comumna Serra dos Órgãos, RJ, e ocorre em várias áreas de preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta apresenta umadistribuição ampla e ocorre em áreas protegidas. Desta forma, O. fulvus é umaespécie ""Menos preocupante"" (LC). Porém, recomenda-se maiores estudos populacionais e deexploração, os quais poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oreopanax%20fulvus	Mata Atlântica
397	ARALIACEAE	Schefflera aurata	Fiaschi	CR	B1ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera aurata é uma espécie arbórea que se desenvolve em ambientes de Restinga, restrita ao sul do Estado da Bahia. Tem EOO de 21,94 km². Apesar de ocorrer em algumas unidades de conservação (SNUC), a distribuição da espécie está em áreas de grande impacto ambiental de origem antrópica como ocupação imobiliária e expansão urbana e agrícola. Devido a sua distribuição extremamente restrita, à especificidade de habitat e às ameaças ao seu habitat, S. aurata está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20aurata	Mata Atlântica
398	ARALIACEAE	Schefflera calva	(Cham.) Frodin & Fiaschi	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera calva é uma espécie arbórea ocorrente em ambientes de MataAtlântica e Cerrado nos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Possui uma EOO de 1.232.425 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta é bem representada em áreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos florestais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, S. calva é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20calva	Mata Atlântica, Cerrado
399	ARALIACEAE	Schefflera gardneri	(Seem.) Frodin & Fiaschi	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera gardneri é uma espécie arbustiva que se desenvolve em ambientes de Campos Rupestres, restrita ao Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 3.119,32 km² e AOO com menos de 500 km². Considera-se que suas subpopulacões estejam distribuídas em duas situações de ameaça. Os Campos Rupestres da região em que a espécie ocorre foram alvo da mineração por décadas e, atualmente, a especulação imobiliária e turística têm ameaçado a vegetação nativa. Devido à sua distribuição restrita, à especificidade de habitat e aos impactos atuais sobre este, S. gardneri foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20gardneri	Cerrado
400	ARALIACEAE	Schefflera glaziovii	(Taub.) Frodin & Fiaschi	EN	B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera glaziovii é uma espécie arbustiva ocorrente em ambientes de Campos Rupestres, restrita ao Estado de Minas Gerais. Tem uma EOO de 263,71 km² e AOO com menos de 500 km². Os Campos Rupestres da região da Serra do Cipó, local em que a espécie ocorre, sofrem atualmente com a especulação imobiliária e turística. Devido à restrição da distribuição da espécie, à especificidade de habitat e aos impactos atuais sobre este, S. glaziovii foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20glaziovii	Cerrado
401	ARALIACEAE	Schefflera sprucei	(Seem.) Harms	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera sprucei é uma espécie epífita ou hemiepífita que ocorre em Florestas de Planície. É comum em países vizinhos, porém, no Brasil, é restrita ao Estado do Acre. Tem AOO menor que 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença e ausência em unidades de conservação. A espécie ocorre em uma região pouco coletada no Brasil, porém em áreas sob intenso impacto de desmatamento e expansão urbana e agrícola. Diante do exposto, S. spruceifoi avaliada como ""Vulnerável"" (VU). Sugerem-se maiores estudos populacionais e de distribuição da espécie, que poderão modificar sua avaliação em um futuro próximo."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20sprucei	Amazônia
402	ARALIACEAE	Schefflera succinea	Frodin & Fiaschi	EN	B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera succinea é uma espécie arbórea ocorrente em Florestas Montanas a cerca de 1.800 m de altitude no Estado do Rio de Janeiro. Tem uma EOO de 3.483,69 km² e menos de 500 km² de AOO. A espécie se desenvolve em regiões montanhosas que, apesar da grande altitude, têm como ameaças o desenvolvimento agrícola e a expansão urbana. Devido a sua distribuição restrita, à especificidade de habitat e às ameaças incidentes neste, S. succinea encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20succinea	Mata Atlântica
403	ARALIACEAE	Schefflera varisiana	Frodin	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Schefflera varisiana é uma espécie ocorrente em ambientes da Amazônia e MataAtlântica nos Estados de Roraima, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo entre 800 m e 1.850 m dealtitude. Possui uma EOO de 1.249.515 km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bem representada em áreas protegidas e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Schefflera varisiana é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC).Porém, recomenda-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20varisiana	Amazônia, Mata Atlântica
404	ARAUCARIACEAE	Araucaria angustifolia	(Bertol.) Kuntze	EN	A2abcde	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Araucaria angustifolia é uma espécie madeireira de grande valorcomercial, que sofreu redução populacional muito severa ao longo do últimoséculo. Esse período é inferior ao tempo de geração da espécie, que varia de120 a 166 anos. As estimativas sobre o desmatamento das florestas com Araucária oscilam consideravelmente, mas todas apontam para uma redução superior a 80%.Observações diretas, dados de estrutura populacional e níveis tanto atuaisquanto potenciais de exploração corroboram tal declínio no número de indivíduosmaduros. Hoje, a espécie ainda sofre com a exploração madeireira, apesar deser protegida por lei, e é ameaçada pela construção de usinashidrelétricas na Região Sul, o que vem causando o desaparecimento deimportantes remanescentes de floresta com Araucária. Ademais, vários fragmentos são bastante impactados pela presença de animais exóticos, como javalis e gado bovino. Todos esses fatorespermitem suspeitar que a espécie tenha sofrido uma redução populacional de pelomenos 80%. Considerando esse percentual, a araucária seria enquadrada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Entretanto, por estar representada em diversas unidades deconservação (SNUC) de proteção integral, por ser uma espécie com alto potencial de cultivo e também colonizadora de áreas abertas, Araucaria angustifolia foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araucaria%20angustifolia	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
405	ARECACEAE	Acrocomia emensis	(Toledo) Lorenzi	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Acrocomia emensis é uma espécie rara do Cerrado. Ocorre em menos de cinco situações de ameaça e está sujeita a uma série de ameaças em potencial, principalmente a expansão de atividades agropecuárias.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acrocomia%20emensis	Cerrado
406	ARECACEAE	Acrocomia hassleri	(Barb.Rodr.) W.J.Hahn	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Acrocomia hassleri é amplamente distribuída no domínio do Cerrado, e pode, em alguns locais, formar grandes subpopulações. Está representada em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acrocomia%20hassleri	Cerrado, Caatinga
407	ARECACEAE	Aiphanes ulei	(Dammer) Burret	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Aiphanes ulei apresenta uma EOO de 35.083,59 km², e ocorre em uma região da Amazônia brasileira minimamente afetada por atividades humanas. Habita também áreas perturbadas e secundárias.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiphanes%20ulei	Amazônia
408	ARECACEAE	Allagoptera arenaria	(Gomes) Kuntze	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Allagoptera arenaria é amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, onde ocorre em formações abertas de restinga. A espécie é localmente abundante, cresce clonalmente e é capaz tanto de germinar na areia nua quanto de rebrotar após distúrbios, como incêndios. Está representada em algumas unidades de conservação (SNUC).	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allagoptera%20arenaria	Mata Atlântica
409	ARECACEAE	Allagoptera brevicalyx	Moraes	VU	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Allagoptera brevicalyx apresenta uma distribuição restrita a costa brasileira, ocorrendo exclusivamente na faixa litorânea entre as cidades de Salvador, no Estado da Bahia, e Aracaju, em Sergipe. A EOO é de 8.016,99 km², a AOO de 48 Km² e o número de situações de ameaça é inferior a 10. A região em que a espécie ocorre sofre com uma forte especulação imobiliária decorrente da expansão urbana e de atividades turísticas e com a presença de extensas plantações de coqueiro. Suspeita-se, devido a isso, que esteja havendo declínio na extensão e qualidade do habitat da espécie e também no número de indivíduos maduros.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allagoptera%20brevicalyx	Caatinga
410	ARECACEAE	Astrocaryum aculeatissimum	(Schott) Burret	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Astrocaryum aculeatissimum apresenta distribuição ampla ao longo da Costa Atlântica, é frequente em sua região de ocorrência, habita também áreas perturbadas e secundárias e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astrocaryum%20aculeatissimum	Mata Atlântica
411	ARECACEAE	Astrocaryum minus	Trail	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Não há registros de ocorrência da espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astrocaryum%20minus	Amazônia
412	ARECACEAE	Attalea barreirensis	Glassman	VU	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Attalea barreirensis é uma espécie de Cerrado cuja região de ocorrência coincide em grande parte com as áreas que atualmente estão entre as mais afetadas pela expansão agrícola da soja no bioma. Suspeita-se que, além do declínio na extensão e qualidade do habitat, a espécie venha também sofrendo redução no número de indivíduos maduros. A AOO é 52 km².	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20barreirensis	Cerrado
413	ARECACEAE	Attalea brasiliensis	Glassman	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Attalea brasilensis é uma espécie de Cerrado com distribuição geográfica altamente restrita. Apresenta uma EOO de 2.014,3 km² e uma AOO de apenas 12 km², e ocorre em menos de cinco situações de ameaça. O Cerrado do Distrito Federal vem sendo rapidamente desmatado, o que aponta para um declínio na extensão e qualidade do habitat da espécie. Devido a isso, também é possível suspeitar que A. brasiliensis esteja sofrendo declínio no número de indivíduos maduros.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20brasiliensis	Cerrado
414	ARECACEAE	Attalea funifera	Mart.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Attalea funifera ocorre ao longo da costa Atlântica, da Bahia a Alagoas. Apesar de frequente ao longo da sua distribuição, a espécie é alvo de um intenso extrativismo, formando a base de toda uma cadeia produtiva. Esse fator, somado à degradação do seu habitat em algumas áreas, pode fazer com que A. funifera venha a ser ameaçada no futuro.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20funifera	Mata Atlântica
415	ARECACEAE	Attalea oleifera	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Attalea oleifera é amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, é localmente abundante e ocorre em áreas perturbadas e em regeneração.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20oleifera	Cerrado, Mata Atlântica
416	ARECACEAE	Attalea phalerata	Mart. ex Spreng.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Attalea phalerata apresenta distribuição muito ampla no Brasil, estando presente em quase todas as regiões do país. A espécie ocorre em diversos tipos de vegetação, e é localmente abundante.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20phalerata	Amazônia, Cerrado
417	ARECACEAE	Attalea tessmannii	Burret	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A?pesar de apresentar uma distribuição geográfica restrita, Attalea tessmannii ocorre sob a forma de subpopulações densas em uma região pouco perturbada da Amazônia brasileira.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20tessmannii	Amazônia
418	ARECACEAE	Bactris constanciae	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bactris constanciae apresenta distribuição ampla na região amazônica, incluindo vastas áreas de florestas preservadas. Suspeita-se que a espécie ocorra de forma contínua na região ao norte do rio Amazonas até a fronteira com o Suriname.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20constanciae	Amazônia
419	ARECACEAE	Bactris ferruginea	Burret	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bactris ferruginea apresenta uma distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, tendo uma EOO de 184514,6 km². Embora a AOO seja pequena (88 km²) e o habitat da espécie específico, considera-se que a mesma ocorra em mais de 10 situações de ameaça. Por outro lado, B. ferruginea habita áreas já altamente desmatadas ou atualmente ameaçadas pelo desmatamento. Devido a isso, considera-se que a espécie possa vir a estar ameaçada em um futuro próximo.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20ferruginea	Mata Atlântica
420	ARECACEAE	Bactris hatschbachii	Noblick ex A.J.Hend.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bactris hatschbachii é amplamente distribuída e ocorre em alguns dos maiores e mais bem preservados remanescentes de Mata Atlântica. A espécie pode formar grandes subpopulações, e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20hatschbachii	Mata Atlântica
421	ARECACEAE	Bactris pickelii	Burret	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bactris pickelii apresenta distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, onde se suspeita que ocorra de forma contínua. Entretanto, a espécie é pobremente representada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, o que aponta para a necessidade de ações de conservação in situ direcionadas a ela.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20pickelii	Mata Atlântica
422	ARECACEAE	Bactris timbuiensis	H.Q.B.Fern.	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bactris timbuiensis tem uma distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo apenas em uma pequena região montanhosa do Estado do Espírito Santo. A EOO é de 258,01 km², e a AOO é de 36 km². Em todos os municípios onde há registros da espécie, a Mata Atlântica foi bastante desmatada, tendo sido reduzida a 20-25% da sua área original. Dessa forma, além de uma redução na extensão e qualidade do habitat, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros. O número de situações de ameaça é inferior a cinco.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20timbuiensis	Mata Atlântica
423	ARECACEAE	Butia archeri	(Glassman) Glassman	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia archeri apresenta ampla distribuição no domínio do Cerrado e é localmente abundante. As informações disponíveis indicam que a espécie está representada em duas unidades de conservação (SNUC).	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20archeri	Cerrado
424	ARECACEAE	Butia capitata	(Mart.) Becc.	VU	A4cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia capitata é uma palmeira endêmica do Cerrado, cuja distribuição geográfica em grande parte coincide com algumas das regiões que mais rapidamente vêm sendo desmatadas dentro do Bioma, como o oeste baiano. A espécie também sofre com uma elevada pressão de atividades extrativistas, as quais restringem ou mesmo impossibilitam o recrutamento de novos indivíduos em algumas subpopulações. Estima-se que o tempo de geração da espécie seja de pelo menos 15 anos. Assim, considerando ointenso desmatamento dos seus habitats e a exploração sistemática a que vem sendo submetida, é possível suspeitar que um período de 45 anos, incluindo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que B. capitata sofra um declínio populacional de pelo menos 30%, caso nenhuma das ações necessárias à conservação da espécie seja efetuada.	2012-12-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20capitata	Cerrado
425	ARECACEAE	Butia eriospatha	(Mart. ex Drude) Becc.	VU	B2ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia eriospatha é uma espécie ocorrente nas Formações Campestres de Altitude da Região Sul do Brasil. A AOO é de 44 km² e o número de situações de ameaça é 10. A espécie está sujeita a um rápido declínio na extensão e qualidade do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição, devido à expansão de atividades agropecuárias. Além disso, é possível suspeitar que, em áreas intensamente urbanizadas, como a cidade de Curitiba, a espécie tenha sido extinta localmente, ocasionando um declínio na AOO, no número de subpopulações e de indivíduos maduros.	2012-06-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20eriospatha	Mata Atlântica
426	ARECACEAE	Butia leiospatha	(Barb.Rodr.) Becc.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia leiospatha apresenta registros de ocorrência desencontrados em relação às informações constantes na Flora do Brasil. Além disso, alguns autores a consideram sinônimo de B. archeri, o que deve ser verificado através de estudos taxonômicos e/ou genéticos. Dados insuficientes para avaliação.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20leiospatha	Cerrado
427	ARECACEAE	Butia leptospatha	(Burret) Noblick	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia leptospatha é uma espécie com distribuição bastante restrita, extremamente rara e ameaçada pela expansão de plantações de soja. Suspeita-se, devido à conversão da vegetação nativa em lavouras na sua região de ocorrência, que seu habitat esteja declinando em área e qualidade, que a espécie esteja sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros, e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. A AOO é de 8 km².	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20leptospatha	Cerrado
428	ARECACEAE	Butia microspadix	Burret	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia microspadix é uma espécie campestre, com distribuição geográfica restrita ao Estado do Paraná e a região sul do Estado de São Paulo. Ocorre em cinco situações de ameaça, e seu habitat vem declinando em extensão e qualidade devido à expansão de atividades agrícolas.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20microspadix	Cerrado, Mata Atlântica
429	ARECACEAE	Butia paraguayensis	(Barb.Rodr.) Bailey	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia paraguayensis apresenta uma distribuição geográfica relativamente ampla, abrangendo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.	2012-06-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20paraguayensis	Cerrado
430	ARECACEAE	Butia purpurascens	Glassman	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia purpurascens é uma espécie de Cerrado conhecida através de um pequeno número de coletas. As informações disponíveis indicam que a espécie ocorre apenas no sul de Goiás e em uma pequena área adjacente no triângulo mineiro, caracterizando uma distribuição geográfica restrita. Na localidade típica do município de Jataí (GO), a espécie sofre com a perda e degradação do seu habitat e com a coleta de frutos para consumo humano, portanto, suspeita-se que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros. No município de Lagoa Dourada (MG), a espécie foi coletada uma vez há quase 60 anos. A região tem um longo histórico de ocupação humana, sofre com o impacto de atividades de mineração desde o século XVII e, atualmente, é explorada sobretudo para o desenvolvimento de atividades agropecuárias. Devido a isso, suspeita-se que a espécie possa ter sido localmente extinta, ocasionando declínio também na EOO, na AOO e no número de indivíduos maduros. A EOO é de 3.761,93 km².	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20purpurascens	Cerrado
431	ARECACEAE	Butia yatay	(Mart.) Becc.	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Butia yatay é uma espécie campestre endêmica do Pampa e da Mata Atlântica. Sua EOO é de 14.667,84 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. O habitat de B. yatay vem declinando em extensão e qualidade devido às atividades agropecuárias e silviculturais que estão em plena expansão na região de ocorrência da espécie.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20yatay	Pampa (Campos Sulinos)
432	ARECACEAE	Euterpe edulis	Mart.	VU	A1acd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Euterpe edulis é uma palmeira amplamente distribuída, ocorrendo de forma contínua ao longo de toda a Mata Atlântica e também em parte do Cerrado. Em áreas de Florestas Úmidas bem preservadas, E. edulis geralmente apresenta uma elevada abundância, podendo formar grandes subpopulações. Entretanto, diversos fatores indicam que se trata de uma planta ameaçada de extinção. Euterpe edulis é uma espécie não cespitosa, de crescimento lento, sem capacidade de rebrota e dependente de florestas bem preservadas, além disso, vem sendo sistematicamente submetida a uma intensa exploração para a extração do palmito em praticamente toda a sua área de distribuição. A extração ocorre por meio da derrubada dos indivíduos adultos, preferencialmente aqueles de maior porte, e a subsequente retirada do meristema apical, levando à morte das plantas. Em vários remanescentes de Mata Atlântica, é possível encontrar claros vestígios da extração irresponsável da espécie, como um grande número de indivíduos maduros derrubados. Em muitos casos, todos os indivíduos adultos de uma área são explorados, levando à extinção da subpopulação. Além disso, é possível suspeitar que a drástica redução na extensão da Mata Atlântica e o elevado grau de degradação de grande parte dos remanescentes de floresta tenham contribuído para uma redução no tamanho populacional e na AOO da espécie. Vários estudos demográficos apontam para uma baixa taxa de crescimento dos indivíduos, que podem levar vários anos (>10) para atingir a maturidade, assim, a idade média dos indivíduos adultos em uma subpopulação é estimada em 20 anos. Devido a isso, é possível suspeitar que E. edulis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 30% ao longo de três gerações, que correspondem a um período de tempo de 60 anos.	2012-06-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euterpe%20edulis	Cerrado, Mata Atlântica
433	ARECACEAE	Geonoma gamiova	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Geonoma gamiova apresenta distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, é localmente abundante e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geonoma%20gamiova	Mata Atlântica
434	ARECACEAE	Geonoma schottiana	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Geonoma schottiana é amplamente distribuída, muito frequente e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geonoma%20schottiana	Mata Atlântica
435	ARECACEAE	Itaya amicorum	H.E.Moore	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Itaya amicorum ocorre em uma região extremamente isolada da Amazônia brasileira, onde o desmatamento é mínimo ou mesmo inexistente.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Itaya%20amicorum	Amazônia
436	ARECACEAE	Lytocaryum insigne	(Drude) Toledo	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lytocaryum insigne apresenta EOO de 7.925,10 km² e ocorre em menos de 10 situações de ameaça. As florestas que constituem o habitat da espécie vem declinando em extensão e qualidade devido ao alto grau de desmatamento ocorrido na maioria dos municípios capixabas (ES) em que L. insigne foi registrada.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lytocaryum%20insigne	Mata Atlântica
437	ARECACEAE	Mauritia carana	Wallace	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Mauritia carana ocorre em uma região extensa e ainda pouco perturbada da Amazônia brasileira, e pode formar grandes subpopulações.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mauritia%20carana	Amazônia
438	ARECACEAE	Prestoea tenuiramosa	(Dammer) H.E.Moore	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Prestoa tenuiramosa ocorre em uma área extremamente isolada da Amazônia brasileira.	2012-05-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestoea%20tenuiramosa	Amazônia
439	ARECACEAE	Syagrus botryophora	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus botryophora possui uma distribuição geográfica relativamente ampla ao longo da costa Atlântica, dentro da qual suspeita-se que ocorra de forma frequente. A espécie apresenta crescimento rápido e frutificação abundante, e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20botryophora	Mata Atlântica
440	ARECACEAE	Syagrus glaucescens	Glaz. ex Becc.	VU	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus glaucescens apresenta distribuição geográfica restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais, com uma EOO de 6.460,11 km². O habitat da espécie vem declinando em qualidade e extensão devido à incidência de incêndios, em função disso e da coleta de indivíduos para fins ornamentais, suspeita-se que o número de indivíduos maduros também esteja em declínio. Número de situações de ameaça inferior a 10.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20glaucescens	Cerrado
441	ARECACEAE	Syagrus macrocarpa	Barb.Rodr.	EN	B2ab(ii,iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus macrocarpa é uma espécie muito rara que ocorre em regiões altamente degradadas do Cerrado e da Mata Atlântica. Suspeita-se que, além da redução na extensão e qualidade do habitat, esteja havendo também declínio em AOO e no numero de indivíduos maduros da espécie. Não há registros de que ocorra em unidades de conservação. Devido à sua raridade e ao grau de desmatamento dos locais em que ocorre, suspeita-se também que as subpopulações remanescentes de S. macrocarpa sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A AOO é de 52 km².	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20macrocarpa	Cerrado, Mata Atlântica
442	ARECACEAE	Syagrus mendanhensis	Glassman	CR	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus mendanhensis apresenta uma distribuição geográfica extremamente restrita, tendo uma EOO de apenas 36,15 km². Devido à sua ocorrência pontual, considera-se que a espécie esteja submetida a apenas uma situação de ameaça. É possível suspeitar que, devido a fatores como a agropecuária, a expansão urbana e a mineração, que são ameças comumente verificadas no Cerrado e na Cadeia do Espinhaço, o habitat de S. mendanhensis venha declinando em extensão e qualidade, assim como o número de indivíduos maduros da espécie.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20mendanhensis	Cerrado
443	ARECACEAE	Syagrus picrophylla	Barb.Rodr.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus picrophylla ocorre em menos de cinco situações de ameaça e está sujeita a algumas ameaças em potencial, como a degradação do ambiente do entorno dos afloramentos rochosos que habita, e a incidência de queimadas.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20picrophylla	Mata Atlântica
444	ARECACEAE	Syagrus pseudococos	(Raddi) Glassman	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus pseudococos é localmente abundante e bastante frequente em um dos remanescentes mais  expressivos da Mata Atlântica. A espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20pseudococos	Mata Atlântica
445	ARECACEAE	Syagrus romanzoffiana	(Cham.) Glassman	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus romanzoffiana é uma espécie amplamente distribuída, bastante frequente e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20romanzoffiana	Cerrado, Mata Atlântica
446	ARECACEAE	Syagrus ruschiana	(Bondar) Glassman	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus ruschiana apresenta distribuição restrita e ocorre em áreas severamente degradadas da Mata Atlântica. Apesar dos afloramentos rochoso onde a espécie habita serem menos afetados por uma série de ameaças incidentes sobre as florestas, o desmatamento do entorno, a incidência de queimadas e a mineração podem acarretar em uma significativa redução da extensão e qualidade do seu habitat. A EOO é de 9.403,31 km², e o número de situações de ameaça é inferior a 10.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20ruschiana	Mata Atlântica
447	ARECACEAE	Syagrus schizophylla	(Mart.) Glassman	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus schizophylla é uma espécie amplamente distribuída e localmente abundante. Entretanto, as restingas que a espécie habita sofrem uma intensa pressão da expansão urbana e turística e da especulação imobiliária, de modo que a espécie pode vir a ser ameaçada em um futuro próximo.	2012-05-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20schizophylla	Mata Atlântica
448	ARECACEAE	Syagrus smithii	(H.E.Moore) Glassman	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Syagrus smithii ocorre em uma região da Amazônia brasileira ainda pouco perturbada pela ação humana. Suspeita-se que a espécie tenha uma distribuição geográfica mais ampla do que as informações disponíveis indicam.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20smithii	Amazônia
449	ARECACEAE	Trithrinax brasiliensis	Mart.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Trithrinax brasliensis apresenta distribuição geográfica relativa ampla, estando presente em praticamente toda a região Sul do Brasil. Suspeita-se que a espécie seja frequente em sua região de ocorrência. No entanto, os habitats da espécie ou encontram-se bastante degradados pela ação humana, como é o caso das florestas com Araucária, ou vem sendo rapidamente modificados e carecem de áreas protegidas, como é o caso dos campos do Pampa. Devido a isso, é possível suspeitar que a espécie venha a ser ameaçada no futuro.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trithrinax%20brasiliensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
450	ARECACEAE	Wettinia drudei	(O.F.Cook & Doyle) A.J.Hend.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Wettinia drudei é uma espécie amazônica ocorrente na Colômbia, no Equador, no Peru e no oeste do Amazonas. Consta apenas um registro de ocorrência da espécie no Brasil, em uma região muito isolada na fronteira com o Peru. Dados insuficientes para avaliação.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wettinia%20drudei	Amazônia
451	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia curviflora	Malme	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"A. curviflora é uma erva com ocorrência nos Pampas sulinos. As duas coletas botânicas conhecidas indicam apenas uma localidade e não há conhecimento sobre o tamanho e estrutura populacional da espécie. Assim a espécie esta categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20curviflora	Pampa (Campos Sulinos)
452	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia cymbifera	Mart. & Zucc.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. cymbifera é uma liana com ocorrência nas matas úmidas do Cerrado e Mata Atlântica do Sudeste brasileiro, embora também sejam conhecidas subpopulações bastante distantes, uma no Ceará e outra no Pará. Assim a EOO é bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20cymbifera	Cerrado, Mata Atlântica
453	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia hypoglauca	Kuhlm.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"A. hypoglauca é uma liana endêmica do Estado do Espírito Santo, ocorrendo nas matas úmidas da Mata Atlântica. A população é restrita ao município de Santa Teresa e arredores, que indicam EOO inferior a 5.000 km² e AOO inferior a 500 km², sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). Na localidade de ocorrência, a lavoura de monoculturas é responsável por grande parte da economia local, fator que define uma situação de ameaça a toda população e causa redução em extensão, área e qualidade do habitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20hypoglauca	Mata Atlântica
454	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia labiata	Willd.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. labiata é uma liana com distribuição nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Encontrada em áreas protegidas, possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20labiata	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
455	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia odora	Steud.	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Aristolochia odora é uma liana com ocorrência nas Matas Úmidas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e possivelmente Espírito Santo. Os dados disponíveis indicam EOO de 7.106,71 km², porém esse valor deve estar subestimado por não incluir as subpopulações de Espírito Santo. Assim é possível inferir que a EOO seja inferior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria ""Vulnerável"" (VU). Sabendo que o histórico de ocupação humana na Mata Atlântica eliminou grande parte das florestas, é possível inferir que as subpopulações conhecidas componham menos de 10 situações de ameaças. O desmatamento resultante principalmente do crescimento de áreas urbanas e o plantio de monoculturas são fatores que causam o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20odora	Mata Atlântica
456	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia odoratissima	L.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. odoratissima é uma liana com distribuição ampla no Brasil, preferencialmente em áreas úmidas como beira de rios e riachos. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20odoratissima	Mata Atlântica, Cerrado
457	ARISTOLOCHIACEAE	Aristolochia wendeliana	Hoehne	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. wendeliana é uma liana que ocorre nas florestas do Cerrado e Mata Atlântica ou em áreas antropizadas. Possui EOO superior a 20.000 km², com algumas subpopulações em áreas protegidas. Assim a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20wendeliana	Cerrado, Mata Atlântica
458	ARNELLIACEAE	Gongylanthus liebmannianus	(Lindenb. & Gottsche) Steph.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil, tem distribuição restrita (EOO=547,75 km²), ocorre em Floresta Ombrófila e está sujeita a duas situações de ameaça consideradas a partir da ocorrência em unidades de conservação. Suas regiões de ocorrência sofrem com o declínio da qualidade do habitat e de sua extensão, decorrentes de ameaças como a urbanização, pastagem, atividades agrícolas e de queimadas provocadas.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongylanthus%20liebmannianus	Mata Atlântica
459	ARNELLIACEAE	Southbya organensis	Herzog	CR	B2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de Florestas Ombrófilas Densas e Campos de Altitude. Com AOO restrito a 4 km² e apenas uma situação de ameaça identificada, Southbya organensis e sua região de ocorrência sofrem ameaças decorrentes de processos urbanos como transformação do habitat em atividades agropecuárias, favelização das áreas e queimadas provocadas.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Southbya%20organensis	Mata Atlântica
460	ASPLENIACEAE	Asplenium austrobrasiliense	(Christ) Maxon	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"A. austrobrasiliense éuma samambaia encontrada em sobosque de florestas úmidas atlânticas. Possui uma EOO de 32.405,852 km², sendo encontrada na costa da Bahia a de São São Paulo. Possui poucos registros de coletas e cerca de sete situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações. Apesar de ser encontrada em três unidades de conservação (SNUC), ocorre também em áreas com declínio de habitat e de qualidade de habitat, como a cidade do Rio de Janeiro. A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção, entretanto, devido à sua EOO ser um pouco maior do que 20.000 Km² não é possível considerá-lacomo ameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Quase ameaçada"" (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperaçãode habitat de floresta ombrófila na região, a espécie poderá ser consideradacomo ameaçada de extinção futuramente."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20austrobrasiliense	Mata Atlântica
461	ASPLENIACEAE	Asplenium beckeri	Brade	CR	B2ab(iii)c(ii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Asplenium beckeri é uma samambaia endêmica da Ilha de Trindade (ES). Por mais de 50 anos, era conhecida apenas uma coleta feita por Brade e, portanto, acreditava-se que a espécie estava extinta. Recentemente foram encontradas novas populações na Ilha. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz possuem juntas cerca de 10 Km² e, consequentemente, a espécie deve ter uma área de ocupação menor do que 10 Km². Como a espécie é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que A. beckeri está sujeita a apenas uma situação de ameaça. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram erradicados pela marinha brasileira. Atualmente, a Ilha de Trindade possui uma base da Marinha, sendo utilizada como área de trabalho por vários grupos de pesquisa. Essa espécie de samambaia está sujeita a eventos estocásticos que podem levá-la a extinção no futuro. Dessa maneira, A. beckeri é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20beckeri	Mata Atlântica
462	ASPLENIACEAE	Asplenium bradeanum	Handro	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"A. bradeanum é uma samambaia com apenas dois registros de coletas, ambos em locais de alta densidade populacional humana. Por quase cinquenta anos, o único registro de coleta da espécie era no município de Paranapiacaba, próximo às cidades de Cubatão e Santos (AOO). Entretanto, em 2005, a espécie foi coletada na cidade de São Paulo, no Parque Estadual da Cantareira. Apesar dos dois registros terem sido feitos em unidades de conservação (SNUC), ambas as áreas sofrem com a perda da qualidade de habitat. Na Estação Biológica de Paranapiacaba, incide a poluição oriunda dos grandes centros urbanos e, no Parque Estadual da Cantareira há loteamento clandestino, estas configuram duas situações de ameaça à espécie. A extensão de ocorrência é pequena, cerca de 550 Km². Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20bradeanum	Mata Atlântica
463	ASPLENIACEAE	Asplenium campos-portoi	Brade	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"A espécie A. campos-portoi é uma samambaia encontrada em florestas montanas, alto montanas e em locais úmidos de campos de altitude. Possui uma ampla distribuição, mas é encontrada em poucos locais: foi coletada na Serra do Mar Paranaense, Serra do Itatiaia, região de Ouro Preto e em Forno Grande (ES). Devido a essa especificidade de habitat, possui, portanto, uma AOO relativamente baixa (AOO=56 Km²). Possui também cerca de 12 situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações da espécie. Algumas das ameaças são o turismo e a coleta indiscriminada de plantas na Serra do Mar Paranaense. Caso a espécie tivesse até 10 situações de ameaça seria possível considerá-la como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, devido ao fato do número de situações de ameaça ultrapassar 10, a espécie é considerada ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20campos-portoi	Mata Atlântica
464	ASPLENIACEAE	Asplenium castaneum	Schltdl. & Cham.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Asplenium castaneum é uma espécie que, no Brasil, é encontrada apenas do planalto do Itatiaia, principalmente acima de 2.400 m de altitude. Tem distribuição disjunta de subpopulações ocorrendo em áreas elevadas do México à Argentina. Pela subpopulação bastante restrita no Brasil e especificidade de habitat, seu AOO é de apenas 12 Km². No Parque Nacional do Itatiaia, há subpopulações bastante isoladas, com pelo menos duas reconhecidas de acordo com informações de herbário: da Pedra do Echo (RB 32820) e do Pico das Agulhas Negras (RB 556015), configurando pelo menos duas situações de ameaça. Os constantes incêndios ocorridos no Parque são uma ameaça, que supostamente diminuem a qualidade do habitat da espécie. Dessa maneira, A. castaneum é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20castaneum	Mata Atlântica
465	ASPLENIACEAE	Asplenium lacinulatum	Schrad.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"A. lacinatum é uma samambaia extremamente ornamental encontrada principalmente em áreas de restinga, da Bahia a Santa Catarina. É uma espécie amplamente distribuída (EOO=340.550,680 km²) e com diversas coletas ao longo do litoral. Dessa maneira, A. lacinatum pode ser considerada como uma espécie ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto, por ocorrer em restinga, uma fitofisionomia bastante ameaçada, recomenda-se que sejam feitos estudos para se entender o real estado de conservação de A. lacinatum."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20lacinulatum	Mata Atlântica
466	ASPLENIACEAE	Asplenium muellerianum	Rosenst.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=36.916,179 km²) encontrada em áreas de florestaombrófila densa e mista na Mata Atlântica. Apesar de serem áreas que sofreram grande redução de habitat no passado, há diversas coletas para espécie, principalmente em Santa Catarina. Dessa maneira a espécie é consideradacomo ""Menos preocupante"" (LC). Entretanto, por ocorrer próximo a áreas com alta densidade populacional humana, o estado de conservação da espécie deve ser melhor estudado."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20muellerianum	Mata Atlântica
467	ASPLENIACEAE	Asplenium praemorsum	Sw.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída, ocorrendo de São Paulo à  Paraíba, em diferentes fitofisionomias. Apesar de haver ameaças sobre o habitat em que a espécie ocorre, A. praemorsum é encontrada em ambientes alterados pela ação humana. Dessa maneira a espécie é consideradacomo ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20praemorsum	Mata Atlântica, Cerrado
468	ASPLENIACEAE	Asplenium schwackei	Christ	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Asplenium schwackei é endêmica da Serra da Camarinha, no município de Ouro Preto, no Estado de Minas Gerais. Há apenas três coletas para a espécie, todas na mesma localidade (AOO=4 Km²), caracterizando apenas uma situação de ameaça. A região de Ouro Preto sofreu, no passado, com a exploração de quartzito, que causou o declínio na qualidade do habitat para a espécie. A última coleta foi  há mais de 70 anos e A. schwackei pode ser considerada como extinta na natureza. Entretanto, novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se verificar se realmente está extinta. Com as informações disponíveis hoje, a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20schwackei	Mata Atlântica
469	ASPLENIACEAE	Asplenium trindadense	(Brade) Sylvestre	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Miguel d'Avila de Moraes	"Asplenium trindadense é uma samambaiaendêmica da Ilha de Trindade (ES). AsIlhas de Trindade e de Martim Vaz tem juntas cerca de 10 Km² e, consequentemente, a espécie deve ter uma área de ocupação menor doque 10 Km². Como a espécie é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerarque A. trindadense está sujeita a apenas uma situação de ameaça. No passado, a ilha foicolonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram erradicados pela Marinha brasileira. Atualmente, a Ilha de Trindade abriga uma base da Marinha, sendo utilizada como área de trabalho de vários grupos de pesquisa. Dessa maneira, A.trindadense  é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20trindadense	Mata Atlântica
470	ASPLENIACEAE	Asplenium ulbrichtii	Rosenst.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída  encontrada em florestas úmidas, principalmente em floresta ombrófila mista, onde é frequente. Apesar dessa formação florestal ter sofrido intenso desmatamento, há vários registros de coleta para a espécie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espécie é consideradacomo ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20ulbrichtii	Mata Atlântica
471	ASPLENIACEAE	Asplenium wacketii	Rosenst.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída (EOO=87.571,688 km²) encontrada em áreas úmidas de floresta. Encontrada em pelo menosseis unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas que sofrem intensa pressão antrópica, há diversos registros de coleta para a espécie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espécie é consideradacomo ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20wacketii	Mata Atlântica
472	ASTERACEAE	Acmella pusilla	(Hook. & Arn.) R.K.Jansen	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, mas, em território nacional, ocorre em uma EOO de apenas 280 Km², em Formações Campestres e Restingas, nos Estados do Paraná e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Foram identificadas cinco situações de ameaça, tendo sido considerados os Estados de ocorrência nos quais as ameaças aos campos são recorrentes. O município de Paranaguá, localidade onde a espécie ocorre, teve 50% de suas florestas desmatadas, o que causou o declínio de área e de qualidade de habitat.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acmella%20pusilla	Campos sulinos
473	ASTERACEAE	Acmella serratifolia	R.K.Jansen	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso ou ameaça pontual. Nacionalmente não apresenta risco de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acmella%20serratifolia	Campos Sulinos e Mata Atlântica
474	ASTERACEAE	Acritopappus catolesensis	D.J.N.Hind & Bautista	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado da  Bahia e ocorre em áreas de Caatinga e, possivelmente, Cerrado, com EOO menor que 20.000 Km². A região de ocorrência é cenário de incêndios frequentes e de outras ameaças decorrentes de impactos causados por pulações humanas que resultam em declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20catolesensis	Cerrado e Caatinga
475	ASTERACEAE	Acritopappus connatifolius	(Soar.Nunes) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Acritopappus connatifolius é endêmica da Bahia e tem distribuição restrita (EOO=679,17 km², AOO=40 km²). Está sujeita a uma única situação de ameaça, definida pela incidência de fogo, que resulta em declínio contínuo da qualidade do habitat na região de ocorrência da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20connatifolius	Caatinga
476	ASTERACEAE	Acritopappus irwinii	R.M.King & H.Rob.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, sendo encontrada na região do município de Grão-Mogol, na Serra do Cipó e Diamantina. Tem EOO calculada em 11.642,10 km² e está sujeita a três situações de ameaça, que foram identificadas considerando o fogo e o declínio na qualidade do habitat como principais ameaças à espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20irwinii	Cerrado e Caatinga
477	ASTERACEAE	Acritopappus pintoi	Bautista & D.J.N.Hind	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)+2b(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Caatinga da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem EOO de 0,14 km² e AOO de 4 Km². Está sujeita a uma situação de ameaça que considera o desmatamento para extração de lenha e a presença de incêndios como as principais ameaças encontradas na região. Suspeita-se que estas estejam causando declínio no tamanho e na qualidade do habitat e das subpopulações existentes.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20pintoi	Caatinga
478	ASTERACEAE	Agrianthus almasensis	D.J.N.Hind	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Pico das Almas no Estado da Bahia, tem EOO de 260,21 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas como as principais ameaças à região. Essas atividades vêm causando o declínio da qualidade do habitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrianthus%20almasensis	Cerrado e Caatinga
479	ASTERACEAE	Agrianthus giuliettiae	D.J.N.Hind	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia e ocorre em áreas de Caatinga. Tem AOO calculado em 32 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. O desmatamento para extração de lenha e os incêndios são as principais ameaças à espécie. Suspeita-se que essas ameaças estejam causando o declínio no tamanho e na qualidade do habitat e das subpopulações existentes.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrianthus%20giuliettiae	Caatinga e Cerrado
480	ASTERACEAE	Anteremanthus hatschbachii	H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, e ocorre apenas na região do município de Grão-Mogol. Apresenta EOO e AOO restritos. Além disso, o habitat de sua área de ocorrência é considerado degrado em virtude da perda da cobertura vegetal pela retirada de madeira e coleta de espécies de valor ornamental. Portanto, são necessários o monitoramento da espécie e estudos populacionais.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anteremanthus%20hatschbachii	Cerrado
481	ASTERACEAE	Aspilia almasensis	D.J.N.Hind	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica do Cerrado e dos Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais. Apresenta menos de cinco situações de ameaça que resultam no declínio na qualidade do habitat e na fragmentação do bioma de ocorrência. As regiões de ocorrência da espécie são amplamente afetadas por ameaças como o desmatamento para o uso de madeira para fabricação de carvão ou para uso das terras na agropecuária, o extrativismo de espécies ornamentais (principalmente as ""sempre-vivas"") e, esporadicamente, pela mineração de metais preciosos. Com isso, suspeita-se que se as ameaças não forem controladas, a espécie poderá sofrer redução populacional e perda de habitat, sendo transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20almasensis	Cerrado e Caatinga
482	ASTERACEAE	Aspilia attenuata	(Gardner) Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída pelo Brasil e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20attenuata	Amazônia e Cerrado.
483	ASTERACEAE	Aspilia belo-horizontinae	J.U.Santos	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica do município de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. Conhecida apenas pelo material tipo, está sujeita a uma situação de ameaça. A área de coleta da espécie foi fortemente antropizada para a construção da capital do Estado de Minas Gerais. Por isso, suspeita-se de severa perda de habitat e de extinções locais de subpopulações da espécie que até hoje não foram recoletadas. A espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR), uma vez que a região apresenta esforço de coleta consideravelmente alto e a espécie não foi re-encontrada."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20belo-horizontinae	Cerrado
484	ASTERACEAE	Aspilia caudata	J.U.Santos	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da porção sul da Cadeia do Espinhaço, apresenta menos de cinco situações de ameaça e tem EOO de 538,89 km² e AOO de 8 Km². A região de ocorrência da espécie, incluindo as cidades de Mariana e Ouro Preto, é conhecida pela visitação intensa que recebe anualmente. Suspeita-se que falta de estrutura para receber esses visitantes esteja afetando a qualidade do habitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20caudata	Cerrado
485	ASTERACEAE	Aspilia clausseniana	Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20clausseniana	Cerrado e Mata Atlântica
486	ASTERACEAE	Aspilia cordifolia	J.U.Santos	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Endêmica do Estado de Minas Gerais, a espécie foi encontrada nos municípios de Gouveia e Santana do Riacho. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem EOO de 1.258,04 km². Apesar de estar dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó, sabe-se que a região sofre com queimadas e com o turismo intenso, que causam o declínio da área e da qualidade do habitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20cordifolia	Cerrado
487	ASTERACEAE	Aspilia cylindrocephala	H.Rob.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Goiás, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Apresenta EOO de 16.000,53 km². A região de ocorrência da espécie sofre com as queimadas e com o avanço da agricultura e das pastagens. Portanto, suspeita-se que esteja ocorrendo declínio constante da qualidade e da área do habitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20cylindrocephala	Cerrado
488	ASTERACEAE	Aspilia diamantinae	J.U.Santos	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da região de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=533,06 Km²) e está sujeita a duas situações de ameaça, que consideram a atividade mineradora, as queimadas frequentes e o turismo descontrolado como principais ameaças. Essas atividades podem estar causando declínio da qualidade do habitat da espécie. Recomenda-se estudos populacionais para verificar o estado de conservação da população.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diamantinae	Cerrado
489	ASTERACEAE	Aspilia diffusiflora	H.Rob.	VU	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é uma planta arbustiva de ambiente savânico ou rupestre, polinizada por insetos, com floração e frutificação em fevereiro e abril. Tem distribuição restrita (EOO=7.297 km², AOO=20 Km²) e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça que consideram a expansão urbana como principal fator causador do declínio da qualidade do habitat e do número de subpopulações da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diffusiflora	Cerrado
490	ASTERACEAE	Aspilia diniz-cruzeanae	J.U.Santos	CR	B1ab(i,iii,iv,v)+2ab(ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Serra do Caraça, no Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuição restrita (EOO=56,57 Km², e AOO=12 Km²). A região do Caraça, apesar de ser uma RPPN, sofre com as queimadas e o turismo intenso. A pequena distribuição da espécie em apenas uma localidade a torna criticamente suscetível à extinção pela eliminação dos indivíduos maduros.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diniz-cruzeanae	Cerrado
491	ASTERACEAE	Aspilia duarteana	J.U.Santos	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie foi amplamente coletada na Serra do Espinhaço, no entanto a região sofre com a incidência de ameaças como queimadas, erosão do solo, entre outras o que pode vir a levar a espécie a uma categoria de ameaça caso não sejam controladas.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20duarteana	Cerrado
492	ASTERACEAE	Aspilia eglerii	J.U.Santos	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Planta rupícola, que produz flores e frutos durante o mês de janeiro. A espécie é endêmica da região de Diamantina em Minas Gerais. Tem AOO restrito a 4 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie deve ser monitorada para garantir o controle de ameaças como queimadas e atividades antrópicas que podem levar a espécie à extinção em um futuro próximo.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20eglerii	Cerrado
493	ASTERACEAE	Aspilia espinhacensis	J.U.Santos	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie éendêmica do Estado de Minas Gerais, na região do município de Francisco Sá. Apresenta EOO restrita a 530,50 km² e está sujeita a duas situações de ameaça que consideram as queimadas decorrentes de atividades antrópicas como a principal ameaça à sobrevivência da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20espinhacensis	Cerrado
494	ASTERACEAE	Aspilia floribunda	(Gardner) Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuida no Brasil.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20floribunda	Cerrado, Caatinga e Pantanal
495	ASTERACEAE	Aspilia grazielae	J.U.Santos	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do maciço do Urucum, no município de Corumbá, Mato Grosso do Sul. Tem extensão de ocorrência de 268,37 Km² e está sujeita a apenas duas situações de ameaça. O avanço da mineração na região de ocorrência da espécie tem causado o declínio contínuo da área e da qualidade do habitat.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20grazielae	Pantanal
496	ASTERACEAE	Aspilia jugata	H.Rob.	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres com rochas quartzíticas na região de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas frequentes são considerados a causa de declínio da área e qualidade de habitat, o que pode vir a afetar as subpopulações existentes.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20jugata	Cerrado
497	ASTERACEAE	Aspilia ovatifolia	(DC.) Baker	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres na região do município de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Com AOO de 4 Km², está sujeita a uma situação de ameaça. A expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas frequentes são considerados a causa do declínio da área e qualidade de habitat, o que pode vir a afetar as subpopulações existentes.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20ovatifolia	Cerrado
498	ASTERACEAE	Aspilia paraensis	(Huber) J.U.Santos	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20paraensis	Amazônia
499	ASTERACEAE	Aspilia pereirae	J.U.Santos	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da região dos municípios de Paracatu, no Estado de Minas gerais e Brasília, no Distrito Federal. Tem distribuição restrita (EOO=528,48 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sofreu o impacto causado pelo garimpo de ouro e a subsequente contaminação ambiental resultante do uso de mercúrio na região de Paracatu, localidade-tipo da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20pereirae	Cerrado
500	ASTERACEAE	Aspilia pohlii	(Sch.Bip. ex Baker) Baker	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20pohlii	Cerrado
501	ASTERACEAE	Aspilia procumbens	Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuida.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20procumbens	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
502	ASTERACEAE	Aspilia prostrata	J.U.Santos	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, têm distribuição restrita (EOO=537,09 km², AOO=8 Km²) e está sujeita a duas situações de ameaça. As queimadas decorrentes das atividades humanas foram consideradas como principal ameaça por causarem o declínio na extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20prostrata	Cerrado
503	ASTERACEAE	Aspilia reticulata	Baker	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica das Formações Campestres do Cerrado e da Mata Atlântica, especialmente os Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apesar de ter sido considerada frequente em algumas das localidades onde ocorre, está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie é intensamente visitada por turistas e suscetível às queimadas descontroladas nas épocas secas, o que pode causar extinções locais de subpopulações.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20reticulata	Cerrado
504	ASTERACEAE	Aspilia silphioides	(Hook. & Arn.) Benth. & Hook.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de não ser endêmica do Brasil, em território nacional a espécie ocorre em áreas alagadas às margens do Rio Paraguai, no Estado do Mato Grosso do Sul. A espécie apresenta EOO de 541,40 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que causam o declínio na qualidade do habitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20silphioides	Pantanal
505	ASTERACEAE	Austrocritonia angulicaulis	(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Austrocritonia%20angulicaulis	Mata Atlântica
506	ASTERACEAE	Austroeupatorium rosmarinaceum	(Cabrera & Vittet) R.M.King & H.Rob.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem EOO calculada em 6.118,74 km², está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, e é endêmica dos Campos de Altitude das regiões Sul e Sudeste do país. Por ser restrita à Formações Campestres, ocorrer em áreas fragmentadas e estar sujeita a um conjunto de ameaças, a espécie foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Austroeupatorium%20rosmarinaceum	Mata Atlântica
507	ASTERACEAE	Baccharis arassatubaensis	Malag.	EN	B1ab(ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO restrita e está sujeita a duas situações de ameaça. A presença de espécies invasoras, o desenvolvimento do turismo e a antropização da região são as principais ameaças que incidem sobre a espécie. Por isso, suspeita-se que possa haver um declínio de sua área de ocupação e da qualidade do habitat, assim como das subpopulações da espécie.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20arassatubaensis	Mata Atlântica
508	ASTERACEAE	Baccharis brevifolia	DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída em diferentes biomas brasileiros, fitofisionomias e é encontrada em unidades de conservação (SNUC). Não está ameaçada de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20brevifolia	Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos)
509	ASTERACEAE	Baccharis concinna	G.M.Barroso	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica da Serra do Cipó, região que sofre com a presença do fogo nas épocas secas. Além disso, há relatos de bois pastando dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó. Devido às ameaças incidentes, das quais o fogo é a principal, e a sua distribuição restrita, a espécie está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Baccharis concinna foi considerada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20concinna	Cerrado
510	ASTERACEAE	Baccharis elliptica	Gardner	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é considerada rara, endêmica do Estado de Minas Gerais e típica da região do Planalto de Diamantina. Tem distribuição restrita a uma EOO de 2.165,13 km² e, em sua região de ocorrência, incidem diversas ameaças que resultam no declínio da qualidade do habitat, da área de ocupação e do número de subpopulações. A incidência de fogo decorrente de atividades humanas é a principal ameaça e pode ser responsável pelo aumento do risco de extinção de diversas espécies endêmicas da região.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20elliptica	Cerrado
511	ASTERACEAE	Baccharis grandimucronata	Malag.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso e é encontrada dentro de diversas unidades de conservação (SNUC). Nacionalmente não apresenta risco de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20grandimucronata	Mata Atlântica
512	ASTERACEAE	Baccharis hypericifolia	Baker	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional, é conhecida a partir de duas coletas realizadas no município de São Francisco de Paula, no Estado do Rio Grande do Sul. No município restam apenas cerca de 20% de sua cobertura vegetal original. A espécie é considerada rara, tem a EOO calculada em 334,38 km², AOO de 8 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O declínio contínuo em área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade de habitat e número de subpopulações se deve à incidência de diversas ameaças como a presença de espécies exóticas, agricultura, fogo, entre outras.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20hypericifolia	Mata Atlântica
513	ASTERACEAE	Baccharis lychnophora	Gardner	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em áreas de Campos Rupestres e bordas de Mata Estacional Semidecídua e é conhecida a partir de coletas realizadas no Estado de Minas Gerais. Está sujeita a quatro situações de ameaça distintas, que consideram a perda de habitat decorrente dos efeitos relacionados à ocupação humana e a transformação das paisagens nas áreas de ocorrência da espécie como principais ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20lychnophora	Cerrado, Mata Atlântica
514	ASTERACEAE	Baccharis megapotamica	Spreng.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso e é encontrada dentro de diversas unidades de conservação (SNUC). Nacionalmente não apresenta risco de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20megapotamica	Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
515	ASTERACEAE	Baccharis paranensis	Heering & Dusén	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem mais de 20.000 km² de distribuição e não apresenta uso. No entanto ocorre em Mata Atlântica e nos Pampas, biomas severamente degradados. Portanto faz-se necessário estudos populacionais a fim de verificar a situação da espécie na natureza.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20paranensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
516	ASTERACEAE	Baccharis penningtonii	Heering	VU	B1ab(ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO calculada em 13.268,53 km² e é encontrada em ambientes degradados. A diminuição do habitat pode causar declínio contínuo no tamanho populacional, de forma a levá-la a uma categoria de maior risco em um futuro próximo. Portanto, recomenda-se estudos populacionais e monitoramento do habitat.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20penningtonii	Pampa (Campos Sulinos)
517	ASTERACEAE	Baccharis polyphylla	Gardner	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é distribuída em áreas de Campos Rupestres nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Um dos locais de ocorrência, o Pico das Almas, vem sendo bastante degradado por atividades agrícolas e agropecuárias, o que poderá levar Baccharis polyplylla a uma categoria de maior risco, caso essas ameaças não sejam controladas.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20polyphylla	Cerrado
518	ASTERACEAE	Baccharis pseudo-alpestris	Malag.	VU	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, tem EOO calculada em 19.255,99 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas de Campos Rupestres e Cerrado. A região de ocorrência vem sendo severamente degradada pela incidência de ameaças decorrentes do processo de antropização, que causam declínio contínuo em sua EOO e na qualidade do habitat.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20pseudo-alpestris	Cerrado
519	ASTERACEAE	Baccharis sagittalis	(Less.) DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e ocorre amplamente distribuída no país.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20sagittalis	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
520	ASTERACEAE	Baccharis sphenophylla	Dusén ex Malme	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição maior que 20.000 km², habita ambientes degradados e foi considerada rara. Por isso, deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser direcionados a ela.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20sphenophylla	Mata Atlântica, Cerrado
521	ASTERACEAE	Baccharis truncata	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição ampla e não possui uso. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20truncata	Cerrado
522	ASTERACEAE	Baccharis xiphophylla	Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição ampla e não possui uso. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20xiphophylla	Cerrado
523	ASTERACEAE	Barrosoa apiculata	(Gardner) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barrosoa%20apiculata	Mata Atlântica, Cerrado
524	ASTERACEAE	Bidens bipinnata	L.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição ampla e não possui uso em grande escala. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bidens%20bipinnata	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
525	ASTERACEAE	Caatinganthus rubropappus	(Soar.Nunes) H.Rob.	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita (EOO=800 Km²), e ocorre em áreas de agreste com solo arenoso. De acordo com informações fornecidas por especialistas, está sujeita à perda contínua de habitat nas regiões em que ocorre. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caatinganthus%20rubropappus	Caatinga
526	ASTERACEAE	Calea abbreviata	Pruski & Urbatsch	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica restrita da Chapada dos Veadeiros e, apesar de florescer, geralmente, após a passagem do fogo, a frequência com que as queimadas ocorrem na região, pode causar redução nas subpopulações da espécie e declínio na qualidade e no tamanho do habitat. Portanto, Calea abbreviata foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20abbreviata	Cerrado
527	ASTERACEAE	Calea acaulis	Baker	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça em locais sob forte pressão antrópica onde não existe mais vegetação natural. Portanto, recomendam-se estudos populacionais a fim de investigar o estado de conservação da população.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20acaulis	Cerrado
528	ASTERACEAE	Calea brittoniana	Pruski	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie é endêmica restrita aos Campos Rupestres da Serra da Canastra, com AOO calculado em 4 Km² e sujeita a uma situação de ameaça. Eventos estocásticos, queimadas e outras ameaças presentes na região de ocorrência podem vir a extinguir a espécie e, por isso, ela deve ser monitorada.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20brittoniana	Cerrado
529	ASTERACEAE	Calea clausseniana	Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20clausseniana	Mata Atlântica, Cerrado
530	ASTERACEAE	Calea clematidea	Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amaplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20clematidea	Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
531	ASTERACEAE	Calea cymosa	Less.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20cymosa	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
532	ASTERACEAE	Calea gentianoides	DC.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO calculado em 10.425,01 km², menos de 10 situações de ameaça e ocorre em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, onde está sujeita ao declínio da qualidade do habitat devido à intensa antropização de algumas áreas.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20gentianoides	Cerrado
533	ASTERACEAE	Calea heteropappa	Pruski & Urbatsch	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais e ocorre em áreas de Campos Rupestres da Serra do Cipo. Este local vem sofrendo declínio contínuo na qualidade do habitat e na área de ocupação da espécie devido à presença do fogo, nas épocas secas. Calea heteropappa está sujeita a duas situações de ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20heteropappa	Cerrado
534	ASTERACEAE	Calea kristiniae	Pruski	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica dos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul, tem distribuição restrita (EOO=292,37 km², AOO=4 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região é alvo de queimadas e outros efeitos decorrentes da agricultura e da agropecuária. No entanto, a espécie também ocorre no Uruguai e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20kristiniae	Pampa (Campos Sulinos)
535	ASTERACEAE	Calea lantanoides	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica doBrasil e no país ocorre amaplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20lantanoides	Cerrado
536	ASTERACEAE	Calea polycephala	(Baker) H.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição ampla, no entanto, ocorre em áreas de cerrado com presença de agricultura e agropecuária. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar a estabilidade da população da espécie.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20polycephala	Cerrado
537	ASTERACEAE	Calea serrata	Less.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20serrata	Mata Atlântica, Cerrado
538	ASTERACEAE	Campuloclinium parvulum	(Glaz.) R.M.King & H.Rob.	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Estado de São Paulo e Minas Gerais, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A intensa visitação de turistas e a ocorrência de queimadas frequentes nas épocas secas estão causando o declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de habitat, podendo levar subpopulações à extinções locais.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campuloclinium%20parvulum	Mata Atlântica, Cerrado
539	ASTERACEAE	Campuloclinium riedelii	(Baker) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campuloclinium%20riedelii	Cerrado
540	ASTERACEAE	Catolesia mentiens	D.J.N.Hind	CR	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres do Estado da Bahia, e ocorre em solo arenoso com afloramentos rochosos, na região da Chapada Diamantina. Tem EOO menor que 100 Km² e AOO menor que 10 Km². Além disso, está sujeita a uma situação de ameaça que considera a incidência de queimadas provocadas pelo homem e a intensa visitação de turistas como principais ameaças.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catolesia%20mentiens	Caatinga
541	ASTERACEAE	Chaptalia chapadensis	D.J.N.Hind	CR	B2ab(ii,iii),C2a(ii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre em áreas de Campos Rupestres no Morro do Pai Inácio, na região da Chapada Diamantina. É endêmica do Estado da Bahia e tem AOO calculada em 4 Km². Apesar da região estar protegida por uma unidade de conservação (SNUC), é intensamente visitada por turistas, o que causa declínio na qualidade do habitat. Além disso, a espécie está suscetível a eventos estocásticos uma vez que ocorre em apenas uma localidade conhecida, que abriga a pequena população da espécie. Recomendam-se monitoramento e estudos populacionais para a espécie.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20chapadensis	Caatinga
542	ASTERACEAE	Chaptalia cordifolia	(Baker) Cabrera	VU	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição restrita, e habita áreas campestres do pampa e de regiões serranas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A agricultura e a agropecuária são ameaças incidentes e a expansão dessas atividades representa um risco para a sobrevivência da espécie.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20cordifolia	Mata Atlântica
543	ASTERACEAE	Chaptalia hermogenis	M.D.Moraes	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre em campos de altitude e afloramentos calcários em áreas de Floresta Montana no Parque Estadual de Jacupiranga, no Estado de São Paulo. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie sofre com a incidência de queimadas e está suscetível a eventos estocásticos por apresentar apenas uma subpopulação sujeita a uma situação de ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20hermogenis	Mata Atlântica
544	ASTERACEAE	Chaptalia martii	(Baker) Zardini	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidade de conservação (SNUC).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20martii	Cerrado
545	ASTERACEAE	Chionolaena lychnophorioides	Sch.Bip.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é rara, tem EOO de 18.909,44 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A mineração, o fogo nas épocas secas e o turismo descontrolado são ameaças diretas a sobrevivência da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionolaena%20lychnophorioides	Cerrado
546	ASTERACEAE	Chresta souzae	H.Rob.	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Goiás e do Distrito Federal, tem EOO de 2.362,36 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A frequente incidência de incêndios na região vem causando declínio contínuo da área de ocupação e qualidade do habitat da espécie.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chresta%20souzae	Cerrado
547	ASTERACEAE	Chresta sphaerocephala	DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chresta%20sphaerocephala	Cerrado
548	ASTERACEAE	Chromolaena angusticeps	(Malme) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica em formações campestres do Estado do Paraná. Tem EOO de 280,28 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram a incidência de queimadas, a mineração, a agricultura e a pecuária intensiva como principais ameaças. Portanto, suspeita-se que a espécie sofra com o declínio em EOO, AOO e qualidade do habitat da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20angusticeps	Mata Atlântica
549	ASTERACEAE	Chromolaena arrayana	(Gardner) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Chromolaena arrayana não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (EOO=523,03 km², AOO=8 km²) ao Estado de Goiás. A espécie ocorre em área sob forte influência de extração de níquel, cuja consequência é o declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de habitat. A última coleta foi realizada em janeiro de 1972. Cada localidade de coleta (duas) foi considerada como uma situação de ameaça distinta.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20arrayana	Cerrado
550	ASTERACEAE	Chromolaena barbacensis	(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20barbacensis	Caatinga, Cerrado
551	ASTERACEAE	Chromolaena costatipes	(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Ocorre em Minas Gerais, sendo que o exemplar-tipo não apresenta localidade e as demais coletas foram feitas na Serra da Canastra. Apresenta EOO restrito a 270,28 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar de bem coletada a espécie não é encontrada na natureza desde 1996. Além disso, a região sofre com queimadas provocadas pelo homem que levam ao declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20costatipes	Cerrado
552	ASTERACEAE	Chromolaena elliptica	(Hook. & Arn.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20elliptica	Mata Atlântica
553	ASTERACEAE	Chromolaena latisquamulosa	(Hieron.) R.M.King & H.Rob.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20latisquamulosa	Mata Atlântica
554	ASTERACEAE	Chromolaena rhinanthacea	(DC.) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado do Paraná, tem EOO de 490,73 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência é alvo de queimadas, mineração, agricultura e pecuária intensiva. Portanto, estima-se o declínio contínuo de EOO, AOO e da qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20rhinanthacea	Mata Atlântica
555	ASTERACEAE	Chronopappus bifrons	(DC. ex Pers.) DC.	VU	B1ab(iii,iv),D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em Minas Gerais, tem distribuição restrita e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área onde a espécie ocorre é foco de turismo desordenado, agricultura e queimadas. Caso não haja controle das ameaças incidentes sobre a espécie, ela poderá ter uma redução populacional considerável, e ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chronopappus%20bifrons	Cerrado
556	ASTERACEAE	Chrysolaena nicolackii	H.Rob.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em campos da região norte do Estado do Paraná, área degradada pela urbanização. Caso não haja controle das ameaças incidentes, a espécie poderá ter uma redução populacional considerável, e ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysolaena%20nicolackii	Cerrado
557	ASTERACEAE	Cololobus longiangustatus	( G.M.Barroso ) H.Rob.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie está sujeita a duas situações de ameaça que consideram a degradação do habitat decorrente da implantação de áreas agrícolas, ocorrência de fogo e introdução de espécies exóticas invasoras como principais ameaças. É endêmica dos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro (EOO=146,02 km², AOO=20 Km²) e está sujeita ao declínio continuo nas regiões de ocorrência.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cololobus%20longiangustatus	Mata Atlântica
558	ASTERACEAE	Cololobus rupestris	(Gardner) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de Campos Rupestres e Campos de Altitude dos Estados do Espirito Santo e Rio de Janeiro, com AOO restrito (48 km²). Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a relação entre os efeitos diretos e indiretos da ocupação humana com o declínio da qualidade do habitat da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cololobus%20rupestris	Mata Atlântica
559	ASTERACEAE	Conocliniopsis prasiifolia	(DC.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conocliniopsis%20prasiifolia	Caatinga, Cerrado
560	ASTERACEAE	Dasyanthina serrata	(Less.) H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasyanthina%20serrata	Mata Atlântica
561	ASTERACEAE	Dasycondylus resinosus	(Spreng.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasycondylus%20resinosus	Mata Atlântica
562	ASTERACEAE	Dasyphyllum synacanthum	(Baker) Cabrera	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação de risco.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasyphyllum%20synacanthum	Mata Atlântica, Cerrado
563	ASTERACEAE	Dendrophorbium catharinense	(Dusén ex Cabrera) C.Jeffrey	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Erva de ambientes campestres e borda de mata, ocorre apenas nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os dois Estados foram identificados como situações de ameaça distintas, que consideram a agricultura e a ocupação desordenada como ameaças capazes de reduzir consideravelmente as subpopulações existentes. Tais efeitos podem levar à transferência da espécie para uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20catharinense	Mata Atlântica
564	ASTERACEAE	Dendrophorbium paranense	(Malme) Matzenb. & Baptista	EN	B2ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Sul do Brasil (AOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20paranense	Mata Atlântica
565	ASTERACEAE	Dendrophorbium pluricephalum	(Cabrera) C.Jeffrey	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20pluricephalum	Mata Atlântica
566	ASTERACEAE	Dimerostemma annuum	(Hassl.) H. Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não é endêmica do Brasil, mas em território nacional ocorre no Estado do Mato Grosso do Sul (EOO=2.199,45 km²). A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça que consideram a degradação e perda do habitat decorrentes da transformação de áreas naturais em pastos e campos agrícolas. Suspeita-se que a espécie esteja sujeita a declínio continuo da EOO, AOO e do número de subpopulações.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20annuum	Pantanal
567	ASTERACEAE	Dimerostemma apense	(Chodat) M.D.Moraes	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre de forma esparsa ou, eventualmente, formando grandes subpopulações, apresenta EOO médio e menos de 10 situações de ameaça, que poderão categorizá-la com ""Vulnerável"" (VU), caso haja declínio de habitat."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20apense	Pantanal
568	ASTERACEAE	Dimerostemma arnottii	(Baker) M.D.Moraes	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20arnottii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
569	ASTERACEAE	Dimerostemma bahiense	(H.Rob.) M.D.Moraes	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20bahiense	Cerrado
570	ASTERACEAE	Dimerostemma bishopii	H.Rob.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie, e sua última coleta data de 1981.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20bishopii	Cerrado
571	ASTERACEAE	Dimerostemma episcopale	(H.Rob.) H.Rob.	EN	B1ab(ii,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO menor que 5.000 km², AOO menor que 500 km², e sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie sofre com incidência de queimadas, o fluxo intenso de turismo e com a pastagem de animais. Estas atividades vêm causando o declínio contínuo da área de ocupação, qualidade de habitats e do número de subpopulações.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20episcopale	Caatinga, Cerrado
572	ASTERACEAE	Dimerostemma grazielae	H.Rob.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO menor que 20.000 km², e sujeita a cinco situações de ameaça. A incidência de incêndios é uma ameaça constante, principalmente dentro do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, e vem causando o declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade de habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20grazielae	Cerrado
573	ASTERACEAE	Dimerostemma myrtifolium	(Chodat) M.D.Moraes	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO menor que 5.000 km², AOO menor que 500 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Nas áreas de ocorrência da espécie os incêndios são a maior ameaça à vegetação, causando o declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20myrtifolium	Cerrado
574	ASTERACEAE	Disynaphia ericoides	(DC.) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Disynaphia ericoides (DC.) R.M.King & H.Rob. não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie possui distribuição restrita (EOO=10.627,23 km²) e está sujeita ao declínio contínuo de qualidade de habitat.  Foram identificadas duas situações de ameaça distintas. As Matas Ciliares, no Estado do Rio Grande do Sul, tem sofrido alterações significativas pela ação antrópica (agropecuária), causando a diminuição da área de ocorrência e a perda da biodiversidade. Por outro lado, é necessário um esforço maior de coleta para avaliar a real distribuição da espécie. A área entre os municípios de Viamão (RS) e Itararé (SP) deve conter outros indivíduos, que poderão ser localizados num estudo de revisão para o grupo (gênero Disynaphia).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20ericoides	Mata Atlântica
575	ASTERACEAE	Disynaphia praeficta	(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica deCampos Rupestres da porção norte da Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 56 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A degradação ambiental da região é a principal ameaça à sobrevivência da espécie na natureza.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20praeficta	Cerrado
576	ASTERACEAE	Disynaphia variolata	(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie habita áreas savânicas e campestres das Regiões Sul e Sudeste, tem EOO de 555,07 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As queimadas frequentes para a abertura de pastagens, e a invasão biológica por espécies exóticas foram consideradas as principais ameaças. Portanto, suspeita-se que as ameaças estejam causando o declínio da EOO, AOO e da qualidade do habitat da espécie.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20variolata	Cerrado, Mata Atlântica
577	ASTERACEAE	Echinocoryne echinocephala	(H.Rob.) H.Rob.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Subarbusto de ambiente savânico e rupestre. Espécie endêmica dos Estados de Goiás e Tocantins, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem AOO de 44 km². As regiões de ocorrência da espécie são cenário frequente de incêndios provocados pelo homem, que invade as unidades de conservação (SNUC), causando o declínio na qualidade do habitat, na EOO e na AOO da espécie.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinocoryne%20echinocephala	Cerrado
578	ASTERACEAE	Egletes viscosa	(L.) Less.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Egletes%20viscosa	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
579	ASTERACEAE	Elephantopus riparius	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elephantopus%20riparius	Cerrado
580	ASTERACEAE	Enydra anagallis	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Enydra%20anagallis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
581	ASTERACEAE	Eremanthus argenteus	MacLeish & H.Schumach.	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de Campos Rupestre e Cerrados do Estado de Goiás. Apresenta EOO restrito (389,62 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O uso do fogo de forma indiscriminada é frequente e pode causar reduções da AOO, EOO e do número de subpopulações, além de alterar as condições ótimas para a sobrevivência da espécie.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20argenteus	Cerrado
582	ASTERACEAE	Eremanthus capitatus	(Spreng.) MacLeish	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20capitatus	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
583	ASTERACEAE	Eremanthus crotonoides	(DC.) Sch.Bip.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20crotonoides	Mata Atlântica, Cerrado
584	ASTERACEAE	Eremanthus leucodendron	Mattf.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Ocorre em áreas de Carrasco e Campo Rupestre, sobre rochas na base de encostas no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita (EOO=964,86 km², AOO=36 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas realizadas com a utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha vêm causando declínio da AOO, EOO e da qualidade do habitat.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20leucodendron	Cerrado
585	ASTERACEAE	Eremanthus polycephalus	(DC.) MacLeish	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre apenas no Estado de Minas Gerais. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça que consideram a agricultura e aocupação desordenada ameaças diretas, podendo resultar na redução considerável das subpopulações existentes, o que levaria a espécie a uma categoriade maior risco em um futuro próximo.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20polycephalus	Cerrado
586	ASTERACEAE	Eremanthus seidelii	MacLeish & H.Schumach.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Endêmica dos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, a espécie tem EOO restrito a 15.824,24 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A degradação e perda do habitat da espécie são as principais ameaças incidentes.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20seidelii	Cerrado
587	ASTERACEAE	Eupatorium lineatum	Sch.Bip. ex Baker	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é citada como muito frequente, no entanto apresenta apenas dois registros de coleta. Recomenda-se estudos populacionais para uma avaliação de risco consistente.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eupatorium%20lineatum	Cerrado
588	ASTERACEAE	Fleischmannia remotifolia	(DC.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fleischmannia%20remotifolia	Mata Atlântica
589	ASTERACEAE	Gardnerina angustata	(Gardner) R.M.King & H.Rob.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gardnerina%20angustata	Cerrado
590	ASTERACEAE	Gochnatia argyrea	(Dusen ex Malme) Cabrera	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado do Paraná, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, e tem distribuição restrita (EOO=595,81 km², AOO=24 Km²). A espécie sofre o declínio contínuo da qualidade do habitat, decorrente da introdução de monoculturas e a implantação de pastagens e campos agrícolas, além de ter enfrentado intenso desmatamento desde a colonização do país até os dias de hoje.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20argyrea	Mata Atlântica
591	ASTERACEAE	Gochnatia cordata	Less.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil tem ocorrência restrita ao Estado do Rio Grande do Sul, em Campo Arenoso e Formações Campestres. Tem EOO calculado em 3.215,72 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A expansão das atividades agrícolas e introdução de espécies exóticas vêm causando o declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20cordata	Pampa (Campos Sulinos)
592	ASTERACEAE	Gochnatia hatschbachii	Cabrera	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	As áreas de Floresta Estacional Semidecidual em que a espécie ocorre, na Serra do Cipó (MG), vem sofrendo com a ocorrência de incêndios, o corte seletivo e a expansão de atividades agropecuárias. A espécie apresenta EOO restrito (6.820,76 km²) e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. As ameaças incidentes sobre a espécie e seu habitat causam declínio do EOO, AOO e da qualidade do habitat.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20hatschbachii	Cerrado
593	ASTERACEAE	Gochnatia mollisima	(Malme) Cabrera	CR	C2a(ii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"A espécie é endêmica dos Campos Nativos do Pampa, que vêm sendo progressivamente degradado nas últimas décadas devido àexpansão das atividades agrícolas e silviculturais, e à invasão por espéciesexóticas, que causam o declínio contínuo da qualidade do habitat e do número de subpopulações da espécie. Foi encontrada uma população após 50 anos sem conhecimento da espécie, constituída por cerca de 50 indivíduos ocorrendo em meio à vegetação campestre, sobre encosta de morro granítico, a uma altitude de cerca de 100 m. Portanto a espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR), por apresentar menos de 250 indivíduos, 100% dos quais em uma única população, tornando-a extremamente suscetível aos eventos estocásticos e às ameaças incidentes nos locais de ocorrência."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20mollisima	Pampa (Campos Sulinos)
594	ASTERACEAE	Gochnatia orbiculata	(Malme) Cabrera	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20orbiculata	Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
595	ASTERACEAE	Gochnatia polymorpha subsp. polymorpha	(Less.) Cabrera	LC	""	Tainan Messina	""	A espécie é amplamente distribuída em todos os Estados das regiões Sul e Sudeste, e também ocorre no Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia e Pernambuco.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20polymorpha%20subsp.%20polymorpha	Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
596	ASTERACEAE	Gochnatia ramboi	Cabrera	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está sujeita a três situações de ameaça e sua região de ocorrência da espécie sofre queimadas frequentes e o impacto da pecuária. Portanto, caso as ameaças não sejam controladas, Gochnatia ramboi poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20ramboi	Mata Atlântica, Cerrado
597	ASTERACEAE	Gochnatia rotundifolia	Less.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Além disso, sua região de ocorrência sofre queimadas frequentes e o impacto da pecuária. Portanto, caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20rotundifolia	Cerrado
598	ASTERACEAE	Gochnatia sordida	(Less.) Cabrera	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Foram identificadas apenas duas situações de ameaça, tendo em vista a ocorrência ou ausência em unidade de conservação (SNUC). A espécie está sujeita à de perda de habitat decorrente da expansão das atividades agropecuárias e silviculturais que vêm reduzindo drasticamente as áreas de vegetação campestre da região dos Campos Gerais do Estado do Paraná. As áreas remanescentes estão hoje ameaçadas pela invasão de espécies exóticas. Assim, recomendam-se maiores estudos sobre a distribuição da espécie. Gochnatia sordida pode ocorrer também nos Estados da Bahia e São Paulo.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20sordida	Mata Atlântica, Cerrado
599	ASTERACEAE	Grazielia schultzii	R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grazielia%20schultzii	Mata Atlântica, Cerrado
600	ASTERACEAE	Gyptis vernoniopsis	(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica das Formações Campestres dos Estados de São Paulo, e Paraná, e pode ocorrer nos Estados do Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. Suspeita-se que  a AOO seja menor que 500 Km². Foram consideradas duas situações de ameaça, tendo em vista a presença ou ausência da espécie em unidades de conservação (SNUC) (que podem a longo prazo garantir o desaceleramento de processos de supressão da vegetação) e a introdução de campos agrícolas nas áreas de ocorrência da espécie. A espécie está sujeita ao declínio contínuo da EOO, AOO e da qualidade do habitat. Recomenda-se maiores estudos populacionais a fim de verificar se as populações localizadas fora das unidades de conservação se encontram estáveis.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyptis%20vernoniopsis	Cerrado
601	ASTERACEAE	Hatschbachiella polyclada	(Dusén ex Malme) R.M.King & H.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais e Paraná, com EOO de 71.870 km² e AOO de 60 km², em mais de 10 situações de ameaça. Subarbusto campestre, perene, habita o Cerradopróximo a afloramentos rochosos, nos campos de altitude e nos campos de cima daserra. Seu habitat vem sendo deteriorado pela mineração, pela agricultura,pecuária e suas consequentes queimadas. Embora encontrada em unidade de conservação (SNUC), a planta é considerada rara no Paraná, e deve ser acompanhada parauma possível mudança de categoria.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatschbachiella%20polyclada	Cerrado
602	ASTERACEAE	Hatschbachiella tweedieana	(Hook. & Arn.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatschbachiella%20tweedieana	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
603	ASTERACEAE	Heterocoma albida	(DC. ex Pers.) DC.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Caraça, com AOO de 8 km², em um local em situação deameaça. Embora em unidade de conservação (SNUC), a região de ocorrência da espécie jáfoi drasticamente degrada devido à atividade de mineração e às constantesqueimadas.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocoma%20albida	Cerrado
604	ASTERACEAE	Heterocondylus amphidyctius	(DC.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20amphidyctius	Cerrado
605	ASTERACEAE	Heterocondylus lysimachioides	(Chodat) R.M.King & H.Rob.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, aespécie ocorre no Paraguai e, no Brasil, em São Paulo, Minas Gerais e MatoGrosso do Sul, com AOO de 12 km². Pelos dados de coleta, a espécie foiencontrada em três locais em situação de ameaça, há mais de 40 anos, no Cerrado e na Mata Atlântica, ambientes que vêm sendo degradados e substituídos por pastagens e pela agriculturaextensiva. Sugerimos mais estudos sobre a espécie e uma possível mudança decategoria.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20lysimachioides	Cerrado
606	ASTERACEAE	Heterocondylus pumilus	(Gardner) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20pumilus	Cerrado, Mata Atlântica
607	ASTERACEAE	Hoehnephytum almasense	D.J.N.Hind	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado daBahia, no Pico das Almas da Chapada Diamantina, com EOO de 5.687,90 km² e AOO de 48 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. A região de ocorrênciatem sido deteriorada pelas atividades agrícolas, pastagem, extração de madeirae pelo fogo, além do extrativismo de plantas ornamentais e do turismo.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehnephytum%20almasense	Caatinga, Cerrado
608	ASTERACEAE	Hoehnephytum trixoides	(Gardner) Cabrera	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehnephytum%20trixoides	Cerrado, Caatinga
609	ASTERACEAE	Holocheilus hieracioides	(D.Don) Cabrera	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Paraguai, Uruguai,Argentina e, no Brasil, nos Estados do Rio Grande do Sul e, possivelmente, Santa Catarina. Tem EOO de 579,70 km² e AOO de 8 km², estando sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. Erva rosulada, perene, habita os campos inundáveisdos Pampas, bioma que vem sendo degradado pela expansão das atividades agrícolas,silviculturais e de pastagens, com práticas inadequadas de manejo e introduçãode espécies exóticas.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20hieracioides	Pampa (Campos Sulinos)
610	ASTERACEAE	Holocheilus monocephalus	Mondin	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Tem EOO de 288,65 km² e AOO de 4 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. Habita os campos úmidos e turfosos,acima de 1000 m, nos Aparados da Serra Geral. O bioma Pampa vem sendo degradadopela expansão das atividades agrícolas, silviculturais e de pastagens, compráticas inadequadas de manejo e introdução de espécies exóticas.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20monocephalus	Pampa (Campos Sulinos)
611	ASTERACEAE	Holocheilus pinnatifidus	(Less.) Cabrera	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20pinnatifidus	Mata Atlântica
612	ASTERACEAE	Hololepis pedunculata	(DC. ex Pers.) DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hololepis%20pedunculata	Cerrado, Mata Atlântica
613	ASTERACEAE	Hysterionica pinnatiloba	Matzenb. & Sobral	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado do Rio Grandedo Sul, tem EOO de 575,98 km² e AOO de 8 km², e pode ser encontrada em dois locais em situação de ameaça.Habita a Mata Atlântica, em campos sobre rochas basálticas. A Mata Atlânticafoi drasticamente reduzida e deteriorada, restando hoje de 7% a 8% de suaárea original. Formam-se pequenas ""ilhas"" de vegetação nativa, fragmentos compopulações isoladas umas das outras. Para muitas espécies, a área agrícola ouurbana circundante de um fragmento pode significar uma barreiraintransponível."	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hysterionica%20pinnatiloba	Mata Atlântica
614	ASTERACEAE	Hysterionica pinnatisecta	Matzenb. & Sobral	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no município de Lauro Muller, na Serra do Rio do Rastro, Estado de SantaCatarina, e tem AOO de 8 km², sendo encontrada em um local em situação de ameaça. Planta rara, habita os Campos de Cima da Serra, crescendo preferencialmenteem fendas de penhascos basálticos. A vegetação nativa da região de ocorrência tem sido retirada para a mineração de carvão.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hysterionica%20pinnatisecta	Mata Atlântica
615	ASTERACEAE	Ianthopappus corymbosus	(Less.) Roque & D.J.N.Hind	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Uruguai, na Argentina e, no Brasil, no Estado do Rio Grande do Sul, com EOO de 291,34 km² e AOO de 4 km², sendo encontrada em um local em situação de ameaça. Plantacaméfita, subarbustiva e campestre, é frequente em áreas alagadas.Seu habitat vem sendo degradado pela expansão das atividades agrícolas,silviculturais e pastagens, com práticas inadequadas de manejo e introduçãode espécies exóticas.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ianthopappus%20corymbosus	Pampa (Campos Sulinos)
616	ASTERACEAE	Ichthyothere connata	S.F.Blake	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20connata	Cerrado
617	ASTERACEAE	Ichthyothere elliptica	H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Goiás e, possivelmente, no Distrito Federal. Tem distribuição restrita (AOO=32 km²), em menos de cincolocais em situação de ameaça. Habita o Cerrado, em áreas de Campos Rupestres. Emboraencontrada em unidade de conservação, a espécie sofre ameaça com o declínio e a deterioração de seu habitat pelas queimadas e pela introdução de espéciesexóticas para a implantação de agricultura extensiva e pecuária, além damineração e do turismo.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20elliptica	Cerrado
618	ASTERACEAE	Ichthyothere integrifolia	(DC.) Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20integrifolia	Cerrado
619	ASTERACEAE	Idiothamnus pseudorgyalis	R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Idiothamnus%20pseudorgyalis	Mata Atlântica
620	ASTERACEAE	Inulopsis camporum	(Gardner) G.L.Nesom	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inulopsis%20camporum	Cerrado
621	ASTERACEAE	Inulopsis scaposa	(DC.) O.Hoffm.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inulopsis%20scaposa	Cerrado, Mata Atlântica
622	ASTERACEAE	Isostigma crithmifolium	Less.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre noParaguai, Uruguai, Argentina e Brasil, nos Pampas do Rio Grande do Sul. Devido à escassez de dados sobre a distribuição da espécie, a avaliação não podeser realizada. Sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20crithmifolium	Pampa (Campos Sulinos)
623	ASTERACEAE	Isostigma peucedanifolium	(Spreng.) Less.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20peucedanifolium	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
624	ASTERACEAE	Isostigma speciosum	Less.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20speciosum	Cerrado
625	ASTERACEAE	Koanophyllon adamantium	(Gardner) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Koanophyllon%20adamantium	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
626	ASTERACEAE	Lepidaploa adamantium	(Gardner) H.Rob.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser concluída.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20adamantium	Cerrado
627	ASTERACEAE	Lepidaploa almasensis	(D.J.N.Hind) H.Rob.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no município de Rio de Contas, no Pico das Almas, Estado daBahia. Tem distribuição restrita (AOO=8 km²), em um local em situação de ameaça. A área de ocorrência vem sofrendo deterioraçãopela agricultura, pelo cultivo de frutas, pela pastagem e pelo fogo usado paraimplantar estas culturas, além da retirada de madeira para lenha e de plantasornamentais.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20almasensis	Caatinga
628	ASTERACEAE	Lepidaploa aurea	(Mart. ex DC.) H.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deTocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais, Rio deJaneiro e São Paulo, com EOO de 514.701 km² e AOO de 404 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Habita a Mata Atlântica e o Cerrado, em bordas dematas de galeria, nos campos limpos, campos sujos e campos rupestres, inclusiveem unidades de conservação (SNUC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20aurea	Cerrado, Caatinga
629	ASTERACEAE	Lepidaploa chamissonis	(Less.) H.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com EOO de 319.535 km² e AOO de 112 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Embora fora dos limites devulnerabilidade, por habitar o Cerrado, sofre pressão por degradação ediminuição de seu habitat. Sugerimos estudos populacionais.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20chamissonis	Mata Atlântica
630	ASTERACEAE	Lepidaploa cotoneaster	(Willd. ex Spreng.) H.Rob.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nas regiõesNordeste e Sudeste, com EOO de 2.134.399 km² e AOO de 916 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20cotoneaster	Caatinga, Cerrado
631	ASTERACEAE	Lepidaploa gnaphalioides	(Sch.Bip. ex Baker) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais e, possivelmente, Rio de Janeiro. Tem EOO de 502,60 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Embora presente em unidade de conservação (SNUC),a redução e deterioração do habitat, primeiro pela mineração, hoje peloturismo, pela agricultura de subsistência e pelas queimadas que a seguem, são suasprincipais ameaças.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20gnaphalioides	Cerrado
632	ASTERACEAE	Lepidaploa luetzelburgii	(Mattf.) H.Rob.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Por falta de dados a avaliação não pode serconcluída.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20luetzelburgii	Cerrado
633	ASTERACEAE	Lepidaploa pseudaurea	(D.J.N.Hind) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos municípios de Rio de Contas e Morro do Chapéu, no Estado da Bahia. Tem EOO de 3.966,82 km² e AOO de 20 km², sendo encontrada emmenos de cinco locais em situação de ameaça. A área de ocorrência vem sofrendodeterioração pela agricultura, pelo cultivo de frutas, pela pastagem e pelo fogo usadopara implantar estas culturas, além da retirada de madeira para lenha e de plantasornamentais.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20pseudaurea	Cerrado, Caatinga
634	ASTERACEAE	Lepidaploa spixiana	(Mart. ex DC.) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 235,74 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada emmenos de cinco locais em situação de ameaça. Embora presente em unidade deconservação (SNUC), a espécie encontra-se sob ameaça pela redução e deterioração deseu habitat, pela mineração, pelo turismo, pela agricultura de subsistência e pelasqueimadas que a seguem.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20spixiana	Cerrado
635	ASTERACEAE	Leptostelma catharinensis	(Cabrera) A.M.Teles & Sobral	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécieocorre no Estado de Santa Catarina e ocupa área (AOO) de 16 km². Segundo a informação disponível, a estrutura populacional da espécie está severamente fragmentada devido àdeterioração de seu habitat pela agricultura e pela extração de madeira parauso do carvão. As coletas registradas em herbário são antigas, de cerca de 60anos atrás. É encontrada em apenas uma unidade de conservação (SNUC).	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptostelma%20catharinensis	Mata Atlântica
636	ASTERACEAE	Lessingianthus adenophyllus	(Mart. ex DC.) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécieocorre nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais, com AOO de 36 km², sendo encontrada em menos dedez locais em situação de ameaça. Categorizada como ""Em Perigo"" (EN), por habitaro Cerrado e especialmente a Cadeia do Espinhaço em áreas de Campos Rupestres, ambientesujeito à pressão antrópica pelo turismo, pelas queimadas, pelas plantações demonoculturas, pelo extrativismo e pela agricultura de subsistência. Embora encontradaem unidade de conservação (SNUC), sua sobrevivência não está assegurada."	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20adenophyllus	Cerrado
637	ASTERACEAE	Lessingianthus asteriflorus	(Mart. ex DC.) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Gustavo Martinelli	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, com AOO de 68 km². Foram identificadas duas situações de ameaça distintas, considerando a dinâmica de perda e degradação dos Campos Sulinos, no estado Rio Grande do Sul, diferente da realidade encontrada nos Estados de São Paulo e Paraná.  A espécie habita áreas de Cerrado e os Pampas, ambientesaltamente deteriorados e reduzidos pela substituição da vegetação original porplantações e pastagens. Há registros de coleta muito antigos, de 1914 e 1928, no Paraná, onde não existe mais a vegetação original. Além disso, não é encontradaem unidade de conservação (SNUC). Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20asteriflorus	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
638	ASTERACEAE	Lessingianthus constrictus	(Matzenb. & Mafiol.) Dematt.	CR	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundoinformação disponível, a espécie é rara e habita os Pampas do Rio Grande do Sul,em dois municípios, com EOO de 14,61 km². É encontrada em um local em situação de ameaça, uma vez que não está protegida por unidades de conservação. A espécie ocorre em vegetação de Restinga, habitat que vem sendoreduzido e deteriorado.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20constrictus	Pampa (Campos Sulinos)
639	ASTERACEAE	Lessingianthus eitenii	(H.Rob.) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Distrito Federal e no Estado de Goiás, com EOO de15.322,14 km² e AOO de 56 km², em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Habitao cerrado, que vem sendo deteriorado, reduzido e invadido por espéciesexóticas. Segundo informação disponível, várias áreas que mantinham remanescentessignificativos de vegetação nativa de Brasília, desde sua fundação,desapareceram nos últimos anos e outras continuam desaparecendo rapidamente. A espécie é encontrada no Parque Nacional de Brasília.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20eitenii	Cerrado
640	ASTERACEAE	Lessingianthus elegans	(Gardner) H.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Bahia,Minas Gerais, São Paulo e Paraná, com EOO de 1.483.388 km² e AOO de 308 km², em maisde 10 locais em situação de ameaça. Habita a Caatinga e o Cerrado, e emborafora dos limites de vulnerabilidade e encontrada em quatro unidades de conservação (SNUC), os habitats da espécie que vêm sendodeteriorados e reduzidos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20elegans	Cerrado, Caatinga
641	ASTERACEAE	Lessingianthus exiguus	(Cabrera) H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Bahia, Paraná, Santa Catarina, e, possivelmente, no Estado de São Paulo. Tem AOO de 44 km², e pode ser encontrada em menos de 10 locaisem situação de ameaça. Habita o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, em áreas campestres como Campos Limpos e Sujos, Campos Rupestres e Campos de Altitude, assim como nas bordas dasflorestas. Considerando-seque os habitats da espécie vêm sendo deterioradose reduzidos, como a Floresta Ombrófila Mista (Floresta de Araucária),cujos remanescentes florestais não perfazem mais do que 1% da área original, epor ser encontrada em duas unidadesde conservação (SNUC), foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20exiguus	Cerrado, Mata Atlântica
642	ASTERACEAE	Lessingianthus grandiflorus	(Less.) H.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grossodo Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, com EOO de 701.733 km² e AOO de 224 km²,em mais de 10 locais em situação de ameaça. A degradação do solo e dos ecossistemas nativos e a dispersão deespécies exóticas são as maiores e mais amplas ameaças à biodiversidade. O desmatamento noPantanal para a formação de pastagens, com a introdução de gramíneas exóticas,já removeu cerca de 40% das florestas e savanas. A implementação do gasoduto Brasil- Bolívia permitirá o crescimento da exploração de ferro e manganêsna Serra do Urucum - MS e a instalação de indústrias petroquímicas,eventos que intensificarão a perda de habitat já verificada no Pantanal e navegetação do entorno (Harris et al, 2008). É necessário que estudospopulacionais sejam realizados para uma possível mudança de categoria.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20grandiflorus	Cerrado, Pantanal
643	ASTERACEAE	Lessingianthus irwinii	(G.M.Barroso) H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Distrito Federal e nos Estados de Goiás e Minas Gerais. Tem EOO de 27.035,73 km² e AOO de 40 km², em menos de dez locais em situação de ameaça.Habita o Cerrado, que vem sendo deteriorado, reduzido e invadido por espéciesexóticas. Segundo a informação disponível, várias áreas que mantinham remanescentessignificativos de vegetação nativa de Brasília, desde sua fundação,desapareceram nos últimos anos e outras continuam desaparecendo rapidamente. Éencontrada em quatro unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20irwinii	Cerrado
644	ASTERACEAE	Lessingianthus niederleinii	(Hieron.) H.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paranáe Rio Grande do Sul com EOO de 659.519 km² e AOO de 96 km², em mais de 10 locaisem situação de ameaça. A degradação do Cerrado para implantação de agricultura extensivae pecuária são uma grande ameaça às espécies nativas. O desmatamento noPantanal para a formação de pastagens, com a introdução de gramíneas exóticas,já removeu cerca de 40% das florestas e savanas. A implementação do gasoduto Brasil- Bolívia permitirá o crescimento da exploração de ferro e manganêsna Serra do Urucum - MS e a instalação de indústrias petroquímicas,eventos que intensificarão a perda de habitat já verificada no Pantanal e navegetação do entorno (Harris et al, 2008). Nas últimas décadas, cerca demetade da superfície originalmente coberta com os Campos no Estado do RioGrande do Sul foi transformada em outros tipos de cobertura vegetal. Énecessário que estudos populacionais sejam realizados para uma possível mudançade categoria.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20niederleinii	Cerrado, Pantanal
645	ASTERACEAE	Lessingianthus pumillus	(Vell.) H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de Mato Grosso do Sul, MinasGerais, Paraná e, possivelmente, São Paulo e Goiás. Tem AOO de 44 km², em menos de 10 locais em situação de ameaça. Habita o Cerrado, a Mata Atlântica e possivelmente o Pantanal, em habitat quevêm sofrendo forte redução e deterioração (espécies exóticas invasoras de alto poder competititvo e redução de áreas naturais). O desmatamento noPantanal para a formação de pastagens com a introdução de gramíneas exóticas, por exemplo, já removeu cerca de 40% das florestas e savanas da região, enquanto o Espinhaço sofre com os impactos da especulação e expansão imobiliária indiscriminada. Está presente em ao menos quatrounidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20pumillus	Cerrado, Pantanal
646	ASTERACEAE	Lessingianthus reitzianus	(Cabrera) H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, mas ocupa uma área (AOO) de apenas 32 km². É encontrada emmenos de dez locais em situação de ameaça, em Formações Campestres de Altitude.A vegetaçãonativa está descaracterizada e fragmentada, principalmente devido ao processo de degradação pelas atividades de agricultura, extração de carvão mineral e turismo. O estabelecimento descontrolado de áreasde acampamento, a abertura de trilhas e atalhos, o uso inadequado do fogo e a coletade espécies vegetais para uso ornamental geram impactos que podem seragravados com o estabelecimento de espécies exóticas invasoras, que tendem a se propagar com maior vigor que a vegetação nativa emregeneração. As obras de infraestruturade telecomunicações também ameaçam os ecossistemas em regiões montanhosas. A espécie é encontrada em uma unidade deconservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20reitzianus	Mata Atlântica
647	ASTERACEAE	Lessingianthus rosmarinifolius	(Less.) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço, nos Estados de Minas Gerais eBahia, com AOO de 52 km², entre 1500 m e 1750 m de altitude. Segundo a informaçãodisponível, a estrutura populacional da espécie encontra-se severamente fragmentada, em menos de 10 locais em situação de ameaça. O Espinhaço é marcado por uma ocupação humana antiga, vinculada à extração de ouro ou diamantes. Contudo, o declínio das jazidas nofinal do século XIX fez com que as cidades perderam importância. Hoje elas tem no turismosua principal atividade econômica, além da agricultura de subsistência e doextrativismo. Estas áreas estão sujeitas a queimadas frequentes e, em alguns pontos,estão sendo substituídas por monoculturas de eucaliptos e pinheiros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20rosmarinifolius	Cerrado, Caatinga
648	ASTERACEAE	Lessingianthus souzae	(H.Rob.) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre na Chapada dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso de Goiás, no Estado de Goiás, a 1.250 m dealtitude, com AOO de 20 km². Segundo a informação disponível, a população da espécie encontra-seseveramente fragmentada e sua principal ameaça é o fogo, que vem causando declínio contínuo da qualidade do habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20souzae	Cerrado
649	ASTERACEAE	Lessingianthus stoechas	(Mart. ex Baker) H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	NoBrasil, a espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Goiás, nos CamposRupestres, com AOO de 64 km², em menos de 10 locais em situação de ameaça. Aperda e degradação do habitat levaram à fragmentação e vulnerabilidade, a despeito da presença da espécie em três unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20stoechas	Cerrado
650	ASTERACEAE	Lessingianthus subcarduoides	(H.Rob.) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	NoBrasil, a espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e possivelmente São Paulo, em áreas de Campos Rupestres, a1.200 m de altitude, com EOO de 535,38 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Na região central do Espinhaço, as principais ameaças são amineração, a expansão urbana, o turismo, a criação de gado e as queimadas.Está presente em uma unidade de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20subcarduoides	Cerrado
651	ASTERACEAE	Lessingianthus venosissimus	(Sch.Bip. ex Baker) H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso Minas Gerais e possivelmente Acre. Tem distribuição restrita em habitat específico (AOO=36 km²), e pode ser encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, que vem sendodeteriorados, reduzidos e invadidos por espécies exóticas. Segundo a informaçãodisponível, váriasáreas que mantinham remanescentes significativos de vegetação nativa deBrasília, desde sua fundação, desapareceram nos últimos anos e outras continuamdesaparecendo rapidamente. É encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20venosissimus	Cerrado
652	ASTERACEAE	Lessingianthus westermanii	(Ekman & Dusén ex Malme) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado do Paraná, com EOO de 557,45 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. A degradação do Cerrado para implantaçãode agricultura extensiva e pecuária e a introdução de espécies exóticas são ameaçasàs espécies nativas. É encontrada em duas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20westermanii	Cerrado
653	ASTERACEAE	Lessingianthus zuccarinianus	(Mart. ex DC.) H.Rob.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Subarbusto perene, ocorre em ambientes savânicos nas RegiõesSudeste e Centro-Oeste, com AOO de 36 km², sendo encontrada em menos de 10 locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, que vemsendo deteriorados, reduzidos e invadidos por espécies exóticas. A espécie não possui sub populações protegidas dentro dos limites de nenhuma unidade de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20zuccarinianus	Cerrado
654	ASTERACEAE	Lomatozona artemisiifolia	Baker	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre naSerra Dourada, nos municípios de Mossâmedes, Serranópolis, e Jataí, no Estado de Goiás. Tem EOO de 527,34 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em dois locais em situação de ameaça. Habitao Cerrado, cuja redução e deterioração vêm ameaçando a sobrevivência daespécie. A degradação do solo pelo manejo inadequado para a implantação da agriculturae pecuária, com o uso do fogo, a erosão que o segue e o plantio de gramíneasafricanas, além de outras atividades antrópicas, são ameaças aos ecossistemas nativos.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lomatozona%20artemisiifolia	Cerrado
655	ASTERACEAE	Lulia nervosa	(Less.) Zardini	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorrenos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com AOO de 36 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. É encontrada nos Campos deAltitude da Mata Atlântica, habitat que vem sendo deteriorado e reduzido, como a FlorestaOmbrófila Mista (Floresta de Araucária), cujos remanescentes florestais nãoperfazem mais do que 1% da área original. Não foram registradas coletas emunidade de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lulia%20nervosa	Mata Atlântica
656	ASTERACEAE	Lychnophora albertinioides	Gardner	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, aespécie é conhecida apenas por três coletas da primeira metade do século XIX, no Estado de Minas Gerais, nos municípios de Diamantina, Vila de Itambé (em 1840) e São Gonçalo do RioPreto. Tem AOO de 4 km², sendo encontrada em apenas um local em situação de ameaça. A redução edeterioração do Cerrado na região do Espinhaço têm como principais causas amineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e asqueimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20albertinioides	Cerrado
657	ASTERACEAE	Lychnophora blanchetii	Sch.Bip.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é conhecida apenaspela coleta tipo. Por falta de dados a avaliação não pode ser conduzida.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20blanchetii	Cerrado
658	ASTERACEAE	Lychnophora brunioides	Mart.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, no Pico do Itambé, com AOO de 8 km², em um local em situação de ameaça.Habita o Cerrado, nos Campos Rupestres, onde a redução e deterioração têm comoprincipais causas a mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criaçãode gado e as queimadas. Possui registros em ao menos uma Unidades de Conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20brunioides	Cerrado
659	ASTERACEAE	Lychnophora crispa	Mattf.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado da Bahia, na ChapadaDiamantina e, possivelmente, no Estado de Minas Gerais, município de Grão Mogol. Tem EOO de 541,58 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em dois locais em situação de ameaça. Habita a Caatinga e, possivelmente, o Cerrado onde, segundo informaçãodisponível, sua população está severamente fragmentada pela degradação e diminuição do habitat.Tal deterioração há muito vem ocorrendo em função da mineração, das atividades agrícolas e pastagens, do fogo, da extração de madeira e lenha e da extração ilegal de plantas ornamentais. Mesmo estando em unidade de conservação (SNUC), as ameaças persistem.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20crispa	Cerrado, Caatinga
660	ASTERACEAE	Lychnophora diamantinana	Coile & Jones	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos arredores do município de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 203,45 km² e AOO de 16 km², sendo encontrada em um local emsituação de ameaça. Habita o Cerrado nos Campos Rupestres, entre 950 e 1500 m dealtitude, numa região onde foram identificadascomo principais ameaças a mineração, a expansão urbana, o turismodescontrolado, a criação de gado e as queimadas. A espécie tem potencial valor econômico por apresentar diferentes compostosorgânicos com efeitos antinociceptivos e anticonvulsivantes.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20diamantinana	Cerrado
661	ASTERACEAE	Lychnophora ericoides	Mart.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorrenos Estados de Goiás, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais e São Paulo com EOOde 423.832 km² e AOO de 264 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça.Habita o Cerrado nos campos rupestres, entre 700 e 1500 m de altitude. Emboraencontrada em unidades de conservação (SNUC) e fora dos parâmetros de vulnerabilidade,seu habitat vem sofrendo degradação e diminuição por atividades antrópicas comoa mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado,a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20ericoides	Cerrado
662	ASTERACEAE	Lychnophora gardneri	Sch.Bip.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na porção Sulda Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 1.135,65 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em cincolocais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, ambienteameaçado por ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20gardneri	Cerrado
663	ASTERACEAE	Lychnophora granmogolensis	(Duarte) Semir	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados daBahia e Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaço, com AOO de 52 km², sendo encontrada em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres doCerrado, entre 700 e 1240 m de altitude, ambiente ameaçado por ações antrópicas como a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas. Não há registros da espécie em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20granmogolensis	Cerrado, Caatinga
664	ASTERACEAE	Lychnophora humillima	Sch.Bip.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, município de Santana do Riacho, Parque Nacional da Serra do Cipó,com EOO de 536,06 km² e AOO de 8 km². É encontrada em um local em situação de ameaça, nos CamposRupestres do Cerrado que, embora inseridos em uma unidade de conservação (SNUC), sofrem pressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20humillima	Cerrado
665	ASTERACEAE	Lychnophora markgravii	G.M.Barroso	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, nas Serras da Canastra, nos municípios de Cabral e Grão Mogol, com EOO de 2.124,70 km²e AOO de 36 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. Habita osCampos Rupestres do Cerrado que, embora inseridos em uma unidade de conservação, sofrempressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20markgravii	Cerrado
666	ASTERACEAE	Lychnophora martiana	Gardner	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na região do município de Diamantina, com EOO de 3.962,71 km² e AOO de 16 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, ameaçadospela pressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20martiana	Cerrado
667	ASTERACEAE	Lychnophora mello-barretoi	G.M.Barroso	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 327,88 km² e AOO de 20 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, acerca de 1300 m de altitude, cujas principais ameaças são a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas em consequência destas atividades.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20mello-barretoi	Cerrado
668	ASTERACEAE	Lychnophora passerina	(Mart. ex DC.) Gardner	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados daBahia e Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaço, com EOO de 89.837 km² e AOO de 236 km²,em mais de 10 locais em situação de ameaça. Habita os campos rupestres doCerrado, e mesmo sendo encontrada em cinco unidades de conservação (SNUC), sugerimosestudos populacionais e uma futura revisão da categoria indicada.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20passerina	Cerrado, Caatinga
669	ASTERACEAE	Lychnophora phylicifolia	DC.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser concluída.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20phylicifolia	Caatinga
670	ASTERACEAE	Lychnophora pinaster	Mart.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, com EOO de 28.270 km² e AOO de 168 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça. Habita os campos rupestres do Cerrado, e mesmo sendoencontrada em quatro unidades de conservação (SNUC), está sob a pressão da mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.Sugerimos estudos populacionais e uma futura revisão da categoria indicada.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20pinaster	Cerrado
671	ASTERACEAE	Lychnophora pohlii	Sch.Bip.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, no planalto de Diamantina e adjacências, com EOO de 2.699,12 km² e AOOde 44 km², sendo encontrada em cinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres doCerrado, ameaçados pela pressão das ações antrópicas comoa mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação degado e as queimadas em consequência destas atividades.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20pohlii	Cerrado
672	ASTERACEAE	Lychnophora ramosissima	Gardner	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, aespécie ocorre no Estado de Minas Gerais na região dos municípios de Diamantina e Grão Mogol. Durante160 anos, só foi conhecida pela coleta tipo mas, em 2008, foi recoletada por um especialista. Por ser encontrada em apenas dois locais em situação de ameaça, com tão rara ocorrência e em habitat vulnerável, são sugeridos estudos populacionais e revisão da área de ocorrênciapara uma futura mudança de categoria.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20ramosissima	Cerrado
673	ASTERACEAE	Lychnophora regis	H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado daBahia, na Chapada Diamantina, com EOO de 1.097,33km² e AOO de 28 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres e sofre a ameaçade degradação e diminuição do habitat. Tal deterioração há muito vem ocorrendo pela mineração, pelas atividades agrícolas e pastagens,pelo fogo, pela extração de madeira e lenha e pela extração ilegal de plantasornamentais. Mesmo estando em unidade de conservação, as ameaças persistem.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20regis	Caatinga
674	ASTERACEAE	Lychnophora reticulata	Gardner	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó, Serra da Canastra e Pico do Itacolomi, com EOO de 539,12 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Habita as Formações Campestres do Cerrado e da Mata Atlântica, ameaçadas pela pressão das ações antrópicas comoa mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação degado e as queimadas. Segundo informação disponível, a espécie foi citada como ""Provavelmente extinta"" na Lista Vermelha da flora ameaçada do Estado de MinasGerais. Embora presente em duas unidades de conservação (SNUC), sua preservação nãoestá assegurada. São sugeridos mais estudos sobre a espécie e uma possível mudança decategoria."	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20reticulata	Cerrado
675	ASTERACEAE	Lychnophora rosmarinifolia	Mart.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lychnophora rosmarinifolia ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó e na Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, com AOO de 40 km², sendo encontrada em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Habita Formações Campestres no Cerrado, na Caatinga e na Mata Atlântica, habitat ameaçado pela pressão das ações antrópicas como a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas. Embora presente em duas unidades de conservação (SNUC), as ameaças persistem.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20rosmarinifolia	Cerrado, Caatinga
676	ASTERACEAE	Lychnophora santosii	H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado daBahia, na Chapada Diamantina, com EOO de 2.336,78 km² e AOO de 44 km², sendo encontrada em menos de cincolocais em situação de ameaça. Habita as formações campestres da Caatinga e, possivelmente, do Cerrado, ambientes ameaçadospela pressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas. Éconsiderada uma espécie rara e, embora presente em unidades de conservação (SNUC), as ameaças persistem.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20santosii	Caatinga
677	ASTERACEAE	Lychnophora sellowii	Sch.Bip.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó e no Planalto de Diamantina, com EOO de 4.827,44 km²e AOO de 52 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Habita osCampos Rupestres do Cerrado, e algumas áreas de Mata Atlântica, entre 1.150 e 1.350 m de altitude. Enfrenta ameaças deações antrópicas como a mineração, aexpansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas. Emborapresente em unidade de conservação (SNUC), as ameaçaspersistem.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20sellowii	Cerrado
678	ASTERACEAE	Lychnophora sericea	D.J.N.Hind	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado daBahia, entre os municípios de Mucugê e Rio de Contas, com AOO de 8 km², sendo encontrada em umlocal em situação de ameaça. Vive a 1.800 m de altitude, em Formações Campestres e, mesmo estando dentro de uma unidade de conservação (SNUC), sua sobrevivência não estáassegurada.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20sericea	Caatinga
679	ASTERACEAE	Lychnophora souzae	H.Rob.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, no Planalto de Diamantina, com AOO de 4 km², sendo encontrada em um local em situaçãode ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, a 1.300 m de altitude, sobameaça de ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.Embora presente no Parque Estadual de Biribiri, asameaças persistem.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20souzae	Cerrado
680	ASTERACEAE	Lychnophora syncephala	(Sch.Bip.) Sch.Bip.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porção sul da Cadeia do Espinhaço, com EOO de 583,32 km², sendo encontrada em doislocais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, entre 800e 1200 m de altitude. Embora presente em unidade de conservação (SNUC), a diminuição edegradação do habitat são sua principal ameaça, resultante de ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20syncephala	Cerrado
681	ASTERACEAE	Lychnophora tomentosa	(Mart. ex DC.) Sch.Bip.	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porção central da Cadeia do Espinhaço, com EOO de 7.522,07 km², em menosde 10 locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado,entre 1.000 e 1.300 m de altitude. A diminuição e degradação do habitat são suas principais ameaças, e as causas resultam de açõesantrópicas como a mineração, a expansãourbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20tomentosa	Cerrado
682	ASTERACEAE	Lychnophora villosissima	Mart.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porção central da Cadeia do Espinhaço, na região do município de Diamantinae nas serras próximo à cidade de Belo Horizonte. Tem AOO de 32 km², sendo encontrada em menos de cinco locaisem situação de ameaça, nos Campos Rupestres do Cerrado. Embora presente emunidade de conservação (SNUC), a diminuição e degradação do habitat são sua principalameaça, resultante de ações antrópicas como a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20villosissima	Cerrado
683	ASTERACEAE	Lychnophoriopsis candelabrum	(Sch.Bip.) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, com EOO de 254,11 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situaçãode ameaça. A perda e degradação do habitat são as principais ameaças àespécie. Habita o Cerrado na região daSerra do Cabral, onde a agricultura e a pecuária são praticadas com o uso defogo. Os reflorestamentos de pinus e eucaliptos também são grandes ameaças aos recursos naturais, pois geram danos aos fragmentosflorestais e destroem a vegetação nativa.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20candelabrum	Cerrado
684	ASTERACEAE	Lychnophoriopsis damazioi	(Beauverd) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, na Serra do Cipó, com EOO de 1,99 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em menos de cincolocais em situação de ameaça. Embora presente em unidade de conservação (SNUC), a perda e degradação do habitat pelas atividades turísticas e ocupação humanapodem ser impactantes sobre a espécie.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20damazioi	Cerrado
685	ASTERACEAE	Lychnophoriopsis hatschbachii	H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, na região do município de Diamantina, com EOO de 205,24 km² e AOO de 12 km², acima de1.000 m de altitude, no Cerrado. A região de Diamantina tem um histórico deexploração de diamantes nos séc. XVIII e XIX. A atividade garimpeiradegrada o ambiente, destruindo a vegetação e o solo e pondo em risco as espéciesvegetais presentes nestes locais.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20hatschbachii	Cerrado
686	ASTERACEAE	Lychnophoriopsis heterotheca	Sch.Bip.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, nas regiões da Serra do Cabral, Diamantina e Serra do Cipó, com EOO de 8.029,82 km²e AOO de 28 km². A perda e degradação do habitat são as principais ameaças àespécie. Dentre as atividadesimpactantes identificadas, destaca-se a agropecuária, o turismo, a lavra dediamantes e outros minérios e a extração de espécies vegetais ornamentais.O desmatamento é um dos grandes problemas da região e representa um entrave para aconservação da Chapada Diamantina. Na região da Serra do Cabral, aagricultura e a pecuária são praticadas com o uso de fogo e áreas são reflorestadas com pinus e eucaliptos.ç Estas são grandes ameaçasaos recursos naturais, geram danos aos fragmentos florestais e destroem avegetação nativa.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20heterotheca	Cerrado
687	ASTERACEAE	Melanthera latifolia	(Gardner) Cabrera	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica doBrasil ocorrendo também no Paraguai, Bolívia e Argentina. No Brasil ocorre emtodas as regiões, com EOO de 4.422.520 km² e AOO de 360 km². Na Caatinga éutilizada como forrageira. Está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanthera%20latifolia	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
688	ASTERACEAE	Mikania additicia	B.L.Rob.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie foi coletada no Estadodo Rio de Janeiro, em 1935 e 1961, no Parque Nacional do Itatiaia, no Estado de MinasGerais, no Caparaó, e no Estado do Paraná (registro de coleta de 1959).Liana, habita as matas de altitude a 2.000 m, com AOO de 12 km². Embora presente em unidadesde conservação, a espécie não está livre de ameaça. Em consequência da fragmentação edimensão da área de ocorrência e dos poucos e antigos registros de coleta, foienquadrada na categoria ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20additicia	Mata Atlântica
689	ASTERACEAE	Mikania alvimii	R.M.King & H.Rob.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados daBahia e Goiás, com AOO de 56 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Trata-se de um arbusto que habita os Campos Rupestres no Pico das Almas e em Alto Paraíso,duas regiões ameaçadas pela expansão de atividades agropecuárias e pelaocorrência de queimadas.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20alvimii	Caatinga, Cerrado
690	ASTERACEAE	Mikania anethifolia	(DC.) Matzenb.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Uruguai e no Brasil. Em território nacional, está presente no Estado do Rio Grande do Sul, com AOO de 24 km², em cinco locais emsituação de ameaça. Este arbusto cresce nos Campos Sulinos dos Pampas, onde sofre ameaçapela degradação progressiva devido à expansão das atividades agropecuárias, incluindo a introdução de espécies exóticas e as práticas de manejo inadequadas. Estes ecossistemas são muito poucorepresentados em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20anethifolia	Pampa (Campos Sulinos)
691	ASTERACEAE	Mikania argyreiae	DC.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lianaencontrada nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro,São Paulo e Paraná, com AOO de 64 km² Restrita à Mata Atlântica e ao Cerrado, cresce especialmente em áreas de FlorestaOmbrófila Densa e Floresta de Restinga, ambientes extremamente fragmentados porsua deterioração e destruição. Por esse motivo, consideramos que a espécie ocorreem apenas dois locais em situação de ameaça, de acordo com sua presença dentro ou fora de áreas protegidas. Embora representada em unidades deconservação (SNUC) sua sobrevivência não está assegurada.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20argyreiae	Mata Atlântica, Cerrado
692	ASTERACEAE	Mikania biformis	DC.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados dePernambuco, Paraíba, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio deJaneiro e São Paulo, com EOO de 813.860 km² e AOO de 120 km², em mais de 10 locaisem situação de ameaça. Liana presente em diferentes ambientes de MataAtlântica, Caatinga e Cerrado, e em unidades de conservação (SNUC). Embora a área deocorrência esteja dentro do limiar de ameaça, pelo fato de ocorrer em mais de vintemunicípios, foi enquadrada nesta categoria.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20biformis	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
693	ASTERACEAE	Mikania capricorni	B.L.Rob.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de MinasGerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina eRio Grande do Sul, com EOO de 749.554 km² e AOO de 76 km², em mais de 10 locaisem situação de ameaça. Liana presente em diferentes ambientes de MataAtlântica, Pampas e Cerrado, e em unidades de conservação (SNUC). Embora a área deocorrência esteja dentro do limiar de ameaça, pelo fato de ocorrer em mais de 14municípios, foi enquadrada nesta categoria.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20capricorni	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
694	ASTERACEAE	Mikania chlorolepis	Baker	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em diversospaíses da América do Sul e no Brasil nas regiões Sudeste e Sul, com EOO de 522.666 km²e AOO de 132 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Liana presente emdiferentes ambientes de Mata Atlântica, Pampas e Cerrado, e em unidades de conservação (SNUC). Embora a área de ocorrência esteja dentro do limiar de ameaça,pelo fato de ocorrer em mais de 20 municípios, foi enquadrada nesta categoria.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20chlorolepis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
695	ASTERACEAE	Mikania cipoensis	G.M.Barroso	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, na Serra do Cipó, com EOO de 7.918,98 km² e AOO de 72 km², sendo encontrada em menos de cincolocais em situação de ameaça. Este arbusto habita os Campos Rupestres doCerrado, habitat que vem sofrendo deterioração pela mineração, invasão deespécies exóticas, ocorrência de incêndios e expansão urbana.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20cipoensis	Cerrado
696	ASTERACEAE	Mikania clematidifolia	Dusén	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Paraná,Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 36 km², sendo encontrada em menosde 10 locais em situação de ameaça. Trata-se de uma liana que habita as Florestas OmbrófilasDensas e os Campos de Altitude da Mata Atlântica. Foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU) pela diminuição e degradaçãodo habitat resultante das ações antrópicas e invasão de espécies exóticas e pelo fato de ocorrer emcerca de 10 municípios, embora a área de ocorrência esteja dentro do limiar de ameaça."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20clematidifolia	Mata Atlântica
697	ASTERACEAE	Mikania decumbens	Malme	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, SãoPaulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 330.150 km² e AOOde 92 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Arbusto habita a MataAtlântica e o Cerrado, e está presente em unidade de conservação (SNUC). Embora a áreade ocorrência esteja dentro do limiar de ameaça, pelo fato de ocorrer em maisde 14 municípios, foi enquadrada nesta categoria.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20decumbens	Mata Atlântica, Cerrado
698	ASTERACEAE	Mikania dusenii	B.L.Rob.	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, a espécie ocorrena Argentina, no Paraguai e, no Brasil, nos Estados do Paraná (coleta realizada em 1916) e Mato Grosso do Sul (coleta realizada em 1970). A AOO é de 8 km². Suspeita-se que esteja extinta no RioGrande do Sul. Liana da Mata Atlântica e dos Pampas, encontrada em Campos Úmidos, Áreas Brejosas e Florestas de Galeria. A vegetaçãocampestre da região dos Campos Gerais do Paraná e as áreas remanescentes sãoameaçadas pela invasão de espécies exóticas, e vêm sendo reduzidasdrasticamente pela expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20dusenii	Mata Atlântica
699	ASTERACEAE	Mikania firmula	Baker	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"A espécie ocorre no sul do Estado daBahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Com AOO de 32 km², pode ser encontrada em cerca deoito locais em situação de ameaça. Liana da Mata Atlântica, cresce na Floresta OmbrófilaDensa, habitat severamente impactado em toda a área de ocorrência. Emborapresente em unidade de conservação (SNUC), pela dimensão da área de ocorrência epela ameaças incidentes, a espécie foi incluída na categoria ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20firmula	Mata Atlântica
700	ASTERACEAE	Mikania glabra	D.J.N.Hind	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, a espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, com AOO de 12 km². Arbusto dos CamposRupestres do Cerrado, ocorre na região do município de Grão Mogol, estando ameaçadapela ocorrência de queimadas, por atividades de mineração e práticasagropecuárias. As coletas em herbários são antigase não há registro em unidade de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glabra	Cerrado
701	ASTERACEAE	Mikania glauca	Mart. ex Baker	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, a espécie é endêmica dos Estado de Minas Gerais e Bahia, com AOO de 80 km², sendo encontrada em cerca de cinco locaisem situação de ameaça. Este arbusto dos Campos Rupestres do Cerrado, na região da Serrado Cipó, é ameaçada pela ocorrência de queimadas, poratividades de mineração e práticas agropecuárias.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glauca	Cerrado
702	ASTERACEAE	Mikania glomerata	Spreng.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nas regiões Nordeste, Sudeste,Sul e com registros em Goiás. Liana com EOO de 2.060.359 km² e AOO de 608 km², tambémencontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glomerata	Mata Atlântica, Cerrado
703	ASTERACEAE	Mikania hartbergii	W.C.Holmes	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	""	A espécie é endêmica de afloramentos rochosos da região do município de Grão Mogol, no Estado de Minas Gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem EOO de 123,30 km². A região de ocorrência da espécie sofre com a transformação da vegetação em áreas para agricultura e pastagem. Suspeita-se que a espécie esteja sofrendo declínio da qualidade do habitat, AOO e EOO. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hartbergii	Caatinga, Cerrado
704	ASTERACEAE	Mikania hastato-cordata	Malme	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná, Minas gerais, Rio Grande doSul e, possivelmente, Santa Catarina. Tem AOO de 56 km², sendo encontrada em menos de dez locais em situação deameaça. Liana, habita a Mata Atlântica, o Cerrado e os Pampas, ambientes cujodeclínio nos últimos 10 anos vem causando a redução populacional da espécie,tanto pela diminuição da área de ocupação como pela degradação por açõesantrópicas e invasão de espécies exóticas.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hastato-cordata	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
705	ASTERACEAE	Mikania hemisphaerica	Sch.Bip. ex Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nas regiões Sudeste e Sul, comregistros na Bahia. Liana com EOO de 1.815.580 km² e AOO de 192 km², habita a MataAtlântica, o Cerrado e a Caatinga, também encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hemisphaerica	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
706	ASTERACEAE	Mikania itambana	Gardner	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, com EOO de 2.932 km² e AOO de 20 km², sendo encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Este arbusto ocorre nos Campos Rupestres do Cerrado, habitatque vem sendo degradado pelas atividades de mineração, expansão urbana, queimadas e invasão de espécies exóticas.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20itambana	Cerrado
707	ASTERACEAE	Mikania lindbergii	Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre de SantaCatarina até a Bahia. Foi também registrada ocorrência na Serra do Aracá,Amazonas. Com EOO de 2.791.868 km² e AOO de 224 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça, habita diferentes ambientes como florestaestacional semidecidual, floresta ombrófila densa e campos de altitude, na MataAtlântica, Cerrado e Mata Amazônica, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20lindbergii	Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia
708	ASTERACEAE	Mikania lindleyana	DC.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem ampla distribuiçãocom registros de ocorrência nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, com EOOde 3.976.326 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20lindleyana	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
709	ASTERACEAE	Mikania malacolepis	B.L.Rob.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	São necessárias mais informações sobre o tipo de habitat que a espécie ocupa, além de ameças incidentes. Com os dados disponíveis não é possível avaliar se a espécie de fato está sob risco de extinção.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20malacolepis	Cerrado, Mata Atlântica
710	ASTERACEAE	Mikania microdonta	DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estadosde São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás, com EOO de379.526 km² e AOO de 156 km² em mais de 10 locais em situação de ameaça. Liana,habita a Mata Atlântica e o Cerrado, em diferentes ambientes, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20microdonta	Mata Atlântica, Cerrado
711	ASTERACEAE	Mikania microptera	DC.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo na África, Bolívia, Guianas, Peru e Venezuela. No Brasil ocorre nos Estados da região Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pará, com EOO de 891.147 km² e AOO de 44 km². Liana, vive em locais alagadiços na floresta ombrófila densa e na restinga, dos Pampas, Mata Atlântica e Mata Amazônica, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20microptera	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Amazônia
712	ASTERACEAE	Mikania mosenii	Malme	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	O único registro de coleta éde 1876 em Caldas, Minas Gerais. Por insuficiência de dados a avaliação nãopode ser realizada. Sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20mosenii	Cerrado
713	ASTERACEAE	Mikania neurocaula	DC.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível,espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, com AOO de 16 km², sendo encontrada em menos de cinco locaisem situação de ameaça. Este arbusto habita os Campos Rupestres do Cerrado, naregião da Serra do Cipó, habitat que vem sendo degradado pelas de atividades demineração, expansão urbana, queimadas e invasão de espécies exóticas.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20neurocaula	Cerrado
714	ASTERACEAE	Mikania nodulosa	Sch.Bip.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A distribuiçãoda espécie é referida aos Estados da Bahia e Minas Gerais. Existem tambémregistros para São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Sergipe, perfazendo uma EOOde 487.509 km², em mais de 15 locais em situação de ameaça.  Liana na floresta ombrófila densa, tem AOO de 84 km². Pela imprecisão dos dados de distribuição, pelo valor da AOO, dentro dolimiar de ameaça, sugerimos mais estudos sobre a espécie e uma possível mudançade categoria.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20nodulosa	Mata Atlântica, Caatinga
715	ASTERACEAE	Mikania oblongifolia	DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e RioGrande do Sul, com EOO de 549.153 km² e AOO de 308 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20oblongifolia	Mata Atlântica, Cerrado
716	ASTERACEAE	Mikania oreophila	Ritter & Miotto	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécieocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo,com AOO de 32 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Liana da MataAtlântica, vive na Floresta Ombrófila Mista e na Floresta Nebular, entre 750 e1.300 m de altitude. Embora presente em unidade de conservação (SNUC), suasobrevivência está ameaçada pela perda e deterioração do habitat.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20oreophila	Mata Atlântica
717	ASTERACEAE	Mikania pinnatiloba	DC.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécieocorre na Região Sul, com AOO de 68 km², sendo encontrada em menos de 10 locais em situação de ameaça. Arbusto daMata Atlântica e dos Pampas, vive nos campos e em afloramentos rochosos. Emborapresente em unidade de conservação (SNUC), está ameaçada pela diminuição edegradação do habitat por ações antrópicas e pela invasão de espécies exóticas.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20pinnatiloba	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
718	ASTERACEAE	Mikania premnifolia	Gardner	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, com AOO de 28 km², sendo encontrada em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Este arbusto habita os Campos Rupestres do Cerrado, habitat que vem sofrendodeterioração pela mineração, invasão de espécies exóticas, ocorrênciade incêndios e expansão urbana.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20premnifolia	Cerrado
719	ASTERACEAE	Mikania rufescens	Sch.Bip. ex Baker	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, SantaCatarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 116 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça. Liana da Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa,embora representada em unidades de conservação (SNUC), seu habitat está gravementedeteriorado ameaçando sua sobrevivência.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20rufescens	Mata Atlântica
720	ASTERACEAE	Mikania smaragdina	Dusén ex Malme	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos Estados da Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e RioGrande do Sul, com AOO de 112 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça.Liana da Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa, embora representada em unidades de conservação (SNUC), seu habitat está gravemente deteriorado ameaçando suasobrevivência.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20smaragdina	Mata Atlântica
721	ASTERACEAE	Mikania ternata	(Vell.) B.L.Rob.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nas regiões Sul e Sudeste, Bahia e Pernambuco com EOO de971.619 km² e AOO de 328 km², em mais de 10 locais e em diversos ambientes,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20ternata	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
722	ASTERACEAE	Mikania trinervis	Hook. & Arn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nas regiões Sul e Sudeste e Bahia com EOO de 880.243 km² e AOO de 520 km²,em mais de 10 locais e em diversos ambientes, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20trinervis	Mata Atlântica, Cerrado
723	ASTERACEAE	Mikania ulei	Hieron.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, SãoPaulo e Bahia com EOO de 302.960 km² e AOO de 96 km². Liana da Mata Atlântica,vive na floresta ombrófila densa em mais de 10 locais, inclusive em unidadesde conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20ulei	Mata Atlântica
724	ASTERACEAE	Mikania variifolia	Hieron.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre na Argentina, no Paraguai, Uruguai e, no Brasil, há registros noRio Grande do Sul e Paraná. Com AOO de 24 km², é encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Habita as florestas de galeria nos Pampas, habitat que temsido reduzidas e degradadas devido à expansão de áreas utilizadas para aplantação de arroz ao longo dos vales dos rios.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20variifolia	Pampa (Campos Sulinos)
725	ASTERACEAE	Mikania viminea	DC.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem registros para oRio Grande do Sul, Paraná e Goiás, com AOO de 44 km², sendo encontrada em cerca de cinco situações de ameaça. Segundo a informação disponível, os indivíduos coletadosno Rio Grande do Sul estavam próximos a habitações e provavelmente já não maisexistem. Também foi observado que os indivíduos jovens dessa espécie sãoconsumidos pelo gado. O bioma Pampa vem sendo degradado com a expansão dapecuária, das atividades agrícolas e siviculturais com práticas inadequadas demanejo e pela invasão de espécies exóticas. Além disso, o ecossistema é muitopouco representado em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20viminea	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
726	ASTERACEAE	Mikania warmingii	Sch.Bip.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, com AOO de 32 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça.A perda e degradação do habitat são ameaças à espécie. Os campos rupestres da Cadeia do Espinhaço e do Quadrilátero Ferrífero vêm sofrendo com o impacto das atividades de mineração, a invasão porespécies exóticas, a ocorrência de incêndios e a expansão urbana.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20warmingii	Mata Atlântica, Cerrado
727	ASTERACEAE	Minasia alpestris	(Gardner) H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na porçãocentral da Cadeia do Espinhaço, Minas Gerais, com EOO de 1.325,20 km² e AOO de 28 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Erva rupícola, habita oscampos rupestres do Cerrado, cuja degradação pelas atividades de mineração,turismo, incêndios e monocultura de espécies exóticas vem ameaçando aflora nativa, mesmo em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20alpestris	Cerrado
728	ASTERACEAE	Minasia pereirae	H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no planalto deDiamantina e na Serra do Cipó, Minas Gerais, com EOO de 879,19 km² e AOO de 36 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Erva rupícola, habita os camposrupestres do Cerrado, cuja degradação pelas atividades de mineração, turismo, incêndios e monocultura de espécies exóticas vem ameaçando a flora nativa,mesmo em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20pereirae	Cerrado
729	ASTERACEAE	Minasia scapigera	H.Rob.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Planalto deDiamantina e na Serra do Cipó, Minas Gerais, com EOO de 3.803,69 km² e AOO de 56 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Erva rupícola, habita os camposrupestres do Cerrado, cuja degradação pelas atividades de mineração, turismo, incêndios e monocultura de espécies exóticas vem ameaçando a flora nativa,mesmo em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20scapigera	Cerrado
730	ASTERACEAE	Monogereion carajensis	R.M.King & G.M.Barroso	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado doPará, na região de Carajás, com AOO de 8 km². É encontrada em um local em situação de ameaça, sendo a principais a degradação e perda do habitat com aimplantação do Pólo Siderúrgico de Carajás na região.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monogereion%20carajensis	Amazônia
731	ASTERACEAE	Neblinaea promontoriorum	Maguire & Wurdack	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na fronteira daVenezuela e Brasil, onde é encontrada na região do Pico da Neblina, entre 1200e 2100 m de altitude. Arbusto com 1 a 2 m, em vegetação rupestre dos tepuis, viveem ambiente singular, porém, não havendo dados de coleta, nem EOO ou AOO, não é possível determinar se a espécie é rara, ou se a região épouco coletada. Embora encontrada no Parque Nacional do Pico da Neblina, pelacarência de dados, sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neblinaea%20promontoriorum	Amazônia
732	ASTERACEAE	Neocabreria malachophylla	(Klatt) R.M.King & H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de São Paulo, Santa Catarina, RioGrande do Sul e, possivelmente, Paraná, com AOO de 40 km², sendo encontrada em cerca de 10 locais em situação de ameaça. Arbustoperene, pouco frequente, habita a Mata Atlântica em áreas Florestais Estacionais e mais raramente em Florestas Mistas. Este bioma tem sido alvo do intenso processo de exploração predatória e da retirada da coberturavegetal, visando à utilização das áreas para a agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana. Atualmente os remanescentes florestais não perfazem maisdo que 7 a 8% da área original. Portanto, a espécie estáseveramente fragmentada e não há registros de ocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neocabreria%20malachophylla	Mata Atlântica
733	ASTERACEAE	Noticastrum hatschbachii	Zardini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 3.542 km² e AOO de 28 km², sendo encontrada em cercade cinco locais em situação de ameaça. Erva perene, reptante, é frequente em vegetação costeirasobre dunas, onde enfrenta intensa pressão da ocupação humana. Não háregistro de ocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20hatschbachii	Mata Atlântica
734	ASTERACEAE	Noticastrum malmei	Zardini	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul, com EOO de 570,28 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Erva perene, reptante, cresce em vegetação costeira sobre dunas,onde enfrenta intensa pressão da ocupação humana. Está presente no ParqueMunicipal das Dunas da Lagoa da Conceição (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20malmei	Mata Atlântica
735	ASTERACEAE	Noticastrum psammophilum	(Klatt) Cuatrec.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, no Rio Grande do Sul, com EOO de 769,88 km² e AOO de 16 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. Erva perene, reptante, cresce em vegetação costeira sobre dunas,onde enfrenta intensa pressão da ocupação humana. Não há registro deocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20psammophilum	Mata Atlântica
736	ASTERACEAE	Ophryosporus freyreysii	(Thunb.) Baker	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophryosporus%20freyreysii	Mata Atlântica
737	ASTERACEAE	Panphalea araucariophila	Cabrera	EN	B2ab(i,ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 16 km², é encontrada em menos de cinco situações de ameaça. As áreas citadas como de ocorrência da espécie sofrem com o desmatamento da Mata Atlântica, tendo somente pequenos fragmentos de áreas com vegetação. O longo período de ocupação desordenada e atividades agrícolas resultou no declínio continuado de EOO, AOO e da qualidade do habitat.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20araucariophila	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
738	ASTERACEAE	Panphalea cardaminifolia	Less.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2a	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 4.787,63 km², AOO de 12 Km², é encontrada em menos de cinco situações de ameaça. As áreas florestais de ocorrência da espécie apresentam-se muito fragmentadas em consequência da degradação pela agricultura e ocupação desordenada, que causaram o declínio continuado da EOO, AOO e da qualidade do habitat.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20cardaminifolia	Mata Atlântica
739	ASTERACEAE	Panphalea maxima	Less.	CR	B2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta AOO de 4 Km², sendo encontrada em uma situação de ameaça. O município de Água Doce, em Santa Catarina, local de ocorrência da espécie, é relativamente grande, mas encontra-se com a vegetação original bastante fragmentada, sobrando poucas ilhas de mata. O declínio contínuo da EOO, AOO e da qualidade do habitat é causados pelas atividades antrópicas na área de ocorrência da espécie, que foi coletada pela última vez em 1964.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20maxima	Mata Atlântica
740	ASTERACEAE	Panphalea ramboi	Cabrera	CR	B2ab(i,ii,iii)	Gustavo Martinelli	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=4 km²). A coleta existente provavelmente foi feita aleatoriamente, sem um esforço de coleta maior, há algum tempo. Além disso, parece estar fora da unidade de conservação (SNUC), onde a fitofisionomia apresenta-se bastante comprometida, com raras ilhas de vegetação. O desmatamento da área foi ocasionado principalmente pela agricultura e ocupação humana, resultando no declínio contínuo da EOO, AOO e qualidade do habitat. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20ramboi	Mata Atlântica
741	ASTERACEAE	Panphalea smithii	Cabrera	EN	B2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=20 km²) e sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Alguns indivíduos tem ocorrência em áreas preservadas, principalmente montanhas, porém outros encontram-se em regiões com raras ilhas de vegetação, sob pressão da agricultura e pastagem, ocasionando declínio contínuo de AOO, EOO e qualidade do habitat.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20smithii	Mata Atlântica
742	ASTERACEAE	Paralychnophora atkinsiae	D.J.N.Hind	EN	B2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=16 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Área enfrenta forte pressão antrópica pela extração e agricultura, principalmente nas margens de riachos que não estão inseridos em unidades de conservação (SNUC), causando declínio contínuo em AOO, EOO, número de indivíduos maduros e qualidade do habitat da espécie.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20atkinsiae	Caatinga
743	ASTERACEAE	Paralychnophora bicolor	(DC.) MacLeish	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (EOO=158,33 km², AOO=12 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie, com forte pressão antrópica pelo comércio ilegal, garimpo, agricultura e queimadas, sofre com o declínio contínuo da EOO, AOO, do número de indivíduos maduros e da qualidade do habitat da espécie.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20bicolor	Caatinga
744	ASTERACEAE	Paralychnophora harleyi	(H.Rob.) D.J.N.Hind	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (EOO=3.926,59 km², AOO=144 km²), sujeita a duas situações de ameaça distintas, que consideram a presença e ausência em áreas protegidas. Apesar de poucos indivíduos serem encontrados em unidade de conservação (SNUC), a grande maioria dos espécimes ocorre em áreas sob forte pressão antrópica pelo extrativismo vegetal, mineral e atividades agropecuárias. Com isso suspeita-se do declínio contínuo do número de indivíduos maduros, EOO, AOO e da qualidade do habitat da espécie.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20harleyi	Cerrado, Caatinga
745	ASTERACEAE	Paralychnophora patriciana	D.J.N.Hind	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=12 km²) à Caatinga e sujeita a duas situações de ameaça, referentes às duas localidades onde a espécie foi coletada. Área com desmatamento provocado por atividade agropecuária, extração de minérios e vegetal, ocasionando o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20patriciana	Caatinga, Cerrado
746	ASTERACEAE	Paralychnophora reflexoauriculata	(G.M.Barroso) MacLeish	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição ampla em parte do Nordeste brasileiro, com EOO>20.000 km², AOO	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20reflexoauriculata	Caatinga
747	ASTERACEAE	Paralychnophora santosii	(H.Rob.) D.J.N.Hind	VU	B2ab(iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 36 Km² e menos de 10 situações de ameaça. Tem ocorrência em unidade de conservação (SNUC), porém, algumas localidades de distribuição sofrem com atividades agropecuárias, extração ilegal mineral e vegetal e ocupação irregular, causando declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20santosii	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
748	ASTERACEAE	Perezia eryngioides	(Cabrera) Crisci &  Martic.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=12 km²), sujeita a três situações de ameaça distintas. Nota-se que, apesar da espécie ocorrer em áreas relativamente afetadas pela agricultura, extração mineral e ocupação desordenada, causando declínio continuado em extensão de ocorrência, área de ocupação, e qualidade do habitat, o trabalho de coleta não foi realizado por especialista. Portanto, com um esforço pontual, provavelmente novas ocorrência aparecerão (a última coleta aconteceu há mais de 20 anos).	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perezia%20eryngioides	Mata Atlântica
749	ASTERACEAE	Perezia multiflora	Less.	EN	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=12 km²) sujeita a três situações de ameaça distintas. Somente três registros são conhecidos, todos coletados por não especialistas na família Asteraceae, com um esforço de coleta pontual certamente novos registros aparecerão. Nesse momento, a espécie encontra-se em áreas relativamente degradadas, com poucas ilhas de remanescentes. A área de ocorrência da espécie sofre com agricultura e ocupação irregular, que causam o declínio continuado da AOO, EOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perezia%20multiflora	Mata Atlântica
750	ASTERACEAE	Picrosia cabreriana	A.G.Schulz	CR	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (AOO=4 km²), sujeita a apenas uma única situação de ameaça. O local de ocorrência da espécie encontra-se sob forte pressão antrópica pela expansão da atividade agrícola e silvicultural e invasão de espécies exóticas, causando o declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros. A espécie foi coletada há 46 anos por um especialista em Asteraceae e nunca mais  foi registrada  qualquer outra coleta.	2012-07-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrosia%20cabreriana	Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
751	ASTERACEAE	Picrosia longifolia	D.Don	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-07-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrosia%20longifolia	Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
752	ASTERACEAE	Piptocarpha notata	(Less.) Baker	LC	""	Tainan Messina	""	A espécie apresenta distribuição ampla com EOO=194.175,380 km².	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptocarpha%20notata	Mata Atlântica
753	ASTERACEAE	Piptocarpha robusta	G.M.Barroso	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 536,71 Km², sujeita a duas situações de ameaça. A última coleta foi há 43 anos, sendo que, na cidade de Nova Venécia (ES), a floresta vem sendo dizimada para extração de madeira, consequentemente transformando a paisagem natural em pastagem e cultura de café. O mesmo ocorre no município Raul Soares (MG), onde quase nada do que havia de florestas existe. Como resultado dessa invasão, os ambientes apresentam declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptocarpha%20robusta	Mata Atlântica
754	ASTERACEAE	Piptolepis buxoides	(Less.) Sch.Bip.	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (EOO=267,95 km²), sendo conhecida apenas por coletas realizadas na Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Essa localidade foi considerada como uma única situação de ameaça. Entretanto, há indicações de que a espécie ocorra em outras áreas do Estado de MG, sendo necessários portanto, novos trabalhos de campo para atualizar sua distribuição. A área de ocorrência sofre com a ação antrópica, principalmente com o turismo, além da destruição das matas ciliares, dos incêndios, da extração ilegal de madeira e plantação de eucalipto, que causam o declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20buxoides	Cerrado
755	ASTERACEAE	Piptolepis ericoides	Sch.Bip.	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A Espécie com EOO>20000 km², AOO	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20ericoides	Cerrado
756	ASTERACEAE	Piptolepis gardneri	Baker	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie conhecida somente da coleção-tipo. Sem informações sobre EOO, AOO, distribuição geográfica e considerada como ""espécie não resolvida"" no site The Plant List."	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20gardneri	Cerrado
757	ASTERACEAE	Piptolepis imbricata	(Gardner) Sch.Bip.	CR	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita (AOO=4 km²) e sujeita a uma situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre, principalmente, com a mineração e o turismo, que contribuem para o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20imbricata	Cerrado
758	ASTERACEAE	Piptolepis leptospermoides	(Mart. ex DC.) Sch.Bip.	CR	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil com distribuição restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais (AOO=4 km²). A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre, principalmente, com a mineração e o turismo, que contribuem para o declínio continuado de EOO, AOO  e qualidade do habitat.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20leptospermoides	Cerrado
759	ASTERACEAE	Piptolepis monticola	Loeuille	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO < 5000 km2, AOO < 10 km2 e 2 situações de ameaça. Espécie com informações taxonômicas desencontradas, sem local de ocorrência e falta dados de ameaça.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20monticola	""
760	ASTERACEAE	Piptolepis oleaster	(Mart. ex DC.) Sch.Bip.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Sem dados de EOO, AOO, locais de ocorrência e georeferenciamento no mapa.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20oleaster	Cerrado
761	ASTERACEAE	Planaltoa lychnophoroides	G.M.Barroso	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Planaltoa%20lychnophoroides	Cerrado
762	ASTERACEAE	Porophyllum bahiense	D.J.N.Hind	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 13.115,94 Km², encontrada em menos de 10 situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie sofre com a ocupação humana e atividades agriculturais, que causam o declínio continuado em EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Porophyllum%20bahiense	Caatinga
763	ASTERACEAE	Praxelis grandiflora	(DC.) Sch.Bip.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Praxelis%20grandiflora	Cerrado
764	ASTERACEAE	Prestelia eriopus	Sch.Bip.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestelia%20eriopus	Cerrado
765	ASTERACEAE	Proteopsis argentea	Mart. & Zucc. ex Sch.Bip.	VU	B2ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Proteopsis%20argentea	Cerrado
766	ASTERACEAE	Raulinoreitzia leptophlebia	(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raulinoreitzia%20leptophlebia	Cerrado
767	ASTERACEAE	Richterago angustifolia	(Gardner) Roque	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 32 Km², é encontrada em quatro situações de ameaça e ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Tanto a Serra do Cipó quanto a Serra do Espinhaço sofrem com ações antrópicas e incêndios, que causam o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20angustifolia	Cerrado
768	ASTERACEAE	Richterago arenaria	(Baker) Roque	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no perímetro de ocorrência, porém com subpopulações pequenas. Tem EOO de 16.562,80 Km², AOO de 36 Km² e está sujeita a seis situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie tem como principais ameaças a ação antrópica e os incêndios, durante a estação seca, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20arenaria	Cerrado
769	ASTERACEAE	Richterago campestris	Roque & J.N.Nakaj.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 410,56 km², AOO de 20 Km² e sujeita a cinco situações de ameaça. Tem ocorrência em unidade de conservação (SNUC), porém, as ameaças reportadas tais como turismo intenso, mineração e ocupação de áreas causam o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20campestris	Cerrado
770	ASTERACEAE	Richterago caulescens	Roque	CR	B1ab(i,ii,iii,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 91,86 Km² e sujeita a uma situação de ameaça. Está presente em unidade de conservação (SNUC), porém, as suas regiões de ocorrência sofrem com o turismo intenso e a alta incidência de incêndios. Essas ameaças causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20caulescens	Cerrado
771	ASTERACEAE	Richterago conduplicata	Roque	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 108,18 Km², AOO de 20Km² e sujeita a três situações de ameaça. Está presente em unidade de conservação (SNUC) porém, as suas regiões de ocorrência da espécie sofrem com o turismo intenso e a alta incidência de incêndios. Essas ameaças causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20conduplicata	Cerrado
772	ASTERACEAE	Richterago elegans	Roque	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 1.502,50 Km² e sujeita a seis situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, tanto a área protegida como aquelas não protegidas, sofrem com extração vegetal, expansão urbana , turismo descontrolado e queimadas, que acarretam o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20elegans	Cerrado
773	ASTERACEAE	Richterago hatschbachii	(Zardini) Roque	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 463,77 Km² e sujeita a duas situações de ameaça. É endêmica do município de Santana do Riacho (MG) e ocorre em unidade de conservação (SNUC). O último registro da espécie data de 15 anos atrás. Na região da Serra do Cipó vem ocorrendo erosão, turismo descontrolado e atividades agropastoris, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20hatschbachii	Cerrado
774	ASTERACEAE	Richterago lanata	Roque	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil com ocorrência restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais (AOO=12 km²) e sujeita a duas situações de ameaça. A última coleta foi realizada há 14 anos, sendo a região de ocorrência alvo de erosão e incêndios, causando declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Ocorre em unidade de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20lanata	Cerrado
775	ASTERACEAE	Richterago petiolata	Roque & J.N.Nakaj.	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 188,06 Km², AOO de 16 Km² e sujeita a cinco situações de ameaça. Apesar de ocorrer em unidade de conservação (SNUC), a espécie está sujeita à pressão do turismo e à alta frequência de incêndios na estação seca nessas áreas. Essas ameaças causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20petiolata	Cerrado
776	ASTERACEAE	Richterago polyphylla	(Baker) Ferreyra	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 384,94 Km², AOO de 20 Km², está sujeita a cinco situações de ameaça e ocorre em unidade de conservação (SNUC). Na região de distribuição da espécie são observados extração mineral,  atividade agropastoril, turismo predatório e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20polyphylla	Cerrado
777	ASTERACEAE	Richterago riparia	Roque	VU	B2ab(i,ii,iii,v)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 36 Km² e sujeita a sete situações de ameaça. Distribui-se em áreas que sofrem com atividades agrícolas e agropastoris e incêndios, que deterioram a vegetação, causando o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20riparia	Cerrado
778	ASTERACEAE	Richterago stenophylla	(Cabrera) Roque	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 12 Km² e sujeita a três situações de ameaça, ocorrendo somente em unidade de conservação (SNUC). A área da unidade de conservação sofre com turismo excessivo e alta frequência de incêndios, que causam o declínio continuado na EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20stenophylla	Cerrado
779	ASTERACEAE	Richterago suffrutescens	(Cabrera) Roque	CR	B2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie coletada em 1936 e conhecida somente pela literatura. Espécie com AOO de 4 km², sujeita a apenas uma situação de ameaça. A área de ocorrência da espécie, apesar de ter ilhas de vegetação nativa, sofre com a agricultura, que causa o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Recomenda-se um esforço de coleta pontual para a espécie.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20suffrutescens	Cerrado
780	ASTERACEAE	Schlechtendalia luzulifolia	Less.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 589,23 km², AOO de 8 km² e sujeita a duas situações de ameaça. O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, já perdeu quase 54% da vegetação original. Dados recentes de desmatamento do bioma, divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 km² de cobertura nativa foram derrubados, resultando em declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlechtendalia%20luzulifolia	Pampa (Campos Sulinos)
781	ASTERACEAE	Senecio adamantinus	Bong.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20adamantinus	Cerrado, Mata Atlântica
782	ASTERACEAE	Senecio almasensis	Mattf.	CR	B2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional, ocorre na Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita (AOO= 4 km²). A localidade de coleta foi considerada como uma situação de ameaça. Área de ocorrência comprometida por atividades agropastoris, incêndios e extração ilegal de madeira, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Apresenta um único registro de ocorrência realizado 30 anos atrás.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20almasensis	Caatinga
783	ASTERACEAE	Senecio caparaoensis	Cabrera	EN	B1ab(i,ii)+2ab(i,ii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (EOO=337,04 km², AOO=8 km²) e ocorre apenas na Serra do Caparaó, no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, na localidade conhecida como Bom Retiro, no Estado de Santa Catarina. Cada uma das duas localidades foi interpretada como situações de ameaça distinta. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), próximo ao Pico da Bandeira, porém a área tem intensa visitação turística, que compromete as escassas subpopulações locais. A ação antrópica resulta em declínio continuado de EOO e AOO.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20caparaoensis	Mata Atlântica
784	ASTERACEAE	Senecio crassiflorus	(Poir.) DC.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie distribuída na costa atlântica dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Espécie típica de restinga, ambiente alvo de ocupação humana.  Devido a sua distribuição restrita (EOO=25.011,18 km²) torna-se muito vulnerável a incidência de ameaças futuras. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), mas está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20crassiflorus	Mata Atlântica
785	ASTERACEAE	Senecio gertii	Zardini	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil com distribuição restrita (EOO=32,99 km², AOO=20 Km²) à Serra de Grão Mogol, no Estado de Minas Gerais. Foram consideradas duas situações de ameça distintas, segundo a presença e ausência da espécie em áreas protegidas. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), mas a área sofre com extração mineral e vegetal, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20gertii	Caatinga, Cerrado
786	ASTERACEAE	Senecio graciellae	Cabrera	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil, com distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo (EOO=1.605,53 km², AOO=20 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém o Estado do Espírito Santo sofre com a alta frequência de incêndios, extrativismo e agricultura nas regiões altas. Todo esse processo resulta em declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20graciellae	Mata Atlântica
787	ASTERACEAE	Senecio hatschbachii	Cabrera	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 533,80 Km², AOO de 8 Km² e sujeita a duas situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, a região da Serra do Espinhaço sofre com mineração, expansão urbana, turismo e agropecuária, que geram declínio continuado da AOO, EOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20hatschbachii	Cerrado
788	ASTERACEAE	Senecio heteroschizus	Baker	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta EOO de 505,83 km² e está sujeita a duas situações de ameaças distintas. Devido às diversas atividades antrópicas, a vegetação se encontra em diferentes estágios de sucessão. Esse ecossistema de Floresta Ombrófila Mista está ameaçado de extinção em consequência da exploração de madeira e pela substituição de sua área de domínio pela agricultura e pelos reflorestamentos de pinus e eucalipto, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20heteroschizus	Pampa (Campos Sulinos)
789	ASTERACEAE	Senecio langei	Malme	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, com distribuição restrita (EOO=12.089,37 km²) aos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Todas as localidades de coleta foram consideradas situações de ameaça, somando três no total. A AOO da espécie sofre com a exploração madeireira, queimadas, agricultura e ocupação desordenada, que a tornam severamente fragmentada e causam, consequentemente, o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20langei	Mata Atlântica
790	ASTERACEAE	Senecio pohlii	Sch.Bip. ex Baker	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20pohlii	Cerrado, Mata Atlântica
791	ASTERACEAE	Senecio promatensis	Matzenb.	CR	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil com distribuição restrita (AOO=8 km²) aos Campos de Cima da Serra no município de São Francisco de Paula, no Estado do Rio Grande do Sul. A espécie ocorre em corpos d'água e em solos úmidos à margem de turfeiras. A região de ocorrência da espécie faz parte da Floresta Ombrófila Mista, conhecidamente ameaçada pela extração vegetal, queimadas, ocupação irregular e agricultura, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20promatensis	Pampa (Campos Sulinos)
792	ASTERACEAE	Senecio ramboanus	Cabrera	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 575,10 Km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas sob influência de atividades agropecuárias e extração vegetal, que contribuem para o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20ramboanus	Mata Atlântica
793	ASTERACEAE	Senecio riograndensis	Matzenb.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 428,38 Km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Há dois registros na mesma localidade, que sofre com a ação antrópica, tendo como consequência a alteração da vegetação, causando declínio continuado da AOO, EOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20riograndensis	Pampa (Campos Sulinos)
794	ASTERACEAE	Smallanthus araucariophilus	Mondin	CR	B2ab(iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 4 Km² e sujeita a uma situação de ameaça. Com um único registro, ocorre em áreas sob influência de atividades agrícolas e silviculturais e espécies invasoras. Sofre com o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros. Soma-se a essas informações o fato da espécie ter um curto período de floração e frutificação. Foi recentemente descrita, portanto, recomendam-se estudos populacionais.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20araucariophilus	Pampa (Campos Sulinos)
795	ASTERACEAE	Smallanthus connatus	(Spreng.) H.Rob.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>5.000 km², AOO	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20connatus	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
796	ASTERACEAE	Smallanthus riograndensis	Mondin	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	""	A espécie é endêmica do Rio Grande do Sul, sujeita a menos de cinco situações de ameaça, tendo EOO de 578,02 km². A área de ocorrência da espécie sofre com a introdução de espécies exóticas como o eucalipto e pinus, além do declínio da qualidade do habitat decorrente do desmatamento histórico da região.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20riograndensis	Mata Atlântica
797	ASTERACEAE	Stenachaenium macrocephalum	Benth. ex Benth. & Hook.f.	CR	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 4 km² e sujeita a uma situação de ameaça, com um único registro de coleta fora de unidade de conservação. O bioma da espécie vem sofrendo com atividades  agrosilviculturais e a acelerada expansão de pastagens, que degradam ainda mais o que restou da vegetação nativa e causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenachaenium%20macrocephalum	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
798	ASTERACEAE	Stenocephalum monticola	(Mart. ex DC.) Sch.Bip.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não possui dados para análise.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenocephalum%20monticola	Cerrado
799	ASTERACEAE	Stenopadus aracaensis	Pruski	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenopadus%20aracaensis	Amazônia
800	ASTERACEAE	Stenopadus talaumifolius	S.F.Blake	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	As áreas de ocorrência da espécie são de difícil acesso, consequentemente, com baixo esforço de coleta.  O último registro tem mais de 40 anos e portanto recomenda-se estudos mais aprofundados sobre distribuição e estado de conservação das subpopulações.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenopadus%20talaumifolius	Amazônia
801	ASTERACEAE	Stenophalium almasense	D.J.N.Hind	VU	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 2.191,04 Km² e sujeita a cerca de 10 situações de ameaça. Tem um curto período de floração e frutificação (novembro e dezembro), sendo a AOO da espécie assolada por atividades agrícolas que incluem incêndios e extração ilegal de madeira, além da ocupação desordenada da região. Essas ações causam o declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenophalium%20almasense	Caatinga
802	ASTERACEAE	Stevia alternifolia	Hieron.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui uma área de ocupação abaixo de 500 km², porém a respectiva extensão de ocorrência é muito maior que o limite de 20.000 km², e o número de registros é baixo e bem esparsados. A área de ocorrência sofre com atividades agropecuárias, silviculturais. Entretanto a espécie parece ser frequente.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20alternifolia	Mata Atlântica, Cerrado
803	ASTERACEAE	Stevia camporum	Baker	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20camporum	Mata Atlântica
804	ASTERACEAE	Stevia catharinensis	Cabrera & Vittet	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 16 Km² e sujeita a cerca de cinco situações de ameaça. Tem distribuição nos Estados do Paraná e Santa Catarina. A região de ocorrência da espécie sofre com queimadas e plantação de Pinus, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20catharinensis	Mata Atlântica
805	ASTERACEAE	Stevia hilarii	B.L.Rob.	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 4 Km² e uma situação de ameaça. Tem distribuição somente no Estado de Minas Gerais. Apesar de estar presente em unidade de conservação (SNUC), a área de ocorrência da espécie sofre com  incêndios, atividades agropecuárias e mineração, que causam o declínio continuado em  EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20hilarii	Cerrado
806	ASTERACEAE	Stevia leptophylla	Sch.Bip. ex Baker	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional sua distribuição está restrita ao Estado do Paraná (AOO=56 km²) e, possivelmente, de São Paulo, sendo encontrada em duas situações de ameaça, de acordo com sua presença ou ausência em áreas protegidas. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do habitat campestre onde a espécie ocorre.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20leptophylla	Mata Atlântica
807	ASTERACEAE	Stevia organensis	Gardner	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20organensis	Mata Atlântica
808	ASTERACEAE	Stevia pohliana	Baker	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², AOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20pohliana	Cerrado, Mata Atlântica
809	ASTERACEAE	Stevia riedelli	Sch.Bip. ex Baker	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 539,72 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, tendo somente dois registros de coletas. A Serra da Moeda sofre com queimadas, que causam o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do numero de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20riedelli	Mata Atlântica
810	ASTERACEAE	Stevia selloi	(Spreng.) B.L.Rob.	VU	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência na Região Sul do Brasil, com distribuição esparsa. Possui AOO menor que 2.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. No Paraná, a vegetação dos Campos Gerais sofre com atividades agropecuárias, silviculturais e, consequentemente, a invasão de espécies exóticas, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20selloi	Mata Atlântica
811	ASTERACEAE	Steyermarkina dispalata	(Gardner) R.M.King & H.Rob.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie com distribuição restrita (AOO=20 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. No Rio de Janeiro, encontra-se relativamente protegida em unidade de conservação (SNUC), mas, em São Paulo e no Paraná, as áreas em que ocorre apresentam-se perturbadas pela extração ilegal de madeira, ocupação desordenada e mineração, que causam o declínio continuado na EOO, AOO, qualidade do habitat e do numero de indivíduos maduros. Além disso, essas ameaças podem levar a espécie a categorias de maior risco em um futuro próximo. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Steyermarkina%20dispalata	Mata Atlântica
812	ASTERACEAE	Stifftia fruticosa	(Vell.) D.J.N.Hind & Semir	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 12.436,39 km², ocorrência nos Estados do Rio Janeiro e São Paulo. Tem registros em unidades de conservação (SNUC) e está sujeita a cerca de 10 situações de ameaça. Fora das unidades de conservação (SNUC), sofre com extrativismo, ocupação irregular e mineração, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stifftia%20fruticosa	Mata Atlântica
813	ASTERACEAE	Stifftia parviflora	(Leandro) D.Don	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie esparsamente distribuida no Sudeste, com confirmação de recentes coletas em MG depois de 30 anos sem registros. Novos esforços de coletas deverão ser empreendidos, principalmente, dentro dos limites atuais de distribuição da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stifftia%20parviflora	Mata Atlântica, Cerrado
814	ASTERACEAE	Stilpnopappus cearensis	Huber	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição no Nordeste, necessitando esforço de coleta, principalmente, nas lacunas entre o litoral de Natal até Fortaleza e interior da Paraíba (Patos). Ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20cearensis	Caatinga, Mata Atlântica
815	ASTERACEAE	Stilpnopappus semirianus	R.Esteves	EN	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 28 km² e sujeita a cinco situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), mas os locais de ocorrência fora das unidades de conservação sofrem com atividades agriculturais, queimadas e ocupação irregular, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade de habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20semirianus	Caatinga
816	ASTERACEAE	Stilpnopappus suffruticosus	Gardner	CR	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 8 km² e sujeita a uma situação de ameaça. Foram realizadas somente duas coletas, em 1839, e o local de ocorrência sofre com atividades agrícolas e ocupação desordenada, que causam o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20suffruticosus	Caatinga
817	ASTERACEAE	Stilpnopappus tomentosus	Mart. ex DC.	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é bem distribuida na região central da Bahia em campos rupestres. Possui ocorrência em unidades de conservação (SNUC), porém essas áreas sofrem com influência de atividades agriculturais, queimadas, ocupação irregular e extração de madeira para lenha, podendo colocar a espécie em situação de ameaça no futuro.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20tomentosus	Caatinga
818	ASTERACEAE	Stomatanthes dentatus	(Gardner) H.Rob.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição esparsa nos Estados de MG, TO, MT, SP, GO, PR, DF, MS, mostrando nitidamente falta de coleta nessas áreas. Em algumas localidades, a espécie é considerada frequente.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20dentatus	Cerrado
819	ASTERACEAE	Stomatanthes dictyophyllus	(DC.) R.M.King & H.Rob.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição ampla nos Estados de MG, SP, GO, DF e MT. Nitidamente existe uma falta de esforço de coleta no Estado do MT, em vista da lacuna apresentada até SP e DF. Tem ocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20dictyophyllus	Cerrado, Mata Atlântica
820	ASTERACEAE	Stomatanthes loefgrenii	(B.L.Rob.) H.Rob.	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é conhecida somente pelo holótipo, tendo sido coletada há 100 anos. Sua área de ocorrência sofre com ocupação irregular, agropecuária e plantio de eucalipto, que causam a redução e fragmentação da vegetação remanescente. Essas atividades resultaram no declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat. A espécie apresenta AOO de 4 Km² e uma situação de ameaça.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20loefgrenii	Cerrado
821	ASTERACEAE	Strophopappus bicolor	DC.	EN	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Suspeita-se do baixo esforço de coleta para a espécie. A espécie apresenta AOO menor que 500 Km² e cinco situações de ameaça. A área de ocorrência está sob influência de extração mineral, agropecuária e incêndios, causando declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strophopappus%20bicolor	Cerrado
822	ASTERACEAE	Strophopappus ferrugineus	(Baker) R.Esteves	EN	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 16 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Suspeita-se do baixo esforço de coleta entre os pontos conhecidos, porém, nas áreas de ocorrência da espécie são frequentes as ações de extração mineral e perda de habitat por incêndios, tendo como consequência o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strophopappus%20ferrugineus	Cerrado
823	ASTERACEAE	Stylotrichium corymbosum	(DC.) Mattf.	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ocorrência restrita (EOO=1.276,64 km², AOO=28 km²) e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, em locais desprotegidos sob influência de atividades agropecuárias e incêndios, há um declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20corymbosum	Caatinga, Cerrado
824	ASTERACEAE	Stylotrichium edmundoi	G.M.Barroso	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem coletas recentes, porém com EOO de 2.347,93 km², AOO de 20 Km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Parte da área de ocorrência da espécie encontra-se dentro de unidade de conservação (SNUC), porém aquelas não protegidas sofrem com atividades agropecuárias e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20edmundoi	Cerrado, Caatinga
825	ASTERACEAE	Stylotrichium glomeratum	Bautista et al.	CR	B1ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com registros em um único município (EOO < 100 km²) e sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de algumas poucas coletas recentes, a área de ocorrência da espécie sofre com atividades agropecuárias e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e número do número de indivíduos maduros.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20glomeratum	Caatinga
826	ASTERACEAE	Stylotrichium sucrei	R.M.King & H.Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 2.052,71 km², AOO de 16 km² e sujeita a duas situações de ameaça. Apesar de ter coletas recentes, ocorre em locais atingidos por atividades agropecuárias e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20sucrei	Cerrado
827	ASTERACEAE	Symphyopappus casarettoi	B.L.Rob.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO>20.000 km², bem representada na região Sul, com um registro no Estado de SP. Ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20casarettoi	Mata Atlântica
828	ASTERACEAE	Symphyopappus lymansmithii	B.L.Rob.	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com coletas recentes e registros em unidades de conservação (SNUC). Distribuição esparsa na região Sul e no Estado de São Paulo. A espécie, apesar de protegida em algumas localidades, também ocorre em áreas afetadas por espécies invasoras exóticas e atividades agropecuárias e silviculturais, podendo colocá-la em risco no futuro.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20lymansmithii	Mata Atlântica
829	ASTERACEAE	Symphyopappus uncinatus	H.Rob.	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 779,42 km², AOO de 12 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas sujeitas a incêndios, mineração e atividades agropecuárias, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros. Não tem registros de coletas em unidade de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20uncinatus	Cerrado, Caatinga
830	ASTERACEAE	Trichocline catharinensis	Cabrera	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição na região Sul, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20catharinensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
831	ASTERACEAE	Trichocline linearifolia	Malme	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 14.442,01 Km² e sujeita a 10 situações de ameaça. Apesar da área de ocorrência da espécie sofrer a influência de espécies invasoras, o impacto por conta de turismo e as obras para instalação de linhas de energia, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat, nota-se, também, a falta de esforço de coleta entre os pontos de registros apresentados.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20linearifolia	Mata Atlântica
832	ASTERACEAE	Trichocline macrocephala	Less.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída na região Sul, com ocorrência no Sudeste. Segundo autores, a espécie forma densos e extensos agrupamentos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20macrocephala	Mata Atlântica
833	ASTERACEAE	Trichocline maxima	Less.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie sem dados para avaliação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20maxima	Pampa (Campos Sulinos)
834	ASTERACEAE	Trichogonia hirtiflora	(DC.) Sch.Bip. ex Baker	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Ocorre somente em Minas Gerais em registros esparsos, porém com EOO>20.000 km², em diversas unidades de conservação (SNUC). Os campos rupestres vem sofrendo com retirada de madeira para produção de carvão, mineração, incêndios e cultivos agrícolas, colocando a espécie, mesmo protegida, em situação de vulnerabilidade.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichogonia%20hirtiflora	Cerrado
835	ASTERACEAE	Trichogonia menthifolia	Gardner	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Conforme informações da etiqueta de coleta dos dois únicos registros, os espécimes crescem em áreas pertubadas por cultivos, apesar de estarem em unidade de conservação (SNUC), que levam ao declínio continuado de EOO, AOO e número de indivíduos maduros. Os registros foram realizados há 30 anos, com EOO	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichogonia%20menthifolia	Cerrado
836	ASTERACEAE	Trixis glaziovii	Baker	VU	B2ab(i,ii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência em unidades de conservação, porém com AOO menor que 2.000 Km². Com distribuição no sul e sudeste do Brasil, tem registros esparsados, e suspeita-se de baixo esforço de coleta. Está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, com episódios de incêndios em áreas altas, que provocam o declínio continuado em EOO e AOO.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20glaziovii	Mata Atlântica
837	ASTERACEAE	Trixis pallida	Less.	CR	B2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	O único registro de coleta conhecido tem 70 anos. A espécie tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Além da proximidade com áreas urbanas, a localização de ocorrência da espécie sofre com atividades agrosilviculturais e expansão de pastagens, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade de habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20pallida	Pampa (Campos Sulinos)
838	ASTERACEAE	Trixis pruskii	D.J.N.Hind	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), mas ao redor dessas áreas as atividades agriculturais, extração de madeira para lenha e queimadas provocam desmatamento, ocasionando declínio continuado em EOO, AOO, extensão e qualidade do habitar, e número de indivíduos maduros. Se medidas não forem tomadas para neutralizar as ameaças incidentes a espécie pode em um futuro próximo se tornar ameaçada de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20pruskii	Cerrado, Caatinga
839	ASTERACEAE	Trixis thyrsoidea	Dusén ex Malme	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Com distribuição nos Estados do PR e SC, a espécie apresenta EOO>20.000 km². As áreas de ocorrência da espécie apresentam processo de degradação por atividades de agricultura, ocupação desordenada e extração mineral, contribuindo para declínio continuado em EOO, AOO, extensão e qualidade do habitat e número de indivíduos maduros. Medidas precisam ser tomadas para minimizar as ameaças incidentes.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20thyrsoidea	Mata Atlântica
840	ASTERACEAE	Verbesina floribunda	Gardner	NT	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição esparsa na região Sudeste e nos Estados da BA e DF, em várias formações vegetais, incluindo unidades de conservação (SNUC). EOO>20.000 km² e mais de 10 situações de ameaça.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20floribunda	Cerrado, Mata Atlântica
841	ASTERACEAE	Verbesina polyanthes	Toledo	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20polyanthes	Mata Atlântica, Cerrado
842	ASTERACEAE	Verbesina pseudoclaussenii	D.J.N.Hind	CR	B2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 4 km² e sujeita a uma situação de ameaça. A região de Serra Negra vem sofrendo intensa pressão causada pelo turismo ecológico ou de aventura. É bastante explorada para a prática de esportes radicais, que atraem um grande contingente de turistas à área, inclusive com a extração predatória de orquídeas e bromélias, o que causa o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros. Há somente um único registro para a espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20pseudoclaussenii	Caatinga, Cerrado
843	ASTERACEAE	Vernonanthura fagifolia	(Gardner) H.Rob.	VU	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO menor que 2.000 km² e sujeita a cerca de 10 situações de ameaça. As áreas de ocorrência da espécie, mesmo aquelas em grandes altitudes, sofrem com queimadas, extrativismo e ocupação irregular e agropecuária, que resultam em declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vernonanthura%20fagifolia	Cerrado
844	ASTERACEAE	Vernonanthura mucronulata	(Less.) H.Rob.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição ampla nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vernonanthura%20mucronulata	Cerrado
845	ASTERACEAE	Viguiera aspiliodies	Baker	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Por falta de dados consistentes sobre a distribuição geográfica da espécie, não foi possível conduzir a avaliação de risco da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20aspiliodies	Cerrado
846	ASTERACEAE	Viguiera bracteata	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso ou ameaça pontual.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20bracteata	Cerrado
847	ASTERACEAE	Viguiera corumbensis	Malme	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado do Mato Grosso do Sul e restrita a uma EOO de 1.041,36 km². Foram identificadas três situações de ameaça para V. corumbensis, que sofre com o declínio da qualidade do habitat por conta da atividade mineradora presente no seu local de ocorrência. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20corumbensis	Pantanal, Cerrado
848	ASTERACEAE	Viguiera filifolia	Sch.Bip. ex Baker	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO com 3.250,27 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o fogo como ameaça principal a sua sobrevivência. Viguiera filifolia é endêmica do Cerrado e Campos Rupestres e, apesar de ser encontrada também em unidades de conservação (SNUC), as regiões de ocorrência da espécie sofrem com incêndios nas épocas de seca. Portanto, supõe-se que a espécie esteja sofrendo declínio constante da EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20filifolia	Pantanal
849	ASTERACEAE	Viguiera hispida	Baker	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição, a espécie tem menos de cinco situações de ameaça, considerando a degradação intensa da região de ocorrência da espécie, tanto pelas queimadas quanto pela urbanização da região. Recomenda-se estudos populacionais e monitoramento da espécie, a fim de verificar se não há um risco de extinção mais alto.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20hispida	Cerrado
850	ASTERACEAE	Viguiera linearifolia	Chodat & Hassl.	CR	B2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado do Mato Grosso do Sul, com AOO bastante restrito (4 Km²) e ocorre em fragmentos cercados por áreas agrícolas e pastoris. Suspeita-se do declínio constante da qualidade do habitat e da AOO. Recomendam-se estudos populacionais para  a espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20linearifolia	Cerrado
851	ASTERACEAE	Viguiera paranensis	(Malme) Santos	CR	B2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado do Paraná, com AOO bem restrito (4 Km²) e ocorre em fragmentos cercados por áreas agrícolas e pastoris. Suspeita-se do declínio constante da qualidade do habitat e da AOO. Recomendam-se estudos populacionais para  a espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20paranensis	Cerrado
852	ASTERACEAE	Viguiera vernonioides	Baker	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO de 2.280,55 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Suspeita-se do declínio  da EOO, AOO, subpopulações e qualidade do habitat , uma vez que as coletas recentes só encontraram subpopulações pequenas e em beira de estrada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20vernonioides	Cerrado
853	ASTERACEAE	Vittetia bishopii	R.M.King & H.Rob.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A coleta mais recente data de mais de 30 anos e visualizando o mapa de distribuição nota-se, claramente, falta de esforço de coleta entre os pontos conhecidos (de MG ao PR) para melhorar a qualidade dos dados sobre a espécie. Tem distribuição em unidade de conservação (SNUC).	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vittetia%20bishopii	Cerrado
854	ASTERACEAE	Wedelia macedoi	H.Rob.	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com AOO de 4 km²  e sujeita a uma situação de ameaça, tem um único registro feito há 50 anos. Mesmo ocorrendo em unidade de conservação (SNUC), a área sofre com desmatamento e queimadas, causando o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wedelia%20macedoi	Cerrado
855	ASTERACEAE	Wedelia puberula	DC.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição nos Estados de GO, DF e MG, com registros esparsados e numerosos. É encontrada em unidades de conservação (SNUC) com coletas relativamente recentes.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wedelia%20puberula	Cerrado
856	ASTERACEAE	Wunderlichia azulensis	Maguire & G.M.Barroso	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Com distribuição somente nos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo, a espécie apresenta EOO de 4.683,38 Km², AOO de 32 Km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, nos dois Estados, a vegetação vem sendo suprimida pela exploração de madeira, desmatamento para pecuária, agricultura e extração ilegal de vegetais e minerais, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20azulensis	Cerrado
857	ASTERACEAE	Wunderlichia cruelsiana	Taub.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	""	Espécie com AOO de 16 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça. É encontrada em unidades de conservação (SNUC), com distribuição nos Estados de Goiás e Bahia. As localidades de ocorrência da espécie sofrem com queimadas e ocupação irregular, que causam o declínio contínuo em EOO, AOO e qualidade do habitat.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20cruelsiana	Cerrado
858	ASTERACEAE	Wunderlichia senaeii	Glaz. ex Maguire & G.M.Barroso	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 2.568,73 km², AOO de 24 km² e sujeita a duas situações de ameaça, considerando a presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). A Cadeia do Espinhaço tem áreas relativamente conservadas, porém, aquelas mais próximas dos centros urbanos sofrem com ocupação irregular, queimadas e pecuária, que tem como consequência o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20senaeii	Cerrado
859	AYTONIACEAE	Asterella venosa	(Lehm. & Lindenb.) A.Evans	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, sendo considerada comum principalmente no Brasil, Uruguai e Argentina.	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterella%20venosa	Mata Atlântica, Cerrado
860	BALANOPHORACEAE	Helosis cayennensis	(Sw.) Spreng.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helosis%20cayennensis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
861	BALANOPHORACEAE	Langsdorffia hypogaea	Mart.	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC)."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Langsdorffia%20hypogaea	Amazônia, Caatinga, Cerrado
862	BALANOPHORACEAE	Lophophytum leandri	Eichler	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC)."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophophytum%20leandri	Mata Atlântica
863	BEGONIACEAE	Begonia albidula	Brade	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie herbácea encontrada principalmente em Inselbergs do Espírito Santo, tendo uma distribuição restrita (EOO=2886.63 Km², AOO=68 Km²) e especificidade de habitat. Essas formações graníticas vêm sofrendo intensa exploração por mineradoras, o que poderá causar a extinção de subpopulações que ocorrem nas áreas exploradas. Além disso, é possível haver uma subpopulação em Manhuaçu, Minas Gerais, distante do restante das demais subpopulações no Espírito Santo. Suspeita-se, portanto, que a espécie seja severamente fragmentada.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20albidula	Mata Atlântica
864	BEGONIACEAE	Begonia altamiroi	Brade	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. altamiroi é uma espécie encontrada em Campos de Altitude e Rupestres do Espírito Santo e Minas Gerais, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=16 Km²). Está sujeita a quatro situações de ameaça, sendo uma delas a redução do habitat. O município de Castelo (ES), por exemplo, perdeu mais de 80% de vegetação nativa até 2011 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Além disso, aparentemente é uma espécie bastante rara, uma vez que a maioria das suas coletas foi feita na década de 1940. Foi coletada novamente apenas em 1994.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20altamiroi	Mata Atlântica
865	BEGONIACEAE	Begonia angularis	Raddi	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada em florestas úmidas do Espírito Santo ao Paraná. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20angularis	Mata Atlântica
866	BEGONIACEAE	Begonia apparicioi	Brade	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"B. apparicioi é uma espécie herbácea encontrada em matas do Espírito Santo e Minas Gerais. Trata-se de uma espécie rara, com poucos registros de ocorrência, a última coleta feita há 15 anos. Tem uma distribuição bastante restrita (AOO=28 Km²) e uma população severamente fragmentada. Além disso, ocorre em uma região sob intensa pressão antrópica. Dessa maneira, B. apparicioi é considerada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20apparicioi	""
867	BEGONIACEAE	Begonia bahiensis	A.DC.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. bahiensis é uma espécie que, como o epíteto específico sugere, ocorre principalmente no sul do Estado da Bahia (AOO=124 Km²) e, possivelmente, no Espirito Santo. Essa região sofre com o intenso desmatamento, como o município de Jussari (BA) que perdeu cerca de 95% da sua vegetação nativa (SOS Mata Atlântica, INPE, 2011). Por ter subpopulações no Estado do Espírito Santo, essa espécie pode ser considerada severamente fragmentada.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20bahiensis	Mata Atlântica
868	BEGONIACEAE	Begonia besleriifolia	Schott	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. besleriifolia é uma espécie arbustiva encontrada na Mata Atlântica da Bahia e, possivelmente, no Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. Suspeita-se que suas subpopulações ocorram de maneira disjunta, uma vez que estão distantes entre si. Assim, suspeita-se que a população dessa espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, esse arbusto ocorre em áreas que sofrem forte pressão antrópica, com intenso desmatamento.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20besleriifolia	Mata Atlântica
869	BEGONIACEAE	Begonia brevilobata	Irmsch.	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"B. brevilobata é uma espécie endêmica de São Paulo, mais especificamente da Estação Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba. É uma espécie extremamente rara, com apenas uma coleta feita há quase 100 anos, de maneira que o conhecimento sobre a espécie é muito deficiente e a espécie pode até mesmo estar extinta na natureza. Recomenda-se que novos estudos devem ser feitos nesta unidade de conservação (SNUC) com o objetivo de se encontrar subpopulações remanescentes dessa espécie, bem como o atual estado de conservação de cada uma delas. Dessa maneira, B. brevilobata é considerada ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20brevilobata	""
870	BEGONIACEAE	Begonia coccinea	Hook.	EN	A2cd,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. coccinea é uma planta potencialmente ornamental encontrada apenas nas Florestas Úmidas e Montanhosas dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, tendo distribuição restrita (AOO=48 Km²). Sua ocorrência é disjunta entre os dois Estados, permitindo supor que tenha uma população severamente fragmentada. Por seu potencial ornamental, suspeita-se que a coleta predatória seja uma ameaça à sua sobrevivência. Além disso, tratando-se de uma planta epífita que cresce em árvores de 20 a 30 metros, suspeita-se que esteja sofrendo com a ameaça da perda do habitat, que pode alcançar cerca de 80% no Estado do Rio de Janeiro. Dessa maneira, suspeita-se que a redução populacional da espécie tenha sido maior do que 50% nos 15 anos (considerando tempo de geração igual a cinco anos para espécie arbustiva).	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20coccinea	Mata Atlântica
871	BEGONIACEAE	Begonia crispula	Brade	CR	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. crispula é uma espécie endêmica e rara, encontrada apenas no Estado do Espírito Santo, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=4 Km²). Entretanto, sua AOO pode ser maior, uma vez que há muitas coletas sem localidade definida. Essa espécie ocorre em uma região com intenso desmatamento: Aracruz perdeu cerca de 95% e  Ibiraçu, 90% de vegetação nativa até 2011. Suspeita-se, portanto, que a redução populacional tenha sido maior do que 80% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração para espécie de cerca de dois anos). Além disso, por ocorrer em uma região que sofre intensa pressão de desmatamento, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20crispula	Mata Atlântica
872	BEGONIACEAE	Begonia curtii	L.B.Sm. & B.G.Schub.	VU	A2c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia curtii é uma espécie herbácea ou subarbustiva encontrada principalmente no Estado do Espírito Santo, mas com ocorrência também em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Tem uma distribuição bastante restrita (EOO = 18005,52 Km²), sendo encontrada em uma região sob intensa pressão antrópica. O Estado do Espírito Santo, por exemplo, perdeu cerca de 90% de vegetação até 2011, de maneira que se suspeita que a população dessa espécie seja severamente fragmentada. Suspeita-se também que a redução populacional da espécie tenha sido maior do que 30% nos últimos 15 anos (considerando tempo de geração de cinco anos para a espécie).	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20curtii	Mata Atlântica
873	BEGONIACEAE	Begonia dentatiloba	A.DC.	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia dentatiloba é uma espécie subarbustiva de distribuição restrita (AOO=40 Km²) e subpopulações pequenas, encontrada principalmente em Florestas Úmidas do Estado do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro sofreu intenso desmatamento, com perda de vegetação nativa de cerca de 80%. Em consequência, suspeita-se que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 15 anos (considerando tempo de geração de cinco anos para a espécie). Além disso, por ocorrer em uma paisagem altamente antropizada, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20dentatiloba	Mata Atlântica
874	BEGONIACEAE	Begonia descoleana	L.B.Sm. & B.G.Schub.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie ornamental e amplamente distribuída nos Estados do sul do Brasil. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC), em relação ao risco de extinção."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20descoleana	Mata Atlântica
875	BEGONIACEAE	Begonia espiritosantensis	E.L.Jacques & Mamede	EN	A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia espiritosantensis, como o epíteto específico sugere, é uma  espécie herbácea encontrada apenas no Estado do Espírito Santo, tendo uma distribuição bastante restrita (EOO=1124,59 Km² e AOO=16 Km²). Está sujeita a apenas quatro situações de ameaça, sendo uma delas a perda de habitat: os municípios onde a espécie ocorre perderam mais de 80% da vegetação nativa até 2011. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos seis nos (considerando tempo de geração de cerca de dois anos para a espécie).	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20espiritosantensis	Mata Atlântica
876	BEGONIACEAE	Begonia fruticosa	(Klotzsch) A.DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada em florestas úmidas da Bahia ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20fruticosa	Mata Atlântica
877	BEGONIACEAE	Begonia handroi	Brade	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia handroi é uma espécie herbácea endêmica do Estado de São Paulo, com distribuição bastante restrita (EOO=1478,76 Km² e AOO=16 Km²). Com base no número de subpopulações, suspeita-se que esteja sujeita a quatro situações de ameaça. Uma delas é a perda de habitat, podendo ser de cerca de 80% só no município de São Paulo.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20handroi	Mata Atlântica
878	BEGONIACEAE	Begonia herbacea	Vell.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie com potencial ornamental, amplamente distribuída (EOO=36677,5  km²), encontrada do norte do Estado do Rio de Janeiro ao Estado do Paraná. Apesar de ocorrer em áreas com intensa pressão antrópica, ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20herbacea	Mata Atlântica
879	BEGONIACEAE	Begonia hirtella	Link	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie com potencial ornamental e amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica e Amazônia. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) e em áreas alteradas. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20hirtella	Amazônia, Mata Atlântica
880	BEGONIACEAE	Begonia hispida	Schott	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie com potencial ornamental, medicinal e amplamente distribuída, sendo encontrada em Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20hispida	Mata Atlântica
881	BEGONIACEAE	Begonia huegelii	(Klotzsch) A.DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada de Minas Gerais ao Paraná. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20huegelii	Mata Atlântica
882	BEGONIACEAE	Begonia ibitiocensis	E.L.Jacques & Mamede	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia ibitiocensis é uma espécie  encontrada principalmente no Estado de Espírito Santo, mas com registro também para o norte do Rio de Janeiro, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=28 Km²). Ocorre em uma região que sofreu e sofre intensa pressão antrópica, resultando principalmente na perda de habitat, que gera paisagens fragmentadas, dificultando a dispersão da espécie.	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ibitiocensis	Mata Atlântica
883	BEGONIACEAE	Begonia inconspicua	Brade	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia inconspicua é uma espécie bastante rara, encontrada apenas em Rio Doce e Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo. Tem uma distribuição muito restrita (AOO=8 Km²)  e é encontrada em uma região que sofre intensa pressão antrópica: Santa Teresa perdeu cerca de 80% e Rio Doce, cerca de 90% de vegetação nativa até 2011. Por ocorrerem em uma região significativamente impactada pela ação humana, suspeita-se que essas duas subpopulações sejam severamente fragmentada.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20inconspicua	Mata Atlântica
884	BEGONIACEAE	Begonia integerrima	Spreng.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie ornamental amplamente distribuída encontrada em matas úmidas do Espírito Santo a São Paulo. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20integerrima	Mata Atlântica
885	BEGONIACEAE	Begonia itaguassuensis	Brade	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia itaguassuensis é uma espécie  herbácea encontrada em Florestas Úmidas do Espírito Santo e do sul da Bahia, tendo uma distribuição restrita (AOO=72 Km²). A distribuição é disjunta, de maneira que se suspeita que a população seja severamente fragmentada. Além disso ocorre em áreas que sofrem intensa pressão antrópica. O Estado do Espírito Santo, por exemplo, perdeu quase 90% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração de dois anos).	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20itaguassuensis	Mata Atlântica
886	BEGONIACEAE	Begonia itatinensis	Irmsch. ex Brade	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. itatinensis  é uma espécie potencialmente ornamental e medicinal encontrada principalmente na região da Serra do Mar no Estado de São Paulo, mas tem registros também para os Estados do Riode Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, e possivelmente, Paraná. Ocorre sobretudo em Florestas Úmidas bem preservadas. A maior parte das coletas foi feita em unidades de conservação, o que poderia assegurar a conservação da espécie. Entretanto, as unidades de conservação sofrem ameaças, como a presença de caçadores e a coleta predatória de espécimes vegetais. Além disso, sua distribuição é disjunta e algumas subpopulações estão isoladas no Sul do país, de maneira que se suspeita que a população de B. itatinensis seja severamente fragmentada.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20itatinensis	Mata Atlântica
887	BEGONIACEAE	Begonia jureiensis	S.J.Gomes da Silva & Mamede	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. jureiensis, como o epíteto específico sugere, é uma espécie endêmica da Juréia, no estado de São Paulo. Tem, portanto, uma distribuição bastante restrita (AOO=4 Km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça: a ocupação irregular na Estação Ecológica Juréia-Itatins. Descrita recentemente, novos estudos devem ser realizados na unidade de conservação e arredores, com o objetivo de se verificar o número de subpopulações e o seu estado atual de conservação.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20jureiensis	Mata Atlântica
888	BEGONIACEAE	Begonia kuhlmannii	Brade	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. kuhlmannii é uma espécie  herbácea endêmica do Espírito Santo, tendo uma distribuição bastante restrita (EOO=3773,40 Km² e AOO=64 Km²), concentrada na região de Santa Teresa, embora existam coletas mais distantes. Como a espécie ocorre em uma região que sofre intensa perda de habitat, suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20kuhlmannii	Mata Atlântica
889	BEGONIACEAE	Begonia larorum	L.B.Sm. & Wassh.	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. larorum é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1920, na Ilha de Alcatrazes, São Paulo. É, portanto, uma espécie rara e com distribuição bastante restrita (AOO=4 Km²). Por ser uma espécie insular, está sujeita a processos ecológicos que podem levá-la à extinção, como a presença de espécies exóticas invasoras. Esse processo já pode ter acontecido, uma vez que a única coleta foi feita há quase 100 anos. Entretanto, novos estudos devem ser feitos na Ilha com o intuito de se verificar a ocorrência e o estado atual de conservação da espécie.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20larorum	Mata Atlântica
890	BEGONIACEAE	Begonia obscura	Brade	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"B. obscura é uma obscura espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, mas sem localidade de coleta. Sem essa informação, não é possível saber sua distribuição e ameaças incidentes sobre a espécie ou localidade. Entretanto, as coletas foram feitas há mais de 50 anos, de maneira que B. obscura pode até estar extinta. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se procurar subpopulações na natureza, bem como avaliar seu estado de conservação (SNUC). Com as informações disponíveis até o momento, B. obscura é considerada como uma espécie ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20obscura	Mata Atlântica
891	BEGONIACEAE	Begonia organensis	Brade	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia organensis é uma espécie rara, de distribuição restrita (EOO=2.597,08 km² e AOO =24 km²). Encontrada de maneira disjunta em Campos de Altitude da Serra dos Órgãos (RJ) e da Serra da Bocaina (SP), suspeita-se que seja severamente fragmentada. Além disso, ambas as serras sofrem ameaças que podem levar a espécie à extinção, como a queimada de origem antrópica e oturismo descontrolado.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20organensis	Mata Atlântica
892	BEGONIACEAE	Begonia paranaensis	Brade	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. paranaensis, como o epíteto específico sugere, ocorre no Estado do Paraná, mas também há registros em São Paulo. Tem uma distribuição bastante restrita (AOO=36 Km²) e disjunta, de maneira que se suspeita que a espécie seja severamente fragmentada. Essa  suspeita está embasada também pelo fato da região sofrer intenso desmatamento, o que dificultaria o fluxo gênico entre subpopulações.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20paranaensis	Mata Atlântica
893	BEGONIACEAE	Begonia paulensis	A.DC.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. paulensis é uma espécie potencialmente ornamental e rara, encontrada em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Tem uma distribuição bastante restrita (AOO=16 Km²). Está sujeita a quatro situações de ameaça, dentre as quais o desmatamento na Serra da Mantiqueira, que pode levar a população dessa espécie a ser severamente fragmentada e à extinção.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20paulensis	Mata Atlântica
894	BEGONIACEAE	Begonia perdusenii	Brade	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A begônia-de-Per-Dusén é uma espécie encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica, mas de maneira disjunta. Tem, portanto, uma área de ocupação restrita (AOO =20 km²), além de uma população severamente fragmentada. Essa fragmentação deve-se também aos índices de desmatamento nos Estados em que ela ocorre, que pode ser de quase 90% no Estadodo Paraná, no que diz respeito à Mata Atlântica. Dessa maneira, suspeita-se que a população tenha sofrido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração de dois anos para a espécie).	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20perdusenii	Mata Atlântica, Cerrado
895	BEGONIACEAE	Begonia piresiana	Handro	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia piresiana é endêmica do Estado de São Paulo, tendo poucas e antigas coletas. Sua área deocupação é bastante pequena (AOO =8 km²). As coletas foram feitas em áreas sob intensa pressão antrópica. Houve apenas uma coleta em unidade de conservação, na cidade de São Paulo, 20 anos atrás. Por ocorrer em áreas densamente povoadas, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre subpopulações deve ser dificultado pela presençahumana.	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20piresiana	Mata Atlântica
896	BEGONIACEAE	Begonia pluvialis	L.B.Sm. ex S.F.Sm. & Wassh.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia pluvialis é uma espécie endêmica do Estado do Paraná, com distribuição restrita (EOO=160,73 Km² e AOO=12 Km²). Está sujeita a três situações de ameaça, dentre as quais a invasão de espécies na região de Morretes e Paranaguá.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20pluvialis	Mata Atlântica
897	BEGONIACEAE	Begonia polygonifolia	A.DC.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia polygonifolia é uma liana encontrada no Estado do Espírito Santo e sul da Bahia (AOO=28 Km²). Ocorre em uma região que sofre intenso desmatamento, resultando em uma paisagem fragmentada. Essa paisagem pode causar dificuldades no fluxo gênico entre indivíduos, levando a uma fragmentação severa da população.	2012-08-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20polygonifolia	Mata Atlântica
898	BEGONIACEAE	Begonia radicans	Vell.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada da Bahia a Santa Catarina, ainda que de forma descontínua. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, principalmente na Região Sul, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20radicans	Mata Atlântica
899	BEGONIACEAE	Begonia rufa	Thunb.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A espécie é amplamente distribuída e considerada comum em algumas das regiões de ocorrência.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20rufa	Mata Atlântica, Cerrado
900	BEGONIACEAE	Begonia ruschii	L.Kollmann	CR	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	B. ruschii é uma begônia endêmica da Estação Biológica de Santa Lúcia (ES), encontrada apenas em paredões rochosos próximos a cachoeiras (EOO=18,24 Km²). Apesar de ocorrer em uma unidade de conservação, sofre com ameaças constantes de incêndios provocados por moradores vizinhos. Caso os incêndios atinjam o habitat dessa begônia, ela pode ser extinta em um período curto de tempo.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ruschii	Mata Atlântica
901	BEGONIACEAE	Begonia salesopolensis	S.J.Gomes da Silva & Mamede	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia salesopolensis, como o epíteto específico sugere, é uma espécie endêmica da região de Salesópolis, São Paulo (AOO=8 Km²). Apesar de ocorrer em unidades de conservação (SNUC), a escassez de coletas e fato de as mesmas terem quase 20 anos levam à suspeita que a espécie seja rara. Além disso, tais unidades de conservação estão sujeitas à exploração ilegal de espécimes vegetais.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20salesopolensis	Mata Atlântica
902	BEGONIACEAE	Begonia santoslimae	Brade	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia santoslimae é uma espécie encontrada principalmente no Estado do Espírito Santo, mas com registro para o Estado do Rio de Janeiro, tendo, portanto, uma distribuição bastante restrita (EOO= 3.977,26 Km² e AOO=28 Km²). Devido à coleta no Estado do Rio de Janeiro ter sido feita distante das demais subpopulações, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada. Essa suspeita é reforçada pelo fato de que a espécie ocorre em uma região que sofre intensa pressão de desmatamento.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20santoslimae	Mata Atlântica
903	BEGONIACEAE	Begonia scharffii	Hook.	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Esta é uma begônia endêmica da ilha de Florianópolis, Santa Catarina (AOO=4 Km²), encontrada apenas em paredões de arenito, em locais sombreados. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, de maneira que se suspeita que o turismo descontrolado na ilha pode levar essa espécie à extinção. Esse evento já pode estar em curso, tendo em vista que a espécie não é coletada há mais de 40 anos.	2012-08-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20scharffii	Mata Atlântica
904	BEGONIACEAE	Begonia smilacina	A.DC.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia smilacina é uma espécie com distribuição restrita (AOO=76 Km²) encontrada principalmente no sul da Bahia e possivelmente no Espirito Santo. A região do sul da Bahia vem sofrendo com o intenso desmatamento e a fragmentação florestal, ameaças que poderiam levar a espécie à extinção. Além disso, a subpopulação no Espírito Santo pode ser geneticamente isolada do restante das subpopulações, caso o fluxo gênico entre estas seja dificultado. Essa suspeita baseia-se no fato de os Estados onde a espécie ocorre terem sofrido intenso desmatamento.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20smilacina	Mata Atlântica
905	BEGONIACEAE	Begonia stenolepis	L.B.Sm. & R.C.Sm.	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia stenolepis é uma espécie encontrada nos Estados do Paraná e Santa Catarina (AOO=56 Km²). Tais Estados sofreram intenso desmatamento, sendo que Paraná perdeu cerca de 85% e Santa Catarina 80% de vegetação nativa até 2011. Suspeita-se, portanto que B. stenolepis tenha não somente uma população severamente fragmentada (uma vez que o fluxo gênico é dificultado pela fragmentação florestal), mas também que tenha tido uma redução populacional maior do 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração igual a dois anos para a espécie).	2012-08-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20stenolepis	Mata Atlântica
906	BEGONIACEAE	Begonia sylvatica	Meisn. ex A.DC.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia sylvatica é uma espécie com distribuição disjunta entre a Bahia e o Espírito Santo, tendo uma área de ocupação pequena (AOO=32 Km²). Devido a essa disjunção, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada. Além disso, a espécie ocorre em áreas que sofrem intensa perda de habitat.	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20sylvatica	Mata Atlântica
907	BEGONIACEAE	Begonia toledoana	Handro	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia toledoana é uma begônia endêmica da região sul do Estado de São Paulo (EOO=1.392,11 Km² e AOO=36 Km²). Essa região sofreu um intenso desmatamento para o plantio de espécies frutíferas comerciais, como a banana. Suspeita-se que o desmatamento leve a população dessa  begônia a ser severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre subpopulações é prejudicado.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20toledoana	Mata Atlântica
908	BEGONIACEAE	Begonia ulmifolia	Willd.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada do Rio de Janeiro à Paraíba. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, suspeita-se que essa espécie seja abundante devido ao grande número de coletas. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ulmifolia	Mata Atlântica, Caatinga
909	BEGONIACEAE	Begonia undulata	Schott	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia undulata é uma espécie medicinal, encontrada principalmente nas proximidades do município do Rio de Janeiro (AOO=44 Km²). Entretanto, há subpopulações disjuntas em São Paulo e na região de Cabo Frio (RJ), de maneira que se suspeita que a população seja severamente fragmentada. Além disso, o município do Rio de Janeiro possui uma considerável extensão de floresta que vem sofrendo com a especulação imobiliária.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20undulata	Mata Atlântica
910	BEGONIACEAE	Begonia valdensium	A.DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada em lugares fragmentados da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20valdensium	Mata Atlântica
911	BEGONIACEAE	Begonia venosa	Skan ex Hook.	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia venosa, apesar de constar como sendo endêmica da Ilha de Alcatrazes, tem um registro para Ilhabela (ambas no Estado de São Paulo). Apesar disso, a espécie possui uma distribuição bastante restrita (AOO=8 Km²). Suspeita-se que seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre as ilhas deve ser prejudicado. Além disso, as ilhas, de maneira geral, são ambientes sensíveis, estando sujeitas à invasão biológica.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20venosa	Mata Atlântica
912	BEGONIACEAE	Begonia vicina	Irmsch.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Begonia vicina é uma espécie endêmica do Estado de São Paulo, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=12 Km²) e disjunta. Suspeita-se que essa disjunção possa levar a espécie a uma severa fragmentação, uma vez que o fluxo gênico entre as subpopulações é dificultado pela distância. O fluxo gênico pode ser dificultado também devido ao fato da região ser altamente desmatada.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20vicina	Mata Atlântica
913	BERBERIDACEAE	Berberis campos-portoi	Brade	CR	B1ab(ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Berberis campos-portoi é um arbusto endêmico das Florestas Úmidas e dos Campos de Altitude do Parque Nacional do Caparaó. Apresenta EOO estimada inferior a 100 km², sendo categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). A incidência de fogo é a principal ameaça no local, mesmo em uma unidade de conservação de proteção integral, identificando uma situação de ameaça que reduz a AOO e qualidade do habitat."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Berberis%20campos-portoi	Mata Atlântica
914	BERBERIDACEAE	Berberis kleinii	Mattos	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Berberis kleinii é um arbusto da Região Sul do Brasil e do Parque Nacional do Itatiaia (PNI). Rara, a espécie tem tamanho populacional pequeno, ocorrendo em Florestas Úmidas e Campos de Altitude, sobre solo pedregoso. Todas as subpopulações conhecidas estão ameaçadas pela incidência de queimadas, porém, a subpopulação do PNI está em área protegida e isolada das demais subpopulações. Assim, é possível identificar menos de cinco situações de ameaça. Caso as queimadas não sejam controladas, poderão elevar a espécie para a categoria CR em futuro próximo.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Berberis%20kleinii	Mata Atlântica
915	BIGNONIACEAE	Adenocalymma campicola	(Pilg.) L.G.Lohmann	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma campicolacaracteriza-se por arbustos terrícolas, apresenta síndrome de polinizaçãomelitófila, e dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados daBahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí,Tocantins e Santa Catarina. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de1.988.476,119 km². Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20campicola	Cerrado
916	BIGNONIACEAE	Adenocalymma dichilum	A.H.Gentry	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma dichilum é uma liana caracterizada por síndrome de polinização quiropterófila e dispersão anemocórica. É endêmica do Brasil, onde é restrita aos biomas Caatinga e Cerrado. Apresenta AOO de 80 km² e poucos registros em coleções científicas. Embora protegida por unidade de conservação no Estado da Bahia, no Parque Estadual do Morro do Chapéu e no Parque Nacional da Chapada Diamantina, encontra-se sob constante ameaça devido à agricultura epecuária, além do corte de madeira para a construção civil e produção decarvão. São necessários esforços de coleta a fim de verificar a existência desubpopulações, a viabilidade populacional e o grau de proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20dichilum	Caatinga
917	BIGNONIACEAE	Adenocalymma fruticosum	A.H.Gentry	EN	B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma fruticosum é uma espécie arbustiva, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado da Bahia, ocorre nos municípios de Abaíra, Caetité, Ibicoara e Mucugê. É restrita ao bioma Caatinga. Apresenta AOO de 28 km² e encontra-se sob três principais situações de ameaça: degradação do solo devido à monocultura da soja, queimadas para a formação de pastagens e dispersão de espécies exóticas. Protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, apresenta poucos registros de coleta em coleções científicas. A última coleta foi realizada em 2005, no município de Mucugê. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20fruticosum	Cerrado
918	BIGNONIACEAE	Adenocalymma magnoalatum	Scud.	EN	B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma magnoalatum é uma liana com síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica. É endêmica do Estado de Minas Gerais e restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Tropical Úmida, Campos Rupestres e Floresta Estacional. Apresenta AOO de 12 km². É protegida por unidades de conservação (SNUC) nos Parques Estaduais do Rio Doce e do Itacolomi. Apresenta apenas quatro registros de coleta em coleções científicas, sendo a última do ano de 2006, no Parque Estadual do Itacolomi. Encontra-se sob a ameaça de queimadas em sua área de ocorrência. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificara existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20magnoalatum	Mata Atlântica
919	BIGNONIACEAE	Adenocalymma nervosum	Bureau & K.Schum.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma nervosumcaracteriza-se por arbustos, apresenta síndrome de dispersão anemocórica.Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais e SãoPaulo. Restrita do bioma Mata Atlântica. Apresenta EOO de 111.813,202 km².Representada por apenas quatro registros de coleta em coleções científicas,sendo a última coleta datada de 2006, no município de Águia Branca, Estado doEspírito Santo. Apesar de estar sob constante ameaça devido ao deflorestamentoem sua área de ocorrência, o município de Águia Branca (ES) e Catuji (MG)perderam entre 80-90% de sua vegetação nativa até o ano de 2011, ocorre emáreas antropizadas ou de regeneração florestal. É necessário o investimento empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção, a fim deevitar sua inclusão, futuramente, em alguma categoria de ameaça.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20nervosum	Mata Atlântica
920	BIGNONIACEAE	Adenocalymma paulistarum	Bureau & K.Schum.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma paulistarumcaracteriza-se por lianas, apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Não éendêmica do Brasil. Ocorre nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio deJaneiro, São Paulo e Paraná. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em floresta estacional semidecídua e floresta ombrófila densa, emtrilhas ou borda de mata. Apresenta EOO de 623.115,622 km². Protegida por diversasUnidades de Conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas, inclusivepor coletas recentes. Devido a sua distribuição disjuntae pontual entre Estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaçaem avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20paulistarum	Mata Atlântica
921	BIGNONIACEAE	Adenocalymma reticulatum	Bureau ex K.Schum.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma reticulatum caracteriza-se por lianas, e apresenta síndrome dedispersão anemocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica,Caatinga e Cerrado. Apresenta EOO de 400.407,922 km². Representada por poucosregistros de coleta, sendo a última realizada no ano de 2004, no município deRemanso no Estado da Bahia. Apesar de protegida pelo Parque Nacional de SeteCidades, ocorre em áreas extremamente antropizadas. O bioma Cerrado perdeu 48%de vegetação nativa até 2009, enquanto que a Mata Atlântica perdeu 80% de suavegetação nativa até a mesma data, já a Caatinga vêm sofrendo perda de habitatsprincipalmente devido à agricultura e pecuária, seguida pelo corte de madeira eprodução de carvão, acredita-se que 80% da vegetação esteja alterada. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20reticulatum	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
922	BIGNONIACEAE	Adenocalymma ubatubense	Assis & Semir	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Adenocalymma ubatubense é uma liana com síndrome de dispersão anemocórica. É endêmica da regiãode Ubatuba, no Estado de São Paulo e restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Restinga. É conhecida apenas pelo material tipo. Apresenta AOO de 4 km². Encontra-se em constante ameaça, devido principalmente à expansão imobiliária e às atividades de turismo. A região de Ubatuba perdeu cerca de 75% da vegetação nativa até o ano de 2011. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20ubatubense	Mata Atlântica
923	BIGNONIACEAE	Anemopaegma arvense	(Vell.) Stellfeld ex de Souza	EN	A2cd	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Anemopaegmaarvense é conhecida popularmente por catuaba, alecrim-do-campo e catuabinha. São subarbustos terrícolas, deciduifólias,hermafroditas, apresentando síndrome de polinização melitófila e dispersãoanemocórica. São plantas autocompatíveis e agamospérmicas. Não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Bolívia e no Paraguai. No Brasil, além da distribuição nos Estados supracitados, tem indicações de ocorrência também na Bahia, Ceará e Maranhão. É adaptada ao fogo e é bastante usada no comércio de plantas medicinais. Extratos da espécie foram patenteados por grupos de pesquisas japoneses para fins cosméticos. A grande exploração da espécie e ausência de cultivo no país para fins comerciais causaram um declínio populacional de 50% nos últimos 10 anos. Mesmo ocorrendo em diversas unidades de conservação (SNUC), encontra-se ameaçada devido ao intenso desmatamento do bioma Cerrado e a sua exploração in situ. São necessários esforços de coleta a fim de verificar a diversidade genética das subpopulações, a viabilidade populacional e sua proteção, além da elaboração de um plano de manejo adequado, que viabilize a exploração da espécie.	2012-09-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20arvense	Cerrado, Mata Atlântica
924	BIGNONIACEAE	Anemopaegma mirabile	(Sandwith) A.H.Gentry	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Anemopaegma mirabile é um arbusto endêmico do Brasil, ocorrendo no Estado do Maranhão e,possivelmente, no Piauí. É restrita ao bioma Caatinga, onde cresce em Florestas Secas. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida apenas por dois registros de coleta, datados de 1964. Não está protegida por unidades de conservação. Encontra-se constantemente ameaçada pelo intenso desmatamento de áreas no Estados do Piauí e, principalmente, do Maranhão. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de outras subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20mirabile	Cerrado
925	BIGNONIACEAE	Anemopaegma patelliforme	A.H.Gentry	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Anemopaegma patelliforme caracteriza-se por lianas. Não endêmica do Brasil. Segundo Forzza, et al. (2012) ocorre nos biomas Amazôniae Pantanal, endêmica do Estado de Mato Grosso, porém é conhecida apenas para omunicípio de Nova Xavantina, onde desenvolve-se em vegetação secundária efloresta de galeria, havendo assim incongruência em relação ao domíniofitogeográfico de ocorrência da espécie, já que este município está contido nobioma Cerrado. Apresenta apenas dois registros de coleta, sendo o último datadode 1966. Apesar de pouco representada em coleções científicas, e não coletadahá 46 anos, trata-se de lianas provavelmente pouco coletadas, e ocorrem emáreas de vegetação perturbada. Énecessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacionale seu real estado de conservação.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20patelliforme	Amazônia, Pantanal
926	BIGNONIACEAE	Digomphia densicoma	(Mart. ex DC.) Pilg.	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Digomphia densicoma caracteriza-se por arbustos ou árvores terrícolas. Não é endêmica do Brasil,ocorre também na Colômbia, Venezuela e Guiana. É restrita ao bioma Amazônia, crescendo em áreas abertas e Campos de Altitude, entre 400 e 1.200 m de altitude. Tem distribuição restrita com grande parte dos registros de coleta da região da Serra do Aracá, no Estado do Amazonas. Está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, considerando o elevado crescimento urbano da região de ocorrência, a implementação de estradas e a consequente urbanização de áreas até então inacessíveis. São necessáriosinvestimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digomphia%20densicoma	Amazônia
927	BIGNONIACEAE	Fridericia caudigera	(S.Moore) L.G.Lohmann	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Fridericia caudigeracaracteriza-se por lianas, e apresenta síndrome de polinização melitófila. Nãoé endêmica do Brasil. Distribui-se pelos biomas Caatinga, Cerrado e MataAtlântica. Apresenta EOO de 4.656.354,008 km². Amplamente distribuída. Protegidapor unidades de conservação (SNUC). Sua distribuição disjunta e pontual entre Estadosbrasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliaçõesregionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20caudigera	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
928	BIGNONIACEAE	Fridericia crassa	(Bureau & K.Schum.) L.G.Lohmann	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Fridericia crassa é uma liana endêmica do Brasil e restrita aos biomas Cerrado e Caatinga. Ocorre emmenos de cinco situações de ameaça, considerando a perda de habitat como principal ameaça. Está protegida pela unidade de conservação, Parque Nacional da Serra da Capivara. Encontra-se ameaçada pelo intenso desmatamento, já que os Estados do Maranhão e Piauí são o primeiro e o quinto, respectivamente, em desflorestamento da vegetação de Cerrado. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional  e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20crassa	Cerrado
929	BIGNONIACEAE	Fridericia elegans	(Vell.) L.G.Lohmann	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Fridericia elegans caracteriza-sepor lianas, terrícolas ou rupícolas, heliófitas. Restrita do bioma MataAtlântica. Endêmica do estado do Rio de Janeiro, ocorrendo em encostas demorros, sobre rochedos e em formações secundárias. Apresenta EOO de8.667,689 km². Apesar de abundante em algumas pastagens do Rio de Janeiro, o Estado já perdeu até o ano de 2011 mais de 80% de sua cobertura vegetaloriginal. Énecessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção, a fim de evitar sua inclusão, futuramente, emalguma categoria de ameaça.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20elegans	Mata Atlântica
930	BIGNONIACEAE	Fridericia pubescens	(L.) L.G.Lohmann	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Fridericia pubescens caracteriza-sepor lianas terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome depolinização melitófila. Não é endêmica do Brasil. Distribui-se nos biomasAmazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal, desenvolve-se em camposrupestres, floresta estacional e em ambientes antropizados. Apresenta EOO de5.752.425,220 km².  Amplamentedistribuída. Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). Não ameaçada noâmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20pubescens	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
931	BIGNONIACEAE	Godmania dardanoi	(J.C.Gomes) A.H.Gentry	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Godmania dardanoi caracteriza-se porarbustos ou árvores, apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Não endêmicado Brasil. Ocorre nos biomas do Cerrado e Caatinga, em florestas decíduas.Encontrada nos estados do Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Paraíba,entre 550-700 m de altitude. Apresenta EOO de 517.404,284 km². Protegida pela unidade de conservação (SNUC) Parque Nacional da Serra das Confusões. Amplamentecoletada no estados do Piauí, Bahia e Ceará. Apesar de restarem apenas 53% devegetação nativa de Caatinga, não há ameaça direta que coloque a espécie em riscode extinção. Sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Godmania%20dardanoi	Cerrado, Caatinga
932	BIGNONIACEAE	Handroanthus albus	(Cham.) Mattos	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Handroanthus albuscaracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, deciduifólias, hermafroditas, eapresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorre nos biomas Mata Atlântica eCerrado, desenvolve-se em floresta estacional decídua, floresta estacionalsemidecídua, floresta ombrófila e floresta ombrófila mista, em solosencharcados, à beira de mata de encosta. Espécie de crescimento lento, sendo utilizadaem projetos de restauração florestal. Apresenta EOO de 2.566.899,318 km². Protegidapor unidades de conservação (SNUC). Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20albus	Mata Atlântica, Cerrado
933	BIGNONIACEAE	Handroanthus arianeae	(A.H.Gentry) S.Grose	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Handroanthus arianeae é uma árvore perene com síndrome de dispersão anemocórica. É endêmica do Brasil e restrita ao bioma Mata Atlântica. Tem registros de coleta nos Estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais, entretanto, especialistas apontam sua ocorrência somente no Espírito Santo. Tem AOO de 20 km². Apesar de protegida pela unidade de conservação (SNUC) Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce, onde o material-tipo foi coletado, os municípios nos quais a espécie ocorre sofreram intensa perda de seus hábitats. No Estado do Espírito Santo, os municípios de Linhares e Sooretama perderam cerca de 79% e 60%, respectivamente, da cobertura vegetal original, na Bahia, o município de Mata de São João perdeu 81% e, em Minas Gerais, o município de Carangola, 92%. Apresenta poucos registros de coleta tendo sido a a última em Sooretama, em 2007. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20arianeae	Mata Atlântica
934	BIGNONIACEAE	Handroanthus botelhensis	(A.H.Gentry) S.Grose	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Handroanthus botelhensis caracteriza-se por árvores de até 20 m de altura.Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde desenvolve-se emflorestas de solo encharcado e em áreas abertas. Ocorre nas montanhas litorâneasdos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, entre 400-760 m de altura. SegundoGentry (1992) a coleta para o Rio de Janeiro é duvidosa. Apresenta EOO de36.958,048 km². Apesar dos poucos registros de coleta tombados em coleçõescientíficas, e sua última coleta ter sido realizada há 22 anos, na restinga doPereirinha em São Paulo, é uma espécie muito comum nas regiões onde sãoencontradas. Protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Estadual CarlosBotelho, Parque Estadual do Jaraguá e Parque Estadual da Ilha do Cardoso.Encontra-se sob ameaça do turismo, queimadas, invasão de espécies exóticas eparticularmente na Ilha do Cardoso é utilizada pela população caiçara local. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção, a fim deevitar sua inclusão, futuramente, em alguma categoria de ameaça.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20botelhensis	Mata Atlântica
935	BIGNONIACEAE	Handroanthus catarinensis	(A.H.Gentry) S.Grose	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Handroanthus catarinensis, conhecida popularmente por: ""Pau Santo"" e ""Ipê-amarelo"", caracteriza-se por arbustos ou árvores,terrícolas, apresenta capacidade de rebroto e síndrome de polinizaçãoanemocórica. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em campos de altitude e floresta altomontana, formando moitasabundantes. Ocorre nos Estados de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e SãoPaulo. Apresenta EOO de 51.841,303 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC),Parque Estadual do Pico do Marumbi e Parque Estadual do Pico do Paraná. Bemrepresentada em coleções científicas, inclusive por coletas recentes. Apesar deestar sob ameaça da invasão de espécies exóticas (Pinus taeda), nos campo de altitude Paranaenses e os municípios dePoços de Caldas (MG) e Campos do Jordão (SP), terem perdido até o ano de 2010,93% e 85%, respectivamente, da sua cobertura vegetal original, não há nenhumaameaça direta que a inclua em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada noâmbito nacional."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20catarinensis	Mata Atlântica
936	BIGNONIACEAE	Handroanthus cristatus	(A.H.Gentry) S.Grose	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	" Handroanthus cristatus,conhecida popularmente como ""Ipê amarelo"" e ""Pau d?arco amarelo"",caracteriza-se por árvores de até 40 m de altura, e apresenta dispersãoanemocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Caatinga, acimade 100 m de altitude, nos Estados do Espírito Santo, municípios de Linhares,Cachoeiro do Itapemirim, Sooretama e Serra, e Pernambuco, onde ocorre de maneiradisjunta. Desenvolve-se em florestas secas. Apresenta EOO de 42.724,642 km².Protegida pela Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Pouco coletada, provavelmentepor ser uma espécie emergente. Apesar de protegida por unidade de conservação (SNUC),encontra-se sob ameaça devido ao deflorestamento no Estado do Espírito Santo,que até o ano de 2010 possui apenas 10,36% de vegetação nativa. É necessário oinvestimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar daexistência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção, a fim de evitar sua inclusão, futuramente, em alguma categoria deameaça."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20cristatus	Mata Atlântica, Caatinga
937	BIGNONIACEAE	Handroanthus heptaphyllus	Mattos	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Handroanthus heptaphylluscaracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, deciduifólias, hermafroditas, eapresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorre nos biomas Mata Atlântica eCerrado, em florestas úmidas, floresta estacional decídua, floresta ombrófiladensa, matas ribeirinhas, encostas e áreas degradadas, até 1.000 m de altitude. ApresentaEOO de 8.038.247 km². Amplamente distribuída. Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). É utilizada para fim ornamental, medicinal e suamadeira é utilizada na construção civil, transporte e construção naval. Comoapresenta crescimento relativamente rápido, pode ser usada na silviculturaindustrial e sistemas agroflorestais. Apesar de suas diversas utilidades, podendohaver um declínio populacional da espécie em locais pontuais, não há nenhumaameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçada no âmbitonacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20heptaphyllus	Mata Atlântica, Cerrado
938	BIGNONIACEAE	Handroanthus impetiginosus	Mattos	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Handroanthus impetiginosus, conhecida popularmente como ""ipê-roxo"", ""ipê-rosa"", ""ipê-preto"" e ""pão-d?arco"",caracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, hermafroditas, deciduifólias,heliófitas, e apresentam dispersão anemocórica. Não endêmica do Brasil. Ocorremnos biomas Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Pantanal, ondedesenvolve-se preferencialmente em floresta estacional semidecídua ou decídua.Apresenta EOO de 6.798.333 km². Amplamente distribuída. Protegida pordiversas unidades de conservação (SNUC). Sua madeira apresenta uma excelente qualidadepara produção de móveis, e devido a este potencial madeireiro a espécie pode sofrerdeclínio populacional devido à sobre-exploração.  Apesar de utilizada em regeneração florestal eem plantios comerciais, existe a necessidade de investimentos em um plano demanejo adequado, para que em um futuro próximo a espécie não seja incluída emalguma categoria de ameaça."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20impetiginosus	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
939	BIGNONIACEAE	Handroanthus riodocensis	(A.H.Gentry) S.Grose	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Handroanthus riodocensis conhecida popularmente como ipê-amarelo e pau-d?arco-flor-de-algodão,é uma espécie secundária que ocupa o estrato médio-superior da floresta e caracteriza-se por árvores de até 35 m de altura, terrícolas, perenes, deciduifólias, hermafroditas, apresentando síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, até 200 m de altitude. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde é encontrada em Floresta Ombrófila. Apresenta AOO de 20 km². Está protegida pelo Parque Estadual do Rio Doce e pelas Reservas Biológica de Sooretama e Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Estima-se que existam 2.000 indivíduos maduros na natureza. Encontra-se sob constante ameaça devido ao deflorestamento nos municípios onde ocorre. Em Jussari (BA), por exemplo, a perda da vegetação nativa foi de 95%, em Alegre (ES), de 90%, em Linhares (ES), de 85% e, em Sooretama (ES), de 60%. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando  a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20riodocensis	Mata Atlântica
940	BIGNONIACEAE	Handroanthus selachidentatus	(A.H.Gentry) S.Grose	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Handroanthus selachidentatus conhecida popularmente por ""pau-d'arco"",caracteriza-se por árvores de até 4 m de altura, saxícolas ou terrícolas,perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorrenos biomas caatinga e mata atlântica, entre pedras em vegetação do tipocarrasco e em dunas do Rio São Francisco. Apresenta EOO de 282.108,022 km².Protegida por unidades de conservação (SNUC), Estação Biológica de Canudos e ParqueEstadual do Morro do Chapéu. Bem representada em coleções científicas,principalmente para o Estado da Bahia. Encontra-se sob ameaça devido à perda dehabitats que acomete a região onde distribui-se, por exemplo, a Bahia perdeuaproximadamente 21% de sua cobertura vegetal de caatinga entre os anos de2008-2009.  É necessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coletaa fim de certificar da existência de novas subpopulações, considerando suaviabilidade populacional, sua proteção, e sua manutenção na natureza, sendonecessário um plano de manejo adequado, para que em um futuro próximo a espécienão seja incluída em alguma categoria de ameaça."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20selachidentatus	Mata Atlântica, Caatinga
941	BIGNONIACEAE	Handroanthus spongiosus	(Rizzini) S.Grose	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Hadroanthusspongiosus, conhecida popularmente como cascudo, ipê-cascudo, sete-cascas ou ipê amarelo, é uma árvore de até 8 m de altura, terrícola, perene, deciduifólia e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, onde se desenvolve preferencialmente em solos arenosos, savana estépica florestada, florestas sazonalmente secas e em estágios intermediários de sucessão, até aproximadamente 450 m de altitude. Apresenta AOO de 164 km², e encontra-se sujeita a três situações de ameaça: agricultura, pecuária e exploração madeireira. Estima-se um total aproximado de 1.050 indivíduos maduros na natureza. Está protegida pelo Parque Estadual da Mata Seca. Sua semente tem valor comercial. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20spongiosus	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
942	BIGNONIACEAE	Jacaranda bullata	A.H.Gentry	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda bullata é uma espécie endêmica da Amazônia, conhecida apenas pelo material tipo,coletado em 1952, nas margens do Rio Aracá, no Estado do Amazonas.Caracteriza-se por árvores, perenes, hermafroditas e apresenta síndrome dedispersão anemocórica. Por ocorrer em uma região com relevantes esforços decoleta, podemos inferir que esta é uma espécie rara ou de fato ameaçada, já quenão há registros desde a coleta de seu material-tipo, porém devido a ausênciade informações torna-se inviável a sua avaliação de risco, não sendo possíveluma avaliação robusta e confiável com os dados disponíveis para a espécie. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e seu real estado deconservação.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20bullata	Amazônia
943	BIGNONIACEAE	Jacaranda carajasensis	A.H.Gentry	CR	B2ab(ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda carajasensis é uma espécie arbórea de até 15 m de altura, hermafrodita e iterópara, com síndrome de dispersão anemocórica. Restrita ao bioma Amazônia, é endêmica do Estado do Pará, desenvolvendo-se apenas nos campos ferruginosos da Serra dos Carajás. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida somente pelo material tipo, coletado no município de Marabá em 1977. A espécie encontra-se sob constante ameaça devido à exploração de minério de ferro presente no habitat da espécie. Apesar de existir uma unidade de conservação (SNUC) na sua região de ocorrência, a Floresta Nacional de Carajás, não há registros recentes da espécie para o local. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20carajasensis	Amazônia
944	BIGNONIACEAE	Jacaranda crassifolia	Morawetz	EN	B1ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda crassifolia é uma árvore de até 12 m de altura, perene, hermafrodita e iterópara, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado do Rio de Janeiro, ocorre no Parque Nacional do Itatiaia, entre 500 e 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de 1.275,95 km² e está sujeita a duas situações de ameaça: a ocupação humana com uso dos recursos do Parque e as atividades agropastoris. Espécie restrita ao maciço de Itatiaia, encontra-se muito pouco representada em coleções científicas. Não é coletada desde 1995, o que pode indicar uma alta raridade ou um declínio populacional da espécie. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20crassifolia	Mata Atlântica
945	BIGNONIACEAE	Jacaranda egleri	Sandwith	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda egleri é um arbusto de até 0,5 m de altura, perene e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. É endêmica dos Estados do Pará e Amazonas, onde ocorre apenas nas margens do Rio Cururú, a aproximadamente 200 m de altura. É restrita ao bioma Amazônia, onde se desenvolve em planícies alagadas. Apresenta AOO de 8 km², e sua região de ocorrência encontra-se severamente fragmentada devido ao intenso desmatamento causado pela especulação de terras, pecuária e monoculturas da soja e algodão, além da exploração madeireira. Espécie de distribuição restrita, é conhecida apenas por três registros de coleta, todas feitas há mais de 40 anos. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20egleri	Amazônia
946	BIGNONIACEAE	Jacaranda grandifoliolata	A.H.Gentry	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda grandifoliata, conhecida popularmente como caroba e carobinha, é uma espécie arbustivo-arbórea, que pode atingir até 3 m de altura, sendo perene, hermafrodita e iterópara, e apresentando síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, tem registros de coleta nos Estados da Bahia e Paraíba, entretanto, especialistas apontam sua ocorrência somente na Bahia. Encontrada nos biomas Mata Atlântica e Caatinga, desenvolve-se em Restinga, Campos Rupestres e caatinga arbustiva, até 50 m de altitude. Apresenta AOO de 44 km². A espécie encontra-se sob constante ameaça devido à intensa supressão de seus hábitats, a qual, em alguns municípios de ocorrência, ultrapassa 90%, como é o caso de Lençóis e Alcobaça. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção. 	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20grandifoliolata	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
947	BIGNONIACEAE	Jacaranda intricata	A.H.Gentry & Morawetz	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda intricata é uma espécie arbustiva de até 1 m de altura, perene, hermafrodita e iterópara, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado de Goiás, mais especificamente da Serra dos Cristais, ocorre em Campos Rupestres, entre 1.100 e 1.200 m de altitude. Restrita ao bioma Cerrado, está sujeita a uma situação de ameaça. Apresenta AOO de 8 km². Conhecida por escassos registros de coleta, não é recoletada desde 1980. Encontra-se sob constante ameaça devido à extração de cristais e agricultura. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20intricata	Cerrado
948	BIGNONIACEAE	Jacaranda macrantha	Cham.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Jacaranda macrantha conhecidapopularmente por ""carabobinho"" e ""caroba"", caracteriza-se por árvores, perenes,hermafroditas, iteróparas, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica.Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas cerrado e mata atlântica, onde égeralmente encontrada associada a bambus em borda de florestas, clareiras ouflorestas secundárias. Apresenta EOO de 353.885,425 km². Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC), como por exemplo, Reserva Florestal Companhia Vale doRio Doce, Estação Biológica de Caratinga e Parque Estadual da Serra do Mar. Apesarde apresentar potencial madeireiro, sendo utilizada como cabo de foice e demachado, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em alguma categoria de risco.Não ameaçada no âmbito nacional."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20macrantha	Cerrado, Mata Atlântica
949	BIGNONIACEAE	Jacaranda microcalyx	A.H.Gentry	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda microcalyx é uma espécie arbórea perene e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, há registros de coleta nos Estados da Bahia, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, entretanto, especialistas apontam sua ocorrência somente na Bahia e em Pernambuco. É encontrada em terras baixas litorâneas, abaixo dos 50 m de altitude, e em sistemas agroflorestais. Apresenta AOO de 24 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Pouco representada em coleções científicas, foi coletada pela última vez em 1993, na Estação Biológica de Santa Lúcia. Encontra-se sob constante ameaça devido à supressão de seus hábitats? alguns municípios onde a espécie ocorre perderam mais de 90% de vegetação original, como os municípios de Gandú, Ubaitaba e Ipojuca, por exemplo. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de novas subpopulações, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20microcalyx	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
950	BIGNONIACEAE	Jacaranda puberula	Cham.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Jacaranda puberula conhecidapopularmente por ""caroba"", ""carobinha"", ""caroba-da-mata"", ""carobeira"",""caroba-roxa"" e ""jacarandá-branco"", caracterizada por árvores de até 20 m dealtura, terrícolas, perenes, heliófitas, higrófilas, hermafroditas, iteroparas,e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorre também na Argentina.Encontrada em diferentes fitofisionomias de Mata Atlântica, em matas dearaucária, floresta ombrófila costeira, floresta estacional semidecídua,florestas montanas e em cerradão, capoeiras e vegetação secundária, a até 1300 mde altitude. Apresenta EOO de 2.832.614342 km². Protegida por diversas Unidadesde Conservação (SNUC). Apesar de utilizada na construção civil, caixotaria, celulose,cepas de calçados, para fins ornamentais e em restauração florestal, suassubpopualações encontram-se aparentemente estáveis, não sofrendo ainda algumdeclínio populacional significativo. Não ameaçada no âmbito nacional."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20puberula	Mata Atlântica
951	BIGNONIACEAE	Jacaranda rugosa	A.H.Gentry	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda rugosa é uma arvoreta de até 4 m de altura, terrícola ou saxícola, perene, heliófita, auto-incompatível, hermafrodita e iterópara, com síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Pernambuco e Bahia. É restrita ao bioma Caatinga, onde se desenvolve em solos arenosos e pedregosos. Tem dois picos de floração, porém, com baixa produção de flores em cada pico. Apresenta AOO de 32 km², e está sujeita a três situações de ameaça: agricultura com a consequente degradação do solo, pecuária bovina e exploração madeireira. Cerca de 92% dos gineceus de suas flores são danificados por Trigona spinipes (abelha), o que explica sua baixa produtividade de frutos (cerca de 1,5%). Encontra-se pouco representada em coleções científicas, porém há coletas recentes. Está protegida pelo Parque Nacional Serra do Catibau. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20rugosa	Caatinga
952	BIGNONIACEAE	Jacaranda subalpina	Morawetz	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Jacaranda subalpina conhecidapopularmente por ""caroba-do-campo"", caracteriza-se por árvores de até 12 m dealtura, terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de dispersãoanemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre, nos Estados de São Paulo e Rio deJaneiro, na Serra da Mantiqueira, e em Minas Gerais, entre 1600-1800 m dealtitude. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde desenvolve-se em campos dealtitude e floresta semidecídua altomontana. Estima-se que haja 33.000indivíduos maduros na natureza. Protegida por Unidades de Conservação (SNUC), ParqueNacional do Itatiaia, Parque Nacional da Serra da Bocaina, Parque NacionalQuedas do Rio Bonito e Parque Estadual de Campos do Jordão. Não ameaçada noâmbito nacional."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20subalpina	Mata Atlântica
953	BIGNONIACEAE	Jacaranda ulei	Bureau & K.Schum.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Jacaranda ulei caracteriza-sepor subarbustos a arvoretas de até 1,5 m de altura, perenes, hermafroditas,iteroparas, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil.Restrita do bioma Cerrado, onde desenvolve-se entre 700-1500 m de altitude.Apresenta EOO de 1.222.979,248 km². Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). Amplamente distribuída. Bem representada em coleções científicas.Devido sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20ulei	Cerrado
954	BIGNONIACEAE	Paratecoma peroba	(Record) Kuhlm.	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Paratecoma peroba, conhecida popularmente por ipê-peroba, peroba e peroba-do-campo, é uma espécie secundária inicial ou tardia, de árvores emergentes. Alcança mais de 40 m de altura, sendo terrícola, anual, deciduifólia e hermafrodita, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Tem tempo de geração de aproximadamente 15 anos. Desenvolve-se em Florestas Estacionais Semideciduais e Florestas Úmidas de terras baixas. Ocorre nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, em até 50 m de altitude. Apresenta AOO de 96 km² e seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. Apesar de protegida por algumas unidades de conservação (SNUC) e utilizada em plantios de restauração florestal, é uma espécie com histórico de intensa exploração devido ao seu alto potencial madeireiro, principalmente para a confecção de móveis finos. Hoje é considerada possivelmente extinta no Estado do Rio de Janeiro. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paratecoma%20peroba	Mata Atlântica
955	BIGNONIACEAE	Pleonotoma bracteata	A.H.Gentry	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Pleonotoma bracteata, conhecida popularmente como cipó-quira, é uma liana terrícola, perene e hermafrodita, com síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre entre 50 e 150 m de altitude. É restrita ao bioma Amazônia, onde se desenvolve em Florestas Úmidas e Capoeiras, seguindo o curso dos Rios Amazonas, Tocantins e seus afluentes. Está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, considerando o intenso desmatamento das regiões de ocorrência, como principal ameaça. O Estado do Amazonas perdeu entre os anos de 2006 e 2011, cerca de 3.504 km², e o Pará, 27.851 km², de suas vegetações nativas. É possível que por se tratar de uma liana esteja pouco representada em coleções científicas, tendo sido coletada pela última vez em 1992, no município de Santarém (PA). Está protegida pelo Parque Nacional de Tapajós. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleonotoma%20bracteata	Amazônia
956	BIGNONIACEAE	Sparattosperma catingae	A.H.Gentry	EN	B1ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Sparattosperma catingae é uma árvore perene e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado da Bahia, pode ser encontrada nos municípios de Maracás e Jequié. Conhecida apenas pela coleta-tipo, realizada em Maracá, foi recoletada em 2007, em Jequié. Apresenta EOO de 522,19 km², e seus hábitats de ocorrência estão severamente fragmentados. Está representada em coleções científicas por apenas três registros de coleta. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sparattosperma%20catingae	Caatinga
957	BIGNONIACEAE	Tabebuia cassinoides	(Lam.) DC.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Tabebuia cassinoides , conhecida popularmente como caixeta e pau-de-tamanco, é uma árvore de até 18 m de altura, aquática ou terrícola, perene e hermafrodita, com capacidade de rebroto, síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica e/ou hidrocórica. É endêmica do Brasil. Apresenta AOO de 456 km², e seus  hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), é uma espécie bastante explorada devido ao seuuso madeireiro. Tem madeira leve, sendo considerada a segunda melhor madeira do mundo para produção de lápis, utilizada também na confecção de tamancos, instrumentos musicais e brinquedos e no artesanato. Atualmente, restam poucas subpopulações viáveis para a exploraçãocomercial. Apenas o Estado de São Paulo dispõe de legislação regulamentando sua exploração. A Resolução SMA n° 11, de 13 de abril de 1992, estabelece que apenas indivíduos com DAP maior que 15 cm podem ser cortados, e exige a manutenção de pelo menos 20 indivíduos por hectare. Entretanto, é necessária a permanência de pelo menos 75 indivíduos reprodutivos por hectare, distribuídos de forma homogênea pela área. Ademais, seria preciso garantir um ciclo de corte de 16anos. Recomendam-se investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção, além da elaboração de um plano de manejo adequado que viabilize a exploração da espécie.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabebuia%20cassinoides	Mata Atlântica
958	BIGNONIACEAE	Tabebuia obtusifolia	(Cham.) Bureau	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Tabebuiaobtusifolia  conhecida popularmente com ""cove de onça"" e ""tabebuia"",caracteriza-se por árvores, perenes, hermafroditas, iteroparas, e apresenta síndromede polinização quiropterófila e dispersão anemocórica. Ocorre nos biomas MataAtlântica e Cerrado, em floresta ombrófila densa submontana e restingas.Apresenta EOO de 1.192.327,790 km². Amplamente distribuída. Protegida por unidades de conservação (SNUC), Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce,Parque Nacional da Tijuca e Estação Ecológica Juréia-Itatins. Não apresenta nenhumaameaça direta que a coloque em alguma categoria de risco. Não ameaçada noâmbito nacional."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabebuia%20obtusifolia	Mata Atlântica, Cerrado
959	BIGNONIACEAE	Zeyheria montana	Mart.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Zeyheria montanaconhecida popularmente como ""mandioquinha do campo"" e ""bolsa de pastor"",caracteriza-se por arbustos terrícolas, perenes, heliófitas, hermafroditas,auto-incompatível, hermafroditas, iteroparas, e apresenta síndrome depolinização ornitófila (beija-flores) e dispersão anemocórica. Endêmica doBrasil. Ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, entre 350-1000 m de altitude.Apresenta EOO de 2.801.187,650 km². Amplamente distribuída. Protegida pordiversas Unidades de Conservação (SNUC). Apesar de utilizada para fins medicinais,contra enfermidades na pele, não apresenta nenhuma ameaça direta que a coloqueem alguma categoria de risco. Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional."	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zeyheria%20montana	Cerrado, Mata Atlântica
960	BIGNONIACEAE	Zeyheria tuberculosa	(Vell.) Bureau ex Verl.	VU	A2cd	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Zeyheria tuberculosa, conhecida popularmente como buxo-de-boi, culhões-de-bode e ipê-branco, é uma árvore terrícola, perene, heliófita e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Bolívia. Está protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). Trata-se de uma espécie pioneira bastante rústica, que se desenvolve em pastagens e coloniza áreas degradadas. Tem madeira de ótima qualidade, utilizada na construção civil, na fabricação de cercas e ferramentas. Suas sementes têm valor comercial, e a espécie também é utilizada na recuperação de áreas degradadas. Nos últimos 30 anos, a espécie sofreu um declínio populacional superior a 30%, devido à sobreexplotação, considerada a principal ameaça à espécie. É necessária a elaboração de um plano de manejo adequado.	2012-10-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zeyheria%20tuberculosa	Cerrado, Mata Atlântica
961	BIXACEAE	Bixa arborea	Huber	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Bixa arborea é uma arbórea de ampla distribuição, sendo encontrada nos biomas Mata Atlântica e Amazônia. Estudos fitossociológicos indicam que a espécie é bastante freqüente nas áreas de ocorrência, sendo encontrada em até 266 indivíduos por hectare. Possui EOO superior a 20.000 km², por tanto a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bixa%20arborea	Amazônia, Mata Atlântica
962	BIXACEAE	Cochlospermum regium	(Mart. ex Schrank) Pilg.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Cochlospermum regium é um arbusto de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Embora algumas subpopulações estejam protegidas em Unidades de Conservação (SNUC), a espécie merece atenção devido ao potencial medicinal que suas raízes possuem, um fator que estimula o extrativismo e causa morte ao indivíduo, assim, futuramente a espécie pode ser categorizada como ameaçada de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cochlospermum%20regium	Amazônia, Cerrado
963	BLECHNACEAE	Blechnum andinum	(Baker) C.Chr.	CR	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Blechnum andinum é uma planta com distribuição pontual na Serra da Mantiqueira, ocorrendo apenas no Pico das Agulhas Negras. Essa montanha apresenta características peculiares em meio à região onde se localiza, devido a sua formação geológica diferenciada e à altitude relativamente elevada que atinge. Dessa forma, constitui uma ilha  bastante isolada de vegetação campestre de altitude, marcadamente diferenciada da vegetação florestal do entorno. Os campos do Planalto do Itatiaiavêm sofrendo com a incidência frequente de incêndios, alguns atingindo grandes extensões. Dessa forma, é possível supor que, ademais de um marcado declínio da EOO e qualidade de seu hábitat, B. andinum venha sofrendo uma redução no número de indivíduos maduros. A EOO é de 73,25 km² e o número de situações de ameaça é um.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20andinum	Mata Atlântica
964	BLECHNACEAE	Blechnum heringeri	Brade	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Blechnum heringeri é uma espécie rara e conhecida por um baixo número de coletas botânicas. Pesquisas recém-publicadas sobre espécies do gênero no Brasil indicam que B. heringeri ocorre em apenas quatro localidades. Entretanto, comunicação pessoal com especialistas sugere que a espécie possivelmente ocorra no Estado do Pará e no Distrito Federal. Dessa forma, é possível suspeitar que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça, como a rápida expansão de atividades agropecuárias e a invasão de espécies exóticas que vem ocorrendo no Cerrado.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20heringeri	Cerrado, Amazônia
965	BLECHNACEAE	Blechnum mochaenum	G.Kunkel	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Este táxon é sinônimo de B. squamipes.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20mochaenum	Mata Atlântica
966	BLECHNACEAE	Blechnum mochaenum var. squamipes	(Hieron.) de la Sota	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Blechnum mochaenum var. squamipes (= B. squamipes) é endêmica de uma pequena porção dos Campos de Cima da serra da região sul do Brasil. A espécie ocorre em paredes rochosas em meio aos mosaicos de campos e floresta com Araucária, habitats que vêm sendo continuamente desmatados devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais e, no caso das florestas, também da extração madeireira. A EOO é de 4.623,69 Km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20mochaenum%20var.%20squamipes	Mata Atlântica
967	BLECHNACEAE	Blechnum organense	Brade	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Blechnum organense tem uma distribuição ampla, embora aparentemente disjunta, no domínio da Mata Atlântica, e ocorre em alguns dos mais expressivos remanescentes de florestas do bioma, incluindo algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Entretanto, as informações disponíveis indicam que as subpopulações remanescentes da espécie são pequenas. Além disso, algumas das localidades de ocorrência encontram-se bastante desmatadas, enquanto outras sofrem com a incidência de incêndios. Dessa forma, é possível suspeitar que B. organense venha a ser ameaçada em um futuro próximo.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20organense	Mata Atlântica
968	BLECHNACEAE	Blechnum penna-marina	(Poir.) Kuhn	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Blechnum penna-marina é uma espécie amplamente distribuída na América do Sul e em várias ilhas ao redor do hemisfério Sul. No Brasil, a espécie é endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o sul de Minas Gerais e o nordeste do Rio Grande do Sul. Está representada em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20penna-marina	Mata Atlântica
969	BLECHNACEAE	Blechnum sprucei	C.Chr.	VU	C2a(i),D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Blechnum sprucei está sujeita a cinco situações de ameaça como desmatamento e degradação de seus habitats nos locais onde ocorre, fora de unidades de conservação (SNUC) (e.g. municípios de Passa Quatro e Delfim Moreira). Também é possível suspeitar que o número total de indivíduos da espécie seja inferior a 10.000 e que esteja havendo redução populacional devido à perda e degradação do seu habitat. Além disso, considerando os dados populacionais disponíveis, suspeita-se que o número de indivíduos maduros de B. sprucei, na maior subpopulação, seja inferior a 1.000.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20sprucei	Mata Atlântica
970	BORAGINACEAE	Cordia silvestris	Fresen.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Cordia silvestris é uma arbórea da Mata Atlântica, mas também foram encontrados registros botânicos para o Acre. Na Costa Atlântica a espécie ocorre desde o Sul ao Nordeste do Brasil, tendo EOO bastante superior a 20.000 km². Considerando ainda que ocorre em diversas Unidades de Conservação (SNUC), a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cordia%20silvestris	Mata Atlântica
971	BORAGINACEAE	Cordia trichoclada	DC.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Cordia trichoclada é uma arbórea que ocorre em praticamente toda a Costa Atlântica. Com ocorrência conhecida também no Acre, a espécie possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cordia%20trichoclada	Mata Atlântica
972	BORAGINACEAE	Euploca salicoides	(Cham.) J.I.M.Melo & Semir	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Euploca salicoides é um arbusto não é endêmico do Brasil. Ocorre em 5 biomas brasileiro e em diversas formações vegetacionais. A EOO foi bastante superior 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euploca%20salicoides	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
973	BRACHYTHECIACEAE	Zelometeorium patens	(Hook.) Manuel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie possui ampla distribuição, não é endêmica do Brasil, e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zelometeorium%20patens	Mata Atlântica, Cerrado
974	BROMELIACEAE	Acanthostachys pitcairnioides	(Mez) Rauh & Barthlott	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Acanthostachys pitcairnoides é conhecida a partir de uma coleta realizada em 1981 no município de Domingos Martins, no Estado do Espírito Santo. Entretanto, a espécie foi citada para o Paraguai em 1998. A coleta realizada foi feita em um tronco caído no solo, mas a espécie é epífita e cresce no dossel de outras árvores.Trata-se de um região montanhosa com muitas áreas de difícil acesso. Não foram realizadas expedições especificas para tentar identificar subpopulações da espécie. Portanto, um maior esforço de coleta na região é necessário para que seja feita uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie. A. pitcairnoides foi considerada ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthostachys%20pitcairnioides	Mata Atlântica
975	BROMELIACEAE	Aechmea alopecurus	Mez	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea alopecurus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e Minas Gerais. Após a única coleta da espécie no século XIX, um novo registro foi feito no ano 2000 em Itororó, na Bahia e outro, em 2003, para Salto da Divisa, em Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.359,38 km²) e ocupa uma AOO de 16 km². Aechmea alopecurus ocorre em Mata Atlântica de encosta e de baixada. De acordo com dados disponíveis, os três municípios de ocorrênciada espécie perderam, ao longo dos anos, mais de 90% da cobertura vegetal original. Cada localidade foi considerada uma situação de ameaça distinta. A espécie não estáprotegida por unidades de conservação (SNUC).	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20alopecurus	Mata Atlântica
976	BROMELIACEAE	Aechmea amicorum	B.R. Silva & H. Luther	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea amicorum  é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e do Espírito Santo. A espécie tem distribuição bastante restrita (EOO=609,30 km²) e ocupa uma AOO de 12 km². Aechmea amicorum tem valor ornamental e é coletada na natureza para este fim. Além disso, a espécie sofre os efeitos da perda e fragmentação da cobertura vegetal original, que resulta em declínio contínuo da qualidade do hábitat. Aechmea amicorum apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada.	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20amicorum	Mata Atlântica
977	BROMELIACEAE	Aechmea apocalyptica	Reitz	VU	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea apocalyptica é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=8.759,10 km²) aos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Paraná. Apesar da baixa AOO (16 km²), suspeita-se que a espécie também ocorra em outras áreas dentro de sua distribuição. Porém, estima-se que sua AOO não ultrapasse 2.000 km². Foram identificadas três situações de ameaça distintas. A espécie apresenta hábito epífitico e terrícola, em matas de araucária, CampoSujo e na orla e no interior de capões, e capacidade de dispersão restrita. Tem valor ornamental e sua população foi reduzida durante o período de atividades do Serviço Nacional de Malária, quando foram retirados ca. 74.194 indivíduos de bromélias do ambiente e foram destruídas/desmatadas áreas com ca. 79.570 m². Assim, A. apocalyptica foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20apocalyptica	Mata Atlântica
978	BROMELIACEAE	Aechmea azurea	L.B.Sm.	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea azurea é endêmica do Brasil. Ocorre no Estado do Espírito Santo e dados de especialistas indicam sua presença também na Bahia. Tem distribuição restrita (EOO=5.310,51 km²) e ocupa uma AOO de 18 km². Entretanto, a espécie é conhecida a partir de sete localidades diferentes que foram consideradas situações de ameaça distintas. A região serrana do Espírito Santo sofre com os efeitos da agricultura e da mineração, atividades que levam ao declínio contínuo da qualidade de hábitat.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20azurea	Mata Atlântica
979	BROMELIACEAE	Aechmea bambusoides	L.B.Sm. & Reitz	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea bambusoides ocorre na Mata Atlântica na região do corredor de biodiversidade da Serra do Mar. A espécie tem distribuição restrita (EOO=6.147,79 km²), não dispõe de registros em unidades de conservação (SNUC) e está sujeita ao declínio constante da qualidade do hábitat, principalmente devido às atividades agropecuárias.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bambusoides	Mata Atlântica
980	BROMELIACEAE	Aechmea blanchetiana	(Baker) L.B.Sm.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Apesar de apresentar ampla distribuição (EOO=24.502,66 km²), Aechmea blanchetiana ocorre na região litorânea do Espírito Santo e da Bahia. Está região vem sofrendo com a perda e fragmentação de habitats. Além disso, a espécie possui valor ornamental. Por estas razões, a espécie foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20blanchetiana	Mata Atlântica
981	BROMELIACEAE	Aechmea blumenavii	Reitz	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída no Estado de Santa Catarina. Avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20blumenavii	Mata Atlântica
982	BROMELIACEAE	Aechmea bromeliifolia	(Rudge) Baker	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bromeliifolia	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
983	BROMELIACEAE	Aechmea bromeliifolia var. albobracteata	Philcox	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bromeliifolia%20var.%20albobracteata	Mata Atlântica, Cerrado
984	BROMELIACEAE	Aechmea calyculata	(E.Morren) Baker	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea calyculata não é endêmica do Brasil. A espécie possui ampla distribuição. Assim, foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20calyculata	Mata Atlântica
985	BROMELIACEAE	Aechmea candida	E.Morren ex Baker	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Entretanto, existem poucos dados disponíveis para avaliação do seu risco de extinção. Espécie avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20candida	Mata Atlântica
986	BROMELIACEAE	Aechmea capixabae	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Não existem informações suficientes disponíveis para uma avaliação de risco consistente. Assim a espécie foi considerada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20capixabae	Mata Atlântica
987	BROMELIACEAE	Aechmea cariocae	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea cariocae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.304,31 km²) e ocupa uma área reduzida (AOO =40 km²). A. cariocae ocorre em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa Submontana, em áreas bastante antropizadas. Assim, a espécie vem sofrendo com o declínio contínuo da qualidade do hábitat.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20cariocae	Mata Atlântica
988	BROMELIACEAE	Aechmea castanea	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea castanea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita (EOO=3.593,73 km², AOO =100 km²) e está sujeita aos efeitos da agricultura na região serrana deste Estado, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas cinco situações de ameaça, tendo como base o efeito dos centros urbanos sobre a distribuição da espécie. Assim, A. castanea foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20castanea	Mata Atlântica
989	BROMELIACEAE	Aechmea caudata	Lindm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Ocorre na Mata Atlântica do ES, RJ,SP, PR, SC e RS, sendo encontrada em floresta ombrófila densa. Possui ampla distribuição. Assim foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20caudata	Mata Atlântica
990	BROMELIACEAE	Aechmea cylindrata	Lindm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20cylindrata	Mata Atlântica
991	BROMELIACEAE	Aechmea depressa	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea depressa ocorre exclusivamente no Estado da Bahia e é endêmica do Brasil. Tem registros de ocorrência para o Estado da Bahia e dados de especialistas indicam sua presença também no Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=2.683,05 km²) à região sul do Estado. A espécie habita áreas de Floresta Ombrófila Densa Submontana, Tabuleiros Costeiros e Restingas e sofre com a perda e fragmentação da cobertura vegetal original, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20depressa	Mata Atlântica
992	BROMELIACEAE	Aechmea distichantha	Lem.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Não foi considerada sob risco de ameaça.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20distichantha	Cerrado, Mata Atlântica
993	BROMELIACEAE	Aechmea echinata	(Leme) Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea echinata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul da Bahia. É conhecida pormeio de coletas realizadas nos municípios de Uruçuca e de Itacaré. Essa região vem sofrendo com a expansão dos centros urbanos e do turismo. Além disso, grandes empreendimentos como o projeto para a construção de um porto na região ameaçam a sobrevivência da espécie. Foram identificadas duas situações de ameaça. A extinção local da subpopulação de Uruçuca pode colocar A. echinata em categoria de maior risco, em futuro próximo. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20echinata	Mata Atlântica
994	BROMELIACEAE	Aechmea entringeri	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	?Aechmea entringeri é conhecida somente do material tipo e existe dúvida quanto à sua delimitação, podendo se tratar de um sinônimo de Aechmea macrochlamys L.B. Smith.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20entringeri	Mata Atlântica
995	BROMELIACEAE	Aechmea eurycorymbus	Harms	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea eurycorymbus é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita aos Estados nordestinos da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. A espécie ocorre em áreas deCaatinga e Mata Atlântica, em vegetação de brejo de altitude. Estes ambientes estão altamente fragmentados e sofrem com varias ameaças incidentes. Extinções locais podem levar a espécie a uma situação de risco de extinção. Assim, Aechmea eurycorymbus foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20eurycorymbus	Caatinga, Mata Atlântica
996	BROMELIACEAE	Aechmea fosteriana	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea fosteriana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita com EOO de 1.847,36 km² e AOO de 20 km². É conhecida em menos de cinco localidades que foram consideradas como situações de ameaça distintas. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20fosteriana	Mata Atlântica
997	BROMELIACEAE	Aechmea gamosepala	Wittm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie de ampla distribuição. Ocorre em unidades de conservação (SNUC). Assim foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gamosepala	Mata Atlântica
998	BROMELIACEAE	Aechmea gracilis	Lindm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea gracilis é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição do Rio de Janeiro a Santa Catarina (EOO=268.692,410 km²). A espécie foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gracilis	Mata Atlântica
999	BROMELIACEAE	Aechmea guarapariensis	E.Pereira & Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes disponíveis para a avaliação do risco de extinção da espécie.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20guarapariensis	Mata Atlântica
1000	BROMELIACEAE	Aechmea gustavoi	J.A.Siqueira & Leme	CR	C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea gustavoi é endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Pernambuco e da Bahia, e dados de especialistas indicam sua presença também em Alagoas. Está presente em áreas de Floresta Atlântica nordestina e ocupa uma área muito reduzida. Considerando as características ecológicas da espécie e a distância entre subpopulações, sua estrutura populacional foi considerada severamente fragmentada. Além disso, A. gustavoi apresenta três subpopulações com baixo número de indivíduos e distribuição restrita. Desde que a espécie foi descrita para a ciência em 2001, foi constatada uma diminuição do número de indivíduos, com as subpopulações apresentando menos de 50 representantes. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, além da perda e fragmentação da cobertura vegetal original. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gustavoi	Mata Atlântica
1001	BROMELIACEAE	Aechmea kertesziae	Reitz	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea kertesziae é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica da Região Sul do Brasil. Apresenta distribuição restrita (AOO=48 km²), em costões rochosos como rupícola, e em vegetação de Restinga Arbustiva como epífita. As regiões litorâneas da Mata Atlântica sofrem constantemente com declínio contínuo da qualidade de habitat devido à ocupação humana e aos efeitos da expansão dos centros urbanos, que causam perda e fragmentação de habitat. As ocorrências litorâneas e interioranas foram consideradas como duas situações de ameaça distintas. Assim, A. kertesziae foi avaliada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20kertesziae	Mata Atlântica
1002	BROMELIACEAE	Aechmea kleinii	Reitz	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aechmea kleinii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Santa Catarina e RioGrande do Sul. Tem distribuição restrita (EOO=6.765,65 km²) e sua AOO é extremamente pequena (AOO =16 km²). A espécie ocupa fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e Mista e habita Matas Nebulares ao longo da Serra Geral em Santa Catarina e regiões próximas. Esse tipo de ambiente é restrito às áreas mais elevadas e encontra-se hoje severamente fragmentado devido às características naturais da vegetação e ao desmatamento das regiões mais baixas das serras, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. A espécie foi citada na cadeia produtiva de bromélias da região de Curitiba e do litoral paranaense, com a possibilidade de comércio de indivíduos extraídos ilegalmente. Dessa forma, suspeita-se que as subpopulações remanescentes estejam em declínio.	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20kleinii	Mata Atlântica
1003	BROMELIACEAE	Aechmea lingulata	(L.) Baker	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Siqueira Filho, Leme (2006) apontaram a existência de um ""complexo A. lingulata"", devido à confusão na identificação de grande parte das coleções de herbário, este complexo é composto de 19 espécies, que têm sido identificadas erroneamente como sendo apenas A. lingulata. Os autores sugeriram que estudos sistemáticos com plantas vivas serão essenciais para a correta identificação destes táxons e solução deste complexo. Destas 19 espécies, Aechmea lingulata seria a espécie mais comum e de distribuição mais ampla do grupo (Wendt, com.pess.). A espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20lingulata	Amazônia
1004	BROMELIACEAE	Aechmea maasii	Gouda & W.Till	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea maasii é endêmica do Brasil e ocorre do sul da Bahia até o Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição ampla (EOO=40.316 km²) e ocorre em florestas não inundáveis, crescendo como erva terrestre.  Uma das principal ameaças à espécie é a expansão de loteamentos e adensamentos populacionais que exercem pressão deletéria sobre recursos bióticos e abióticos agravando a conservação dessas áreas. Extinções locais podem levar a espécie a situação de ameaça. Assim, A. maasii  foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20maasii	Mata Atlântica
1005	BROMELIACEAE	Aechmea macrochlamys	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea macrochlamys é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Sua distribuição é bastante restrita (EOO=1.411,70 km²) e ocupa uma área de 52 km² em Florestas Ombrófilas Densas. As ocorrências ao norte e ao sul do Rio Doce foram consideradas duas situações de ameaça distintas. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim, A. macrochlamys foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20macrochlamys	Mata Atlântica
1006	BROMELIACEAE	Aechmea marginalis	Leme & J.A.Siqueira	CR	B2ab(ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea marginalis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Alagoas. Sua distribuição é bastante restrita (EOO=332,11 km²) e sua AOO é extremamente pequena (AOO=8 km²). É conhecida apenas por meio de coletas realizadas no município de Ibateguara. A espécie é herbácea e habita o sub-bosque de Floresta Ombrófila Densa. Desde sua descrição, em 2001, não foram encontradas mais subpopulações de A. marginalis, acredita-se que alguns poucos indivíduos em cultivo sejam os últimos representantes vivos. A perda e fragmentação do hábitat são apontadas como principais ameaças e vêm causando o declínio contínuo da AOO , qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20marginalis	Mata Atlântica
1007	BROMELIACEAE	Aechmea muricata	(Arruda) L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea muricata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Alagoas e Pernambuco. Tem AOO bastante reduzida (AOO=68 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie é epífita facultativa de dossel ou estrato emergente e ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidescidual e Restinga. A. muricata apresentava distribuição inicial em toda a zona litorânea, principalmente nas Restingas, desde Igarassu, passando por Recife e Maceió, e também nas Matas Secas ao norte de Pernambuco. Atualmente, grande parte das localidades conhecidas da espécie encontra-se urbanizada, como por exemplo a Praia de Boa Viagem, na cidade do Recife, e a Restinga dos Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20muricata	Mata Atlântica
1008	BROMELIACEAE	Aechmea mutica	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea mutica é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=4.278,94 km²) e AOO bem reduzida (AOO=64 km²). Sua região de ocorrência sofre com a perda e fragmentação de hábitat, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas cinco situações de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20mutica	Mata Atlântica
1009	BROMELIACEAE	Aechmea nudicaulis	(L.) Griseb.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea nudicaulis não é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição. A espécie foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-12-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20nudicaulis	Mata Atlântica
1010	BROMELIACEAE	Aechmea orlandiana	L.B.Sm.	CR	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea orlandiana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie é conhecida por meio de apenas uma coleta, realizada em uma área próxima à beira da estrada. Tem distribuição restrita (EOO=270,28 km²) e AOO extremamente reduzida (AOO =4 km²). Devido à proximidade da estrada, a espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Ademais, por seu valor ornamental, a espécie é comercializada no mercado nacional e internacional, sendo amplamente cultivada. Por isso, suspeita-se que o número de indivíduos maduros também esteja em declínio devido ao extrativismo predatório. Assim, A. orlandiana foi avaliadacomo ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20orlandiana	Mata Atlântica
1011	BROMELIACEAE	Aechmea pectinata	Baker	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea pectinata é endêmcia do Brasil, mas possui distribuição ampla (EOO=91.747,56 km²) nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa catarina. A espécie foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pectinata	Mata Atlântica
1012	BROMELIACEAE	Aechmea pedicellata	Leme & H.Luther	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pedicellata	Mata Atlântica
1013	BROMELIACEAE	Aechmea pimenti-velosoi	Reitz	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"?Aechmea pimenti-velosoi precisa ser melhor estudada antes de uma avaliação de risco de extinção, pois pode se tratar de um sinônimo, já que é uma espécie próxima de Aechmea recurvata, que apresenta uma distribuição ampla. Assim, foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pimenti-velosoi	Mata Atlântica
1014	BROMELIACEAE	Aechmea podantha	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Os dados disponíveis sobre a espécie são poucos e conflitantes. Assim a espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20podantha	Mata Atlântica
1015	BROMELIACEAE	Aechmea recurvata var. albobracteata	Strehl	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea recurvata var. albobracteata é uma espécie de morfologia muito variável, que necessita de um estudo mais aprofundado sobre suas variedades. Dessa forma, o atual nível de conhecimento dificulta uma avaliação adequada. Assim, a espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20recurvata%20var.%20albobracteata	Mata Atlântica
1016	BROMELIACEAE	Aechmea recurvata var. ortgiesii	(Baker) Reitz	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea recurvata var. ortgiesii é uma espécie de morfologia muito variável, que necessita de um estudo mais aprofundado sobre suas variedades. Dessa forma, o atual nível de conhecimento dificulta uma avaliação adequada. Assim, a espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20recurvata%20var.%20ortgiesii	Mata Atlântica
1017	BROMELIACEAE	Aechmea rubrolilacina	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Existem poucos dados disponíveis sobre a espécie. Assim, Aechmea rubrolilacina Leme foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20rubrolilacina	Mata Atlântica
1018	BROMELIACEAE	Aechmea setigera	Mart. ex Schult.f.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea setigera não é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=1.442.154,850 km²). A espécie foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20setigera	Amazônia
1019	BROMELIACEAE	Aechmea sphaerocephala	Baker	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea sphaerocephala é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=236,10 km²) e ocupa uma área bastante reduzida (AOO =28 km²). A. sphaerocephala cresce em remanescentes de Floresta Ombrófila próximo ao litoral e Restinga, e está sujeita ao declínio contínuo de sua AOO e da qualidade de hábitat. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20sphaerocephala	Mata Atlântica
1020	BROMELIACEAE	Aechmea triangularis	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea triangularis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.426,24 km²). Foram identificadas quatro situações de ameaça, tendo como base os efeitos de perda e fragmentação de hábitats nos municípios de ocorrência da espécie. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat devido às atividades agrícolas nos remanescentes florestais do entorno. Assim, A. triangularis foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20triangularis	Mata Atlântica
1021	BROMELIACEAE	Aechmea vanhoutteana	(Van Houtte) Mez	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea vanhoutteana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. A espécie tem distribuição restrita e ocupa uma área reduzida. A. vanhoutteana cresce em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, predominantemente em áreas de montanha. Apesar de protegidas por unidades de conservação, as áreas de ocorrência da espécie sofrem os efeitos de incêndios que afetam continuamente a qualidade do hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20vanhoutteana	Mata Atlântica
1022	BROMELIACEAE	Aechmea werdermannii	Harms	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea werdermannii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. A espécie ocupa uma área bastante reduzida (AOO =40 km²). A. werdermannii habita os Brejos de Altitude e as Florestas Estacionais Semideciduais do nordeste brasileiro. Esses ambientes se encontram extremamente fragmentados devido à perda de cobertura vegetal original nos diferentes municípios e ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20werdermannii	Mata Atlântica
1023	BROMELIACEAE	Aechmea winkleri	Reitz	CR	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Aechmea winkleri é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio Grande do Sul. Está presente em um único local que vem sofrendo fragmentação pela ação do homem. Além disso, a espécie tem valor ornamental e sofre com a extração de indivíduos maduros. A. winkleri tem área de ocupação bastante reduzida (AOO =8 km²). Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20winkleri	Mata Atlântica
1024	BROMELIACEAE	Alcantarea benzingii	Leme	CR	B2ab(ii,iii),C2a(ii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea benzingii é uma espécie rupícola pouco conhecida que apresenta distribuição restritaà localidade de Forno Grande, no município de Castelo, no Estado do Espírito Santo e a uma altitudede aproximadamente 2.000 m. Considerando que o grupo inclui muitos casos de endemismos extremos, e que a região apresenta alto esforço de coleta, suspeita-se que a espécie seja de fato rara. A AOO da espécie é de 4 km², e suspeita-se que a única subpopulação conhecida conte com menos de 250 indivíduos maduros. Além disso, especialmente durante a época seca, a área sofre a ameaça constante de incêndios, que atingem as áreas mais altas devido à incidência de ventos.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20benzingii	Mata Atlântica
1025	BROMELIACEAE	Alcantarea duarteana	(L.B.Sm.) J.R.Grant	EN	B1ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea duarteana é endêmica do Planalto de Diamantina, em Minas Gerais, onde se desenvolveem Campos Rupestres, locais suscetíveis ao declínio da qualidade do hábitat devido às ações antrópicas. Sua distribuição é bastante restrita (EOO=205,24 km²) e se limita a três localidades em apenas um município do Estado. A espécie é retirada por colecionadores, o que reduz o número de indivíduos maduros. Além disso, a região também sofre com a incidência de incêndios que causam o declínio constante da qualidade do hábitat.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20duarteana	Cerrado
1026	BROMELIACEAE	Alcantarea farneyi	(Martinelli & A.F.Costa) J.R.Grant	CR	B1ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea farneyi ocorre nos cumes das montanhas do Parque Estadual do Desengano, em SantaMaria Madalena, Estado do Rio de Janeiro, sendo endêmica deste município. A espécie ocorre acima dos 1.200 m de altitude. A. farneyi é rupícola e forma touceiras em afloramentos rochosos. Sua distribuição é extremamente restrita (EOO=55,70 km²), e as duas localidades de ocorrência da espécie foram consideradas sujeitas a uma mesma situação de ameaça. A espécie está presentenas imediações das trilhas do Parque Estadual do Desengano, podendo estar suscetível ao pisoteio devido à proximidade de touceiras das trilhas.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20farneyi	Mata Atlântica
1027	BROMELIACEAE	Alcantarea geniculata	(Wawra) J.R.Grant	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea geniculata é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentosrochosos e formações campestres nas áreas mais elevadas do Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita a apenas três municípios em quatro serras diferentes, que foram consideradas situações de ameaça distintas. A região sofre intensamente com a perda e fragmentação de hábitat. E, de acordo com a literatura, esse processo tem um efeito negativo sobre populações de polinizadores.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20geniculata	Mata Atlântica
1028	BROMELIACEAE	Alcantarea glaziouana	(Leme) J.R.Grant	EN	B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea glaziouana é endêmica do Brasil e sua distribuição é restrita (EOO=347,89 km²) aosmunicípios de Niterói e do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre em afloramentos rochosos graníticos da região, os quais naturalmente impõem uma estrutura populacional severamente fragmentada. Esses afloramentos são constantemente atingidos por incêndios. Além disso, as subpopulações da espécie estão sujeitas aos efeitos da urbanização da cidade, que resultam em fragmentação e perda de hábitats e de indivíduos. Obras como a expansão do metrô tiveram impacto significativo e a abertura de rodovias e túneis vem ocasionando reduções populacionais e no número de indivíduos maduros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20glaziouana	Mata Atlântica
1029	BROMELIACEAE	Alcantarea imperialis	(Carriere) Harms	VU	B2ab(iii,iv,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Alcantarea imperialis é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Tem ampla distribuição (EOO=41.404,418 km²), entretanto sua ocorrência é restrita (AOO menor que 2.000 km²) a afloramentos rochosos e formações campestres de montanhas na Região Sudeste. Foram identificadas menos de 10 situações de ameaça que correspondem ao agrupamento entre as suas localidades de ocorrência. Devido ao seu valor ornamental e ao alto índice de retirada de indivíduos maduros para comercialização, além da incidência de incêndios sobre as subpopulações naturais, há risco de extinções locais. Apesar das ameaças descritas para a espécie, A. imperialis está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). Mesmo assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20imperialis	Mata Atlântica
1030	BROMELIACEAE	Alcantarea nahoumii	(Leme) J.R.Grant	VU	A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea nahoumii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=6.058,33 km²) a quatro municípios que perderam cerca de 96% da sua cobertura vegetal original, principalmente devido ao desmatamento que alimenta a produção de carvão vegetal, destinado às siderúrgicas e à indústria de cerâmica. Estima-se que ao menos 30% dessa redução populacional tenha ocorrido nos últimos 10 anos. A. nahoumii cresce em afloramentos rochosos que naturalmente impõem uma estrutura populacional severamente fragmentada. Além disso, esses afloramentos são constantemente atingidos por incêndios.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20nahoumii	Caatinga, Mata Atlântica
1031	BROMELIACEAE	Alcantarea nevaresii	(Leme) J.R.Grant	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea nevaresii é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=546,07 km², AOO =8km²) ao Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre em afloramentos rochosos, em áreas próximas a florestas e em Campos de Altitude na Serra do Mar, entre os municípios de Teresópolis e Nova Friburgo. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, principalmente devido à ocorrência de incêndios periódicos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20nevaresii	Mata Atlântica
1032	BROMELIACEAE	Alcantarea roberto-kautskyi	Leme	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Alcantarea roberto-kautskyi é endêmica do Brasil e sua distribuição está restrita (EOO= 537,66 km²) ao Estado do Espírito Santo. Apesar disso, a espécie possui grandes subpopulações com milhares de indivíduos e está bem representada na porção noroeste do Estado. A indícios de que a espécie também ocorre no nordeste de Minas Gerais. A.roberto-kautskyi ocorre em afloramentos rochosos, em áreas de difícil acesso, e não existem ameaças descritas especificamente para a espécie. Estima-se que sua distribuição seja bem maior do que a conhecida. Assim, a espécie foi classificada como ""Quase ameaçada"" (NT). Se foram identificadas ameaças específicas incidentes a espécie entrará na categoria ""Em Perigo"" (EN), e por tanto uma avaliação criteriosa no campo é necessária."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20roberto-kautskyi	Mata Atlântica
1033	BROMELIACEAE	Alcantarea vinicolor	(E.Reitz) J.R.Grant	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Alcantarea vinicolor é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=136,42 km²) ao Estadodo Espírito Santo, nos municípios de Vargem Alta, Santa Maria do Jetibá e Domingos Martins. A espécie ocorre em afloramentos rochosos e sua AOO é de 16 km². A região perdeu, ao longo dos anos, 74,6% da sua cobertura vegetal original e continua sofrendo o efeito da ocupação agrícola, abrigando vastas plantações de café. Incêndios são comuns no hábitat da espécie. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, definidas pela incidência de incêndios e coleta de indivíduos devidoao seu valor ornamental.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20vinicolor	Mata Atlântica
1034	BROMELIACEAE	Ananas fritzmuelleri	Camargo	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Ananas fritzmuelleri é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=121.170,688 km²) em Estados da região sudeste e sul do país.A. fritzmuelleri ocorre em locais abertos de floresta ombrófila densa e restingas associadas ao domínio fitogeográfico da Mata Atlântica. A espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ananas%20fritzmuelleri	Mata Atlântica (Wanderley et al. 2007, Martinelli et al. 2008, 2009, Forzza et al. 2011).
1035	BROMELIACEAE	Araeococcus montanus	Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Araeococcus montanus é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=260,88 km²) ao município de Wenceslau Guimarães, no Estado da Bahia. É conhecida a partir de coletas feitas em apenas uma localidade. Restam apenas 12% da cobertura original do município. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat e encontra-se severamente fragmentada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araeococcus%20montanus	Mata Atlântica
1036	BROMELIACEAE	Araeococcus parviflorus	(Mart. ex Schult. & Schult. f.) Lindm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Araeococcus parviflorus é endêmica do Brasil, porém possui ampla distribuição (EOO=76.900,385 km²) e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Foi considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araeococcus%20parviflorus	Mata Atlântica
1037	BROMELIACEAE	Billbergia alfonsijoannis	Reitz	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia alfonsijoannis é endêmica do Brasil e possui distribuição ampla (EOO=243.946,38 km²). A espécie ocorre em áreas deFloresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual e Afloramentos Rochosos da Mata Atlântica, nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. A espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC) e foi classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20alfonsijoannis	Mata Atlântica
1038	BROMELIACEAE	Billbergia brasiliensis	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Billbergia brasiliensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie está presente em Florestas Ombrófilas e afloramentos rochosos da Mata Atlântica e tem distribuição bastante restrita (EOO=787,50 km²). Foram identificadas duas situações de ameaça, definidas pelos efeitos da expansão urbana da cidade do Rio de Janeiro e pelo desmatamento, muito comum, na região da Costa Verde. A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20brasiliensis	Mata Atlântica
1039	BROMELIACEAE	Billbergia distachia	(Vell.) Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia distachia é endêmica do Brasil mas possui ampla distribuição (EOO=506.274 km²). A espécie ocorre em áreas de Mata Atlântica e do Cerrado. Apesar da degradação do habitat ser uma ameaça descrita para a espécie, esta se encontra protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20distachia	Mata Atlântica e Cerrado
1040	BROMELIACEAE	Billbergia leptopoda	L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia leptopoda é endêmica do Brasil mas possui ampla distribuição (EOO=102.851,6 km²) e ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie cresce em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semi-decidual. Apesar de ameaças descritas para a espécie, esta se encontra em unidades de conservação (SNUC). Por estas razões, B. leptopoda foi considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20leptopoda	Mata Atlântica
1041	BROMELIACEAE	Billbergia lietzei	E.Morren	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Billbergia lietzei E. Morren é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Espírito Santo. A espécie é conhecida apenas pelo material tipo, proveniente da coleção viva de Lietze, sem informação de origem. Barros e Costa (2008) consideraram a espécie duvidosa, já que esta se assemelha a Billbergia iridifolia (Nees e Mart.) Lindl.. No entanto, não há material suficiente para confirmar se B. lietzei é ou não um sinônimo de B. iridifolia. Assim, maiores estudos sobre a espécie são necessários. A espécie foi considerada como Data Deficient (DD).	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20lietzei	""
1042	BROMELIACEAE	Billbergia lymanii	E.Pereira & Leme	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia lymanii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A espécie possui ampla distribuição (EOO=36.191,740 km²) mas foram identificadas apenas quatro situações de ameaça. Além disso, boa parte da distribuição da espécie sofre efeitos da degradação ambiental. Extinções locais podem facilmente levar a espécie a risco de extinção. Por estas razões, a espécieBillbergia lymanii foi classificada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20lymanii	Mata Atlântica
1043	BROMELIACEAE	Billbergia macrocalyx	Hook.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Billbergia macrocalyx Hook. é uma espécie pouco conhecida e apresenta problemas quanto à tipificação, já que foi utilizado material cultivado de procedência incompleta. Além disso,a ocorrência para MG é duvidosa, devido à incerteza quanto a identidade do táxon. por estas razões, a espécie foi considerada como Data Deficient (DD).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20macrocalyx	""
1044	BROMELIACEAE	Billbergia magnifica	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia magnifica não é endêmica do Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=62.239,43 km²). A espécie é cultivada e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Por esta razões, a espécie foi classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20magnifica	Cerrado, Mata Atlântica
1045	BROMELIACEAE	Billbergia meyeri	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia meyeri ocorre na Bolívia e Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=179.318,16 km²) e pode ser encontrada em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. A espécie foi classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20meyeri	Cerrado e Mata Atlântica
1046	BROMELIACEAE	Billbergia minarum	L.B.Sm.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia minarum var. viridiflora é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie possui ampla distribuição (EOO=53.530,07 km²) e ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semi-decidual. Foram identificadas cinco situações de ameaças distintas. Sendo que em Minas Gerais a espécie sofre os efeitos da mineração de ferro. Extinções locais da espécie neste Estado podem facilmente colocar a espécie sob risco de extinção. Assim, Billbergia minarum var. viridiflora foi classificada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20minarum	Mata Atlântica
1047	BROMELIACEAE	Billbergia nutans	H.H.Wendl. ex Regel	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia nutans possui ampla distribuição na América do Sul. Em território brasileiro a espécie ocorre na Mata Atlântica e no Cerrado, em diversos Estados (EOO=907.529 km²). Apesar de sofrer com a perda de habitat, B. nutans está protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim, foi classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20nutans	Mata Atlântica e Cerrado
1048	BROMELIACEAE	Billbergia pohliana	Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia pohliana é pouco conhecida e de difícil identificação. A espécie apresenta apenas uma coleta além do holótipo, que foi destruído. Possui distribuição restrita a Serra da Mantiqueira, nos municípios de Coronel Pacheco, Rio Novo e Rio Preto, no Estado de Minas Gerais. Billbergia pohliana foi classificada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20pohliana	Mata Atlântica
1049	BROMELIACEAE	Billbergia pyramidalis	(Sims) Lindl.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia pyramidalis ocorre na América Central, Venezuela e Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=512.905,35 km²) e é encontrada em diversos Estados. Assim, a espécie foi classificada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20pyramidalis	Mata Atlântica
1050	BROMELIACEAE	Billbergia zebrina	(Herb.) Lindl.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Billbergia zebrina ocorre no Paraguai, Argentina e Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=1.087.413,5 km²) e pode ser encontrada  nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de ter valor ornamental e sofrer efeitos da perda e degradação de habitat, a espécie é cultivada e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Por estas razões a espécie foi classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20zebrina	Mata Atlântica e Cerrado
1051	BROMELIACEAE	Bromelia balansae	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Bromelia balansae não é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=3.943.083 km²). Além disso, não possui ameaças descritas e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Por estas razões a espécie foi considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20balansae	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1052	BROMELIACEAE	Bromelia braunii	Leme & E.Esteves	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Bromelia braunii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Tocantins. Apenas uma população é conhecida a partir de um único registro de ocorrência. Tem AOO restrita a 4 km². Alémdisso, está sujeita ao declínio constante da qualidade de hábitat, devido à incidência de incêndios e destruição do Cerrado ao redor da Serra da Natividade, único local de ocorrência da espécie. A proximidade a áreas urbanas e rodovias também é uma ameaça à B. braunii.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20braunii	Cerrado
1053	BROMELIACEAE	Bromelia macedoi	L.B.Sm.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Bromelia macedoi é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita ao Distrito Federal e ao Estado deGoiás. Está sujeita a cinco situações de ameaça, definidas pela degradação ambiental e retirada de indivíduos devido ao seu valor ornamental. A existência de ameaças plausíveis como o declínio da qualidade e disponibilidade de hábitat favorável para a espécie, devido principalmente à constante expansão agropecuária em áreas de Cerrado, acarreta risco de extinção para B. macedoi.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20macedoi	Cerrado
1054	BROMELIACEAE	Canistropsis albiflora	(L.B.Sm.) H.Luther & Leme	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Canistropsis albiflora é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita aos Estados da Bahia e do EspíritoSanto (EOO=10.958,21 km²). A espécie é naturalmente rara na natureza e sua distribuição é muito esparsa até mesmo nas áreas típicas de sua ocorrência. C. albiflora se desenvolve em áreas bem úmidas de florestas montanhosas e matas tabulares sul baianas, hábitats que estão sujeitos a diversas ameaças, especialmente a redução do hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20albiflora	Mata Atlântica
1055	BROMELIACEAE	Canistropsis elata	(E.Pereira & Leme) Leme	CR	C1+2a(i),D	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistropsis elata é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, sendo conhecida apenas por meio de umapopulação restrita a uma localidade confinada em uma área particular no município de Mambucaba, Angra dos Reis. Não há dados populacionais quantitativos da espécie, entretanto, ela é considerada de baixa frequência e apontada como rara. Estima-se que, se a espécie ainda puder ser encontrada na natureza, seu tamanho populacional não exceda 50 indivíduos maduros. Contudo, as últimas expedições realizadas para procurá-la não tiveram êxito. A especulação imobialiária da região e a expansão do núcleo urbano do município de Mambucaba em direção ao fragmento florestal em que a espécie costumava habitar representam grande risco à sua sobrevivência na natureza. Assim, foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (EN), estando possivelmente extinta na natureza."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20elata	Mata Atlântica
1056	BROMELIACEAE	Canistropsis microps	(E.Morren ex Mez) Leme	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistropsis microps é endêmica do Brasil mas possui distribuição ampla (EOO=331.546,28 km²). Além disso, a espécie está relativamente bem protegida em várias unidades públicas de conservação, como a Reserva Biológica de Poços das Antas, Parque Nacional da Tijuca, Reserva Biológica da Praia do Sul e Parque Nacional da Serra da Bocaina. Por estas razões foi classificada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20microps	Mata Atlântica
1057	BROMELIACEAE	Canistrum alagoanum	Leme & J.A.Siqueira	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Canistrum alagoanum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em remanescentes de FlorestaOmbrófila no Estado de Alagoas. A espécie tem distribuição restrita (EOO=4.620,91 km²) e sua região de ocorrência está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. De acordo com pesquisadores que trabalham na área, a fragmentação da vegetação remanescente representauma séria ameaça à sobrevivência da espécie na natureza. Foram identificadas cinco situações de ameaça, tendo como base os padrões de desmatamento das áreas litorânea e interiorana da região.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20alagoanum	Mata Atlântica
1058	BROMELIACEAE	Canistrum aurantiacum	E.Morren	EN	C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistrum aurantiacum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Região Nordeste do país. Atualmente tem 20 subpopulações conhecidas, distribuídas nos Estados de Pernambuco e Alagoas. A espécie ocupa uma AOO de apenas 164 km². A região de ocorrência sofre com o desmatamento e a fragmentação. Situações de risco poderão levar a extinções locais. Além disso, estimativas populacionais apontam que há cerca de 50 indivíduos em cada subpopulação, resultando em um total de 1.000 indivíduos. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20aurantiacum	Mata Atlântica
1059	BROMELIACEAE	Canistrum camacaense	Martinelli & Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Canistrum camacaense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em áreas de Floresta Ombrófiladensa no sul do Estado da Bahia, especialmente no município de Una e adjacências. A espécie forma populações com indivíduos esparsamente distribuídos, e é classificada como espécie rara por diferentes autores. C. camacaense tem distribuição restrita (EOO=1.042,59 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de habitat. Informações disponíveis na literatura apontam que no sul da Bahia remanescem menos de 4% da cobertura vegetal original. Foram identificadas cinco situações de ameaça, com base na dinâmica de fragmentação da paisagem nessa região ao longo dos últimos anos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20camacaense	Mata Atlântica
1060	BROMELIACEAE	Canistrum fosterianum	L.B.Sm.	CR	A2ac,B2ab(ii,iii,iv),C1+2a(i,ii),D	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistrum fosterianum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. É conhecida a partir do material proveniente de três coletas distintas, todas realizadas em áreas bem próximas. A primeira delas datada de 22/10/1948 e a última de 27/07/2000, todas em áreas de Floresta Ombrófila densa, próximas ao litoral. Se a espécie ainda não estiver extinta na natureza, provavelmente não ocorre mais em duas das três localidades originais. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO=145,65 km², AOO =12 km²). Devido a isso, considerou-se que a espécie está sujeita a somente uma situação de ameaça. A ocupação da região litorânea da cidade de Salvador e o processo de urbanização das áreas próximas resultou em significativa perda de hábitat. Estima-se que tenha ocorrido uma redução de mais de 80% nos últimos 10 anos, com declínio na AOO e na qualidade do hábitat. Além disso, a espécie éconsiderada rara e tem subpopulações muito pequenas. Estima-se que o tamanho populacional não exceda 50 indivíduos maduros, todos em apenas uma única localidade.Por estas razões, foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20fosterianum	""
1061	BROMELIACEAE	Canistrum guzmanioides	Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistrum guzmanioides é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=110,33 km², AOO =12 km2), e é conhecida apenas a partir de três localidades, que foram consideradas diferentes situações de ameaça. Apesar de estar protegida por uma unidade de conservação (SNUC), esta vem sofrendo com problemas administrativos e de fiscalização, além de estar fragmentada e apresentar sinais de devastação. Assim, C. guzmanioides foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20guzmanioides	Mata Atlântica
1062	BROMELIACEAE	Canistrum montanum	Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistrum montanum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em áreas de Floresta Ombrófiladensa, no sul do Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.623,81 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Pesquisadores relatam a incidência de ameaças diretas nessas áreas. A extração seletiva de madeira e o desmatamento para estabelecimento de culturas representam as ameaças diretas mais relevantes para a perpetuação da espécie na natureza.Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas, devido às características regionais do processo de desmatamento evidenciadas por dados concretos de perda de hábitat. Assim, C. montanum foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20montanum	Mata Atlântica
1063	BROMELIACEAE	Canistrum pickelii	(A.Lima & L.B.Sm.) Leme & J.A.Siqueira	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistrum pickelii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Pernambuco eAlagoas. Tem distribuição restrita (EOO=5.842,21 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. A Mata Atlântica nordestina foi devastada desde o período de colonização, e a principal ameaça à espécie continua sendo a perda e degradação de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20pickelii	Mata Atlântica
1064	BROMELIACEAE	Canistrum triangulare	L.B.Sm. & Reitz	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Canistrum triangulare é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na região serrana do Estadodo Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.154,52 km²) e está sujeita ao declínio contínuo na qualidade de hábitat. A região tem extensas áreas de plantações de café, entre outras atividades agrícolas que afetam a integridade dos remanescentes de vegetação nativa. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Dessa forma, a espécie foi classificada como ""Emperigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20triangulare	Mata Atlântica
1065	BROMELIACEAE	Cryptanthus beuckeri	E.Morren	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Crypanthus beuckeri E. Morrené endêmica do Brasil e ocorre apenas nos estado do Espirito Santo e Bahia. A espécie possui distribuição restrita (EOO=32.392,214km²) mas excede os limites estabelecidos pelos critérios IUCN. Apesar de protegida por Unidades de Conservação, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat. Extinções locais podem facilmente levar a espécie a uma situação de risco de extinção. Por estas razões, foi classificada como Near Threatened (NT)	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20beuckeri	""
1066	BROMELIACEAE	Cryptanthus burle-marxii	Leme	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus burle-marxii é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado de Pernambuco. A espécietem distribuição restrita (EOO=11.276,51 km²) e poucas subpopulações são conhecidas. C. burle-marxii cresce em matas litorâneas sobre solos arenosos (Restingas) dentro do bioma Mata Atlântica. A perda de hábitat na faixa litorânea ao longo de sua distribuição (Pernambuco), e a fragmentação dos remanescentes onde ocorre representam uma ameaça para a sobrevivência da espécie na natureza. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Assim, C. burle-marxii foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20burle-marxii	Mata Atlântica
1067	BROMELIACEAE	Cryptanthus capitatus	Leme	EN	A2c,B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus capitatus é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado do Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=219,66 km²) e só se conhece uma população em fragmento florestal situado no município de Aracruz (ES). Estima-se que sua AOO seja de 12 km². A espécie ocorre em solo de Florestas Ombrófilas Densas associadas à Mata Atlântica, que ocupam montanhas próximas ao oceano, apresenta baixa densidade populacional e é considerada rara. O município de Aracruz perdeu mais de 90% de sua cobertura vegetal original devido principalmente ao estabelecimento de extensas plantações de eucalipto. Acredita-se em pelo menos 50% de redução populacional nos últimos 10 anos. Por essas razões, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20capitatus	Mata Atlântica
1068	BROMELIACEAE	Cryptanthus caracensis	Leme & E.Gross	CR	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus caracensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Apresenta subpopulações pequenas na RPPN Parque Natural da Serra do Caraça. Foi coletada em pontos dentro da unidade de conservação (SNUC) em questão, mas existe uma subpopulação conhecida não protegida pelos limites da RPPN. C. caracensis tem distribuição extremamente restrita (EOO=63,30 km²). A espécie ocorre em afloramentos rochosos de Campos Rupestres ferruginosos na área do quadrilátero ferrífero mineiro e a degradação ambiental resultante de atividades mineradoras vêm causando o declínio contínuo da qualidade de hábitat disponível para a espécie. Por essas razões, C. caracensis foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20caracensis	Mata Atlântica, Cerrado
1069	BROMELIACEAE	Cryptanthus caulescens	I.Ramírez	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus caulescens é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita (EOO=207,94 km²) e é conhecida apenas por meio de coletas realizadas em três localidades, que foram identificadas como situações de ameaça distintas. Sua AOO é de 16 km². A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat, devido às atividades agrícolas na região serrana do Espírito Santo. De acordo com os dados disponíveis, restaram apenas 11% da vegetação original. Assim, C. caulescens foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20caulescens	Mata Atlântica
1070	BROMELIACEAE	Cryptanthus coriaceus	Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus coriaceus é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado do Espírito Santo, ao nortede Vitória. A espécie cresce em pequenas montanhas a uma distância de 15 km do Oceano Atlântico, num tipo de vegetação mais seco, de porte arbustivo, em formações de Florestas Ombrófilas Densas. Apenas uma população é conhecida, composta por indivíduos esparsos. De acordo com o tamanho dos fragmentos de hábitat remanescentes, suspeita-se que o tamanho populacional não exceda 2.500 indivíduos maduros, todos em uma única localidade. Além disso, a distribuição da espécie é bastante restrita (EOO=280,24 km²). A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat devido à perda e fragmentação da vegetação nativa, decorrente de atividades agrícolas e mineradoras. Assim, C. coriaceus foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20coriaceus	Mata Atlântica
1071	BROMELIACEAE	Cryptanthus correia-araujoi	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus correia-araujoi é endêmica do Brasil. A espécie é conhecida apenas do Estado do Espírito Santo. Mas pesquisadores apontam a possibilidade da espécie possuir distribuição mais ampla e ocorrer também em outros Estados do Nordeste brasileiro. Assim, são necessários maiores estudos populacionais que possam estabelecer com segurança a distribuição da espécie. Cryptanthus correia-araujoi foi classificada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20correia-araujoi	Mata Atlântica
1072	BROMELIACEAE	Cryptanthus dorothyae	Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus dorothyae é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.São conhecidas subpopulações nos municípios de Serra, Guarapari e Presidente Kennedy, no Espírito Santo, e Macaé e Barra de Itabapoana, no Rio de Janeiro. Cryptanthus dorothyae tem distribuição restrita (EOO=2.499,46 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. A espécie ocorre em formações florestais fechadas de Restinga (Mata de Restinga) e em transição dessaspara matas periodicamente alagadas. As principais ameaças à perpetuação de C. dorothyae na natureza são a destruição e degradação de seu hábitat, uma vez que grande parte das restingas brasileiras deu espaço às áreas urbanas, aos loteamentos, assentamentos e outras formas de usodas planícies litorâneas. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20dorothyae	Mata Atlântica
1073	BROMELIACEAE	Cryptanthus duartei	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus duartei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, na região da Serra do Cipó. Tem distribuição restrita (EOO=277,73 km²) às áreas mais elevadas da Serra. Sua AOO é de 12 km². Foram identificadas apenas três localidades de ocorrência, consideradas situações de ameaça distintas. A região sofre com a perda e fragmentação do hábitat e é frequentemente assolada por incêndios que ameaçam a sobrevivência de espécies. Assim, C. duartei foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20duartei	Cerrado
1074	BROMELIACEAE	Cryptanthus exaltatus	H.Luther	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus exaltatus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=688,25 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. A região de ocorrência de C. exaltatus enfrenta a perda e fragmentação de hábitat decorrentes de atividade agrícolas. Além disso, a espécie não está protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim, C. exaltatus foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20exaltatus	Mata Atlântica
1075	BROMELIACEAE	Cryptanthus fernseeoides	Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Cryptanthus fernseeoides é endêmica do Brasil e ocorre somente no Estado do Espírito Santo. Apenas a população da localidade tipo, no município de Domingos Martins, é conhecida. Sua AOO é de 4 km². A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Domingos Martins tem apenas 23% de sua cobertura vegetal original e a perda e fragmentação de hábitat continuam representando uma ameaça para a sobrevivência da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20fernseeoides	Mata Atlântica
1076	BROMELIACEAE	Cryptanthus fosterianus	L.B.Sm.	CR	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus fosterianus é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Pernambuco, próximo à fronteira com a Paraíba. A espécie foi coletada na natureza na Serra Negra de Bezerros, em São Lourenço da Mata, na localidade conhecida como Mata do Camocim. Apenas uma população dessa planta é conhecida. A Serra Negra de Bezerros constitui um Brejo de Altitude, cujas extensas florestas, no passado, cederam espaço para o plantio do café e, mais tarde, para a pecuáriaextensiva. Hoje, a região se encontra completamente devastada, e o que sobrou da biota local está confinado aos afloramentos rochosos. Há suspeitas de que a espécie possa estar extinta na natureza. Tem AOO de 4 km². Por essas razões, C. fosterianus foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), possivelmente extinta na natureza."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20fosterianus	Mata Atlântica
1077	BROMELIACEAE	Cryptanthus glazioui	Mez	CR	B1ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus glazioui é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos CamposRupestres da Serra do Caraça, em Minas Gerais. C. glazioui tem distribuição restrita (EOO=63,30 km²)e está sujeita ao declínio contínuo de EOO, AOO e qualidade de hábitat. A região faz parte do Quadrilátero Ferrífero, que sofre com a perda de hábitat devido à mineração de ferro. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20glazioui	Mata Atlântica, Cerrado
1078	BROMELIACEAE	Cryptanthus grazielae	H.Luther	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus grazielae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espiríto Santo, no município de Vitória. Entretanto, faltam dados ecológicos, populacionais e de ameaças incidentes sobre a espécie para subsidiar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie. Portanto, C. grazielae foi considerada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20grazielae	Mata Atlântica
1079	BROMELIACEAE	Cryptanthus latifolius	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Apesar da espécie possuir distribuição bastante restrita, dados ecológicos e de ameaças incidentes são necessários para permitir uma avaliação consistente sobre o risco de extinção de Cryptanthus latifolius. Assim, a espécie foi considerada ""Deficiente de dados"" (DD)"	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20latifolius	Mata Atlântica
1080	BROMELIACEAE	Cryptanthus leuzingerae	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem informações suficientes para a avaliação de risco de extinção. Mais estudos sobre as sub-populações e sua distribuição são necessários para permitir uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20leuzingerae	Mata Atlântica
1081	BROMELIACEAE	Cryptanthus lutherianus	I.Ramírez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus lutherianus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espirito Santo. Mas existem poucas informações disponíveis de modo a inviabilizar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie. Assim, Cryptanthus lutherianus foi classificada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20lutherianus	Mata Atlântica
1082	BROMELIACEAE	Cryptanthus maritimus	L.B.Sm.	EN	A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Cryptanthus maritimus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita (EOO=148,33 km²) e habita matas de Restinga e Florestas Ombrófilas Densas, próximo ao litoral. Tem AOO de 24 km². De acordo com dados de desmatamento, a região perdeu mais de 85% da cobertura vegetal original. Estima-se que ao menos 50% da população tenham sido reduzidos nos últimos 10 anos, devido à expansão urbana de Vila Velha e Guarapari. Apesar de legalmente protegida em unidades de conservação (SNUC), as restingas capixabas vêm sendo sistematicamente destruídas ao longo do processo de ocupação territorial do leste brasileiro. Assim, C. maritimus foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20maritimus	Mata Atlântica
1083	BROMELIACEAE	Cryptanthus minarum	L.B.Sm.	EN	A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus minarum é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado de Minas Gerais. Até recentemente, era conhecida apenas pela sua coleção-tipo de 1902 no Pico do Itabira, tendo sido recoletada em Itueta em 1997. C. minarum cresce sobre afloramentos rochosos, mas sua ecologia ainda é pouco conhecida. Entretanto, tem distribuição restrita (EOO=395,18 km²) a uma localidade que tem sido totalmente alterada pela mineração de ferro. O município de Itabira perdeu mais de 98% de sua cobertura vegetal original. Estima-se que mais de 50% da população tenham sido eliminados nos últimos 10 anos. Por essas razões a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20minarum	Mata Atlântica, Cerrado
1084	BROMELIACEAE	Cryptanthus odoratissimus	Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus odoratissimus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie foi coletada em três localidades distintas, que foram consideradas diferentes situações de ameaça. Sua distribuição é restrita (EOO=240,64 km²) e a espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20odoratissimus	Mata Atlântica
1085	BROMELIACEAE	Cryptanthus pseudoglazioui	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Os dados disponíveis são insuficientes para permitir uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20pseudoglazioui	""
1086	BROMELIACEAE	Cryptanthus pseudoscaposus	L.B.Sm.	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus pseudoscaposus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=742,23 km²) e ocupa uma AOO de 24 km². Cryptanthus pseudoscaposus é terrícola e cresce em fragmentos de Floresta Ombrófila, tendo sido coletada em saliências rochosas, em ambiente úmido e sombreado. O município de Domingos Martins, onde a espécie ocorre, perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos do declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaçadistintas. Assim, C. pseudoscaposus foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20pseudoscaposus	Mata Atlântica
1087	BROMELIACEAE	Cryptanthus roberto-kautskyi	Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus roberto-kautskyi é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do EspíritoSanto. Ocupa uma AOO de apenas 8 km². A espécie vive no folhiço de Florestas Ombrófila Densa, onde o ambiente é densamente sombreado. O município de Domingos Martins, onde a espécie ocorre, perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos do declínio contínuo da qualidade de hábitat. As duas localidades de ocorrência foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20roberto-kautskyi	Mata Atlântica
1088	BROMELIACEAE	Cryptanthus scaposus	E.Pereira	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus scaposus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=287,94 km²) e ocupa uma AOO de 20 km². Cresce em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. As formações florestais do Espírito Santo perderam uma extensão significativa da cobertura vegetal ao longo dos últimos anos e continuam sofrendo com o declínio contínuo da qualidade desse tipo de hábitat. Foram identificadas três situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20scaposus	Mata Atlântica
1089	BROMELIACEAE	Cryptanthus whitmanii	Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus whitmanii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem uma AOO menor que 10 km² e é conhecida apenas a partir de uma única localidade no município de Domingos Martins. Este município perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal originale continua sofrendo os efeitos do declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Assim, C. whitmanii foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20whitmanii	Mata Atlântica
1090	BROMELIACEAE	Cryptanthus zonatus	(Visiani) Beer	VU	B1ab(iii,iv,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cryptanthus zonatus é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados nordestinos do Rio Grande do Norte e Pernambuco. A espécie tem distribuição restrita (EOO=18.612,36 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas menos de 10 situações de ameaça, considerando a presença e ausência em áreas protegidas (SNUC). Devido à degradação ambiental, a espécie está também sujeita às extinções locais de subpopulações existentes devido à coleta de indivíduos maduros. C. zonatus é uma das espécies mais ornamentais e populares do gênero e é coletada para fins comerciais. Apesar de ser amplamente cultivada, sua existência na natureza está ameaçada de extinção. Assim, C. zonatus foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20zonatus	Mata Atlântica
1091	BROMELIACEAE	Deuterocohnia meziana	Kuntze ex Mez	VU	B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Deuterochonia meziana tem distribuição restrita (EOO=18.358,33 km²) e ocorre em afloramentos rochosos ferruginosos do bioma Cerrado, no Estado do Mato Grosso do Sul. A espécie tem uma estrutura populacional severamente fragmentada e está sujeita a quatro situações de ameaça. Os afloramentos onde ocorre estão sujeitos a diversas ameaças como a incidência do fogo, o pastoreio ou mesmo a mineração de ferro. Todas essas práticas resultam em declínio constante da qualidade dohábitat e da AOO da espécie.	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Deuterocohnia%20meziana	Cerrado
1092	BROMELIACEAE	Disteganthus calatheoides	(L.B.Sm.) L.B.Sm. & R.W.Read	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie Disteganthus calatheoides é conhecida no Brasil apenas de um único registro realizado na década de 60 no Estado do Amapá. A espécie também ocorre no país vizinho Guiana Francesa. D. calatheoides ocorre em interior de florestas úmidas alagadas, sobre solos argilosos encharcados. Apesar de na região existirem extensas áreas de habitat disponíveis, são necessários mais estudos sobre a distribuição da espécie, para subsidiar uma avaliação do risco de extinção mais consistente. Por esta razão a espécie foi considerada como ""Deficiente de Dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disteganthus%20calatheoides	Amazônia
1093	BROMELIACEAE	Dyckia agudensis	Irgang & Sobral	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia agudensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, mais precisamente no Morro Agudo, município de Agudo. Tem distribuição restrita (EOO=4,12 km²) e ocupa uma AOO de apenas 8 km². A espécie é rupícola e cresce sobre formações basálticas, entre vegetação xerófila. D. agudensis está sujeita à perda e fragmentação do hábitat devido ao desmatamento causado por atividades agrícolas no entorno. Além disso, a espécie não está protegida por unidades de conservação (SNUC). Sua localidade de ocorrência foi considerada uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20agudensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1094	BROMELIACEAE	Dyckia alba	S.Winkl.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Apesar de Dyckia alba possuir distribuição restrita ao Estado do Rio Grande do Sul e estar sujeita a degradação ambiental decorrente de práticas agrícolas adotadas na região, a espécie foi considerada como ""Deficiente de Dados"" (DD) devido a ausência de registros de ocorrência documentados em nosso banco de dados. Estudos sobre a distribuição geográfica e sobre a ecologia da espécie são necessários para uma avaliação consistente sobre o estado de conservação de D. alba."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20alba	Pampa (Campos Sulinos)
1095	BROMELIACEAE	Dyckia brevifolia	Baker	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie Dyckia brevifolia foi descrita com base em uma prancha. Os registros de ocorrência disponíveis para a espécie são na verdade testemunhos de outras espécies de Dykia. Assim, D. brevifolia foi avaliada como ""Deficiente de Dados"" (DD)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20brevifolia	Mata Atlântica
1096	BROMELIACEAE	Dyckia cabrerae	L.B.Sm. & Reitz	EN	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia cabrerae é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica nos Estados do Paraná e de SantaCatarina, nos campos do planalto do Estado de Santa Catarina. A espécie apresenta extensa distribuição (EOO=85.381,49 km²), no entanto, ocupa uma AOO de apenas 36 km². Dyckia cabrerae é xerófita e heliófita, muito rara, e cresce nos campos rochosos ou em clareiras, formando por vezes pequenos agrupamentos muito descontínuos, situados em altitudes de 900 a 1.000 m. A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. As localidades de ocorrência foram agrupadas em duas situações de ameaça distintas, considerando a presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20cabrerae	Mata Atlântica
1097	BROMELIACEAE	Dyckia choristaminea	Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia choristaminea é endêmica do Brasil e segundo a literatura ocorre na Mata Atlântica e Pampa, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. Entretanto, só existem registros de ocorrência em nosso banco de dados para o Estado do Rio Grande do Sul. Considerando que o registro da espécie nesses outros estado irá alterar consideravelmente a avaliação da espécie, Dyckia choristaminea foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD), até que estas incongruências sejam esclarecidas."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20choristaminea	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1098	BROMELIACEAE	Dyckia commixta	Hassl.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie conhecida apenas de uma coleta, realizada em 1967. Apesar de apresentar distribuição restrita e área de ocupação reduzida, a espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20commixta	Mata Atlântica
1099	BROMELIACEAE	Dyckia delicata	Larocca & Sobral	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia delicata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Esta espécie é conhecida somente da localidade tipo e parece ser endêmica de afloramentos basálticos. Ocupa uma AOO de 4 km² referente a duas pequenas montanhas, que distam cerca de 100 m uma da outra. É provável que a espécie cresça também em outros afloramentos próximos. D. delicata enfrenta o declínio contínuo da qualidade de hábitat devido à degradação no entorno. A localidade de ocorrência foi considerada uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20delicata	Mata Atlântica
1100	BROMELIACEAE	Dyckia distachya	Hassl.	CR	C1+2a(ii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia distachya não é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica, nos Estados de Santa Catarinae do Rio Grande do Sul. A espécie é exclusiva de ilhas rochosas ao longo das margens dos Rios Uruguai e Paraná. D. distachya está adaptada a variações ambientais extremas, passando ora por períodos de seca, ora ficando encoberta pela água durante as enchentes. Ocupa AOO de 20 km². Recentemente, pesquisas constataram a existência de uma única subpopulação com cerca de 150 indivíduos, a qual sofreu um declínio de 25% nos últimos três anos. A área está sujeita aos efeitos da construção de barragens para a hidrelétrica e provavelmente será afetada pela construção de novas represas. Assim, D. distachya foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20distachya	Mata Atlântica
1101	BROMELIACEAE	Dyckia domfelicianensis	Strehl	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia domfelicianensis, no Brasil, ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Ocorria de forma esparsa ao longo de 617 km da Bacia do Rio Uruguai, mas atualmente restam subpopulações naturais apenas no Salto Yucumã e no Parque Provincial Moconá (Argentina), na continuação do Rio Uruguai. Essa espécie tem sua localidade-tipo no Paraguai, na região do trecho superior do Rio Paraná. Está presente em afloramentos rochosos da região do município de Dom Feliciano. Ocupa AOO de apenas 8 km². Todas as localidades foram consideradas uma única situação de ameaça. A região sofre com a degradação ambiental, perda e fragmentação da paisagem, que causam o declínio contínuo na qualidade do hábitat. De acordo com dados disponíveis, o município de Dom Feliciano perdeu 98,28% de sua cobertura vegetal original. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20domfelicianensis	Pampa (Campos Sulinos)
1102	BROMELIACEAE	Dyckia dusenii	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"De acordo com a literatura a espécie ocorre exclusivamente em Estados do sul. Entretanto, existem registros de ocorrência da espécie para o Estado do Piauí, no nordeste brasileiro. A espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20dusenii	Mata Atlântica
1103	BROMELIACEAE	Dyckia elisabethae	S.Winkl.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20elisabethae	Pampa (Campos Sulinos)
1104	BROMELIACEAE	Dyckia encholirioides	(Gaudich.) Mez	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie Dyckia encholirioides é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de apresentar distribuição ampla, ocupa uma área (AOO) de apenas 168 km². Apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie possui valor ornamental e também é utilizada para o assentamento de dunas, em áreas de restinga. Caso sejam confirmadas ameaças que estejam causando declínio nas sub-populações da espécie ela poderá ser avaliada como ""Em Perigo"" (EN). Enquanto isso a espécie foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20encholirioides	Mata Atlântica
1105	BROMELIACEAE	Dyckia fosteriana	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia fosteriana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Paraná. A espécie temdistribuição restrita e ocupa AOO de 40 km². Ocorre em formações campestres e afloramentos rochosos de Mata Atlântica e, eventualmente, em áreas de transição com Cerrado. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. A espécie está sujeita à perda e fragmentação dehábitat e à retirada de indivíduos maduros. D. fosteriana é provavelmente a mais ornamental e popular espécie do gênero. Por essas razões, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20fosteriana	Mata Atlântica
1106	BROMELIACEAE	Dyckia hatschbachii	L.B.Sm.	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia hatscbachii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Paraná, em Paranaguá.A espécie cresce nas restingas litorâneas e ocupa uma área de apenas 8 km². A região sofre com a perda e fragmentação de hábitats. Todas as localidades de ocorrência da espécie foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, D. hatscbachii foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20hatschbachii	Mata Atlântica
1107	BROMELIACEAE	Dyckia hebdingii	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Não existem dados suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. Assim, Dyckia hebdingii foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20hebdingii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1108	BROMELIACEAE	Dyckia ibicuiensis	Strehl	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia ibicuiensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, no município de Santa Maria. Este perdeu mais de 94% da cobertura vegetal original nos últimos anos e sofre com a degradação ambiental e fragmentação da paisagem, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. A espécie ocupa uma AOO de 4 km². A única localidade de ocorrência foi considerada uma situação de ameaça. Assim, D. ibicuiensis foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Entretanto, são necessários mais estudos sobre a estrutura populacional e suas características ecológicas para garantir o planejamento de ações efetivas de conservação."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ibicuiensis	Pampa (Campos Sulinos)
1109	BROMELIACEAE	Dyckia ibiramensis	Reitz	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia ibiramensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Mata Atlântica do Estado de Santa Catarina. Tem distribuição restrita (EOO=7,04 km²) e cresce naturalmente em ilhas de vegetação distribuídas ao longo de 4 km das margens do Rio Itajaí do Norte. Trata-se de uma planta rupícola e reófita. Espécie heliófita, adapta-se às variações extremas das enchentes e vazantes, com hábitat superúmido durante as enchentes, variando para seco nos períodos de estiagem. As rosetas de D. ibiramensis não morrem após um evento reprodutivo e a planta apresenta crescimento clonal, resultando na formação de diversos aglomerados. Estudos disponíveis contabilizaram um total populacional de 7.366 indivíduos (considerando somente rosetas) nas nove subpopulações existentes. Tem AOO de 12 km². A maior ameaça incidente é o efeito da instalação de hidrelétricas. Em 2004, foi autorizada a construção de pequenas centrais hidrelétricas na região onde a espécie ocorre. O desenvolvimento nesta área tem se tornado a maior ameaça para a conservação in situ de D. ibiramensis, em curto prazo. A construção dessas hidrelétricas resultará na submersão total (perda) de duas subpopulações (2,6% das rosetas), porém, a subpopulação com maior representatividade genética será mantida. Apesar do declínio do número de indivíduos maduros, as subpopulações remanescentes parecem estar protegidas. Considerando que esse risco ainda existe, e que foi firmadoum compromisso de conservar a maior subpopulação da espécie, foram identificadas duas situações de ameaça. Assim, D. ibiramensis foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ibiramensis	Mata Atlântica
1110	BROMELIACEAE	Dyckia irmgardiae	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados ecológicos e sobre ameaças incidentes suficientes para fazer uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20irmgardiae	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1111	BROMELIACEAE	Dyckia julianae	Strehl	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para assegurar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20julianae	""
1112	BROMELIACEAE	Dyckia maritima	Baker	EN	B2ab(iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia maritima Baker é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. A espécie é rupícola, heliófita ou de luz difusa e seletiva xerófita, muito frequente nos costões rochosos do litoral, bem como nas rochas areníticas ao sul de Santa Catarina e ao leste do Rio Grande do Sul. Apesar de sua ampla distribuição (EOO=44.642,84 km²) e de formar densos agrupamentos de rosetas, ocupa uma área (AOO ) de apenas 100 km². A formação do reservatório do AHE Barra Grande (RS/SC) provocou a submersão de remanescentes de indivíduos da espécie na área alagada, contribuindo para a redução da variabilidade genética de suas populações. Além disso, atividades relacionadas à agricultura de subsistência e criação de gado vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas duas situações de ameaça de acordo com a presença ou ausência de áreas protegidas. Assim, D. maritima foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20maritima	Mata Atlântica
1113	BROMELIACEAE	Dyckia minarum	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie de ampla distribuição. Apesar de ocupar uma área restrita (AOO=82 km²) não existem ameaças descritas nem evidências de declínio contínuo nas subpopulações. Assim, Dyckia minarum foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20minarum	Cerrado, Mata Atlântica
1114	BROMELIACEAE	Dyckia monticola	L.B.Sm. & Reitz	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia monticola é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Santa Catarina. Tem distribuição bastante restrita (EOO=88,30 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 20 km². A espécie ocorre em formações campestres e afloramentos rochosos e está ameaçada pela atividade da indústria mineradora, que causa o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Como todas as localidades de ocorrência estão fora de unidades de conservação (SNUC), foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, D. monticola foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20monticola	Mata Atlântica
1115	BROMELIACEAE	Dyckia polycladus	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Os dados disponíveis são insuficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20polycladus	""
1116	BROMELIACEAE	Dyckia pseudococcinea	L.B.Sm.	CR	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia pseudococcinea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=22,77 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 20 km². Habita as Restingas de Ericaceae (área de constante alagamento devido ao nível do lençol freático) em Maricá. A área foi considerada uma única situação de ameaça. O loteamento de terrenos próximos ao litoral é a principal ameaça incidente. Visitas recentes à região indicam que o estado de conservação vem se agravando, o que pode levar à extinção da espécie em futuro próximo. Assim, D. pseudococcinea foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20pseudococcinea	Mata Atlântica
1117	BROMELIACEAE	Dyckia rariflora	Schult. & Schult.f.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia rariflora é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em áreas de Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita à Serra do Itabirito e Serra do Cipó e ocupa uma área (AOO ) de apenas 36 km². O emprego secular dos Campos Rupestres como pastagens naturais, associado à mineração, às queimadas, ao extrativismo e ao desmatamento das matas de galeria comprometem a sobrevivência de muitas espécies de Bromeliaceae da Bahia e de Minas Gerais. A situação atual de ameaças a que estão sujeitas as espécies dos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço torna urgente a realização de pesquisas sobre taxonomia, genética de populações e biologia reprodutiva. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, referentes a cada uma das três localidades onde a planta ocorre. Assim, D. rariflora foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20rariflora	Cerrado
1118	BROMELIACEAE	Dyckia reitzii	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia reitzii é endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Paraná e de Santa Catarina e tem registros de coletas nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Dados de especialistas indicam sua presença também no Rio Grande do Sul. Habita formações campestres e afloramentos rochosos, em solos pedregosos de arenito ou basalto do alto dos ""taimbés"" da Serra Geral, onde forma pequenos e descontínuos agrupamentos de indivíduos, entre 1.400 m e 1.800 m de altitude. Ocupa uma área (AOO ) de 84 km² e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, devido às atividades agrícolas que levam à perda e fragmentação de hábitat. Foram consideradas duas situações de ameaça, de acordo com o diferente padrão de perda e fragmentação da paisagem nos Estados de Santa Catarina e do Paraná. Assim, D. reitzii foi avaliada como ""Em perigo"" (EN). Entretanto, estudos de estrutura populacional ajudariam a dar subsídios para uma avaliação ainda mais consistente."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20reitzii	Mata Atlântica
1119	BROMELIACEAE	Dyckia remotiflora	Otto & A.Dietr.	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia remotiflora não é endêmica do Brasil e ocorre também no Uruguai e Argentina. Em território nacional, a espécie é registrada apenas na Região Sul. Está protegida por unidades de conservação (SNUC), no entanto, ocupa uma AOO de 64 km². Ocorre em formações campestres e afloramentos rochosos. Atividades como mineração, agricultura e pecuária vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. D. remotiflora não escapa da ação do gado bovino, que as devora parcialmente, impedindo sua expansão vegetativa e causando redução no número de indivíduos maduros. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20remotiflora	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1120	BROMELIACEAE	Dyckia retroflexa	S.Winkl.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes para a avaliação da espécie.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20retroflexa	""
1121	BROMELIACEAE	Dyckia rigida	Strehl	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de dados ecológicos sobre a espécie estarem disponíveis, a ausência de dados populacionais e de distribuição impedem uma avaliação consistente.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20rigida	""
1122	BROMELIACEAE	Dyckia tuberosa	(Vell.) Beer	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída e considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20tuberosa	Mata Atlântica, Cerrado
1123	BROMELIACEAE	Dyckia ursina	L.B.Sm.	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Dyckia ursina é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 4 km². Apenas uma população é conhecida, em frente à localidade denominada Chapéu do Sol e adjacências. Essa população está sujeita a vários tipos de interferência externa, principalmente a presença de gado, fogo e grande quantidade de lixo, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Portanto, D. ursina foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ursina	Cerrado
1124	BROMELIACEAE	Edmundoa lindenii	(Regel) Leme	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie possui ampla distribuição (EOO=627.471,8 km²) na Mata Atlântica, principalmente em áreas de floresta ombrófila densa e restinga. Ocorre também em áreas de floresta estacional semidecidual. E. lindenii foi considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Edmundoa%20lindenii	Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)
1125	BROMELIACEAE	Eduandrea selloana	(Baker) Leme et al.	EN	B1a+2b(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Eduandrea selloana é endêmica do Brasil. Tem distribuição restrita (EOO=2.865,53 km²) e exclusivanos Campos Rupestres da porção sul da Cadeia do Espinhaço de Estado de Minas Gerais. Está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. O fogo, a mineração e a fragmentação da vegetação nativa na região reduzem a qualidade do hábitat da espécie. Portanto, E. selloana foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eduandrea%20selloana	Matas de Galeria sob Campos Rupestres, Florestas Estacionais Semideciduais Montanas
1126	BROMELIACEAE	Encholirium biflorum	(Mez) Forzza	CR	B2ab(iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium biflorum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=605,71 km²) à porção mineira da Cadeia do Espinhaco, sendo a maioria das coletas procedentes do Planalto de Diamantina. Apenas uma coleta foi realizada na Serra do Cipó, mas especialistas consideram essa ocorrência duvidosa. Há apenas uma população muito pequena da espécie. E. biflorum tem uma área de ocupação (AOO ) calculada em apenas 16 km², porém, esse valor pode ser ainda menor, e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A única população de E. biflorum registrada nos últimos anos ocorre próximo a uma área de estrada e é extremamente vulnerável. Como as plantas são diminutas e estão sobre terreno plano, correm o risco de serem facilmente destruídas por qualquer roça, criação ou benfeitoria, ou mesmo pela passagem de um trator. Assim, E. biflorum foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20biflorum	Cerrado
1127	BROMELIACEAE	Encholirium disjunctum	Forzza	CR	B2ab(iii),C2a(ii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium disjunctum é endêmica do Brasil e ocorre no Estado de Goiás e, possivelmente, Bahia. Tem distribuição bastante restrita (EOO=261,26 km²) e ocupa uma área extremamente reduzida (AOO =4 km²). E. disjunctum é conhecida a partir de apenas uma localidade, que foi considerada uma única situação de ameaça. Sua população está localizada a 400 m da Rodovia Brasília? Barreiras, 14 km ao norte do entroncamento de Posse (BR-020, km 243) em uma área de Cerrado e afloramentos de Canga. A espécie ocorre de forma isolada ou compondo pequenas touceiras. Assim, estima-se que sua população não seja maior do que 250 indivíduos, todos em uma única localidade. Por essas razões, E. disjunctum foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20disjunctum	Cerrado
1128	BROMELIACEAE	Encholirium gracile	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium gracile é endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo e tem distribuição restrita. As coleções referentes à espécie são procedentes dos afloramentos rochosos do norte do Estado do Espírito Santo e leste de Minas Gerais. Todavia, foi observada em estágio vegetativo nos afloramentos próximos a Vitória e Colatina (ES). É provável que também ocorra no extremo sul da Bahia. Por outro lado, a espécie ocupa uma área reduzida (AOO =56 km²) e nenhuma das ocorrências está protegida por unidades de conservação. A maior ameaça às espécies de Encholirium é a degradação do hábitat devido à extração de rochas calcárias e graníticas. E. gracile ocorre em abundância sobre afloramentos de granito e a pressão extrativista sobre essas rochas têm eliminado um número elevado de subpopulações. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20gracile	Mata Atlântica
1129	BROMELIACEAE	Encholirium heloisae	(L.B.Sm.) Forzza & Wand.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium heloisae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=1.627,22 km², AOO =32 km²) à Serra do Cipó, município de Santana do Riacho. Encontra-se amplamente distribuída nessa região, porém sempre com poucos indivíduos por subpopulação, ocorrendo em solos areno-pedregosos. Por isso, foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a ocorrência de subpopulações dentro ou fora de áreas protegidas (SNUC). A pavimentação asfáltica da estrada de acesso à região destruiu algumas subpopulações. Além disso, o fluxo de turistas deve aumentar, assim como a procura por terrenos. Esse fato pode propiciar um aumento do uso das terras nas áreas em que a espécie ocorre, causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Além disso, sabe-se que o impacto das queimadas sobre as populações de Encholirium, apesar de não quantificado, pode ter efeitos drásticos na sobrevivência e no recrutamento dos indivíduos. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20heloisae	Cerrado
1130	BROMELIACEAE	Encholirium horridum	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Apesar de amplamente distribuída, sua ocorrência está restrita aos afloramentos rochosos graníticos. Encholirium horridum ocupa uma área (AOO ) de 192 km² e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. A maior ameaça às espécies de Encholirium é a degradação do hábitat devido à extração de rochas calcárias e graníticas. Além disso, quase todos os afloramentos onde a espécie ocorre estão localizados em áreas de pastagem e sujeitos a queimadas e pastoreio de bovinos e caprinos. Sua presença em unidades de conservação (SNUC) não está comprovada. Assim, todas as localidades foram consideradas uma única situação de ameaça, já que não estão protegidas pela legislação. Portanto, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20horridum	Mata Atlântica
1131	BROMELIACEAE	Encholirium irwinii	L.B.Sm.	CR	B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium irwinii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, na região de Grão Mogol. A espécie tem distribuição restrita (EOO=6,58 km²) e ocupa uma área extremamente pequena (AOO =12 km²). Foram identificadas duas situações de ameaça, com base na presença ou ausência em áreas protegidas (SNUC). As subpopulações dessa espécie são pequenas, sempre com número inferior a 50 rosetas. Algumas estão localizadas dentro do Parque Estadual de Grão Mogol, mas a maioria encontra-se fora da unidade. A espécie é rupícola, e ocorre nos Campos Rupestres, diretamente sobre as rochas. Estima-se que o tamanho populacional não exceda 250 indivíduos maduros. A perda e fragmentação do hábitat vêm causando declínio contínuo em sua qualidade. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20irwinii	Cerrado
1132	BROMELIACEAE	Encholirium longiflorum	Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium longiflorum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=527,16 km²) e sua ocorrência em Minas Gerais se restringe ao extremo norte do Estado. A espécie tem hábito rupícola e ocorre exclusivamente em afloramentos de calcário em altitudes que variam entre 480 e 500 m. Ocupa uma área (AOO) de apenas 8 km². A espécie não tem registros de ocorrência em unidades de conservação (SNUC), assim, todas as localidades foram consideradas uma mesma situação de ameaça. A maior ameaça às espécies de Encholirium é a extração de rochas calcárias e graníticas, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Por essas razões, E. longiflorum foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20longiflorum	Mata Atlântica
1133	BROMELIACEAE	Encholirium luxor	L.B.Sm. & R.W.Read	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium luxor é endêmica do Brasil, e ocorre exclusivamente em afloramentos de calcário do Cerrado. Apesar de amplamente distribuída (EOO=59.594,74 km²), apresenta AOO de apenas 20 km², e está sujeita a três situações de ameaça. Aparentemente, há disjunção entre as subpopulações do Brasil Central e de Minas Gerais, que apresentam inclusive sutis diferenças morfológicas que precisam ser melhor compreendidas. Muitas subpopulações de E. luxor estão sendo rapidamente destruídas devido à exploração intensa dos afloramentos de calcário. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20luxor	Cerrado
1134	BROMELIACEAE	Encholirium pedicellatum	(Mez) Rauh	CR	B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium pedicellatum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição extremamente restrita (EOO=31,8 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 16 km². A única população conhecida da espécie é formada por seis agrupamentos com cerca de 10 touceiras ou indivíduos solitários em cada. Estima-se que o tamanho populacional seja de cerca de 250 indivíduos maduros, com no máximo 50 em cada subpopulação. Encholirium pedicellatum não ocorre em áreas protegidas por unidade de conservação (SNUC), e sua única população está sujeita a queimadas, pastoreio e expansão urbana. Assim, E. pedicellatum foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20pedicellatum	Cerrado
1135	BROMELIACEAE	Encholirium scrutor	(L.B.Sm.) Rauh	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium scrutor é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, no Planalto de Diamantina e na Serra do Cipó. A espécie forma densas subpopulações, porém restritas a pequenas áreas (AOO =12 km²). Ocorre fora de unidades de conservação (SNUC) em locais sujeitos às queimadas, ao pastoreio e à mineração. Cada uma das três localidades de ocorrência foi considerada uma situação de ameaça distinta. Assim, E. scrutor foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20scrutor	Cerrado
1136	BROMELIACEAE	Encholirium vogelii	Rauh	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Encholirium vogelii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=268,16 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 4 km². A espécie apresenta mais frequentemente o hábito terrícola, e forma subpopulações pequenas restritas aos Campos Rupestres, sempre em solos areno-pedregosos, entre afloramentos rochosos. Apesar das subpopulações de E. vogelii serem constituídas de muitas rosetas adultas, poucas plantas florescem no mesmo ano e muitas inflorescências são atacadas por herbívoros. Na Serra do Cipó, muitos proprietários locais esperam que, com a pavimentação asfáltica da MG-010, o fluxo de turistas seja incrementado, havendo valorização das terras e maior procura de lotes para a implantação de chácaras e casas de veraneio e pousadas. Esse fato pode ocasionar o aumento de uso das terras nas áreas em que a espécie ocorre, causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. A única localidade de ocorrência foi considerada uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Entretanto, a maior subpopulação está abrigada em uma área protegida."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20vogelii	Cerrado
1137	BROMELIACEAE	Fernseea bocainensis	E.Pereira & Moutinho	CR	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Fernseea bocainensis é endêmica do Brasil e apresenta distribuição bastante restrita (EOO=74,36 km²), tendo sido coletada apenas em três localidades. Sua distribuição é naturalmente fragmentada devido à especificidade de hábitat, pois ocorre exclusivamente em áreas de vegetação campestre nos locais mais elevados da Serra do Mar e da Mantiqueira. Historicamente, a parte litorânea da Mata Atlântica entre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo sofreu os impactos decorrentes de atividades antrópicas relacionadas aos diferentes ciclos econômicos, e ainda hoje enfrenta os efeitos da incidência de ameaças. Apesar de estar presente em unidades de conservação (SNUC), F. bocainensis está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Por essa razão, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fernseea%20bocainensis	Mata Atlântica
1138	BROMELIACEAE	Fernseea itatiaiae	(Wawra) Baker	EN	B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Fernseea itatiaiae é endêmica do Brasil e ocorre somente na região da Serra da Mantiqueira próximo à divisa entre os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.710,73 km²) ao Planalto do Itatiaia, onde ocorre em formações campestres e em afloramentos rochosos em elevadas altitudes, sob condições úmidas e frias. Incêndios quase anuais prejudicam a sobrevivência da espécie e resultam em declínio contínuo da qualidade do hábitat, mesmo dentro de unidades de conservação (SNUC). A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fernseea%20itatiaiae	Mata Atlântica
1139	BROMELIACEAE	Guzmania monostachia	(L.) Rusby ex Mez	VU	A2c,B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Guzmania monostachia ocorre em subpopulações disjuntas no nordeste do Brasil. A espécie não é endêmica do Brasil, e tem registros em três serras no Estado do Ceará e em uma localidade no Estado de Pernambuco. Entretanto, esse registro foi feito em 1973 e a subpopulação foi considerada extinta. Apesar de plântulas que podem ser da espécie terem sido encontradas em outra localidade, acredita-se que G. monostachia não ocorra mais neste Estado. Além disso, a espécie tem AOO de apenas 56 km². G. monostachia ocupa remanescentes de Florestas Ombrófila Densa e Estacional Semidecidual em regiões de brejos de altitude da Caatinga. Estes tipos de formação florestal estão altamente fragmentados no nordeste brasileiro, e estima-se que cerca de 30% de perda da cobertura vegetal original tenha ocorrido nos últimos anos. Foram identificadas seis situações de ameaça distintas. A espécie é coletada e utilizada para forrageio de animais. Assim, foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guzmania%20monostachia	Mata Atlântica
1140	BROMELIACEAE	Guzmania sanguinea	(André) André ex Mez	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Guzmania sanguinea não é endêmica do Brasil e tem registros para a Costa Rica, Trinidad e Tobago, Equador e Colômbia. Entretanto, em território brasileiro, a espécie é conhecida apenas a partir de uma região restrita (EOO=264,87 km²) do Ceará. Estima-se que sua AOO seja ainda menor. G. sanguinea ocorre nas matas das Serras de Baturité e Maranguape. Essas localidades foram consideradas uma única situação de ameaça. A região sofre os efeitos da perda contínua de hábitat devido ao desmatamento. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guzmania%20sanguinea	Mata Atlântica
1141	BROMELIACEAE	Hohenbergia augusta	(Vell.) E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Hohenbergia augusta possui ampla distribuição (EOO=268.920,64 km²) no litoral dos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São paulo, Paraná e Santa Catarina. A espécie é endêmica dos fragmentos florestais úmidos e secundários de Mata Atlântica das regiões Sudeste e Sul do Brasil. Foi considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20augusta	Mata Atlântica
1142	BROMELIACEAE	Hohenbergia belemii	L.B.Sm. & R.W.Read	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Hohenbergia belemii possui distribuição relativamente restrita (EOO=36.040,33 km²). A extinção local da subpopulação do município de Palmeiras pode facilmente levar a espécie a uma situação de risco de extinção. A espécie foi classificada como 'Quase ameaçada"" (NT)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20belemii	Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)
1143	BROMELIACEAE	Hohenbergia castellanosii	L.B.Sm. & R.W.Read	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Hohenbergia castellanosii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=3.447,21 km²), e suas subpopulações formam touceiras esparsas distribuídas no solo ou em locais mais sombreados de Restinga. De acordo com a distribuição da espécie, foram consideradas quatro situações de ameaça. H. castellanosii está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat, devido principalmente à degradação ambiental resultante da expansão urbana das cidades e do turismo muito intenso na sua região de ocorrência. Assim, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20castellanosii	Mata Atlântica
1144	BROMELIACEAE	Hohenbergia correia-araujoi	E.Pereira & Moutinho	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Hohenbergia correria-araujoi é endêmica do Estado da Bahia e ocorre exclusivamente na Serra do Homem, nos municípios de Milagres e Presidente Tancredo Neves. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO=182,44 km², AOO =12 km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Seus municípios de ocorrência perderam mais de 94% da cobertura vegetal original, e continuam sujeitos às ameaças incidentes. Por essas razões, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20correia-araujoi	Mata Atlântica
1145	BROMELIACEAE	Hohenbergia littoralis	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Hohenbergia littoralis é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita ao litoral norte da Bahia (EOO=468,74 km²), nas Restingas de Abaeté e Baixio. Estima-se que sua AOO seja menor que 500 km², e que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A restinga de Baixio tem sofrido alterações devido à extração da vegetação para práticas agrícolas (principalmente para o cultivo de Cocos nucifera próximo à linha da praia), além da expansão urbana e do desenvolvimento do turismo na região. Por essas razões, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20littoralis	Mata Atlântica
1146	BROMELIACEAE	Lymania alvimii	(L.B.Sm. & R.W.Read) R.W.Read	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lymania alvimii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=332,49 km², AOO =16 km²) entre os municípios de Camacã, Pau-Brasil e Jussari. Foram identificadas três situações de ameaça distintas devido aos padrões de perda e fragmentação do hábitat da região. Assim, L. alvimii foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20alvimii	Mata Atlântica
1147	BROMELIACEAE	Lymania azurea	Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lymania azurea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na região sul do Estado da Bahia, tendodistribuição restrita (EOO=1.084,33 km², AOO =36 km²). A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20azurea	Mata Atlântica
1148	BROMELIACEAE	Lymania brachycaulis	(E.Morren ex Baker) L.F.Sousa	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lymania brachycaulis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul da Bahia. Tem distribuição bastante restrita (EOO=600,8 km², AOO =20 km²). A pequena área de distribuição e a degradação do hábitat na região sugerem que a espécie está enfrentando um risco elevado de extinção na natureza. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20brachycaulis	Mata Atlântica
1149	BROMELIACEAE	Lymania corallina	(Brong. ex Beer) R.W.Read	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lymania corallina é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, do norte de Ilhéus a Maraú, passando pelos municípios de Uruçuca, Itacaré e Ubaitaba. Conhecida a partir de apenas cinco localidades, tem EOO estimada em 1.003,03 km² e AOO de 56 km², estando sujeita a quatro situações de ameaça. Apesar de ser encontrada em um número grande de municípios, a espécie está sob risco de extinção, pois são cada vez mais raras as áreas de Mata Atlântica dessas localidades e poucas as áreas protegidas. Assim, L. corallina foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20corallina	""
1150	BROMELIACEAE	Lymania globosa	Leme	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lymania globosa é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul do Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=684,92 km², AOO =20 km²) e sua estrutura populacional severamente fragmentada. A região sul da Bahia sofre os efeitos da perda e fragmentação de hábitat, que vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat de ocorrência da espécie. Assim, L. globosa foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20globosa	Mata Atlântica
1151	BROMELIACEAE	Lymania spiculata	Leme & Forzza	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lymania spiculata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul do Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=342,70 km², AOO =8 km²). Além disso, L. spiculata é conhecida a partir de coletas realizadas em apenas uma localidade no município de Jussari, que foi considerada uma única situação de ameaça. A região sofre com a perda e fragmentação do hábitat. Assim, L. spiculata foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20spiculata	Mata Atlântica
1152	BROMELIACEAE	Neoregelia angustibracteolata	E.Pereira & Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia angustibracteolata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Apresenta AOO de 8 km², sendo restrita a apenas uma localidade que foi considerada uma única situação de ameaça. Tem distribuição restrita aos fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, no município de Laranja da Terra. Apesar de ser conhecida apenas pelo material tipo, a região é bem coletada e sofre com o declínio contínuo da qualidade do hábitat, resultante das atividades agropecuárias que reduzem a cobertura vegetal original. Assim, N. angustibracteolata foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20angustibracteolata	Mata Atlântica
1153	BROMELIACEAE	Neoregelia bahiana	(Ule) L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição nos Estados de Minas Gerais e Bahia. Apesar de ocorrer apenas sobre campos rupestres da Cadeia do Espinhaço, a espécie ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC) e não apresenta risco de se extinguir em um futuro próximo.	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20bahiana	Caatinga, Cerrado
1154	BROMELIACEAE	Neoregelia binotii	(Antoine) L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para assegurar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20binotii	Mata Atlântica
1155	BROMELIACEAE	Neoregelia brownii	Leme	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia brownii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO=53,47 km², AOO =12 km²), e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. N. brownii é conhecida somente em uma localidade, denominada Serra do Brigadeiro. Pode ser encontrada em Matas Nebulares e bordas da transição destas formações com as formações campestres dos topos da serra. Apesar de estar protegida por uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, a atividade no entorno da unidade vem resultando no declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie. N. brownii foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20brownii	Mata Atlântica
1156	BROMELIACEAE	Neoregelia burle-marxii	R.W.Read	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie é endêmica do Brasil, mas apresenta ampla distribuição.	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20burle-marxii	Mata Atlântica
1157	BROMELIACEAE	Neoregelia capixaba	E.Pereira & Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes disponíveis para uma avaliação consistente.	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20capixaba	Mata Atlântica
1158	BROMELIACEAE	Neoregelia compacta	(Mez) L.B.Sm.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Neoregelia compacta é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espirito Santo. A espécie possui EOO de 28.379,88 km² e está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat e do número de indivíduos maduros, já que possui valor ornamental e é coletada para fins ornamentais.	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20compacta	Mata Atlântica
1159	BROMELIACEAE	Neoregelia cruenta	(R.Graham) L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Apesar da incidência de ameaças e declínio da qualidade de habitat da espécie, Neoregelia cruenta foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20cruenta	Mata Atlântica
1160	BROMELIACEAE	Neoregelia doeringiana	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar da espécie estar listada como ameaçada no Estado do Espírito Santo, de acordo com os registros cadastrados no banco de dados, sua distribuição está restrita ao Estado de São Paulo. Estudos sobre a distribuição da espécie são necessários para permitir a avaliação do risco de extinção.	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20doeringiana	Mata Atlântica
1161	BROMELIACEAE	Neoregelia guttata	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis para a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20guttata	Mata Atlântica
1162	BROMELIACEAE	Neoregelia hoehneana	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia hoehneana é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.832,51 km², AOO =32 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20hoehneana	Mata Atlântica
1163	BROMELIACEAE	Neoregelia inexspectata	Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia inexspectata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=306,98 km²) e sua ocorrência limita-se aos fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e floresta úmida de encosta, ambientes extremamente fragmentados que tiveram redução significativa da cobertura original devido ao impacto das atividades agrícolas. Apenas uma situação de ameaça foi identificada. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20inexspectata	Mata Atlântica
1164	BROMELIACEAE	Neoregelia leprosa	L.B.Sm.	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia leprosa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=12.285,61 km², AOO =28 km²), e está sujeita a quatro situações de ameaça. Apesar de existirem divergências em relação ao hábitat onde ocorre, sua região de distribuição está em constante declínio de qualidade. Assim, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20leprosa	Cerrado, Mata Atlântica
1165	BROMELIACEAE	Neoregelia lilliputiana	E.Pereira	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem informações disponíveis para a avaliação de risco de extinção.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20lilliputiana	Mata Atlântica
1166	BROMELIACEAE	Neoregelia menescalii	Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia menescalii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=346,71 km²) e foi encontrada em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa no interior de um remanescente no município de Castelo. Este município perdeu mais de 80% da cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos da perda de hábitat e fragmentação da paisagem. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20menescalii	Mata Atlântica
1167	BROMELIACEAE	Neoregelia oligantha	L.B.Sm.	VU	B1ab(iii,v),D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia oligantha é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Durante muito tempo foi conhecida somente pelo holótipo coletado na região do Vale do Rio Doce há mais de 60 anos. Na década de 2000, foi recoletada no Parque Estadual de Ibitipoca, no município de Lima Duarte. A espécie tem distribuição restrita (EOO=11.346,69 km²) e está sujeita a quatro situações de ameaça. Na área do parque é conhecida apenas no interior da Mata Nebular entre a Gruta dos Três Arcos e a Gruta dos Fugitivos. Esta é a única localidade onde a espécie tem ocorrência comprovada, por isso, estudos de campo são necessários para tentar localizar novas subpopulações. Especialistas observaram redução no número de indivíduos e da AOO na subpopulação de Ibitipoca. Identificou-se como principal ameaça à espécie os incêndios que assolam a região do Parque Estadual de Ibitipoca, que podem atingir sua subpopulação principal no futuro. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20oligantha	Mata Atlântica
1168	BROMELIACEAE	Neoregelia pascoaliana	L.B.Sm.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estado da Bahia e Espirito Santo. Entretanto, possui ampla distribuição (EOO=54.837,3 km²). A espécie vêm sofrendo severamente com perda de habitat devido a degradação deste e consequente declínio das condições ambientais ótimas (Biodiversitas, 2005). A área de ocorrência deste táxon, principalmente no Estado da Bahia, vêm sendo bastante impactada pela ação de ""trilheiros"" e pela extração irracional de Arruda, espécie lenhosa utilizada para a fabricação de artesanato. Na região do Parque Nacional do Monte Pascoal, o assentamento de índios Pataxós sobre as formações de restinga, cultivo de mandioca e pastejo de gado configuram impactos diretos a biodiversidade destes ecossistemas. Se estas ameaças continuarem incidindo sobre as subpopulações de N. pascoaliana, a espécie pode facilmente se tornar ameaça de extinção."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20pascoaliana	Mata Atlântica
1169	BROMELIACEAE	Neoregelia paulistana	E.Pereira	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia paulistana é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Especialistas alertam para o possível equívoco existente em coleta atribuída a essa espécie no município de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro. Parece ocorrer exclusivamente na região costeira de São Paulo, representando um endemismo restrito daquele Estado. Dessa forma, desconsiderando a ocorrência da espécie no Rio de Janeiro, sua AOO estimada é inferior a 10 km². Se o equívoco na determinação do material for confirmado, a distribuição da espécie estará restrita a apenas uma localidade, considerada uma única situação de ameaça. Além disso, a região litorânea dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro perdeu significativa porcentagem da cobertura vegetal original, devido à expansão de grandes centros urbanos que resultaram na perda de área e no declínio contínuo da qualidade do hábitat. N. paulistana foi considerada ""Extinta"" (EX) em avaliação de risco de extinção empreendida no Estado de São Paulo."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20paulistana	Mata Atlântica
1170	BROMELIACEAE	Neoregelia pernambucana	Leme & J.A.Siqueira	EN	C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia pernambucana é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Pernambuco e Alagoas. A espécie é predominantemente epífita, mas também pode ser encontrada no sub-bosque sobre lajedos de pedra como rupícola. Ocorre em Florestas Ombrófilas Densas ao norte do Rio São Francisco, nas florestas úmidas entramontanas e altomontanas do Centro de Endemismo de Pernambuco. Tem uma AOO inferior a 20 km². Estima-se que N. pernambucana tenha menos de 100 indivíduos maduros na natureza. São conhecidas apenas duas subpopulações, confinadas em pequenos fragmentos remanescentes da Mata Atlântica nordestina. Apesar de uma das localidades estar situada dentro de uma unidade de conservação (SNUC), devido à falta de fiscalização consideramos ambas subpopulações sob uma mesma situação de ameaça. Dados sugerem que o extrativismo, em funçãode seu valor ornamental, pode ter levado a espécie ao quase desaparecimento na natureza. N. pernambucana foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20pernambucana	Mata Atlântica
1171	BROMELIACEAE	Neoregelia ruschii	Leme & B.R.Silva	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia ruschii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie ocorre em áreas de Florestas Ombrófilas Densas, nas matas nebulares úmidas de altitude como epífita facultativa. Tem distribuição restrita (EOO=842,18 km², AOO =20 km²), está sujeita a duas situações de ameaça e só ocorre em áreas acima de 1.000 m de altitude. Tem registros de ocorrência conhecidos no município de Santa Teresa, na Reserva Biológica de Santa Lúcia e no município de Ibitirama, nos limites do Parque Nacional do Caparaó. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie está sujeita às atividades antrópicas realizadas em seu entorno. N. ruschii foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20ruschii	Mata Atlântica
1172	BROMELIACEAE	Neoregelia sanguinea	Leme	EN	B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia sanguinea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie foi coletada a cerca de 1.000 m de altitude na região montanhosa do município de Laranja da Terra. Tem distribuição restrita (EOO=350,81km²), e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Não se encontra protegida por unidade de conservação (SNUC), e as florestas em sua área de ocorrência vêm sendo devastadas para o cultivo de café. N. sanguinea foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20sanguinea	Mata Atlântica
1173	BROMELIACEAE	Neoregelia sarmentosa	(Regel) L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Neoregelia sarmentosa é endêmica do Brasil mas possui ampla distribuição. A espécie ocorre em afloramentos rochosos, Restingas, Florestas Ombrófilas Densas e Florestas Estacionais Semideciduais, associadas a Mata Atlântica. Assim, foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20sarmentosa	Mata Atlântica
1174	BROMELIACEAE	Neoregelia zaslawskyi	E.Pereira & Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis para avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20zaslawskyi	Mata Atlântica
1175	BROMELIACEAE	Neoregelia zonata	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis para a avaliação do risco de extinção desta espécie.	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20zonata	Mata Atlântica
1176	BROMELIACEAE	Nidularium amazonicum	(Baker) Linden & E.Morren ex Lindm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída com ocorrência em Unidades de Conservação (SNUC).	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20amazonicum	Mata Atlântica
1177	BROMELIACEAE	Nidularium atalaiaense	E.Pereira & Leme	EN	B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Nidularium atalaiaense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=325,34 km², AOO =8 km²), e é endêmica das formações associadas às Restingas da região de Cabo Frio. A espécie está sujeita a duas situações de ameaça e vem sofrendo uma diminuição considerável de suas subpopulações na localidade-tipo (Morro do Atalaia, município de Arraial do Cabo) nos últimos 20 anos, o que permite afirmar que as subpopulações no continente estão próximas da extinção. Apenas a subpopulação da Ilha de Cabo Frio continua aparentemente intacta e com certo grau de proteção.	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20atalaiaense	Mata Atlântica
1178	BROMELIACEAE	Nidularium azureum	(L.B.Sm.) Leme	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium azureum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO inferior a 10 km². A espécie tem apenas uma população conhecida, em mata do município de Coronel Pacheco, na localidade denominada Água Limpa, que sofre com a perda da área e o declínio da qualidade do hábitat, resultante do intenso desmatamento na região. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20azureum	Mata Atlântica
1179	BROMELIACEAE	Nidularium bocainense	Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium bocainense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. É endêmica da Serra da Bocaina, na divisa dos Estados citados. Há coletas conhecidas para os municípios de Bananal e São José do Barreiro, e o tipo provém do Estado do Rio de Janeiro, próximo à entrada do Parque Nacional da Serra da Bocaina. A espécie tem distribuição restrita (EOO=431,01 km², AOO =32 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a presença ou não em unidades de conservação (SNUC). A região de ocorrência de N. bocainense sofre os efeitos da perda e fragmentação da cobertura vegetal, devido às atividades relacionadas à agricultura e pecuária, que resultam no declínio contínuo da área e qualidade do hábitat. Assim, N. bocainense foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20bocainense	Mata Atlântica
1180	BROMELIACEAE	Nidularium corallinum	(Leme) Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium corallinum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de São Paulo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.335,37 km², AOO =24 km²) aos domínios mais interioranos da região da Serra da Bocaina. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). A espécie é epífita, e ocupa o sub-bosque de Florestas Ombrófilas Densas. Sua região de ocorrência sofreu historicamente com a perda e fragmentação da vegetação original, que resultou no declínio contínuo da área e da qualidade do hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20corallinum	Mata Atlântica
1181	BROMELIACEAE	Nidularium ferrugineum	Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium ferrugineum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Apresenta AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. É conhecida a partir de apenas um registro de coleta, realizado na Mata Atlântica do município de Linhares, que perdeu aproximadamente 80% de sua cobertura vegetal original, o que reduziu drasticamente a área e a qualidade do hábitat de ocorrência da espécie. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20ferrugineum	Mata Atlântica
1182	BROMELIACEAE	Nidularium innocentii	Lem.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20innocentii	Mata Atlântica (Leme 2000, Moreira 2002, Moura et al. 2007, Martinelli et al. 2008, Martinelli et al. 2009, Forzza et al. 2011).
1183	BROMELIACEAE	Nidularium itatiaiae	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium itatiaiae é endêmica do Brasil e ocorre na Serra da Mantiqueira, na região limítrofe entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Tem distribuição restrita (EOO=237,35 km², AOO =44 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. Mesmo protegida pelo Parque Nacional de Itatiaia, a espécie sofre com a incidência de incêndios quase anuais, resultando no declínio contínuo da qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. Assim, N. itatiaiae foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20itatiaiae	Mata Atlântica
1184	BROMELIACEAE	Nidularium jonesianum	Leme	EN	B2ab(iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium jonesianum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Planta herbácea, rupícola ou epífita, é encontrada no sub-bosque da Mata Atlântica de encosta. Apesar da ampla distribuição, a espécie apresenta AOO estimado em 100 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Além disso, sofre com a perda e fragmentação da vegetação, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat e do número de subpopulações. Assim, N. jonesianum foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20jonesianum	Mata Atlântica
1185	BROMELIACEAE	Nidularium kautskyanum	Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium kautskyanum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Seus registros foram realizados nos municípios capixabas de Alfredo Chaves (tipo), Castelo e Venda Nova do Imigrante. A espécie tem distribuição restrita (EOO=375,22 km², AOO =32 km²), e está sujeita a três situações de ameaça. A região vem sofrendo com a perda e degradação de hábitat, devido à cultura cafeeira, que tem sido responsável pela supressão das florestas de encosta na região serrana do Espírito Santo. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20kautskyanum	Mata Atlântica
1186	BROMELIACEAE	Nidularium mangaratibense	Leme	CR	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium mangaratibense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. É uma planta herbácea, epífita do estrato médio-inferior da Mata Atlântica superúmida de encosta, próxima ao mar e de difícil acesso. Tem distribuição restrita (EOO=330,29 km², AOO =8 km²), e está sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de N. mangaratibense ocorrer em região com extensas áreas de Mata Atlântica, a espécie vem sendo alvo de atividades intensivas de extrativismo seletivo. Além desta, a extração ilegal de palmito e de outras plantas com valor ornamental vem comprometendo a qualidade do hábitat da espécie. Assim, N. mangaratibense foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20mangaratibense	Mata Atlântica
1187	BROMELIACEAE	Nidularium marigoi	Leme	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados da região Sudeste. Planta herbácea, terrestre, epífita nas partes inferiores de troncos e árvores, podendo formar densas subpopulações sobre rochas como saxícolas (Leme, 2000). Ocorre em floresta atlântica de altitude, matas nebulares, na transição com Campos de Altitude e Campos Rupestres. Apesar de ser amplamente distribuída, extinções locais podem levar a espécie a uma situação de ameaça. Assim, Nidularium marigoi foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20marigoi	Mata Atlântica
1188	BROMELIACEAE	Nidularium minutum	Mez	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium minutum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo e Paraná (registro duvidoso). Apresenta EOO=10.260,13 km², e está sujeita a quatro situações de ameaça. Espécie terrestre, vive preferencialmente no solo da Mata Atlântica de encosta. Sua região de ocorrência perdeu extensas áreas de cobertura florestal devido aos efeitos das atividades agrícolas, que acarretaram a perda de área e o declínio da qualidade do hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20minutum	Mata Atlântica
1189	BROMELIACEAE	Nidularium organense	Leme	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium organense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie foi coletada no município de Teresópolis, em mata a cerca de 900 m de altitude, na localidade conhecida como Meudon, dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental do Jacarandá. Tem distribuição restrita (EOO=485,98 km²), e está sujeita a uma situação de ameaça, considerando sua localidade. A região vem sofrendo os efeitos do processo descontrolado de favelização, que afeta de modo gravíssimo a biota local, mesmo estando situada dentro dos limites de uma unidade de conservação (SNUC) de uso sustentável (APA do Jacarandá). Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20organense	Mata Atlântica
1190	BROMELIACEAE	Nidularium rosulatum	Ule	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium rosulatum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita (EOO=18.428,56 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. É encontrada nas Restingas fluminenses, que vêm sendo constantemente ameaçadas pela perda de área e fragmentação da vegetação original. As subpopulações conhecidas desse táxon, estabelecidas entre os municípios de Cabo Frio e Casimiro de Abreu, foram praticamente eliminadas nos últimos 20 anos, juntamente com a própria vegetação de Restinga que recobria essa área. O principal motivo dessa perda foi a acentuada proliferação de empreendimentos imobiliários e loteamentos que hoje dominam o cenário local. Assim, N. rosulatum foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20rosulatum	Mata Atlântica
1191	BROMELIACEAE	Nidularium serratum	Leme	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"N. serratum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, em regiões montanhosas e costeiras, em Florestas Ombrófilas Densas e afloramentos rochosos. Tem distribuição restrita (EOO=11.112,07 km²), e está sujeita a três situações de ameaça. A área original onde foi coletado o material-tipo da espécie encontra-se muito degradada atualmente, devido à presença de pastagens e ao impacto causado por outras atividades humanas. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20serratum	Mata Atlântica
1192	BROMELIACEAE	Nidularium utriculosum	Ule	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Nidularium utriculosum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os registros no Rio de Janeiro foram realizados nos municípios de Duque de Caxias, Xérem e na Restinga de Copacabana. Há ainda um registro que difere de todas as informações consultadas para a espécie, oriundo do município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo. Mesmo assim, a espécie apresenta distribuição restrita (EOO=9.733,51 km²), e encontra-se sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A localidade-tipo da espécie é indicada como a Restinga da Praia de Copacabana, que teve sua vegetação totalmente extinta há mais de 100 anos, e que hoje abriga uma das maiores densidades populacionais do Rio de Janeiro. As Florestas Ombrófilas Densas de Baixada ou de Terras Baixas, de onde são conhecidas as subpopulações de N. utriculosum  (proximidades da Reserva Biológica do Tinguá), foram totalmente suprimidas para dar lugar a pastagens e monoculturas, e hoje se encontram reduzidas a menos de 7% de sua cobertura original. Assim, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU). Considerando que as últimas coletas da espécie foram realizadas há bastante tempo, e que a coleta do Espírito Santo é duvidosa, maiores estudos são necessários, tendo em vista que a situação da espécie na natureza pode ser ainda mais crítica."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20utriculosum	Mata Atlântica (Leme 2000, Martinelli et al. 2008, Martinelli et al. 2009, Forzza et al. 2011).
1193	BROMELIACEAE	Orthophytum amoenum	(Ule) L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum amoenum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na extensão mais ao norte da grande Cadeia do Espinhaço, no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita aos afloramentos quartzíticos em áreas de Campos Rupestres associados ao domínio da  Caatinga. A única subpopulação identificada ocorre no município de Palmeiras, na localidade conhecida como Morro do Pai Inácio. Apresenta AOO estimado em 28 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie vem sofrendo com o garimpo, o uso do pasto nativo, a roça, a caça e a coleta de flores naturais e animais nativos, além do turismo descontrolado. Assim, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20amoenum	Caatinga
1194	BROMELIACEAE	Orthophytum duartei	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum duartei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. É uma espécie saxícola que cresce sobre ilhas de vegetação em afloramentos rochosos da divisa desses Estados. Orthophytum duartei tem distribuição restrita (EOO=4.654,72 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Apesar de cultivada, suas áreas de ocorrência estão sujeitas à mineração e perda do hábitat pelo fogo e pastoreio de caprinos e bovinos. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20duartei	Mata Atlântica
1195	BROMELIACEAE	Orthophytum estevesii	(Rauh) Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Orthophytum estevesii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo. Aparentemente representa um endemismo dos afloramentos rochosos existentes entre os municípios de Mantena (MG) e Colatina (ES), com registros também no município de Mantena (ES). Entretanto, não tivemos acesso aos registro de ocorrência da espécie. Por esta razão, a espécie foi classificada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20estevesii	Mata Atlêntica (Versieux, Wendt 2006, Martinelli et al. 2008, Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010. Bromeliaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil).
1196	BROMELIACEAE	Orthophytum foliosum	L.B.Sm.	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum foliosum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos associados ao domínio da Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=18.486,68 km²) e está sujeita a quatro situações de ameaça. A perda e fragmentação do hábitat devido à mineração e aos incêndios representam suas principais ameaças. Assim, O. foliosum foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20foliosum	Mata Atlântica
1197	BROMELIACEAE	Orthophytum fosterianum	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum fosterianum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo, sobre afloramentos rochosos na estrada que liga os municípios capixabas de Colatina e Santa Teresa, região que vem sofrendo perda acelerada de hábitat, devido à extração irracional de granito. A espécie tem distribuição restrita (EOO=433,94 km²) e estima-se sua AOO em 16 km². A única subpopulação da espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat, e acredita-se que conte com menos de 250 indivíduos. Assim, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20fosterianum	Mata Atlântica
1198	BROMELIACEAE	Orthophytum grossiorum	Leme & C.C.Paula	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum grossiorum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=531,86 km²), e é conhecida a partir de material coletado em apenas duas localidades. A espécie é considerada rara em sua área de ocorrência. Estima-se que sua AOO seja ainda menor. O. grossiorum vem sofrendo drasticamente com a alteração de seu hábitat, devido às invasoras exóticas de alto poder competitivo, como o capim-gordura e Brachiaria que, aliadas ao pastejo de caprinos sobre os afloramentos rochosos, representam séria ameaça à sobrevivência da espécie. Entretanto, um esforço maior de coleta é imprescindível para garantir uma visão mais realista sobre a estrutura populacional de O. grossiorum. A espécie foi considerada sob risco de extinção e classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20grossiorum	Mata Atlântica
1199	BROMELIACEAE	Orthophytum humile	L.B.Sm.	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum humileé endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie é rupícola, e habita locais expostos à luminosidade, na beira de rios e córregos da Caatinga e do Cerrado. Apresenta distribuição restrita (EOO=271,46 km², AOO =4 km²) à região de Grão Mogol, que é alvo de atividades mineradoras. Estas atividades vêm resultando em declínio contínuo da qualidade do hábitat na região e podem, no futuro, comprometer a sobrevivência da espécie na natureza. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20humile	Caatinga, Cerrado
1200	BROMELIACEAE	Orthophytum magalhaesii	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum magalhaesii é endêmica do Brasil, e ocorre em afloramentos rochosos graníticos nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Apresenta EOO estimado em 3.014,66 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Suas subpopulações não estão protegidas por unidades de conservação (SNUC), e em Minas Gerais estão estabelecidas em afloramentos rochosos às margens de estradas. Já no Espírito Santo, suas subpopulações estão ameaçadas devido à atividade incessante de empresas mineradoras. Assim, foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20magalhaesii	Mata Atlântica
1201	BROMELIACEAE	Orthophytum zanonii	Leme	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Orthophytum zanonii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Espécie rupícola, desenvolve-se sobre afloramentos rochosos da região de Pancas. Tem distribuição extremamente restrita (EOO=15,59 km²) e, devido as suas preferências ecológicas, estima-se que sua AOO seja de 12 km². Foi identificada apenas uma situação de ameaça. Apesar de ocorrer dentro de uma unidade de conservação (SNUC), vem sofrendo drasticamente com a alteração de seu hábitat, devido às invasoras exóticas de alto poder competitivo, como capim-gordura e Brachiaria, aliadas ao pastejo de caprinos sobre os afloramentos rochosos A espécie está, portanto, sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat e foi considerada sob risco de extinção. O. zanonii foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20zanonii	Mata Atlântica
1202	BROMELIACEAE	Pitcairnia albiflos	Herb.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia albiflos é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Espécie rupícola ou saxícola e heliófila, forma agrupamentos como ilhas de vegetação sobre afloramentos rochosos litorâneos. Tem distribuição restrita (EOO=169,34 km²) e, devido as suas características ecológicas, ocupa uma área (AOO ) de apenas 48 km². As subpopulações de P. albiflos vêm sofrendo com a invasão de espécies de gramíneas exóticas, o pisoteio e o esmagamento por escaladores, além dos incêndios anuais, fatores que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat e a perda de indivíduos maduros nas subpopulações. Algumas subpopulações estão localizadas em áreas protegidas, outras não. Assim, as localidades foram agrupadas considerando duas situações de ameaça distintas. Por essas razões, P. albiflos foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20albiflos	Mata Atlântica
1203	BROMELIACEAE	Pitcairnia bradei	Markgr.	CR	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia bradei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie é saxícola, rupícola ou terrestre e ocorre em áreas de Campos Rupestres próximas a cursos d?água. Tem distribuição extremamente restrita (EOO menor que 100 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 8 km². Todas as subpopulações estão dentro de unidades de conservação (SNUC) (Parque Estadual de Grão Mogol e Parque Estadual do Rio Preto). A espécie é dependente de cursos d?água para sobreviver, que estão sujeitos a forte pressão antrópica, como pisoteio e demais impactos gerados por turistas, que podem resultar em declínio contínuo da qualidade do habitat e redução de indivíduos maduros. As três localidades de ocorrência foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, P. bradei foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20bradei	Cerrado
1204	BROMELIACEAE	Pitcairnia burle-marxii	R.Braga & Sucre	CR	B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia burle-marxii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, em afloramentos rochosos, acima de 1.000 m de altitude. Apresenta distribuição bastante restrita, tendo sua EOO estimada em 80,40 km² e, devido a sua restrição de ocorrência, está sujeita a uma situação de ameaça. A área de ocorrência de P. burle-marxii está sujeita à invasão de espécies exóticas, como diversos capins africanos de alto poder competitivo. Além disso, a espécie sofre os efeitos da agricultura do entorno, das intensas plantações de eucaliptus e da mineração que, além de reduzirem a área e qualidade do hábitat, afetam diretamente a dinâmica populacional de espécie. Assim, foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20burle-marxii	Mata Atlântica
1205	BROMELIACEAE	Pitcairnia decidua	L.B.Sm.	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia decidua é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Espírito Santo. Apesar de ter ampla distribuição (EOO=40.142,30 km²), ocupa uma área (AOO) restrita de apenas 136 km². P. decidua é rupícola, saxícola ou terrestre, heliófila, e ocorre nos afloramentos rochosos e formações campestres das áreas altas (1.000 a 1.900 m de altitude). Muitas subpopulações de P. decidua desapareceram após a incidência de severas queimadas na região do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro. Acredita-se que, fora das unidades de conservação (SNUC) a situação de ameaça seja ainda pior. Assim, foram identificadas duas situações de ameaça distintas, classificando a espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20decidua	Mata Atlântica, Cerrado
1206	BROMELIACEAE	Pitcairnia encholirioides	L.B.Sm.	EN	B1ab(ii,iii,iv,v)+2ab(ii,iii,iv,v),C1	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia encholirioides é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na região da Serra do Desengano, no município de Santa Maria Madalena. A espécie é saxícola ou rupícola, heliófila, e ocorre em afloramentos rochosos e Campos de Altitude, nas partes altas da Serra. P. encholirioides tem distribuição restrita (EOO=40,72 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 20 km². A espécie sofre com a perda e degradação do seu hábitat, causada por alterações substanciais na forma de uso e manejo do substrato. A menor subpopulação conhecida desta espécie, estabelecida nas proximidades do Parque Estadual do Desengano, está sob o impacto da invasão de espécies exóticas de capins africanos com alto poder competitivo. A maior subpopulação (Pedra das Flores), situada dentro de uma propriedade particular, está sujeita ao pisoteio de animais e à incidência de fogo. Apenas duas subpopulações são conhecidas, sendo a maior delas composta por cerca de 900 indivíduos. Estima-se que o tamanho populacional total não exceda 1.200 indivíduos maduros. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, considerando a presença ou ausência em áreas protegidas e em perímetro urbano. Uma das localidades está em área urbana e, impondo sério risco de extinção à espécie. Foi considerada em declínio contínuo e estima-se uma redução populacional de pelo menos 20% nos próximos cinco anos. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20encholirioides	Mata Atlântica
1207	BROMELIACEAE	Pitcairnia glaziovii	Baker	EN	B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia glaziovii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A espécie é rupícola ou saxícola, heliófila, e cresce sobre afloramentos rochosos em formações campestres das partes altas das serras (acima de 1.100 m de altitude). P. glaziovii tem distribuição restrita (EOO=4.945,76 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 36 km². Ao todo são conhecidas cinco subpopulações da espécie, sendo que somente uma se encontra preservada. A única subpopulação identificada no Espírito Santo não se encontra legalmente protegida, uma vez que a localidade está situada em uma propriedade particular. As subpopulações do Rio de Janeiro estão sujeitas à incidência de fogo e à presença de espécies invasoras que crescem sobre as touceiras de P. glaziovii. Foram identificadas três situações de ameaça distintas. Estima-se que cada subpopulação tenha cerca de 200 indivíduos e que o tamanho populacional total não exceda os 1.000 indivíduos maduros. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20glaziovii	Mata Atlântica
1208	BROMELIACEAE	Pitcairnia limae	L.B.Sm.	CR	C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Pitcairnia limae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Ceará. Atualmente são conhecidas cinco subpopulações: duas no Parque Nacional de Ubajara e três na Serra do Maranguape. As subpopulações conhecidas contam com menos de 50 indivíduos, e portanto, estima-se que o tamanho populacional não exceda os 250 indivíduos maduros. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.434,78 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 10 km². P. limae é rupícola ou saxícola e cresce sobre os afloramentos rochosos da região. A agricultura praticada no local ocasiona queimadas frequentes, formando grandes extensões com supressão de vegetação e solos expostos no entorno das áreas protegidas. O local de ocorrência dessa espécie é intensamente visitado por turistas, o que vem causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas. Assim, P. limae foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20limae	Mata Atlântica
1209	BROMELIACEAE	Portea alatisepala	Philcox	VU	B1ab(iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Portea alatisepala é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia (EOO=9.792,03 km²). A região sofre com a perda e fragmentação de hábitat devido às atividades agropecuárias extensivas. Tendo por base os registros de ocorrência e o mapa de remanescentes da região, acredita-se que a população da espécie esteja sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Tem valor ornamental e indivíduos maduros são comercializados localmente. Por essas razões, foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20alatisepala	Mata Atlântica
1210	BROMELIACEAE	Portea fosteriana	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Portea fosteriana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=3.072,20 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça, considerando as diferenças regionais relativas à perda de hábitat entre a região serrana do Espírito Santo e a serra no município de Santa Maria Madalena (RJ). Por essas razões, P. fosteriana foi considerada em risco de extinção e classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20fosteriana	Mata Atlântica
1211	BROMELIACEAE	Portea grandiflora	Philcox	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Portea grandiflora é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie habita áreas de Floresta Estacional Semidecidual e Restingas, tendo distribuição restrita (EOO=11.151,83 km²). Com base nos registros de ocorrência e nos remanescentes de vegetação foram identificadas seis situações de ameaça distintas. Por essas razões, a espécie foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20grandiflora	Mata Atlântica
1212	BROMELIACEAE	Portea kermesina	K.Koch	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Portea kermesina é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie habita áreas de Restinga, tem distribuição restrita (EOO=1.923,04 km²), e está sujeita a quatro situações de ameaça. As principais ameaças incidentes são a expansão urbana próxima a Ilhéus, a ocupação territorial da Península de Maraú, cada vez mais ocupada por casas de veraneio, e a perda de hábitat devido ao desmatamento. Por estas razões, P. kermesina foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20kermesina	Mata Atlântica
1213	BROMELIACEAE	Portea nana	Leme & H.Luther	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Portea nana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Tem distribuição bastante restrita (EOO=525,76 km²) e é conhecida a partir de coletas realizadas em apenas duas localidades, consideradas situações de ameaça distintas. Ocorre em áreas de Florestas Ombrófilas e tem AOO de 8 km². A região da Serra das Lontras tradicionalmente é caracterizada pelo cultivo do cacau, cuja decadência induziu os produtores locais a buscarem substitutos mais agressivos, que levam ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Por essas razões, P. nana foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20nana	Mata Atlântica
1214	BROMELIACEAE	Quesnelia augusto-coburgii	Wawra	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Apesar da espécie apresentar distribuição ampla (EOO=75.282,44 km²) quase todos os registros de ocorrência estão restritos a remanescentes de Mata Atlântica na Serra da Mantiqueira, nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Além disso, a única coleta realizada no Estado Paraná foi realizada em 1908. Esta coleta tem grande influência sobre o valor de extensão de ocorrência. Portanto, é imprescindível a verificação da existência desta subpopulação. Em caso de extinção local neste Estado, a espécie será classificada como ""Vulnerável"" (VU). Portanto, consideramos a espécie como ""Quase ameaçada"" (NT) e apontamos a necessidade de estudos populacionais para verificar sua ocorrência no Sul do Brasil."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20augusto-coburgii	Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)
1215	BROMELIACEAE	Quesnelia humilis	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Assim, foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20humilis	Mata Atlântica
1216	BROMELIACEAE	Quesnelia imbricata	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"São necessários maiores estudos para avaliar a incidência de ameaças sobre as subpopulações naturais da espécie. Apesar de uma distribuição bastante restrita com uma área de ocupação reduzida, a espécie ocorre em muitas localidades diferentes e não está claro o estado de conservação de cada uma delas. Assim, Quesnelia imbricata foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20imbricata	Mata Atlântica
1217	BROMELIACEAE	Quesnelia kautskyi	C.M.Vieira	VU	A2c,B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Quesnelia kautskyi endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=6.710,58 km²) aos Estados Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie habita áreas de Floresta Ombrófila Densa e de Floresta Estacional Semidecidual. Sua região de ocorrência sofreu alterações irreversíveis da paisagem que, de acordo com os dados disponíveis, representam mais de 77% de perda da cobertura florestal, dos quais cerca de 30% teriam ocorrido nos últimos 30 anos. Consideramos um tempo de geração aproximado de 10 anos para os cálculos. Devido às alterações na paisagem, a espécie está sujeita a uma estrutura populacional severamente fragmentada. A incidência do fogo e o efeito das pastagens, entre outros fatores, vêm ocasionando o declínio constante da qualidade de hábitat disponível para a espécie e a redução de sua AOO. Por essas razões, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20kautskyi	Mata Atlântica
1218	BROMELIACEAE	Quesnelia seideliana	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Quesnelia seideliana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=296,02 km²) e ocupa uma AOO de apenas 24 km² em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. De acordo com a distribuição das localidades, foram identificadas três situações de ameaça distintas. A perda e degradação do hábitat são as principais ameaças incidentes e vêm causando o declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20seideliana	Mata Atlântica
1219	BROMELIACEAE	Racinaea aerisincola	(Mez) M.A.Spencer & L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Racinaea aerisincola é amplamente distribuída (EOO=238.899 km²) e está protegida por unidades de conservação (SNUC). A espécie ocorre em habitat mésico altitudinal de áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual.  Além disso, possui dispersão pelo vento, o que facilita o fluxo gênico entre remanescentes de habitat favorável. Por estas razões, a espécie foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20aerisincola	Mata Atlântica
1220	BROMELIACEAE	Racinaea domingos-martinis	(Rauh) J.R.Grant	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Racinaea domingos-martinis é endêmica do Brasil e ocorre apenas em áreas de floresta ombrófila densa do Estado do Espírito Santo. Entretanto, são necessários mais dados sobre a espécie para garantir uma avaliação consistente do seu risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20domingos-martinis	Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)
1221	BROMELIACEAE	Racinaea spiculosa	(Griseb.) M.A.Spencer & L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Racinaea spiculosa possui ampla distribuição (EOO=1.153.555,6 km²) no Brasil e em outros países da América Central e do Sul. Além disso, está protegida por unidades de conservação (SNUC). A espécie foi classificada como ""Meno preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20spiculosa	Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)
1222	BROMELIACEAE	Tillandsia aeranthos	(Loisel.) L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie não é endêmica do Brasil e em território nacional está amplamente distribuída.	2012-04-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20aeranthos	Mata Atlântica (Forzza et al. 2010), Cerrado (Trindade-Lima 2007)
1223	BROMELIACEAE	Tillandsia afonsoana	T. Strehl	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia afonsoana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Tem distribuição restrita e ocupa uma AOO de apenas 8 km², nos paredões rochosos da represa da Usina Hidrelétrica de Itaúba, no município de Salto do Jacuí. O represamento do Rio Jacuí causou uma redução significativa na área disponível para a ocorrência da espécie, devido à submersão dos afloramentos rochosos. No alto dos cânions, no entorno da represa, é possível ver, em alguns pontos, lavouras de milho e cana-de-açúcar que descaracterizam a paisagem e causam o declínio contínuo na qualidade de hábitat. Assim, T. afonsoana foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20afonsoana	Mata Atlântica
1224	BROMELIACEAE	Tillandsia araujei	Mez	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia araujei Mez é endêmica do Brasil e ocorre em afloramentos rochosos litorâneos, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=3.870,34 km²) e ocupa uma AOO de 104 km². As subpopulações estão sujeitas ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, em função da ocupação das encostas por loteamentos e condomínios, bem como aos efeitos gerados por atividades recreativas como caminhadas ou escaladas sobre a rocha, que causam inclusive a redução do número de indivíduos maduros. Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC), nas quais as ameaças incidentes são mais raras. Assim, T. araujei foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20araujei	Mata Atlântica
1225	BROMELIACEAE	Tillandsia brachyphylla	Baker	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia brachyphylla endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie cresce sobre afloramentos rochosos. Tem distribuição restrita (EOO=347 km²) e ocupa uma AOO de 12 km². A espécie tem alto valor ornamental e está entre as mais comercializadas nos Estados Unidos. Existem relatos que uma grande fração da população da espécie foi levada para a Alemanha em 1991, onde grande parte dos indivíduos morreu por negligência. Além da extração ilegal, atividades recreativas, como a escalada em rocha, podem causar o declínio contínuo da qualidade do hábitat em diversas localidades. Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a presença ou ausência de subpopulações em áreas protegidas (SNUC). Assim, T. brachyphylla foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20brachyphylla	Mata Atlântica
1226	BROMELIACEAE	Tillandsia crocata	(E.Morren) Baker	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia crocata não é endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie tem ampla distribuição, mas sua ocorrência está restrita aos afloramentos rochosos nos Estados do Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. A espécie ocupa uma AOO de menos de 500 km². Foram consideradas duas situações de ameaça distintas, de acordo com a presença ou ausência das subpopulações em áreas protegidas (SNUC). Atividades agropecuárias no entorno dos afloramentos rochosos vêm causando degradação do hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20crocata	Mata Atlântica
1227	BROMELIACEAE	Tillandsia duratii	Vis.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Tillandsia duratii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Apesar de possuir distribuição extremamente restrita e ocupar uma área de apenas 4 km², acredita-se que a espécie precise de estudos mais amplos que possam fornecer dados para a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20duratii	Cerrado
1228	BROMELIACEAE	Tillandsia duratii var. saxatilis	(Hassl.) L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis para garantir a avaliação de risco de extinção desta espécie.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20duratii%20var.%20saxatilis	Cerrado
1229	BROMELIACEAE	Tillandsia gardneri	Lindl.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Ocorre também em outros países da América do Sul.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20gardneri	Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica (Forzza et al. 2011)
1230	BROMELIACEAE	Tillandsia geminiflora	Brongn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Apesar de seu valor ornamental, a espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC) e está protegida. Assim, foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20geminiflora	Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica (Forzza et al. 2011)
1231	BROMELIACEAE	Tillandsia grazielae	D.Sucre & R.Braga	EN	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia grazielae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocupa uma AOO de apenas 16 km2, é rupícola e cresce sobre afloramentos rochosos na Serra dos Órgãos. Nenhuma das subpopulações conhecidas está protegida por unidades de conservação (SNUC) de proteção integral e, portanto, todas foram consideradas como uma única situação de ameaça. Atualmente, a espécie parece ocorrer apenas na localidade-tipo, muito próxima de uma rodovia federal. Essa área apresenta declínio contínuo da qualidade de hábitat e do número de indivíduos maduros, devido à incidência de diversas ameaças. Além dos incêndios frequentes e da coleta de indivíduos maduros para fins comerciais, a prática de atividades recreativas como a escalada em rocha vem causando danos à população da espécie. Assim, T. grazielae foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20grazielae	Mata Atlântica
1232	BROMELIACEAE	Tillandsia heubergeri	Ehlers	VU	B1ab(iii),D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia heubergeri é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Especialistas sugerem que esteja restrita à Chapada Diamantina, tendo EOO de 8.578,21 km². Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. A espécie ocorre em afloramentos rochosos inseridos em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa e Caatinga e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, devido à incidência de incêndios, gramíneas invasoras e pastoreio. A região sofre com a perda e fragmentação de hábitat. Se a distribuição for confirmada apenas para a localidade do Morro do Chapéu, a espécie deve ser reavaliada em função de um aumento no seu risco de extinção. T. heubergeri foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20heubergeri	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1233	BROMELIACEAE	Tillandsia itaubensis	T. Strehl	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis para a avaliação de risco de extinção desta espécie.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20itaubensis	Mata Atlântica
1234	BROMELIACEAE	Tillandsia jonesii	T. Strehl	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia jonesii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre. A espécie é rupícola, habita afloramentos rochosos e ocupa uma AOO de apenas 4 km². As comunidades vegetais sobre afloramentos rochosos sofrem os efeitos diretos e indiretos da ocupação urbana de seu entorno, que causa o declínio contínuo da qualidade de hábitat. A única localidade conhecida foi considerada uma situação de ameaça. Assim, T. jonesii foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20jonesii	Mata Atlântica
1235	BROMELIACEAE	Tillandsia kautskyi	E.Pereira	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia kautskyi é endêmica do Brasil, tendo registros de coletas somente no Estado do Espírito Santo, porém, dados de especialistas indicam sua presença também em Campos, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é epífita, habita fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e tem distribuição restrita (EOO=5.869,83 km²). As florestas do Espírito Santo foram reduzidas a pequenos fragmentos esparsos e continuam sofrendo devido ao desmatamento para a ocupação das terras por diferentes atividades agropecuárias. Os locais onde a espécie ocorre têm como principais ameaças pastagens e monoculturas de café, eucalipto e cacau. Foram consideradas duas situações de ameaça devido à presença ou ausência de subpopulações em unidades de conservação (SNUC). Assim, T. kautskyi foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20kautskyi	Mata Atlântica
1236	BROMELIACEAE	Tillandsia linearis	Vell.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída. Assim, foi avaliada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20linearis	Cerrado e Mata Atlântica (Forzza et al. 2011)
1237	BROMELIACEAE	Tillandsia lorentziana	Griseb.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Ocorre em outros países da América do Sul.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20lorentziana	Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011).
1238	BROMELIACEAE	Tillandsia mallemontii	Glaz. ex Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica, mas amplamente distribuída em território nacional. Possui valor ornamental, mas está protegida pela ocorrência de subpopulações em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20mallemontii	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011).
1239	BROMELIACEAE	Tillandsia montana	Reitz	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia montana é endêmica do Brasil e segundo especialistas ocorre no Estado de Santa Catarina, na Serra do Mar e na Serra Geral. Entretanto, existem registros duvidosos para o Estado do Rio de Janeiro. Se este registro for de fato comprovado como um equívoco, a espécie estará sob situação de ameaça. Mas, por enquanto a espécie foi avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20montana	Mata Atlântica (Forzza et al., 2011).
1240	BROMELIACEAE	Tillandsia neglecta	E.Pereira	CR	B2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia neglecta é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é restrita aos costões rochosos da região litorânea de Arraial do Cabo (AOO =8 km²). A localidade foi considerada como uma única situação de ameaça. Devido à intensa coleta, atualmente vive apenas em pequenos redutos de difícil acesso. Além da extração de indivíduos maduros, a expansão urbana de Arraial do Cabo também ocasionou o declínio contínuo da qualidade de hábitat da espécie. Assim, T. neglecta foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20neglecta	Mata Atlântica
1241	BROMELIACEAE	Tillandsia reclinata	E.Pereira & Martinelli	CR	B2ab(ii,iii,v),C2a(i,ii),D	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Tillandsia reclinata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é rupícola e cresce sobre afloramentos rochosos inseridos em áreas de Campos de Altitude, no domínio da Mata Atlântica, acima de 1.200 metros de altitude. É conhecida a partir de coletas realizadas em uma única localidade denominada Pico do Pindoba, no Morro do Cuca, município de Petrópolis. A espécie ocupa uma AOO de 2 km². A única subpopulação identificada vem sofrendo redução contínua devido à coleta de indivíduos maduros e aos incêndios frequentes que atingem a parte alta da Serra das Araras. Estima-se que, hoje, a população esteja reduzida a menos de 50 indivíduos maduros, todos em uma mesma subpopulação. Caso medidas de conservação não sejam tomadas, T. reclinata se extinguirá em um futuro muito próximo.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20reclinata	Mata Atlântica
1242	BROMELIACEAE	Tillandsia recurvifolia	Hook.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no Brasil, porém com poucas coletas depositas em coleções botânicas. São necessários mais dados para permitir a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20recurvifolia	Mata Atlântica (Forzza et al., 2011).
1243	BROMELIACEAE	Tillandsia streptocarpa	Baker	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Ocorre em outros países da América do Sul. Está protegida pela ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20streptocarpa	Caatinga (Leme, 1993), Mata Atlântica e Cerrado (Lima, 2008).
1244	BROMELIACEAE	Tillandsia sucrei	E.Pereira	CR	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia sucrei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é rupícola e tem distribuição extremamente restrita (EOO=22,89 km²). O desmatamento das áreas do entorno desses afloramentos e os incêndios vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Além disso, a coleta de indivíduos maduros no campo acarretou uma redução populacional significativa. Hoje, as touceiras da espécie estão restritas às áreas em paredes verticais de rocha, cujo acesso é bastante difícil. A prática de atividades recreativas, como a escalada em rocha, também representa uma ameaça para a espécie. Todas as localidades de ocorrência foram consideradas uma mesma situação de ameaça. Assim, T. sucrei foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20sucrei	Mata Atlântica
1245	BROMELIACEAE	Tillandsia tenuifolia	L.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição. Está protegida pela ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20tenuifolia	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011).
1246	BROMELIACEAE	Tillandsia toropiensis	Rauh	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para a avaliação de risco de extinção desta espécie.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20toropiensis	Mata Atlântica
1247	BROMELIACEAE	Tillandsia tricholepis	Baker	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Ocorre em outros países da América do Sul. Está protegida pela ocorrência em Unidades de Conservação.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20tricholepis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011).
1248	BROMELIACEAE	Tillandsia usneoides	(L.) L.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie de maior distribuição dentro da família, ocorrendo desde a Flórida até o sul da América do Sul. Amplamente distribuída em território nacional. está protegida pela ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20usneoides	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1249	BROMELIACEAE	Tillandsia winkleri	Strehl	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes para a avaliação de risco de extinção desta espécie.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20winkleri	Mata Atlântica
1250	BROMELIACEAE	Tillandsia xiphioides	Ker Gawl.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tillandsia xiphioides não é endêmica do Brasil, mas em território nacional tem distribuição restrita (EOO=142,57 km²) aos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A espécie é rupícola, cresce sobre afloramentos rochosos de Mata Atlântica, e ocupa uma AOO de 12 km². A vegetação desses Estados está reduzida a fragmentos devido às atividades antrópicas. Além disso, as coletas da espécie estão em locais próximos a áreas urbanizadas e são locais turísticos. Cada localidade de ocorrência foi considerada uma situação de ameaça distinta. Assim, T. xiphioides foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20xiphioides	Mata Atlântica
1251	BROMELIACEAE	Vriesea altimontana	E.Pereira & Martinelli	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Vriesea altimontana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita com EOO de 278,96 km² e AOO de 32 km². A espécie ocorre em formações campestres sobre afloramentos rochosos e está sujeita à perda de hábitat. Os municípios de Macaé e Santa Maria Madalena perderam mais de 75% da cobertura vegetal original, o que causou danos irreversíveis à dinâmica dos ecossistemas locais. A região continua sujeita aos efeitos do declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram consideradas duas situações de ameaça de acordo com a presença ou ausência de subpopulações de unidades de conservação (SNUC). Assim, V. altimontana foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20altimontana	Mata Atlântica
1252	BROMELIACEAE	Vriesea altomacaensis	A.F.Costa	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Vriesea altomacaensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na região de Macaé de Cima, apenas em duas localidades. Estas foram consideradas uma única situação de ameaça, devido aos efeitos da degradação das Florestas Ombrófilas Densas da região serrana. A espécie tem distribuição restrita (EOO=43,16 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim, V. altomacaensis foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20altomacaensis	Mata Atlântica
1253	BROMELIACEAE	Vriesea amadoi	Leme	CR	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea amadoi Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo, próximo a fronteira com o Estado de Minas gerais. A espécie ocorre em afloramentos rochosos no município de Pancas, e ocupa uma AOO inferior a 10km². De acordo com dados disponíveis (SOS Mata Atlântica), o município perdeu cerca de 95% de sua cobertura vegetal original, causando perda da AOO e declínio contínuo da qualidade de habitat. A região sofre com efeitos da atividade mineradora e com efeitos de atividades agrícolas, como a cultura do café. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça. Assim, Vriesea amadoi  foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20amadoi	Mata Atlântica
1254	BROMELIACEAE	Vriesea amethystina	E.Morren	CR	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea amethystina E.Morren é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição extremamente restrita (EOO=67,39 km²). Por estarem situadas na região metropolitana do Rio de Janeiro, todas as localidades foram consideradas como uma única situação de ameaça. A área está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de habitat. Assim, Vriesea amethystina foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20amethystina	Mata Atlântica
1255	BROMELIACEAE	Vriesea appariciana	E.Pereira & Reitz	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes para a avaliação do risco de extinção desta espécie.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20appariciana	Mata Atlântica
1256	BROMELIACEAE	Vriesea arachnoidea	A.F.Costa	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea arachnoidea A.F.Costa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Possui distribuição restrita (EOO=4.549,72 km²). A espécie ocorre como epífita em Matas Nebulares em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. Estes ambientes se encontram altamente fragmentados devido a ocupação das áreas de encosta, abaixo dos topos das serras, para atividades agropecuárias. Além disso, o turismo desordenado com acampamentos clandestinos, coleta ilegal de espécimes, abertura de trilhas entre outras atividades irregulares, vêm causando declínio contínuo da qualidade do habitat. Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a presença ou ausência de subpopulações da espécie em unidades de conservação (SNUC). Assim, Vriesea arachnoidea foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20arachnoidea	Mata Atlântica
1257	BROMELIACEAE	Vriesea atropurpurea	A.Silveira	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea atropurpurea é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia. A espécie possui ampla distribuição, mas extinções locais em parte da distribuição da espécie podem leva-lá a situação de ameaça. Entretanto, são necessários estudos populacionais, nas subpopulações conhecidas e um maior esforço de coleta em toda a sua extensão de ocorrência.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20atropurpurea	Cerrado, Mata Atlântica
1258	BROMELIACEAE	Vriesea belloi	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea belloi é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie é rupícola e ocorre em paredões rochosos formando grande agrupamentos populacionais. No entanto, não existem dados suficientes para garantir a avaliação de risco desta espécie. São necessárias mais informações sobre a biologia e ecologia da espécie.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20belloi	Mata Atlântica
1259	BROMELIACEAE	Vriesea biguassuensis	Reitz	EN	B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea biguassuensis Reitz é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Santa Catarina. A espécie possui distribuição restrita (EOO=1.862 km²) e ocorre em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. Algumas subpopulações da espécie estão situadas dentro da propriedade da Irani Celulose, que possue fragmentos interligados por corredores e no total somam 8,3 mil hectares. Apesar de estarem próximas ao Parque Nacional das Araucárias, estas áreas estão sujeitas a declínio contínuo da qualidade do habitat e de redução na AOO da espécie. Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a presença ou ausência da espécie de unidades de conservação (SNUC). Assim, Vriesea biguassuensis foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20biguassuensis	Mata Atlântica
1260	BROMELIACEAE	Vriesea bituminosa	Wawra	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Não está sujeita a risco eminente de extinção na natureza.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20bituminosa	Mata Atlântica
1261	BROMELIACEAE	Vriesea bleherae	Roth & W. Weber	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea bleherae Roth & W. Weber é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Possui distribuição extremamente restrita (EOO=83,03 km²). A espécie é epífita e ocorre em fragmentos florestais litorâneos e de encosta. Sua região de ocorrência está bastante modificada e ainda sofre com os efeitos da urbanização e da ocupação humana. Seus municípios de ocorrência perderam mais de 70% de sua cobertura vegetal original causando danos irreversíveis a dinâmica dos ecossistemas locais. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas, devido a presença e ausência da espécie de áreas protegidas. Por outro lado, as duas localidades se encontram distantes e isoladas devido a destruição das florestas de baixada e por isso a espécie foi considerada como severamente fragmentada. Por estas razões, Vriesea bleherae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20bleherae	""
1262	BROMELIACEAE	Vriesea botafogensis	Mez	CR	B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea botafoguensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie cresce sobre afloramentos rochosos da cidade do Rio de Janeiro. Possui distribuição extremamente restrita (EOO	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20botafogensis	""
1263	BROMELIACEAE	Vriesea brassicoides	(Baker) Mez	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea brassicoides é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, em afloramentos rochosos localizados na cidade do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição extremamente restrita (EOO=67,06 km², AOO=24 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. Os afloramentos rochosos da cidade estão cercados por área urbanas e sofrem com declínio contínuo da qualidade do habitat. Assim, V. brassicoides foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20brassicoides	""
1264	BROMELIACEAE	Vriesea breviscapa	(E.Pereira & I.A.Penna) Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea berviscapa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e Bahia. Apesar de apresentar distribuição restrita (EOO=20.093,14 km²) a espécie não possui muitos dados disponíveis que permitam uma avaliação consistente de seu risco de extinção. Assim, são necessários maiores estudos sobre a ecologia e distribuição da espécie, além de uma análise mais detalhada sobre os efeitos das ameaças incidentes.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20breviscapa	Mata Atlântica
1265	BROMELIACEAE	Vriesea brusquensis	Reitz	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Vriesea brusquensis é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição ampla (EOO=31.296,75 km²), no entanto, extinções locais em parte de sua distribuição podem facilmente colocar a espécie em situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como ""Quase ameaçada""(NT)."	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20brusquensis	Mata Atlântica
1266	BROMELIACEAE	Vriesea cacuminis	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea cacuminis L.B.Sm. é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie possui distribuição restrita (EOO=252,11 km²) as localidades conhecidas como Serra de Ibitipoca e Serra do Funil, ocorre em formações campestres e ocupa uma AOO de apenas 28 km². Apesar da distribuição endêmica, a espécie é frequente nos Campos Rupestres da região. A Serra de Ibitipoca está protegida por uma unidade de conservação (SNUC), no entanto, a área sofre os efeitos da ocupação do entorno e incêndios são relativamente frequentes. Assim, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat. Vriesea cacuminis foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20cacuminis	Mata Atlântica
1267	BROMELIACEAE	Vriesea calimaniana	Leme & W.Till	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie é conhecida apenas de sua localidade tipo. Vriesea calimaniana Leme & W.Till ocorre em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, em Mata Nebular de encosta em Montanha do Campo, no município de Venda Nova do Imigrante (ES). Ocupa AOO de apenas 8km². A localidade foi considerada como uma única situação de ameaça. A espécie está sujeita a declínio da qualidade de habitat devido a agricultura intensiva na região e a efeitos indiretos da mineração. Vriesea calimaniana foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20calimaniana	Mata Atlântica
1268	BROMELIACEAE	Vriesea carinata	Wawra	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Está protegida por unidades de conservação (SNUC) e se encontra em coleções ex situ.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20carinata	Mata Atlântica
1269	BROMELIACEAE	Vriesea cearensis	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea cearensis L.B. Sm. é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Ceará. A espécie está sujeita a degradação de seu habitat, evidente pela baixa porcentagem de cobertura vegetal original. Restam poucos fragmentos florestais na região. A espécie possui distribuição restrita (AOO=12 km²). Levantamento populacional realizado na única população conhecida sugere que existam menos de 2.500 indivíduos maduros no campo, sujeitos a um declínio contínuo estimado de 25% nas próximas 10 anos (1 geração). Assim, a espécie foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20cearensis	Mata Atlântica
1270	BROMELIACEAE	Vriesea clausseniana	(Baker) Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias mais informações sobre a espécie para uma avaliação consistente.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20clausseniana	Mata Atlântica
1271	BROMELIACEAE	Vriesea colnagoi	E.Pereira & I.A.Penna	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias mais informações sobre a espécie para uma avaliação consistente.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20colnagoi	Mata Atlântica
1272	BROMELIACEAE	Vriesea corcovadensis	(Britten) Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Apesar de sofrer efeitos da degradação de habitat está protegida por unidades de conservação (SNUC).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20corcovadensis	Mata Atlântica
1273	BROMELIACEAE	Vriesea costae	B.R. Silva & Leme	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea costae B.R. Silva & Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos litorâneos da cidade do Rio de Janeiro e de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui uma AOO menor que 10km². As duas localidades de ocorrência foram consideradas como uma única situação de ameaça, já que em ambas as localidades a espécie está sujeita a redução contínua da qualidade de habitat devido a efeitos diretos e indiretos da expansão urbana.V. costae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20costae	Mata Atlântica
1274	BROMELIACEAE	Vriesea debilis	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias maiores informações para uma avaliação do risco de extinção consistente.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20debilis	Mata Atlântica
1275	BROMELIACEAE	Vriesea delicatula	L.B.Sm.	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea delicatula L.B. Sm.é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita (EOO=8.074,29 km²) a fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. Sua região de ocorrência encontra-se altamente degrada e ainda sofre com declínio contínuo da qualidade do habitat devido a atividades relacionadas a agricultura de culturas madeireiras e de celulose. Foram identificadas apenas duas situações de ameaça, que consideram a presença ou ausência de unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20delicatula	Mata Atlântica
1276	BROMELIACEAE	Vriesea diamantinensis	Leme	EN	B1b(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea diamantinensis Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. A espécie possui distribuição restrita (EOO=261,02 km², AOO=20 km²) e está sujeita ao declínio da qualidade de habitat em decorrência da degradação de habitat. V. diamantinensis foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20diamantinensis	Cerrado
1277	BROMELIACEAE	Vriesea drepanocarpa	(Baker) Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Não foi considerada sob risco de extinção.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20drepanocarpa	Mata Atlântica
1278	BROMELIACEAE	Vriesea duvaliana	E.Morren	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição no Estado da Bahia. Possui uma coleta realizada no Estado do Rio de Janeiro. A espécie sofre efeitos da coleta de indivíduos maduros, e há indícios de sobre-explotação. Caso a subpopulação do Rio de Janeiro se extingua a espécie estará sob risco de extinção. Assim, Vriesea duvaliana foi avaliada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20duvaliana	Mata Atlântica
1279	BROMELIACEAE	Vriesea eltoniana	E.Pereira	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea eltoniana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no litoral do Estado do Rio de Janeiro, de Niterói a Arraial do Cabo, na Ilha de Cabo Frio. A espécie possui distribuição restrita (EOO=1.673,54 km², AOO=52 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça, já que a maioria das localidades de ocorrência estão situadas em áreas urbanas, com exceção da Ilha de Cabo Frio. Assim, V. eltoniana foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20eltoniana	""
1280	BROMELIACEAE	Vriesea erythrodactylon	E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie é endêmica do Brasil, mas possui ampla distribuição na região Sudeste e está protegida por unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20erythrodactylon	Mata Atlântica
1281	BROMELIACEAE	Vriesea flammea	L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie é endêmica do Brasil, mas encontra-se amplamente distribuída na região litorânea, desde a região Nordeste à região Sul do país.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20flammea	Mata Atlântica
1282	BROMELIACEAE	Vriesea flava	A.F.Costa et al.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea flava é endêmica do Brasil, mas possui ampla distribuição (EOO=69.673,14 km²) nos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A espécie é coletada para fins comerciais devido a seu valor ornamental. Além disso está sujeita a degradação de habitat. Apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), se as ameaças não forem controladas Vriesea flava pode se tornar ameaçada em um futuro próximo.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20flava	Mata Atlântica
1283	BROMELIACEAE	Vriesea fosteriana	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias maiores informações sobre a espécie para uma avaliação consistente.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20fosteriana	Mata Atlântica
1284	BROMELIACEAE	Vriesea friburgensis var. tucumanensis	(Mez) L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie não é endêmica do Brasil e em território brasileiro encontra-se amplamente distribuída.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20friburgensis%20var.%20tucumanensis	Mata Atlântica
1285	BROMELIACEAE	Vriesea funebris	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea funebris L.B.Sm é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no estado do Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita (EOO=996,02 km²) a afloramentos rochosos da região litorânea e serrana do estado e ocupa uma AOO de apenas 28 km². A região sofre com a degradação de habitat devido a prática de agricultura intensiva e expansão urbana. Assim, foram identificadas duas situações de ameaça distintas. Vriesea funebris foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20funebris	Mata Atlântica
1286	BROMELIACEAE	Vriesea gigantea	Gaudich.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica do Brasil, mas amplamente distribuída. Apesar de sofrer com o desmatamento, a espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC) e está presente em coleções ex situ.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20gigantea	Mata Atlântica
1287	BROMELIACEAE	Vriesea goniorachis	(Baker) Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias maiores informações para uma avaliação de risco de extinção consistente.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20goniorachis	Mata Atlântica
1288	BROMELIACEAE	Vriesea gracilior	(L.B.Sm.) Leme	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea gracilior (L.B.Sm.) Leme é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e da Bahia. A espécie possui distribuição restrita (EOO=10.065,09 km²) e está sujeita a declínio da qualidade de habitat. As localidades de ocorrência do Espírito Santo estão localizadas na região serrana do Estado, que sofre com efeitos do desmatamento e da degradação de habitat em decorrência da agricultura intensiva. Já as localidades do sul da Bahia encontram-se em grandes remanescentes florestais. Assim foram identificadas duas situações de ameaças distintas.Vriesea gracilior foi avaliada como Vulnerável (VU).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20gracilior	Mata Atlântica
1289	BROMELIACEAE	Vriesea harrylutheri	Leme & G.K.Brown	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea harrylutheri Leme & G.K. Brown é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no município de Serra, no Estado do Espírito Santo. Possui uma AOO de apenas 8 km². O município de Serra perdeu cerca de 90% de sua cobertura vegetal original nos últimos anos, devido a agricultura intensiva. A espécie ocorre em afloramentos rochosos e sofre com o declínio contínuo da qualidade de habitat. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como Criticamente em perigo (CR).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20harrylutheri	Mata Atlântica
1290	BROMELIACEAE	Vriesea hieroglyphica	(Carrière) E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20hieroglyphica	Mata Atlântica
1291	BROMELIACEAE	Vriesea hoehneana	L.B.Sm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20hoehneana	Cerrado, Mata Atlântica
1292	BROMELIACEAE	Vriesea incurvata	Gaudich.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20incurvata	Mata Atlântica
1293	BROMELIACEAE	Vriesea itatiaiae	Wawra	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea itatiaiae é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. A espécie possui distribuição ampla (EOO=25.839,07 km²), mas ocorre em vegetações campestres e está sujeita a incêndios que ameaçam a sobrevivência da espécie na natureza. Apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), se as ameaças incidentes não forem controladas a espécie poderá, em breve, ser considerada como ameaçada de extinção.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20itatiaiae	Mata Atlântica
1294	BROMELIACEAE	Vriesea kautskyana	E.Pereira & I.A.Penna	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea kautskyana E. PEreira & I.A.Penna é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição restrita e está sujeita ao declínio da qualidade de habitat, decorrente de atividades agrícolas. Foram identificadas três situações de ameaça distintas de acordo com as dinâmicas regionais de uso do solo: a região serrana do Espírito Santo, a região serrana do Rio de Janeiro, e as planícies do Rio de Janeiro. Assim, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20kautskyana	Mata Atlântica
1295	BROMELIACEAE	Vriesea languida	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias maiores informações para uma avaliação de risco de extinção consistente.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20languida	Mata Atlântica
1296	BROMELIACEAE	Vriesea leptantha	Harms	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea leptantha Harms é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre em Floresta Ombrófila de altitude, do município de Santa Maria Madalena. Possui uma área de ocupação de apenas 8km² e uma EOO ainda menor. Vriesea leptantha está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat devido a atividades agrícolas e expansão das áreas de veraneio da região, além do turismo desordenado nas unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avalidada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20leptantha	Mata Atlântica
1297	BROMELIACEAE	Vriesea longistaminea	C.C.Paula & Leme	CR	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea longistaminea C.C. Paula & Leme é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie está restrita a uma AOO de apenas 8km² localizada no Quadrilátero Ferrífero, nos municípios de Nova Lima e Mariana e é considerada uma das bromélias mais raras nesse ambiente. Todas as populaçõesdessa espécie ocorrem sobre canga em áreas de atividade de mineradoras. A subpopulação da localidade-tipo não existe mais  e as outraslocalidades na Serra da Moeda serão mineradas nos próximos dez anos(Biodiversitas, 2005). A produção estimada deminério de ferro deverá atingir 280 milhões de toneladas, representando umaumento de 53% quando comparado com a produção de 1988 (Jacobi, Carmo, 2008). Desta forma, todas as localidades foram consideradas sob uma mesma situação de ameaça e estão sujeitas a declínio contínuo da qualidade de habitat e da AOO. Assim, Vriesea longistaminea foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20longistaminea	Cerrado
1298	BROMELIACEAE	Vriesea lubbersii	(Baker) E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída na região Sul e Sudeste do Brasil.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20lubbersii	Cerrado, Mata Atlântica
1299	BROMELIACEAE	Vriesea menescalii	E.Pereira & Leme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea menescalii E. Pereira & Leme é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Espírito Santo, na região do Corredor Central da Mata Atlântica. A espécie possui distribuição restrita (EOO= 1.227,81 km², AOO=28 km²) e ocorre em seisdiferentes localidades. Foram consideradas duas situações de ameaça distintas,já que algumas destas localidades estão protegidas por unidades de conservação (SNUC) e outras não. A espécie ocorre em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, na região serrana do Espírito Santo. Este tipo de vegetação sofreu redução significativa devido a expansão da atividade agrícola na região e ainda sofre declínio contínuo da qualidade do habitat. Assim, Vriesea menescalii foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20menescalii	Mata Atlântica
1300	BROMELIACEAE	Vriesea minarum	L.B.Sm.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea minarum L.B.Sm. é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.697,19 km², AOO=48 km²) ao Quadrilátero Ferrífero, e ocorre em formações campestres sobre canga. Foram identificadas duas situações de ameaça considerando áreas dentro e fora de unidades de conservação. A região está sujeita a redução contínua da AOO e da qualidade de habitat devido aos efeitos da mineração (minério de ferro) e da expansão urbana. Assim, a espécie foi avaliada como ameaçada, na categoria Em Perigo (EN).	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20minarum	Cerrado
1301	BROMELIACEAE	Vriesea monacorum	L.B. Smith	CR	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Vriesea monacorum é endêmica do município de Santa Bárbara, Estado de Minas Gerais. A espécie está restrita a uma EOO de 269,66 km² e uma AOO de 4 km². A localidade está protegida por unidades de conservação (SNUC), mas ainda sofre o declínio contínuo da qualidade e extensão do hábitat disponível. Além da visitação à RPPN Santuário do Caraça, incêndios vêm causando a redução e fragmentação do hábitat. Em 2011, por exemplo, foram três focos de incêndios ao longo da época seca, que resultaram em transformação de cerca de 25% da cobertura de vegetação original, queimando 2.546,22 ha dos 10.187,89 ha da unidade e causando alterações irreversíveis à paisagem. Assim, a espécie foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20monacorum	Cerrado
1302	BROMELIACEAE	Vriesea morrenii	Wawra	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Existe incerteza taxonômica em relação a esta espécie. Esta incerteza vem gerando dúvidas em relação a identificação de registros de ocorrência atribuídas a ela. Assim, são necessários estudos que possam acabar com estas dúvidas.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20morrenii	Mata Atlântica
1303	BROMELIACEAE	Vriesea muelleri	Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessários dados mais precisos sobre a ecologia da espécie. Além disso, não existem ameaças específicas descritas para a espécie, apesar da região sofrer com a fragmentação de habitat, especialmente em áreas litorâneas.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20muelleri	Mata Atlântica
1304	BROMELIACEAE	Vriesea neoglutinosa	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de sujeita a incidência de ameaças como a perda de habitat, a espécie possui distribuição ampla e está protegida por unidades de conservação. Além disso, a espécie é cultivada e reproduzida com sucesso em coleções ex situ.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20neoglutinosa	Mata Atlântica
1305	BROMELIACEAE	Vriesea pabstii	McWilliams & L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de apresentar distribuição restrita, não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pabstii	Mata Atlântica
1306	BROMELIACEAE	Vriesea pardalina	Mez	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica do Brasil, mas amplamente distribuída na região Sudeste. Além disso, a espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pardalina	Mata Atlântica, Cerrado
1307	BROMELIACEAE	Vriesea parviflora	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de apresentar distribuição restrita a região serrana do Estado do Espírito Santo, sujeita a significativa perda e degradação de habitat, são necessárias mais informações para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20parviflora	Mata Atlântica
1308	BROMELIACEAE	Vriesea pastuchoffiana	Glaz.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea pastuchoffiana Glaz. é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é conhecida a partir de amostras coletadas em duas subpopulações. Uma no Parque Nacional da Tijuca, (RJ) contendo quatro indivíduos maduros e cerca de 15 juvenis e a outra no município de Paraty (RJ) fora de unidades de conservação (SNUC), e composta por vários indivíduos formando grandes agrupamentos de indivíduos. ?Assim, estima-se que não existam mais de 2.500 indivíduos maduros na natureza, dos quais mais de 95% ocorrem em Paraty. V.pastuchoffiana possui distribuição restrita (EOO=431,78 km²) e uma AOO  de 16 km². Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a presença ou não em unidades de conservação (SNUC). As duas subpopulações estão sujeitas ao declínio contínuo da qualidade de habitat devido ao turismo e expansão urbana em Paraty e a incêndios e atividades recreativas no Parque Nacional da Tijuca. Assim, a espécie foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pastuchoffiana	Mata Atlântica
1309	BROMELIACEAE	Vriesea pauperrima	E.Pereira	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pauperrima	Mata Atlântica
1310	BROMELIACEAE	Vriesea penduliflora	L.B.Sm.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea penduliflora L.B.Sm. é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre na Serra da Mantiqueira, nos Estado de Minas Gerais e Rio de Janeiro, em áreas de Matas Nebulares e vegetações campestres de altitude. V. penduliflora possui distribuição restrita (EOO=1.883,69 km², AOO=28 km²) e está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat e de sua AOO, principalmente devido a ocorrência de incêndios nas regiões mais elevadas das Serras de Ibitipoca e do Itatiaia. Foram consideradas duas situações de ameaça distintas, relacionadas a presença ou ausência de unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20penduliflora	Mata Atlântica
1311	BROMELIACEAE	Vriesea pereirae	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de ser considerada como um caso de endemismo restrito a região serrana do Estado do Espírito Santo, são necessárias mais informações sobre a espécie para uma avaliação do risco de extinção consistente.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pereirae	Mata Atlântica
1312	BROMELIACEAE	Vriesea philippocoburgii	Wawra	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar da espécie sofrer com o extrativismo ilegal devido a seu valor ornamental, Vriesea philippocoburgii é amplamente distribuída e está protegida por unidades de conservação (SNUC). A espécie forma grandes touceiras no interior de copas de árvores em formações florestais da Mata Atlântica.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20philippocoburgii	Mata Atlântica
1313	BROMELIACEAE	Vriesea pinottii	Reitz	EN	B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea pinottii Reitz é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Santa Catarina e Paraná. A espécie é característica de formações arbóreas primárias ou originais em áreas de Restinga e Florestas Ombrófilas Densas. Possui distribuição restrita (EOO= 859,09 km²). A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da área e qualidade de habitat disponível. Além disso, a espécie possui valor ornamental e sofre com o extrativismo ilegal. Foram identificadas quatro situações de ameaça, de acordo com a dinâmica local de perda e degradação de habitat. Assim, V. pinottii foi avaliada como Em Perigo (EN).	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pinottii	Mata Atlântica
1314	BROMELIACEAE	Vriesea platynema	Gaudich.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20platynema	Mata Atlântica
1315	BROMELIACEAE	Vriesea platzmannii	E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída na região Sul e Sudeste do Brasil.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20platzmannii	Mata Atlântica
1316	BROMELIACEAE	Vriesea plurifolia	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias mais informações para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20plurifolia	Mata Atlântica
1317	BROMELIACEAE	Vriesea procera	(Mart. ex Schult. & Schult.f.) Wittm.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Não foi considerada sob risco de extinção.	2012-04-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20procera	Mata Atlântica
1318	BROMELIACEAE	Vriesea procera var. debilis	Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20procera%20var.%20debilis	Mata Atlântica
1319	BROMELIACEAE	Vriesea psittacina	(Hook.) Lindl.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20psittacina	Mata Atlântica
1320	BROMELIACEAE	Vriesea racinae	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea racinae L.B.Sm. é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita (EOO=379,07 km²) a região serrana do Espírito Santo. Esta região perdeu boa parte da sua cobertura de vegetação original e continua sofrendo com declínio contínuo da qualidade do habitat devido a atividades agropecuárias. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), V. racinae possui diversas ameaças incidentes como incêndios que transformam significativamente a paisagem. Assim, a espécie foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Em perigo (EN).	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20racinae	Mata Atlântica
1321	BROMELIACEAE	Vriesea recurvata	Gaudich.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20recurvata	Mata Atlântica
1322	BROMELIACEAE	Vriesea reitzii	Leme & A.F.Costa	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea reitzii está amplamente distribuída na região Sul do Brasil. Esta região encontra-se extremamente deteriorada, tendo perdido boa parte de sua cobertura vegetal original. Desta forma, se medidas não forem tomadas de forma a controlar ameaças incidentes sobre a espécie ela pode, em um futuro próximo, se tornar ameaçada de extinção.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20reitzii	Mata Atlântica
1323	BROMELIACEAE	Vriesea repandostachys	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para assegurar uma avaliação do risco de extinção consistente.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20repandostachys	Mata Atlântica
1324	BROMELIACEAE	Vriesea rhodostachys	L.B.Sm.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessárias maiores informações sobre a espécie para uma avaliação consistente do risco de extinção.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rhodostachys	Mata Atlântica
1325	BROMELIACEAE	Vriesea rodigasiana	E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Apesar disso, as áreas de ocorrência encontram-se extremamente transformadas com boa parte da cobertura vegetal original fragmentada ou deteriorada. Assim, caso medidas não sejam tomadas a espécie pode no futuro se tornar ameaçada de extinção.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rodigasiana	Mata Atlântica
1326	BROMELIACEAE	Vriesea rubyae	E.Pereira	CR	B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i),D	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea rubyae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos da Serra de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rubyae	""
1327	BROMELIACEAE	Vriesea saundersii	(Carrière) E.Morren ex Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de ser endêmica do Brasil e ocorrer exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, são necessários mais dados sobre a espécie para garantir uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20saundersii	Mata Atlântica
1328	BROMELIACEAE	Vriesea saxicola	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Vriesea saxicola ocupa uma área bastante restrita (AOO =36 km²) em serras do Estado de Minas Gerais. A região serrana de Minas Gerais sofreu os efeitos de diferentes atividades econômicas como a agricultura e a mineração, e as áreas remanescentes continuam enfrentando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. A espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC), tendo sido identificadas duas situações de ameaça distintas, que consideram a presença ou ausência em áreas protegidas. Desse modo, V. saxicola foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20saxicola	Mata Atlântica, Cerrado
1329	BROMELIACEAE	Vriesea sazimae	Leme	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea sazimae Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente ?nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Pluvial Montana e Alto Montana da Serra da Mantiqueira. A espécie possui distribuição restrita (EOO=7.633,01 km²) e apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), está sujeita a declínio contínuo da qualidade do habitat. Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a presença ou ausência em áreas protegidas. Assim, V. sazimae foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Vulnerável (VU).	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sazimae	Mata Atlântica
1330	BROMELIACEAE	Vriesea scalaris	E.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20scalaris	Mata Atlântica
1331	BROMELIACEAE	Vriesea sceptrum	Mez	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea sceptrum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar de ser amplamente distribuída está sujeita a várias ameaças. Assim, se medidas não forem tomadas para controlar estas ameaças incidentes, em um futuro próximo, a espécie pode se tornar ameaçada de extinção.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sceptrum	Mata Atlântica
1332	BROMELIACEAE	Vriesea schunkii	Leme	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20schunkii	Mata Atlântica
1333	BROMELIACEAE	Vriesea schwackeana	Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie com problemas de identidade biológica. São necessários estudos taxonômicos mais aprofundados para garantir uma avaliação do risco de extinção consistente.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20schwackeana	Cerrado, Mata Atlântica
1334	BROMELIACEAE	Vriesea seideliana	W.Weber	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de apresentar distribuição bastante restrita e estar sujeita a ameaças incidentes sobre a região serrana do Espírito Santo, são necessários dados taxonômicos, populacionais e ecológicos sobre a espécie para uma avaliação consistente do risco de extinção.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20seideliana	Mata Atlântica
1335	BROMELIACEAE	Vriesea sparsiflora	L.B.Sm.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea sparsiflora é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita a fragmentos de floresta ombrófila densa alto-montana dos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar de possuir extensão de ocorrência maior do que 20.000 km² a espécie está sujeita a incidência de ameaças e caso medidas não sejam tomadas a espécie pode se tornar ameaçada em um futuro próximo.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sparsiflora	Mata Atlântica
1336	BROMELIACEAE	Vriesea sucrei	L.B.Sm. & R.W.Read	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea sucrei L.B.Sm & R.W. Read é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição restrita (EOO=1.759,17km², AOO=60 km²) à formações florestais não inundáveis de áreas de Restinga do estado. A região vem sofrendo com a perda significativa de cobertura vegetal devido a expansão urbana nas regiões litorâneas que causam também declínio na qualidade de habitat disponível para a espécie. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie está sujeita a diversas ameaças. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas, considerando a presença ou ausência em áreas protegidas. Deste modo, Vriesea sucrei foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Em Perigo (EN).	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sucrei	Mata Atlântica
1337	BROMELIACEAE	Vriesea thyrsoidea	Mez	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20thyrsoidea	Mata Atlântica
1338	BROMELIACEAE	Vriesea triangularis	Reitz	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	São necessários mais dados sobre a distribuição da espécie e suas subpopulações remanescentes para que possamos avaliar de forma consistente o risco de extinção da espécie. Entretanto, sua região de ocorrência perdeu boa parte da cobertura vegetal original e sofre com a incidência de diversas ameaças.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20triangularis	Mata Atlântica
1339	BROMELIACEAE	Vriesea triligulata	Mez	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea triligulata é endêmica do Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição restrita (EOO	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20triligulata	Mata Atlântica
1340	BROMELIACEAE	Vriesea vidalii	L.B.Sm. & Handro	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20vidalii	Mata Atlântica
1341	BROMELIACEAE	Vriesea warmingii	E.Morren	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20warmingii	Mata Atlântica
1342	BROMELIACEAE	Vriesea wawranea	Antoine	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea wawranea não é endêmica do Brasil. Em território nacional a espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada. Possui distribuição restrita (EOO=3.619,06 km²) e está sujeita a ameaças como a perda e degradação do habitat. Assim, a espécie foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Em Perigo (EN).	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20wawranea	Mata Atlântica
1343	BROMELIACEAE	Vriesea weberi	E.Pereira & I.A.Penna	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Vriesea weberi E. Pereira & I.A.Penna é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita a florestas úmidas de terras baixas, historicamente degradadas devido a agricultura intensiva de culturas madeireiras e de celulose. A espécie possui uma EOO de 35,48 km². As quatro localidades de coleta foram consideradas como uma situação de ameaça, já que estão situadas no município de São Mateus. Este município perdeu ao longo dos anos cerca de 95% de sua cobertura vegetal original (SOS Mata Atlântica). A espécie contínua sujeita ao declínio contínuo da qualidade de habitat. Vriesea weberi  foi avaliada como Criticamente em perigo (CR).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20weberi	Mata Atlântica
1344	BROMELIACEAE	Wittrockia superba	Lindm.	EN	C2a(i)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Wittrockia superba é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo Paraná e Santa Catarina. Apesar de apresentar ampla distribuição (EOO=134.135,09 km²), a espécie é pouco frequente. Suas subpopulações são pequenas e compostas por cerca de 250 indivíduos. Com base nos registros de ocorrência, estima-se que existam cerca de 10 subpopulações e somando um total de cerca de 2.500 indivíduos maduros. W. superba é epífita de dossel, terrícola ou rupícola, e vive em Floresta Ombrófila Densa. A população da espécie está sujeita ao declínio contínuo devido à perda de hábitat. A região de ocorrência da espécie está sujeita aos efeitos de atividades agropecuárias extensivas, expansão de áreas urbanas, queimadas e atividades mineradoras, além de diversas atividades potencialmente poluidoras. W. superba foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wittrockia%20superba	Mata Atlântica
1345	BRUCHIACEAE	Pringleella subulata	(Müll.Hal.) Broth.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie de ocorrência nos Estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais, em região de divisa desses Estados. Tem distribuição restrita (EOO=274,21 km²), está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em altitudes acima de 2.000 m. Enfrenta o declínio da qualidade e da extensão do hábitat tanto pela presença de fogo quanto da pressão urbana nas regiões de ocorrência da espécie.	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pringleella%20subulata	Mata Atlântica
1346	BRYACEAE	Brachymenium hornschunchianum	Mart.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída pelos Estados das Regiões  Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul). Além disso suspeita-se de baixo esforço de coleta e recomenda-se estudos a fim de verificar a ocorrência da espécie em outras regiões.	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachymenium%20hornschunchianum	Mata Atlântica
1347	BURMANNIACEAE	Apteria aphylla	(Nutt.) Barnhart ex Small	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Apteria aphylla é uma erva de ampla distribuição e variação altitudinal (até 1800 m), ocorre sempre associada a ambientes úmidos. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apteria%20aphylla	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
1348	BURMANNIACEAE	Burmannia aprica	(Malme) Jonker	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Burmannia aprica é uma erva que ocorre nas savanas e florestas úmidas do Sudeste brasileiro. No entanto, o único registro botânico disponível indica uma subpopulação em Unidade de Conservação Federal (SNUC), uma coletada feita em 1890. Assim existe incerteza sobre a real distribuição, o que inviabiliza a avaliação de risco da espécie.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20aprica	Mata Atlântica, Cerrado
1349	BURMANNIACEAE	Burmannia bicolor	Mart.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Burmannia bicolor é uma herbácea com ampla distribuição no Brasil e em outros países. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20bicolor	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
1350	BURMANNIACEAE	Burmannia damazii	P.Beauv.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Burmannia damazii é uma planta do Cerrado brasileiro que habita as áreas úmidas dos campos sujos e campos rupestres. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20damazii	Cerrado
1351	BURMANNIACEAE	Burmannia flava	Mart.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Burmannia flava é uma erva que ocorre nas matas úmidas do Cerrado e Amazônia. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20flava	Amazônia, Cerrado
1352	BURMANNIACEAE	Cymbocarpa refracta	Miers	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Cymbocarpa refracta é uma erva com a maioria das subpopulações conhecidas para a Mata Atlântica do Sudeste e Sul, mas também ocorre na Amazônia e Cerrado. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cymbocarpa%20refracta	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
1353	BURMANNIACEAE	Dictyostega orobanchoides	(Hook.) Miers	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Dictyostega orobanchoides é uma erva que habita os solos úmidos das florestas da Mata Atlântica e Amazônia. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dictyostega%20orobanchoides	Mata Atlântica
1354	BURMANNIACEAE	Miersiella umbellata	(Miers) Urb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Miersiella umbellata é uma erva que ocorre em solos úmidos da Mata Atlântica. Com subpopulações conhecidas em diversas áreas protegidas, a espécie possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miersiella%20umbellata	Mata Atlântica
1355	BURSERACEAE	Bursera simaruba	(L.) Sarg.	VU	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de ampla distribuição na América do Norte e Central, com limite meridional no Brasil, no Estado de Roraima e norte do Amazonas. Trata-se de uma planta de grande importância econômica por diversas aplicações: na medicina, como anti-inflamatório e no tratamento da gota, na fabricação de cavalos de carrossel, tradicionalmente feitos com sua madeira, e de quebra-ventos, pois são muito resistentes aos fortes ventos da América Central. Não há uso significativo no Brasil e sua distribuição é limitada no país. É conhecida apenas por duas coletas, realizadas entre 1978 e 1984. Considerando que ocorre em regiões com menor esforço de coleta botânica, e que seu hábitat é contínuo, suspeita-se que sua AOO esteja subestimada, mas que seja menor que 2.000 km². Seu hábitat sofre o declínio de qualidade em decorrência de grandes incêndios. São necessários estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação da espécie na natureza.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bursera%20simaruba	Amazônia
1356	BURSERACEAE	Dacryodes edilsonii	Daly	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de grande porte restrita ao sudeste do Acre, em seringais na Floresta Amazônica. Tem EOO de 345 km², AOO de 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça identificadas. Está ameaçada pelos altos níveis de desmatamento às margens da BR-317. É conhecida por sete coletas entre 1991 e 2003, nos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia. Sua distribuição restrita ao Acre pode ser em razão da falta de esforço de coleta, no entanto, a região tem solos altamente distintos das demais áreas do Estado.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dacryodes%20edilsonii	Amazônia
1357	BURSERACEAE	Protium bahianum	Daly	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de médio a grande porte com distribuição restrita, frequente nas Restingas da Bahia e rara em Sergipe e Pernambuco. Tem AOO de 176 km², e está severamente fragmentada, pois, apesar dos 932 km² de litoral da Bahia, os remanescentes no Estado estão reduzidos a fragmentos cuja área total soma menos de 222 km². É ameaçada pela perda de área e qualidade do hábitat em consequência da ocupação às margens das rodovias e estradas próximas ao litoral, da especulação imobiliária, do desenvolvimento urbano e dos desmatamentos para carvão, além das plantações de coco e cana.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20bahianum	Mata Atlântica
1358	BURSERACEAE	Protium giganteum var. crassifolium	(Engl.) Daly	VU	B1ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea, não endêmica do Brasil, de ocorrência na Floresta Amazônica de terra firme, com distribuição disjunta em duas situações de ameaça: na Ilha de Marajó, no Pará, e na Serra do Aracá, no Amazonas. É conhecida por quatro coletas da década de 80. Sua ocorrência no Amapá é duvidosa. É ameaçada pela perda de área e qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e de incêndios para a ocupação na Ilha de Marajó, bem como para a expansão das áreas de pastagem.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20giganteum%20var.%20crassifolium	Amazônia
1359	BURSERACEAE	Protium heptaphyllum subsp. cordatum	(Huber) Daly	DD	""	""	Tainan Messina	Subespécie arbórea da Floresta Amazônica. Possuindo baixa frequência de coleta, é conhecida de somente 11 coletas, sendo os últimos registros de ocorrência em 1983, na região de Tucuruí, no Pará. Esta é uma das quatro situações de ameaça em que a subespécie está sofrendo com o declínio de habitat em decorrência do desmatamento associado ao aumento populacional, este por sua vez motivado por projetos de desenvolvimento e infraestrutura, assentamentos e atividades agropecuárias. Entretanto sua extensão de ocorrência é ampla, 588.990 km², e como pertence a uma espécie de ampla distribuição nos principais biomas do Brasil, é esperado que entre as muitas ocorrências de Protium heptaphyllum haja materiais da subespécie não identificados. Necessário revisão taxonômica para melhor delimitação de sua distribuição.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20heptaphyllum%20subsp.%20cordatum	Amazônia
1360	BURSERACEAE	Protium icicariba var. talmonii	Daly	EN	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Variedade de ocorrência restrita à Mata Atlântica de Ilhéus e Itacaré, no Estado da Bahia. Tem EOO de 524,25 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É ameaçada pelo declínio de hábitat em consequência do desmatamento para atividades agropecuárias.	2012-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20icicariba%20var.%20talmonii	Mata Atlântica
1361	BURSERACEAE	Protium inodorum	Daly	EN	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Protium inodorum é uma arbórea da floresta primária de terra firme da Amazônia. Ocorre na Guiana Francesa e no Estado do Pará. No Brasil, é conhecida por uma situação de ameaça, no município de Almerim, onde ocorre na Estação Ecológica de Jarí, e foi coletada pela última vez em 1988. É ameaçada pela perda de hábitat em decorrência do aumento das áreas de pastagens para a criação de búfalos no local.	2012-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20inodorum	Amazônia
1362	BURSERACEAE	Protium kleinii	Cuatrec.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea da Mata Atlântica, ocorrendo na floresta pluvial de Santa Catarina e Paraná ao Estado de São Paulo. Conhecida desde 1950, ainda é frequentemente coletada. Há grandes trechos de floresta bem preservada na encosta atlântica do sul do Brasil. Sem uso ou ameaça específica.	2012-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20kleinii	Mata Atlântica
1363	BURSERACEAE	Tetragastris occhionii	(Rizzini) Daly	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea, restrita às matas de Restingas e dunas do Estado da Bahia. Tem EOO de 10.262,50 km² e AOO de 68 km². É conhecida por 17 coletas entre os anos de 1961 e 2001, estando sujeita a quatro situações de ameaça. É ameaçada pela perda de área e pelo declínio da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da ocupação das Restingas, motivados pela especulação imobiliária e pelos extensos plantios de coco.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetragastris%20occhionii	Mata Atlântica
1364	BURSERACEAE	Trattinnickia ferruginea	Kuhlm.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea rara, com distribuição restrita às florestas bem preservadas da Mata Atlântica do Estado de Minas Gerais. Encontra-se ameaçada pela perda de área e qualidade do hábitat em consequência do desmatamento para a produção de carvão, pastagens e silvicultura. Tem EOO de 3.554,67 km² e AOO de 12 km². É conhecida por menos de cinco situações de ameaça nos municípios de Viçosa, Muriaé, Marliéria e Itambé do Mato Dentro.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trattinnickia%20ferruginea	Mata Atlântica
1365	BURSERACEAE	Trattinnickia mensalis	Daly	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea da Mata Atlântica com distribuição restrita e disjunta. Está presente em duas situações de ameaça, na região de Linhares no Estado do Espírito Santo e em Ilhéus, na Bahia. Tem AOO de 16 km² e é conhecida por seis coletas realizadas entre 1978 e 2011. Encontra-se ameaçada pelo desmatamento da Mata Atlântica, cujos índices de devastação chegam a 91%.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trattinnickia%20mensalis	Mata Atlântica
1366	CABOMBACEAE	Cabomba aquatica	Aubl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. aquatica é uma herbácea aquática não endêmica do Brasil, com distribuição nas florestas da Mata Atlântica e Amazônia. Ocorre em diversas áreas de proteção integral e possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20aquatica	Amazônia, Mata Atlântica
1367	CABOMBACEAE	Cabomba caroliniana	A.Gray	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. caroliniana é uma erva, aquática e submersa, com ocorrência pelo Pantanal e Mata Atlântica. Apresenta potencial ornamental e por isso é bastante cultivada mundialmente. Não é endêmica do Brasil. A EOO é bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20caroliniana	Mata Atlântica, Pantanal
1368	CABOMBACEAE	Cabomba furcata	Schult. & Schult.f.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. furcata é uma erva, aquática e submersa, com ocorrência em três  biomas brasileiros. Embora o potencial ornamental possa diminuir o tamanho populacional através do extrativismo, a espécie não é endêmica do Brasil e ocorre em unidades de conservação (SNUC). A EOO é bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20furcata	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1369	CACTACEAE	Arrojadoa bahiensis	(P.J.Braun & Esteves) N.P.Taylor & Eggli	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem habitat restrito aos afloramentos rochosos do bioma Caatinga do Estado da Bahia. Apenas cinco subpopulaçõessão conhecidas em uma mesma região ecológica, estando sujeitas de três a cincosituações de ameaça. Sua EOO é de 557,35 km², e AOO de 20 km². Possui dispersão com dependência de interações ecológicas. Em função dohabitat restrito, da reduzida AOO e perda da qualidade do habitat, a espécieestá sob risco de extinção, pois se encontra muito vulnerável a eventosestocásticos (genético, populacional e ambiental).	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20bahiensis	Caatinga
1370	CACTACEAE	Arrojadoa dinae	Buining & Brederoo	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Embora sua AOO seja de 48 km², o uso desse parâmetro não reflete o padrão de distribuição pois a espécie ocorrem em uma variedade de habitats, dos campos arenosos, campos rupestres e ecótonos caatinga/campo rupestre. Sua EOO, 32.230,52 km², também é acima do critério mínimo para possivelmente avaliar como ameaçada no critério de distribuição geográfica. No entanto há até 10 situações de ameaça e a população está em declínio, devido a perda de indivíduos por coleta extrativista para fins ornamentais. Há poucos registros coletados na última década.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20dinae	Caatinga, Cerrado
1371	CACTACEAE	Arrojadoa eriocaulis	Buining & Brederoo	EN	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie ocorre predominantemente no Estado de Minas Gerais, porém também existe descrição de ocorrência para o Estado da Bahia. Possui AOO de 16 km², distribuição disjunta e especificidade de habitat. A população da espécie está em declínio, muito provavelmente devido a perda de variabilidade genética, pois, há apenas três situações de ameaça em que as subpopulações estão envolvidas, o que a torna muito vulnerável aos efeitos da extrema fragmentação, que caracteriza a distribuição disjunta, entre os quais a endogamia. A perda da qualidade do habitat tende a se somar aos efeitos negativos sobre o tamanho populacional. É provável que, a cada geração, a espécie perca diversidade genética e, por conseguinte, a capacidade adaptativa.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20eriocaulis	Cerrado
1372	CACTACEAE	Arthrocereus glaziovii	(K.Schum.) N.P.Taylor & Zappi	EN	B1ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica ao Estado de Minas Gerais, e possui habitat restrito a Campo Rupestre ferruginoso do bioma Cerrado. Possui om EOO de 961,38 km² e é muito ameaçada pela mineração na região de ocorrência. Essa atividade elimina o habitat da espécie e provoca perda da qualidade no entorno. Suas subpopulações são acentuadamente fragmentadas, apresentando baixa densidade populacional (raras - 0,23 ind/m²), e estão em declínio. A espécie ocorre próxima à região metropolitana, e sofre com a expansão urbana, incluindo os efeitos da iluminação e dos ruídos sobre seus polinizadores e dispersores.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20glaziovii	Mata Atlântica, Cerrado
1373	CACTACEAE	Arthrocereus melanurus subsp. magnus	N.P.Taylor & Zappi	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Esta subespécie está restrita aos Campos Rupestres da Serras do Ibitipoca e Negra, no estado de Minas Gerais, em altitudes acima de 1.000 m. Apresenta subpopulações dentro dos limites do Parque Estadual do Ibitipoca (SNUC). Fora dessa unidade de conservação a subespécie está presente na cadeia montanhosa da Serra Negra. Encontrada também ao sul da Serra Negra, onde ocorre na Reserva Particular do Patrimônio Natural São Lourenço do Funil (SNUC), localizada em Serrote, município de São Lourenço, limite mais ao sul conhecido para esta subespécie. A EOO calculada é de 169,81 km² e a AOO de 24 km², distribuídas em três situações de ameaça para essa subespécie: o Parque Estadual do Ibitipoca (SNUC), a vertente norte da Serra Negra, na abrangência dos municípios de Lima Duarte, Olaria e Santa Bárbara do Monte Verde, e, na vertente sul, no município de Rio Preto. A qualidade do habitat e EOO da subespécie está em declínio devido à invasão da gramínea exótica Melinis minutiflora (capim-gordura), sobretudo na competição em areais e substratos quartzarênicos, reduzindo sua AOO e restringindo-a aos afloramentos rochosos. Além disso, a subespécie sofre com o aumento na frequência de incêndios.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20magnus	Mata Atlântica
1374	CACTACEAE	Arthrocereus melanurus subsp. melanurus	(K.Schum.) Diers et al.	EN	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Arthrocereus melanurus subsp. melanurus tem distribuição restrita, EOO de 8.068 km² e AOO de 24 km². É conhecida em menos de cinco situações de ameaça, nos municípios de Itutinga, Tiradentes, São João Del Rey, Alpinópolis e São Tomé das Letras, no estado de Minas Gerais. Habita os Campos Rupestres, que sofrem com a supressão de área e qualidade do habitat, devido às pressões antrópicas, e com os efeitos deletérios provocados pela atividade turística desordenada, crescimento urbano, agropecuária e silvicultura, introdução de espécies exóticas invasoras e aumento da frequência dos incêndios por alterações na dinâmica da comunidade.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20melanurus	Mata Atlântica, Cerrado
1375	CACTACEAE	Arthrocereus melanurus subsp. odorus	(Ritter) N.P.Taylor & Zappi	EN	B1ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Subespécie de ocorrência endêmica ao Estado de Minas Gerais, de ocorrência em Campos Rupestres do bioma Cerrado. Possui EOO de 1.266 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que resultam em declínio de área e qualidade do habitat, em função das pressões antrópicas, que incluem os efeitos deletérios provocados pela atividade de mineração no passado. Atualmente encontra-se pressionada pela invasão de espécies exóticas invasoras e pelo aumento da frequência dos incêndios por alterações na dinâmica da comunidade.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20odorus	Cerrado
1376	CACTACEAE	Arthrocereus rondonianus	Backeb. & Voll	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica ao Estado de Minas Gerais, com restrições de habitat e de interações ecológicas para polinização e dispersão. Possui EOO é de 1.514 km² e AOO de 16 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua preservação no Parque Estadual da Serra do Cabral (SNUC), ainda é indefinida. A reserva é recente, não conta com plano de manejo e não foram implementadas ações para conservação. Além disso, há indícios de atividades silviculturais ocorrendo no interior de seus limites. Há fortes evidências de declínio de área e qualidade do habitat, uma vez que sua EOO é pressionada pela expansão urbana e pelas atividades de mineração que atingem diretamente sua região de ocorrência. Ademais, a restritividade de habitat a torna vulnerável à competição por plantas invasoras, reduzindo ainda mais sua AOO. A dinâmica das plantas invasoras pode aumentar a frequência e os danos por incêndios.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20rondonianus	Cerrado
1377	CACTACEAE	Brasilicereus markgrafii	Backeb. & Voll	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, de hábitat específico e distribuição restrita. Possui EOO de 271 km² e AOO de 4 km², o que a torna naturalmente muito ameaçada de extinção por consequência de eventos estocásticos (genético, populacional e ambiental). Esses eventos podem estar ocorrendo de forma induzida e acelerada pela degradação ambiental, cada vez mais contínua no Estado de Minas Gerais.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilicereus%20markgrafii	Caatinga, Cerrado
1378	CACTACEAE	Brasiliopuntia brasiliensis	(Willd.) A.Berger	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição na floresta atlântica costeira, atingindo áreas interiores do Cerrado e Caatinga, em ampla variedade de fitofisionomias. Tem potencial para frutificar ainda em alturas muito mais baixas que seu potencial máximo (de porte arborescente). Presente em unidades de conservação (SNUC) e tem potencial para recolonizar ambientes sujeitos a extinção local. Seus frutos são comestíveis, mas não apresentam extração comercial.	2012-10-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliopuntia%20brasiliensis	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1379	CACTACEAE	Cereus mirabella	N.P.Taylor	VU	B2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil, de ocorrência nos Estados  de Minas Gerais e Bahia. Apresenta distribuição restrita, sobre substrato arenoso e em áreas mais abertas do ecótono Cerrado-Caatinga. Possui EOO de 131.467 km² e AOO de 40 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça, considerando os municípios de ocorrência. Encontra-se ameaçada pela perda de área e qualidade do habitat, pois ocorre em remanescentes de Cerrado e ecótonos com a Caatinga, que estão pressionados por extensas áreas de agricultura. Sua população é muito fragmentada e disjunta.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cereus%20mirabella	Cerrado
1380	CACTACEAE	Cipocereus bradei	(Backeb. & Voll) Zappi & N.P.Taylor	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, com hábitat específico aos rochas cristalinas de Campo Rupestre do bioma Cerrado. Possui  EOO de 1.922 km² e AOO de 24 km² e está sujeita a seis situações de ameaça, considerando os municípios de ocorrência. Há pressão antrópica para extração de suas sementes para comércio internacional. Ocorre no Parque Estadual da Serra do Cabral (SNUC), unidade de conservação criada em 2005 e que ainda não dispõe dos mecanismos que permitem avaliar a capacidade de preservação das espécies e habitats. Encontra-se ameaçada principalmente por perda de área e da qualidade do habitat, por desmatamento, conversão de terras para agricultura e abertura de estradas. Em uma das localidades há perigo de hibridização com C. minensis, o que representa um risco para as gerações de ambas espécies, podendo causar perda de capacidade adaptativa e reprodutiva.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20bradei	Cerrado
1381	CACTACEAE	Cipocereus crassisepalus	(Buining & Brederoo) Zappi & N.P.Taylor	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Cipocereus crassisepalus é uma espécie que se desenvolve em Campo Rupestre sobre rochas areníticas ou cascalho quartizítico. Tem distribuição restrita ao estado de Minas Gerais (EOO=1.701,75 km²). A hibridização com outras espécies simpátricas pode ser uma ameaça à perpetuação de C. crassisepalus na natureza. A espécie está presente em listas vermelhas e no anexo II da CITES, indicando valor ornamental e sujeição ao comércio. Há relatos de sua ocorrência em áreas protegidas. Estudos indicam que existem menos de 10 subpopulações bastante próximas as quais se encontram em declínio. Desta forma, pela distribuição e presença e ausência em unidade de conservação podem ser identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas. Além da ação de coletores, o habitat da espécie vem sendo destruído por produtores de carvão, o que sugere o declínio da EOO e da qualidade do habitat. Diante do exposto, C. crassisepalus foi avaliada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20crassisepalus	Cerrado
1382	CACTACEAE	Cipocereus laniflorus	N.P.Taylor & Zappi	EN	D	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Cipocereus laniflorus é um arbusto suculento? que ocorre em afloramentos quartzíticos, em encostas íngremes de morros e paredes rochosas. Sua ocorrência está restrita à Reserva Particular do Patrimônio Natural do Caraça (SNUC), no estado de Minas Gerais. A espécie possui EOO de apenas 451,55 km². Estudos populacionais revelaram um total de 321 indivíduos, dos quais menos de 250 adultos. Devido ao pequeno número de indivíduos maduros na população, a espécie pode ser considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20laniflorus	Mata Atlântica
1383	CACTACEAE	Cipocereus minensis	(Werderm.) Ritter	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, com especificidade de habitat, sendo típica de Campos Rupestres, onde ocorre em paredes rochosas e entre rochas. Embora encontrada em unidade de conservação, há menos de 10 situações de ameaça, o que a torna vulnerável a eventos estocásticos ambientais. A qualidade do habitat tem sido degradada sobretudo em sua distribuição mais ao sul, em áreas sujeitas à mineração e expansão urbana.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20minensis	Mata Atlântica, Cerrado
1384	CACTACEAE	Cipocereus pusilliflorus	(Ritter) Zappi & N.P.Taylor	CR	C1+2a(i)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie rara com restritividade de habitat, típica de Campos Rupestres, onde ocorre em paredes e platôs de rochas cristalinas. É endêmica do Estado de Minas Gerais, sendo conhecida uma única subpopulação com menos de cinco indivíduos. É cultivada em algumas coleções ex situ na Europa. O rápido declínio populacional é um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido a três razões principais: 1) perda de variabilidades genética, endogamia e deriva genética, 2) flutuações demográficas aleatórias nas taxas de nascimento e mortalidade, 3) flutuações ambientais devido às variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais de eventos singulares, em frequência de tempo irregulares.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20pusilliflorus	Caatinga, Cerrado
1385	CACTACEAE	Coleocephalocereus buxbaumianus subsp. flavisetus	(Ritter) N.P.Taylor & Zappi	VU	B2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais. Está sujeita a no máximo seis situações de ameaça, embora sua EOO não permita acessar categorias. Uma análise da AOO é mais adequada, uma vez que sua distribuição é disjunta, ocorrendo em afloramentos de rocha cristalina (Inselbergs) ou florestas adjacentes aos lajedos. Como esses afloramentos não ultrapassam, em geral, mais de 200 km² e há apenas sete registros para a espécie, a AOO foi calculada em 24 km². A perda de área e qualidade do habitat é registrada em consequência da mineração.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20buxbaumianus%20subsp.%20flavisetus	Mata Atlântica
1386	CACTACEAE	Coleocephalocereus fluminensis subsp. decumbens	(Ritter) N.P.Taylor & Zappi	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Subespécie de ocorrência restrita no Estado de Minas Gerais, onde é específica a afloramentos rochosos (Inselbergs) e lajedos gnaissicos, na transição Agreste/Mata Atlântica. Possui EOO de 67 km² e AOO de 12 km². É conhecida a partir de três situações de ameaça, nos municípios de Caraí, Padre Paraíso e Teófilo Otoni. Embora existam relatos de que a população seja localmente dominante em Inselbergs, há somente três subpopulações conhecidas, fragmentadas naturalmente devido ao habitat específico, e por isso a espécie é vulnerável a eventos estocásticos ambientais. É classificada como ""Em Perigo"" (EN) e está muito próxima de estar Criticamente em perigo (CR), caso a perda do hábitat e da qualidade deste não cessar"	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20fluminensis%20subsp.%20decumbens	Mata Atlântica
1387	CACTACEAE	Coleocephalocereus purpureus	(Buining & Brederoo) Ritter	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais. Possui EOO muito limitada e especificidade de hábitat e de interações ecológicas. Ocorre em afloramentos rochosos (Inselbergs) e lajedos gnaissicos em meio à Caatinga, próximo ao Rio Jequitinhonha. Essas áreas, dentro da sua EOO, tendem a ser menores que 10 km², mas uma análise mais profunda da disponibilidade e qualidade de hábitats, bem como estudos populacionais, podem revelar um risco maior de extinção. Pelas as informações disponíveis, entende-se que não é coletada desde 1988. Encontra-se ameaçada pela mineração de granito. Ademais, as duas localidades conhecidas tornam a espécie muito vulnerável aos eventos estocásticos ambientais e até mesmo genéticos e populacionais. Foi classificada como ""Em Perigo"" (EN) e podendo ser classificada como Criticamente em perigo (CR) em um futuro próximo, caso a perda do habitat e da qualidade deste não cessar."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20purpureus	Caatinga
1388	CACTACEAE	Discocactus bahiensis	Britton & Rose	VU	B2ab(ii,iii,iv)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Ocorre nos estados da Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará, em habitat específico da Caatinga, terraços periodicamente inundados associados à ocorrência de ""carnaúba"". Tem EOO de 107.483 km² e AOO de 44 km². É conhecida a partir de situações de ameaça, em Juazeiro, Morro do Chapéu, Jacobina, Campo Formoso e Sento Sé, no estado da Bahia, Francisco Ayres, no Piauí, e Lavras da Mangabeira, no Ceará. Encontra-se ameaçada pela perda de área e e qualidade do habitat, pressão de coleta e pela inundação de extensa área para construção da represa de Sobradinho (BA), na década de 1970. Mais recentemente, passou a ser pressionada pela expansão urbana e de grandes áreas de agricultura e obras de infra-estrutura, como rodovias e linhas de transmissão."	2012-10-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20bahiensis	Caatinga
1389	CACTACEAE	Discocactus catingicola	Buining & Brederoo	VU	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 128.697 km² e AOO de 40 km². Têm subpopulações muito fragmentadas e distantes umas das outras e a população está em declínio. Está sujeita a oito situações de ameaça, os municípios de Bom Jesus, no estado do Piauí, Barreiras, Coribe, Paramirim, Santana e São Desidério na Bahia, Januária, em Minas Gerais e Posse, em Goiás. Encontrada em Cerrado e áreas de transição Cerrado-Caatinga. Está ameaçada pela perda da área e qualidade do habitat em decorrência do desmatamento e da conversão de terras em grandes áreas de agricultura.	2012-10-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20catingicola	Cerrado
1390	CACTACEAE	Discocactus ferricola	Buining & Brederoo	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie pode estar criticamente ameaçada, pois embora não tenha sido possível encontrar e georreferenciar os materiais testemunhos de sua ocorrência, sabe-se que seu habitat específico, a vegetação de canga, está sob ameaça de atividades de mineração. É necessário estudos botânicos e ecológicos, mas medidas de conservação/preservação devem ser tomadas com urgência.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20ferricola	Cerrado, Pantanal
1391	CACTACEAE	Discocactus heptacanthus	(Rodrigues) Britton & Rose	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Há incertezas taxonômicas na delimitação da espécie, que impedem avaliação segura.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20heptacanthus	Cerrado
1392	CACTACEAE	Discocactus horstii	Buining & Brederoo	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Discocactus horstii é endêmica do Estado de Minas Gerais, e possui ocorrência restrita aos substrato de cascalho quartzítico e areia, sob a copa de arbustos em áreas de Campos Rupestres do bioma Cerrado. ?A espécie foi alvo de intenso extrativismo no passado e, embora esteja presente em unidade de conservação, o Parque Estadual de Grão Mogol (SNUC), sua ocorrência limitada a torna vulnerável à extinção por eventos estocásticos tanto genético quanto populacionais e ambientais. Há indicações de pressão antrópica como a expansão urbana, o que pode induzir mudanças na frequência de distúrbios, aumentando a pressão sobre a população.	2012-10-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20horstii	Cerrado
1393	CACTACEAE	Discocactus placentiformis	(Lehm.) K.Schum.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Endêmica de Minas Gerais. Espécie dependente de habitat específico, rochas areníticas, areia quartzítica e cascalho em Cerrados e Campos Rupestres. EOO de 39.502 km² e AOO de 64 km². Conhecida de 12 situações de ameaça, os municípios de Augusto de Lima, Bocaiúva, Buenópolis, Claro dos Poções, Couto de Magalhães de Minas, Diamantina, Gouveia, Grão Mogol, Jequitaí, Santana do Pirapama, Sete Lagoas e Manga. Há pressão de coleta para produção de doces e suas subpopulação são pequenas, isoladas e em declínio. No entanto não há informações científicas disponíveis sobre dados quantitativos tanto na sua dinâmica populacional quanto no efeito da pressão de coleta. É necessário investidas de campo sobre as localidades conhecidas para saber se há extinções locais.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20placentiformis	Cerrado
1394	CACTACEAE	Discocactus pseudoinsignis	N.P.Taylor & Zappi	CR	B1ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, sendo dependente de habitat específico, em areia quartzítica no Campo Rupestre, próximo a cursos d'água do bioma Cerrado. Tem distribuição restrita, EOO de 65 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça: a região entre Grão Mogol e Cristália. Encontra-se ameaçada pela perda de área e qualidade do habitat. Dentro de sua EOO há pressões antrópicas que alteram a dinâmica da paisagem, como a expansão de plantios de eucalipto e construção de pequenas centrais hidrelétricas.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20pseudoinsignis	Cerrado
1395	CACTACEAE	Discocactus zehntneri	Britton & Rose	VU	B1ab(i,iii,iv)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado da Bahia (EOO=8.177 km², AOO=20 Km²), e possui, segundo comunicação pessoal com o especialista da família, registro de ocorrência para o Estado do Ceará.  Está sujeita a três situações de ameaça: os municípios de Sento Sé, Campo Formoso e Mimoso. Encontra-se ameaçada pelos fatores intrínsecos do EOO restrito e da especificidade de habitat, que a torna naturalmente vulnerável à extinção por fatores estocásticos (genético, populacional e ambiental). Seu status de ameaça pode ser ainda mais crítico, pois é possível que a sua EOO conhecida diminua consideravelmente com a extinção local da subpopulação no município de Mimoso (BA), onde seu último registro data de 1988. Há pressão de coleta e declínio da AOO e da qualidade do habitat por construção de barragens e desmatamento.	2012-10-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20zehntneri	Caatinga
1396	CACTACEAE	Echinopsis calochlora	K.Schum.	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica, mas restrita à Campos Rupestres Ferruginosos do bioma Pantanal. Encontrada no estado do Mato Grosso do Sul, e com presença descrita, mas incerta no estado do Mato Grosso. Possui AOO menor que 10 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Os principais problemas enfrentados pela espécie na região são efeitos da mineração e pressão de coleta decorrente do seu potencial ornamental. Estima-se que a vegetação do Maciço do Urucum (MS) tenha sido alterada em 47,8%, e a área remanescente não é superior a 1.310 km².	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinopsis%20calochlora	Cerrado, Pantanal
1397	CACTACEAE	Echinopsis oxygona	(Link & Otto) Pfeiff. & Otto	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do país. No Brasil, ocorre no bioma Pampa, no Estado do Rio Grande do Sul. Possui EOO de 294 km² e restritividade de habitat, além de poucos registros de ocorrência. O declínio populacional é atribuído ao seu potencial ornamental que gera pressão de coleta e, principalmente à perda de área e qualidade do habitat, impactados por alterações de uso do solo resultante da expansão das atividades agrícolas e silviculturais.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinopsis%20oxygona	Pampa (Campos Sulinos)
1398	CACTACEAE	Epiphyllum phyllanthus	(L.) Haw.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída pelos grandes biomas do Brasil. Amplamente cultivada e apresenta crescimento clonal.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epiphyllum%20phyllanthus	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia
1399	CACTACEAE	Espostoopsis dybowskii	(Rol.-Goss.) Buxb.	EN	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre principalmente em afloramentos graníticos nas caatingas do estado da Bahia. Tem especificidade de hábitat, apresenta uma população severamente fragmentada com subpopulações conhecidas na forma disjunta, e seu hábitat ocorre em padrão insular. ?A AOO é muito reduzida, afetada diretamente pelo desmatamento e por incêndios. A partir das informações científicas disponíveis, é seguramente uma espécie ""Em perigo"" (EN). São necessários mais estudos para encontrar novas subpopulações e certificar sua existência em unidades de conservação ou planejamento para que estas sejam criadas para preservá-las."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Espostoopsis%20dybowskii	Caatinga
1400	CACTACEAE	Facheiroa cephaliomelana	Buining & Brederoo	EN	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem especificidade de habitat: os afloramentos calcários dos estados de Minas Gerais e Bahia. A AOO é uma medida mais adequada para avaliação da espécie do que sua EOO, uma vez que os afloramentos calcários apresentam-se no padrão insular, de ocorrência pontual e disjunta. Sua AOO conhecida é muito reduzida (24 km²). Dessa maneira, esta espécie seguramente está ""Em perigo"" (EN) de extinção e muito próxima do perigo crítico (CR), caso novas subpopulações não sejam encontradas e ameaças como a mineração continuem gerando impacto sobre seu habitat. A espécie depende de medidas de conservação e preservação."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20cephaliomelana	Caatinga, Cerrado
1401	CACTACEAE	Facheiroa cephaliomelana subsp. estevesii	(P.J.Braun) N.P.Taylor & Zappi	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Esta subespécie tem ocorrência muito restrita, no município de Iuiú, no Estado da Bahia. Por conta disso, a espécie encontra-se sob risco de extinção por eventos estocásticos, como os decorrentes de aleatoriedade genética, populacional e ambiental. Desmatamento e cultivos agrícolas podem alterar a qualidade do hábitat, aumentando a frequência de distúrbios, como incêndios. A vegetação sobre afloramentos calcários é fortemente estacional e, por isso, naturalmente vulneráveis ao incêndios. A dinâmica do ecossistema pode estar sendo alterada pelo intenso uso agrícola no entorno dos afloramentos, onde os solos são muito férteis.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20cephaliomelana%20subsp.%20estevesii	Caatinga
1402	CACTACEAE	Facheiroa ulei	(Gürke) Werderm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de parte do bioma Caatinga do Estado da Bahia. Apresenta porte arborescente, ocorrendo acima de 500 m de altitude. Tem distribuição restrita, com EOO de 230 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a três situações de ameaça: os municípios de  Xique-Xique, Gentio do Ouro e Itaguaçu da Bahia. Encontra-se ameaçada por declínio do habitat, pois estima-se que o desmatamento da caatinga já tenha chegado a 40%, em consequência das atividades agropecuárias.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20ulei	Caatinga
1403	CACTACEAE	Frailea buenekeri	W.R.Abraham	EN	B1ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado do Rio Grande do Sul, com distribuição muito restrita aos Campos Sulinos (Pampa) e EOO calculada em 485 km². Torna-se ainda mais restrita pela especificidade de habitat: os afloramentos rochosos. O bioma Pampa tem sido muito degradado pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais. Além disso, a espécie está ameaçada por eventos estocásticos (genético, populacional, ambiental). A espécie depende de medidas de conservação e preservação. Foi coletada na última década.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20buenekeri	Pampa (Campos Sulinos)
1404	CACTACEAE	Frailea castanea	Backeb.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ocorrência no bioma Pampa, no Estado do Rio Grande do Sul. Embora haja indicativos de subpopulações numerosas, ainda não foi feita uma avaliação científica. Mesmo assim, há poucos registros de ocorrência. Tem distribuição restrita, com EOO de 890,64 km² e AOO de 12 km². Ocorre em habitat específico, os afloramentos rochosos. Além de ser ameaçada por eventos estocásticos ambientais, habita um bioma que tem sido degradado pela expansão das atividades agrícolas e silviculturais e pelo pastoreio de espécies de mamíferos invasores, como javalis e cabras.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20castanea	Pampa (Campos Sulinos)
1405	CACTACEAE	Frailea curvispina	Buining & Brederoo	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie potencialmente ameaçada, endêmica do Rio Grande do Sul. Mas não foi possível obter registros de ocorrência com qualidade mínima para identificar sua localização. É necessário estudos de campo para coletar a espécie e registrar subpopulação para uma avaliação mais segura.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20curvispina	Pampa (Campos Sulinos)
1406	CACTACEAE	Frailea gracillima	(Lem.) Britton & Rose	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie ocorre tanto em campos quanto em afloramentos rochosos. Há muitas situações de vulnerabilidade, o que pode assegurar que não esteja ameaçada por eventos estocásticos (como aleatoriedade genética, populacional e ambiental). Sua EOO é baixa 28.191 km², mas não o suficiente para uma possível categorização de ameaça considerando sua amplitude geográfica. No entanto, estudos devem ser feitos para acompanhar a dinâmica populacional e genética frente ao desmatamento do Pampa com o avanço das áreas agrícolas e silviculturais, bem como certificar de sua ocorrência/preservação em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20gracillima	Pampa (Campos Sulinos)
1407	CACTACEAE	Frailea mammifera	Buining & Brederoo	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de distribuição geográfica muito restrita, tendo apenas uma população conhecida, coletada na última década, próxima a RS-630, o que é indicativo de perda da qualidade do habitat. Possui AOO calculada em 4 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, em função desta única localidade conhecida de ocorrência da espécie. É ameaçada pela degradação do bioma Pampa, devido à expansão das atividades agrícolas e silviculturais. A espécie depende de ações de conservação, preservação e pesquisa genética e populacional.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20mammifera	Pampa (Campos Sulinos)
1408	CACTACEAE	Frailea phaeodisca	(Speg.) Speg.	EN	B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita, com EOO de 587 km² e AOO de 8 km². Não é endêmica do Brasil, e está sujeita, no país, a duas situações de ameaça no estado do Rio Grande do Sul: os municípios de Caçapava do Sul e Santana do Livramento. Isso a torna muito ameaçada à extinção por eventos estocásticos (genético, populacional, ambiental), sobretudo pela especificidade de habitat, pois ocorre somente em afloramentos graníticos. É possível sua existência em Pedras Altas (RS). Está ameaçada pela perda do habitat, de indivíduos maduros e de subpopulações. O bioma tem sido muito degradado pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais, e competição de espécies exóticas invasoras que alteram a dinâmica dos ecossistemas, intensificando o regime de incêndios e provocando perda da qualidade do habitat. A espécie tem sido consumida pelo sobrepastejo de caprinos e ovinos, que acarreta o declínio no número de indivíduos maduros e tem potencial para eliminar subpopulações.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20phaeodisca	Pampa (Campos Sulinos)
1409	CACTACEAE	Frailea pumila	(Lem.) Britton & Rose	VU	B1ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não endêmica do Brasil, mas, no país, tem distribuição restrita ao estado do Rio Grande do Sul. Sua EOO é de 6.697 km² e AOO de 16 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, o que a torna suscetível a eventos estocásticos (genético, populacional e ambiental), com possível declínio de subpopulações. Está ameaçada pela degradação do habitat pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais, e pela da competição com espécies exóticas invasoras que alteram o regime de distúrbios naturais e a dinâmica do pampa.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20pumila	Pampa (Campos Sulinos)
1410	CACTACEAE	Frailea pygmaea	(Speg.) Britton & Rose	VU	B1ab(iii,iv,v)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não endêmica do Brasil, mas, no país, tem distribuição restrita ao estado do Rio Grande do Sul, com pequena amplitude geográfica (EOO=15.000 km²). Está sujeita a até 10 situações de ameaça. Os indivíduos nas subpopulações não são numerosos e têm sido seriamente ameaçados pelo sobrepastejo de caprinos e ovinos. Os hábitats do Pampa vêm sendo degradados pela expansão das atividades agrícolas e silviculturais e pela competição com espécies exóticas invasoras.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20pygmaea	Pampa (Campos Sulinos)
1411	CACTACEAE	Frailea schilinzkyana	(K.Schum.) Britton & Rose	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com problemas taxonômicos, e ausente de registros com qualidade mínima para identificar sua localização. São necessário estudos taxonômicos para identificar seu status de conservação.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20schilinzkyana	Pampa (Campos Sulinos)
1412	CACTACEAE	Gymnocalycium denudatum	(Link & Otto) Pfeiff. ex Mittler	EN	B1ab(iii,iv,v)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo, no país, somente no Rio Grande do Sul, com amplitude geográfica restrita (EOO = 588 km²). Suas subpopulações são pequenas e sujeitas a apenas duas situações de ameaça, o que a torna muito vulnerável a extinção por eventos estocásticos (genético, populacional e/ou ambiental). A espécie é consumida por ovinos e caprinos o que pode diminuir o número de indivíduos maduros ou eliminar subpopulações. O bioma pampa tem sido degradado pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais e competição por espécies exóticas invasoras. A espécie depende de medidas de conservação e preservação.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20denudatum	Pampa (Campos Sulinos)
1413	CACTACEAE	Gymnocalycium horstii	Buining	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Subpopulações geralmente pequenas em declínio. Não é endêmica do Brasil. Não foi possível, com os dados disponíveis, situar e quantificar sua distribuição geográfica por ausência de dados com qualidade mínima. É necessário estudos de campo, taxonomia e ecologia para uma avaliação mais adequado do seu grau de risco de extinção. Tem potencial para categoria de ameaça devido degradação ambiental de seu habita/bioma.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20horstii	Pampa (Campos Sulinos)
1414	CACTACEAE	Gymnocalycium horstii subsp. buenekeri	(Swales) P.J.Braun & Hofacker	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Subpopulações geralmente pequenas em declínio. Não é endêmica do Brasil. Não foi possível com os dados disponíveis situar e quantificar sua distribuição geográfica por ausência de dados com qualidade mínima. Tampouco há estudo quantitativos de suas subpopulações. É necessário estudos de campo, taxonomia e ecologia para uma avaliação mais adequada do seu grau de risco de extinção. Tem potencial para categoria de ameaça devido degradação ambiental de seu habitat/bioma e devido a coleta extrativista.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20horstii%20subsp.%20buenekeri	Pampa (Campos Sulinos)
1415	CACTACEAE	Hatiora cylindrica	Britton & Rose	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Hatiora cylindrica é uma espécie perene epífita que ocorre em florestas úmidas, restingas e dunas da região da Mata Atlântica, com uma EOO de 61.913,38 km². Apesar de ser relatado que algumas subpopulações ocorrentes no Estado da Bahia vêm sofrendo declínio devido a um aumento do desmatamento e de atividades turísticas, as informações quanto ao número de indivíduos que compõem sua população e os dados referentes à sua biologia são insuficientes para seu enquadramento em qualquer categoria e critério de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20cylindrica	Mata Atlântica
1416	CACTACEAE	Hatiora herminiae	(Porto & Castell.) Backeb. ex Barthlott	VU	B1ab(iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Hatiora herminiae é uma espécie suculenta perene, ocorrente em Floresta Nebular na Mata Atlântica, dos os Estados de São Paulo e Minas Gerais. Por seu hábitat se encontrar ameaçado pelo desmatamento e por sua EOO ser menor que 20.000 km², a espécie pode ser considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20herminiae	Mata Atlântica
1417	CACTACEAE	Hatiora rosea	(Lagerh.) Barthlott	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie possui EOO de 2.027,26 km² o que poderia enquadrá-la como ""Em perigo"" (EN). Entretanto, não há informações disponíveis sobre o declínio de seu habitat ou populacional para acessar qualquer subcritério."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20rosea	Mata Atlântica
1418	CACTACEAE	Hylocereus setaceus	(Salm-Dyck) R.Bauer	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Hylocereus setaceus é uma espécie perene epífita, rupícola ou trepadeira, ocorrente em 15 Estados brasileiros e em quatro diferentes biomas o que garante uma EOO de 4.202.282,6 km². Desta forma, a espécie pode ser categorizada como ""Menos Preocupante"" (LC) por ser amplamente distribuída e em vários ambientes diferentes."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hylocereus%20setaceus	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1419	CACTACEAE	Lepismium cruciforme	(Vell.) Miq.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Lepismium cruciforme é uma espécie abundante e amplamente distribuída (EOO=1.607.472,3 km²) nas regiões Sul e Sudeste, como também em Mato Grosso do Sul, Bahia e Pernambuco, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Devido a estas características a espécie pode ser considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20cruciforme	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
1420	CACTACEAE	Lepismium houlletianum	(Lem.) Barthlott	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Lepismium houlletianum é uma espécie abundante e com ampla distribuição (EOO=510.571 km²) ocorrendo do Rio Grande do Sul a Minas Gerais em ambientes de Mata Atlântica. Devido a estas características a espécie pode ser considerada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20houlletianum	Mata Atlântica
1421	CACTACEAE	Lepismium warmingianum	(K.Schum.) Barthlott	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Lepismium warmingianum é uma espécie abundante e de ampla distribuição ocorrente do Rio Grande do Sul a Minas Gerais (EOO=594.896,9 km²), ocorre também em áreas protegidas e unidades de conservação (SNUC). De acordo com esses dados, pode-se considerar que a espécie é ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20warmingianum	Mata Atlântica
1422	CACTACEAE	Melocactus azureus	Buining & Brederoo	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Melocactus azureus é uma espécie endêmica do Estado da Bahia, que ocorre sobre afloramentos planos de calcário em meio à caatinga, e tem distribuição restrita (EOO=255,74 km², AOO	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20azureus	Caatinga
1423	CACTACEAE	Melocactus conoideus	Buining & Brederoo	CR	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus conoideus ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia, em áreas de transição entre Caatinga e Campos Rupestres do Cerrado, sob e entre arbustos, em substrato de cascalho quartzítico. A espécie consta no Anexo I da CITES (2011). É conhecida por uma únicalocalidade, que se encontra seriamente ameaçada pela expansão urbana, queimadas e mineração de quartzo, além da atividade de coletores. Sua população encontra-se emdeclínio, porém, aespécie vêm sendo propagada em laboratório de forma bem sucedida, visando à reintrodução. Além disso, em 2002, foi criada uma reserva municipal de cerca de 11 hectares no município de Vitória da Conquista (BA), voltada para a conservação de M. conoideus, havendo também ações de educação ambiental com as populações humanas do entorno da sua área de ocorrência. Apesar dos esforços conservacionistas, devido ao fato da espécie ocorrer em somente uma localidade ameaçada pela expansão urbana e degradação ambiental, pode-se dizer que M. conoideus encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR), enfrentando um riscoextremamente alto de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20conoideus	Caatinga, Cerrado
1424	CACTACEAE	Melocactus deinacanthus	Buining & Brederoo	CR	A3c,B2ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus deinacanthus é uma espécie endêmica do Estado da Bahia, e ocorre no bioma Caatinga, sobre afloramentos rochosos. A espécie consta no Anexo I da CITES (2011). É conhecida por uma única localidade, parte da qual foi convertida em uma mina a céu aberto. Sua população encontra-se em declínio e sofre com declínio do habitat. Suspeita-se que a espécie possa ter uma diminuição populacional de 80% nos próximos 20 anos. Desta forma, pode-se dizer que M. deinacanthus encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR), correndo um risco extremamente alto de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20deinacanthus	Caatinga
1425	CACTACEAE	Melocactus ferreophilus	Buining & Brederoo	EN	A3c,B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus azureus subsp. ferreophilus é uma subespécie com distribuição restrita ao Estado da Bahia, desenvolvendo-se em áreas de Caatinga sobre afloramentos de calcário e com uma EOO de 1.030,34 km². Todas as subpopulações da espécie são bem pequenas, agrupando poucas dezenas de indivíduos e em declínio. A espécie ocorre em menos de cinco localidades. Além disso, é ameaçada pela degradação do ambiente em torno do seu habitat, e também devido à possibilidade de mineração do calcário nas áreas onde ocorre. Essa subespécie sofre ainda com a atividade de coletores. Diante disso, pode-se dizer que  encontra-se ""Em perigo"" (EN) correndo alto risco de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20ferreophilus	Caatinga
1426	CACTACEAE	Melocactus glaucescens	Buining & Brederoo	EN	A3ce,B1ab(iii),C2a(i)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus glaucescens ocorre em áreas de caatinga e Campos Rupestres no Estado da Bahia, e possui distribuição bastante restrita com EOO de 1.742,10 km². Está presente na lista da CITES (2011) Anexo I, por ser alvo da ação de coletores. Além disso, sua população está em declínio, e estudos relatam que algumas subpopulações não contabilizam mais do que 80 indivíduos reprodutivos, o que leva à suspeita de que sua população não compreenda mais que 250 indivíduos reprodutivos. Seu hábitat vêm sofrendo perdas resultantes da pastagem e presença de gado (que podem se alimentar da espécie) e pela passagem de queimadas. A espécie apresenta uma baixa variabilidade genética e um alto nível de endogamia entre subpopulações próximas, além de evidências de hibridização com M. ernestii. Todas essas características são prejudiciais para o seu sucesso reprodutivo, aumentando o risco de extinção, o que permite suspeitar que a espécie possa apresentar um declínio populacional de 50% nos próximos 20 anos. Diante disto, M. glaucescens pode ser categorizada como ""Em perigo"" (EN), com um alto risco de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20glaucescens	Caatinga
1427	CACTACEAE	Melocactus lanssensianus	P.J.Braun	EN	B1b(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus lanssensianus ocorre nos Estados da Paraíba e Pernambuco, onde se desenvolve em afloramentos graníticos expostos do bioma Caatinga. M. lanssensianus é conhecida de somente duas localidades, tendo distribuição restrita com uma EOO de 512,49 km². A perda da qualidade do habitat é a maior ameaça para a espécie, e uma das localidades de ocorrência é bastante próxima a um centro urbano. Diante disso, M. lanssensianus pode ser categorizada como ""Em perigo"" (EN), com um alto risco de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20lanssensianus	Caatinga
1428	CACTACEAE	Melocactus pachyacanthus	Buining & Brederoo	EN	B1ab(i,iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus pachyacanthus se desenvolve em afloramentos planos e expostos de calcário na Caatinga do Estado da Bahia. Tem uma EOO de 3.428,65 km² e possui menos de cinco subpopulações, das quais somente uma abriga um número grande de indivíduos, as demais são bem menores, com algumas centenas a poucas dezenas de indivíduos, sua população encontra-se em declínio. Ocorre na Área de Proteção Ambiental Gruta dos Brejões (SNUC) e é legalmente protegida pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Selvagens da Fauna e da Flora (CITES, 2011). As ameaças incidentes sobre a espécie são a perda da qualidade do habitat e a ação de coletores. Diante disso, pode-se dizer que a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN), com alto risco de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20pachyacanthus	Caatinga
1429	CACTACEAE	Melocactus paucispinus	Heimen & R.J.Paul	VU	B1ab(iii,v),C2a(i)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus paucispinus ocorre em Campos Rupestres e na transição entre os biomas Caatinga e Cerrado do Estado da Bahia. Apresenta distribuição restrita com EOO de 11.036,43 km² e é registrada em menos de 10 situações de ameaça. Tem como ameaças a ação de coletores e a degradação do seu habitat. Além disso, estima-se que haja menos de 10.000 indivíduos em sua população, que está em declínio. Diante do exposto, pode-se dizer que M. paucispinus encontra-se ""Vulnerável"" (VU) com alto risco de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20paucispinus	Caatinga, Cerrado
1430	CACTACEAE	Melocactus violaceus	Pfeiff.	VU	A2c	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus violaceus, apesar de ter ampla distribuição (encontrada nos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e ocorrer em áreas protegidas, é uma espécie ameaçada pela perda do seu hábitat, sendo que algumas subpopulações já desapareceram pelo avanço de áreas agrícolas. Seu hábitat também é ameaçado pela expansão urbana: e as Restingas estão sendo degradadas pela retirada de areia, queimadas e especulação imobiliária. Desta forma, estima-se um declínio populacional de pelo menos 30% de M. violaceus devido à perda passada e presente do seu habitat. Foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU) correndo um alto risco de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20violaceus	Cerrado, Mata Atlântica
1431	CACTACEAE	Melocactus violaceus subsp. ritteri	N.P.Taylor	EN	A3c,B1ab(i,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Melocactus violaceus subsp. ritteri ocorre em Campos Rupestres e na transição Caatinga-Campo Rupestre do estado da Bahia. A espécie tem população em declínio e distribuição restrita (EOO=876,31 km²), estando sujeita a menos de 5 situações de ameaça. Encontra-se sob a influência da expansão dos centros urbanos, da degradação do seu habitat e atividade de coletores. Pode-se suspeitar de um futuro declínio populacional. Desta forma, M. violaceus subsp. ritteri encontra-se ""Em perigo"" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20violaceus%20subsp.%20ritteri	Caatinga
1432	CACTACEAE	Micranthocereus albicephalus	(Buining & Brederoo) F.Ritter	EN	B1ab(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Micranthocereus albicephalus ocorre em Campos Rupestres dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Tem distribuição restrita (EOO=2.185,05 km²), e quatro subpopulações pequenas, ameaçadas pela perda do seu hábitat. Devido a estes dados, M. albicephalus pode ser considerada ""Em perigo"" (EN), correndo um alto risco de extinção na natureza em um futuro próximo."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20albicephalus	Cerrado, Caatinga
1433	CACTACEAE	Micranthocereus auriazureus	Buining & Brederoo	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Micranthocereus auriazureus ocorre na região de Grão Mogol, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 271,46 km² e se desenvolve em áreas de Campo Rupestre do bioma Cerrado, entre rochas cristalinas e areia quartzítica. A espécie apresenta população em declínio e parte da região onde distribui-se foi inundada devido à construção de uma represa. Apesar de estar presente em uma unidade de conservação (SNUC) recentemente criada, devido à sua restrita distribuição e à ameaça ao ambiente onde se desenvolve, a espécie foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20auriazureus	Cerrado
1434	CACTACEAE	Micranthocereus dolichospermaticus	(Buining & Brederoo) F.Ritter	EN	B1ab(ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Micranthocereus dolichospermaticus é uma espécie de endêmica ao Estado da Bahia, com distribuição restrita e EOO de apenas 521,02 km². Ocorre em áreas de Caatinga com afloramento calcário, as quais vêm sofrendo diminuição pela atividade de mineração. Além disso, suas sementes coletadas indiscriminadamente. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como ""Em perigo"" (EN) com risco muito alto de extinção na natureza em um futuro próximo."	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20dolichospermaticus	Caatinga, Cerrado
1435	CACTACEAE	Micranthocereus polyanthus	(Werderm.) Backeb.	EN	B1b(iii,v)+2b(iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Micranthocereus polyanthus é endêmica do Estado da Bahia, sendo restrita a Campos Rupestres, onde ocorre sobre areia quartzítica, entre rochas cristalinas. Possui EOO de 260,90 km² de distribuição. Além disso, é relatado na literatura que a sua população encontra-se em declínio, e que seu hábitat está ameaçado por atividades mineradoras. Diante disso, a espécie pode ser avaliada como ""Em perigo"" (EN), com risco muito alto de extinção na natureza em um futuro próximo."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20polyanthus	Caatinga, Cerrado
1436	CACTACEAE	Micranthocereus streckeri	Van Heek & Van Criek.	CR	B2ab(i,ii,iii,v),C2a(ii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Micranthocereus streckeri é endêmica do Estado da Bahia e possui desenvolvimento restrito a Campos Rupestres. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Apresenta pequeno tamanho populacional, com menos de 50 indivíduos e em declínio na localidade. São ameaças iminentes à sua localidade de ocorrência a proximidade de uma grande rodovia e a degradação pela população humana do entorno. Diante disto, M. streckeri pode ser avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR), com um risco extremamente alto de extinção na natureza."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20streckeri	Cerrado
1437	CACTACEAE	Micranthocereus violaciflorus	Buining	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Micranthocereus violaciflorus ocorre em Campos Rupestres no Estado de Minas Gerais e tem EOO extremamente restrito com apenas 59,13 km². Apesar de sua população estar aparentemente estável, o ambiente em que se desenvolve está severamente fragmentado, sua população sofre queimadas frequentes de origem antrópica (as plantas são queimadas, regenerando a partir da base, isso provavelmente influencia a saúde e o sucesso reprodutivo da população), espécimes e sementes são coletados por colecionadores. Outra ameaça é a possibilidade de degradação do seu hábitat por produtores de carvão. Diante disto, M. violaciflorus pode ser avaliada como ""Em perigo"" (EN), com um alto risco de extinção na natureza em um futuro próximo."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20violaciflorus	Cerrado
1438	CACTACEAE	Opuntia monacantha	Haw.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Opuntia monacantha é uma espécie abundante e ampla distribuição (EOO=1.064.919,96 km²) ocorrendo do Rio Grande do Sul ao Sergipe em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, também ocorre em áreas protegidas e em unidades de conservação (SNUC). Devido a estas características a espécie pode ser considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Opuntia%20monacantha	Mata Atlântica, Cerrado
1439	CACTACEAE	Parodia alacriportana	Backeb. & Voll	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia alacriportana é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar de se saber que a espécie possui subpopulações pequenas e que é ameaçada pela destruição do seu habitat e por atividade de coletores, os dados de distribuição e do estado de conservação são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20alacriportana	Mata Atlântica
1440	CACTACEAE	Parodia arnostiana	(Lisal & Kolarik) Hofacker	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia arnostiana é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat e por atividade de coletores, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20arnostiana	Pampa (Campos Sulinos)
1441	CACTACEAE	Parodia buiningii	(Buxb.) N.P.Taylor	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Parodia buiningii é uma espécie que ocorre sobre campos sulinos do Rio Grande do Sul. A espécie é protegida pela lista da CITES 2011. Apesar de seu habitat estar ameaçado pela degradação devido ao desenvolvimento agropecuário e espécies exóticas, os dados populacionais e de distribuição são insuficientes para categorizá-la em qualquer critério da IUCN. Desta forma, a espécie é Deficiente de Dados(DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20buiningii	Pampa (Campos Sulinos)
1442	CACTACEAE	Parodia concinna	(Monv.) N.P.Taylor	EN	A2c,B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia concinna ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição restrita, com EOO de 1.146,99 km², e é conhecida somente em três localidades. A população é pequena e sofreu redução no passado. É ameaçada pela degradação do seu hábitat, por consequência de ameaças como a expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20concinna	Pampa (Campos Sulinos)
1443	CACTACEAE	Parodia crassigibba	(Ritter) N.P.Taylor	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia crassigibba ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição bastante restrita com EOO de 587,92 km², sendo conhecida em somente duas localidades. Apresenta população pequena e com histórico de redução. A espécie é listada na CITES. Tem como ameaças a degradação do seu hábitat pela expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, pode ser categorizada como ""Em perigo"" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20crassigibba	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1444	CACTACEAE	Parodia erinacea	(Haw.) N.P.Taylor	EN	A2c,B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia erinacea ocorre nos campos sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição bastante restrita, com EOO de 2.112,28 km², sendo conhecida em somente três localidades. Apresenta população pequena e com histórico de redução. A espécie é listada na CITES. Tem como ameaças a degradação do seu hábitat pela expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como ""Em perigo"" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20erinacea	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1445	CACTACEAE	Parodia haselbergii	(Haage ex Rümpler) Brandt	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia haselbergii é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Apesar de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20haselbergii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1446	CACTACEAE	Parodia haselbergii subsp. graessneri	(K.Schum.) Hofacker & P.J.Braun	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia haselbergii subsp. graessneri é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina em campos de Mata Atlântica. Apesar da espécie fazer parte da CITES, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20haselbergii%20subsp.%20graessneri	Mata Atlântica
1447	CACTACEAE	Parodia herteri	(Werderm.) N.P.Taylor	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia herteri é uma espécie ocorrente nos pampas do Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espécie faz parte da lista da CITES e que é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20herteri	Pampa (Campos Sulinos)
1448	CACTACEAE	Parodia horstii	(Ritter) N.P.Taylor	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia horstii é uma espécie ocorrente em áreas de campo no Rio Grande do Sul. Apesar desta fazer parte da lista da CITES e de se saber que é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20horstii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1449	CACTACEAE	Parodia leninghausii	(K.Schum.) F.H.Brandt	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia leninghausii é uma espécie ocorrente em campos e afloramentos rochosos do Rio Grande do Sul. Apesar da espécie fazer parte da lista da CITES, e de se saber que esta é ameaçada pela destruição do seu habitat e ação de coletores os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20leninghausii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1450	CACTACEAE	Parodia linkii	(Lehm.) R.Kiesling	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia linkii é uma espécie ocorrente nos Campos Sulinos do Rio Grande do Sul. Possui EOO de 80.752,88 km² e é legalmente protegida pela CITES.  Devido a esses dados, a espécie pode ser considerada ""Menos preocupante"" (LC), entretanto, estudos populacionais futuros poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20linkii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1451	CACTACEAE	Parodia magnifica	(F.Ritter) F.H.Brandt	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia magnifica é uma espécie ocorrente em campos no Rio Grande do Sul. Apesar da espécie estar presente na lista da CITES e de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat e ação de coletores, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20magnifica	Mata Atlântica
1452	CACTACEAE	Parodia mammulosa	(Lem.) N.P.Taylor	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia mammulosa ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição restrita, com EOO de 2.052,37 km², sendo conhecida em somente três localidades. A espécie é listada na CITES. Tem como ameaças a degradação do seu hábitat pela expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como ""Em perigo"" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20mammulosa	Pampa (Campos Sulinos)
1453	CACTACEAE	Parodia neohorstii	(S.Theun.) N.P.Taylor	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia neohorstii é uma espécie ocorrente em campos do Rio Grande do Sul. Apesar da espécie fazer parte da lista da CITES e de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20neohorstii	Pampa (Campos Sulinos)
1454	CACTACEAE	Parodia ottonis	(Lehm.) N.P.Taylor	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia ottonis é uma espécie que ocorre sobre afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. A espécie possui ampla distribuição com EOO de 136.767,430km². Apesar de se saber que seu habitat sofre com a degradação, a espécie é bem coletada. Desta forma, pode-se dizer que P. ottoni é ""Menos preocupante"" (LC), entretanto, estudos populacionais futuros poderão levá-la a uma nova avaliação."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20ottonis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1455	CACTACEAE	Parodia oxycostata	(Buining & Brederoo) Hofacker	VU	B2ab(iii),C2a(i)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia oxycostata ocorre sobre afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. Tem AOO de somente 48 km². A espécie está listada na CITES. Suas subpopulações são pequenas com no máximo algumas centenas de indivíduos e estão em declínio devido à degradação do seu hábitat. Suspeita-se que a espécie tenha menos de 10 subpopulações, e estima-se que não haja mais de 10.000 indivíduos maduros em sua população. Dessa forma, pode ser considerada ""Vulnerável"" (VU) com alto risco de extinção na natureza."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20oxycostata	Pampa (Campos Sulinos)
1456	CACTACEAE	Parodia rechensis	(Buining) Brandt	CR	A2ad,C2a(i,ii),D	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia rechensis é restrita aos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. A única população conhecida foi intensamente coletada no passado, e consiste de pouco mais de dez plantas, o que permite inferir que tenha havido uma redução de mais de 80% dos indivíduos. Considera-se, dessa forma, que o número de indivíduos maduros não passe de 50 e que estes representem de 90% a 100% dos indivíduos existentes. Por isso, P. rechensis foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20rechensis	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
1457	CACTACEAE	Parodia schumanniana	(K.Schum.) Brandt	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia schumanniana é uma espécie ocorrente em paredes rochosas do Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é ""Deficiente de dados"" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação."	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20schumanniana	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
1458	CACTACEAE	Parodia scopa	(Spreng.) N.P.Taylor	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Parodia?scopa se desenvolve em afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. Tem EOO restrita com 142,39 km² e encontra-se listada na CITES. É conhecida por somente três subpopulações pequenas e que vêm sofrendo perda de hábitat, uma delas ocorrendo muito próximo a uma rodovia. Devido a isso, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20scopa	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1459	CACTACEAE	Pereskia aculeata	Mill.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Pereskia aculeata é uma espécie de ampla distribuição e abundante ocorrendo em 12 Estados brasileiros em diversos tipos de ambientes, possui uma EOO de 2.720.883,83 km². Possui como ameaças a degradação de seu habitat por desmatamento e expansão urbana. Apesar disto, sua abundância e ampla distribuição a categoriza como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20aculeata	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
1460	CACTACEAE	Pereskia aureiflora	Ritter	VU	A2c,B1ab(ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Pereskia aureiflora ocorre em meio à Caatinga e Cerrado, em associação com afloramentos rochosos de gnaisse/ granito dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Esse ambiente vem sendo fragmentado devido ao desmatamento e à mineração, o que pode ser uma limitação aos mamíferos que atuam como agentes dispersores da espécie. Infere-se que a perda de hábitat possa ter causado uma redução de 30% de sua população. A espécie tem AOO menor que 2.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Diante do exposto, é considerada ""Vulnerável"" (VU), com alto risco de extinção na natureza."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20aureiflora	Caatinga
1461	CACTACEAE	Pereskia bahiensis	Gürke	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em uma área extensa (160.151,7 km²) na Bahia, não sendo reportada nenhuma ameaça. Possui importância econômica, sendo cultivada na região de ocorrência como cerca-viva. Dados sobre a biologia reprodutiva também são conhecidos, possibilitando uma fácil propagação de indivíduos quando necessário.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20bahiensis	Caatinga
1462	CACTACEAE	Pereskia grandifolia	Haw.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição no Brasil, sendo cultivada em vários locais. Nenhuma ameaça incidente foi apontada para o táxon.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20grandifolia	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1463	CACTACEAE	Pereskia stenantha	Ritter	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta um EOO maior que 20.000 km², sendo cultivada difusamente. Nenhuma ameaça incidente foi apontada também.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20stenantha	Caatinga, Cerrado
1464	CACTACEAE	Pilosocereus arrabidae	(Lem.) Byles & Rowley	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de possuir uma distribuição extensa e ?de se caracterizar como uma das espécies dominantes em ambientes de Restinga, o habitat de P. arrabidae vêm sofrendo uma forte degradação devido à pressão antrópica, nas formas de especulação imobiliária, turismo e desmatamento (corte raso).	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20arrabidae	Mata Atlântica
1465	CACTACEAE	Pilosocereus aureispinus	(Buining & Brederoo) Ritter	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. aureispinus apresenta poucas coletas em herbário advindas da região de Ibotirama - BA, no entanto a distribuição da espécie provavelmente é mais extensa do que se conhece (Taylor, Zappi 2004). Nos últimos anos, a espécie foi observada por em outras sete localidades próximas às cidades de Ibotirama e Oliveira dos Brejinhos (M. Machado, com.pess.).	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20aureispinus	Cerrado
1466	CACTACEAE	Pilosocereus aurisetus subsp. aurilanatus	(Ritter) Zappi	EN	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie de ocorrência no bioma Cerrado do Estado de Minas Gerais, onde possui distribuição restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cabral, sua última situação de ameaça (EOO=266,05 km²). Esta região encontra-se severamente fragmentada e vêm sofrendo uma diminuição de qualidade decorrente, entre outras atividades, a mineração para exploração de carvão.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20aurisetus%20subsp.%20aurilanatus	Cerrado
1467	CACTACEAE	Pilosocereus azulensis	N.P.Taylor & Zappi	CR	B1a+2ab(iii),C2a(i,ii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pilosocereus azulensis é endêmica do município de Pedra Azul, nordeste do Estado de Minas Gerais. A indicação da espécie para a Bahia é confusa, pois a ficha de herbário não especifica onde se realizou a coleta. Desde 2004, a espécie é conhecida por apenas uma subpopulação que conta com menos de 50 indivíduos maduros, em um pequeno remanescente de floresta seca em Pedra Azul, o qual vem sendo desmatado para fins agrícolas e produção de carvão.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20azulensis	Caatinga
1468	CACTACEAE	Pilosocereus brasiliensis	(Britton & Rose) Backeb.	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. brasiliensis apresenta distribuição extensa, porém suspeita-se que a espécie seja classificada em uma categoria de risco de extinção pois está em áreas sob influência de diferentes ameaças, tais como: a expansão imobiliária em áreas litorâneas do Espírito Santo e Rio de Janeiro e a mineração de granito em inselbergues do município de Campos de Goytacazes - RJ. No momento são necessários dados populacionais sobre a espécie que poderão demonstrar se existe um declínio das subpopulações e em que taxa este decorre.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20brasiliensis	Mata Atlântica
1469	CACTACEAE	Pilosocereus floccosus	Byles & Rowley	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Brasil, de ocorrência nos Estados deMinas Gerais, apresenta um número pequeno de subpopulações conhecidas, sendo considerado que estas encontram-se em declínio (Taylor, 2002) e que possivelmente podem estar ameaçadas. No entanto, não há dados quantitativos sobre o número de indivíduos, subpopulações e taxas de declínio, necessários para realizar a avaliação de risco de extinção desta espécie.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20floccosus	Cerrado
1470	CACTACEAE	Pilosocereus floccosus subsp. quadricostatus	(Ritter) Zappi	EN	B1ab(i,iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia, onde foi encontrada em Caatinga e em florestas secas decíduas, sobre afloramentos rochosos (inselbergs) de gnaisse. Apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça. A principal ameaça apontada para a espécie foi o desmatamento da Caatinga e ambientes adjacentes. Segundo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica de 2011, em dois anos foram desmatados 18% dos remanescentes inseridos na EOO da espécie.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20floccosus%20subsp.%20quadricostatus	Caatinga
1471	CACTACEAE	Pilosocereus fulvilanatus	(Buining & Brederoo) Ritter	EN	B1ab(i,iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Serra de Grão Mogol, localizada ao norte do Estado de Minas Gerais. Ocorre em bioma Cerrado, em áreas de Campos Rupestres, sobre afloramentos rochosos quartzíticos. Suas subpopulações conhecidas encontram-se em declínio pela incidência de ameaças como a inundação de parte de sua área de distribuição pela construção de uma represa, destruição do seu hábitat para a produção de carvão e o extrativismo ilegal.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20fulvilanatus	Cerrado
1472	CACTACEAE	Pilosocereus glaucochrous	(Werderm.) Byles & G.D.Rowley	VU	B1b(i,iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pilosocereus glaucochrous é endêmica do Estado da Bahia, na Chapada Diamantina. A espécie habita uma área vasta (EOO=15.555,39 km²) de Campos Rupestres e ecótonos com Caatinga. No entanto, as subpopulações estão em declínio, sendo ameaçadas principalmente pela perda de hábitat na Caatinga.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20glaucochrous	Caatinga, Cerrado
1473	CACTACEAE	Pilosocereus machrisii	(E.Y.Dawson) Backeb.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição e uma estimativa populacional baseada nos dados de Oliveira, Godoy (2007), aponta uma densidade absoluta de ca. 63.000 indivíduos ao longo da EOO da espécie.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20machrisii	Cerrado
1474	CACTACEAE	Pilosocereus magnificus	(Buining & Brederoo) Ritter	EN	B1ab(i,iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pilosocereus magnificus é endêmica do Estado de Minas Gerais, onde foi coletadas em áreas de na Caatinga e Cerrado, sobre afloramentos rochosos (inselbergs) de gnaisse. Apresenta EOO de 737 km², está sujeita a cinco situações de ameaça, e é encontrada em hábitats severamente fragmentados. As principais ameaças incidentes são a perda do hábitat e a atividade de coletores extrativistas para a venda ilegal de espécimes.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20magnificus	Caatinga
1475	CACTACEAE	Pilosocereus multicostatus	Ritter	EN	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de Minas Gerais e ocorre em ambiente severamente fragmentado. Seu hábitat são os afloramentos rochosos (Inselbergs) de gnaisse, que têm sido afetados pela destruição da vegetação ao seu redor. Ao todo, a espécie encontra-se sujeita a quatro situações de ameaça.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20multicostatus	Caatinga
1476	CACTACEAE	Pilosocereus piauhyensis	(Gürke) Byles & G.D.Rowley	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição extensa na Caatinga, sendo que sua população encontra-se estável.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20piauhyensis	Caatinga
1477	CACTACEAE	Pseudoacanthocereus brasiliensis	(Britton & Rose) Ritter	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. brasiliensis apresenta distribuição extensa nas áreas de Caatinga de Minas Gerais e Bahia, região intensamente transformada pela ocupação humana, expansão de atividades agropecuárias e ocorrência de queimadas. Apesar de fortes evidências de que a espécie esteja ameaçada, para se realizar uma avaliação de risco de extinção consistente são necessários dados populacionais quantitativos, indisponíveis no momento.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudoacanthocereus%20brasiliensis	Caatinga
1478	CACTACEAE	Quiabentia zehntneri	(Britton & Rose) Britton & Rose	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição em uma área extensa (EOO maior que 20.000 km²) em habitats fragmentados (afloramentos de calcário isolados entre si), no entanto não apresenta ameaças incidentes.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quiabentia%20zehntneri	Caatinga
1479	CACTACEAE	Rhipsalis baccifera subsp. hileiabaiana	N.P.Taylor & Barthlott	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição extensa em diferentes formações de floresta ombrófila na Bahia, área onde foi registrada uma degradação severa da vegetação (Taylor, Zappi, 2004). No entanto, não são conhecidos dados populacionais ou quais as taxas de declínio populacional causadas pela degradação apontada.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20baccifera%20subsp.%20hileiabaiana	Cerrado, Mata Atlântica
1480	CACTACEAE	Rhipsalis cereoides	(Backeb. & Voll) Backeb.	CR	B1ab(iii,iv)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis cereoides tem EOO de 86,01 km², e ocorre nos Inselbergs entre os municípios de Maricá e Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. Seu hábitat de ocorrência é severamente fragmentado devido à intensa urbanização, o que representa uma única situação de ameaça. Apesar de haver registro da espécie no Parque Estadual da Serra da Tiririca, no município de Niterói, é verificada a incidência de diversas ameaças como expansão urbana, mineração, queimadas, turismo desordenado e invasão de espécies exóticas.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20cereoides	Mata Atlântica
1481	CACTACEAE	Rhipsalis crispata	(Haw.) Pfeiff.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de uma distribuição geográfica extensa, as subpopulações de R. crispata encontram-se em áreas com os menores percentuais de remanescentes de Mata Atlântica, ainda, não há conhecimento de dados populacionais, que são essenciais para se verificar um possível risco de extinção desta espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20crispata	Mata Atlântica
1482	CACTACEAE	Rhipsalis dissimilis	(G.Lindb.) K.Schum.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuição geográfica extensa, R. dissimilis ocorre em uma região que vem sofrendo intensa transformação dos habitats naturais pela expansão agrícola. Dessa forma, são necessários dados locais das subpopulações para se averiguar um possível risco de extinção desta espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20dissimilis	Mata Atlântica
1483	CACTACEAE	Rhipsalis elliptica	G.Lindb. ex K.Schum.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis elliptica apresenta ampla distribuição ao longo das diferentes formações vegetacionais da Mata Atlântica, sendo encontrada em pelo menos 10 unidades de conservação (SNUC) federais e estaduais. Além disso, dados populacionais mostram que a espécie tem ocorrência em 20% dos forófitos amostrados, percentual significativo na comunidade de epífitas.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20elliptica	Mata Atlântica
1484	CACTACEAE	Rhipsalis floccosa	Salm-Dyck ex Pfeiff.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis floccosa apresenta ampla distribuição geográfica ao longo da Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, ocorrendo em diversas unidades de conservação (SNUC) federais e estaduais.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20floccosa	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1485	CACTACEAE	Rhipsalis hoelleri	Barthlott & N.P.Taylor	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	O táxon apresenta distribuição restrita a três áreas serranas do Espírito Santo, isoladas entre si e protegidas por unidades de conservação (SNUC). No entanto, é relatada uma crescente perda de habitat no Estado, sendo necessários dados populacionais para se averiguar a situação de risco de extinção da espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20hoelleri	Mata Atlântica
1486	CACTACEAE	Rhipsalis oblonga	Loefgr.	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis oblonga apresenta distribuição em áreas de Mata Atlântica do Sudeste do Brasil com elevadas taxas de desmatamento, em São Paulo, os remanescentes contabilizam apenas 8,3% do Estado e no Rio de Janeiro somam menos de 20%. Apesar de registros em unidades de conservação (SNUC), a especulação imobiliária e o desmatamento para extração de madeira têm exercido forte pressão sobre as subpopulações da espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20oblonga	Mata Atlântica
1487	CACTACEAE	Rhipsalis pacheco-leonis	Loefgr.	EN	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis pacheco-leonis é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, apresenta EOO de 2.372,87 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Tem estrutura populacional severamente fragmentada em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa. A principal ameaça que incidente sobre a espécie é a perda do hábitat, principalmente em função da urbanização e expansão de áreas agrícolas.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20pacheco-leonis	Mata Atlântica
1488	CACTACEAE	Rhipsalis paradoxa	(Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm-Dyck	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis paradoxa apresenta distribuição ao longo de grande parte da Mata Atlântica, sendo encontrada na comunidades de epífitos vasculares. Apesar das ameaças reportadas no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul e do desconhecimento de dados populacionais completos, a espécie foi registrada em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, fato que assegura a sobrevivência da espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20paradoxa	Mata Atlântica
1489	CACTACEAE	Rhipsalis paradoxa subsp. septentrionalis	N.P.Taylor & Barthlott	EN	B1ab(iii,iv)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=262,73 km²) em menos de cinco áreas remanescentes de Mata Atlântica na Região Nordeste e Sudeste, que se encontra severamente fragmentada. Ademais, foi verificado o agravante de a população se encontrar em declínio, visto que três subpopulações provavelmente já desapareceram.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20paradoxa%20subsp.%20septentrionalis	Caatinga, Mata Atlântica
1490	CACTACEAE	Rhipsalis pilocarpa	Loefgr.	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Rhipsalis pilocarpa apresenta distribuição extensa em fragmentos de floresta montana isolados entre si, que têm sido intensamente alterados, segundo Taylor (2002), as subpopulações encontram-se em declínio. Apesar de indicações diretas de risco de extinção, ainda são necessários dados populacionais quantitativos para se confirmar esta situação para a espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20pilocarpa	Mata Atlântica
1491	CACTACEAE	Rhipsalis russellii	Britton & Rose	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	O táxon apresenta distribuição extensa ao longo de diferentes ambientes florestais, campos de altitude e campos rupestres, sendo encontrada em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Dados populacionais futuros poderão revelar se o impacto causado pelas ameaças é suficiente para levar a espécie à uma categoria de risco.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20russellii	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
1492	CACTACEAE	Rhipsalis sulcata	F.A.C.Weber	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	O táxon é conhecido apenas por coletas de plantas cultivadas, não se conhecendo a distribuição desta na natureza. Faz-se necessária uma investigação taxonômica para se conhecer os dados biológicos básicos deste.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20sulcata	Mata Atlântica
1493	CACTACEAE	Schlumbergera kautskyi	(Horobin & McMillan) N.P.Taylor	EN	B1ab(v)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição em ambiente severamente fragmentado, sendo restrita a dois Inselbergs no Estado do Espírito Santo (EOO=540,29 km²). É considerada rara e apresenta uma subpopulação em declínio em função do crescimento urbano, principal ameaça existente na região.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20kautskyi	Mata Atlântica
1494	CACTACEAE	Schlumbergera microsphaerica	(K.Schum.) Hoevel	VU	B1a+2ac(iii,iv)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil, e ocorre nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Apresenta EOO de 15.429,02 km² e ocorre em habitats severamente fragmentados. A incidência anual de incêndios no Parque Nacional do Itatiaia permite suspeitar de flutuações extremas do número de indivíduos maduros.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20microsphaerica	Mata Atlântica
1495	CACTACEAE	Schlumbergera opuntioides	(Loefgr. & Dusén) D.R.Hunt	VU	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ocorrência limitada (EOO=5.552,79 km²) a um ambiente severamente fragmentado, representado por menos de 10 localidades na Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Apesar de o táxon estar protegido por unidades de conservação (SNUC), a vegetação de Campos de Altitude presente no topo dessas serras sofre um declínio contínuo da qualidade do hábitat, devido à pressão por diferentes ameaças: invasão de espécies exóticas, alta frequência de incêndios, mineração de granito-gnaisse e arenito, agricultura e expansão urbana.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20opuntioides	Mata Atlântica
1496	CACTACEAE	Schlumbergera truncata	(Haw.) Moran	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Schlumbergera truncata é endêmica do Rio de Janeiro, sendo encontrada em duas unidades de conservação (SNUC) federais de proteção integral. Além disso, a ameaça registrada para a espécie é de séculos passados e atualmente as queimadas apontadas como ameaça principal não atingem todas as subpopulações.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20truncata	Mata Atlântica
1497	CACTACEAE	Tacinga braunii	Esteves	VU	D2	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	As subpopulações de T. braunii são endêmica do Estado de MInas Gerais e encontram-se em declínio. A espécie apresenta EOO de 1.320,304 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. A principal ameaça incidente sobre as subpopulações da espécie é a mineração de Inselbergs de gnaisse-granito, que pode levar a uma taxa de declínio maior e transferir a espécie para uma categoria de risco de extinção mais acentuada.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20braunii	Caatinga
1498	CACTACEAE	Tacinga funalis	Britton & Rose	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie distribui-se em áreas de Caatinga que estão sendo continuamente modificadas, acarretando uma intensa perda de habitat. No entanto, são necessários dados sobre o número de indivíduos, subpopulações e de declínio populacional para a aferição de categorias de risco de extinção para o táxon.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20funalis	Caatinga
1499	CACTACEAE	Tacinga inamoena	(K.Schum.) N.P.Taylor & Stuppy	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui ampla distribuição na Caatinga, sendo encontrada em unidades de conservação (SNUC), no entanto, a expansão de atividades agrícolas e de pecuária nas áreas de Campos Rupestres e afloramentos rochosos indicam um possível declínio no número de indivíduos e subpopulações de T. inamoena. São necessários dados populacionais do táxon onde há uma maior severidade destas ameaças para se averiguar possíveis taxas de declínio e assim realizar uma melhor avaliação do risco de extinção.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20inamoena	Caatinga, Cerrado
1500	CACTACEAE	Tacinga palmadora	(Britton & Rose) N.P.Taylor & Stuppy	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Tacinga palmadora apresenta distribuição em uma área extensa (EOO=497.425 km²) e dados fitossociológicos permitiram estimar que a população geral da espécie apresenta uma média de 129.441 e máximo de 261.305 indivíduos, considerando-se as atuais taxas de degradação do domínio da Caatinga (Castelleti et al., 2003). No entanto, a incidência de ameaças pontuais indica que avaliações regionais podem resultar em categorias de risco de extinção para esta espécie, por exemplo a região do Cariri paraibano (Barbosa et al., 2007).	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20palmadora	Caatinga
1501	CACTACEAE	Tacinga saxatilis	(Ritter) N.P.Taylor & Stuppy	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição em área extensa (EOO= 90.744 km²) em formações vegetacionais do Cerrado e Caatinga, em que não há o apontamento de ameaças incidentes. Existe a possibilidade de mineração dos habitats desta espécie (Taylor, Zappi, 2004), o que futuramente pode levá-la ao risco de extinção.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20saxatilis	Caatinga, Cerrado
1502	CACTACEAE	Tacinga saxatilis subsp. estevesii	(P.J.Braun) N.P.Taylor & Stuppy	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Existem poucas informações a respeito da distribuição e das subpopulações do táxon, não sendo possível realizar a avaliação de risco deste. Os dados existentes sugerem que a subespécie esteja em risco de extinção e que possa estar provavelmente extinta: é conhecida em apenas uma localidade, sendo coletado pela última vez em 1986, e Taylor, Zappi (2004) indicaram que a localidade poderia ser afetada por atividades de mineração de calcário.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20saxatilis%20subsp.%20estevesii	Caatinga, Cerrado
1503	CACTACEAE	Tacinga werneri	(Eggli) N.P.Taylor & Stuppy	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição em uma área extensa da Caatinga, entretanto os habitats desta (inselbergues, afloramentos de gnaisse/granito e calcáreo) estão ameaçados por atividades de mineração na Bahia e segundo Taylor (2002) as subpopulações da espécie encontram-se em declínio, o que indica um possível risco de extinção. Desta forma, são necessários mais dados populacionais para uma avaliação robusta do risco de extinção.	2012-08-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20werneri	Caatinga
1504	CACTACEAE	Uebelmannia buiningii	Donald	CR	B2ab(iii,v),C2a(i)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Serra de Itamarandiba, no Estado de Minas Gerais. É conhecida apenas por cinco subpopulações, que ocupam uma AOO de 4 km². Tais subpopulações apresentam um número total de indivíduos na natureza de algumas poucas dezenas e estão muito próximas umas das outras. Vêm sofrendo grande declínio populacional, devido à coleta por colecionadores particulares e/ou para fins comerciais. Além disso, foi verificada a perda e degradação do hábitat da espécie pela ocorrência de queimadas e pelo pisoteio pelo gado.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20buiningii	Cerrado
1505	CACTACEAE	Uebelmannia gummifera	(Backeb. & Voll) Buining	VU	B1ab(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Uebelmannia gummifera é uma espécie de distribuição restrita, ocorrendo em ambiente de Campos Rupestres nas proximidades dos municípios de Penha da França, Rio Vermelho e Itamarandiba, no Estado de Minas Gerais. Apesar de haver registros de que algumas subpopulações apresentem um número grande ou mesmo muito grande de indivíduos, sua EOO é pequena totalizando somente 285,97 km². Não há registros de ocorrência em áreas protegidas, e a espécie se encontra sob pressão de ameaças de origem antrópica em três situações de ameaça, o que pode ser um perigo inferido de declínio da qualidade do hábitat, levando a espécie ao risco futuro de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20gummifera	Cerrado
1506	CACTACEAE	Uebelmannia pectinifera	Buining	EN	C2a(i)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, e tem crescimento lento e baixas taxas de recrutamento. Foram registradas em 2004, nove subpopulações restritas a uma EOO de 649,8 km². Estas vêm sofrendo um declínio considerável, e atualmente apresentam de algumas dezenas a poucas centenas de indivíduos, sendo o tamanho populacional total inferior a 2.500 indivíduos maduros. Este é o valor limite definido para a categorização resultante. Dentre as ameaças identificadas como responsáveis por esse declínio, atualmente as principais são: coleta comercial por colecionadores, extração de plantas para uso como alimento e remédio pela população local, degradação dos campos rupestres por atividades de mineração, invasão por espécies exóticas, ocorrência de incêndios e expansão urbana.	2012-09-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20pectinifera	Cerrado
1507	CALYCERACEAE	Acicarpha tribuloides	Juss.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. tribuloides é uma erva com distribuição em São Paulo e sul do Brasil. Habita nas áreas úmidas de áreas florestais e formação campestres. As subpopulações conhecidas estimam EOO superior à 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acicarpha%20tribuloides	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1508	CALYCERACEAE	Boopis bupleuroides	(Less.) C.A. Muell	EN	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Boopis bupleuroides habita Campos Brejosos ao longo de trecho da Mata Atlântica que se estende de São Paulo ao Rio Grande do Sul, em municípios que tiveram uma perda de hábitat original de aproximadamente 50% devido às seguintes ameaças: especulação imobiliária, mineração, extrativismo vegetal clandestino, lixões e poluição. Com AOO estimada inferior a 500 km² e ocorrendo de forma fragmentada, a espécie está ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Boopis%20bupleuroides	Mata Atlântica
1509	CALYCERACEAE	Boopis itatiaiae	Dusén	EN	B2ab(iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Boopis itatiaiae distribui-se nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo provavelmente endêmica da região do Planalto de Itatiaia, na Serra da Mantiqueira. Tem AOO menor que 500 km² e subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, nas quais, foi verificada a perda de hábitat pela incidência de incêndios e ocupação humana desordenada.	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Boopis%20itatiaiae	Mata Atlântica
1510	CAMPANULACEAE	Lobelia anceps	L.f.	EN	B2ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem distribuição restrita (AOO=52 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Ocorre em áreas fortemente antropizadas como os municípios de Itanhaém e Praia Grande, no Estado de São Paulo. As principais ameaças à espécie são a expansão imobiliária, a transformação da vegetação em campos agropastoris e o declínio da qualidade do hábitat. É possível suspeitar que algumas das subpopulações tenham se extinguido por apresentarem coletas antigas em locais em que hoje não há vegetação.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20anceps	Mata Atlântica
1511	CAMPANULACEAE	Lobelia hederacea	Cham.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição, no entanto ocorre em campo de várzea, restinga e áreas antropizadas. Recomeda-se estudos mais aprofundados sobre o estado de conservação das subpopulações da espécie para que uma nova avaliação do risco de extinção possa ser realizada.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20hederacea	Mata Atlântica
1512	CAMPANULACEAE	Lobelia hilaireana	(Kanitz) E.Wimm.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estado de Minas Gerais e Espírito Santo (EOO=1.957,71 km²) e, apesar de ocorrer em unidade de conservação (SNUC), está sujeita a duas situações de ameaça. Suas regiões de ocorrência sofrem com a transformação da vegetação em áreas para agricultura e pastagem. Devido ao endemismo restrito da espécie e às ameaças incidentes, recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado das subpopulações.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20hilaireana	Mata Atlântica
1513	CAMPANULACEAE	Lobelia langeana	Dusén	EN	B2ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem distribuição restrita (AOO=76 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apresenta coletas antigas em locais onde hoje não há mais vegetação, podendo ter perdido muitas subpopulações. As principais ameaças à espécie são o declínio da qualidade do hábitat e a transformação da vegetação em áreas para agricultura e pastagem.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20langeana	Mata Atlântica
1514	CAMPANULACEAE	Lobelia nummularioides	Cham.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20nummularioides	Cerrado, Mata Atlântica
1515	CAMPANULACEAE	Lobelia santos-limae	Brade	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do município de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro. Tem EOO menor que 100 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat proveniente da antropização das suas regiões de ocorrência. Estudos populacionais são recomendados a fim de verificar o estado de conservação de suas subpopulações.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20santos-limae	Mata Atlântica
1516	CAMPANULACEAE	Lobelia xalapensis	Kunth	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20xalapensis	Amazônia, Mata Atlântica
1517	CAMPANULACEAE	Siphocampylus corymbiferus	Pohl	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Siphocampyluscorymbiferus caracteriza-se por subarbustos, de até 1 m de altura, terrícolas. Nãoendêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, onde ocorre emcampos úmidos e campos de altitude. Apresenta escassos registros de coletasrecentes. Apesar de Protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros(GO), encontra-se constantemente sob a ameaça de queimadas que acometem aregião, além da supressão de seus habitats de ocorrência, intensamenteantropizados, e em particular a vegetação remanescente de Mata Atlântica encontra-seisolada em arquipélagos de fragmentos florestais, havendo menos de 5% decobertura original, já no Cerrado as principais ameaças à espécie são adegradação do solo e dos ecossistemas nativos, além da formação de pastagensque implicam em queimadas e conseqüentemente a introdução de espécies exóticas (Andropogongayanus, Brachiaria brizantha, Brachiaria decumbens, Hyparrhenuarufa, Melinis minutiflora).  Énecessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar da existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidadepopulacional, sua proteção, e sua manutenção na natureza, sendo necessário umaestratégia de conservação adequada, para que em um futuro próximo a espécie nãoseja incluída em alguma categoria de ameaça.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20corymbiferus	Cerrado, Mata Atlântica
1518	CAMPANULACEAE	Siphocampylus lycioides	(Cham.) G.Don	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Siphocampyluslycioides caracteriza-se por subarbustos de até 50 cmde altura. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Goiás, Distrito Federal,São Paulo e Paraná. Encontrada nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, desenvolve-seem formações campestres, preferencialmente em locais úmidos, entre 800-1200 m dealtitude. Espécie bem representada em coleções científicas, porém apresentaescassos registros recentes. Apesar de protegida pelo Parque Estadual doGuartelá, Parque Estadual de Vila Velha e Parque Estadual dos Pirineus,encontra-se sob constante ameaça, na região do Cerrado devido à degradação dosolo e de seus ecossistemas nativos, atividades agropecuárias e queimadas, e aintensa antropização e supressão dos habitats originais de Mata Atlântica. É necessário oinvestimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar daexistência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional,sua proteção, e sua manutenção na natureza, sendo necessário uma estratégia deconservação adequada, para que em um futuro próximo a espécie não seja incluídaem alguma categoria de ameaça.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20lycioides	Cerrado
1519	CAMPANULACEAE	Siphocampylus verticillatus	(Cham.) G.Don	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Siphocampylus verticillatus conhecida popularmente por ""Jaratataca""e ""Coral"", caracteriza-se por ervas, de até 2 m de altura, terrícolas e/ouaquáticas. Não endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde éencontrada em terreno brejoso. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de 1.325.371,812 km².Protegida pelo Parque Estadual de Vila Velha, Parque Nacional do Itatiaia eParque Nacional do Itaimbézinho. Sua distribuiçãodisjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levará a categoriasde ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional."	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20verticillatus	Mata Atlântica
1520	CANNABACEAE	Celtis ehrenbergiana	(Klotzsch) Liebm.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie muito ampla (EOO 1.727.293,578km²), ocorre em quase todo o Brasil e em países limítrofes, à excessão da Região Norte. Apesar de não ter registro em UC, é bem representada em muitas áreas brasileiras.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Celtis%20ehrenbergiana	Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
1521	CARICACEAE	Jacaratia spinosa	(Aubl.) A.DC.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Jacaratia spinosa conhecida popularmente por ""Jacaratiá"" e ""Mamão-do-mato"", caracteriza-sepor árvores, terrícolas, perenifólias, dióicas, apresenta síndrome depolinização fanelofílica e dispersão zoocórica. Não endêmica do Brasil. Ocorrenos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, neste último em florestaestacional semidecidual. Apresenta EOO de 6.167.073,163 km². Amplamentedistribuída em território nacional. Protegida por diversas unidades deConservação (SNUC). Apesar de seus frutos serem utilizados para fins alimentares, e possuirampla distribuição na Mata Atlântica, bioma intensamente antropizado, não hánenhuma ameaça direta que a coloque em alguma categoria de ameaça. Suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional."	2012-02-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaratia%20spinosa	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1522	CARYOCARACEAE	Caryocar brasiliense	Cambess.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Embora tenha uso na alimentação da população sertaneja e madeira com potencial econômico, C. brasiliense é bem conhecida e apresenta ampla distribuição pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20brasiliense	Cerrado, Mata Atlântica
1523	CARYOCARACEAE	Caryocar coriaceum	Wittm.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. coriaceum tem ampla distribuição pelo Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, ao longo dosbiomas Caatinga e Cerrado. A espécie esta protegida pelo Geoparque Chapada do Araripe e apresenta EOO calculada bastante superior a 20.000 Km².	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20coriaceum	Amazônia, Caatinga, Cerrado
1524	CARYOCARACEAE	Caryocar edule	Casar.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"C. edule apresenta ampla distribuição geográfica, ocorrendo em florestas ombrófila densae semidecidual, da Bahia ao Rio de Janeiro e ao oeste até Goiás. A espécie ainda apresenta muitos registros botânicos em áreas protegidas. Assim, C. edule esta categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20edule	Mata Atlântica
1525	CELASTRACEAE	Elachyptera coriacea	Lombardi	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Elachyptera coriaceae caracteriza-se por lianas, terrícolas. Endêmica do Estado da Bahia, ocorre no bioma Caatinga, em fragmentos de Matas de Cipó, na região da Chapada Diamantina, onde sofre constante ameaça dos constantes incêndios que acometem a região. Conhecida apenas pelo isótipo, coletado em 1987. Trata-se de uma espécie pouco estudada e com ausência de dados que possam nortear uma avaliação de risco confiável.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20coriacea	Caatinga
1526	CELASTRACEAE	Elachyptera festiva	(Miers) A.C.Sm.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Elachyptera festiva caracteriza-se por lianas. Amplamente distribuída no Brasil, ocorre nos Estados do Acre, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, abrangendo três biomas, Amazônia, Caatinga e Mata Atlântica. Apresenta um EOO de 522.484,858 km².  Espécie não ameaçada no contexto nacional, porém sua distribuição disjunta e pontual entre os Estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20festiva	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga
1527	CELASTRACEAE	Elachyptera micrantha	(Cambess.) A.C.Sm.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Elachyptera micrantha caracteriza-se por lianas. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Restrita ao bioma Mata Atlântica. Apresenta EOO de 138.722,062 km².  Espécie não ameaçada no contexto nacional,  porém sua distribuição disjunta e pontual entre os Estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20micrantha	Mata Atlântica
1528	CELASTRACEAE	Maytenus acanthophylla	Reissek	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Maytenus acanthophylla caracteriza-se por arbustos ou árvores. Ocorre nos Estados da Bahia e Minas Gerais, e é encontrada na Caatinga e no Cerrado, em matas de solo areno-argiloso, entre 400 e 800 m de altitude. É conhecida por apenas uma coleta em Minas Gerais, mas na Bahia é abundantemente coletada, havendo um número significativo de coleções registradas, além de coletas recentes. Apesar de protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, as subpopulações estão bastante fragmentadas pela expansão de núcleos populacionais, lavoura e pecuária. Por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20acanthophylla	Caatinga, Cerrado
1529	CELASTRACEAE	Maytenus aquifolia	Mart.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus aquifolia caracteriza-se por arbustos ou árvores. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída na região sudeste e sul. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em Floresta Estacional Semidecidual, em Floresta Ciliar, Floresta de Galeria e sobre Afloramentos Rochosos. Apresenta EOO de 762.360,167 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Apesar de utilizada medicinalmente, não há uma ameaça direta à espécie, estando incluída no banco ativo de germoplasma (BAG) da Embrapa Clima Temperado desde 2002. Espécie não ameaçada no contexto nacional.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20aquifolia	Mata Atlântica
1530	CELASTRACEAE	Maytenus basidentata	Reissek	CR	B2ab(iii,iv,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Maytenus basidentata caracteriza-se por arbustos ou arvoretas endêmicas da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, exclusiva das matas do Corcovado, região protegida pelo Parque Nacional da Tijuca, porém com atividade turística intensa, além de estar constantemente sujeita à interferência antrópica. Apresenta escassas coleções, não tendo sido recoletada desde 1943. Tem AOO de 4 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20basidentata	Mata Atlântica
1531	CELASTRACEAE	Maytenus boaria	Molina	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus boaria caracteriza-se por arbustos ou árvores. Não endêmica do Brasil. Ocorre do Estado do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Restrita do bioma Mata Atlântica. Amplamente distribuída, apresenta EOO de 116.429,564 km². Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Nacional do Itatiaia e Parque Estadual do Campos do Jordão, sofre constante exploração devido ao uso medicinal de suas folhas, a extração de óleo comestível de suas sementes, e principalmente, pela utilização em carpintaria por possuir madeira de alto valor. Por apresentar um número reduzido de registros em coleções científicas, e a ausência de estudos populacionais, torna-se necessário o investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20boaria	Mata Atlântica
1532	CELASTRACEAE	Maytenus brasiliensis	Mart.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus brasiliensis caracteriza-se por arbustos ou árvores. Amplamente distribuída nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em florestas semidecíduas e ombrófilas densas, habitando em regiões de mata litorânea. Apresenta EOO de 295.219,26 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas, inclusive com registros de coleções recentes. Há estudos populacionais ressaltando a ocorrência de consideráveis subpopulações em áreas protegidas. Apesar da intensa supressão e fragmentação de seus habitats, não se encontra ameaçada no contexto nacional.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20brasiliensis	Mata Atlântica
1533	CELASTRACEAE	Maytenus comocladiaeformis	Reissek	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus comocladiaeformis está representada até o momento pela coleção-tipo, onde as informações sobre a ocorrência da espécie são bastante incompletas e, por uma coleta de 1950, cuja procedência também é imprecisa. Nesta ultima, a etiqueta original não faz referência ao Estado e nem ao município onde foi realizada a coleta. Entretanto, a etiqueta do herbário indica o Estado de Minas Gerais, gerando informações duvidosas e imprecisas, sendo necessário o investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20comocladiaeformis	Mata Atlântica
1534	CELASTRACEAE	Maytenus floribunda	Reissek	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus floribunda caracteriza-se por arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Apresenta EOO de 3.234.404,824 km². Abundante e amplamente distribuída nas regiões Centro-oeste, Norte e Sudeste. Há estudos indicando a ocorrência do aumento de indivíduos em subpopulações. Protegida por unidades de conservação (SNUC). Não ameaçada no contexto nacional.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20floribunda	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
1535	CELASTRACEAE	Maytenus glaucescens	Reissek	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus glaucescens caracteriza-se por arbustos ou árvores. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Sul. Restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorre em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Mista, habita no sub-bosque de matas de encosta, e campos de altitude, em ampla faixa altitudinal entre 500-1.600 m de altitude. Apresenta EOO de 233.062,24 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas. Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais, porém não ameaçada no contexto nacional.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20glaucescens	Mata Atlântica
1536	CELASTRACEAE	Maytenus ilicifolia	Mart. ex Reissek	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus ilicifolia caracteriza-se por subarbustos a árvores. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Campos Sulinos, principalmente em florestas ombrófila mista e estacional semidecidual, nos capões e margens de rios das estepes, especialmente em áreas de influência fluvial. Encontrada predominantemente na região Sul, sendo pouco abundante em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 1.103.997,13 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Apresenta potencial medicinal, porém não está sob alguma ameaça direta. Bem representada em coleções científicas. Não ameaçada no contexto nacional.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20ilicifolia	Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
1537	CELASTRACEAE	Maytenus quadrangulata	(Schrad.) Loes.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Maytenus quadrangulata caracteriza-se por arbustos ou árvores e é endêmica do Brasil. Restrita aos biomas Caatinga e Mata Atlântica, desenvolve-se em Caatinga (stricto sensu), Floresta Ciliar e/ou de Galeria e Floresta Estacional Semidecidual, em altitudes que variam de 200 a 400 m. Apesar de ocorrer nos Estados da Bahia e do Espírito Santo, existem apenas coleções na região do recôncavo baiano, área muito castigada pelo desenvolvimento de monoculturas e pastagens. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, e tem AOO estimada em 56 km². Foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20quadrangulata	Mata Atlântica, Caatinga
1538	CELASTRACEAE	Maytenus radlkoferiana	Loes.	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus radlkoferiana caracteriza-se por árvores. Endêmica do Brasil. Conhecida apenas pela coleção tipo, onde não se tem registro da procedência e uma única coleta mais recente no Estado de Minas Gerais, na região da Serra do Espinhaço, porém, sem município determinado. É necessário o investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20radlkoferiana	""
1539	CELASTRACEAE	Maytenus robusta	Reissek	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Maytenus robusta caracteriza-se por arbustos ou árvores, terrícolas. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia. Espécie com grande amplitude ecológica, amplamente distribuída e bem representada nos locais onde ocorre. Apresenta EOO de 3.717.132,35 km². Apesar de utilizada com finalidade medicinal e possuir potencial ornamental, não está ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20robusta	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Amazônia
1540	CELASTRACEAE	Maytenus rupestris	Pirani & Carv.-Okano	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Maytenus rupestris caracteriza-se por arbustos endêmicos do Cerrado, sendo restrita à Serra do Cipó, região da Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais. Apesar de sua distribuição restrita e pontual, é localmente abundante, e ainda ocorre em áreas perturbadas. É encontrada em vegetação aberta entre rochas de arenito, laterais de rios e barrancos, e próximo a Florestas Ripárias. Está sujeita à constante ameaça da especulação imobiliária, do turismo desordenado e do desmatamento para carvoaria e mineração. É pouco representada em coleções científicas, havendo apenas uma coleta na última década. Por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça e apresentar AOO estimado em 16 km², foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20rupestris	Cerrado
1541	CELASTRACEAE	Peritassa longifolia	Lombardi	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Peritassa longifolia é uma espécie recentemente descrita. Caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica, de ocorrência restrita ao município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo, sendo encontrada a aproximadamente 700 m de altitude. É protegida pela Reserva Biológica Augusto Ruschi, uma das maiores áreas intactas dentre os fragmentos do Estado, mas ainda carece de estudos populacionais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem AOO estimada em 4 km². Foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peritassa%20longifolia	Mata Atlântica
1542	CELASTRACEAE	Peritassa sadleri	Lombardi	CR	B1ab(iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Peritassa sadleri caracteriza-se por arvoretas endêmicas da Mata Atlântica, onde se desenvolve em Florestas Ombrófilas, entre 700 e 800 m de altitude. Segundo Forzza et al. (2012), ocorre nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, porém, há apenas coleções de herbário no município de Itarana (ES), região afetada por pequenas propriedades com plantações antigas de café e pastagens. Pouco representada em coleções científicas, apresenta EOO de 30,92 km², e está sujeita a uma situação de ameaça, sendo avaliada como ""Criticamente em perigo""(CR)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peritassa%20sadleri	Mata Atlântica
1543	CELASTRACEAE	Salacia arborea	(Schrank) Peyr.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Salacia arborea caracteriza-se por arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de 540.603,387 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Não apresenta nenhum potencial econômico.  Bem representada em coleções científicas. Não está ameaçada no âmbito nacional, porém, devido a sua distribuição disjunta e pontual possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salacia%20arborea	Mata Atlântica
1544	CELASTRACEAE	Salacia mosenii	A.C.Sm.	CR	B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Salacia mosenii caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica. Ocorre no Estado de São Paulo, restrita ao município de Ubatuba, onde é protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar. A região de ocorrência da espécie sofre constantes impactos da ocupação imobiliária desordenada, agropecuária, turismo e despejo de lixo. Pouco representada em coleções científicas, teve sua última coleta em 1996. A espécie carece de estudos populacionais. Por apresentar EOO inferior a 100 km² e AOO inferior a 10 km², e ainda, estar sujeita a apenas uma situação de ameaça, foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salacia%20mosenii	Mata Atlântica
1545	CELASTRACEAE	Tontelea lanceolata	(Miers) A.C.Sm.	EN	B2ab(ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Tontelea lanceolata caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica. Ocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, chegando até o Rio Grande do Sul. Apesar de sua ampla distribuição, essa espécie é pouco representada em coleções científicas, tendo sido coletada pela última vez em Minas Gerais, no ano de 2002. No Parque Nacional da Tijuca, encontra-se sob constante ameaça devido à ocupação imobiliária irregular, invasão de espécies exóticas, queimadas, desestabilização de encostas e ao turismo desordenado. Não há estudos populacionais sobre a espécie, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações. Apresenta AOO de 24 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça, sendo avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20lanceolata	Mata Atlântica
1546	CELASTRACEAE	Tontelea leptophylla	A.C.Sm.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Tontelea leptophylla caracteriza-se por lianas. Endêmica do Brasil. Distribui-se pelos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em floresta ombrófila densa e Savana. Apresenta EOO de 62.375,8 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Estadual do Rio Doce, Estação Biológica de Caratinga e Reserva Ecológica de Macaé de Cima.	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20leptophylla	Mata Atlântica
1547	CELASTRACEAE	Tontelea martiana	(Miers) A.C.Sm.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Tontelea martiana caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica. Distribui-se nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Pouco representada em coleções científicas, não é coletada há 12 anos. No município de Santa Teresa (ES), encontra-se sujeita ao desenvolvimento de atividades agriculturais e da expansão urbana. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC) como o Parque Estadual da Serra do Mar e a Estação Biológica de Santa Lúcia, estudos populacionais são escassos, havendo a necessidade de investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações. Apresenta AOO de 28 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20martiana	Mata Atlântica
1548	CEPHALOZIACEAE	Cephalozia crassifolia	(Lindenb. & Gottsche) Fulford	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não é endêmica do Brasil, e no país ocorre nos Estados das regiões Nordeste (Bahia), Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul). Além disso, suspeita-se de baixo esforço de coleta para outros Estados brasileiros.	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cephalozia%20crassifolia	Mata Atlântica
1549	CEPHALOZIELLACEAE	Cylindrocolea rhizantha	(Mont.) R.M.Schust.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre nos Estados das regiões Norte (Acre), Nordeste (Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Goiás) e Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro).	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cylindrocolea%20rhizantha	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1550	CERATOPHYLLACEAE	Ceratophyllum submersum	L.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Ceratophyllumsubmersum caracteriza-se por ervas aquáticas, de 17-28,5 cm de comprimento, monóicas.Não endêmica do Brasil, ocorre nos estados do Amazonas, Mato Grosso do Sul,Bahia e Rio Grande do Norte. Encontrada na Amazônia, Pantanal e Caatinga.Apresenta distribuição pontual e disjunta, suas coletas são raras, porém,provavelmente mais pela falta de esforços de coleta nos ambientes aquáticos continentaisdo que por sua raridade. Encontra-se ameaçada pela antropização e intensa degradaçãodos ecossistemas aquáticos. É necessário o investimento em pesquisa científicae esforços de coleta a fim de certificar da existência de novas subpopulações,considerando sua viabilidade populacional, sua proteção, e sua manutenção nanatureza, sendo necessário uma estratégia de conservação adequada, para que emum futuro próximo a espécie não seja incluída em alguma categoria de ameaça.	2012-12-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceratophyllum%20submersum	Amazônia, Pantanal, Caatinga
1551	CHRYSOBALANACEAE	Couepia belemii	Prance	VU	B1ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"A espécie tem distribuição ao longo da costa dos Estados da Bahia e Espírito Santo. Os registros botânicos mostram a ocorrência tanto em áreas protegidas (SNUC) como fora delas. A EOO estimada é de 12.919,16 km², colocando a espécie na categoria ""Vulnerável"" (VU). A região costeira é ameaçada pela perda de hábitat, resultado do longo histórico de atividades agrícolas e crescimento urbano nas cidades que gerou intensa especulação imobiliária em torno dos remanescentes de Mata Atlântica. Assim, as subpopulações conhecidas estão sujeitas a pelo menos quatro situações de ameaças e o hábitat da espécie apresenta contínuo declínio de qualidade."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20belemii	Mata Atlântica
1552	CHRYSOBALANACEAE	Couepia carautae	Prance	EN	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Couepia carautae é uma espécie arbórea usada como dormente na construção e manutenção de ferrovias, de forma que os indivíduos maduros são adequados para serem explorados. Os poucos registros botânicos se referem a duas áreas protegidas (SNUC): a Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce, no Estado do Espírito Santo, local ameaçado pelo crescimento urbano e pela presença de espécies arbóreas exóticas, e o Parque Estadual do Desengano, no Rio de Janeiro, no município de Santa Maria Madalena, local com longo histórico de ocupação. A espécie apresenta AOO de 12 km² e EOO inferior a 5.000 km², estando sujeita a duas situações de ameaça. Ocorre em locais com contínuo declínio da EOO, perda da qualidade do hábitat e declínio do número de indivíduos maduros.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20carautae	Mata Atlântica
1553	CHRYSOBALANACEAE	Couepia joaquinae	Prance	CR	B2ab(iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Couepia joaquinae é uma espécie arbórea conhecida somente para o Estado do Amapá, em área protegida composta por Floresta de Terra Firme, com AOO de 8 km². O material botânico foi determinado por Prance em sua monografia e aceito em estudos posteriores tendo, portanto, a taxonomia bem definida. Porém, pouco se sabe sobre os aspectos ecológicos da espécie. A localidade das coletas é ameaçada pelo cultivo da mandioca e pela atividade mineradora, configurando-se assim uma situação de ameaça para a espécie. As ameaças incidentes ocorreram no passado recente, mas anterior às datas das coletas (década de 80), de modo que é possível inferir que houve perda de subpopulações em torno da área protegida e que o desmatamento alterou a qualidade do hábitat.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20joaquinae	Amazônia
1554	CHRYSOBALANACEAE	Couepia leitaofilhoi	Prance	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do município de Picinguaba, região costeira do Estado de São Paulo. Embora esteja protegida por uma unidade de conservação integral (SNUC) e a Serra do Mar seja um dos maiores remanescentes preservados do Estado, principalmente pela alta declividade do terreno, essa área está sujeita a um conjunto de ameaças decorrentes do crescimento da população urbana. A espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU) por ter a população restrita à região da Serra do Mar e estar sujeira a uma situação de ameaça."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20leitaofilhoi	Mata Atlântica
1555	CHRYSOBALANACEAE	Couepia meridionalis	Prance	CR	B2ab(ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Couepia meridionalis apresenta um único registro (material-tipo) para o município de Santos, Estado de São Paulo, sendo taxonomicamente bem definida e aceita em vários estudos. A espécie ocorre na floresta de Mata Atlântica contínua da Serra do Mar, porém, o histórico de ocupação humana tornou o município de Santos muito populoso, restando de suas áreas nativas apenas 61%. Assim, suspeita-se que a estimativa da AOO de 4 km² advenha do declínio da qualidade do hábitat decorrente da urbanização de Santos. Ademais, considerando que o material botânico foi coletado por Mosén, um botânico que atuou intensamente nos anos 1800, e que desde então não houve outras coletas, suspeita-se que C. meridionalis esteja extinta.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20meridionalis	Mata Atlântica
1556	CHRYSOBALANACEAE	Couepia monteclarensis	Prance	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"C. monteclarensis é uma arbórea com distribuição entre os Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Provavelmente também ocorre no Estado de São Paulo, visto que a margem de distribuição esta na divisa deste Estado com o Rio de Janeiro, na densa formação florestal da Serra do Mar. Possui EOO estimada cerca de 188.000 km², colocando a espécie na categoria ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20monteclarensis	Mata Atlântica
1557	CHRYSOBALANACEAE	Couepia schottii	Fritsch	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Couepia schottii é uma espécie arbórea intolerante ao sombreamento. Ocorre em vegetação de Restinga, desde o Estado da Bahia até o Rio de Janeiro. A Restinga é uma fitofisionomia bastante frágil. Raramente há arbóreas de grande porte como C. schottii. A vulnerabilidade da Restinga é aumentada pela intensa atividade agrícola e especulação imobiliária na costa brasileira, o que vêm reduzindo os remanescentes florestais a pequenos fragmentos. Parte dos registros botânicos está em área protegida (SNUC), mas o restante é ameaçado pela perda da qualidade do hábitat. O somatório dos registros perfazem AOO de 76 km².	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20schottii	Mata Atlântica
1558	CHRYSOBALANACEAE	Exellodendron gardneri	(Hook.f.) Prance	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	E. gardneri é um arbusto terrestre com ampla distribuição pelo Cerrado brasileiro e parte dos biomas Caatinga e Amazônia. Ocorre em formações vegetais de campo e floresta arbustiva e arbórea, os quais são representados amplamente pelos biomas citados, garantindo EOO bastante superior a 20.000 km².	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Exellodendron%20gardneri	Amazônia, Caatinga, Cerrado
1559	CHRYSOBALANACEAE	Exellodendron gracile	(Kuhlm.) Prance	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Exellodendron gracile é endêmica do Estado do Espírito Santo, com distribuição restrita às margens do Rio Doce. Os registros botânicos indicam a ocorrência da espécie somente em área protegida (SNUC), porém cercada por intensa atividade antrópica e pela presença de espécies invasoras, fatores que diminuem a qualidade do hábitat e configuram menos de cinco situações de ameaça.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Exellodendron%20gracile	Mata Atlântica
1560	CHRYSOBALANACEAE	Hirtella insignis	Briq. ex Prance	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Hirtella insignis ocorre nos remanescentes florestais do litoral brasileiro, locais com histórico de ocupação humana e intensa atividade agrícola de monoculturas. A AOO foi estimada em 72 km². Parte das coletas foi realizada fora de unidades de conservação. Assim, o cenário da espécie configura mais de 50% da população em hábitats severamente fragmentados, com redução das subpopulações, declínio da EOO, AOO e da qualidade do hábitat.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20insignis	Mata Atlântica
1561	CHRYSOBALANACEAE	Hirtella parviunguis	Prance	CR	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Hirtella parviunguis é uma espécie arbórea endêmica do Estado do Espírito Santo. Foi coletada em localidade inserida no sistema de plantio agroflorestal tipo cabruca, que suprime parte dos extratos médio e superior de formações florestais. A estimativa da AOO é inferior a 10 km², e permite identificar apenas uma situação de ameaça. Embora o sistema tipo cabruca cause menos impacto que outros sistemas, há um estudo que mostra que, nas áreas assim cultivadas houve declínio da riqueza de espécies, diminuindo a qualidade do hábitat. Considerando a existência de um único registro (material-tipo de 1971), possivelmente H. parviunguis já está extinta.	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20parviunguis	Mata Atlântica
1562	CHRYSOBALANACEAE	Hirtella racemosa	Lam.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição pelos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Existem diversos registros botânicos aceitos que estimam EOO bastante superior a 20.000 km².	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20racemosa	Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado
1563	CHRYSOBALANACEAE	Hirtella santosii	Prance	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Hirtella santosii é endêmica do Brasil e provavelmente restrita ao Estado da Bahia. As subpopulações ocorrem em baixa densidade e têm EOO de aproximadamente 1.200 km² e AOO de 16 km², categorizando a espécie como ""Em perigo"" (EN). Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça em locais com perda de hábitat pelas atividades humanas de corte raso e agropecuária. Embora parte dos registros tenha sido feita em áreas protegidas (SNUC), as partes intactas estão restritas às encostas íngremes ou áreas de alta declividade do terreno, de modo que as subpopulações no entorno permanecem ameaçadas, com contínuo declínio da AOO, EOO e qualidade do hábitat."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20santosii	Mata Atlântica
1564	CHRYSOBALANACEAE	Licania anneae	Prance	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. anneae tem apenas um registro botânico de 1977 (material tipo), o qual não apresenta dados populacionais e ecológicos suficientes para avaliar o risco de extinção.	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20anneae	Amazônia
1565	CHRYSOBALANACEAE	Licania aracaensis	Prance	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. aracaensis ocorre nas montanhas areníticas da Região amazônica, acima de 1000 m. Foram encontrados cinco registros desde 1975 que mostram razoável conhecimento ecológico sobre a espécie. Considerando que, os registros são em locais com difícil acesso, ao Norte do Rio Negro são encontradas diversas formações vegetais sob montanhas areníticas pertencentes ao escudo guianense, e não há ameaças para a localidade, é possível inferir a ocorrência da espécie em outras localidades ainda não estudadas e, por tanto, L. aracaensis não está ameaçado de extinção.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20aracaensis	Amazônia
1566	CHRYSOBALANACEAE	Licania arianeae	Prance	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Licania arianeae ocorre nas Matas de Tabuleiro e Restinga ao longo da costa dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tais formações vegetais apresentam um histórico de ocupação humana e uso do solo destinado à agricultura que reduziu bastante os tipos florestais que a espécie pode ocupar. Parte das coletas foi feita em remanescentes protegidos pela Reserva Natural Companhia Vale do Rio Doce, que, unida à Reserva Biológica de Sooretama forma um grande fragmento de Mata Atlântica contínuo. O somatório das subpopulações conhecidas totaliza 24 km² de AOO, colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça. Considerando que as ameaças identificadas reduziram a EOO, AOO e qualidade do hábitat, é possível inferir que houve redução do número de subpopulações, principalmente nas áreas não protegidas."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20arianeae	Mata Atlântica
1567	CHRYSOBALANACEAE	Licania belemii	Prance	EN	B2b(ii,iv,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Licania belemii ocorre na Bahia e no Espírito Santo, dois Estados do litoral brasileiro que passaram por ciclos econômicos de monocultura (principalmente o café e cacau) e hoje estão em plena expansão urbana. Assim, parte das subpopulações encontradas estão restritas aos fragmentos florestais costeiros, como a Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra Bonita e Reserva Florestal Companhia Vale do Rio Doce. A espécie ocorre em baixa densidade e apresenta AOO estimada em 40 km², colocando-a na categoria ""Em perigo"" (EN). A probabilidade de extinção é aumentada devido ao potencial uso da madeira para a construção civil, submetendo as subpopulações ao declínio dos indivíduos maduros."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20belemii	Mata Atlântica
1568	CHRYSOBALANACEAE	Licania bellingtonii	Prance	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. bellingtonii é uma arbórea conhecida para a Região Amazônica (Rondônia e Amazonas). Além de haver poucos dados biológicos, as informações disponíveis não apresentam dados populacionais e ecológicos suficientes para avaliar o risco de extinção.	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20bellingtonii	Amazônia
1569	CHRYSOBALANACEAE	Licania conferruminata	Prance	CR	B2ab(i,ii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Licania conferruminata tem apenas uma coleta datada de 1987. A espécie apresenta AOO menor que 10 km², categorizando-a como ""Criticamente em perigo"" (CR). No município de Ji-paraná, no Estado de Rondônia, a localidade da coleta botânica, foi estimada uma taxa de desmatamento de aproximadamente 34%, causada principalmente pelo modelo de uso da terra que inclui o corte e a queima das florestas para extração de madeira, lavoura de subsistência, pecuária extensiva e outras atividades. Assim, foi identificada uma situação de ameaça, que causa contínuo declínio da EOO, AOO e consequente redução das subpopulações."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20conferruminata	Amazônia
1570	CHRYSOBALANACEAE	Licania gardneri	(Hook.f.) Fritsch	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição pelos biomas Amazônia e Cerrado. Existem diversos registros botânicos aceitos que estimam EOO bastante superior a 20.000 km².	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20gardneri	Amazônia, Cerrado
1571	CHRYSOBALANACEAE	Licania indurata	Pilg.	EN	B2ab(i,ii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A espécie tem distribuição disjunta entre as montanhas da Serra do Mar e a várzea do Estado de Mato Grosso. Ambos os locais estão intensamente ameaçados pela atividade agropecuária, sendo que, ao sudeste, acrescenta-se a expansão da área urbana. Somados, os registros da espécie perfazem AOO	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20indurata	Mata Atlântica
1572	CHRYSOBALANACEAE	Parinari brasiliensis	(Schott) Hook.f.	EN	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Parinari brasiliensis está ameaçada pela poluição advinda de centros urbanos, no Estado do Rio de Janeiro, pela perda de hábitat por atividade agrícola, em São Paulo, e mineradora, em Minas Gerais. A espécie tem AOO estimada em 16 km², sendo avaliada como ""Em perigo"" (EN). Os registros mostram quatro situações de ameaça em locais com contínuo declínio da AOO, EOO e qualidade do hábitat."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parinari%20brasiliensis	Mata Atlântica
1573	CISTACEAE	Helianthemum brasiliense	(Lam.) Pers.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Helianthemun brasiliense tem AOO menor que 500 km² e suas subpopulações foram encontradas em menos de cinco situações de ameaça. A espécie ocorre em hábitats campestres e em elevada altitude, sendo ameaçada pela incidência de atividades agropastoris, invasão de espécies exóticas e potencial extrativismo.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helianthemum%20brasiliense	Mata Atlântica
1574	CLETHRACEAE	Clethra scabra	Pers.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"C. scabra é amplamente distribuída desde o Sul até o Nordeste do Brasil, sendo extremamente bem representada em coleções. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clethra%20scabra	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1575	CLETHRACEAE	Clethra uleana	Sleumer	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"C. uleana se distribui amplamente pela região Sul do Brasil. A espécie apresenta EOO de 45.264 Km², e algumas subpopulações estão contempladas por unidades de conservação (SNUC), como Parque Nacional de Aparada da Serra, Parque Nacional São Joaquim e RPPN Prima Luna. Exitem vários registros botânicos recentes para a espécie apontando estabilidade populacional. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clethra%20uleana	Mata Atlântica
1576	CLUSIACEAE	Clusia aemygdioi	Gomes da Silva & B.Weinberg	EN	B1ab(iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Clusia aemygdioi é uma árvore restrita ao Estado do Espírito Santo, ocorrendo em formação florestal úmida de solo argiloso. A EOO estimada foi inferior a 5.000 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). Devido aos ciclos econômicos de monoculturas e à expansão da ocupação humana, o Espírito Santo perdeu quase 90% dos remanescentes de floresta primária de Mata Atlântica, sendo possível identificar uma situação de ameaça ao norte da EOO, uma na região da Estação Biológica de Santa Lúcia e duas ao sul. As ameaças persistem até os dias de hoje, sendo possível inferir que as mesmas reduzem a AOO, a EOO e o número de subpopulações, enquanto que a presença de espécies invasoras causa o declínio da qualidade do hábitat."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20aemygdioi	Mata Atlântica
1577	CLUSIACEAE	Clusia criuva	Cambess.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. criuva é uma arbórea com distribuição ampla pelo bioma Mata Atlântica. Possui EOO bastante superior à 20.000 km², é encontrada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral e há coletas botânicas recentes, sendo por tanto considerada fora de risco de extinção.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20criuva	Mata Atlântica
1578	CLUSIACEAE	Clusia organensis	Planch. & Triana	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. organensis é uma arbórea do Sudeste brasileiro. Possui EOO superior a 20.000 km². Embora seja endêmica do Brasil e ocorra em locais densamente povoados, a espécie está presente em áreas sob proteção integral, sendo por tanto considerada sem risco de extinção.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20organensis	Mata Atlântica
1579	CLUSIACEAE	Kielmeyera occhioniana	Saddi	EN	A2c	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Kielmeyera occhioniana é uma espécie arbórea endêmica da mata de tabuleiro do Estado do Espírito Santo. As formações florestais em que ocorre têm um histórico de ocupação humana e uso do solo para a agricultura que reduziu os remanescentes de Mata Atlântica a 79,8% no município de Santa Teresa, e 78,9%, em Linhares. A espécie alcança até 30 m de altura, sendo possível inferir que ocupe o dossel das florestas e, portanto, o tempo de geração seria de cerca de 20 anos. Assim, supõe-se que tenha havido uma redução populacional de K. occhioniana superior a 50% em um período de três gerações, o que a categoriza como ""Em perigo"" (EN). O desmatamento observado reduz a AOO e EOO da espécie, enquanto a ocorrência de espécies exóticas causa o declínio da qualidade do hábitat, mesmo dentro de unidade de conservação (SNUC)."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20occhioniana	Mata Atlântica
1580	CLUSIACEAE	Kielmeyera rufotomentosa	Saddi	CR	B2ab(iii,iv),D	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Kielmeyera rufotomentosa é um arbusto que ocorre na floresta costeira do Estado do Espírito Santo. As áreas florestais de Colatina (ES) deram lugar às atividades agriculturais e à ocupação humana, que reduziram os remanescentes de Mata Atlântica a 6,2%. A AOO estimada foi menor que 10 km², levando K. rufotomentosa à categoria ""Criticamente em perigo"" (CR). A população encontra-se severamente fragmentada devido às ameaças incidentes no local, as quais causam o declínio da EOO, AOO, qualidade do hábitat e do número de subpopulações. Considerando que a espécie é rara, tem distribuição restrita à região costeira do Estado do Espírito Santo e é conhecida por uma subpopulação, é possível inferir que esteja representada por menos de 50 indivíduos maduros. Ademais, o material-tipo é o único registro botânico coletado em 1984, de forma que, possivelmente, a espécie está extinta na natureza."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20rufotomentosa	Mata Atlântica
1581	CLUSIACEAE	Kielmeyera rupestris	Duarte	CR	B2ab(iii,iv,v),D	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Kielmeyera rupestris é um arbusto que ocorre em floresta de Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo. As áreas florestais do município de Nova Venécia (ES) foram devastadas nas últimas décadas, restando apenas aquelas nas porções baixas de montanhas, as quais perfazem 3,6% dos remanescentes. A AOO estimada foi menor que 10 km², levando K. rupestris à categoria ""Criticamente em perigo"" (CR). Devido às ameaças incidentes no local de ocorrência, a espécie encontra-se severamente fragmentada, com redução da EOO, AOO, qualidade do hábitat, do número de subpopulações e de indivíduos maduros. Considerando que a espécie é rara, tem distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo e que foi encontrada apenas uma subpopulação, é possível inferir que esteja representada por menos de 50 indivíduos maduros. Ademais, o material-tipo é a única coleta botânica da espécie feita em 1965, de forma que, possivelmente, a espécie está extinta na natureza."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20rupestris	Mata Atlântica
1582	CLUSIACEAE	Kielmeyera sigillata	Saddi	CR	B2b(iii,iv,v),D	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Kielmeyera sigillata é um arbusto que ocorre em floresta costeira do Estado do Espírito Santo. As áreas florestais de Colatina deram lugar às atividades agriculturais e à ocupação urbana, que reduziram os remanescentes a 6,2%. A AOO estimada foi menor que 10 km², categorizando K. sigillata como ""Criticamente em perigo"" (CR). Devido às ameaças incidentes no local de ocorrência, suas subpopulações encontram-se severamente fragmentadas, com redução da EOO, da AOO, da qualidade do hábitat, do número de subpopulações e do número de indivíduos maduros. Considerando que a espécie é rara, tem distribuição restrita à região costeira do Estado do Espírito Santo e que foi encontrada apenas uma subpopulação, é possível inferir que esteja representada por menos de 50 indivíduos. Ademais, o material-tipo é a única coleta botânica da espécie feita em 1966, de forma que, possivelmente, a espécie está extinta na natureza."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20sigillata	Mata Atlântica
1583	COMBRETACEAE	Buchenavia hoehneana	N.F.Mattos	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, porém representada por registros bastante esparsos. Ocorre em algumas localidades bastante afetadas pela ação humana, podendo, portanto, vir a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20hoehneana	Mata Atlântica
1584	COMBRETACEAE	Buchenavia iguaratensis	N.F.Mattos	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Buchenavia iguaratensis é considerada sinônimo de B. kleinii, espécie de distribuição relativamente ampla na Mata Atlântica e avaliada como sendo ""Menos preocupante"" (LC)."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20iguaratensis	Mata Atlântica
1585	COMBRETACEAE	Buchenavia kleinii	Exell	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma distribuição relativamente ampla, e habita diversas formações florestais na Mata Atlântica, inclusive um dos maiores remanescentes de floresta contínua. Além disso, de acordo com literatura disponível, é comum nas áreas em que ocorre.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20kleinii	Mata Atlântica
1586	COMBRETACEAE	Buchenavia pabstii	Marquete & C.Valente	VU	B1ab(i,iii),D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie tem EOO de 19.325 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. A presença de extensas áreas de cabruca (cultivo de cacau em sub-bosque de mata nativa) na sua região de ocorrência indica um declínio contínuo na AOO, na EOO, e qualidade do hábitat.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20pabstii	Mata Atlântica
1587	COMBRETACEAE	Buchenavia rabelloana	N.F.Mattos	VU	B1ab(iii),D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie tem EOO de 7.065 km2, e está sujeita a apenas três situações de ameaça. Além disso, extensas áreas dentro da sua região de ocorrência no Estado do Espírito Santo são utilizadas para o plantio de cacau em sub-bosque de mata nativa, indicando um declínio na qualidade do hábitat e também uma ameaça em potencial.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20rabelloana	Mata Atlântica
1588	COMBRETACEAE	Combretum rupicola	Ridl.	CR	B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i),D	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A floresta que cobria a maior parte do Arquipélago de Fernando de Noronha foi desmatada no século XIX, causando um declínio drástico na extensão e qualidade do hábitat que persiste até os dias de hoje. Assim, todo o Arquipélago constitui uma única situação de ameaça. Atualmente, a vegetação é composta predominantemente por espécies ruderais amplamente distribuídas nas regiões tropicais, com um grande potencial para excluir competitivamente as espécies endêmicas. Segundo os registros de herbário, há no Arquipélago apenas dois indivíduos maduros de C. rupicola, que é uma espécie dióica, uma vez que todas as coletas realizadas no Morro do Francês provém do mesmo indivíduo. Suspeita-se que ela não sobreviverá na natureza. Portanto, ações de conservação ex situ como o cultivo em jardins botânicos e a coleta de material genético para conservação em banco de DNA devem ser urgentemente realizadas.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Combretum%20rupicola	Mata Atlântica
1589	COMBRETACEAE	Terminalia acuminata	(Allemão) Eichler	EN	B1ab(iii,v),C2a(i)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Terminalia acuminata apresenta EOO de 698,76 km² e, segundo as informações disponíveis, ocorre em duas situações de ameaça: os municípios do Rio de Janeiro e Paty do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro. O município de Paty do Alferes encontra-se severamente desmatado, com mais de 90% da cobertura original da Mata Atlântica destruídos. Da mesma forma, a Mata Atlântica do Rio Janeiro foi historicamente afetada por diversas atividades humanas, e atualmente sofre com a expansão urbana e especulação imobiliária, o que aponta para um declínio contínuo na extensão e qualidade do hábitat. A espécie sofreu com a exploração madeireira no passado, o que, junto ao severo desmatamento e impacto humano ocorrido nas localidades onde T. acuminata foi registrada, indica um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. Também se suspeita que, devido aos fatores citados anteriormente, o número de indivíduos da espécie seja inferior a 2.500, e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas, com menos de 250 indivíduos cada, e estejam isoladas umas das outras, restringindo o fluxo gênico entre as mesmas. A espécie não é coletada na natureza desde 1942, o que permite suspeitar que esteja possivelmente extinta. A existência da espécie no campo deve ser verificada, buscando-se identificar indivíduos nas áreas em que foi coletada no passado.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20acuminata	Mata Atlântica
1590	COMBRETACEAE	Terminalia argentea	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Terminalia argentea é amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo tanto na Mata Atlântica quanto no Cerrado e na Caatinga, em diversas Fitofisionomias.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20argentea	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1591	COMBRETACEAE	Terminalia januariensis	DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta EOO de 226.540 km², e é considerada abundante ao longo da suadistribuição devido ao grande número de registros de herbário. Apesar deocorrer em algumas áreas altamente desmatadas, como a zona da mata de MinasGerais, a espécie apresenta diversos registros ao longo da região serrana doEstado do Rio de Janeiro, que constitui um dos maiores remanescentes contínuosda Mata Atlântica.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20januariensis	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
1592	COMBRETACEAE	Terminalia kuhlmannii	Alwan & Stace	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie é endêmica da região compreendida entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia e apresenta EOO de 40.846 km². Na região, o sistema de cabruca (cultivo de cacau em sub-bosque de mata nativa) ocupa extensas áreas originalmente cobertas por Mata Atlântica. Entretanto, a espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC), incluindo a Reserva Florestal da Vale, o maior remanescente de floresta contínua do norte do Espírito Santo.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20kuhlmannii	Mata Atlântica
1593	COMBRETACEAE	Terminalia reitzii	Exell	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Terminalia reitzii é considerada uma espécie duvidosa e apresenta uma EOO de 1.912,79 km², ocorrendo em apenas quatro localidades. Ao menos uma das regiões de ocorrência da espécie, no município de Londrina, encontra-se altamente desmatada. Mesmo assim não há informações suficientes para categorizar o risco de extinção da espécie, um vez que não há dados de ameaça direta ou uso.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20reitzii	Mata Atlântica
1594	COMMELINACEAE	Callisia monandra	(Sw.) Schult.f.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. monandra é uma herbácea com distribuição nos campos e florestas pluviais da Mata Atlântica e Caatinga. A estimativa de EOO está sub estimada, visto que a espécie também ocorre no Sul do Brasil, onde não há registros botânicos disponíveis. A espécie não é endêmica do Brasil. Assim, o EOO é superior a 20.000 km², de modo que não está em risco de extinção.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Callisia%20monandra	Caatinga, Mata Atlântica
1595	COMMELINACEAE	Dichorisandra acaulis	Cogn.	EN	B1ab(i,ii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dichorisandra acaulis é uma erva com distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo. A EOO estimada é inferior a 5.000 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). As Matas de Tabuleiros foram historicamente desmatadas devido à expansão da ocupação urbana e à mudança do uso do solo destinado à agricultura, o que reduziu a EOO da espécie. Assim, supõe-se que as ameaças tornaram a população severamente fragmentada, com as subpopulações isoladas em áreas legalmente protegidas (SNUC). Devido ao seu potencial ornamental, a AOO e o número de indivíduos adultos também podem estar em declínio."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20acaulis	Mata Atlântica
1596	COMMELINACEAE	Dichorisandra glaziovii	Taub.	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Dichorisandra glaziovii é uma espécie herbácea com distribuição restrita aos campos rupestres da Serra do Espinhaço (MG) e da região da Chapada da Diamantina (BA), locais ameaçados por perda de hábitat. As subpopulações conhecidas no município Grão Mogol sofrem pressão principalmente pela atividade mineradora, que causa declínio de localidade. Já as subpopulações da Chapada da Diamantina estão em risco por diversos fatores, tais como a atividade agropecuária, o fogo, o turismo e a invasão de espécies exóticas. Similarmente, o município de Salinas apresenta desmatamento devido à atividade agropecuária que é a base econômica da região. Assim, são identificadas três situações de ameaça que podem tornar a espécie criticamente em perigo de extinção ou extinta em futuro próximo.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20glaziovii	Caatinga, Mata Atlântica
1597	COMMELINACEAE	Dichorisandra leucophthalmos	Hook.	VU	A4c,B1ab(iii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dichorisandra leucophthalmos é uma espécie herbácea terrícola que ocupa o sub-bosque das Florestas Úmidas do sul da Bahia. Na área de ocorrência, é comum o uso do sistema agrícola de cabruca, que elimina a vegetação de sub-bosque para o plantio do cacau, um método que atinge exatamente o extrato ocupado pela espécie. O uso do sistema de cultivo cabruca diminuiu nos últimos anos, ao passo que a atividade pecuária aumentou, e há perspectiva de crescimento, tendo em vista as boas condições ambientais para essa prática. Foi estimada uma EOO inferior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria ""Vulnerável"" (VU). As subpopulações conhecidas indicam menos de 10 situações de ameaças, que, pelo exposto acima, reduzem a EOO, AOO, qualidade do hábitat e o número de indivíduos maduros. Ademais, as ameaças tornam possível inferir que houve uma redução populacional no passado e projetar uma diminuição da população num futuro imediato. Considerando que a espécie é uma erva de sub-bosque e rizomatosa, suspeita-se que apresente crescimento lento e tempo de geração de cerca de cinco anos, de modo que as ameaças podem reduzir o tamanho populacional em pelo menos 30% no período de três gerações."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20leucophthalmos	Mata Atlântica
1598	COMMELINACEAE	Dichorisandra neglecta	Brade	CR	B2ab(iii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dichorisandra neglecta é uma espécie herbácea rara e restrita ao Estado do Espírito Santo. A única coleta botânica conhecida é o material-tipo, um indivíduo de 1 m de altura, localizado em Mata Úmida dentro de uma fazenda particular. Assim, a AOO estimada é inferior a 10 km², colocando a espécie na categoria ""Criticamente em perigo"" (CR). O município de ocorrência, em 2010, contabiliza apenas 10,8% dos remanescentes de Mata Atlântica, um resultado proveniente dos diversos ciclos econômicos de monoculturas como a cana-de-açúcar, mandioca, banana e café, que desmataram as áreas florestais. O crescimento populacional também é responsável pela perda de biodiversidade, uma vez que o senso demográfico apontava aproximadamente 143.000 habitantes em 1991, e 195.000 em 2007. Foi localizada apenas uma subpopulação, que, em vista do que foi exposto, submete a população de D. neglecta ao declínio da EOO, AOO, da qualidade do hábitat e do número de indivíduos adultos. Ademais, considerando que o material-tipo foi coletado em 1949, é possível suspeitar que a espécie esteja extinta."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20neglecta	Mata Atlântica
1599	COMMELINACEAE	Dichorisandra perforans	C.B.Clarke	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. perforans é uma herbácea comdistribuição no Cerrado e Caatinga das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.Endêmica do Brasil, a espécie ocorre em vegetação sobre afloramento rochoso e apresentaEOO superior a 20.000 km², categorizando-a sem risco deextinção.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20perforans	Caatinga, Cerrado
1600	COMMELINACEAE	Siderasis fuscata	(Lodd.) H.E.Moore	EN	B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Siderasis fuscata é uma espécie herbácea endêmica do Brasil. Ocorre nos sub-bosques das Florestas Litorâneas do Estado do Rio de Janeiro, na faixa altitudinal sub-montana, indicando alta especificidade de hábitat. A EOO estimada é inferior a 5.000 km² e a AOO é menor que 500 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). As subpopulações conhecidas estão localizadas em florestas de região metropolitana, nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói, que tiveram 82,4% e 77,3% de área desmatada, limitando a população a localidades severamente fragmentadas. Embora as localidades conhecidas estejam inseridas em áreas de proteção integral (SNUC), o fácil acesso humano e outros fatores advindos da expansão urbana são ameaças que resultam no declínio da qualidade do hábitat da espécie. O potencial ornamental de S. fuscata torna o extrativismo uma ameaça que causa o declínio da AOO e do número de indivíduos maduros. Ademais, o registro botânico mais recente foi coletado em 1982, de modo que se fazem necessárias maiores investigações sobre a atual distribuição da espécie."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siderasis%20fuscata	Mata Atlântica
1601	COMMELINACEAE	Tinantia erecta	(Jacq.) Schltdl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	T. erecta é uma herbácea com distribuição pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, bem como em outros países. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tinantia%20erecta	Cerrado, Mata Atlântica
1602	CONNARACEAE	Connarus rostratus	(Vell.) L.B.Sm.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Connarus rostratus é uma árvore de pequeno porte, ocorre nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, em formações florestas úmidas da Mata Atlântica. Observando que os registros botânicos são recentes, é possível inferir que as novas investigações científicas vêm encontrando novas subpopulações. A EOO estimada foi superior a 20.000 km², categorizando a espécie sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Connarus%20rostratus	Mata Atlântica
1603	CONNARACEAE	Rourea cnestidifolia	G.Schellenb.	EN	B2ab(iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Rourea cnestidifolia é um arbusto de ocorrência nas Florestas Úmidas do Estado de Minas Gerais e nas Restingas do Estado do Espírito Santo. As subpopulações conhecidas foram estimadas com AOO menor que 500 km², sendo a espécie categorizada como ""Em perigo"" (EN). Conhecida por meio de poucas coletas antigas, as descrições de hábito e hábitat estão defasadas e provenientes apenas das exsicatas do Espírito Santo. Devido à ausência de coleta nos últimos 30 anos, a espécie foi considerada provavelmente extinta em Minas Gerais. No Espírito Santo foram identificadas subpopulações isoladas em fragmentos de Mata Atlântica, configurando duas situações de ameaças, uma em Colatina, município com cerca de 10.000 km² (6,2%) de remanescentes e outra nos fragmentos entre Linhares e Conceição da Barra, com cerca de 75.000 km² (21%) e 11.000 km² (9,2%) de remanescentes, respectivamente. Assim, são conhecidas menos de cinco situações de ameaça que causam o declínio da EOO, AOO e qualidade do hábitat. Se a subpopulação de Minas Gerais está extinta, a espécie apresenta declínio de subpopulações."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20cnestidifolia	Mata Atlântica
1604	CONNARACEAE	Rourea gracilis	G.Schellenb.	NT	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Rourea gracilis é uma liana com distribuição nas florestas úmidas e restingas do Sul da Mata Atlântica. Considerada uma planta rara. Com o tamanho populacional pequeno e em declínio, a espécie obteve EOO estimada de 28.371,42 km², sendo categorizada como ""Quase Ameaçada"" (NT)."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20gracilis	Mata Atlântica
1605	CONNARACEAE	Rourea psammophila	Forero	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Rourea psammophila é um arbusto com distribuição pelas florestas arbustivas do Cerrado brasileiro e Leste da região Amazônica. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20psammophila	Amazônia, Cerrado
1606	CONNARACEAE	Rourea pseudospadicea	G.Schellenb.	EN	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Rourea pseudospadicea é um arbusto com população restrita ao Estado de São Paulo, às florestas úmidas do planalto paulista. A espécie tem população pequena, de forma que a estimativa da AOO é de 12 km², tendo sido avaliada como ""Em perigo"" (EN). As três subpopulações conhecidas estão fortemente ameaçadas pela perda de hábitat decorrente da atividade agropecuária e expansão urbana, que tornam a população severamente fragmentada por redução da EOO, AOO e qualidade do hábitat."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20pseudospadicea	Mata Atlântica
1607	CONVOLVULACEAE	Aniseia martinicensis var. ambigua	Hallier f.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Embora a espécie apresente ampla distribuição e ocorra em diferentes fitofisionomias as informações disponíveis são inadequadas para uma correta avaliação do risco de extinção desta espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniseia%20martinicensis%20var.%20ambigua	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1608	CONVOLVULACEAE	Bonamia burchellii	(Choisy) Hallier f.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, dispersa por diferentes fitofisionomias e com número significativo de registros o que categoriza a espécie em situação menos preocupante quanto a avaliação de risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bonamia%20burchellii	Mata Atlântica, Cerrado
1609	CONVOLVULACEAE	Convolvulus hasslerianus	(Chodat) O Donell	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição geográfica mediana porém maiores informações são necessárias para uma adequada avaliação do risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Convolvulus%20hasslerianus	Mata Atlântica
1610	CONVOLVULACEAE	Cuscuta obtusiflora	Kunth	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Cuscuta obtusiflora é uma planta holoparasita muito rara, que no Brasil ocorre do Mato Grosso ao Rio Grande do Sul. Fora do território brasileiro, a espécie ocorre desde o Uruguai até a Colômbia. O banco de dados CNCFlora inclui apenas quatro registros, sendo que um deles apresenta localização incerta no Estado de São Paulo. Suspeita-se que C. obsusiflora seja mais frequente do que é sugerido pelos registros de herbário, e que o pequeno número de coletas se deva a um baixo esforço amostral. De qualquer forma, devido à sua raridade, a espécie pode ser considerada ""Quase Ameaçada"" (NT) devido à perda contínua de habitat com que vem sofrendo."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuscuta%20obtusiflora	Cerrado, Mata Atlântica
1611	CONVOLVULACEAE	Evolvulus aurigenius	Mart.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição geográfica mediana e com razoável número de registros de ocorrência. A espécie também é encontrada em três unidades de conservação (SNUC). Estas características conferem a espécie um caráter menos preocupante quanto a avaliação de risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20aurigenius	Cerrado, Mata Atlântica
1612	CONVOLVULACEAE	Evolvulus barbatus	Meisn.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	O conjunto de dados apresentado não se mostra adequado para a avaliação de risco de extinção desta espécie. Não existe coerência entre os dados espaciais - unidades da federação versus registros de ocorrência.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20barbatus	Cerrado, Mata Atlântica
1613	CONVOLVULACEAE	Evolvulus chrysotrichos	Meisn.	EN	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita e contabiliza apenas dois registros de ocorrência, ambos realizados há mais de 100 anos. As possibilidades de encontrar esta espécie na natureza são maiores na localidade-tipo, considerando que, na região da Serra do Caraça, no Estado de Minas Gerais, as transformações nas paisagens naturais foram e são bem menores do que na área do município de São José dos Campos, em São Paulo. A expansão demográfica e industrial é um fator modificador dos ambientes naturais nessa extensão de São Paulo e causa o declínio na qualidade e extensão do hábitat apropriado para a espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20chrysotrichos	Cerrado, Mata Atlântica
1614	CONVOLVULACEAE	Evolvulus cressoides	Mart.	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição mediana e com registros de coleta para apenas oito localidades. Entre estas somente uma área representa uma Reserva Particular, portanto resguardando áreas naturais. As demais localidades se situam em área de Cerrado, um Bioma que sofre uma perda anual de 2,2 milhões de hectares de vegetação nativa, principalmente devido à expansão de plantações de soja. Assim como em área de expansão de cidades. Desse modo estes fatores representam risco potencial, em futuro próximo, para a permanência de subpopulações da espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20cressoides	Cerrado, Mata Atlântica
1615	CONVOLVULACEAE	Evolvulus ericifolius	Mart. ex Schrank	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie de ampla distribuição ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Embora a espécie não tenha um grande número de registros dispersos em sua região de ocorrência, ela está presente em duas unidades de conservação (SNUC) e outras regiões ainda apresentam condições ambientais para a ocorrência e  manutenção de populações da espécie. Portanto atualmente a situação desta espécie é considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20ericifolius	Mata Atlântica, Cerrado
1616	CONVOLVULACEAE	Evolvulus filipes	Mart.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e grande número de registros dispersos pela região de ocorrência da espécie. Em algumas regiões unidades de conservação (SNUC) auxiliam a preservação desta espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20filipes	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1617	CONVOLVULACEAE	Evolvulus fuscus	Meisn.	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	A espécie apresenta uma distribuição geográfica mediana, porém com apenas seis registros de ocorrência. Atualmente todas as áreas apresentam severa desfiguração da paisagem original, seja pela ação do fogo, expansão de atividade agrícola ou crescimento de cidades. Estas condições podem significar em futuro próximo a qualificação desta espécie em uma categoria de ameaça.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20fuscus	Cerrado, Mata Atlântica
1618	CONVOLVULACEAE	Evolvulus glaziovii	Dammer	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Evolvulus glaziovii é uma espécie com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço. A EOO é de 6703,97 km². Sujeita a quatro situações de ameaça, E. glaziovii vêm sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat devido a uma série de fatores, entre os quais destacam-se a expansão urbana, mineração e ocorrência de incêndios.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20glaziovii	Cerrado
1619	CONVOLVULACEAE	Evolvulus kramerioides	Mart.	VU	B1ab(iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Espécie de distribuição geográfica restrita (EOO=8.851,48 km²). É endêmica do Estado de Minas Gerais e tem apenas cinco registros de ocorrência. Destes, quatro foram realizados há mais de 65 anos, e o mais recente tem mais de 30 anos. Embora dois registros apontem alta frequência de ocorrência para a espécie, a paisagem das regiões onde vivem suas subpopulações vem sofrendo transformações em decorrência de atividades de mineração, invasão por espécies exóticas, incêndios e expansão urbana. Esse conjunto de ações causa um declínio contínuo na qualidade do hábitat, EOO e AOO para subpopulações desta espécie. Assim, E. kramerioides é classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20kramerioides	Cerrado
1620	CONVOLVULACEAE	Evolvulus rariflorus	(Meisn.) Ooststr.	VU	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie de distribuição restrita é endêmica do Estado de Goiás. Tem apenas sete registros de ocorrência, todos realizados há mais de 20 anos. A expansão urbana e agrícola é a principal ameaça à espécie, significando redução de subpopulações e nas condições e extensão do seu hábitat natural. Assim, E. rariflorus é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20rariflorus	Cerrado
1621	CONVOLVULACEAE	Evolvulus riedelii	Meisn.	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	Evolvulus riedelii é uma espécie de Cerrado conhecida por um baixo número de registros de herbário. A AOO é de 20 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. E. riedelli não é coletada há quase 25 anos e, aparentemente, não ocorre em unidades de conservação (SNUC). A espécie vem sofrendo um rápido declínio na qualidade e extensão do seu hábitat devido à expansão de atividades agropecuárias, notadamente monoculturas da soja. Suspeita-se que a acelerada perda e degradação das formações campestres onde ocorre esteja levando a um acentuado declínio no número de indivíduos da população, assim como no número de subpopulações e AOO.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20riedelii	Cerrado
1622	CONVOLVULACEAE	Evolvulus stellariifolius	Ooststr.	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Evolvulus stellariifolius é uma espécie rara, ocorrente em formações campestres do Cerrado. Sua AOO é de 20 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. E. stellariifolius vem sofrendo uma acelerada perda e degradação do seu hábitat, devido principalmente à expansão de atividades agropecuárias. Suspeita-se que o declínio contínuo na qualidade e extensão dos campos que habita esteja acarretando uma redução no número de indivíduos da população.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20stellariifolius	Mata Atlântica
1623	CONVOLVULACEAE	Ipomoea acutisepala	O Donell	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla e frequente ao longo da sua ocorrência. Está representada em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20acutisepala	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
1624	CONVOLVULACEAE	Ipomoea argentea	Meisn.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Embora a espécie tenha ampla distribuição geográfica e um número significativo de registros de ocorrência a maioria destes registros foram efetuados a mais de 50 anos. Esta característica, aliada as localidades onde estas foram realizadas, representa risco potencial para muitas populações. Estas regiões sofreram e vêm sofrendo grandes transformações na paisagem em consequência, principalmente, da expansão urbana e agrícola.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20argentea	Cerrado
1625	CONVOLVULACEAE	Ipomoea campestris	Meisn.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica e presente em seis unidades de conservação (SNUC). Apenas no Distrito Federal a espécie parece estar em melhores condições, considerando sua presença em quatro unidades de conservação. Nos demais Estados o baixo número de registros, no máximo quatro registros para Minas Gerais, a data e localidades dos registros são fatores de risco para subpopulações da espécie. Nessas regiões a vegetação nativa vem sendo substituída pela expansão de cidades e atividades agrícolas.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20campestris	Cerrado
1626	CONVOLVULACEAE	Ipomoea carajasensis	D.F.Austin	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita tem AOO de 12 km² e apenas três registros de coletas. Foi registrada em duas regiões dos Campos Rupestres da Serra dos Carajás (PA), cuja vegetação nativa vem sendo destruída de forma irreversível pela mineração. E o terceiro registro foi realizado na década de 80, nas proximidades de Tocantinópolis (TO) onde pouco resta da vegetação original nos dias atuais. Portanto, esse conjunto de fatores representa risco imediato para o futuro de subpopulações dessa espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20carajasensis	Amazônia
1627	CONVOLVULACEAE	Ipomoea cavalcantei	D.F.Austin	EN	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita é endêmica da região da Serra dos Carajás-Serra Norte, cuja vegetação nativa vem sendo sistematicamente destruída pela extração de minério de ferro. Embora haja o registro da espécie para uma unidade de conservação (SNUC), a Floresta Nacional de Carajás, onde é citada como de alta frequência, isso por si só não garante a permanência das suas subpopulações. Portanto, há um claro declínio na EOO, AOO, qualidade do hábitat e no número de subpopulações.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20cavalcantei	Amazônia
1628	CONVOLVULACEAE	Ipomoea cynanchifolia	Meisn.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espéciede ampla distribuição e com ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Porém, adegradação ambiental, em alguns de seus locais de ocorrência, sugere ainexistência atual de condições para a existência da espécie, tornando assim osdados disponíveis insuficientes para uma adequada classificação da espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20cynanchifolia	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1629	CONVOLVULACEAE	Ipomoea daturiflora	Meisn.	VU	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Ipomoea daturiflora é uma liana que habita ambientes de Floresta Ombrófila Densa. Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, porém, são registrados somente cinco locais de coleta que se concentram somente neste último. Levando em conta a possível distribuição para o Estado de Minas Gerais, suspeita-se que a espécie tenha uma EOO que não ultrapasse 20.000 km². O ambiente em que a espécie se desenvolve vem sofrendo uma intensa degradação resultante da expansão urbana, das atividades de mineração, ocorrência de queimadas, turismo desordenado e invasão por espécies exóticas, e atualmente encontra-se sob grande pressão da especulação imobiliária. Diante do exposto, I. daturiflora é uma espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20daturiflora	Mata Atlântica
1630	CONVOLVULACEAE	Ipomoea fimbriosepala	Choisy	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie  não endêmica e muito amplamente distribuída no território brasileiro. Ocorre em todas as regiões do país.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20fimbriosepala	Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal
1631	CONVOLVULACEAE	Ipomoea hirsutissima	Gardner	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição geográfica mediana, EOO de 349.168,796 km². Apesar da sua relativa extensão de distribuição, a espécie ocorre na vegetação do Cerrado, um bioma intensamente desmatado. Atualmente Grandes extensões deste bioma estão dando lugar a produção agrícola e pastagens. Soma-se a isto o fato do registro mais recente datar de mais de 30 anos. Portanto os dados atuais não são considerados suficientes para uma correta avaliação de risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20hirsutissima	Cerrado, Mata Atlântica
1632	CONVOLVULACEAE	Ipomoea macedoi	Hoehne	CR	B2ab(ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	Ipomoea macedoi é uma planta muito rara, conhecida em uma única localidade denominada Cachoeira Dourada, na divisa entre Minas Gerais e Goiás. A AOO é menor que 10 km². A espécie não é coletada desde 1961, e buscas recentes não tiveram êxito em encontrá-la. Seu hábitat vem apresentando declínio em extensão e qualidade devido à construção de grandes barragens no Rio Paranaíba, o que altera radicalmente não apenas o nível d?água, mas também o regime de cheia/vazante. Além disso, a região é marcada pela presença de extensas plantações de soja, que provavelmente vêm contribuindo para a degradação do hábitat da espécie. É possível que I. macedoi esteja extinta.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20macedoi	Cerrado
1633	CONVOLVULACEAE	Ipomoea sericophylla	Meisn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie muito amplamente distribuída no território brasileiro. Ocorre em unidade de conservação (SNUC).	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20sericophylla	Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga
1634	CONVOLVULACEAE	Ipomoea subrevoluta	Choisy	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Ipomoea subrevoluta é uma espécie que se desenvolve em ambientes de Capoeiras, campos de beiras de rios e Floresta Estacional Semidecidual. Tem somente cinco registros para os Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná e apresenta AOO restrita com 20 km². Diante do exposto, I. subrevoluta é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20subrevoluta	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
1635	CONVOLVULACEAE	Iseia luxurians	(Moric.) O Donell	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Apesar de rara, Iseia luxurians é muito amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo inclusive em grande parte da região Amazônica.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iseia%20luxurians	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
1636	CONVOLVULACEAE	Jacquemontia hallieriana	Ooststr.	VU	B1ab(iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita tem EOO de 11.977,97 km² e apenas cinco registros de coleta. Ocorre em Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais. Esse tipo de vegetação vem sendo cada vez mais ameaçado pela expansão de atividades agropecuárias e pela ocorrência de queimadas.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquemontia%20hallieriana	Cerrado
1637	CONVOLVULACEAE	Jacquemontia revoluta	Sim.-Bianch.	EN	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita, é conhecida apenas na região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. A área é intensamente utilizada por turistas, o que representa risco ocasional de incêndios, que podem contribuir para restrição da qualidade e extensão do hábitat de ocorrência da espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquemontia%20revoluta	Cerrado
1638	CONVOLVULACEAE	Merremia aturensis	(Kunth) Hallier f.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica. Embora a espécie ocorra em regiões do Cerrado alvo de intensa transformação das paisagens naturais, desmatadas para atividades agropecuárias e expansão de cidades, esta também é encontrada em regiões ainda bem conservadas.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merremia%20aturensis	Amazônia, Cerrado
1639	CONVOLVULACEAE	Merremia repens	D.F.Austin	EN	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita, é endêmica da região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais, e com apenas três registros. Embora exista uma unidade de conservação (SNUC) na região, as coletas foram realizadas fora da unidade. A região apresenta alto índice de visitação, o que representa risco para as subpopulações da espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merremia%20repens	Cerrado
1640	CONVOLVULACEAE	Operculina alata	(Ham.) Urb.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Este epíteto não é aceito, ele é sinônimo de Operculina hamiltoni. Portanto as informações de avaliação devem constar para esta espécie. Operculina hamiltoni é uma espéciede ampla distribuição e com grande número de registros dispersos pela área de ocorrência. O uso como ornamental em algumas regiões associadocom a presença em unidades de conservação (SNUC) auxiliam na preservação desta espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Operculina%20alata	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
1641	CONVOLVULACEAE	Operculina macrocarpa	(L.) Urb.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é amplamente distribuída.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Operculina%20macrocarpa	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1642	CRASSULACEAE	Crassula peduncularis	(Sm.) Meigen	CR	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem distribuição restrita (EOO menor que 100 km²) e sua população severamente fragmentada por ocorrer em áreas de forte antropização. As áreas de ocorrência da espécie foram afetadas pela expansão imobiliária, pela transformação da vegetação em áreas de campos agrícolas e pastagem, e pelo declínio da qualidade do hábitat. A coleta mais recente data de 1965 e, portanto, recomendam-se estudos populacionais sobre a espécie.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crassula%20peduncularis	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
1643	CUCURBITACEAE	Cayaponia bonariensis	(Mill.) Mart.Crov.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição ampla. Possui potencial uso econômico.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20bonariensis	Mata Atlântica
1644	CUCURBITACEAE	Cayaponia espelina	(Silva Manso) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição ampla e potencial uso econômico.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20espelina	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1645	CUCURBITACEAE	Cayaponia pedata	Cogn.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta ocorrência para três Estados na literatura, mas possui apenas uma coleta para o Rio de Janeiro no banco de dados do CNCFlora. Dados mais precisos a respeito da distribuição e estado de conservação são necessários para um avaliação de risco consistente.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20pedata	Mata Atlântica
1646	CUCURBITACEAE	Cayaponia trilobata	(Cogn.) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e com potencial uso econômico.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20trilobata	Mata Atlântica
1647	CUCURBITACEAE	Ceratosanthes hilariana	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e com potencial uso econômico.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceratosanthes%20hilariana	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
1648	CULCITACEAE	Culcita coniifolia	(Hook.) Maxon	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de formações campestres do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Apresenta apenas duas situações de ameaça considerando a presença em unidades de conservação (SNUC). As regiões de ocorrência da espécie estão sujeitas a espécies exóticas, alterações climáticas e a transformação das áreas para atividades agropastoris e portanto, pode vir a ser transferida a uma categoria de ameaça mais alta em futuro próximo.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Culcita%20coniifolia	Mata Atlântica
1649	CUNONIACEAE	Lamanonia cuneata	(Cambess.) Kuntze	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Lamanonia cuneata é uma espécie arbórea com registros para os Estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 811.008 km², e desenvolve-se em floresta ombrófila densa e Floresta Estacional Semidecidual. Apesar de ocorrer em ambientes com ameaças incidentes, a espécie está bem representada em áreas protegidas, possui ampla distribuição e é abundante. Desta forma, Lamanonia cuneata é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lamanonia%20cuneata	Mata Atlântica
1650	CUNONIACEAE	Weinmannia discolor	Gardner	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Weinmannia discolor é uma espécie arbustiva a arbórea ocorrente nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma EOO de 262.679 km², e desenvolve-se em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em ambientes com ameaças incidentes, a espécie está bem representada em áreas protegidas, possui ampla distribuição e é abundante. Desta forma, ?Weinmannia discolor é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20discolor	Cerrado, Mata Atlântica
1651	CUNONIACEAE	Weinmannia organensis	Gardner	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Weinmannia organensis é uma espécie arbórea com registros para os Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais entre 1.140 e 1.660 m de altitude. Possui uma EOO de 81.417 km² e desenvolve-se em floresta ombrófila densa, a qual possui um histórico de degradação antrópica, e encontra-se hoje severamente fragmentada. Considerando desta forma, a restrição da espécie a ambientes de altitude de floresta ombrófila densa, e à ameaça ao seu habitat, Weinmannia organensis está ""Quase ameaçada"" (NT). Sugere-se, entretanto, maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20organensis	Cerrado, Mata Atlântica
1652	CUNONIACEAE	Weinmannia paulliniifolia	Pohl ex Ser.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Weinmannia paulliniifolia é uma espécie arbórea ocorrente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em ambientes de maior altitude em Floresta ombrófila densa, restinga e floresta ombrófila mista, os quais possuem um histórico de pressão antrópica e encontram-se hoje sob diversas ameaças resultando em fragmentação severa. Além disso, a espécie possui valor madeireiro sendo utilizada na confecção de embalagens, cabo de ferramentas, utensílios agrícolas, lenha, carvão e construções. Apesar disso, a espécie está bem representada em áreas protegidas, é bem distribuída e é muito utilizada em áreas de reflorestamento. Desta forma, Weinmannia paulliniifolia está ""Quase ameaçada"" (NT), porém maiores estudos dos níveis de exploração sobre suas populações são necessários, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20paulliniifolia	Cerrado, Mata Atlântica
1653	CYATHEACEAE	Alsophila capensis	(L.f.) J.Sm.	LC	""	""	Tainan Messina	"Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alsophila%20capensis	Mata Atlântica
1654	CYATHEACEAE	Alsophila capensis subsp. polypodioides	(Sw.) D.S.Conant	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécieuma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretasou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alsophila%20capensis%20subsp.%20polypodioides	Mata Atlântica
1655	CYATHEACEAE	Cnemidaria uleana	(Samp.) Tryon	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não sãoaplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição enão apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cnemidaria%20uleana	Mata Atlântica
1656	CYATHEACEAE	Cyathea corcovadensis	(Raddi) Domin	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaçanão são aplicáveis para esse espécie uma vez que essa tem ampladistribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20corcovadensis	Mata Atlântica, Cerrado
1657	CYATHEACEAE	Cyathea glaziovii	(Fée) Domin	LC	""	""	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não sãoaplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição enão apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20glaziovii	Mata Atlântica
1658	CYATHEACEAE	Cyathea poeppigii	(Hook.) Domin	DD	""	""	Tainan Messina	"As informações desta espécie limitam-sea um único registro de ocorrência em coleção de herbário, apesar dabibliografia mencionar outras localidades. É considerada ""Deficiente de dados"" (DD) por não apresentar dados suficientes para avaliação."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20poeppigii	Mata Atlântica, Cerrado
1659	CYATHEACEAE	Cyathea pungens	(Willd.) Domin	LC	""	""	Tainan Messina	"Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20pungens	Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia
1660	CYCLANTHACEAE	Asplundia polymera	(Hand.-Mazz.) Harling	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. polymera é uma herbácea com ocorrência nas florestas de encosta das regiõesSudeste e Sul do Brasil. Registros botânicos indicam a ocorrência em áreas protegidas. A EOO é superior à 20.000 km², sendocategorizada sem risco de extinção.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplundia%20polymera	Mata Atlântica
1661	CYCLANTHACEAE	Asplundia polymera subsp. reitzii	Harling	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Asplundia polymera subsp. reitzii é uma herbácea com ocorrência nas matas úmidas do litoral do Estado de Santa Catarina. As sobpopulações conhecidas apresentam distribuição restrita e estão em áreas ameaçadas pelo desmatamento. O desmatamento na região reduziu os remanescentes de Mata Atlântica dos municípios de Governador Celso Ramos e Florianópolis a 33,2% e 24,8%, respectivamente. Assim, a espécie apresenta uma situação de ameaça que a categoriza como ""Vulnerável"" (VU) podendo elevar, contudo, a categoria de risco de extinção para ""Criticamente em perigo"" (CR) se as ameaças não forem combatidas em um futuro próximo."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplundia%20polymera%20subsp.%20reitzii	Mata Atlântica
1662	CYMODOCEACEAE	Halodule emarginata	Hartog	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"H. emarginata é uma erva marinha com ocorrência no Litoral Atlântico brasileiro. As coletas botânicas da espécie são poucas, antigas (anterior à 1980) e não apresentam informações adicionais que permitam avaliar o risco de extinção, sendo categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Halodule%20emarginata	""
1663	CYMODOCEACEAE	Halodule wrightii	Asch.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	H. wrightii é uma erva marinha, com ocorrência em águas rasas do Litoral Atlântico brasileiro. Tendo distribuição ao longo da costa atlântica, é possível inferir que a EOO é superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Halodule%20wrightii	""
1664	CYPERACEAE	Bulbostylis distichoides	Lye	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bulbostylis distichoides é uma espécie de Campos Rupestres que se encontra sujeita a apenas três situações de ameaça, principalmente a incidência de incêndios. Caso essas ameaças efetivamente ocasionem um declínio na extensão e/ou na qualidade dos Campos Rupestres que B. distichoides habita, a espécie pode vir a ser transferida para uma categoria de maior risco de extinção em um futuro próximo.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20distichoides	Cerrado
1665	CYPERACEAE	Bulbostylis fendleri	C.B.Clarke	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Bulbostylis fendleri não é endêmica do Brasil, e apresenta distribuição geográfica bastante ampla no território nacional.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20fendleri	Cerrado
1666	CYPERACEAE	Bulbostylis latifolia	Kral & M.T.Strong	NT	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Bulbostylis latifolia é uma espécie endêmica do Cerrado, com distribuição geográfica não muito ampla. É possível suspeitar que o único registro em MS seja resultante de um erro de identificação, uma vez que o mesmo especialista que identificou o material não indicou a ocorrência da espécie para esse estado na Flora do Brasil. Suspeita-se que a espécie possa vir a ser ameaçada em um futuro próximo devido ao acelerado desmatamento a que o Cerrado vem sendo submetido.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20latifolia	Cerrado
1667	CYPERACEAE	Bulbostylis loefgrenii	(Boeckeler) Prata & M.G.López	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Bulbostylis loefgrenii apresenta distribuição bastante ampla no território brasileiro, abrangendo parte das Regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20loefgrenii	Cerrado
1668	CYPERACEAE	Bulbostylis nesiotis	(Hemsl.) C.B.Clarke	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Bulbostylis nesiotis é uma planta endêmica das ilhas oceânicas do Arquipélago de Trindade, situadas a pouco mais de 1.000 km da costa do Estado do Espírito Santo. Previamente cobertas por florestas, essas ilhas foram desmatadas e a regeneração da vegetação foi impedida devido à presença de vertebrados herbívoros exóticos, que foram erradicados do Arquipélago recentemente. Dessa forma, a principal ameaça incidente foi eliminada. Entretanto, a espécie ocorre em duas situações de ameaça, e apresenta uma AOO inferior a 10 km². Portanto, levando em conta a existência de ameaças potenciais, como incêndios, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20nesiotis	Mata Atlântica
1669	CYPERACEAE	Bulbostylis smithii	Barros	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Bulbostylis smithii é uma espécie com distribuição restrita à Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais, onde ocorre em Campos Rupestres e Campos Cerrados. A EOO é de 268,16 km² e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. A espécie está sujeita ao declínio na qualidade e extensão dos seus hábitats devido à incidência de queimadas, às atividades turísticas que ocorrem na região e também à expansão urbana.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20smithii	Cerrado
1670	CYPERACEAE	Cryptangium claussenii	C.B.Clarke	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cryptangium claussenii apresenta distribuição geográfica relativamente ampla no território brasileiro, ocorrendo desde o litoral paulista até o norte de Goiás. A espécie habita diferentes fitofisionomias, e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptangium%20claussenii	Mata Atlântica, Cerrado
1671	CYPERACEAE	Cyperus atlanticus	Hemsl.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cyperus atlanticus está sujeita a cinco situações de ameaça, e propensa a algumas ameaças em potencial, como a expansão urbana no litoral da Paraíba, e a presença de plantas e animais exóticos nas Ilhas de Fernando de Noronha e Trindade.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20atlanticus	Mata Atlântica
1672	CYPERACEAE	Cyperus giganteus	Vahl	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cyperus giganteus é uma espécie amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo em todas as regiões do país.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20giganteus	Amazônia, Caatinga, Cerrado
1673	CYPERACEAE	Cyperus rotundus	L.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cyperus rotundus ocorre ao longo de praticamente toda a costa Atlântica do Brasil, e é bastante frequente em vários trechos da sua distribuição.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20rotundus	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
1674	CYPERACEAE	Eleocharis barrosii	Svenson	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no território brasileiro.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20barrosii	Mata Atlântica, Cerrado
1675	CYPERACEAE	Eleocharis bonariensis	Nees	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Elaeocharis bonariensis apresenta distribuição relativamente ampla no domínio Atlântico. Habita diferentes tipos de habitat, inclusive beiras de estradas, e pode formar grandes subpopulações. Ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20bonariensis	Mata Atlântica
1676	CYPERACEAE	Eleocharis plicarhachis	(Griseb.) Svenson	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição muito ampla no território brasileiro, ocorrendo em todas as regiões do país.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20plicarhachis	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
1677	CYPERACEAE	Eleocharis stenocarpa	Svenson	DD	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Não há registros de herbário da espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20stenocarpa	Mata Atlântica
1678	CYPERACEAE	Eleocharis urceolata	(Liebm.) Svenson	DD	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Não há registros de herbário para esta espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20urceolata	Cerrado
1679	CYPERACEAE	Hypolytrum amorimii	M.Alves & W.W.Thomas	CR	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Hypolytrum amorimii é uma espécie com distribuição pontual, ocorrendo exclusivamente em uma região fortemente desmatada da Mata Atlântica. Apresenta EOO de apenas 7,20 km², que corresponde a uma única situação de ameaça. No município de Cariacica, quase 80% da cobertura original encontra-se desmatada. Devido a isso, é possível suspeitar que H. amorimii venha sofrendo um declínio na qualidade e extensão do seu hábitat e também no número de indivíduos maduros da população.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20amorimii	Mata Atlântica
1680	CYPERACEAE	Hypolytrum bahiense	M.Alves & W.W.Thomas	EN	B1ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Hypolytrum bahiense é uma espécie com distribuição muito restrita que ocorre em um hábitat extremamente ameaçado, as Restingas. As planícies arenosas litorâneas tipicamente ocupadas por essa vegetação vêm sendo rapidamente destruídas ao longo de todo o litoral do Brasil, devido à expansão urbana e turística, ambas impulsionadas pela crescente especulação imobiliária. Devido a isso, suspeita-se que a maioria das subpopulações remanescentes da espécie seja pequena e que estejam isoladas umas das outras. Além disso, também é possível suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na AOO, na extensão e qualidade do hábitat e no número de subpopulações e de indivíduos maduros de H. bahiense. A EOO é de 2.333,65 km².	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20bahiense	Mata Atlântica
1681	CYPERACEAE	Hypolytrum lucennoi	M.Alves & W.W.Thomas	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Hypolytrum lucennoi ocorre em menos de cinco situações de ameaça e está sujeita a uma série de ameaças incidentes sobre as Florestas de Tabuleiros, como o desmatamento e a expansão de áreas de pastagens, além das plantações de cacau (cabruca) no sub-bosque de florestas nativas.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20lucennoi	Mata Atlântica
1682	CYPERACEAE	Hypolytrum paraense	M.Alves & W.W.Thomas	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Hypolytrum paraense é uma espécie até o momento conhecida apenas no oeste do Estado do Pará. Essa região vêm sendo rapidamente desmatada devido à expansão da agropecuária, e, no caso da Serra Norte, onde foi coletado um dos parátipos, também em função da atividade mineradora em grande escala que aí é empreendida. Tendo por base essas ameaças, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. A AOO é de apenas 254,61 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20paraense	Amazônia
1683	CYPERACEAE	Lagenocarpus bracteosus	C.B.Clarke	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Lagenocarpus bracteosusé uma planta com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. É representada por um baixo número de coletas, a maioria delas realizada há mais de 50 anos. Além disso, a região em que L. bracteosus ocorre é regularmente acometida por incêndios, além ser ameaçada pela expansão urbana e por uma intensa atividade turística. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio na extensão e qualidade do seu hábitat, assim como no número de indivíduos maduros. A AOO é de 12 km² e o número de situações de ameaça é inferior a cinco.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lagenocarpus%20bracteosus	Cerrado
1684	CYPERACEAE	Machaerina ensifolia	(Boeckeler) T.Koyama	NT	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Machaerina ensifolia é uma espécie endêmica dos campos de altitude ocorrentes no domínio da Mata Atlântica. A espécie apresenta uma distribuição relativamente ampla e está representada em ao menos duas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral,  mas seus habitats estão sujeitos a algumas ameaças como a incidência de incêndios e a expansão urbana e agropecuária. Devido a isso, suspeita-se que a espécie possa vir a correr risco de extinção em um futuro próximo.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerina%20ensifolia	Mata Atlântica
1685	CYPERACEAE	Pleurostachys angustifolia	Boeckeler	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Pleurostachys angustifolia é uma espécie de florestas de altitude representada por apenas dois registros de herbário, sendo um deles o tipo, coletado antes de 1890. A última coleta foi realizada há 35 anos. A EOO é de 548,3 km² e está sujeita a duas situações de ameaça. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio na extensão e qualidade do seu hábitat devido ao desmatamento e à expansão urbana. Em função disso e do baixíssimo número de coletas, é possível também suspeitar que P. angustifolia esteja sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros. Espécie possivelmente extinta.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleurostachys%20angustifolia	Mata Atlântica
1686	CYPERACEAE	Pycreus flavescens	(L.) Rchb.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Pycreus flavescens apresenta distribuição geográfica bastante ampla no território brasileiro, ocorrendo do Paraná ao Ceará.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pycreus%20flavescens	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
1687	CYPERACEAE	Rhynchospora biflora	Boeckeler	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Rhynchospora biflora apresenta distribuição ampla ao longo de boa parte da costa Atlântica, abrangendo parte das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20biflora	Mata Atlântica, Cerrado
1688	CYPERACEAE	Rhynchospora filiformis	Vahl	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição muito ampla nas Américas Central e do Sul, ocorre em quase todas as regiões do Brasil.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20filiformis	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
1689	CYPERACEAE	Rhynchospora nardifolia	(Kunth) Boeckeler	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Rhynchospora nardifolia apresenta distribuição geográfica ampla e habita diversas fitofisionomias.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20nardifolia	Amazônia, Cerrado
1690	CYPERACEAE	Rhynchospora paranaensis	A.C.Araújo & W.W.Thomas	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Rhynchospora paranaensis é uma erva terrestre cuja distribuição geográfica é pobremente conhecida. Dados insuficientes para avaliação do risco de extinção.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20paranaensis	Cerrado, Amazônia
1691	CYPERACEAE	Rhynchospora warmingii	Boeckeler	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Rhynchospora warmingii apresenta ampla distribuição geográfica em áreas campestres e de cerrado do Brasil, ocorrendo desde o Paraná até o Mato Grosso e Bahia.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20warmingii	Cerrado
1692	CYPERACEAE	Scleria balansae	Maury ex Micheli	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Scleria balansae está sujeita a cinco situações de ameaça, e propensa a algumas ameaças em potencial, entre as quais destaca-se a expansão de atividades agropecuárias.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scleria%20balansae	Mata Atlântica
1693	CYPERACEAE	Trilepis tenuis	Vitta	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trilepis tenuis é uma espécie conhecida apenas pelo material-tipo, coletado há 44 anos na Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro. A AOO estimada é de apenas 4 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. Suspeita-se que T. tenuis venha sofrendo um declínio na qualidade do seu hábitat devido à incidência de incêndios, e que isso esteja acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. Espécie possivelmente extinta. Sua ocorrência na natureza deve ser verificada por meio de buscas intensivas no local onde foi coletada originalmente.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trilepis%20tenuis	Mata Atlântica
1694	DENNSTAEDTIACEAE	Blotiella lindeniana	(Hook.) R.M.Tryon	LC	""	""	Tainan Messina	Herbácea da floresta úmida de montanha do Sul-Sudeste do Brasil. ?Espécie não ameaçada, tem sido coletada na última década em áreas relativamente extensas de mata atlântica e em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blotiella%20lindeniana	Amazônia, Mata Atlântica
1695	DICHAPETALACEAE	Stephanopodium engleri	Baill.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Stephanopodium engleri é uma herbácea endêmica do Estado de Minas Gerais, ocorrendo em Florestas Estacionais. A EOO estimada é inferior a 5.000 km² e a AOO é inferior a 500 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). Em 1997, S. engleri foi avaliada como ""provavelmente extinta"" em Minas Gerais, porém, em 2010, foi coletada em localidade próxima à capital do Estado. Os dados disponíveis indicam sua ocorrência em áreas urbanas e em regiões com atividade mineradora, configurando duas situações de ameaça que reduzem a EOO, AOO e a qualidade do hábitat."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stephanopodium%20engleri	Cerrado, Mata Atlântica
1696	DICHAPETALACEAE	Stephanopodium magnifolium	Prance	CR	B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Stephanopodium magnifolium é uma árvore endêmica da Bahia e ocorre nos sub-bosques das florestas úmidas. Com distribuição restrita ao município de Uruçaca, a EOO estimada foi inferior a 100 km² e a AOO em cerca de 10 km², categorizando a espécie como ""Criticamente em perigo"" (CR). A região de ocorrência apresenta alta taxa de desmatamento e pressão de corte seletivo, assim, o hábitat está severamente fragmentado, causando o declínio da EOO, AOO, da qualidade do hábitat e do número de indivíduos adultos. Ademais, os remanescentes florestais de Uruçaca perfazem 17,7% do município. Considerando as características da espécie, em especial o fato de ser um subarbusto de sub-bosques úmidos, é possível inferir que o crescimento seja lento, com tempo de geração mínimo de 30 anos."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stephanopodium%20magnifolium	Mata Atlântica
1697	DICKSONIACEAE	Dicksonia sellowiana	Hook.	EN	A2abcd	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Dicksonia sellowiana foi muito explorada para a confecção de vasos e placas de xaxim, sendo muito comum em floriculturas e em residências como substrato para o cultivo de orquídeas. Com a restrição da comercialização do xaxim proveniente de D. sellowiana, substratos alternativos começaram a ser colocados no mercado. Apesar disso, o xaxim ainda é bastante extraído da natureza. Isso se deve ao fato de ser uma planta relativamente comum em florestas tropicais úmidas. Atualmente, são estimados três milhões de indivíduos adultos de D. sellowiana na natureza. Entretanto, considerando o histórico de extração, acredita-se que cerca de 75% deles tenham sido retirados da natureza nos últimos 10 anos apenas no Estado do Paraná. Extrapolando para os demais Estados, suspeita-se que mais de 50% dos indivíduos tenham sido transformados em substrato nesse mesmo período. Sabe-se que D. sellowiana é uma espécie de crescimento lento e que indivíduos adultos podem ter mais de 200 anos. Portanto, a recuperação populacional não acompanha o ritmo da sua extração. Além disso, essa espécie ocorre em áreas sob intensa pressão por desmatamento, em que a diminuição na qualidade do hábitat reduz a variabilidade genética das subpopulações. Dessa maneira, D. sellowiana é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicksonia%20sellowiana	Mata Atlântica
1698	DICRANACEAE	Atractylocarpus brasiliensis	(Müll.Hal.) R.S.Williams	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo nos Estados do Piauí, Bahia e Rio de Janeiro, em Florestas Ombrófilas e Campos de Altitude. Tem EOO de 549,37 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando a presença em unidade de conservação (SNUC). A espécie e sua região de ocorrência sofrem ameaças decorrentes de atividades urbanas como expansão imobiliária, implantação de atividades agrícolas e presença de fogo provocado, que causam declínio da qualidade e extensão do hábitat da espécie.	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Atractylocarpus%20brasiliensis	Mata Atlântica, Caatinga
1699	DICRANACEAE	Atractylocarpus longisetus	(Hook.) E.B.Bartram	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição nos neotrópicos, no Brasil a espécie ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. É encontrada em altitudes que variam de 1.200 m a 2.700 m, em Campos de Altitude e Floresta Ombrófila Densa e Mista, ambientes que estão sendo degradados por atividades antrópicas, invasão de espécies exóticas e mudanças climáticas. Apresenta EOO de 547,32 km² e está sujeita a três situações de ameaça, considerando a perda e o declínio da qualidade do hábitat como principal ameaça.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Atractylocarpus%20longisetus	Mata Atlântica
1700	DICRANACEAE	Campylopus densicoma	(Müll.Hal.) Paris	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição nos neotrópicos, no Brasil a espécie é endêmica dos Campos de Altitude do Rio de Janeiro (EOO=273,88 km²). Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça identificadas, considerando os incêndios e declínio da extensão e da qualidade do habitat como principais ameaças. Recomenda-se um maior esforço de coleta para a espécie.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylopus%20densicoma	Mata Atlântica
1701	DILLENIACEAE	Davilla glaziovii	Eichler	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Davilla glaziovii é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 1,45 km² e provavelmente restrita a regiões de Floresta Ombrófila submontana e montana com altitudes em torno de 600 a 700 m na Baixada Fluminense e na subida para a Serra dos Órgãos. Atualmente, a espécie é conhecida por apenas uma população localizada na Serra do Mendanha, divisa dos municípios de Campo Grande, Mesquita, Nilópolis e Nova Iguaçu. A espécie está presente no Parque Municipal da Serra do Mendanha, criado em 1993, porém essa área foi transformada em objeto de relevante interesse social, possibilitando a expansão das chácaras e sítios na região. Além disso, o caule da espécie é utilizado para fins medicinais, sendo comercializado em regiões vizinhas como cipó-de-Santa Luzia. Essa localidade sofreu pressões antrópicas já no século XVII, pois, em 1603, as terras já serviam como área para plantações de cana e construção de engenhos de açúcar. A implantação da fábrica da Companhia Progresso Industrial do Brasil, em 1893, também marca a história da região. A urbanização tornou-se responsável pelo aumento da pressão antrópica sobre os já degradados ecossistemas locais que, desde o Brasil colonial, vinham sofrendo as consequências negativas dos ciclos agrícolas. A espécie vem enfrentando declínio contínuo da qualidade do hábitat, estando associada a apenas uma situação de ameaça. Foi categorizada como ""criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20glaziovii	Mata Atlântica
1702	DILLENIACEAE	Davilla macrocarpa	Aymard	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Davilla morii tem distribuição restrita ao sul do Estado da Bahia e norte do Espírito Santo, com EOO de 19.835 km², em região limitada entre o Rio de Contas ao norte e Rio Doce ao sul. Habita preferencialmente áreas com solos arenosos de Restinga e também Floresta de Muçununga e Campos Nativos, crescendo sobretudo próximo ao chão, de forma reptante, sob o solo arenoso ou também como liana, apoiando-se em arbustos, mas normalmente em áreas ensolaradas. A espécie ocorre em uma região onde áreas de florestas foram exploradas para a retirada de madeira e, posteriormente, transformadas em pastos para pecuária extensiva ou culturas agrícolas. Atualmente, grande parte dessa porção litorânea desses dois Estados vem sofrendo com a especulação imobiliária, que causa forte impacto antrópico sobre a biota, e pela exploração de petróleo ao norte do Espírito Santo. A espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU), com subpopulações fragmentadas e apresentando declínio contínuo na AOO, EOO e na qualidade do hábitat. Além disso, suspeita-se que também enfrente declínio no número de subpopulações."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20macrocarpa	Mata Atlântica
1703	DILLENIACEAE	Davilla nitida	(Vahl) Kubitzki	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Davilla nitida apresenta distribuição muito ampla, com ocorrência em quase todos os Estados brasileiros. A espécie é altamente adaptada a ambientes secundários e suas subpopulações encontram-se bem representadas. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20nitida	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1704	DILLENIACEAE	Doliocarpus glomeratus	Eichler	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"D. glomeratus se distribui de forma ampla por diversos Estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A espécie apresenta EOO de 1.250.950 Km² e é vinculada a impactos antrópicos. Além disso, ocorre em unidades de conservação (SNUC). A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doliocarpus%20glomeratus	Mata Atlântica
1705	DILLENIACEAE	Doliocarpus lancifolius	Kubitzki	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Doliocarpus lancifolius ocorre de forma fragmentada e restrita (EOO=3.121 km²), normalmente em áreas de Tabuleiros costeiros e Restingas, raramente em Floresta Estacional Semidecidual, exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aparentemente, a espécie desaparece em ambientes antropizados por depender de ambientes semi-umbrófilos para se manter estável. O histórico de perda de Mata Atlântica no Espírito Santo é intenso, e as principais causas estão ligadas à exploração da madeira, agricultura, aos ""reflorestamentos"" homogêneos (Pinus e Eucaliptus), à incidência de espécies exóticas invasoras e à sobre-exploração de plantas ornamentais. Tais fatos têm contribuído para uma perda extrema do hábitat, para o declínio contínuo da AOO e EOO, e para o desaparecimento de subpopulações da espécie."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doliocarpus%20lancifolius	Mata Atlântica
1706	DIOSCOREACEAE	Dioscorea aesculifolia	R.Knuth	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. aesculifolia é uma liana que ocorre no bioma Cerrado. Os poucos registros botânicos não informam características ecológicas além da ocorrência da espécie em mata de galeria. Não há dados populacionais. O sinônimo não esta bem definido. Assim, embora tenha sido previamente categorizada como ""Vulnerável"" (VU) para o Estado de São Paulo, não há informações suficientes que permitam coloca-la em uma categoria para o nível nacional, sendo avaliada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20aesculifolia	Cerrado
1707	DIOSCOREACEAE	Dioscorea asperula	Pedralli	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Dioscorea asperula é uma erva que ocorre em Floresta de Galeria do Cerrado. A espécie é conhecida em três localidades, duas no Estado de Minas Gerais e uma no Distrito Federal. Suspeita-se que também esteja presente em Goiás. As áreas de ocorrência são conhecidas pela intensa atividade agrícola de monoculturas, uma prática que ocupa grandes porções do Cerrado brasileiro, sendo apontada como a principal razão do desmatamento, o que reduz o tamanho populacional da espécie. Assim, as ameaças causam declínio da AOO e EOO. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20asperula	Cerrado
1708	DIOSCOREACEAE	Dioscorea campestris	Griseb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. campestris é uma liana que ocorre tanto em áreas florestais como em formações campestres. No Brasil apresenta distribuição ampla pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, além de ocorrer em outros países da América do Sul. A estimativa da EOO foi bastante superior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria de ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20campestris	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1709	DIOSCOREACEAE	Dioscorea grandiflora	Mart. ex Griseb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. grandiflora é uma liana com distribuição desde a região Norte até o Sudeste, ocorrendo nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Observa-se também que a espécie ocorre em outros países distantes entre si, tais como o Suriname e a Argentina. Assim, é possível inferir que a espécie tem EOO alta e ainda superior ao calculado, sendo por isso é categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20grandiflora	Mata Atlântica, Cerrado
1710	DIOSCOREACEAE	Dioscorea kunthiana	Uline ex R.Knuth	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. kunthiana é uma liana que habita em diferentes fitofisionomias, tais como campo rupestre e floresta de galeria presentes na Cadeia do Espinhaço, em São Paulo e Bahia. Embora se conheça poucos registros botânicos, a espécie seguramente apresenta ampla distribuição, com a Extensão de Ocorrência superior a calculada (não foi encontrado o registro em São Paulo), ocorrendo nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, bem como em outros países. Assim, D. kunthiana não está sob risco de extinção.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20kunthiana	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1711	DIOSCOREACEAE	Dioscorea loefgrenii	R.Knuth	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dioscorea loefgrenii é uma liana que ocorre na Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo (no interior) e Minas Gerais, e na Reserva Natural Companhia Vale do Rio Doce, no Espírito Santo. Parte dos registros botânicos foi coletada em área protegida (SNUC). Outros registros são provenientes de região serrana, onde a declividade do terreno talvez seja o fator mais favorável para a preservação da espécie, visto que a pastagem é a principal ameaça identificada. Pelas subpopulações conhecidas, foi possível identificar cinco situações de ameaça, colocando a espécie na categoria ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, caso as subpopulações não sejam mantidas, D. loefgrenii pode ser posicionada em uma categoria de maior risco ou até mesmo considerada extinta em um futuro próximo."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20loefgrenii	Mata Atlântica
1712	DIOSCOREACEAE	Dioscorea mantiqueirensis	R.Knuth	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dioscorea mantiqueirensis é uma liana pouco conhecida, mas considerada espécie válida e ainda não recoletada. Seu único registro é na Serra da Mantiqueira, no Estado de São Paulo, em Floresta Ombrófila Densa. Com AOO estimada inferior a 10 km², a espécie é categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). O município em que foi realizada a coleta apresenta aproximadamente 31% de remanescente da formação original, sendo considerado um ambiente severamente fragmentado, principalmente devido às extensas áreas destinadas à pastagem e ao aumento das atividades antrópicas ocasionadas pela duplicação da rodovia Fernão Dias. Assim, em função do desmatamento ocorrido no passado é possível inferir que houve declínio do número de subpopulações e de indivíduos maduros, bem como da AOO, EOO e qualidade do hábitat. Ademais, o material botânico foi coletado em 1897, período anterior ao recente desmatamento observado na área, de modo que D. mantiqueirensis esteja provavelmente extinta."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20mantiqueirensis	Mata Atlântica
1713	DIOSCOREACEAE	Dioscorea mollis	Kunth	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. mollis é uma liana conhecida em diversos Estados brasileiros, bem como em outros países. Habita em áreas florestais como a restinga, áreas alagáveis e, com menor frequência, em regiões montanhosas como as encostas da Mata Atlântica e aquelas presentes no interior do Brasil, nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais. Devido a ampla distribuição a espécie não está sob risco de extinção.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20mollis	Mata Atlântica
1714	DIOSCOREACEAE	Dioscorea orthogoneura	Uline ex Hochr.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. orthogoneura é uma liana amplamente distribuída pelo Brasil, ocorrendo desde o Nordeste até a região Sul. A EOO foi bastante superior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20orthogoneura	Caatinga, Cerrado
1715	DIOSCOREACEAE	Dioscorea pseudomacrocapsa	G.M.Barroso et al.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dioscorea pseudomacrocapsa é uma liana com distribuição restrita à região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A EOO e AOO estimadas colocam a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). Por se tratar de uma região urbanizada, o hábitat da espécie está severamente fragmentado, sendo que os diversos tipos de ameaça provenientes do crescimento urbano, tais como poluição e especulação imobiliária, entre outros, reduzem a EOO, AOO e qualidade do hábitat."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20pseudomacrocapsa	Mata Atlântica
1716	DIOSCOREACEAE	Dioscorea rumicoides	Griseb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. rumicoides é uma liana com ampla distribuição pelo Brasil e considerada rara dentro da extensão de ocorrência. Habita nas florestas ombrófilas e mata de galeria, formações comuns nos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Algumas subpopulações foram encontradas em áreas sob proteção integral. Pelo exposto, a espécie não esta sob risco de extinção.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20rumicoides	Cerrado, Mata Atlântica
1717	DIOSCOREACEAE	Dioscorea sanpaulensis	R.Knuth	EN	B1ab(iii,iv,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dioscorea sanpaulensis é uma liana que ocorre em Florestas e Campos de Altitude da Mata Atlântica. As subpopulações conhecidas nos Estados de São Paulo e Paraná perfazem EOO inferior a 5.000 km², categorizando a espécie como ""Em perigo"" (EN). Os registros de São Paulo são coletas feitas na década de 20, em remanescente da Serra do Mar localizado entre a capital e o litoral paulista. A ocupação humana e os impactos associados à urbanização já eliminaram 64% dos remanescentes do município de Santo André (SP), área de ocorrência da espécie. A subpopulação encontrada no Paraná está em remanescente de Mata Atlântica com presença de espécies invasoras, uma ameaça que hoje atinge até mesmo formações de altitude. Assim, são conhecidas duas situações de ameaça para a espécie, as quais causam declínio da qualidade do hábitat e redução da EOO e AOO da espécie. A Serra do Mar é um remanescente contínuo que possivelmente abriga outras subpopulações da espécie, de forma que o desmatamento ocorrido no passado permite inferir que houve declínio do número de subpopulações e de indivíduos maduros."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20sanpaulensis	Mata Atlântica
1718	DIOSCOREACEAE	Dioscorea stegelmanniana	R.Knuth	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. stegelmanniana é uma liana que habita em florestas úmidas do Brasil, tais como a Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Além de não apresentar especificidade de habitat, a EOO é bastante superior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20stegelmanniana	Amazônia, Mata Atlântica
1719	DIOSCOREACEAE	Dioscorea trifida	L.f.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. trifida é uma liana das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Domesticada por indígenas, a espécie ocorre nas florestas de Terra-Firme e do Cerrado, sendo uma planta neotropical cultivada em escala comercial. A EOO de D. trifida é bastante superior a 20.000 km², sendo considerada fora de risco de extinção.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20trifida	Amazônia, Cerrado
1720	DIOSCOREACEAE	Dioscorea trilinguis	Griseb.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dioscorea trilinguis é uma liana conhecida nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e, possivelmente, Minas Gerais, ocorrendo em florestas com solo argiloso. No entanto, não foram obtidos todos os registros botânicos conhecidos para a espécie, de forma que a EOO está sub-estimada. Assim, até o momento, a AOO estimada é inferior a 500 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). As subpopulações conhecidas no Rio de Janeiro estão ameaçadas por estarem próximas a centros urbanos, fatores que reduzem a AOO, EOO e qualidade do hábitat. A subpopulação litorânea de Caraguatatuba (SP) sofre redução da EOO por desmatamento, uma vez que apenas 27,4% dos remanescentes estão preservados. A subpopulação do município de Santo André (SP) talvez seja a mais preservada, visto que se encontra em área protegida (SNUC). No entanto, sabe-se que nesta região, a espécie é considerada rara. Pelo exposto, são identificadas três situações de ameaça que colocam a espécie na referida categoria, porém, a disponibilidade de maiores informações pode transferi-la para uma categoria de ameaça inferior."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20trilinguis	Mata Atlântica
1721	DITRICHACEAE	Chrysoblastella chilensis	(Mont.) Reimers	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Ocorre em Campos de Altitude nos Estados nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, estando sujeita a apenas duas situações de ameaça. Tem EOO de 269,87 km². Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a frequência do fogo nas suas regiões de ocorrência é bastante significativa. Este fato, associado à vulnerabilidade da espécie às queimadas e ao declínio constante na qualidade do hábitat, permite avaliar a espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysoblastella%20chilensis	Mata Atlântica
1722	DROSERACEAE	Drosera graomogolensis	T.Silva	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Drosera graomogolensis tem AOO menor que 500 km² e subpopulações presentes em menos de cinco situações de ameaça. A espécie ocorre em serras da região de Grão Mogol, as quais apresentam perda do hábitat original pela incidência de ameaças como desmatamento, atividades agropecuárias, extrativismo de espécies ornamentais e mineração de metais preciosos.	2012-07-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drosera%20graomogolensis	Caatinga
1723	DRYOPTERIDACEAE	Ctenitis anniesii	(Rosenst.) Copel.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída no sudeste e sul do Brasil.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20anniesii	Mata Atlântica
1724	DRYOPTERIDACEAE	Ctenitis eriocaulis	(Fée) Alston	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20eriocaulis	Mata Atlântica
1725	DRYOPTERIDACEAE	Ctenitis fenestralis	(C.Chr.) Copel.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A distribuição de ocorrência da espécie não é bem definida e maiores estudos são necessários para avaliação de risco.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20fenestralis	Mata Atlântica
1726	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum acrocarpum	(Mart.) T.Moore	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença dentro ou fora de unidades de conservação (SNUC). Deve ser melhor estudada, uma vez que o baixo número de registros pode estar refletindo o esforço de coleta realizado para a espécie. Por outro lado, esses três registros podem representar raridade e/ou declínio populacional, principalmente porque a área de ocorrência da espécie sofre com atividades agrícolas e urbanização, o que transferiria E. acrocarpum para uma categoria de ameaça mais alta em um futuro próximo.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20acrocarpum	Mata Atlântica
1727	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum amplissimum	(Fée) Christ	EN	B2ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em Mata Atlântica da Serra do Mar, nos municípios de Iguape e Ubatuba, no Estado de São Paulo, Itatiaia e Parati, no Rio de Janeiro, em regiões montanas e costeiras. Apresenta AOO estimada em 20 km². Está sujeita a apenas duas situações de ameaça, considerando os dois Estados de ocorrência, e a pertubação e perda do hábitat causadas pelas atividades antrópicas na região.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20amplissimum	Mata Atlântica
1728	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum beckeri	Brade	CR	A2c,B2ab(iii),D	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Ilha de Trindade (AOO	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20beckeri	Mata Atlântica
1729	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum edwallii	Rosenst.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20edwallii	Mata Atlântica
1730	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum gayanum	(Fée) T.Moore	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição ampla e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20gayanum	Mata Atlântica
1731	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum herminieri	(Bory & Fée) T.Moore	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para a avaliação de risco da espécie e incerteza na distribuição uma vez que a literatura cita a Bahia como região de ocorrência, mas não há registro.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20herminieri	Mata Atlântica
1732	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum iguapense	Brade	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e ocorre em unidade de conservação (SNUC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20iguapense	Mata Atlântica
1733	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum insigne	(Fée) Brade	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20insigne	Mata Atlântica
1734	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum itatiayense	Rosenst.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC), no entanto apresenta menos de 10 situações de ameaça, o que poderia vir a transferir-la para uma categoria de ameaça em futuro próximo, caso ameaças como o fogo não sejam controladas.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20itatiayense	Mata Atlântica
1735	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum jamesonii	(Hook. & Grev.) T.Moore	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para avaliação do risco.  A espécie não ocorre no Brasil, de modo que as informações aqui disponíveis dizem respeito a outra espécie. Segundo  Mynssen (com. pess.), tal informação será publicada em American Fern Journal (2012).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20jamesonii	Mata Atlântica
1736	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum langsdorffii	(Hook. & Grev.) T.Moore	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição ampla e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20langsdorffii	Mata Atlântica
1737	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum macahense	(Fée) Rosenst.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20macahense	Mata Atlântica
1738	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum nigrescens	(Hook.) T.Moore ex Diels	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20nigrescens	Mata Atlântica
1739	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum pteropus	C.Chr.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20pteropus	Mata Atlântica, Amazônia
1740	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum strictum	(Raddi) T.Moore	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20strictum	Mata Atlântica
1741	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum tamandarei	Brade	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não pode ser categorizada como ameaçada com as informações existentes, no entanto, não é amplamente distribuída e apresenta menos de 10 situações de ameaça. Deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados para que uma nova categorização possa ser feita.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20tamandarei	Mata Atlântica, Cerrado
1742	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum tectum	(Humb. & Bonpl. ex Willd.) T.Moore	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20tectum	Mata Atlântica
1743	DRYOPTERIDACEAE	Elaphoglossum wettsteinii	Christ	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não pode ser categorizada como ameaçada com as informações existentes, no entanto, não é amplamente distribuída e apresenta menos de 10 situações de ameaça. Deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados para que uma nova categorização possa ser feita.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20wettsteinii	Mata Atlântica
1744	DRYOPTERIDACEAE	Megalastrum wacketii	(Rosenst. ex C.Chr.) A.R.Sm. & R.C.Moran	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie conhecida dos Estados de São Paulo e Espírito Santo (AOO=12 km²). Foi considerada extinta em São Paulo, o que nos possibilita estimar declínio de EOO, AOO e subpopulações. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando a pressão antrópica nas regiões de ocorrência. Espécie dependente de medidas de conservação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Megalastrum%20wacketii	Mata Atlântica
1745	DRYOPTERIDACEAE	Polybotrya speciosa	Schott	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie com EOO nos Estados do Sudeste e Bahia, coletada frequentemente, inclusive no Estado de São Paulo onde foi considerada ""Presumivelmente extinta"" (PE)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polybotrya%20speciosa	Mata Atlântica
1746	DRYOPTERIDACEAE	Polystichum bradei	Rosenst.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando a frequência de fogo nas regiões em que ocorre, como no Parque Nacional do Itatiaia. Por ser restrita aos Campos de Altitude e às Florestas altomontanas, apresenta AOO de 16 km², estando muito suscetível a ameaças, e por isso enfrenta redução populacional e perda de hábitat consideráveis. Assim, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polystichum%20bradei	Mata Atlântica
1747	EBENACEAE	Diospyros duartei	Cavalcante	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Apesar de se distribuir amplamente por Estados costeiros da região Sudeste e Nordeste, com EOO de 95.467 km², a espécie se caracteriza por apresentar forma de vida arbórea em ambientes de Floresta Ombrófila Densa, associada a Mata Atlântica, que já teve cerca de 93% de sua área natural destruída. D. duartei foi considerada localmente extinta na lista de espécies ameaçadas do Espírito Santo em 2007 e, possivelmente, as subpopulações ocorrentes na porção sul do Estado da Bahia também se encontram fortemente ameaçadas, principalmente, em função do histórico de cultivo do cacau. A derrubada de florestas foi especialmente severa nas últimas três décadas, 11.650 km² de florestas foram perdidos nos últimos 15 anos. Em adição à incessante perda de hábitat, as matas remanescentes continuam a ser degradadas pela extração de lenha, exploração madeireira ilegal, coleta de plantas e produtos vegetais e invasão por espécies exóticas. Além disso a espécie possui caráter ornamental. D. duartei foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT) e, caso medidas conservacionistas visando manter a integridade das subpopulações não forem tomadas, a espécie poderá se encontrar sob algum grau de ameaça em um futuro próximo."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20duartei	Mata Atlântica
1748	EBENACEAE	Diospyros hispida	A.DC.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"D. hispida se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva ou arbórea. A espécie é amplamente distribuída pelo território nacional sendo muito bem representada por coleções botânicas. Inúmeras subpopulações da espécie são contempladas por unidades de conservação (SNUC) e a população global tem se mantido estável. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20hispida	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1749	EBENACEAE	Diospyros inconstans	Jacq.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie arbustiva a arbórea, atingindo até 15 metros de altura. D. iconstans é muito bem representada em herbários, tendo sido registrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Aparentemente suas subpopulações têm se mantido estáveis apesar das ameaças isoladas por localidades de ocorrência. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20inconstans	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1750	ELAEOCARPACEAE	Sloanea garckeana	K.Schum.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. garckeana ocorre em outros países da América do Sul e tem ampla distribuição no Brasil, com subpopulações bem amostradas em todos os biomas. A espécie também ocorre em pelo menos nove unidades de conservação (SNUC).	2012-07-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20garckeana	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
1751	ELAEOCARPACEAE	Sloanea hirsuta	(Schott) Planch. ex Benth.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. hirsuta apresenta ampla distribuição no país e ocorre em mais de 15 unidades de conservação (SNUC), sendo bem amostrada ao longo de sua distribuição.	2012-07-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20hirsuta	Mata Atlântica
1752	ELAEOCARPACEAE	Sloanea obtusifolia	(Moric.) Schum.	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Sloanea obtusifolia ocorre ao longo da Mata Atlântica em locais que tiveram uma redução de vegetação original de pelo menos 50% nos últimos 10 anos, como os municípios de Santa Teresa, no Espírito Santo, Recife, em Pernambuco, Una e Ilhéus na Bahia, São Paulo, Ibiúna, e Mogi das Cruzes, em São Paulo. Associadas a esse fato, estimativas apontam que a população global da espécie apresenta uma média de 18.211 indivíduos, número que está sendo reduzido devido ao uso madeireiro para a fabricação de canoas, tábuas e esteios para construções domésticas e pesqueiras.	2012-07-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20obtusifolia	Mata Atlântica
1753	ERICACEAE	Agarista chlorantha	(Cham.) G.Don	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Agarista chlorantha ocorre amplamente distribuída em Campos Rupestres e Campos de Altitude associados aos Domínios Fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e possivelmente, Rio de Janeiro. Espécie bem representada em herbários, foi registrada em áreas perturbadas e também dentro dos limites de unidades de conservação (SNUC). Por esses motivos, A. chlorantha foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) quanto ao seu risco de extinção."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20chlorantha	Cerrado, Mata Atlântica
1754	ERICACEAE	Agarista niederleinii	(Sleumer) Judd	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Agarista niederleinii ocorre em Campos de Altitude e Florestas nebulares associadas ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi registrada entre 350 até cerca de 2.000 m de altitude, dependendo da região em que ocorre. Descrita como frequente em algumas localidades, a espécie se encontra protegida dentro dos limites de algumas unidades de conservação (SNUC), que resguardam amostram significativas de habitat para sua ocorrência. Bem representada em herbários, possui registros em áreas de diferentes estágios de regeneração, e por esses motivos, foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção. Entretanto, faz-se necessário garantir a efetiva proteção das matas nebulares e campos naturais ao longo de sua distribuição, a fim de garantir sua perpetuação na natureza."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20niederleinii	Mata Atlântica
1755	ERICACEAE	Agarista nummularia	(Cham. & Schltdl.) G.Don	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Agarista nummularia ocorre amplamente distribuída em diversos ambientes (Campos de Altitude com mosaicos de Araucaria angustifolia, afloramentos rochosos, pântanos e florestas úmidas) associados ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Registrada em altitude que variam entre 10 e 1.650 m, foi considerada a espécie dominante na comunidade herbácea em algumas localidades ao longo de sua distribuição. O aparente baixo número de registros de herbário pode ser explicado pela proximidade deste táxon com outras espécies do gênero, o que acaba por induzir a erros de determinação e consequentemente, empobrece sua lista de testemunhos. Entretanto, a espécie parece ocorrer de maneira frequente, inclusive dentro de unidades de conservação (SNUC). A partir desses dados, considera-se a espécie ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20nummularia	Mata Atlântica
1756	ERICACEAE	Agarista pulchra	(Cham. & Schltdl.) G.Don	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Agarista pulchra ocorre nos Estados de Minas Gerais, Bahia e São Paulo, predominantemente em Campos Rupestres e afloramentos rochosos associados ao Domínio Fitogeográfico Cerrado, foi registrada também com  pouca frequência em Florestas Estacionais (Itararé, São Paulo). A espécie enfrenta ameaças a sua existência em localidades em que possui registros, algumas destas se encontram altamente impactadas por atividades mineradoras, porém, foi registrada em áreas protegidas isoladas no Estado de Minas Gerais e Bahia, que por enquanto permanecem sem ameaças severas e conseguem garantir a efetiva conservação de sua biota (por exemplo RPPN Santuário do Caraça), portanto, A. pulchra foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT) neste momento. Estudos mais detalhados sobre sua população e o efeito da incidência das ameaças conhecidas devem ser empreendidos, de modo a possibilitar uma avaliação de risco de extinção mais precisa."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20pulchra	Cerrado
1757	ERICACEAE	Gaultheria sleumeriana	Kin.-Gouv.	CR	B2ab(i,ii,iii),C2a(i,ii),D	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaultheria sleumeriana representa um endemismo exclusivo da Serra da Bocaina, até o momento registrada somente no estado de São Paulo. Ocupando uma pequena faixa altitudinal, a espécie apresenta uma distribuição muito restrita (AOO=8 Km²) em borda de matas de galeria e campos secos. A única população conhecida deste táxon possui menos que 50 indivíduos maduros e apenas três destes se encontram dentro dos limites do Parque Nacional da Bocaina (SNUC). A principal situação de ameaça incidente no habitat ocupado por este táxon é o fogo, dados recentemente levantados indicam cerca de 307 registros de incêndios dentro dos limites do Parque Nacional da Bocaina (SNUC), que atingiram cerca de 2.001,98 ha de vegetação. Sem ser coletada desde 1955, a espécie parece ser naturalmente rara, o que amplia seu risco de extinção frente a eventos severos de incêndio, como os reportados. Tendo em vista essas informações, considerou-se G. sleumeriana ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaultheria%20sleumeriana	Mata Atlântica
1758	ERICACEAE	Gaylussacia angulata	Gardner	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia angulata é endêmica do estado do Rio de Janeiro, com apenas três coleções realizadas nos Campos de Altitude do trecho central e norte da Serra do Mar Fluminense (Serra dos Órgãos e Serra de Araras, no município de Petrópolis, Serra do Desengano, em Santa Maria Madalena). Com base nos registros e levando-se em conta que as áreas em que a planta foi registrada apresentam esforço amostral elevado, G. angulata pode ser considerada uma espécie rara. Mesmo hoje protegidas por unidades de conservação, ameaças como o fogo intesivo assolam os Campos de Altitude do Rio de Janeiro, comprometendo severamente populações de espécies raras e sensíveis aos seus impactos. Com distribuição muito restrita (AOO=12 Km², EOO=845,34 Km²), coleções muito antigas e populações submetidas a mesma situação de ameaça, a espécie foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20angulata	Mata Atlântica
1759	ERICACEAE	Gaylussacia caparoensis	Sleumer	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia caparoensis é endêmica dos Campos de Altitude da Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Apresenta distribuição muito restrita (AOO=20 Km², EOO=355,81 Km²). Mesmo ocorrendo dentro dos limites do Parque Nacional do Caparaó (SNUC), as subpopulações desta espécie se encontram fragilizadas pelos intensos incêndios que incidem sobre os Campos de Altitudes em que ocorre, sendo considerada uma situação de ameaça direta, para ilustrar o panorama, em apenas um mês do ano de 2001, cerca de 485 focos de incêndio foram detectados na área da unidade e municípios adjascentes, evidenciando a grande intensidade com que esses eventos ocorrem. Mesmo com um plano de prevenção, controle e combate aos incêndios florestais desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), este ainda não foi efetivamente implementado e a proteção integral oferecida pelo Parque Nacional do Caparaó (SNUC) não impede a incidência de eventos de ameaça. Por esses motivos, G. caparoensis foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20caparoensis	Mata Atlântica
1760	ERICACEAE	Gaylussacia centunculifolia	Sleumer	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia centunculifolia representa um endemismo restrito dos Campos Rupestres da região da Serra do Cipó, na porção mineira da Cadeia do Espinhaço. Com distribuição muito pontual e restrita (AOO=16 Km², EOO=155,76 Km²), a espécie foi considerada sob duas situações de ameaças principais, tendo suas subpopulações pressionadas pela proximidade com uma rodovia e pelos incêndios frequentes que ocorrem em seu habitat. As populações conhecidas não se encontram protegidas pelos limites do Parque Nacional da Serra do Cipó (SNUC), que resguarda amostras significativas dos atualmente escassos Campos Rupestres mineiros, cuja área original foi reduzida em mais de 80%. Por esses motivos, G. centunculifolia foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20centunculifolia	Cerrado
1761	ERICACEAE	Gaylussacia decipiens	Cham.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia decipiens é endêmica do Brasil, ocorrendo em áreas de Campos Rupestres, Campos de Altitude e Campos úmidos nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie parece bem representada nos herbários, com coletas realizadas recentemente e dentro dos limites de diversas unidades de conservação (SNUC). Mesmo com suas populações situadas em fitofisionomias associadas aos dois hotspots brasileiros (Cerrado e Mata Atlântica), pressionado por diversas ameaças, a espécie não parece correr risco iminente de extinção. Por esses motivos, foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT), pela sua distribuição exclusiva em fitofisionomias campestres."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20decipiens	Cerrado, Mata Atlântica
1762	ERICACEAE	Gaylussacia harleyi	Kin.-Gouv.	VU	A2c,B1ab(i,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia harleyi  é endêmica dos Campos Rupestres da região da Chapada Diamantina, no estado da Bahia. Apresenta distribuição restrita (EOO=8.024,55 km² ) em apenas uma fitofisionomia, e encontra-se submetida a menos de cinco situações de ameaça. Embora algumas subpopulações estejam presentes dentro dos limites de unidades de conservação, o habitat deste táxon sofreu uma redução severa na Bahia (cerca de 80% da área total) e, na região da Chapada Diamantina, especificamente suspeita-se que ao menos 30% das suas áreas de ocorrência tenham desaparecido nos últimos 10 anos, sendo o fogo o responsável pela eliminação de táxons sensíveis a distúrbios ambientais severos.  Por esses motivos, G. harleyi foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20harleyi	Caatinga, Cerrado
1763	ERICACEAE	Gaylussacia montana	(Pohl) Sleumer	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia montana ocorre em Campos de Altitude, Campos Rupestres e Campos Limpos associados aos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica e Cerrado. Bem representado nas coleções, a espécie é descrita como frequente por alguns coletores, especialmente em áreas da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais (Serra do Cipó). De ocorrência ampla (EOO=125.881,32 Km²) em mais de uma fitofisionomia de dois Domínios Fitogeográficos distintos, frequente e com registros em unidades de conservação (SNUC), G. montana foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20montana	Cerrado, Mata Atlântica
1764	ERICACEAE	Gaylussacia oleifolia	Dunal	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia oleifolia é endêmica dos Campos Rupestres e bordas de matas de galeria ocorrentes na Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=3.620,82 km², AOO=52 km²) em fitofisionomias que sofrem com a incidência de incêndios frequentes e que foram historicamente suprimidas por atividades antrópicas. Extensas porções de Campos Rupestres no estado estão sendo convertidas em áreas para pecuária e extração de minérios e sofrem os impactos de turismo desordenado. A espécie, apesar de bem representada nos herbários, tem distribuição pontual e as coletas mais recentes foram realizadas na mesma localidade. Potencialmente ocorre dentro dos limites do Parque Nacional da Serra do Cipó (SNUC), mas não há confirmação. Pelos motivos expostos, G. oleifolia foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20oleifolia	Cerrado
1765	ERICACEAE	Gaylussacia pruinosa	Loes.	CR	B2ab(i,ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia pruinosa é conhecida somente pela sua coleção-tipo, empreendida por A.F.M. Glaziou nos Campos de Altitude da Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro. Mesmo sem data determinada, estima-se, com base nas coletas deste naturalista, que a espécie esteja a mais de 100 anos sem ser encontrada na localidade, uma área que vêm sendo frequentemente percorrida por botânicos. Apresenta distribuição muito restrita (AOO=4 km², EOO=273,44 km²) e em apenas uma fitofisionomia. A espécie foi avaliada a partir de uma única situação de ameaça geral (incêndios frequentes e intensos), que torna vulneráveis os Campos de Altitude da Serra dos Órgãos. Pelos motivos expostos, G. pruinosa foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), possivelmente extinta na natureza. Esforços de coleta específicos devem ser conduzidos a fim de ampliar o conhecimento sobre o táxon e assim avaliar seu risco de extinção mais precisamente."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20pruinosa	Mata Atlântica
1766	ERICACEAE	Gaylussacia retivenia	Sleumer	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia retivenia ocorre exclusivamente em Campos de Altitude situados sobre a Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro. Apresenta distribuição muito restrita (AOO=8 Km², EOO=326,52 Km²) em apenas uma fitofisionomia, sendo avaliada sob uma única situação de ameaça (redução das áreas naturais para sua potencial ocorrência ocasionada principalmente pelo fogo), que afeta especificamente os Campos de Altitude da Serra do Órgãos. A espécie está a cerca de 60 anos sem ser coletada, em área onde o esforço de coleta é alto. Por esses motivos, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), demandando esforços de coleta pontuais na localidade onde ocorre para verificação de sua existência. Caso G. retivenia não seja encontrada após intensivas buscas, poderá vir a ser declarada ""Extinta na natureza"" (EW)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20retivenia	Mata Atlântica
1767	ERICACEAE	Gaylussacia retusa	Mart. ex Meisn.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia retusa é endêmica do Campos Rupestres do Brasil Central, com distribuição confirmada nos Domínios Fitogeográficos Caatinga e Cerrado, nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás. Apresenta distribuição naturalmente disjunta, em fitofisionomia que tem sofrido historicamente perdas atribuídas principalmente a ações antrópicas, como o fogo e pecuária. Mesmo assim, a espécie ocorre dentro dos limites de unidades de conservação (SNUC) e tem sido coletada em áreas campestres com uma certa frequência, foi considerada, portando, ""Quase Ameaçada"" (NT), principalmente pela vulnerabilidade de seu habitat."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20retusa	Caatinga, Cerrado
1768	ERICACEAE	Gaylussacia rhododendron	Cham. & Schltdl.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia rhondodendron ocorre em Campos de Altitude e Florestas Ombrófilas Densas Altomontanas e Mistas, associadas ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Foi registrada  frequentemente em unidades de conservação (Parque Nacional do Itatiaia, Parque Estadual da Serra do Mar e Estação Biológica Alto da Serra de Paranapiacaba), e de acordo com os dados disponíveis nas exsicatas das coleções, suspeita-se que a espécie não dependa de ambientes em avançado estágio de regeneração. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20rhododendron	Mata Atlântica
1769	ERICACEAE	Gaylussacia setosa	Kin.-Gouv.	CR	B1ab(ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia setosa representa um endemismo dos Campos Rupestres em apenas uma montanha (Pico do Itambé) da Cadeia do Espinhaço no estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição muito restrita (EOO=13,48 Km², AOO=12Km²), em região frequentemente submetida a eventos de ameaça. Mesmo a população conhecida estando integralmente inserida dentro dos limites do Parque Estadual do Pico do Itambé (SNUC), a região sofre os efeitos severos de queimadas intensas e frequentes e das atividades antrópicas ligadas à pecuária e agricultura realizadas no seu entorno. Considerada sob uma mesma situação de ameaça, G. setosa foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), demandando ações específicas para garantir sua sobrevivência na natureza."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20setosa	Cerrado
1770	ERICACEAE	Gaylussacia vitis-idaea	Mart. ex Meisn.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Gaylussacia vitis-idaea é endêmica dos Campos de Altitude e Campos Rupestres dos Domínios Fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica. Até pouco tempo, essa espécie era considerada restrita ao Estado de Minas Gerais (Kinoshita, Romão, 2012), porém registros recentes determinados pelos especialistas na família apontam para uma distribuição mais ampla desta espécie sobre as áreas campestres de altitude do leste do Brasil. G. vitis-idaea apresenta distribuição naturalmente disjunta, porém ampla (EOO=349.186,85 km² e AOO=76 km²), estando bem representada em herbários e com subpopulações protegidas dentro de unidades de conservação (SNUC). Entretanto, a espécie ocorre em fitofisionomias onde há grande incidência de ameaças e que se encontram exclusivamente em dois hotspots da biodiversidade altamente impactados por atividades antrópicas. Por esse motivos, G. vitis-ideae foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT) por não correr risco eminente de extinção, mas podendo vir a se enquadrar em alguma categoria de ameaça conforme estudos mais detalhados sobre sua biologia e ecologia forem empreendidos."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20vitis-idaea	Cerrado
1771	ERIOCAULACEAE	Actinocephalus cabralensis	(Silveira) Sano	DD	""	""	Tainan Messina	"Actinocephalus cabralensis ocorre no Estado de Minas Gerais, em regiões de Campos Rupestres. As informações desta espécie limitam-se a um único registro de ocorrência em coleção de herbário, apesar da bibliografia mencionar outras localidades. É considerada ""Deficiente de dados"" (DD) por não apresentar dados suficientes para avaliação."	2011-09-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20cabralensis	Cerrado ((Giulietti et al. 2010)
1772	ERIOCAULACEAE	Actinocephalus ciliatus	(Bong.) Sano	DD	""	""	Tainan Messina	"?Actinocephalus ciliatus ocorre no Estado deMinas Gerais, restrita em regiões de Campos Rupestres. As informações destaespécie, segundo especialista, apresenta citação que pode ter sido erroneamenteidentificada. Poderá com informações mais acuradas ser enquadrada na categoria ""Vulnerável"" (VU) por sua extensão de ocorrência e número de situações de ameaça, porém os dadospresentes são insuficientes para categorizá-la neste momento. É considerada ""Deficiente de Dados"" (DD) por não apresentar dados suficientespara avaliação."	2011-09-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20ciliatus	Cerrado (Giulietti et al. 2010)
1773	ERIOCAULACEAE	Actinocephalus cipoensis	(Silveira) Sano	CR	B2ab(ii,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Actinocephaluscipoensis já foi considerada extinta nanatureza, mas foi reencontrada no ano de 2008, segundo dados bibliográficos validados pelo especialista. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2011-09-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20cipoensis	Cerrado
1774	ERIOCAULACEAE	Actinocephalus claussenianus	(Körn.) Sano	VU	D2	""	Tainan Messina	"Espécie registrada em cinco locais de coleta que foram considerados situações de ameaça distintas. É endêmica do Parque Nacional da Serra da Canastra. A perda de hábitat é a principal ameaça, já que está registrada a ocorrência de apenas duas subpopulações. Enquadra-se na categoria ""Vulnerável"" (VU)."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20claussenianus	Cerrado
1775	ERIOCAULACEAE	Actinocephalus heterotrichus	(Silveira) Sano	DD	""	""	Tainan Messina	Sem informações suficientes para avaliação.	2011-09-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20heterotrichus	Cerrado
1776	ERIOCAULACEAE	Comanthera bahiensis	(Moldenke) L.R.Parra & Giul.	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Comanthera bahiensis é uma espécie endêmica do Estado da Bahia, com ocorrência no Morro do Chapéu e proximidades, tendo EOO de 1.294,73 km². Apresenta pequeno porte e morfologicamente é bem diferenciada das demais espécies de Comanthera. Não há registros sobre a exploração comercial de suas subpopulações. Foi avaliada como ""Em perigo"" (EN), pois são considerados potenciais ameaças a ocupação restrita, o declínio das condições ambientais e a degradação do ambiente."	2011-09-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20bahiensis	Caatinga, Cerrado
1777	ERIOCAULACEAE	Comanthera brasiliana	(Giul.) L.R.Parra & Giul.	CR	B1ab(i,ii,iii,v)	""	Tainan Messina	"Comanthera brasiliana é uma herbácea restrita à região da Pedra Menina, no Estado de Minas Gerais, ocorrendo em vegetação rupestre de solo arenoso. Os registros botânicos conhecidos estimam EOO inferior a 100 km², categorizando-a como ""Criticamente em perigo"" (CR). Uma série de fatores ameaça a sobrevivência da espécie: a ocorrência de indivíduos maduros isolados e esparsos, a comercialização indiscriminada no passado, o endemismo e a atividade antrópica nas áreas de ocupação. As subpopulaçõesidentificadas indicam uma situação de ameaça que, pelo exposto, causa o declínio continuado da AOO, EOO, qualidade do hábitat e número de indivíduos maduros."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20brasiliana	Cerrado
1778	ERIOCAULACEAE	Comanthera chrysolepis	(Silveira) L.R.Parra & Giul.	DD	""	""	Tainan Messina	"Sem informações para a presente avaliação de risco de extinção. É citada como ""Criticamente em perigo"" (CR) na lista oficial de 2008."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20chrysolepis	Cerrado, Mata Atlântica
1779	ERIOCAULACEAE	Comanthera elegans	(Bong.) L.R.Parra & Giul.	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Comanthera elegans está sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça, todas no Estado de Minas Gerais. Suas inflorescências são muito exploradas comercialmente, o que representa uma ameaça a sua sobrevivência, apesar de ter subpopulações muito densas e relativamente extensas. Apresenta EOO de 9.565,65 km², e há registros de desaparecimento de subpopulações em algumas regiões. É presente o caráter de ameaça constante pela exploração comercial de sempre-vivas como fator de sobrevivência para a população que intercala esta prática com o garimpo, já reduzido. É avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20elegans	Cerrado
1780	ERIOCAULACEAE	Comanthera harleyi	(Moldenke) L.R.Parra & Giul.	VU	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Comanthera harleyi é uma espécie que ocorre no Estado da Bahia, com distribuição restrita (EOO=1.927,42 km²). Suas subpopulações são encontradas nos municípios de Delfino (Umburanas) e Morro do Chapéu. A espécie caracteriza-se pelo micro-endemismo. Avaliada como ""Vulnerável"" (VU), foram consideradas potenciais ameaças a ocupação restrita, o declínio das condições ambientais e a degradação do ambiente."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20harleyi	Cerrado
1781	ERIOCAULACEAE	Comanthera magnifica	(Giul.) L.R.Parra & Giul.	DD	""	""	Tainan Messina	"Comanthera magnifica possui poucos registros de coleta. Segundo o especialista é necessárioque haja mais espécimes de herbário, para a avaliação de risco. Na lista oficial encontra-se como ""Criticamente em perigo"" (CR). É considerada ""Deficiente de dados"" (DD) pela impossibilidade de avaliação por carência de dados."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20magnifica	""
1782	ERIOCAULACEAE	Comanthera mucugensis	(Giul.) L.R.Parra & Giul.	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"O endemismo restrito e a utilização desta espécie comercialmente reduziram sua EOO ao longo dos últimos anos e a extinguiram em algumas regiões. O extrativismo, o fogo e a agropecuária são as principais causasda redução da população e contínua perda da qualidade do hábitat. As pesquisas indicam que as técnicas de cultivo demonstram taxas de sobrevivência não muito altas. Projetos desenvolvidos com sempre-vivas têm demonstrado a extinção em regiões antes ocupadas por essa espécie. Com EOO de 2.047,87 km² e sujeita a três potenciais situações de ameaça, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20mucugensis	Cerrado
1783	ERIOCAULACEAE	Comanthera suberosa	(Giul.) L.R.Parra & Giul.	DD	""	""	Tainan Messina	"Espécie com dados insuficientes paraavaliação. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR) na lista oficial."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20suberosa	Cerrado
1784	ERIOCAULACEAE	Comanthera vernonioides	(Kunth) L.R.Parra & Giul.	DD	""	""	Tainan Messina	Esp?cie amplamente distribu?da. Entretanto, existem poucos dados dispon?veis para avalia??o do seu risco de extin??o.	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20vernonioides	Cerrado, Mata Atlântica
1785	ERIOCAULACEAE	Comanthera vernonioides var. melanolepis	(Silveira) L.R.Parra & Giul.	DD	""	""	Tainan Messina	"Não há informações sobre ?Comanthera vernonioides var. melanolepisesta para avaliação de risco. É considerada ""Deficiente de dados"" (DD) pela impossibilidade de avaliação."	2012-02-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20vernonioides%20var.%20melanolepis	Cerrado
1786	ERIOCAULACEAE	Eriocaulon melanolepis	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	?Eriocaulon melanolepis não teminformações suficientes para avaliação. O último registro de coleta data do ano de 1936. É apresentada como extinta na lista de Minas Gerais. Pesquisas em andamento poderão apresentar novos dados sobre esta espécie.	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocaulon%20melanolepis	Cerrado
1787	ERIOCAULACEAE	Leiothrix echinocephala	Ruhland	VU	B1a+2b(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Leiothrix echinocephala tem ocorrência restrita ao Estado de Minas Gerais, com EOO de 8.051,21 km². A sua distribuição geográfica e o crescimento acelerado da destruição do hábitat a colocam sob ameaça, assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20echinocephala	Cerrado
1788	ERIOCAULACEAE	Leiothrix gomesii	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"Leiothrixgomesii não tem informações para avaliação. Considerada ""Extinta"" (EX) na lista de Minas Gerais. É considerada ""Deficiente de dados"" (DD) por não apresentar dados disponíveispara avaliação."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20gomesii	Mata Atlântica
1789	ERIOCAULACEAE	Leiothrix linearis	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"Leiothrix linearis não tem informações para avaliação.Considerada ""Extinta"" (EX) na lista de Minas Gerais. É considerada ""Deficiente de dados"" (DD) por nãoapresentar dados disponíveis para avaliação."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20linearis	Cerrado
1790	ERIOCAULACEAE	Leiothrix schlechtendalii	(Körn.)  Ruhland	DD	""	""	Tainan Messina	"Leiothrix schlechtendalii tem ocorrência citada em publicação de especialista para todosos Estados do Nordeste Brasileiro, porém com registro somente para o Estado daBahia, apresentando EOO de 24.387 km². Considerando quehá um crescimento acelerado da destruição do habitat e não há informações sobrea população, considera-se que há deficiência de dados para avaliação derisco. É categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20schlechtendalii	Caatinga, Cerrado
1791	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus argenteus var. elatus	(Bong.) Hensold	DD	""	""	Tainan Messina	"Sem informações para avaliação. Considerada ""Extinta"" (EX) para a Lista de Minas Gerais, porém reencontrada em 2008, com uma única população, na região Serra do Cipó. Características da inflorescência e das flores aproximam este táxon da variedade típica, P. argenteus var. argenteus, especialmente às subpopulações ocorrentes no norte da Serra do Cipó."	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20argenteus%20var.%20elatus	Cerrado
1792	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus ater	Silveira	CR	B1ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	"Paepalanthus ater é uma herbácea com ocorrência exclusiva no Morro do Breu, região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Com baixa frequência, a espécie ocorre em vegetação rupestre de solos arenosos em faixa altitudinal entre 1.300 m e 1.500 m. As subpopulações conhecidas perfazem EOO inferior a 100 km², categorizando-a como ""Criticamente em perigo"" (CR). Os Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço vêm sofrendo grande pressão de atividades agropecuárias e mineradoras, de forma que as subpopulações conhecidas identificam apenas uma situação de ameaça que, pelo exposto, causa o declínio em EOO, AOO e qualidade do hábitat."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20ater	Cerrado
1793	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus bellus	Moldenke	DD	""	""	Tainan Messina	"Paepalanthus bellus é endêmica do Estado do Paraná, ocorrendo em formações de Mata Atlântica. São poucos os registros desta espécie para a região, sendo considerada ""Deficiente de dados"" (DD) para avaliação de risco."	2012-06-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20bellus	Mata Atlântica
1794	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus catharinae var. hatschbachii	(Moldenke) Moldenke & L.B.Sm.	DD	""	""	Tainan Messina	Espécie sem informações disponíveis para avaliação.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20catharinae%20var.%20hatschbachii	Mata Atlântica
1795	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus crinitus	Tissot-Sq.	DD	""	""	Tainan Messina	"Paepalanthus crinitus  não tem informações para avaliação de risco.Segundo a autora ocorre no município de Diamantina. É considerada ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20crinitus	Cerrado
1796	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus extremensis	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"Paepalanthus extremensis foi considerada ""Deficiente de dados"" (DD) pela validação de espécimes pelo especialista no Estado de Goiás, sendo que o mesmo afirmou que a espécie é endêmica de Grão Mogol, Minas Gerais."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20extremensis	Cerrado
1797	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus garimpensis	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"Paepalanthus garimpensis é conhecida por um registro de coleta na Serra do Garimpo, datado do ano de 1921, no Estado de Minas Gerais e que possivelmente seja um híbrido de P. mollis e P. dianthoides. Por não haver informações para avaliação de risco é considerada ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-02-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20garimpensis	Cerrado
1798	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus grao-mogolensis	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	Paepalanthus grao-mogolensis não tem informações para avaliação de risco, ocorrendo apenas em Grão Mogol, Estado de MinasGerais.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20grao-mogolensis	Cerrado
1799	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus hydra	Ruhland	EN	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Paepalanthus hydra tem ocorrência exclusiva no Estado de Minas Gerais, com EOO de 536,74 km² e subpopulações registradas em três pontos. Somando-se a degradação crescente do ambiente e o último registro de coleta datando de 1999, esta espécie é caracterizada como ""Em perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20hydra	Cerrado, Mata Atlântica
1800	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus langsdorffii	Körn	DD	""	""	Tainan Messina	"?Paepalanthus langsdorffii não teminformações para avaliação de risco, ocorrendo apenas na Serra de Itacolomi, em Minas Gerais. Éregistrada como ""Provavelmente extinta"" (PE) para a lista de Minas Gerais. Consideradacomo ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20langsdorffii	Cerrado
1801	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus lepidus	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"?Paepalanthus lepidus não tem informações paraavaliação de risco, ocorrendo no Estado de Minas Gerais. É registrada comoprovavelmente extinta para a lista de Minas Gerais. Considerada com deficiênciade dados para avaliação, é categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20lepidus	Cerrado
1802	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus rhizomatosus	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"Paepalanthus rhizomatosus é considerada como um caso de endemismo extremo, ocorrendo unicamente em Baraúnas, Estado de MinasGerais, em altitudes acima de 1.300 m, com um único registro de ocorrência. Considerada ""Deficiente de dados"" (DD) para avaliação."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20rhizomatosus	Cerrado
1803	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus scytophyllus	Ruhland	DD	""	""	Tainan Messina	"?Paepalanthus scytophyllus tem citação de ocorrêncianos Estados de Goiás e Minas Gerais, sem registro de coleta e EOO.É mencionada a ocorrência de subpopulações na Serra de Congonhas, em Minas Gerais e umregistro em Jaboticatubas (MG). Considerada ""Deficiente de dados"" (DD) paraavaliação."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20scytophyllus	Cerrado
1804	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus uncinatus	Gardner	DD	""	""	Tainan Messina	"Paepalanthusuncinatus não tem informações para avaliação de risco, ocorrendo na porção leste da Serra doCipó, no Estado de Minas Gerais. É registrada como provavelmente extinta para alista de Minas Gerais. Considerada ""Deficiente de dados"" (DD) para avaliação."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20uncinatus	Cerrado
1805	ERIOCAULACEAE	Paepalanthus xiphophyllus	Ruhland	DD	""	""	Tainan Messina	"?Paepalanthusxiphophyllus é conhecida apenas pelo material tipo, com ocorrência na Serra de Gandarela, Estado de Minas Gerais. É registrada como ""Provavelmente extinta"" (PE) para a lista deMinas Gerais. Sem informações para avaliação de risco é considerada ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20xiphophyllus	""
1806	ERIOCAULACEAE	Syngonanthus caulescens	(Poir.) Ruhland	LC	""	""	Tainan Messina	"?Syngonanthuscaulescens é amplamente distribuída noterritório brasileiro, com coleções recentemente registradas, não se enquadranos critérios de avaliação de risco de extinção. É categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20caulescens	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1807	ERIOCAULACEAE	Syngonanthus helminthorrhizus	(Mart. ex Körn.) Ruhland	LC	""	""	Tainan Messina	"?Syngonanthushelminthorrhizus tem ampla distribuição e ocupação de ambientes, não se enquadra nos critérios deavaliação de risco de extinção. É categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20helminthorrhizus	Amazônia, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
1808	ERIOCAULACEAE	Syngonanthus itambeensis	Silveira	EN	B1ab(i,iii,v)	""	Tainan Messina	"Syngonanthus itambeensis tem ocorrência restrita ao município de Diamantina e região do Pico do Itambé, no Estado de Minas Gerais. São registrados apenas dois pontos de ocorrência. Somando-se a degradação crescente do ambiente e o último registro de coleta datando de 1982, esta espécie é caracterizada como ""Em perigo"" (EN)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20itambeensis	Cerrado
1809	ERIOCAULACEAE	Syngonanthus laricifolius	(Gardner) Ruhland	VU	B1ab(i,iii,iv)	""	Tainan Messina	"Syngonanthus laricifolius apresenta ocorrência nos Estados de Minas Gerais e Bahia, com EOO de 7.914,72 km². Somando-se isto à degradação crescente do ambiente, esta espécie é caracterizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20laricifolius	Cerrado, Caatinga
1810	ERIOCAULACEAE	Syngonanthus niger	Silveira	DD	""	""	Tainan Messina	"Espécie com ocorrência restrita à Serra doCabral, Estado de Minas Gerais, porém sem o cálculo da EOO para definir a avaliação de risco. É categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20niger	Cerrado
1811	ERIOCAULACEAE	Syngonanthus widgrenianus	(Körn.)  Ruhland	DD	""	""	Tainan Messina	"Os registros das coleções indicam a ocorrência desta espécieno Estado de Minas Gerais, com EOO de 3.218 km²,podendo ser categorizada sob ameaça de extinção. Porém, há certificação doespecialista de sua ocorrência nos Estados do Piauí e São Paulo, ampliandoconsideravelmente sua EOO. Em virtude das insuficientes informações para o cálculoda EOO, é categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20widgrenianus	Cerrado
1812	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum ambiguum	Peyr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente na Mata Atlântica entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro. Está representada em várias unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20ambiguum	Mata Atlântica
1813	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum anguifugum	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Ocorre em todas as regiões brasileiras, incluindo vastos trechos da Amazônia, e é muito frequente ao longo da sua distribuição.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20anguifugum	Amazônia, Cerrado
1814	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum bezerrae	Plowman	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum bezerrae é uma espécie com distribuição restrita ao domínio da Caatinga. Sua região de ocorrência abrange localidades que vêm sendo rapidamente desmatadas, incluindo a localidade-tipo. Suspeita-se que a perda e degradação do seu hábitat estejam acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. A AOO é de 32 km², e o número de situações de ameaça é cinco.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20bezerrae	Caatinga, Cerrado
1815	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum catharinense	Amaral	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum catharinense é uma espécie rara com distribuição restrita à Mata Atlântica, onde ocorre em florestas úmidas e em Restingas. A vegetação que ocorre sobre as planícies arenosas litorâneas está entre as mais ameaçadas do Domínio Atlântico, devido, principalmente, à expansão urbana desordenada ao longo de grande parte da costa. Assim, é possível suspeitar que a perda e degradação do hábitat de E. catharinense estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos da população. A AOO é de 24 km², e o número de situações de ameaça é cinco.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20catharinense	Mata Atlântica
1816	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum coelophlebium	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum coelophlebium é uma espécie com distribuição ampla, ocorrendo na Mata Atlântica e na Chapada Diamantina. É frequente na região Sudeste, e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20coelophlebium	Mata Atlântica
1817	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum compressum	Peyr.	EN	B2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum compressum é uma espécie com distribuição restrita às Florestas Úmidas do litoral sul do Estado da Bahia. Possui AOO é de 36 km², cinco situações de ameaça. A espécie vêm sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat, devido à expansão urbana e turística, além de atividades agropecuárias que se desenvolvem na região, como o cultivo de cacau em sistemas agroflorestais, que descaracterizam completamente a estrutura e composição da floresta nativa.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20compressum	Mata Atlântica
1818	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum distortum	Mart.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e ocorrente em diferentes tipos de habitat. Entretanto, algumas das fitofisionomias em que ocorre são consideravelmente afetadas pela ação humana, de modo que E. distortum podem vir a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20distortum	Caatinga, Mata Atlântica
1819	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum leal-costae	Plowman	CR	A2c	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum leal-costae é uma espécie endêmica da cidade de Salvador, onde ocorre em vegetação de Restinga. As espécies de Restinga geralmente estão submetidas a uma forte limitação de água e nutrientes, devido ao caráter arenoso do substrato onde ocorrem. Assim, é possível suspeitar que E. leal-costae apresente um crescimento bastante lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em pelo menos 20 anos. O hábitat da espécie vem sofrendo rápido declínio em extensão e qualidade devido à expansão urbana e turística, o que permite suspeitar que E. leal-costae venha enfrentando uma redução populacional de pelo menos 80% nos últimos 60 anos.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20leal-costae	Mata Atlântica
1820	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum maracasense	Plowman	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum maracasense ocorre desde o norte de Minas Gerais até Pernambuco, na Caatinga e no Cerrado. Apesar de se distribuir de forma relativamente ampla, a espécie é representa por registros esparsos ao longo da sua ocorrência. Além disso, vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat em algumas das localidades em que foi registrada. Dessa forma, é possível suspeitar que E. maracasense venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo, caso o habitat da espécie continue a ser desmatado e degradado.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20maracasense	Caatinga, Cerrado
1821	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum mattos-silvae	Plowman	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum mattos-silvae é uma espécie que ocorre quase exclusivamente nas Florestas Úmidas do litoral sul do Estado da Bahia. Apenas uma coleta indica a ocorrência da espécie em Minas Gerais. A AOO é de 92 km², e o número de situações de ameaça não passa de cinco. A espécie vêm sofrendo com um declínio contínuo na extensão e qualidade do seu hábitat, devido à expansão urbana e turística e também às práticas agropecuárias, principalmente o cultivo de cacau em sub bosque de floresta nativa. Suspeita-se que a perda e degradação das florestas onde ocorre estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20mattos-silvae	Mata Atlântica
1822	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum membranaceum	Plowman	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Erythroxylum membranaceum é uma espécie com distribuição muito restrita às Florestas Úmidas do sul do Estado da Bahia. A EOO é de 218,16 km², e o número de situações de ameaça é dois. A espécie vêm sofrendo um forte declínio na qualidade e extensão do seu hábitat, uma vez que os dois municípios onde foi coletada já perderam mais de 96% da sua cobertura florestal original. Suspeita-se que essa perda e degradação do hábitat de E. membranaceum estejam acarretando um acentuado declínio no número de indivíduos maduros da população. É extremamente necessário que a espécie seja contemplada com a criação de uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral que inclua ao menos parte da sua distribuição. Caso contrário, considerando a grave perda de hábitat a que E. membranaceum encontra-se submetida, é possível que a espécie venha a estar ""Criticamente em perigo"" (CR) em um futuro próximo."	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20membranaceum	Mata Atlântica
1823	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum myrsinites	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum myrsinites apresenta distribuição ampla e é muito frequente na região Sul do Brasil. Está representada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20myrsinites	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1824	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum nelson-rosae	Plowman	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Erythroxylum nelson-rosae é uma espécie endêmica dos Campos Rupestres ferruginosos da Serra de Carajás, no Estado do Pará. Sua EOO é de 3.051,95 km², e o número de situações de ameaça a que está submetida é inferior e cinco. E. nelson-rosae vêm sofrendo um rápido declínio na extensão do seu hábitat devido à mineração de ferro em grande escala, que incide sobre os campos ferruginosos da região. Suspeita-se que a perda do hábitat esteja acarretando um declínio acentuado no número de indivíduos da espécie. Caso ações de conservação efetivas direcionadas a E. nelson-rosae, como a criação de unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, não sejam executadas no curto prazo, a espécie virá a se tornar ""Criticamente em perigo"" (CR) em um futuro próximo."	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20nelson-rosae	Amazônia
1825	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum passerinum	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente ao longo do domínio Atlântico.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20passerinum	Mata Atlântica, Caatinga
1826	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum pauferrense	Plowman	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum pauferrense é uma espécie endêmica do Estado da Paraíba, onde ocorre nos encraves de Floresta Montana localmente denominados Brejos de Altitude. A AOO é de 36 km². Devido à sua raridade natural, ao forte desmatamento que incide sobre seu hábitat e à natureza insular dos Brejos de Altitude, é possível suspeitar que as subpopulações sejam pequenas e estejam geograficamente isoladas umas das outras. Suspeita-se também que a perda e degradação das áreas de floresta que E. pauferrense habita estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pauferrense	Mata Atlântica
1827	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum pelleterianum	A.St.-Hil.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e muito frequente em vários setores de sua ocorrência.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pelleterianum	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1828	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum petrae-caballi	Plowman	VU	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum petrae-caballi é uma espécie com distribuição restrita ao Estado da Bahia, onde ocorre apenas nos arredores do município de Feira de Santana, e em duas localidades no litoral sul do Estado. A EOO é de 12.953,90 km² e o número de situações de ameaça é inferior a 10. A espécie vêm sofrendo um declínio considerável na qualidade e extensão do seu hábitat, notadamente em Feira de Santana, que teve cerca de 95% da vegetação original destruída. Suspeita-se que a perda e degradação do hábitat de E. petrae-caballi estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20petrae-caballi	Mata Atlântica, Caatinga
1829	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum pulchrum	A.St.-Hil.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no território brasileiro. Habita diversas fitofisionomias e está representada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pulchrum	Mata Atlântica, Caatinga
1830	ERYTHROXYLACEAE	Erythroxylum tianguanum	Plowman	CR	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erythroxylum tinguanum é endêmica da Caatinga com distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo apenas no Planalto de Ibiapaba, no Estado do Ceará. Apresenta EOO de 68,67 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A espécie vêm sofrendo um declínio contínuo na extensão do seu hábitat, inclusive na localidade-tipo, o que permite suspeitar que esteja havendo também um declínio no número de indivíduos maduros da população. É necessário que E. tianguanum seja contemplada com a criação de uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, que abranja, se não toda, ao menos a maior parte da sua distribuição. Espécie prioritária para ações de conservação ex situ.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20tianguanum	Caatinga
1831	ESCALLONIACEAE	Escallonia chlorophylla	Cham. & Schltdl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	E. chlorophylla é um arbusto com ocorrência no Sul e Sudeste do Brasil, em formação campestres com alta radiação solar e umidade. Possui EOO superior a 20.000 km² e sabe-se da ocorrência de subpopulações em áreas protegidas. Assim, a espécie não esta em risco de extinção.	2012-04-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20chlorophylla	Mata Atlântica
1832	ESCALLONIACEAE	Escallonia farinacea	A.St.-Hil.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	E. farinacea é um arbusto que ocorre em diversas formações vegetais, tais como florestas úmidas, Campos de Altitude e Cerrado. Apresenta tolerância a queimadas e são conhecidas subpopulações em áreas protegidas. Embora a espécie esteja ameaçada pela atividade agropecuária, apresenta EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20farinacea	Mata Atlântica
1833	ESCALLONIACEAE	Escallonia obtusissima	A.St.-Hil.	VU	B2b(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Escallonia obtusissima é um arbusto com ocorrência em formações campestres do sul e sudeste brasileiros. Endêmica do Brasil, a espécie apresenta AOO estimada em 28 km² e está sujeita a menos de dez situações de ameaça, por isso sendo categorizada como ""Vulnerável"" (VU). A população conhecida é pequena e ocorre em local com alto grau de perda do hábitat, causado principalmente pela pastagem e pelo reflorestamento com espécie exótica (pinheiro). Segundo informações do especialista, há também uma pequena subpopulação atual e relicta no município de Mafra (SC). Tais ameaças em formações campestres configuram um declínio contínuo da EOO, AOO e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie."	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20obtusissima	Mata Atlântica
1834	ESCALLONIACEAE	Escallonia petrophila	Rambo & Sleumer	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Escallonia petrophila é um arbusto endêmico do sul do Brasil, ocorrendo em florestas úmidas mistas. Tem distribuição restrita, o que perfaz um EOO estimado inferior a 5.000 km² e AOO inferior a 500 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). E. petrophila ocorre em faixa altitudinal submontana, sendo possível inferir que a declividade do solo seja um fator que dificulta a perda de hábitat. No entanto, há outras ameaças, como ocupação desordenada e agricultura, que estão presentes no entorno dos altos declives e ameaçam as subpopulações conhecidas, configurando menos de cinco situação de ameaça, que diminuem a qualidade do hábitat da espécie."	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20petrophila	Mata Atlântica
1835	EUPHORBIACEAE	Adenophaedra cearensis	Secco	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Adenophaedra cearensis é conhecida por apenas uma subpopulação na Serra do Baturité, no Estado do Ceará, em uma única situação de ameaça e com AOO de 4 km². A espécie é indicada como rara/escassa e habita um encrave de floresta úmida na Caatinga, que sofre a perda de hábitat causada por atividades agropecuárias.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenophaedra%20cearensis	Mata Atlântica
1836	EUPHORBIACEAE	Algernonia dimitrii	(Emmerich) G.L.Webster	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Algernonia dimitrii é endêmica da região de Cachoeiro do Itapemirim, no Estado do Espírito Santo, que apresenta uma redução da área do hábitat original de aproximadamente 90% ao longo das últimas três gerações da espécie, ou seja, cerca de 20 anos. De fato, a principal ameaça incidente sobre a espécie é a perda do hábitat, causada pela exploração dos recursos naturais e por atividades agropecuárias.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Algernonia%20dimitrii	Mata Atlântica
1837	EUPHORBIACEAE	Algernonia kuhlmannii	(Emmerich) G.L.Webster	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Algernonia kuhlmannii é endêmica da região de Colatina, no Estado do Espírito Santo, sendo conhecida em apenas uma situação de ameaça e tendo AOO de 4 km². As principais ameaças incidentes sobre a flora do Estado têm sido ligadas aos ciclos econômicos, como o da exploração da madeira, da agricultura cafeeira, e atualmente os ""reflorestamentos"" homogêneos. Como resultado disso, em 2011, Colatina apresentava apenas 6% de remanescentes florestais."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Algernonia%20kuhlmannii	Mata Atlântica
1838	EUPHORBIACEAE	Astraea cincta	(Müll.Arg.) Caruzo & Cordeiro	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Astraea cincta está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e apresenta AOO menor que 500 km², sendo ameaçada pela perda da qualidade do hábitat causada pelas atividades agropecuárias no Cerrado.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astraea%20cincta	Cerrado
1839	EUPHORBIACEAE	Astraea lobata	(L.) Klotzsch	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A. lobata possui ampla distribuição pelo continente americano, com diferentes subpopulações conhecidas, habitandoáreas perturbadas e terrenos cultivados, alguns autores a consideram uma espécie ruderal.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astraea%20lobata	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1840	EUPHORBIACEAE	Bernardia confertifolia	Müll.Arg.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Bernardia confertifolia é endêmica do Paraná, onde ocupa uma área (AOO) menor que 500 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça reportada para a espécie é a perda de hábitat causada pelo desmatamento das Florestas Estacionais Semideciduais e dos Campos Limpos úmidos.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20confertifolia	Mata Atlântica
1841	EUPHORBIACEAE	Bernardia crassifolia	Müll.Arg.	EN	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Bernardia crassifolia tem distribuição restrita às serras do Espinhaço Central no Estado de Minas Gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocupa uma área (AOO) menor que 500 km². A principal ameaça incidente reportada para a região é a perda de hábitat causada por queimadas, turismo depredatório, mineração e atividades agrícolas.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20crassifolia	Cerrado
1842	EUPHORBIACEAE	Bernardia similis	Pax & K.Hoffm.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	B. similis possui distribuição em áreas específicas de Cerrado e Campo Rupestre, que sofrem redução de habitat devido atividades agrícolas e impactos causados por estas. No entanto, são necessários dados quantitativos sobre as subpopulações para que a avaliação do risco de extinção possa ser aferida.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20similis	Cerrado
1843	EUPHORBIACEAE	Caperonia buettneriacea	Müll.Arg.	VU	D2	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Caperonia buettneriacea têm distribuição indicada em cinco Estados brasileiros, no entanto, só estão disponíveis dados de ocorrência da espécie para o Paraná e Espírito Santo, onde há diversas ameaças incidentes como as monoculturas de soja, a presença de espécies exóticas invasoras e os incêndios de áreas campestres. Dessa forma, torna-se necessário acompanhar os efeitos destas ameaças sobre as subpopulações conhecidas e comprovar a existência de subpopulações em outros Estados.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caperonia%20buettneriacea	Mata Atlântica, Cerrado
1844	EUPHORBIACEAE	Caperonia palustris	(L.) A.St.-Hil.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. palustris é uma espécie de distribuição extensa no território brasileiro, sendo considerada uma erva invasora de culturas e corpos de água em países da região Neotropical.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caperonia%20palustris	Amazônia, Cerrado
1845	EUPHORBIACEAE	Chiropetalum foliosum	(Müll.Arg.) Pax & K.Hoffm.	EN	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Chiropetalum foliosum tem distribuição endêmica nos Campos de Cima da Serra na Região Sul do Brasil, com uma AOO de 12 km² e conhecida em uma única situação de ameaça. A principal ameaça na região é o declínio da qualidade do hábitat, causado pela introdução de espécies exóticas e pela agricultura.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chiropetalum%20foliosum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1846	EUPHORBIACEAE	Chiropetalum gymnadenium	(Müll.Arg.) Pax & K.Hoffm.	VU	A2c	Tainan Messina	Tainan Messina	Chiropetalum gymnadenium tem subpopulações distribuídas ao longo da Mata Atlântica brasileira, em áreas que perderam mais de 50% de seu hábitat original nos últimos 10 anos, devido à agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana, ameaças que permanecem até hoje. A espécie não é coletada desde 1998, é rara, e portanto, suspeita-se que tenha sofrido uma redução populacional de pelo menos 30% nos últimos 10 anos.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chiropetalum%20gymnadenium	Mata Atlântica
1847	EUPHORBIACEAE	Croton compressus	Lam.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. compressus apresenta distribuição extensa ao longo da zona costeira do Brasil, habitando diferentes formações de restinga em várias situações de ameaça.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20compressus	Mata Atlântica
1848	EUPHORBIACEAE	Croton glechomifolius	Müll.Arg.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. glechomifolius possui distribuição ao longo de áreas de Cerrado e Mata Atlântica do sul do Brasil e São Paulo, com subpopulações encontradas em diferentes formações vegetacionais. No entanto, não há conhecimento sobre dados quantitativos destas subpopulações, que são necessários para uma clara aferição do risco de extinção desta espécie.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20glechomifolius	Cerrado, Mata Atlântica
1849	EUPHORBIACEAE	Croton hirtus	L Hér.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. hirtus possui ampla distribuição pela região Neotropical, sendo encontrada em diferentes formações vegetacionais e considerada ruderal, invasora de pastos e plantações.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20hirtus	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
1850	EUPHORBIACEAE	Croton leptobotryus	Müll.Arg.	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Croton leptobotryus têm distribuição limitada às áreas de Floresta Estacional Semidecidual, com subpopulações conhecidas em menos de 10 situações de ameaça e com uma AOO menor que 2.000 km². Nessas áreas foram reportadas monoculturas de soja e formação de pastagens com gramíneas invasoras.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20leptobotryus	Cerrado
1851	EUPHORBIACEAE	Croton luetzelburgii	Pax & K.Hoffm.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. luetzelburgii possui distribuição geográfica incerta, não sendo confirmada a ocorrência da espécie para o Mato Grosso do Sul e Estados adjacentes. E apesar das subpopulações estarem situadas em mais de 10 situações de ameaça, são necessários dados populacionais quantitativos para se determinar precisamente o risco de extinção da espécie.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20luetzelburgii	Caatinga, Cerrado
1852	EUPHORBIACEAE	Croton serratifolius	Baill.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. serratifolius apresenta uma distribuição extensa no sul do Brasil, Argentina e Paraguai, com subpopulações conhecidas em várias situações de ameaça.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20serratifolius	Mata Atlântica, Cerrado
1853	EUPHORBIACEAE	Croton sphaerogynus	Baill.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	C. sphaerogynus possui distribuição extensa em áreas de Mata Atlântica, com subpopulações conhecidas em mais de 10 situações de ameaça e também em áreas de unidades de conservação (SNUC).	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20sphaerogynus	Mata Atlântica
1854	EUPHORBIACEAE	Dalechampia glechomifolia	Baill.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Apesar das ameaças apontadas, D. glechomifolia possui distribuição extensa em áreas de Mata Atlântica e Cerrado, com subpopulações encontradas em mais de 10 situações de ameaça, sendo que algumas compreendem áreas protegidas em unidades de conservação (SNUC).	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20glechomifolia	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
1855	EUPHORBIACEAE	Dalechampia leandrii	Baill.	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	D. leandrii apresenta distribuição extensa ao longo da Mata Atlântica no Sul e Sudeste do Brasil, com subpopulações presentes em fragmentos que continuam sendo reduzidos pelo desmatamento. Dessa forma, é necessário que tais fragmentos continuem sendo monitorados para verificar se a espécie terá uma redução do número de situações de ameaça onde se encontra.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20leandrii	Mata Atlântica
1856	EUPHORBIACEAE	Dalechampia purpurata	Cordeiro	EN	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Dalechampia purpurata têm distribuição restrita à porção oeste da Chapada Diamantina. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocupa uma área restrita (AOO=20 km²). A principal ameaça na região de ocorrência da espécie é a perda do habitat devido à práticas agrícolas.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20purpurata	Caatinga
1857	EUPHORBIACEAE	Dalechampia riparia	L.B.Sm. & Downs	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Dalechampia riparia tem distribuição restrita a dois fragmentos de Mata Atlântica no Paraná e Santa Catarina, que representam uma AOO de 8 km². Está sujeita a duas situações de ameaça. Nesses locais, o desmatamento para ocupação humana, agricultura e obras de infraestrutura (como a construção de hidrelétricas) têm sido a principal ameaça.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20riparia	Mata Atlântica
1858	EUPHORBIACEAE	Dalechampia weddelliana	Baill.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	D. weddelliana possui distribuição extensa em áreas da Amazônia e Cerrado do Brasil e Paraguai, sendo também encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20weddelliana	Amazônia, Cerrado
1859	EUPHORBIACEAE	Euphorbia appariciana	Rizzini	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Euphorbia appariciana é endêmica da porção norte da Cadeia do Espinhaço, no Estado da Bahia, habitando somente os Campos Rupestres. Tem AOO de 92 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça apontada para a espécie é a perda de hábitat, devido às atividades agropecuárias, produção de lenha, queimadas, retirada ilegal de areia e ocupação irregular de terras.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20appariciana	Caatinga
1860	EUPHORBIACEAE	Euphorbia attastoma	Rizzini	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Euphorbia attastoma é endêmica dos Campos Rupestres localizados próximo à divisa entre os Estados da Bahia e Minas Gerais. Apresenta subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, e AOO de 32 km². A principal ameaça incidente é a mineração de ferro, que tem alcance em toda região de ocorrência da espécie.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20attastoma	Caatinga, Cerrado
1861	EUPHORBIACEAE	Euphorbia crossadenia	Pax & K.Hoffm.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Euphorbia crossadenia é endêmica dos Campos Rupestres e Campos Arenosos do norte do Estado da Bahia, com subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça e ocupando uma área (AOO) de 48 km². A principal ameaça apontada é o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas, em geral, estas atividades têm sido realizadas com a utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20crossadenia	Caatinga, Cerrado
1862	EUPHORBIACEAE	Euphorbia gymnoclada	Boiss.	VU	A2c	Tainan Messina	Tainan Messina	Euphorbia gymnoclada apresenta extensa distribuição por áreas florestais do Brasil e Bolívia, sendo que a maioria de suas subpopulações ocorrem em áreas de Mata Atlântica brasileira, que tiveram uma redução de hábitat maior ou igual a 50% nos últimos 10 anos. Esta redução foi causada pela especulação imobiliária, decorrente da localização próxima ao litoral, onde a ocupação humana é maior. Dessa forma, suspeita-se que tenha ocorrido uma redução populacional de pelo menos 30% nos últimos 10 anos.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20gymnoclada	Mata Atlântica
1863	EUPHORBIACEAE	Euphorbia holochlorina	Rizzini	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Euphorbia holochlorina é endêmica da região de Águia Branca, no Estado do Espírito Santo, ocupando uma área (AOO) de 4 km² e conhecida de uma única situação de ameaça. O desmatamento associado aos ciclos econômicos do Espírito Santo para o desenvolvimento de atividades agrícolas, como da exploração da madeira, da agricultura cafeeira, dos ""reflorestamentos"" homogêneos (Pinus e Eucaliptus), somado à incidência de espécies exóticas invasoras e sobre-exploração de plantas ornamentais, configuram as principais ameaças incidentes sobre a flora do Estado."	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20holochlorina	Mata Atlântica
1864	EUPHORBIACEAE	Joannesia princeps	Vell.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	J. princeps possui uma abundância total de mais de 1 milhão de indivíduos, com subpopulações conhecidas em toda a sua extensão de ocorrência natural (Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo). Apesar de ser utilizada como recurso medicinal, a espécie é cultivada como árvore para paisagismo e tem sementes viáveis armazenadas em laboratório.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Joannesia%20princeps	Caatinga, Mata Atlântica
1865	EUPHORBIACEAE	Manihot carthaginensis	(Jacq.) Müll.Arg.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	M. carthaginensis possui ampla distribuição na América do Sul e Central, sendo considerada abundante nas subpopulações onde foi amostrada no Cerrado.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manihot%20carthaginensis	Cerrado
1866	EUPHORBIACEAE	Manihot procumbens	Müll.Arg.	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Manihot procumbens tem uma AOO menor que 2.000 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. A principal ameaça incidente sobre a espécie é a perda de hábitat natural, que tem sido transformado em áreas agrícolas.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manihot%20procumbens	Cerrado
1867	EUPHORBIACEAE	Tetrorchidium rubrivenium	Poepp.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	T. rubrivenium possui ampla distribuição, com diversas subpopulações conhecidas ao longo desta e uma população global com mais de 50.000 indivíduos.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrorchidium%20rubrivenium	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga
1868	FABACEAE	Abarema acreana	(J.F.Macbr.) L.Rico	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20acreana	Amazônia
1869	FABACEAE	Abarema cochliacarpos	(Gomes) Barneby & J.W.Grimes	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição e apesar da perda de habitat em algumas localidades de ocorrência, não apresenta risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20cochliacarpos	Cerrado, Mata Atlântica
1870	FABACEAE	Abarema filamentosa	(Benth.) Pittier	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla ocorrência e apesar da perda de habitat em algumas das localidades, não apresenta risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20filamentosa	Mata Atlântica
1871	FABACEAE	Abarema obovata	(Benth.) Barneby & J.W.Grimes	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da espécie ser endêmica de Minas Gerais, apresenta EOO de 180.114,280km² e não possui nenhuma ameaça pontual que poderia levar a espécie a extinção em futuro próximo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20obovata	Cerrado, Mata Atlântica
1872	FABACEAE	Abarema turbinata	(Benth.) Barneby & J.W.Grimes	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO de ca. 32.000 km², sendo  encontrada em remanescentes da floresta pluvial atlântica costeira e restingas ao longo da costa da Bahia. Portanto, caso o habitat da espécie não seja monitorado e conservado efetivamente a espécie poderá ser categorizada como ameaçada de extinção.	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20turbinata	Mata Atlântica
1873	FABACEAE	Abarema villifera	(Ducke) Barneby & J.W.Grimes	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20villifera	Amazônia
1874	FABACEAE	Adesmia paranensis	Burkart	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem EOO calculado em ca. 35.000 km², e foi considerada com frequência ocasional nas áreas estudadas. Os ambientes que a espécie ocorrem tem a forte ocorrência de atividades como pecuária, onde o fogo é muito utilizado para ""abertura"" dos campos a serem utilizados. Portanto a espécie foi considerada ""Quase ameaçada"" (NT), pois caso as áreas de ocorrência da espécie não sejam controladas e conservadas a espécie poderá ser categorizada como ""Vulnerável"" (VU) em futuro próximo."	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adesmia%20paranensis	Mata Atlântica
1875	FABACEAE	Aeschynomene denticulata	Rudd	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é abundante, de ampla distribuição, além de não apresentar uso e por isso foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20denticulata	Amazônia, Caatinga, Pantanal, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
1876	FABACEAE	Aeschynomene fructipendula	Abruzzi de Oliveira	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=291,78 km², AOO =4 km²) e a frequência nas regiões em que ocorre é considerada baixa. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo a principal delas a perda do hábitat em consequência de práticas agrícolas e formação de pastagem, que reduzem a qualidade do hábitat da espécie.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20fructipendula	Mata Atlântica
1877	FABACEAE	Aeschynomene laca-buendiana	Brandão	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, apresenta EOO de 264,97 km². É conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1991. Não foi recoletada desde então, e ocorre em área antropizada. Suspeita-se que esteja havendo declínio constante da qualidade do hábitat, já que a espécie é encontrada perto da estrada MG-308. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20laca-buendiana	Caatinga
1878	FABACEAE	Aeschynomene montevidensis	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e sem ameaça pontual que possa levá-la a extinção, apesar da ocorrência em domínios fitogeográficos vulneráveis a diversas ameaças. Recomenda-se estudos populacionais para a espécie.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20montevidensis	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
1879	FABACEAE	Aeschynomene selloi	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar de a espécie ter sido considerada ""Possivelmente Extinta"" (PE) pela Lista Vermelha do Rio Grande do Sul, a espécie tem ampla distribuição, não apresenta uso, tem ocorrência descrita para unidade de conservação (SNUC) e foi encontrada nos Estados de Pernambuco e Bahia, aparentemente, sob características de invasora."	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20selloi	Mata Atlântica
1880	FABACEAE	Aeschynomene sensitiva var. hispidula	(Kunth) Rudd	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie necessita de revisão taxônomica.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20sensitiva%20var.%20hispidula	""
1881	FABACEAE	Albizia burkartiana	Barneby & J.W.Grimes	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie restrita ao sul do Brasil com EOO estimado em 567,24 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, porém não há comprovação de declínio da qualidade do seu hábitat. Albizia burkatiana ocorre em áreas antropizadas e por isso deve ser conservada por meio de planejamento de ações e monitoramento.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20burkartiana	Mata Atlântica
1882	FABACEAE	Albizia decandra	(Ducke) Barneby & J.W.Grimes	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em áreas bem preservadas e não apresenta uso ou ameaça direta. No entanto deve ser monitorada e um esforço de coleta maior deve ser direcionado a espécie a fim de verificar se a EOO da espécie não é maior do que apresenta até o momento.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20decandra	Amazônia
1883	FABACEAE	Albizia edwallii	(Hoehne) Barneby & J.W.Grimes	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, não é endêmica do Brasil e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). A espécie não está ameaçada de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20edwallii	Mata Atlântica
1884	FABACEAE	Albizia glabripetala	(H.S.Irwin) G.P.Lewis	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"No Brasil, a espécie é endêmica do Estado de Roraima. Apresenta EOO de 2.032,46 km². No ano de 1998, 13 milhões de hectares (130.000 km²) de floresta foram queimados no Estado, o que resultou em paisagens fragmentadas por diversas fontes de ignição, como as queimadas agrícolas. Este fato, somado à ocorrência do El Niño com caraterísticas fortes na região, representa grande ameaça às espécies dessa área. Por isso, suspeita-se que a A. glabripetala esteja distribuída de forma fragmentada, e que seu hábitat venha sendo diretamente afetado pelas consequências passadas e futuras do chamado ""incêndio do século""."	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20glabripetala	Amazônia
1885	FABACEAE	Albizia niopoides	(Spruce ex Benth.) Burkart	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição, não apresenta uso nem ameaça pontual que possa levar a espécie à extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20niopoides	Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia
1886	FABACEAE	Amburana acreana	(Ducke) A.C.Sm.	VU	A2cd	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Amburana acreana é citada como abundante no passado, porém, estudos populacionais atuais apontam um declínio no número de indivíduos. Supondo que o tempo de geração de uma árvore deste porte seja de 35 a 40 anos, e sendo 100 anos o máximo permitido para o cálculo do risco de extinção, suspeita-se que pelo menos 30% da população tenha sido eliminada. A espécie tem madeira nobre, utilizada na fabricação de móveis de luxo. Além disso, muitas das áreas de ocorrência da espécie sofrem com o declínio da qualidade do hábitat. A extração dessa espécie continua ocorrendo até os dias de hoje.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amburana%20acreana	Amazônia
1887	FABACEAE	Amburana cearensis	(Allemão) A.C.Sm.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar da ampla distribuição, a espécie foi considerada quase ameaçada por apresentar uso e estudos indicando a supressão das subpopulações. Especialistas indicam que todos os povoamentos de grandes árvores estão sendo ou foram destruídos, anteriormente junto a extração de mogno e atualmente pelo corte seletivo (Oldfield et al., 1998). Portanto, a espécie pode vir a ser categorizada como ""Vulnerável"" (VU) caso não haja diminuição da redução populacional proveniente do corte. Por isso, faz-se necessário o monitoramento efetivo da espécie."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amburana%20cearensis	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
1888	FABACEAE	Andira vermifuga	(Mart.) Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição e sem ameaças plausíveis para categorias de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andira%20vermifuga	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1889	FABACEAE	Apuleia leiocarpa	(Vogel) J.F.Macbr.	VU	A2d	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente utilizada pela indústria madeireira, principalmente no Estado de Santa Catarina. Estima-se que, em um período de quatro anos, sua população tenha perdido 10% dos indivíduos. Portanto, considerando o alto valor econômico da espécie, suspeita-se que, em 100 anos, a população tenha sofrido uma redução de pelo menos 30%. Recomenda-se o monitoramento a fim de estabilizar a população, e a implementação do manejo sustentável da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apuleia%20leiocarpa	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1890	FABACEAE	Arachis villosa	Benth.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado do Rio Grande do Sul, tem EOO estimada em 305,96 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre nos Pampas, bioma extremamente degradado devido à implementação de pastagens e introdução de espécies exóticas, o que acarreta o declínio constante da qualidade do hábitat.	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arachis%20villosa	Pampa (Campos Sulinos)
1891	FABACEAE	Arapatiella psilophylla	(Harms) R.S.Cowan	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ausência de dados populacionais robustos, a espécie é amplamente distribuída e não apresenta uso  ou valor ecônomico  significativo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arapatiella%20psilophylla	Mata Atlântica
1892	FABACEAE	Bauhinia integerrima	Mart. ex Benth.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado da Bahia e apresenta EOO estimada em 552,02 km². No entanto, a área total de remanescentes florestais dentro dessa EOO é de 132.0366 km², ou seja, 25,44%. Além disso, a espécie encontra-se sujeita a menos de cinco situações de ameaça, e estima-se declínio na qualidade do hábitat, de EOO e AOO devido à intensa atividade agrícola da região.	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bauhinia%20integerrima	Mata Atlântica
1893	FABACEAE	Bauhinia marginata	(Bong.) Steud.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem uma distribuição descrita na literatura que não condiz com os pontos validados. Recomenda-se coletas e estudos populacionais para que a avaliação do risco de extinção possa ser conduzida.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bauhinia%20marginata	Cerrado
1894	FABACEAE	Bionia bella	Mart. ex Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bionia%20bella	Mata Atlântica
1895	FABACEAE	Bowdichia nitida	Spruce ex Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída (EOO=1.701.054,6 km²), ocorrendo inclusive em outros países. Apesar da escassez de dados relativos a ecologia, populações e outros, suspeita-se que o número de subpopulações da espécie esteja estável na natureza.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bowdichia%20nitida	Amazônia
1896	FABACEAE	Bowdichia virgilioides	Kunth	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é amplamente distribuída dentro e fora do Brasil e em diferentes fitofisionomias. Apesar da falta de dados populacionais precisos, foi indicada como abundante nas áreas encontradas. No entanto a espécie foi considerada ""Quase ameaçada"" (NT) por apresentar uso para ornamentação e madeireiro. A exploração autorizada da espécie no Estado do Mato Grosso rendeu, entre 2006 e 2011,  R$3.155.630,62 correspondendo ao volume de 80.227,79 m³ de madeira (SEMA-MT, 2011), e por isso recomenda-se monitoramento constante das subpopulações da espécie a fim de garantir a recuperação das subpopulações extraídas e garantir variabilidade genética através de estudos."	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bowdichia%20virgilioides	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1897	FABACEAE	Caesalpinia echinata	Lam.	EN	A4acd	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	O pau-brasil é uma espécie de grande importância econômica com histórico de mais de 500 anos de exploração. É típica da Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados do mundo, e ocorre em Floresta Estacional Semi-decidual, Floresta Ombrófila Densa e em Restingas, ambientes que vêm sendo severamente degradados desde a colonização até os dias de hoje, o que causou um intenso declínio na qualidade do hábitat, na EOO, AOO e a extinção de subpopulações. Essas extinções locais foram responsáveis pela fragmentação da espécie, que passou a apresentar distribuição agregada, causando redução da variabilidade genética, com fluxo gênico cada vez menor entre as subpopulações. Apesar da extração da madeira para o mercado de corante ter cessado em meados de 1800 devido à produção de corante sintético, a extração da madeira para confecção de arcos para violino ganhou notoriedade. A demanda de uso é conhecida no passado e projetada para o futuro, estimando-se uma redução populacional de pelo menos 50% em 100 anos (pretérita e futura), pois a qualidade do arco feito com madeira de pau-brasil é considerada insubstituível. De acordo com dados disponíveis, a demanda anual da espécie é de 200 m³, o que permite estimar que de 125 a 1.131 indivíduos maduros (variando de acordo com o porte) estejam sendo retirados da natureza. Mesmo constando no Anexo II da Cites, a pressão do uso da madeira da espécie pode aumentar consideravelmente com o incremento da produção industrial em larga escala a partir da entrada de países como a China no mercado. Embora o cultivo tenha sido iniciado em algumas das localidades de ocorrência da espécie, sua população não pode ser considerada estável, pois as principais ameaças (exploração e perda do hábitat) não cessaram. Para que a espécie possa ser conservada, faz-se necessária a criação de unidades de conservação (SNUC) nas áreas de ocorrência, acompanhada de fiscalização, pesquisa e manejo, norteados por um Plano de Ação Nacional para o pau-brasil.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caesalpinia%20echinata	Mata Atlântica
1898	FABACEAE	Calliandra carrascana	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais e apresenta EOO estimada em 1.357,64 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, em área fragmentada de Cerrado e com intensa atividade agrícola e pecuária. Portanto, suspeita-se do declínio na qualidade do hábitat, no EOO e AOO da espécie, devido à supressão recorrente das áreas de Cerrado ao norte de Minas Gerais.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calliandra%20carrascana	Cerrado
1899	FABACEAE	Camptosema isopetalum	(Lam.) Taub.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camptosema%20isopetalum	Mata Atlântica
1900	FABACEAE	Centrolobium paraense	Tul.	EN	B1ab(i,iii,iv)+2ab(i,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie até o momento apresenta distribuição restrita ao noroeste amazônico (RR) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo a exploração madeireira a principal delas. Devido ao aumento da pressão de uso relacionado ao crescimento da população indígena, há a percepção de que essa madeira está se tornando escassa. Centrolobium paraense tem madeira de excelente qualidade, amplamente explorada pelas comunidades. Além disso, estima-se que essa exploração esteja causando a diminuição na EOO e possivelmente no número de subpopulações existentes.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20paraense	Amazônia
1901	FABACEAE	Centrolobium sclerophyllum	H.C.Lima	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é de ampla distribuição podendo ser encontrada em diferentes fitofisionomias. Apresenta ocorrêcia disjunta e uso medicinal, no entanto, nenhuma ameça pontual que possa vir a extinguir a espécie em futuro próximo. No entanto, recomenda-se estudos populacionais pelo fato de ter sido indicada como uma espécie não abundante nas áreas de ocorrência.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20sclerophyllum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1902	FABACEAE	Centrolobium tomentosum	Guillem. ex Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, sem uso ou ameça pontual que possa levar a espécie à extinção. Indicada para recuperação de áreas degradadas (Aidar 1992, Durigan, Nogueira 1990) e arborização urbana (Lombardi, Morais 2003).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20tomentosum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1903	FABACEAE	Centrosema bracteosum	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20bracteosum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1904	FABACEAE	Centrosema carajasense	Cavalcante	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados do Pará e Mato Grosso. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a ocorrência na Serra dos Carajás, exclusivamente em vegetação de Cangas, que é severamente explorada pela mineração, e no Mato Grosso, onde a expansão agrícola vêm reduzindo rapidamente o hábitat da espécie. Portanto, C. carajasense foi considerada ""Vulnerável"" (VU), porém, estudos mais aprofundados poderão indicar ocorrência restrita e transferi-la para uma categoria de risco mais alta, caso as ameaças não sejam controladas."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20carajasense	Amazônia, Cerrado
1905	FABACEAE	Centrosema jaraguaense	Hoehne	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20jaraguaense	Mata Atlântica
1906	FABACEAE	Centrosema pubescens	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20pubescens	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1907	FABACEAE	Centrosema sagittatum	(Humb. & Bonpl. ex Willd.) Brandegee	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20sagittatum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1908	FABACEAE	Centrosema teresae	M.B.Ferreira & Sousa Costa	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para avaliação de risco da espécie.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20teresae	Cerrado
1909	FABACEAE	Chamaecrista anamariae	Conc. et al.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie endêmica dos Campos Rupestres, ocorre em solo arenoso, entre rochas, no Estado da Bahia. Tem EOO estimado em 287,50 km² e AOO de 28 km², e está sujeita a apenas duas situações de ameaça, considerando o desenvolvimento de atividades agrícolas que têm sido realizadas com a utilização de fogo. Suspeita-se do declínio da qualidade e do tamanho do hábitat da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20anamariae	Caatinga
1910	FABACEAE	Chamaecrista aristata	(Benth.) H.S.Irwin & Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	De acordo com estudos a espécie não é endêmica da Serra de Grão Mogol, como se supunha, existindo registros (inclusive identificados por R. Barneby) de ocorrência ao Norte de Diamantina e na Serra do Cabral. Além disso, existe a necessidade de melhor conhecimento da espécie para uma categorização de risco consistente.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20aristata	Caatinga, Cerrado
1911	FABACEAE	Chamaecrista atroglandulosa	(Taub. ex Harms) H.S.Irwin & Barneby	EN	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é restrita aos campos da Serra da Bocaina que, apesar de ser uma unidade de conservação (SNUC), sofre com as constantes queimadas e pecuária. Tem EOO de 550,95 km² e está sujeita a estas duas situações de ameaça, responsáveis pelo declínio da qualidade do hábitat e do número de subpopulações da espécie, que foi coletada pela última vez em 1966.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20atroglandulosa	Mata Atlântica
1912	FABACEAE	Chamaecrista belemii	(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20belemii	Caatinga
1913	FABACEAE	Chamaecrista brevicalyx var. elliptica	(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar do EOO restrito, novas coletas tem revelado uma distribuição mais ampla para a espécie. Por isso, são necessários maiores estudos sobre a espécie para uma avaliação de risco efetiva.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20brevicalyx%20var.%20elliptica	Caatinga, Cerrado
1914	FABACEAE	Chamaecrista catolesensis	Conc. et al.	VU	B1ab(i,ii,iii),D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de Abaíra, distrito de Catolés, no Estado da Bahia. Tem EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando que a região sofre com o declínio contínuo da extensão do hábitat e da sua qualidade, causado por queimadas, garimpo, agricultura sem manejo preservacionista, erosão, captação irregular dos cursos d?água, ocupação de brejos, beiras de rios e encostas (APPs), contaminação do solo e curso d?água, lançamento de esgoto a céu aberto e depósito e queima irregular de lixo. As ameaças, se não controladas, podem transferir o táxon para uma categoria de risco mais alta em um futuro próximo.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20catolesensis	Caatinga, Cerrado
1915	FABACEAE	Chamaecrista choriophylla	(Vogel) H.S.Irwin & Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição, recomenda-se estudos populacionais para avaliação de risco de extinção.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20choriophylla	Cerrado
1916	FABACEAE	Chamaecrista cipoana	(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby	VU	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie foi considerada frequente em 1933, no entanto, houve um declínio considerável de coletas desde então e, por isso, suspeita-se que esteja havendo redução de suas subpopulações. As principais causas seriam o desmatamento, turismo intenso e queimadas provocadas, o que resulta em um declínio contínuo da qualidade de seus hábitats de ocorrência.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20cipoana	Cerrado
1917	FABACEAE	Chamaecrista dentata	(Vogel) H.S.Irwin & Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição, não há informações suficientes para a categorização da espécie.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20dentata	Cerrado
1918	FABACEAE	Chamaecrista fodinarum	H.S.Irwin & Barneby	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres e florestas ribeirinhas do Estado de Minas gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo as ameaças incidentes mineração, queimadas provocadas e introdução de monoculturas de Eucaliptus. Caso estas não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de ameaça ainda mais alta em um futuro próximo.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20fodinarum	Caatinga, Cerrado
1919	FABACEAE	Chamaecrista lagotois	H.S.Irwin & Barneby	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais e apresenta EOO de 17 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando que a região sofre com o turismo intenso e com queimadas provocadas, o que resulta no declínio constante da qualidade do hábitat da espécie.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20lagotois	Cerrado
1920	FABACEAE	Chamaecrista linearifolia	(G.Don) H.S.Irwin & Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamentedistribuída e encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20linearifolia	Cerrado
1921	FABACEAE	Chamaecrista semaphora	(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição ampla ao longo da Cadeia do Espinhaço, em Minas Gerais, e há diversos registros de coleta.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20semaphora	Cerrado
1922	FABACEAE	Chamaecrista stillifera	(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando as alterações antrópicas nas regiões de ocorrência, como queimadas, turismo intenso e mineração. Caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20stillifera	Caatinga, Cerrado
1923	FABACEAE	Chamaecrista strictifolia	(Benth.) H.S.Irwin & Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição há incerteza a respeito de sua ocorrência. Recomeda-se estudos populacionais.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20strictifolia	Caatinga, Cerrado
1924	FABACEAE	Chamaecrista tephrosiifolia	(Benth.) H.S.Irwin & Barneby	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica dos Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais e, possivelmente Goiás. Apresenta EOO de 7.119,08 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando a mineração e a introdução de monoculturas de Eucaliptus como responsáveis pelo declínio na extensão e qualidade do hábitat.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20tephrosiifolia	Caatinga, Cerrado
1925	FABACEAE	Chamaecrista trachycarpa	(Vogel) H.S.Irwin & Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20trachycarpa	Cerrado, Mata Atlântica
1926	FABACEAE	Chamaecrista ulmea	H.S.Irwin & Barneby	CR	B1ab(iii,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica da região de Grão-Mogol, tem EOO restrito a 28,73 km². Está sujeita apenas a uma situação de ameaça considerando sua ocorrência em uma única localidade. Isso a torna suscetível a eventos estocásticos e à redução no número de indivíduos maduros,resultante do declínio da extensão e da qualidade do hábitat causado pelas queimadas frequentes e pelas atividades antrópicas presentes na região.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20ulmea	Caatinga, Cerrado
1927	FABACEAE	Chloroleucon extortum	Barneby & J.W.Grimes	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações populacionais ou de ameaça, além de existir a possibilidade de baixo esforço de coleta realizado para planta. Portanto não foi possível categorizar o risco de extinção da espécie e recomenda-se estudos mais aprofundados sobre a espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloroleucon%20extortum	Caatinga, Mata Atlântica
1928	FABACEAE	Chloroleucon tortum	(Mart.) Pittier	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar do amplo EOO, a espécie ocorre é restrita a restinga e matas em solos arenosos ao longo da costa do Rio de Janeiro e baías das Regiões dos lagos, Cabo Frio e Búzios, e Guanabara. Estes ambientes sofreram e sofrem intensa degradação o que poderá  reduzir o número de situações de ameaça da espécie a menos de 10, categorizando a espécie em ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloroleucon%20tortum	Mata Atlântica
1929	FABACEAE	Clitoria densiflora	(Benth.) Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída no Brasil, não é endêmica e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20densiflora	Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
1930	FABACEAE	Clitoria epetiolata	Burkart	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar da ampla distribuição a espécie possui menos de cinco situações de ameaça, o que poderia categorizá-la como ""Vulnerável"" (VU). No entanto foi bem coletada e apesar de ocorrer em áreas degradadas, acredita-se que as subpopulações estejam estáveis. Portanto recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar a estabilidade das subpopulações e incidência das ameaças na espécie."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20epetiolata	Cerrado, Mata Atlântica
1931	FABACEAE	Clitoria laurifolia	Poir.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Considerada comum, apresenta ampla distribuição e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20laurifolia	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1932	FABACEAE	Collaea speciosa	(Loisel.) DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Collaea%20speciosa	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Fortunato, 2011).
1933	FABACEAE	Coursetia rostrata	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição e suspeita-se de uma ocorrência ainda maior. Bem coletada e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coursetia%20rostrata	Caatinga
1934	FABACEAE	Cratylia bahiensis	L.P.Queiroz	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO ampla, no entanto ocorre em ambientes degradados e com atividades antrópicas, o que pode reduzir o número de situações de ameaça para menos de 10, em futuro próximo.	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cratylia%20bahiensis	Caatinga
1935	FABACEAE	Cratylia intermedia	(Hassl.) L.P.Queiroz & R.Monteiro	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é uma Liana amplamente distribuida no Brasil e com suspeitas de uma ocorrência ainda maior. Ocorre também em outros países da América do Sul.	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cratylia%20intermedia	Mata Atlântica
1936	FABACEAE	Crotalaria nitens	Kunth	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ausência de dados populacionais robustos a espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econômico significativo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20nitens	Amazônia, Cerrado
1937	FABACEAE	Crotalaria otoptera	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ausência de dados populacionais robustos a espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econômico significativo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20otoptera	Cerrado
1938	FABACEAE	Crotalaria subdecurrens	Mart. ex Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ausência de dados populacionais robustos a espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econômico significativo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20subdecurrens	Cerrado
1939	FABACEAE	Dalbergia elegans	A.M.Carvalho	VU	A2c,B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem EOO calculada em 10.446,20 km², e é endêmica da Mata Atlântica, bioma severamente degradado. Estima-se que, nos últimos 100 anos, D. elegans tenha sofrido uma redução populacional de pelo menos 30%. Foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU), por estar sujeita a menos de dez situações de ameaça. Recomendam-se o monitoramento e estudos populacionais sobre a espécie."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalbergia%20elegans	Mata Atlântica
1940	FABACEAE	Dalbergia nigra	(Vell.) Allemão ex Benth.	VU	A4bcd	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem valor econômico extremamente alto, tendo sido considerada a melhor madeira do Brasil para construção civil e fabricação de móveis finos e instrumentos musicais. Apesar de amplamente distribuída pelo país, Dalbergia nigra é considerada rara em floresta primária. É com frequência encontrada em áreas com algum nível de perturbação, onde há estimativas de 28 ind/ha, mas geralmente estes não são de grande porte e a madeira é de qualidade inferior. Além disso, estudos conduzidos mostram que a fragmentação das subpopulações e do hábitat está diminuindo a diversidade genética da espécie. A extração de sua madeira no passado foi muito intensa e estima-se que pelo menos 30% da população da espécie tenham sido perdidos. Uma redução populacional de 30% pode ser projetada caso o declínio do tamanho e da qualidade do seu hábitat não seja refreado. Além disso, a extração ilegal da madeira é uma realidade, principalmente de raros indivíduos de grande porte remanescentes em áreas de floresta primária, e para que a espécie possa restabelecer sua população será necessário o controle das suas áreas de ocorrência, assim como estudos que comprovem a variabilidade genética da população.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalbergia%20nigra	Mata Atlântica
1941	FABACEAE	Desmodium craspediferum	A.M.G.Azevedo & Abruzzi de Oliveira	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Região Sul do país. Tem EOO estimado de 867,72 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A alteração da vegetação campestre pela instalação de culturas anuais e perenes, especialmente atividades de silvicultura com Pinus spp., na região dos Campos de Cima da Serra, foi considerada como principal ameaça e responsável pelo declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20craspediferum	Mata Atlântica
1942	FABACEAE	Desmodium procumbens	(Mill.) Hitchc.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes Estados do Brasil. Não apresenta uso nem ameaça direta.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20procumbens	Caatinga, Mata Atlântica
1943	FABACEAE	Desmodium venosum	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre do Mato Grosso do Sul até o sul do país. Foram observadas subpopulações densas desta espécie em áreas do Mato Grosso do Sul, onde esta espécie foi coletada. Também possui registros de ocorrência para o Uruguai e Argentina (Lima, com. pess.).	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20venosum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1944	FABACEAE	Dimorphandra wilsonii	Rizzini	CR	A2abc,C1	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Dimorphandra wilsonii é endêmica do Estado de Minas Gerais e, após extensiva busca, pode-se estimar que haja apenas 200 indivíduos maduros na natureza. Ocupa regiões severamente antropizadas, onde estudos comprovam extinções locais de subpopulações. Por essa razão, suspeita-se que a grande maioria da população tenha sido eliminada devido às transformações dos ambientes nos quais ocorria. Não é encontrada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral e, por isso, estima-se que, se nenhuma ação para a conservação da espécie for implantada, poderá se extinguir em um futuro próximo.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimorphandra%20wilsonii	Cerrado, Mata Atlântica
1945	FABACEAE	Dioclea burkartii	R.H.Maxwell	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição no Brasil e America do Sul.	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioclea%20burkartii	Cerrado, Pantanal
1946	FABACEAE	Dioclea glabra	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída no Brasil.	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioclea%20glabra	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
1947	FABACEAE	Dipteryx alata	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e estudos populacionais apontam que a espécie esteja estável. Apesar disso, recomenda-se estudos mais aprofundados sobre a exploração da espécie, que possui madeira nobre e que por isso, poderá vir a ter suas subpopulações reduzidas em futuro próximo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dipteryx%20alata	Caatinga, Cerrado
1948	FABACEAE	Discolobium psoraleifolium	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de amplamente distribuída, existe dúvida em relação a taxonomia e a determinação de alguns registros.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discolobium%20psoraleifolium	Pantanal
1949	FABACEAE	Eriosema glaziovii	Harms	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosema%20glaziovii	Cerrado
1950	FABACEAE	Eriosema platycarpon	Micheli	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosema%20platycarpon	Cerrado, Mata Atlântica
1951	FABACEAE	Galactia benthamiana	Micheli	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20benthamiana	Mata Atlântica
1952	FABACEAE	Galactia decumbens	(Benth.) Chodat & Hassl.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20decumbens	Cerrado, Mata Atlântica
1953	FABACEAE	Galactia glaucescens	Kunth	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20glaucescens	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1954	FABACEAE	Galactia marginalis	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20marginalis	Mata Atlântica
1955	FABACEAE	Galactia neesii	DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos no Brasil.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20neesii	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1956	FABACEAE	Galactia striata	(Jacq.) Urb.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20striata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1957	FABACEAE	Gleditsia amorphoides	(Griseb.) Taub.	VU	C2a(i)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Gleditsia amorphoides apresenta ampla distribuição (EOO=194.747,64 km²), porém, de acordo com estudos populacionais conduzidos para a espécie, estima-se que sua população atual seja inferior a 10.000 indivíduos maduros na natureza, e que suas subpopulações tenham menos de 1.000 indivíduos cada uma.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gleditsia%20amorphoides	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
1958	FABACEAE	Grazielodendron rio-docensis	H.C.Lima	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO de aproximadamente 29.000 km² e ocorre em Floresta Pluvial, Semidecídua e costeira e Florestas Estacionais de terras baixas, na Região do Lagos (RJ). Estes ambientes tem sofrido intensa degradação devido a expansão imobiliária e a exploração não sustentável dessas áreas. Caso o habitat da espécie não seja conservado efetivamente a espécie poderá ser categorizada como ameaçada de extinção. Recomenda-se estudos sobre a relação da espécie com o habitat e ameaças incidentes, e estudos populacionais.	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grazielodendron%20rio-docensis	Mata Atlântica (Lima, 2010)
1959	FABACEAE	Harpalyce lanata	L.P.Queiroz	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Harpalyce lanata é endêmica do Estado da Bahia, restrita aos Campos Rupestres, e encontrada em solos arenosos entre afloramentos de rochas quartzíticas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando as atividades antrópicas, como agricultura e queimadas, as ameaças principais à sobrevivência da espécie.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Harpalyce%20lanata	Caatinga
1960	FABACEAE	Harpalyce parvifolia	H.S.Irwin & Arroyo	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Harpalyce parvifolia é conhecida por poucas coletas realizadas no século passado, e apenas por uma coleta em 2003. Apresenta distribuição restrita (EOO=1.914,69 km², AOO =52 km²), e é endêmica da região de Grão Mogol, área intensamente afetada por atividades antrópicas, principalmente pelos incêndios propositais, o que resulta na perda e no constante declínio da qualidade do hábitat. Está sujeita a duas situações de ameaça. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-02-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Harpalyce%20parvifolia	Caatinga, Cerrado
1961	FABACEAE	Hymenaea courbaril	L.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20courbaril	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
1962	FABACEAE	Hymenaea martiana	Hayne	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20martiana	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
1963	FABACEAE	Hymenaea parvifolia	Huber	VU	A2cd	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição, a espécie é utilizada por apresentar madeira adequada para construção civil, de embarcações, móveis e artigos feitos de madeira e, por isso, estima-se que pelo menos 30% da população tenha sido extraída da natureza nos últimos 100 anos. A extração seletiva legalizada no Estado do Mato Grosso rendeu 102.747,32 m³ de madeira da espécie no período de 2006 a 2011. Estima-se que esse volume corresponda à supressão de 30.912 indivíduos. Portanto, a espécie deve ser monitorada, e sua extração devidamente fiscalizada a fim de garantir a diversidade genética das subpopulações e sua sobrevivência na natureza.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20parvifolia	Amazônia
1964	FABACEAE	Hymenolobium excelsum	Ducke	VU	A2cd	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Hymenolobium excelsum é endêmica da Floresta Pluvial de Terra Firme dos Estados do Pará e Amazonas. Sua madeira é muito utilizada para construção civil e naval, e estima-se que, no período de 2006 a 2011, a extração tenha chegado a 2.222 indivíduos de porte mediano (30 m alt e 1 m DAP) ou 130 indivíduos de grande porte (50 m alt. e 3,5 m DAP). Apesar de haver extração legalizada no Pará, a espécie ainda é alvo de extração ilegal. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a ocorrência dentro e fora de unidade de conservação (SNUC). Estima-se que o tempo de geração da espécie seja de 90 anos no mínimo e, levando em conta a extração pretérita (não legalizada ou fiscalizada, que alcança escalas ainda maiores do que a do presente estudo), é possível suspeitar que tenha havido uma redução populacional de pelo menos 30%. Recomendam-se estudos populacionais e genéticos e maior fiscalização da retirada da espécie da natureza.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenolobium%20excelsum	Amazônia
1965	FABACEAE	Hymenolobium janeirense	Kuhlm.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampladistribuição, não apresenta uso nem ameaça pontual que possa levar a espécie àextinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenolobium%20janeirense	Mata Atlântica
1966	FABACEAE	Indigofera bongardiana	(Kuntze) Burkart	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e sem ameaça futura plausível, que possa levar a espécie a ser categorizada como ameaçada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Indigofera%20bongardiana	Cerrado, Mata Atlântica
1967	FABACEAE	Indigofera guaranitica	Hassl.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Estudos populacionais aponta que a espécie é comum e de ampla distribuição. Além disso, não possui potencial econômico ou ameaça pontual.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Indigofera%20guaranitica	Cerrado
1968	FABACEAE	Inga aptera	(Vinha) T.D.Penn.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. É endêmica do Estado da Bahia, cujos remanescentes de mata estão fragmentados em virtude da expansão urbana, atividades agrícolas e exploração dos recursos florestais. Portanto, estima-se declínio contínuo na qualidade do hábitat, EOO e AOO. Recomenda-se estudo populacional a fim de verificar a estabilidade da população da espécie.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20aptera	Mata Atlântica
1969	FABACEAE	Inga arenicola	T.D.Penn.	EN	A2c,B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica das Restingas do Estado do Rio de Janeiro, conhecida apenas no município de Maricá. Apresenta EOO de 274,73 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de Maricá sofre intensa supressão da vegetação por conta de expansão urbana e imobiliária e pela construção de estradas e vias. Além disso, o município tem apenas cerca de 30% de sua área vegetal original, o que permite estimar que a população da espécie tenha sofrido uma redução de pelo menos 50%.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20arenicola	Mata Atlântica
1970	FABACEAE	Inga bicoloriflora	Ducke	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída no Estado do Amazonas, não apresenta uso nem ameaça direta.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bicoloriflora	Amazônia
1971	FABACEAE	Inga blanchetiana	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso e ocorre em diferentes fitofiosionomias em estados do Nordeste e Sudeste brasileiro. Recomeda-se estudos populacionais.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20blanchetiana	Mata Atlântica
1972	FABACEAE	Inga bollandii	Sprague & Sandwith	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Nã há informações suficientes para a avaliação de rsico da espécie. Apenas sabe-se que é amplamente distribuída.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bollandii	Mata Atlântica
1973	FABACEAE	Inga bullata	Benth.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem a EOO calculada em 51.184,26 km², está presente em unidades de conservação (SNUC) e o uso conhecido não caracteriza uma ameaça a espécie. No entanto, a espécie foi relatada como pouco abundante e caso a perda do habitat da não seja refreada a espécie pode vir a correr risco de extinção.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bullata	Mata Atlântica
1974	FABACEAE	Inga bullatorugosa	Ducke	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, e que até sua ultima avaliação de risco (1998) era conhecida apenas de coletas no rio Tapajoz. Por isso, suspeita-se que haja um baixo esforço de coleta para a espécie e que a mesma não esteja ameaçada de extinção.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bullatorugosa	Amazônia
1975	FABACEAE	Inga cabelo	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20cabelo	Mata Atlântica
1976	FABACEAE	Inga calantha	Ducke	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuida e sem uso ou ameaça pontual. Recomenda-se estudos populacionais.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20calantha	Amazônia
1977	FABACEAE	Inga caudata	Killip	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações sufucientes para a avaliação do risco de extinção.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20caudata	Amazônia
1978	FABACEAE	Inga enterolobioides	T.D.Penn.	CR	A2c,B2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é conhecida apenas pelo material-tipo, proveniente da região da Lagoa de Jacarepaguá e Lagoa de Camorim, no município do Rio de Janeiro. Apesar do alto esforço de coleta na região, a espécie não foi mais encontrada. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A região oeste do Rio de Janeiro apresenta altos índices de expansão urbana e desenvolvimento. Em função disso, a área que a espécie habita é um fragmento isolado e de fácil acesso, portanto, sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Além disso, a expansão urbana da região nos leva a suspeitar uma redução populacional de 80%, corroborada pela atual ausência da espécie na região.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20enterolobioides	Mata Atlântica
1979	FABACEAE	Inga exfoliata	T.D.Penn. & F.C.P.García	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Estados do Espirito Santo e Bahia, com menos de 10 situações de ameaça e não apresenta uso. Os habitats onde a espécie ocorre estão degradados e fragmentados, e estudos apontam a suspeita de depressão genética. Portanto, recomenda-se estudos populacionais visando contagem de indivíduos maduros e coleta de informações sobre ameaças diretas a espécie.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20exfoliata	Mata Atlântica
1980	FABACEAE	Inga exilis	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. A possibilidade de baixo esforço de coleta existe, mas a situação da espécie pode ser alarmante pelo EOO restrito que apresenta (255,56 km²). Recomenda-se coletas e pesquisas científicas sobre a espécie.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20exilis	Amazônia
1981	FABACEAE	Inga grazielae	(Vinha) T.D.Penn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie não está presente em unidades de conservação (SNUC) e está sujeita a quatro situações de ameaça. A perda do hábitat é severa na região de ocorrência de I. grazielae e, caso seu hábitat não seja conservado, a espécie poderá ser transferida para a categoria ""Criticamente em perigo"" (CR) em um futuro próximo."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20grazielae	Mata Atlântica
1982	FABACEAE	Inga hispida	Schott ex Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não possui uso, tem EOO amplo e tem sido encontrada em estudos populacionais. Não está ameaçada de extinção.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20hispida	Mata Atlântica
1983	FABACEAE	Inga lanceifolia	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída (81.344,957 km²) no Sudeste do Brasil. Apesar disso, especialistas apontam a baixa frequência  da espécie e por isso recomenda-se estudos populacionais sobre a espécie.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lanceifolia	Mata Atlântica
1984	FABACEAE	Inga laurina	(Sw.) Willd.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída no Brasil e na América do Sul e ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20laurina	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
1985	FABACEAE	Inga lenticellata	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Amplamente distribuída e não apresenta uso.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lenticellata	Mata Atlântica
1986	FABACEAE	Inga lentiscifolia	Benth.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição a espécie tem uso madeireiro e sua semente é comestível, caso não haja a fiscalização da retirada da madeira de I. lentiscifolia, a espécie pode ter um declínio populacional grande e correr risco de extinção. Portanto, recomenda-se o monitoramento da população e a inclusão da espécie em instrumento normativo legalizando o corte.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lentiscifolia	Mata Atlântica
1987	FABACEAE	Inga leptantha	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20leptantha	Mata Atlântica
1988	FABACEAE	Inga maritima	Benth.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar de frequente e bem coletada, a espécie é endêmica de Restingas do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO=15.138,67 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Seus hábitats encontram-se severamente fragmentados devido à expansão imobiliária. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20maritima	Mata Atlântica
1989	FABACEAE	Inga mendoncaei	Harms	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Inga mendonçaei é restrita aos complexos serranos do Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, com maior frequência em trechos de floresta montana acima de 700 m. Apresenta EOO estimado em 10.030,07 km² e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. É suscetível à antropização de sua região de ocorrência, principalmente pela grande incidência de queimadas propositais, que provocam declínio contínuo da EOO, AOO e qualidade do hábitat da espécie.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20mendoncaei	Mata Atlântica
1990	FABACEAE	Inga microcalyx	Spruce ex Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20microcalyx	Amazônia
1991	FABACEAE	Inga pedunculata	(Vinha) T.D.Penn.	CR	B1ab(i,ii,iii,iv),C2a(ii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Inga pedunculata é endêmica do Estado da Bahia. É conhecida por apenas uma coleta em ambiente natural, em área com esforço de coleta alto e extremamente perturbada. Apresenta EOO de 33,34 km², e suspeita-se que contabilize menos de 250 indivíduos maduros em apenas uma população. A introdução de culturas como do cacau e da seringueira e a expansão imobiliária proveniente do turismo causaram declínio da qualidade do hábitat e de subpopulações da espécie, avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20pedunculata	Mata Atlântica
1992	FABACEAE	Inga platyptera	Benth.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Inga platyptera apresenta EOO de 9.146,33 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie é suscetível a alterações nas condições ideais de seu hábitat, decorrentes da urbanização e de queimadas nas áreas de montanha dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. No entanto, indica-se a possibilidade de a EOO estar subestimada e estudos direcionados a essa verificação devem ser conduzidos.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20platyptera	Mata Atlântica
1993	FABACEAE	Inga pleiogyna	T.D.Penn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Inga pleiogyna ocorre em áreas de Restinga no Estado da Bahia, e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando a presença em unidades de conservação (SNUC). O intenso desmatamento e a incidência de incêndios são as principais ameaças incidentes, e causam declínio contínuo da qualidade do hábitat de ocorrência da espécie. Mais informações a respeito de suas subpopulações devem ser obtidas para permitir uma nova avaliação no futuro.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20pleiogyna	Mata Atlântica
1994	FABACEAE	Inga praegnans	T.D.Penn.	VU	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Inga praegnans é endêmica do Estado de São Paulo. Apresenta EOO de 8.373,52 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Apesar de estar presente em algumas unidades de conservação (SNUC), o declínio da qualidade do hábitat, causado pela antropização de algumas das áreas de ocorrência da espécie, ameaça suas subpopulações, podendo levar a população a um declínio considerável, caso essa ameaça não seja controlada.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20praegnans	Mata Atlântica
1995	FABACEAE	Inga salicifoliola	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie, suspeita-se de baixo esforço de coleta realizado para a espécie.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20salicifoliola	Amazônia
1996	FABACEAE	Inga santaremnensis	Ducke	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20santaremnensis	Amazônia
1997	FABACEAE	Inga sellowiana	Benth.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO ampla, noentanto ocorre em ambientes degradados e com atividades antrópicas,além do uso de sua madeira para lenha, o que podereduzir o número de situações de ameaça para menos de 10 em futuro próximo.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20sellowiana	Mata Atlântica
1998	FABACEAE	Inga suberosa	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20suberosa	Amazônia
1999	FABACEAE	Inga suborbicularis	T.D.Penn.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Inga suborbicularis apresenta distribuição restrita (EOO=5.756,38 km²), e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. As regiões de ocorrência da espécie sofreram intensa redução da cobertura vegetal e até hoje a qualidade do hábitat está em declínio constante devido a processos antrópicos, principalmente agricultura e queimadas.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20suborbicularis	Mata Atlântica
2000	FABACEAE	Inga unica	Barneby & J.W.Grimes	VU	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Inga unica é endêmica do Brasil. Apresenta EOO estimado em 10.202,49 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Apesar de estar presente em algumas unidades de conservação (SNUC), sofre com a intensa antropização de algumas de suas áreas de ocorrência, o que interfere na dinâmica de suas subpopulações, e causa o declínio da qualidade de seus hábitats.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20unica	Mata Atlântica
2001	FABACEAE	Inga xinguensis	Ducke	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20xinguensis	Amazônia
2002	FABACEAE	Lathyrus acutifolius	Vogel	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lathyrus acutifolius apresenta AOO inferior a 10 Km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando que a antropização da sua região de ocorrência, causou perda de hábitat, de subpopulações e de indivíduos maduros. Há suspeitas de sua possível extinção, uma vez que a última coleta data de 1949. Faz-se necessário um maior esforço de coleta a fim de verificar se há indivíduos na natureza.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20acutifolius	Pampa (Campos Sulinos)
2003	FABACEAE	Lathyrus hasslerianus	Burkart	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuida e não tem potencial econômico ou uso. Portanto foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20hasslerianus	Mata Atlântica
2004	FABACEAE	Lathyrus hookeri	G.Don	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuição restrita no Brasil e da possível extinção apontada pela lista estadual do Rio Grande do Sul, não é possível saber o estado de conservação da espécie, uma vez que não apresenta dados populacionais e ameaças pontuais descritas para a espécie. Recomenda-se estudos mais específicos para que a categorização do risco de extinção possa ser realizada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20hookeri	Pampa (Campos Sulinos)
2005	FABACEAE	Lathyrus paraguariensis	Hassl.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lathyrus paraguariensis ocorre na Região Sul e não é endêmica do Brasil, no entanto, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Trata-se de uma espécie com baixo esforço de coleta, sendo necessário um maior investimento a fim de verificar a existência de novas subpopulações.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20paraguariensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2006	FABACEAE	Lathyrus parodii	Burkart	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuiçãorestrita no Brasil, não é possível saber o estado de conservação da espécie, uma vez que nãoapresenta dados populacionais e ameaças pontuais descritas para a espécie.Recomenda-se estudos mais específicos para que a categorização do risco deextinção possa ser realizada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20parodii	Mata Atlântica
2007	FABACEAE	Leucochloron foederale	(Barneby & J.W.Grimes) Barneby & J.W.Grimes	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Leucochloron foederale apresenta distribuição restrita (EOO=1.621,67 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. A perda da cobertura vegetal e as atividades agrícolas implementadas na sua região de ocorrência são as principais responsáveis pelo declínio constante da qualidade do hábitat, o que interfere na dinâmica de suas subpopulações. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20foederale	Cerrado
2008	FABACEAE	Leucochloron limae	Barneby & J.W.Grimes	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem ampla distribuição (Bahia e Minas Gerais), no entanto ocorre na caatinga com menos de 10 situações de ameaça e portanto, deve ser melhor estudada a fim de se verificar o real estado de conservação da espécie e conduzida uma nova avaliação para a espécie.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20limae	Caatinga
2009	FABACEAE	Leucochloron minarum	(Glaz. ex Harms) Barneby & J.W.Grimes	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Leucochloron minarum é endêmica da Floresta Decídua da região de Montes Claros, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 264,37 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É conhecida por apenas uma coleta de 1929, não tendo sido reencontrada na região desde então. Sua área de ocorrência é severamente fragmentada, sendo alvo de intenso turismo e alteração da paisagem para implementação de atividades agropastoris, o que resulta no declínio da área e qualidade do hábitat. Suspeita-se que, desde sua última coleta, subpopulações da espécie tenham sido perdidas. A espécie foi recoletada em 2011, em área de amplo uso madeireiro para produção de carvão vegetal.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20minarum	Cerrado
2010	FABACEAE	Lonchocarpus muehlbergianus	Hassl.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição a espécie foi apontada como rara. Portanto faz-se necessário estudos populacionais para melhor entendimento do estado de conservação da espécie.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lonchocarpus%20muehlbergianus	Mata Atlântica, Cerrado
2011	FABACEAE	Lonchocarpus torrensis	N.F.Mattos	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuiçãorestrita no Brasil  não é possível saber o estado de conservação da espécie, uma vez que nãoapresenta dados populacionais e ameaças pontuais descritas para a espécie.Recomenda-se estudos mais específicos para que a categorização do risco deextinção possa ser realizada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lonchocarpus%20torrensis	Mata Atlântica
2012	FABACEAE	Luetzelburgia guaissara	Toledo	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso nem ameaça pontual que possa levar a espécie à extinção. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luetzelburgia%20guaissara	Mata Atlântica
2013	FABACEAE	Lupinus coriaceus	Benth.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lupinus coriaceus está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat proveniente de ameaças como incêndios não controlados e alteração da paisagem decorrente do desmatamento. Recentemente, foram encontradas novas subpopulações na região da Serra da Canastra, corroborando a ideia de que pouco se conhece a respeito da espécie e por isso, recomendam-se estudos populacionais e de distribuição, para que uma nova avaliação seja realizada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20coriaceus	Cerrado, Mata Atlântica
2014	FABACEAE	Lupinus decurrens	Gardner	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lupinus decurrens é endêmica dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 533,10 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando os processos urbanos ocorrentes na região, como queimadas e mineração. As ameaças causam declínio constante da qualidade do hábitat e a espécie deve ser monitorada a fim de verificar se está havendo também declínio populacional.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20decurrens	Cerrado
2015	FABACEAE	Lupinus laevigatus	Benth.	EN	B1ab(iii),C2a(i)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Lupinus laevigatus é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuição restrita (EOO=269,39 km²), e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Além disso, estudo populacional conduzido em 2005 encontrou apenas duas subpopulações, uma com 61 indivíduos (53 maduros), e outra com 55 indivíduos (50 maduros). Portanto, é possível suspeitar que a população da espécie não passe de 2.500 indivíduos, e que o número de indivíduos maduros por subpopulação não supere 250, tornando L. laevigatus extremamente suscetível a eventos estocásticos.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20laevigatus	Cerrado, Mata Atlântica
2016	FABACEAE	Lupinus linearis	Desr.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ocorrênciarestrita, a espécie não tem informações populacionais ou de ameaças pontuais,fazendo-se necessários estudos mais aprofundados sobre a espécie para acategorização do risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20linearis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2017	FABACEAE	Lupinus ovalifolius	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie conhecida apenas pelo tipo e sem localidade específica. Além disso, não há informações suficientes para a categorização de risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20ovalifolius	Mata Atlântica
2018	FABACEAE	Lupinus parvifolius	Gardner	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a categorização da espécie.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20parvifolius	Cerrado
2019	FABACEAE	Lupinus prouvensalanus	C.P.Sm.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20prouvensalanus	Mata Atlântica
2020	FABACEAE	Machaerium fulvovenosum	H.C.Lima	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, não apresenta uso ou ameaça pontual. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20fulvovenosum	Mata Atlântica
2021	FABACEAE	Machaerium nyctitans	(Vell.) Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída,não apresenta uso ou ameaça pontual. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20nyctitans	Cerrado, Mata Atlântica
2022	FABACEAE	Machaerium obovatum	Kuhlm. & Hoehne	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Machaerium obovatum é endêmica das restingas e matas secas da região dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro e, apesar de ser localmente abundante, apresenta EOO estimada em 1.494,11 km². Há dúvida em relação à estrutura populacional da espécie, no entanto, foram identificadas menos de dez situações de ameaça. Nos últimos 40 anos, o crescimento urbano vem reduzindo e fragmentando a cobertura vegetal natural do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio, causando declínio contínuo na EOO, AOO e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20obovatum	Mata Atlântica
2023	FABACEAE	Machaerium paraguariense	Hassl.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, sem uso ou ameaça pontual. Foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20paraguariense	Cerrado, Mata Atlântica
2024	FABACEAE	Machaerium villosum	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da perda populacional relatada em estudo com a espécie, M. villosum é amplamente distribuída, não apresenta uso nem ameaça pontual, portanto não está sob risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20villosum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2025	FABACEAE	Macrosamanea macrocalyx	(Ducke) Barneby & J.W.Grimes	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrosamanea%20macrocalyx	Amazônia
2026	FABACEAE	Macrosamanea prancei	(Barneby) Barneby & J.W.Grimes	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Macrosamanea prancei não é coletada desde 1985. Ocorre em encraves de Cerrado (Campinaranas) sob areia branca ao longo da bacia do Rio Aracá, usualmente na margem dos rios, em áreas que tendem a apresentar intensa ocupação humana. Apesar de estar em região bem preservada e de difícil acesso, apresenta AOO de 24 km², o que atesta a sua vulnerabilidade. Portanto, deve ser monitorada, e estudos populacionais devem ser conduzidos a fim de verificar se as subpopulações encontram-se estáveis, e se realmente não há ameaças diretas incidindo sobre a espécie.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrosamanea%20prancei	Amazônia
2027	FABACEAE	Melanoxylon brauna	Schott	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de ser considerada abundante em algumas de suas regiões de ocorrência, a espécie apresenta especificidade de hábitat, sendo encontrada em Floresta Pluvial, Nebular e Semidecídua. Além disso, é uma das madeiras mais apreciadas da Mata Atlântica, tendo sido amplamente utilizada para construção civil. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando sua presença dentro e fora de unidades de conservação (SNUC). A extração ilegal, que não é fiscalizada fora das áreas de preservação, é a principal ameaça à espécie.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanoxylon%20brauna	Mata Atlântica
2028	FABACEAE	Mimosa acroconica	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa acroconica tem distribuição restrita, e é conhecida por pequenas subpopulações. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando a pressão antrópica e o fogo como principais fatores. Portanto, suspeita-se que a EOO, AOO e a qualidade do hábitat estejam em declínio constante, podendo levar a espécie à extinção.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20acroconica	Cerrado
2029	FABACEAE	Mimosa acutistipula var. ferrea	Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Mimosa acutistipula var. ferrea foi descrita recentemente para a região da Serra dos Carajás, no Estado do Pará. De distribuição restrita a essa região, a espécie ocorre de maneira abundante no local. Entretanto, a dinâmica populacional da espécie ainda não foi compreendida integralmente e não se sabe ao certo de que maneira os eventos de ameaça incidentes na sua área de ocorrência afetam a estrutura de suas subpopulações. Portanto, optou-se por incluir a espécie como ""Deficiente de Dados"" (DD), até que novas informações sejam levantadas sobre este táxon."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20acutistipula%20var.%20ferrea	Amazônia, Cerrado
2030	FABACEAE	Mimosa adamantina	Barneby	EN	B1ab(i,iii),C2a(i)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica, restrita da região de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO menor que 500 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua região de ocorrência é perturbada, e suas subpopulações, apesar de próximas entre si, estão em áreas cortadas por estradas e por pequenos centros urbanos. Portanto, a espécie foi considerada severamente fragmentada e sob influência do declínio constante da qualidade do hábitat. Além disso, suspeita-se que haja menos de 250 indivíduos maduros na população, tendo em vista o número de coletas e o fato da região ser bem coletada. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento da espécie.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20adamantina	Cerrado
2031	FABACEAE	Mimosa adenophylla	Taub.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuida em diferentes fitofisionomias.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20adenophylla	Caatinga, Cerrado
2032	FABACEAE	Mimosa balduinii	Burkart	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Mimosa balduinii apresenta EOO de 579,23 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. A pecuária, agricultura, presença de espécies exóticas e plantações homogêneas (Pinus e Eucaliptus) são os fatores responsáveis pelo declínio contínuo na AOO , EOO e na qualidade do hábitat da espécie. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20balduinii	Mata Atlântica
2033	FABACEAE	Mimosa barretoi	Hoehne	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie apresenta EOO estimado em 2.220,92 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. Foi coletada principalmente em Campos Rupestres, no Estado de Minas Gerais. É conhecida por registros em municípios que sofreram e ainda sofrem intensa pressão antrópica, e em áreas facilmente perturbadas por incêndios, fatores que resultam no declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20barretoi	Cerrado
2034	FABACEAE	Mimosa bathyrrhena	Barneby	EN	A2ce,B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Mimosa bathyrrhena apresenta distribuição restrita (EOO=469,09 km²) ao município de Ponta Grossa, no Estado do Paraná, e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Este município sofreu uma perda da cobertura original de Mata Atlântica de aproximadamente 80%. Portanto, estima-se que, nos últimos 10 anos, a redução populacional tenha sido de pelo menos 50%, e que pode não ser reversível. A região também tem sido cenário frequente de plantio de Pinus e Eucaliptus. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20bathyrrhena	Mata Atlântica
2035	FABACEAE	Mimosa bombycina	Barneby	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa bombycina é endêmica do Cerrado. Ocorre no Estado de Minas Gerais, em Campos Rupestres associados a falésias e afloramentos. Apresenta EOO restrita a 3.572,98 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As constantes atividades antrópicas e principalmente os incêndios provocados que acometem a região de ocorrência da espécie são as principais ameaças incidentes, que resultam no declínio da área e qualidade do hábitat.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20bombycina	Cerrado
2036	FABACEAE	Mimosa caesalpiniifolia	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20caesalpiniifolia	Caatinga, Mata Atlântica
2037	FABACEAE	Mimosa catharinensis	Burkart	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa catharinensis apresenta EOO restrito (385,49 km²) e é endêmica das Restingas do Estado de Santa Catarina. Além disso, o ambiente já degradado anteriormente tem a presença de espécies exóticas e por isso, foi estimado um declínio constante de EOO, AOO e da qualidade do hábitat de M. catharinensis.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20catharinensis	Mata Atlântica
2038	FABACEAE	Mimosa chrysastra	Mart. ex Benth.	CR	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa chrysastra é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO extremamente restrito, estimado em 84 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. O endemismo da espécie a deixa muito suscetível às ameaças presentes no Cerrado, assim como aos eventos estocásticos. Faz-se necessário o monitoramento da espécie a fim de acompanhar a dinâmica populacional e controlar as ameaças incidentes, de maneira a garantir a persistência de M. chysastra na natureza.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20chrysastra	Cerrado
2039	FABACEAE	Mimosa exalbescens	Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Existe a possibilidade de que M. exalbescens possa ser considerada como uma forma local de M. hexandra. Além disso não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. Recomeda-se estudos taxonômicos e populacionais da espécie.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20exalbescens	Caatinga
2040	FABACEAE	Mimosa glycyrrhizoides	Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações suficientes para a categorização do risco de extinção. Recomeda-se estudos populacionais e de distribuição a fim de verificar a disjunção da espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20glycyrrhizoides	Mata Atlântica
2041	FABACEAE	Mimosa hatschbachii	Barneby	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa hatschbachii é endêmica do Estado do Paraná. Apresenta EOO estimado em 614,75 km². É conhecida por três localidades cortadas por estradas e áreas urbanizadas, o que caracteriza a espécie como severamente fragmentada. A região de ocorrência de M. hatschbachii tem sofrido declínio constante da qualidade do hábitat, tanto pela antropização como pela presença de monoculturas de espécies exóticas, popularmente usadas na região.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20hatschbachii	Mata Atlântica
2042	FABACEAE	Mimosa heringeri	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa heringeri apresenta EOO de 3.092,84 km² e tem estrutura populacional severamente fragmentada, pois ocorre em área intensamente urbanizada, o que compromete a qualidade do seu hábitat. Além disso, a expansão urbana na região pode diminuir a AOO , EOO, e o número de subpopulações conhecidas. Recomenda-se pesquisa em dinâmica populacional e fenologia, além de monitoramento efetivo.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20heringeri	Cerrado
2043	FABACEAE	Mimosa humifusa	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não tem informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20humifusa	Cerrado
2044	FABACEAE	Mimosa involucrata	Benth.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa involucrata apresenta EOO estimada em 1.868,94 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie sofre com intenso desmatamento, proximidade de cidades e atividades agropecuárias, o que resulta em um contínuo declínio da área e qualidade do hábitat.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20involucrata	Mata Atlântica
2045	FABACEAE	Mimosa lanata	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20lanata	Cerrado, Mata Atlântica
2046	FABACEAE	Mimosa leprosa	(Benth.) J.F.Macbr.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa leprosa é endêmica do Brasil, restrita ao Estado de Minas Gerais e endêmica dos Campos Rupestres da região do Quadrilátero Ferrífero. Apresenta EOO=4.691,76 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sofre com a intensa atividade das mineradoras que exploram a região, o que acarreta no contínuo declínio da área e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20leprosa	Cerrado
2047	FABACEAE	Mimosa leptantha	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Há duvidas em relação a taxonomia da espécie, portanto recomenda-se uma revisão taxonômica para que a espécie possa ser avaliada quanto ao risco de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20leptantha	Caatinga, Mata Atlântica
2048	FABACEAE	Mimosa lithoreas	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa lithoreas é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimado em 3.547,47 km², e está sujeita a três situações de ameaça. Seu endemismo a deixa muito suscetível às ameaças presentes no Cerrado. Faz-se necessário o monitoramento da espécie a fim de controlar as ameaças incidentes e a viabilidade de suas subpopulações.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20lithoreas	Cerrado
2049	FABACEAE	Mimosa macedoana	Burkart	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa macedoana é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimado em 3.794,30 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É uma espécie bastante suscetível às ameaças presentes no Cerrado, como por exemplo, a intensa atividade agropecuária. Assim, faz-se necessário seu monitoramento a fim de controlar as ameaças incidentes, bem como o investimento em coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20macedoana	Cerrado
2050	FABACEAE	Mimosa mensicola	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Mimosa mensicola é endêmica do Estado da Bahia. Apresenta EOO restrita, estimada em 356,60 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). Ocorre em hábitat severamente fragmentado e degradado, o que afeta diretamente a dinâmica de suas subpopulações, a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat da espécie. Assim, avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20mensicola	Cerrado, Caatinga
2051	FABACEAE	Mimosa montis-carasae	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa montis-carasae é endêmica dos Campos Rupestres da região de Três Serras, Quadrilátero Ferrífero, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 2.926,5 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Além de sua distribuição restrita, suas subpopulações encontram-se extremamente fragmentadas, o que causa o declínio da EOO, AOO e qualidade do hábitat da espécie, e interfere diretamente na dinâmica de sua população.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20montis-carasae	Cerrado
2052	FABACEAE	Mimosa myuros	Barneby	VU	B1ab(iii),D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa myuros apresenta EOO de 10.584,59 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É encontrada em pequenas faixas vegetacionais rodeadas por agricultura, o que altera fortemente sua dinâmica populacional. Faz-se necessário o acompanhamento dos indivíduos que se encontram em áreas severamente fragmentadas. A espécie corre risco de ser transferida para uma categoria maior de ameaça, caso o cenário atual não seja alterado.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20myuros	Mata Atlântica
2053	FABACEAE	Mimosa niomarlei	Afr.Fern.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Há incerteza taxonômica e faltam dados para uma avaliação consistente a respeito do risco de extinção da espécie.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20niomarlei	Mata Atlântica
2054	FABACEAE	Mimosa pabstiana	Barneby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para avaliação do risco de extinção da espécie.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20pabstiana	Cerrado, Mata Atlântica
2055	FABACEAE	Mimosa paucifolia	Benth.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa pauciflora é endêmica dos Campos Rupestres dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As regiões de ocorrência da espécie são alvo de queimadas e de atividades antrópicas, o que resulta no declínio da área e qualidade do hábitat, e de suas subpopulações. Fazem-se necessários a coleta de dados e o monitoramento, a fim de verificar transferência da espécie para uma categoria de ameaça mais alta.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20paucifolia	Cerrado
2056	FABACEAE	Mimosa pseudotrachycarpa	Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e não apresenta uso, foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20pseudotrachycarpa	Cerrado, Mata Atlântica
2057	FABACEAE	Mimosa psittacina	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa psittacina é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimada em 844,69 km², e está sujeita a apenas três situações de ameaça. Seu endemismo a deixa muito suscetível às ameaças presentes na Mata Atlântica, como por exemplo, as intensas atividades agropecuárias, que resultam no declínio de área e qualidade do hábitat. Faz-se necessário o monitoramento da espécie a fim de controlar as ameaças incidentes.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20psittacina	Mata Atlântica
2058	FABACEAE	Mimosa sanguinolenta	Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e não apresenta uso, foi considerada fora de risco de extinção.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20sanguinolenta	Mata Atlântica
2059	FABACEAE	Mimosa skinneri var. carajarum	Barneby	CR	B2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Variedade endêmica do Estado do Pará, onde é encontrada em vegetação de canga e em margens de lago. Apresenta AOO de 4 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando a atividade mineradora como principal ameaça e responsável pelo declínio da AOO e da qualidade do hábitat da espécie.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20skinneri%20var.%20carajarum	Amazônia
2060	FABACEAE	Mimosa suburbana	Barneby	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie descrita recentemente. Apresenta EOO e AOO restritas (EOO=17,54 km², AOO =16 km²). Além disso, estudos apontaram baixa abundância de indivíduos. A região em que ocorre apresenta Cerrado extremamente degradado e fragmentado, com declínio contínuo na qualidade do hábitat. M. suburbana se desenvolve na região satélite de Brasília, área fortemente antropizada e, por isso, foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Recomendam-se estudos mais aprofundados sobre a espécie."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20suburbana	Cerrado
2061	FABACEAE	Mimosa thomista	Barneby	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa thomista é endêmica dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 2.468,12 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando a atividade mineradora como principal ameaça, uma vez que é responsável pelo declínio constante da qualidade do hábitat.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20thomista	Cerrado
2062	FABACEAE	Mimosa uniceps	Barneby	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Mimosa uniceps apresenta distribuição restrita, sua EOO é estimada em 533,38 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua região de ocorrência foi intensamente desmatada e esta ameaça ainda incide no local, apesar dos esforços de controle implementados na região. Além disso, a espécie foi coletada apenas uma vez há 40 anos, não tendo sido encontrada novamente, apesar do esforço de coleta realizado na área da coleta tipo.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20uniceps	Cerrado
2063	FABACEAE	Mimosa urticaria	Barneby	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Mimosa urticaria é endêmica do Estado do Paraná. Apresenta EOO estimada em 555,99 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Foi coletada, principalmente, no município de Ortigueira, onde remanescem apenas 20.232 ha de cobertura vegetal original. Apesar da carência de dados sobre a espécie, é possível estimar que esteja sofrendo perda da área e qualidade do hábitat, decorrente do histórico de desmatamento da região. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20urticaria	Mata Atlântica
2064	FABACEAE	Mimosa verrucosa	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). Não apresenta ameaça pontual ou uso de caráter exploratório.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20verrucosa	Caatinga, Cerrado
2065	FABACEAE	Moldenhawera papillanthera	L.P.Queiroz et al.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Moldenhawera papillanthera, apesar de ter uma subpopulação significantemente preservada, é apontada como rara, e sua madeira apresenta valor comercial. Além disso, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o uso comercial e as queimadas ocorrentes na região como ameaças potenciais.	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Moldenhawera%20papillanthera	Mata Atlântica
2066	FABACEAE	Myrocarpus frondosus	Allemão	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos, do Rio Grande do Sul até a Bahia. No entanto, apresenta potencial valor econômico devido a seu óleo essencial que possui propriedades medicinais e a madeira que possui valor de mercado e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrocarpus%20frondosus	Mata Atlântica
2067	FABACEAE	Myroxylon peruiferum	L.f.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myroxylon%20peruiferum	Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga
2068	FABACEAE	Mysanthus uleanus	(Harms) G.P.Lewis & A.Delgado	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mysanthus%20uleanus	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2069	FABACEAE	Neptunia pubescens	Benth.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Neptunia pubescens, apesar de amplamente distribuída nas Américas, no Brasil apresenta EOO estimado de 6.425,04 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat decorrente de atividades agropecuárias nas regiões de ocorrência da espécie. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neptunia%20pubescens	Cerrado, Mata Atlântica
2070	FABACEAE	Peltogyne confertiflora	(Mart. ex Hayne) Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peltogyne%20confertiflora	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Lima, 2010).
2071	FABACEAE	Peltogyne maranhensis	Huber ex Ducke	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Peltogyne maranhensis, popularmente conhecida como ""pau-roxo"", é amplamente utilizada na fabricação de instrumentos musicais, e estudos científicos sugerem baixa densidade da espécie. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença dentro e fora de unidades de conservação (SNUC). Apesar de sua exploração ter sido liberada em alguns planos de manejo, os indivíduos localizados fora de unidades de conservação ficam suscetíveis à retirada descontrolada, o que pode transferir a espécie para uma categoria de ameaça mais alta em um futuro próximo, caso essa atividade não seja rigorosamente controlada."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peltogyne%20maranhensis	Amazônia
2072	FABACEAE	Phanera grazielae	(Vaz) Vaz	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie. A espécie é uma liana que floresce no alto de árvores, dificultando a coleta de material fértil e identificação. Faz-se necessário o direcionamento de pesquisas para a espécie afim de possibilitar uma avaliação de risco consistente.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20grazielae	Mata Atlântica
2073	FABACEAE	Phanera microstachya	(Raddi) L.P.Queiroz	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20microstachya	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
2074	FABACEAE	Phanera smilacina	(Schott) Vaz	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20smilacina	Mata Atlântica
2075	FABACEAE	Piptadenia gonoacantha	(Mart.) J.F.Macbr.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptadenia%20gonoacantha	Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga
2076	FABACEAE	Plathymenia reticulata	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madeireiro (madeira própria para marcenaria e acabamentos internos em construção civil) e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plathymenia%20reticulata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2077	FABACEAE	Poecilanthe parviflora	Benth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poecilanthe%20parviflora	Mata Atlântica
2078	FABACEAE	Poiretia angustifolia	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poiretia%20angustifolia	Cerrado, Mata Atlântica
2079	FABACEAE	Pomaria stipularis	(Vogel) B.B.Simpson & G.P.Lewis	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é distribuida amplamente, no entanto ocorre em áreas fortemente antropizadas e possui menos de 10 situações de ameaça e por isso, maiores estudos sobre o estado de conservação da espécie devem ser realizados.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pomaria%20stipularis	Mata Atlântica
2080	FABACEAE	Pterocarpus santalinoides	L Hér. ex DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterocarpus%20santalinoides	Amazônia
2081	FABACEAE	Pterogyne nitens	Tul.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterogyne%20nitens	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2082	FABACEAE	Rhynchosia leucophylla	Benth.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da ampla distribuição, não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosia%20leucophylla	Cerrado, Mata Atlântica
2083	FABACEAE	Rhynchosia reticulata	(Sw.) DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosia%20reticulata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2084	FABACEAE	Sellocharis paradoxa	Taub.	VU	A2ce	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie endêmica do Estado do Rio Grande do Sul. Apesar de terem sido registradas três subpopulações, duas delas não são mais encontradas. Sua região de ocorrência tem atividade de pastoreio intensa e introdução de espécies exóticas como Pinus sp. Portanto, é possível suspeitar que, pelo menos 30% da população da espécie tenham sido eliminados, devido ao declínio da área e da qualidade do hábitat. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sellocharis%20paradoxa	Pampa (Campos Sulinos)
2085	FABACEAE	Senegalia kallunkiae	(J.W.Grimes & Barneby) Seigler & Ebinger	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie foi considerada como prioritária para a conservação na Caatinga com importância biológica alta. Além disso, é pouco representada em herbários. Foi considerada ""Quase ameaçada"" (NT) por sua distribuição (228.702 km²), que apesar de relativamente ampla, abrange a áreas degradadas podendo configurar um quadro de vulnerabilidade caso essas áreas não sejam protegidas. Portanto recomenda-se o monitoramento e estudos mais aprofundados sobre as subpopulações da espécie."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senegalia%20kallunkiae	Caatinga, Mata Atlântica
2086	FABACEAE	Senegalia parviceps	(Speg.) Seigler & Ebinger	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta divergências taxonômicas, portanto é necessário o direcionamento de estudos mais aprofundados sobre a espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senegalia%20parviceps	Mata Atlântica
2087	FABACEAE	Senna angulata	(Vogel) H.S.Irwin & Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes unidades de conservação (SNUC).	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senna%20angulata	Cerrado, Mata Atlântica
2088	FABACEAE	Senna paradictyon	(Vogel) H.S.Irwin & Barneby	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes unidades de conservação (SNUC).	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senna%20paradictyon	Cerrado, Pantanal
2089	FABACEAE	Stryphnodendron adstringens	(Mart.) Coville	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da indicação do uso, a espécie não apresenta valor econômico em grande escala, é de ampla distribuição e ocorre em diferentes fitofisionomias. Não está ameaçada de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stryphnodendron%20adstringens	Caatinga, Cerrado
2090	FABACEAE	Stylosanthes nunoi	Brandão	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída, no entanto, não há informações suficientes que possibilitem a categorização do risco de extinção. Recomenda-se estudos populacionais e de ameaças sobre a espécie.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylosanthes%20nunoi	Cerrado
2091	FABACEAE	Swartzia acutifolia	Vogel	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madeireiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática. Além disso está sujeita a uma série de ameaças e por isso deve ser monitorada.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20acutifolia	Cerrado, Mata Atlântica
2092	FABACEAE	Swartzia flaemingii	Raddi	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madeireiro (produção de energia, especialmente carvão e lenha)  e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20flaemingii	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2093	FABACEAE	Swartzia glazioviana	(Taub.) Glaz.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Swartzia glazioviana era considerada endêmica do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro, até ser coletada no município de Valença (RJ). Apresenta EOO restrita, estimada em 8.588,30 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As áreas em que a espécie ocorre estão ameaçadas principalmente pela expansão imobiliária e há degradação intensa de seus hábitats. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20glazioviana	Mata Atlântica
2094	FABACEAE	Swartzia linharensis	Mansano	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Swartzia linharensis é endêmica do Estado do Espírito Santo. Está sujeita a apenas duas situações de ameaça, considerando a presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). A vegetação do Estado foi severamente desmatada, e dela restam hoje poucos fragmentos, dificultando a sobrevivência da espécie na natureza. Deve ser monitorada, e pesquisas populacionais precisam ser conduzidas para verificar a estabilidade populacional e o estado de conservação das subpopulações encontradas fora de unidades de conservação.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20linharensis	Mata Atlântica
2095	FABACEAE	Swartzia pickelii	Killip ex Ducke	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadeireiro e do fruto, potencial recurso para desenvolvimento da economia local. Por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20pickelii	Caatinga, Mata Atlântica
2096	FABACEAE	Swartzia simplex	(Sw.) Spreng.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20simplex	Mata Atlântica
2097	FABACEAE	Tachigali beaurepairei	(Harms) L.G.Silva & H.C.Lima	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Tachigali beaurepairei é endêmica do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 3.429,09 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat decorrente do desmatamento ocorrido no passado. Atualmente, a análise das ocorrências sugere que subpopulações estáveis estejam preservadas em grandes áreas contínuas da encosta atlântica. Portanto, a espécie deve ser monitorada a fim de concluir se as subpopulações estão realmente estáveis e fora de risco de extinção.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20beaurepairei	Mata Atlântica
2098	FABACEAE	Tachigali densiflora	(Benth.) L.G.Silva & H.C.Lima	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20densiflora	Mata Atlântica
2099	FABACEAE	Tachigali denudata	(Vogel) Oliveira-Filho	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar de comum, a espécie possui alto potencial madeireiro, sendo empregada na indústria moveleira, carpintaria e construção civil. Portanto deve ser monitorada, pois caso haja redução populacional de pelo menos 30%, proveniente do extrativismo a espécie estará ""Vulnerável"" (VU) a extinção."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20denudata	Mata Atlântica
2100	FABACEAE	Tachigali hypoleuca	(Benth.) Zarucchi & Herend.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição. No entanto faz-se necessário uma coleta de dados maior sobre a espécie para uma avaliação de risco consistente.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20hypoleuca	Amazônia
2101	FABACEAE	Tachigali pilgeriana	(Harms) Oliveira-Filho	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie possui distribuição média e mais de 10 situações de ameaça. No entanto, sua ocorrência em áreas degradadas poderá causar declínio de habitat ou populacional em futuro próximo, diminuindo o número de situações de ameaça para menos de 10, caso as ameaças não sejam controladas, transferindo a espécie para a categoria ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20pilgeriana	Mata Atlântica
2102	FABACEAE	Tachigali rugosa	(Mart. ex Benth.) Zarucchi & Pipoly	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é de ampla distribuição e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). Porém, o fato da espécie ser usada pela indústria madeireira pode vir a configurar uma ameaça caso o manejo da espécie e o monitoramento não estejam sendo feito de maneira eficaz. Além disso, a espécie não foi reencontrada no local de sua coleta tipo e ocorre em Mata Atlântica, onde a perda de habitat ao longo de anos, reduziu diversas populações de plantas nativas.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20rugosa	Mata Atlântica
2103	FABACEAE	Tephrosia sessiliflora	(Poir.) Hassl.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída (EOO=1.318.403,5 km²) e ocorre em diferentes fitofisionomias e unidades de conservação (SNUC). Não está em ameaçada de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tephrosia%20sessiliflora	Amazônia, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica
2104	FABACEAE	Trifolium argentinense	Speg.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para avaliação do risco de extinção da espécie.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trifolium%20argentinense	Pampa (Campos Sulinos)
2105	FABACEAE	Vicia pampicola	Burkart	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Vicia pampicola é endêmica dos Campos Úmidos do Estado do Rio grande do Sul, onde foi considerada ""Extinta"". De fato é uma espécie rara, apresenta AOO inferior a 10 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando as transformações históricas na sua região de ocorrência, que causaram redução do hábitat, e a consequente diminuição de suas subpopulações, além da introdução de espécies exóticas invasoras. Esforços para recoletá-la já foram feitos, sem êxito."	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vicia%20pampicola	Pampa (Campos Sulinos)
2106	FABACEAE	Vicia tephrosoides	Vogel	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vicia%20tephrosoides	Pampa (Campos Sulinos)
2107	FABACEAE	Vigna firmula	(Mart. ex Benth.) Maréchal et al.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vigna%20firmula	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2108	FABACEAE	Vouacapoua americana	Aubl.	EN	A2cd	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Vouacpoua americana tem crescimento lento, potencial valor econômico e ocorre em subpopulações reduzidas nos Estados do Amapá, Pará, Amazonas e Maranhão. Sua madeira é muito utilizada na construção civil e naval. Apesar da legalização da extração, considerando dados de porte, estima-se a supressão de 37.826 indivíduos de grande porte ou 282.747 ind. de porte mediano, no período de 2006 a 2011. Além disso, a espécie ocorre em áreas que sofrem forte antropização, onde o declínio da qualidade do hábitat é constante. Estima-se que o tempo de geração seja de 90 anos, no mínimo. Portanto, é possível suspeitar que tenha havido uma redução populacional de pelo menos 50% nos últimos 90 anos. Recomendam-se estudos populacionais e genéticos e maior fiscalização da retirada da espécie na natureza.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vouacapoua%20americana	Amazônia
2109	FABACEAE	Zollernia glabra	(Spreng.) Yakovlev	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20glabra	Mata Atlântica
2110	FABACEAE	Zollernia magnifica	A.M.Carvalho & Barneby	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Zollernia magnifica é endêmica da Floresta Pluvial e de Tabuleiros do Estado da Bahia e, possivelmente, do Espirito Santo. Apresenta EOO inferior a 20.000 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Suas regiões de ocorrência sofreram intenso desmatamento decorrente da implantação de atividades agrícolas e do corte de árvores de potencial econômico, o que fragmentou e interferiu na dinâmica populacional da espécie. Faz-se necessário o investimento em coletas direcionadas a fim de certificar a existência de novas subpopulações.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20magnifica	Mata Atlântica
2111	FABACEAE	Zollernia modesta	A.M.Carvalho & Barneby	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de distribuição média (EOO=25.301,26 km²) e com menos de 10 situações de ameaça considerando atividades agrícolas e pecuária presentes na região.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20modesta	Mata Atlântica
2112	FABACEAE	Zornia acauensis	M.B.Ferreira & Sousa Costa	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zornia%20acauensis	""
2113	FABACEAE	Zornia mitziana	Sousa Costa	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zornia%20mitziana	Cerrado
2114	FABACEAE	Zygia racemosa	(Ducke) Barneby & J.W.Grimes	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, no entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygia%20racemosa	Amazônia
2115	FISSIDENTACEAE	Fissidens elegans	Brid.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fissidens%20elegans	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
2116	FRULLANIACEAE	Frullania beyrichiana	(Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frullania%20beyrichiana	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2117	GELSEMIACEAE	Mostuea muricata	Sobral & Lc.Rossi	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Mostuea muricata é um arbusto com ocorrência no bioma Cerrado e, possivelmente, Mata Atlântica. Tem distribuição disjunta, com quatro subpopulações conhecidas no Estado de São Paulo e, provavelmente, uma no Mato Grosso. Em ambos os Estados há intensa atividade agrícola, com culturas variadas e bem sucedidas (dependendo da região). Assim, são conhecidas cinco situações de ameaça que podem elevar a espécie para a categoria ""Criticamente em perigo"" (CR), se não forem cessadas."	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mostuea%20muricata	Cerrado, Mata Atlântica
2118	GENTIANACEAE	Curtia tenuifolia	(Aubl.) Knobl.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída no Brasil em diferentes fitofisionomias. Também ocorre em outros países e não apresenta uso. Portanto a espécie não está ameaçada de extinção.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Curtia%20tenuifolia	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2119	GENTIANACEAE	Prepusa hookeriana	Gardner	EN	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Prepusa hookeriana é endêmica do Estado do Rio de Janeiro e ocorre exclusivamente em Campos de Altitude. Foram identificadas cinco situações de ameaça para a espécie, que ocupa uma área (AOO) estimada em 44 km². Os Campos de Altitude da Mata Atlântica sofrem os efeitos de atividades antrópicas, que facilitam a entrada de espécies invasoras. Além disso, o fogo é uma ameaça constante que, somada a outras ameaças, causa o declínio em EOO, AOO e da qualidade do hábitat da espécie. Portanto, P. hookeriana foi considerada ""Em perigo"" (EN), e o monitoramento de suas subpopulações faz-se necessário."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prepusa%20hookeriana	Mata Atlântica
2120	GENTIANACEAE	Prepusa viridiflora	Brade	EN	B1ab(iii)	Gustavo Martinelli	Miguel d'Avila de Moraes	"Prepusa viridiflora apresenta EOO estimada em 853,75 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar de estar presente em duas unidades de conservação estaduais, estas não dispõem de estrutura que garanta a conservação efetiva da espécie. Incêndios ocasionais e a destruição do entorno dos afloramentos ou Inselbergs onde ocorre resultam em um declínio contínuo da qualidade do hábitat. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prepusa%20viridiflora	Mata Atlântica
2121	GENTIANACEAE	Schultesia aptera	Cham.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é considerada comum e tem ampla distribuição. No entanto é necessario o monitoramento da espécie uma vez que, apesar de frequentemente encontradas nos locais de ocorrência, as subpopulações são pequenas e há incidência de ameças sobre a espécie.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schultesia%20aptera	Cerrado
2122	GENTIANACEAE	Schultesia guianensis	(Aubl.) Malme	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e ocorre em diferentes fitofisionomias. Também foi apontada como espécie invasora no Estado de Pernambuco (Andrade-Lima, 1967) e considerada muito venenosa (Schwacke, 1878, etiq. herb R). É citada por populares como tóxica para o gado. A espécie não está sob risco de extinção.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schultesia%20guianensis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
2123	GENTIANACEAE	Senaea coerulea	Taub.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii),C2a(i)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Senaea coerulea é endêmica do Estado de Minas Gerais, e tem três subpopulações esparsas, distribuídas em um pequeno trecho da Cadeia do Espinhaço. Ocorre, principalmente, em Campos Rupestres de Cerrado, e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o fogo e a pressão antrópica como principais ameaças à espécie. Suspeita-se que, em virtude das ameaças, a EOO e AOO da espécie estejam em declínio constante, assim como a qualidade do seu hábitat. Além disso, estima-se que a população total da espécie não some mais que 2.500 indivíduos.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senaea%20coerulea	Cerrado
2124	GENTIANACEAE	Senaea janeirensis	Brade	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Senaea janeirensis é considerada rara, endêmica das áreas montanhosas dos Estados do Rio de Janeiro e, possivelmente, Espírito Santo. Apresenta EOO e AOO restritos (EOO=403,83 km², AOO=8 km²), e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Os Campos de Altitude da Mata Atlântica, local onde ocorre S. janeirensis, sofrem com as atividades antrópicas realizadas em seu entorno e interior. Além disso, a presença do fogo nas regiões de coleta da espécie é constante. Portanto, há declínio na sua EOO, AOO e na qualidade do hábitat. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento das subpopulações coletadas.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senaea%20janeirensis	Mata Atlântica
2125	GENTIANACEAE	Tetrapollinia caerulescens	(Aubl.) Maguire & B.M.Boom	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre amplamente distribuída nos Neotrópicos e no Brasil, é encontrada na Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Não está ameaçada de extinção.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapollinia%20caerulescens	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2126	GENTIANACEAE	Voyria aphylla	(Jacq.) Pers.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída no Brasil e e não é endêmica. No entanto, não há informações populacionais sobre a espécie e por isso, recomenda-se pesquisas voltadas a coleta de dados sobre a espécie.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Voyria%20aphylla	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2127	GENTIANACEAE	Zygostigma australe	(Cham. & Schltdl.) Griseb.	EN	B2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil, Zygostigma australe ocorre nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Apesar da ampla distribuição, a espécie cresce em hábitats fragmentados, sendo restrita aos Campos de Altitude, às formações campestres e aos campos secos e úmidos. Sua AOO é estimada em 76 km². A ocorrência da espécie se dá dentro do bioma Mata Atlântica, que sofre constante pressão antrópica. Portanto, estima-se que a espécie tenha sofrido um declínio constante da área e qualidade do hábitat. Além disso, Z. australe tem ciclo de vida curto e tempo de geração estimado em dois anos, que, associados à raridade apontada por especialistas e à degradação do hábitat, configuram um cenário de ameaça a sua sobrevivência. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento das populações existentes.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostigma%20australe	Mata Atlântica
2128	GEOCALYCACEAE	Leptoscyphus gibbosus	(Taylor) Mitt.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptoscyphus%20gibbosus	Mata Atlântica, Amazônia
2129	GESNERIACEAE	Anetanthus gracilis	Hiern	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Embora aespécie pareça ser de distribuição restrita, sendo conhecida apenas para três localidades e dentro destas em habitats bem específicos, os dados disponíveisnão permitem qualificá-la em nenhuma das categorias de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anetanthus%20gracilis	Cerrado, Mata Atlântica
2130	GESNERIACEAE	Besleria meridionalis	C.V.Morton	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie endêmica, coletada uma vez no século XIX e outra mais recentemente. Possivelmente em risco de extinção, porém os dados disponíveis não permitem uma avaliação.	2011-07-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Besleria%20meridionalis	Mata Atlântica
2131	GESNERIACEAE	Besleria umbrosa	Mart.	VU	B1ab(i,iii)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Besleria umbrosa tem EOO estimada em 18.571,43 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Ocorre nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Minas Gerais. Por sua área de ocorrência estar próxima a centros urbanos, suspeita-se que a espécie esteja suscetível às consequências da perda da área e da qualidade do hábitat.	2011-07-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Besleria%20umbrosa	Mata Atlântica
2132	GESNERIACEAE	Codonanthe carnosa	(Gardner) Hanst.	VU	B1ab(i,iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Codonanthe carnosa tem EOO menor que 20.000 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, considerando sua presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Suscetível às consequências da intensa atividade antrópica em sua área de ocorrência, encontra-se sob a influência do declínio da área e da qualidade do hábitat. Foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20carnosa	Mata Atlântica
2133	GESNERIACEAE	Codonanthe devosiana	Lem.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	A espécie é de ampla distribuição e está protegida em diferentes unidades de conservação (SNUC) em todas as unidades da federação onde é encontrada. Fora das unidades de conservação os locais estão sujeitos a perda na qualidade e quantidade de habitat pela constante destruição e alterações pelo homem. Assim é plausível inferir, considerando o número atual de unidades de conservação onde a espécie é encontrada, que a mesma está conseguindo manter subpopulações estáveis.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20devosiana	Mata Atlântica
2134	GESNERIACEAE	Codonanthe gracilis	(Mart.) Hanst.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	A espécie é de ampla distribuição na Floresta Atlântica e formações de Restinga, estando presente em diversas unidades de conservação (SNUC) nestas duas formações em diferentes unidades federativas (Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina). Estas características indicam uma tendência a estabilidade das subpopulações da espécie. No entanto para o Estado da Bahia onde sua ocorrência é menos conhecida não existem registros para unidades de conservação indicando a necessidade de ações para garantir a manutenção das subpopulações da espécie no Estado.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20gracilis	Mata Atlântica
2135	GESNERIACEAE	Codonanthe uleana	Fritsch	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, porém protegida em unidades de conservação (SNUC) somente nos Estados do Acre, Pará (uma unidade em cada um) e na Bahia (duas unidades). Assim a espécie necessita com urgência de ações de conservação nos demais Estados onde é encontrada, como forma de manutenção de suas subpopulações. Os dados disponíveis não permitem sugerir sobre uma possível estabilidade da população.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20uleana	Amazônia, Mata Atlântica
2136	GESNERIACEAE	Codonanthe venosa	Chautems	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Codonanthe venosa tem distribuição bastante restrita (EOO=33,678 km², AOO=12 km²). Pelo fato de os locais de coleta serem bastante próximos, considera-se que a espécie esteja sujeita a somente uma situação de ameaça. No entanto, os comentários do especialista indicam a existência de outros registros no Estado do Rio de Janeiro, o que permite suspeitar que a AOO da espécie não ultrapasse 20 km². Por ter distribuição restrita e estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, C. venosa pode ser considerada ""Vulnerável"" (VU). Sugerem-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, que poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20venosa	Mata Atlântica
2137	GESNERIACEAE	Columnea sanguinea	(Pers.) Hanst.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, porém efetivamente protegida, isto é, dentro de unidades de conservação (SNUC) nos Estados do Acre e Espírito Santo. Em Pernambuco e na Bahia em unidades particulares, estas características apontam a necessidade de medidas para proteção da espécie embora até o momento não classificada como ameaçada. Existe uma discordância entre o mapa de EOO e a distribuição da espécie, o que aumentará a EOO.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Columnea%20sanguinea	Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado
2138	GESNERIACEAE	Drymonia serrulata	(Poepp.) Wiehler	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla de distribuição ocorrendo em diferentes fitofisionomias, porém a manutenção de suas subpopulações está efetivamente assegurada somente para três localidades, representadas por unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drymonia%20serrulata	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado
2139	GESNERIACEAE	Goyazia petraea	(S.M.Phillips) Wiehler	EN	B2ab(i,iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Goyazia petraea apresenta AOO de 24 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Porém, o fato da espécie ocorrer em duas unidades de conservação não garante a manutenção de sua população, considerando a baixa densidade nessas localidades. Assim, pode-se inferir que eventos estocásticos representem alta probabilidade de riscos com consequências severas para as subpopulações da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Goyazia%20petraea	Cerrado
2140	GESNERIACEAE	Mandirola ichthyostoma	(Gardner) Seem. ex Hanst.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Embora a espécie tenha uma ampla EOO, estimada em 977.496,1 km² os dados disponíveis não permitem uma avaliação adequada do risco ou não de extinção da espécie. Algumas regiões onde a espécie ocorre representam expansão da fronteira agrícola. Assim é necessário maiores informações especialmente em distribuição e abundância.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandirola%20ichthyostoma	Amazônia, Cerrado
2141	GESNERIACEAE	Napeanthus primulifolius	(Raddi) Sandwith	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e presente em diversas unidades de conservação (SNUC) em sua EOO, a exceção do Estado de Santa Catarina. Considerando o número de unidades de conservação em que a espécie é observada, é plausível sugerir que o tamanho da população está estável.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Napeanthus%20primulifolius	Mata Atlântica
2142	GESNERIACEAE	Nematanthus crassifolius	(Schott) Wiehler	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Embora a espécie seja de distribuição restrita, ocorrendo apenas na região Sudeste, a mesma se encontra resguardada em diversas unidades de conservação (SNUC). Estas informações não qualificam a espécie para nenhuma das categorias e nos permite inferir que para aquelas subpopulações localizadas em unidades de conservação a estabilidade destas está sendo mantida.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20crassifolius	Mata Atlântica
2143	GESNERIACEAE	Nematanthus fornix	(Vell.) Chautems	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Espécie de distribuição restrita porém a maioria das coletas, até o momento, foram obtidas em unidades de conservação (SNUC). Esta informação, a despeito das transformações e impactos impostos ao ecossistema onde a espécie ocorre, não qualificam a espécie nas categorias de ameaça. Porém esforços devem ser direcionados para aumentar a cobertura, em termos de unidades de conservação para o Estado do Espírito Santo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20fornix	Mata Atlântica
2144	GESNERIACEAE	Nematanthus hirtellus	(Schott) Wiehler	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita, com EOO de 44.886,5 km² e ocorrência apenas para os Estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro a espécie e suas subpopulações estão sendo, em sua maioria, resguardadas em unidades de conservação (SNUC), porém no Espírito Santo ações devem ser promovidas para assegurar a perpetuação da espécie. Neste Estado existem informações da presença da espécie em cinco localidades e destas somente uma é unidade de conservação (SNUC), fora da unidade de conservação a espécie está sujeita aos impactos decorrentes da presença humana (pecuária, agricultura, desmatamento). Portanto os dados disponíveis sugerem condições desfavoráveis a sua permanência com possibilidades ameaça no futuro pelo declínio em sua EOO, no número de situações de ameaças e na qualidade de habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20hirtellus	Mata Atlântica
2145	GESNERIACEAE	Nematanthus lanceolatus	(Poir.) Chautems	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição média com EOO de 178.407,2 km². A espécie habita diferentes fitofisionomias em sua área de ocorrência e é encontrada em unidades de conservação (SNUC). Porém para o Estado de Minas Gerais, onde sua distribuição parece ser mais ampla, existem lacunas de proteção para a espécie com informações de ameaças. Enquanto para os outros Estados podemos inferir uma estabilidade para as subpopulações da espécie o mesmo não pode ser dito para o Estado de Minas Gerais.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20lanceolatus	Cerrado, Mata Atlântica
2146	GESNERIACEAE	Nematanthus monanthos	(Vell.) Chautems	EN	B1ab(i,iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição muito restrita (EOO=1.166,30 km²), e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em duas unidades de conservação (SNUC), e é cultivada dentro e fora do país por seu uso ornamental, o que, contudo, não diminui os riscos às subpopulações naturais da espécie. As transformações impostas pela presença humana (desmatamento e expansão urbana) nas suas áreas de ocorrência, representam riscos a sua permanência e declínio em sua EOO, AOO e na qualidade do hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20monanthos	Mata Atlântica
2147	GESNERIACEAE	Nematanthus sericeus	(Hanst.) Chautems	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição ampla com EOO estimada em 107.648,6 km², e ocorrendo em 12 localidades. Destas, seis constituem unidades deconservação (SNUC). Sujeita a mais de 10 situações de ameaça. Nas localidades deocorrência da espécie, fora de unidades de conservação, a ocupaçãohumana e o desmatamento para uso agrícola constituem potenciais ameaças à qualidade e diminuição do habitat da espécie. Caso as ameaças incidentes nãosejam controladas ou revertidas, a espécie poderá tornar-se ameaçada em umfuturo próximo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20sericeus	Cerrado, Mata Atlântica
2148	GESNERIACEAE	Nematanthus strigillosus	(Mart.) H.E.Moore	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição média com EOO de 87.873,97 km², conhecida até o momento em 14 localidades, sendo 13 no Estado de Minas Gerais e uma em São Paulo. Existe registro de ocorrência em outra localidade em São Paulo, porém nunca mais reencontrada. Em Minas Gerais ocorre principalmente em regiões de Campo Rupestre onde a atividade da mineração é uma ameaça. Presente em duas unidades de conservação (SNUC) situadas uma em cada um dos Estado de ocorrência da espécie. Estas características não permitem categorizar a espécie em qualquer uma das categorias de ameaça, porém a colocam com alta propensão de transferência para uma categoria de ameaça em um futuro próximo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20strigillosus	Cerrado, Mata Atlântica
2149	GESNERIACEAE	Nematanthus tessmannii	(Hoehne) Chautems	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição média com EOO de 153.071,3 km². A espécie é bem distribuída nos Estados de Santa Catarina e Paraná e em menor extensão no Estado de São Paulo. Nestes Estados a espécie está presente em unidades de conservação (SNUC). Para o Estado do Rio de Janeiro existe apenas a citação de uma localidade. Para o Rio Grande do Sul falta colocar o dado mencionado pelo especialista. Portanto os dados sugerem ações pontuais no Estado do Rio de Janeiro, inicialmente sobre EOO e nos permitem inferir uma possível estabilidade da população da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20tessmannii	Mata Atlântica
2150	GESNERIACEAE	Paliavana tenuiflora	Mansf.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição média com EOO de 397.865,3 km². De acordo com o especialista a espécie é mais frequente nos Campos Rupestres da Bahia, Paraíba e Pernambuco e bem menos frequente em Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie está presente em algumas unidades de conservação (SNUC) nestes Estados.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paliavana%20tenuiflora	Caatinga, Mata Atlântica
2151	GESNERIACEAE	Paliavana werdermannii	Mansf.	VU	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Paliavana werdermannii tem distribuição restrita à região norte da Cadeia do Espinhaço, nos Estados da Bahia e Minas Gerais, sendo encontrada nos Campos Rupestres. Apresenta EOO de 16.612,63 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Atividades de turismo ecológico e constantes incêndios comprometem a área e a qualidade dos hábitats de ocorrência da espécie. Assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paliavana%20werdermannii	Cerrado, Caatinga
2152	GESNERIACEAE	Seemannia sylvatica	(Kunth) Hanst.	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição (EOO=622.071,72 km²), porém comAOO estimada em apenas 40 km², o que justifica sua restrição deocorrência a áreas próximas a beira de rios, riachos ou cachoeiras. Suassubpopulações estão sujeitas a eventos estocásticos, como por exemplo aocorrência de cabeças d?água que alteram a vegetação associada às margens derios. O monitoramento da ocorrência desse evento é necessário a fim de evitarque a espécie configure em categoria de ameaça em um futuro próximo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seemannia%20sylvatica	Cerrado
2153	GESNERIACEAE	Sinningia aghensis	Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Sinningia aghensis ocorre em afloramentos rochosos no sudeste do Estado do Espírito Santo. Apresenta EOO de 5.877,90 km² e está sujeita a três situações de ameaça. A região, originalmente de Mata Atlântica, vêm sofrendo severa degradação devido à implementação de pastagens e ao plantio de café e Eucaliptus, que resultam no declínio contínuo da área e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20aghensis	Mata Atlântica
2154	GESNERIACEAE	Sinningia araneosa	Chautems	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Sinningia araneosa é restrita ao nordeste do Estado de São Paulo. A única localidade citada é o Morro do Forno, município de Altinópolis, onde ocorre em afloramentos rochosos e é considerada abundante. Pela limitada AOO (8 km²), e por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU). Recomendam-se mais estudos sobre sua distribuição e população."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20araneosa	Cerrado
2155	GESNERIACEAE	Sinningia barbata	(Nees & Mart.) G.Nicholson	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie de distribuição média com EOO de 365.859,8 km². A espécie não reúne requisitos que a qualifiquem para qualquer dos critérios de ameaça ou mesmo ""Quase ameaçada"" (NT). Ocorre em maior frequência no Estado da Bahia onde pode ser encontrada dentro de unidades de conservação (SNUC). Nos demais Estados onde a espécie ocorre, Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, sua frequência é baixa com indicação de no máximo quatro localidades para o Espírito Santo. Para estes Estados não existe indicação de ocorrência em área de preservação. Embora existam indicativos de possíveis problemas para algumas subpopulações naturais a distribuição de ocorrência da espécie assegura sua categorização como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20barbata	Caatinga, Mata Atlântica
2156	GESNERIACEAE	Sinningia brasiliensis	(Regel & Schmidt) Wiehler & Chautems	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie com EOO de 478.868,3 km². Nos Estados da Bahia e do Espirito Santo a espécie é observada em unidades de conservação (SNUC), o mesmo não é verdadeiro para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. A situação das subpopulações naturais de S. brasiliensis parece bastante critica no Estado do Rio de Janeiro onde é conhecida apenas para uma localidade dentro de uma fazenda. A espécie é cultivada. Embora dentro de sua EOO, a espécie apresente situações de risco, a totalidade das informações não qualificam a espécie para nenhum critério de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20brasiliensis	Caatinga, Mata Atlântica
2157	GESNERIACEAE	Sinningia canescens	(Mart.) Wiehler	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é bastante freqüenteno litoral do Paraná, segundo o especialista. Nos registros de Herbárioverificamos sua ocorrência em cerca de 11 diferentes localidades no Paraná e em São Paulo. Embora a espécieseja encontrada em duas  unidades de conservação (SNUC) no Estado do Paraná, assim como, emcultivo ex situ, devido ao valor baixo do EOO (252.690,4 km²), próximo ao limiar devulnerabilidade, sugerimos mais estudos sobre o táxon e possível mudança de categoria.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20canescens	Mata Atlântica
2158	GESNERIACEAE	Sinningia carangolensis	Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Sinningia carangolensis apresenta uma EOO de 1.671,88 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É restrita à região de Carangola, nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Há um registro fotográfico da espécie no Vale do Rio Carangola, no Estado do Rio de Janeiro. Sugerem-se investimentos em pesquisa e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, para uma reavaliação futura.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20carangolensis	Mata Atlântica
2159	GESNERIACEAE	Sinningia cardinalis	(Lehm.) H.E.Moore	CR	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Sinningia cardinalis é conhecida por apenas cinco coletas, duas há mais de 50 anos e três nos últimos quatro anos, todas na parte alta da floresta do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, o que justifica seu critério de avaliação. Sofre com a intensa coleta devido seu valor ornamental, e é extremamente susceptível a eventos estocásticos. Assim, foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cardinalis	Mata Atlântica
2160	GESNERIACEAE	Sinningia cochlearis	(Hook.) Chautems	CR	B1ab(iii,iv)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Sinningia cochlearis é endêmica da Mata Atlântica, sendo encontrada em locais sombreados, entre rochas, nos Campos de Altitude da Serra dos Órgãos, a aproximadamente 2.000 m de altitude. Apresenta EOO de 0,39 km² e AOO de 12 km ², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A espécie tem características reprodutivas que a diferem das demais, incluindo um pico de floração muito curto, o que dificulta a compreensão da sua biologia reprodutiva para o estabelecimento de coleções ex situ. Com uma ocorrência em situação de ameaça (majoritariamente o fogo intensivo nos períodos de seca dos campos altimontanos), embora dentro de unidade de conservação (SNUC), sua distribuição restrita e especificidade do hábitat a colocam em situação de risco de extinção, na categoria ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cochlearis	Mata Atlântica
2161	GESNERIACEAE	Sinningia conspicua	(Seem.) G.Nicholson	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A avaliação não pode serconduzida por falta de dados. Segundo o especialista, a espécie é rara, comdistribuição disjunta nas regiões Sudeste e Sul.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20conspicua	Mata Atlântica
2162	GESNERIACEAE	Sinningia cooperi	(Paxton) Wiehler	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nas regiõesSudeste e Sul, com EOO de 173.909 km², na Mata Atlântica, e é encontrada em diversas unidadesde conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cooperi	Mata Atlântica
2163	GESNERIACEAE	Sinningia curtiflora	(Malme) Chautems	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie tem uma EOO de 68.594,1 km², e pelos dados de Herbário é encontrada em menos de 10 situações de ameaça. Por este motivo consideramos que esteja próximaao limite de vulnerabilidade. Recomendamos estudos sobre a distribuição epopulação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20curtiflora	Mata Atlântica
2164	GESNERIACEAE	Sinningia defoliata	(Malme) Chautems	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	"Sinningia defoliata apresenta morfologia muito peculiar, bastante distinta de seu grupo filogenético. É rara, com ocorrências disjuntas em duas regiões, Centro-oeste e Sudeste. Está sujeita a três situações de ameaça, em hábitat de Cerrado e Mata Atlântica. É conhecida por poucas e antigas coletas. Assume-se que esteja ""Vulnerável"" (VU) e sugere-se que seja mais estudada para uma possível revisão da categoria."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20defoliata	Cerrado, Mata Atlântica
2165	GESNERIACEAE	Sinningia douglasii	(Lindl.) Chautems	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição,ocorrendo nas regiões Sudeste e Sul e na Argentina. Segundo o especialista, é freqüentena Mata Atlântica, sendo a espécie do gênero mais comum no Sudeste do Brasil, inclusive em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20douglasii	Mata Atlântica
2166	GESNERIACEAE	Sinningia elatior	(Kunth) Chautems	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 3.965.055,3 km², não se encontra ameaçada de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20elatior	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2167	GESNERIACEAE	Sinningia glazioviana	(Fritsch) Chautems	CR	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Sinningia glazioviana é endêmica da Serra da Bocaina. Apresenta EOO de 1.206,95 km², e é restrita à região mais alta da Serra, configurando uma única situação de ameaça. A ecologia da espécie é peculiar, com os tubérculos crescendo sobre as pedras dentro dos rios. Devido à restrição e peculiaridade do hábitat e aos riscos de coleta, pastagem e fogo, foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20glazioviana	Mata Atlântica
2168	GESNERIACEAE	Sinningia guttata	Lindl.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Sinningia guttata ocorre no Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 498,31 km². Os quatro registros de coleta existentes, mesmo em unidades de conservação (SNUC), são muito próximos a bairros populosos como Andaraí e Grajaú. A pressão de coleta é antiga, já que a espécie é conhecida e muito apreciada na Europa desde o século XIX, além de bastante divulgada entre colecionadores. Foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20guttata	Mata Atlântica
2169	GESNERIACEAE	Sinningia harleyi	Wiehler & Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Sinningia harleyi é endêmica da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, restrita à região de Rio de Contas, Pico das Almas. Apresenta EOO de 1.021,61 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença ou não em unidades de conservação (SNUC). Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20harleyi	Cerrado, Caatinga
2170	GESNERIACEAE	Sinningia hatschbachii	Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Sinningia hatschbachii apresenta AOO de 28 km², e está sujeita a três situações de ameaça. Ocorre na Serra do Mar, no Estado do Paraná, e na divisa com São Paulo e Santa Catarina. O hábitat de Floresta Ombrófila Densa de terras baixas de Mata Atlântica, especialmente na Serra do Mar, tem sofrido intensa degradação, o que afeta diretamente a dinâmica de suas subpopulações. Assim, foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20hatschbachii	Mata Atlântica
2171	GESNERIACEAE	Sinningia hirsuta	(Lindl.) G.Nicholson	EN	B2ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado do Rio de Janeiro, com AOO de 16 km², em quatro municípios. Segundo informações, são subpopulações pequenas e isoladas, em hábitat sob pressão antrópica, as quatro subpopulações estão sujeitas a pelo menos uma situação de ameaça. As referências de coleta são muito antigas, 1865, 1945, 1952 e apenas uma em 2000, sugerindo uma raridade natural desta planta, o que a torna ainda mais vulnerável. Identifica-se a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a biologia e ecologia da espécie, para uma categorização mais condizente com seu estado de conservação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20hirsuta	Mata Atlântica
2172	GESNERIACEAE	Sinningia iarae	Chautems	EN	B1ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie ocorre no litoral do Estado de São Paulo, com EOO de 537,10 km² e estando sujeita a três situações de ameaça. Pela restrita extensão de ocorrência e pela perda de Mata Atlântica de encosta litorânea, foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20iarae	Mata Atlântica
2173	GESNERIACEAE	Sinningia insularis	(Hoehne) Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre no litoral do Estado de São Paulo, com EOO de 554,04 km². Está sujeita a duas situações de ameaça. Pela restrita extensão de ocorrência e pela perda de Mata Atlântica de encosta litorânea, foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20insularis	Mata Atlântica
2174	GESNERIACEAE	Sinningia kautskyi	Chautems	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Segundo a descrição do especialista, S. kautskyi é conhecida apenas por duas coletas e está sujeita a uma situação de ameaça. Além disso, a espécie também apresenta restrita AOO (8 km²). Foi considerada ""Vulnerável"" (VU) podendo estar enquadrada em uma categoria mais restritiva em um futuro próximo se ações para sua conservação não forem tomadas."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20kautskyi	Mata Atlântica
2175	GESNERIACEAE	Sinningia lindleyi	Schauer	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre apenas no Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 2.741,40 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça. Embora as ocorrências sejam em unidades de conservação (SNUC), a ameaça de coleta predatória em conjunto com a degradação do hábitat da espécie leva a considerá-la ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20lindleyi	Mata Atlântica
2176	GESNERIACEAE	Sinningia lineata	(Hjelmq.) Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é restrita à bacia hidrográfica do Rio Pelotas, entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com EOO de 1.813, 70 km², e estando sujeita a três situações de ameaça, é encontrada em paredões de pedra úmidos, em área sob influência de hidrelétrica. Embora em cultivo no banco de germoplasma da Embrapa, foi considerada ""Em perigo"" (EN), por apresentar restrita EOO e pela ameaça causada pelas hidrelétricas."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20lineata	Mata Atlântica
2177	GESNERIACEAE	Sinningia macropoda	(Sprague) H.E.Moore	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Com EOO de 684.733,1 km², ocorre nasregiões Sudeste e Sul, em Cerrado e Mata Atlântica, e também no Paraguai. Espéciebastante freqüente, segundo o especialista.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20macropoda	Mata Atlântica, Cerrado
2178	GESNERIACEAE	Sinningia magnifica	(Otto & A.Dietr.) Wiehler	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie tem distribuição nosEstados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, nos habitats de Cerrado e Mata Atlântica, acima de1.000 m, numa EOO de 179.905 km². Também é encontrada em cerca de 10 unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20magnifica	Mata Atlântica, Cerrado
2179	GESNERIACEAE	Sinningia micans	(Fritsch) Chautems	EN	B2ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie é rara, com ocorrências no Estado de São Paulo e, possivelmente, na região de Itatiaia no Estado do Rio de Janeiro. Há coletas da década de 40, mas só recentemente foi recoletada no município de Peruíbe, São Paulo. Pelos registros de herbário, a espécie está sujeita a três situações de ameaça, com AOO de 16 km². A pressão antrópica causada principalmente pela urbanização e perda de Mata Atlântica é a principal ameaça a sua sobrevivência na natureza. Foi considerada ""Em perigo"" (EN). Recomendamos estudos mais detalhados sobre a biologia e ecologia da espécie."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20micans	Mata Atlântica
2180	GESNERIACEAE	Sinningia piresiana	(Hoehne) Chautems	EN	B1ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Segundo informações, a espécie só ocorre em uma determinada região do Estado de São Paulo, com EOO de 1.584,70 km², estando sujeita a duas situações de ameaça de acordo com registros de herbário. Apesar de cultivada ex situ e estar presente no Parque Estadual Furnas de Bom Jesus, as subpopulações da espécie estão sujeitas a forte pressão antrópica causada pela urbanização e pelo crescimento das cidades. Desta forma, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN). Recomendamos estudos sobre distribuição e posterior revisão da categoria indicada."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20piresiana	Mata Atlântica
2181	GESNERIACEAE	Sinningia rupicola	(Mart.) Wiehler	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é restrita à região do quadrilátero ferrífero, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.423,75 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça. Ocorre na Mata Atlântica e nos Campos Rupestres, sobre Canga onde, segundo informações, é relativamente frequente, porém com baixa capacidade de germinação. A intensa atividade mineradora em sua área de ocorrência e a expansão urbana são grandes ameaças à sobrevivência da espécie na natureza. Dessa forma, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20rupicola	Mata Atlântica, Cerrado
2182	GESNERIACEAE	Sinningia sceptrum	(Mart.) Wiehler	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados daBahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com uma EOO de 324.969,3 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20sceptrum	Cerrado, Mata Atlântica
2183	GESNERIACEAE	Sinningia speciosa	(Lodd.) Hiern	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados deEspírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo com EOO de 103.916,2 km². Embora os registros de coleta indiquem cerca de 15 locais de ocorrência, alguns destes locais, são áreas bastanteimpactadas, como a Região dos Lagos e o costão da Av. Niemeyer no Rio de Janeiro. Além da ameaçade destruição do habitat, a espécie é muito apreciada e difundida entre oscultivadores, há muito tempo. Por estar próxima ao limiar de vulnerabilidade,recomendamos estudos populacionais e sobre a atual distribuição da espécie,para uma revisão da categoria indicada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20speciosa	Mata Atlântica
2184	GESNERIACEAE	Sinningia striata	(Fritsch) Chautems	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Segundo informações, a espécie é endêmica e restrita às serras ao redor do município de Poços de Caldas, Minas Gerais. Pela ocorrência restrita (AOO=8 km²), e por estar sujeita a menos de cinco situações de ameça, foi enquadrada na categoria ""Vulnerável"" (VU). Sugere-se mais estudos sobre distribuição e dinâmica populacional."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20striata	Mata Atlântica
2185	GESNERIACEAE	Sinningia tuberosa	(Mart.) H.E.Moore	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com EOO de 8.836,08 km², estando sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Segundo informações, é frequente nas áreas de ocorrência, que são as Serras do Espinhaço e Ibitipoca. No Rio de Janeiro, a única coleta registrada foi realizada na serra do município de Petrópolis, em 1952. Pela dimensão da EOO e o baixo número de localidades, mesmo estando presente em unidades de conservação (SNUC), a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20tuberosa	Mata Atlântica, Cerrado
2186	GESNERIACEAE	Sinningia valsuganensis	Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Estado do Espírito Santo, com EOO de 3.322,10 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Espécie de difícil cultivo, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20valsuganensis	Mata Atlântica
2187	GESNERIACEAE	Sinningia villosa	Lindl.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Segundo informações, a espécie tem distribuição disjunta, no sul do Estado da Bahia e sudeste dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, em hábitats em franca deterioração. Com AOO de 60 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, S. villosa foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20villosa	Mata Atlântica
2188	GESNERIACEAE	Sinningia warmingii	(Hiern) Chautems	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 1.116.405,8 km².	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20warmingii	Mata Atlântica, Cerrado
2189	GESNERIACEAE	Sphaerorrhiza burchellii	(S.M.Phillips) Roalson & Boggan	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é conhecida por três subpopulações isoladas no Estado de Tocantins, com EOO menor que 5.000 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de Cerrado enfrenta o impacto do ecoturismo, fogo e pastagem. Além disso, a porção oeste do Estado de Tocantins é altamente afetada pela monocultura de soja. Sugerimos mais estudos sobre a espécie e a revisão da categorização.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphaerorrhiza%20burchellii	Cerrado
2190	GESNERIACEAE	Sphaerorrhiza sarmentiana	(Gardner ex Hook.) Roalson & Boggan	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuiçãonas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste e Sudeste, com EOO de 1.447.860,5 km².	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphaerorrhiza%20sarmentiana	Amazônia, Caatinga, Cerrado
2191	GESNERIACEAE	Vanhouttea bradeana	Hoehne	DD	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	A espéciefoi coletada em dois locais no Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 156,2 km². Os locais emsituação de ameaça, Santa Maria Madalena e Frade de Macaé, são bastantealterados pelas atividades de agricultura e pecuária, e pelo fogo, queacompanha essas duas atividades. O especialista na família, em comunicação pessoal, questiona avalidade da categorização por se tratar provavelmente de um híbrido natural de Vanhouttea calcarata x Vanhouttea gardneri. Sugerimos mais estudos sobre aespécie para se estabelecer sua real identidade e assim poder estabelecer uma categoria de ameaça adequada a este enigmático táxon.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20bradeana	Mata Atlântica
2192	GESNERIACEAE	Vanhouttea calcarata	Lem.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Com EOO de73663,6 km², a espécie é freqüente nos Campos de Altitude dos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais eRio de Janeiro.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20calcarata	Mata Atlântica
2193	GESNERIACEAE	Vanhouttea fruticulosa	(Glaz. ex Hoehne) Chautems	DD	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	A espécieocorre apenas na Serra de Macaé de Cima, Município de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Pelosregistros de Herbário, das 10 coletas, nove são do mesmo local, sobre as pedrasdo leito, na cabeceira do Rio das Flores, uma área bastante restrita. A outracoleta, na margem do Rio Macaé, fica na mesma região de Macaé de Cima.Sugerimos a revisão da EOO de 298,3 km², pois talvez a referência geográficatenha sido tirada do Município de Macaé e não o de Nova Friburgo. Embora sejadito que o local é uma Reserva Biológica, tal unidade de conservação (SNUC) não é regulamentada e a regiãonão tem a proteção legal atribuída, e persistem as ameaças de especulaçãoimobiliária, ecoturismo, coleta, agricultura de subsistência e pastagem. Os dados disponíveis para a espécie não possibilitam uma avaliação consistente.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20fruticulosa	Mata Atlântica
2194	GESNERIACEAE	Vanhouttea lanata	Fritsch	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie é restrita a três municípios no Estado do Rio de Janeiro, tem EOO de 315,18 km² e AOO de 20 km². As subpopulações são pequenas e isoladas, e estão sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, nas quais hábitat sofre forte pressão antrópica. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20lanata	Mata Atlântica
2195	GESNERIACEAE	Vanhouttea leonii	Chautems	EN	B1 ab (iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com EOO de 503,18 km² e sujeita a duas situações de ameaça. É encontrada em pequenas subpopulações no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro e no Parque Nacional do Caparaó, em Campos de Altitude, entre 1.500 e 2.200 m. Embora presente em unidades de conservação (SNUC), pela escassa área de ocorrência, pelo isolamento e pela fragilidade do hábitat, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN). Sugerem-se estudos mais detalhados sobre as subpopulações e uma possível mudança de categoria."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20leonii	Mata Atlântica
2196	GESNERIACEAE	Vanhouttea pendula	Chautems	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, está sujeita a duas situações de ameaça e tem EOO de 1.404,81 km². É encontrada no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro e no Parque Nacional do Caparaó, em altitudes entre 1.000 e 1.800 m. Embora presente em unidades de conservação (SNUC), pela escassa ocorrência, pelo isolamento, e pela fragilidade do hábitat, foi considerada ""Em perigo"" (EN). Sugerimos estudos mais detalhados sobre as subpopulações e uma possível mudança de categoria."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20pendula	Mata Atlântica
2197	GOODENIACEAE	Scaevola plumieri	(L.) Vahl	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é amplamente distribuída e ocorre em unidade de conservação (SNUC).	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scaevola%20plumieri	Mata Atlântica
2198	GRISELINIACEAE	Griselinia ruscifolia	(Clos) Taub.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Griselinia ruscifolia não é  endêmica do Brasil. A espécie ocorre aqui amplamente distribuída na Mata Atlântica, desde o Estado do Espirito Santo até o Rio Grande do Sul. É uma espécie parasita, registrada em Florestas Ombrófilas Densas e Mistas em diferentes estágios sucessionais. Mesmo ocorrendo em unidades de conservação (SNUC) ao longo de quase toda sua distribuição e sendo frequentemente coletada em campanhas empreendidas a áreas protegidas, G. ruscifolia é restrita a formações florestais do domínio fitogeográfico Mata Atlântica, que conforme estimativas recentes, resguarda menos de 7% de sua cobertura florestal original. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT) em relação ao seu risco de extinção, já que seu habitat está sofrendo historicamente uma severa redução."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griselinia%20ruscifolia	Mata Atlântica
2199	GUNNERACEAE	Gunnera herteri	Osten	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"A espécie ocorre em Restingas dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tem EOO de 3.833,04 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua região de ocorrência tem sido transformada em áreas de pastejo, campos para agricultura e atividades de silvicultura. A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gunnera%20herteri	Mata Atlântica
2200	GUNNERACEAE	Gunnera manicata	Linden	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica dos Campos de Altitude do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essas regiões estão muito suscetíveis a ameaças como agricultura, introdução de espécies exóticas e pastagem. Portanto, recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado das subpopulações da espécie, que pode vir a ser categorizada como ameaçada em futuro próximo.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gunnera%20manicata	Mata Atlântica
2201	HALORAGACEAE	Laurembergia tetrandra	(Schott) Kanitz	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. tetrandra é uma herbácea com ocorrência em formações aquáticas e restingas da Mata Atlântica e Cerrado. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Laurembergia%20tetrandra	Cerrado, Mata Atlântica
2202	HEDWIGIACEAE	Braunia plicata	(Mitt.) A.Jaeger	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Não é endêmica do Brasil, porém, no país, é restrita aos Campos de Altitude, às Florestas Ombrófilas Mistas, vivendo normalmente sobre afloramentos rochosos e em Florestas Estacionais Deciduais. A espécie apresenta EOO de 6.144,55 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As fitofisionomias em que ocorre no Estado do Rio Grande do Sul são alvo de intensa degradação resultante da expansão de atividades agropastoris, introdução de espécies exóticas e queimadas. Foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Braunia%20plicata	Mata Atlântica
2203	HEDWIGIACEAE	Braunia subincana	Broth.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Braunia%20subincana	Mata Atlântica
2204	HELICONIACEAE	Heliconia angusta	Vell.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo com EOO de 784.382,2 km². Está presente em diversas unidades de conservação (SNUC), apresentando grandes e extensas subpopulações.	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20angusta	Mata Atlântica
2205	HELICONIACEAE	Heliconia episcopalis	Vell.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	""	A espécie tem ampla distribuiçãoocorrendo em seis países da América do Sul, além do Brasil. Ocupa diferentesambientes em pelo menos 11 Estados Brasileiros.	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20episcopalis	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
2206	HELICONIACEAE	Heliconia farinosa	Raddi	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, comEOO de 189.397,5 km². Está presente em diversas unidades de conservação (SNUC).	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20farinosa	Mata Atlântica
2207	HELICONIACEAE	Heliconia richardiana	Miq.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	""	A espécie tem ampla distribuição,em países da América do Sul e Brasil,  ocorrendonos biomas Mata Atlântica e Amazônia.	2011-10-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20richardiana	Amazônia, Mata Atlântica
2208	HUMIRIACEAE	Humiriastrum spiritu-sancti	Cuatrec.	CR	A2cd,B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Humiriastrum spiritu-sancti é uma árvore de grande porte, endêmica do Estado do Espírito Santo, com ocorrência nas Florestas Úmidas do município de Santa Teresa. Tem EOO de 41,30 km², sendo categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Na região em que ocorre, as atividades de lavoura e pastagem são intensas e caracterizam uma situação de ameaça a toda a população conhecida. As ameaças identificadas reduziram as florestas de Santa Teresa a 20% da cobertura original de Mata Atlântica, o que causa o contínuo declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. Considerando que H. spiritu-sancti é uma árvore de grande porte com até 30 m de altura, cresce em formações florestais úmidas e tem potencial uso madeireiro, é possível inferir que o tempo de geração seja de cerca de 40 anos. Assim, supõe-se que a espécie tenha sofrido o corte raso de indivíduos maduros que reduziram pelo menos 50% do tamanho populacional no passado em um período de três gerações."	2012-09-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Humiriastrum%20spiritu-sancti	Mata Atlântica
2209	HYDROCHARITACEAE	Najas conferta	(A.Braun) A.Braun	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Najas conferta é uma erva aquática anual, não endêmica do Brasil. Ocorre amplamente distribuída em ambientes aquáticos (bordas de rios e lagoas) associados aos domínios fitogeográficos Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos) e Pantanal. Apresenta grandes densidades populacionais, em áreas que possuem significativos remanescentes de habitat para sua ocorrência, como extensas regiões ainda intocadas, como no Pantanal, por exemplo. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) neste momento, apesar de ter sido considerada ""Vulnerável"" (VU) no Estado do Rio Grande do Sul. Entende-se que a manutenção da qualidade dos recursos hídricos e das características hidrodinâmicas locais sejam fundamentais para a proteção deste táxon."	2012-08-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20conferta	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
2210	HYDROCHARITACEAE	Najas guadalupensis	(Spreng.) Magnus	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Najas guadalupensis, apesar de não estar muito bem representada em herbários brasileiros e com poucas coletas realizadas em território nacional, apresenta uma distribuição ampla nos neotrópicos, em ambientes associados a cursos d'água. Ocorre em quatro grandes domínios fitogeográficos brasileiros (Amazônia, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos) e Pantanal), em rios, riachos, lagos e lagoas, perenes ou não. Por esse motivos, foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) quanto ao seu risco de extinção."	2012-08-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20guadalupensis	Amazônia, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
2211	HYDROCHARITACEAE	Najas marina	L.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Najas marina não é endêmica do Brasil, ocorrendo em cursos d'água, lagos e lagoas nos neotrópicos, forma extensos bancos de macrófitas, nos Estados do  Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Os registros indicam sua presença nos domínios fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica, Bove (com. pess.) afirma que N. marina é uma espécie bastante resistente, ocorrendo em águas alcalinas, ácidas, salobras e hipersalinas. Além disso, a especialista afirma ser esta uma planta robusta, com propagação vegetativa abundante por partição da planta-mãe, formando assim, grandes adensamentos populacionais. Por sua ampla distribuição, capacidade de resistir a diferentes composições químicas dos ambientes aquáticos em que ocorre e grandes e robustas subpopulações, a espécie foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-08-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20marina	Cerrado, Mata Atlântica
2212	HYDROCHARITACEAE	Ottelia brasiliensis	(Planch.) Walp.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Ottelia brasiliensis ocorre  amplamente distribuída em ambientes aquáticos nos Estados de  Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Mesmo não sendo muito bem representada em herbários, a espécie aparenta possuir densas subpopulações nas suas localidades de ocorrência, especialmente em áreas onde os cursos d'água são represados. Cook, Urmi-Konig (1984) relataram em sua revisão sobre o gênero a carência de dados sobre este táxon, e esta deficiência parece persistir até os dia de hoje, com poucas publicações específicas lançadas desde então. Por ocorrer somente em um tipo de habitat com  forte dependência deste para se estabelecer, em dois domínios fitogeográficos (Mata Atlântica e Cerrado, hotspots da biodiversidade), altamente alterados historicamente por atividades antrópicas severamente  impactantes, especialmente em ambientes aquáticos, a espécie foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT), demandando estudos mais precisos sobre densidade demográfica e distribuição."	2012-08-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ottelia%20brasiliensis	Cerrado, Mata Atlântica
2213	HYMENOPHYLLACEAE	Didymoglossum kapplerianum	(Sturm) Ebihara & Dubuisson	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para a avaliação de risco da espécie e suspeita-se de baixo esforço de coleta para espécie que possui apenas três registros.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Didymoglossum%20kapplerianum	Mata Atlântica, Amazônia
2214	HYMENOPHYLLACEAE	Didymoglossum ovale	E.Fourn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Didymoglossum%20ovale	Mata Atlântica, Amazônia
2215	HYMENOPHYLLACEAE	Hymenophyllum fragile	(Hedw.) C.V.Morton	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20fragile	Mata Atlântica
2216	HYMENOPHYLLACEAE	Hymenophyllum magellanicum	Willd. ex Kunze	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20magellanicum	Mata Atlântica
2217	HYMENOPHYLLACEAE	Hymenophyllum peltatum	(Poir.) Lam.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20peltatum	Mata Atlântica
2218	HYMENOPHYLLACEAE	Hymenophyllum rufum	Fée	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20rufum	Mata Atlântica
2219	HYMENOPHYLLACEAE	Hymenophyllum sampaioanum	Brade & Rosenst.	CR	B2ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ocorrência restrita, foi coletada em 1929, e não houve coleta posterior. Tem AOO de 4 km². Sua área de ocorrência é alvo de alto esforço de coleta e sofre com ameaças como fogo e antropização. Por isso, suspeita-se que esteja extinta na natureza, uma vez que nunca mais foi encontrada, apesar dos esforços direcionados à região.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20sampaioanum	Mata Atlântica
2220	HYMENOPHYLLACEAE	Hymenophyllum silveirae	Christ	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita à região do Pico do Itacolomi, Estado de Minas Gerais. Foi coletada apenas em 1896, e não houve coleta posterior. Apresenta AOO menor que 10 km² e está sujeita a uma situação de ameaça considerando a mineração, a expansão urbana e as queimadas frequentes, responsáveis pela perda de hábitat e subpopulações e pelo declínio da qualidade do hábitat. A região é bem coletada e até hoje a espécie não foi reencontrada, portanto, suspeita-se que esteja extinta, uma vez que não há esforços para a sua conservação ex situ.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20silveirae	Mata Atlântica
2221	HYMENOPHYLLACEAE	Trichomanes lucens	Sw.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20lucens	Mata Atlântica
2222	HYMENOPHYLLACEAE	Trichomanes macilentum	Bosch	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para avaliação de risco da espécie.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20macilentum	Amazônia
2223	HYMENOPHYLLACEAE	Trichomanes spruceanum	Hook.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A distribuição geográfica da espécie é incongruente e por isso não é possivel avaliar o risco de extinção da espécie.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20spruceanum	Amazônia
2224	HYPERICACEAE	Hypericum caprifoliatum	Cham. & Schltdl.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Hypericum caprifoliatum não é endêmica do Brasil, tendo sido registrada aqui amplamente distribuída nos Estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), além de registros disjuntos no Rio de Janeiro. Ocorre em Formações Campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica e Cerrado e está bem representada em herbários, sendo descrita como frequente e pouco exigente quanto à qualidade dos habitats em que ocorre. Foi registrada dentro de unidades de conservação (SNUC) de diferentes categorias e não possui informações sobre ameaças especificas conhecidas, por esses motivos, considera-se H. caprifoliatum como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20caprifoliatum	Cerrado, Mata Atlântica
2225	HYPERICACEAE	Hypericum carinatum	Griseb.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Hypericum carinatum apresenta distribuição esparsa nos Estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e um registro disjunto para o Parque Nacional do Caparaó, em Minas Gerais. A espécie ocorre em Formações Campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos), que tem tido suas áreas historicamente reduzidas por processos antropogênicos. Extensas áreas naturais desses ecossistemas tem sido substituídas por plantações homogêneas de Pinus sp. e Eucalyptus sp., e mesmo com ocorrência em unidades de conservação, a espécie tem sofrido com práticas agrícolas variadas que ameaçam sua perpetuação na natureza. Entretanto,  para H. carinatum, há carência de dados populacionais e espaciais, que dificultam seu posicionamento em alguma categoria de ameaça. Neste momento, portanto, H. carinatum foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT) de extinção, demandando estudos mais detalhados para embasar de maneira mais precisa seu risco de extinção."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20carinatum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2226	HYPERICACEAE	Hypericum mutilum	L.	VU	D2	Eduardo Pinheiro Fernandez	Miguel d'Avila de Moraes	"Hypericum mutilum não é endêmica do Brasil. Aqui, ocorre de maneira esparsa, distribuindo-se pelos Estados das Regiões Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Sul (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Paraná). A espécie parece ser rara, já que dispõe de apenas nove registros de coleta, o mais recente realizado em 1989. Pelas informações disponíveis nas fichas das coleções, ocorre em somente uma unidade de conservação (SNUC). Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas ao longo de sua distribuição, com base na ocupação desordenada, atividades agropecuárias, incêndios e extração vegetal. Consequentemente, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU), demandando estudos populacionais mais detalhados para uma avaliação mais precisa."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20mutilum	Mata Atlântica
2227	HYPERICACEAE	Hypericum piriai	Arechav.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Hypericum piriai não é endêmica do Brasil, aqui, a espécie ocorre amplamente distribuída em fitofisionomias campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica e Pampa, nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. H. piriai possui registros de coleta dentro dos limites de unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, entretanto, ocorre exclusivamente em áreas campestres associadas a dois domínios fitogeográficos altamente impactados, que historicamente tem tido seus ecossistemas associados reduzidos a pequenos fragmentos, as áreas campestres no Sul do Brasil, onde a espécie se encontra predominantemente distribuída, estão sendo substituídas por plantações homogêneas de pinheiros e eucaliptos exóticos. No Estado do Paraná, por exemplo, as áreas campestres sofrem com queimadas regulares, pastoreio e pecuária intensiva. Por esses motivos, H. piriai foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT) neste momento, podendo se enquadrar em alguma categoria de ameaça em futuro próximo, caso nenhuma ação concreta que estabilize ou reverta a atual perda de habitat seja posta em prática."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20piriai	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2228	HYPERICACEAE	Hypericum rigidum	A.St.-Hil.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo em áreas campestres, normalmente alagáveis, associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apesar de ocorrer somente em poucas fitofisionomias, a espécie ocupa uma grande amplitude altitudinal, e, bem representada em herbários, parece ser frequente em áreas campestres alagadas, com registros de ocorrência em unidades de conservação (SNUC), H. rigidum foi considerada neste momento como uma espécie ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20rigidum	Mata Atlântica
2229	HYPERICACEAE	Vismia martiana	Mart.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie se encontra amplamente distribuída em ambientes florestais (Florestas Ombrófilas Densas e Estacionais Semideciduais) associados aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Caatinga e Amazônia. Vismia martiana está bem representada em herbários e com registros dentro de unidades de conservação (SNUC) ao longo de sua extensa distribuição, descrita como muito frequente em algumas localidades, a espécie não possui ameaças diretas a sua perpetuação na natureza, sendo, portanto, considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vismia%20martiana	Caatinga, Mata Atlântica
2230	HYPOXIDACEAE	Curculigo scorzonerifolia	(Lam.) Baker	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes biomas brasileiros, além de ocorrer nas Savanas das Guianas.	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Curculigo%20scorzonerifolia	Amazônia, Cerrado
2231	IRIDACEAE	Alophia coerulea	(Vell.) Chukr	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Alophia coerulea é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado com registros para os Estados do Sul e Sudeste do Brasil, possuindo uma EOO de 243.280,5 km². Desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais como campos, brejos e Cerrado. Possui registros em áreas protegidas. Apesar dessas características possui flores vistosas tornando a espécie alvo de coletas extrativistas. Desta forma, por ocorrer em diferentes tipos vegetacionais, possuir ampla área de distribuição e ocorrer em áreas protegidas, porém por possuir pressão de coleta a espécie está ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alophia%20coerulea	Mata Atlântica, Cerrado
2232	IRIDACEAE	Neomarica glauca	(Seub. ex Klatt) Sprague	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Neomarica glauca é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, possuindo uma EOO de 165.678 km². A espécie é bem distribuída e ocorre em áreas protegidas, entretanto o habitat onde ocorre está em declínio e esta possui valor ornamental. Diante disto, Neomarica glauca está ""Quase ameaçada"" (NT), podendo tornar-se ameaçada em um futuro próximo. Recomenda-se maiores estudos populacionais e de pressão de coleta, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20glauca	Mata Atlântica, Cerrado
2233	IRIDACEAE	Neomarica humilis	(Klatt) Capell.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Neomarica humilis é uma espécie herbácea distribuída em grande parte do litoral brasileiro. Possui EOO de 2.177.762 km². Desenvolve-se em matas úmidas e restingas de Mata Atlântica. A espécie é bem representada em áreas protegidas e possui distribuição ampla, desta forma Neomarica humilis é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20humilis	Mata Atlântica
2234	IRIDACEAE	Neomarica longifolia	(Link & Otto) Sprague	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Neomarica longifolia é uma espécie herbácea distribuída nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, possuindo uma EOO de 104.564 km². A espécie ocorre em áreas protegidas e possui ampla distribuição, apesar disso, possui valor ornamental e o ambiente de restinga onde se desenvolve vem sofrendo intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas. Desta forma, Neomarica longifolia é uma espécie ""Quase ameaçada"" (NT). Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20longifolia	Mata Atlântica
2235	IRIDACEAE	Neomarica sabinii	(Lindl.) Chukr	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Neomarica sabinii é uma espécie herbácea distribuída em grande parte do litoral brasileiro. Possui EOO de 1.000.576,9 km². Desenvolve-se em regiões de encosta e restingas, em locai de solos arenosos e rochosos de Mata Atlântica. Apesar de seu ambiente estar ameaçado, a espécie possui fácil cultivo, é bem representada em áreas protegidas e possui distribuição ampla, desta forma Neomarica sabinii é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20sabinii	Mata Atlântica
2236	IRIDACEAE	Neomarica silvestris	(Vell.) Chukr	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Neomarica silvestris é uma espécie herbácea com registros nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal, possuindo uma EOO de 338.601,7 km². A espécie ocorre em áreas protegidas e é bem distribuída, entretanto o ambiente onde se desenvolve vem sofrendo ao longo dos anos intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas para pastagens, além disso a espécie possui potencial ornamental. Diante do exposto, Neomarica silvestris é uma espécie ""Quase ameaça"" (NT), podendo ser qualificada como ameaçada em um futuro próximo. Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extração os quais poderão levá-la a uma nova avaliação."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20silvestris	Mata Atlântica
2237	IRIDACEAE	Pseudotrimezia aminae	Chukr	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Pseudotrimezia aminae é uma espécie com incertezas taxonômicas e com dados insuficientes para uma categorização de ameaça. Desta forma, considera-se Pseudotrimezia aminae deficiente de dados (DD).	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20aminae	""
2238	IRIDACEAE	Pseudotrimezia brevistamina	Chukr	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Pseudotrimezia brevistamina é uma espécie herbácea endêmica do Estado de Minas Gerais. Tem AOO menor que 10 km² e é restrita a altitudes superiores a 1.400 m sobre solos pedregosos de Campos Rupestres da Serra do Cipó. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra do Cipó, o ambiente tem como ameaças o desmatamento para carvoaria, a expansão de áreas para pastagens, os incêndios indiscriminados e as atividades turísticas. Dessa forma, por P. brevistamina ter distribuição e hábitats bastante restritos, e por estar sujeita a uma situação de ameaça, foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20brevistamina	Cerrado
2239	IRIDACEAE	Pseudotrimezia concava	Ravenna	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Pseudotrimezia concava é uma espécie herbácea endêmica do Estado de Minas Gerais. Tem AOO menor que 10 km² e é restrita aos solos arenosos de Cerrado da região de Grão Mogol. O ambiente onde ocorre sofre forte impacto da pecuária extensiva. Dessa forma, por P. concava ter distribuição e hábitats bastante restritos e estar sujeita a uma situação de ameaça, foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20concava	Cerrado
2240	IRIDACEAE	Pseudotrimezia elegans	Ravenna	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Pseudotrimezia elegans é uma espécie herbácea endêmica do estado de Minas Gerais. Possui AOO menor que 10 km² e é restrita a altitudes superiores a 2.000 m sobre solos arenosos de Campos Rupestres no Pico do Itambé. O ambiente onde a espécie se desenvolve tem como ameaças a degradação do solo, introdução de espécies exóticas para pastagens e incêndios indiscriminados. Desta forma, por P. elegans possuir distribuição e habitats bastante restritos e por possuir uma situação de ameaça, esta encontra-se Criticamente (CR) em perigo, com um risco extremamente alto de extinção na natureza.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20elegans	Cerrado
2241	IRIDACEAE	Pseudotrimezia gracilis	Chukr	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Pseudotrimezia gracilis é uma espécie herbácea restrita à região da Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. Possui distribuição muito restrita (EOO=5,64 km²). Se desenvolve em solos pedregosos, junto a afloramentos rochosos ou fracamente arenosos de Campos Rupestres, a uma altitude variando entre 1.000 e 1.200 m. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra do Cipó, o habitat onde a espécie se desenvolve não está protegido, sofrendo com desmatamentos para carvoaria, plantio de espécies exóticas para pastagem, incêndios indiscriminados e atividade turística. Por se distribuir em uma área bastante restrita, considera-se que a espécie possua uma situação de ameaça. Diante do exposto, considerando a distribuição restrita, especificidade de habitat e ?ameaças incidentes, P. gracilis encontra-se Criticamente (CR) em perigo, com um risco extremamente alto de extinção na natureza.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20gracilis	Cerrado
2242	IRIDACEAE	Pseudotrimezia synandra	Ravenna	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Pseudotrimezia synandra é uma espécie herbácea ocorrente apenas no estado de Minas Gerais. Desenvolve-se em Campo Rupestre sobre solo arenoso, possui uma EOO de 408,06 km². A espécie não ocorre em áreas protegidas e o ambiente onde se desenvolve está ameaçado pela degradação do solo, queimadas e introdução de espécies exóticas para formação de gramíneas, além disso alguns pontos de ocorrência encontram-se bastante próximos de rodovias, o que pode ter impactos negativos sobre as subpopulações. Desta forma, considera-se que a espécie possua três situações de ameaça. Devido a sua distribuição restrita, especificidade de habitat e às ameaças incidentes, P. synandra encontra-se Em Perigo (EN).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20synandra	Cerrado
2243	IRIDACEAE	Pseudotrimezia tenuissima	Ravenna	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Pseudotrimezia tenuissima é uma espécie herbácea ocorrente apenas no estado de Minas Gerais. Desenvolve-se em Cerrado sobre Campos Arenosos, encharcados e ácidos, possui uma EOO de 1.273, 27 km². O ambiente onde se desenvolve está ameaçado pela degradação do solo, houve grande impacto no passado por atividades mineiras e ainda hoje, no município de Diamantina, persistem as tentativas de garimpo (Madeira et al., 2009). A localização do município de Grão Mogol está protegida hoje pelo Parque Estadual, entretanto o turismo (Fonseca, Lessa, 2010) pode ser uma ameaça à vegetação herbácea. Desta forma, considera-se que a espécie possua duas situações de ameaça. Devido a sua distribuição restrita, especificidade de habitat e às ameaças incidentes, P. tenuissima encontra-se Em Perigo (EN).	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20tenuissima	Cerrado
2244	IRIDACEAE	Sisyrinchium rambonis	R.C.Foster	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Sisyrinchium rambonis é uma espécie herbácea distribuída nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, possuindo uma EOO de 114.104 km². Ocorre em ambientes úmidos ou alagados de Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em áreas com degradação ambiental, a espécie possui ampla distribuição e é aparentemente abundante. Desta forma, ?Sisyrinchium rambonis é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sisyrinchium%20rambonis	Mata Atlântica
2245	IRIDACEAE	Trimezia brevicaulis	Ravenna	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Trimezia brevicaulis é uma espécie herbácea distribuída nos Estados da Bahia e Minas Gerais, possuindo uma EOO de 182.638 km². Ocorre em ambientes de Campos Rupestres e áreas de Cerrado. Apesar de ocorrer em áreas com degradação ambiental, a espécie ocorre em áreas protegidas e possui ampla distribuição. Desta forma, ?Trimezia brevicaulis é uma espécie ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20brevicaulis	Caatinga, Cerrado
2246	IRIDACEAE	Trimezia exillima	Ravenna	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Trimezia exillima é uma espécie herbácea com registros de ocorrência apenas para os municípios de Diamantina e Joaquim Felício no estado de Minas Gerais, em altitudes que variam entre 800 e 1.200 m. Possui EOO de 1.947,78 km² e AOO de 20 Km², e desenvolve-se em Campos Rupestres em solos arenosos entre os Afloramentos Rochosos. O ambiente em que a espécie se desenvolve possui um histórico de degradação devido a atividades mineradoras, queimadas e introdução de espécies exóticas. Devido a sua distribuição restrita, à especificidade de habitat e às ameaças a seu habitat?T. exillima encontra-se Em Perigo (EN).	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20exillima	Cerrado
2247	IRIDACEAE	Trimezia fistulosa	Foster	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Trimezia fistulosa é uma espécie herbácea com registros de ocorrência apenas na região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.039,51 km² e AOO de 16 km². Desenvolve-se no Cerrado em áreas de terrenos úmidos, arenosos ou areno-pedregosos, sujeitos a alagamentos. Apesar de ocorrer em áreas protegidas da Serra do Cipó, esta sofre com desmatamentos para carvoaria, plantio de braquiária para a formação de pastos, incêndios provocados por queimadas sem controle, retirada de espécies ornamentais e atividade turística. A outra área de coleta da espécie não dispõe de qualquer tipo de proteção. Dessa forma, considera-se que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça. Diante do exposto, devido a sua distribuição restrita, à especificidade de hábitat e às ameaças ao ambiente onde se desenvolve, T. fistulosa encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20fistulosa	Cerrado
2248	IRIDACEAE	Trimezia fistulosa var. longifolia	Chukr	CR	B1ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Trimezia fistulosa var. longifolia é uma variedade herbácea restrita à região da Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. Possui uma restrita EOO de 17,48 km² e desenvolve-se entre Afloramentos Rochosos. Observou-se que sua pequena população tem se expandido nos últimos 20 anos, apesar disso, o ambiente onde sua população ocorre tem como ameaças, o desmatamento para carvoaria, plantio de braquiária para a formação de pastos, incêndios indiscriminados, retirada de espécies ornamentais e atividade turística. Considera-se, desta forma, que a espécie possua uma situação de ameaça. Devido a sua distribuição muito restrita, especifidade de habitat e ameaças ao seu ambiente de ocorrência, ?T. fistulosa var. longifolia foi categorizada como Criticamente (CR) em perigo.	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20fistulosa%20var.%20longifolia	Cerrado
2249	IRIDACEAE	Trimezia plicatifolia	Chukr	EN	B1ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Trimezia plicatifolia é uma espécie herbácea ocorrente nos estados de Minas Gerais e Goiás, em altitudes que variam de 1.100 a 1.200 m. Possui EOO de 530,15 km² e desenvolve-se em Campos Rupestres sobre solos arenosos. As ameaças registradas para a região da Serra do Cabral (MG), um dos locais de ocorrência da espécie, são os incêndios, atividades de mineração e garimpo, extração de produtos e subprodutos da flora, desmatamento para produção de carvão, invasão de espécies exóticas e turismo desordenado. O Parque Estadual da Serra Dourada (GO) é uma unidade de conservação recente, onde predominava atividades mineradoras, atualmente a área do Parque sofre com pressão da expansão agrícola (Lima, 2004), considera-se desta forma que espécie possua duas situações de ameaça. Devido a sua distribuição muito restrita, especificidade de habitat e ameaças ao seu ambiente de ocorrência, ??T. plicatifolia encontra-se Em Perigo (EN).	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20plicatifolia	Cerrado
2250	IRIDACEAE	Trimezia pusilla	Ravenna	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Trimezia pusilla é uma espécie herbácea distribuída nos Estados de Minas Gerais e Goiás. Possui uma EOO de 73.082 km² e ocorre em áreas de Campo ou Cerrado. A espécie se distribui em regiões que possuem impactos ambientais como adegradação do solo, queimadas e introdução de espécies exóticas. No Estado de Goiás, as últimas coletas datam de antes da década de 70, segundo Couto (2008) as regiões mais altas da Serra Dourada são bem preservadas, porém são pouco conhecidas floristicamente. A coleta mais recente da espécie foi registrada em área protegida de Minas Gerais. Diante do exposto, por Trimezia pusilla possuir poucas coletas, sendo a maioria há mais de 30 anos, possuir distribuição ampla, mas com registros de distúrbios em seu habitat, considera-se uma espécie ""Quase ameaçada"" (NT). Entretanto, recomenda-se maiores esforços de coleta, estudos populacionais e de distribuição."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20pusilla	Cerrado
2251	ISOETACEAE	Isoetes bradei	Herter	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é pouco conhecida, restrita (EOO=275,51 km²) e suas subpopulações são severamente fragmentadas. Tem apenas dois registros de coleta em locais onde hoje há uma área intensamente urbanizada. Portanto, suspeita-se que, durante o processo de urbanização da sua área de ocorrência, a espécie tenha sofrido declínio de extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do hábitat e de suas subpopulações.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20bradei	Mata Atlântica
2252	ISOETACEAE	Isoetes gigantea	U.Weber	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição ampla e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20gigantea	Mata Atlântica
2253	ISOETACEAE	Isoetes martii	A.Braun	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui ação antiofídica, tem ampla distribuição e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20martii	Mata Atlântica
2254	ISOETACEAE	Isoetes organensis	F.A.C.Weber	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.	2012-06-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20organensis	Mata Atlântica
2255	JUNCAGINACEAE	Lilaea scilloides	(Poir.) Hauman	DD	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie não é endêmica do Brasil, é conhecida somente por uma coleção em território nacional, realizada a mais de 60 anos por B. Rambo, em campos alagados associados ao domínio fitogeográfico Pampa (Campos Sulinos), no Estado do Rio Grande do Sul, parece ocupar uma ampla faixa altitudinal considerável (0-1.700 m), porém a única localidade conhecida onde a espécie foi coletada se encontra na região metropolitana de Porto Alegre, RS, parece ocorrer como espécie invasora em outros países americanos (EUA), porém esses dados não foram encontrados disponíveis para consulta. A ausência de informações científicas sobre este táxon dificulta uma avaliação de risco de extinção robusta e por esses motivos, L. scilloides foi considerada ""Deficiente de Dados"" (DD)."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lilaea%20scilloides	Pampa (Campos Sulinos)
2256	JUNGERMANNIACEAE	Jungermannia amoena	Lindenb. & Gottsche	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jungermannia%20amoena	Amazônia, Mata Atlântica
2257	JUNGERMANNIACEAE	Jungermannia decolor	Schiffn.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de não ser endêmica do Brasil, a espécie é considerada rara na América do Sul tropical e sub-tropical. É conhecida por somente uma coleção histórica na região do município de Caldas, Minas Gerais. Tem EOO de 272,89 km², ocorre em Floresta Ombrófila e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando que a região de Caldas está severamente fragmentada, impossibilitando, muitas vezes, a dispersão, o fluxo gênico e a reprodução da espécie. Além disso, suspeita-se que a região enfrente declínio contínuo na qualidade do hábitat devido ao turismo descontrolado e falta de fiscalização de áreas naturais. Recomenda-se um maior esforço de coleta para a espécie.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jungermannia%20decolor	Mata Atlântica
2258	KRAMERIACEAE	Krameria grandiflora	A.St.-Hil.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição geográfica extensa pelo Brasil e Paraguai, com subpopulações conhecidas e amostradas em diferentes biomas e em mais de 10 situações de ameaça.	2012-03-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krameria%20grandiflora	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
2259	KRAMERIACEAE	Krameria tomentosa	A.St.-Hil.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	K. tomentosa encontra-se amplamente distribuída pelo Brasil e Bolívia, com subpopulações encontradas em uma área maior que 3 milhões de km².	2012-03-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krameria%20tomentosa	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
2260	LACISTEMATACEAE	Lacistema lucidum	Schnizl.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Lacistema lucidum apresenta identidade taxonômica incerta, podendo ser confundida com L. pubescens e L. serrulatum, o que complica a definição de sua distribuição geográfica, do tamanho e número de subpopulações. Dessa forma, torna-se necessária a definição da identidade desta, pois a espécie é encontrada em áreas de Mata Atlântica do sudeste e sul do Brasil, que apresentam diferentes ameaças responsáveis pela perda de habitat e, consequentemente, uma suposta redução do número de indivíduos e subpopulações. Além disso, a espécie é utilizada comercialmente.	2012-06-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lacistema%20lucidum	Mata Atlântica
2261	LACISTEMATACEAE	Lacistema robustum	Schnizl.	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	L. robustum habita áreas de restinga e Floresta Ombrófila Densa entre Pernambuco e Espírito Santo. Tais áreas encontram-se em municípios que tiveram uma perda da vegetação original maior que 50% devido à intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas.No entanto a espécie apresenta um alto número de coletas, não é usada e ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-06-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lacistema%20robustum	Mata Atlântica, Cerrado
2262	LAMIACEAE	Eriope anamariae	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é encontrada no Estado da Bahia, em três municípios. Tem EOO de 872,34 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Arbusto saxícola, ocorre em Caatinga e possivelmente Cerrado, em altitudes entre 1.600 e 1.800 m. Como nos registros de ocorrência não há indicação de que esteja dentro de unidades de conservação (SNUC), e como os ambientes de Caatinga e Cerrado estão sujeitos ao fogo e a outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo, supõe-se que a espécie venha sofrendo perda da qualidade de hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20anamariae	Cerrado
2263	LAMIACEAE	Eriope blanchetii	(Benth.) Harley	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados da Bahia e Sergipe. Tem EOO de 6.472,33 km², e encontra-se sujeita a menos de 10 situações de ameaça, sobre dunas cobertas por vegetação de Restinga. Apesar de ser comum nos estágios iniciais de sucessão e estar presente em unidade de conservação (SNUC), pela dimensão da extensão de ocorrência, pela vulnerabilidade do ambiente de ocorrência e pelo valor medicinal, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20blanchetii	Mata Atlântica
2264	LAMIACEAE	Eriope crassipes	Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 3.204.586 km². Estudos populacionaisindicam uma baixa densidade de indivíduos por hectare, porém, segundo oespecialista, no Brasil a espécie ocorre em quase todas as áreas de Cerrado,Amazônia e Mata Atlântica.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20crassipes	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2265	LAMIACEAE	Eriope crassipes subsp. cristalinae	Harley	CR	B1a+2ab(iii,iv),C2a(ii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A subespécie ocorre no Estado de Goiás, município de Cristalina. Tem EOO de 529,92 km² e AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. O município de Cristalina é a maior reserva de cristal de rocha no mundo e o maior centro de comercialização de pedras do Brasil, é o município que mais cresce no Estado. Além disso, o bioma Cerrado tem sofrido redução e deterioração pelas atividades de garimpo, mineração, agricultura, indústria alimentícia e turismo. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20crassipes%20subsp.%20cristalinae	Cerrado
2266	LAMIACEAE	Eriope luetzelburgii	Harley	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado da Bahia, com EOO de 7.291,78 km², em três municípios, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Espécie arbustiva, de Caatinga e, possivelmente, de Cerrado, é encontrada em áreas de Campo Rupestre e Cerrado montano, em altitudes entre 1.600 e 1.800 m. Embora seja frequente nos locais que habita, os registros não indicam ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Além disso, os ambientes de Caatinga e de Cerrado estão sujeitos a queimadas regulares e a outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo. Dessa forma, E. luetzelburgii foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20luetzelburgii	Cerrado
2267	LAMIACEAE	Eriope machrisae	(Epling) Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado de Goiás, com EOO de 2.431,61 km², nos municípios de Alto Paraíso e São João da Aliança. É encontrada em Cerrado e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Os registros não indicam a ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Portanto, supõe-se que a espécie venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat por atividades predatórias na região como a mineração, agricultura de soja e milho, pecuária e o turismo. E. machrisae foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20machrisae	Cerrado
2268	LAMIACEAE	Eriope macrostachya	Mart. ex Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição comEOO de 1.178.782 km². No Brasil ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul,nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20macrostachya	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2269	LAMIACEAE	Eriope obovata var. gracilis	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A variedade ocorre apenas no Estado da Bahia, com EOO de 135,76 km², nos municípios de Rio de Contas e Mucugê, em áreas de transição entre os biomas Caatinga e Cerrado. Pela restrita extensão de ocorrência, por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça e, sabendo-se que o ambiente de Caatinga está sujeito a queimadas regulares, além de outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo, supõe-se que a espécie venha sofrendo declínio na qualidade de seu hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20obovata%20var.%20gracilis	Cerrado
2270	LAMIACEAE	Eriope simplex	(A.St.-Hil. ex Benth.)  Harley	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de Goiáse Tocantins com EOO de 36.746 km². Por estar próxima ao limiar devulnerabilidade, no Cerrado, com apenas seis registros de coleta, recomendamosestudos populacionais e sobre a distribuição da espécie, para uma revisão dacategoria indicada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20simplex	Cerrado
2271	LAMIACEAE	Hypenia aristulata	(Epling) Harley	CR	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre em Cerrado, no município de Niquelândia, Estado de Goiás, com EOO de 26,85 km². Está sujeita a uma situação de ameaça, tendo em vista que a região é uma das maiores produtoras de níquel do mundo, atividade que, agregada ao turismo e à agropecuária, contribui para o declínio da qualidade do hábitat da espécie. Dessa forma, H. aristulata foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20aristulata	Cerrado
2272	LAMIACEAE	Hypenia crispata	(Pohl ex Benth.) Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é encontrada no Estado de Goiás, com EOO de 154,47 km², em dois municípios e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Pela restrita dimensão da extensão de ocorrência, e por ocorrer em área de Cerrado que vem sofrendo deterioração por atividades predatórias, em região com alto crescimento demográfico, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20crispata	Cerrado
2273	LAMIACEAE	Hypenia micrantha	(Benth.) Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado do Mato Grosso, com EOO de 262,90 km². Segundo informação disponível, são conhecidas apenas cinco coletas antigas, todas provenientes de uma mesma localidade. O bioma Cerrado vem sofrendo degradação causada principalmente por atividades agriculturais e pastoris e, por esse motivo, assume-se que a espécie esteja sofrendo perda e degradação de seu hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20micrantha	Cerrado
2274	LAMIACEAE	Hypenia subrosea	(Harley) Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado de Goiás, com EOO de 2.477,09 km², no município de Alto Paraíso. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sem indicação precisa de que esteja presente dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Assume-se que a espécie se desenvolva em áreas sujeitas a atividades predatórias, acarretando a perda e degradação de seu hábitat. Dessa forma, H. subrosea foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20subrosea	Cerrado
2275	LAMIACEAE	Hyptidendron amethystoides	(Benth.) Harley	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécietem ampla distribuição, com EOO de 597.452,9 km², nas regiões Norte e Nordeste,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20amethystoides	Caatinga, Cerrado
2276	LAMIACEAE	Hyptidendron asperrimum	(Spreng.) Harley	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécieocorre na região Sudeste em diversos ambientes e em unidades de conservação (SNUC),com EOO de 533.681 km².	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20asperrimum	Cerrado, Mata Atlântica
2277	LAMIACEAE	Hyptidendron claussenii	(Benth.) Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie só é encontrada no Estado de Minas Gerais, na região da Serra do Caraça, com EOO de 266,46 km². Embora exista a Reserva Particular do Patrimônio Natural da Serra do Caraça, suspeita-se que atividades predatórias como turismo, agricultura, pastoreio e queimadas, frequentes na região, venham causando a degradação do hábitat da espécie. Dessa forma, H. claussenii foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20claussenii	Mata Atlântica, Cerrado
2278	LAMIACEAE	Hyptidendron conspersum	(Benth.) Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados da Bahia e Maranhão, com EOO de 514,66 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Segundo informação disponível, foi coletada no município de Formosa do Rio Preto, primeiro produtor de soja da Bahia, e no município de Balsas no Maranhão, principal produtor de grãos da região Nordeste. Pode-se afirmar que a espécie esteja sofrendo perda de hábitat. Dessa forma, H. conspersum foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20conspersum	Cerrado, Mata Atlântica
2279	LAMIACEAE	Hyptis alpestris	A.St.-Hil. ex Benth.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é pouco conhecida, com apenas quatro registros de coleta muito antigos, provenientes dos Estados de Minas Gerais e São Paulo, com EOO de 3.917,70 km². Por ocorrer em Cerrado, ecossistema que vem sofrendo intensa degradação, assume-se que tenha havido perda de hábitat considerável nos últimos 180 anos, desde o primeiro registro de coleta. Sugerem-se mais estudos para melhor compreensão do grau de ameaça da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20alpestris	Cerrado
2280	LAMIACEAE	Hyptis althaeifolia	Pohl ex Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 1.245.302,9 km².	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20althaeifolia	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
2281	LAMIACEAE	Hyptis angustifolia	Pohl ex Benth.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie foi coletada no Estado de Goiás e está sujeita a uma situação de ameaça, com uma EOO de 392,35 km². As cinco coletas registradas têm mais de 30 anos e, embora hoje a região de Serra Dourada tenha uma Área de Proteção Ambiental e uma Reserva Biológica, não há indicação de que as coletas tenham sido realizadas dentro das unidades de conservação (SNUC). Por esse motivo, assume-se que haja um declínio na qualidade do hábitat, causado principalmente pelo crescimento demográfico, pela exploração turística, e pelas constantes ameaças ao Cerrado como fogo, atividades agrícolas e pecuária.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20angustifolia	Cerrado
2282	LAMIACEAE	Hyptis apertiflora	Epling	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no bioma Cerrado, no Estado do Paraná com EOO de 4.531,78 km², em três municípios, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Assume-se que haja declínio na qualidade do hábitat, causado principalmente pelo crescimento demográfico (região mais populosa do Estado do Paraná), pelas atividades industriais (maior parque industrial do Estado), de mineração (extração de calcário e talco), agricultura e vinícola. Portanto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20apertiflora	Cerrado
2283	LAMIACEAE	Hyptis arenaria	Benth.	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre nos Estados de Goiás e Tocantins. Tem AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Dispõe de apenas quatro coletas, uma datada de 1839 em local de mineração de ouro, e duas há mais de 30 anos, na região da Serra Geral. Segundo informação compilada, a vegetação padece com as queimadas anuais, causadas propositadamente para limpar áreas de fazendas, pastagens e para colher o capim dourado usado no artesanato. Além do fogo e da atividade agropecuária, a região, que tem muitos rios e cachoeiras, está sendo alvo de projetos de geração de energia. Por esses motivos, assume-se que a espécie venha sofrendo declínio de área de ocupação e perda de qualidade do hábitat. H. arenaria foi considerada ""Vulnerável"" (VU) podendo, em futuro próximo, estar em uma categoria de maior risco."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20arenaria	Cerrado
2284	LAMIACEAE	Hyptis bahiensis	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Liana escandente de locais úmidos, se desenvolve entre 700 e 1.100 m de altitude. A espécie ocorre no Estado da Bahia, na região da Chapada Diamantina, em dois municípios, com EOO de 3.574,47 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais ameaças são a degradação do hábitat e poluição das águas por ação antrópica. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20bahiensis	Cerrado
2285	LAMIACEAE	Hyptis bombycina	Epling	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo o especialista, a espéciesó é conhecida por seu material tipo. A avaliação não pode ser conduzida porfalta de dados.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20bombycina	Pantanal
2286	LAMIACEAE	Hyptis caprariifolia	Pohl ex Benth.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na região da Serra dos Cristais, município de Cristalina (GO), com EOO de 600,40 km², estando sujeita a uma situação de ameaça. Segundo informações, Cristalina é o município que mais cresce no Estado, tendo como principais atividades econômicas a agricultura, a indústria alimentícia, a mineração e o turismo. Assim, assume-se que a espécie venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20caprariifolia	Cerrado
2287	LAMIACEAE	Hyptis carvalhoi	Harley	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre em três municípios na região da Chapada Diamantina (BA), com EOO de 5.312,61 km². Está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, não havendo indicação de coletas em unidades de conservação (SNUC). O ambiente de ocorrência da espécie está sujeito a queimadas regulares, além de outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo. Dessa forma, assume-se que H. carvalhoi venha sofrendo com o declínio na qualidade de seu hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20carvalhoi	Cerrado
2288	LAMIACEAE	Hyptis colligata	Epling & Játiva	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Goiás e tem EOO de 913,32 km², nos municípios de Alto Paraíso, São João da Aliança e Colinas do Sul. Encontrada no Cerrado, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e, não tendo a indicação de que ocorra em unidades de conservação (SNUC), assume-se que venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat por atividades predatórias na região como a mineração, agricultura de soja e milho, pecuária e turismo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20colligata	Cerrado
2289	LAMIACEAE	Hyptis cruciformis	Epling	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Goiás com EOO de 2.329,50 km², nos municípios de Alto Paraíso e São João da Aliança. Encontrada no Cerrado, em Campos Úmidos, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Assume-se que venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat pelas atividades predatórias na região, como a mineração, agricultura, pecuária e turismo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20cruciformis	Cerrado
2290	LAMIACEAE	Hyptis delicatula	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado da Bahia com EOO de 963,28 km², em dois municípios. Encontrada no Cerrado e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, a espécie vem sofrendo com a deterioração de seu hábitat pelas atividades predatórias na região como agricultura, pecuária e o turismo. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20delicatula	Cerrado
2291	LAMIACEAE	Hyptis digitata	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado de Goiás com EOO de 414,11 km², nos municípios de Alto Paraíso e São João da Aliança. Encontrada no Cerrado e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, a espécie vem sofrendo com o declínio da qualidade de seu hábitat pelas atividades predatórias na região, como a mineração, agricultura, pecuária e o turismo. Foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20digitata	Cerrado
2292	LAMIACEAE	Hyptis eriophylla var. coriifolia	Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição.No Brasil ocorre nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 152.929 km².	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20eriophylla%20var.%20coriifolia	Cerrado
2293	LAMIACEAE	Hyptis fallax	Harley	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais em três municípios com EOO de 44.207,7 km². Pela dimensão da EOO foiassim categorizada.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20fallax	Cerrado
2294	LAMIACEAE	Hyptis frondosa	S.Moore	VU	B2ab(ii,iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Cerrado, nos Estados de Goiás e Mato Grosso, com AOO menor que 2.000 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça distintas. A única ocorrência em unidade de conservação (SNUC) é no Parque Nacional das Emas, que periodicamente é assolado pelo fogo. Além disso, a área de ocupação da espécie no Cerrado é igualmente impactada, com grandes áreas de agricultura, pecuária e avicultura, todas contribuindo para a degradação crescente de seu hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20frondosa	Cerrado
2295	LAMIACEAE	Hyptis hamatidens	Epling & Játiva	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é encontrada em três municípios no Estado de Goiás e Mato Grosso, com EOO de 5.718,67 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. De acordo com o crescimento demográfico da região, aliado a atividades como agricultura, pecuária e o turismo, supõe-se que o hábitat da espécie esteja em processo de degradação. Desta forma, H. hamatidens foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20hamatidens	Cerrado
2296	LAMIACEAE	Hyptis imbricatiformis	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na região da Chapada dos Veadeiros, município de Alto Paraíso (GO), com EOO de 1.774,44 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem apenas dois registros de ocorrência em áreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Todas as outras coletas se referem à beira de estradas ou não incluem indicação de que tenham sido realizadas em unidade de conservação (SNUC). Assim, assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades degradantes, causando declínio na qualidade do hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20imbricatiformis	Cerrado
2297	LAMIACEAE	Hyptis lagenaria	A.St.-Hil. ex Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuiçãocom EOO de 283.176,8 km² é encontrada nas regiões Sudeste e Sul do Brasil e naregião de Missiones na Argentina.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20lagenaria	Mata Atlântica
2298	LAMIACEAE	Hyptis lutescens	Pohl ex Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Com ampla distribuição, EOO de 1.227.753,9 km²nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, é também encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20lutescens	Cerrado
2299	LAMIACEAE	Hyptis pachyphylla	Epling	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Goiás, com EOO de 5.681,01 km², em cinco municípios diferentes. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, com algumas coletas muito antigas e nenhuma que indique ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Assim, assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades degradantes, causando declínio na qualidade do hábitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20pachyphylla	Cerrado
2300	LAMIACEAE	Hyptis paludosa	A.St.-Hil. ex Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"No Brasil a espécie é encontradanos Estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, próximo aolitoral em locais brejosos. Pela dimensão da EOO de 89.530,9 km² e por ser tambémencontrada em unidades de conservação foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20paludosa	Mata Atlântica
2301	LAMIACEAE	Hyptis penaeoides	Taub. ex Ule	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é encontrada na região da Chapada dos Veadeiros, município de Alto Paraíso, Goiás, com EOO de 620,72 km². Pela dimensão da extensão de ocorrência, por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça e por apresentar apenas uma coleta em áreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, assume-se que esteja havendo diminuição e degradação do hábitat da espécie. Dessa forma, foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20penaeoides	Cerrado
2302	LAMIACEAE	Hyptis pinheiroi	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informações, a espécie ocorre apenas no Estado da Bahia, no município de Umburanas, com EOO de 424,29 km². Apresenta apenas três coletas antigas e está sujeita a uma situação de ameaça. Assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades degradantes, causando declínio na qualidade do hábitat. Sugerem-se estudos mais detalhados sobre a distribuição da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20pinheiroi	Cerrado
2303	LAMIACEAE	Hyptis piranii	Harley	CR	B1ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é encontrada apenas no Estado de Minas Gerais, no município de Grão Mogol, com EOO de 10,62 km². Ocorre em Campo Rupestre a 850 m. Com apenas cinco coletas, realizadas há mais de 10 anos, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora exista o Parque Estadual de Grão Mogol, este não garante a conservação das subpopulações da espécie, considerando a existência de atividades como turismo, agricultura, pastagem e projetos para produção de energia. Dessa forma, suspeita-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio na qualidade de seu hábitat. Foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20piranii	Cerrado
2304	LAMIACEAE	Hyptis rhypidiophylla	Briq.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre apenas no Estado de Minas Gerais, nas Serras da Moeda, do Caraça e do Ouro Branco, com EOO de 532,15 km², em até 1.200 m de altitude. O declínio da qualidade do hábitat, causado principalmente pela pecuária e mineração, é a principal ameaça à sobrevivência da espécie. Por apresentar restrita extensão de ocorrência e estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, H. rhypidiophylla foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20rhypidiophylla	Cerrado
2305	LAMIACEAE	Hyptis sancti-gabrielii	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre apenas no Estado da Bahia, municípios de Irecê e São Gabriel, com EOO de 446,39 km², em Caatinga arbustiva, entre 700 e 750 m de altitude. Trata-se de um subarbusto aromático e medicinal encontrado em solos mais profundos e férteis. O declínio da qualidade do hábitat, causado principalmente pela agricultura e pecuária, é a principal ameaça a sua sobrevivência. Por apresentar restrita extensão de ocorrência e estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20sancti-gabrielii	Caatinga
2306	LAMIACEAE	Hyptis simulans	Epling	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre na regiãoNordeste, em Floresta Decídua, com EOO de 42.847 km² e em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20simulans	Mata Atlântica
2307	LAMIACEAE	Hyptis stachydifolia	Epling	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado daBahia com EOO de 20.818,2 km² em menos de 10 situações de ameaça. Pelaproximidade do limiar de vulnerabilidade, sugerimos estudos populacionais epossível revisão da categoria.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20stachydifolia	Cerrado
2308	LAMIACEAE	Hyptis tagetifolia	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre no Estado de Goiás, município de Alto Paraíso e tem EOO de 395,01 km². Espécie arbustiva semiaquática, é encontrada na beira de riachos e nos Campos Úmidos. Com apenas quatro coletas, sendo duas de mais de 30 anos, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Além disso, não existe evidência de que as coletas tenham sido realizadas em áreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Dessa forma, assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades predatórias, sofrendo diretamente com o declínio da qualidade de hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tagetifolia	Cerrado
2309	LAMIACEAE	Hyptis tetracephala	Bordignon	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Com EOO de 291 km², embora com umúnico registro de coleta, a espécie é citada pelo especialista como ocorrendo noRio Grande do Sul, litoral norte e vale do rio dos Sinos, e no vale do rioItajaí em Santa Catarina. A avaliação não pode ser conduzida por falta de dados, portanto sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tetracephala	Mata Atlântica
2310	LAMIACEAE	Hyptis tricephala	A.St.-Hil. ex Benth.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A avaliação não pode serconduzida por falta de dados.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tricephala	Cerrado
2311	LAMIACEAE	Hyptis viatica	Harley	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é encontrada em áreas de transição entre Mata Atlântica e Caatinga, no Estado de Minas Gerais, município de Pedra Azul, com EOO de 122,91 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. A restrita área de Caatinga em Minas Gerias está sujeita a queimadas regulares que podem interferir na integridade da população da espécie. Dessa forma, assume-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo da qualidade de seu hábitat. Portanto, foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20viatica	Caatinga
2312	LAMIACEAE	Ocimum nudicaule	Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Com EOO de 121.663 km² ocorre em quatroEstados no Brasil e também no Paraguai. Embora com ampla distribuição, segundoo especialista, a espécie é medicinal e ocorre em subpopulações pequenas em áreasde Cerrado vulneráveis, assim sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocimum%20nudicaule	Cerrado
2313	LAMIACEAE	Ocimum ovatum	Benth.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Com EOO de 1.005.079,7 km², ocorre emtrês Estados no Brasil e também no Paraguai. Espécie de ampla distribuição, masas coletas são muito antigas, assim sugerimos atualização dos registros.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocimum%20ovatum	Cerrado
2314	LAMIACEAE	Salvia congestiflora	Epling	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é um arbusto que ocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 35.832 km² e menos de 10 situações de ameaça. As subpopulações da espécie estão em regiões com presença de espécies invasoras e grande parte da vegetação original foi transformada em campos para agricultura e pastagem. A espécie possui coletas recentes e esforços de pesquisa devem ser direcionados à espécie, a fim de verificar se as ameaças incidentes na região de ocorrência da espécie estão afetando as subpopulações existentes.	2012-10-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salvia%20congestiflora	Mata Atlântica
2315	LAURACEAE	Aiouea acarodomatifera	Kosterm.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nasregiões Sudeste e Sul, com EOO de 183.822 km². Habita a Mata Atlântica e tem sidobastante coletada nos últimos 10 anos, principalmente no Estado de São Paulo. Estápresente em cinco unidades de conservação (SNUC).	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20acarodomatifera	""
2316	LAURACEAE	Aiouea benthamiana	Mez	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre na região norte, nos estados do Amazonas, Pará e possivelmente Acre e Amapá, com EOO de 507,43 km². Pelas informaçõesobtidas, existem poucos exemplares em herbários, tendo sido coletada por Spruceem 1852, no Amazonas e no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapá, em 2004. Está sujeita a três situações de ameaça e, possivelmente, esteja sofrendo com o declínio e perda da qualidade de seu habitat. A espécie foi categorizada como Em Perigo (EN).	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20benthamiana	Amazônia
2317	LAURACEAE	Aiouea bracteata	Kosterm.	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é encontrada nos estados de Minas Gerais e São Paulo, com EOO de 11.959,44 km². Arvoreta de até 5 m, de ocorrência em Cerrado e possivelmente Mata Atlântica, sujeita a três situações de ameaça, tendo sido coletada pela última vez há mais de 15 anos. As principais ameaças a sobrevivência da espécie são o avanço daagricultura e pecuária, o que leva à perda e degradação de seu habitat.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20bracteata	Cerrado, Mata Atlântica (Quinet, Baitello, Moraes, 2010)
2318	LAURACEAE	Aiouea lehmannii	(O.C.Schmidt) S.S.Renner	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informaçãodisponível, a espécie é conhecida por apenas três exemplares de uma mesma coletado Dr. Prance em 1966, provenientes do município de Cruzeiro do Sul, Acre. Possui EOO de 255,90 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A extração daborracha e de madeiras, a agricultura da mandioca e outras atividades agrícolase pastoris, assim como o crescimento urbano, vêm deteriorando o habitat daespécie. Desta forma, A. lehmannii foi categorizada como Em Perigo (EN).	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20lehmannii	Amazônia
2319	LAURACEAE	Aiouea macedoana	Vattimo-Gil	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie só é conhecidapela coleta tipo de 1955. Por falta de dados a avaliação não pode serconduzida.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20macedoana	Cerrado (Quinet, Baitello, Moraes, 2011).
2320	LAURACEAE	Aiouea piauhyensis	(Meisn.) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados do Piauí, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, com EOO de787.004,8 km². É encontrada no Cerrado, e principalmente nas matas de galeria aolongo dos rios do Planalto Central.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20piauhyensis	Cerrado (Quinet, Baitello, Moraes, 2011).
2321	LAURACEAE	Aiouea trinervis	Meisn.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nasregiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, com EOO de 4.236.769,6 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20trinervis	Amazônia, Cerrado
2322	LAURACEAE	Aniba ferrea	Kubitzki	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informaçãodisponível, a espécie é rara, sujeita a três situações deameaça, com ocorrência nos estados do Amazonas e Amapá. Em área monitorada foram encontrados 0,33 a 2 indivíduos porhectare, e em 13 anos de estudo de regeneração apenas dois indivíduos chegarama 15 cmde DAP. Espécie usada na indústria de perfumaria, para a obtenção de óleosessenciais, cuja extração é feita com a derrubada da árvore, levando à reduçãodas subpopulações naturais. Emboracoletado em três áreas protegidas e com EOO de 27.346,01 km², pelo valorde mercado de seus óleos essenciais e pela sua raridade, o louro-ferro éconsiderado Vulnerável (VU).	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20ferrea	""
2323	LAURACEAE	Aniba heringeri	Vattimo	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nasregiões Centro-Oeste e Sudeste com EOO de 1.710.365,2 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20heringeri	Caatinga, Cerrado
2324	LAURACEAE	Aniba intermedia	(Meisn.) Mez	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"Segundo informaçãodisponível, a espécie habita a Mata Atlântica de altitude no Sul da Bahia, comregistros de coletas em algumas unidades de conservação (SNUC) nesta região, assim como, emMinas Gerais nos Municípios de Caratinga e Marlieria, e no Rio de Janeiro, na Reserva Biológica dePoço das Antas, Silva Jardim. A espécie faz parte da alimentação domico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) e do ouriço-preto(Chaetomys subspinosus) um roedor herbívoro ameaçado de extinção. Os fragmentosremanescentes da Floresta Atlântica da Região Cacaueira da Bahia estão submetidosa forte pressão antrópica, com declínio da sua extensão e qualidade. Esteprocesso também compromete o agroecossistema cacaueiro e a sobrevivência dasespécies arbóreas, bem como a fauna silvestre associada. Embora pelosvalores da EOO e pelo número de locais em situação de ameaça, a espécie não seenquadre na categoria ""Vulnerável"" (VU), uma atenção especial deve ser dada a estaespécie, por sua importância ecológica e pela fragilidade de seu habitat."	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20intermedia	Mata Atlântica
2325	LAURACEAE	Aniba pedicellata	Kosterm.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informaçãodisponível, a espécie é conhecida pelo tipo, coletado em 1922, em Nova Friburgo. Pela insuficiência de dados a avaliação não pode serconduzida.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20pedicellata	Mata Atlântica
2326	LAURACEAE	Aniba rosaeodora	Ducke	EN	A2abcd	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Distribuída nos estados do Amapá, Amazonas e Pará, a espécie tem grande valor econômico, pois, das árvores do pau-rosa é extraído o linalol, essência largamente empregada como fixador de perfumes, assim como fragrâncias utilizadas pela indústria de perfumaria nacional e internacional. A produção do óleo essencial é baseada na derrubada da árvore, levando a redução das subpopulações naturais. Desde o início do século passado, o óleo essencial do pau-rosa tem sido usado de modo não sustentável e em larga escala. Através dos dados históricos de extração da espécie estima-se uma redução populacional de 46%. Em 2009, estudos realizados em populações naturais de pau-rosa, em 12 municípios do Amazonas, observaram uma baixa densidade de árvores adultas (1 árvore/5 ha e DAP>10 cm). No início dos anos de 1950, o pau-rosa era amplamente distribuído e facilmente acessível ao longo das margens dos rios. A exploração levou à virtual extinção de subpopulações ao longo das margens dos rios. Na década de 80, o acesso as subpopulações naturais tornou-se progressivamente mais difícil e encontrando-se efetivamente confinadas a um número de áreas no Amazonas central. Hoje, mesmo nestas áreas, árvores com DAP maior que 30 cm só são encontradas a mais de 2 km de distância das margens dos rios. Observa-se também o declínio contínuo de sua extensão de ocorrência e da qualidade de seu habitat pela exploração madeireira, extrativista, a pecuária e a agricultura.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20rosaeodora	""
2327	LAURACEAE	Aniba santalodora	Ducke	VU	B1ab(iii,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no estadodo Amazonas, com EOO de 7.509,46 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Suspeita-se que esteja ocorrendo contínuo declínio e deterioração da região de ocorrência de A. santalodora causado, principalmente, pela exploraçãomadeireira e extrativista. Além disto, a espécie tem potencial madeireiro e para produção de óleosessenciais, e vem sendo explorada pela empresa Mil Madeiras Itacoatiara, Ltda. Desta forma, estima-se que também esteja ocorrendo declínio no número de indivíduos maduros. Diante disto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU).	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20santalodora	Amazônia
2328	LAURACEAE	Beilschmiedia linharensis	Sa.Nishida & van der Werff	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados da Bahia e EspíritoSanto, com EOO de 61.525,8 km². Embora o valor da EOO exceda o limiar devulnerabilidade, a espécie é encontrada em menos de 10 locais em situação deameaça. A espécie merece atenção, apesar de ser encontrada em quatro unidades de conservação (SNUC), pois vem sofrendo deterioração e declínio de seu habitat, pelo desmatamentopara usos madeireiros, e para a expansão das lavouras de café, cacau, epecuária.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Beilschmiedia%20linharensis	Mata Atlântica
2329	LAURACEAE	Beilschmiedia rigida	(Mez) Kosterm.	EN	A2c,B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos estado do Rio de Janeiro e, possivelmente, nos estados da Bahia e Espírito Santo, com EOO de 1.208,27 km². Popularmente conhecida como canela-batata,usada para a fabricação de móveis, foi considerada extinta, por não tersido coletada por 50 anos, entre sua descrição em 1932 e a década de 80, quandovoltou a ser encontrada. Em 2009, levantamento realizado em 17 áreas de FlorestaAtlântica Montana, apenas um indivíduo foi registrado. Em Macaé de Cima, Rio de Janeiro, aespécie foi coletada por Glaziou em 1889 e somente em 1988 foi recoletada. A ReservaBiológica de Macaé de Cima, não é regulamentada e sofre pressão antrópica causada principalmente pelo desmatamentopara construção de casas de veraneio, agricultura e pastagem, não garantindo a integridade das subpopulações da espécie.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Beilschmiedia%20rigida	Mata Atlântica (Quinet, Baitello, Moraes, 2011).
2330	LAURACEAE	Cinnamomum erythropus	(Nees & Mart.) Kosterm.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no estado de Minas Gerais, com EOO de 2.658,72 km², e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em solo ferrugíneo, nos Campos Rupestres a 1.300 m. Ambiente este que vem sofrendo fragmentação e degradação, causados pela influência das atividades demineração, fogo e pastoreio. Desta forma, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN).	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20erythropus	Cerrado
2331	LAURACEAE	Cinnamomum hatschbachii	Vattimo-Gil	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos estados do Paraná e Santa Catarina, com EOO de 7.905,40 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Habita aSerra do Mar entre os dois estados, numa altitude entre 850 e 1.400 m, em Mata Nebular. A Mata Atlântica da região suldo Brasil encontra-se severamente fragmentada e ainda nos dias de hoje sofre com a pressão antrópica, decorrente principalmente das atividades agropecuárias. Desta forma, suspeita-se que a espécie esteja sujeita a declínio em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Foi categorizada como Vulnerável (VU).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20hatschbachii	Mata Atlântica
2332	LAURACEAE	Cinnamomum haussknechtii	(Mez) Kosterm.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados da Bahia e Minas Gerais, com EOO de 245.817,6 km² em mais de 10locais em situação de ameaça, inclusive em unidade de conservação (SNUC).	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20haussknechtii	Cerrado
2333	LAURACEAE	Cinnamomum quadrangulum	Kosterm.	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no estado de Minas Gerais, com EOO de 9.531,40 km². Na regiãode ocorrência, próxima ao município de Belo Horizonte, os Campos Rupestres sobre Canga vêmsendo eliminados por atividadesmineradoras, e quase a totalidade dos remanescentes pertence a empresas demineração ou são áreas fortemente afetadas pela expansão imobiliária. Apenasuma unidade de conservação em Minas Gerais, o Parque Estadual da Serra do Rola Moça, possuipequenas porções de Campos Rupestres sobre Canga, área insuficiente parapreservar a diversidade deste ambiente peculiar.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20quadrangulum	Cerrado
2334	LAURACEAE	Cinnamomum stenophyllum	(Meisn.) Vattimo-Gil	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, com EOO de 150.264,7 km²,em mais de 10 locais em situação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20stenophyllum	Mata Atlântica
2335	LAURACEAE	Cinnamomum taubertianum	(Mez & Schwacke) Kosterm.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Com apenas cinco coletas, demais de 20 anos, em três locais em situação de ameaça, supomos que a espécieseja rara e sugerimos que seja mais estudada, para uma possível alteração emsua categoria.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20taubertianum	Cerrado
2336	LAURACEAE	Cinnamomum tomentulosum	Kosterm.	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é encontrada naChapada Diamantina, Bahia, e em Minas Gerais, na cadeia do Espinhaço. Com EOOde 38.242 km², próximo ao limiar de vulnerabilidade, em cinco locais em situaçãode ameaça e presente em uma unidade de conservação (SNUC). Sugerimos que estudospopulacionais sejam realizados para uma futura mudança de categoria.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20tomentulosum	Cerrado, Mata Atlântica
2337	LAURACEAE	Cinnamomum triplinerve	(Ruiz & Pav.) Kosterm.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuiçãona América Latina, e no Brasil ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste eSul, com EOO de 5.172.649,9 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20triplinerve	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2338	LAURACEAE	Dicypellium caryophyllaceum	(Mart.) Nees	CR	A2acd,B2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos estados doPará e Maranhão, com EOO de 507,64 km² e AOO de 8 km². Conhecido como pau-cravo oucravo-do -maranhão, apreciado por suas propriedades aromáticas e medicinais,foi excessivamente explorado no passado. A casca exportada, e da madeiraextraído o eugenol, usado na indústria de perfumaria e também exportado. Segundo relato de Ducke,em 1938, ""ocorreu uma grande destruição das árvores no período colonial e aspequenas culturas outrora existentes no Pará, desde muito tempo se escassearam"".O cravo-do-maranhão quase foi extinto no estado do Pará, onde era muito frequente.Além do uso na alimentação, na perfumaria e na medicina, a madeira é aromática,amarelada, compacta e resistente, própria para construção civil e naval. Atualmenteforam identificados 21 indivíduos de Dicypelliumcaryophyllaceum  pela equipe quelevantou os impactos ambientais da usina de Belo Monte. A maior concentração deindivíduos já registrada na Amazônia desde o século 18 foi no município deJuruti, com 189 indivíduos. As árvores ficam em uma área ondedeverá haver concessões florestais e pesquisadores sugerem a criação de umaunidade de conservação para proteger a espécie."	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicypellium%20caryophyllaceum	Amazônia
2339	LAURACEAE	Mezilaurus crassiramea	(Meisn.) Taub. ex Mez	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados doMato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, com EOO de 503.949,8 km². Aprincipal ameaça à espécie é a destruição e degradação da Mata Atlântica e doCerrado, com a abertura de extensas áreas parapastagens, lavouras, principalmente de soja. Embora presente em unidadesde conservação (SNUC), estas são insuficientes pararepresentar e conservar toda a diversidade do Cerrado.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20crassiramea	Cerrado, Mata Atlântica
2340	LAURACEAE	Mezilaurus itauba	(Meisn.) Taub. ex Mez	VU	A4cd	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos estados do Pará,Amazonas, Acre, Mato Grosso e, possivelmente, Rondônia e Mato Grosso do Sul.Segundo informação disponível, possui madeira resistente e é uma dasespécies mais exploradas na região norte Amazônica, sendo utilizada paradiversas finalidades. No município de Novo Airão (AM), por exemplo, a espécieera encontrada em abundância nas matas vizinhas à cidade e hoje já é escassa,pois sofre intenso extrativismo para a produção de embarcações. Apesar deamplamente distribuída, o extrativismo e a redução e destruição do habitat desua ocorrência são ameaças potenciais para declínio no número de indivíduos ede subpopulações. Considerando-se que a espécie tenha crescimento lento e um tempo de geração de pelo menos 50 anos, e tendo em vista às ameaças a qual a espécie é submetida, pode-se suspeitar que M. itauba tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 30% nos últimos 150 anos e poderá continuar apresentando declínio se providencias para sua conservação não forem adotadas.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20itauba	Amazônia
2341	LAURACEAE	Mezilaurus navalium	(Allemão) Taub. ex Mez	EN	A2cd,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no estado doRio de Janeiro, com EOO de 1.168,55 km² e AOO de 20 km², sendo a única espécie dogênero ocorrendo em Mata Atlântica no sudeste do Brasil. Conhecida portapinhoã, madeira de lei extremamente durável e utilizada naconstrução naval, construção civil, construção de móveis, janelas, ferramentas,assoalho, e boa para tanoaria, substituindo o carvalhoeuropeu. ?Devido à qualidade de sua madeira a espécie é explorada desde o Brasil colônia,quando sua extração levou a uma carta régia, em 1799, em quepermitia o corte dessas árvores sob condição de ser a respectiva madeiravendida aos arsenais, para ser empregada no forro das embarcações.  Além da exploração excessiva da espécie, seuhabitat vem sendo reduzido e degradado há décadas. A espécie tem sido produzida no Viveiro Florestal do Instituto de Florestasda Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Embora ainda existam exemplares na ReservaBiológica do Tinguá, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos e no ParqueEstadual da Pedra Branca, estas três unidades de conservação não asseguram aintegridade dos indivíduos remanescentes. Estima-se também, que tenha ocorrido um declínio populacional de cerca de 50% em um período de 10 anos, associado principalmente a perda de qualidade de habitat, ao declínio de extensão de ocorrência e área de ocupação, e ao potencial de exploração da espécie.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20navalium	Mata Atlântica
2342	LAURACEAE	Nectandra angustifolia	(Schrad.) Nees	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informação disponível, aespécie não é endêmica do Brasil, onde ocorre nas regiões Nordeste,Centro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 677.507,7 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20angustifolia	Mata Atlântica, Cerrado
2343	LAURACEAE	Nectandra barbellata	Coe-Teix.	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie foi coletada no iníciodo século XX nos arredores do município de São Paulo, hoje áreas muitopopulosas. Existem coletas da década de 80 e 90, já dentro de unidades de conservação, em pequenos remanescentes de Mata Atlântica da região, no Parque Estadual da Serra do Cantareira e noParque Estadual Alberto Loefgren. Neste mesmo período, algumas coletas foram realizadas no estado do Espírito Santo, duas em 1985 e uma em 1993. Estas duas regiões de ocorrência daespécie, hoje são áreas devastadas pela ocupação urbana. Estudos recentes(2010) identificaram dois indivíduos no Parque Estadual da Serra da Cantareira e 10indivíduos na Reserva Florestal de Morro Grande, São Paulo (2006). Sugerimos maisestudos sobre a espécie, tendo em vista a drástica destruição de seu habitat.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20barbellata	Mata Atlântica
2344	LAURACEAE	Nectandra cissiflora	Nees	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie tem ampladistribuição, está presente em todas as regiões do Brasil, com EOO de5.693.460 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC). Segundo informaçãodisponível, a espécie vem sendo extraída, de maneira não sustentável, pelo seuvalor madeireiro. Sugerimos análise das subpopulações existentes nos diferentesambientes.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20cissiflora	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2345	LAURACEAE	Nectandra debilis	Mez	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informação disponível, aespécie é rara, e as poucas coletas existentes são em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Sugerimos mais estudos sobre a espécie para uma reavaliaçãoda categoria ora atribuída.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20debilis	Mata Atlântica
2346	LAURACEAE	Nectandra embirensis	Coe-Teix.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20embirensis	Amazônia
2347	LAURACEAE	Nectandra grandiflora	Nees	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie distribui-se nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio deJaneiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, com EOO de 1.022.246 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20grandiflora	Mata Atlântica, Cerrado
2348	LAURACEAE	Nectandra grisea	Rohwer	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informação disponível, a espécie está sujeita a duas situações de ameaça, no Rio Purus no estado do Acre e no Rio Japurá no estado do Amazonas, com AOO de 12 km². A Amazônia possui um histórico de desmatamento, além de impactosambientais relacionados ao crescimento urbano, e ocupação e mecanização do solopara agricultura. Esta problemática também atinge a região do Rio Japurá, umdos locais onde a espécie se desenvolve.	2012-03-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20grisea	Amazônia
2349	LAURACEAE	Nectandra hihua	(Ruiz & Pav.) Rohwer	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é distribuída pelasregiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste, e Sul até o Paraná, com EOO de 4.401.259,9 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20hihua	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
2350	LAURACEAE	Nectandra impressa	Mez	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20impressa	Amazônia
2351	LAURACEAE	Nectandra japurensis	Nees	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20japurensis	Amazônia
2352	LAURACEAE	Nectandra matogrossensis	Coe-Teix.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20matogrossensis	Cerrado
2353	LAURACEAE	Nectandra micranthera	Rohwer	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado daBahia, com EOO de 28.482 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. Pela EOO estar  pouco acima dolimiar de vulnerabilidade, por habitar as florestas costeiras e plantações decacau, habitats que vêm sofrendo grande destruição, e pelas coletas serem, a maioria, de mais de 20 anos, sugerimos atenção a esta espécie, com estudos populacionais. 	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20micranthera	Mata Atlântica
2354	LAURACEAE	Nectandra paranaensis	Coe-Teix.	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos estados deSão Paulo e Paraná, estando sujeita a duas situações de ameaça. Habita FlorestaOmbrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, ambiente estes que encontram-se altamente degradados nos dois estados. No estado do Paraná, foram desmatas 144 mil hectares de áreas naturais no período de 1985 a 1990. Da mesma forma, o estado de São Paulo também apresenta altíssimas taxas de desmatamento ocasionadas principalmente pela expansão urbana desordenada. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU).	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20paranaensis	Mata Atlântica
2355	LAURACEAE	Nectandra psammophila	Nees	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é encontrada nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro,com EOO de 1.204.538 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20psammophila	Mata Atlântica, Cerrado
2356	LAURACEAE	Nectandra spicata	Meisn.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20spicata	Mata Atlântica
2357	LAURACEAE	Nectandra venulosa	Meisn.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20venulosa	Cerrado
2358	LAURACEAE	Nectandra warmingii	Meisn.	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados daBahia, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais, com EOO de 450.481,9 km². Segundoinformação disponível, as coletas são antigas, em cerca de 10 locais emsituação de ameaça, alguns deles totalmente modificados nas últimas décadas.Sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20warmingii	Cerrado
2359	LAURACEAE	Nectandra weddellii	Meisn.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.	2012-03-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20weddellii	Mata Atlântica
2360	LAURACEAE	Ocotea aciphylla	(Nees & Mart.) Mez	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre em todo o território Brasileiro, com AOO de 808 km². Segundoinformação disponível, a maior ameaça à espécie é seu uso madeireiro, poispossui madeira resistente a insetos e própria para a construção civil. Namedicina é usada como tônico e estomáquico e a casca é utilizada contra o reumatismo.Os índios do Xingu utilizam as folhas para enrolar cigarro usado pelo Pagé emrituais de cura.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20aciphylla	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2361	LAURACEAE	Ocotea basicordatifolia	Vattimo-Gil	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no estado de São Paulo com EOO de 1.625,18 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, sofre com deterioração e perda de qualidade de habitat. Segundo informação, mesmo as áreas protegidas com ocorrência da espécie estão sujeita a ameaças como invasões de populações marginalizadas,especulação imobiliária, mineração,extrativismo vegetal clandestino, lixões, poluição do solo e chuva ácida. Desta forma, assume-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo da qualidade de seu habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20basicordatifolia	Mata Atlântica
2362	LAURACEAE	Ocotea beulahiae	Baitello	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no estado de São Paulo e, possivelmente, Espírito Santo, sujeita a cinco situações de ameaça, com EOO de 3.275,74 km². Segundo informações, a vegetação nativa do estado de São Paulo, representa apenas 13,94% de sua área original. Os ciclos de café e cana-de-açúcar foram intensos no estado e altamente impactantes sobre as áreas naturais. Da mesma forma, a urbanização e crescimento das cidades ainda colaboram para a perda de áreas de vegetação nativa. Assume-se que ainda ocorra declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20beulahiae	Mata Atlântica
2363	LAURACEAE	Ocotea beyrichii	(Nees) Mez	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espéciefoi coletada por Glaziou, no município de Alto Macaé em 1891, e somente 100 anos depois, foi recoletadana mesma localidade, no município de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Para o estado de São Paulo existem de quatro registros de ocorrência em uma mesma região. As duas áreas de ocorrênciana Mata Atlântica vêm sofrendo declínio e deterioração, pela especulaçãoimobiliária, agricultura e pastagem.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20beyrichii	Mata Atlântica
2364	LAURACEAE	Ocotea bicolor	Vattimo-Gil	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nas Regiões Sudeste e Sul, com EOO de 943.309,9 km², inclusive em unidadesde conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20bicolor	Mata Atlântica, Cerrado
2365	LAURACEAE	Ocotea bragai	Coe-Teix.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundoinformação disponível, a espécie está sujeita a duas situações deameaça, com EOO de 2.891,20 km². A Floresta Ombrófila Densa Montana =, dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, ambiente de ocorrência da espécie, vem sofrendo declínio e fragmentação, com o aumento da pressão de desmatamento para a implantação deloteamentos, além da agricultura e pastagem. Assume-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo da qualidade de seu habitat. Desta forma, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20bragai	Mata Atlântica
2366	LAURACEAE	Ocotea catharinensis	Mez	VU	A2cd	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro,Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Característica das encostas e toposde morros da Mata Atlântica, a canela-preta, madeira de alta qualidade, vemsendo extraída há várias décadas. Segundo dados disponíveis, estudos realizados nopassado, no estado de Santa Catarina, mostravam que a espécie representava umterço de todo o volume de árvores em um hectare. Á exploração intensa eà expansão das fronteiras agrícolas ocasionou a fragmentação de seu habita e a perda do número deindivíduos e subpopulações. Os fragmentos remanescentes, que podem abrigar subpopulaçõesde O. catharinensis, representam 14,5% da área original. Com a persistência dodesmatamento do domínio fitogeográfico Mata Atlântica, assim como a redução de áreas de Cerrado e, principalmente, Pampa, a fragmentação e a degradação do habitat daespécie continuam se agravando.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20catharinensis	Mata Atlântica
2367	LAURACEAE	Ocotea confertiflora	(Meisn.) Mez	VU	D2	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie dióica,com poucos e antigos registros de ocorrência, provenientes das planíciescosteiras dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e um registro para o estado de Minas Gerais. Está sujeita a três situações de ameaça, habitando áreas altamente degradadas e impactadas, principalmente devido a especulação imobiliária, cultivos agrícolas e pastagens ocupandograndes áreas, promovendo fragmentação e risco de extinções locais. A espécie foi categorizada como Vulnerável (VU).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20confertiflora	Mata Atlântica
2368	LAURACEAE	Ocotea cryptocarpa	Baitello	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieé endêmica do estado do Espírito Santo, com EOO de 197,87 km², sujeita a três situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie (município de Santa Teresa) vem sofrendo com a perda de Mata Atlântica, causada principalmente pela especulação imobiliária e transformação de áreas naturais em áreas de pastagem. Foi registrada a ocorrência da espécie na Estação Biológica de Santa Lúcia. Porém não é reconhecida legalmente. Assume-se que a espécie esteja sofrendo com declínio contínuo da qualidade de seu habitat.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20cryptocarpa	Mata Atlântica
2369	LAURACEAE	Ocotea curucutuensis	Baitello	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com EOO de 28.963,5 km². Próximoao limiar de vulnerabilidade e em menos de 10 locais em situação de ameaça, emboraas áreas de ocorrência estejam quase todas inseridas em unidades de conservação (SNUC),estas ainda sofrem forte pressão antrópica, com degradação da floresta nativa.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20curucutuensis	Mata Atlântica
2370	LAURACEAE	Ocotea cymbarum	Kunth	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieestá sendo enquadrada nesta categoria, considerando que tem valor de usomedicinal (atividade contra o desenvolvimento do ancilostomídeo humano), naperfumaria é usado o óleo safrol dela extraído, e uso madeireiro, na indústriamoveleira e na construção civil. Segundo informação disponível, a espécie é adaptadaa inundações periódicas, é tolerante ao sombreamento, e a madeira pesada e combaixa taxa de incremento anual é pouco viável para plantio em áreas degradadas,e em áreas naturais deve ser explorada com cautela, pois pode requerer ciclosde cortes mais longos do que 25 anos para garantir sua sustentabilidade. Aexploração intensa pode, em curto prazo, exaurir o estoque de madeira deflorestas inundáveis sem haver tempo suficiente para a recuperação.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20cymbarum	Pampa (Campos Sulinos), Amazônia
2371	LAURACEAE	Ocotea daphnifolia	(Meisn.) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre entre os Estados da Bahia e Paraná, com EOO de 1.244.429,9 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20daphnifolia	Mata Atlântica
2372	LAURACEAE	Ocotea felix	Coe-Teix.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieestá sujeita a menos de cinco situações de ameaça, com EOO de 2.106,12 km². Suasprincipais ameaças são a perda e deterioração do habitat pelo aumento dapressão de desmatamento para a implantação de loteamentos e áreas deagricultura.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20felix	Mata Atlântica
2373	LAURACEAE	Ocotea frondosa	(Meisn.) Mez	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundoinformação disponível, a espécie ocorre em Minas Gerais e SãoPaulo, com coletas recentes em Goiás, com EOO de 415.443 km². As coletasregistradas são antigas, em menos de 10 locais em situação de ameaça, em apenasuma unidade de conservação (SNUC), o Parque Estadual da Cantareira, que sofre pressõesantrópicas, é atravessado por estradas e linhas de transmissão, e as áreas deentorno têm sofrido substituição das florestas pela ocupação humana.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20frondosa	Mata Atlântica, Cerrado
2374	LAURACEAE	Ocotea lancifolia	(Schott) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieé considerada comum e ocorre em diversas regiões do Brasil com EOO de2.469.896,6 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20lancifolia	Cerrado, Mata Atlântica
2375	LAURACEAE	Ocotea langsdorffii	(Meisn.) Mez	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécieocorre na Serra do Cipó e na Chapada Diamantina com EOO de 64.623,7 km² e AOO de 116 km². Pelas coletas observadas, a espécie ocorre em cerca de 10 situações de ameaça, sujeitos a deterioração por atividades antrópicas, pastageme fogo, e por este motivo enquadramos a espécie nesta categoria.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20langsdorffii	Mata Atlântica, Cerrado
2376	LAURACEAE	Ocotea laxa	(Nees) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre entre Minas Gerais e Santa Catarina, com EOO de 1.103.515,5 km². Éconsiderada espécie comum na Mata Atlântica e está presente em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20laxa	Mata Atlântica
2377	LAURACEAE	Ocotea lobbii	(Meisn.) Rohwer	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre entre a Bahia e Santa Catarina, com EOO de 766.587,7 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20lobbii	Mata Atlântica
2378	LAURACEAE	Ocotea mosenii	Mez	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre no estado de São Paulo, com EOO de 10.379,73 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Segundo informação disponível, a espécie é endêmica das Florestas Ombrófilas e Semideciduais de Terras Baixas e Submontanas, formações bastante deterioradas nasáreas de ocorrência da espécie. Com coletas há mais de 70 anos nos arredores do município deSão Paulo, estima-se que a espécie já não exista nessas áreas. De acordo com os outros registros de ocorrência, a espécie ocorre em apenas uma unidade de conservação.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20mosenii	Mata Atlântica
2379	LAURACEAE	Ocotea nectandrifolia	Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre entre Minas Gerais e Santa Catarina, com EOO de 455.338,6 km², e estápresente em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20nectandrifolia	Mata Atlântica
2380	LAURACEAE	Ocotea nunesiana	(Vattimo-Gil) Baitello	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre entre os Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina com EOO de131.233,8 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20nunesiana	Mata Atlântica
2381	LAURACEAE	Ocotea odorifera	(Vell.) Rohwer	EN	A4d,B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre nas regiões nordeste, sudeste e sul, com AOO de 968 km². Acanela-sassafrás vem sendo muito explorada para a extração do óleo e é apreciada também pela sua madeira de boa qualidade para uso em construção civil. Alémda exploração, a espécie possui fatores de reprodução e dispersão que dificultama sua regeneração natural, como a produção irregular de sementes, dificuldadena germinação devido à oxidação do óleo, grande distanciamento entre árvoresisoladas, diminuição, cada vez maior, dos agentes polinizadores, predação dosfrutos e sementes por roedores, pássaros e insetos, podridão de sementes porfungos e, soma-se a estes fatores, um número cada vez menor de matrizes nafloresta, devido a persistente exploração madeireira.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20odorifera	Cerrado, Mata Atlântica
2382	LAURACEAE	Ocotea percoriacea	Kosterm.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espéciesaxícola, ocorre na Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com EOO de 545.953,4 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20percoriacea	Mata Atlântica, Cerrado
2383	LAURACEAE	Ocotea polyantha	(Nees & Mart.) Mez	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorreem Minas Gerais,e nas planícies costeiras do Espírito Santo e Rio de Janeiro, com EOO de161.446 km². O habitat de restinga está sendo rapidamente destruído, ao longo dequase toda a costa brasileira, e por este motivo a espécie foi incluída nestacategoria.	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20polyantha	Mata Atlântica
2384	LAURACEAE	Ocotea pomaderroides	(Meisn.) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre em Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia, com EOO de 382.966 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-02-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20pomaderroides	Caatinga, Cerrado
2385	LAURACEAE	Ocotea porosa	(Nees & Mart.) Barroso	EN	A2cd,B2ab(iii,iv,v)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 660 km². Habita a Floresta Ombrófila Densa Montana e Alto-montana e os Campos Rupestres. Ocorre associadaà Araucaria angustifolia emaglomerados conhecidos por imbuias. Sua madeira é mundialmente apreciada, pelaalta qualidade e beleza, usada na fabricação de móveis e também na construção civil.Foi maciçamente explorada e seu habitat muito reduzido e deteriorado. Estudostêm sido realizados para viabilizar a reprodução e assegurar a regeneração daespécie, que é difícil e lenta. Embora medidas venham sendo tomadas para contera exploração da Imbuia, pelo seu alto valor econômico, a ameaça persiste.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20porosa	Mata Atlântica
2386	LAURACEAE	Ocotea puberula	(Rich.) Nees	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie tem ampla distribuição, do México à Argentina. No Brasil ocorre emtodas as regiões, com EOO de 6.879.743 km². Segundo informação disponível, apesarde amplamente distribuídae de crescimentorápido, seus frutos são freqüentemente atacados pelo fungo Botvyoconiepallida Syd, o que reduz a produção de sementes viáveis. Assim, o potencialgenético desta espécie fica comprometido, e o extrativismo pode se tornar uma ameaça,em um futuro próximo.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20puberula	Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga
2387	LAURACEAE	Ocotea pulchella	(Nees & Mart.) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 2.152.735 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20pulchella	Cerrado, Mata Atlântica
2388	LAURACEAE	Ocotea serrana	Coe-Teix.	EN	B1ab(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre no estado de São Paulo, com EOO de 1.121,45 km², sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie,próxima a um grande centro urbano, sofre impacto, com a substituição dasflorestas pela ocupação humana, pela passagem de linhas de transmissão,gasoduto e outras atividades que degradam o ambiente.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20serrana	Mata Atlântica
2389	LAURACEAE	Ocotea silvestris	Vattimo-Gil	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre nas regiões Sudeste e Sul, com EOO de 652.390 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20silvestris	Mata Atlântica
2390	LAURACEAE	Ocotea tabacifolia	(Meisn.) Rohwer	EN	A4c,B2b(iii,iv)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie tem ocorrência disjunta, com AOO de 140 km².Com a perda da cobertura original de Mata Atlântica na região sudeste, restandoapenas 7%, e, com a degradação e perda da vegetação na região norte, onde aespécie também é extraída pela população local, pode-se considerar que esteja Em Perigo (EN).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20tabacifolia	Mata Atlântica, Amazônia
2391	LAURACEAE	Ocotea tristis	(Nees & Mart.) Mez	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie ocorre nas regiões Centro-Oeste,Sudeste e Sul, com EOO de 1.147.403,6 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20tristis	Cerrado, Mata Atlântica
2392	LAURACEAE	Ocotea vaccinioides	(Meisn.) Mez	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécieocorre nas regiões Sudeste e Sul com EOO de 325.006 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20vaccinioides	Mata Atlântica
2393	LAURACEAE	Persea glabra	van der Werff	CR	A3c,B1ab(iii),C2a(ii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no estado da Bahia, no município de Rio de Contas, com EOO de 53,34 km², sujeita a uma situação de ameaça. Segundo informação disponível, a principalameaça à região de ocorrência da espécie é o desenvolvimento de atividadesagrícolas, para a formação de pastagens e o cultivo de frutas, em geral, estasatividades têm sido realizadas com a utilização de fogo e a extração ilegal demadeira e lenha. Tem sido registrado também o extrativismo ilegal de plantas.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20glabra	Cerrado
2394	LAURACEAE	Persea obovata	Nees & Mart.	CR	A4c,B2ab(iii,iv,v),C2a(ii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no estado de São Paulo com AOO de 8 km². Segundo informação disponível, a população da espécie é severamentefragmentada, sendo encontrada no Parque Estadual da Serra doMar, núcleo Curucutu, município de São Paulo, a maior cidade daAmérica do Sul, que já eliminou muito de seus ambientes originais e seucrescimento ainda ameaça o pouco que restou. A região de Curucutu tem um históricode degradação que remonta ao período da atividade carvoeira, especialmente nasdécadas de 1940/1950, com a retirada das árvores e abertura de caminhos.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20obovata	Mata Atlântica
2395	LAURACEAE	Persea pedunculosa	Meisn.	EN	A4c,B1ab(iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no estado de Minas Gerais com EOOde 4.990,11 km², sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Compoucas coletas na Serra do Curral, sua população é tida como severamente fragmentada. Emboraencontrada no Parque Estadual do Itacolomi, é ameaçada pelos incêndios freqüentesnas épocas secas do ano, e pelo pisoteio e pastagem.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20pedunculosa	Cerrado
2396	LAURACEAE	Persea punctata	Meisn.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Por falta de dados aavaliação não pode ser realizada.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20punctata	Cerrado, Mata Atlântica
2397	LAURACEAE	Persea rigida	Nees & Mart.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser realizada	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20rigida	Mata Atlântica
2398	LAURACEAE	Persea rufotomentosa	Nees & Mart.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Segundo informação disponível, aespécie ocorre no Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio deJaneiro, com EOO de 420.882 km² e AOO de 128 km². Habita os Campos Rupestres, Cerrados, Matas Semidecíduas e Matas Ciliares. A mineração vem modificando abruptamente os complexosrupestres de altitude no Espinhaço. Pelo valor reduzido da AOO e peladeterioração do habitat, a espécie foi enquadrada nesta categoria e sugerimos estudospopulacionais.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20rufotomentosa	Cerrado, Mata Atlântica
2399	LAURACEAE	Persea willdenovii	Kosterm.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo informação disponível, aespécie ocorre na Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e SantaCatarina, com EOO de 827.142 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20willdenovii	Cerrado, Mata Atlântica
2400	LAURACEAE	Phyllostemonodaphne geminiflora	(Mez) Kosterm.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados daBahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Existem registros decoleta em São Paulo e no Pará, fazendo com que a EOO seja 1.083.728,6 km². Segundoinformação disponível a espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllostemonodaphne%20geminiflora	Mata Atlântica
2401	LAURACEAE	Rhodostemonodaphne capixabensis	Baitello & Coe-Teix.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Aespécie ocorre no sul do estado da Bahia e no Espírito Santo, com AOO de 72 km², sujeita a cercade cinco situações de ameaça. Vivendo sobre solos arenosos na Floresta Costeira de Restinga, habitat totalmente deteriorado há décadas, e que continuasendo destruído e ameaçado por projetos imobiliários. A espécie é considerada rara e mesmo sendo encontrada em três unidades de conservação no estado Espírito Santo, encontra-se Em Perigo (EN) de extinção.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20capixabensis	Mata Atlântica
2402	LAURACEAE	Rhodostemonodaphne parvifolia	Madriñán	CR	B1ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Aespécie ocorre apenas na Reserva Ducke no município de Manaus, com EOO de 24,85 Km², sujeita a uma situação de ameaça. Ocrescimento demográfico e a expansão urbana de Manaus vêm causando alteraçõesambientais como poluição dos igarapés, e perda da biodiversidade das florestasna região, ameaçando as espécies, especialmente as com distribuição restritacomo esta.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20parvifolia	Amazônia
2403	LAURACEAE	Rhodostemonodaphne recurva	van der Werff	EN	A3c,B2ab(iii),C2a(ii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre apenas na Reserva Ducke no município de Manaus, com AOO de 28 km². Ocrescimento demográfico e a expansão urbana de Manaus vêm causando alteraçõesambientais como poluição dos igarapés, e perda da biodiversidade das florestasna região, ameaçando as espécies, especialmente as com distribuição restritacomo esta.   	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20recurva	Amazônia
2404	LAURACEAE	Urbanodendron bahiense	(Meisn.) Rohwer	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécieocorre entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, provavelmente, Bahia, com EOO de14.120,75 km², sujeita a menos de dez situações de ameaça. Ocorre em MataAtlântica, em Floresta Ombrófila Densa Montana e das Terras Baixas,habitat intensamente explorado e deteriorado, e embora presente em unidadesde conservação, a espécie pode ser considerada Vulnerável (VU).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20bahiense	Mata Atlântica
2405	LAURACEAE	Urbanodendron macrophyllum	Rohwer	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Por faltade dados a avaliação não pode ser conduzida.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20macrophyllum	Mata Atlântica
2406	LAURACEAE	Urbanodendron verrucosum	(Nees) Mez	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro com EOO de 102.394,7 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20verrucosum	Mata Atlântica
2407	LAURACEAE	Williamodendron cinnamomeum	van der Werff	CR	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Aespécie é encontrada no estado do Espírito Santo, município de Santa Teresa, somente naReserva Ecológica de Santa Lúcia, com EOO de 45,54 km². Esta unidade de conservaçãopossui vegetação em estágios avançados de sucessão, comindícios de perturbações antrópicas localizadas em áreas de antigas culturasagrícolas. As principais ameaças à reserva são a caça ilegal, asqueimadas, a poluição do rio Timbuí, que corta a estação, e que recebe resíduosde atividades agropecuárias da região e também efluentes urbanos in natura elixo da cidade de Santa Teresa. Sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Williamodendron%20cinnamomeum	Mata Atlântica
2408	LECYTHIDACEAE	Allantoma integrifolia	(Ducke) S.A.Mori et al.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Allantoma integrifolia é uma espécie até o momento conhecida apenas dos arredores de Manaus. Entretanto, é possível suspeitar que sua distribuição seja mais ampla do que as informações indicam, devido ao baixo esforço de coleta na região. Dessa forma, as informações disponíveis não permitem uma avaliação de risco consistente.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20integrifolia	Amazônia
2409	LECYTHIDACEAE	Allantoma kuhlmannii	(Ducke) S.A.Mori et al.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20kuhlmannii	Amazônia
2410	LECYTHIDACEAE	Allantoma pachyantha	(A.C.Sm.) S.A.Mori et al.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie ocorre em uma região bastante isolada e minimamente afetada pela ação humana. Suspeita-se que a distribuição da espécie seja mais ampla do que se conhece, uma vez que o esforço de coleta no oeste do Amazonas é extremamente baixo.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20pachyantha	Amazônia
2411	LECYTHIDACEAE	Allantoma pauciramosa	(W.A.Rodrigues) S.A.Mori et al.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Apesar de ser conhecida apenas em uma pequena região entre Manaus e Itacoatiara, é possível suspeitar que sua distribuição seja bem mais ampla do que se sabe atualmente. Assim, considera-se que sua distribuição geográfica não é bem conhecida, de forma que as informações disponíveis não são suficientes para uma avaliação de risco.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20pauciramosa	Amazônia
2412	LECYTHIDACEAE	Allantoma uaupensis	(Spruce ex O.Berg) S.A.Mori et al.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie é conhecida em uma única localidade. Suspeita-se que sua distribuição geográfica seja mais ampla do que se sabe atualmente. Dados insuficientes para avaliação.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20uaupensis	Amazônia
2413	LECYTHIDACEAE	Asteranthos brasiliensis	Desf.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição relativamente ampla na Amazônia brasileira, incluindo áreas isoladas e minimamente afetadas pela ação humana.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asteranthos%20brasiliensis	Amazônia
2414	LECYTHIDACEAE	Bertholletia excelsa	Bonpl.	VU	A3cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Bertholletia excelsa é uma espécie de grande valor comercial, amplamente distribuída e bastante frequente na Amazônia brasileira. Embora seja protegida por lei, B. excelsa sofre com uma forte pressão extrativista devido à coleta de suas sementes para fins industriais e de alimentação, o que já vem restringindo o recrutamento de novos indivíduos em algumas subpopulações. Além disso, a espécie vem sofrendo com um expressivo declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat em boa parte da sua distribuição, devido à expansão de atividades agropecuárias. Suspeita-se que, a despeito da proteção legal, B. excelsa sofra com a exploração madeireira devido ao seu grande porte e tronco colunar, típicos das Lecythidaceae. Assim, considerando as ameaças atuais e potenciais às quais encontra-se submetida, e estimando o tempo de geração da espécie em pelo menos 50 anos, é possível suspeitar que B. excelsa venha a sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 100 anos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertholletia%20excelsa	Amazônia
2415	LECYTHIDACEAE	Cariniana ianeirensis	R.Knuth	EN	A2cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Cariniana ianeirensis é uma árvore de grande porte muito rara, até recentemente conhecida apenas das cercanias do Rio de Janeiro. Coletas recentes ampliaram expressivamente a distribuição geográfica da espécie, mas a mesma ainda é representada por um baixo número de registros, alguns bastante antigos, e todos muito esparsamente distribuídos no território brasileiro. A maioria dos seus locais de ocorrência encontram-se severamente impactados por atividades humanas. Nos municípios de Jussari (BA) e Itaocara (RJ), 98% da cobertura original da Mata Atlântica encontram-se desmatados. Além disso, é possível suspeitar que a espécie tenha sofrido historicamente com a exploração madeireira devido ao seu grande porte e à forma colunar de seu tronco, típico das Lecythidaceae. Considerando seu grande porte, e assumindo que a espécie apresenta crescimento lento, à semelhança de outras espécies do gênero ocorrentes na Mata Atlântica, é possível suspeitar que C. ianeirensis apresente um tempo de geração de pelo menos 70 anos. Assim, levando em conta o conjunto de ameaças às quais a espécie historicamente vêm sendo submetida, é possível suspeitar que C. ianeirensis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 210 anos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20ianeirensis	Mata Atlântica
2416	LECYTHIDACEAE	Cariniana legalis	(Mart.) Kuntze	EN	A2cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Considerada a maior árvore da Mata Atlântica, Cariana legalis é amplamente distribuída no leste do Brasil. Os indivíduos da espécie apresentam tronco tipicamente colunar e podem atingir mais de 30 m de altura e 4 m de diâmetro, formando fustes de grande tamanho que se destacam em meio às árvores do dossel onde ocorrem. Além disso, C. legalis é uma espécie extremamente longeva, com indivíduos que podem atingir mais de 500 anos, e as subpopulações geralmente são compostas de vários indivíduos de grande porte, supostamente muito antigos. Dessa forma, o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 100 anos. Suspeita-se que C. legalis tenha sofrido com a exploração madeireira sistemática ao longos dos últimos séculos, devido à qualidade da sua madeira e ao tronco colunar de grandes dimensões, e que essa exploração ainda ocorra em algumas localidades. Além disso, por ocorrer em grande parte do bioma Mata Atlântica, a espécie vem sofrendo um forte declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição. Dessa forma, é possível suspeitar que C. legalis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 300 anos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20legalis	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2417	LECYTHIDACEAE	Cariniana parvifolia	S.A.Mori et al.	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Cariniana parvifolia é uma espécie com distribuição pontual no estado do Espírito Santo, sendo conhecida apenas no município de Linhares. A EOO é 535,35 km2, e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie vem sofrendo com um forte declínio na extensão e qualidade do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias, notadamente monoculturas de eucalipto e cultivo de cacau em sub-bosque de florestas nativas. Além disso, suspeita-se que C. parvifolia sofra com a exploração madeireira, devido ao seu grande porte e tronco cilíndrico sem raízes tabulares.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20parvifolia	Mata Atlântica
2418	LECYTHIDACEAE	Cariniana penduliflora	Prance	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas da localidade-tipo. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20penduliflora	Amazônia
2419	LECYTHIDACEAE	Couratari asterotricha	Prance	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Couratari asterotricha é uma espécie endêmica da Mata Atlântica conhecida por poucos registros de herbário. Apresenta distribuição restrita, com uma EOO de 2.664,28 km2, e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. C. asterotricha  está sujeita à perda e degradação de seu habitat em todas as localidades de ocorrência, devido a atividades turísticas, no município de Cabo Frio (RJ), e à expansão de atividades agropecuárias no estado do Espírito Santo. Além disso, suspeita-se que, devido à exploração madeireira, a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20asterotricha	Mata Atlântica
2420	LECYTHIDACEAE	Couratari atrovinosa	Prance	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica, distribuída de forma relativamente ampla na Amazônia brasileira.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20atrovinosa	Amazônia
2421	LECYTHIDACEAE	Couratari guianensis	Aubl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e bastante frequente na Amazônia brasileira.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20guianensis	Amazônia
2422	LECYTHIDACEAE	Couratari longipedicellata	W.A.Rodrigues	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Conhecida apenas de coletas na região de Manaus, principalmente ao longo de estradas. Suspeita-se que sua distribuição seja bem mais ampla do que se sabe atualmente.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20longipedicellata	Amazônia
2423	LECYTHIDACEAE	Couratari prancei	W.A.Rodrigues	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas do material-tipo, coletado há mais de 40 anos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20prancei	Amazônia
2424	LECYTHIDACEAE	Couratari pyramidata	(Vell.) Kunth	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Couratari pyramidata é uma árvore de grande porte com distribuição bastante restrita, ocorrendo apenas na Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro. A espécie apresenta uma EOO de 4.477,46 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. C. pyramidata vem sofrendo um declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat, principalmente nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói/Maricá, devido à expansão urbana fortemente impulsionada pela especulação imobiliária. Devido a isso e ao seu potencial uso madeireiro, é possível suspeitar que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20pyramidata	Mata Atlântica
2425	LECYTHIDACEAE	Couratari tauari	O.Berg	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie localmente comum e com distribuição relativamente ampla na Amazônia brasileira.	2012-05-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20tauari	Amazônia
2426	LECYTHIDACEAE	Couroupita guianensis	Aubl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída na Amazônia brasileira, sendo particularmente frequente no estado do Acre.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couroupita%20guianensis	Amazônia
2427	LECYTHIDACEAE	Eschweilera alvimii	S.A.Mori	EN	A2cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eschweilera alvimii é uma árvore de grande porte endêmica da Mata Atlântica, cuja distribuição em boa parte coincide com alguns dos setores mais severamente desmatados e fragmentados do domínio fitogeográfico. Suspeita-se que a espécie apresente crescimento bastante lento, com os indivíduos levando muitos anos para atingir a maturidade, e também que as subpopulações contenham indivíduos bastantes longevos. Assim, o tempo de geração de E. alvimii é estimado em cerca de 80 anos. Também é possível suspeitar que a espécie historicamente venha sofrendo com a exploração madeireira, devido ao seu tamanho e à forma característica dos troncos de Lecythidaceae, que geralmente produzem fustes grandes. Considerando, portanto, o tempo de geração da espécie e as ameaças às quais ainda encontra-se submetida, é possível suspeitar que E. alvimmi tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 240 anos.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20alvimii	Mata Atlântica
2428	LECYTHIDACEAE	Eschweilera amazoniciformis	S.A.Mori	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eschweilera amazoniciformis é uma espécie conhecida até o momento apenas na região de Manaus. Suspeita-se que sua distribuição seja bem mais ampla do que se sabe atualmente. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20amazoniciformis	Amazônia
2429	LECYTHIDACEAE	Eschweilera atropetiolata	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie localmente abundante e amplamente distribuída na Amazônia brasileira.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20atropetiolata	Amazônia
2430	LECYTHIDACEAE	Eschweilera carinata	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição relativamente ampla na Amazônia central, incluindo uma vasta região minimamente afetada pela ação humana.	2012-11-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20carinata	Amazônia
2431	LECYTHIDACEAE	Eschweilera compressa	(Vell.) Miers	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eschweilera compressa é uma espécie restrita à Mata Atlântica do litoral do estado do Rio de Janeiro. A EOO é de 1.577,86 km², e está sujeita a três situações de ameaça (município de Rio de Janeiro, Niterói/Maricá e Cabo Frio/Búzios). A espécie foi coletada em 1958 no bairro de Jacarepaguá, no município do Rio de Janeiro, o qual atualmente se encontra completamente urbanizado. Devido a isso, é possível suspeitar que E. compressa tenha sido localmente extinta, acarretando declínio na extensão de ocorrência, na área de ocupação e no número de indivíduos maduros. Também se suspeita que o habitat da espécie esteja sofrendo declínio contínuo em extensão e qualidade em todas as localidades de ocorrência, devido à expansão urbana impulsionada pela crescente especulação imobiliária. Recomenda-se a realização de ações de conservação direcionadas a E. compressa, incluindo o levantamento e monitoramento das subpopulações e do tamanho populacional, e a criação de áreas protegidas na Região dos Lagos.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20compressa	Mata Atlântica
2432	LECYTHIDACEAE	Eschweilera cyathiformis	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie localmente abundante, porém no momento conhecida apenas para a região de Manaus. Suspeita-se que sua distribuição seja mais ampla do que se sabe atualmente.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20cyathiformis	Amazônia
2433	LECYTHIDACEAE	Eschweilera obversa	(O.Berg) Miers	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eschweilera obversa apresenta distribuição ampla na Amazônia brasileira.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20obversa	Amazônia
2434	LECYTHIDACEAE	Eschweilera piresii	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica e amplamente distribuída na Amazônia brasileira.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20piresii	Amazônia
2435	LECYTHIDACEAE	Eschweilera punctata	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Embora seja conhecida no Brasil em apenas uma localidade, é possível suspeitar que E. punctata ocorra em toda a extensão entre o Acre e a Amazônia colombiana, região que abriga vastos trechos de florestas minimamente impactadas por atividades humanas.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20punctata	Amazônia
2436	LECYTHIDACEAE	Eschweilera rabeliana	S.A.Mori	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Suspeita-se que a espécie apresente uma distribuição bem mais ampla do que se conhece atualmente. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rabeliana	Amazônia
2437	LECYTHIDACEAE	Eschweilera rhododendrifolia	(R.Knuth) A.C.Sm.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Suspeita-se que a espécie se distribua de forma mais ampla na Amazônia brasileira do que é indicado pelas informações disponíveis.	2012-05-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rhododendrifolia	Amazônia
2438	LECYTHIDACEAE	Eschweilera rionegrense	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica, ocorre em áreas isoladas e minimamente perturbadas da Amazônia brasileira.	2012-05-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rionegrense	Amazônia
2439	LECYTHIDACEAE	Eschweilera roraimensis	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica, ocorre em uma região extremamente isolada da Amazônia brasileira, na fronteira com a Venezuela.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20roraimensis	Amazônia
2440	LECYTHIDACEAE	Eschweilera subcordata	S.A.Mori	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eschweilera subcordata é uma espécie bastante distinta com distribuiçãorestrita à Ilha de Marajó (PA), onde habitat bordas de florestas e savanas.Possui EOO de 506,97 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. E. subcordata vem sofrendo com um declínio contínuo na extensãoe qualidade do seu habitat devido à expansão da pecuária na Ilha de Marajó, queconcentra o maior rebanho de búfalos do Brasil. A criação de unidades deconservação que contemplem os habitats da espécie é uma medida bastantenecessária.	2012-05-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20subcordata	Amazônia
2441	LECYTHIDACEAE	Eschweilera tetrapetala	S.A.Mori	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eschweilera tetrapetala é uma espécie com distribuição restrita ao estado da Bahia, onde ocorre próxima ao litoral e na Chapada Diamantina. Possui EOO de 14.461,30 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A espécie é ameaçada pelo desmatamento na maioria dos seus locais de ocorrência. No município de Wenceslau Guimarães, onde E. tetrapetala foi coletada uma única vez há quase 20 anos, cerca de 96% da cobertura original de Mata Atlântica encontram-se desmatados. Devido a isso, é possível suspeitar que a espécie tenha sido localmente extinta, acarretando declínio na extensão de ocorrência, na área de ocupação e no número de subpopulações e de indivíduos maduros.	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20tetrapetala	Mata Atlântica
2442	LECYTHIDACEAE	Eschweilera truncata	A.C.Sm.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica e amplamente distribuída na Amazônia brasileira.	2012-05-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20truncata	Amazônia
2443	LECYTHIDACEAE	Gustavia acuminata	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica, ocorrente em regiões isoladas da Amazônia brasileira, entre o noroeste do Amazonas e Roraima. Suspeita-se que ocorra ao longo de toda a fronteira com a Venezuela.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20acuminata	Amazônia
2444	LECYTHIDACEAE	Gustavia erythrocarpa	S.A.Mori	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas pelo material-tipo. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20erythrocarpa	Amazônia
2445	LECYTHIDACEAE	Gustavia longepetiolata	Huber	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie conhecida por apenas uma localidade na Amazônia. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-05-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20longepetiolata	Amazônia
2446	LECYTHIDACEAE	Lecythis barnebyi	S.A.Mori	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lecythis barnebyi é conhecida no momento apenas para a região de Manaus, onde foi coletada em beiras de estradas e em algumas poucas áreas onde houve amostragens intensivas da vegetação. Suspeita-que que seja bem mais amplamente distribuída do que as informações disponíveis indicam. Entretanto, o conhecimento limitado sobre a distribuição geográfica de L. barnebyi impede que a espécie seja avaliada de forma consistente quanto ao seu risco de extinção.	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20barnebyi	Amazônia
2447	LECYTHIDACEAE	Lecythis brancoensis	(R.Knuth) S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lecythis brancoensis é conhecida em apenas duas localidades na Amazônia brasileira. Entretanto, é possível suspeitar que a espécie ocorra em toda a região entre seus dois pontos de ocorrência, o que inclui vastos trechos de florestas minimamente impactadas por atividades humanas.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20brancoensis	Amazônia
2448	LECYTHIDACEAE	Lecythis lanceolata	Poir.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, frequente dentro da sua distribuição e contemplada por algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20lanceolata	Mata Atlântica
2449	LECYTHIDACEAE	Lecythis lurida	(Miers) S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo ao longo de grande parte da Costa Atlântica e na região amazônica.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20lurida	Mata Atlântica, Amazônia
2450	LECYTHIDACEAE	Lecythis parvifructa	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lecythis parvifructa é uma espécie localmente comum, conhecida apenas para os arredores de Manaus. Entretanto, suspeita-se que se distribua de forma mais ampla do que se sabe atualmente.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20parvifructa	Amazônia
2451	LECYTHIDACEAE	Lecythis prancei	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie localmente abundante. Apesar de ser conhecida apenas para os arredores de Manaus, suspeita-se que sua distribuição seja mais ampla do se sabe atualmente.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20prancei	Amazônia
2452	LECYTHIDACEAE	Lecythis retusa	Spruce ex O.Berg	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla na Amazônia brasileira.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20retusa	Amazônia
2453	LECYTHIDACEAE	Lecythis schomburgkii	O.Berg	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica, com distribuição ampla na Amazônia brasileira.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20schomburgkii	Cerrado, Amazônia
2454	LECYTHIDACEAE	Lecythis schwackei	(R.Knuth) S.A.Mori	EN	A2c	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lecythis schwackei é uma espécie raríssima, representada por um baixo número de registros esparsamente distribuídos entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espécie ocorre em Florestas Semidecíduas e Cerrados, ambos habitats gravemente afetados pela ação humana. No município de Campos dos Goytacazes (RJ), no qual a espécie foi coletada há mais de 30 anos, 94% da cobertura original da Mata Atlântica encontram-se desmatados, o que permite suspeitar que L. schwackei tenha sido extinta localmente. Suspeita-se também que a espécie apresente crescimento lento, à semelhança de outras espécies da família Lecythidaceae, o que permite estimar seu tempo de geração em pelo menos 50 anos. Assim, considerando a grave e contínua degradação dos seus habitats, é possível suspeitar que L. schwackei tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 150 anos.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20schwackei	Mata Atlântica, Cerrado
2455	LECYTHIDACEAE	Lecythis serrata	S.A.Mori	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Lecythis serrata é conhecida em apenas duas localidades na Amazônia brasileira. Entretanto, é possível suspeitar que a espécie ocorra em toda a área entre esses dois pontos de ocorrência, o que inclui vastas áreas de florestas minimamente perturbadas pela ação humana.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20serrata	Amazônia
2456	LEJEUNEACEAE	Blepharolejeunea securifolia	(Steph.) R.M.Schust.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, e no país ocorre em Floresta Ombrófila apenas no Parque Nacional de Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. Apesar de não haver informação sobre a distribuição das subpopulações, suspeita-se que esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça por apresentar EOO restrita a 273,88 km² e estar sujeita às frequentes queimadas que acometem a região. Recomendam-se mais estudos e coleta para a espécie.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharolejeunea%20securifolia	Mata Atlântica
2457	LEJEUNEACEAE	Bromeliophila natans	(Steph.) R.M.Schust.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e da Mata Atlântica, ocorrendo nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Tem AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As três localidades onde foi coletada (municípios de Cananéia, Ubatuba e Mauá), sofrem pressão antrópica causada principalmente pela especulação imobiliária e pelo turismo, responsáveis pelo declínio na AOO e na qualidade do hábitat da espécie. Além disso, suspeita-se que a subpopulação do Estado do Rio de Janeiro esteja extinta, uma vez que, depois de extensivas buscas empreendidas para a espécie, não foi possível reencontrá-la.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromeliophila%20natans	Mata Atlântica
2458	LEJEUNEACEAE	Bryopteris diffusa	(Sw.) Nees	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição neotropical e no Brasil é amplamente distribuída.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bryopteris%20diffusa	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2459	LEJEUNEACEAE	Bryopteris filicina	(Sw.) Nees	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição neotropical e no Brasil é amplamente distribuída.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bryopteris%20filicina	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
2460	LEJEUNEACEAE	Drepanolejeunea aculeata	Bischl.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e da Mata Atlântica, ocorrendo no Estado de São Paulo e, possivelmente, Rio de Janeiro. Tem EOO de 276,62 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O desmatamento histórico do bioma Mata Atlântica em São Paulo é um fator-chave para a perda da qualidade do hábitat da espécie, assim como para o declínio em sua EOO e AOO. Recomendam-se estudos mais detalhados abordando a distribuição da espécie, que teve sua última coleta no ano de 1922.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drepanolejeunea%20aculeata	Mata Atlântica
2461	LEJEUNEACEAE	Leptolejeunea obfuscata	(Spruce) Steph.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptolejeunea%20obfuscata	Amazônia, Cerrado
2462	LEJEUNEACEAE	Myriocoleopsis fluviatilis	(Steph.) E.Reiner & Gradst.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é de Floresta Ombrófila Densa do Brasi Brasil, ocorrendo nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Tem EOO de 5.712,06 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Seus municípios de ocorrência, como Iporanga (SP) e Blumenau (SC), apresentam áreas severamente fragmentadas por atividades agrícolas e de pecuária, que impossibilitam a reprodução da espécie, causam declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myriocoleopsis%20fluviatilis	Mata Atlântica
2463	LEJEUNEACEAE	Pycnolejeunea papillosa	X.-L. He	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição no Brasil.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pycnolejeunea%20papillosa	Amazônia
2464	LEJEUNEACEAE	Verdoornianthus griffinii	Gradst.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verdoornianthus%20griffinii	Amazônia, Mata Atlântica
2465	LEJEUNEACEAE	Vitalianthus bischlerianus	(Porto & Grolle) R.M.Schust. & Giancotti	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vitalianthus%20bischlerianus	Mata Atlântica
2466	LENTIBULARIACEAE	Genlisea aurea	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Genlisea aurea caracteriza-se por ervasaquáticas ou rupícolas, anuais, hermafroditas, e apresentam síndrome depolinização entomófila. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e MataAtlântica, em Campos Rupestres, Campos de Altitude, áreas pantanosas e margensde córregos, formando pequenos agrupamentos descontínuos, distribuindo-seamplamente pelo território brasileiro, entre 1.300 e 1.500 m de altitude. ApresentaEOO de 824.027,8 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Apesar de seushabitats de ocorrência estarem em constante supressão, não existe uma ameaçadireta que coloque a espécie em risco. Devido a sua distribuição disjunta epontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaçaem avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20aurea	Mata Atlântica, Cerrado
2467	LENTIBULARIACEAE	Genlisea filiformis	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Genlisea filiformis caracteriza-sepor ervas aquáticas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaçãoentomófila. Não é endêmica do Brasil. Amplamente distribuída, ocorre nos biomasAmazônia, Cerrado e Caatinga, em Campos Úmidos e Campos Rupestres, entre100 e 900 m de altitude. Apresenta EOO de 1.763.680,7 km². Protegida por unidadesde conservação (SNUC). Apesar da fragmentação intensiva que seus habitats vêm sofrendoao longo dos anos, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco deextinção. Bem representada em coleções científicas, inclusive por coletasrecentes. Sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20filiformis	Amazônia, Cerrado, Caatinga
2468	LENTIBULARIACEAE	Genlisea lobata	Fromm	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Genlisea lobata se caracteriza por ervas, anuais, hermafroditas, e apresenta polinização provavelmente entomófila. É endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, restrita aos biomas Cerrado e Mata Atlântica, habitando preferencialmente Campos de Altitude e afloramentos rochosos (inselbergues). Tem AOO de 36 km² e encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça: exploração madeireira, prática de monoculturas, pecuária com a consequente invasão de espécies exóticas, reflorestamentos homogêneos e, particularmente no Parque Nacional do Caparaó, os constantes incêndios que acometem a região. Apresenta distribuição restrita e pontual. É pouco representada em coleções científicas. São necessários investimentos em pesquisa científica e maior esforço de coleta nas suas áreas de ocorrência.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20lobata	Mata Atlântica
2469	LENTIBULARIACEAE	Genlisea repens	Benj.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Genlisea repens caracteriza-sepor ervas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinização entomófila. Não éendêmica do Brasil. Apesar de sua distribuição disjunta e pontual, sua área deocorrência é extremamente ampla, ocorrendo do Estado do Tocantins até o Paraná,nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, em Savanas úmidas, banhados,campos brejosos, leito de rios e alagados. Apresenta EOO de 1.622.824,1 km².Devido a sua ampla distribuição em território nacional, a diversidade dehabitat onde se desenvolve, estar protegida por unidades de conservação (SNUC), e pornão haver ameaça direta que a coloque em risco de extinção, não encontra-se ameaçada noâmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20repens	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2470	LENTIBULARIACEAE	Genlisea violacea	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Genlisea violacea caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou rupícolas, anuais,hermafroditas, e apresentam polinização entomófila. Ocorre desde o município dePalmeiras, na região central do Estado da Bahia até a porção sul do Paraná, nosbiomas Mata Atlântica e Cerrado, em Campo Rupestre, Cerrados, áreas alagadas emargens de rios, entre 400 e 2.000 m. Apresenta EOO de 187.133,3 km². Protegidapor unidades de conservação (SNUC). Apesar de seus habitats estarem em constantesupressão, não há uma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20violacea	Mata Atlântica, Cerrado
2471	LENTIBULARIACEAE	Utricularia biovularioides	(Kuhlm.) P.Taylor	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utriculariabiovularioides caracteriza-se por ervas aquáticas,anuais, hermafroditas. Endêmica do Brasil. Segundo Forzza et al. (2012) ocorre na Amazônia, Cerrado e Pantanal, nos Estadosdo Amazonas, Mato Grosso e Goiás, porém existe apenas um registro de coleta (H.S.Irwin et al. 32717) para Goiás,próximo a Alto Paraíso, Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, semlocalidade definida. O material tipo da espécie foi perdido, mas faziareferência para o Amazonas. Com os dados disponíveis para a espécie não épossível elaborar uma avaliação de risco confiável.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20biovularioides	Cerrado
2472	LENTIBULARIACEAE	Utricularia erectiflora	A.St.-Hil. & Girard	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utriculariaerectiflora caracteriza-se por ervas aquáticas outerrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentam síndrome de polinizaçãoentomófila. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado e MataAtlântica, distribuindo-se amplamente no Estado de Roraima até Santa Catarina, preferencialmenteem áreas campestres úmidas de Cerrado, e zona litorânea, entre 100 e 800 m dealtura. Apresenta EOO de 4.486.633 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Devidoa sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmentelevará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20erectiflora	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2473	LENTIBULARIACEAE	Utricularia flaccida	A.DC.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia flaccida caracteriza-se por ervas aquáticas ou rupícolas, perenes, e apresentamsíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Estado da Bahia. Ocorre nosbiomas Caatinga e Cerrado, em Campos Rupestres úmidos, nas cercanias do Morrodo Chapéu, Pico das Almas e Jacobina, entre 850 e 1.850 m de altitude. ApresentaAOO de 152 km². Apesar de bem representada em coleções científicas, ampladistribuição na Bahia, e protegidapelas unidades de conservação (SNUC), Parque Nacional da Chapada Diamantina e ParqueEstadual do Morro do Chapéu, encontra-se em constante ameaça devido a intensaatividade agrícola, formação de pastagens, queimadas, extração irregular demadeira e ocupação desordenada de terras, sendo necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de monitorar as subpopulações, certificar a viabilidade populacional eevitar que se torne uma espécie ameaçada em um futuro próximo.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20flaccida	Caatinga, Cerrado
2474	LENTIBULARIACEAE	Utricularia foliosa	L.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia foliosa caracteriza-se por ervas aquáticas, flutuantes, perenes, hermafroditas, eapresenta síndrome de polinização entomófila. Ocorre nos biomas Amazônia, MataAtlântica, Caatinga, Pantanal, Cerrado e Campos Sulinos. Amplamente distribuídaem todo o território brasileiro. Apresenta EOO de 5.987.952 km². Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20foliosa	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
2475	LENTIBULARIACEAE	Utricularia hydrocarpa	Vahl	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia hydrocarpacaracteriza-se por ervas aquáticas, perenes, hermafroditas, e apresentamsíndrome de polinização entomófila. Não é endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasCerrado, Mata Atlântica e Pantanal, em lagoas e corpos d?água, até 700 m dealtitude. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de 841.347,5 km². Protegida por unidade de conservação (SNUC). Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20hydrocarpa	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
2476	LENTIBULARIACEAE	Utricularia longifolia	Gardner	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia longifoliacaracteriza-se por ervas, perenes, hermafroditas, e apresentam polinizaçãoentomófila. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e MataAtlântica, distribui-se desde o norte do Estado da Bahia até o litoral sul deSão Paulo, desenvolve-se em Campos Rupestres, Campos de Altitudes, inselberguese em ambientes rochosos úmidos associada à Sphagnum, entre 0 e 1.000 m dealtitude. Apresenta EOO de 494.997 km². Não ameaçada no âmbito nacional. Apresentaampla distribuição, está protegida por unidades de conservação (SNUC), é bemrepresentada em coleções científicas, e não há nenhuma ameaça direta a espécie.Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20longifolia	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2477	LENTIBULARIACEAE	Utricularia nigrescens	Sylvén	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia nigrescens caracteriza-se por ervas aquáticas ou terrícolas,perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinização entomófila.Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, emcampos arenosos úmidos, até 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de1.115.612,9 km². Amplamente distribuída. Não apresenta ameaça direta que possacolocá-la em risco de extinção. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20nigrescens	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2478	LENTIBULARIACEAE	Utricularia trichophylla	Spruce ex Oliv.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia trichophylla caracteriza-sepor ervas aquáticas ou terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentamsíndrome de polinização entomófila. Não é endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasAmazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, em áreas pantanosas, entre50-1.400 m de altitude. Apresenta EOO de 4.143.295,7 km². Amplamentedistribuída. Protegida por unidade de conservação (SNUC). Não apresenta ameaça direta que possacolocá-la em risco de extinção. Devido a sua distribuiçãodisjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categoriasde ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20trichophylla	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
2479	LENTIBULARIACEAE	Utricularia tridentata	Sylvén	VU	B1ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utriculariatridentata é caracterizada por ervas terrestres, perenes, e apresenta síndrome de polinização provavelmente entomófila. Não é endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Rio de Janeiro e Paraná, em Campos Úmidos, banhados, em beira de regatos e cachoeiras, preferencialmente em áreas alagadas da região Sul do Brasil, entre 1.100 e 2.000 m de altitude. Tem EOO de 8.941,18 km² e seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. É protegida pelo Parque Nacional do Caparaó e Parque Nacional de Itatiaia. Embora pouco representada em coleções científicas, apresenta coletas recentes no Rio Grande do Sul. São necessários investimentos em pesquisa científica e maior esforço de coleta nas áreas de ocorrência da espécie a fim de se certificar a existência de suas subpopulações.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20tridentata	Cerrado, Mata Atlântica
2480	LENTIBULARIACEAE	Utricularia warmingii	Kamienski	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Utricularia warmingii caracteriza-se por ervasaquáticas e/ou rupícolas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaçãoentomófila. Não endêmica do Brasil. Restrita do bioma Cerrado. Segundo Forzza etal. (2012) ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul eMinas Gerais, porém existem algumas incongruências: não há nenhum registro decoleta da espécie para o Estado de Minas Gerais, os dados de coleta dosexemplares de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão incompletos e comlocalidade de coleta indefinida, e existe ainda um exemplar para São Paulo (M.Kuhlmann s.n.) datado de 1939 coletado no município de Lorena. Devido aincongruências na distribuição geográfica da espécie e a incerteza dos dadosexistentes, necessita-se de investimento em pesquisa científica e esforços de coleta afim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção, para uma avaliação de risco robusta e confiável.	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20warmingii	Cerrado
2481	LEPIDOZIACEAE	Paracromastigum dusenii	(Steph.) R.M.Schust.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil, e no país sua distribuição se limita ao Estado do Rio de Janeiro, tendo sido encontrada em altitudes que variam entre 2.350 e 2.400 m. Tem EOO de 273,94 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando que sua região de ocorrência sofre com as frequentes queimadas, responsáveis pelo declínio na área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paracromastigum%20dusenii	Mata Atlântica
2482	LIMNOCHARITACEAE	Limnocharis laforesti	Griseb.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Limnocharis laforesti não é endêmica do Brasil. Aqui, ocorre amplamente distribuída em ambientes úmidos e alagados, nos Estados do Amapá, Pará, Acre, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foi registrada em diversas fitofisionomias ao longo dos domínios fitogeográficos Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal. Por sua ampla distribuição, em diversas tipologias de vegetação ao longo de quatro grandes domínios fitogeográficos brasileiros, L. laforesti foi considerada como ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Limnocharis%20laforesti	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal
2483	LINACEAE	Cliococca selaginoides	(Lam.) Rogers & Mildner	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. selaginoides é uma herbácea do Sul do Brasil. Apresenta tolerância a grande variação altitudinal, ocorrendo em ambientes abertos como a Restinga e os Campos de Altitude. Embora a espécie esteja ameaçada pela invasão de espécies exóticas e o pastejo, possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cliococca%20selaginoides	Mata Atlântica
2484	LINACEAE	Linum carneum	A.St.-Hil.	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"L. carneum é uma herbácea com ocorrência em formações campestres da Mata Atlântica do Sul e Sudeste. Embora a EOO seja grande, as coletas botânicas são bastante antigas, com exceção da mais recente feita em 1991. Não foi obtido informações sobre o tamanho e estrutura populacional, assim a espécie é categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20carneum	Mata Atlântica
2485	LINACEAE	Linum erigeroides	A.St.-Hil.	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"L. eringeroides é uma herbácea com ocorrência em formações campestres de três Estados brasileiros, porém são conhecidas poucas coletas botânicas. Foi possível obter informações sobre o habitat da espécie, porém não há informações sobre o tamanho e a estrutura populacional, de modo que a espécie é categorizada como ""Deficiente de dados""."	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20erigeroides	Mata Atlântica
2486	LINACEAE	Linum littorale	A.St.-Hil.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. littorale é uma herbácea com ocorrência em formações campestres da Mata Atlântica e Cerrado. Os registros botânicos mostram sua distribuição desde a região Sul até o Sul da Bahia. Assim, a espécie possui EOO superior que 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20littorale	Cerrado, Mata Atlântica
2487	LINACEAE	Linum smithii	Mildner	EN	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Linum smithii é uma herbácea da região Sul do Brasil, que se desenvolve em locais úmidos das Formações Campestres. Com um único registro botânico conhecido, a espécie foi considerada rara em avaliação de risco publicada para o Estado de Santa Catarina. Tem EOO de 287,28 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Sua região de ocorrência encontra-se sob forte pressão antrópica, causada especialmente pela atividade agropecuária. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20smithii	Mata Atlântica
2488	LINDERNIACEAE	Micranthemum umbrosum	(Walter ex J.F.Gmel.) S.F.Blake	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Micranthemum umbrosum não é endêmica do Brasil, ocorrendo aqui amplamente distribuída (EOO=2.763.794,5 Km²) nos domínios fitogeográficos Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos). Possui registros nos Estados do Pará, Amazonas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Praná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com populações protegidas em unidades de conservação (SNUC) e pela sua ampla distribuição em quatro grandes domínios fitogeográficos brasileiros, M. umbrosum foi considerada nesse momento ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthemum%20umbrosum	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2489	LOASACEAE	Aosa parviflora	(Schrad. ex DC.) Weigend	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Aosa parviflora é uma espécie ruderal, invasora em diversas regiões do Brasil. Conhecida popularmente como ""cansação"", ocorre com frequência em ambientes degradados, formando populações enormes e dominantes na paisagem, como reporta o especialista M. Bovini para a Ilha das Cagarras, no Rio de Janeiro. Seu aparente diminuto esforço de coleta pode ser atribuído principalmente ao fato de ser uma planta invasora e difícil de ser coletada por ser altamente urticante, com uma ampla distribuição entre os Estados da Bahia e São Paulo, em diversas tipologias vegetacionais, a espécie foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aosa%20parviflora	Mata Atlântica
2490	LOASACEAE	Aosa uleana	(Urb. & Gilg) Weigend	CR	B2ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Aosa uleana é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente dentro dos limites do Parque Nacional de Itatiaia (RJ). A única subpopulação hoje conhecida desta espécie foi reencontrada às margens de uma trilha muito frequentada por turistas, em Floresta Ombrófila Densa a cerca de 1.500 m de altitude, depois de mais de 50 anos sem coleções. De ocorrência extremamente pontual, A. uleana apresenta AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. Mesmo legalmente protegida por uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, a subpopulação da espécie sofre com a proximidade de uma das trilhas mais movimentadas do Parque, estando suscetível ao declínio contínuo na qualidade de seu hábitat. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aosa%20uleana	Mata Atlântica
2491	LOASACEAE	Blumenbachia eichleri	Urb.	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Blumenbachia eichleri é endêmica do Brasil, com registros em Florestas Ombrófilas Densas e áreas alteradas nos Estados da região Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Aparentemente, não é uma espécie abundante, uma vez que seu último registro de coleta foi feito a cerca de 16 anos, e as fitofisionomias florestais nos estados em que ocorrem estão altamente fragmentadas e descaracterizadas. Contudo, informações de herbário informam que a espécie pode ser encontrada em áreas alteradas, porém com uma baixa frequência. Pelo atual estado de conservação das florestas nos Estados de sua ocorrência, aliada a  escassez de registros recentes, B. eichleri  foi considerada ""Quase Ameaçada"" (NT). Recomenda-se o empreendimento de pesquisas relacionadas a sua distribuição e dinâmica populacional, a fim de se obter dados quantitativos que auxiliem em uma avaliação de risco mais precisa."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blumenbachia%20eichleri	Mata Atlântica
2492	LOASACEAE	Blumenbachia scabra	(Miers) Urb.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Blumenbachia scabra ocorre amplamente distribuída nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em Florestas Ombrófilas Densas, Mistas e Formações Campestre, além de ambientes alterados, parece ocorrer em bordas de florestas, ao longo de estradas e clareiras na Floresta Pluvial. Foi considerada ""Extinta"" (EX) em São Paulo, porém isso pode ser atribuído a um baixo esforço de coleta direcionado as espécies desta família, muitas vezes ruderais e altamente urticantes. Subpopulações deste táxon se encontram protegidas por unidade de conservação (SNUC) ao longo de sua distribuição,e a espécie parece formar densos agrupamentos. Por estes motivos, B. scabra foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blumenbachia%20scabra	Mata Atlântica
2493	LOGANIACEAE	Spigelia aceifolia	Woodson	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Spigelia aceifolia é uma planta herbácea encontrada apenas na região da Serra do Cipó (MG), portanto, com uma distribuição restrita (EOO=3.210,39 km² e AOO=40 km²). Suspeita-se que seja rara, uma vez que, apesar de a serra ser bastante estudada por taxonomistas, há poucos registros da espécie e apenas uma coleta nos últimos 10 anos. O registro da espécie para o município de Diamantina (MG), distante do restante das coletas, indica a suspeita de que S. aceifolia tem uma população severamente fragmentada e, além disso, está ameaçada pelo turismo descontrolado na região da Serra do Cipó. Dessa maneira, S. aceifolia é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20aceifolia	Cerrado
2494	LOGANIACEAE	Spigelia amplexicaulis	E.F.Guim. & Fontella	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie herbácea encontrada de maneira disjunta na região de Itatiaia (RJ), e nos Estados do Espírito Santo, Bahia e, possivelmente, São Paulo, com AOO de 28 km². Por ter distribuição disjunta, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada. Além disso, ocorre em áreas que sofrem diversas ameaças, como a alta frequência de incêndios no Parque Nacional de Itatiaia. Tais ameaças poderiam levar ao declínio populacional da espécie até sua extinção, o que é evidenciado pela ausência de coletas nos últimos 20 anos. Dessa maneira, S. amplexicaulis é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20amplexicaulis	Mata Atlântica
2495	LOGANIACEAE	Spigelia cipoensis	Zappi	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"S. cipoensis é uma espécie herbácea endêmica da região da Serra do Cipó (MG), conhecida apenas pela coleta-tipo. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça: o turismo desordenado. Suspeita-se que seja bastante rara, uma vez que foi coletada apenas uma vez e há mais de 20 anos. Dessa maneira, S. cipoensis é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20cipoensis	Cerrado
2496	LOGANIACEAE	Spigelia flava	Zappi & Harley	VU	D2	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Spigelia flava é uma espécie endêmica da região de Pico das Almas (BA). Está sujeita a uma situação de ameaça: a alta frequência de fogo na região associada a atividades agropecuárias. Dessa maneira, S. flava é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20flava	Caatinga, Cerrado
2497	LOGANIACEAE	Spigelia kleinii var. paranaensis	E.F.Guim. & Fontella	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Essa variedade é endêmica do Estado do Paraná, encontrada em campos associados à Mata Atlântica. Apesar disso, não há registros de ocorrência para a espécie, de maneira que não é possível avaliar seu risco de extinção. Dessa maneira, essa espécie é considerada como ""Deficiente de dados"" (DD). Futuros estudos devem verificar os locais onde a espécie ocorre e seu estado atual de conservação."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20kleinii%20var.%20paranaensis	Mata Atlântica
2498	LOGANIACEAE	Spigelia kuhlmannii	E.F.Guim. & Fontella	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"S. kuhlmannii é uma espécie encontrada na Caatinga baiana, com uma distribuição bastante restrita (EOO=1.832,08 km² e AOO=32 km²). Tem uma distribuição disjunta entre os municípios de Senhor do Bonfim e Ruy Barbosa, de maneira que se suspeita que a população seja severamente fragmentada. Além disso, a Caatinga vem sofrendo diversas ameaças, como a perda de hábitat para a agropecuária. Dessa maneira, S. kuhlmannii é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20kuhlmannii	Caatinga
2499	LOGANIACEAE	Spigelia lundiana	A.DC.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Spigelia lundiana é uma espécie endêmica da Serra da Piedade (MG), com distribuição bastante restrita (AOO=12 km²). Está sujeita a três situações de ameaça, sendo uma delas a perda de hábitat para a agropecuária. Além de não ter registro em unidades de conservação (SNUC), não é coletada há mais de 20 anos, o que pode evidenciar sua raridade. Dessa maneira, S. lundiana é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20lundiana	Mata Atlântica, Cerrado
2500	LOGANIACEAE	Spigelia reitzii	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Spigelia reitzii é uma espécie herbácea encontrada na Mata Atlântica dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Apesar disso, tem poucas coletas, indicando sua raridade, sua AOO é de 28 km² e sua população é severamente fragmentada. Ademais, ocorre em uma região que sofre intensa pressão antrópica e perda de hábitat. Dessa maneira, S. reitzii é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20reitzii	Mata Atlântica
2501	LOGANIACEAE	Spigelia sellowiana	Cham. & Schltdl.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie encontrada apenas em Minas Gerais, nas Serras da Canastra e da Serra do Cipó. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante  devido ao grande número de coletas. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20sellowiana	Mata Atlântica, Cerrado
2502	LOGANIACEAE	Spigelia vestita	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie endêmica da Mata Atlântica do Estado do Paraná, com distribuição bastante restrita (EOO=801,76 km² e AOO=12 km²). Está sujeita a três situações de ameaça, sendo uma delas espécies exóticas invasoras nos Campos de Altitude. Dessa maneira, S. vestita é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20vestita	Mata Atlântica
2503	LOGANIACEAE	Strychnos bicolor	Progel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada em regiões de maiores altitudes de Cerrado. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20bicolor	Mata Atlântica, Cerrado
2504	LOGANIACEAE	Strychnos gardneri	A.DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, a espécie é amplamente distribuída, sendo encontrada em Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, por ser uma espécie medicinal, novos estudos devem ser feitos para se avaliar o impacto da sobre-exploração em suas subpopulações."	2012-08-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20gardneri	Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado
2505	LOGANIACEAE	Strychnos nigricans	Progel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie afrodisíaca amplamente distribuída encontrada em diversos Estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-03-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20nigricans	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
2506	LOGANIACEAE	Strychnos rubiginosa	A.DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada em diversos Estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-03-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20rubiginosa	Caatinga, Cerrado
2507	LOGANIACEAE	Strychnos trinervis	(Vell.) Mart.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie medicinal amplamente distribuída encontrada na Mata Atlântica e no Cerrado do Nordeste ao Sul do Brasil. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica e ter sofrido redução populacional na Paraíba, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20trinervis	Mata Atlântica, Cerrado
2508	LYCOPODIACEAE	Huperzia aqualupiana	(Spring) Rothm	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Huperzia aqualupiana não é endêmica do Brasil. Em território nacional, sua ocorrência é restrita (EOO=265,22 km²) às áreas de Floresta Ombrófila Densa do município de Santa Maria do Salto, no Estado de Minas Gerais. A localidade foi considerada como única situação de ameaça. A região sofre com os efeitos da perda e degradação de hábitat que afetam diretamente a sobrevivência da espécie na natureza. Assim, H. aqualupiana foi avaliada como ""Em Perigo"" (EN)."	2013-06-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20aqualupiana	Mata Atlântica
2509	LYCOPODIACEAE	Huperzia biformis	(Hook.) Holub	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"H. biformis é uma pteridófita epífita, encontrada apenas em florestasmontanas, geralmente em locais úmidos. Apesar de ocorrer em áreas que sofremameaças como incêndio e perda de habitat, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC).A espécie possui diversas coletas, o que poderia indicar uma alta densidadeabsoluta. Dessa maneira H. biformis é considerada como uma espécie ""Menos preocupante"" (LC) quanto ao risco de extinção."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20biformis	Mata Atlântica
2510	LYCOPODIACEAE	Huperzia catharinae	(Christ) Holub	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"H. catharinae é uma pteridófita conhecida apenas pelo material tipo, coletado na Serra do Oratório, Santa Catarina. Atualmente a paisagem da região encontra-se bastante fragmentada pela atividade agropecuária e agricultura. Supõe-se até que a espécie possa estar extinta, de maneira que novos estudos devem ser realizados com o objetivo de se buscar novos registros para espécie. Dessa maneira, H. catharinae é considerada ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20catharinae	Mata Atlântica
2511	LYCOPODIACEAE	Huperzia christii	(Silveira) Holub	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma pteridófita encontrada em diversos Estados, sempre em locais abertos e úmidos. Dispõe de poucos registros de coleta, de maneira que se suspeita que tenha subpopulações pequenas. Por ocorrer em um ambiente bastante específico, a espécie não somente tem uma AOO restrita (48 km²), como também suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada. Além disso, os Campos de Altitude das Regiões Sul e Sudeste do Brasil são alvos de constantes ameaças. Por exemplo, os campos do Parque Nacional de Itatiaia sofrem constantes incêndios, que podem causar declínio de qualidade do hábitat da espécie. Dessa maneira, H. christii é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20christii	Mata Atlântica
2512	LYCOPODIACEAE	Huperzia flexibilis	(Fée) B.Ollg.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma epífita encontrada em diversos pontos próximos ao litoral brasileiro. Apesar de ocorrer em áreas que sofreram e sofrem  intensa pressão antrópica, H. flexibilis é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Seu grande número de coletas poderia indicar que é uma espécie frequente na Mata Atlântica. Dessa maneira, H. flexibilis é considerada como uma espécie ""Menos preocupante"" (LC) quanto ao risco de extinção."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20flexibilis	Mata Atlântica
2513	LYCOPODIACEAE	Huperzia fontinaloides	(Spring) Trevis.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma pteridófita epífita ou rupícola, encontrada em diversas fisionomias florestais, geralmente em altas altitudes. Apesar de ocorrer em uma região que sofre intensa atividade antrópica, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas no Paraná e em Santa Catarina, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Menos preocupante"" (LC) quanto ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações de Minas Gerais e de São Paulo devem ser melhor avaliadas, pois podem ser reprodutivamente isoladas das demais."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20fontinaloides	Mata Atlântica
2514	LYCOPODIACEAE	Huperzia hemleri	(Nessel) B. Ollg.	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia hemleri é uma espécie endêmica do município de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro, onde há apenas duas coletas sem data, uma das quais realizada em uma unidade de conservação (SNUC). Entretanto, o município onde a espécie ocorre perdeu 75% de suas áreas nativas de Mata Atlântica, que hoje é encontrada em forma de poucos fragmentos. A AOO é 4 km². Dessa maneira, H. hemleri é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20hemleri	Mata Atlântica
2515	LYCOPODIACEAE	Huperzia hexasticha	B.Ollg. & P.G.Windisch	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20hexasticha	Mata Atlântica
2516	LYCOPODIACEAE	Huperzia itambensis	B. Ollg. & P.G.Windisch	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"H. itambensis, como o epíteto específico sugere, ocorre nas imediações do Pico do Itambé, na Cadeia do Espinhaço (MG). Tem, portanto, EOO restrita (384,33 km²). Essa região vem sofrendo diversas ameaças, como a especulação imobiliária e o turismo desordenado, configurando declínio da qualidade de hábitat da espécie. H. itambensis está sujeita a quatro situações de ameaça, sugeridas pelo número de subpopulações encontradas. Dessa maneira, H. itambensis é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20itambensis	Mata Atlântica
2517	LYCOPODIACEAE	Huperzia martii	(Wawra) Holub	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia martii é uma pteridófita rara, encontrada apenas em Ilhéus (BA), Cachoeira do Itapemirim e Castelo (ES) e, possivelmente, Serra do Cipó (MG). Tem uma área de ocupação bastante pequena (AOO=28 km²), que possivelmente reflete sua raridade. Por ocorrer em áreas distantes entre si, suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada. Apesar de estar presente em duas unidades de conservação (SNUC), os demais locais onde a espécie foi registrada sofrem com diversas ameaças, como a perda de hábitat. Dessa maneira, H. martii é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20martii	Mata Atlântica, Cerrado
2518	LYCOPODIACEAE	Huperzia mollicoma	(Spring) Holub	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia mollicoma é encontrada em áreas montanas das regiões Sudeste e Sul do Brasil. Entretanto tem poucas coletas, o que pode refletir sua raridade. Sua AOO é de 28 km². Devido ao fato de as subpopulações estarem distantes entre si, suspeita-se que sejam severamente fragmentadas. Apesar de aparecer em duas unidades de conservação (SNUC), H. mollicoma ocorre em locais que sofrem intensas ameaças, como o turismo desordenado nos Campos de Altitude do Estado do Paraná. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20mollicoma	Mata Atlântica
2519	LYCOPODIACEAE	Huperzia mooreana	(Baker) Holub	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia mooreana é uma pteridófita que, até 2005, era conhecida apenas dos Campos Rupestres da região da Chapada Diamantina (BA). Entretanto, recentemente, foi coletada em Biritiba Mirim (SP). Novos estudos devem ser feitos para se verificar o estado de conservação dessa subpopulação, uma vez que se suspeita que ela seja isolada geneticamente das subpopulações baianas. Tem AOO de 76 km² e suas subpopulações sofrem com o declínio da qualidade do hábitat, em consequência de queimadas frequentes no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Dessa maneira, H. mooreana é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20mooreana	Mata Atlântica
2520	LYCOPODIACEAE	Huperzia nuda	(Nessel) B.Ollg. & P.G.Windisch	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia nuda é uma espécie não endêmica do Brasil, encontrada também nas regiões andinas. No Brasil, ocorre em altitudes superiores a 1.000 m, na região de Itatiaia (RJ, MG), Serra da Bocaina (SP) e Ibitiraquire (PR). Tem poucas coletas, indicando que é rara, e AOO de 28 km². Por ocorrer em altas altitudes, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre as subpopulações deve ser quase nulo. As áreas de altitude no Sul e no Sudeste do Brasil sofrem com intensas ameaças, como os incêndios frequentes e de origem antrópica e o turismo desordenado, configurando declínio da qualidade do hábitat. Dessa maneira, H. nuda é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20nuda	Mata Atlântica
2521	LYCOPODIACEAE	Huperzia quadrifariata	(Bory) Rothm.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie encontrada em diversos municípios da região Sudeste e Sul do Brasil. Suspeita-se que seja uma espécie abundante devido ao seu alto número de coletas. Apesar de ocorrer em locais que sofrem intensa pressão antrópica, a espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, essa pteridófita é considerada ""Menos preocupante"" (LC) quanto ao risco de extinção."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20quadrifariata	Mata Atlântica
2522	LYCOPODIACEAE	Huperzia regnellii	(Maxon) B.Ollg. & P.G.Windisch	CR	A2c,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia regnellii é uma pteridófita conhecida apenas por um registro de coleta, feito há mais de 140 anos, na região da Serra de Caldas, município de Caldas (MG). Atualmente, essa serra encontra-se bastante deteriorada, com perda de hábitat e exploração de recursos minerais. A espécie tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. O município de Caldas sofreu perda de hábitat considerável, de maneira que restam menos de 10% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 80% nos últimos seis anos, considerando tempo de geração de dois anos para espécie herbácea. Dessa maneira, H. regnellii é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Entretanto, devido ao fato de o registro da espécie ser antigo, H. regnellii pode até mesmo estar extinta na natureza. Novos estudos devem ser realizados com o objetivo de encontrá-la na natureza e se avaliar seu estado atual de conservação."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20regnellii	Mata Atlântica
2523	LYCOPODIACEAE	Huperzia rubra	(Cham. & Schltdl.) Rothm.	CR	A2b,B2ab(ii,iii,iv,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia rubra é uma pteridófita extremamente rara encontrada em Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Das dez localidades em que a espécie ocorria originalmente, acredita-se que esteja extinta em seis. Atualmente é encontrada apenas no Pico do Inficionado, na região do Pico do Sol (ambos na Serra do Caraça), em um afloramento rochoso da Serra do Batatal e, possivelmente, na Serra de Caldas. Nas três primeiras localidades, as subpopulações são bastante pequenas, e na Serra do Batatal foi encontrado apenas um indivíduo. As maiores ameaças são o turismo desordenado e os incêndios frequentes. Suspeita-se que a redução populacional da espécie tenha sido maior do que 80% nos últimos dez anos (considerando tempo de geração igual a dois anos para espécie herbácea e mínimo de 10 anos recomendado pela IUCN), devido às extinções de seis subpopulações e à baixa densidade daquelas remanescentes. Sua área de ocupação é bastante pequena (AOO=8 km²) e suspeita-se que a população seja severamente fragmentada, uma vez que as subpopulações remanescentes têm baixa densidade e estão distantes entre si. Dessa maneira, H. rubra é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20rubra	Cerrado
2524	LYCOPODIACEAE	Huperzia sellowiana	(Herter) B.Ollg.	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia sellowiana é uma pteridófita encontrada em regiões montanas da Serra dos Órgãos (RJ), da Serra do Mar (SP e SC) e, provavelmente, do município de Caldas (MG). Tem EOO de 11.681,97 km². Por ocorrer em área altamente degradada, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada. Os locais de ocorrência da espécie sofreram e sofrem intensa pressão antrópica, como a extração de palmito e incêndios na Serra dos Órgãos. Dessa maneira, H. sellowiana é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20sellowiana	Mata Atlântica
2525	LYCOPODIACEAE	Huperzia taxifolia	(Sw.) Trevis.	EN	B2b(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia taxifolia é uma pteridófita não endêmica do Brasil. Em território nacional, há registros para Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo. Tem AOO de 52 km². Ocorre em uma região sob intensa pressão antrópica, como a especulação imobiliária, desmatamento e perda de hábitat para a agricultura. Suspeita-se que as subpopulações sejam severamente fragmentadas, uma vez que o fluxo gênico entre elas deve ser dificultado pela perda de hábitat. Dessa maneira, H. taxifolia é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20taxifolia	Mata Atlântica, Amazônia
2526	LYCOPODIACEAE	Huperzia treitubensis	(Silveira) B.Ollg.	CR	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Huperzia treitubensis é uma espécie terrícola encontrada apenas nas regiões montanas do Estado de Minas Gerais, com registros no Parque Estadual do Ibitipoca e no município de São Tomé das Letras. Tem EOO de 69,11 km². Suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que a região vem sofrendo intensa pressão antrópica, que dificulta o fluxo gênico entre as subpopulações. Dessa maneira, H. treitubensis é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20treitubensis	Mata Atlântica
2527	LYCOPODIACEAE	Lycopodiella benjaminiana	P.G.Windisch	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Essa é uma pteridófita com três subpopulações conhecidas que ocorrem de forma disjunta nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais e, possivelmente, Goiás. Devido à distância entre os registros, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada, dificultando o fluxo gênico entre as subpopulações. Além disso, a espécie é bastante rara no complexo da Chapada dos Guimarães e, pelo baixo número de coletas nas demais localidades, suspeita-se que a população seja rara como um todo. Tem AOO de 12 km² e é encontrada em locais sob intensa pressão antrópica, como o turismo descontrolado. Dessa maneira, L. benjaminiana é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodiella%20benjaminiana	Cerrado
2528	LYCOPODIACEAE	Lycopodiella bradei	(Herter) B.øllg.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Lycopodiella bradei é uma pteridófita terrícola, encontrada em áreas úmidas de Campos de Altitude do Parque Nacional do Caparaó (ES) e do Parque Nacional do Itatiaia, na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Apesar de ocorrer em unidades de conservação (SNUC), a espécie está sujeita a ameaças, como aumento na frequência de incêndios. Tem AOO de 12 km² e suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que a distância entre as subpopulações dos dois Parques deve dificultar o fluxo gênico entre elas. Dessa maneira, L. bradei é considerada ""Em perigo"" (EN). Suspeita-se que a espécie seja extinta na natureza, uma vez que a última coleta foi feita há 90 anos. Portanto, recomendam-se planos de ação para se verificar se a espécie ainda ocorre na natureza e seu estado atual de conservação."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodiella%20bradei	Mata Atlântica
2529	LYCOPODIACEAE	Lycopodium jussiaei	Poir.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Lycopodium jussiaei é uma pteridófita encontrada apenas em duas localidades: Parque Nacional do Itatiaia, nas divisas entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo e na Estação Ecológica Itapeva, em São Paulo. Suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que a distância entre as duas unidades de conservação (SNUC) deve dificultar o fluxo gênico entre suas subpopulações. Apesar de ocorrer em áreas protegidas, tais unidades de conservação sofrem ameaças como a frequência alta de incêndios no Parque Nacional de Itatiaia. Tem AOO de 12 km², um reflexo do baixo número de coletas e, provavelmente, da baixa densidade populacional da espécie. Dessa maneira, L. jussiaei é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodium%20jussiaei	Mata Atlântica
2530	LYTHRACEAE	Cuphea acinifolia	A.St.-Hil.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C.acinifolia é uma herbácea queocorre em três biomas brasileiros. Considerada rara, habita fitofisionomiasdesde Florestas Úmidas a Campos Rupestres. Por ter EOO bastante superior a 20.000 km² a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20acinifolia	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
2531	LYTHRACEAE	Cuphea adenophylla	T.B.Cavalc.	CR	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea adenophylla é um arbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, com ocorrência em florestas arbustivas dos Campos Rupestres. As duas subpopulações estão representadas por AOO de 8 km². Dessa forma, a espécie é categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Na região da Serra do Cipó, os incêndios são bastante comuns, causando declínio da qualidade do hábitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20adenophylla	Cerrado
2532	LYTHRACEAE	Cuphea aperta	Koehne	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. aperta é uma herbácea que ocorre nas restingas ao longo da costa atlântica. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20aperta	Mata Atlântica
2533	LYTHRACEAE	Cuphea arenarioides	A.St.-Hil.	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea arenarioides é uma herbácea dos Campos Úmidos e Restinga da Mata Atlântica e Cerrado. A espécie vem sendo coletada desde 1983, dados mostram ser uma população pequena e identificam quatro subpopulações isoladas. Os Campos Úmidos e as Restingas são formações vegetacionais bastante vulneráveis às ações antrópicas. Sabendo que os Campos Úmidos são áreas ameaçadas pela atividade agrícola de diversas monoculturas, e que a Restinga sofre pressão da ocupação humana com alteração das paisagens desde o período de colonização, é possível inferir que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça que podem elevá-la à categoria ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20arenarioides	Cerrado, Mata Atlântica
2534	LYTHRACEAE	Cuphea bahiensis	(Lour.) T.B.Cavalc. & S.A.Graham	EN	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea bahiensis é um subarbusto endêmico do Estado da Bahia, ocorrendo em formações rupestres da Chapada Diamantina. Tem AOO de 64 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). A principal ameaça aos Campos Rupestres da Chapada Diamantina é a incidência de queimadas que declinam a qualidade de seu hábitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20bahiensis	Caatinga, Cerrado
2535	LYTHRACEAE	Cuphea cipoensis	T.B.Cavalc.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea cipoensis é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, com população conhecida na Serra do Cipó. Sabendo que a espécie é pouco frequente, tem EOO de 389,91 km² e AOO de 20 km², e está sujeita a uma situação de ameaça, pode-se categorizá-la como ""Em perigo"" (EN). O fogo é principal ameaça à Serra do Cipó."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20cipoensis	Cerrado
2536	LYTHRACEAE	Cuphea cuiabensis	Koehne	EN	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea cuiabensis é um subarbusto endêmico do Estado do Mato Grosso. Tem distribuição restrita à Chapada dos Guimarães e AOO de 12 km², sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). Apresenta três subpopulações que estão ameaçadas pelos mesmos fatores, a incidência de queimadas e a expansão da agropecuária, estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que declinam a qualidade do hábitat até mesmo nas áreas protegidas do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20cuiabensis	Cerrado
2537	LYTHRACEAE	Cuphea glaziovii	Koehne	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Cuphea glaziovii é um arbusto de pequeno porte que ocorre em Florestas Úmidas com presença de afloramentos rochosos da região Sul do Brasil. As três subpopulações conhecidas perfazem AOO de 16 km². As ameaças incidentes, tais como atividade agropecuária e queimadas, sujeitam a espécie a duas situações de ameaça. Sabendo que os municípios Laranjeiras do Sul e Palmital apresentam apenas 5% dos remanescentes de Mata Atlântica e que o Estado de Santa Catarina apresenta 23% de remanescentes florestais, a espécie está ameaçada por declínio de EOO, AOO e qualidade do hábitat.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20glaziovii	Mata Atlântica
2538	LYTHRACEAE	Cuphea linarioides	Cham. & Schltdl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. linarioides é um arbusto que ocorre em Florestas Úmidas Mistas e formações campestres, dentro dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20linarioides	Mata Atlântica, Cerrado
2539	LYTHRACEAE	Cuphea lindmaniana	Bacig.	EN	B2b(i,ii,iii)c(ii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea lindmaniana é uma herbácea que ocorre nos banhados das formações campestres dos Estados do Paraná e Santa Catarina. Apresenta AOO de 40 km², sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). As atividades agrícolas e pastagens são intensas e causam perda de hábitat, reduzindo a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat. Na região, também é frequente a incidência de queimadas como forma de eliminar a vegetação herbácea, um fator que causa flutuação extrema no número de subpopulações da espécie, reduzindo a área de ocupação e o número de indivíduos maduros."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20lindmaniana	Mata Atlântica
2540	LYTHRACEAE	Cuphea lutescens	Koehne	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. lutescens é um arbusto com ampla distribuição pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km², a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20lutescens	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2541	LYTHRACEAE	Cuphea melvilla	Lindl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. melvilla é um arbusto com ocorrência pelos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km², a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20melvilla	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2542	LYTHRACEAE	Cuphea repens	Koehne	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. repens é uma herbácea com ocorrência pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km², a espécie não está em risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20repens	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
2543	LYTHRACEAE	Cuphea rubro-virens	T.B.Cavalc.	CR	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea rubro-virens é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo nos Campos Rupestres associados ao bioma Cerrado. Com população conhecida somente no município de Itacambira, tem EOO de 15,66 km², categorizando-a como ""Criticamente em perigo"" (CR). As ameaças conhecidas para a região da Serra do Espinhaço podem eliminar a única população de C. rubro-virens, visto que as mesmas causam declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20rubro-virens	Cerrado
2544	LYTHRACEAE	Cuphea teleandra	Lourteig	CR	B1ab(i,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cuphea teleandra é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, com população conhecida somente no município de Grão Mogol. Tem EOO de 37,03 km², sendo categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). O município de ocorrência apresenta atividades de mineração, agropecuária e queimadas, sendo possível identificar uma situação de ameaça que reduz a extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20teleandra	Caatinga, Cerrado
2545	LYTHRACEAE	Diplusodon aggregatifolius	T.B.Cavalc.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon aggregatifolius é uma planta subarbustiva, com distribuição endêmica no Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuição restrita. Considerada rara, tem AOO de 12 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). Levando-se em consideração que os registros de ocorrência da espécie foram realizados em beira de estrada, pode-se assumir que D. aggregatifolius esteja sujeita ao declínio em sua EOO, AOO e qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20aggregatifolius	Cerrado
2546	LYTHRACEAE	Diplusodon argyrophyllus	T.B.Cavalc.	CR	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon argyrophyllus é um subarbusto conhecido apenas no Estado da Bahia, em vegetação de Campo Rupestre. Devido à distribuição restrita, a espécie tem EOO de 34 km², sendo categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). As queimadas incidentes na Chapada Diamantina são bastante frequentes e de ampla extensão, identificando uma situação de ameaça às subpopulações conhecidas, o que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20argyrophyllus	Caatinga, Cerrado
2547	LYTHRACEAE	Diplusodon ericoides	Lourteig	CR	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon ericoides é um subarbusto endêmico do Estado de Goiás, ocorrendo nos Campos Rupestres. Considerado raro devido à distribuição restrita, tem EOO de 15,20 km², sendo categorizado como ""Criticamente em perigo"" (CR). A monocultura de soja é predominante na região e ocupa grandes extensões, de modo que D. ericoides está sob uma situação de ameaça que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20ericoides	Cerrado
2548	LYTHRACEAE	Diplusodon glaziovii	Koehne	CR	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon glaziovii é um subarbusto com ocorrência restrita ao município de Diamantina (MG). Apenas um registro botânico é conhecido para a espécie, apresentando AOO de 4 km², o que a categoriza a espécie como ""Criticamente em perigo"" (CR). A região da Cadeia do Espinhaço tem como principais ameaças a expansão de áreas urbanas, a invasão de espécies exóticas e a incidência de queimadas. Tais ameaças submetem os Campos Rupestres ao declínio da qualidade do hábitat e identificam uma situação de ameaça à qual a espécie está sujeita."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20glaziovii	Cerrado
2549	LYTHRACEAE	Diplusodon gracilis	Koehne	CR	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon gracilis é um subarbusto endêmico do Cerrado do Estado do Tocantins. Tem apenas uma coleta que perfaz AOO de 4 km², categorizando a espécie como ""Criticamente em perigo"" (CR). A região de ocorrência da espécie apresenta grandes áreas agrícolas destinadas ao plantio de soja e outras monoculturas, sendo, portanto, identificada uma situação de ameaça que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20gracilis	Cerrado
2550	LYTHRACEAE	Diplusodon hatschbachii	Lourteig	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon hatschbachii é um subarbusto endêmico do Estado de Goiás, com distribuição muito restrita pelas áreas úmidas do Cerrado. Foi identificada sua ocorrência nos municípios de Alto Paraíso de Goiás e Água Fria de Goiás que, em dois anos (2008 e 2009), apresentaram 2,88 km² e 6,25 km² desmatamento, respectivamente. Sabendo que a espécie tem AOO de 12 km² e que a taxa de desmatamento nos municípios de ocorrência pode levá-la à categoria ""Criticamente em perigo"" ou ""Extinção"", D. hatschbachii é categorizada como ""Vulnerável"" (VU) pelo critério D2."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20hatschbachii	Cerrado
2551	LYTHRACEAE	Diplusodon kielmeyeroides	A.St.-Hil.	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. kielmeyeroides é um subarbusto com distribuição muito restrita e endêmica de Minas Gerais, porém, existe incerteza taxonômica em relação a uma variedade da espécie que ocorre em Goiás. Os registros botânicos são recentes (15 anos) e não fornecem dados sobre a estrutura e tamanho populacional, de modo que a espécie esta categorizada em ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20kielmeyeroides	Cerrado
2552	LYTHRACEAE	Diplusodon minasensis	Lourteig	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon minasensis é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo em vegetação com presença de afloramentos rochosos. Considerada rara, com EOO de 538,67 km² e AOO de 16 km², a espécie é categorizada como ""Em perigo"" (EN). As ameaças incidentes na Cadeia do Espinhaço identificam menos de cinco situações de ameaça, que causam declínio da extensão de ocorrência, a área de ocupação e a qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20minasensis	Cerrado
2553	LYTHRACEAE	Diplusodon orbicularis	Koehne	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon orbicularis é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo nos campos da Serra do Cipó. Sabendo que o fogo é uma ameaça histórica à região, é possível identificar uma situação de ameaça a todas as subpopulações, categorizando a espécie como ""Vulnerável"" (VU) pelo critério D2."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20orbicularis	Cerrado
2554	LYTHRACEAE	Diplusodon ovatus	Pohl	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon ovatus é um subarbusto com ocorrência nos campos do Cerrado. A espécie tem subpopulações isoladas e AOO de 28 km², sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). A expansão do cultivo de soja e de outras monoculturas é a principal ameaça aos campos do Cerrado. Considerando o isolamento entre as subpopulações, é possível identificar menos de cinco situações de ameaça, que diminuem a extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20ovatus	Cerrado
2555	LYTHRACEAE	Diplusodon panniculatus	Koehne	CR	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon panniculatus é um subarbusto raro e endêmico do Estado de Goiás. Tem EOO restrita de 18,33 km², sendo categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). Tem distribuição restrita ao município de Cristalina, onde a expansão do cultivo de soja é a principal ameaça à espécie, causando diminuição da extensão de ocorrência, da área de ocupação e da qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20panniculatus	Cerrado
2556	LYTHRACEAE	Diplusodon retroimbricatus	Koehne	CR	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon retroimbricatus é um subarbusto endêmico do Estado de Goiás, ocorrendo nos campos associados ao bioma Cerrado. As coletas botânicas indicam AOO de 4 km², categorizando a espécie como ""Criticamente em perigo"" (CR). A única população conhecida identifica uma situação de ameaça no município de Formosa que, devido ao desmatamento, apresenta declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação e da qualidade do hábitat. A subpopulação do município de Cavalcante está inserida em uma unidade de conservação (SNUC), não representando uma situação de ameaça."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20retroimbricatus	Cerrado
2557	LYTHRACEAE	Diplusodon vidalii	Lourteig	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"D. vidalii é um subarbusto endêmico de Minas Gerais, ocorrendo em diversas fitofisionomias do Cerrado. A população da espécie é conhecida somente por uma localidade e os dados disponíveis não apresentam informações quanto a estrutura, tamanho e tendência populacional, sendo categorizada em ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20vidalii	Cerrado
2558	LYTHRACEAE	Diplusodon villosissimus	Pohl	VU	B2ab(i,ii,iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Diplusodon villosissimus é um subarbusto com ocorrência nos Estados de São Paulo e Minas Gerais. Tem AOO de 52 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaças, sendo categorizada como ""Vulnerável"" (VU). No interior de São Paulo e na porção sul de Minas Gerais, o desmatamento é praticado para destinar grandes áreas ao plantio de diversas culturas, sendo a atividade agrícola um fator que diminui a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20villosissimus	Cerrado, Caatinga
2559	LYTHRACEAE	Lafoensia nummularifolia	A.St.-Hil.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Lafoensia nummularifolia é um subarbusto que ocorre em formações campestres da Mata Atlântica e Cerrado dos Estados de São Paulo e Paraná. Tem EOO de 8.686,92 km², sendo categorizada como ""Vulnerável"" (VU). Na região em que a espécie ocorre, a agropecuária é extensiva e elimina a vegetação campestre para o cultivo de monoculturas e pastagem. Considerando que as subpopulações em áreas protegidas (SNUC) devem estar sob ameaças distintas das demais subpopulações, é possível identificar menos de 10 situações de ameaça que declinam a extensão de ocorrência e área de ocupação da espécie. Ademais, tais ameaças somadas à presença de espécies exóticas são fatores que também declinam a qualidade do hábitat."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20nummularifolia	Mata Atlântica, Cerrado
2560	LYTHRACEAE	Lafoensia pacari	A.St.-Hil.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. pacari é uma árvore que ocorre em quatro biomas brasileiros, sempre em formações florestais. A EOO da espécie é bastante superior a 20.000 km², sendo considerada sem risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20pacari	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Amazônia
2561	LYTHRACEAE	Lafoensia vandelliana subsp. replicata	(Pohl) Lourteig	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"L. vandelliana é uma planta arbustiva ou arbórea. As coletas botânicas disponíveis indicam uma ampla distribuição por quatro biomas brasileiros, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal. No entanto, a espécie já foi considerada ""Vulnerável"" (VU) pela Lista de Espécies Ameaçadas da IUCN e endêmica do Pará, o que não confere com os dados disponíveis. Desse modo, existe incerteza quanto a real distribuição da espécie, sendo categorizada como ""Deficiente de dados"" (DD)."	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20vandelliana%20subsp.%20replicata	Amazônia
2562	LYTHRACEAE	Physocalymma scaberrimum	Pohl	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. scaberrimum é uma árvore com distribuição em dois biomas brasileiros bastante extensos. A EOO da espécie é superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalymma%20scaberrimum	Amazônia, Cerrado
2563	MAGNOLIACEAE	Magnolia ovata	(A.St.-Hil.) Spreng.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	M. ovata é uma árvore com distribuição pelas florestas paludosas do Cerrado e Mata Atlântica. Possui EOO bastante superior a 20.000 km² e são conhecidas subpopulações em áreas de proteção integral, assim, a espécie não esta em risco de extinção.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magnolia%20ovata	Mata Atlântica, Cerrado
2564	MALPIGHIACEAE	Aspicarpa harleyi	W.R.Anderson	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Aspicarpa harleyi é uma espécie amplamente distribuídano estado da Bahia, com EOO acima de 128.000 km². Na atualfase do conhecimento não enquadra-se nas categorias instituídas para os níveisde ameaça de extinção, porém as subpopulações conhecidas apresentam númeroinferior a 50 indivíduos e os empreendimentos de mineradoras em suas áreas deocorrência representam um grande potencial de ameaça para esta espécie. Muitos dos pontos de coleta são datados dos anos 70, do século XXI, com poucas coletas mais recentes. Necessita de maior avaliação da área de extensão com informações de ocorrência recente nessas áreas, para confirmar a redução populacional total. Emvirtude disso foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspicarpa%20harleyi	Caatinga, Cerrado
2565	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis andersonii	B.Gates	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Banisteriopsis andersonii apresenta forma de vida subarbustiva, podendo atingir até dois metros de altura. A espécie é endêmica da porção sul da Serra do Espinhaço (MG), com EOO de 7.591,20 km². O histórico de mineração de ouro no município de Diamantina data do final do século XVII. Além disso, os incêndios são regulares nas áreas de ocorrência das subpopulações da espécie. Coletas botânicas são, na grande maioria, antigas, com apenas um registro de 2003. Estima-se que esteja ocorrendo um declínio contínuo em extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. B. andersonii foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20andersonii	Cerrado
2566	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis basifixa	B.Gates	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Banisteriopsis basifixa ocorre de forma fragmentada em Floresta Ombrófila Densa nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Tem EOO de 6.689,24 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaças. A espécie é representada por coleções antigas das regiões serranas dos dois Estados. Suspeita-se que algumas subpopulações da espécie tenham se extinguido por ocorrerem em áreas que hoje estão urbanizadas. Estima-se que a espécie ainda enfrente um declínio contínuo em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat, principalmente por ocorrer em ambientes antropizados. B. basifixa foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20basifixa	Mata Atlântica
2567	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis cipoensis	B.Gates	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Banisteriopsis cipoensis apresenta AOO de 52 km² e ocorre em áreas com grande incidência de fogo. A espécie está sujeita a duas situações de ameaças, estimando-se que esteja ocorrendo declínio contínuo de sua área de ocupação, do número de subpopulações e perda da qualidade do hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20cipoensis	Cerrado
2568	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis hatschbachii	B.Gates	EN	B1ab(i,ii,iii)c(ii,iv)+2ab(i,ii,iii)c(ii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie subarbustiva endêmica do Estado de Goiás, encontrada em campos rochosos da Chapada dos Veadeiros. B. hatschbachii é dependente de ambientes florestados para manter suas subpopulações, com EOO de 1.573,14 km² e AOO de 36 km². O histórico de exploração mineral na sua área de ocorrência data do século XVIII. O município de Cavalcante sempre atraiu exploradores por ter uma mina imensa de ouro. Além disso, incêndios são comuns no Parque Nacional dos Veadeiros. Em 2010, o fogo consumiu aproximadamente 50% da área total do Parque. Dessa forma, conclui-se que a espécie venha sofrendo com o declínio em sua extensão de ocorrência e área de ocupação, assim como em qualidade de hábitat. Suspeita-se que o fogo influencie a dinâmica das subpopulações, causando uma flutuação extrema no número de indivíduos maduros presentes nessas subpopulações. Portanto, B. hatschbachii foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20hatschbachii	Cerrado
2569	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis hirsuta	B.Gates	EN	B1ab(i,ii,iii)c(ii,iv)+2ab(i,ii,iii)c(ii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie arbustiva endêmica do Estado de Goiás, encontrada em encostas rochosas de Campos Rupestres da Chapada dos Veadeiros. Banisteriopsis hirsuta é dependente de ambientes florestados para manter suas subpopulações. Tem EOO de 626,62 km² e AOO de 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaças. Em 2010, o fogo consumiu aproximadamente 50% da área total do Parque Nacional dos Veadeiros. Pode-se inferir que a espécie sofra flutuações extremas em sua área de ocupação e no número de indivíduos maduros de suas subpopulações. Da mesma forma, suspeita-se que a espécie sofra com o declínio contínuo em sua extensão de ocorrência e área de ocupação, assim como em qualidade de hábitat. B. hirsuta foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20hirsuta	Cerrado
2570	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis magdalenensis	B.Gates	EN	B1ab(i,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Banisteriopsis magdalenensis é uma espécie endêmica da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, no município de Santa Maria Madalena. Apresenta EOO de 536,37 km² e as últimas coletas desta espécie datam da década de 1930. O ambiente restrito e a acelerada redução da Mata Atlântica nessa região são fatores que caracterizam a ameaça e a categorização da espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20magdalenensis	Mata Atlântica
2571	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis parviflora	(A.Juss.) B.Gates	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. parviflora é uma liana que se distribui pelos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e, possivelmente, Bahia em Floresta Ombrófila Densa. Esta fitofisionomia está associada ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica, que vem desaparecendo ao longo dos anos. Os remanescentes de Mata Atlântica para os Estados de distribuição da espécie eram até 2010: Rio de Janeiro (20%), São Paulo (15%), Paraná (10%). A especulação imobiliária e o crescimento urbano são os principais responsáveis pela perda deste domínio. A espécie apresenta EOO de 31.407 Km². No entanto, com a perda de habitat a espécie pode vir a apresentar algum grau de risco de extinção em um futuro breve. Desta forma, B. parviflora foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20parviflora	Mata Atlântica
2572	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis pseudojanusia	(Nied.) B.Gates	CR	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Banisteriopsis pseudojanusia é uma espécie conhecida apenas por uma coleta proveniente do município de São Mateus do Sul e outra do município de Turma, ambos no Estado do Paraná. A espécie ocorre exclusivamente em Floresta Ombrófila Densa, associada ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. A perda de Mata Atlântica no Estado do Paraná chega a aproximadamente 90%. Hoje em dia, a atividade econômica do município de São Mateus do Sul baseia-se numa agricultura moderna e diversificada, na pecuária, na produção e industrialização de erva-mate e madeira, na cerâmica e na industrialização do xisto, que gera insumos energéticos (gás, óleo, nafta, enxofre) e subprodutos de larga aplicação nos ramos químicos da construção civil e de fertilizantes. A espécie está sujeita a uma situação de ameaça, apresentando AOO de 4 km². Estima-se que ocorra um declínio contínuo da área de ocupação e da qualidade do hábitat da espécie. B. pseudojanusia foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR), podendo estar possivelmente extinta na natureza."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20pseudojanusia	Mata Atlântica
2573	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis salicifolia	(DC.) B.Gates	DD	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. salicifolia foi considerada ""Possivelmente Extinta"" (PE) na lista de Minas Gerais de 1997. No entanto, a espécie foi recoletada em 2004 no Parque Estadual do Brigadeiro. O material disponível para avaliação é insuficiente, tendo em vista as dúvidas quanto à real distribuição da espécie. O especialista não teve acesso à este material e coletas foram invalidadas. A espécie foi considerada ""Deficiente de Dados"" (DD) e sugere-se um revisão do material disponível para a espécie. Da mesma forma, um esforço de procura pela espécie também deve ser prioridade."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20salicifolia	Cerrado
2574	MALPIGHIACEAE	Banisteriopsis sellowiana	(A.Juss.) B.Gates	VU	D2	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Banisteriopsis sellowiana é uma espécie restrita à costa arenosa dos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e, possivelmente, Bahia, embora não tenha coleta registrada neste Estado. Apresenta área de ocupação de 28 km², tendo como principais fatores de ameaça a ocorrência em ambientes já altamente degradados por ação antrópica e redução extrema do ambiente. Além disso, a espécie está sujeita a duas situações de ameaças, sendo categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20sellowiana	Cerrado
2575	MALPIGHIACEAE	Barnebya dispar	(Griseb.) W.R.Anderson & B.Gates	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. dispar apresenta forma de vida arbórea, atingindo até 12 m de altura. Se distribui amplamente em EOO de 62.215 Km². A espécie é característica de Floresta Ombrófila Densa associada ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Apresenta centro de distribuição no Estado do Rio de Janeiro e em áreas fortemente impactadas por ações antrópicas, principalmente causadas pela expansão urbana. Além disso, suspeita-se que a espécie esteja associada a menos de 10 situações de ameaça. Devido à este fato, suspeita-se que a espécie esteja ""Quase ameaçada"" (NT), pois as taxas de perda de Mata Atlântica para os Estados de ocorrência da espécie são altas."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barnebya%20dispar	Mata Atlântica
2576	MALPIGHIACEAE	Bunchosia acuminata	Dobson	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. acuminata se distribui de forma ampla e disjunta pelos Estados da Bahia, Espírito Santo e Paraná. Apresenta EOO de 271.564 Km², ocorrendo principalmente em Floresta Ombrófila Densa. Seu centro de distribuição é a porção sul do Estado da Bahia, onde ocorre em áreas fortemente impactadas. Essas áreas apresentam forte histórico de cultivo de cacau. Além disso, a especulação imobiliária e o crescimento urbano colaboraram e colaboram muito para a perda de habitat. A espécie foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT) por não ocorrer de forma frequente em unidades de conservação (SNUC). Medidas conservacionistas devem ser tomadas com o intuito de manter a representatividade genética das subpopulações da espécie."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20acuminata	Mata Atlântica
2577	MALPIGHIACEAE	Bunchosia itacarensis	W.R.Anderson	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Bunchosia itacarensis se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva, atingindo não mais do que três metros de altura. A espécie é endêmica de região de Itacaré no Estado da Bahia, tem AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. A monocultura de cacau na porção sul da Bahia foi responsável por grande parte da perda de áreas naturais da região. O sistema de cabruca normalmente dizima espécies arbustivas, e apenas espécies arbóreas são poupadas. Além disso, a região de Itacaré sempre sofreu com a intensa especulação imobiliária. A espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR) e suspeita-se que esteja possivelmente extinta, tendo em vista a perda extrema de hábitat ao longo dos anos."	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20itacarensis	Mata Atlântica
2578	MALPIGHIACEAE	Bunchosia macilenta	Dobson	VU	D2	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Bunchosia macilenta apresenta distribuição ampla (EOO = 87.227,22 km²) e tem preferência por áreas Estacionais e Tabuleiros nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. Essas formações encontram-se bastante reduzidas nos dias atuais, principalmente no Estado da Bahia. Os ambientes de ocorrência da espécie estão severamente fragmentados e as subpopulações da espécie têm sofrido com a perda de hábitat. O Estado do Espírito Santo conta com apenas 11% de remanescentes de Mata Atlântica, o Estado de Minas Gerais 10% e a Bahia 9%. As taxas de perda desse domínio fitogeográfico continuam crescentes. Considera-se que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaças, e suspeita-se que possa ser enquadrada em uma categoria de risco de extinção mais crítica se medidas conservacionistas não forem adotadas. B. macilenta foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20macilenta	Mata Atlântica
2579	MALPIGHIACEAE	Bunchosia maritima	(Vell.) J.F.Macbr.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. maritima é uma espécie de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo principalmente em Floresta Ombrófila Densa e ambientes litorâneos. A espécie apresenta EOO de 541.493 Km² e foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20maritima	Mata Atlântica
2580	MALPIGHIACEAE	Bunchosia pallescens	Skottsb.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída pelos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. B. pallescens apresenta EOO de 925.004 Km² e aparentemente não possui uso. Foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20pallescens	Mata Atlântica
2581	MALPIGHIACEAE	Bunchosia pernambucana	W.R.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie descrita recentemente, é conhecida por poucas coleções botânicas. Bunchosia pernambucana ocorre em Caatinga e, possivelmente, Mata Atlântica, nos Estados de Alagoas, Bahia e Pernambuco, com EOO de 2.784,57 km² e AOO de 16 km². A espécie foi registrada em apenas uma unidade de conservação (SNUC), a Reserva Biológica de Serra Negra, que vem sofrendo degradação por falta de fiscalização. Da mesma forma, os remanescentes de Floresta Úmida nos Brejos de Altitude das Serras Negra e Verde são raros. Além disso, a população da espécie encontra-se severamente fragmenta, dificultando a manutenção genética entre as subpopulações. Estima-se que haja declínio contínuo de extensão de ocorrência, área de ocupação e perda da qualidade do hábitat. B. pernambucana foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20pernambucana	Caatinga, Mata Atlântica
2582	MALPIGHIACEAE	Byrsonima alvimii	W.R.Anderson	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Byrsonima alvimii é uma espécie arbórea, atingindo até 20 metros de altura. Sua população ocorre de forma fragmentada, em Floresta Ombrófila Densa Montana e na Mata Higrófila da região sul da Bahia e norte do Espírito Santo. O sul do Estado da Bahia é conhecido por abrigar as maiores plantações de cacau do Brasil. O sistema de cabruca foi responsável pela perda drástica de vegetação nativa na região. Além disso, árvores nativas sempre foram abatidas em grandes quantidades para a produção de lenha e carvão. A espécie apresenta EOO de 14.336,63 km² e foi considerada ""Vulnerável"" (VU). B. alvimii foi identificada em apenas uma unidade de conservação (SNUC)e está sujeita a duas situações de ameaças. Suspeita-se que o declínio contínuo em extensão de ocorrência e área de ocupação ainda ocorra, assim como a perda da qualidade do hábitat."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20alvimii	Mata Atlântica
2583	MALPIGHIACEAE	Byrsonima bahiana	W.R.Anderson	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie arbórea, com ampla distribuição (EOO=50.351 Km²), nos Estados da região Nordeste e Sudeste. B. bahiana ocorre em Florestas Ombrófilas não-inundáveis e matas de Restinga. Existem registros de coleta botânica da espécie para unidades de conservação (SNUC). No entanto, os ambiente de ocorrência da espécie vêm sofrendo intensa ação antrópica causada, principalmente, pela especulação imobiliária. Subpopulações da espécie são contempladas por unidades de conservação. Porém, as subpopulações que não se encontram protegidas por unidades de conservação estão sujeitas a constante perda de habitat. Desta forma, é importante que a manutenção das subpopulações seja mantida, evitando a perda de representatividade genética de espécie. B. bahiana foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT), podendo estar sob algum grau de ameaça em um futuro próximo."	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20bahiana	Mata Atlântica
2584	MALPIGHIACEAE	Byrsonima blanchetiana	Miq.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída por vários Estados do Sudeste e Nordeste do Brasil. B. blanchetiana apresenta EOO de 1.173.913 Km², não possui uso e suas subpopulações vêm se mantendo estáveis. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20blanchetiana	Caatinga, Cerrado (Mamede, 2010)
2585	MALPIGHIACEAE	Byrsonima brachybotrya	Nied.	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Byrsonima brachybotrya se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva, distribuindo-se em áreas de Campo Limpo, Campo Sujo e Campo Rupestre, principalmente no Estado do Paraná (EOO=19.857,85 km²). A espécie vem sendo coletada com frequência, inclusive em unidades de conservação (SNUC). No entanto, as regiões de Savana gramíneo-lenhosa do Estado do Paraná atualmente estão em declínio. O agronegócio e a expansão dos florestamentos com espécies exóticas são as principais causas de perda de hábitat para a espécie. Estima-se que ela ainda sofra perda contínua de sua área de ocupação, extensão de ocorrência e de qualidade do hábitat. A espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20brachybotrya	Cerrado
2586	MALPIGHIACEAE	Byrsonima cacaophila	W.R.Anderson	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. cacaophila se caracteriza por ser uma árvore de grande porte, podendo atingir até 20 metros de altura. A espécie ocorre nos Estados da Bahia e Espírito Santo em Cabrucas e Floresta Estacional Semidecidual. Aparentemente B. cacaophila não apresenta usos e está representada por unidades de conservação (SNUC). No entanto, as taxas de perda de Mata Atlântica nos Estados da Bahia e Espírito Santo são altas, principalmente para o sul do Estado da Bahia, onde o sistema de cabrucas foi implementado a muitos anos atrás. Suspeita-se que a espécie esteja sofrendo com perda de habitat e consequentemente declínio de sua EOO e AOO. A espécie foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT) e se medidas conservacionistas não forem tomadas para frear a perda de habitat, a espécie poderá se encontrar ameaçada em um futuro breve."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20cacaophila	Mata Atlântica
2587	MALPIGHIACEAE	Byrsonima cipoensis	Mamede	EN	B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)c(ii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie subarbustiva característica de Campos Rupestres e endêmica da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 917,81 km², estando susceptível, principalmente, às queimadas regulares que ocorrem na área. Esses eventos são responsáveis pelas flutuações extremas no número de indivíduos maduros das subpopulações em determinados períodos de tempo, provavelmente em uma escala anual. Além disso, no passado, a mineração dizimou grandes áreas nativas da região e, atualmente, o turismo desordenado vem causando fortes impactos ambientais no Parque. Dessa forma, suspeita-se que a espécie esteja enfrentando declínio contínuo em sua área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20cipoensis	Cerrado
2588	MALPIGHIACEAE	Byrsonima coccolobifolia	Kunth	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Apesar de apresentar diversos usos, B. coccolobifolia ocorre em inúmeras unidades de conservação (SNUC) e suas subpopulações têm se mantido estáveis ao logo dos anos. A espécie é muito abundante em diversas áreas de ocorrência, ocorrendo com grande frequência. Foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20coccolobifolia	Amazônia, Cerrado (Mamede, 2010)
2589	MALPIGHIACEAE	Byrsonima fonsecae	W.R.Anderson	CR	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Byrsonima fonsecae se caracteriza por apresentar forma de vida arbórea, atingindo até cinco metros de altura. A espécie é endêmica restrita às Matas Ciliares e aos Campos Rupestres da região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais, apresentando AOO de 8 km². As queimadas na Serra do Cipó são regulares e, normalmente, destroem vastas áreas. Além disso, o turismo desordenado vem gerando graves impactos ambientais na região. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com o declínio contínuo de sua área de ocupação e qualidade do hábitat, causados em especial pelos incêndios frequentes. A espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20fonsecae	Cerrado (Mamede, 2010)
2590	MALPIGHIACEAE	Byrsonima japurensis	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie com ampla distribuição pelo território brasileiro. B. japuransis ocorre na Amazônia e Mata Atlântica em diversos estados. Apesar de sua casca ser utilizada para fins medicinais, as subpopulações da espécie encontram-se estáveis. Foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20japurensis	Amazônia, Mata Atlântica (Mamede, 2010).
2591	MALPIGHIACEAE	Byrsonima lanulosa	W.R.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Byrsonima lanulosa é encontrada na Amazônia e, possivelmente, no Cerrado nos Estados de Rondônia e Mato Grosso. As subpopulações da espécie ocorrem de forma disjunta, estando sujeitas a duas situações de ameaças. A espécie apresenta EOO de 1.118,94 km², tendo sido registrada em apenas quatro ocasiões. Estima-se que sua extensão de ocorrência esteja em declínio contínuo, assim como sua área de ocupação e qualidade do hábitat. O município de Reserva do Cabaçal (MT) tem como principal atividade econômica a pecuária de leite e corte, o que configura uma ameaça para as subpopulações dessa localidade. Da mesma forma, no município de Vilhena (RO), a construção de estradas desmatou áreas de mata nativa, causando impactos ambientais e influenciando negativamente essa localidade de ocorrência de subpopulações da espécie. B. lanulosa foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20lanulosa	Amazônia, Cerrado (Mamede, 2010).
2592	MALPIGHIACEAE	Byrsonima macrophylla	(Pers.) W.R.Anderson	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. macrophylla ocorre de forma ampla, apresentando EOO de 51.143 Km². Também é bem representada por coleções em herbários, tendo sido registrada inclusive para o Parque Nacional da Serra do Cipó. No entanto, a perda de habitat causada, principalmente, pela mineração no centro de ocorrência da espécie, causou impactos irreversíveis sobre as subpopulações da espécie. Suspeita-se que a espécie esteja ameaçada em um futuro breve, se medidas para sua conservação não forem tomadas. A espécie foi considerada ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20macrophylla	Cerrado (Mamede, 2010).
2593	MALPIGHIACEAE	Byrsonima microphylla	A.Juss.	EN	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Byrsonima microphylla se caracteriza por ser uma espécie arbustiva de ocorrência principalmente em Restingas da região Nordeste do Brasil. Apresenta ampla distribuição, porém sua área de ocupação tem se reduzido drasticamente ao longo dos anos, em especial em função da especulação imobiliária. B. microphylla tem AOO de 116 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaças. A redução extrema de hábitat causada pela expansão urbana nas áreas de restinga habitadas pela espécie contribui para o declínio de área de ocupação e qualidade do hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20microphylla	Caatinga, Mata Atlântica (Mamede, 2010)
2594	MALPIGHIACEAE	Byrsonima morii	W.R.Anderson	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. morri apresenta ampla distribuição (EOO=633.195 km²), com centro de distribuição no Estado da Bahia e registros para os Estados de Minas Gerais, Ceará e Goiás. Apesar da espécie apresentar ampla distribuição e estar representada por inúmeras coleções, acredita-se que suas subpopulações estejam sofrendo principalmente com a perda de habitat causada pela erradicação da vegetação original. Suspeita-se que poderá se encontrar ameaçada em um futuro próximo se providências não forem tomadas para a conservação de sua área de ocorrência e de suas subpopulações. A espécie foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20morii	Caatinga
2595	MALPIGHIACEAE	Byrsonima onishiana	W.R.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Byrsonima onishiana se caracteriza por ser uma espécie subarbustiva endêmica dos Campos Rupestres da Serra do Caraça (MG), em altitudes superiores a 1.050 m. A espécie tem EOO de 1.936,87 km² estando sujeita, principalmente, a queimadas regulares. Além disso, a mineração de ferro no município de Catas Altas foi, e continua sendo, a principal causa de degradação ambiental na área. No município de Santa Bárbara, destaca-se a exploração histórica de ouro. Dessa forma, suspeita-se que a espécie sofra declínio contínuo de sua extensão de ocorrência e área de ocupação. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20onishiana	Cerrado
2596	MALPIGHIACEAE	Byrsonima rigida	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"B. rigida ocorre amplamente no Brasil central, região Centro-oeste e Sudeste. Muitas subpopulações da espécie são contempladas por unidades de conservação (SNUC). Desta forma a espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20rigida	Cerrado
2597	MALPIGHIACEAE	Byrsonima variabilis	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-oeste. Encontrada em inúmeras unidades de conservação (SNUC). A espécie foi categorizada como ""Menos preocupantes"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20variabilis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Mamede, 2010)
2598	MALPIGHIACEAE	Camarea affinis	A.St.-Hil.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécieé de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20affinis	Cerrado (Mamede, 2010)
2599	MALPIGHIACEAE	Camarea axillaris	A.St.-Hil.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie com ampla EOO (243.110 Km²) e aparentemente suas subpopulações têm se mantido estáveis. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20axillaris	Cerrado
2600	MALPIGHIACEAE	Camarea elongata	Mamede	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Camarea elongata é uma espécie bem amostrada em sua área de ocorrência. É endêmica dos Campos Rupestres da região central do Estado da Bahia, com EOO de 16.303,61 km². Na região do Morro do Chapéu, o desmatamento causado por atividades agriculturais e retirada de lenha, as queimadas, a retirada ilegal de areia, a regularização fundiária e a ocupação irregular de terras são os principais conflitos ambientais e devem contribuir para a perda de qualidade de hábitat da espécie. Livramento de Nossa Senhora, além de fazer parte do circuito do ouro, é uma região onde a agropecuária sempre foi uma atividade rentável. Estima-se que a EOO e a AOO estejam em declínio contínuo. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20elongata	Cerrado (Mamede, 2010).
2601	MALPIGHIACEAE	Camarea ericoides	A.St.-Hil.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída e presente em diversas unidade de conservação (SNUC). A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20ericoides	Cerrado
2602	MALPIGHIACEAE	Camarea hirsuta	A.St.-Hil.	LC	""	Maria Rosa Vargas Zanata	Tainan Messina	"Camarea hirsuta é um subarbusto que ocorre em ambientes de Campos Rupestres e Cerrados nos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. ?A espécie apresenta EOO de 652.863,2 km² e é abundante em sua área de ocorrência. Portanto, a espécie é ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20hirsuta	Cerrado
2603	MALPIGHIACEAE	Camarea humifusa	W.R.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Camarea humifusa é uma erva perene de ocorrência restrita em Campos Rupestres do Estado de Goiás e do Distrito Federal. A espécie tem EOO de 2.184,48 km² e está altamente susceptível às queimadas constantes que acontecem em sua área de ocorrência. Além disso, o turismo, o setor agropecuário e a criação de gado para abate são outras atividades antrópicas que podem estar influenciando negativamente na estabilidade das subpopulações da espécie, contribuindo para um declínio contínuo em qualidade do hábitat, extensão de ocorrência e área de ocupação. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20humifusa	Cerrado (Mamede, 2010)
2604	MALPIGHIACEAE	Camarea linearifolia	A.St.-Hil.	CR	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Camarea linearifolia é uma espécie endêmica restrita de remanescentes de Cerrado no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Goiás. Apresenta AOO de 4 km² e, aparentemente, não ocorre em unidades de conservação (SNUC). Duas coletas realizadas no limite do Parque Nacional de Serra da Canastra e uma na Serra da Mesa são os únicos registros da espécie. Suspeita-se que esteja sofrendo declínio de AOO e EOO causados, especialmente, pela cultura de café e pecuária para produção de queijo em Minas Gerais. Já em Minaçu (GO), as grandes ameaças incidentes sobre subpopulações da espécie são as mineradoras. O amianto vem sendo explorado na região há várias décadas. Dessa forma, estima-se que as subpopulações da espécie estejam sofrendo, também, a perda da qualidade de hábitat, além de se encontrarem severamente fragmentadas. C. linearifolia foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20linearifolia	Cerrado
2605	MALPIGHIACEAE	Carolus chlorocarpus	(A.Juss.) W.R.Anderson	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"C. chlorocarpus apresenta ampla distribuição no Brasil não se enquadrando em categorias de ameaça. Além disso, a espécie é adaptada a ambiente perturbados. Desta forma, a espécie foi categorizada como""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Carolus%20chlorocarpus	Mata Atlântica (Mamede, 2010)
2606	MALPIGHIACEAE	Diplopterys amplectens	(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"D. amplectens apresenta ampla EOO (235.327 Km²), ocorrendo em Cerrado nos Estados do Centro-oeste e porção oeste do Estado da Bahia. Suspeita-se que as subpopulações do oeste da Bahia estejam altamente impactadas e vulneráveis, principalmente pelas imensas áreas tomadas pela monocultura da soja. Desta forma, estima-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo de sua AOO e EOO. A espécie pode estar ameaçada em um futuro próximo se medidas conservacionistas não forem tomadas. D. amplectens foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20amplectens	Cerrado
2607	MALPIGHIACEAE	Diplopterys cachimbensis	(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Apesar de não apresentar distribuição muito restrita (EOO=50.239 Km²), D. cachimbensis ocorre em áreas que sofrem pressões antrópicas ligadas ao extrativismo mineral, à pecuária pelo sistema de cria, recria e corte e à agricultura perene e de subsistência, como no município de Guarantã do Norte. Suspeita-se que a AOO da espécie, assim como sua EOO, estejam em declínio e, portanto, a especie esteja ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20cachimbensis	Amazônia (Mamede, 2010)
2608	MALPIGHIACEAE	Diplopterys patula	(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"D. patula ocorre de forma esparsa entre o sul do Estado da Bahia e o norte do Estado do Rio de Janeiro. Apesar de apresentar uma grande EOO (150.911 Km²), a espécie ocorre exclusivamente formações florestais de baixada, associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Os remanescentes de Mata Atlântica nos Estados onde a espécie ocorre são mínimos (Bahia=8,97%, Espírito Santo=11,07% e Rio de Janeiro=19,61%). A principal ameaça incidente sobre as subpopulações estão ligadas a perda de habitat causada pelo crescimento urbano e pela especulação imobiliária que as áreas costeiras estão sujeitas. Desta forma, a espécie foi considerada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20patula	Mata Atlântica (Mamede, 2010)
2609	MALPIGHIACEAE	Diplopterys sepium	(A.Juss.) W.R.Anderson & C.C.Davis	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Diplopterys sepium ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, restrita (EOO=4.912,27 km²) às formações de Mata de Cipó. Essas formações estão reduzidas a 5% de suas áreas naturais e continuam sob enorme pressão, causada, em especial, pelas carvoarias. Além disso, aparentemente as subpopulações da espécie não se encontram em unidades de conservação (SNUC) estaduais ou federais. Estima-se que essas subpopulações estejam sujeitas a essas ações antrópicas e, possivelmente, desaparecendo. Também suspeita-se que a extensão de ocorrência, a área de ocupação e a qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20sepium	Caatinga (Mamede, 2010).
2610	MALPIGHIACEAE	Diplopterys virgultosa	(A.Juss.) W.R.Anderson & C.C.Davis	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"D. virgultosa apresenta ampla distribuição (EOO=350.825 Km²) no Brasil. A espécie não se enquadra em nenhuma categoria de ameaça. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20virgultosa	Caatinga, Cerrado (Mamede, 2010)
2611	MALPIGHIACEAE	Heladena multiflora	(Hook. & Arn.) Nied.	EN	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heladena multiflora apresenta ampla EOO (115.219,12 km²) por ocorrer de forma disjunta nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. No entanto, a espécie tem AOO de 16 km², sendo representada por apenas quatro coleções. Estima-se que registros antigos como, por exemplo, o proveniente do município de Belo Horizonte já não correspondam à real distribuição da espécie. Portanto, pode-se concluir que a área de ocupação vem sofrendo um declínio contínuo. Da mesma forma, as subpopulações da espécie ocorrem de forma muito fragmentada, dificultando a troca genética e, consequentemente, a perpetuação da espécie. H. multiflora foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heladena%20multiflora	Cerrado (Mamede, 2010)
2612	MALPIGHIACEAE	Heteropterys admirabilis	Amorim	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys admirabilis é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem restrita EOO (1.304,18 km²). A espécie ocorre em floresta primária e secundária avançada, entre 600 e 900 m de altitude. Vem sendo coletada nos últimos anos até mesmo em unidade de conservação (SNUC). No entanto, apenas 11% das áreas originais de Mata Atlântica do Estado ainda existem e o município de Santa Teresa apresenta cerca de 20% de remanescentes do bioma. Estima-se que as taxas de desmatamento continuam ascendentes e, portanto, a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat da espécie encontram-se em declínio contínuo. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20admirabilis	Mata Atlântica (Amorim, 2010).
2613	MALPIGHIACEAE	Heteropterys aliciae	W.R.Anderson	CR	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Heteropterys aliciae é uma liana endêmica da região oeste do Estado da Bahia. A espécie tem AOO de 8 km², estando sujeita a uma situação de ameaça. A perda e a degradação do hábitat configuram ameaças para a estabilidade de suas subpopulações. Além disso, a expansão agrícola, principalmente da soja, na região oeste da Bahia tem devastado imensas áreas de Cerrado.	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20aliciae	Cerrado (Amorim, 2010)
2614	MALPIGHIACEAE	Heteropterys alternifolia	W.R.Anderson	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	H. alternifolia se distribui pelos Estados da Bahia e Espírito Santo, apresentando ampla EOO (54.943 Km²). A espécie tem sido coletada recentemente em unidades de conservação (SNUC). Os critério e categorias não são aplicáveis à espécie.	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20alternifolia	Mata Atlântica
2615	MALPIGHIACEAE	Heteropterys bahiensis	Nied.	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Após sua descrição, Heteropterys bahiensis não foi recoletada por mais de 160 anos, até recentemente. O material-tipo é proveniente do Estado da Bahia, porém a espécie tem sido encontrada apenas no Estado do Espírito Santo. H. bahiensis apresenta AOO de 8 km², estando sujeita a uma situação de ameaça. Ocorre em Floresta Ombrófila Densa Montana, Floresta Ombrófila sob Tabuleiro e Floresta Estacional Semidecidual onde cresce no sub-bosque, preferencialmente em áreas próximas a córregos e rios. A Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo foi reduzida a aproximadamente 11% de sua área original e as taxas de redução continuam crescentes. Dessa forma, suspeita-se que a espécie esteja sujeita ao declínio contínuo de sua área de ocupação, qualidade de hábitat e também no número de subpopulações. A espécie foi categorizada como ""Criticamente ameaçada"" (CR)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bahiensis	Mata Atlântica
2616	MALPIGHIACEAE	Heteropterys bicolor	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	H. bicolor ocorre em diversos Estados do Brasil, apresentando ampla EOO. Os critérios e categorias não são aplicáveis à espécie.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bicolor	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2617	MALPIGHIACEAE	Heteropterys brasiliensis	Regnell & Körn.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Liana endêmica das florestas montanas da Serra do Mar, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC). H. brasiliensis tem EOO de 375,22 km² e suas subpopulações estão sujeitas a pressões antrópicas mesmo nas unidades de conservação onde habitam. A Área de Preservação Ambiental Capivari-Monos sofre pressão urbana, o que causa supressão de vegetação, fragmentação florestal, poluição e contaminação do ambiente. Suspeita-se que a extensão de ocorrência da espécie esteja em declínio contínuo, assim como sua área de ocupação e a qualidade do hábitat de ocorrência. H. brasiliensis foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20brasiliensis	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2618	MALPIGHIACEAE	Heteropterys bullata	Amorim	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys bullata caracteriza-se por ser uma liana de grande porte, com distribuição restrita (EOO = 2.018,57 km²) no sul do Estado da Bahia em Florestas Montanas Úmidas. Ocorre em unidades de conservação (SNUC), no entanto, o histórico de intervenções humanas nessas áreas é intenso e até mesmo as unidades de conservação encontram-se sob pressão antrópica. As plantações de cacau, pastagens e cultivos de subsistência representam as principais ameaças para a espécie e suspeita-se que suas subpopulações estejam severamente fragmentadas. Também estima-se que a área de ocupação da espécie, assim como sua extensão de ocorrência e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. Dessa forma, H. bullata foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bullata	Mata Atlântica (Amorim, 2002).
2619	MALPIGHIACEAE	Heteropterys capixaba	Amorim	EN	B1ab(i,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, tem distribuição restrita (EOO=326,48 km²), e ocorre em Mata Atlântica costeira, entre 600 e 800 m de altitude. Liana, desenvolve-se em floresta primária sombreada e remanescentes florestais próximos às plantações de café, nos municípios de Santa Teresa e Cariacica (20% e 22% remanescentes de Mata Atlântica, respectivamente). H. capixaba apresenta grande especificidade ambiental, encontrando-se sob forte pressão antrópica ocasionada, sobretudo, pela cultura de café. A espécie está sujeita a duas situações de ameaças, sofrendo declínio contínuo em extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20capixaba	Mata Atlântica
2620	MALPIGHIACEAE	Heteropterys conformis	W.R.Anderson	CR	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Espécie endêmica do Estado da Bahia, com distribuição extremamente restrita (EOO=1,68 km²). Registros de ocorrência de H. conformis são exclusivos do município de Itaju do Colônia, que apresentava, até 2010, 8% de áreas remanescentes de Mata Atlântica. A principal causa de perda de hábitat na região é a monocultura de cacau e, por apresentar hábito trepador, a espécie é fortemente influenciada pelas alterações causadas pelo sistema de cabruca, empregado nessa monocultura. O declínio contínuo da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat em conjunto com o endemismo restrito e as ameaças incidentes sobre a espécie a caracterizam como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20conformis	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2621	MALPIGHIACEAE	Heteropterys crinigera	Griseb.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys crinigera apresenta distribuição restrita (EOO=6.689,51 km²) ao sul do Estado do Rio de Janeiro e litoral norte do Estado de São Paulo. Apresenta ocorrência em unidade de conservação (SNUC), mas suspeita-se que as subpopulações que se encontram fora delas estejam sofrendo pressões antrópicas, principalmente ocasionadas pelo crescimento urbano e pela especulação imobiliária. Estima-se que a área de ocupação da espécie, assim como sua extensão de ocorrência e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. Desse modo, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20crinigera	""
2622	MALPIGHIACEAE	Heteropterys dusenii	Nied.	VU	D2	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys dusenii apresenta distribuição restrita ao Sul do Brasil, nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estando, por consequência, susceptível a três situações de ameaças. As áreas de Cerrado e Savana Gramíneo Lenhosa da região sul do Brasil vêm sofrendo forte pressão antrópica ao longo dos anos, principalmente decorrente da expansão agrícola. Além disso, o Estado do Paraná apresenta uma redução de cerca de 90% de área total de Mata Atlântica, sendo que o Estado tem 98% de sua área inseridos neste mesmo domínio fitogeográfico. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU) podendo estar severamente ameaçada em um futuro próximo."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20dusenii	Cerrado, Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2623	MALPIGHIACEAE	Heteropterys fragilis	Amorim	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys fragilis é uma liana endêmica de Floresta Densa Montana do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta distribuição restrita (EOO=118,30 km² e AOO=16 km²), e está sujeita a duas situações de ameaças. A especulação imobiliária e a ocupação desordenada de terras configuram ameaças iminentes para a sobrevivência das subpopulações da espécie, contribuindo para a perda de qualidade de hábitat e o declínio da extensão de ocorrência da espécie. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20fragilis	Mata Atlântica
2624	MALPIGHIACEAE	Heteropterys hatschbachii	W.R.Anderson	CR	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys hatschbachii ocorre em áreas de Cerrado com solos arenosos ou rochosos do Estado do Mato Grosso do Sul. A espécie é endêmica da região de Rio Verde, que está entre as áreas com maior índice de desmatamento no Estado. Somente no ano de 2000, o Pantanal brasileiro perdeu 8,8% de sua área total. A principal razão da perda de hábitat é a pecuária. As taxas alarmantes de desmatamento indicam declínio na área de ocupação da espécie (AOO=4 km²) e na qualidade dohábitat da espécie. H. hatschbachii foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20hatschbachii	Cerrado
2625	MALPIGHIACEAE	Heteropterys marginata	W.R.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys marginata é endêmica do Estado do Mato Grosso, com EOO de 528,85 km². A espécie apresenta uma alta especificidade ecológica com o ambiente, ocorrendo exclusivamente em campos de murunduns e solos periodicamente alagados. Apenas no ano 2000, 8,8% da área total do Pantanal foi desmatada e as taxas continuam crescentes. O município de Santo Antônio de Leverger (MT) apresenta uma das maiores taxas de desmatamento, causado principalmente pela pecuária e Poconé (MT) tem um histórico de devastação causado pela lavra de ouro. Suspeita-se que as áreas de ocupação da espécie estejam em declínio contínuo, assim como sua extensão de ocorrência. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN) e estima-se que se providências não forem tomadas, a espécie poderá estar severamente ameaçada em um futuro próximo."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20marginata	Cerrado (Amorim, 2010)
2626	MALPIGHIACEAE	Heteropterys megaptera	A.Juss.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys megaptera é uma liana de grande porte que ocorre nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Tem AOO de 24 km² e suas subpopulações encontram-se muito fragmentadas, desenvolvendo-se exclusivamente em Florestas Úmidas Submontanas e dependendo de remanescentes florestais bem preservados. Apesar de a espécie ocorrer em unidades de conservação (SNUC), as Florestas Úmidas do sul da Bahia estão fragmentadas como resultado das atividades madeireiras, implementação da agricultura, cultura de cacau, seringa, piaçava e dendê. Sendo assim, estima-se que sua EOO, assim como a AOO e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. A espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20megaptera	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2627	MALPIGHIACEAE	Heteropterys oberdanii	Amorim	VU	B1ab(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys oberdanii é endêmica das Florestas de Restinga do Estado do Espírito Santo. Tem distribuição restrita, com EOO de 5.844,65 km². O Espírito Santo, até 2010, já havia perdido cerca de 90% de área original de Mata Atlântica. Cinco por cento dos remanescentes de Mata Atlântica do Estado são vegetação de Restinga. Suspeita-se que essas áreas estejam sob constante pressão, principalmente pela especulação imobiliária. Por esse motivo, estima-se que a área de ocupação, a extensão de ocorrência e a qualidade do hábitat da espécie estejam em declínio contínuo. Dessa forma a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-11-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20oberdanii	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2628	MALPIGHIACEAE	Heteropterys occhionii	Amorim	CR	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys occhionii é endêmica do Parque Nacional do Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem AOO de 4 km², tendo sido coletada uma única vez. As queimadas constantes no parque configuram uma ameaça iminente a sua existência, além de causar perda de qualidade do hábitat. A espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR) e, se suas subpopulações não forem monitoradas, poderá entrar em extinção em um futuro muito próximo."	2012-01-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20occhionii	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2629	MALPIGHIACEAE	Heteropterys patens	(Griseb.) A.Juss.	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"H. patens é restrita aos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 17.385 Km² e esta contemplada por unidades de conservação (SNUC). É uma liana gigante que necessita de grandes áreas florestadas para manter sua população estável. As subpopulações que não se encontram em unidades de conservação (SNUC) podem estar vulneráveis e a espécie pode estar ameaçada de extinção em um futuro próximo se as taxas de perda de Mata Atlântica dos dois Estados não decaírem. Portanto, a espécie foi categorizada como ""Quase ameaçada"" (NT)."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20patens	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2630	MALPIGHIACEAE	Heteropterys pauciflora	(A.Juss.) A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"H. pauciflora apresenta ampla distribuição, desde o Estado do Santa Catarina até o sul do Estado da Bahia. Apesar de ocorrer em área com altas taxas de perda de Mata Atlântica, suspeita-se que suas subpopulações estejam estáveis. Portanto, a espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-07-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20pauciflora	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2631	MALPIGHIACEAE	Heteropterys perplexa	W.R.Anderson	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"H. perplexa é amplamente distribuída, principalmente no Nordeste do Brasil. As categorias de ameaça não são aplicáveis à espécie. Portanto, foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20perplexa	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2632	MALPIGHIACEAE	Heteropterys sanctorum	W.R.Anderson	CR	B1ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys sanctorum é endêmica do Estado da Bahia, restrita às Matas Higrófilas do município de Una (EOO=10,42 km²) ao sul do Estado, cujo histórico de desmatamento é alarmante, principalmente devido ao cultivo de cacau por meio dos sistemas de cabruca, que exterminam o sub-bosque das áreas plantadas, deixando apenas árvores de grande porte. Por ser uma liana e apresentar seu centro de ocorrência em áreas de grandes plantações de cacau, estima-se que sua AOO, assim como a EOO e a qualidade de hábitat estejam em declínio contínuo. Desse modo, a espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20sanctorum	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2633	MALPIGHIACEAE	Heteropterys ternstroemiifolia	A.Juss.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Heteropterys ternstroemiifolia é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, restrita às áreas de topo de serra, geralmente próximas a centros urbanos. A espécie tem EOO de 549,96 km². Suspeita-se que sua extensão de ocorrência, assim como a área de ocupação e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo, principalmente, pela expansão urbana. A espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20ternstroemiifolia	Mata Atlântica (Mamede, 2010)
2634	MALPIGHIACEAE	Heteropterys thyrsoidea	(Griseb.) A.Juss.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Heteropterys thyrsoidea é endêmica do Estado de São Paulo, com ocorrência restrita (EOO=1.634,23 km² e AOO=44 m²), principalmente em áreas de altitude no domínio fitogeográfico Mata Atlântica. A perda de Mata Atlântica no Estado de São Paulo é severa e as florestas foram reduzidas a aproximadamente 15% das áreas originais. A espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC), mas suspeita-se que as subpopulações estejam fragmentadas pelo intenso histórico de perda de hábitat. Estima-se que as taxas de desmatamento continuem ascendentes causando o declínio de extensão de ocorrência e área de ocupação.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20thyrsoidea	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2635	MALPIGHIACEAE	Heteropterys trigoniifolia	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"A espécie apresenta ampla distribuição (EOO=1.055.041 Km²), estando normalmente associada a afloramentos rochosos em grande altitudes. H. trigoniifolia também é contemplada por unidades de conservação (SNUC), tendo sido coletada recentemente no Parque Estadual do Ibitipoca. Desta forma a espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20trigoniifolia	Mata Atlântica (Amorim, 2010)
2636	MALPIGHIACEAE	Hiraea bullata	W.R.Anderson	VU	D2	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Hiraea bullata é uma liana de grande porte, altamente dependente de grandes áreas florestadas para manter suas populações estáveis. A espécie está sujeita a duas situações de ameaças e apresenta AOO de 8 km², estando diretamente ameaçada pela expansão imobiliária. O município de Linhares (ES) perdeu cerca de 80% de área original de Mata Atlântica até 2010. A espécie poderá ser transferida para a categoria ""Criticamente em perigo"" (CR), em um futuro próximo, caso as taxas de perda de hábitat não cessem."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20bullata	Mata Atlântica
2637	MALPIGHIACEAE	Hiraea cuiabensis	Griseb.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"H. cuiabensis é contemplada por unidades de conservação (SNUC) e ocorre de forma ampla no Sudeste e Centro-oeste do país. A espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20cuiabensis	Cerrado
2638	MALPIGHIACEAE	Hiraea cuneata	Griseb.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"H. cuneata se distribui amplamente no Sul e Sudeste do Brasil. A espécie apresenta EOO do 563.850 Km², não é explorada e é contemplada por unidades de conservação (SNUC). Deste modo, a espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20cuneata	Mata Atlântica, Cerrado (Vieira et al. 2008)
2639	MALPIGHIACEAE	Hiraea wiedeana	A.Juss.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Hiraea wiediana tem ocorrência restrita ao Sul do Brasil, exclusivamente no Estado do Paraná. Apesar de especialistas afirmarem que a espécie é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, os registros de ocorrência da espécie apontam o centro de distribuição para o Estado do Paraná. A espécie tem EOO de 461,82 km², e possivelmente sua subpopulação se encontre muito fragmentada, principalmente pela perda de Mata Atlântica (10% restantes) no Estado de ocorrência, causada pelo crescimento urbano. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN). Sugerem-se estudos mais detalhados direcionados à distribuição da espécie."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20wiedeana	Mata Atlântica
2640	MALPIGHIACEAE	Janusia occhionii	W.R.Anderson	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Apesar de Janusia occhionii apresentar distribuição não muito restrita (EOO=57.506,54 km²), as subpopulações da espécie vêm sofrendo extrema redução de hábitat. Estima-se que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaças. Segundo a literatura o Estado do Paraná perdeu cerca de 90% de sua área natural de Mata Atlântica. Da mesma forma, suspeita-se que o Cerrado central tenha 34% de sua área original, apresentando aproximadamente 1,1% de desmatamento anual. Portanto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN), tendo em vista sua restrita AOO (24 km²), e o declínio contínuo de área de ocupação, qualidade de hábitat e o número de subpopulações."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Janusia%20occhionii	Cerrado, Mata Atlântica
2641	MALPIGHIACEAE	Janusia schwannioides	W.R.Anderson	EN	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Janusia schwannioides é uma espécie amplamente distribuída no Nordeste do Brasil (EOO=151.363,27 km²). No entanto, os ambientes de ocorrência da espécie são altamente influenciados por ações antrópicas causando instabilidade em suas subpopulações, que são, geralmente, pouco abundantes. Apresenta AOO de 84 km² e estima-se que a EOO, assim com sua AOO estejam em declínio contínuo. A perda de hábitat e a perda de qualidade de hábitat configuram séria ameaça para J. schwannioides.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Janusia%20schwannioides	Caatinga
2642	MALPIGHIACEAE	Lophopterys floribunda	W.R.Anderson & C.C.Davis	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"As categorias deameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que é de ampladistribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophopterys%20floribunda	Amazônia, Mata Atlântica
2643	MALPIGHIACEAE	Mezia araujoi	Nied.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Mezia araujoi apresenta AOO de 28 km², ocorrendo nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e, possivelmente, Rio de Janeiro. Caracteriza-se por ser uma liana de grande porte, bastante vulnerável a alterações no hábitat. Em decorrência das altas taxas de desmatamento da Mata Atlântica nos Estados da Bahia (9% de remanescentes), Minas Gerais (10%) e Espírito Santo (11%), a espécie tem sofrido declínio contínuo de sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. As principais causas do desmatamento e, consequentemente, perda de hábitat estão ligadas à forte especulação imobiliária e ao desenvolvimento urbano. M. araujoi ocorre exclusivamente em remanescentes de Floresta Úmida e, portanto, foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezia%20araujoi	Mata Atlântica
2644	MALPIGHIACEAE	Niedenzuella poeppigiana	(A.Juss.) W.R.Anderson	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"A espécie é amplamente distribuída pelo Sudeste do Brasil, apresentando EOO de 53.792 Km². Além disso, N. poeppigiana ocorre em unidades de conservação (SNUC). Desta forma, a espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Niedenzuella%20poeppigiana	Amazônia, Mata Atlântica
2645	MALPIGHIACEAE	Peixotoa adenopoda	C.E.Anderson	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peixotoa adenopoda ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, apresenta AOO de 32 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaças. Segundo especialistas, apesar de novas amostras terem sido documentadas recentemente, a ocorrência da espécie se mostra restrita aos remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual, áreas que se encontram fortemente ameaçadas pela redução de hábitat causada pelo avanço de carvoarias e de atividade agrícola. O declínio contínuo em extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do hábitat e no número de subpopulações classificam esta espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20adenopoda	Caatinga, Cerrado
2646	MALPIGHIACEAE	Peixotoa andersonii	C.E.Anderson	CR	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peixotoa andersonii é conhecida apenas pelo material-tipo coletado em 1975. É endêmica da região do Vale de Biribiri, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 4 km² e não ocorre em unidades de conservação (SNUC). Biribiri apresenta várias áreas degradadas por ação antrópica, tais como chácaras e sítios, queimadas e desmatamentos. Foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR) e suspeita-se que sua extensão de ocorrência, assim como a área de ocupação e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo, tendo em vista que a espécie não está contemplada por unidades de conservação."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20andersonii	Cerrado
2647	MALPIGHIACEAE	Peixotoa bahiana	C.E.Anderson	CR	A2c	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peixotoa bahiana é endêmica da Bahia, com centro de ocorrência no oeste do Estado. A divisa da Bahia com os Estados de Goiás e Tocantins apresenta altíssima taxa de desmatamento, principalmente devido à monocultura de soja, produção de carvão e pecuária. Cerca de 50% das áreas de Cerrado originais já não existem e, hoje, aproximadamente 20 mil km² são desmatados por ano. Estima-se que P. bahiana tenha sofrido uma redução populacional de cerca de 80% nos últimos dez anos (estimativa de tempo de geração de dois anos para a espécie). Os danos nas áreas de ocorrência da espécie são irreversíveis e perduram. Foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR) pelo declínio abrupto em área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade de hábitat e pela redução populacional extrema."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20bahiana	Cerrado
2648	MALPIGHIACEAE	Peixotoa barnebyi	C.E.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peixotoa barnebyi apresenta restrita distribuição (EOO=260,50 km²), sendo endêmica da porção mineira da Serra do Espinhaço. Estima-se que suas subpopulações estejam sujeitas a, no máximo, três situações de ameaças. A Serra do Espinhaço tem sofrido com o turismo desordenado e intenso, desmatamento por carvoarias e, em certas áreas, com a mineração. Além disso, as queimadas constantes podem influenciar a estabilidade das subpopulações. Devido às intensas ameaças incidentes sobre a AOO e a EOO, e pela perda da qualidade do hábitat, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20barnebyi	Cerrado
2649	MALPIGHIACEAE	Peixotoa catarinensis	C.E.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peixotoa catarinensis ocorre exclusivamente em área de Restinga do Estado de Santa Catarina. Tem EOO de 2.167,65 km² e AOO de 28 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaças. Segundo dados de herbários, 50% das coletas botânicas desta espécie datam da década de 50. Estima-se que restem apenas 23% da cobertura original de Mata Atlântica no Estado de Santa Catarina. Da mesma forma, a especulação imobiliária no Estado vem crescendo ao longo dos anos. Desse modo, suspeita-se que a extensão de ocorrência, a área de ocupação e a qualidade de hábitat da espécie venham declinando continuamente no passar dos anos, o que a caracteriza como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20catarinensis	Mata Atlântica
2650	MALPIGHIACEAE	Peixotoa cipoana	C.E.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peixotoa cipoana apresenta distribuição restrita (EOO=1.881,33 km²), sendo endêmica da Serra do Cipó, Estado de Minas Gerais. Apesar de estar contemplada por unidades de conservação (SNUC), principalmente o Parque Nacional da Serra do Cipó, o habitat da espécie sofre com a especulação imobiliária, o turismo desordenado, construção de rodovias e com o surgimento de espécies invasoras. Tais fatos colaboram para o declínio de extensão de ocorrência, área de ocupação e a qualidade do hábitat da espécie. Desse modo, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20cipoana	Cerrado
2651	MALPIGHIACEAE	Peixotoa glabra	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"P. glabra ocorre de forma ampla no território brasileiro e apresenta EOO de 182.170 Km². A espécie é bem representada em herbários, tendo sido documentada para unidades de conservação (SNUC). Portanto, P. glabra foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC). "	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20glabra	Cerrado
2652	MALPIGHIACEAE	Peixotoa jussieuana	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"P. jussieuana ocorre amplamente no Nordeste do Brasil, apresentando EOO de 395.347 Km². A espécie é bem representada por registros de coleta e suspeita-se que suas populações estejam estáveis. Além disso, P. jussieuana ocorre em unidades de conservação (SNUC). Desta forma, a espécie enquadra-se no categoria ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20jussieuana	Caatinga, Cerrado
2653	MALPIGHIACEAE	Peixotoa psilophylla	C.E.Anderson	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"As subpopulações de Peixotoa psilophylla ocorrem de forma disjunta, em áreas de Cerrado do Estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A espécie apresenta EOO de 14.395,15 km² em regiões com alto índice de desmatamento, principalmente ocasionados pela agropecuária. Além disso, espécies invasoras e mudanças no regime do fogo também contribuem para a degradação dos remanescentes. Estima-se que hoje existam 51% de áreas nativas remanescentes de Cerrado e sua perda continua acelerada. Tais fatos evidenciam o declínio em extensão de ocorrência, área de ocupação e a perda de qualidade de hábitat da espécie. A espécie enquadra-se na categoria ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20psilophylla	Cerrado
2654	MALPIGHIACEAE	Peregrina linearifolia	(A.St.-Hil.) W.R.Anderson	VU	D2	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Peregrina linearifolia é uma espécie que, apesar de apresentar ampla distribuição, está sujeita a cinco diferentes situações de ameaças. As subpopulações do Sul do Brasil vêm sofrendo intensa pressão devido às grandes taxas de perda de hábitat nessa região. A espécie demonstra especificidade biológica e ocorre em Campo Limpo e Campo Rochoso. Os Campos Gerais do Estado do Paraná se encontram sob forte pressão da expansão do agronegócio e, de acordo com especialistas, é bem possível que em muitos ambientes de ocorrência no Sul do país, as subpopulações estejam localmente extintas. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peregrina%20linearifolia	Cerrado
2655	MALPIGHIACEAE	Pterandra andersonii	C.E.Anderson	DD	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	S. andersonii é conhecida apenas por duas coletas provenientes do Estado do Maranhão. No entanto, os registros para a espécie não são suficientes para que uma avaliação de risco de extinção seja realizada com precisão. O habitat da espécie é desconhecida, e os acervos do Maranhão pouco visitados. Desta forma, sugere-se pesquisas focadas na distribuição, ecologia e biologia da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterandra%20andersonii	Amazônia
2656	MALPIGHIACEAE	Pterandra pyroidea	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"As categorias de ameaça não são aplicáveis paraessa espécie uma vez que é de ampla distribuição e não apresentaameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterandra%20pyroidea	Cerrado
2657	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon angustilobum	A.Juss.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"S. angustilobum apresenta EOO de 53.072 Km², ocorrendo em áreas disturbadas como perto de rodovias. Aparentemente sua população está se mantendo estável e registros de ocorrência da espécie têm sido feitos, ampliando a distribuição da espécie. Deste modo, a espécie foi categorizada como ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20angustilobum	Mata Atlântica
2658	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon bradei	C.E.Anderson	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon bradei apresenta baixa frequência de coleta, tendo sido registrada apenas duas vezes (1964 e 1994). A espécie apresenta padrão de raridade e AOO de 8 km². A coleta de 1964 é proveniente de área com alto índice de desmatamento e fragmentação, indicando perda de área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade de hábitat e número de subpopulações. Apesar de o outro registro ter sido feito no Parque Estadual de Jucupiranga, o histórico de ocupação, uso indevido do solo, proximidade de rodovias e turismo desordenado colaboram para a perda de qualidade de hábitat e configuram ameaça incidente sobre a área de ocorrência da espécie. Desse modo, a espécie é categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20bradei	Mata Atlântica
2659	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon carautae	C.E.Anderson	CR	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon carautae é conhecia apenas pelo holótipo, que foi coletado em área com alto índice de desmatamento, principalmente decorrente da pecuária extensiva. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Até 2010, 96% da área total de Mata Atlântica do município de Bom Jesus de Itabapoana havia sido desmatada, evidenciando o grande declínio em extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de hábitat. Sendo assim, a espécie encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20carautae	Mata Atlântica
2660	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon crenatum	C.E.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon crenatum é uma liana endêmica do Estado do Espírito Santo, de ocorrência em afloramentos rochosos, apresentando distribuição restrita (EOO=1.437,16 km²). Atualmente, os remanescentes de Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo representam apenas 11% da área total do domínio fitogeográfico no Estado. Além disso, os Campos de Altitude do Estado do Espírito Santo vêm sofrendo pressões antrópicas, principalmente devido ao que é chamado de ""agricultura de altitude"", como por exemplo o cultivo de café. Dessa forma, suspeita-se que a área de ocupação da espécie, assim como sua extensão de ocorrência e qualidade de hábitat, estejam em declínio contínuo. A espécie enquadra-se na categoria ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20crenatum	Mata Atlântica
2661	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon glabrum	C.E.Anderson	CR	B1ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon glabrum é endêmica do Estado do Espírito Santo. Tem distribuição muito restrita (EOO=21,73 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça. Sua extensão de ocorrência, assim como sua área de ocupação, está em declínio contínuo, tendo em vista as altas taxas de perda de Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo. O município de Castelo, local de registro das coletas, apresenta apenas 17% de Mata Atlântica remanescente. Os registros de mineração do município datam de 1771 e, a partir de 1845, iniciou-se a exploração agrícola. Dessa forma, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR) e medidas de conservação devem ser adotadas com urgência."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20glabrum	Mata Atlântica
2662	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon harleyi	W.R.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon harleyi é endêmica do Estado da Bahia, apresentando restrita distribuição (EOO=4.772,11 km²). A espécie era conhecida apenas pelo material-tipo mas, em 1997 e 2005, foi recoletada. Suspeita-se que suas subpopulações estejam sofrendo pressões antrópicas, causadas principalmente por atividades agriculturais, retirada de madeira para lenha, queimadas, retirada ilegal de areia, regularização fundiária e ocupação irregular de terras. Desse modo, o declínio contínuo da EOO, AOO e da qualidade de hábitat é evidente, caracterizando a espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20harleyi	Cerrado
2663	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon hatschbachii	C.E.Anderson	DD	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Não existem dados suficientes para uma avaliação precisa do real status de conservação da espécie. Recomenda-se estudos mais detalhados sobre a distribuição da espécie. A espécie foi categorizada como ""Deficiente de Dados"" (DD)."	2012-08-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20hatschbachii	Mata Atlântica
2664	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon macedoanum	C.E.Anderson	CR	B2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon macedoanum é uma espécie exclusiva de Cerrado e endêmica da região oeste do Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 km², em área muito explorada, principalmente para o cultivo de cana-de-açúcar e atividade agropecuária. Em função disso, estima-se que a extensão de ocorrência da espécie, assim como, sua área de ocupação, estejam em declínio contínuo. Da mesma forma, suspeita-se que a espécie ocorra em apenas uma situação de ameaça influenciada, especialmente, pelo cultivo de cana-de-açúcar. Portanto enquadra-se na categoria ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20macedoanum	Cerrado
2665	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon mattogrossense	C.E.Anderson	CR	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon mattogrossense é conhecida apenas pelo material-tipo, proveniente de coleta realizada na região do município de Cáceres (MT), mais precisamente na beira da BR-174. A espécie apresenta AOO de 4 km². Estima-se que a sua AOO esteja em declínio contínuo, assim como a qualidade do hábitat, principalmente pelo fato de apenas 4,07% do território do bioma Pantanal estar protegido em unidades de conservação (SNUC). Segundo a literatura a pecuária é a principal atividade econômica de Cáceres, que tem um dos maiores rebanhos de gado do Brasil. Esses fatos associados caracterizam forte ameaça à perpetuação da espécie. S. mattogrossense foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20mattogrossense	Pantanal
2666	MALPIGHIACEAE	Stigmaphyllon vitifolium	A.Juss.	CR	B1ab(i,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Stigmaphyllon vitifolium está representada em coleções apenas por registros antigos (século XVIII). É endêmica do Estado do Rio de Janeiro, apresentando EOO de 61,96 km². A maioria dos registros de coleta é proveniente da região metropolitana do município do Rio de Janeiro, o que demonstra o grau de fragilidade em que a espécie se encontra. O crescimento urbano foi intenso nos últimos séculos, o que pode ter exterminado as subpopulações naturais. S. vitifolium foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), podendo estar possivelmente extinta na natureza."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20vitifolium	Mata Atlântica
2667	MALPIGHIACEAE	Tetrapterys cordifolia	W.R.Anderson	DD	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	T. cordifolia é representada por pouco registros de coleta, todo provenientes do Parque Estadual da Serra do Aracá. Evidentemente, o baixo esforço de coleta na região restringe o conhecimento sobre a real distribuição da espécie. Suspeita-se, também, que a espécie não esteja sofrendo forte pressão antrópica, considerando-se seu isolamento geográfico. Desta Forma, recomenda-se pesquisa científica com ênfase em distribuição e demografia populacional para T. cordifolia.	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapterys%20cordifolia	Amazônia
2668	MALPIGHIACEAE	Tetrapterys microphylla	(A.Juss.) Nied.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Apesar de T. microphylla estar sofrendo com a pressão causada pela mineração no Quadrilátero Ferrífero, a espécie apresenta ampla distribuição com EOO de 932.906 Km². Desta forma, conclui-se que a espécie se enquadra na categoria ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapterys%20microphylla	Caatinga, Cerrado (Mamede, 2011)
2669	MALPIGHIACEAE	Thryallis brachystachys	Lindl.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"T. brachystachys apresenta ampla distribuição em Estados do Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. A espécie é bem coletada e suspeita-se que sua população esteja se mantendo estável. Portanto a espécie enquadra-se na categoria ""Menos preocupante"" (LC)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20brachystachys	Caatinga, Mata Atlântica (Mamede, 2011).
2670	MALPIGHIACEAE	Thryallis laburnum	S.Moore	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Thryallis laburnum é uma espécie liana ou arbustiva, endêmica da região Centro-Oeste do país, com EOO de 14.189,33 km². Ocorre em altitudes entre 100 e 300 m em Floresta Estacional Semidecidual ribeirinha. Sua especificidade ecológica, em conjunto com as três situações de ameaças às quais suas subpopulações encontram-se sujeitas, possibilita enquadrá-la na categoria ""Vulnerável"" (VU). Além disso, queimadas regulares, retirada de madeira, presença de espécies invasoras e de carvoarias indicam haver perda de qualidade de hábitat e declínio da área de ocupação da espécie."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20laburnum	Cerrado
2671	MALPIGHIACEAE	Thryallis parviflora	C.E.Anderson	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Thryallis parviflora é restrita à região Centro-Oeste do Brasil (EOO=503,31 km²), ocorrendo em Floresta de Galeria, Capoeiras, Florestas Secundárias e Cerrado entre 900 e 950 m de altitude. Estima-se que a extensão de ocorrência e a área de ocupação estejam em declínio contínuo. Da mesma forma, a qualidade de hábitat da espécie vem declinando, levando-se em consideração as grandes áreas de Cerrado que deram espaço às culturas agrícolas e aos espaços urbanos. Desse modo, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20parviflora	Cerrado (Mamede, 2011)
2672	MALVACEAE	Abutilon anodoides	A.St.-Hil. & Naudin	CR	B1ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	Espécie ocorre no município de Niterói, em área de alta especulação imobiliária e portanto com declínio em extensão de ocorrência e qualidade de habitat. Possui EOO de 4,49 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. É possível que a espécie esteja extinta. Buscas exaustivas devem ser empreendidas a fim de verificar se a espécie ainda existe na natureza.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20anodoides	Mata Atlântica
2673	MALVACEAE	Abutilon costicalyx	K.Schum.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), sem informação de ameaça. EOO acima de 20.000 km² e mais de 10 situações de ameaça.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20costicalyx	Mata Atlântica
2674	MALVACEAE	Abutilon monteiroi	Krapov.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de três registros somente, a espécie não apresenta dados de ameaça. A frutificação ocorre o ano todo, teoricamente um facilitador para a expansão do taxon. É necessário mais informação para uma melhor qualificação da espécie. Também são necessários mais estudos de campo para conformar a distribuição da mesma. As coletas foram realizadas por pesquisadores que não eram especialistas no grupo, portanto acredita-se que o trabalho realizado naquelas áreas não tinham o objetivo de coletar espécies da família Malvaceae em particular, concluindo-se que as coletas da espécie em questão foram ao acaso. O autor da indicação da espécie não considera qualquer tipo de ameaça nas áreas de ocorrência dos indivíduos.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20monteiroi	Cerrado
2675	MALVACEAE	Abutilon nigricans	G.L.Esteves & Krapov.	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"O município de ocorrência da espécie sofre com a perda de vegetação nativa, causando um declínio na área de ocupação, na qualidade do habitat e no número de subpopulações. A espécie possui poucos registros conhecidos de um único local, apresentando AOO de 4 Km². Foi categorizada como ""Criticamente  em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20nigricans	Mata Atlântica
2676	MALVACEAE	Abutilon venosum	K.Schum.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie sem informações úteis. Segundo Esteves (2011) o taxon ocorre nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, porém os registros de ocorrência apontam somente para São Paulo. Dos quatro registros apresentados, um é cultivado, outro apontado para área nativa do IAC e as outras duas sem indicação. Não há informação de ameaça.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20venosum	Mata Atlântica
2677	MALVACEAE	Akrosida macrophylla	(Ulbr.) Fryxell &  Fuertes	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar da espécie apresentar EOO menor que 5.000 km², a mesma possui informações desencontradas. No mapa, a espécie apresenta distribuição nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, porém no ""resumo dos dados de distribuição"" existe a indicação de ocorrência no Estado de São Paulo. Não há dados sobre ameaça."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Akrosida%20macrophylla	Mata Atlântica
2678	MALVACEAE	Byttneria catalpifolia subsp. sidaefolia	(A.St.-Hil.) Cristóbal	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie com EOO acima de 20.000 km². Segundo o mapa de ocorrências a distribuição do taxon é limitado aos Estados de São Paulo e Paraná, porém, segundo o ""resumo dos dados de distribuição"" é encontrada nas regiões Centro-Oeste (Goiás), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná) (Esteves, 2011)."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20catalpifolia%20subsp.%20sidaefolia	Cerrado, Mata Atlântica
2679	MALVACEAE	Byttneria implacabilis	Cristóbal	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Não existe dados sobre ameaça e ocorre uma dúvida quanto a distribuição da espécie: segundo Esteves (2011) a espécies é endêmica de Santa Catarina. Já o banco de dados do CNCFlora (2011) registra ocorrência da espécie somente para o Paraná.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20implacabilis	Mata Atlântica
2680	MALVACEAE	Byttneria oblongata	Pohl	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição em várias regiões do Brasil. Segundo o resumo dos dados de distribuição a espécie ocorre, também, no Estado da Bahia. Essa informação não consta do mapa de ocorrências.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20oblongata	Cerrado, Mata Atlântica
2681	MALVACEAE	Byttneria scabra	L.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distrtibuição no território brasileiro. Sem informações sobre ameaças.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20scabra	Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
2682	MALVACEAE	Calyculogygas uruguayensis	Krapov.	EN	B1ab(i,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie ocorre exclusivamente em Campos Sulinos do estado do Rio Grande do Sul, apresentando EOO de 290,39 km². C. uruguayensis vem sofrendo com o declínio de extensão de ocorrência, de área de ocupação e declínio de habitat, principalmente causados pela agropecuária. Foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyculogygas%20uruguayensis	Pampa (Campos Sulinos)
2683	MALVACEAE	Calyptraemalva catharinensis	Krapov.	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos Campos de Altitude do estado de Santa Catarina. A espécie possui EOO de 574,07 Km², estando sujeita a duas situações de ameaça. Os municípios de ocorrência da espécie (São Joaquim e Grão Pará) apresentam alto grau de perda de Mata Atlântica (2,7% e 28,7% remanescentes), comprovando a perda da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Desta forma, a espécie foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptraemalva%20catharinensis	Mata Atlântica
2684	MALVACEAE	Cavanillesia umbellata	Ruiz & Pav.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO maior que 20.000 km², sendo largamente distribuída no Nordeste, Sudeste e Centro-oeste.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cavanillesia%20umbellata	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
2685	MALVACEAE	Ceiba jasminodora	(A.St.-Hil.) K.Schum.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO maior que 20.000 km², sem informação sobre ameaça e bem distribuída na área de ocorrência (Minas Gerais e São Paulo).	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceiba%20jasminodora	Cerrado
2686	MALVACEAE	Cienfuegosia drummondii	(A.Gray) Lewton	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de apresentar EOO menor que 5.000 km² e duas localidades de ocorrência, a espécie não possui informações sobre ameaças. Observa-se nessa situação uma clara falta de esforço de coleta. As coletas não foram realizadas por especialistas no grupo em questão, portanto, sem a pretensão de se realizar um trabalho intensivo com a família Malvaceae, concluindo que os trabalhos de coleta foram ao acaso. O autor da inclusão não informa qualquer ameaça direta ou indireta nos indivíduos citados. Nessa visão os dados são deficientes para uma avaliação precisa.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cienfuegosia%20drummondii	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
2687	MALVACEAE	Cienfuegosia sulfurea	(A.St.-Hil.) Garcke	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie sem dados sobre ameaça, mas com EOO menor que 5.000 km² e uma situação de ameaça. São necessários mais estudos de campo para conformar a distribuição da mesma. A coleta foi realizada por pesquisador que não é especialista no grupo, portanto acredita-se que o trabalho realizado naquela área não tinha o objetivo de coletar espécies da família Malvaceae, concluindo-se que a coleta da espécie em questão foi ao acaso. O autor da indicação da espécie não considera qualquer tipo de ameaça na área de ocorrência do indivíduo.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cienfuegosia%20sulfurea	Pampa (Campos Sulinos)
2688	MALVACEAE	Eriotheca pubescens	(Mart. & Zucc.) Schott & Endl.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Possui EOO maior que 20.000 km². Sem informações sobre ameaça e com vários registros em unidades de conservação (SNUC).	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriotheca%20pubescens	Cerrado
2689	MALVACEAE	Gaya domingensis	Urb.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no Sudeste e Nordeste, sem informações sobre ameaças e com ocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20domingensis	Caatinga, Cerrado
2690	MALVACEAE	Gaya guerkeana	K.Schum.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui uma distribuição nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a mesma possui EOO acima de 20.000 km², sem informações sobre ameaças.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20guerkeana	Cerrado, Mata Atlântica
2691	MALVACEAE	Gaya pilosa	K.Schum.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sem informação sobre ameaça e considerada como invasora.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20pilosa	Cerrado, Mata Atlântica
2692	MALVACEAE	Herissantia nemoralis	(A.St.-Hil.) Brizicky	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em todas as regiões brasileiras, sem informação sobre ameaça.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herissantia%20nemoralis	Mata Atlântica, Cerrado
2693	MALVACEAE	Hibiscus bifurcatus	Cav.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição em todas as regiões brasileiras, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) e sem informação sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20bifurcatus	Amazônia, Mata Atlântica
2694	MALVACEAE	Hibiscus diversifolius	Jacq.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição nas regioões Sudeste e Sul, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informação de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20diversifolius	Mata Atlântica
2695	MALVACEAE	Hibiscus furcellatus	Desr.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição em todo o território brasileiro, sem informação sobre ameaça e com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20furcellatus	Mata Atlântica, Amazônia
2696	MALVACEAE	Hibiscus sororius	L.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição em todas as regiões brasileiras, ocorrendo em unidades de conservação (SNUC) e sem informação sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20sororius	Amazônia, Cerrado
2697	MALVACEAE	Hochreutinera hasslerana	(Hochr.) Krapov.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie com AOO de 16 km², severamente fragmentada, em consequência da perda de vegetação do domínio fitogeográfico Pampa, um dois mais afetados do território nacional. A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, apresentando declínio continuado de extensão de ocorrência, área de ocupação e extensão de habitat. Foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hochreutinera%20hasslerana	Pantanal, Pampa (Campos Sulinos)
2698	MALVACEAE	Krapovickasia urticifolia	(A.St.-Hil.) Fryxell	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e sem informação sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krapovickasia%20urticifolia	Cerrado, Mata Atlântica
2699	MALVACEAE	Luehea candicans	Mart. & Zucc.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de possuir potencial madeireiro, a espécie é amplamente distribuida no território brasileiro, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luehea%20candicans	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
2700	MALVACEAE	Luehea conwentzii	K.Schum.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição nas regiões Sul e Sudeste, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informação de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luehea%20conwentzii	Mata Atlântica
2701	MALVACEAE	Malachra radiata	(L.) L.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, sem informação sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malachra%20radiata	Caatinga, Mata Atlântica
2702	MALVACEAE	Malvastrum americanum	(L.) Torr.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie considerada invasora, distribuindo-se amplamente nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Sem informação sobre ameaça e com ocorrência em unidade de conservação (SNUC).	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malvastrum%20americanum	Caatinga, Mata Atlântica
2703	MALVACEAE	Monteiroa bullata	(Ekman) Krapov.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie bem distribuída nos Estados da região Sul, sem informação sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20bullata	Mata Atlântica
2704	MALVACEAE	Monteiroa ptarmicifolia	(A.St.-Hil. & Naudin) Krapov.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Sem informações de dados populacionais, com EOO maior que 20.000 km², com distribuição no Sul do Brasil. Não possui dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20ptarmicifolia	Mata Atlântica
2705	MALVACEAE	Monteiroa smithii	Krapov.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie endêmica do Brasil, encontrada em áreas brejosas dos estados de Santa Catarina e Paraná. Possui EOO de 716,41 e está sujeita a duas situações de ameaça, e não foi registrada em unidades de conservação. M. smithii apresenta especificidade de habitat e está sujeita a declínio em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat, causados pela perda de Mata Atlântica no sul do país. Desta forma, a espécie foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20smithii	Mata Atlântica
2706	MALVACEAE	Pavonia almasana	Ulbr.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência exclusiva em Campos Rupestre do estado da Bahia. Apresenta EOO de 2.191,12 Km² e está sujeita a três situações de ameaça, considerando-se os municípios de ocorrência da espécie. P. almasana  apresenta especificidade de habitat, ocorrendo em Campos Rupestres entre 1.000 e 1.400 m de altitude. A espécie vem sofrendo com o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat causados, principalmente, pela transformação de áreas naturais em áreas de pastagem, o cultivo de frutas, além de queimadas e extração de madeira e lenha. Foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20almasana	Cerrado
2707	MALVACEAE	Pavonia alnifolia	A.St.-Hil.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) sendo ocasionalmente utilizada em cultivo. Possui EOO maior do que 20.000 km². Apesar da área de ocorrência da espécie sofrer com atividades imobiliárias, somente informações sobre declínio de ocupação e habitat é informado, faltando mais dados para o correto enquadramento da espécie dentro das categorias.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20alnifolia	Mata Atlântica
2708	MALVACEAE	Pavonia biflora	Fryxell	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie sem dados populacionais, com distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Com EOO maior que 20.000 km², não possui dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20biflora	Cerrado
2709	MALVACEAE	Pavonia distinguenda	A.St.-Hil. & Naudin	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição no Sul do Brasil e registro no Sudeste. Não possui informações sobre dados populacionais e de ameaças, com EOO maior que 20.000 km².	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20distinguenda	Mata Atlântica
2710	MALVACEAE	Pavonia garckeana	Gürke	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, com registros em unidade de conservação (SNUC). Com EOO maior que 20.000 km², florescendo e frutificando o ano todo e sem dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20garckeana	Cerrado
2711	MALVACEAE	Pavonia grazielae	Krapov.	VU	D2	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos Campos Rupestres dos municípios de Grão Mogol e Cristália, estado de Minas Gerais. A espécie está sujeita a duas situações de ameaça, considerando-se os municípios de sua ocorrência. Foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20grazielae	Cerrado
2712	MALVACEAE	Pavonia hastata	Cav.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição nas regiões Sul e Sudeste, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Possui EOO maior que 20.000 km², sem dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hastata	Mata Atlântica
2713	MALVACEAE	Pavonia hatschbachii	Krapov.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie não endêmica com ocorrência também no Uruguai. No Brasil, a espécie ocorre exclusivamente no extremo sul do estado do Paraná em áreas brejosas associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Possui EOO de 99,11 Km² e está sujeita a duas situações de ameça de acordo com os municípios de ocorrência da espécie. Suspeita-se que a área de ocorrência da espécie esteja em declínio contínuo devido, principalmente, ao crescimento urbano na região. Fato este que afeta também a extensão de ocorrência e a qualidade do habitat da espécie. Além disto, a espécie demonstra certo padrão de raridade. Foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hatschbachii	Mata Atlântica
2714	MALVACEAE	Pavonia hexaphylla	(S.Moore) Krapov.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, ocorrendo em unidade de conservação (SNUC). Com EOO maior que 20.000 km² e sem dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hexaphylla	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2715	MALVACEAE	Pavonia kleinii	Krapov. & Cristóbal	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência em unidade de conservação (SNUC), com oito registros de coleta, sem dados populacionais, EOO maior que 20.000 km². Existe um espaço sem registro de coleta entre Santa Catarina e Minas Gerais, provavelmente falta de coleta. Os dados de ameaça apresentados referem-se, somente, a área de mata nativa atual do município de São José do Barreiro, São Paulo.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20kleinii	Mata Atlântica
2716	MALVACEAE	Pavonia lanata	R.E.Fr.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição nas regiões Sul e Sudeste, porém nessa última somente no Estado de Minas Gerais. Provavelmente ocorre uma falta de esforço de coleta, o que, certamente, aumentaria os pontos de registros para a espécie. Possui EOO maior que 20.000 km², sem informações sobre dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20lanata	Cerrado, Mata Atlântica
2717	MALVACEAE	Pavonia multiflora	A.St.-Hil.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar do Estado do Espírito Santo possuir apenas, aproximadamente, 10% da área vegetal original, a espécie é amplamente distribuída no Estado, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) e EOO maior que 20.000 km².	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20multiflora	Mata Atlântica
2718	MALVACEAE	Pavonia reticulata	Garcke	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída na região Sul, com um único registro em São Paulo. Possui EOO maior que 20.000 km², sem dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20reticulata	Cerrado, Mata Atlântica
2719	MALVACEAE	Pavonia spiciformis	Krapov.	EN	B1ab(i,iii)+2ab(i,iii)	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"A região de ocorrência sofre com a implantação de pastagens e cultura do cacau, com diminuição da área de vegetação nativa, provocando o declínio continuado de extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. A espécie possui EOO de 261,12 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20spiciformis	Mata Atlântica
2720	MALVACEAE	Pavonia tricalycaris	A.St.-Hil.	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO menos que 5.000 km², sendo que os indivíduos existentes ocorrem em disjunção, entre as cidades de Vila Velha (ES) e Teixeira de freitas (BA). Possui três registros de localidades, porém presume-se a falta de esforço de coleta. Esteves (2011) comenta mais um registo no Rio de Janeiro.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20tricalycaris	Mata Atlântica
2721	MALVACEAE	Pseudobombax grandiflorum	(Cav.) A.Robyns	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km². Possui ocorrência em unidades de conservação (SNUC). O fato das sementes da espécie serem alimento esporádico para aves, não consiste em ameaça, sendo um fenômeno natural.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20grandiflorum	Cerrado, Mata Atlântica
2722	MALVACEAE	Pseudobombax marginatum	(A.St.-Hil.) A. Robyns	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com larga distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km² e sem dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20marginatum	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2723	MALVACEAE	Pseudobombax tomentosum	(Mart. & Zucc.) A.Robyns	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com presença em diversas unidades de conservação (SNUC) e distribuindo-se nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. Com EOO maior que 20.000 km² e sem informações sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20tomentosum	Caatinga, Cerrado
2724	MALVACEAE	Rhynchosida physocalyx	(A.Gray) Fryxell	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie sem informação sobre EOO e sem registro de coleta, apesar de informar a ocorrência em mata atlântica.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosida%20physocalyx	Mata Atlântica
2725	MALVACEAE	Sida rufescens	A.St.-Hil.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, com EOO maior que 20.000 km². Sem dados de ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sida%20rufescens	Cerrado, Pantanal
2726	MALVACEAE	Spirotheca rivieri	(Decne.) Ulbr.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Ampla distribuição na costa atlântica, entre os Estados de Santa Catarina e Espírito Santo. Com EOO maior que 20.000 km² e ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Sem informações sobre ameaças.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spirotheca%20rivieri	Mata Atlântica
2727	MALVACEAE	Triumfetta grandiflora	Vahl	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ocorrência em unidade de conservação (SNUC), com EOO maior que 20.000 km² e sem dados de ameaça. Com distribuição na região Sudeste e em Rondônia.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triumfetta%20grandiflora	Cerrado, Mata Atlântica
2728	MALVACEAE	Waltheria communis	A.St.-Hil.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no território brasileiro, com EOO maior que 20.000 km², ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informação sobre ameaça.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Waltheria%20communis	Cerrado, Mata Atlântica
2729	MARANTACEAE	Calathea aemula	Körn.	NT	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com EOO de 76.681 km² e AOO de 44 km². Habita a Mata Atlântica em mais de 10 locais em situação de ameaça, e em duas unidades de conservação (SNUC). Embora esteja fora do limite de vulnerabilidade, por sofrer pressão em seu habitat e não estar assegurada sua sobrevivência, sugerimos mais estudos sobre a espécie e possível mudança de categoria.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20aemula	Mata Atlântica
2730	MARANTACEAE	Calathea bella	(W.Bull) Regel	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A distribuição da espécie édesconhecida. A avaliação não pode ser conduzida por falta de dados.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20bella	""
2731	MARANTACEAE	Calathea brasiliensis	Körn.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre em quatroEstados, em unidades de conservação (SNUC), e nãosofre ameaça direta.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20brasiliensis	Mata Atlântica
2732	MARANTACEAE	Calathea cylindrica	(Roscoe) K.Schum.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica de MataAtlântica ocorre em cinco Estados, em unidades de conservação (SNUC).	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20cylindrica	Mata Atlântica
2733	MARANTACEAE	Calathea fatimae	H.Kenn. & J.M.A.Braga	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie foi descrita a partirde indivíduo cultivado no Sitio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba,Município do Rio de Janeiro e coletado em Morro do Coco, a 40 km ao Norte dacidade de Campos, Município de Campos dos Goytacazes. O Distrito de Morro doCoco hoje é totalmente ocupado por fazendas de plantação de cana-de-açúcar epecuária. Além dos exemplares cultivados em coleção particular, não existeregistro de outra coleta na natureza. Pela falta de dados, sugerimos um esforço de coleta e mais estudos sobre a espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20fatimae	Mata Atlântica
2734	MARANTACEAE	Calathea longibracteata	(Sweet) Lindl.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre em quatroEstados, não sofre ameaça direta e se reproduz com facilidade.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20longibracteata	Mata Atlântica
2735	MARANTACEAE	Calathea monophylla	(Vell.) Körn.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre em oito Estadosdo Nordeste, Sudeste e Sul, em diferentes ambientes.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20monophylla	Mata Atlântica
2736	MARANTACEAE	Calathea sciuroides	Petersen	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie é encontrada na Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com possíveis ocorrências no Mato Grosso, nas Guianas e em Trinidad.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20sciuroides	Mata Atlântica
2737	MARANTACEAE	Calathea singularis	H.Kenn.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no bioma MataAtlântica exclusivamente no Estado do Espírito Santo, com apenas doisregistros de ocorrência, sendo um deles em unidade de conservação (SNUC) e o outro emsituação de ameaça pela degradação do habitat. Recomendamos mais estudos sobre a espécie e que a EOO seja recalculada.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20singularis	Mata Atlântica
2738	MARANTACEAE	Calathea tuberosa	(Vell.) Körn.	EN	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e está sujeita a cinco situações de ameaça. A região do Distrito de Morro do Coco, sul do Estado do Rio de Janeiro, há muito vem sendo alterada pela agricultura e pecuária, assim como Armação de Búzios, onde o hábitat da espécie está sujeito às ameaças do alto apelo turístico da região, com a construção de grandes condomínios. Segundo informações, a espécie é rara, foi coletada em 1890 em Copacabana, no município do Rio de Janeiro, e no município de Itapemirim, Estado do Espírito Santo, e só voltou a ser coletada na natureza em 1997. Considerando que a AOO (24 km²) vem sofrendo degradação, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN). Estudos populacionais são recomendados."	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20tuberosa	Mata Atlântica
2739	MARANTACEAE	Calathea widgrenii	Körn.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	""	"A espécie ocorre no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro e, possivelmente, no Espírito Santo, com EOO de 788,22 km² e AOO de 16 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Devido à baixa extensão de ocorrência e degradação de seu hábitat, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN). Recomendam-se estudos de distribuição e o levantamento de dados populacionais para uma categorização mais precisa."	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20widgrenii	Mata Atlântica
2740	MARANTACEAE	Calathea wiotii	(E.Morren) Regel	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A avaliação não pode serconduzida por falta de dados.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20wiotii	Mata Atlântica
2741	MARANTACEAE	Calathea zebrina	(Sims) Lindl.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, com EOO de 159.313 km². Encontrada em unidades de conservação (SNUC) e em cultivo ex situ.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20zebrina	Mata Atlântica
2742	MARANTACEAE	Ischnosiphon gracilis	(Rudge) Körn.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição,com EOO de 2.956.720 km². É encontrada em unidades de conservação (SNUC) e em cultivoex situ.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ischnosiphon%20gracilis	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2743	MARANTACEAE	Ischnosiphon ovatus	Körn.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e, possivelmente, São Paulo e Paraná, com EOO de 4.453,11 km² e AOO de 16 km². Dos cinco registros de ocorrência, dois são em unidades de conservação. Pela extensão de ocorrência, área de ocupação e pelas três localidades fragmentadas nas quais a espécie está sujeita a ameaças pela deterioração do hábitat, foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ischnosiphon%20ovatus	Mata Atlântica
2744	MARANTACEAE	Maranta bicolor	Ker Gawl.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, com EOO de 1.019.192 km², nas regiões Nordeste e Sudeste, em Caatinga e Mata Atlântica.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20bicolor	Caatinga, Mata Atlântica
2745	MARANTACEAE	Maranta subterranea	J.M.A.Braga	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	""	"A espécie ocorre na Mata Atlântica nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia. Tem EOO de 8.482,35 km² e AOO de 20 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora duas localidades sejam em unidades de conservação (SNUC), o ambiente de Mata de Planície, onde a espécie ocorre, é altamente vulnerável, sujeito a fogo e vem sofrendo degradação por pressão de pastagem, agricultura e empreendimentos imobiliários. Por esses motivos, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20subterranea	Mata Atlântica
2746	MARANTACEAE	Maranta zingiberina	L.Andersson	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, com EOO de 119.892 km² em Caatinga e Mata Atlântica.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20zingiberina	Caatinga, Mata Atlântica
2747	MARANTACEAE	Monotagma plurispicatum	(Körn.) K.Schum.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, com EOO de 4.976.429 km², emCaatinga, Cerrado e Mata Atlântica.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monotagma%20plurispicatum	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2748	MARANTACEAE	Saranthe composita	(Link) K. Schum.	VU	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, com EOO de 13.761,28 km², em Mata Atlântica de baixada. Está sujeita a oito situações de ameaça, sendo apenas uma em unidade de conservação (SNUC). Pela dimensão da extensão de ocorrência e pela contínua degradação de seu hábitat, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saranthe%20composita	Mata Atlântica
2749	MARANTACEAE	Saranthe klotzschiana	(Körn.) Eichler	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	""	A espécie ocorre nos Estados doNordeste, em grande subpopulação dentro de Parque Ecológico em Pernambuco, e no Sudeste ocorre no Espírito Santo e Rio de Janeiro.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saranthe%20klotzschiana	Mata Atlântica
2750	MARANTACEAE	Stromanthe porteana	Gris	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre emoito Estados do Nordeste e Sudeste e em algumas unidades de conservação (SNUC).	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stromanthe%20porteana	Mata Atlântica
2751	MARANTACEAE	Stromanthe schottiana	(Körn.) Eichler	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre em quatroEstados do Nordeste e Sudeste, com EOO de 79.347 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stromanthe%20schottiana	Mata Atlântica
2752	MARANTACEAE	Thalia multiflora	Horkel ex Körn.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	"A espécie é herbácea aquática,não endêmica do Brasil. Ocorre na Argentina, nos alagados de Iberá, na regiãode Corrientes, área protegida desde 1985, onde a espécie é tida como comum,ocorre também nos Pampas do Rio Grande do Sul onde é considerada ""Vulnerável"" (VU), eno Rio de Janeiro sem informação. Pela falta de dados de coleta não é possívelrealizar a avaliação."	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thalia%20multiflora	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2753	MARCGRAVIACEAE	Marcgravia polyantha	Delpino	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	M. polyantha é uma liana ou arbustiva ocorrente nas regiões Sudeste, Sul e no Estado Goiás. Assim, a EOO é superior a 20.000 km², sendo categorizada como sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcgravia%20polyantha	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2754	MARCHANTIACEAE	Marchantia berteroana	Lehm. & Lindenb.	EN	B2ab(i,ii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie não é endêmica do Brasil, ocorre na Mata Atlântica dos Estados das regiões Sudeste (Minas Gerais, Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Apresenta AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando os Estados de ocorrência da espécie e sua vulnerabilidade às queimadas e fragmentação do hábitat, que afetam diretamente a sua dispersão e reprodução. Suspeita-se de baixo esforço de coleta para a espécie, que apresenta uma disjunção que pode estar refletindo a falta de estudos empreendidos. Sendo assim, fazem-se necessários o direcionamento de estudos e a coleta de dados em campo, a fim de se verificar a situação das subpopulações e de suas áreas de ocorrência. M. berteroana foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marchantia%20berteroana	Mata Atlântica
2755	MARSILEACEAE	Pilularia americana	A.Braun	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação da espécie uma vez que possui apenas um registro sem data e informações sobre a espécie. Além disso, com as informações disponíveis não é possivel fazer estimativas a respeito do estado de conservação da espécie no Brasil.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilularia%20americana	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2756	MARSILEACEAE	Regnellidium diphyllum	Lindm.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem hábito aquático em corpos de água rasos, ocorre no Estado do Rio Grande do Sul e, possivelmente, em Santa Catarina, em Formações Campestres e Florestas de Restinga. Tem cinco subpopulações conhecidas que foram consideradas situações de ameaça. Considerando o declínio da qualidade do hábitat decorrente da constante modificação ambiental das zonas úmidas pelo homem, que caso não sejam controladas podem vir a elevar a espécie para uma categoria de maior risco em futuro próximo, R. diphyllum foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Regnellidium%20diphyllum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2757	MELASTOMATACEAE	Bertolonia angustifolia	Cogn.	CR	C2a(i,ii),D	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie possui distribuição restrita (EOO=277,03 Km²) a um único município e não é coletada a cerca de 120 anos. A coleta foi realizada no município de Santos, no estado de São Paulo região que sofre com a antropização dos ambientes naturais desde a colonização, e por isso, suspeita-se que a espécie esteja possivelmente extinta por não ter sido recoletada, apesar da região ter um alto esforço de coleta. Por isso, acredita-se que não haja mais de 50 indivíduos na natureza.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20angustifolia	Mata Atlântica
2758	MELASTOMATACEAE	Bertolonia formosa	Brade	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Bertolonia formosa Brade possui distribuição restrita e está sujeita a declínio constante da qualidade de habitat. A espécie possui uma extensão de ocorrência extremamente pequena (EOO=10,47 km²). Sua população encontra-se severamente fragmentada, devido a transformação da paisagem no entorno das três subpopulações existentes. Além disso a construção de estradas e a expansão de áreas urbanas e agrícolas representam uma barreira para a manutenção de fluxo gênico entre os remanescentes. Assim, a espécie foi considerada ""Criticamente em Perigo"" (CR)."	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20formosa	Mata Atlântica
2759	MELASTOMATACEAE	Bertolonia foveolata	Brade	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Bertolonia foveolata é endêmica do estado do Espirito Santo, possui distribuição restrita (EOO=541,12 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie sofre devido as transformações da paisagem e está sujeita a declínio constante da qualidade do habitat. Assim, a espécie foi classificada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20foveolata	Mata Atlântica
2760	MELASTOMATACEAE	Bertolonia hoehneana	Brade	CR	B2ab(iii),C2a(ii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Bertolonia hoehneana Brade é endêmica do estado de São Paulo, onde foi considerada uma espécie ""Criticamente em Perigo"" (CR) de extinção. Os poucos espécimes de herbário conhecidos representam coleções históricas, com mais de 120 anos, não havendo até o momento qualquer coleta recente nessas regiões (Baumgratz 2009). Entretanto, Bertolonia hoehneana Brade ocorrem em apenas uma localidade do município de São Paulo e apresenta uma AOO de apenas 8 Km². A região sofreu sérios impactos antropogênicos, devido a transformação da paisagem. E hoje está sujeita a declínio constante na qualidade de habitat. Se a espécie ainda puder ser encontrada na natureza, provavelmente será dentro de unidades de conservação. Assim, estima-se que existam menos de 250 indivíduos vivos, todos concentrados em uma única subpopulação. Por estas razões, a espécie foi considerada como ""Criticamente em Perigo"" (CR), Possivelmente ""Extinta na natureza"" (EW)."	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20hoehneana	Mata Atlântica
2761	MELASTOMATACEAE	Bertolonia leuzeana	(Bonpl.) DC.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem EOO restrito calculado em 274,50 km² e sua população encontra-se severamente fragmentada devido a perda de habitat. De acordo com o especialista a espécie ocorre em subpopulações pequenas e muito restritas, em áreas com forte influência antrópica e que ainda se mostram alteradas.	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20leuzeana	Mata Atlântica
2762	MELASTOMATACEAE	Bertolonia paranaensis	(Wurdack) Baumgratz	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Bertolonia paranaensis ocorre nos estados de São Paulo e Paraná. Neste estado acredita-se que esteja em perigo de extinção, pois a última coleta foi realizada há mais de 110 anos (Baumgratz 2009, com. pessoal). No estado do Paraná, a espécie é conhecida a partir de registros coletados em dois municípios, Antonina e Guaraqueçaba. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 2.111,22 km² e sua área de ocupação em 16 Km². Considerando que a distribuição da espécie hoje está restrita a apenas duas localidades e que a região sofre declínio constante de qualidade de habitat, Bertolonia paranaensis foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20paranaensis	Mata Atlântica
2763	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia atropurpurea	A.B.Martins	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Cambessedesia atropurpurea A.B.Martins é conhecida a partir de registros de coleta realizados em duas localidades, e sua população encontra-se severamente fragmentada devido a perda de habitat. A espécie não é coletada a quase 30 anos. Com base nos registros conhecidos a extensão de ocorrência foi estimada em menos do que 20.000 km². Além disso, a espécie está sujeita ao declínio constante de qualidade de habitat. Assim, Cambessedesia atropurpurea foi classificada como Vulnerável (VU).	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20atropurpurea	Cerrado
2764	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia eichleri	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Cambessedesia eichleri Cogn. é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=574.574,65 km²). A espécie ocorre desde a região nordeste até o sudeste brasileiro, em áreas dos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Assim, a espécie foi classificada como Least Concern (LC).	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20eichleri	Cerrado, Mata Atlântica
2765	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia glaziovii	Cogn. ex A.B.Martins	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Esta espécie pode ser confundida com C. espora e por falta de certeza de registros e identificação não apresenta dados suficientes para uma avaliação consistente de risco. Recomenda-se um maior esforço de coleta e estudos taxonômicos.	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20glaziovii	Cerrado
2766	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia gracilis	Wurdack	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Cambessedesia gracilis  é endêmica do estado da Bahia. A espécie ocorre na Chapada Diamantina, mais precisamente em três diferentes situações de ameaça: nos Campos Rupestres do município de Andaraí (Campo do Queiroz, Campo de Ouro Fino e Serra do Bicota), no município de Rio de Contas (Serra do Porco Gordo, Serra da Mesa e Serra do Porco Gordo) e no município de Água Quente (Pico das Almas). Com EOO menor que 5.000 Km², a espécie está sujeita a declínio constante da qualidade de habitat, devido a sobre pastejo e impactos negativos do turismo. Por estas razões, Cambessedesia gracilis  foi considerada Em Perigo (EN).	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20gracilis	Caatinga
2767	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia hermogenesii	A.B.Martins	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Cambessedesia hermogenesii A.B.Martins é endêmica do estado da Bahia, na região do Pico das Almas, Chapada Diamantina. Sua distribuição é restrita (EOO=1.439,26 km²) e a espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo o sobre pastejo, o turismo, o fogo e, principalmente a agroindústria, ameaças que influenciam a sobrevivência da espécie nesta região. Assim a espécie está sujeita ao declínio constante da qualidade de habitat e foi considerada como Em Perigo (EN).	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20hermogenesii	Caatinga
2768	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia hilariana	(Kunth) DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. possui ampla distribuição. A espécie é considerada frequente e muito bem representada em coleções de herbários. Habita preferencialmente os campos rupestres ao longo da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais e Bahia. Campos (2005) cita a ocorrência de C. hilariana para a Bolívia. Assim a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20hilariana	Mata Atlântica, Cerrado
2769	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia striatella	Naudin	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Cambessedesia striatella não possui registros de ocorrência nem informações sobre a biologia e ecologia da espécie. Assim, a espécie foi classificada como Data Deficient (DD).	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20striatella	Cerrado
2770	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia weddellii	Naudin	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do Brasil, ocorre no estado de Minas Gerais e possivelmente São Paulo, em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, ambientes severamente alterado pela urbanização, atividades agrícolas e pastagens. Apresenta apenas duas situações de ameaça e recomenda-se estudos aprofundados a fim de verificar o estado das populações da espécie.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20weddellii	Cerrado
2771	MELASTOMATACEAE	Cambessedesia wurdackii	A.B.Martins	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem EOO calculado em 6.777,79km², está sujeita a menos de 10 situações de ameaça e a declínio na qualidade do habitat. Endêmica de áreas de Caatinga no estado da Bahia, está sujeita a ameaças como turismo descontrolado, fogo, abertura de pastos e agricultura.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20wurdackii	Caatinga, Cerrado
2772	MELASTOMATACEAE	Chaetostoma fastigiatum	Naudin	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Chaetostoma fastigiatum possui EOO de 33.253,190 km² e  foi considerada uma provável espécie em extinção devido as poucas e antigas coletas feitas principalmente no final do século XIX. Uma revisão feita por  Koschnitzke (2006) mostra que essa espécie também possui ocorrência nas Serras da Mantiqueira e da Canastra (Baumgratz, com. pess.). Portanto faz-se necessário um maior esforço de coleta a fim de verificar o real estado de conservação da espécie que ocorre em áreas alteradas.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaetostoma%20fastigiatum	Cerrado
2773	MELASTOMATACEAE	Clidemia capilliflora	(Naudin) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apesar de ser considerada rara no estado do Rio de Janeiro, a espécie Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. possui ampla distribuição e ocorre desde o norte do estado da Bahia ao litoral sul do estado do Rio de Janeiro. Este arbusto ocorre na Mata Atlântica  (Michelangi, Reginato, 2010), em Florestas Pluviais e de baixada (Braumgratz et al., 2006). Na Reserva Poço das Antas possui distribuição muito restrita, sendo encontrada somente no interior da Floresta Submontana (Braumgratz et al., 2006). Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. está protegida por unidades de conservação (SNUC) e não possui ameaças específicas descritas para a espécie. Assim, Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clidemia%20capilliflora	Mata Atlântica
2774	MELASTOMATACEAE	Clidemia rubra	(Aubl.) Mart.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Clidemia rubra (Aubl.) Mart. possui ampla distribuição no Brasil (EOO=5.378.572,290 km²) e ocorre desde a região norte (Roraima, Amapá, Pará, Amazonas, Acre), até a região centro-Oeste (Mato Grosso) (Michelangeli, Reginato, 2010).  A espécie ocorre áreas de Cerrado (Michelangeli, Reginato 2010), e é consumida por aves (Tienne et al., 2005, Orians, 1983). Na Amazônia, a espécie ocorre como secundária inicial (Tienne et al. 2005). Há registros de ocorrência dessa planta na Colômbia, onde é encontrada em áreas com atividade de mineração (Porras et al., 2010), e usada como pasto junto com braquiária (Valencia 2009). Clidemia rubra (Aubl.) Mart. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clidemia%20rubra	Cerrado
2775	MELASTOMATACEAE	Dolichoura spiritusanctensis	Brade	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Dolichoura spiritusanctensis Brade é uma espécie endêmica do Espírito Santo (Chiavegatto 2010) e possui distribuição restrita (EOO ca.1.168  km²).Apesar disso especialistas apontam que a espécie vem sendo coletada frequentemente. A espécie esta protegida por algumas unidades de conservação (SNUC), e foi categorizada como NT pelo fato de não ter ameaças pontuais, uso e de ser encontrada frequentemente, porém sua distribuição restrita merece atenção.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dolichoura%20spiritusanctensis	Mata Atlântica
2776	MELASTOMATACEAE	Eriocnema acaulis	Triana	EN	B1b(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Eriocnema acaulis Triana é endêmica do estado de Minas Gerais e possui distribuição restrita (EOO=27,89 Km², AOO=12 Km²), além de estar sujeita a três situações de ameaça, todas localizadas em áreas do quadrilátero ferrífero, tendo a mineração como principal ameaça. A espécie está sujeita a declínio constante da qualidade de habitat. Assim, Eriocnema acaulis Triana foi classificada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocnema%20acaulis	Cerrado, Mata Atlântica
2777	MELASTOMATACEAE	Eriocnema fulva	Naudin	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica do estado de Minas Gerais, está distribuída em áreas de mineração e com ocorrência de fogo, sendo essas duas ameaças citadas pelo especialista como mais significativas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que caso não sejam controladas podem exterminar subpopulações diminuindo drasticamente o número de indivíduos da espécie.	2011-10-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocnema%20fulva	Mata Atlântica, Cerrado
2778	MELASTOMATACEAE	Fritzschia anisostemon	Cham. & Schltdl.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Fritzschia anisostemon apresenta apenas um registro de coleta, e não há mais nenhuma informação a respeito da espécie. Portanto a espécie foi considerada deficiente de dados.	2011-10-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fritzschia%20anisostemon	Cerrado
2779	MELASTOMATACEAE	Fritzschia integrifolia	Cham. & Schltdl.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Fritzschia integrifolia possui apenas a informação de que é endêmica do Estado de Minas Gerais. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como Deficiente de Dados (DD) para o calculo do risco de extinção.	2011-10-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fritzschia%20integrifolia	Cerrado
2780	MELASTOMATACEAE	Henriettea gomesii	Brade	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Henriettea gomesii possui apenas a informação sobre e uma coleta e de que é endêmica do Estado do Espírito Santo. Portanto não conta com informações suficientes para o entendimento do real estado de conservação da espécie na natureza, sendo classificada como Deficiente de Dados (DD).	2011-10-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Henriettea%20gomesii	Mata Atlântica
2781	MELASTOMATACEAE	Huberia carvalhoi	Baumgratz	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Ocorre na região costeira do estado da Bahia. Tem EOO restrito calculado em 2.375,98 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie apresenta declínio na qualidade do habitat por perturbação antrópica.	2011-10-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20carvalhoi	Mata Atlântica
2782	MELASTOMATACEAE	Huberia espiritosantensis	Baumgratz	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"De acordo com as informações científicas disponíveis, a espécie é endêmica da Estação Biológica de Santa Lúcia, município de Santa Teresa, Espírito Santo. A espécie tem EOO calculado em menos de 20.000 Km² estando a população total agrupada nessa região. Por isso, é vulnerável a eventos estocásticos. A espécie está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, tendo em vista que a Estação foi incorporada ao governo federal em 1983, e estudos apontam ineficácia na fiscalização do local, a ocorrência de incêndios para ""limpeza de terreno"" e caça ilegal, diretamente na qualidade do habitat e causando o declínio desta."	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20espiritosantensis	Mata Atlântica
2783	MELASTOMATACEAE	Huberia laurina	DC.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Existe a dúvida  em relação a ocorrência exata da espécie. Além disso não há dados populacionais, de ameaça ou ecológicos suficientes para a categorização da espécie. Faz-se necessária a implementação de pesquisas científicas para colta de dados relativos a espécie e sua distribuição.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20laurina	Mata Atlântica
2784	MELASTOMATACEAE	Huberia nettoana	Brade	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem EOO de 15.434,320 Km², tendo sido encontrada em  diversas das áreas amostradas e com ocorrência descrita em áreas protegidas consideradas eficazes, como Ibitipoca e Itatiaia, por exemplo. Suspeita-se que a população total da espécie esteja estável, mas o fato  da espécie ter a EOO menor que 20.000 Km², o que poderia classificá-la como VU, deve nortear planos de ação para a espécie como intuito de monitorar as subpopulações.	2011-10-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20nettoana	Mata Atlântica
2785	MELASTOMATACEAE	Huberia pirani	Baumgratz	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem EOO calculado em menos de 500 km² e AOO de 32 Km², sendo endêmica do estado de Minas Gerais, mais precisamente da região do município de Diamantina. Ocorre em manchas de Mata de Galeria e em Campos Rupestres, nas encostas ou cumes de morros rochosos com arenito (Baumgratz 2004). A região tem sido fortemente antropizada e é roteiro para turismo e grandes eventos culturais como o carnaval, que afetam diretamente a qualidade do habitat. Considerando o distúrbio humano como principal ameaça, foram identificadas cinco situações de ameaça. Além disso, foi indicado pelo especialista a estimativa de duas subpopulações, que associada a distribuição restrita da espécie poderá resultar no desaparecimento da espécie em futuro próximo.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20pirani	Cerrado
2786	MELASTOMATACEAE	Huberia semiserrata	DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuição e foram encontrados 39 indivíduos em 0,8 ha amostrados. A espécie é endemica da Mata Atlântica, ambiente severamente transformado porém sua ampla distribuição nos leva a inferir que a espécie esteja fora de perigo.	2011-10-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20semiserrata	Mata Atlântica
2787	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera cordata	Cogn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre preferencialmente em Campos Rupestres e outras áreas campestres. No entanto, a vulnerabilidade da espécie é atestada pelo número de situações de ameaça (	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20cordata	Cerrado
2788	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera imbricata	(Thunb.) DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é de ampla distribuição, incluindo áreas protegidas. Estimada com até 50 subpopulações. Ocorre em diferentes domínios fitogeográficos e não possui uso nem valor econômico.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20imbricata	Cerrado, Mata Atlântica
2789	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera itambana	Mart. & Schrank ex DC.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição restrita, no entanto, não há dados populacionais, de ameaça ou de uso que possibilitem a avaliação do risco de extinção da espécie. Portanto, recomenda-se o direcionamento de pesquisas e um maior esforço de coleta para a espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20itambana	Cerrado
2790	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera mello-barretoi	Markgr.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Lavoisiera mello-barretoi é de distribuição restrita ao Cerrado do Estado de Minas Gerais. No entanto, não há maiores dados populacionais e ecológicos, ou informações sobre ameaças, impossibilitando a avaliação do risco de extinção da espécie. Por isso, faz-se necessário o direcionamento de pesquisas e um maior esforço de coleta para a espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20mello-barretoi	Cerrado
2791	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera pulchella	Cham.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Lavoisiera pulchella de ampla distribuição e com até 18 subpopulações distribuídas em sua EOO. Está presente em áreas protegidas e apesar das ameaças existentes ao bioma de ocorrência da espécie, a espécie não está ameaçada de extinção.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20pulchella	Cerrado, Mata Atlântica
2792	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera quinquenervis	Wurdack	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie não apresenta dados suficientes para a avaliação do risco de extinção.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20quinquenervis	Cerrado
2793	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera rigida	Cogn.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta apenas dados de distribuição, não tendo sido apontada nenhuma ameaça, dados populacionais ou de uso, portanto não foi possível fazer a avaliação do risco de extinção da espécie. No entanto, faz-se necessário o direcionamento de esforços para pesquisa e coleta da espécie, uma vez que esta ocorre na região de Diamantina conhecida como uma região de turismo intenso, podendo configurar uma ameaça para a espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20rigida	Cerrado
2794	MELASTOMATACEAE	Lavoisiera sampaioana	Barreto	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie não apresenta dados, além dos de distribuição, impossibilitando a avaliação do risco de extinção. Faz-se necessário o investimento em pesquisa e o aumento do esforço amostral da espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20sampaioana	Cerrado
2795	MELASTOMATACEAE	Leandra adenothrix	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, sem ameaças ou uso apontados pelo especialista. Apesar de ocorrer em Cerrado, a espécie também ocorre em borda de mata, e estima-se que hajam até 8 subpopulações da espécie. A espécie não está em risco de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20adenothrix	Cerrado
2796	MELASTOMATACEAE	Leandra catharinensis	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie bem distribuída. Apesar da antropização da região impedir a expansão da mata, estudos mostram que os Campos nas área dos ""Campos dos Padres"" apresentam-se em bom estado de conservação. Nestes, foi observada a ocorrência de espécies nativas comumente presentes em locais pouco alterados e uma baixa quantidade de espécies exóticas (Zanin et al. 2009). Portanto a espécie não está em risco de extinção."	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20catharinensis	Mata Atlântica
2797	MELASTOMATACEAE	Leandra echinata	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie bem distribuída e adaptada a cenários de estresse. Os arbustos da espécie são encontrados em locais ensolarados, beira de trilhas e estradas, e às vezes em barrancos (Camargo 2008). Também não há ameaças ou uso direto apontados pelo especialista, portanto a espécie não está ameaçada de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20echinata	Mata Atlântica
2798	MELASTOMATACEAE	Leandra hatschbachii	Brade	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do estado do Paraná e Santa Catarina, e está restrita apenas a três situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie foi altamente alterada pela urbanização causando declínio contínuo na qualidade do habitat.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20hatschbachii	Mata Atlântica
2799	MELASTOMATACEAE	Leandra humilis var. glabrata	(Cogn.) Wurdack	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a categorização da espécie.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20humilis%20var.%20glabrata	Mata Atlântica
2800	MELASTOMATACEAE	Leandra parvifolia	Cogn.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais e Paraná e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença e ausência em unidades de conservação. Muitas das regiões de ocorrência da espécie sofrem com a transformação da vegetação em áreas para atividades agrícolas e pastagem, causando declínio na qualidade do habitat. A espécie ainda é considerada rara, e caso as ameaças não sejam cessadas, poderão transferir a espécie a uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20parvifolia	Cerrado, Mata Atlântica
2801	MELASTOMATACEAE	Lithobium cordatum	Bong.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais, onde é encontrada em algumas fendas na rochas, em locais sombreados, nos Campos Rupestres, e Mata de Galeria nas serras do município de Delfinópolis e na serra do Espinhaço. Tem área de ocupação calculada em 32 Km², e está sujeita a uma situação de ameaça e a declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lithobium%20cordatum	Cerrado
2802	MELASTOMATACEAE	Marcetia alba	Ule	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado da Bahia, onde é encontrada em entre rochas e escarpas íngremes nos Campos Rupestres, na Serra do Sincorá, a 1100 m de altitude. Tem AOO calculado em 32 Km², e está sujeita a uma situação de ameaça. A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20alba	Caatinga, Cerrado
2803	MELASTOMATACEAE	Marcetia bahiana	(Ule) A.B.Martins	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica do estado da Bahia, e é conhecida apenas pela coleção tipo feita em 1906. Tem AOO calculado em 12 Km², está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A espécie pode estar ""Extinta na natureza"" (EW). A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados."	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20bahiana	Cerrado
2804	MELASTOMATACEAE	Marcetia bracteolaris	(Schrank & Mart. ex DC.) O.Berg. ex Cogn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a categorização da espécie.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20bracteolaris	Mata Atlântica
2805	MELASTOMATACEAE	Marcetia formosa	Wurdack	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado da Bahia, no Pico das Almas, a cerca de 1600 m de altitude (Martins, 1989). Tem AOO calculado em 76 Km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20formosa	Cerrado
2806	MELASTOMATACEAE	Marcetia hatschbachii	A.B.Martins	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado de Minas Gerais e da Bahia. Possui distribuição restrita (EOO=4.038,32 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar da área em que a espécie ocorre ter sido muito visitada por especialistas botânicos, há poucas coletas depositadas em herbários, sugerindo que a espécie seja rara.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20hatschbachii	Cerrado
2807	MELASTOMATACEAE	Marcetia luetzelburgii	Markgr.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie endêmica do estado da Bahia, no Pico das Almas, a cerca de 1700 m de altitude, com AOO calculado em 24 Km². está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade dohabitat. Aespécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20luetzelburgii	Caatinga, Cerrado
2808	MELASTOMATACEAE	Marcetia lychnophoroides	A.B.Martins	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da chapada Diamantina, no estado da Bahia. Apresenta área de ocupação de 20 Km², EOO de 1.597,94 Km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Sua região de ocorrência é restrita, recebe visitantes o ano inteiro e sofre com incêndios.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20lychnophoroides	Cerrado, Caatinga
2809	MELASTOMATACEAE	Marcetia nummularia	Markgr.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie endêmica do estado da Bahia, possui distribuição restrita (EOO=733,80 Km², AOO=36 km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. As regiões onde a espécie ocorre tiveram sua vegetação transformada em cabrucas, plantações de abacaxi, entre outras atividades agropecuárias, causando declínio contínuo da qualidade de habitat.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20nummularia	Cerrado, Caatinga
2810	MELASTOMATACEAE	Marcetia oxycoccoides	Wurdack & A.B.Martins	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Endêmica do estado da Bahia, mais precisamente da região do Pico das Almas entre 1300 e 1600 m de altitude. Tem AOO de 24 Km² e EOO de 207,66 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região passa por um processo de antropização que causa declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie. Aespécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20oxycoccoides	Caatinga, Cerrado
2811	MELASTOMATACEAE	Marcetia semiriana	A.B.Martins	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	É uma espécie endêmica da Serra do Cipó no estado de Minas Gerais, entre 1200 e 1400 m de altitude. Apesar de ser encontrada em área bastante visitada por botânicos, há poucas coletas, evidenciando sua raridade e endemismo. Além disso, possui EOO restrito (309,58 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram o fogo e o turismo na região como principais ameaças.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20semiriana	Cerrado
2812	MELASTOMATACEAE	Marcetia shepherdii	A.B.Martins	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado da Bahia, ocorre no município de Maraú, em áreas de Restinga. Entretanto, coletas mais recentes indicam a ocorrência da espécie na região do município de Mucugê, interior do estado da Bahia. Possui distribuição restrita (EOO=2.831,23 Km²). A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram o fogo e a perda de habitat como ameaças principais.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20shepherdii	Mata Atlântica
2813	MELASTOMATACEAE	Marcetia viscida	Wurdack	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre de forma esparsa no estado da Bahia, tendo sido encontrada em três municípios diferentes, que foram considerados como situações de ameaça distintas. A sua região de ocorrência encontra-se altamente perturbada devido a incidência de fogo. Foi categorizada como Vulnerável, pois caso as ameaças não sejam controladas a espécie poderá ser transferida para CR em futuro próximo.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20viscida	Caatinga
2814	MELASTOMATACEAE	Meriania callophylla	(Cham.) Triana	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos estados do Espírito Santo e da Bahia. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A incidência de fogo decorrente do processo de antropização da região foi identificada como principal ameaça causadora de declínio contínuo na qualidade de habitat da espécie. Deve ser monitorada uma vez que pode vir a ser transferida para uma categoria mais alta em futuro próximo.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Meriania%20callophylla	Mata Atlântica
2815	MELASTOMATACEAE	Meriania tetramera	Wurdack	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está presente em unidades de conservação (SNUC) e EOO calculado em  27.439,410 km². No entanto sua população deve ser monitorada uma vez que há indícios de ameaças que possam estar afetando as subpopulações diretamente.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Meriania%20tetramera	Mata Atlântica
2816	MELASTOMATACEAE	Merianthera burlemarxii	Wurdack	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica da Mata Atlântica dos estado do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espécie apresenta EOO de 5.555,57 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As regiões onde a espécie ocorre sofrem com o declínio constante da qualidade do habitat e historicamente, da AOO e EOO. A transformação da vegetação em campos agrícolas e pastagens são as principais ameaças a espécie.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merianthera%20burlemarxii	Mata Atlântica
2817	MELASTOMATACEAE	Merianthera pulchra	Kuhlm.	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica dos estados da Bahia, do Espirito Santo, e de Minas Gerais. A espécie ocorre em áreas de plantação de cacau no sul da Bahia e no Espírito Santo sofre com a transformação da paisagem em áreas para atividades agrícolas e pastagem, que causam declínio contínuo da qualidade de habitat. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas.  Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações pois caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merianthera%20pulchra	Mata Atlântica
2818	MELASTOMATACEAE	Miconia amoena	Triana	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, presente em unidades de conservação (SNUC) e apresenta boa capacidade de dispersão de sementes.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20amoena	Mata Atlântica
2819	MELASTOMATACEAE	Miconia angelana	R.Romero & R.Goldenb.	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem ocorrência restrita (EOO=94,05 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie passa por um processo de antropização que vem causando declínio contínuo na qualidade de habitat.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20angelana	Cerrado
2820	MELASTOMATACEAE	Miconia capixaba	R.Goldenb.	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado do Espírito Santo. A espécie ocorre na Estação Biológica de Santa Lúcia, em Mata de Encosta na beira do rio a 800 m de altitude. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, possui EOO de 64,29 km² e AOO 32 km², em área com presença de fogo e agricultura.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20capixaba	Mata Atlântica
2821	MELASTOMATACEAE	Miconia carvalhoana	Baumgratz & Souza	CR	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do estado da Bahia, sujeita a apenas uma situação de ameaça. Possui distribuição restrita (EOO=61,64 km², AOO=12 km²). A região de ocorrência sofre com as constantes queimadas que alteram o habitat podendo causar declínio da qualidade do habitat da espécie e levar a extinções locais.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20carvalhoana	Cerrado
2822	MELASTOMATACEAE	Miconia cipoensis	R.Goldenb.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, possui AOO de 16 km², e EOO de 224,58 Km². Sua região de ocorrência sofre com o declínio na qualidade do habitat decorrente do turismo e queimadas na região.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20cipoensis	Cerrado
2823	MELASTOMATACEAE	Miconia doriana	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20doriana	Mata Atlântica
2824	MELASTOMATACEAE	Miconia eichleri	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20eichleri	Mata Atlântica
2825	MELASTOMATACEAE	Miconia fasciculata	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20fasciculata	Mata Atlântica
2826	MELASTOMATACEAE	Miconia glazioviana	Cogn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos estados do Rio de Janeiro e Paraná, com distribuição restrita (EOO=54,38 km², AOO=8 Km²), está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em área fortemente antropizada, que já perdeu boa parte de sua cobertura vegetal original e apresenta declínio na qualidade do habitat. Portanto, foi avaliada como Vulnerável e recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação da população da espécie.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20glazioviana	Mata Atlântica
2827	MELASTOMATACEAE	Miconia johnwurdackiana	Baumgratz & Souza	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Endêmica dos Campos Rupestres do estado da Bahia. Possui EOO restrita (2.085,50 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram  o fogo e o turismo como principal ameaça causadoras de declínio na qualidade do habitat da espécie.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20johnwurdackiana	Cerrado
2828	MELASTOMATACEAE	Miconia longicuspis	Cogn.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição, no entanto pode vir a ser categorizada como ameaçada em futuro próximo, caso o habitat da espécie não seja controlado em relação as ameaças incidentes, como fogo, por exemplo.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20longicuspis	Mata Atlântica
2829	MELASTOMATACEAE	Miconia mendoncae	Cogn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica dos estados de São Paulo e Minas Gerais (AOO=16 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça que consideram  a perda de habitat decorrente das atividades industriais e urbanas como principais ameaças que causam declínio na qualidade do habitat.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20mendoncae	Mata Atlântica
2830	MELASTOMATACEAE	Miconia octopetala	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20octopetala	Mata Atlântica
2831	MELASTOMATACEAE	Miconia paucidens	DC.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20paucidens	Cerrado
2832	MELASTOMATACEAE	Miconia penduliflora	Cogn.	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro e possui distribuição restrita (EOO=2.905,64 km²). Considerando que o Rio de Janeiro apresentava em 2010 menos de 20% de sua cobertura vegetal original, suspeita-se que o declínio na qualidade do habitat esteja afetando a espécie diretamente. Foram identificadas três situações de ameaça distintas.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20penduliflora	Mata Atlântica
2833	MELASTOMATACEAE	Miconia petroniana	Cogn. & Saldanha	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20petroniana	Mata Atlântica
2834	MELASTOMATACEAE	Miconia picinguabensis	R.Goldenb. & A.B.Martins	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica da Mata Atlântica do estado de São Paulo, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e possui EOO restrita a 152,20 km². O estado de São Paulo foi severamente degradado no passado, e ainda hoje sofre com a perda e fragmentação de habitat, o que leva a declínio na qualidade do habitat da espécie.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20picinguabensis	Mata Atlântica
2835	MELASTOMATACEAE	Miconia polyandra	Gardner	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20polyandra	Mata Atlântica
2836	MELASTOMATACEAE	Miconia ramboi	Brade	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20ramboi	Mata Atlântica
2837	MELASTOMATACEAE	Miconia rimalis	Naudin	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20rimalis	Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado
2838	MELASTOMATACEAE	Miconia robustissima	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20robustissima	Mata Atlântica
2839	MELASTOMATACEAE	Miconia setosociliata	Cogn.	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica do estado do Rio de Janeiro, Minas Gerais e do Espirito Santo, a espécie está sujeita a duas situações de ameaça, que consideram a perda de habitat decorrente de atividades antrópicas como principal ameaça. A espécie ocorre em regiões onde a transformação da paisagem em áreas para atividades agrícolas e pastagem é historicamente relevante e até hoje impacta a flora local. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações pois caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20setosociliata	Mata Atlântica
2840	MELASTOMATACEAE	Miconia willdenowii	Klotzsch ex Naudin	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20willdenowii	Mata Atlântica
2841	MELASTOMATACEAE	Microlicia canastrensis	Naudin	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem distribuição restrita, é endêmica do estado de Minas Gerais, e ocorre no Parque Nacional da Serra da Canastra. Especialistas apontam apresença de grandes subpopulações que ocorrem entre as rochas dos camposrupestres por todo o Parque. Desta forma, a vulnerabilidade da espécie está na possibilidade da ocorrência de eventos estocásticos e de fogo. Foram consideradas menos de 5 situações de ameaça, identificadas a partir da principal ameaça, o fogo.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20canastrensis	Cerrado
2842	MELASTOMATACEAE	Microlicia cardiophora	Naudin	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie não possui informações suficientes para avaliação do risco de extinção.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20cardiophora	Cerrado
2843	MELASTOMATACEAE	Microlicia cuspidifolia	Mart. ex Naudin	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie possui AOO de 12 Km² e sua ocorrência está restrita ao quadrilátero ferrífero, região severamente afetada pelo declínio da qualidade do habitat. A atividade mineradora representa uma ameaça para as comunidades vegetais sobre canga. Considerando esta, como a principal ameaça para a espécie, foram estimadas menos de cinco situações de ameaça. Além disso, não há registros de ocorrência para a espécie dentro de áreas protegidas.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20cuspidifolia	Cerrado
2844	MELASTOMATACEAE	Microlicia doryphylla	Naudin	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é amplamente distribuida e esta protegida por unidade de conservação (SNUC). No entanto, estudos conduzidos na Estação Ecológica do Panga (MG) identificaram baixa frequência relativa (0.485) e cobertura relativa (0.068) (Guimaraes et al. 2002). Além disso a espécie ocorre em dois hotsposts, Cerrado e Mata Atlântica, em Veredas às margens de estradas em Uberlândia (MG, Araújo et al. 2002).	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20doryphylla	Cerrado, Mata Atlântica
2845	MELASTOMATACEAE	Microlicia elegans	Naudin	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Não há informações suficientes para avaliação do risco de extinção da espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20elegans	Cerrado, Mata Atlântica
2846	MELASTOMATACEAE	Microlicia fasciculata	Mart. ex Naudin	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e ocorre em diferentes domínios fitogeográficos. Está presentes em diversas unidades de conservação (SNUC) e apesar das ameaças apontadas para dentro de algumas dessas unidades de conservação, o especialista estima a existência de até 30 subpopulações para a espécie. Portanto a espécie não está ameaçada de extinção.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20fasciculata	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2847	MELASTOMATACEAE	Microlicia flava	R.Romero	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é rara e endêmica restrita do estado de Minas Gerais, mais precisamente da Serra da Canastra, região com alto esforço de coleta. O declínio na qualidade do habitat da espécie e a identificação de menos de cinco situações de ameaça, configuram um cenário de vulnerabilidade. Portanto, faz-se necessário o direcionamento de pesquisas e um aumento no esforço de  coleta da espécie a fim de verificar o atual estado das subpopulações da espécie.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20flava	Cerrado
2848	MELASTOMATACEAE	Microlicia fulva	(Spreng.) Cham.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e presente em diferentes domínios fitogeográficos. Apesar da baixa cobertura média, de 0.02 a 0.11 na Serra do Ouro Preto (Messias et al. 2011) descrita em estudo,  a espécie é considerada  comum em Campos Rupestre Arbustivos e Cerrados de Altitude (Campos 2005). Além disso o especialista estimou cerca de 45 subpopulações para a espécie, que é encontrada em diferentes unidades de conservação (SNUC). Portanto, a espécie não está ameaçada.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20fulva	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2849	MELASTOMATACEAE	Microlicia glazioviana	Cogn.	EN	B1ab(i,iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem EOO=347,27 km² e AOO=12 Km². É endêmica do estado de Minas Gerais, da região do município de Ouro Preto. A espécie ocorre no quadrilátero ferrífero em áreas de Cangas, onde há declínio da qualidade do habitat e da EOO. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20glazioviana	Cerrado
2850	MELASTOMATACEAE	Microlicia humilis	Naudin	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do estado de SP, e até 1990 havia sido coletada apenas na região do município de Itirapina (centro do estado), porém coletas recentes foram efetuadas também no município de Águas de Santa Bárbara (sudoeste do estado), onde M. humilis foi observada formando grandes populações. M. humilis é delicada e foram identificadas menos de cinco situações de ameaça para a espécie que ocorre em áreas antropizadas.	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20humilis	Cerrado
2851	MELASTOMATACEAE	Microlicia juniperina	A.St.-Hil.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta apenas dados de distribuição, não sendo possível fazer a avaliação do risco de extinção da espécie.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20juniperina	Cerrado
2852	MELASTOMATACEAE	Microlicia macedoi	L.B.Sm. & Wurdack	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do estado de Goiás, com EOO calculado em 1.014,94 Km², tendo sido citada pelo especialista como dominante no município de Niquelândia. Apesar disso, a região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da EOO e na qualidade do habitat da espécie. As subpopulações onde a espécie foi coletada estão fragmentadas. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20macedoi	Cerrado
2853	MELASTOMATACEAE	Microlicia melanostagma	Pilg.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie não apresenta dados sufucientes para a avaliação do risco de extinção.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20melanostagma	Cerrado
2854	MELASTOMATACEAE	Microlicia microphylla	(Naudin) Cogn.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre em áreas com forte pressão de mineração, em apenas uma situação de ameaça e possui AOO menor que 10 Km². A área de ocorrência da espécie também é alvo de declínio de habitat e de sua qualidade, pois a região é bastante antropizada e com turismo intenso.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20microphylla	Cerrado
2855	MELASTOMATACEAE	Microlicia myrtoidea	Cham.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie tem ampla distribuição, no entanto, ocorre em áreas de Cerrado, e considerando-se a expansão imobiliária como principal ameaça, menos de cinco situações de ameaça seriam identificadas. Portanto a espécie requer monitoramento e coleta de dados populacionais a fim de acompanhar a estabilidade das subpopulações.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20myrtoidea	Cerrado
2856	MELASTOMATACEAE	Microlicia obtusifolia	Cogn. ex R.Romero	EN	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie possui EOO de 116,32 Km², e é endêmica do estado de Minas Gerais, mais precisamente dos Campos Rupestres do município de Diamantina. A região sofre intenso turismo e expansão antrópica, podendo ser suspeitado o declínio na qualidade do habitat e da EOO, principalmente pelo fato da espécie não ocorrer em unidades de conservação. Além disso o especialista aponta que a região é severamente fragmentada e foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do habitat como principal ameaça.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20obtusifolia	Cerrado
2857	MELASTOMATACEAE	Microlicia psammophila	Wurdack	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie possui EOO de 2.528,91 Km², e considerando a degradação do habitat como principal ameaça à espécie, foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, levando em conta que algumas das subpopulações ocorrem dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e que outras dessas subpopulações estão desprotegidas, em região de intenso turismo e que recebe festivais anuais. Além disso, a espécie apresenta baixa frequência de ocorrência e cobertura relativa, de acordo com estudo realizado por Munhoz, em 2003.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20psammophila	Cerrado
2858	MELASTOMATACEAE	Mouriri megasperma	Morley	CR	B2ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do estado do Espirito Santo, possui AOO de 4 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça, conhecida por um registro de coleta de 1950. A região de ocorrência da espécie sofreu intensa degradação ambiental, tendo diversas das áreas de vegetação transformadas em campos agrícolas e pastos. Portanto, além do declínio da qualidade do habitat, suspeita-se do declínio das subpopulações da espécie e recomenda-se buscas extensivas a fim de verificar se a espécie ainda pode ser encontrada na natureza.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mouriri%20megasperma	Mata Atlântica
2859	MELASTOMATACEAE	Ossaea warmingiana	Cogn.	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no Distrito Federal e no estado de Minas Gerais, e estima-se que tenha sofrido um declínio de EOO e da qualidade do habitat uma vez que em um dos locais de ocorrência da espécie (município de Lagoa Santa) não foi possível encontrar a espécie, que anteriormente era encontrada na região. A região de Lagoa Santa é uma Área de Preservação Ambiental desde 1980, porém a região continua sendo severamente devastada. Além disso, considerando o desmatamento como principal ameaça, foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ossaea%20warmingiana	Cerrado
2860	MELASTOMATACEAE	Pleiochiton blepharodes	(DC.) Reginato et al.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, presente em unidades de conservação (SNUC) e com diversas subpopulações distribuídas em Estados das regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. Portanto a espécie não está em risco de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleiochiton%20blepharodes	Mata Atlântica
2861	MELASTOMATACEAE	Pterolepis glomerata	(Rottb.) Miq.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no Brasil e em outros países e ocorre em  diferentes fitofisionomias. A espécie não está ameaçada de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterolepis%20glomerata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2862	MELASTOMATACEAE	Pterolepis perpusilla	(Naudin) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída pelo país e em diferentes fitofisionomias. Não está ameaçada de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterolepis%20perpusilla	Amazônia
2863	MELASTOMATACEAE	Rhynchanthera grandiflora	(Aubl.) DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e com ocorrência em diferentes fitofisionomia. Não está ameaçada de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchanthera%20grandiflora	Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
2864	MELASTOMATACEAE	Rhynchanthera latifolia	Cogn.	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no estado de São Paulo e, possivelmente, Paraná e Rio de Janeiro. Está sujeita a três situações de ameaça, levando-se em consideração os estados de sua ocorrência. Além disso, a espécie é considerada rara e as regiões de ocorrência sofrem com a intensa urbanização e industrialização. Recomenda-se buscas extensivas a fim de verificar se a espécie ainda pode ser encontrada na natureza. Além disso, sugere-se estudos taxonômicos abordando a espécie e suas variedades.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchanthera%20latifolia	Cerrado
2865	MELASTOMATACEAE	Svitramia integerrima	R.Romero & A.B.Martins	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica restrita de Campos Rupestres da região de Delfinópolis, Minas Gerais. Possui EOO de 537,60 Km². A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da qualidade do habitat, que além de ter uma represa construída em 1998, está cercada de plantações e indústrias. Tendo como principal ameaça o declínio na qualidade do habitat, foram identificadas duas situações de ameaça.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20integerrima	Cerrado
2866	MELASTOMATACEAE	Svitramia minor	R.Romero & A.B.Martins	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar da região ser uma unidade de conservação, sofre com o declínio da qualidade do habitat decorrente das queimadas frequentes e do intenso turismo da região. Caso as ameaças não sejam controladas, por ter ocorrência restrita, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de risco mais alta em futuro próximo.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20minor	Cerrado
2867	MELASTOMATACEAE	Svitramia petiolata	R.Romero & A.B.Martins	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie não possui dados suficientes para a avaliação do risco de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20petiolata	Cerrado
2868	MELASTOMATACEAE	Svitramia wurdackiana	R.Romero & A.B.Martins	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Apresenta AOO de 12 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar da região ser uma unidade de conservação, sofre com o declínio da qualidade do habitat decorrente das queimadas frequentes e do intenso turismo da região. Caso as ameaças não sejam controladas, por ter ocorrência restrita, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de risco mais alta em futuro próximo.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20wurdackiana	Cerrado
2869	MELASTOMATACEAE	Tibouchina aegopogon	(Naudin) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina aegopogon (Naudin) Cogn. ocorre em formações campestres do Cerrado, nas regiões Norte (Tocantins), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal) e Sudeste (Minas Gerais) (Guimarães 2010). A espécie é amplamente distribuída e de acordo com a literatura a espécie apresentou baixa frequência (FR) e cobertura relativa (CR)  ao longo do ano (Munhoz & Felfili 2006). Entretanto, apesar de efeitos diretos e indiretos da ocupação antrópica, como a ocorrência de incêndios, não existem ameaças incidentes específicas descritas para T. aegopogon (Naudin) Cogn. Além disso, a espécie se encontra protegida por unidades de conservação (SNUC). Portanto, mesmo presente na lista vermelha do Estado de São Paulo, nacionalmente a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20aegopogon	Cerrado
2870	MELASTOMATACEAE	Tibouchina apparicioi	Brade	EN	B1ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tibouchina apparicioi Brade é uma espécie endêmica do estado do Espírito Santo, conhecida a partir de coletas realizadas nos municípios de Itaguaçu, Santa Teresa e São Roque do Canaã. T. apparicioi  possui distribuição restrita a uma EOO de 2.287,50 km². Além disso, são conhecidas apenas 3 ou 4 subpopulações, consideradas sob a diferentes situações de ameça. Todas sujeitas a declínio contínuo em área de ocupação e qualidade do habitat. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, os municípios citados possuíam menos de 20% da cobertura vegetal original, especialmente São Roque do Canaã, que reduziu a cobertura original da vegetação a apenas 5%. Assim, T. apparicioi foi classificada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20apparicioi	Mata Atlântica
2871	MELASTOMATACEAE	Tibouchina asperior	(Cham.) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina asperior (Cham.) Cogn. ocorre nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, nos Estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Devido a sua ampla distribuição espacial e por estar protegida por unidades de conservação (SNUC) foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20asperior	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
2872	MELASTOMATACEAE	Tibouchina bergiana	Cogn.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina bergiana Cogn. é uma espécie endêmica restrita ao município de São Roque de Minas, no estado de Minas Gerais. A espécie possui EOO de 540,08 km² e AOO de 8 km². É conhecida a partir de registros de coleta realizados em apenas duas localidades e se restringe a Formações Campestres da região da Serra da Canastra. A região é constantemente atingida por incêndios, devido a práticas impróprias de manejo do solo no entorno do Parque Nacional da Serra da Canastra. Foram consideradas apenas duas situações de ameaça. Desse modo, a espécie está sujeita a declínio constante em área de ocupação e qualidade de habitat. Portanto, a espécie foi classificada como Em Perigo (EN).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20bergiana	Cerrado
2873	MELASTOMATACEAE	Tibouchina boudetii	P.J.F.Guim. & R.Goldenb.	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tibouchina boudetii P.J.F.Guim. & R.Goldenb. é uma espécie endêmica do estado do Espírito Santo (Guimarães, 2010), conhecida a partir de quatro municípios: Santa Teresa, Venda Nova dos Imigrantes, São Roque do Canaã e Santa Maria do Jetibá. Cada localidade foi considerada como uma situação de ameaça distinta. A espécie possui EOO de 13.775,66 km² e é considerada pela literatura como um caso de endemismo extremo. Os municípios onde a espécie ocorre apresentam altas taxas de transformação da paisagem. Segundo dados da SOS Mata Atlântica restam apenas de 5 a 25% da cobertura original de vegetação. Esta perda não cessou e os efeitos são irreversíveis e ainda causam declínio continuo de qualidade do habitat. Assim, a espécie foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20boudetii	Mata Atlântica
2874	MELASTOMATACEAE	Tibouchina candolleana	(Mart. ex DC.) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina candolleana (Mart. ex DC.) Cogn. é amplamente distribuída em território nacional  e ocorre em diferentes fisionomias vegetacionais do Cerrado. Segundo Oliveira-Filho e Fontes (2000) a espécie pertence à formação florestal Atlântica Semi-Decídua Montana e Sub-Montana do oeste. Existem registros de ocorrência em Matas Ciliares (Guimarães 1997), Veredas em Uberlândia (Araújo et al. 2002), Floresta Semidecíduas em RPPN Fazenda Carneiro (MG, Siqueira et al. 2006), áreas de Cerrado Típico e Cerrado Sujo na Estação ecológica de Águas Emendadas (SNUC, Silva 2007) e Campos Rupestres na Serra de Delfinópolis (MG, Oliveira & Romero 2008). A espécie está protegida por outras unidades de conservação e é cultivada em Jardins Botânicos, além de ser utilizada na arborização urbana (Guizzo & Jasper 2005, Kurihara et al. 2005, Bertoldo et al. 2007). Por estas razões, Tibouchina candolleana (Mart. ex DC.) Cogn. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20candolleana	Cerrado
2875	MELASTOMATACEAE	Tibouchina castellensis	Brade	CR	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tibouchina castellensis Brade é endêmica a duas localidades no estado do Espírito Santo. Possui EOO de 54,35 km². As duas localidades de ocorrência são Inselbergs graníticos inseridos em uma região de intensa atividade agrícola, que nos últimos anos promoveu modificações irreversíveis na paisagem. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, restavam 23,61% da cobertura vegetal original do município de Domingos Martins e apenas 16,96% em Castelo. As ameaças ainda incidem sobre a espécie causando declínio constante da qualidade de habitat. As duas localidades foram consideradas sob uma mesma situação de ameaça. Assim, T. castellensis foi classificada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20castellensis	Mata Atlântica
2876	MELASTOMATACEAE	Tibouchina dubia	Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina dubia Cogn. ocorre em Florestas Ombrófilas, especialmente no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, nas regiões Sudeste (São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (Guimarães 2010). Martins et al. (2009) registra a ocorrência da espécie em Grão-Mogol (MG). A espécie é amplamente distribuída e apesar das florestas na Mata Atlântica terem sofrido significativa perda de cobertura, ao longo do último século, T. dubia está presente em unidades de conservação (SNUC) e foi considerada sob baixo risco de extinção, na categoria Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20dubia	Mata Atlântica
2877	MELASTOMATACEAE	Tibouchina dusenii	Cogn.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina dusenii Cogn. ocorre na região sul do Brasil, nos Estados de Paraná e Santa Catarina. A espécie cresce em Floresta Ombrófila Densa Alto-montana, em refúgio vegetacional alto-montano, e em Estepe Gramíneo-lenhosa (Meyer 2008). T.dusenii possui uma extensão de ocorrência ampla. A região sofre perda e fragmentação de habitat e os danos são irreversíveis. Existe um registro de ocorrência para o Município de Tibagi (PR), que, segundo dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, possuía apenas 6,45% da cobertura de vegetação original. A extinção local da espécie neste município levaria Tibouchina dusenii Cogn. a categoria Vulnerável (VU). Por estas razões, a espécie foi considerada Near Threatened (NT).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20dusenii	Mata Atlântica
2878	MELASTOMATACEAE	Tibouchina eichleri	Cogn.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina eichleri Cogn. possui apenas um registro de ocorrência no Paraná, apesar de ser indicada como endêmica de São Paulo. Portanto, maiores informações a respeito da espécie são necessárias para uma avaliação de risco consistente.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20eichleri	Mata Atlântica
2879	MELASTOMATACEAE	Tibouchina frigidula	(DC.) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	"Tibouchina frigidula (DC.) Cogn. ocorre em formações campestres do Cerrado e da Mata Atlântica. A espécie é amplamente distribuída  e segundo Campos (2005) é considerada ""espécie comum a Campos Rupestres Arbustivos e ao Cerrado de Altitude"". Apesar de efeitos indiretos do garimpo de quartzo sobre a disponibilidade de habitat para a espécie, a T. frigidula foi considerada como Least Concern (LC)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20frigidula	Cerrado, Mata Atlântica
2880	MELASTOMATACEAE	Tibouchina gardneriana	(Triana) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina gardneriana (Triana) Cogn. ocorre em formações campestres, predominantemente herbáceo-arbustivas da Mata Atlântica e do Cerrado. A espécie é amplamente distribuída e apesar das transformações históricas na paisagem da região, a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20gardneriana	Mata Atlântica, Cerrado
2881	MELASTOMATACEAE	Tibouchina kleinii	Wurdack	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina kleinii Wurdack ocorre em Florestas Ombrófilas da Mata Atlântica e é endêmica aos Estados de Santa Catarina e Paraná. A espécie possui distribuição maior que 20.000 km², porém  está estruturada em menos de 7 localidades, consideradas como diferentes situações de ameaça. Deve ser monitorada a fim de garantir que não esteja havendo declínio de habitat e redução populacional.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20kleinii	Mata Atlântica
2882	MELASTOMATACEAE	Tibouchina papyrus	(Pohl) Toledo	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é amplamente distribuída no Estado de Goiás e considerada por lei a planta símbolo do Estado. Endêmica do Cerrado, está protegida por um Parque Estadual (SNUC) e aparentemente, a vegetação mantêm características originais de Cerrado. No entanto,  esporadicamente, também são encontrados equinos e bovinos no local (Moura et al., 2007). Portanto faz-se necessário o monitoramento das subpopulações da espécie, principalmente fora do domínio da unidade de conservação.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20papyrus	Cerrado
2883	MELASTOMATACEAE	Tibouchina quartzophila	Brade	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Tibouchina quartzophila Brade é uma espécie endêmica, conhecida apenas da coleta tipo, realizada no município de Cachoeiro do Itapemirim, no estado do Espírito Santo. A distribuição da espécie se restringe a uma EOO de 119,66 km². Além disso a espécie está sujeita a transformações irreversíveis da paisagem. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, restavam apenas 10,80% da cobertura original do município de ocorrência. Com base nos dados estudados, suspeita-se que os efeitos da ocupação vêem causando declínio continuo da área de ocupação e qualidade de habitat. Assim, consideramos a espécie como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20quartzophila	Mata Atlântica
2884	MELASTOMATACEAE	Tibouchina riedeliana	Cogn.	EN	A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Tibouchina riedeliana Cogn.é conhecida a partir de coletas realizadas em três municípios brasileiros. A espécie possui distribuição restrita, com EOO de 546,47 Km² e AOO de 8 Km². As localidades conhecidas estão sujeitas a um processo contínuo de perda e fragmentação de habitat. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica restam apenas cerca de 17% da cobertura de vegetação original deste municípios. Suspeita-se que mais de 50% desta redução tenha ocorrido nos últimos 10 anos causando efeitos irreversíveis. Assim T. riedeliana está sujeita a um processo contínuo de declínio da qualidade de habitat. Por estas razões a espécie foi classificada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20riedeliana	Mata Atlântica
2885	MELASTOMATACEAE	Tibouchina schenckii	Cogn.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apesar de Tibouchina schenckii Cogn. possuir uma distribuição ampla e estar presente em unidades de conservação (SNUC), ocorre em regiões antropizadas como no Município de Resende, no Rio de Janeiro. São identificadas menos de 10 situações de ameaça e as coletas são antigas. Portanto recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o real estado de conservação da espécie na natureza.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20schenckii	Mata Atlântica
2886	MELASTOMATACEAE	Tibouchina thereminiana	(DC.) Cogn.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina thereminiana (DC.) Cogn. é endêmica do sudeste do Brasil e está limitada a menos de 10 situações diferentes de ameaça (Location). Sua região de ocorrência está sujeita a declínio constante de qualidade de habitat devido a pressões antrópicas. Extinções locais de subpopulações localizadas nas extremidades de sua distribuição podem facilmente colocar a espécie em situação de ameaça. Assim a espécie foi considerada como Near Threataened (NT).	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20thereminiana	Mata Atlântica
2887	MELASTOMATACEAE	Tibouchina trichopoda	(DC.) Baill.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina trichopoda (DC.) Baill. é amplamente distribuída  na Mata Atlântica brasileira. Apesar das altas taxas de perda e fragmentação de habitat neste domínio fitogeográfico a espécie foi considerada sob baixo riso de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20trichopoda	Mata Atlântica
2888	MELASTOMATACEAE	Tibouchina urvilleana	(DC.) Cogn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Tibouchina urvilleana (DC.) Cogn. é amplamente distribuída na Mata Atlântica brasileira, em Restingas e cordões arenosos do sul. Apesar das altas taxas de perda e fragmentação de habitat neste domínio fitogeográfico a espécie foi considerada sob baixo riso de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20urvilleana	Mata Atlântica
2889	MELASTOMATACEAE	Trembleya calycina	Trembleya	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais e ocorre nas Serras de Capanema e Ouro Preto, onde ocupa ambientes Rupestres (Martins, 1997). Possui EOO de 1.472,62 km² e AOO de 16 Km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da qualidade do habitat, sendo bastante visitada por turistas o ano todo. Desta forma, T. calycina foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20calycina	Cerrado
2890	MELASTOMATACEAE	Trembleya chamissoana	Naudin	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais, com EOO de 1.151,66 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocupação da espécie encontra-se bastante degradada pela ação antrópica, pois sofre com a perda e declínio da qualidade do habitat. Além disso, apenas uma subpopulação foi encontrada, com poucos indivíduos.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20chamissoana	Cerrado
2891	MELASTOMATACEAE	Trembleya hatschbachii	Wurdack & E.Martins	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra de Grão Mogol, na Cadeia do Espinhaço (MG). Possui AOO de 24 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie sofre com o declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação e da qualidade do habitat, decorrente de atividades atrópicas e queimadas presentes na região.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20hatschbachii	Cerrado
2892	MELASTOMATACEAE	Trembleya phlogiformis	DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e com ocorrência em diferentes fitofisionomias. Não está ameaçada de extinção.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20phlogiformis	Cerrado, Mata Atlântica
2893	MELASTOMATACEAE	Trembleya pityoides	Cham.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	Endêmica dos Campos Rupestres da região de Diamantina (MG), possui AOO de 4 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da qualidade do habitat decorrente do turismo desordenado e da transformação de áreas naturais em campos agrícolas e pastagem. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação da população.	2011-03-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20pityoides	Cerrado
2894	MELIACEAE	Cedrela fissilis	Vell.	VU	A2cd	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cedrela fissilis é uma espécie amplamente distribuída em todo o Brasil, sendo particularmente mais frequente nas regiões sul e sudeste do país. A espécie historicamente vem sofrendo com a exploração madeireira ao longo de toda a sua ocorrência, o que levou muitas das subpopulações à extinção. Além disso, grande parte dos seus habitats foram completamente degradados, tendo sido convertidos em áreas urbanas, pastagens, plantações, entre outros. Suspeita-se, devido a esses fatores, que Cedrela fissilis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 30% ao longo das últimas três gerações.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20fissilis	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2895	MELIACEAE	Cedrela lilloi	C.DC.	EN	B2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cedrela lilloi ocorre do Peru à Argentina, tendo no sul do Brasil um de seus limites de ocorrência. O baixo número de registros distribuídos pela região sul indica que a espécie ocorre de maneira esparsa, o que é esperado por se tratar das margens da sua distribuição e, teoricamente, serem áreas em que a espécie não encontra as condições ótimas para se estabelecer e se reproduzir. Possui AOO de 20 km², e portanto muito inferior ao limite estabelecido para a categoria Em Perigo (EN), de acordo com o critério B. A espécie está sujeita a cinco situações de ameaça, e os dados de desmatamento de alguns dos municípios em que C. lilloi foi coletada indicam que vem havendo uma redução na área e qualidade do habita da espécie.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20lilloi	Mata Atlântica
2896	MELIACEAE	Cedrela odorata	L.	VU	A2d	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Cedrela odorata é uma espécie madeireira com alto valor comercial, que vem sendo excessivamente explorada ao longo de toda a sua distribuição há dois séculos. As informações disponíveis apontam para um altíssimo ritmo de extração da espécie ainda hoje, e por isso suspeita-se que a população de C. odorata já tenha declinado ao menos 30% ao longo de três gerações.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20odorata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2897	MELIACEAE	Guarea convergens	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição na Amazônia brasileira. A EOO é de 78.991,5 km² e a espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC), como a Reserva Ducke.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20convergens	Amazônia
2898	MELIACEAE	Guarea crispa	T.D.Penn.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Guarea crispa apresenta, segundo as informações disponíveis, ocorrência pontual ao norte de Manaus. Suspeita-se que a espécie apresente distribuição mais ampla na Amazônia, mas devido à sua raridade e ao baixo esforço de coletas na região, novos exemplares ainda não foram encontrados.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20crispa	Amazônia
2899	MELIACEAE	Guarea cristata	T.D.Penn.	DD	""	Pablo Viany Prieto	""	Guarea cristata foi descrita em 1981 e até hoje é conhecida no Brasil apenas pelo material tipo. A espécie ocorre numa região bastante isolada da amazônia brasileira. Encontrada também no Peru, Equador e Colômbia. Suspeita-se que a distribuição da espécie na Amazônia brasileira possa ser mais ampla do que as informações disponíveis indicam. Dessa maneira, são necessários maiores estudos e o aumento de esforço amostral da espécie, a fim de se determinar seu real estado de conservação.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20cristata	Amazônia
2900	MELIACEAE	Guarea humaitensis	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Guarea humaitensis apresenta distribuição geográfica ampla na Amazônia brasileira, tendo EOO de 164.371,9 km². A espécie é frequente na região de Manaus, e suspeita-se que possa ser comum em outros trechos da região. Ocorre na Reserva Ducke (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20humaitensis	Amazônia
2901	MELIACEAE	Guarea juglandiformis	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Guarea juglandiformis apresenta distribuição ampla na Amazônia brasileira, e ocorre também no Peru. Sua EOO é de 311.543,5 km². Não há registro de que a espécie esteja representada em alguma unidade de conservação (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20juglandiformis	Amazônia
2902	MELIACEAE	Guarea sprucei	C.DC.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie conhecida a partir de poucos registros em áreas isoladas, nas quais o esforço de coleta é muito baixo. Dessa forma, não é possível avaliar seu risco de extinção.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20sprucei	Amazônia
2903	MELIACEAE	Guarea trunciflora	C.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Guarea trunciflora é amplamente distribuída no Brasil, desde o norte do Mato Grosso até a fronteira do Pará com a Guiana. Coletada também no Peru.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20trunciflora	Amazônia
2904	MELIACEAE	Guarea velutina	A.Juss.	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	Guarea velutina é uma árvore amplamente distribuída na Amazônia brasileira. Sua EOO é de 912.896,70 km². Embora representada por registros esparsos, suspeita-se que a espécie seja frequente dentro da sua área de distribuição. Ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20velutina	Amazônia
2905	MELIACEAE	Guarea venenata	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Guarea venenata ocorre no Brasil, Colômbia, Venezuela e Peru. Sua distribuição geográfica abrange uma vasta área de florestas bem preservadas, sendo frequente no sub-bosque das florestas ao longo do Rio Javari, na fronteira Brasil-Peru.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20venenata	Amazônia
2906	MELIACEAE	Swietenia macrophylla	King	VU	A2cd	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Swietenia macrophylla é atualmente a espécie madeireira mais valiosa e explorada do Brasil, já tendo sido extraída de forma predatória até mesmo em alguns locais remotos da Amazônia. A espécie apresenta baixas densidades populacionais, e sua distribuição coincide em grande parte com a região em que se concentram as mais altas taxas de desmatamento da Amazônia brasileira. Devido a esses fatores, suspeita-se que ao longo das últimas três gerações a população da espécie tenha declinado no mínimo em 30%.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swietenia%20macrophylla	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2907	MELIACEAE	Trichilia areolata	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia areolata apresenta distribuição ampla na Amazônia brasileira, tendo uma EOO de 208.280,7 km². A espécie ocorre na Reserva Ducke.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20areolata	Amazônia
2908	MELIACEAE	Trichilia blanchetii	C.DC.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia blanchetti apresenta em sua distribuição geográfica uma forte disjunção entre o sul da Bahia e o Pará/Amazonas. A espécie é representada por apenas um registro no estado do Pará, próximo à fronteira com o Amazonas, e segundo a Flora do Brasil ocorre também neste último, supostamente próximo à fronteira entre os dois estados. O esforço de coleta empreendido nessa região isolada da Amazônia é extremamente baixo, dessa forma, não é possível suspeitar se T. blanchetti é localmente rara ou abundante ao longo de uma área vasta e pouco perturbada pelo homem. Por outro lado, no sul da Bahia a espécie é bastante ameaçada, no município de Jussari, cerca de 98% da extensão original da Mata Atlântica encontram-se desmatados devido à atividade pecuária que aí se desenvolve. Ainda que a espécie, segundo Pennington (1981), também ocorra nos municípios de Guaratinga e Ilhéus, a região como um todo é bastante ameaçada por atividades agropecuárias e silviculturais. Dessa forma, considera-se que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20blanchetii	Amazônia, Mata Atlântica
2909	MELIACEAE	Trichilia bullata	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída na região Norte do país, possuindo EOO de 31.642,627 km². Não está ameaçada de extinção.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20bullata	Amazônia
2910	MELIACEAE	Trichilia casaretti	C.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	Trichilia casaretti é amplamente distribuída e frequente no domínio da Mata Atlântica. Ocorre em diferentes fisionomias florestais e é localmente abundante. Além disso, está representada em diversas unidades de conservação (SNUC) ao longo da sua distribuição.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20casaretti	Cerrado, Mata Atlântica
2911	MELIACEAE	Trichilia elsae	Harms	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia elsae possui uma distribuição geográfica ampla na Amazônia brasileira, onde ocorre em Florestas Inundáveis. Suspeita-se que a espécie seja frequente ao menos em parte da sua distribuição, particularmente no Estado do Acre. Não há registros indicando a ocorrência de T. elsae em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20elsae	Amazônia
2912	MELIACEAE	Trichilia emarginata	(Turcz.) C.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, onde ocorre em Florestas Ombrófilas e Estacionais. Está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20emarginata	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2913	MELIACEAE	Trichilia fasciculata	T.D.Penn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia fasciculata se distribui de forma ampla na Amazônia brasileira ao sul do rio Amazonas. Suspeita-se que a espécie seja frequente ao menos em alguns setores da sua distribuição, como no Estado do Acre. As informações disponíveis indicam a ocorrência da espécie em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, o Parque estadual do Cristalino no Estado do Mato Grosso.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20fasciculata	Amazônia
2914	MELIACEAE	Trichilia florbranca	T.D.Penn.	CR	B2ab(iii,v),C2a(ii)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia florbranca foi descrita em 1981 a partir de alguns espécimes coletados três anos antes em uma área de Floresta Pluvial no município baiano de Jussari. A Mata Atlântica nesse município foi drasticamente devastada, devido à atividade pecuária que lá é desenvolvida, de modo que cerca de 98% da cobertura original encontram-se desmatados. Suspeita-se, devido a isso, que além de um declínio na área e qualidade do habitat, também esteja havendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da espécie. A única subpopulação conhecida ocorre em um fragmento de cerca de 200 hectares situado em uma Reserva Particular do Patrimônio Nacional. O levantamento fitossociológico realizado na área indicou que a espécie possui uma densidade de apenas um indivíduo por hectare. Assim, suspeita-se que aí possa haver 200 indivíduos da espécie. A AOO é de 4 km².	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20florbranca	Mata Atlântica
2915	MELIACEAE	Trichilia hirta	L.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia hirta se distribui por todas as regiões brasileiras. É bastante frequente no domínio das Florestas Secas do Estado de Minas Gerais e do interior da Bahia, mas ocorre também em Floresta Ombrófila Densa e de Terra Firme, além de áreas perturbadas e secundárias. Presente em inúmeras unidades de conservação (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20hirta	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2916	MELIACEAE	Trichilia hispida	T.D.Penn.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia hispida é conhecida a partir poucos exemplares, coletados em regiões bastante isoladas do leste do Amazonas. É necessário que se conheça melhor a distribuição geográfica da espécie para avaliar seu risco de extinção.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20hispida	Amazônia
2917	MELIACEAE	Trichilia lecointei	Ducke	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia lecointei apresenta distribuição ampla na região amazônica, ocorrendo do leste do Pará ao Equador. Suspeita-se que seja frequente ao longo da sua distribuição. Não há informações sobre a ocorrência da espécie em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, sendo, portanto, necessário verificar se ao menos um dos pontos de ocorrência da espécie corresponde a uma área protegida.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20lecointei	Amazônia
2918	MELIACEAE	Trichilia lepidota	Mart.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia lepidota é amplamente distribuída e frequente ao longo da costa Atlântica. Ocorre em várias fisionomias vegetais, desde Restingas a Florestas de Araucária, e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20lepidota	Mata Atlântica
2919	MELIACEAE	Trichilia magnifoliola	T.D.Penn.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia magnifolia é uma espécie raríssima representada por um número muito baixo de registros de herbário, todos ocorridos há mais de 30 anos e em locais altamente desmatados. Nos municípios mineiros de Viçosa e Rio Casca, onde T. magnifolia foi coletada nos anos de 1934 e 1935, respectivamente, cerca de 90% da cobertura original da Mata Atlântica encontram-se desmatados. No município capixaba de Cachoeiro do Itapemirim, em que o registro da espécie data de 1972, o percentual de redução florestal é o mesmo. No município baiano de Itamaraju, onde a espécie foi coletada em 1978, o percentual de Mata Atlântica remanescente chega a 20%. Devido a esses fatores, que apontam para uma drástica redução na extensão e qualidade do habitat de T. magnifolia, suspeita-se que pode estar havendo um declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação, do número de subpopulações e de indivíduos maduros. Suspeita-se também que as subpopulações ainda existentes sejam muito pequenas e estejam bastante isoladas umas das outras. A AOO é de 24 km².	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20magnifoliola	Mata Atlântica
2920	MELIACEAE	Trichilia micropetala	T.D.Penn.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica doBrasil, ocorre na região norte do país, nos estados do Amapá, Pará e Amazonas (AOO = 36 km²). Encontradano domínio Amazônia, em Floresta de Terra-Firme e Floresta de Várzea. Conhecidaaté então apenas de uma pequena área do rio Amazonas. Trata-se de uma árvore ouarvoreta de até 20 m de altura. Encontra-se ameaçada principalmente pelodesmatamento que destruiu uma grande porção de seu habitat.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20micropetala	Amazônia
2921	MELIACEAE	Trichilia pallens	C.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	Trichilia pallens é amplamente distribuída e frequente no domínio da Mata Atlântica. De acordo com as informações disponíveis, a espécie habita desde Restingas até Florestas Montanas, e está representada em várias unidades de conservação.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20pallens	Mata Atlântica
2922	MELIACEAE	Trichilia pseudostipularis	(A.Juss.) C.DC.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia pseudostipularis apresenta uma ampla distribuição geográfica no domínio da Mata Atlântica. Entretanto, suspeita-se que localmente a espécie seja extremamente rara. Nos Estados de São Paulo e Paraná, a espécie é representada por apenas um registro. Em Santa Catarina há quatro registros, sendo três deles em um pequeno parque situado em meio à cidade de Blumenau. No Rio de Janeiro, onde foi coletado o material tipo, a espécie não é coletada desde 1911. No Espírito Santo, T. pseudostipularis foi coletada predominantemente em locais altamente desmatados, como os municípios de Cachoeiro do Itapemirim, Piúma, Vitória e Marilândia. É possível que a Reserva Natural Vale (SNUC) seja o único fragmento mais extenso em que a espécie está representada. Na Bahia, embora aparentemente seja mais frequente, a espécie ocorre em alguns locais fortemente desmatados, como os municípios de Mascote, Jussari e Uruçuca. Suspeita-se que, além da redução na extensão e qualidade do seu habitat, a espécie esteja sofrendo declínio no número de indivíduos maduros e de subpopulações. Há uma grande possibilidade de que T. pseudostipularis venha a ser ameaçada no futuro.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20pseudostipularis	Mata Atlântica
2923	MELIACEAE	Trichilia ramalhoi	Rizzini	NT	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de possuir uma distribuição ampla, Trichilia ramalhoi é representada por poucas coletas, a maioria delas esparsamente distribuídas na sua região de ocorrência. Suspeita-se, devido a isso, que a espécie seja naturalmente rara, e também que a degradação dos habitats em que ocorre, como as Restingas, Florestas Estacionais e Florestas Litorâneas do sul da Bahia, pode estar levando à diminuição do número de indivíduos maduros. Ocorre em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, o Parque Estadual da Serra do Conduru, na Bahia. Entretanto,T. ramalhoi pode vir a ser ameaçada em um futuro próximo devido à sua raridade e à perda de habitat incidindo sobre boa parte de suas subpopulações.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20ramalhoi	Mata Atlântica
2924	MELIACEAE	Trichilia silvatica	C.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia silvatica é amplamente distribuída, e relativamente frequente em alguns trechos da costa Atlântica brasileira. A espécie é representada em várias unidades de conservação (SNUC) ao longo da sua distribuição.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20silvatica	Cerrado, Mata Atlântica
2925	MELIACEAE	Trichilia solitudinis	Harms	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia solitudinis é amplamente distribuída nas regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil. Coletada em algumas regiões bastante isoladas, onde provavelmente não está submetida a nenhuma ameaça grave. Não há dados sobre a ocorrência da espécie em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20solitudinis	Amazônia
2926	MELIACEAE	Trichilia stellato-tomentosa	Kuntze	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia stellato-tomentosa ocorre em Florestas Estacionais dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A espécie foi registrada em apenas três localidades, que são consideradas três situações de ameaça distintas. A espécie está sujeita a uma série de ameaças em potencial, como a expansão de atividades agropecuárias.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20stellato-tomentosa	Cerrado, Pantanal
2927	MELIACEAE	Trichilia surumuensis	C.DC.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20surumuensis	Amazônia
2928	MELIACEAE	Trichilia tetrapetala	C.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Trichilia tetrapetala se distribui de forma ampla, embora aparentemente descontínua, ao longo do domínio da Mata Atlântica, chegando a ocorrer no Estado do Maranhão. Suspeita-se que a espécie seja frequente em alguns trechos da sua distribuição, particularmente entre os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ocorre em alguns trechos ainda bem preservados da Mata Atlântica, e está representada no Parque Nacional da Tijuca e na Reserva Natural Vale (SNUC).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20tetrapetala	Amazônia, Mata Atlântica
2929	MENISPERMACEAE	Abuta selloana	Eichler	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km², sem informação sobre ameaças.	2012-02-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abuta%20selloana	Caatinga, Mata Atlântica
2930	MENISPERMACEAE	Anomospermum reticulatum subsp. nitidum	(Miers) Krukoff & Barneby	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	"A espécie possui como informação de ameaça a utlização das raízes para veneno-flecha, porém não contém dados de distribuição, populacionais, espaciais, ecológicos, sendo considerada, portanto, ""Dados insuficientes"" (DD)."	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anomospermum%20reticulatum%20subsp.%20nitidum	Mata Atlântica
2931	MENISPERMACEAE	Chondrodendron platiphyllum	(A.St.-Hil.) Miers	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	A única informação apresentada é a extensão de ocorrência superior a 50.000 km². A espécie possui dados duvidosos de distribuição e carece de dados populacionais, área de ocupação e número de indivíduos.	2011-09-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chondrodendron%20platiphyllum	Mata Atlântica
2932	MENISPERMACEAE	Cissampelos pareira	L.	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	"A espécie possui distribuição ampla com extensão de ocorrência maior que 4.600.000 km². As informações referentes à números de subpopulações é pontual, não refletindo a abrangência nacional. Quanto as ameaças, a utilização medicinal da espécie parece ser local e não industrial. O dado sobre ""Extinta"" (EX) em São Paulo é duvidoso, levando-se em conta diversos registros realizados no estado. Considerando, também, a falta de informações sobre redução populacional, flutuação e/ou fragmentação populacional, tamanho da população como um todo, a espécie é considerada ""Menos procupante"" (LC)."	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissampelos%20pareira	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
2933	MENISPERMACEAE	Disciphania hernandia	(Vell.) Barneby	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	"A informação sobre ocorrência no estado do Paraná foi invalidada pelo especialista, e apesar da pequena EOO da espécie (450 km²) e a agricultura, pecuária, urbanismo e linhas de energia como ameaças, a mesma não apresenta dados sobre declínio populacional, área de ocupação, flutuação ou fragmentação populacional e número de indivíduos maduros, portanto sendo considerada ""Dados insuficientes"" (DD)."	2011-09-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disciphania%20hernandia	Mata Atlântica
2934	MENISPERMACEAE	Odontocarya vitis	(Vell.) J.M.A.Braga	LC	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar das informações sobre o número de localidades (5 a 10, porém constata-se no mapa mais de 20), EOO (maior que 50.000 km²) e ameaças (agricultura, mineração, urbanismo e turismo), a espécie não apresenta dados consistentes sobre redução da população, AOO, tamanho da população e número de indivíduos maduros. As localidades registradas para a espécie não reflete fragmentação severa (Braga, 2010 acrescenta outra localidade no estado da Bahia). Não estão claras as informações sobre declínio contínuo. Portanto, ações de pesquisas deverão ser consideradas no futuro.	2011-09-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Odontocarya%20vitis	Mata Atlântica
2935	MENISPERMACEAE	Sciadotenia acutifolia	Krukoff & Barneby	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Tainan Messina	"Apesar de ser endêmica do Estado do Espírito Santo, a espécie não apresenta informações referentes a tamanho e redução populacional, AOO e fragmentação, diminuição e/ou flutuação populacional, população e tamanho da população, recomendando-se, então, a espécie na categoria ""Dados deficientes"" (DD)."	2011-09-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sciadotenia%20acutifolia	Mata Atlântica
2936	MENISPERMACEAE	Ungulipetalum filipendulum	(Mart.) Moldenke	DD	""	Marcus Alberto Nadruz Coelho	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da espécie apresentar, somente, dois registros de coletas, consequentemente com uma extensão de ocorrência de 546 km2, a mesma não informa dados referentes a redução populacional, área de ocupação com flutuação ou fragtmentação da população, tamanho da população e número de indivíduos maduros. Com a falta das informações acima, considera-se a mesma Dados Deficientes (DD)	2011-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ungulipetalum%20filipendulum	Mata Atlântica
2937	METZGERIACEAE	Metzgeria brasiliensis	Schiffn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída ( EOO = 226.147,218 km²) e ocorre dentro de unidade de conservação (SNUC).	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20brasiliensis	Mata Atlântica
2938	METZGERIACEAE	Metzgeria hegewaldii	Kuwah.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não é endêmica do Brasil, no entanto, é endêmica da Mata Atlântica, considerada rara e tem ocorrência disjunta. No Brasil, era conhecida apenas no Estado do Rio Grande do Sul, contudo, novos registros foram feitos em São Paulo e confirmados por especialistas. Apresenta EOO de 570,11 km² e está sujeita a duas situações de ameaça considerando os Estados em que ocorre. Apesar de ter sido encontrada em unidade de conservação (SNUC), a espécie está susceptível às alterações do hábitat causadas pelas queimadas. Fora das áreas protegidas, suspeita-se que esteja sofrendo declínio da área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat em virtude das transformações antrópicas no Estado do Rio Grande do Sul, como introdução de monoculturas de espécies exóticas e transformação de áreas naturais para atividades agropastoris.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20hegewaldii	Mata Atlântica
2939	METZGERIACEAE	Metzgeria liebmanniana	Lindenb. & Gottsche	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e aqui é amplamente distribuída.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20liebmanniana	Mata Atlântica
2940	METZGERIACEAE	Metzgeria psilocraspeda	Schiffn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição (EOO= 245.385,73 km²).	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20psilocraspeda	Mata Atlântica
2941	METZGERIACEAE	Metzgeria subaneura	Schiffn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição. Recomenda-se estudos a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie e incidência das ameaças nas regiões de ocorrência da mesma.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20subaneura	Amazônia, Mata Atlântica
2942	MOLLUGINACEAE	Glinus radiatus	(Ruiz & Pav.) Rohrb.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Glinus radiatus é uma espécie herbácea ocorrente em todas as regiões do Brasil, possuindo uma EOO de 6.314.476 km². A espécie se desenvolve na no domínios Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Campos Sulinos. Além disso, está bem representada em áreas protegidas. Desta forma, Glinus radiatus é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Glinus%20radiatus	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
2943	MONIMIACEAE	Macropeplus friburgensis	(Perkins) I.Santos & Peixoto	EN	B1ab(i,ii,v)+2ab(i,ii,v)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Macropeplus friburgensis é uma arbórea com ocorrência em florestas e Campos de Altitude do Estado do Rio de Janeiro. Tem EOO de 682,42 km² e AOO de 20 km². As duas subpopulações conhecidas foram encontradas em áreas de proteção integral. As florestas e os Campos de Altitude são regiões de ocupação humana onde os habitantes usam os recursos naturais de diversas formas, tal como o corte madeireiro, sendo esta a principal ameaça à população da espécie. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça que causam o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e número de indivíduos maduros. A espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macropeplus%20friburgensis	Mata Atlântica
2944	MONIMIACEAE	Macrotorus utriculatus	(Mart.) Perkins	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla ocorrência, EOO = 94.221,94 km². Ocorre em várias localidades dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Bem representada em unidades de conservação (SNUC) e coleções de herbários.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrotorus%20utriculatus	Mata Atlântica
2945	MONIMIACEAE	Mollinedia argyrogyna	Perkins	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Amplamente distribuída na região Sudeste do Brasil, ocorre em unidades de conservação (SNUC) e bem representada em herbários.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20argyrogyna	Cerrado, Mata Atlântica
2946	MONIMIACEAE	Mollinedia blumenaviana	Perkins	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Apesar de possuir EOO de 307.513,6 km², a espécie é endêmica do Brasil e possui seu centro de ocorrência no Estado do Paraná. Algumas populações já foram encontradas no Estado de São Paulo, porém os locais de ocorrência neste Estado já estão totalmente fragmentados. Há necessidade de cuidados em curto prazo de tempo.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20blumenaviana	Mata Atlântica
2947	MONIMIACEAE	Mollinedia boracensis	Peixoto	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Ocorre com mais frequência no litoral paulista, em alguns casos em áreas de grande especulação imobiliária. Existem apenas duas situações de ameaça. À curto prazo, precisa de atenção.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20boracensis	Mata Atlântica
2948	MONIMIACEAE	Mollinedia engleriana	Perkins	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 442.954,96 km². Ocorre em várias unidades de conservação (SNUC) e é bem distribuída pela região Sudeste do Brasil. O exemplar de Pernambuco pode demonstrar a falta de coleta na Bahia.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20engleriana	Mata Atlântica
2949	MONIMIACEAE	Mollinedia eugeniifolia	Perkins	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	Mollinedia eugeniifolia é tida, segundo literatura especializada, como uma espécie com distribuição pontual no Estado de Santa Catarina. Entretanto, há relatos de que ocorra também no Rio Grande do Sul. De qualquer forma, o número muito baixo de registros de herbário permite suspeitar que a espécie seja bastante rara em seus locais de ocorrência. Tem EOO de 285,84 km², e o número de situações de ameaça às quais encontra-se submetida não ultrapassa cinco. M. eugeniifolia vem sofrendo declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat, devido, principalmente, à expansão do município de Blumenau. Suspeita-se que a perda e a degradação do seu hábitat estejam acarretando uma diminuição do número de indivíduos da população.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20eugeniifolia	Mata Atlântica
2950	MONIMIACEAE	Mollinedia gilgiana	Perkins	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Ocorre amplamente pelos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral paulista. EOO de 113.202 km² é encontrada em várias unidades de conservação (SNUC) destes Estados. Em todos os trabalhos florísticos analisados, sempre foi encontrada nas áreas trabalhadas.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20gilgiana	Mata Atlântica
2951	MONIMIACEAE	Mollinedia glabra	(Spreng.) Perkins	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie bem distribuída na região Sudeste, ocorrendo também na Bahia. Bem representada em coleções de herbários e com EOO de 231.273,57 km². Encontrada em várias unidade de conservação (SNUC).	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20glabra	Mata Atlântica
2952	MONIMIACEAE	Mollinedia lamprophylla	Perkins	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de EOO de 24.209,205 km², a espécie é restrita a apenas dois Estados brasileiros. As coletas estão concentradas nos mesmos pontos ao longo dos anos. Na Apa-Cairuçú (SNUC) em Paraty, a espécie foi encontrada na região de Laranjeiras, local explorado para o turismo. Espécie que corre perigo em curto espaço de tempo.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20lamprophylla	Mata Atlântica
2953	MONIMIACEAE	Mollinedia longicuspidata	Perkins	EN	B1ab(i,ii)	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica do município de Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Considerada rara, apresenta EOO de 273,39 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Apesar da sua área de ocorrência ser bem coletada, M. longicuspidata é conhecida apenas pelo material-tipo, registrado em 1888. Acredita-se que venha sofrendo com o declínio em sua extensão de ocorrência e área de ocupação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20longicuspidata	Mata Atlântica
2954	MONIMIACEAE	Mollinedia luizae	Peixoto	VU	D2	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de a espécie apresentar ampla distribuição (EOO=56.083,71 km²), suas subpopulações ocorrem de forma fragmentada. No Estado do Paraná, ocorre apenas em três áreas e, em São Paulo, em apenas uma, que é unidade de conservação (SNUC). Dessa forma, pode-se considerar que a espécie esteja sujeita a quatro situações de ameaça. A documentação em herbários aponta para uma maior concentração de espécimes no Paraná, próximo às cidades com grande desenvolvimento. Há necessidade de medidas para a conservação de áreas onde a espécie ocorre.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20luizae	Mata Atlântica
2955	MONIMIACEAE	Mollinedia marqueteana	Peixoto	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Encontrado 11 indivíduos em apenas 1 ha na Reserva de Sooretama e com EOO de 52.539,67 km², a espécie é bem representada em coleções de herbários e populosa em unidades de conservação (SNUC).	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20marqueteana	Mata Atlântica
2956	MONIMIACEAE	Mollinedia ovata	Ruiz & Pav.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição no Brasil. Possui EOO de 6.216.141,71 km² e ocorre em outros países da América do Sul. Encontrada em todos os domínios brasileiros e bem representada em herbários.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20ovata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2957	MONIMIACEAE	Mollinedia pachysandra	Perkins	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com EOO de 56.321,42 km.² Apesar de ocorrer somente no Brasil, nos Estados da região Sudeste (exceto Minas Gerais), é encontrada frequentemente em unidades de conservação (SNUC) bem protegidas e sem nenhuma situação de ameaça.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20pachysandra	Mata Atlântica
2958	MONIMIACEAE	Mollinedia salicifolia	Perkins	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Praticamente com uma ocorrência restrita aos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, é encontrada em duas unidades de conservação (SNUC). Sua EOO é de 170.653,41 km² é extensa devido a uma coleta da Bahia. Por estar restrita a estes dois Estados, há necessidade de atenção em futuro próximo.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20salicifolia	Mata Atlântica
2959	MONIMIACEAE	Mollinedia stenophylla	Perkins	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Miguel d'Avila de Moraes	Com EOO de 44.432,116 km² a espécie ocorre em Mata Atlântica da região Sudeste e preferencialmente em altitude de 1000 m. Endêmica do Brasil e há registro em poucas unidades de conservação (SNUC). Há um risco em futuro próximo.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20stenophylla	Mata Atlântica
2960	MORACEAE	Brosimum glaucum	Taub.	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Área de ocorrência ampla. Alguns indivíduos foram coletados em unidades de conservação (SNUC), porém poucos indivíduos por hectare. Pode haver flutuações entre gerações. Precisa ser monitorada.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20glaucum	Mata Atlântica
2961	MORACEAE	Brosimum glaziovii	Taub.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla ocorrência, sendo algumas localidades protegidas por unidades de conservação (SNUC), mas apesar disso, a espécie possui potencial madeireiro  e portanto, deve ser monitorada.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20glaziovii	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2962	MORACEAE	Brosimum lactescens	(S.Moore) C.C.Berg	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Ampla distribuição no neotrópico. A espécie ocorre em todos os domínios brasileiros e protegida em unidades de conservação (SNUC). Ocorre também fora do Brasil.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20lactescens	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2963	MORACEAE	Dorstenia albertii	Carauta et al.	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Apenas uma coleta em área pouco conhecida. São necessário maiores estudos a fim de se determinar o real estado de conservação da espécie.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20albertii	Mata Atlântica
2964	MORACEAE	Dorstenia arifolia	Lam.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO sendo enquadrada como LC, porém estudos indicam ocorrência em locais sujeitos ao pastoreio ou próximos a cidades. O monitoramento é importante, para que a espécie não entre em risco de extinção.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20arifolia	Mata Atlântica
2965	MORACEAE	Dorstenia bonijesu	Carauta & C.Valente	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO grande, indicando ainda como fora de perigo. Coleções de herbários demonstram coletas numerosas nas regiões de ocorrência.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20bonijesu	Mata Atlântica
2966	MORACEAE	Dorstenia brasiliensis	Lam.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	D. brasiliensis apresenta amplo EOO além de não ser endêmica do Brasil. Espécie fora de perigo.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20brasiliensis	Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
2967	MORACEAE	Dorstenia cayapia	Vell.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO amplo. É endêmica do país, porém encontrada em vários Estados brasileiros, em diferentes unidades de conservação (SNUC).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20cayapia	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2968	MORACEAE	Dorstenia conceptionis	Carauta	EN	B1ab(i,ii,iii)	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	"A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, com EOO de 536,47 km². Está sujeita a duas situações de ameaça de acordo com os municípios de sua ocorrência. Apesar da coleta proveniente do município de Uberlândia (MG) ser recente, a urbanização é uma séria ameaça à sobrevivência da espécie em seu meio natural. Considera-se, dessa forma, que D. conceptionis esteja sujeita ao declínio em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. Foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20conceptionis	Mata Atlântica
2969	MORACEAE	Dorstenia elata	Hook.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	A espécie possui EOO de 174.069,29 km². Apesar de possuir uma concentração grande no Estado do Espírito Santo, tudo indica que sua extensão pode ser maior ainda, pois o único material coletado no Estado do Paraná foi determinado pelo especialista. Existe uma carência de coletas em outros Estados da Mata Atlântica.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20elata	Mata Atlântica
2970	MORACEAE	Dorstenia fischeri	Bureau	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Única coleta sem determinador. Nenhum estudo aprofundado para a espécie.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20fischeri	Mata Atlântica
2971	MORACEAE	Dorstenia gracilis	Carauta et al.	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com um EOO de 36.701,82 km². Endêmica do Brasil e, onde foi coletada nos Estados do Espírito Santo e na Bahia. Como ocorre próxima ao litoral brasileiro, pode ser enquadrada em NT.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20gracilis	Mata Atlântica
2972	MORACEAE	Dorstenia hildegardis	Carauta et al.	CR	B1ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Dorstenia hildegardis é uma herbácea com ocorrência em florestas de encostas do Estado do Espírito Santo. Tem EOO inferior a 100 km², sendo categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR). O município de Domingos Martins e entorno apresentam histórico de desmatamento que reduziu as florestas de Mata Atlântica a menos de 30%, configurando declínio em área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat."	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20hildegardis	Mata Atlântica
2973	MORACEAE	Dorstenia milaneziana	Carauta et al.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO (76.127,64 km²)  e encontrada em unidades de conservação (SNUC). Há uma provável sinonímia com outra espécie com distribuição bem ampla no Brasil (D. gracilis ).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20milaneziana	Mata Atlântica
2974	MORACEAE	Dorstenia sucrei	Carauta	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, porém apresenta poucas coletas e estudos mais específicos para caracterizar seu real estado de conservação.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20sucrei	Mata Atlântica
2975	MORACEAE	Dorstenia tenuis	Bonpl. ex Bureau	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO de 552.471 km². Ocorre em outros países da América do Sul e cultivada no Jardim Botânico de Curitiba (PR).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20tenuis	Cerrado, Mata Atlântica
2976	MORACEAE	Ficus albert-smithii	Standl.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie amazônica. Poucas coletas registradas, talvez por estar representada em um bioma pouco conhecido e coletado. Ocorre também fora do Brasil.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20albert-smithii	Amazônia
2977	MORACEAE	Ficus amazonica	(Miq.) Miq.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO bastante amplo, com ocorrência em toda a região Amazônica, inclusive fora do Brasil. Sua representação em herbários é significativa.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20amazonica	Amazônia, Cerrado
2978	MORACEAE	Ficus aripuanensis	C.C.Berg & Kooy	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Apesar de ocorrer em um grande EOO, a espécie é pouco coletada e Carauta (1989) sugere a necessidade de mais estudos para a espécie. Difícil avaliar um status de conservação atual.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20aripuanensis	Amazônia, Cerrado
2979	MORACEAE	Ficus blepharophylla	Vázq.Avila	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas pelo material tipo (1909), porém não endêmica do Brasil. Apesar de alguns estudos de inventários na Amazônia, não foi novamente encontrada. Há necessidade de esforços para encontrá-la.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20blepharophylla	Amazônia
2980	MORACEAE	Ficus broadwayi	Urb.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída pelo Brasil e neotrópico (Carauta 1989). Ocorre em todos os biomas brasileiros.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20broadwayi	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2981	MORACEAE	Ficus calyptroceras	(Miq.) Miq.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO de 2.357.606,053km². Amplamente distribuída pela América Latina. Seus frutos são dispersados por aves e frutifica o ano inteiro.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20calyptroceras	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2982	MORACEAE	Ficus castellviana	Dugand	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com amplo EOO, sendo muito comum na Mata Atlântica. Na Amazônia, foi encontrada um indivíduo. Coletas também na Bolívia, Colômbia e Perú (Carauta 1989). Suspeita-se que haja um baixo esforço de coleta para a espécie no Brasil.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20castellviana	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
2983	MORACEAE	Ficus catappifolia	Kunth & C.D.Bouché	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Apesar de possuir um EOO amplo, há poucos registros em herbários, o que pode indicar falta de esforço de coleta. Espécie não é endêmica do Brasil é usada em arborização no cerrado.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20catappifolia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2984	MORACEAE	Ficus cyclophylla	(Miq.) Miq.	VU	A2c	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	"Ficus cyclophylla ocorre em diversos Estados brasileiros, apresentando ampla distribuição (EOO=792.507,43 km²). No entanto, a espécie tem grande parte das subpopulações em áreas de Restinga, que vêm sendo seriamente impactadas, principalmente pela especulação imobiliária. Da mesma forma, suspeita-se que as subpopulações da espécie estejam severamente fragmentadas por ocorrerem de forma disjunta. Estima-se que tenha havido um declínio populacional de pelo menos 30% em um período de 10 anos. Isso pode ser justificado pela grande perda de qualidade de hábitat, extensão de ocorrência e área de ocupação à qual a espécie foi submetida. Foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20cyclophylla	Caatinga, Mata Atlântica
2985	MORACEAE	Ficus eximia	Schott	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída pelo Brasil e encontrada em unidades de conservação (SNUC). Apesar de ser polinizada por uma única espécie de abelha, o pólen é levado a grandes distâncias.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20eximia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
2986	MORACEAE	Ficus greiffiana	Dugand	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie não endêmica do Brasil, e possui ampla EOO (624.107,035 km²). Porém é polinizada por uma única espécie de vespa e possui poucas coletas ao longo do tempo. Necessita de atenção em futuro próximo.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20greiffiana	Amazônia
2987	MORACEAE	Ficus hirsuta	Schott	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com amplo EOO. Muito comum na Restinga  e Mata Atlântica, preservada em muitas unidades de conservação (SNUC).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20hirsuta	Caatinga, Mata Atlântica
2988	MORACEAE	Ficus krukovii	Standl.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição no Brasil e na América do Sul, com EOO superior a 2.000.000 km². Além disso, possui muitos exemplares em coleções e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20krukovii	Amazônia, Cerrado
2989	MORACEAE	Ficus lauretana	Vázq.Avila	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Ocorre na Amazônia brasileira e de países vizinhos. Não há muitos exemplares em coleções de herbários, ressalta-se, portanto, a necessidade de um aumento de esforço de coleta.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20lauretana	Amazônia
2990	MORACEAE	Ficus malacocarpa	Standl.	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com poucas coletas e estudos. Sua distribuição atual é nitidamente resultado de falta de coleta.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20malacocarpa	Amazônia, Cerrado
2991	MORACEAE	Ficus mathewsii	(Miq.) Miq.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie amplamente dispersa pela América do Sul e com um número representativo em coleções de herbário. Não apresenta situação de ameaça.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20mathewsii	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2992	MORACEAE	Ficus matiziana	Dugand	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO 1.157.689,774km², e não endêmica do Brasil. Conhecida para a região Amazônica, onde é muito bem distribuída.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20matiziana	Amazônia
2993	MORACEAE	Ficus mexiae	Standl.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com amplo EOO (917.695,854 km2), sem nenhuma ameaça direta. Ocorre praticamente em toda a Mata Atlântica à excessão do Sul.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20mexiae	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2994	MORACEAE	Ficus monckii	Hassl.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie encontrada no Sul do Brasil. Na Argentina a dispersão por macacos facilita sua amplitude e posteriormente passando pelo trato digestivo, facilita a germinação. Há dúvidas quanto a sua ocorrência no Ceará.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20monckii	Mata Atlântica
2995	MORACEAE	Ficus pakkensis	Standl.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie que ocorre na Amazônia, Caatinga e Mata Atlântica e também fora do Brasil. Encontrada em algumas unidades de conservação (SNUC).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20pakkensis	Amazônia, Mata Atlântica
2996	MORACEAE	Ficus pulchella	Schott	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição na América do Sul. Ocorre em várias unidades de conservação (SNUC) e há também produção de mudas. Vasta coleção em herbários.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20pulchella	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
2997	MORACEAE	Ficus roraimensis	C.C.Berg	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil e com apenas dois registros em herbários brasileiros na mesma localidade. Nenhum estudo.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20roraimensis	Amazônia
2998	MORACEAE	Ficus salzmanniana	(Miq.) Miq.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie que ocorre somente no Estado da Bahia, sendo preferencialmente na Mata Atlântica. Encontrada em ambiente de Restinga, podendo representar uma situação de ameaça em futuro próximo.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20salzmanniana	Caatinga, Mata Atlântica
2999	MORACEAE	Ficus schippii	Standl.	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Não há informações sobre a espécie.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schippii	Amazônia
3000	MORACEAE	Ficus schultesii	Dugand	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie pouco coletada e não há estudos ainda consistentes. Ocorre na região Amazônica brasileira e Colombiana. A falta de coletas pode ser reflexo da dificuldade no acesso ao local.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schultesii	Amazônia
3001	MORACEAE	Ficus schumacheri	(Liebm.) Griseb.	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie pouco coletada e representada em herbários brasileiros. Apesar de ocorrer também fora do Brasil, há apenas duas coletas no Brasil e pouco recentes. Há necessidade de mais estudos e informações.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schumacheri	Amazônia, Cerrado, Pantanal
3002	MORACEAE	Ficus sphenophylla	Standl.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO e não endêmica do Brasil. Ocorre apenas em poucos estados da região amazônica e estudos indicam que poucas sementes germinam após passarem no trato digestivo da ave dispersora. Necessita atenção.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20sphenophylla	Amazônia
3003	MORACEAE	Ficus trigonata	L.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie pouco preocupante. Ocupa um EOO 2.814.507,243 km² e em coleções de herbários seus representantes são significativos. Apesar de registros indicarem ser endêmica do Brasil, suspeita-se que ocorra também nas Guianas.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20trigonata	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3004	MORACEAE	Ficus ursina	Standl.	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Encontrada apenas na Amazônia com EOO bastante reduzido. Não há estudos sobre a espécie e encontrada raramente em coleções.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20ursina	Amazônia
3005	MORACEAE	Ficus velutina	Humb. & Bonpl. ex Willd.	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com uma aparente disjunção. Estende-se até a América Central, sendo no Brasil uma nítida falta de coleta nas áreas entre os locais onde a registro da espécie. No momento sem dados suficientes para uma avaliação mais precisa.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20velutina	Amazônia
3006	MORACEAE	Helicostylis heterotricha	Ducke	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Poucas coletas. Além de ser dióica, o que causa uma maior seleção na polinização. Coletada em uma unidade de conservação (SNUC), mas sofre muito com alagamentos. Há necessidade de mais estudos.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helicostylis%20heterotricha	Amazônia
3007	MORACEAE	Helicostylis tomentosa	(Poepp. & Endl.) Rusby	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	?Espécie amplamente distribuída no Brasil como em outros países limítrofes. Ocorre em quase todas as regiões brasileiras, concentrando-se na Amazônia.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helicostylis%20tomentosa	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3008	MORACEAE	Maclura brasiliensis	(Mart.) Endl.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	No Brasil a espécie é encontrada nas Restingas do município de Cabo Frio, Rio de Janeiro. Tem EOO de 399,33 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. As Restingas da região Sudeste do Brasil apresentam alto grau de impacto por ações antrópicas causado, principalmente, pela especulação imobiliária. Dessa forma, pode-se afirmar que a espécie vem sofrendo drástico declínio em sua área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Sugerem-se medidas de conservação urgentes para M. brasiliensis.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maclura%20brasiliensis	Mata Atlântica
3009	MORACEAE	Naucleopsis oblongifolia	(Kuhlm.) Carauta	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil. No país, ocorre nos domínios Amazônia, Mata Atlântica e Pantanal. Encontrada em unidades de conservação (SNUC).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Naucleopsis%20oblongifolia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3010	MORACEAE	Perebea rubra subsp. glabrifolia	(Ducke) C.C.Berg	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com poucos representantes em coleções, com exemplares já antigos. Nenhum estudo recente.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perebea%20rubra%20subsp.%20glabrifolia	Amazônia
3011	MORACEAE	Pseudolmedia hirtula	Kuhlm.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil e ocorre em unidades de conservação (SNUC).	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolmedia%20hirtula	Mata Atlântica
3012	MORACEAE	Sorocea guilleminiana	Gaudich.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no Brasil e em alguns países limítrofes.	2012-12-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sorocea%20guilleminiana	Cerrado, Mata Atlântica
3013	MYRISTICACEAE	Iryanthera campinae	W.A.Rodrigues	VU	D2	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Iryanthera campinae é endêmica do Brasil, de ocorrência exclusiva nas formações sobre areia branca (Campinas e Campinaranas) localizadas entre os municípios de Manaus (AM) e Caracaraí (RR). Tem EOO menor que 5.000 km² e não se encontra protegida por nenhuma categoria de unidade de conservação (SNUC). Além disso, é considerada rara, com último registro realizado em 1987. I. campinae está sujeita ao menos a três situações de ameaça identificadas. Há evidências de que a espécie foi muito utilizada para a confecção de caixotes e marcenaria em geral pela população local até a década de 1990. Há indicações do potencial uso de sua madeira para fins comerciais por suas características físicas, o que pode configurar uma ameaça futura à espécie. Assim, pelos motivos expostos, I. campinae foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iryanthera%20campinae	Amazônia
3014	MYRISTICACEAE	Iryanthera obovata	Ducke	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Iryanthera obovata Ducke não é endêmica do Brasil, com registros efetuados na Venezuela e na Colômbia. No Brasil, foi registrada em ambientes xéricos, como as Campinas, e em Florestas Úmidas, no Estado do Amazonas. Seu baixo número de coletas (8) parece ilustrar o baixo esforço amostral na região, uma vez que é apontada por alguns autores como uma espécie característica do Alto Rio Negro e adjascências. Apresenta EOO maior que 20.000 Km², em uma área que abriga extensões consideráveis de vegetação nativa intacta. Aliado a isso, possui populações protegidas por unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Por esses motivos, foi categorizada como Baixo Risco (LC) de extinção.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iryanthera%20obovata	Amazônia
3015	MYRISTICACEAE	Virola bicuhyba	(Schott ex Spreng.) Warb.	EN	A4acd	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Virola bicuhyba (Schott ex Spreng.) Warb., conhecida popularmente como Bicuíba, apresenta um endemismo brasileiro, com ocorrência em Florestas Ombrófilas e Estacionais associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Possui preferência por florestas em estágio avançado de regeneração ou clímax, com registros efetuados em unidades de conservação ao longo de sua distribuição. Com registros de coleta desde o sul do estado da Bahia até o norte do Rio Grande do Sul, V. bicuhyba é considerada uma espécie de uso estratégico para agricultura familiar no Brasil, sendo uma das madeiras mais utilizadas pela construção civil. Além disso, o potencial medicinal desta planta começa a ser explorado pela industria farmacêutica, e seus extratos vem sendo utilizados na medicina popular de diversas localidades onde ocorre. Desempenha papel ecológico importante nos ambientes florestais em que ocorre, fornecendo alimentos para uma grande variedade de pássaros, apesar de apresentar uma densidade de indivíduos relativamente alta para espécies arbóreas (em média, 25 indivíduos/ ha em áreas pouco alteradas e que não sofreram corte seletivo), a espécie vêm enfrentando severa redução populacional histórica, não cessada até os dias atuais e prevista para o futuro. Estimativas empreendidas durante este trabalho evidenciam uma perda de mais de 65% de cobertura florestal potencial para a ocorrência de V. bicuhyba, dentro de sua conhecida extensão de ocorrência, a partir desses dados, verificou-se uma redução populacional bruta maior que 60% nas últimas três gerações do táxon (estimada em cerca de 30 anos), causada principalmente por extrativismo seletivo e conversão de habitat, que continuarão a causar declínio futuro se nada for feito a fim de se reduzir ou cessar as ameaças descritas. Por esse motivos, a espécie Virola bicuhyba  foi considerada Em Perigo (EN) de extinção, demandando a criação de áreas protegidas para garantir sua sobrevivência e o desenvolvimento de legislação específica que regulamente e controle o seu uso de maneira apropriada, uma vez que a espécie possui grande importância para diversos segmentos da economia e sua integral restrição poderá causar impactos.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20bicuhyba	Mata Atlântica
3016	MYRISTICACEAE	Virola parvifolia	Ducke	VU	D2	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Virola parvifolia Ducke não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Venezuela. Era conhecida até pouco tempo somente pela coleta tipo, realizada em 1932, nas proximidades do município de São Gabriel da Cachoeira, Amazonas. Foi registrada em "" Caatingas"" as margens do Rio Negro. Para a população conhecida, foi identificada ao menos uma situação de ameaça (área portuária do município citado), que na ocasião de sua construção suprimiu a vegetação nativa da localidade, mesmo com o baixo esforço amostral na região onde V. parvifolia foi primeiramente coletada, algumas expedições botânicas foram empreendidas e não identificaram novas populações.  Devido a sua área de ocupação restrita (AOO = 4 Km²), aliada a carência de novos registros e com ameaças plausíveis incidindo sobre a população da espécie que podem aumentar sua categoria de ameaça em um futuro próximo, a espécie foi considerada Vulnerável (VU)."	2012-07-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20parvifolia	Amazônia
3017	MYRISTICACEAE	Virola surinamensis	(Rol. ex Rottb.) Warb.	VU	A4cd	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Virola surinamensis (Rol. ex Rottb.) Warb., conhecida popularmente como mucuíra, ucuúba (do baixio ou do igapó) e virola, ocorre amplamente distribuída nos neotrópicos, desde a Costa Rica até o norte do Brasil, predominantemente em floretas alagadas (matas de igapó, matas de várzea, margem de rios e igarapés), associadas aos domínios fitogeográficos Amazônia, Caatinga e, possivelmente, Cerrado, no Brasil, a espécie foi registrada majoritariamente nos estados inseridos dentro do contexto da bacia amazônica, com registros efetuados também nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará. É considerada uma árvore de grande valor econômico, tanto para as industrias madeireiras e farmacêuticas como para populações ribeirinhas e indígenas, que utilizam os amplos recursos oferecidos por este táxon para gerar produtos negociáveis e assim compor até 50% de suas rendas a partir de sua comercialização. Mesmo sendo muito abundante ao longo de sua distribuição (especialmente na bacia do Rio Negro), a exploração exagerada em 5 anos resultou em reduções populacionais de até 90%, com algumas extinções locais reportadas (Piña-Rodrigues, 2000). O tempo de geração de V. surinamensis foi estimado em cerca de 30 anos, com seus indivíduos atingindo a maturidade aos 6 (em cultivo), dados recentemente trabalhados apontam para uma retirada anual de cerca de 10.044 indivíduos (com até 9 m de altura e DAP = 25 cm) (CNCFlora, 2012). Mesmo ocorrendo em unidades de conservação, com grande abundância de indivíduos verificada e possuindo legislação específica que regulamenta seu uso em alguns estados de ocorrência, extinções locais foram registradas para este táxon e a atividade de madeireiras, legais e ilegais, continuam sendo empreendidas. Com base nesses dados, suspeita-se que as subpopulações de Virola bicuhyba tenham sofrido redução maior que 30% nas últimas 3 gerações (90 anos), e as causas dessas redução (redução na qualidade do habitat e altos níveis de exploração) não cessaram e não são reversíveis. Por esse motivos, a espécie foi considerada Vulnerável (VU) em relação ao seu risco de extinção.     	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20surinamensis	Amazônia, Caatinga
3018	MYRSINACEAE	Anagallis alternifolia	Cav.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Anagallis alternifolia caracteriza-se por ervas estoloníferas ou eretas, terrícolas e apresenta síndrome de polinização entomófila. Ocorre em Mata Atlântica e, possivelmente, Cerrado, dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, onde se desenvolve próximo a cachoeiras e riachos. Apresenta AOO de 12 km², e encontra-se sujeita a três situações de ameaça: expansão urbana desordenada, especulação imobiliária e atividades agropecuárias. A espécie tem distribuição restrita, o último registro foi realizado no município de Cunha (SP), no ano de 1996. Seus municípios de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. Por exemplo, Caldas (MG) tem apenas 6,7% de cobertura original remanescente e Cunha (SP) apenas 15,3%. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anagallis%20alternifolia	Cerrado, Mata Atlântica
3019	MYRSINACEAE	Anagallis barbata	(P.Taylor) Kupicha	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Anagallis barbata caracteriza-se por ervas estoloníferas, terrícolas. Endêmica do Estado de São Paulo, é conhecida apenas no município de Apiaí. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Ombrófila Mista e Floresta de Araucária. Apresenta AOO de 12 km², e encontra-se sujeita a três situações de ameaça: expansão urbana desordenada, especulação imobiliária e implementação de atividades agropecuárias. Dispõe de escassos registros em coleções científicas. Ocorre em uma região ainda não intensamente fragmentada, tendo em vista que o município de Apiaí ainda tem 41% de remanescentes originais de Mata Atlântica. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anagallis%20barbata	Mata Atlântica
3020	MYRSINACEAE	Cybianthus densicomus	Mart.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Cybianthusdensicomus caracteriza-sepor arbustos, raramente arvoretas, terrícolas, e apresenta síndrome dedispersão zoocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e MataAtlântica, neste último em Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta EOO de863.906,65 km² e é amplamente distribuída. Protegida por unidades de conservação (SNUC), como o Parque Nacional daChapada dos Veadeiros (GO), Parque Estadual da Serra do Mar, Parque Estadual Xixová-Japuí,Estação Ecológica da Paranapanema e Estação Ecológica de Itapeva (SP). Devido asua ampla distribuição, não há ameaça direta que a coloque em alguma categoriade ameaça.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cybianthus%20densicomus	Cerrado, Mata Atlântica
3021	MYRSINACEAE	Myrsine congesta	(Sw.) Pipoly	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Myrsine congesta caracteriza-se por subarbustos a arbustos, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia. Encontrada em afloramentos rochosos, apresenta AOO de 52 km², e encontra-se sob quatro situações de ameaça: expansão urbana, agricultura, mineração e expansão industrial. A espécie está protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, Parque Estadual do Ibitipoca (MG) e Parque Estadual do Desengano (RJ). Ocorre em região com um processo histórico de fragmentação e redução da cobertura original de Mata Atlântica. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20congesta	Mata Atlântica
3022	MYRSINACEAE	Myrsine glazioviana	Warm.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Myrsine glazioviana caracteriza-se por arbustos de 3 a 4 m de altura. Endêmica do Brasil, é restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, em afloramentos rochosos. Apresenta AOO de 32 km², e seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. A espécie está protegida pelo Parque Estadual do Ibitipoca (MG), Parque Estadual Serra do Papagaio (MG) e Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), onde se encontra sob ameaça de atividades turísticas. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20glazioviana	Mata Atlântica
3023	MYRSINACEAE	Myrsine villosissima	A.DC.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Myrsinevillosissima caracteriza-se por arbustos ou arvoretas, rupícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e, possivelmente, Espírito Santo. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Ombrófila Densa, em afloramentos rochosos. Apresenta AOO de 68 km², e encontra-se sob quatro situações de ameaça: expansão urbana, agricultura, pecuária e queimadas. A espécie está protegida pelo Parque Nacional do Itatiaia, Parque Estadual do Desengano (RJ), Parque Estadual da Serra do Mar, Parque Estadual da Serra da Bocaina (SP) e Parque Estadual do Itacolomi (MG). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20villosissima	Mata Atlântica
3024	MYRTACEAE	Accara elegans	(DC.) Landrum	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A. elegans é uma espécie basal dentro da família Myrtaceae e que possui uma distribuição restrita (EOO = 4.707,81 km²). Ocorre principalmente na Serra do Caraça e na Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais, onde podemos identificar de duas a cinco situações de ameaça. A maior ameaça à sobrevivência da espécie é a mineração na Serra do Caraça, o que configura também perda da área de ocupação e da qualidade do habitat. Dessa maneira a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Accara%20elegans	Cerrado, Mata Atlântica
3025	MYRTACEAE	Blepharocalyx salicifolius	(Kunth) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  2.897.704,710 km²) encontrada em diferentes domínios fitogeográficos brasileiros e diferentes formações vegetacionais. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharocalyx%20salicifolius	Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
3026	MYRTACEAE	Calycolpus legrandii	Mattos	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Essa espécie é encontrada nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas, possuindo uma distribuição relativamente restrita (EOO = 14.155,89 km²) e ocorrendo em Restingas. Esse tipo de formação vem diminuindo de área devido à ocupação humana, de maneira que o número de Unidades de Conservação (duas) é insuficiente para proteger as subpopulações da espécie. Além disso, suspeita-se que as subpopulações de Alagoas sejam isoladas das subpopulações mais ao sul, indicando que a população de C. legrandii é severamente fragmentada. Dessa maneira, essa espécie é considerada como Vulnerável (VU) à extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calycolpus%20legrandii	Mata Atlântica
3027	MYRTACEAE	Calyptranthes concinna	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   1.538.752,83 km²) encontrada em diferentes fisionomias florestais da Mata Atlântica. Ocorre em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional, sendo considerada uma espécie comum. Dessa maneira a espécie é classificada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20concinna	Mata Atlântica, Cerrado
3028	MYRTACEAE	Calyptranthes dryadica	M.L.Kawas.	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. dryadica é uma espécie endêmica da Reserva Ecológica Juréia-Itatins, São Paulo. Apesar de protegida pela Unidade de Conservação, a espécie não foi coletada nos últimos 17 anos e não é possível saber o estado atual de conservação da população. Sabe-se que a Reserva é bastante visitada por turistas. Entretanto, não é possível estimar o impacto do turismo na população de C. dryadica. Dessa maneira, a espécie é considerada como deficiente de dados (DD) para colocá-la em uma categoria de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20dryadica	Mata Atlântica
3029	MYRTACEAE	Calyptranthes fusiformis	M.L.Kawas.	VU	B1b(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Essa é uma espécie de distribuição restrita (EOO = 10.161,07 km²) encontrada em Florestas Ombrófilas Densas dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses estados, esse tipo de formação sofreu forte desmatamento, o que suspeita-se ter diminuído a área do habitat da espécie. Da mesma forma, C. fusiformis ocorre em apenas uma unidade de conservação, Estação Ecológica de Boracéia (SP). Podemos considerar de quatro a oito situações de ameaça à espécie. Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20fusiformis	Mata Atlântica
3030	MYRTACEAE	Calyptranthes hatschbachii	D.Legrand	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie arbórea, encontrada próxima à cidade de Curitiba, Paraná. Além de não haver registro da espécie para unidade de conservação, a espécie não é coletada há mais de 20 anos. Sua EOO é 565,27 km² e a espécie possui de uma a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças é o fato da espécie estar localizada próxima a uma capital do país, área que sofreu grande perda de habitat. Dessa maneira a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20hatschbachii	Mata Atlântica
3031	MYRTACEAE	Calyptranthes pereireana	Mattos & D.Legrand	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. pereireana é uma espécie que foi somente coletada nas matas do Horto Florestal (RJ). Apesar de protegida, a espécienão foi coletada há quase 40 anos e não é possível saber o estado atual deconservação da população. Sabe-se que a área do Horto é bastante visitada porturistas. Entretanto, não é possível estimar o impacto do turismo na populaçãode C. pereireana. Além disso, a espécie sofre de incerteza taxonômica, uma vez que ela está sendo transferida para o gênero Neomitranthes. Dessa maneira, a espécie é considerada comodeficiente de dados (DD) para colocá-la em uma categoria de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20pereireana	Mata Atlântica
3032	MYRTACEAE	Calyptranthes pileata	D.Legrand	VU	C1+2a(i)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. pileata é uma espécie arbórea encontrada em Mata Atlântica e Pampa. É considerada uma espécie rara, com cerca de 1 indivíduo por hectare (0,01 Km²). Considerando a área de ocorrência (AOO = 76 Km²), estima-se que haja cerca de 4.000 indivíduos maduros no total. Como a maioria das subpopulações em áreas com forte pressão antrópica, suspeita-se que haja um declínio populacional de pelo menos 10% nos próximos 30 anos (considerando tempo de geração de 10 anos para espécie arbórea). Além disso, considerando a raridade da espécie, é possível supor que em cada subpopulação não haja mais do que 1.000 indivíduos maduros.  Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20pileata	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3033	MYRTACEAE	Calyptranthes restingae	Sobral	VU	B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Apesar de ocorrer em dois estados, as subpopulações localizadas no estado de Sergipe encontram-se bastantes distantes das subpopulações da Bahia. Isso confere não apenas uma ampla EOO (7.917,45 km²), mas também há a suspeita de que a população é severamente fragmentada. Além disso, a espécie ocorre apenas em Restinga, vegetação que sofre grande impacto antrópico. A espécie foi coletada próxima a estradas, que podem impactar de maneira negativa a subpopulação. Somado a isso, o óleo essencial dessa espécie possui propriedades medicinais. Caso haja extrativismo predatório de C. restingae, a espécie pode sofrer também declínio populacional. Esse declínio pode afetar indivíduos maduros, tornando difícil a reprodução e, portanto, a recuperação populacional da espécie. Dessa maneira, a espécie é considerada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20restingae	Mata Atlântica
3034	MYRTACEAE	Calyptranthes rubella	(O.Berg) D.Legrand	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. rubella éuma espécie arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa Atlântica e Restinga, nos Estados de São Paulo a Rio Grande do Sul e possuindo uma extensão deocorrência de 30.115,480 km². No litoral de Santa Catarina, a Restinga vem sendo suprimida pela expansão urbana e pela invasão de espécies exóticas. É umaespécie com menos de 10 situações de ameaça, e ocorre em apenas três unidades de conservação (SNUC). A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção. Entretanto, devido à sua extensão deocorrência ser um pouco maior do que 20.000 km² não é possível considerá-la comoameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como quase ameaçada deextinção (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperaçãode habitat na região, a espécie poderá ser consideradacomo ameaçada de extinção futuramente.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20rubella	Mata Atlântica
3035	MYRTACEAE	Campomanesia aromatica	(Aubl.) Griseb.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.136.107,13  km²) encontrada em Estados da região Nordeste e Norte do Brasil. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas em que houve intensa perda de habitat, a espécie é relativamente abundante em alguns locais. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20aromatica	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3036	MYRTACEAE	Campomanesia espiritosantensis	Landrum	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Campomanesia espiritosantensis, como o epíteto específico sugere, é endêmica do estado do Espírito Santo. Foi coletada em apenas uma localidade, na Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce (AOO = 4 Km²). Apesar de ser uma reserva, a região de ocorrência da espécie é ocupada por plantações de cacau. Nesse sistema de cultivo, espécies de estádios sucessionais avançados, como C. espiritosantensis, possuem declínio populacional em favorecimento a espécies de estádios iniciais de sucessão. Dessa maneira, a espécie é considerada como Criticamente (CR) ameaçada de extinção. Entretanto, caso  três novos registros de ocorrência da espécie para o Espírito Santo sejam confirmados, a espécie poderia ser considerada como em perigo ou vulnerável de extinção. Dessa maneira, novos estudos devem ser feitos para se verificar essas novas ocorrências para a espécie o estado atual de conservação para cada subpopulação.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20espiritosantensis	Mata Atlântica
3037	MYRTACEAE	Campomanesia eugenioides	(Cambess.) D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no Brasil (EOO =   3.048.827 km² ) encontrada em três biomas: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20eugenioides	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3038	MYRTACEAE	Campomanesia hirsuta	Gardner	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. hirsuta é uma espécie considerada rara na Mata Atlântica, sendo encontrada nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Possui AOO de 40 Km² e suspeita-se que sua população encontra-se severamente fragmentada. Isso porque é uma espécie polinizada e dispersa por animais, que supostamente não migrariam longas distâncias em locais severamente alterados pela ação humana. Além disso, há registro de declínio de área e de qualidade do habitat devido à expansão urbana. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20hirsuta	Mata Atlântica
3039	MYRTACEAE	Campomanesia laurifolia	Gardner	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  515.854,48 km² ) encontrada em Mata Atlântica. Apesar de haver registro de ameça à espécie no sul da Bahia e no Rio de Janeiro, C. laurifolia ocorre em pelomenos onze unidades de conservação. Os poucos estudos mostram que a densidade populacional é localmente baixa, mas o tamanho populacional estimado é maior do que 10000 indivíduos. Além disso, não há evidência direta de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20laurifolia	Mata Atlântica
3040	MYRTACEAE	Campomanesia lundiana	(Kiaersk.) Mattos	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. lundiana é conhecida apenas pelo material tipo, coletado em 1825 no Estado do Rio de Janeiro por Lund e uma coleta mais recente feita em 1952 (RB 79096). Infelizmente os coletores não especificaram os municípios ou locais de coleta, o que permitiria a realização de expedições para se verificar se a espécie ainda ocorre na natureza. O Rio de Janeiro é um Estado que possui apenas 18,38% de sua vegetação nativa em 2010 (dados fornecidos pelo SOS Mata Atlântica), de maneira que a espécie pode ter sofrido com essa perda de habitat e poderia estar extinta. Novos estudos devem ser realizados para se verificar se ainda há espécimes vivos de C. lundiana nas matas fluminenses.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20lundiana	Mata Atlântica
3041	MYRTACEAE	Campomanesia macrobracteolata	Landrum	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. macrobracteolata é uma espécie endêmica do estado do Espírito Santo, sendo encontrada em diferentes fisionomias do domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 9.322,70 km² ) e até nove situações de ameaça, sugeridas pelo número de subpopulações. Uma das ameaças é o cultivo de cacau na região do Rio Doce, que altera a estrutura da floresta e favorece espécies de estádios iniciais de sucessão ecológica. Além disso, há registro de ocorrência da espécie apenas para uma unidade de conservação. Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20macrobracteolata	Mata Atlântica
3042	MYRTACEAE	Campomanesia neriiflora	(O.Berg) Nied.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  145.606,86  km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Estacional na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em uma região com forte pressão antrópica, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC).  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20neriiflora	Mata Atlântica
3043	MYRTACEAE	Campomanesia phaea	(O.Berg) Landrum	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O cambuci é uma espécie amplamente distribuída, encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecídua dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Apesar de ter os frutos bastante apreciados como alimento, não há registro de que a coleta do fruto leve ao declínio populacional da espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20phaea	Mata Atlântica
3044	MYRTACEAE	Campomanesia prosthecesepala	Kiaersk.	EN	A1c,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. prosthecesepala é uma espécie arbustiva com apenas quatro coletas, três delas feitas no estado de Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro. Possui AOO menor do que 500 Km² e está sujeita a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat de no mínimo 67% nos municípios em que a espécie foi coletada (SOS Mata Atlântica/INPE, 2011). Supõe-se, portanto que houve uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 15 anos (considerando o tempo de geração como de 5 anos). Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20prosthecesepala	Mata Atlântica
3045	MYRTACEAE	Campomanesia pubescens	(DC.) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.652.695 km² ) encontrada principalmente em Cerrado. Possui muitas coletas, inclusive em áreas perturbadas como beira de estrada. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20pubescens	Mata Atlântica, Cerrado
3046	MYRTACEAE	Campomanesia reitziana	D.Legrand	VU	C1+2a(i)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. reitziana é uma espécie arbórea de distribuição restrita aos estados de Santa Catarina e Paraná, sendo encontrada apenas em Florestas Ombrófilas. Possui uma baixa densidade populacional, uma vez que, baseando-se em dados fitossociológicos, estima-se que existam cerca de 5.000 indivíduos na natureza. Devido à baixa densidade populacional, suspeita-se também que o número de indivíduos maduros em cada subpopulação não seja maior do que 1.000. Como ocorre em uma região que sofreu forte pressão antrópica, com perda de habitat para atividades agrícolas e mineração, estima-se que houve um declínio populacional de pelo menos 10% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração como 10 anos para espécie arbórea). Dessa maneira, C. reitziana  é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20reitziana	Mata Atlântica
3047	MYRTACEAE	Campomanesia rufa	(O.Berg) Nied.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. rufa é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada em Mata Atlântica e Cerrado do Estado de Minas Gerais. Possui diversos registros de coleta, alguns bastante recentes. Apesar de ocorrer em área de intensa atividade de mineração, sua presença em outros locais indica que a espécie é menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20rufa	Cerrado, Mata Atlântica
3048	MYRTACEAE	Campomanesia schlechtendaliana	(O.Berg) Nied.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A gabiroba-verde é uma espécie encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica, da Bahia ao Paraná. ?Apesar de ser considerada uma espécie rara na Mata Atlântica, estima-se que haja cerca de 16000 indivíduos na natureza, valor acima do usado para acessar as categorias de risco de extinção. Dessa maneira, a gabiroba-verde é considerada como pouco preocupante quanto ao risco de extinção (LC).	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20schlechtendaliana	Mata Atlântica
3049	MYRTACEAE	Campomanesia sessiliflora	(O.Berg) Mattos	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.187.196,44 km²) encontrada em três domínios fitogeográficos brasileiros: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. Ocorre em pelomenos quatro unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20sessiliflora	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3050	MYRTACEAE	Campomanesia viatoris	Landrum	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	C. viatoris é uma espécie amplamente distribuída (EOO =  384.263,79 km²) na região Nordeste, encontrada em Mata Atlântica e na Caatinga. Possui diversos registros de coletas, alguns bem recentes e não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-03-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20viatoris	Caatinga, Mata Atlântica
3051	MYRTACEAE	Campomanesia xanthocarpa	(Mart.) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A guavirova é uma espécie amplamente distribuída na Mata Atlântica e Cerrado, sendo encontrada em diferentes fitofisionomias. Possui diversas coletas, várias em unidades de conservação (SNUC) e é considerada uma espécie comum na Mata Atlântica. Dessa maneira, a espécie é considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.	2012-04-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20xanthocarpa	Cerrado, Mata Atlântica
3052	MYRTACEAE	Eugenia angustissima	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.284.505,900 km² ) encontrada em diferentes fisionomias de Cerrado. É relativamente abundante em pelo menos uma localidade na estação chuvosa, protegida por unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional das Emas, no Estado de Goiás. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20angustissima	Caatinga, Cerrado
3053	MYRTACEAE	Eugenia anomala	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. anomala é uma e?spécie amplamente distribuída (EOO =  712.186,490  km²) encontrada em formações campestres de Cerrado, Mata Atlântica e Campos Sulinos. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20anomala	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3054	MYRTACEAE	Eugenia arenosa	Mattos	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO=495.456,77 km²), coletada principalmente nos Estados do Paraná, mas com subpopulações disjuntas no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Encontrada em pelomenos três unidades de conservação (SNUC) e não há evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira E. arenosa  é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20arenosa	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
3055	MYRTACEAE	Eugenia aurata	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. aurata é amplamente distribuída (EOO =   3.180.444,58 km²) encontrada em todas as regiões e em todos os domínios fitogeográficos brasileiros, com exceção dos Pampas. Não há  evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20aurata	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
3056	MYRTACEAE	Eugenia bahiensis	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   304.053,740 km² ) encontrada em áreas de Restinga e Florestal Ombrófila Densa Atlântica. Apesar de ter sofrido intensa perturbação, essa espécie ocorre em pelo menos 10 unidades de conservação (SNUC).  Não há registro de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira E. bahiensis é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bahiensis	Mata Atlântica
3057	MYRTACEAE	Eugenia blanda	Sobral	EN	B1ab(i)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. blanda é uma espécie de distribuição restrita (EOO = 528,43 km²) encontrada apenas nos Cerrados e Campos Rupestres de Grão Mogol (MG). Podemos identificar de duas a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças à espécie é a pecuária, caracterizando como perda contínua de habitat. Entretanto, não há registro de unidade de conservação na área, o que poderia minimizar as ameças à espécie.Dessa maneira E. blanda é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20blanda	Cerrado
3058	MYRTACEAE	Eugenia bocainensis	Mattos	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  99.862,960  km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa  na Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de declínio populacional, apesar da espécie ocorrer em área de intensa atividade antrópica. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bocainensis	Mata Atlântica
3059	MYRTACEAE	Eugenia brasiliensis	Lam.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   1.210.649,930  km²) encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica, desde o Estado de Santa Catarina à Bahia. Apesar da espécie ocorrer em áreas onde houve intensa pressão antrópica, ela é considerada comum no domínio. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brasiliensis	Mata Atlântica, Cerrado
3060	MYRTACEAE	Eugenia brevistyla	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Encontrada desde o Estado de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. Possui diversos registros de coleta, alguns bastante recentes e outros em unidades de conservação (SNUC).  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, a espécie ocorre em áreas com forte pressão antrópica e novos estudos devem ser feitos de maneira a se verificar o estado de conservação de subpopulações ameaçadas.	2012-07-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brevistyla	Mata Atlântica
3061	MYRTACEAE	Eugenia brunoi	Mattos	EN	B1ab(ii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. brunoi possui distribuição restrita (EOO = 725,24 km²), ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa. Está sujeita a cerca de três situações de ameaça, sendo uma delas a perda de habitat. Por exemplo, o município de Antonina (PR) perdeu 5,5% de vegetação nativa entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica), caracterizando perda de habitat que pode ser considerado contínua caso nenhuma medida de conservação seja tomada no município. Por outro lado, a espécie ocorre em pelo menos uma unidade de conservação: Reserva Ecológica de Juréia (SP). Dessa maneira, E. brunoi é considerada como uma espécie Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brunoi	Mata Atlântica
3062	MYRTACEAE	Eugenia bunchosiifolia	Nied.	VU	D1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Essa espécie ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa na Mata Atlântica, área de intensa pressão antrópica, como queimadas e atividades agrícolas. Além disso, um estudo mostra que a espécie possui baixa densidade em uma das localidades, com apenas 0,015 indivíduos por Km². Estimativas de tamanho populacional sugerem que há apenas cerca de 743,8 indivíduos adultos na população como um todo. Dessa maneira a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bunchosiifolia	Mata Atlântica
3063	MYRTACEAE	Eugenia burkartiana	(D.Legrand) D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Apesar de ser uma espécie rara localmente, é amplamente distribuída, sendo encontrada na região Sul e em algumas localidades na região Sudeste brasileira. Ocorre em Mata Atlântica, em diversas fisionomias? e há registros recentes de coleta para a espécie. Dessa maneira, E. burkartiana é considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20burkartiana	Mata Atlântica
3064	MYRTACEAE	Eugenia cerasiflora	Miq.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. cerasiflora é amplamente distribuída (EOO =   804.344,730  km²), encontrada em três biomas: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20cerasiflora	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3065	MYRTACEAE	Eugenia cereja	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  244.586,150 km²) encontrada em áreas de Floresta Úmida na Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação (SNUC). Apesar de ser encontrada em locais com alta pressão antrópica, não há evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20cereja	Mata Atlântica
3066	MYRTACEAE	Eugenia copacabanensis	Kiaersk.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   572.575,59  km²) encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos oito unidades de conservação (SNUC). Não há  evidência diretade declínio populacional para a espécie. E. copacabanensis pode ser utilizada para restauração de áreas de Restinga. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20copacabanensis	Mata Atlântica
3067	MYRTACEAE	Eugenia dimorpha	O.Berg	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. dimorpha éuma espécie herbácea considerada endêmica do Estado do Rio Grande do Sul e possuindo uma extensão deocorrência de 170.556,74 km². Encontrada em Floresta Ombrófila Densa e em Campos Sulinos, domínio que sofregrande perda de habitat e invasão de espécies exóticas.  Possui entre oito a 10 situações de ameaça. A ocorrência da espécie para o Estado do Paraná precisa ser melhor investigada. A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção, entretanto, devido à sua EOO, não é possível considerá-la comoameaçada. A espécie é considerada como quase ameaçada deextinção (NT).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20dimorpha	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3068	MYRTACEAE	Eugenia disperma	Vell.	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. disperma é uma espécie de distribuição restrita (EOO = 6.901,18 km²) encontrada em Floresta Ombrófila Densa e em Restingas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Apesar de haver registrode ocorrência para a espécie em unidades de conservação, E. disperma ocorre em áreas com intensa pressão antrópica. Essa intensa pressão antrópica pode vir a configurar umadiminuição na qualidade do habitat. Essa espécie está sujeita a até cinco situações de ameaça e sua população pode ser considerada severamente fragmentada devido à subpopulação encontrada em São Paulo. Dessamaneira a espécie é considerada como Vulnerável (VU).	2012-03-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20disperma	Mata Atlântica
3069	MYRTACEAE	Eugenia excelsa	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. excelsa é amplamente distribuída (EOO=4.395.729,5 km²) e encontrada de maneira disjunta na Mata Atlântica e na Amazônia. Ocorre em pelomenos 15 unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional. É considerada uma espécie comum na Mata Atlântica. Dessa maneira E. excelsa  é considerada como menos preocupante (LC) emrelação ao risco de extinção. Entretanto futuros trabalhos devem confirmar se as subpopulações da Mata Atlântica e da Amazônia podem ser consideradas disjuntas.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20excelsa	Amazônia, Mata Atlântica
3070	MYRTACEAE	Eugenia florida	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   8.294.307,46  km²) bastante coletada e encontrada praticamente em todo o território brasileiro. É uma espécie comum na Mata Atlântica. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20florida	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
3071	MYRTACEAE	Eugenia gracillima	Kiaersk.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída  encontrada do Nordeste ao Sul do Brasil, em áreas de Caatinga e Mata Atlântica. Possui diversos registros de coleta e não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20gracillima	Mata Atlântica, Caatinga
3072	MYRTACEAE	Eugenia hamiltonii	(Mattos) Mattos	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   99.382,275  km²) encontrada em áreas de Cerrado sensu stricto e formações Campestres. Encontrada em pelomenos três unidades de conservação (SNUC). Não há registro de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Futuros trabalhos devem confirmar a disjunção das subpopulações no Rio Grande do Sul.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hamiltonii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3073	MYRTACEAE	Eugenia hermesiana	Mattos	CR	B1ab(ii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. hermesiana é uma espécie endêmica do estado de São Paulo, coletada apenas na região do município de Salesópolis. Possui uma distribuição bastante restrita (EOO = 81,16 km²) e apenas uma situação de ameaça: apesar de ser encontrada em uma unidade de conservação (Estação Biológica de Boracéia), a região sofreu grande perda de habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada como Criticamente (CR) ameaçada de extinção. Além disso, a espécie não é coletada há mais de 20 anos e, portanto, novos estudos devem ser feitos para ver se a espécie ainda ocorre na região e o estado atual de conservação da sua população.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hermesiana	Mata Atlântica
3074	MYRTACEAE	Eugenia hiemalis	Cambess.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  3.696.330,21 km²) e bastante coletada. Encontrada praticamente em todos os domínios fitogeográficos do Brasil. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hiemalis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
3075	MYRTACEAE	Eugenia imaruiensis	D.Legrand	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. imaruiensis é uma espécie arbórea com apenas três registros de coleta e, consequentemente três subpopulações e situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, que é cerca de 70% no município em que foi feita a coleta tipo da espécie, município de Imaruí (SC). Baseando-se na perda de habitat, supõe-se que houve declínio populacional maior do que 50% para E. imaruiensis. Além disso, a extensão de ocorrência é restrita (EOO = 565,64 km² ), de maneira que a espécie pode ser considerada como Em Perigo (EN) de extinção. A espécie pode ser considerada rara ou até mesmo extinta, uma vez que a última coleta foi feita há 25 anos.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20imaruiensis	Mata Atlântica
3076	MYRTACEAE	Eugenia itacarensis	Mattos	EN	A2c,B1ab(ii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. itacarensis é uma espécie endêmica do estado da Bahia, encontrada em Floresta Ombrófila Densa próxima ao litoral. Possui uma extensão de ocorrência bastante reduzida (EOO = 4.197,82 Km²) e de três a quatro situações de ameaça. Apesar de ocorrer em duas unidades de conservação, a região em que foi coletada sofreu grande perda de habitat e suspeita-se que houve redução maior do 50% na área de ocupação da espécie nos últimos 30 anos. Dessa maneira, E. itacarensis  é considerada como Em Perigo (EN) de extinção. As coletas da espécie ocorreram há mais de 20 anos e novos estudos devem ser feitos para se verificar se a espécie ainda ocorre na região e o estado atual de conservação de sua população.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20itacarensis	Mata Atlântica
3077	MYRTACEAE	Eugenia joenssonii	Kausel	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie de Myrtaceae encontrada apenas nos estados de Santa Catarina e Paraná, possuindo uma extensão de ocorrência bastante reduzida (EOO =  14.033,66 Km²). Está sujeita a até dez situações de ameaça. É encontrada em apenas uma unidade de conservação,  Reserva Biológica de Sapindatuva, que sofre com corte seletivo de madeira e extração de madeira, configurando declínio na qualidade do habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20joenssonii	Mata Atlântica
3078	MYRTACEAE	Eugenia klotzschiana	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  545.361,88  km²) encontrada principalmente em áreas de Cerrado. Possui crescimento clonal, formando grandes touceiras. Ocorre em pelo menos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Possui potencial uso como frutífera, uma vez que seus frutos são comestíveis.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20klotzschiana	Mata Atlântica, Cerrado
3079	MYRTACEAE	Eugenia leonorae	Mattos	EN	A4c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. leonorae é um espécie arbustiva-arbórea encontrada no estado do Rio de Janeiro, em Floresta Ombrófila Densa e Restinga. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 944,65  Km²) e até cinco situações de ameaça. Os locais em que a espécie foi coletada sofreram grande perda de habitat. Por exemplo, os municípios de Cabo Frio e São Pedro d'Aldeia perderam mais de 90% da vegetação. Portanto, suspeita-se que houve mais do que 50% de perda de área de ocupação da espécie nos últimos 30 anos. Como a espécie ocorre fora de unidade de conservação, suspeita-se que esse declínio de habitat deve continuar no futuro. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20leonorae	Mata Atlântica
3080	MYRTACEAE	Eugenia macrobracteolata	Mattos	EN	A2c,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie encontrada no litoral dos estados do Rio de Janeiro e Paraná, e possivelmente ocorre no Espírito Santo e São Paulo com poucos registros de ocorrência. Esse fato pode evidenciar que a espécie seja rara. Os poucos registros indicam uma pequena AOO (menor do que 500 Km²) e até cinco situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, maior do que 60% em alguns locais, de maneira que se suspeita de uma redução populacional maior do que 50% no passado. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20macrobracteolata	Mata Atlântica
3081	MYRTACEAE	Eugenia malacantha	D.Legrand	EN	A2c	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Essa espécie é encontrada em Floresta Ombrófila nos estados do Paraná e Santa Catarina. A Mata Atlântica nesses estados sofreu desmatamento de mais de 75%, no qual se suspeita que houve perda de área de ocupação da espécie maior do que 50%. Das subpopulações existentes, apenas três ocorrem em unidades de conservação, estando as demais sujeitas à perda de habitat no futuro. Além disso há a perda de qualidade de habitat, com o alto nível de perturbação antrópica onde a espécie ocorre, como mineração e atividade agropecuária. Dessa maneira, E. malacantha é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20malacantha	Mata Atlântica
3082	MYRTACEAE	Eugenia mattosii	D.Legrand	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie arbustiva encontrada em Floresta Ombrófila Densa nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com poucos registros de ocorrência. Esse fato pode evidenciar que a espécie seja rara. Os poucos registros indicam uma pequena AOO (menor do que 500 Km²) e até cinco situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, maior do que 35% em alguns locais. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20mattosii	Mata Atlântica
3083	MYRTACEAE	Eugenia myrciariifolia	Soares-Silva & Sobral	EN	A2c	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie encontrada em Floresta Estacional Semidecídua do estado do Paraná. A Mata Atlântica nesse estado sofreu desmatamento de cerca de 90%, no qual se suspeita que houve redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Das subpopulações existentes,apenas uma ocorre em unidades de Conservação, estando as demais sujeitas àperda de habitat no futuro. Somado a isso, não há coletas da espécie há mais de 15 anos, indicando que ela pode ser rara nas área em que ocorre. Dessa maneira, aespécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção. Novos estudos devem ser feitos para se verificar o estado atual de conservação das subpopulações de  E. myrciariifolia.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20myrciariifolia	Mata Atlântica
3084	MYRTACEAE	Eugenia neosericea	Morais & Sobral	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustiva endêmica da Serra do Caraça (MG). Tem uma distribuição bastante reduzida(EOO=269,66 km², AOO=4 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de ser encontrada em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, esse fato não garante que a espécie não tenha sofrido redução populacional no passado, devido à atividade de mineração na Serra do Caraça. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20neosericea	Mata Atlântica
3085	MYRTACEAE	Eugenia neotristis	Sobral	EN	A2c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. neotristis é um espéciearbustiva-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila e em Restingas dos estados do Paraná e Santa Catarina. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO= 731,56 Km²) e está sujeita a até quatro situações de ameaça. Oslocais em que a espécie foi coletada sofreram grande perda de habitat, como o município de Itajaí, que perdeu 72% de Mata Atlântica até 2010 e as restingas de Santa Catarina, altamente ameaçadas pela especulação imobiliária. Dessa forma, suspeita-se que houve declínio populacional de mais de 50% nos últimos 30 anos. Como apenas uma subpopulação ocorre em unidade de conservação, suspeita-se queesse declínio de habitat deve continuar nofuturo. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20neotristis	Mata Atlântica
3086	MYRTACEAE	Eugenia nutans	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  232.170,55 km²) encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. Apesar de haver registro de ameaça à espécie, E. nutans é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, um estudo indica que a espécie pode ser rara localmente, o que poderia ser verificado em futuras pesquisas sobre a estrutura e a dinâmica da população de E. nutans.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20nutans	Mata Atlântica
3087	MYRTACEAE	Eugenia oxyoentophylla	Kiaersk.	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie arbórea endêmica de Restingas e Florestas Secas do estado do Rio de Janeiro, locais que sofreram e sofrem intensa redução e qualidade de habitat. Possui uma distribuição restrita (EOO = 2.095,32  Km²) e a espécie não é coletada há mais de 15 anos, ressaltando sua raridade. Além disso, suas subpopulações são isoladas por cidades, o que supostamente torna a população da espécie severamente fragmentada, uma vez que o dispersor teria dificuldades em se deslocar entre as subpopulações. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20oxyoentophylla	Mata Atlântica
3088	MYRTACEAE	Eugenia pachyclada	D.Legrand	EN	A2bc	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. pachyclada é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa dos estados de Santa Catarina e Paraná. A espécie está sujeita a até quatro situações de ameaça, sendo a principal ameaça a perda de habitat. Como E. pachyclada não é encontrada em nenhuma unidade de conservação, suspeita-se que a perda de habitat poderá continuar em um futuro próximo. É uma espécie bastante rara, o que reflete em um baixo número de coletas da mesma e em apenas uma coleta recente. Dessa maneira, suspeita-se que não somente a redução populacional foi maior do que 50% nos últimos 30 anos, o que coloca E. pachyclada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pachyclada	Mata Atlântica
3089	MYRTACEAE	Eugenia peruibensis	Mattos	EN	B1b(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. peruibensis  é um espécie arbórea encontrada apenas em Floresta Ombrófila no município de Peruíbe, São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 555,56 Km²) e até duas situações de ameaça. É encontrada na Estação Ecológica de Juréia-Itatins, mas há também registro da espécie fora da unidade de conservação. O município de Peruíbe sofre grande perda de habitat e hoje restam apenas cerca de 30% de vegetação nativa. Como a espécie ocorre fora de unidade de conservação, suspeita-se queesse declínio de habitat deve continuar nofuturo. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo (EN) de extinção. A última coleta foi feita há mais de 15 anos e são necessários estudos para se verificar o estado atual de conservação da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20peruibensis	Mata Atlântica
3090	MYRTACEAE	Eugenia pisiformis	Cambess.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  2.024.234,60 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Semidecídua na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto a ocorrência em Manaus deve ser re-avaliada, uma vez que é uma localidade muito distante do restante das coletas.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pisiformis	Mata Atlântica, Amazônia
3091	MYRTACEAE	Eugenia platysema	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída  encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Mista na Mata Atlântica. Possui uma distribuição disjunta, com a maioria das subpopulações encontradas desde o Estado de São Paulo até Santa Catarina e com algumas subpopulações no Estado do Espírito Santo. Apesar de ocorrer em áreas com intensa pressão antrópica, há diversos registros de coleta para a espécie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20platysema	Mata Atlântica
3092	MYRTACEAE	Eugenia pluriflora	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  3.871.069  km²) encontrada em diversos biomas e em diversas unidades de conservação (SNUC).  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, a ocorrência e o estado de conservação da subpopulação no Estado de Rondônia devem ser melhor estudados.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pluriflora	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Amazônia
3093	MYRTACEAE	Eugenia prasina	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Apesar de ser pouco abundante nos locais onde ocorre, E. prasina possui ampla distribuição no Brasil (EOO =  1.054.053,72  km² ), ocorrendonos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga e em várias de suas fitofisionomias. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, há diversos registros em unidade de conservação (SNUC) e coletas recentes para a espécie. Dessa maneira, essa é considerada como uma espéciepouco preocupante (LC) em relação a sua ameaça de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20prasina	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
3094	MYRTACEAE	Eugenia pruinosa	D.Legrand	EN	A2c	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. pruinosa é uma espécie encontrada apenas em Floresta Ombrófila Densa Atlântica. Encontrada próxima à costa brasileira, ocorre em áreas que sofreram grande pressão antrópica. Considerando que a perda de habitat pode ter sido de até 90% no Espírito Santo, é possível supor que a redução populacional foi de até 50%. Apesar da espécie ocorrer em algumas unidades de conservação, a sua perda populacional do passado coloca-a como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pruinosa	Mata Atlântica
3095	MYRTACEAE	Eugenia pseudomalacantha	D.Legrand	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. pseudomalacantha é um espécie arbórea encontrada nos estados do Paraná e de Santa Catarina, em Floresta OmbrófilaDensa. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO= 2.370,17  Km²) e está sujeita a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças é a  perda de habitat. Por exemplo, os municípios de Florianópolis e Itajaí perderam mais de 70% da vegetação. Portanto, suspeita-se que houvemais do que 50% de perda de área de ocupação da espécie nos últimos 30 anos. Suspeita-se que essa perda de habitat pode ter levado à extinção da espécie, uma vez que a última coleta foi realizada há 30 anos. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo deextinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pseudomalacantha	Mata Atlântica
3096	MYRTACEAE	Eugenia reitziana	D.Legrand	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. reitziana é uma espécie arbustiva encontrada em formações campestres dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Possui apenas cinco coletas, a última feita há mais de 20 anos e uma pequena área de ocupação (AOO = 16 Km²). Além de ser rara, sua população ocorre em uma região que sofre intensa pressão antrópica e, portanto, suspeita-se que seja severamente fragmentada. Alguns municípios em que a espécie ocorre sofreram intensa perda de habitat, como Cubatão (SP), que perdeu mais da metade de sua vegetação nativa (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Dessa maneira E. reitziana é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20reitziana	Mata Atlântica, Cerrado
3097	MYRTACEAE	Eugenia rotundicosta	D.Legrand	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. rotundicosta é uma espécie arbórea encontrada apenas nos estados do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Possui poucas coletas, todas feitas em uma região que sofre intensa pressão antrópica. Por esse motivo, sua população pode ser considerada como severamente fragmentada. Uma das pressões antrópicas é a perda de habitat, que pode ser maior do que 80% em algumas localidades, como são Francisco de Paula, no estado do Rio Grande do Sul (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Dessa maneira, E. rotundicosta pode ser considerada como uma espécie criticamente ameaçada de extinção 9CR).	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20rotundicosta	Mata Atlântica
3098	MYRTACEAE	Eugenia sclerocalyx	D.Legrand	VU	A2c	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. sclerocalyx é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada em municípios próximos à costa dos estados de Santa Catarina e Paraná, ocupando principalmente áreas de Floresta Úmida. Essas florestas sofreram grande desmatamento no passado, chegando a quase 50% de perda de habitat. É encontrada também no interior do estado de Santa Catarina, em Faxinal dos Guedes, município que perdeu mais de 90% de vegetação (SOS Mata Atlântica/ INPE, 2011). Dessa maneira, baseando-se em declínio de área de habitat, podemos supor que o declínio populacional nos últimos 30 anos (3 gerações) foi de maior do que 30%, o que coloca a espécie como Vulnerável (VU) de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20sclerocalyx	Mata Atlântica
3099	MYRTACEAE	Eugenia subterminalis	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.Apesar de ser encontrada em áreas com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.	2012-04-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20subterminalis	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3100	MYRTACEAE	Eugenia vattimoana	Mattos	VU	A2c	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustivo-arbórea encontrada em municípios próximos à costa do Estado do EspíritoSanto e Santa Catarina, ocupando Floresta Ombrófila Densa. Esses locais também sofreram com a redução da qualidade do hábitat, pela atividade de mineração, por exemplo. A Mata Atlântica na costa brasileira sofreu grande desmatamento no passado, chegando a quase 80% de perda de hábitat no Estado do Rio de Janeiro. Dessa maneira, baseando-se no declínio de área de hábitat, podemossupor que o declínio populacional nos últimos 30 anos (três gerações) tenha sido maior do que 30%, o que coloca a espécie como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20vattimoana	Mata Atlântica
3101	MYRTACEAE	Eugenia villaenovae	Kiaersk.	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	E. villaenovae é uma espécie arbustiva-arbórea endêmica da Mata Atlântica, encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Restinga. Possui uma distribuição bastante restrita (EOO = 3.550,088 km²) e está sujeita a cinco situações de ameaça, de acordo com o número de subpopulações. Uma das ameaças é a mineração que resulta em perda da qualidade de habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20villaenovae	Mata Atlântica
3102	MYRTACEAE	Gomidesia cambessedeana	O.Berg	CR	B2ab(ii,iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie com apenas duas coletas, a última feita há mais de 15 anos. Em uma das localidades houveintenso desmatamento associado à diminuição da qualidade do habitat, pela drenagem de rios, por exemplo. Sua área de ocupação é muito pequena (AOO=8 km²) e é possível supor que a estrutura populacional da espécie seja severamente fragmentada. Isso porque a dispersão de diásporos pode ser dificultada pela distância entre as subpopulações e pelo ambiente altamente degradado entreelas. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomidesia%20cambessedeana	Mata Atlântica
3103	MYRTACEAE	Marlierea krapovickae	D.Legrand	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie bastante rara, encontrada em Florestas Ombrófilas Densas próximo à costa de SantaCatarina. Sua distribuição é muito restrita, com EOO de 571,11 km² e apenas registro para quatro localidades. Cada localidade é considerada uma situação de ameaça, sendo que a ameaça mais importante é a perda de habitat, que pode alcançar 75% em alguns municípios. Além disso, a última coleta foi realizada há quase 40 anos, o que evidencia que essa espécie é rara ou pode estar extinta.Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20krapovickae	Mata Atlântica
3104	MYRTACEAE	Marlierea lealcostae	G.M.Barroso & Peixoto	CR	A2c,B2ab(ii,iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica da região de Salvador, que sofreu intensa perda de hábitat, de maneira querestam apenas cerca de 5% de vegetação nativa. Suspeita-se, então, que tenha havido uma redução populacional maior do que 80% nos últimos 15 anos, considerando tempo de geração de cerca de cinco anos, e que esteja extinta ou extremamente rara na região, uma vez que a coleta mais recente foi há mais de 25 anos. Sua AOO é muito pequena, com apenas 4 km², e tem apenas uma situação de ameaça, a perda de hábitat. Por essas razões, é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20lealcostae	Mata Atlântica
3105	MYRTACEAE	Marlierea regeliana	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  613.190,88  km²) encontrada desde o Estado de Pernambuco até Santa Catarina. Apesar de poucas coletas, a espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) e não é rara localmente. Não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20regeliana	Mata Atlântica, Cerrado
3106	MYRTACEAE	Marlierea reitzii	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  70.376,75  km²) encontrada em Florestas Ombrófilas Densas e Restingas, desde o Estado de São Paulo ao de Santa Catarina. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, é considerada localmente abundante e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20reitzii	Mata Atlântica
3107	MYRTACEAE	Marlierea skortzoviana	Mattos	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É endêmica da Serra de Paranapiacaba, próximo à cidade de São Paulo, em Santo André. A área deocorrência é extremamente pequena (AOO=4 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça: apesar das coletas terem sido feitas em unidades de conservação, a espécie ocorre na região de maior adensamento populacional do país, o que pode ter levado a uma perda de qualidade do habitat nos últimos anos ocasionada pela poluição, por exemplo. Além disso, a última coleta foi feita há quase30 anos e supostamente a espécie está pode estar extinta. Dessa maneira, M. skortzoviana pode ser considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20skortzoviana	Mata Atlântica
3108	MYRTACEAE	Marlierea suaveolens	Cambess.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. suaveolens é uma espécie arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Atlântica, amplamente distribuída (EOO = 176.312,11km²) e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). Apesar de ser encontrada em áreas que sofreram grande pressão antrópica, a espécie possui densidade relativamente alta. Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante (LC) quanto ao perigo de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20suaveolens	Mata Atlântica
3109	MYRTACEAE	Marlierea sucrei	G.M.Barroso & Peixoto	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie endêmica da Floresta Ombrófila Densa da Bahia e Espírito Santo, em áreas com forte pressão antrópica. M. sucrei possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 22.041,72 km²) e cerca de oito situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de qualidade de habitat na região do rio Doce devido à plantação de cacau. Além disso há poucas coletas, todas feitas há mais de 10 anos, o que indica que a espécie é supostamente rara. Se a extensão de ocorrência fosse menor do que 20.000 Km², a espécie seria considerada como vulnerável de extinção. Dessa maneira a espécie é considerada como quase ameaçada de extinção (NT).	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20sucrei	Mata Atlântica
3110	MYRTACEAE	Myrceugenia alpigena	(DC.) Landrum	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. alpigena é uma árvore amplamente distribuída no Brasil (EOO =  628.617,19 km²) e que, apesar de ocorrer em alguns locais bastante ameaçados, é encontrada em diferentes biomas fitofisionomias e em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20alpigena	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3111	MYRTACEAE	Myrceugenia bracteosa	(DC.) D.Legrand & Kausel	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Apesar de a espécie ser amplamente distribuída, ela tem uma área de ocupação relativamente pequena (AOO=148 km²) e uma estimativa de densidade populacional baixa (cerca de três indivíduos adultos por hectare). Além disso, supõe-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que as subpopulações do sul do Estado de Minas Gerais e do Rio de Janeiro estão distantes das subpopulações do Paraná, de maneira que o fluxo gênico entre elas pode ser praticamente nulo.M. bracteosa ocorre em diversas fitofisionomias, mas foi encontrada em poucas unidades de conservação, estando sujeita à diminuição de área e de qualidade de habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20bracteosa	Cerrado, Mata Atlântica
3112	MYRTACEAE	Myrceugenia brevipedicellata	(Burret) D.Legrand & Kausel	EN	A2c,B2ab(ii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustivo-arbórea que até recentemente se acreditava ser endêmica de Campos doJordão (SP). Entretanto, em 2007, foi coletada no município de Lima Duarte (MG), ampliando sua AOO para 32 km². Há registro de uma subpopulação grande em Camanducaia, sul de Minas Gerais, com mais de 100 indivíduos por hectare, contrastando com a baixa densidade populacional em Campos do Jordão (cerca de quatro indivíduos por hectare). Apesar de a espécie ocorrer em unidade de conservação em Campos do Jordão, não há registro que o mesmo aconteça em Camanducaia eLima Duarte, locais que sofreram redução de habitat. Por exemplo, Camanducaia perdeu 85% de vegetação nativa até 2010, de maneira que se imagina que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Além disso, a dispersão é feita por animais e a distância entre as subpopulações leva à suspeita de que a população da espécie esteja severamente fragmentada.Dessa maneira, M. brevipedicellata é considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20brevipedicellata	Mata Atlântica
3113	MYRTACEAE	Myrceugenia campestris	(DC.) D.Legrand & Kausel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  237.367,98  km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila e Restinga  na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em uma região com grande pressão antrópica, o número relativamente grande de coletas recentes indica que a espécie ainda ocorre nos remanescentes florestais da região. Além disso, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20campestris	Mata Atlântica
3114	MYRTACEAE	Myrceugenia foveolata	(O.Berg) Sobral	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustiva encontrada apenas na região nordeste do Estado do Rio Grande do Sul esudeste do Estado de Santa Catarina, em áreas de Floresta Ombrófila. Tem EOO de 1.781,32 km², em uma região que vem sofrendo intensa redução de habitat devido ao corte seletivo. Está sujeita a cinco situações de ameaças, indicadas pelo número de subpopulações. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20foveolata	Mata Atlântica
3115	MYRTACEAE	Myrceugenia franciscensis	(O.Berg) Landrum	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustivo-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila e Campo de Altitude no domíniofitogeográfico Mata Atlântica, e com provável ocorrência em Cerrado. Tem registros também nos Estados de São Paulo e Paraná. Está presente em poucas regiões (AOO=60 km²), basicamente nos município de Campos do Jordão (SP), Jaguariaíva (PR) e Bacia de Paranaguá (PR). É uma espécie polinizada por abelhas e dispersa por animais, cresce em uma região sob forte pressão antrópica e, portanto, tem supostamente uma população muito fragmentada. Além disso, há registro de coleta próximo à rodovia, indicando redução da qualidade do habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20franciscensis	Mata Atlântica
3116	MYRTACEAE	Myrceugenia gertii	Landrum	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustivo-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Mista no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, com registros de ocorrência nos Estados de São Paulo e Paraná. Tem uma pequena área de ocupação (AOO=48 km²), estando presente basicamente próximo ao município de Curitiba (PR), sul de São Paulo e de forma disjunta em Campos do Jordão (SP). Devido a essa subpopulação disjunta, supõe-se que a espécie tenha uma população severamente fragmentada.Além disso, é encontrada em uma região sob forte pressão antrópica, o que leva à redução da qualidade do habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20gertii	Mata Atlântica
3117	MYRTACEAE	Myrceugenia glaucescens	(Cambess.) D.Legrand & Kausel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  656.246,78 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e formações campestres na Mata Atlântica. Possui alta densidade populacional, com mais de 1.000 indivíduos por hectare e não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20glaucescens	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado
3118	MYRTACEAE	Myrceugenia hatschbachii	Landrum	VU	A2c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"uma espécie endêmica do Estado do Paraná, encontrada tanto em Mata Atlântica quanto em Cerrado. Esse Estado perdeu cerca de 90% de Mata Atlântica e cerca de 70% de Cerrado até 2010, o que leva à suspeita de que tenha havido um declínio populacional de até 30% nos últimos 30 anos. Essa espécie tem poucas coletas e uma EOO de 15.675,77 km², além de ocorrer em uma região sob forte pressão antrópica e, portanto, com declínio na qualidade do habitat. Além disso, está sujeita a até oito situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações. Apesar disso, ocorre em apenas uma unidade de conservação. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20hatschbachii	Mata Atlântica, Cerrado
3119	MYRTACEAE	Myrceugenia hoehnei	(Burret) D.Legrand & Kausel	VU	A2c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie encontrada em Florestas Ombrófilas dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em áreas próximo à costa. Tem EOO de 17.541,02 km² e poucas coletas. Está sujeita a cerca de oito situações de ameaças, baseadas no número de subpopulações. A ameaça mais importante é o desmatamento, uma vez que os municípios em que a espécie foi coletada tiveram perda de habitat maior do que 80% até 2010. Baseados nessa perda, podemos supor que tenha havido declínio populacional maior do que 30% nos últimos 15 anos. Apesar de existirem coletas recentes, a espécie é encontrada em apenas duas unidades de conservação. Dessa maneira, é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20hoehnei	Mata Atlântica
3120	MYRTACEAE	Myrceugenia kleinii	D.Legrand & Kausel	VU	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma árvore encontrada em Florestas Ombrófilas do Rio de Janeiro a Santa Catarina, em regiõessob forte pressão antrópica. Apesar de ocorrer em uma região bastante estudada, tem poucos registros de coletas e AOO de 44 km². Isso possivelmente se deve à sua baixa densidade populacional, com cerca de dois indivíduos por hectare, e ao intenso desmatamento sofrido na região, o que supostamente diminuiu sua área e qualidade do habitat. Tem cerca de oito subpopulações,o que nos leva a supor que esteja sujeita a oito situações de ameaça. Apesar de a espécie ser encontrada em quatro unidades de conservação e contar com coletas relativamente recentes, isso não é suficiente para não considerá-la ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20kleinii	Mata Atlântica
3121	MYRTACEAE	Myrceugenia miersiana	(Gardner) D.Legrand & Kausel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O habitat dessa espécie éamplamente distribuída (EOO =  865.042,89 km²), sendo encontrada em Florestas Estacional Semidecídua e Ombrófila na Mata Atlântica. Além de ser considerada uma espécie comum na Mata Atlântica, ela ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça para a espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretantohá  subpopulações disjuntas no Estado da Bahia,que merecem ser estudadas para se avaliar seus estados de conservação.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20miersiana	Mata Atlântica
3122	MYRTACEAE	Myrceugenia myrcioides	(Cambess.) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =   769.775,38  km²) encontrada em em diferentes fitofisionomias e em diversas unidades de conservação (SNUC). Considerada uma espécie comum na Mata Atlântica, informação corroborada pelo alto número de coletas da espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20myrcioides	Mata Atlântica, Cerrado
3123	MYRTACEAE	Myrceugenia oxysepala	(Burret) D.Legrand & Kausel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  211.340,23 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila na Mata Atlântica. É uma espécie com alta densidade populacional e encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira M. oxypetala é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto há duas subpopulações disjuntas, uma no Estado de São Paulo eoutra, em Minas Gerais, que merecem ser estudadas para se avaliar seus estados deconservação.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20oxysepala	Mata Atlântica
3124	MYRTACEAE	Myrceugenia pilotantha	(Kiaersk.) Landrum	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. politantha é uma espécie amplamente distribuída (EOO =  436.596,62 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa, Estacional Semidecídua e Campos de Altitude na Mata Atlântica. Possui uma baixa densidade populacional, mas é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas que sofrem ameaça de corte seletivo e espécies invasoras, não há registro de ameaça direta  para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20pilotantha	Mata Atlântica
3125	MYRTACEAE	Myrceugenia reitzii	D.Legrand	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. reitzii é uma espécie arbórea encontrada próxima à costa dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Apesar de ter muitas coletas, possui uma distribuição geográfica restrita (EOO = 21.876,34  Km²) e é encontrada apenas em Florestas Ombrófilas. Essa fitofisionomia sofreu forte pressão antrópica, como mineração e desmatamento para atividades agropecuárias, o que diminuiu a área do habitat, bem como sua qualidade. É considerada rara devido à baixa densidade populacional. Por ocorrer em uma paisagem altamente fragmentada e ser dispersa e polinizada por animais, os quais teriam dificuldade em se deslocar nessa paisagem, podemos considerar a espécie como severamente fragmentada. Caso a extensão de ocorrência fosse menor do que 20.000 Km², seria possível considerar a espécie como vulnerável à extinção. Entretanto, com os dados disponíveis é possível considerá-la como quase ameaçada (NT) de extinção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20reitzii	Mata Atlântica
3126	MYRTACEAE	Myrceugenia rufescens	(DC.) D.Legrand & Kausel	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  185.202,80  km²) encontrada em Mata Atlântica de Minas Gerais a Santa Catarina. Apesar de ser encontrada em pelo apenas duas unidades de conservação (SNUC), a densidade populacional é alta. Ocorre em uma região que sofreu grande perda de habitat, entretanto não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira M. rufescens é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20rufescens	Mata Atlântica
3127	MYRTACEAE	Myrceugenia scutellata	D.Legrand	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. scutellata é uma espécie arbórea, encontrada em Florestas Ombrófilas no domínio Mata Atlântica. É uma espécie amplamente distribuída e considerada localmente abundante em algumas localidades. Entretanto, ocorre em áreas que sofreram intensa pressão antrópica, com perda de habitat de mais de 70%. Baseando-se nesses dados, suspeita-se que tenha havido um declínio populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração como 10 anos). Além disso a espécie ocorre em poucas unidades de conservação (SNUC). Entretanto, devido à ampla distribuição geográfica, não é possível incluí-la como ameaçada de extinção. Dessa maneira, M. scutellata é considerada uma espécie quase ameaçada de extinção (NT). Novos estudos devem ser feitos para se estimar com mais precisão o tamanho populacional, bem como registrar possíveis novas localidades ocorrências para a espécie.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20scutellata	Mata Atlântica
3128	MYRTACEAE	Myrceugenia smithii	Landrum	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustiva encontrada em beira de rios de Floresta Ombrófila na Mata Atlântica dosEstados de São Paulo e de Santa Catarina. A especificidade de habitat é refletida na pequena área de ocupação (AOO=32 km²) e nas poucas coletas existentes, apesar de a espécie ocorrer em uma região muito estudada. A longa distância entre as subpopulações e a perda de habitat sofrida na região indicam que a população da espécie é severamente fragmentada. Além disso, a região perdeucerca de 80% de Mata Atlântica, de maneira que é possível que tenha sofrido um declínio populacional maior do que 30% nos últimos 15 anos. Apesar disso, não há indício de que a espécie tenha se extinguido na natureza. Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20smithii	Mata Atlântica
3129	MYRTACEAE	Myrceugenia venosa	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. venosa é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada desde o Estado do Rio de Janeiro ao de Santa Catarina, com EOO = 97.905,7 km². Apesar de ocorrer em uma região com forte pressão antrópica, há coletas recentes para a espécie. Além disso, ela ocorre em duas unidades de conservação (SNUC) e não há registro de ameaça direta sobre a espécie. Dessa maneira, ela é considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20venosa	Mata Atlântica
3130	MYRTACEAE	Myrcia almasensis	NicLugh.	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustiva endêmica da Chapada Diamantina (BA), com distribuição bem restrita (EOO=645,66 km²). Foi coletada apenas em três locais e, portanto, supõe-se que esteja sujeita a três situações de ameaça, sendo uma delas a expansão agropecuária na região, agravada pelo fato de a espécie não ter registro um sem data e outro em 1972. Entretanto, um trabalho de 1995 estima sua densidade populacional em cerca de 20 indivíduos por hectare ou cerca de 4.000 indivíduosno total, considerando sua área de ocupação. Como é conhecida apenas uma subpopulação da espécie, supõe-se que haja apenas uma situação de ameaça. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20almasensis	Caatinga, Cerrado
3131	MYRTACEAE	Myrcia cordiifolia	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Essa espécie possui ampla distribuição (EOO = 252.582 km²), sendo encontrada na região Sul e Sudeste do Brasil. Apesar de não haver registro em unidade de conservação (SNUC), possui diversas coletas, principalmente nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção. Entretanto, as subpopulações de São Paulo e do Espírito Santo devem ser melhor estudadas quanto à sua conservação, uma vez que parecem estar severamente fragmentadas.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20cordiifolia	Mata Atlântica, Cerrado
3132	MYRTACEAE	Myrcia diaphana	(O.Berg) N.Silveira	VU	B2ab(ii,iii,iv)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea que, apesar de ser encontrada em cinco Estados brasileiros, tem apenas dezsubpopulações, indicando que está sujeita a dez situações de ameaça, sendo uma delas a perda de habitat, que pode ser de até 90% em algumas localidades, como no município de Caldas (MG). O baixo número de registros de coleta indica que a espécie pode ser rara, além de estar potencialmente extinta em alguns locais, o que diminui sua área de ocorrência. M. diaphana também tem pequenaárea de ocupação (AOO=40 km²) e é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20diaphana	Mata Atlântica
3133	MYRTACEAE	Myrcia dichrophylla	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  920.939,61 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Restinga na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com forte pressão antrópica, há muitos registros de coleta para M. dichrophylla. Encontrada em pelo menosseis unidades de conservação (SNUC) e não há registro de ameaça  direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações dos Estados do Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais precisam ser melhor estudados, pois pode indicar que a espécie é severamente fragmentada.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20dichrophylla	Mata Atlântica
3134	MYRTACEAE	Myrcia eriopus	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  267.042,19 km²) encontrada em Cerrado e Mata Atlântica. Há muitas coletas da espécie e alguns registros para unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto a ocorrência no Estado do Pará deve ser melhor verificada de forma a melhor estudar o estado de conservação dessa subpopulação.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20eriopus	Mata Atlântica, Cerrado
3135	MYRTACEAE	Myrcia flagellaris	(D.Legrand) Sobral	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. flagellaris éuma espécie arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa Submontana Atlântica, nos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo e possuindo uma EOO de 36.387,1  km². Essa formação florestal sofreu e ainda sofregrande perda de habitat, e de qualidade do habitat, devido, entre outras razões, ao corte raso de madeira para produção de cavão.  É umaespécie severamente fragmentada por depender de dispersores e polinizadores animais que supostamente têm dificuldade em se locomover na paisagem altamente fragmentada em que M. flagellaris ocorre. A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção. Entretanto, devido à sua extensão deocorrência ser um pouco maior do que 20.000 Km² não é possível considerá-lacomo ameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como quase ameaçada deextinção (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperaçãode habitat de floresta ombrófila na região, a espécie poderá ser consideradacomo ameaçada de extinção futuramente.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20flagellaris	Mata Atlântica
3136	MYRTACEAE	Myrcia follii	G.M.Barroso & Peixoto	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea endêmica do Estado do Espírito Santo, encontrada em apenas duas localidades: na Reserva Estadual da Vale do Rio Doce e no município de Santa Maria do Jetibá, esta amostra coletada mais recentemente. Tem uma área de ocorrência bastante reduzida (AOO=8 km²). A grande perda de habitat sofrida no Estado indica que a população de M. follii é severamente fragmentada. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20follii	Mata Atlântica
3137	MYRTACEAE	Myrcia gilsoniana	G.M.Barroso & Peixoto	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica da Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce (ES), com distribuiçãobastante restrita (AOO=4 km²). A região sofreu grande perda de habitat, principalmente com o cultivo de cacau. A espécie tem apenas dois registros de coleta, um sem data e outro em 1972. Entretanto, um trabalho de 1995 estima sua densidade populacional em cerca de 20 indivíduos por hectare ou cerca de 4.000 indivíduos no total, considerando sua área de ocupação. Como é conhecida apenas uma subpopulação da espécie, supõe-se que haja apenas uma situação de ameaça. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20gilsoniana	Mata Atlântica
3138	MYRTACEAE	Myrcia guianensis	(Aubl.) DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção, ocorrendo em todas as regiões do Brasil, em todos os domínios fitogeográficos e em todas as fitofisionomias.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20guianensis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
3139	MYRTACEAE	Myrcia heringii	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie amplamente distribuída (EOO =  46.195,51 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa na Mata Atlântica, de São Paulo a Santa Catarina. Apesar de ocorrer em uma região com forte pressão antrópica, é encontrada em três unidades de conservação (SNUC) e possui vários registros de coleta. Não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20heringii	Mata Atlântica
3140	MYRTACEAE	Myrcia hexasticha	Kiaersk.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea encontrada no Pontal do Paraná, no sul do Estado de São Paulo e tem umasubpopulação disjunta em Silva Jardim (RJ). Devido a essa disjunção, a população da espécie pode ser considerada considerada severamente fragmentada. Além disso, em razão dos poucos registros de coleta, a espécie tem uma pequena área de ocupação (AOO=32 km²) e está sujeita a cerca de cinco situações de ameaça, sendo uma delas a pressão imobiliária no litoral do Estado do Paraná. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20hexasticha	Mata Atlântica
3141	MYRTACEAE	Myrcia insularis	Gardner	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  535.556,82 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa, Restinga e Floresta Paludosa na Mata Atlântica. Apesar de supostamente apresentar subpopulações fragmentadas, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) e possui uma alta densidade populacional. Além disso, não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20insularis	Mata Atlântica
3142	MYRTACEAE	Myrcia isaiana	G.M.Barroso & Peixoto	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie que, apesar de ocorrer em diversos locais no Brasil, tem subpopulações disjuntas eapenas em determinadas regiões: costa do Estado do Paraná e sul de São Paulo, Linhares (ES), Porto Seguro (BA) e no interior de Pernambuco. Dessa maneira, podemos considerar sua população severamente fragmentada. Em todas as regiões em que a espécie ocorre, há declínio na qualidade do hábitat, como nas proximidades do Rio Doce, em que há plantação de cacau. Além disso, não somente a área de ocupação é pequena (AOO=34 km²), como também a densidade populacional é baixa. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20isaiana	Mata Atlântica
3143	MYRTACEAE	Myrcia limae	G.M.Barroso & Peixoto	EN	A2c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustiva encontrada apenas no Estado do Espírito Santo, em duas localidades: municípios de Linhares e Santa Teresa e, portanto, com uma restrita EOO (537,36 km²). Cada localidade configura uma situação de ameaça, como perda de habitat em Linhares e espécies invasoras na Reserva Biológica de Sooretama. A perda de habitat nas localidades onde a espécie ocorre é de cerca de 80%, de maneira que se suspeita de redução populacional maior do que 50% nos últimos 15anos, considerando tempo de geração de cinco anos para espécie arbustiva. As últimas coletas foram feitas há mais de 25 anos, o que poderia indicar que a espécie é rara na região. Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20limae	Mata Atlântica
3144	MYRTACEAE	Myrcia lineata	(O.Berg) Nied.	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie rara, encontrada na Mata Atlântica dos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santoe Minas Gerais. Sua raridade é evidenciada pelo baixo número de coletas, com uma AOO de 32 km². Ocorre em uma região altamente alterada pelo desmatamento e, portanto, suspeita-se que as subpopulações estejam muito fragmentadas. Muitos municípios sofreram severo desmatamento, como Linhares (ES), que perdeu quase 80% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, levando em conta o tempo de geração de dez anos para espécie arbórea. Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20lineata	Mata Atlântica
3145	MYRTACEAE	Myrcia magnifolia	(O.Berg) Kiaersk.	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica do Estado do Rio de Janeiro, com registro apenas para Silva Jardim e o município de Rio de Janeiro. Apesar de ocorrer em uma região bastante estudada, a coleta mais recente foi há mais de 15 anos, o que evidencia sua raridade. Tem uma distribuição bastante restrita, com AOO de 8 km². Por ocorrer em uma região que sofreu e sofre grande pressão antrópica, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada. Uma das localidades, a Reserva Biológica Poço das Antas, enfrentou o corte seletivo e a incidência de queimadas, ameaças que diminuem a qualidade do habitat. Dessa maneira, é considerada uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20magnifolia	Mata Atlântica
3146	MYRTACEAE	Myrcia oblongata	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O guamirim é uma espécie encontrada nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Possui ampla distribuição e diversas coletas, além de não ser considerada rara em algumas localidades. Dessa maneira, M. oblongata é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC).	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20oblongata	Mata Atlântica, Cerrado
3147	MYRTACEAE	Myrcia obovata	(O.Berg) Nied.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída  encontrada em áreas de Mata Atlântica e Cerrado de norte ao sul do Brasil. Encontrada em pelomenos oito unidades de conservação (SNUC). Apesar de haver registro de ameaça  para a espécie, sua ampla distribuição e grande número de coletas indicam que ela é considerada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20obovata	Mata Atlântica, Cerrado
3148	MYRTACEAE	Myrcia ovata	Cambess.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e estima-se que seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20ovata	Mata Atlântica
3149	MYRTACEAE	Myrcia plusiantha	Kiaersk.	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. plusiantha é uma espécie encontrada em Cerrado e Mata Atlântica de estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste brasileiro. Apesar da ampla distribuição possui apenas 12 situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, uma vez que a espécie ocorre em áreas que sofrem intenso desmatamento. Caso o número de situações de ameaça fosse menor do que 10, a espécie seria considerada como vulnerável de extinção. Devido a isso, entretanto, M. plusiantha é considerada como quase ameaçada de extinção (NT).	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20plusiantha	Mata Atlântica, Cerrado
3150	MYRTACEAE	Myrcia pubipetala	Miq.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e estima-se que seja abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.	2012-04-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20pubipetala	Mata Atlântica
3151	MYRTACEAE	Myrcia pulchra	(O.Berg) Kiaersk.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).	2012-04-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20pulchra	Mata Atlântica
3152	MYRTACEAE	Myrcia riodocensis	G.M.Barroso & Peixoto	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea endêmica do Estado do Espírito Santo, com apenas duas coletas, a maisrecente feita há mais de 20 anos. Tem uma área de ocupação bastante pequena (AOO=8 km²) e suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, por ocorrer em uma região que sofreu intenso desmatamento. Por exemplo, o município de Linhares perdeu quase 80% de vegetação nativa. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20riodocensis	Mata Atlântica
3153	MYRTACEAE	Myrcia rupicola	D.Legrand	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie encontrada principalmente nos Estados do Paraná e de Santa Catarina, mas com subpopulações severamente fragmentadas em São Paulo e Rio Grande do Sul. Apesar do grande número de coletas, sua distribuição restrita reflete em uma pequena área de ocupação (AOO=72 km²). É encontrada em uma área sob intensa pressão antrópica, com perda de cerca de 80% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, considerando o tempo de geração de dez anos para espécie arbórea.Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20rupicola	Mata Atlântica
3154	MYRTACEAE	Myrcia tijucensis	Kiaersk.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e abundante, encontrada em áreas de florestaombrófila densa e restinga  na Mata Atlântica. Encontrada em diversas unidades de conservação. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Entretanto o estado de conservação das subpopulações supostamente disjuntas na Paraíba e na Bahia deve ser investigado.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20tijucensis	Mata Atlântica
3155	MYRTACEAE	Myrcia undulata	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie encontrada em  Mata Atlântica dos Estados de Santa Catarina e do Paraná, com um registro no Estado de Minas Gerais. Apesar de distribuição não ser ampla, há muitos registros de coletas, alguns recentes, indicando que a espécie pode ser abundante. De fato, a estimativa de tamanho populacional é de cerca de 50.000 indivíduos. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, estudos relacionados à conservação da espécie devem ser feitos, uma vez que ela ocorre em uma região que sofre forte pressão antrópica e devido à subpopulação disjunta em Minas Gerais, indicando que a população pode ser severamente fragmentada.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20undulata	Mata Atlântica
3156	MYRTACEAE	Myrcia variabilis	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Arvoreta amplamente distribuída (EOO =  1.968.528,497 km²) encontrada principalmente em ambientes abertos, como Cerrado sensu stricto. O grande número de coletas indica que a espécie deve ser comum. Não há registro de ameaça ou evidênciadireta de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20variabilis	Cerrado, Mata Atlântica
3157	MYRTACEAE	Myrcia venulosa	DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação e estima-se que seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).	2012-04-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20venulosa	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3158	MYRTACEAE	Myrcianthes cisplatensis	(Cambess.) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie  encontrada em áreas de Floresta, Restinga e Campo no Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em uma região com intensa pressão antrópica, a espécie possui muitos registros de coleta, indicando que ela deve ser comum na região. De fato, ela é considerada comum em matas ciliares no sudoeste do Rio Grande do Sul. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcianthes%20cisplatensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3159	MYRTACEAE	Myrcianthes pungens	(O.Berg) D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída  encontrada em formações campestres e florestais da Mata Atlântica e Cerrado. Além de ser amplamente distribuída, é abundante em alguns locais, apesar de ocorrer em áreas que sofrem forte pressão antrópica. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcianthes%20pungens	Mata Atlântica, Cerrado
3160	MYRTACEAE	Myrciaria cuspidata	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída  encontrada do Norte ao Sul do país e em quatro biomas diferentes. Não há registro de ameaça ou evidênciadireta de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20cuspidata	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3161	MYRTACEAE	Myrciaria floribunda	(H.West ex Willd.) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O Cambuí-vermelho é uma espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Caatinga, Amazônia  e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e é comum na Mata Atlântica. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.	2012-04-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20floribunda	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3162	MYRTACEAE	Myrciaria plinioides	D.Legrand	VU	A2c,C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea encontrada em florestas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. É rara,não somente pela distribuição geográfica distinta, como também por ter uma estimativa de cerca de 7.200 indivíduos maduros. Suspeita-se que venha a sofrer uma redução populacional de pelo menos 10% nos próximos 30 anos, considerando o tempo de geração de dez anos para espécie arbórea, uma vez que muitas coletas foram feitas fora de unidades de conservação, estando essas localidades,portanto, sujeitas à redução de cobertura florestal. Suspeita-se também que a ação antrópica nos municípios onde a espécie ocorre tenha levado a uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos. Dessa maneira, é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20plinioides	Mata Atlântica
3163	MYRTACEAE	Myrciaria tenella	(DC.) O.Berg	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	M. tenella é uma espécie, que apesar de aparentemente ter ampla distribuição no Brasil, pode se referir a mais de uma espécie. Por exemplo, no Sul do Brasil, as espécies anteriormente identificadas como M. tenella são consideradas atualmente como M. delicatula. Por indicação do especialista botânico na família, recomenda-se que sejam feitos estudos para se identificar melhor os registros considerados aqui como M. tenella. Dessa maneira, a espécie é considerada como deficiente de dados (DD).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20tenella	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3164	MYRTACEAE	Neomitranthes amblymitra	(Burret) Mattos	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea rara, encontrada em Florestas Ombrófilas de São Paulo e do Rio de Janeiro,com uma distribuição restrita (EOO=6.572,07 km²). Suas subpopulações estão sujeitas a sete situações de ameaça. Todas as coletas, exceto uma, feita em Alto Macaé (RJ), foram realizadas em unidades de conservação. Entretanto, isso não significa que a espécie esteja protegida, uma vez que algumas unidades de conservação sofrem ameaças, como a ocupação humana indiscriminada queocorre no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ). Dessa maneira, N. amblymitra foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20amblymitra	Mata Atlântica
3165	MYRTACEAE	Neomitranthes capivariensis	(Mattos) Mattos	DD	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	N. capivarensis é conhecida apenas pela coleta tipo feita há mais de 100 anos em Capivari, no interior do estado de São Paulo. Desde então, nunca mais foi coletada e suspeita-se que a espécie seja uma variação de N. glomerata. Dessa maneira, N. capivarensis deve ser considerada como deficiente de dados para avaliação de risco de extinção (DD).	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20capivariensis	Mata Atlântica
3166	MYRTACEAE	Neomitranthes cordifolia	(D.Legrand) D.Legrand	VU	A2c,C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea, encontrada principalmente em Restingas da Região Sul do Brasil. Baseando-se no único trabalho com o tamanho populacional em uma localidade, estima-se que não haja mais doque 10.000 indivíduos maduros da espécie. Além disso, as Restingas são áreas bastante visadas pela especulação imobiliária, o que tem diminuído cada vez mais sua extensão. Somado a isso, a espécie ocorre principalmente fora de unidades de conservação, de maneira que é possível estimar que haverá um declínio populacional de pelo menos 10% nos próximos 30 anos. Alguns municípios, entretanto, já perderam mais de 90% da vegetação nativa, sendo possível supor, portanto, que tenha havido umdeclínio populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos. Dessa maneira, é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20cordifolia	Mata Atlântica
3167	MYRTACEAE	Neomitranthes gemballae	(D.Legrand) D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	N. gemballae é uma espécie arbórea encontrada em florestas da região sul do Brasil. Apesar de ocorrer em locais com intensa pressão antrópica, há registros recentes para espécie em fragmentos florestais, além do fato da espécie ser abundante em pelo menos uma localidade. Dessa maneira, N. gemballae é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC).	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20gemballae	Mata Atlântica
3168	MYRTACEAE	Neomitranthes glomerata	(D.Legrand) D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e é abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20glomerata	Mata Atlântica
3169	MYRTACEAE	Neomitranthes gracilis	(Burret) N.Silveira	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea encontrada apenas em Florestas Estacionais Semidecíduas nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. A região em que a espécie ocorre sofreu severa perda de habitat, uma vez que alguns municípios perderam quase 90% de vegetação nativa. Além do fato de não ter sido coletada nos últimos dez anos, a espécie conta com poucos registros de coleta, o que se reflete em seu baixo valor de AOO (40 km²). Por ocorrer em uma paisagem fragmentada por atividades antrópicas, suspeita-se que as subpopulações da espécie possam ser consideradas severamente fragmentadas, ou seja, é pouco provável que haja fluxo gênico entre elas. Dessa maneira, N. gracilis foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20gracilis	Mata Atlântica
3170	MYRTACEAE	Neomitranthes langsdorffii	(O.Berg) Mattos	EN	B2b(ii,iii,iv)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie que ocorre próximo à costa da Bahia, com subpopulações se estendendo até a regiãocosteira do Estado do Rio de Janeiro, em áreas de Floresta e Restinga. Apesar de ser abundante em alguns locais, seu habitat foi bastante reduzido pelas atividades antrópicas, o que pode ter levado à extinção uma de suas subpopulações. A AOO desse táxon foi calculada em 72 km², sendo que suas subpopulações encontram-se supostamente severamente fragmentadas, uma vez que algumas estãodistantes de outras, o que dificultaria o fluxo gênico entre elas. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20langsdorffii	Mata Atlântica
3171	MYRTACEAE	Neomitranthes obscura	(DC.) N.Silveira	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	A pitanga-da-restinga é uma espécie abundante das Restingas do Rio de Janeiro, mas parece ser rara em outros locais. Apesar da restinga sofrer com intensa pressão antrópica, a espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC) e é amplamente distribuída. Dessa maneira, ela é considerada menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20obscura	Mata Atlântica
3172	MYRTACEAE	Neomitranthes obtusa	Sobral & Zambom	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É um subarbusto encontrado principalmente em Restingas, de Alagoas ao Espírito Santo, com AOOde 64 km². A Restinga é constantemente ameaçada, em geral pelas fortes pressões promovidas pela intensa especulação imobiliária nas áreas de sua ocorrência. Além de ocorrer em um habitat bastante ameaçado, N. obtusa tem poucas coletas, a maioria feita fora de unidade de conservação. Isso é particularmente preocupante, uma vez que alguns municípios onde a espécie está presente perderammais de 90% da cobertura nativa. Algumas subpopulações são ainda muito distantes de outras, de maneira que é possível supor que se encontrem atualmente muito fragmentadas. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20obtusa	Mata Atlântica
3173	MYRTACEAE	Neomitranthes pedicellata	(Burret) Mattos	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea endêmica do Estado de São Paulo, coletada em apenas dois municípios.As coletas mais antigas foram feitas há mais de 70 anos na cidade de São Paulo, no Jardim Botânico. Apesar da intensa urbanização na cidade, é possível que a espécie ainda ocorra nesse local. As coletas mais recentes, feitas há mais de 15 anos, são de Pedra Bela. Considerando as poucas coletas, a AOO foi calculada em 12 km². Podemos supor também que as subpopulações ainda existentes da espécie sejam severamente fragmentadas, uma vez que os dois municípios onde o táxon ainda pode ocorrer estão distantes entre si, o que acaba comprometendo o fluxo gênico. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20pedicellata	Mata Atlântica
3174	MYRTACEAE	Plinia callosa	Sobral	EN	A2c	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie encontrada no sul da Bahia, com distribuição restrita e bastante rara. Apesar do grandenúmero de coletas, ocorre em uma região que sofreu grande perda de habitat, maior do que 80% em alguns municípios. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Essa estimativa pode ser embasada pelo fato da última coleta ter sido feita há mais de dez anos. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20callosa	Mata Atlântica
3175	MYRTACEAE	Plinia complanata	M.L.Kawas. & B.Holst	EN	A2c,C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea rara encontrada em Floresta Ombrófila Densa. Tem uma baixa densidade absoluta e uma estimativa de cerca de 530 indivíduos maduros na natureza. Apesar de contar com algumas coletas, a maior parte foi feita há mais de dez anos. Além disso, alguns municípios perderam mais de 80% da vegetação nativa, como São Miguel Arcanjo (SP), de maneira que se suspeita que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, considerando o tempode geração igual a dez anos. Suspeita-se ainda que o declínio populacional possa ser de pelo menos 20% nos próximos 20 anos. Dessa maneira, P. complanata foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20complanata	Mata Atlântica
3176	MYRTACEAE	Plinia cordifolia	(D.Legrand) Sobral	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	P. cordifolia é uma espécie encontrada em Santa Catarina e Paraná, com uma distribuição bastante restrita (EOO = 8.930,929 km²). É uma espécie rara, com cerca de 12 situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, que pode chegar a quase 60% em alguns Municípios. Entretanto, devido ao fato da espécie possuir mais de 10 situações de ameaça, ela é considerada como quase ameaçada de extinção (NT). Caso nenhuma medida de conservação seja tomada, a espécie pode ser considerada ameaçada em um futuro próximo.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20cordifolia	Mata Atlântica
3177	MYRTACEAE	Plinia edulis	(Vell.) Sobral	VU	A2c,C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"O cambucá (Plinia edulis) é uma espécie com frutos comestíveis e bastante apreciados e, por esse motivo, é muito cultivada. Entretanto, é bastante rara na natureza, com estimativa populacional de cerca de 10.000 indivíduos adultos. É encontrada fora de unidades de conservação e, portanto, supõe-se que venha a enfrentar uma redução populacional maior do que 10% nos próximos 30 anos, considerando tempo de geração de cerca de dez anos. Além disso, a espécie ocorre em locais sobforte pressão antrópica e que sofreram perda de habitat maior do que 80%. Supõe-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20edulis	Mata Atlântica
3178	MYRTACEAE	Plinia hatschbachii	(Mattos) Sobral	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica de Florestas Ombrófilas do Estado do Paraná, tendo uma distribuiçãobastante restrita (EOO=1.378,17 km²). Encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça, e uma das principais incidentes sobre suas subpopulações é a perda de habitat, que pode ser maior do que 60%, como em Campina Grande do Sul. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Além disso, as poucas coletas indicam que pode ser rara. Dessa maneira, P. hatschbachii foi categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20hatschbachii	Mata Atlântica
3179	MYRTACEAE	Plinia ilhensis	G.M.Barroso	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbustiva endêmica do Estado do Rio de Janeiro, em Floresta Ombrófila Densa eRestinga, com EOO de 1.469,06 km². É encontrada em uma região sob intensa pressão antrópica e que sofreu grande perda de habitat. Essa perda foi maior do que 70% em alguns municípios, de maneira que se suspeita que tenha havido mais do que 50% de perda de área de ocupação da espécie nos últimos 15 anos. Por estar presente em uma região que sofreu intensa modificação humana, suspeita-se que a população de P. ilhensis seja severamente fragmentada. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20ilhensis	Mata Atlântica
3180	MYRTACEAE	Plinia muricata	Sobral	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie rara, encontrada apenas no litoral sul da Bahia. Tem uma distribuição bastante restrita,com EOO de 303,35 km², e também poucas coletas, a mais recente feita há 20 anos. As poucas coletas indicam que há três situações de ameaça à espécie, uma delas é a perda de habitat, maior do que 70%. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, considerando o tempo de geração de dez anos. Dessa maneira, P. muricata é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20muricata	Mata Atlântica
3181	MYRTACEAE	Plinia rara	Sobral	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Como o epíteto específico sugere, é uma espécie rara, encontrada apenas no litoral sul da Bahia, comuma distribuição bastante restrita, com EOO de 545,54 km². Tem também poucas coletas, de maneira que pode ser considerada rara na região. As poucas coletas indicam que há cinco situações de ameaça à espécie. Uma das ameaças é a perda de habitat, que pode ser de quase 100%(município de Camacã). Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional de indivíduos maduros maior do que 50% para essa espécie. Dessa maneira, P. rara foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20rara	Mata Atlântica
3182	MYRTACEAE	Plinia renatiana	G.M.Barroso & Peixoto	EN	A2c,B1ab(iii,v),C1+2a(i)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea endêmica do Espírito Santo, encontrada em Floresta ombrófila Densa, comEOO relativamente baixa (EOO=1.741,96 km²) e sujeita a cinco situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações. Uma das ameaças é a perda de habitat, maior do que 75%. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Como há registro de coleta para locais fora de unidade de conservação, suspeita-se que o declínio populacional possa continuar nos próximos 20 anos devido à perda de habitat ou ao declínio de sua qualidade. Baseando-se no único estudo que registra a densidade populacional da espécie, estima-se que seja rara e que cerca de 1.000 indivíduos adultos estejam presentes na natureza e cerca de 200 em cada subpopulação. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20renatiana	Mata Atlântica
3183	MYRTACEAE	Plinia stictophylla	G.M.Barroso & Peixoto	EN	A2c,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea encontrada em Florestas Ombrófilas Densas do Espírito Santo e da Bahia.Tem apenas três locais de coleta, duas em unidades de conservação. Em Águia Branca (ES), único registro não localizado em unidade de conservação, houve redução de habitat maior do que 90%. Em outros municípios onde a espécie foi coletada, houve redução de habitat maior do que 70%. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Sua AOO é menor do que 500 km² e sujeita a três situações de ameaças, indicadas pelo número de subpopulações. Dessa maneira, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20stictophylla	Mata Atlântica
3184	MYRTACEAE	Psidium giganteum	Mattos	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica do Estado de São Paulo, com apenas três registros de coletas, dois com mais de 40 anos. Cada coleta representa uma situação de ameaça. Apesar de todas as coletas terem sido feitas em unidades de conservação, as regiões em que a espécie ocorre sofreram intenso desmatamento. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido uma redução populacionalou até que esteja extinta fora das unidades de conservação. Além disso, a EOO da espécie é relativamente baixa (EOO=510,3 km²). Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20giganteum	Mata Atlântica
3185	MYRTACEAE	Psidium grandifolium	Mart. ex DC.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O araçá é um arbusto amplamente distribuído no Brasil, encontrado  da Bahia à Santa Catarina, em formações campestres e savânicas. O grande número de registros de coleta indica que a espécie é frequente. Dessa maneira, P. grandifolium é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC). Entretanto, pelo fato de ocorrer em locais de intensa ação antrópica e seus frutos serem apreciados para consumo humano, a espécie pode estar sujeita ao declínio populacional. Portanto, estudos devem ser feitos para se verificar o real estado de conservação da espécie.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20grandifolium	Cerrado, Mata Atlântica
3186	MYRTACEAE	Psidium longipetiolatum	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, dos Estados do Rio de Janeiro a Santa Catarina.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, há diversas coletas para a espécie e suspeita-se que seja uma espécie frequente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC). Entretanto deve-se estudar a subpopulação do Rio de Janeiro de maneira a  se verificar seu real estado de conservação, uma vez que pode estar severamente fragmentada.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20longipetiolatum	Mata Atlântica
3187	MYRTACEAE	Psidium ovale	(Spreng.) Burret	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica. Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20ovale	Mata Atlântica
3188	MYRTACEAE	Psidium reptans	(D.Legrand) Soares-Silva & Proença	EN	A2c,B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica dos Campos de Altitude do Paraná. Tem apenas três coletas conhecidasem dois municípios, resultando em uma EOO de 559,25 km² e duas situações de ameaça, uma delas a perda de habitat nos municípios em que P. reptans ocorre: Palmeira perdeu mais de 90% e Tibagi, 70% de vegetação nativa até 2010. Portanto, suspeita-se que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 15 anos, considerando tempo de geração como cinco anos. A espécie deve ser rara ou até mesmo estar extinta na natureza, uma vez que coletas intensas recentes na bacia do Rio Tibagi não a encontraram. Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20reptans	Mata Atlântica
3189	MYRTACEAE	Psidium salutare	(Kunth) O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Amazônia e Cerrado e em diversas fitofisionomias. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20salutare	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3190	MYRTACEAE	Psidium sartorianum	(O.Berg) Nied.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	O cambuí ou araçá é uma espécie que ocorre em todo o território nacional e possui uma alta densidade absoluta em alguns locais.  É encontrada em diversas unidades de conservação e ocorre em áreas cujo desmatamento não é muito elevado.  Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC). Entretanto, apesar de seus frutos serem apreciados para consumo humano, não há indicativo que haja coleta predatória dos frutos.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20sartorianum	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3191	MYRTACEAE	Siphoneugena densiflora	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída  encontrada em Mata Atlântica e Cerrado. Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre em diversas Unidades de Conservação (SNUC) e estima-se que seja abundante localmente.  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20densiflora	Mata Atlântica, Cerrado
3192	MYRTACEAE	Siphoneugena kuhlmannii	Mattos	VU	A2c,C1+2a(i)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie arbórea encontrada em diversas fitofisionomias da Mata Atlântica de São Paulo, MinasGerais e Espírito Santo. Tem poucas coletas, mesmo estando presente em uma região bastante estudada. Com base em dados de amostragem de vegetação, estima-se que o número de indivíduos maduros seja de aproximadamente 4.000 e que cada subpopulação não tenha mais do que 200 indivíduos. É encontrada em uma região que sofreu intenso desmatamento, uma vez que algunsmunicípios perderam mais de 70% de habitat até 2010. Dessa maneira, suspeita-se que tenha havido uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos, considerando o tempo de geração igual a dez anos. A espécie é considerada, portanto, ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20kuhlmannii	Mata Atlântica
3193	MYRTACEAE	Siphoneugena reitzii	D.Legrand	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO =  681.542,16  km²) encontrada principalmente em  Mata Atlântica da região sul do Brasil. Apesar de ocorrer em áreas com grande perda de habitat, é encontrada em pelo menosseis unidades de conservação (SNUC) e é uma espécie abundante localmente. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Entretanto deve-se verificar o estado de conservação das subpopulações dos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, que se suspeita estarem severamente fragmentadas.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20reitzii	Mata Atlântica
3194	MYRTACEAE	Siphoneugena widgreniana	O.Berg	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	 S. widgreniana possui ampla distribuição no Brasil (EOO =  149.058,36  km² ), sendo encontrada desde o Estado de Minas Gerais ao do Paraná. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, a espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC) e possui muitas coletas, evidenciando que dever ser uma espécie relativamente frequente. Dessa maneira, essa é considerada como uma espéciepouco preocupante em relação a sua ameaça de extinção (LC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20widgreniana	Cerrado, Mata Atlântica
3195	NOTOTHYLADACEAE	Notothylas breutelii	(Gottsche) Gottsche	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Notothylas%20breutelii	Mata Atlântica, Pantanal
3196	NYCTAGINACEAE	Andradaea floribunda	Allemão	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andradaea%20floribunda	Mata Atlântica
3197	NYCTAGINACEAE	Belemia fucsioides	Pires	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Belemia%20fucsioides	Mata Atlântica
3198	NYCTAGINACEAE	Guapira hirsuta	(Choisy) Lundell	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20hirsuta	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado
3199	NYCTAGINACEAE	Guapira nitida	(Mart. ex J.A.Schmidt) Lundell	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída na Mata Atlântica.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20nitida	Mata Atlântica
3200	NYCTAGINACEAE	Guapira obtusata	(Jacq.) Little	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20obtusata	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3201	NYCTAGINACEAE	Neea verticillata	Ruiz & Pav.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neea%20verticillata	Amazônia, Mata Atlântica
3202	NYCTAGINACEAE	Pisonia ambigua	Heimerl	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pisonia%20ambigua	Cerrado, Mata Atlântica
3203	OCHNACEAE	Luxemburgia angustifolia	Planch.	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"L. angustifolia caracteriza-se por arbustos ou árvores, de até 5 m de altura. É considerada endêmica do Estado de Minas Gerais. Restrita ao bioma Cerrado, desenvolve-se em Campos Rupestres e Floresta Ciliar, tendo distribuição restrita à Cadeia do Espinhaço. Apesar de pouco representada em coleções científicas, é uma espécie frequente em suas áreas de ocorrência. Encontra-se sob quatro situações de ameaça: invasão de espécies exóticas, ocorrência de incêndios, expansão urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a região em um passado recente. Foi, portanto, considerada ""Vulnerável"" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20angustifolia	Cerrado
3204	OCHNACEAE	Luxemburgia corymbosa	A.St.-Hil.	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Luxemburgia corymbosa apresenta forma de vida predominantemente arbustiva. Endêmica do Estado de Minas Gerais é uma espécie de ocorrência exclusiva nos Campos Rupestres associados ao Cerrado. Apresenta distribuição restrita à Serra do Caraça, sendo conhecida apenas pela RPPN Santuário do Caraça, sempre em altitudes superiores a 1.800 m. Encontra-se sob quatro situações de ameaça: invasão de espécies exóticas, ocorrência de incêndios, expansão urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a região em um passado recente. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20corymbosa	Cerrado
3205	OCHNACEAE	Luxemburgia flexuosa	Sastre	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Luxemburgia flexuosa caracteriza-se pelo hábito arbustivo, de 2 a 3 m de altura. Endêmica do Estado de Minas Gerais é restrita ao bioma Cerrado. Encontrada na região de Diamantina e da Serra do Cipó, desenvolve-se em Campos Rupestres e em áreas de afloramentos rochosos. Apresenta distribuição restrita e pontual. Encontra-se sob quatro situações de ameaça: invasão de espécies exóticas, ocorrência de incêndios, expansão urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a região em um passado recente. Por esses motivos, este táxon foi considerado ""Vulnerável"" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20flexuosa	Cerrado
3206	OCHNACEAE	Ouratea cuspidata	(A.St.-Hil.) Engl.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Ouratea cuspidatacaracteriza-se por arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Ocorre nosdomínios fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica, encontrada em Floresta Ombrófila Densa, em Florestas de Restinga. Apresenta EOO de 420.988,661km². Amplamente distribuídana região litorânea, comumente encontrada em áreas abertas de Restinga, Nativose Mussunungas, ocupando também áreas antropizadas e bordas de matas. Apesar daintensa degradação de seus habitats de ocorrência, não há ameaça direta que acoloque em alguma categoria de risco. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20cuspidata	Mata Atlântica, Cerrado
3207	OCHNACEAE	Ouratea hatschbachii	K.Yamam.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Ouratea hatschbachii caracteriza-se pelo hábito arbustivo, chegando até 1 m de altura. Endêmica do Brasil ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia. É encontrada nos biomas Cerrado e Caatinga, onde se desenvolve em vegetação arbustiva com afloramentos rochosos, preferencialmente sobre substrato arenoso. Apresenta AOO de 40 km² e está sujeita a quatro situações de ameaça: queimadas, mineração, agricultura e pecuária. Conhecida por escassos registros de coleta, as últimas coletas foram realizadas em 2009, nos municípios de Mucugê e Barra da Estiva (BA). É protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina e Parque Estadual de Grão-Mogol. Dado esse panorama e sua distribuição restrita, esta espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20hatschbachii	Cerrado, Caatinga
3208	OCHNACEAE	Ouratea spectabilis	(Mart.) Engl.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Ouratea spectabilis caracteriza-sepor arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Encontrada em praticamente todosos domínios fitogeográficos brasileiros, em Mata Atlântica, especificamente, ocorre em FlorestaEstacional Semidecidual. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de3.208.024,295 km². Suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente a levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20spectabilis	Cerrado
3209	OCHNACEAE	Sauvagesia nitida	Zappi & E.Lucas	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Sauvagesia nitida caracteriza-se pelo hábito arbustivo ou arvoretas, de até 2,5 m. Restrita ao bioma Cerrado e endêmica do Estado da Bahia, é encontrada nos Campos Rupestres da região de Catolés, entre 1.100 e 1.900 m de altitude. Protegida pela Área de Proteção Ambiental da Serra do Barbado, a espécie foi descrita recentemente e é conhecida por escassas coletas realizadas no início da década de 1990, a última delas em 2006, no município de Mucugê. Encontra-se sob uma situação de ameaça: as constantes queimadas que assolam sua área de ocorrência. Pelo exposto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sauvagesia%20nitida	Cerrado
3210	OLEACEAE	Chionanthus filiformis	(Vell.) P.S.Green	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20filiformis	Mata Atlântica
3211	OLEACEAE	Chionanthus fluminensis	(Miers) P.S.Green	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem distribuição restrita (EOO=31,05 km²) e encontra-se sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de ter sido coletada no passado, hoje já é tida como um táxon raro, principalmente pela acentuada perda do hábitat ocasionada pela expansão urbana na região de ocorrência da espécie. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20fluminensis	Mata Atlântica
3212	OLEACEAE	Chionanthus micranthus	(Mart.) Lozano & Fuertes	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de estar em Unidades de Conservação a espécie ocorre em áreas muito degradas e por isso deve ser monitorada, a fim de verificar-se a estabilidade populacional. Além disso, a região de ocorrência da espécie é alvo de queimadas e de declínio da qualidade do habitat proveniente de atividades antrópicas.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20micranthus	Mata Atlântica
3213	OLEACEAE	Chionanthus subsessilis	(Eichler) P.S.Green	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é restrita aos Estados de Minas Gerais e São Paulo, e está sujeita a uma série de ameaças como queimadas, declínio de qualidade e tamanho do hábitat. Essas situações são decorrentes principalmente de atividades agropecuárias. Tem menos de cinco situações de ameaça e poderá ser transferida para uma categoria de maior risco, em futuro próximo, caso elas não sejam controladas e cessem. Por hora, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20subsessilis	Mata Atlântica, Cerrado
3214	OLEACEAE	Chionanthus tenuis	P.S.Green	CR	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica do município do Rio de Janeiro, e conhecida por uma única coleta, do material-tipo, feita há mais de mais 60 anos. Encontra-se sujeita a uma situação de ameaça. A AOO foi calculada em 10 km², o que evidencia sua distribuição muito restrita. São ameaças constantes os incêndios provocados por balões, a especulação imobiliária e a pressão antrópica provocada pelas favelas nas áreas do entorno. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20tenuis	Mata Atlântica
3215	OLEANDRACEAE	Oleandra articulata	(Sw.) C.Presl	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação. Foi categorizada como fora de risco de extinção.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oleandra%20articulata	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
3216	ONAGRACEAE	Fuchsia regia	(Vell.) Munz	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"A espécie ocorre amplamente distribuída no Brasil, sendo frequentemente coletada dentro dos limites de diversas Unidades de Conservação e também áreas degradadas ou em diferentes estágios sucessionais, Fucshia regia foi registrada em Florestas Nebulares, Campos de Altitude, Florestas Ombrófilas Densas e Mistas associadas ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica. Parece ser muito abundante ao longo de sua distribuição, estando muito bem representada nos principais herbários do país. Por esse motivos, a espécie foi considerada ""Menos Preocupante"" (LC) em relação ao seu risco de extinção."	2012-12-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fuchsia%20regia	Cerrado, Mata Atlântica
3217	ONAGRACEAE	Ludwigia anastomosans	(DC.) H.Hara	DD	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Ludwigia anastomosans (DC.) H. Hara era considerada endêmica do estado de Minas Gerais, porém, há coletas históricas validadas indicando sua ocorrência nos estados de São Paulo (Campinas) e Paraná (Arapongas) e coletas recentes realizadas no estado de Goiás (Caiapônia). Vem sendo considerada na literatura e em avaliações de risco de extinção empreendidas anteriormente como uma espécie rara, porém, na localidade recentemente encontrada no estado de Goiás, a população de L. anastomosans foi descrita como muito abundante. O diminuto número de coleções parece ser reflexo de seu hábito escandente, uma vez que ocorre na copa das árvores, associadas a ambientes alagados e usualmente as margens de córregos de águas escuras, o que dificulta sua localização/ coleta em campo. Devido as incongruências apresentadas, a espécie foi considerada nesse momento ""Dados Insuficientes"" (DD), demandando estudos biogeográficos e populacionais mais detalhados para se estabelecer uma categoria de ameaça adequada."	2012-12-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ludwigia%20anastomosans	Cerrado
3218	OPHIOGLOSSACEAE	Botrychium virginianum	(L.) Sw.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída no Sul e Sudeste e não é endêmica do Brasil.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Botrychium%20virginianum	Mata Atlântica
3219	OPHIOGLOSSACEAE	Ophioglossum palmatum	L.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída e está em Unidades de Conservação.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophioglossum%20palmatum	Mata Atlântica
3220	ORCHIDACEAE	Acianthera adiri	(Brade) Pridgeon & M.W.Chase	CR	B2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Acianthera adiri é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica exclusiva do Estado do Paraná. É restrita a uma EOO de 560,72 km² e uma AOO menor de 10 km². A espécie não ocorre em unidades de conservação e as duas localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Guarapuava, restam somente 13% dos remanescentes florestais totais e em Araucária apenas 2%. Pode-se considerar então que a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça para as duas localidades. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda acentuada de habitat, A. adiri está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20adiri	Mata Atlântica
3221	ORCHIDACEAE	Acianthera aphthosa	(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera aphtosa é uma espécie que ocorre em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 250 e 1450 m de altitude. Possui uma EOO de 394.358,54 km². É considerada comum na Serra do Japi, no Estado de São Paulo (Pansarin, Pansarin, 2008) e no Cinturão Verde do Município de Santa Cruz do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, uma área protegida (Ribeiro et al., 2006). Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, é encontrada em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. aphtosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20aphthosa	Mata Atlântica
3222	ORCHIDACEAE	Acianthera auriculata	(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera auriculosa é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 600 e 1300 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 436.333,24 km². É considerada comum na Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro, e ocorre em várias unidades de conservação (SNUC) nos Estados onde se distribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. auriculosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20auriculata	Mata Atlântica
3223	ORCHIDACEAE	Acianthera bragae	(Ruschi) F.Barros	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera bragae é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Possui EOO de226.410 km². Apesar de ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, a espécie é encontrada também em diferentestipos florestais e apresenta uma ampla distribuição. Desta forma, A. bragae é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20bragae	Mata Atlântica
3224	ORCHIDACEAE	Acianthera crinita	(Barb.Rodr.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera crinita é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná entre 800 m e 900 m dealtitude. Possui uma EOO de 180.195 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. crinita é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, são necessários maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20crinita	Mata Atlântica
3225	ORCHIDACEAE	Acianthera glumacea	(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera glumacea é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma EOO de 133.029 km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. glumacea é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20glumacea	Mata Atlântica
3226	ORCHIDACEAE	Acianthera heringeri	(Hoehne) F.Barros	CR	B2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Acianthera heringeri é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica nos Estados de Minas Gerais e EspíritoSanto. É restrita a uma EOO de 539,53 km² e a uma AOO menor de 10 km², usualmente entre 900 e 1.200 m de altitude. As duas localidades em que a espécie é encontrada estão altamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Santa Maria do Jetibá (ES), restam somente 26% dos remanescentes florestais totais e, em Alto Caparaó (MG), apenas 17%. Pode-se considerar que a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça para as duas localidades. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda de habitat, A. heringeri está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20heringeri	Mata Atlântica
3227	ORCHIDACEAE	Acianthera karlii	(Pabst) C.N.Conç. & Waechter	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera karlii é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, sendo quea ausência da espécie em Santa Catarina é devido, provavelmente, a falta de coletas. Possui uma EOO de 115.093 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em áreas protegidas e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. karlii é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20karlii	Mata Atlântica
3228	ORCHIDACEAE	Acianthera langeana	(Kraenzl.) Pridgeon & M.W.Chase	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Acianthera langeana é uma espécie ocorrente em ambientes florestais com influência fluvial em MataAtlântica, nos Estados do Paraná e Espírito Santo. É restrita a uma EOO de 19.290,31 km² e uma AOO menor de 16 km², devido à sua especificidade de habitat. As localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Lapa (PR), por exemplo, restam somente 9% dos remanescentes florestais totais e em Araucária apenas 2%.Considerando que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça para as suas localidades e considerando ainda a sua raridade e sua distribuição extremamente restrita, A. langeana está categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20langeana	Mata Atlântica
3229	ORCHIDACEAE	Acianthera ophiantha	(Cogn.) Pridgeon & M.W.Chase	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera ophiantha éuma espécie ocorrente em cerrado restrita ao Estado de Minas Gerias. A inconsistência sobre sua distribuição, e a falta de informações sobre sua biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20ophiantha	Cerrado
3230	ORCHIDACEAE	Acianthera papillosa	(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Acianthera papillosa é uma espécie epífita com no máximo 3 cm, ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, tendo, desta forma, uma EOO de 272.673,55 km². Os registros da espécie se concentram em três localidades. No Rio Grande do Sul, o habitat da espécie está ameaçado pela fragmentação. Em Torres, por exemplo, restam somente 2% dos remanescentes florestais totais. Na Bahia, a região do município de Cachoeira temum histórico de desmatamento para o desenvolvimento da agricultura. E no Espírito Santo, no município de Santa Maria do Jetibá, o turismo é uma ameaça iminente. Diante do exposto, considera-se que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaça distintas. Dessa forma, apesar de uma EOO ampla, A. papillosa tem menos de cinco situações de ameaça, sendo assim, categorizada como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, por ser uma espécie de pequeno tamanho, sugere-se um maior esforço de coleta a fim de se identificar novas subpopulações."	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20papillosa	Mata Atlântica
3231	ORCHIDACEAE	Acianthera pectinata	(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera pectinata é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 64.131 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, foi coletada em Áreas Protegidas e apresenta uma ampla distribuição. Desta forma, A. pectinata é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, são necessários maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20pectinata	Mata Atlântica
3232	ORCHIDACEAE	Acianthera pernambucensis	(Rolfe) F.Barros	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Acianthera pernambucensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica restrita ao Estado de Pernambuco. A falta de informações sobre sua distribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados (DD).	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20pernambucensis	Mata Atlântica
3233	ORCHIDACEAE	Acianthera saurocephala	(Lodd.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera saurocephala é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nosEstados do Sul e Sudeste do Brasil e uma ocorrência na Bahia, entre 500 e 1300 m de altitude. Possui umaEOO de 636.296,51 km². Ocorre em várias Áreas de Preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em regiões de grandeinterferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, A. saurocephala é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e biológicos poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20saurocephala	Mata Atlântica
3234	ORCHIDACEAE	Acianthera strupifolia	(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera strupifolia é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 158.589km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. strupifolia é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20strupifolia	Mata Atlântica
3235	ORCHIDACEAE	Acianthera teres	(Lindl.) Borba	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera teres é uma espécie rupícola ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica nosEstados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Possui uma EOO de 101.604,86 km². É considerada bastante comum em toda a extensão da Cadeia do Espinhaço. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos vegetacionais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, A. teres é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20teres	Cerrado
3236	ORCHIDACEAE	Acianthera translucida	(Barb.Rodr.) Luer	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Aciathera translucida (Barb. Rodr.) Luer é endêmica do Brasil e possui ocorrência ocasional nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Entretanto, é localmente abundante em partes de sua distribuição. Não existem ameaças específicas descritas para a espécie, que se encontra protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim foi avaliada como Least Concern (LC).	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20translucida	Mata Atlântica
3237	ORCHIDACEAE	Acianthera tricarinata	(Poepp. & Endl.) Pridgeon & M.W.Chase	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Acianthera tricarinata é uma espécie epifítica ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, e possui uma extensão de ocorrência de 109.437,81 km². A espécie ocorre em várias Áreas de Preservação nos Estados onde se distribui. Apesarde ocorrer em áreas de interferência antrópica, esta ocorre emdiferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, A. tricarinata é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20tricarinata	Mata Atlântica
3238	ORCHIDACEAE	Adamantinia miltonioides	van den Berg & C.N.Gonç.	CR	B2ab(ii,iii,iv),C2a(i),D	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Adamantinia miltonioides é uma espécie epífita, rara, com ocorrência restrita a um habitat específicono Estado da Bahia. Tem uma EOO de 260,06 km² e uma AOO de 4 km². Sua população está restrita a sete subpopulações pequenas e próximas, ocorrentes no Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA). Considerando que a espécie tenha menos de 50 indivíduos maduros em sua população, que esta ocorra em somente uma situação de ameaça e sua distribuição conhecida seja extremamente restrita, A. miltonioides está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adamantinia%20miltonioides	Caatinga
3239	ORCHIDACEAE	Alatiglossum barbatum	(Lindl.) Baptista	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Alatiglossum barbatum é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Minas Gerais. Possui umaEOO de 1.264.515,17 km². É encontrada em várias Áreas de Preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de interferência antrópica, esta possui uma distribuição ampla e abundante. Desta forma, A. barbatum é umaespécie Menos preocupante (LC).	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20barbatum	Mata Atlântica
3240	ORCHIDACEAE	Alatiglossum croesus	(Rchb.f.) Baptista	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Alatiglossum croesus é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro. É restrita a uma EOO de 272,53 km² e uma AOO menor de 4 km². A região de ocorrência da espécie encontra-se bastante fragmentada devido ao desenvolvimento de atividades agropecuárias que ocorrem na região desde a colonização, principalmente pelo plantio de cana-de-açúcar e pastagem. Devido à sua distribuição extremamente restrita, por ocorrer em somente uma situação de ameaça,e pelo habitat fragmentado, A. croesus está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20croesus	Mata Atlântica
3241	ORCHIDACEAE	Alatiglossum longipes	(Lindl.) Baptista	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Alatiglossum longipes é uma espécie herbácea ocorrente nosEstados do Sul e Sudeste do Brasil entre 100 e 1200 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 357.842 km². Desenvolve-se em diversos ambientes de Mata Atlântica e ocorre em várias Áreas de Preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, A. longipes é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração da espécie poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20longipes	Mata Atlântica
3242	ORCHIDACEAE	Anathallis adenochila	(Loefgr.) F.Barros	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anathallis adenochila é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma EOO de 313.817 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais, e é bem representada em Áreas Protegidas nos Estados onde ocorre, além de presentar uma distribuição ampla. Desta forma, A. adenochila é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20adenochila	Mata Atlântica
3243	ORCHIDACEAE	Anathallis bleyensis	(Pabst) F.Barros	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anathallis bleyensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, possui relatos de ocorrência nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Porém, os dados disponíveis a restringe ao Estado do Paraná. A falta de informaçõessobre sua distribuição, biologia e status populacional, torna inadequada acategorização da espécie em algum risco de extinção, sendo desta formaDeficiente de Dados (DD). Maiores estudos sobre Anathallis bleyensis são necessários para que futuramente a espécie possa ser reavaliada.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20bleyensis	Mata Atlântica
3244	ORCHIDACEAE	Anathallis colnagoi	(Pabst) F.Barros & L.Guimaraes	CR	B2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Anathallis colnagoi é uma espécie exclusiva do Estado do Espírito Santo, conhecida por somenteuma coleta. A espécie tem uma EOO de 269,87 km² e AOO de 4 km². Em Domingos Martins (ES), local de registro da espécie, o que restou da Mata Atlântica e as capoeiras cobrem, hoje, cerca de 20% do território do município. O restante é formado principalmente por plantações de café, culturas temporárias (milho, feijão, morango, entre outras) e pelo plantio de pinheiros e eucaliptos. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda acentuada de habitat, A. colnagoi está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20colnagoi	Mata Atlântica
3245	ORCHIDACEAE	Anathallis crebrifolia	(Barb.Rodr.) Luer	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anathalis crebrifolia é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, sendo indicada sua ocorrência nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Entretanto, o registro disponível é do estado do Paraná, o qual não consta na distribuição da espécie. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãode Anathalis crebrifolia em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD). Maiores estudos sobre a espécie são necessários para que esta possa ser futuramente reavaliada.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20crebrifolia	Mata Atlântica
3246	ORCHIDACEAE	Anathallis gehrtii	(Hoehne & Schltr.) F.Barros	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Anathallis gehrtii é uma espécie epífita, ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados deSão Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com uma EOO de 25.388,54 km². Os registros da espécie se concentram em três localidades. Em Santo André (SP), o habitat da espécie tem um histórico de impactos oriundos dos polos industriais, cujos danos alteraram a fisionomia e a diversidade da floresta em uma sequência de eventos, primeiramente causando o desaparecimento das plantas mais sensíveis aos poluentes, em especial as epífitas, que foram quase dizimadas em grandes trechos da Reserva do Alto da Serra, área de registro da espécie. O município de Santa Teresa (ES) tem como principal ameaça às suas áreas florestais o desenvolvimento de atividades agriculturais e a crescente expansão urbana. No Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), atividades como a extração de espécies madeireiras (cedro e canela) e árvores de sub-bosque, como o palmito, são as mais preocupantespara conservação. Além disso, nos meses entre junho e setembro, é comum a origem de focos de incêndio promovidos pelos moradores para eliminar ervas daninhas ou mesmo por vândalos e baloeiros. Diante do exposto, a espécie se encontra sujeita a três situações de ameaça e, apesar de ter uma extensão de ocorrência ampla, A. gehrtii apresenta menos de cinco situações de ameaça, sendoassim, categorizada como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, por ser uma espécie de tamanho reduzido, recomenda-se um maior esforço de coleta."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20gehrtii	Mata Atlântica
3247	ORCHIDACEAE	Anathallis kautskyi	(Pabst) Pridgeon & M.W.Chase	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anathallis kautiskyi é uma espécie ocorrente na Mata Atlânticarestrita ao Estado do Espírito Santo. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20kautskyi	Mata Atlântica
3248	ORCHIDACEAE	Anathallis montipelladensis	(Hoehne) F.Barros	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anathallis montipelladensis é umaespécie rupícola de pequeno porte com somente 10-20mm. A espécie ocorre na Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nos Estadosda Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo entre 1100 e 1400 mde altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 357.729 km². A espécie ocorre em áreas protegidas, diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, A. montipelladensis é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20montipelladensis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3249	ORCHIDACEAE	Anathallis pabstii	(Garay) Pridgeon & M.W.Chase	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Anathallis pabstii é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica com registros para os Estados doParaná e Rio de Janeiro. Apresenta AOO de 16 Km², com registros concentrando-se em duas diferentes situações de ameaça. Sua população está sujeita à severa fragmentação, devido ao desenvolvimento agropecuário e crescimento urbano. Considerando que a espécie esteja sujeita a duas diferentes situações de ameaça, que decorrem do declínio de habitat e a sua restrita AOO, A. pabstii encontra-se ""Em perigo"" (EN). Entretanto, recomendam-se maior esforço de coleta e estudos populacionais e de extração."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20pabstii	Mata Atlântica
3250	ORCHIDACEAE	Anathallis radialis	(Porto & Brade) Pridgeon & M.W.Chase	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anathallis radialis é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica com registros nos Estados do sudeste do Brasil, a 1200 e 1700 m de altitude. Possui um extensão de ocorrência de 27.583 km². Os registros da espécie se concentram em áreas de grande interferência antrópica devido ao desenvolvimento agropecuário e crescimento urbano. Além disso, a espécie encontra-se no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Diante do exposto, pode-se dizer que Anathallis radialis é uma espécie Quase ameaçada (NT). Entretanto, recomenda-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20radialis	Mata Atlântica
3251	ORCHIDACEAE	Anathallis tigridens	(Loefgr.) F.Barros & Barberena	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Anathallis tigridens é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estadosdo Rio de Janeiro e Espírito Santo, com uma EOO de 26.246,90 km². Os registros da espécie se concentram em três localidades. No Parque Nacional da Tijuca (RJ), são ameaças iminentes os incêndios provocados por balões, especulação imobiliária, pressão antrópica causada pelas favelas nas áreas do entorno e o extrativismo de espécies nativas ornamentais (principalmente broméliase orquídeas). No Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), a extração de espécies madeireiras (cedro e canela) e árvores de sub-bosque, como o palmito, são as que mais ameaçam a biota local. O município de Santa Teresa (ES) tem como principal ameaça às suas áreas florestais o desenvolvimento de atividades agriculturais e expansão urbana. Diante do exposto, a espécie está sujeita a três situações de ameaça e apesar de uma EOO ampla, A. tigridens tem menos de cinco situações de ameaça, sendo assim, foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, sugerem-se maior esforço de coleta e estudos populacionais e de extração."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20tigridens	Mata Atlântica
3252	ORCHIDACEAE	Anneliesia candida	(Lindl.) Brieger & Lückel	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anneliesia candida é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio deJaneiro, com uma extensão de ocorrência de 24.716km². Os registros da espécie se concentram em áreas de grande interferência antrópica devido ao desenvolvimento agropecuário e crescimento urbano (SOS Mata Atlântica, 2009). Além disso, a espécie encontra-se no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Diante do exposto, pode-se dizer que Anneliesia candida é uma espécie Quase ameaçada (NT). Entretanto, recomenda-se um maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20candida	Mata Atlântica
3253	ORCHIDACEAE	Anneliesia cuneata	(Lindl.) Senghas & Lückel	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anneliesia cuneata é uma espécie epífita ocorrente em ambiente de Mata Atlântica nos estados do Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro a 1000 e 1500m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 41.093km². A espécie ocorre normalmente em florestas originais com umidade intensiva, sobre árvores antigas. Apesar de possuir distribuição ampla e ocorrer em algumas Áreas Protegidas, a espécie possui potencial ornamental. Desta forma, A. cuneata é uma espécie Quase ameaçada (NT), porém maiores estudos populacionais e de extração poderão qualificá-la para uma categoria de ameaça em um futuro próximo.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20cuneata	Mata Atlântica
3254	ORCHIDACEAE	Anneliesia kayasimae	(Pabst) Senghas & Lückel	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(ii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Anneliesia kayasimae é uma espécie de Mata Atlântica exclusiva do Estado de São Paulo. O único registro da espécie é do município de Rio Claro, coletado por G. Vert em 1901. Sabendo-se que a região de Rio Claro tem vegetação entre as mais ameaçadas do Estado, com somente 4% dos remanescentes florestais restantes, e que a espécie tenha distribuição altamente restrita e queesta não foi novamente coletada, pode-se dizer que A. kayasimae está ""Criticamente em perigo"" (CR), podendo estar extinta na natureza."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20kayasimae	Mata Atlântica
3255	ORCHIDACEAE	Anneliesia russelliana	(Lindl.) Senghas & Lückel	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anneliesia russelliana é uma espécie epífita ocorrente em ambientes deMata Atlântica com registros nos estados de São Paulo, Espírito Santo e SantaCatarina possuindo uma extensão de ocorrência de 66.443km². Os registros da espécie se concentram em seis localidades. Noestado de São Paulo, o habitat da espécie tem um histórico de impactos oriundosdos pólos industriais, cujos danos alteraram a fisionomia e a diversidade dafloresta em uma sequência de eventos, primeiramente causando o desaparecimentodas plantas mais sensíveis aos poluentes, especialmente as epífitas, que forampraticamente dizimadas em grandes trechos da Reserva do Alto da Serra, onde aespécie ocorre (Lima, 2010). No Litoral norte paulista, a vegetação originalestá reduzida a um total de 8% (Barbosa et al., 2009). E no Espírito Santo, em SantaMaria do Jetibá, o turismo é uma ameaça ao ambiente. Devido ao fato de Anneliesia russelliana possuir umaextensão de ocorrência ampla e possuir mais de 5 situações de ameaça, asameaças iminentes ao habitat poderão levar a espécie a uma categoria de ameaça emum futuro próximo, sendo desta forma Quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20russelliana	Mata Atlântica
3256	ORCHIDACEAE	Aspasia lunata	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Aspasia lunata é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 200 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 251.707km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. lunata é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspasia%20lunata	Mata Atlântica
3257	ORCHIDACEAE	Aspidogyne commelinoides	(Barb.Rodr.) Garay	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Aspidogyne commelinoides é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui umaextensão de ocorrência de 276.336km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Aspidogyne commelinoides é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidogyne%20commelinoides	Mata Atlântica, Cerrado
3258	ORCHIDACEAE	Aspidogyne kuczynskii	(Porsch) Garay	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Aspidogyne kuczynskii é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrênciade 249.286km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Aspidogyne kuczynskii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidogyne%20kuczynskii	Mata Atlântica, Cerrado
3259	ORCHIDACEAE	Baptistonia cornigera	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Baptistonia cornigera é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados do Sudeste e Sul do Brasil.Possui uma extensão de ocorrência de 453.424km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nos estadosonde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiçãoampla. Desta forma, Baptistonia cornigera é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20cornigera	Mata Atlântica
3260	ORCHIDACEAE	Baptistonia cruciata	(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Baptistonia cruciata é uma espécieocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo entre 600 e 1200 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 245.187km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, Baptistonia cruciata é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, recomenda-se um maior esforço de coleta, estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20cruciata	Mata Atlântica
3261	ORCHIDACEAE	Baptistonia kautskyi	(Pabst) Chiron & V.P.Castro	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Baptistonia kautskyi é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, exclusivamente no Estado do Espírito Santo. É restrita a uma EOO de 1.082,72 km², a uma altitude com cerca de 1.400 m. Considerando a perda e degradação de habitats da Mata Atlântica no Espírito Santo, considerando ainda o potencial ornamental da espécie e sua distribuição extremamente restrita, B. kautskyi está ""Em perigo (EN)""."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20kautskyi	Mata Atlântica
3262	ORCHIDACEAE	Baptistonia lietzei	(Regel) Chiron & V.P.Castro	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Baptistonia lietzei tem ocorrência registrada para os estados da Região Sudeste eParaná e um registro para a Bahia, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica a 800 e 1100m de altitude.Possui uma extensão de ocorrência de 499.133km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma,?Baptistonia lietzei  é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20lietzei	Mata Atlântica
3263	ORCHIDACEAE	Baptistonia pubes	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Baptistonia pubes tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná , desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 447.876km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Baptistonia pubes é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20pubes	Mata Atlântica
3264	ORCHIDACEAE	Baptistonia sarcodes	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Baptistonia sarcodes é uma espécie epífita ocorrente em ambiente deMata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Possui umaextensão de ocorrência de 45.909km². Apesar depossuir distribuição ampla e ocorrer em algumas Áreas Protegidas, o habitat da espécie vem sendo degradado pela ação humana, além disso a espécie possui potencial ornamental. Desta forma, B. sarcodes é uma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais ede extração poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20sarcodes	Mata Atlântica
3265	ORCHIDACEAE	Baptistonia truncata	(Pabst) Chiron & V.P.Castro	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Baptistonia truncata é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica com registros para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. É restrita a uma EOO de somente 76,91 km², e as localidades em que a espécie é encontrada estão ameaçadas pela fragmentação dos ambientes naturais. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda de habitat, B. truncata está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20truncata	Mata Atlântica
3266	ORCHIDACEAE	Baptistonia venusta	(Drapiez) Chiron	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Baptistonia venusta tem ocorrência registrada para os estados da Região Sul e Sudeste, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 198.718km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Baptistonia venusta é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20venusta	Mata Atlântica
3267	ORCHIDACEAE	Barbosella dusenii	(A.Samp.) Schltr.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Barbosella dusenii é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.Possui uma extensão de ocorrência de 48.322km². A espécie ocorre em áreas de grandeinterferência antrópica que ameaça seu habitat, além disso, a espécie é visada pelo seu valor ornamental. Apesar de Barbosella dusenii possuir uma extensão de ocorrência ampla, ocorrer em áreas protegidas e em diferentes tipos vegetacionais, as ameaças iminentes ao habitat e o risco de coleta indiscriminada, poderãolevar a espécie a uma categoria de ameaça em um futuro próximo, sendo destaforma Quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-se um maior esforço de coleta,estudos populacionais e de extração.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20dusenii	Mata Atlântica
3268	ORCHIDACEAE	Barbosella spiritusanctensis	(Pabst) F.Barros & Toscano	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Barbosella spiritusanctensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlânticarestrita ao estado do Espírito Santo. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20spiritusanctensis	Mata Atlântica
3269	ORCHIDACEAE	Barbosella trilobata	Pabst	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Barbosella trilobata é um espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, com registros para o Estado do Paraná e Rio de Janeiro, com uma AOO de 12 km². Os registros da espécie se concentram em duas diferentes situações de ameaça, suas subpopulações estão sob severa fragmentação, devido ao desenvolvimento agropecuário e intenso crescimento urbano nessas regiões.Além disso, a espécie encontra-se no anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Considerando que a espécie esteja sujeita a duas diferentes situações de ameaça, as quais decorrem do declínio de habitat, a sua restrita AOO e a pressão de coleta, B. trilobata encontra-se ""Em perigo"" (EN). Entretanto, recomendam-se maior esforço de coleta e estudos populacionais."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20trilobata	Mata Atlântica
3270	ORCHIDACEAE	Bifrenaria aureofulva	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria aureofulva é uma espécie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica nosestados da Bahia, e Sul e Sudeste do Brasil entre 300 e 1700 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 508.886km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em váriasÁreas de Preservação nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos vegetais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria aureofulva é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20aureofulva	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3271	ORCHIDACEAE	Bifrenaria calcarata	Barb.Rodr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria calcarata é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados da Bahia, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais entre 500 e 1500m de altitude.Possui uma extensão de ocorrência de 80.864km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nos estadosonde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiçãoampla. Desta forma, Bifrenaria calcarata é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20calcarata	Mata Atlântica
3272	ORCHIDACEAE	Bifrenaria harrisoniae	(Hook.) Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria harrisoniae é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nosestados do Sul e Sudeste do Brasil entre 750 e 1800 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 373.730km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em várias Áreas de Preservação nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, ?Bifrenaria harrisoniae é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20harrisoniae	Mata Atlântica
3273	ORCHIDACEAE	Bifrenaria inodora	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria inodora é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado nos estados da Bahia e do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 662.113km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas de Preservação nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Bifrenaria inodora é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20inodora	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3274	ORCHIDACEAE	Bifrenaria leucorrhoda	Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria leucorrhoda é uma espécieepífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a 500e 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 68.113km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria leucorrhoda éuma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20leucorrhoda	Mata Atlântica
3275	ORCHIDACEAE	Bifrenaria racemosa	(Hook.) Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria racemosa é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Paraná a 300 e 1000 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 101.009km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria racemosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, recomenda-se um maior esforço de coleta,estudos populacionais e de extração.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20racemosa	Mata Atlântica
3276	ORCHIDACEAE	Bifrenaria silvana	V.P.Castro	CR	A3cd,B2ab(ii,iii,iv,v),C2a(i,ii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Bifrenaria silvana é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica exclusiva do Estado da Bahia. É restrita auma EOO de 262,47 km² e uma AOO de 4 km², entre 500 e 700 m de altitude. A espécie é conhecida somente de sua localidade-tipo, região que sofreu uma redução vegetacional de 88% ao longo dos últimos anos, além disso a espécie sofre pressão de coleta pelo seu valor ornamentale no mercado de colecionadores de plantas. Diante do exposto, suspeita-se que haja somente 50 indivíduos na maior subpopulação e uma possível redução populacional de 80% dos indivíduos maduros nos próximos 10 anos, devido ao declínio intenso da qualidade do habitat e à continuação da coleta indiscriminada. Dessa forma, B. silvana está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20silvana	Mata Atlântica
3277	ORCHIDACEAE	Bifrenaria tetragona	(Lindl.) Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria tetragona é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde Mata Atlântica nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a 500 e 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 132.015 m². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria tetragona é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20tetragona	Mata Atlântica
3278	ORCHIDACEAE	Bifrenaria tyrianthina	(Lodd.) Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bifrenaria tyrianthia é uma espécie rupícola ocorrente em ambientesde Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica nos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a 100 e 1300 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 151.289km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria tyrianthia é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, recomenda-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20tyrianthina	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
3279	ORCHIDACEAE	Bifrenaria wittigii	(Rchb.f.) Hoehne	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Bifrenaria wittigii é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, exclusivamente nos Estados do EspíritoSanto e Rio de Janeiro, entre 800 e 1.200 m de altitude. A espécie tem distribuição restrita, com uma EOO de 543,66 m². A região onde B. wittigii ocorre sofre com a fragmentação: no município de Domingos Martins (ES), restam somente cerca de 20% de remanescentes de Mata Atlântica em seu território. O restante é formado principalmente por plantações de café, culturas temporárias (milho, feijão, morango, etc.) e pelo plantio de pinheiros e eucaliptos. Considerando que a espécie esteja sujeita a somente duas situações de ameaça, considerando ainda a fragmentação de seu hábitat e sua ocorrência extremamente restrita, B.wittigii está ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20wittigii	Mata Atlântica
3280	ORCHIDACEAE	Bipinnula biplumata	(L.f.) Rchb.f.	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Bipinnula biplumata é uma espécie ocorrente em Formações Campestres nos Estados do Paraná eRio Grande do Sul. É restrita a uma EOO de 281 km² e uma AOO de 4 km². A única localidade em que se tem registro da espécie está extremamente ameaçada pela fragmentação, tendo sofrido uma perda vegetacional de 90,8%. Devido à sua distribuição muito restrita e à perda de habitat, B. biplumata está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bipinnula%20biplumata	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3281	ORCHIDACEAE	Bipinnula montana	Arechav.	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bipinnula montana é uma espécie ocorrente em formações campestres nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bipinnula%20montana	Pampa (Campos Sulinos)
3282	ORCHIDACEAE	Brachionidium restrepioides	(Hoehne) Pabst	VU	B1(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Brachionidium restrepioides é uma espécie epífita ocorrente em ambientes florestais de Mata Atlântica, com registros para os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro e também com observações nos Estados do Paraná e Minas Gerais. Tem uma EOO de 11.974,8 km², e o ambiente onde a espécie ocorre sofreu uma drástica redução com a degradação, e sua EOO mostra que a espécie tem distribuição restrita. Pode-se dizer, então, que B. restrepioides é uma espécie ""Vulnerável"" (VU), porém recomenda-se um maior esforço de coleta futuro, o que poderá confirmar sua ocorrência em outros Estados e levá-la a uma nova avaliação."	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachionidium%20restrepioides	Mata Atlântica
3283	ORCHIDACEAE	Brachystele camporum	(Lindl.) Schltr.	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Brachystele camporum é uma espécie ocorrente em áreas campestres de Mata Atlântica, com registros para os Estados do Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Apesar de ter uma EOO ampla (81.667,02 km²), a espécie está sujeita a três situações de ameaça, onde a retirada da cobertura vegetal para a agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana são ameaças constantes para o ambiente onde a espécie se desenvolve. A espécie foi categorizada como""Vulnerável"" (VU). Recomendam-se mais estudos populacionais e maior esforço de coleta para espécie, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente."	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachystele%20camporum	Mata Atlântica
3284	ORCHIDACEAE	Brasilidium concolor	(Hook.) F.Barros &  V.T.Rodrigues	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasilidium concolor é uma espécie epífita ocorrente emambientes de Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui umaextensão de ocorrência de 322.989km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium concolor é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20concolor	Mata Atlântica
3285	ORCHIDACEAE	Brasilidium crispum	(Lodd.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasilidium crispum é uma espécie epífita ocorrente emambientes de Mata Atlântica nos estados do Sudeste e no Paraná a 800 e 1400 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 204.167km². É considerada comum na Serra dos Órgão onde ocorre em florestas originais e em regeneração. Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Brasilidium crispum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20crispum	Mata Atlântica
3286	ORCHIDACEAE	Brasilidium gardneri	(Lindl.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasilidium gardneri tem ocorrência registrada para os estados da Região Sudeste e Paraná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica a 200 e 1000m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 257.846km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas degrande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium gardneri é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20gardneri	Mata Atlântica
3287	ORCHIDACEAE	Brasilidium gravesianum	(Rolfe) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasilidium gravesianum tem ocorrência registradapara os estados da Região Sudeste e Sul, além da Paraíba e Pernambuco, desenvolve-se em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica. Possui uma extensão de ocorrência de 606.930km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium gravesianum é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20gravesianum	Cerrado, Mata Atlântica
3288	ORCHIDACEAE	Brasilidium marshallianum	(Rchb.f.) Campacci	CR	A3d,B2ab(ii,iii,iv,v),C2a(i)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Brasilidium marshallianum é uma espécie de Mata Atlântica restrita aos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, ocorrendo entre 900 e 1.500 m de altitude. Seu registro de ocorrência é restrito, com 273,87 km² de EOO e 4 km² de AOO. Sua exuberância garante à espécie um alto valor ornamental, sendo intensamente coletada por colecionadores em sua época de floração. Em função desse fato, suspeita-se que haja somente 50 indivíduos na maior subpopulação, e que ocorrerá uma redução populacional de 80% dos indivíduos maduros nos próximos 10 anos, caso a pressão intensiva de coleta não cesse. Diante do exposto, B. marshallianum está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20marshallianum	Mata Atlântica
3289	ORCHIDACEAE	Brasilidium pectorale	(Lindl.) Campacci	CR	B2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Brasilidium pectorale é uma espécie de Mata Atlântica com ocorrência confirmada para o Estado deSão Paulo, mas possivelmente presente nos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. Seu registro de ocorrência é restrito, com 273,34 km² de EOO e 4 km² de AOO. A localidade em que a espécie é encontrada está extremamente ameaçada pela fragmentação: no município de Atibaia (SP), restam somente 9% dos remanescentes florestais totais. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à intensa perda de habitat histórica em sua região de ocorrência, B. pectorale está ""Criticamente emperigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20pectorale	Mata Atlântica
3290	ORCHIDACEAE	Brasilidium praetextum	(Rchb.f.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasilidium praetextum tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de407.421km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium praetextum é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20praetextum	Mata Atlântica
3291	ORCHIDACEAE	Brasiliorchis consanguinea	(Klotzsch) R.B.Singer et al.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasiliorchis consanguinea é uma espécie ocorrente em ambiente deMata Atlântica nos estados do Sudeste do Brasil a 1000 e 1200m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 43.871km². Apesar depossuir distribuição ampla, o habitat da espécie vem sofrendo com a degradação, além disso, a espéciepossui potencial ornamental. Desta forma, Brasiliorchis consanguinea  é uma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais ede extração poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20consanguinea	Mata Atlântica
3292	ORCHIDACEAE	Brasiliorchis phoenicanthera	(Barb.Rodr.) R.B.Singer et al.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Brasiliorchis phoenicanthera tem ocorrência registrada para os estados da Região Sudeste eParaná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica a 200 e 1200m de altitude.Possui uma extensão de ocorrência de 192.386km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasiliorchis phoenicanthera é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20phoenicanthera	Mata Atlântica
3293	ORCHIDACEAE	Brasiliorchis schunkeana	(Campacci & Kautsky) R.B.Singer et al.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Brasiliorchis schunkeana é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, exclusiva do Estado do Espírito Santo. Suas subpopulações ocorrem entre 500 e 800 m de altitude. É restrita a uma AOO de 12 km². Considerando que na região em que a espécie ocorre existam cerca de somente 20% de remanescentes florestais totais, e que dessa forma a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça e considerando ainda a sua raridade e sua distribuição extremamente restrita, B. schunkeana está ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20schunkeana	Mata Atlântica
3294	ORCHIDACEAE	Brassia arachnoidea	Barb.Rodr.	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Brassia arachnoidea é uma espécie ocorrente em ambientes associados à Amazônia e à Mata Atlântica,segundo literatura especializada pode ser encontrada nos Estados de Roraima, Amazonas, Acre e Espírito Santo. Entretanto, a espécie tem registros de coleta somente para os Estados da Bahia e do Espírito Santo. B. arachnoidea tem valor ornamental, está no Anexo II da CITES e é facilmente encontrada em orquidários para venda, sendo essa uma de suas maiores ameaças. Alguns de seus registros estão dentro de unidades de conservação e os demais fora de áreas protegidas, deixando-a propensa à exploração indiscriminada. Dessa forma, considera-se que a espécie se encontre sujeita a duas situações de ameaça e conclui-se que B. arachnoidea esteja ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, a grande disjunção de distribuição da espécie nos Estados brasileiros e a falta de registros de coleta paraos Estados amazônicos sugerem baixo esforço de coleta, recomendam-se, portanto, mais estudos de distribuição, populacionais e de exploração, que poderão levá-la futuramente a uma nova categorização."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brassia%20arachnoidea	Amazônia, Mata Atlântica
3295	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum arianeae	Fraga & E.C.Smidt	CR	B2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Bulbophyllum arianeae é uma espécie epífita com uma única coleta no Estado do Espírito Santo, a cerca de 600 m de altitude. Sua distribuição é restrita com somente 269,33 km² de EOO e 4 km² de AOO. A região onde a espécie ocorre tem menos de 8% da vegetação remanescente natural, estando suas subpopulações severamente fragmentadas. Devido à sua distribuição bastante restrita e à severa perda de habitat verificada na região, B. arianeae está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20arianeae	Mata Atlântica
3296	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum boudetianum	Fraga	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	B. boudetianum ?é umaespécie ocorrente na Mata Atlântica, exclusivamente no estado do Espírito Santo, a cerca de 300 m de altitude. A espécie possui distribuição restrita, com EOO de 1.301,7 km². A região onde B. boudetianum ocorre sofre com a fragmentação: segundo dados da SOS Mata Atlântica (2009), os municípios de ocorrência possuem menos de 10% de vegetação remanescente. Considerando que a espécie possua quatro situações de ameaça, considerando ainda a fragmentação de seu habitat e sua ocorrência extremamente restrita, B. boudetianum está Em Perigo (EN), com um risco muitoalto de extinção na natureza.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20boudetianum	Mata Atlântica
3297	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum campos-portoi	Brade	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum campos-portoi é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados do Sudeste do Brasil entre 600 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 52.482km². Éconsiderada comum na Serra dos Órgãos, RJ, e ocorre em Unidades de Conservação. A espécie é abundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta. Desta forma, Bulbophyllum campos-portoi é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20campos-portoi	Mata Atlântica
3298	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum cantagallense	(Barb.Rodr.) Cogn.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum cantagallense é uma espécie epífita ocorrente em ambientesde Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro a 400 e 850 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 112.297km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, a espécie habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bulbophyllum cantagallense é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20cantagallense	Mata Atlântica
3299	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum chloroglossum	Rchb.f. & Warm.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum chloroglossum é uma espécie ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estadosde Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná entre 450 e 1300 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 423.360km². A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum chloroglossum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, a perda de habitat poderá ser uma ameaça direta futuramente.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20chloroglossum	Cerrado, Mata Atlântica
3300	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum exaltatum	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum exaltatum éuma espécie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina e Roraima. Possui uma extensão de ocorrênciade 2.800.921km². É considerada comum no Parque Estadual do Ibitipoca , MG, e está bem representada em outras Unidades de Conservação. A espécie ocorre em diferentes ambientes vegetacionais, é abundante, de ampla distribuição eaparentemente não sofre pressão de coleta. Desta forma, Bulbophyllum exaltatum é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20exaltatum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3301	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum gladiatum	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum gladiatum é uma espécie epífita ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estados da Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná entre 600 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 770.549 Km². A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum gladiatum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, a perda de habitat poderá ser uma ameaça direta futuramente.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20gladiatum	Cerrado, Mata Atlântica
3302	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum kautskyi	Toscano	VU	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Bulbophyllum kautskyi é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados daBahia e Espírito Santo, entre 400 e 700 m de altitude. A espécie tem uma EOO de 17.079,66 km² e ocorre em somente duas localidades que são bem coletadas, confirmando sua raridade. Os Estados de distribuição da espécie possuem vegetação severamente fragmentada: na Bahia, por exemplo, restam intactos somente 0,4% da vegetação original, e o corredor Bahia-Espírito Santo sofre com o corte madeireiro e desenvolvimento da agropecuária. Diante do exposto, pode-se dizer que B. kautskyiesteja ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20kautskyi	Mata Atlântica
3303	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum plumosum	(Barb.Rodr.) Cogn.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum plumosum é uma espécie amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo em Cerrado, Mata Atlântica e no Semi-árido como rupícula em ambiente de campo rupestre ou com oepífit em matas de galeria em altitudes que variam de 600 e 1100 m. Possui uma extensão de ocorrência de 770.184 km² e ocorre em diversas Áreas Protegidas. A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum plumosum é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20plumosum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3304	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum tripetalum	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum tripetalum é uma espécie ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná entre 500 e 1300 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 369.894km² e ocorre em Áreas Protegidas. A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum tripetalum é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20tripetalum	Mata Atlântica, Cerrado
3305	ORCHIDACEAE	Bulbophyllum weddellii	(Lindl.) Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bulbophyllum weddellii é uma espécie rupícola ocorrente em área de Mata Atlântica no estado do Espírito Santo e de Cerrado desde o estado de Minas Gerais até a região central do estado da Bahia entre 900 e 2000 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 331.911km² e ocorre em Áreas Protegidas. A espécie éabundante e de ampla distribuição.Desta forma, Bulbophyllum weddellii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, a coleta indiscriminada da espécie por colecionadores pode ser uma ameaça a sua população, maiores estudos sobre essas ações são necessários para que a espécie possa ser reavaliada futuramente.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20weddellii	Cerrado, Mata Atlântica
3306	ORCHIDACEAE	Camaridium micranthum	M.A.Blanco	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Camaridium micranthum é uma espécie ocorrente em ambientesda Amazônia e Mata Atlântica nos estados de Roraima, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a cerca de 550 m dealtitude. A espécie é abundante, de ampla distribuição, se desenvolve em diversos ambientes florestais e ocorre em várias Unidades de Conservação. Desta forma, Camaridium micranthum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, a coleta indiscriminada da espécie pode ser uma ameaça a sua população, estudos sobre essas ações são necessários para que futuramente possam direcionar uma nova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camaridium%20micranthum	Amazônia, Mata Atlântica
3307	ORCHIDACEAE	Campylocentrum crassirhizum	Hoehne	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Campylocentrum crassirhizum é uma espécie epífita ocorrente em ambientesde Caatinga e Mata Atlântica nos estados da Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Possui uma extensão de ocorrênciade 860.981km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Campylocentrum crassirhizum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se maiores estudos populacionais e de extração.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20crassirhizum	Caatinga, Mata Atlântica
3308	ORCHIDACEAE	Campylocentrum densiflorum	Cogn.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Campylocentrum densiflorum é uma espécie ocorrente em ambientesde Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrênciade 152.400km². A espécie habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma,Campylocentrum densiflorum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20densiflorum	Mata Atlântica
3309	ORCHIDACEAE	Campylocentrum neglectum	(Rchb.f. & Warm.) Cogn.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Campylocentrum neglectum é uma espécie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nos estados do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul.Possui uma extensão de ocorrência de 1.387.897km². É considerada comum no Distrito Federal, DF, e ocorre é bem representada em Áreas Protegidas. A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Campylocentrum neglectum é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20neglectum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3310	ORCHIDACEAE	Campylocentrum parahybunense	(Barb.Rodr.) Rolfe	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Campylocentrum parahybunense é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.Possui uma extensão de ocorrência de 894.120km². A espécie está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla.Desta forma, ?Campylocentrum parahybunense é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20parahybunense	Mata Atlântica
3311	ORCHIDACEAE	Campylocentrum pernambucense	Hoehne	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Campylocentrum pernambucense é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, com registros para osEstados de Alagoas e Pernambuco, entre 700 e 800 m de altitude. A espécie tem distribuição restrita, com uma EOO de 511,84 km². A região onde ocorre sofre com a fragmentação. No município de Caruaru (PE), a localidade do Brejo dos Cavalos vem sofrendo ao longo dos anos grande pressão antrópica, caracterizada, sobretudo, pela substituição gradativa da mata, através da expansãoda agricultura e pela exploração de argila com desmonte de morros periféricos. Considerando que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça, considerando ainda a fragmentação de seu habitat e sua ocorrência extremamente restrita, C. pernambucense está ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20pernambucense	Mata Atlântica
3312	ORCHIDACEAE	Capanemia adelaidae	Brade	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Capanemia adelaidae é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de ?Mata Atlântica, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro em altitudes entre 633 e 1.736m. Possui extensão de ocorrência de 134.059km². A espécie tem sido pouco coletada, possivelmente por sua pequena dimensão e, quando estéril, por ser de difícil visualização entre líquens e musgos (Buzatto et al., 2010). Apesar de a espécie ocorrer em áreas degrande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Capanemia adelaidae é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20adelaidae	Mata Atlântica
3313	ORCHIDACEAE	Capanemia fluminensis	Pabst	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Capanemia fluminensis éuma espécie ocorrente na Mata Atlântica restrita ao estado do Rio de Janeiro. As inconsistências taxonômicas e a falta de informações sobre sua distribuição, biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20fluminensis	Mata Atlântica
3314	ORCHIDACEAE	Capanemia gehrtii	Hoehne	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Capanemia gehrtii é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde  ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a 25m e 1489m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade447.943km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Capanemia gehrtii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.?	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20gehrtii	Mata Atlântica, Cerrado
3315	ORCHIDACEAE	Capanemia micromera	Barb.Rodr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Capanemia micromera ?tem ocorrência registrada paraos estados da Região Sudeste e Sul do Brasil, desenvolve-se em ambientes de MataAtlântica de 10 a 1389m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 614.813km². Apesar de a espécie ocorrer emáreas de grande interferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre, habita diferentes tipos florestais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Capanemia micromera é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20micromera	Mata Atlântica
3316	ORCHIDACEAE	Capanemia superflua	(Rchb.f.) Garay	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Capanemia superflua tem ocorrência em ambientes de Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie está amplamente distribuídacom uma extensão de ocorrência de 465.539km². A espécie está entre as mais comuns no estrato epifítico do Parque Estadual Fritz Plaumann, Concórdia-SC , além disso, ocorre em outras ÁreasProtegidas e apresenta grandeplasticidade ecológica, podendo ocorrer em diferentes ambientes florestais. Desta forma, Capanemia superflua é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20superflua	Mata Atlântica
3317	ORCHIDACEAE	Capanemia thereziae	Barb.Rodr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Capanemia thereziae é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 600 e 1260 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 975.556km². Ocorre em várias Áreas de Preservação nos estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Capanemia thereziae é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20thereziae	Cerrado, Mata Atlântica
3318	ORCHIDACEAE	Catasetum atratum	Lindl.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Catasetum atratum é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão deocorrência de 82.185km². Apesar de Catasetum atratum possuiruma extensão de ocorrência ampla, ocorrer em áreas protegidas e emdiferentes tipos vegetacionais, as ameaças decorrentes do riscode coleta indiscriminada devido ao seu valor medicinal, poderão levar a espécie a uma categoria de ameaça emum futuro próximo, sendo desta forma Quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20atratum	Mata Atlântica, Cerrado
3319	ORCHIDACEAE	Catasetum cernuum	(Lindl.) Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Catasetum cernuum é uma espécie ocorrente no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 300 e 1200 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 347.124 km². É considerada comumna Serra do Japi, SP, e ocorre em várias Áreas de Preservação nos estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, C. cernuum é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20cernuum	Cerrado, Mata Atlântica
3320	ORCHIDACEAE	Catasetum fimbriatum	(C.Morren) Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Catasetum fimbriatum tem ocorrência em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados do Pará, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 600 e 1000m de altitude. A espécieestá amplamente distribuída com uma extensão de ocorrência de 1.669.952km². A espécie ocorre em ÁreasProtegidas, possui algumas ações de conservação, e apresenta grandeplasticidade ecológica ocorrendo em diferentes tipos vegetacionais. Desta forma, ?Catasetum fimbriatum é umaespécie Menos preocupante (LC).	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20fimbriatum	Cerrado, Mata Atlântica
3321	ORCHIDACEAE	Catasetum mattosianum	Bicalho	EN	B1ab(i,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Catasetum mattosianum é endêmica do Brasil, com distribuição restrita a Mata Atlântica, nos Estadosda Bahia e Espírito Santo. Tem EOO de 2.069,78 km² e AOO de 12 km². Além disso, a espécie está restrita a três situações de ameaça distintas e apresenta estrutura populacional severamente fragmentada. Sua região de ocorrência sofreu significativas perdas da cobertura vegetal original devido à agricultura intensiva, especialmente a silvicultura. Diversas ameaças decorrentes de atividades humanas colocam a espécie em risco. Assim, C. mattosianum foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20mattosianum	Mata Atlântica
3322	ORCHIDACEAE	Catasetum purum	Nees & Sinnings	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Catasetum purum tem ocorrência registrada nos estados do Espírito Santo a Pernambuco, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 233.092km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, ?Catasetum purum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20purum	Mata Atlântica
3323	ORCHIDACEAE	Catasetum uncatum	Rolfe	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Catasetum uncatum éuma espécie epífita ocorrente em ambiente de Mata Atlântica nos estadosdo Pernambuco, Alagoas e Bahia a 600 e 1000m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 83.317km². Apesar de possuir distribuição amplae ocorrer em algumas Áreas Protegidas, a espécie sofre com perda de habitat e coleta predatória.Desta forma, Catasetum uncatum éuma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais e de extraçãopoderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20uncatum	Mata Atlântica
3324	ORCHIDACEAE	Cattleya aclandiae	Lindl.	VU	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya aclandiae é uma espécie epífita ocorrente na Caatinga, exclusivamente no Estado da Bahia.Tem uma EOO de 19.668,36 km². Apresenta como maior ameaça seu alto valor ornamental. Devido à sua distribuição restrita e ao risco iminente de coletas indiscriminadas, a espécie é ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, mais estudos populacionais e relacionados a sua extração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação."	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20aclandiae	Caatinga
3325	ORCHIDACEAE	Cattleya amethystoglossa	Linden & Rchb.f.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cattleya amethystoglossa é uma espécie epífita ocorrente em ambiente deMata Atlântica e Caatinga exclusivamente no estado da Bahia a 600m e 1200m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 81.139km². Apesar depossuir distribuição ampla e algumas ações de conservação, a espéciepossui potencial ornamental e aparentemente não ocorre em áreas protegidas. Desta forma, Cattleya amethystoglossa é uma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais ede extração poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20amethystoglossa	Mata Atlântica
3326	ORCHIDACEAE	Cattleya bicolor	Lindl.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Cattleya bicolor não é endêmica do Brasil. Em território nacional é uma espécie que ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Possui ampla extensão de ocorrência de 203.837 km². A espécie possui um histórico de ameaças às suas subpopulações. Os distúrbios de origem antrópica vem causando fragmentação a seu habitat, há mais de 90 anos em alguns locais e atualmente suas subpopulações estão restritas a locais inacessíveis ou inexplorados. Outro fator é a dinâmica natural da vegetação, principalmente a retração de áreas de campo limpo inundável e campo limpo estacionalmente úmido e sua substituição por capoeiras, o resultado é que as espécies desta família que normalmente ocorrem no campo inundável tendem a desaparecer. Além destas ameaças, a coleta predatória vem ocorrendo há décadas e tem contribuído significativamente para a redução de sua população devido seu alto valor ornamental. Caso as ameaças ao habitat e a coleta indiscriminada nãocessem, a espécie poderá, em um futuro próximo, se tornar ameaçada de extinção. Diante do exposto, Cattleya bicolor foi avaliada como Quase Ameaçada	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20bicolor	Cerrado, Mata Atlântica
3327	ORCHIDACEAE	Cattleya dormaniana	Rchb.f.	EN	B1ab(i,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya dormaniana é uma espécie exclusiva da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, encontrada somente na Serra dos Órgãos. Tem uma EOO de 547,18 km², com registros efetuados entre 700 e 900 m de altitude. A espécie é restrita a um tipo muito específico de habitat: florestas originais de arbustos em declives de escarpas e luminosidade mosqueada, usualmente sobreClusia ornagensis. Tem valor ornamental, mas sua coleta é dificultada pelo difícil acesso às subpopulações. Dessa forma, em função de sua distribuição ser muito restrita e à possível pressão de coleta, C. dormaniana está ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20dormaniana	Mata Atlântica
3328	ORCHIDACEAE	Cattleya granulosa	Lindl.	VU	A3cd	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya granulosa tem registros de ocorrência nos Estados da Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte,porém há indicações de sua existência também em Pernambuco, Alagoas e Espírito Santo. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorânea, em áreas de Restinga. A espécie tem como ameaças a fragmentação do habitat onde ocorre, ocasionada principalmente pelo desenvolvimento imobiliário, e pressão de coleta predatória, pelo seu valor ornamental. Encontra-se no Anexo II da CITES, alguns projetos de reintrodução estão sendo desenvolvidos. Devido às ameaças incidentes sobre a espécie, suspeita-se que haja uma redução populacional de 30% dos indivíduos maduros nos próximos 30 anos, caso a diminuição do habitat e a coleta intensiva não cessem. Diante do exposto, C. granulosa está ""Vulnerável"" (VU)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20granulosa	Mata Atlântica
3329	ORCHIDACEAE	Cattleya guttata	Lindl.	VU	A4cd	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya guttata é uma espécie que ocorre em Mata Atlântica, nos Estados da Bahia, Goiás, MatoGrosso, Mato Grosso do Sul e Estados do Sul e Sudeste do país. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorânea em áreas de Restinga. A espécie tem como ameaças a fragmentação do habitat onde ocorre, e a pressão de coleta predatória pelo seu valor ornamental, o que tem levado a uma redução populacional, a espécie encontra-se no Anexo II da CITES. Diante do expostoe de acordo com os estudos apontados, suspeita-se que a espécie tenha sofrido nos últimos 50 anos uma redução de 30% de sua população total e caso não haja ações efetivas de proteção à espécie que cessem sua diminuição, essa poderá perder mais 30% de sua população nos próximos 50 anos. Diante do exposto, C. guttata está ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20guttata	Mata Atlântica
3330	ORCHIDACEAE	Cattleya harrisoniana	Batem. ex Lindl.	VU	A4cd	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya harrisoniana é uma epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do EspíritoSanto, São Paulo e Rio de Janeiro e Minas Gerais. Cresce sobre árvores retorcidas em áreas saturadas de água, e bem abafadas, sob alta luminosidade e moderado movimento de ar. A espécie tem valor ornamental e é coletada indiscriminadamente para venda, o que acarretou em diminuição drástica de algumas subpopulações. Além disso, o seu habitat tem sido degradado para o desenvolvimentode atividades agriculturais. Dessa forma, suspeita-se que houve uma diminuição de 30% na população total em um período de 30 anos, e que se não houver fiscalização e ações de conservação que cessem a pressão sobre a espécie, sua população poderá sofrer uma redução de mais 30% nos próximos 30 anos. Assim, C. harrisoniana está ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20harrisoniana	Mata Atlântica
3331	ORCHIDACEAE	Cattleya intermedia	Grah.	VU	A4cde	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya intermedia é uma espécie distribuída nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil em ambientes de Mata Atlântica. Tem alto valor ornamental, o que a tem levado à pressão de coleta para fins lucrativos desde a década de 1940. Além disso, tem distribuição dentro de uma das áreas mais desenvolvidas economicamente do Brasil e, dessa forma, a perda e fragmentação de habitat são ameaças à sua população. Estudos genéticos indicaram que a hibridização da espécie também tem sido uma ameaça, alterando drasticamente o fluxo gênico entre subpopulações. A espécie tem algumas ações de conservação regionais como estudos de cultivo ex situ, e preservação e reintrodução in situ. Apesar disso, suspeita-se que já tenha sofrido uma redução de 30% de sua população nos últimos 50 anos devido à coleta indiscriminada, e caso não haja ações de monitoramento, proteção e conservação da espécie em nível nacional, esta poderá sofrer um declínio de mais 30% de sua população nos próximos 50 anos. Dessa forma, C. intermedia encontra-se ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20intermedia	Mata Atlântica
3332	ORCHIDACEAE	Cattleya labiata	Lindl.	VU	A2cd+3cd	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cattleya labiata é uma espécie de ocorrência em Caatinga e Mata Atlântica, nos Estados do Ceará,Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Espírito Santo e Rio de Janeiro, em altitudes entre 500 e 1.000 m. A espécie foi introduzida na floricultura há quase 200 anos, e desde então tem sido umas das espécies mais visadas para cultivo, sendo muito explorada para fins comerciais, a espécie tem quase 12.000 híbridos, sendo essa uma grande ameaça às populações naturais. Além disso, o habitat onde C. labiata ocorre tem um histórico de devastação, e observou-se que alguns relictos onde a espécie ocorre têm sofrido severa redução nas últimas décadas. A Caatinga brasileira vem sendo devastada para a extração de madeira que alimenta as carvoarias. Diante do exposto, suspeita-se que a espécie tenha sofrido uma redução populacional de 30% nos últimos dez anos e caso as ameaças incidentes não cessem, a população pode vir a sofrer uma redução de mesmo valor nos próximos dez anos. A espécie, por isso, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20labiata	Mata Atlântica
3333	ORCHIDACEAE	Cattleya nobilior	Rchb.f.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cattleya nobilior é uma espécieocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados do Pará, Tocantins, Rondônia, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. Possui uma extensão deocorrência de 534.792km². Aespécie ocorre em áreas de grande interferência antrópica que ameaça seuhabitat, e é muito suscetível a modificações ambientais, além disso, é visada pelo seu valor ornamental. Apesarde ?Cattleya nobilior possuiruma extensão de ocorrência ampla e ocorrer emdiferentes tipos vegetacionais, as ameaças iminentes ao habitat e o riscode coleta indiscriminada, poderão levar a espécie a uma categoria de ameaça emum futuro próximo, sendo desta forma quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.	2012-07-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20nobilior	Cerrado
3334	ORCHIDACEAE	Cattleya porphyroglossa	Linden & Rchb.f.	CR	A2cd	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya porphyroglossa é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica com registros nos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina e, de acordo com o orquidófilo Wladyslaw Zaslawski, em Minas Gerais. Das três localidades onde pode ser encontrada, duas não têm coletas há mais de 60 anos, segundo dados do especialista, a maior subpopulação conhecida dessa espéciesituava-se no município de Nova Era (MG), principalmente sobre as grandes populações de Vellozia sp. que recobriam os afloramentos graníticos da região do Rio das Velhas. Após anos de coletas indiscriminadas, os dados disponíveis sugerem uma redução populacional severa no número de indivíduos de C. porphyroglossa, com remanescentes populacionais somente em áreas de difícil acesso.Diante dos dados apresentados, considerando-se a distribuição restrita, reduzida quantidade de subpopulações e intensa pressão de coleta, e ainda suspeitando-se uma redução populacional de 80% nos últimos 20 anos, pode-se dizer que C. porphyroglossa encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR). Recomendam-se maior esforço de coleta e estudos populacionais e relacionados à extração, que poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação."	2012-07-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20porphyroglossa	Mata Atlântica
3335	ORCHIDACEAE	Cattleya schilleriana	Rchb.f.	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	C. schilleriana é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica nos estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Possui AOO menor que 500 km². A espécie se desenvolve em matas de galeria e de encosta, e possui alto valor ornamental. Está presente no apêndice II da Cites, que indica pressão de coleta e valor no mercado de plantas ornamentais. Além disso, o habitat onde se desenvolve está severamente fragmentado: os municípios onde ocorre no estado do Bahia possuem menos de 90% de remanescentes florestais e nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro a situação é similar. Desta forma, suspeita-se que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaça distintas. Diante do exposto, ?C. schilleriana está Em Perigo (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza devido à coleta indiscriminada e ao declínio de seu habitat.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20schilleriana	Mata Atlântica
3336	ORCHIDACEAE	Cattleya schofieldiana	Rchb.f.	CR	B2ab(ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya schofieldiana é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica no Rio de Janeiro e EspíritoSanto, com uma AOO menor que 10 km². No Parque Nacional de Itatiaia (RJ), a espécie foi coletada apenas uma vez há quase 95 anos, na região de Benfica, a cerca de 600 m de altitude. Em função da coleta predatória, do elevado valor ornamental e da distribuição restrita e distúrbios locais, C. schofieldiana é considerada provavelmente extinta nessa área. O único local com registro atualda espécie é em Santa Leopoldina (ES), onde restam 73% dos remanescentes florestais originais. Diante do exposto, C. schofieldiana está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-07-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20schofieldiana	Mata Atlântica
3337	ORCHIDACEAE	Cattleya tenuis	Campacci & Vedovello	EN	A3c,C2a(ii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya tenuis é uma espécie terrícola, rupícola ou epífita, ocorrente em ambientes de Caatinga. Foiregistrada até o momento somente no Estado da Bahia. A espécie se desenvolve em Campo Rupestre e em formações de Carrasco, indicando grande especificidade de habitat, além disso, apresenta baixa produtividade natural de frutos e é autocompatível, apresentando depressãogenética por endogamia e baixa viabilidade de sementes quando autopolinizadas, em comparação à polinização cruzada. Possui valor ornamental e sofre com coletas indiscriminadas, sendo esse um risco à sua população, formada majoritariamente por pequenas subpopulações que não têm mais de 250 indivíduos cada. Estudos revelaram que uma dessas subpopulações já se extinguiu no Morro do Chapéu. Diante dessas informações, suspeita-se que a espécie possa apresentar uma redução de 50% de sua população nos próximos 20 anos, caso as ameaças não cessem. C. tenuis encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20tenuis	Cerrado
3338	ORCHIDACEAE	Cattleya tigrina	A.Rich.	VU	A3cd	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya velutina é uma epífita conhecida nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo eBahia. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas. É muito visada por colecionadores e orquidófilos pelo seu valor ornamental, o que tem posto a espécie em sérios riscos. Apesar de recentes esforços de coleta, subpopulações conhecidas não estão mais sendo encontradas no campo, o que vem sendo atribuído à intensa pressão de coleta que este táxon sofre. A espécieestá listada no anexo II da Cites e em listas vermelhas estaduais. Além da ameaça de coleta, o habitat em que a espécie ocorre está bastante fragmentado: Mucugê (BA) perdeu 95,41% de Mata Atlântica até 2011, Santa Teresa (ES), 79,56% e Mimoso do Sul (ES), 86,37% de Mata Atlântica até 2011. Diante do exposto, suspeita-se que sua população esteja em declínio e que a espécie possa sofrer com a incidência contínua de ameaças no futuro. C. velutina foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20tigrina	Mata Atlântica
3339	ORCHIDACEAE	Cattleya velutina	Rchb.f.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	C. velutina é uma espécie epífita conhecida para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas. A espécie é muito visada por colecionadores e orquidófilos pelo seu valor ornamental, o que tem posto a espécie em sérios riscos. Apesar de recentes esforços de coleta, subpopulações conhecidas da espécie não estão mais sendo encontradas no campo, o que vem sendo atribuído à intensa pressão de coleta que este táxon sofre. C. velutina encontra-se listada no anexo II da Cites e em listas vermelhas estaduais. Além da ameaça de coleta, o habitat em que a espécie ocorre está bastante fragmentado: Mucugê (BA), perdeu 95,41% de Mata Atlântica até 2011, Santa Teresa (ES) perdeu 79,56% e Mimoso do Sul (ES) perdeu 86,37% de Mata Atlântica até 2011 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Diante do exposto, suspeita-se que sua população está em declínio e que a espécie possa sofrer com a incidência contínua de ameaças no futuro. Desta forma, C. velutina foi avaliada como Vulnerável (VU).	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20velutina	Mata Atlântica
3340	ORCHIDACEAE	Cattleya walkeriana	Gardner	VU	A2cd	Maria Rosa Vargas Zanata	Tainan Messina	"Cattleya walkeriana é uma orquídea epífita ou rupícola, que ocorre em diferentes tipos de ambientes(Floresta Ripícola, Estacional Semidecidual e Cerradão). Por ser uma planta bastante ornamental, tem elevado valor econômico. Por esse motivo sofre muita exploração e foi documentado que muitas subpopulações já foram praticamente dizimadas em seu ambiente natural. Além disso, muitas de suas áreas de ocorrência estão pressionadas pelo crescimento urbano. Suspeita-se que sua população tenha sofrido uma redução de cerca de 30% nos últimos 10 anos. Portanto, a espécie é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20walkeriana	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3341	ORCHIDACEAE	Cattleya warneri	T.Moore	VU	A3cd,B1b(i,iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cattleya warneri é uma espécie com ocorrência em Mata Atlântica, com registros nos Estados daBahia e Espírito Santo, tem uma EOO de 20.021,30 km². É uma espécie epífita com uma das maiores flores do gênero, e por isso muito visada como ornamental com um elevado valor de mercado. Há muito tempo vem sofrendo grande extrativismo da natureza para fins lucrativos, além disso, tem como ameaça a destruição de seu habitat. Diante do exposto, suspeita-se que se não houver fiscalização e ações de conservação, ela poderá sofrer uma redução populacional de 30% nos próximos 30 anos. Levando-se em conta sua distribuição restrita e seu habitat fragmentado, a espécie encontra-se ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20warneri	Mata Atlântica
3342	ORCHIDACEAE	Centroglossa castellensis	Brade	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Centroglossa castellensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, exclusiva do Estado do EspíritoSanto, com registros efetuados a cerca de 1.100 m de altitude, usualmente em florestas originais da Mata Atlântica. É restrita a uma EOO de 539,58 km² e a uma AOO menor que 10 km². As duas localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Castelo restam somente 17% dos remanescentes florestais totais e em Fundão apenas 8%. Pode-se considerar que a espécie esteja sujeita, assim, a uma situação de ameaça para as duaslocalidades. Devido à sua distribuição bastante restrita e à perda de habitat, C. castellensis está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20castellensis	Mata Atlântica
3343	ORCHIDACEAE	Centroglossa macroceras	Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Centroglossa macroceras é uma espécieepífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do sudeste do Brasil a 400e 1200 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 110.393km². A espécie está bem representada em Áreas Protegidasnos estados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Centroglossa macroceras éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20macroceras	Mata Atlântica
3344	ORCHIDACEAE	Centroglossa tripollinica	(Barb.Rodr.) Barb.Rodr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Centroglossa tripollinica é uma espécieepífita ocorrente em ambientes deMata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo a 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 85.453km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Centroglossa tripollinica éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20tripollinica	Mata Atlântica
3345	ORCHIDACEAE	Chaubardia surinamensis	Rchb.f.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Não é endêmica do Brasil. É considerada comum por toda a Amazônia brasileira, crescendo nos troncos e galhos de árvores cobertas por musgos (Menini Neto com. pess.)	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaubardia%20surinamensis	Mata Atlântica
3346	ORCHIDACEAE	Chloraea membranacea	Lindl.	EN	B1ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Chloraea membranacea é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica com registros noEstado do Paraná. É restrita a uma EOO de 3.369,33 km². A região em que a espécie ocorre está ameaçada pela fragmentação: no município de Curitiba (PR), por exemplo, resta somente 1% da vegetação original total, e em Clevelândia (PR), a principal causa de extinção de espécies foi o intenso desmatamento resultante do processo de colonização da região e do extrativismo madeireiro. Atualmente, são ameaças o desenvolvimento de monoculturas agrícolas e a pecuária. Diante do exposto, considerando que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaça, considerando ainda a sua raridade e potencial ornamental e sua distribuição extremamente restrita, C. membranacea está ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloraea%20membranacea	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3347	ORCHIDACEAE	Christensonella pumila	(Hook.) Szlach. et al.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Christensonella pumila é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica e Amazônia nos estados do Amapá, Amazonas, Rondônia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina entre 0 e 900 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 2.690.154km². Éconsiderada comum na Serra do Japi, SP e nos inselbergues do Rio de Janeiro, pode ser encontrada também em diversas Áreas Protegidas nos estados onde ocorre. Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Christensonella pumila é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Christensonella%20pumila	Mata Atlântica, Amazônia
3348	ORCHIDACEAE	Chytroglossa paulensis	Edwall	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Chytroglossa paulensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica restrita ao estado deSão Paulo. As inconsistências sobre sua distribuição, e a falta de informações de sua biologia e statuspopulacional, torna inadequada a categorização da espécie em algum risco deextinção, sendo desta forma Deficiente de Dados (DD).	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chytroglossa%20paulensis	Mata Atlântica
3349	ORCHIDACEAE	Cirrhaea dependens	(Lodd.) Loudon	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cirrhaea dependens possui umaampla distribuição no Brasil ocorrendo em ambientes de MataAtlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina, com uma extensão de ocorrência de211.027,415km², entre 400m e 1300m. A espécie está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre e desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais. Destaforma, pode-se dizer que?Cirrhaea dependens  é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, maiores dados populacionais e de extração poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20dependens	Mata Atlântica
3350	ORCHIDACEAE	Cirrhaea fuscolutea	Lindl.	EN	B2ab(ii,iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cirrhaea fuscolutea é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica dos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul, entre 200 e 600 m de altitude, com uma AOO menor que 500 km². Tem valor ornamental, sendo vendida em orquidários e floriculturas, a Mata Atlântica do Sul e Sudeste do Brasil, ambiente em que se desenvolve, está severamente fragmentada pelo desmatamento e urbanização, o que amplia seu risco de extinção. Devido à baixa AOO, à severidade de fragmentação de seu ambiente e ao seu valor ornamental, C. fuscolutea está ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20fuscolutea	Mata Atlântica
3351	ORCHIDACEAE	Cirrhaea loddigesii	Lindl.	CR	B1ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cirrhaea loddigesii é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica com registros para os Estados do Rio deJaneiro e São Paulo. É restrita a uma EOO de 58 km², e as localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação, além disso, a espécie está presente no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta e valor de mercado. Devido à sua distribuiçãoextremamente restrita, à perda de habitat e à pressão de coleta, C. loddigesii está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20loddigesii	Mata Atlântica
3352	ORCHIDACEAE	Cirrhaea longiracemosa	Hoehne	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cirrhaea longiracemosa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo, São Paulo e, possivelmente, Santa Catarina. A espécie tem distribuição restrita (EOO=11.839,09 km²) e foram identificadas cinco situações de ameaça distintas, considerando as localidades onde ocorre. A região de ocorrência da espécie encontra-se altamente deteriorada devido à redução da cobertura vegetal original. A agricultura intensiva vem causando efeitos irreversíveis na dinâmica dos ecossistemas, ameaçando a sobrevivência de diversas espécies. Assim, C. longiracemosa foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20longiracemosa	Mata Atlântica
3353	ORCHIDACEAE	Cleistes aphylla	(Barb.Rodr.) Hoehne	EN	B2b(ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cleistes aphylla é uma espécie ocorrente em ambiente de Cerrado nos Estados de Goiás, DistritoFederal, Minas Gerais e Paraná. Tem uma EOO de 331.249,93 km² e AOO menor que 500 km². A espécie é terrestre e ocorre normalmente em Campos Úmidos associados ao Cerrado, o habitat-tipo da espécie deixou de existir, cedendo lugar a extensas lavouras e pastagens. Apesar de ter distribuição ampla, o ambiente em que ocorre está em declínio e a espécie está presente no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Diante do exposto, C. aphylla é uma espécie ""Em perigo"" (EN), devido à sua especificidade de habitat, área de ocupação restrita, coleta indiscriminada e diminuição de habitat."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20aphylla	Cerrado
3354	ORCHIDACEAE	Cleistes exilis	Hoehne	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites exilis é uma espécie terrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais a 500 e 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 597.707km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, Cleites exilis é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20exilis	Cerrado
3355	ORCHIDACEAE	Cleistes gracilis	(Barb.Rodr) Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites gracilis é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sudeste do Brasil. Possui umaextensão de ocorrência de 741.262km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites gracilisé uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20gracilis	Cerrado, Mata Atlântica
3356	ORCHIDACEAE	Cleistes libonii	(Rchb.f.) Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites libonii é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil a 800 e 1400 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 653.327km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, é bem frequente nos estados onde ocorre, inclusive em áreas perturbadas, é bemrepresentada em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites libonii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20libonii	Mata Atlântica
3357	ORCHIDACEAE	Cleistes mantiqueirae	(Rchb.f. & Warm.) Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites mantiqueirae é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Possui umaextensão de ocorrência de 442.641km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites mantiqueirae é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20mantiqueirae	Cerrado, Mata Atlântica
3358	ORCHIDACEAE	Cleistes paranaensis	(Barb.Rodr.) Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites paranaensis é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados da Bahia, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná a 900 e 1300 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 1.156.722km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, é considera muito abundante no estado de Minas Gerais e comum na Serra da Caraça, além disso, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites paranaensis é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20paranaensis	Cerrado, Mata Atlântica
3359	ORCHIDACEAE	Cleistes ramboi	Pabst	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites ramboi é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste e ainda Bahia, Goiás e Distrito Federal. Possui umaextensão de ocorrência de 578.521km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites ramboi é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20ramboi	Mata Atlântica, Cerrado
3360	ORCHIDACEAE	Cleistes tenuis	(Rchb.f. ex Griseb.) Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cleites tenuis é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados da região Nordeste, além de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná. Possui umaextensão de ocorrência de689.468km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites tenuis é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20tenuis	Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia
3361	ORCHIDACEAE	Codonorchis canisioi	Mansf.	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(ii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Codonorchis canisioi é uma espécie ocorrente no Pampa, exclusiva do Estado do Rio Grande do Sul. A espécie é conhecida apenas pelo tipo que foi coletado, em 1935, no Morro Sapucaia, que teve sua vegetação original quase completamente devastada, e a área entre esse morro e outros morros da região é separada por áreas urbanas, diminuindo a probabilidade de dispersão da espécie. Por apresentar somente uma localidade de ocorrência, e suspeitando que de 90% a 100% dos indivíduosde sua população encontrem-se restritos a essa área e em declínio, pode-se dizer que C. canisioi está ""Criticamente em perigo"" (CR), ou ""Possivelmente extinta"" (PE) na natureza."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonorchis%20canisioi	Pampa (Campos Sulinos)
3362	ORCHIDACEAE	Cohniella jonesiana	(Rchb.f.) Christenson	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Clohniella jonesiana é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência de 610.280km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Clohniella jonesiana éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cohniella%20jonesiana	Cerrado
3363	ORCHIDACEAE	Comparettia falcata var. paulensis	(Cogn.) I.Bock	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Comparettia falcata var. paulensis é uma espécie ocorrente naMata Atlântica restrita ao estado de São Paulo. A falta de informações sobresua distribuição, biologia e status populacional, torna inadequada acategorização da espécie em algum risco de extinção, sendo desta formaDeficiente de Dados (DD).	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comparettia%20falcata%20var.%20paulensis	Mata Atlântica
3364	ORCHIDACEAE	Constantia cipoensis	Porto & Brade	CR	A3cd,B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Constantia cipoensis é uma espécie ocorrente em Campos Rupestres, exclusiva do Estado de MinasGerais. É restrita a uma EOO de 17,42 km², e ocorre entre 900 e 1.300 m de altitude. Sua biologia reprodutiva indica uma estreita interação com seu agente polinizador, a abelha carpinteira Xylocopa artifex, o que sugere uma coevolução entre eles, entretanto, essa associação restringe o sucesso reprodutivo da espécie. Além disso, C. cipoensis tem uma estreita associação com seus forófitos Vellozia compacta Mart. ex. Schult. f. e Vellozia piresiana L.B. Smith. Por seu valor ornamental, C. cipoensis foi amplamente coletada e restam pequenas subpopulações com número reduzido de indivíduos, essas subpopulações são susceptíveis a súbito desaparecimento por coleta predatória e/ou incêndios intensos em áreas de Campos Rupestres em Minas Gerais. A espécie está ameaçada pela coleta predatória, que geralmente, está acompanhada pelo desbaste da planta hospedeira, resultando na redução do número de indivíduos e na destruição do seu habitat. Diante do exposto, suspeita--se que haverá uma redução populacional de 80% dos indivíduos maduros nos próximos 10 anos, devido à biologia reprodutiva intrínseca da espécie, ao declínio da qualidade do habitat e à coleta indiscriminada. Dessa forma, C. cipoensis está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20cipoensis	Cerrado
3365	ORCHIDACEAE	Constantia cristinae	F.E.L.Miranda	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação criteriosa do risco de extinção da espécie.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20cristinae	Cerrado
3366	ORCHIDACEAE	Constantia microscopica	F.E.L.Miranda	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Constantia microscopica éuma espécie ocorrente em área de cerrado restrita ao estado de Minas Gerais. Afalta de informações sobre sua distribuição, biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20microscopica	Cerrado
3367	ORCHIDACEAE	Constantia rupestris	Barb.Rodr.	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Constantia rupestris é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica nos estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20rupestris	Mata Atlântica
3368	ORCHIDACEAE	Coppensia doniana	(Batem. ex W.Baxter) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cloppensia doniana é uma espécieterrestre ou rupícola ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, nos estados do Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina a 1200e 2100 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 364.893km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Cloppensia doniana éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20doniana	Mata Atlântica
3369	ORCHIDACEAE	Coppensia hydrophila	(Barb.Rodr.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Coppensia hydrophila é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado e MataAtlântica nos estados do Centro-oeste, Sul e Sudeste, ainda Tocantins e Roraima. Possui uma extensão de ocorrência de 3.237.956km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Coppensia hydrophila é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20hydrophila	Cerrado, Mata Atlântica
3370	ORCHIDACEAE	Coppensia macronyx	(Rchb.f.) F.Barros & V.T.Rodrigues	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Coppensia macronyx não é endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie ocorre nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Apesar de ampla distribuição em região bastante estudada, existem poucos registros em herbários deste táxon. Os municípios onde a espécie foi coletada sofreram perda de mais de 75% da cobertura vegetal original no passado. E ainda estão sujeitos a efeitos de processos antrópicos que causam declínio da qualidade de habitat disponível. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas que afetam a perpetuação da espécie na natureza. Além disso, a espécie tem AOO menor que 20 km². Os efeitos da expansão de áreas urbanas e agrícolas representam uma ameaça futura plausível, o que torna a espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20macronyx	Mata Atlântica
3371	ORCHIDACEAE	Coppensia majevskyi	(Toscano & V.P.Castro) Campacci	EN	B1ab(i,ii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Coppensia majevskyi ocorre em ambientes campestres de Mata Atlântica, exclusivamente no Estadodo Espírito Santo. Tem uma EOO de 2.436,47 km², com registros efetuados entre 850 e 1.143 m de altitude. A área no entorno do Alto Misterioso, local onde a espécie ocorre, é ocupada por pastagens e monoculturas de café e eucalipto. Na região de Santa Maria do Jetibá, o turismo é uma ameaça iminente ao ambiente. E em Mimoso do Sul, a vegetação nativa tem sido reduzida em função dasatividades agrícolas. Dessa forma, devido à especificidade de habitat da espécie, à sua distribuição restrita e à identificação de menos de cinco situações de ameaça, pode-se dizer que C. majevskyi está ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20majevskyi	Mata Atlântica
3372	ORCHIDACEAE	Coppensia montana	(Barb.Rodr.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Coppensia montana é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 86.243km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Coppensia montana éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20montana	Cerrado, Mata Atlântica
3373	ORCHIDACEAE	Coppensia ramosa	(Lindl.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Coppensia ramosa é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, em altitudes que variam entre 300 e 1100m. Possui uma extensão de ocorrência de 303.553,013km². A espécie possui grande plasticidade ecológica podendo ocorrer como erva, terrícola, rupícola ou epífita em ambientes de campo de altitude, campos rupestres e floresta estacional semidecidual. Por possuir distribuição ampla e por sua plasticidade ecológica, Coppensia ramosa pode ser considerada Menos preocupante (LC).	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20ramosa	Cerrado
3374	ORCHIDACEAE	Coppensia varicosa	(Lindl.) Campacci	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Apesar de seu valor ornamental, a espécie é cultivada e está protegida por Unidades de Conservação.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20varicosa	Cerrado, Mata Atlântica
3375	ORCHIDACEAE	Coppensia warmingii	(Rchb.f.) Campacci	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Coppensia warmingii tem ocorrência em ambientesde Cerradoe Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro entre600 e 1000m de altitude. A espécie está amplamente distribuída comuma extensão de ocorrência de 161.053km². A espécie possuipopulações grandes e amplamente distribuídaspela área do Parque Estadual de Ibitipoca, além disso, ocorre emoutras Áreas Protegidas, possui algumas ações de conservação, e apresenta grandeplasticidade ecológica. Desta forma, Coppensia warmingii é uma espécie Menospreocupante (LC).	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20warmingii	Mata Atlântica, Cerrado
3376	ORCHIDACEAE	Coryanthes speciosa	Hook.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Coryanthes speciosa na Amazônia e Mata Atlântica nos estados deRoraima, Pará, Amazonas, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro.Possui uma extensão de ocorrência de 1.330.047km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Coryanthes speciosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coryanthes%20speciosa	Amazônia, Mata Atlântica
3377	ORCHIDACEAE	Corymborkis flava	(Sw.) Kuntze	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Corymborkis flava ocorre em Mata Atlântica, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais (Menini Neto, com. pess.), em altitudes que variam entre 0 e 1800m. É amplamente distribuída com uma extensão de ocorrência de 496.253km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, Corymborkis flava é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Corymborkis%20flava	Mata Atlântica
3378	ORCHIDACEAE	Cranichis candida	(Barb.Rodr.) Cogn.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cranichis candida é uma espécieocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Possui uma extensão de ocorrênciade 1.418.477km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, estaocorre em diferentes tipos florestais, é bem representada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, além de possuir uma distribuição bastante ampla. Destaforma, Cranichis candida é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cranichis%20candida	Cerrado, Mata Atlântica
3379	ORCHIDACEAE	Cranichis muscosa	Sw.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional apresenta ampla distribuição com registros de ocorrência nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Existem referências na literatura que sugerem que a espécie também ocorre na Amazônia brasileira. Entretanto, são necessários maiores estudos para confirmar detalhes sobre a distribuição da espécie.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cranichis%20muscosa	Mata Atlântica
3380	ORCHIDACEAE	Cyanaeorchis arundinae	(Rchb.f.) Barb.Rodr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyanaeorchis arundinae é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, nos estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 859.590km²e ocorre em Áreas Protegidas. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, C. arundinae é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyanaeorchis%20arundinae	Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia
3381	ORCHIDACEAE	Cyclopogon dutrae	Schltr.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cyclopogon dutrae não é endêmica do Brasil. Mas sua ocorrência no país está restrita ao Estado doParaná. Foram realizados dois registros de ocorrência da espécie, um próximo ao litoral e o outro próximo à fronteira com o Paraguai, identificando-se assim, duas situações de ameaça distintas. A espécie possui distribuição restrita (EOO=560,51 km², AOO=8 km²) a Formações Campestres. Este tipo vegetacional sofreu alterações significativas devido a práticas agrícolas que vem causandodeclínio contínuo da qualidade do habitat. Desta forma, C. dutrae foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyclopogon%20dutrae	Mata Atlântica
3382	ORCHIDACEAE	Cycnoches pentadactylum	Lindl.	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cycnoches pentadactylum é uma espécie ocorrente em Cerrado, com registros para os Estadosde Goiás, Tocantins e Distrito Federal. A espécie tem distribuição restrita com somente 523,03 km² de EOO. Ocorre em área protegida (Reserva do Guará, DF), que embora constitua uma unidade de conservação, não garante sua proteção integral: a pressão humana é intensa, tanto por sua localização como pelo tamanho reduzido de sua área. O principal problema enfrentado é a ocupação da Reserva como local de moradia por famílias de baixa renda, que consequentemente levam a destruição de áreas de Campo Úmido para implantação de lavouras de subsistência e à retirada de madeira no interior da mata. Além disso, é preocupante a coleta de espécies ornamentais, como C. pentadactylum. Já o município de Arraias (GO) tem um histórico de mineração aurífera. Assim, a espécie encontra-se sujeita a duas situações de ameaça distintas. Considerando a AOO restrita da espécie e a degradação de seu habitat, C. pentadactylum foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cycnoches%20pentadactylum	Mata Atlântica
3383	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium blanchetii	Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium blanchetii tem ocorrência registrada para os estados doCeará, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, desenvolve-se em ambientes de Caatinga e Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de 1.653.721km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium blanchetii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20blanchetii	Caatinga, Cerrado
3384	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium braemii	L.C.Menezes	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Clyrtopodium braemii é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás e São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência de 573.464km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Clyrtopodium braemii éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20braemii	Cerrado
3385	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium brandonianum	Barb.Rodr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium brandonianum tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, desenvolve-se em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 936.969km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma,Cyrtopodium brandonianum  é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20brandonianum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3386	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium caiapoense	L.C.Menezes	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cyrtopodium caiapoense é uma orquídea terrestre, com pseudobulbos enterrados. A AOO é de 16km² e está sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. Os registros disponíveis estão em áreas que sofrem ameaças intensas, como urbanização, efeitos de introdução de Pinus sp., fragmentação, agricultura e/ou pecuária e mineração para extração de níquel. Por esses motivos, foi considerada ""Vulnerável"" (VU). Além disso, a espécie não está registrada em unidade de conservação e caso nãoseja realizada nenhuma ação de conservação, a espécie pode ser avaliada em uma categoria de maior risco em futuro próximo."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20caiapoense	Cerrado
3387	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium dusenii	Schltr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium dusenii é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Possui uma extensão de ocorrência de 39.287km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais, possui capacidade de rebroto após passagem de fogo e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Cyrtopodium dusenii éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.?	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20dusenii	Cerrado
3388	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium flavum	Link & Otto ex Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium flavum possui umaampla distribuição no Brasil ocorrendo em ambientes de Cerrado e MataAtlântica, nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe,Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarinae Rio Grande do Sul. A espécie está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre e desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais. Destaforma, pode-se dizer que Cyrtopodiumflavum é uma espécie Menos preocupante (LC).	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20flavum	Cerrado, Mata Atlântica
3389	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium fowliei	L.C.Menezes	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium fowliei tem ocorrência registrada para os estados de Roraima, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, desenvolve-se em ambientes de Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de 350.875km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium fowliei é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20fowliei	Cerrado
3390	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium gigas	(Vell.) Hoehne	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium gigas tem ocorrência registrada para os estados da Região Sul e Sudeste, além de Alagoas,   Paraíba, Pernambuco e Bahia, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de 862.418km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium gigas é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20gigas	Mata Atlântica
3391	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium hatschbachii	Pabst	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cyrtopodium hatschbachii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Goiás, Minas Gerais, São Pauloe, possivelmente, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de amplamente distribuída, sua ocorrência está restrita a áreas brejosas ou permanentemente alagadas associadas aos biomas Cerrado e Mata Atlântica. A espécie apresenta uma AOO de apenas 16 km². Foram identificadas ao menos três situações de ameaça, com base na distribuição dos pontos deocorrência do táxon: região metropolitana de São Paulo (SP), Uberlândia (MG) e Jataí (GO). Todas sofrem efeitos significativos da expansão urbana, que representam ameaças para a sobrevivência da espécie. Assim, C. hatschbachii foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20hatschbachii	Cerrado, Mata Atlântica
3392	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium holstii	L.C.Menezes	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium holstii tem ocorrência registrada para os estados do Pará, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas e Espírito Santo, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica e Caatinga.Possui uma extensão de ocorrência de 1.517.105km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas e é amplamente distribuída.Desta forma, Cyrtopodium holstii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20holstii	Caatinga, Mata Atlântica
3393	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium lamellaticallosum	J.A.N.Bat. & Bianch.	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cyrtopodium lamellaticallosum é uma espécie exclusiva do Estado de Minas Gerais, com registros efetuados a cerca de 1.400 m de altitude. Ocorre em Campos Rupestres na Serra da Moeda. É restrita a uma EOO de 30,70 km², e a localidade em que a espécie é encontrada está extremamente ameaçada por atividades mineradoras altamente impactantes. Devido à sua distribuição extremamenterestrita, à sua raridade e à acentuada perda de habitat verificada, C. lamellaticallosum está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20lamellaticallosum	Cerrado
3394	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium latifolium	Bianch. & J.A.N.Bat.	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cyrtopodium latifolium tem registros exclusivos do Distrito Federal, ocorrendo em Campos Secosassociados ao bioma Cerrado, no município de Brasília. É restrita a uma EOO de 74,36 km². A localidade em que a espécie é encontrada está bastante ameaçada pela fragmentação resultante do desenvolvimento urbano. Devido à sua distribuição extremamente restrita, à sua raridade e à perda de hábitat, C. latifolium está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20latifolium	Cerrado
3395	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium linearifolium	J.A.N.Batista & Bianchetti	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Cyrtopodium linearifolium tem registros exclusivos para o Estado de Goiás, ocorrendo em CamposRupestres em altitudes elevadas. É extremamente restrita e tem a EOO menor do que 10 km². A localidade em que a espécie é encontrada está extremamente ameaçada pelos incêndios indiscriminados, que assolam a região ano após ano sem nenhum controle. Devido à sua distribuição restrita, à sua raridade e ao iminente risco de queimadas potencialmente destruidoras, C. linearifoliumestá ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20linearifolium	Cerrado
3396	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium lissochiloides	Hoehne & Schltr.	VU	A2c	Maria Rosa Vargas Zanata	Tainan Messina	"Cyrtopodium lissochiloides é uma orquídea terrestre, com pseudobulbos aparentes que ocorre em terrenos brejosos nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, dos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo e Distrito Federal. A coleta-tipo foi realizada em 1917 no Butantã, em São Paulo, e nunca mais foi localizada na região, apesar de buscas extensivas no local. Outra coleta em São Paulo do mesmo ano está em um local que hoje já foi totalmente descaracterizado, convertido em área urbana.Então, a espécie tem duas subpopulações desaparecidas de um total de seis conhecidas, representando uma redução populacional de aproximadamente 30%. Portanto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU), apesar de serem necessários maiores esforços de coleta direcionados, a fim de se obter informações mais detalhadas para sua melhor avaliação."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20lissochiloides	Cerrado, Mata Atlântica
3397	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium pallidum	Rchb.f. & Warm.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium pallidum tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de703.658km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma,Cyrtopodium pallidum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20pallidum	Cerrado, Mata Atlântica
3398	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium palmifrons	Rchb.f. & Warm.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cyrtopodium palmifrons não é endêmica do Brasil. De acordo com dados de literatura, a espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No entanto, só foi possível acessar registros de herbário que comprovam sua ocorrência em Minas Gerais e na fronteira entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie tem uma EOO de apenas 552,93 km² e apresenta estrutura populacional severamente fragmentada. A espécie apresenta ainda AOO menor do que 20 km². Foram identificadas duas situações de ameaça distintas que afetam a perpetuação deste táxon na natureza. A região de ocorrência da espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade do habitat, sendo esta uma situação com grandes chances de perdurar no futuro. Assim, C. palmifrons foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20palmifrons	Cerrado, Mata Atlântica
3399	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium paludicolum	Hoehne	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional apresenta ampla distribuição. Assim, foi avaliada como Least Concern (LC).	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20paludicolum	Cerrado
3400	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium parviflorum	Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Cyrtopodium parviflorum tem ocorrência registrada para os estados do Pará, Amazonas, Tocantins, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e Paraná , sendo a espécie de maior distribuição do gênero no Brasil possuindo uma extensão de ocorrência de 850.639km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium parviflorum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20parviflorum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3401	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium poecilum var. roseum	Bianch. & J.A.N.Bat.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cyrtopodium poecilum var. roseum é uma espécie endêmica do Brasil, que ocorre em Minas Gerais e,possivelmente, na fronteira entre os Estados de Tocantins e Bahia. Ambas as regiões sofrem reduções significativas de cobertura vegetal devido à agricultura e foram consideradas como situações de ameaça distintas que incidem sobre a população da espécie. O município de Luís Eduardo Magalhães (BA) é um dos municípios brasileiros com maior atividade neste segmento, sendo a cultura da soja e do algodão as principais razões para o desmatamento intensivo verificado na região. Desse modo, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat, o que constitui uma ameaça à sua sobrevivência. Assim, C. poecilum var. roseum foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20poecilum%20var.%20roseum	Cerrado
3402	ORCHIDACEAE	Cyrtopodium triste	Rchb.f. & Warm.	VU	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Cyrtopodium triste é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo. Entretanto, só foi possível acessar testemunhos para os Estados de Minas Gerais e Goiás. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, com base na distribuição dos pontos de ocorrência. A espécie tem distribuição restrita (EOO=10.339,43 km², AOO=24 km²) a Formações Campestres e está sujeita a declínio da qualidade de habitat. Assim, C. triste foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20triste	Cerrado
3403	ORCHIDACEAE	Dichaea anchorifera	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Dichaea anchorifera apresenta distribuição relativamente ampla na Mata Atlântica, ao longo da qual suspeita-se que seja frequente. A espécie é localmente abundante, ocorre em trechos extensos e bem preservados de floresta, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichaea%20anchorifera	Mata Atlântica
3404	ORCHIDACEAE	Dichaea mosenii	Cogn.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Dichaea mosenii é uma espécie rara da Mata Atlântica, cuja ocorrência é praticamente restrita a unidades de conservação. A espécie habita áreas de floresta em altitudes intermediárias, muitas das quais foram afetadas em maior ou menor grau pela ação humana, dependendo da região. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio populacional ou mesmo extinção local em algumas áreas, devido ao desmatamento e à degradação do seu habitat, o que pode ter levado as subpopulaçõesremanescentes a estarem confinadas em áreas protegidas atualmente. D. mosenii está sujeita a cinco situações de ameaça distintas, e pelo exposto, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichaea%20mosenii	Mata Atlântica
3405	ORCHIDACEAE	Dimerandra emarginata	(G.Mey.) Hoehne	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Dimerandra emarginata apresenta distribuição geográfica bastante ampla e é localmente muito abundante.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerandra%20emarginata	Amazônia, Mata Atlântica
3406	ORCHIDACEAE	Dryadella auriculigera	(Rchb.f.) Luer	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Dryadella auriculigera foi descrita a partir de um espécime coletado em um local que atualmente seencontra altamente urbanizado. Sendo esse o único registro de ocorrência conhecido desta espécie, o habitat em sua localidade-tipo, portanto, declinou quase completamente em extensão. Devido a isso, suspeita-se que também possa ter ocorrido declínio na EOO e AOO, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO é de 4 km², o que evidencia a distribuição restritadeste táxon, podendo ser considerada possivelmente extinta na natureza. Recomenda-se que se tente localizar indivíduos de D. auriculigera nos remanescentes de floresta que ainda existem próximos à localidade-tipo para que seja possível uma avaliação de risco de extinção mais precisa, pelo exposto, a espécie está atualmente ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20auriculigera	Mata Atlântica
3407	ORCHIDACEAE	Dryadella gomesferreirae	(Pabst) Luer	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas pelo material tipo, que não possui localidade definida. Espécie possivelmente extinta, de modo que sua existência na natureza deve ser verificada.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20gomesferreirae	Mata Atlântica
3408	ORCHIDACEAE	Dryadella kautskyi	(Pabst) Luer	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Não há registros de ocorrência da espécie. Dados insuficientes para avaliação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20kautskyi	Mata Atlântica
3409	ORCHIDACEAE	Dryadella lilliputiana	(Cogn.) Luer	VU	B2ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Dryadella lilliputiana é uma espécie epifítica ocorrente em florestas com Araucária. Seu hábitat foialvo de um intenso desmatamento ao longo do último século, de onde se suspeita que a espécie venha sofrendo declínio na AOO, na EOO e na qualidade do habitat e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Também é possível suspeitar que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. A espécie está sujeita a seis situações de ameaça, esua AOO de 24 km² possibilitou sua categorização como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20lilliputiana	Mata Atlântica
3410	ORCHIDACEAE	Dryadella susanae	(Pabst) Luer	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Dryadella susanae é uma planta extremamente rara, conhecida apenas pelo material-tipo. A espécie foi coletada em uma região em que a Mata Atlântica foi bastante alterada pela ação humana, o que permite suspeitar que esteja havendo declínio na extensão e na qualidade de seu habitat, assim como no número de indivíduos maduros da população. Com AOO de 4 km², a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20susanae	Mata Atlântica
3411	ORCHIDACEAE	Dungsia harpophylla	(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro	VU	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Dungsia harpophylla é uma espécie extremamente ornamental, que apresenta distribuição geográficarestrita. Sua EOO é de 6.541,76 km², e o número de situações de ameaça a qual está sujeita é inferior a dez. A espécie sofre com a coleta de plantas para fins ornamentais, e também com o desmatamento das florestas que habita, incidente em todos os municípios nos quais sua ocorrência foi registrada. Devido a esses fatores, suspeita-se que esteja havendo declínio na extensão e na qualidade de seu habitat, e também no número de indivíduos maduros da espécie. Por esses motivos, encontra-se ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dungsia%20harpophylla	Mata Atlântica
3412	ORCHIDACEAE	Dungsia kautskyi	(Pabst) Chiron & V.P.Castro	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Dungsia kautskyii é uma espécie extremamente ornamental com ocorrência pontual, sendo conhecidapor apenas uma subpopulação. A espécie habita florestas entre 600 e 800 m de altitude no município de Domingos Martins (ES), onde mais de 75% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Suspeita-se que seu habitat venha declinando em extensão e qualidade, assim como o número de indivíduos maduros,que sofrem também com a coleta para fins ornamentais. A AOO é de 4 km², o que aliado aos outros dados permitem categorizar D. kautski como ""Criticamente emperigo"" (CR). O empreendimento de ações de conservação direcionadas à espécie, tanto in situ quanto ex situ, é fortemente recomendado."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dungsia%20kautskyi	Mata Atlântica
3413	ORCHIDACEAE	Elleanthus linifolius	C.Presl	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Elleanthus linifolius apresenta distribuição muito ampla, ocorrendo inclusive em áreas isoladas na Amazônia, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elleanthus%20linifolius	Amazônia, Mata Atlântica
3414	ORCHIDACEAE	Eltroplectris calcarata	(Sw.) Garay & Sweet	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eltroplectris calcarata é uma espécie amplamente distribuída, ocorrendo principalmente ao longo do litoral mas também na Chapada Diamantina. A espécie não possui apelo ornamental e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eltroplectris%20calcarata	Caatinga, Mata Atlântica
3415	ORCHIDACEAE	Eltroplectris kuhlmanniana	(Hoehne) Pabst	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eltroplectris kuhlmanniana é conhecida apenas pelo material-tipo, cuja localidade de coleta é incerta.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eltroplectris%20kuhlmanniana	Mata Atlântica
3416	ORCHIDACEAE	Encyclia advena	(Rchb.f.) Porto & Brade	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Encyclia advena apresenta distribuição muito ampla no Brasil, podendo ocupar diversos tipos de habitat. Está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20advena	Cerrado, Mata Atlântica
3417	ORCHIDACEAE	Encyclia argentinensis	(Speg.) Hoehne	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Encyclia argentinensis apresenta distribuição bastante ampla, ocorrendo em distintos tipos de habitat. Entretanto, não há informações sobre a ocorrência da espécie em Unidades de Conservação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20argentinensis	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3418	ORCHIDACEAE	Encyclia bragancae	Ruschi	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Encyclia bragancae é uma espécie rara que apresenta distribuição restrita, tendo uma EOO de 539,31 km². O número de situações de ameaça é inferior a cinco, além disso, os locais onde a espécie foi registrada estão sujeitos a uma série de ameaças. No município de Santa Teresa (ES), 80% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. No Caparaó, a incidência de incêndios causados pelo homem é frequente e ocorrem de maneira intensa, nessa área, a espécie não é coletada há quase 40 anos, apesar de buscas terem sido realizadas recentemente. Devido a esses fatores e à provável coleta de indivíduos para fins ornamentais, suspeita-se que E. bragancae venha sofrendo com o declínio tanto na extensão e na qualidade de seu habitat quanto no número de indivíduos maduros, suspeita-se ainda que suas subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Por esses motivos, E. bragancae encontra-se em ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20bragancae	Mata Atlântica
3419	ORCHIDACEAE	Encyclia fowliei	Duveen	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Não há registros de ocorrência da espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20fowliei	Mata Atlântica
3420	ORCHIDACEAE	Epidendrum addae	Pabst	VU	B1ab(v),D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Epidendrum addae apresenta distribuição não muito ampla ao longo da costa Atlântica e é conhecidapor um pequeno número de coletas. A EOO da espécie é de 11.681,58 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. A espécie apresenta especificidade de habitat, dependendo de florestas bem conservadas situadas em uma faixa altitudinal bastante estreita. Suspeita-se que a espécie esteja sujeita à coleta para fins ornamentais, o que pode estar causando declínio no número de indivíduos maduros da população. Por esses motivos, E. addae foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20addae	Mata Atlântica
3421	ORCHIDACEAE	Epidendrum ansiferum	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum ansiferum é amplamente distribuída, não apresenta especificidade de habitat e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20ansiferum	Mata Atlântica, Cerrado
3422	ORCHIDACEAE	Epidendrum caldense	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum caldense apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica, onde ocorre em diferentes fisionomias florestais. Entretanto, a espécie é pobremente representada em Unidades de Conservação, o que aponta para a necessidade de se estabelecer áreas protegidas que contemplem os seus habitats.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20caldense	Mata Atlântica
3423	ORCHIDACEAE	Epidendrum carpophorum	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum carpophorum apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorre em diversas fisionomias florestais, inclusive em áreas  isoladas na Amazônia, e está representada em Unidades de Conservação.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20carpophorum	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3424	ORCHIDACEAE	Epidendrum chlorinum	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum chlorinum apresenta distribuição geográfica relativamente ampla na região Sudeste, dentro da qual suspeita-se que seja frequente. A espécie ocorre em diversas fitofisionomias, pode formar grandes subpopulações e está representada em algumas Unidades de conservação de proteção integral.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20chlorinum	Mata Atlântica
3425	ORCHIDACEAE	Epidendrum coronatum	Ruiz & Pav.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum coronatum apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20coronatum	Amazônia, Mata Atlântica
3426	ORCHIDACEAE	Epidendrum cristatum	Ruiz & Pav.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum cristatum apresenta distribuição geográfica bastante ampla, ocorre em diferentes fitofisionomias e está representada em ao menos uma Unidade de Conservação de proteção integral.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20cristatum	Cerrado, Mata Atlântica
3427	ORCHIDACEAE	Epidendrum dendrobioides	Thunb.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum dendrobioides apresenta distribuição geográfica muito ampla, sendo bastante frequente em boa parte das regiões em que ocorre. A espécie habita diversas fitofisionomias e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20dendrobioides	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3428	ORCHIDACEAE	Epidendrum ecostatum	Pabst	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Epidendrum ecostatum tem sua população sujeita a cinco situações de ameaça e tem sido exposta àcoleta de plantas para fins ornamentais, o que pode acarretar um declínio populacional da espécie. Tem distribuição relativamente ampla (EOO=73.779,13 km²), porém encontra-se ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20ecostatum	Mata Atlântica
3429	ORCHIDACEAE	Epidendrum filicaule	(Sw.) Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendum filicaule apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20filicaule	Mata Atlântica
3430	ORCHIDACEAE	Epidendrum geniculatum	Barb.Rodr.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum geniculatum é uma espécie que habita florestas em altitudes intermediárias ao longo de um trecho razoavelmente extenso da costa Atlântica do Brasil, entre o Espírito Santo e Santa Catarina. Entretanto, o habitat da espécie vem declinando em extensão e qualidade em alguns locais, principalmente nas cidades de Florianópolis e Rio de Janeiro, devido a uma série de fatores como a expansão urbana, a incidência de incêndios, entre outras. Além disso, E. geniculatum ocorre em menos de 10 situações de ameaça. Assim, é possível suspeitar que a espécie venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20geniculatum	Mata Atlântica
3431	ORCHIDACEAE	Epidendrum henschenii	Barb.Rodr.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Epidendrum henschenii tem AOO de 24 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Emalguns dos locais onde foi encontrada, seu habitat vem declinando drasticamente em extensão e qualidade. No município de Angatuba (SP), onde desde 1966 a espécie não é coletada, mais de 97% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido a isso, é possível suspeitar que a espécie tenha se extinguido localmente, acarretando declínio na EOO, na AOO e no número de localidades, de subpopulações e de indivíduos maduros. Na região da Serra do Japi (SP), a espécie também está sujeita a uma série de ameaças, que levaram ao desmatamento de quase 85% da Mata Atlântica no município de Jundiaí, no qual a serra se encontra. Segundo informações, a espécie também ocorre no Estado do Paraná, porém registros de ocorrência não foram localizado.Pelo exposto, foi considerada ""Em perigo"" (EN). Recomenda-se a realização de ações de conservação insitu direcionadas a E. henschenii, como a restauração de habitats e a seleção de áreas para o estabelecimento de novas áreas protegidas."	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20henschenii	Mata Atlântica
3432	ORCHIDACEAE	Epidendrum hololeucum	Barb.Rodr.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum hololeucum apresenta distribuição relativamente ampla ao longo da costa Atlântica e ocorre em alguns locais que abrigam remanescentes expressivos de floresta, inclusive em algumas Unidades de Conservação. Entretanto, alguns locais onde a espécie foi coletada são bastante desmatados, o que, somado à coleta de plantas para fins ornamentais, permite suspeitar que E. hololeucum possa estar sofrendo declínio na extensão e qualidade do habitat e no número de indivíduos maduros. Devido a isso, a espécie pode vir a ser ameaçada no futuro.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20hololeucum	Mata Atlântica
3433	ORCHIDACEAE	Epidendrum infaustum	Rchb.f.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	As informações disponíveis sobre a distribuição gegráfica de Epidendrum infaustum são um tanto desencontradas. Dados insuficientes para avaliação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20infaustum	Mata Atlântica
3434	ORCHIDACEAE	Epidendrum kautskyi	Pabst	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Não há registros de ocorrência de Epidendrum kautskyi. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20kautskyi	Mata Atlântica
3435	ORCHIDACEAE	Epidendrum macrocarpum	Rich.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum macrocarpum apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em áreas bastante isoladas da Amazônia.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20macrocarpum	Amazônia, Mata Atlântica
3436	ORCHIDACEAE	Epidendrum martianum	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum martianum apresenta distribuição geográfica ampla, habita diferentes tipos de vegetação e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20martianum	Cerrado, Mata Atlântica
3437	ORCHIDACEAE	Epidendrum paranaense	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum paranaense é amplamente distribuída ao longo de boa parte da costa Atlântica e também na cadeia do Espinhaço. A espécie está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20paranaense	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3438	ORCHIDACEAE	Epidendrum polyanthum	Lindl.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Embora a flora do Brasil indique uma distribuição geográfica relativamente ampola para E. polyanthum, não há registros de herbário da espécie, e praticamente nenhum informação disponível sobre ela. Dados insuficientes para avaliação.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20polyanthum	Cerrado, Mata Atlântica
3439	ORCHIDACEAE	Epidendrum proligerum	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum proligerum apresenta distribuição ampla, habita diferentes fisionomias florestais e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20proligerum	Mata Atlântica
3440	ORCHIDACEAE	Epidendrum robustum	Cogn.	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Epidendrum robustum é uma espécie com distribuição não muito ampla no bioma Mata Atlântica.A EOO é de 10.638,77 km² e o número de situações de ameaça é inferior a dez. Suspeita-se que, devido ao elevado grau de desmatamento dos municípios capixabas em que a espécie foi coletada, esteja havendo um declínio contínuo na qualidade de seu habitat, uma vez que a vegetação rupícola depende das florestas que compõem a zona tampão do entorno dos afloramentos rochosos. Por esses motivos, E. robustum foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20robustum	Mata Atlântica
3441	ORCHIDACEAE	Epidendrum saxatile	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum saxatile apresenta distribuição geográfica ampla, ocorre em diferentes tipos de vegetação e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20saxatile	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3442	ORCHIDACEAE	Epidendrum secundum	Jacq.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum secundum é amplamente distribuída no Brasil, e muito frequente ao longo de quase toda a costa Atlântica.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20secundum	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3443	ORCHIDACEAE	Epidendrum tridactylum	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum tridactylum apresenta distribuição geográfica bastante ampla, ocorre em diversos tipos de habitat e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20tridactylum	Caatinga, Mata Atlântica
3444	ORCHIDACEAE	Epidendrum vesicatum	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Epidendrum vesicatum apresenta distribuição bastante ampla ao longo da costa Atlântica, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20vesicatum	Mata Atlântica
3445	ORCHIDACEAE	Epidendrum zappii	Pabst	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Epidendrum zappii é uma epífita com distribuição muito restrita, ocorrendo em apenas duas localidadesdistantes cerca de 50 km entre si. Em uma delas, no município de Alegre (ES), mais de 90% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo um forte declínio no número de indivíduos maduros da espécie, e que apenas no ParqueNacional do Caparaó exista uma subpopulação viável de E. zappii. A EOO é de 234,09 km², portanto, pelo exposto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20zappii	Mata Atlântica
3446	ORCHIDACEAE	Erycina pusilla	(L.) N.H.Williams & M.W.Chase	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erycina pusilla é muito amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erycina%20pusilla	Amazônia, Mata Atlântica
3447	ORCHIDACEAE	Eulophia ruwenzoriensis	Rendle	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eulophia ruwenzoriensis é representada por um pequeno número de coletas. Entretanto, trata-se de uma espécie sem valor ornamental amplamente distribuída no Brasil. Suspeita-se que esse baixo esforço se deva ao fato de D. ruwenzoriensis ser inconspícua e por isso dificilmente visualizada em meio à vegetação campestre onde ocorre. De qualquer forma, considera-se que as informações disponíveis sejam insuficientes para avaliação de risco.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eulophia%20ruwenzoriensis	Mata Atlântica, Cerrado
3448	ORCHIDACEAE	Eurystyles lorenzii	(Cogn.) Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Eurystyles lorenzii é uma pequena erva epífita sem grande apelo ornamental. A espécie é localmente rara, mas apresenta distribuição no domínio da Mata Atlântica. Ocorre em remanescentes expressivos de floresta ombrófila densa, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eurystyles%20lorenzii	Mata Atlântica
3449	ORCHIDACEAE	Galeandra beyrichii	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Galeandra beyrichii ocorre em todas as regiões do Brasil e é bastante frequente em alguns setores da sua distribuição, principalmente nas regiões Sudeste e Sul.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20beyrichii	Mata Atlântica, Cerrado
3450	ORCHIDACEAE	Galeandra cristata	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Galendra cristata é amplamente distribuída na Amazônia brasileira. Suspeita-se que a espécie ocorra ao longo de toda a fronteira norte do país, o que inclui vastas áreas de floresta praticamente inalteradas pela ação humana.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20cristata	Amazônia
3451	ORCHIDACEAE	Galeandra paraguayensis	Cogn.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Galeandra paraguayensis apresenta distribuição ampla no domínio do Cerrado. Entretanto, devido à acelerada destruição dos seus habitats e ao seu potencial uso ornamental, suspeita-se que a espécie possa vir a ser ameaçada no futuro.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20paraguayensis	Cerrado
3452	ORCHIDACEAE	Galeandra styllomisantha	(Vell.) Hoehne	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Galeandra styllomisantha ocorre em todas as regiões brasileiras, incluindo áreas remotas da Amazônia, e é bastante frequente na região Centro-Oeste.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20styllomisantha	Amazônia, Cerrado
3453	ORCHIDACEAE	Galeottia ciliata	(Morel) Dressler & Christenson	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Apesar de estar representada por poucos registros de herbário, Galeottia ciliata apresenta distribuição bastante ampla no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiões do país.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeottia%20ciliata	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
3454	ORCHIDACEAE	Geoblasta penicillata	(Rchb.f.) Hoehne ex M.N.Correa	EN	B1ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Geoblasta penicillata é uma espécie terrestre muito rara, ocorrente em Formações Campestres daregião Sul do Brasil. Os habitats da espécie vêm sendo continuamente degradados devido à rápida expansão de atividades agropecuárias e silviculturais, o que permite suspeitar que G. penicillata esteja sofrendo declínio no número de indivíduos maduros. Em Curitiba (PR), onde a espécie é representada apenas por coletas muito antigas, é possível suspeitar que a mesma tenha sido extinta localmente,levando a um declínio também na AOO e no número de subpopulações. A EOO é de 559,84 km², eo número de situações de ameaça que incidem sobre a espécie é inferior a cinco, portanto, G. penicillata foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geoblasta%20penicillata	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3455	ORCHIDACEAE	Gomesa doeringii	(Hoehne) Pabst	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Gomesa doeringii é uma espécie sobre a qual existe pouquíssima informação. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20doeringii	Mata Atlântica
3456	ORCHIDACEAE	Gomesa glaziovii	Cogn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Gomesa glaziovii é amplamente distribuída no domínio da Mata Atlântica, ocorrendo da Bahia a Santa Catarina. A espécie está representada em várias Unidades Unidades de Conservação de proteção integral, algumas delas abrigando remanescentes expressivos de florestas.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20glaziovii	Mata Atlântica
3457	ORCHIDACEAE	Gomesa gomezoides	(Barb.Rodr.) Pabst	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Gomesa gomezoides apresenta uma ampla distribuição geográfica e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20gomezoides	Mata Atlântica
3458	ORCHIDACEAE	Gongora bufonia	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Gongora bufonia apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica, e ocorre em alguns dos remanescentes florestais mais expressivos do Bioma, incluindo Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongora%20bufonia	Mata Atlântica
3459	ORCHIDACEAE	Gongora quinquenervis	Ruiz & Pav.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Gongora quinquenervis é uma espécie com ampla distribuição nas regiões Norte e Nordeste. Suspeita-se que a espécie ocorra em boa parte da Amazônia brasileira.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongora%20quinquenervis	Mata Atlântica, Amazônia
3460	ORCHIDACEAE	Govenia utriculata	(Sw.) Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Govenia uticulata é amplamente distribuída, habita diversas fitofisionomias e é bastante frequente em algumas das suas regiões de ocorrência.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Govenia%20utriculata	Mata Atlântica, Cerrado
3461	ORCHIDACEAE	Grandiphyllum divaricatum	(Lindl.) Docha Neto	VU	A3cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Grandiphyllum divaricatum apresenta distribuição não muito ampla na Mata Atlântica da regiãoSudeste. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio populacional contínuo em função da coleta de plantas para fins ornamentais. É possível também suspeitar que G. divaricatum tenha se extinguido localmente na cidade de São Paulo, onde foi coletada há quase 100 anos, levando a um declínio na AOO e no número de subpopulações. Somado a isso, vários dos locais de ocorrênciaencontram-se gravemente desmatados e fragmentados, acarretando um forte declínio na qualidade do habitat remanescente. Devido ao seu hábito epifítico, é possível suspeitar que G. divaricatum apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma e levando em conta as ameaças às quais está submetida, é possível suspeitar que a espécie possa sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos caso nenhuma medida de conservação necessária seja executada. Pelo exposto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grandiphyllum%20divaricatum	Mata Atlântica
3462	ORCHIDACEAE	Grandiphyllum hians	(Lindl.) Docha Neto	VU	A3cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Grandiphyllum hians ocorre no bioma Mata Atlântica, onde é representada por registros bastante esparsos Suspeita-se que a espécie seja localmente rara, e esteja sofrendo um declínio populacional contínuo devido à coleta para fins ornamentais e à acentuada perda e degradação de seu habitat em alguns dos locais de ocorrência, como Jundiaí e Piracicaba (SP). Levando em conta seu hábito epifítico, é possível suspeitar também que a espécie apresente um crescimento lento, de forma queseu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Assim, considerando a sua raridade e as ameaças às quais se encontra submetida, suspeita-se que G. hians possa sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos, caso nenhuma das ações de conservaçãonecessárias seja executada. Por esses motivos, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grandiphyllum%20hians	Mata Atlântica
3463	ORCHIDACEAE	Grobya cipoensis	F.Barros & Lourenço	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Grobya cipoensis é uma espécie com distribuição pontual (AOO=4 Km²) e habitat altamente específico, ocorrendo apenas na Serra do Cipó, MG, como epífita sobre a Canela-de-ema Vellozia gigantea N.L.Menezes & Mello-Silva. O habitat da espécie é ameaçado pela incidência frequente de incêndios e pela invasão por gramíneas exóticas invasoras de alto poder competitivo. Além disso, G. cipoensis tem potencial ornamental, sendo, portanto, possível suspeitar que a coleta de plantas, junto com a degradação do seu habitat, esteja contribuindo para o declínio do número de indivíduos maduros. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grobya%20cipoensis	Cerrado
3464	ORCHIDACEAE	Grobya fascifera	Rchb.f.	VU	B2ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Grobya fascifera é uma epífita endêmica das florestas pluviais da costa Atlântica, ocorrendo entre SãoPaulo e o nordeste do Rio Grande do Sul. A espécie é representada por poucos registros esparsos, praticamente todos feitos há mais de 40 anos. O habitat de G. fascifera vem sofrendo declínio em extensão e qualidade em alguns dos locais de coleta, como por exemplo, nas cidades de Florianópolis e São Paulo. Nesta última, a espécie não é coletada há quase 80 anos, o que permite suspeitar quea mesma tenha sido localmente extinta, ocasionando assim declínio na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Com AOO de 40 km² e número de situações de ameaça inferior a dez, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grobya%20fascifera	Mata Atlântica
3465	ORCHIDACEAE	Habenaria achalensis	Kraenzl.	VU	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria achalensis é uma espécie campestre que apresenta distribuição ampla no Brasil, que abrange parte dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Entretanto, a espécie é representada por um número relativamente baixo de registros esparsamente distribuídos, a maioria deles em locais sujeitos a uma ou mais ameaças. Nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Poços de Caldas (MG) e Campos do Jordão (SP), o habitat da espécie é bastante ameaçado principalmente pela expansão urbana. Em Linhares (ES), e nos Campos de Altitude de Santa Catarina, as principais ameaças são atividades agropecuárias e silviculturais, que vêm suprimindo grandes áreas de habitat potencial deste táxon. Todos esses fatores indicam uma clara redução na extensão e qualidade do habitat, a qual permite suspeitar que esteja ocorrendo um declínio no número de indivíduos maduros da população. A AOO é de 44 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20achalensis	Mata Atlântica, Cerrado
3466	ORCHIDACEAE	Habenaria aphylla	Barb.Rodr.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Em uma revisão muito recente do gênero, Habenaria aphylla foi considerada sinônimo de H. crucifera, espécie considerada válida na Lista do Brasil, mas com distribuição pouco compreendida nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. É necessária uma melhor delimitação da ocorrência do táxon para realizar a avaliação de risco de extinção.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20aphylla	Cerrado
3467	ORCHIDACEAE	Habenaria armata	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria armata apresenta distribuição geográfica muito ampla, ocorrendo inclusive em áreas remotas da Amazônia brasileira.	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20armata	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
3468	ORCHIDACEAE	Habenaria brachyplectron	Hoehne & Schltr.	CR	B2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria brachyplectron habita Formações Campestres em uma única localidade da Serra do Mar,próxima à cidade de São Paulo. A espécie apresenta uma AOO de 4 km² e está sujeita à degradação do seu habitat devido à enorme emissão de poluentes que ocorre em várias cidades do entorno, além da pressão exercida pela expansão urbana desordenada. H. brachyplectron não é coletada há 86 anos, de onde se suspeita que possa estar extinta na natureza, por esses motivos, foi considerada""Criticamente em perigo"" (CR). Esta espécie demanda esforços de coleta direcionados, que possibilitem o encontro de subpopulações viáveis e que forneçam mais dados que permitam uma avaliação de risco de extinção mais precisa."	2012-05-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20brachyplectron	Mata Atlântica
3469	ORCHIDACEAE	Habenaria culicina	Rchb.f. & Warm.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria culicina é uma espécie sem apelo ornamental com distribuição geográfica ampla no território brasileiro, ocorrendo desde o Paraná até o Tocantins.	2012-12-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20culicina	Amazônia, Cerrado
3470	ORCHIDACEAE	Habenaria ernestulei	Hoehne	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria ernestulei é uma espécie de ocorrência em ambientes campestres, sendo considerada umendemismo da Serra da Mantiqueira. Apenas duas subpopulações são conhecidas, e ambas estão sujeitas a ameaças. Em Campos do Jordão (SP), a expansão urbana desordenada e a especulação imobiliária vem levando à redução dos ecossistemas naturais, como os Campos de Altitude e florestas de Araucária (Florestas Ombrófilas Mistas). Já nos Campos de Altitude do Planalto do Itatiaia, a incidência frequente de incêndios vem constituindo uma ameaça constante à vegetação. Devido a esses fatores, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio contínuo no número de indivíduos de H. ernestulei. Com EOO de 548,42 km² e número de situações de ameaça inferior a cinco, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20ernestulei	Mata Atlântica
3471	ORCHIDACEAE	Habenaria exaltata	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria exaltata é uma espécie com ampla distribuição em áreas campestres, ocorrendo do Rio Grande do Sul a Minas Gerais. Não há informações sobre a ocorrência da espécie em Unidades de Conservação, o que aponta para a necessidade do estabelecimento de áreas protegidas que protejam os habitats de H. exaltata.	2012-05-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20exaltata	Mata Atlântica, Cerrado
3472	ORCHIDACEAE	Habenaria galeandriformis	Hoehne	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria galeandriformis é uma espécie de ocorrência em áreas de fisionomia predominantementecampestre, cujo único registro de herbário disponível localiza-se em uma região de Cerrado do Estado de São Paulo. Essa vegetação foi quase completamente destruída no Estado, e as poucas áreas remanescentes são pequenas e estão sujeitas a uma série de ameaças, como a invasão por gramíneas nativas, pastejo pela criação de gado extensiva, desmatamento e incidência de incêndios. Devidoa isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na EOO e AOO (EOO=273,19 km², AOO=4 km²), e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Por esses motivos, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20galeandriformis	Mata Atlântica
3473	ORCHIDACEAE	Habenaria gourlieana	Gill. ex Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria gourlieana é amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país. Está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20gourlieana	Mata Atlântica, Cerrado
3474	ORCHIDACEAE	Habenaria hexaptera	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria hexaptera apresenta distribuição bastante ampla no Brasil e ocorre em diversas fitofisionomias. Está representada em ao menos uma Unidade de Conservação de proteção integral.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20hexaptera	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
3475	ORCHIDACEAE	Habenaria hydrophila	Barb.Rodr.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Segundo a revisão taxonômica do gênero publicada recentemente, Habenaria hydrophila é muito próxima de H. brevidens, e a distinção entre elas não é clara. É necessário que os taxa em questão sejam melhor delimitados para que se possa avaliar adequadamente o risco de extinção.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20hydrophila	Mata Atlântica, Cerrado
3476	ORCHIDACEAE	Habenaria itaculumia	Garay	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria itaculumia é uma espécie com distribuição pontual na Serra de Itacolomi (MG), de distribuição extremamente restrita (EOO=313,67 km², AOO=8 km²). A região do Quadrilátero Ferrífero, onde a referida serra está situada, vem sendo continuamente degradada devido a atividades de mineração a céu aberto, que exploram principalmente o ferro dos Campos Rupestres ferruginosos que aí ocorrem. Além disso, o Parque Estadual do Itacolomi foi atingido recentemente por um incêndio de grandes proporções, que afetou quase toda a área da unidade de conservação. Devido aisso, suspeita-se que, além de um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu habitat, H. itaculumia esteja sofrendo também declínio no número de indivíduos maduros. Por não ter registros de coleta recentes, é possível suspeitar que a espécie esteja extinta na natureza, por esses motivos, considera-se este táxon ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20itaculumia	Cerrado
3477	ORCHIDACEAE	Habenaria jordanensis	(J.E.Leite) Garay	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	H. jordanensis, de acordo com a revisão recentemente publicada sore o gênero, provavelmente é uma forma pelórica (ou seja, com as pétalas laterais modificadas, semelhantes ao labelo) de H. edwallii. A circunscrição do taxon deve ser melhor estabelecida, para que ser possa avaliar seu risco de extinção.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20jordanensis	Mata Atlântica
3478	ORCHIDACEAE	Habenaria leucosantha	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria leucosantha apresenta distribuição bastante ampla no Brasil, ocorrendo desde o Rio Grande do Sul até Tocantins.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20leucosantha	Mata Atlântica, Cerrado
3479	ORCHIDACEAE	Habenaria macronectar	(Vell.) Hoehne	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria macronectar apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica, dentro da qual suspeita-se que seja bastante frequente. Está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20macronectar	Mata Atlântica, Cerrado
3480	ORCHIDACEAE	Habenaria novaesii	Edwall & Hoehne	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria novaesii é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1909 em Campinas (SP). Alocalidade-tipo e toda a região do entorno encontram-se completamente modificadas pela ação humana, seja pela expansão urbana, seja por atividades agropecuárias altamente impactantes. Devido a isso, é possível suspeitar que tenha ocorrido declínio na EOO e AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO de apenas 4 km² é mais um indicativo de sua distribuição extremamente restrita, o que aliado à ausência de coletas recentes, permite-se suspeitar que a espécie esteja possivelmente extinta. Por esses motivos, H. novaesii foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), demandando esforços de coleta direcionados com o intuito de se encontrar novas subpopulações."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20novaesii	Mata Atlântica
3481	ORCHIDACEAE	Habenaria nuda	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria nuda apresenta distribuição bastante ampla no Brasil, abrangendo quase todas as regiões do país.	2012-05-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20nuda	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3482	ORCHIDACEAE	Habenaria piraquarensis	Hoehne	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Habenaria piraquarensis apresenta distribuição muito restrita e é conhecida por apenas duas coletas. A EOO é de 557,79 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco, na localidade-tipo (município de Piraquara, SP), o habitat da espécie vem declinando em extensão e qualidade devido à expansão urbana. Pelo exposto, H. piraquarensis está ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20piraquarensis	Mata Atlântica
3483	ORCHIDACEAE	Habenaria regnellii	Cogn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria regnellii apresenta uma ampla distribuição no Brasil, que abrange várias regiões do país.	2012-05-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20regnellii	Mata Atlântica, Cerrado
3484	ORCHIDACEAE	Habenaria rodeiensis	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria rodeiensis apresenta distribuição ampla no Brasil e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20rodeiensis	Mata Atlântica, Cerrado
3485	ORCHIDACEAE	Habenaria santensis	Barb.Rodr.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	As informações disponíveis sobre Habenaria santensis são muitos limitadas. Dados insuficientes para uma avaliação de risco de extinção.	2012-10-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20santensis	Cerrado
3486	ORCHIDACEAE	Habenaria schwackei	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria schwackei é uma espécie não-endêmica, sem valor ornamental e amplamente distribuída no território brasileiro. As informações disponíveis indicam que H. schwackei ocorre em pelo menos uma Unidade de Conservação de proteção integral.	2012-12-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20schwackei	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3487	ORCHIDACEAE	Habenaria trifida	Kunth	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria trifida apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiões do país.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20trifida	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3488	ORCHIDACEAE	Habenaria umbraticola	Barb.Rodr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Habenaria umbraticola apresenta distribuição relativamente ampla no domínio da Mata Atlântica, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20umbraticola	Mata Atlântica
3489	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia alaori	(Brieger & Bicalho) Chiron & V.P.Castro	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia alaori é uma espécie bastante distinta e muito ornamental, com ocorrência pontual nas Florestas Úmidas do litoral sul baiano. A AOO é inferior a 10 km², e há uma situação de ameaça identificada para a espécie. A Mata Atlântica nessa região vem, desde o período colonial, sofrendo com o desmatamento e a consequente degradação de hábitats, estes são resultantes das diversas atividades econômicas que aí foram ou ainda são desenvolvidas. No município de Santa Luzia, por exemplo, foram desmatados 82% da cobertura original de floresta. Além disso, é possível suspeitar que a espécie sofra com a coleta para fins de cultivo e comercialização, acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. Sendo assim, H. alaori encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20alaori	Mata Atlântica
3490	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia brevipedunculata	(Cogn.) Chiron & V.P.Castro	VU	B1ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia brevipedunculata é uma bela espécie de orquídea com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço. Sua EOO é de 6.187,52 km², e o número de situações de ameaça é inferior a 10. Recentemente, um incêndio de grandes proporções atingiu quase todo o Parque Estadual do Itacolomi, no qual a espécie foi coletada na década de 1970. Devido a isso, suspeita-se que H. brevipedunculata possa ter sido localmente extinta, acarretando declínio na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Além disso, a espécie sofre com a perda e a degradação de seu habitat na maioria dos locais em que ocorre fora de unidades de conservação. Também é possível suspeitar que a coleta de indivíduos para fins ornamentais contribua diretamente para o declínio do número de indivíduos maduros de H. brevipedunculata, sendo assim, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20brevipedunculata	Cerrado
3491	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia coccinea	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Hadrolaelia coccinea apresenta distribuição relativamente ampla no domínio Atlântico, ao longo da qual é bastante frequente, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20coccinea	Mata Atlântica, Cerrado
3492	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia crispa	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	VU	A3d	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia crispa é uma espécie extremamente ornamental com distribuição geográfica restrita à Mata Atlântica. Suspeita-se que a espécie sofra uma pressão muitoforte de coleta para fins de cultivo e comercialização. Também é possível suspeitar, devido ao seu hábito epifítico, que a espécie apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de dez anos. Dessa forma, considerando o forte declínio populacional da espécie acarretado pelo extrativismo predatório, é possível suspeitar que H. crispa venha a sofrer uma redução no número total de indivíduos de pelo menos 30% nos próximos 30 anos. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20crispa	Mata Atlântica
3493	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia grandis	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	VU	A4cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia grandis é uma espécie de orquídea extremamente ornamental, com distribuição geográfica relativamente ampla ao longo da costa Atlântica. Seus habitats florestais litorâneos vêm sendo rapidamente desmatados ao longo de toda a sua ocorrência, e os remanescentes sofrem com várias formas de perturbação, além dos efeitos negativos da própria fragmentação da mata a que estão submetidos. Suspeita-se que H. grandis sofra uma forte pressão de coleta para fins ornamentais,acarretando um declínio populacional em praticamente todas as suas subpopulações. Também é possível suspeitar que a espécie tenha sido localmente extinta em áreas muito desmatadas, como o município de Pinheiros (ES), no qual mais de 95% da cobertura original de Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido ao seu hábito epifítico adaptado à áreas bastante sombreadas, suspeita-se que a espécie apresente crescimento lento. Além disso, sua capacidade de formar grandes colônias sugereque possa haver indivíduos bastante longevos, de onde se estima que o tempo de geração seja de pelo menos 10 anos. Assim, considerando o conjunto de ameaças às quais H. grandis está submetida e seu tempo de geração, é possível suspeitar que um período de 30 anos abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos seja suficiente para que a espécie sofra uma redução populacional de pelo menos 30%. Por esses motivos, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20grandis	Mata Atlântica
3494	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia jongheana	(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro	EN	A4acd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia jongheana é uma espécie muito ornamental submetida a uma fortíssima pressão de coleta para fins de cultivo e comercialização. Esse extrativismo predatório já levou à extinção de algumas subpopulações. Além disso, H. jongheana ocorre em locais severamente desmatados e degradados pela ação humana, como a Zona da Mata Mineira e o Quadrilátero Ferrífero. Suspeita-se que, devido ao seu hábito epifítico/rupícola e ao fato de ocorrer em ambientes com certo grau de sazonalidade, H. jongheana apresente um crescimento bastante lento, de forma que o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 10 anos. Considerando, portanto, as intensas ameaças às quais vem sendo submetida, é possível suspeitar que em um período de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espécie sofra um declínio populacional de pelo menos 50%, o que a leva a ser considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20jongheana	Cerrado
3495	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia lobata	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"?Hadrolaelia lobata é uma espécie extremamente ornamental com distribuição geográfica restrita a alguns poucos afloramentos rochosos do litoral do Estado do Rio de Janeiro. A EOO é de apenas 1.287,53 km², e tem quatro situações de ameaça às quais a espécie se encontra submetida. Vem sofrendo um drástico declínio na extensão e qualidade do seu hábitat, altamente específico, devido principalmente à expansão urbana e à incidência de incêndios severos sobre a vegetação rupícola/saxícola dos afloramentos em que ocorre. Além disso, uma enorme pressão de coleta para fins de cultivo e comercialização nas suas subpopulações permite suspeitar que a espécie esteja sofrendo um forte declínio no número de indivíduos maduros. Assim sendo, H. lobata foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20lobata	Mata Atlântica
3496	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia perrinii	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	VU	A3cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia perrinii é uma espécie bastante ornamental com distribuição geográfica não muito amplano bioma Mata Atlântica, foi submetida a uma intensa pressão de coleta para fins ornamentais no passado, sendo inclusive considerada ameaçada de extinção pelos próprios colecionadores de orquídeas. Além disso, a espécie ocorre em alguns municípios severamente desmatados. Nos municípios de Queimados e São Fidélis (RJ), respectivamente 98% e 95% da cobertura original de Mata Atlântica encontram-se desmatadas. Em Cantagalo e Porciúncula (RJ) e Carangola e Coronel Pacheco (MG), esse percentual é igual ou superior a 90%. Devido ao seu hábito epifítico, suspeita-se que a espécie apresente um crescimento bastante lento, de forma que o tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, considerando o forte declínio populacional ocorrido nopassado e todas as ameaças às quais H. perrinii está submetida, é possível suspeitar que a espécie venha a sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos. Pelo exposto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20perrinii	Mata Atlântica
3497	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia pumila	(Hook.) Chiron & V.P.Castro	VU	A4cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Uma das espécies mais ornamentais do gênero, Hadrolaelia pumila é representada por registros esparsos, que abrangem parte dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Devido ao enorme apelo de suas flores, suspeita-se que H. pumila venha sofrendo, desde tempos históricos até os dias de hoje, uma fortíssima pressão de coleta para fins ornamentais. Além disso, a maioria dos seus locais de ocorrência encontra-se fortemente desmatada e perturbada pela ação humana. Mesmo no interior de unidades de conservação (SNUC), como no Parque Nacional da Serra da Canastra (MG), a espécie sofre com ameaças como a incidência de incêndios e a mineração. Devido ao seu hábito epifítico, é possível suspeitar que H. pumila apresente um crescimento bastante lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, e considerando as fortes ameaças às quais está submetida, é possível suspeitar que um período de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espécie sofra um declínio populacional de pelo menos 30%, sendo considerada, portanto, uma espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20pumila	Mata Atlântica
3498	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia purpurata	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	VU	A4acd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia purpurata é uma espécie extremamente ornamental, com distribuição restrita à Mata Atlântica. As informações disponíveis indicam claramente que a espécie vem sofrendo declínio populacional, sendo considerada extinta nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde não é coletada há respectivamente 94 e 114 anos. Muitos dos seus locais de coleta encontram-se fortemente antropizados, devido principalmente à expansão urbana. Além disso, suspeita-se que H. purpurata sofra uma fortíssima pressão de coleta em praticamente todas as suas subpopulações, com o intuito de cultivo e comercialização dos indivíduos. Estima-se que, devido ao seu hábito epifítico, apresente crescimento bastante lento e por conta disso tenha um tempo de geração de cerca de 10 anos. Considerando, portanto, todos os fatores citados, é possível suspeitar que em um período de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espécie sofra um declínio populacional de ao menos 30%, sendo considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20purpurata	Mata Atlântica
3499	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia pygmaea	(Pabst) Chiron & V.P.Castro	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia pygmaea é uma espécie de orquídea com distribuição restrita a uma pequena região do Estado do Espírito Santo (AOO=10 km²), com duas situações de ameaças identificadas. A espécie vem sofrendo com a perda e degradação de seu hábitat em seus locais de ocorrência, particularmente no município de Fundão (ES), onde 93% da cobertura original de Mata Atlântica encontra-se desmatada. Além disso, é possível suspeitar que haja uma pressão de coleta para fins ornamentais, acarretando um declínio do número de indivíduos maduros. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20pygmaea	Mata Atlântica
3500	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia sincorana	(Schltr.) Chiron & V.P.Castro	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia sincorana é uma espécie bastante ornamental com distribuição restrita à Chapada Diamantina (BA). Apresenta EOO=4.111,56 km² e número de situações de ameaça inferior a cinco. A espécie sofre com um declínio na qualidade de seu habitat, devido à incidência de incêndios periódicos intensos, e também com uma forte pressão extrativista, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20sincorana	Cerrado
3501	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia tenebrosa	(Rolfe) Chiron & V.P.Castro	EN	A3cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia tenebrosa é uma espécie extremamente ornamental com distribuição geográfica restrita à Mata Atlântica, na qual ocorre em locais gravemente afetados pela ação humana. A espécie sofre uma intensa pressão de coleta para fins de cultivo e comercialização, o que acarretou em forte declínio populacional no passado. Suspeita-se que, devido ao seu hábito epifítico, H. tenebrosa apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, considerando as sérias ameaças às quais está submetida, é possível suspeitar que a espécie venha a sofrer um declínio populacional de pelos menos 50% nos próximos 30 anos, sendo considerada, portanto ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20tenebrosa	Mata Atlântica
3502	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia virens	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Hadrolaelia virens é uma espécie sem muito apelo ornamental, distribuída de forma razoavelmente ampla na região Sudeste. A espécie ocorre em alguns remanescentes expressivos da Mata Atlântica, inclusive em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20virens	Mata Atlântica
3503	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia wittigiana	(Barb.Rodr.) Chiron & V.P.Castro	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia wittigiana é uma bela espécie de orquídea representada por um pequeno número de registros, esparsamente distribuídos em áreas de Florestas Montanas na região Sudeste. A AOO é de 14 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. No município de Passa Quatro (MG), onde a Mata Atlântica foi reduzida a cerca de 20% da sua área original, a espécie foi coletada apenas uma vez, em 1948. Devido a isso, suspeita-se que H. wittigiana possa ter sido localmente extinta, acarretando um declínio na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Também é possível suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais venha contribuindo para o declínio populacional da espécie, principalmente fora de unidades de conservação (SNUC). Pelo exposto, portanto, acredita-se que H. wittigiana esteja ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20wittigiana	Mata Atlântica
3504	ORCHIDACEAE	Hadrolaelia xanthina	(Lindl.) Chiron & V.P.Castro	EN	C2a(i)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hadrolaelia xanthina é uma espécie muito ornamental, com distribuição geográfica restrita ao Estado do Espírito Santo. Buscas intensivas realizadas recentemente encontraram apenas 101 indivíduos da espécie, sendo cerca de 70 desses no município de Santa Teresa. Portanto, é perfeitamente possível suspeitar que haja menos de 2.500 indivíduos maduros da espécie no total, e que o número de indivíduos na maior subpopulação seja inferior a 250. Também se suspeita que, devido à coleta para fins ornamentais e ao desmatamento e degradação das florestas que habita, esteja havendo um declínio contínuo de sua população, por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20xanthina	Mata Atlântica
3505	ORCHIDACEAE	Hapalorchis lineatus	(Lindl.) Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e sem apelo ornamental.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hapalorchis%20lineatus	Cerrado, Mata Atlântica
3506	ORCHIDACEAE	Heterotaxis sessilis	(Sw.) F.Barros	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Heterotaxis sessilis é uma espécie sem muito apelo ornamental amplamente distribuída nos neotrópicos. Suspeita-se que ocorra em boa parte da Amazônia brasileira.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterotaxis%20sessilis	Amazônia
3507	ORCHIDACEAE	Heterotaxis valenzuelana	(A.Rich.) F.Barros	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Heterotaxis valenzuelana é uma espécie com distribuição relativamente ampla abrangendo parte das regiões Sudeste e Sul. Ocorre em remanescentes expressivos de Mata Atlântica, incluindo algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterotaxis%20valenzuelana	Mata Atlântica
3508	ORCHIDACEAE	Hoehneella heloisae	Ruschi	CR	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoehneella heloisae apresenta distribuição geográfica pontual, ocorrendo apenas nas florestas do município de Santa Teresa (ES). A EOO é de 21,53 km² e o número de situações de ameaça é um. Devido ao desmatamento em Santa Teresa, onde cerca de 80% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio na extensão e na qualidade de seu hábitat. Por esses motivos, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehneella%20heloisae	Mata Atlântica
3509	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella briegeri	(Blumensch. ex Pabst) V.P.Castro & Chiron	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella briegeri é uma espécie bastante ornamental com distribuição restrita à Cadeia do Espinhaço (MG). Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio na qualidade do seu hábitat devido à ocorrência de incêndios anuais severos, à expansão urbana, ao turismo desordenado e a atividades agropecuárias altamente impactantes. Também é possível suspeitar que esteja ocorrendo um declínio no número de indivíduos maduros de H. briegeri devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Com EOO de 2.699,21 km² e pelas ameaças incidentes em suas subpopulações, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20briegeri	Cerrado
3510	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella caulescens	(Lindl.) H.G.Jones	EN	B2ab(ii,iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella caulescens é uma espécie muito ornamental ocorrente em Campos Rupestres quartzíticos e ferruginosos. A espécie encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça, sendo uma delas a região do Quadrilátero Ferrífero, que vem sendo devastada por atividades de mineração a céu aberto. Devido a isso e também à coleta de plantas para fins ornamentais, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na AOO, já restrita (AAO=64 km²), na área e qualidade do hábitat e no número de indivíduos maduros. Por isso, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20caulescens	Cerrado
3511	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella cinnabarina	(Batem. ex Lindl.) H.G.Jones	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Hoffmannseggella cinnabarina apresenta uma distribuição geográfica razoavelmente ampla na região Sudeste do Brasil, incluindo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado. A espécie habita diferentes tipos de habitat, incluindo campos rupestres, campos de altitude e florestas nebulares, e ocorre em um dos remanescentes mais expressivos de Mata Atlântica, na Serra do Mar fluminense. Também está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20cinnabarina	Mata Atlântica, Cerrado
3512	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella crispata	(Thunb.) H.G.Jones	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Hoffmannseggella crispata é uma espécie rupícola e ornamental com distribuição geográfica relativamente ampla no estado de Minas Gerais. A espécie ocorre em campos rupestres, inclusive no Quadrilátero Ferrífero, região que vem sendo devastada pela mineração de ferro a céu aberto. Além disso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio populacional decorrente da coleta de plantas para fins ornamentais. Entretanto, as informações disponíveis não permitem incluí-la em nenhuma categoria de ameaça, mas é possível que a espécie venha a ser ameaçada no futuro.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20crispata	Cerrado
3513	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella endsfeldzii	(Pabst) V.P.Castro & Chiron	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella endsfeldzii é uma espécie ornamental com distribuição geográfica pontual em Minas Gerais (AOO=4 km²). O município de Itutinga, onde a espécie ocorre, encontra-se extremamente desmatado, com 96% da cobertura original da Mata Atlântica destruída. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais, junto com a perda e degradação do hábitat da espécie, esteja levando a um declínio no número de indivíduos maduros da população. Aliado aos efeitos da fragmentação de seus hábitats naturais, os fatores expostos levam a espécie a ser considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20endsfeldzii	Cerrado
3514	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella ghillanyi	(Pabst) H.G.Jones	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella ghillanyi é uma espécie rupícola com bastante apelo ornamental e distribuição geográfica restrita à Serra do Cipó (MG). Suspeita-se que a expansão urbana, atividades turísticas desordenadas e a ocorrência de queimadas severas estejam levando a um declínio na qualidade do hábitat da espécie, afetando sua perpetuação na natureza. Também é possível suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais esteja causando um declínio no número de indivíduos maduros. Com EOO de 516,38 km² e o número de situações de ameaça inferior e cinco, H. ghillanyi foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20ghillanyi	Cerrado
3515	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella gloedeniana	(Hoehne) Chiron & V.P.Castro	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella gloedeniana é uma espécie bastante ornamental com distribuição pontual no Espírito Santo (AOO=4 km²). O município em que ocorre, Cachoeiro do Itapemirim, encontra-se severamente desmatado, com quase 90% da cobertura original da Mata Atlântica destruída. Devido a isso, é possível suspeitar que o hábitat da espécie venha declinando em qualidade, uma vez que a vegetação rupícola depende da manutenção das florestas ocorrentes no entorno dos afloramentos. Também se suspeita que a espécie venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros em função da coleta de plantas para fins ornamentais. Pelo exposto, encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20gloedeniana	Mata Atlântica
3516	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella kautskyana	V.P.Castro & Chiron	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella kautskyana é uma espécie muito ornamental com distribuição restrita no Espírito Santo (AOO=4 km²). No município de Domingos Martins, onde foi coletada, mais de 75% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio na qualidade do seu hábitat devido à eliminação das florestas do entorno dos afloramentos rochosos. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha causando declínio no número de indivíduos maduros. Sendo assim, encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20kautskyana	Mata Atlântica
3517	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella milleri	(Blumensch. ex Pabst) V.P.Castro & Chiron	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella milleri é uma espécie bastante ornamental com distribuição pontual (AOO=4 km²) na região do Quadrilátero Ferrífero (MG). Os Campos Rupestres ferruginosos em que H. milleri ocorre vêm sendo irreversivelmente degradados devido à mineração, e a espécie sofre com a coleta para fins ornamentais. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros da população. Por essas razões, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), com grandes chances de desaparecer na natureza em futuro próximo."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20milleri	Cerrado
3518	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella mixta	(Hoehne) Chiron & V.P.Castro	EN	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella mixta é uma espécie muito ornamental com distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo. A maioria dos municípios onde a espécie foi coletada encontra-se severamente desmatada, com 90% ou mais da cobertura original de Mata Atlântica destruída, em Nova Venécia, esse percentual chega a 96%. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um forte declínio na qualidade do seu hábitat, uma vez que a vegetação rupícola depende em grande parte da manutenção das florestas presentes no entorno dos afloramentos rochosos. Também é possível suspeitar que a espécie sofra uma forte pressão de coleta para fins ornamentais, o que acarretaria em um declínio contínuo do número de indivíduos maduros da população. Com EOO de 1.623,71 km², e número de situações de ameaça igual a cinco, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-12-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20mixta	Mata Atlântica
3519	ORCHIDACEAE	Hoffmannseggella munchowiana	(F.E.L.Miranda) V.P.Castro & Chiron	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Hoffmannseggella munchowiana é uma espécie extremamente ornamental ocorrente em apenas uma localidade. Apresenta distribuição muito restrita (EOO=268,79 km², AOO=4 km²), sendo que o município onde foi encontrada, Baixo Guandu (ES), encontra-se muito desmatado, com mais de 94% da cobertura original da Mata Atlântica derrubada. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo um declínio na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a vegetação sobre afloramentos rochosos depende da manutenção das florestas do entorno. Também é possível suspeitar que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros da espécie, em função da coleta de plantas para fins ornamentais, portanto, H. munchowiana pode ser considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20munchowiana	Mata Atlântica
3520	ORCHIDACEAE	Homalopetalum hypoleptum	(Lindl.) Soto-Arenas	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Não há registros de ocorrência de Homalopetalum hypoleptum. Dados insuficientes para avaliação de risco.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Homalopetalum%20hypoleptum	Mata Atlântica
3521	ORCHIDACEAE	Houlletia brocklehurstiana	Lindl.	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Houlletia brocklehurstiana é uma planta terrestre com bastante apelo ornamental conhecida por um baixo número de registros em herbários. A espécie habita Florestas Úmidas ao longo de um trecho não muito extenso da costa Atlântica. Suspeita-se que H. brocklehurstiana venha sofrendo com a perda da qualidade do seu hábitat em locais como o Parque Nacional da Tijuca (RJ), e também com o declínio no número de indivíduos adultos devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Com AOO de 32 km² e número de situações de ameaça igual a cinco, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Houlletia%20brocklehurstiana	Mata Atlântica
3522	ORCHIDACEAE	Huntleya meleagris	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Huntleya meleagris apresenta distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, e ocorre em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-06-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huntleya%20meleagris	Mata Atlântica
3523	ORCHIDACEAE	Ionopsis utricularioides	(Sw.) Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Ionopsis utricularioides apresenta distribuição geográfica muito ampla no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ionopsis%20utricularioides	Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia
3524	ORCHIDACEAE	Isabelia violacea	(Lindl.) van den Berg & M.W.Chase	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Isabelia violacea é uma pequena orquídea bastante ornamental com ampla distribuição no Brasil, ocorrendo do Rio Grande do Sul à Bahia. A espécie ocorre em vários habitats e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isabelia%20violacea	Mata Atlântica, Cerrado
3525	ORCHIDACEAE	Isabelia virginalis	Barb.Rodr.	VU	A3cd	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Isabelia virginalis é uma planta muito ornamental, dependente de florestas bem preservadas, apresenta distribuição geográfica não muito ampla no bioma Mata Atlântica. Na Serra do Japi, o hábitat da espécie vem sendo severamente modificado pela ação antrópica, levando a uma redução na extensão e qualidade das florestas em que a planta ocorre. Nessa área, I. virginalis é localmente rara, de onde se suspeita que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros devido à perda e degradação do seu hábitat e à coleta para fins ornamentais. As informações disponíveis indicam que na cidade de São Paulo, a espécie não é coletada há quase 100 anos. Por causa disso, é possível suspeitar que esteja localmente extinta, ocasionando declínio na AOO e no número de subpopulações. Considerando seu hábito epifítico, suspeita-se que a espécie tenha um crescimento lento, de forma que o tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, levando em conta todas as ameaças às quais se encontra submetida, é possível suspeitar que I. virginalis venha a sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos, o que a posiciona como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isabelia%20virginalis	Mata Atlântica
3526	ORCHIDACEAE	Jacquiniella globosa	(Jacq.) Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Jacquiniella globosa é uma espécie que apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em aéreas bastantes isoladas da região Amazônica.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquiniella%20globosa	Mata Atlântica, Amazônia
3527	ORCHIDACEAE	Koellensteinia tricolor	(Lindl.) Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Apesar de ser uma espécie terrestre com grande apelo ornamental, Koellensteinia tricolor apresenta distribuição geográfica muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em regiões isoladas do norte da Amazônia.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Koellensteinia%20tricolor	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3528	ORCHIDACEAE	Lankesterella ceracifolia	(Barb.Rodr.) Mansf.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Lankesterella ceracifolia (Barb.Rodr.) Mansf. não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território brasileiro a espécie é amplamente distribuída em formações florestais de diferentes biomas. A espécie ocorre como epífita e apresenta baixa densidade de indivíduos na maioria dos locais onde foi estudada. Apesar de estar protegida por Unidades de Conservação, L. ceracifolia é cultivada. A espécie foi avaliada como Least Concern (LC).	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lankesterella%20ceracifolia	Mata Atlântica, Caatinga
3529	ORCHIDACEAE	Lepanthopsis densiflora	(Barb.Rodr.) Ames	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica do Brasil, encontrada em Minas gerais e em São Paulo. Apesar de sua distribuição restrita, conhecida através de dados de literatura, não existem informações suficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepanthopsis%20densiflora	Mata Atlântica
3530	ORCHIDACEAE	Lepanthopsis floripecten	(Rchb.f.) Ames	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil, encontrada na América Central, Venezuela, Colômbia, Equador e Peru. No Brasil a espécie ocorre como epífita cespitosa, amplamente distribuída nas regiões nordeste, sudeste e sul. Apesar de possuir valor ornamental, a espécie está protegida por Unidades de Conservação. Foi avaliada como Least Concern (LC).	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepanthopsis%20floripecten	Mata Atlântica
3531	ORCHIDACEAE	Leptotes bicolor	Lindl.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil, encontrada também no Paraguai. Em território nacional a espécie ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Apesar de possuir valor ornamental e ser comercializada, a espécie é amplamente distribuída e está protegida por Unidades de Conservação. Assim, Leptotes bicolor Lindl. foi avaliada como Least Concern (LC).	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptotes%20bicolor	Cerrado, Mata Atlântica
3532	ORCHIDACEAE	Liparis vexillifera	(Llave & Lex.) Cogn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil, encontrada da Costa Rica a região Sul do Brasil. Em território nacional a espécie pode ser encontrada na região Norte (Pará, Tocantins), Nordeste (Bahia, Pernambuco, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e região Sul (Paraná e Rio Grande do Sul). Ocorre principalmente em vegetações arbustivas e campestres. Apesar de ser considerada presumivelmente extinta no estado de São Paulo, nacionalmente a espécie não está ameaçada e foi avaliada como Least Concern (LC).	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Liparis%20vexillifera	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3533	ORCHIDACEAE	Loefgrenianthus blanche-amesii	(Loefgr.) Hoehne	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	A espécie é endêmica do Brasil e ocorre somente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A espécie ocorre como epífita, quase que exclusivamente, nas matas das regiões altas das serras da Mantiqueira e do Mar. Apesar de sofrer com a perda de habitat na Mata Atlântica, Loefgrenianthus blanche-amesii (Loefgr.) Hoehne é cultivada, possui ampla distribuição (EOO=279.055,569km²) e foi avaliada como Least Concern (LC). Entretanto, ações de conservação são necessárias para minimizar os efeitos da incidência de ameaças como a perda e degradação do habitat.	2012-04-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Loefgrenianthus%20blanche-amesii	Mata Atlântica
3534	ORCHIDACEAE	Lophiaris schwambachiae	(V.P.Castro & Toscano) Braem	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Lophiaris schwambachiae é uma espécie endêmica do Brasil que tem distribuição disjunta. A espécie ocorre como epífita na Amazônia e na Mata Atlântica. Entretanto, são necessários mais dados sobre sua distribuição, estrutura das subpopulações e ameaças incidentes. Na região Sudeste, a espécie ocorre no município de Alfredo Chaves (ES), que havia perdido cerca de 70% de sua cobertura vegetal original até 2010. A região continua sujeita a declínio contínuo da qualidade de hábitat, pois as atividades impactantes ainda não cessaram. Foram identificadas, portanto, duas situações de ameaça distintas. Além disso, a AOO conhecida da espécie é menor do que 20 km². Assim, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophiaris%20schwambachiae	Amazônia, Mata Atlântica
3535	ORCHIDACEAE	Lyroglossa grisebachii	(Cogn.) Schltr.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Orquídea terrestre encontrada em campos úmidos, nos domínios fitogeográficos do Cerrado e da Mata Atlântica. Espécie amplamente distribuída e protegida por Unidades de Conservação.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lyroglossa%20grisebachii	Mata Atlântica, Cerrado
3536	ORCHIDACEAE	Macradenia multiflora	(Kraenzl.) Cogn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica do Brasil, amplamente distribuída em território nacional.	2012-06-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20multiflora	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3537	ORCHIDACEAE	Macradenia paulensis	Cogn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20paulensis	Mata Atlântica
3538	ORCHIDACEAE	Macradenia rubescens	Barb.Rodr.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Macradenia rubescens é uma espécie com registros para os estados do Amazonas, Pará e Espírito Santo. Possui ampla extensão de ocorrência 1.265.657km², entretanto, apresenta poucas coletas. Ocorre em copas de árvores em Mata Atlântica e Amazônia onde ocorre em Mata de Igapó. Possui coletas em duas áreas protegidas, porém ?na APA Iha do Combu (PA) há plantações de subsistência de açaí e de cacau. Além disso, está presente no apêndice II da CITES indicando pressão de coleta. Diante do exposto, por Macradenia rubescens possuir ampla extensão de ocorrência, mas por possuir poucas coletas e em alguns locais apresentar ameaças, pode-se dizer que está quase ameaçada (NT). Porém, recomenda-se maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-07-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20rubescens	Amazônia, Mata Atlântica
3539	ORCHIDACEAE	Malaxis cogniauxiana	(Schltr.) Pabst	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Malaxis cogniauxiana (Schltr.) Pabst é endêmica do Brasil e ocorre somente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A espécie possui EOO>20.000km² entretanto está sujeita a diversas ameaças relacionadas a perda e degradação do habitat. A espécie é terrestre e pode ser encontrada em florestas alto-montana do domínio Mata Atlântica. Caso medidas não sejam tomadas para minimizar ou controlar ameaças incidentes a espécie pode, em um futuro próximo, se tornar ameaçada de extinção.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20cogniauxiana	Mata Atlântica
3540	ORCHIDACEAE	Malaxis excavata	(Lindl.) Kuntze	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica, amplamente distribuída em território nacional. Orquídea terrestre ou rupícola encontrada na Mata Atlântica e no Cerrado. Apesar de estar sujeita a ameaças relacionadas a estes biomas a espécie está protegida por Unidades de Conservação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20excavata	Cerrado, Mata Atlântica
3541	ORCHIDACEAE	Malaxis jaraguae	(Hoehne & Schltr.) Pabst	VU	A2c,B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Malaxis jaraguae é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre somente nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Foram identificadas três situações de ameaça que incidem sobre a população da espécie, com base nas localidades de ocorrência. Até hoje, desde a primeira coleta realizada em 1921, a espécie só foi coletada em três municípios diferentes. Até 2010, em São Paulo restavam apenas 16,35% da cobertura vegetal original. Enquanto em São Carlos 5,05% e em Florianópolis 24,85%. Considerando esses números, acredita-se que a espécie tenha perdido 30% de seu hábitat original nos últimos 10 anos, e que essas perdas tenham resultado em um declínio populacional proporcional. M. jaraguae é uma espécie terrestre, encontrada em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e está sujeita à perda e degradação do hábitat, ocasionadas principalmente por atividades agrícolas e pelo intensivo desmatamento que afetaram a região. Sua distribuição conhecida se restringe a uma AOO de apenas 12 km². Assim, foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20jaraguae	Mata Atlântica
3542	ORCHIDACEAE	Malaxis parthonii	C.Morren	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica, amplamente distribuída. Apesar de estar sujeita a perda e fragmentação de habitat a espécie está protegida por Unidades de Conservação.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20parthonii	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3543	ORCHIDACEAE	Mapinguari desvauxianus	(Rchb.f.) Carnevali & R.Singer	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica, amplamente distribuída. Está protegida por Unidades de Conservação.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mapinguari%20desvauxianus	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
3544	ORCHIDACEAE	Masdevallia discoidea	Luer & Würstle	CR	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Masdevallia discoidea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie é conhecida de apenas uma localidade, situada nos limites da Estação Biológica de Santa Lúcia (EBSL), no município de Santa Teresa, foi identificada uma única situação de ameaça incidindo sobre a população de M. discoidea. A espécie tem distribuição restrita (AOO=8 km²) e está sujeita à incidência de ameaças diversas. A vegetação da EBSL apresenta estágios avançados de sucessão ecológica, com indícios de perturbações antrópicas e ocorrência de espécies invasoras em alguns locais. Nos anos mais secos, os incêndios podem ser frequentes, provocados por fazendeiros que moram no entorno da EBSL. Essas ameaças se agravam pelo fato de a EBSL ter uma fraca fiscalização. Dessa forma, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim sendo, a espécie foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Masdevallia%20discoidea	Mata Atlântica
3545	ORCHIDACEAE	Maxillaria robusta	Barb.Rodr.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída (EOO=1.991.358,781km²), ocorre desde o estado do Amazonas, no domínio fitogeográfico da Amazônia, até o estado do Espírito Santo, no domínio da Mata Atlântica. Sua baixa área de ocupação deve-se provavelmente a um baixo esforço de coleta, principalmente na região Amazônica, já que a espécie é epífita. Apesar de seu valor ornamental, a espécie está protegida por Unidades de Conservação. Porém são necessários estudos mais aprofundados para avaliar o efeito do extrativismo sobre a estrutura das populações naturais da espécie.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maxillaria%20robusta	Amazônia, Mata Atlântica
3546	ORCHIDACEAE	Mesadenella atroviridis	(Barb.Rodr.) Garay	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Mesadenella atroviridis é uma espécie com registros para os estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Possui ampla extensão de ocorrência 199.099km², entretanto, apresenta poucas coletas. Ocorre em floresta estacional semidecídua em Mata Atlântica. Os locais onde ocorre sofreram redução vegetacional pelo intenso desmatamento. Além disso, está presente no apêndice II da CITES indicando pressão de coleta. Diante do exposto, por Mesadenella atroviridis possuir ampla extensão de ocorrência, mas por possuir poucas coletas e sofrer redução em seu habitat , pode-se dizer que está quase ameaçada (NT). Porém, recomenda-se maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mesadenella%20atroviridis	Mata Atlântica
3547	ORCHIDACEAE	Microchilus arietinus	(Rchb.f. & Warm.) Ormerod	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Microchilus arietinus é uma espécieocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado nos estados do Sul e Sudeste, além de Minas Gerais e Distrito Federal. Possui uma extensão de ocorrênciade 696.125km². Desenvolve-se em mata de galeria e floresta ombrófila densa. Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais, apresenta umadistribuição ampla e é bem representada em áreas protegidas. Desta forma, M. arietinus é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microchilus%20arietinus	Mata Atlântica, Cerrado
3548	ORCHIDACEAE	Miltonia clowesii	Lindl.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Miltonia clowesii é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Possui uma extensão de ocorrência de 22.765km². Os locais onde a espécie ocorre perderam grande parte de sua vegetação original, além disso M. clowesii tem valor ornamental e está presente no apêndice II da CITES. Apesar disso, a espécie está presente em áreas protegidas e possui ampla distribuição. Desta forma, Miltonia clowesii é uma espécie quase ameaçada (NT). Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20clowesii	Mata Atlântica
3549	ORCHIDACEAE	Miltonia flavescens	(Lindl.) Lindl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Miltonia flavescens é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Caatinga nos estados do sudeste e sul do Brasil, além de Pernambuco, Bahia e Mato Grosso do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 794.653km². A espécie é amplamente distribuída, abundante e bem representada em áreas protegidas, desta forma, ?Miltonia flavescens é uma espécie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apêndice II da CITES, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20flavescens	Mata Atlântica, Caatinga
3550	ORCHIDACEAE	Miltonia regnellii	Rchb.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Miltonia regnellii é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do sudeste e sul do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 271.966km². Desenvolve-se em vegetação secundária, mata de galeria, floresta estacional semidecídua e floresta ombrófila densa. A espécie é amplamente distribuída, abundante e bem representada em áreas protegidas, além disso, se desenvolver em diferentes tipos vegetacionais, desta forma, Miltonia regnellii é uma espécie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apêndice II da CITES e ter valor ornamental, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20regnellii	Mata Atlântica
3551	ORCHIDACEAE	Miltonia spectabilis	Lindl.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Miltonia spectabilis é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Possui uma extensão de ocorrência de 340.226km². A espécie é amplamente distribuída, abundante e bem representada em áreas protegidas, desta forma, Miltonia spectabilis é uma espécie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apêndice II da CITES e possuir valor ornamental, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20spectabilis	Mata Atlântica
3552	ORCHIDACEAE	Mormolyca cleistogama	(Brieger & Illg) M.A.Blanco	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Mormolyca cleistogama é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Amazônia nos estados de Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Roraima, Pará e Acre. Possui uma extensão de ocorrência de 2.579.242km². Desenvolve-se em floresta ombrófila densa. Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta apresenta uma distribuição ampla e é bem representada em áreas protegidas. Desta forma, M. cleistogama é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, por estar presente no apêndice II da CITES, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mormolyca%20cleistogama	Mata Atlântica, Amazônia
3553	ORCHIDACEAE	Mormolyca galeata	(C.Schweinf.) Garay & Wirth	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Mormolyca galeata éuma espécie com suposta ocorrente na Mata Atlântica no estado de São Paulo. Afalta de informações sobre distribuição, biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mormolyca%20galeata	Mata Atlântica
3554	ORCHIDACEAE	Myoxanthus ruschii	Fraga & L.Kollmann	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Myoxanthus ruschii é uma espécie epífita restrita ao Estado do Espírito Santo, com uma EOO de 51,45 km², os dois municípios em que a espécie ocorre foram intensamente desmatados para o estabelecimento de culturas agropastoris. E apesar de ocorrer em áreas protegidas, estas sofrem com a incidência de ameaças de origem antrópica, como incêndios e ocupação desordenada. Dessa forma, em razão de os locais onde a espécie ocorre terem as mesmas ameaças e serem muito próximos, considera-se que a sua população esteja sujeita a uma situação de ameaça. Diante do exposto, M. ruschii é uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myoxanthus%20ruschii	Mata Atlântica
3555	ORCHIDACEAE	Myoxanthus seidelii	(Pabst) Luer	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Myoxanthus seidelii é uma espécie epífita restrita à Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo, com uma AOO menor que 10 km². A espécie não tem registros em áreas protegidas e os dois municípios em que ocorre foram intensamente desmatados. O município de Pedro Canário, por exemplo, perdeu 98,15% de sua cobertura vegetal original, enquanto Marechal Floriano, 66% até 2010. Atividades relacionadas à agricultura intensiva continuam representando uma ameaça para a flora local. Dessa forma, pelos locais onde a espécie ocorre terem as mesmas ameaças e serem muito próximos, considera-se que a espécie esteja sujeita a uma única situação de ameaça, o que agrava ainda mais seu risco de extinção. Diante do exposto, M. seidelii foi considerada uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myoxanthus%20seidelii	Mata Atlântica
3556	ORCHIDACEAE	Neogardneria murrayana	(Gardner ex Hook.) Schltr.	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Neogardneria murrayana é uma espécie ocorrente em Mata Atlântica com registros somente para os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, em altitudes que variam entre 1.200 m e 1.600 m, com uma EOO de 548,37 km² e AOO de 8 km². Na Serra dos Órgãos (RJ), tem como ameaças o desmatamento, queimadas e pressão urbana. Na Serra da Bocaina, as principais ameaças incidentes são os desmatamentos descontrolados, queimadas e erosão do solo acarretada pela retirada da cobertura vegetal. Dessa forma, a população de N. murrayana encontra-se sujeita a duas situações de ameaça distintas. Além disso, está presente no anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Devido à reduzida EOO, à restrição de hábitat e por ter duas situações de ameaça, N. murrayana está ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neogardneria%20murrayana	Mata Atlântica
3557	ORCHIDACEAE	Notylia microchila	Cogn.	EN	B1ab(i,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Notylia microchila é uma espécie ocorrente em Mata Atlântica com registros somente para os Estados do Espírito Santo e Bahia, com uma EOO menor que 500 km². O ambiente onde ocorre sofreu redução vegetacional severa: Linhares (ES) perdeu 78,90% e Itagibá (BA), 83,97% de vegetação nativa. Dessa forma, a população da espécie está sujeita a duas situações de ameaça distintas. Além disso, está presente no anexo II da CITES, indicando pressão de coleta para fins ornamentais. Devido à reduzida EOO, o fato de ter duas situações de ameaça incidentes e indicação de pressão de coleta, N. microchila está ""Em perigo"" (EN)."	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Notylia%20microchila	Mata Atlântica, Amazônia
3558	ORCHIDACEAE	Octomeria alexandri	Schltr.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria alexandri é uma espécie endêmica do Brasil, de ocorrência nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Tem ampla distribuição (EOO=400.590,01 km²), mas devido à especificidade de hábitat com uma AOO de apenas 40 km², foram identificadas três situações de ameaça incidindo sobre sua população, tendo como base o padrão de uso do solo e principais ameaças de cada região do Brasil onde a espécie ocorre. Além disso, apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada, sendo encontrada em três regiões distantes entre si e com pouca probabilidade de intercâmbio genético entre as subpopulações. As áreas de vegetação campestre sobre afloramentos rochosos são bastante sensíveis a modificações da vegetação do seu entorno e as atividades agrícolas nessas regiões vêm causando declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Assim sendo, O. alexandri foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20alexandri	Cerrado, Mata Atlântica
3559	ORCHIDACEAE	Octomeria chamaeleptotes	Rchb.f.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria chamaeleptotes não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie ocorre nas regiões Sul e Sudeste. De acordo com seus registros de ocorrência, a espécie apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, tendo como base a presença ou ausência da espécie em unidades de conservação (SNUC). A AOO da espécie totaliza menos de 20 km², além disso, apesar de ter subpopulações nas áreas protegidas, ameaças como o fogo continuam representando riscos para a sobrevivência da espécie na natureza. Assim, a espécie foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20chamaeleptotes	Mata Atlântica
3560	ORCHIDACEAE	Octomeria decumbens	Cogn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Apesar de 10 registros de herbários no banco de dados, a maioria dos exemplares (70%) foi coletado a mais de 50 anos. Além disso, não existem dados ou informações sobre os tipos vegetacionais onde a espécie ocorre na Mata Atlântica para que possamos avaliar os parâmetros espaciais de forma criteriosa. Dessa forma, são necessários mais dados para conduzir uma avaliação do risco de extinção da espécie.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20decumbens	Mata Atlântica
3561	ORCHIDACEAE	Octomeria diaphana	Lindl.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica encontrada nas regiões sudeste e sul do Brasil. Possui ampla distribuição. Apesar de possuir valor ornamental está protegida por Unidades de Conservação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20diaphana	Mata Atlântica
3562	ORCHIDACEAE	Octomeria estrellensis	Hoehne	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Octomeria estrellensis Hoehne é endêmica do Brasil e ocorre nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo nas florestas da região serrana. Apesar de estar amplamente distribuída na região sudeste a espécie é comercializada devido a seu valor ornamental. Além disso, as florestas da região serrana destes estados vem sofrendo declínio contínuo da qualidade do habitat. Estes fatores podem levar a espécie a uma situação de risco de extinção, em futuro próximo.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20estrellensis	Mata Atlântica
3563	ORCHIDACEAE	Octomeria geraensis	Barb.Rodr.	VU	D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria geraensis é endêmica do Brasil e é encontrada nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, apesar de existir na literatura a informação que a espécie também ocorra no Espírito Santo e em São Paulo. Neste último, inclusive, é considerada ""Presumivelmente extinta"" (PE) de acordo com a Lista Vermelha oficial do Estado. Apesar de ampla distribuição (EOO=141.681,99 km²), a espécie ocorre apenas em regiões serranas e tem AOO de 20 km². Foram identificadas três situações de ameaça distintas, as atividades agrícolas desenvolvidas nas regiões serranas rurais representam ameaça presente e futura, e constituem um risco direto à sobrevivência da espécie na natureza. Assim, O. geraensis foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20geraensis	Mata Atlântica, Cerrado
3564	ORCHIDACEAE	Octomeria hatschbachii	Schltr.	VU	B1ab(i,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria hatschbachii é endêmica do Brasil e tem indicações na literatura de que ocorra nas regiões Nordeste (Bahia), Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina). Entretanto, só foi possível acessar testemunhos de ocorrência para o Estado do Paraná. Com base nesses dados, a espécie tem EOO de 7.621,93 km², além disso, os municípios onde a espécie ocorre estão sujeitos à perda e degradação do hábitat. Em 2010, Lapa havia perdido mais de 90% de sua cobertura vegetal original, enquanto Turvo 85% e Campina Grande cerca de 60%. Cada localidade foi considerada sob uma situação de ameaça distinta. A espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade do hábitat e de seus valores de EOO, assim, foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU), demandando esforços de coleta e estudos focados em estabelecer sua real distribuição geográfica."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20hatschbachii	Caatinga, Mata Atlântica
3565	ORCHIDACEAE	Octomeria hoehnei	Schltr.	EN	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria hoehnei é endêmica do Brasil, conhecida apenas pelo material-tipo realizada em 1920 no Estado de São Paulo. A espécie tem distribuição restrita a uma AOO de 12 km², com sua população podendo ser considerada severamente fragmentada. O município de Santo André, onde a espécie foi coletada, havia perdido 64% de sua cobertura vegetal original até 2010. Entretanto, boa parte da porcentagem remanescente está protegida por unidades de conservação (SNUC). Mesmo sob proteção legal, a expansão da região metropolitana e o aumento da atividade industrial na região continuam representando ameaças para a sobrevivência das espécies da flora e conservação de seus hábitats. Por esses motivos, O. hoehnei foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20hoehnei	Mata Atlântica
3566	ORCHIDACEAE	Octomeria lichenicola	Barb.Rodr.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria lichenicola é endêmica do Brasil e segundo informações da literatura pode ser encontrada nas regiões Sudeste (Rio de Janeiro e São Paulo) e Sul (Paraná e Rio Grande do Sul) do Brasil. Entretanto, só foi possível acessar dados de herbário que comprovam a ocorrência da espécie nos Estados do Espírito Santo e de São Paulo. A espécie tem distribuição restrita (AOO=8 km²) a uma EOO de 547,10 km², mesmo que os parâmetros ambientais estejam subestimados devido à ausência de registros, a espécie continuará apresentando valores abaixo dos limites estabelecidos como críticos (EOO menor que 5.000 km², AOO menor que 500 km²). Dado o atual panorama de sua região de ocorrência, a população de O. lichenicola está sujeita a processos de perda e degradação do habitat que já duram mais de 100 anos. Cada localidade (2) foi considerada como situação de ameaça distinta. Assim, O. lichenicola foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20lichenicola	Mata Atlântica
3567	ORCHIDACEAE	Octomeria praestans	Barb.Rodr.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Octomeria praestans Barb. Rodr. é endêmica do Brasil e ocorre em diversos estados da região sudeste e sul.  Apesar de ampla distribuição, a espécie ocorre me áreas de intensa pressão antrópica, como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. Em outras áreas como o município de Fundão (Espírito Santo) a degradação ambiental já foi responsável pela perda de mais de 90% da cobertura vegetal original. Assim, se não forem tomadas medidas para reduzir as ameaças incidentes, em um futuro próximo a espécie pode vir a se tornar ameaçada de extinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20praestans	Mata Atlântica, Cerrado
3568	ORCHIDACEAE	Octomeria rotundiglossa	Hoehne	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída. Além disso, está protegida por diversas Unidades de Conservação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20rotundiglossa	Mata Atlântica
3569	ORCHIDACEAE	Octomeria sancti-angeli	Kraenzl.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Octomeria sancti-angeli Kraenzl. é endêmica do Brasil e pode ser encontrada no estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A espécie ocupa áreas de floresta ombrófila mista, como epífita nas áreas altas do dossel. A região de ocorrência da espécie sofre efeitos de perda e degradação de habitat. Se medidas não forem tomadas para controlar as ameaças incidentes a espécie pode se tornar ameaçada em um futuro próximo.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20sancti-angeli	Mata Atlântica
3570	ORCHIDACEAE	Octomeria truncicola	Barb.Rodr.	VU	B1ab(iii)+2ab(iii),D2	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria truncicola é endêmica do Brasil e de acordo com a literatura pode ser encontrada nos Estado de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Entretanto, só foi possível acessar registros para São Paulo e Espírito Santo. Foram identificadas duas situações de ameaça. No primeiro caso, a espécie foi coletada na região onde hoje está a área metropolitana da maior cidade do país, e a urbanização representa uma ameaça para a sobrevivência da espécie. No segundo caso, a espécie ocorre em áreas da região serrana, onde a agricultura intensiva resultou em perda de boa parte da cobertura vegetal original e continua representando uma ameaça para a espécie, que, além disso, ocupa uma área (AOO) de menos de 20 km². Assim, O. truncicola foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20truncicola	Mata Atlântica
3571	ORCHIDACEAE	Octomeria warmingii	Rchb.f.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie não endêmica, amplamente distribuída. Além disso, está protegida por diversas Unidades de Conservação	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20warmingii	Cerrado, Mata Atlântica
3572	ORCHIDACEAE	Octomeria wawrae	Rchb.f.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria wawrae é endêmica do Brasil e de acordo com a literatura pode ser encontrada nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Entretanto, só tivemos acesso a testemunhos para Minas Gerais, permitindo assim a definição de duas situações de ameaça distintas, de acordo com as localidades de coleta. A espécie tem distribuição restrita (EOO=544,80 km²) a Matas Ciliares e Campos Rupestres e apresenta AOO de 4 km². A região de ocorrência está sujeita a efeitos de atividades agrícolas que representam uma ameaça para espécie. Mesmo em áreas protegidas, incêndios causam danos graves à estrutura da vegetação, causando declínio contínuo na qualidade de hábitat. Assim, O. wawrae foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20wawrae	Mata Atlântica, Cerrado
3573	ORCHIDACEAE	Octomeria wilsoniana	Hoehne	CR	B2ab(iii,iv,v)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"Octomeria wilsoniana é endêmica do Brasil e é conhecida apenas de sua coleta-tipo, realizada em 1926 na região metropolitana da cidade de São Paulo. Tem distribuição extremamente restrita a uma única situação de ameaça (EOO=276,01 km², AOO=4 km²) e está sujeita à urbanização que causou declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação, número de localidades e indivíduos maduros. Todo o entorno está ocupado por áreas urbanas e provavelmente a espécie encontra-se extinta. São necessários esforços de coleta em todas as áreas verdes da região para assegurar se a espécie ainda ocorre na natureza. Assim, O. wilsoniana foi avaliada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20wilsoniana	Mata Atlântica
3574	ORCHIDACEAE	Ornithocephalus myrticola	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída e presente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ornithocephalus%20myrticola	Cerrado, Mata Atlântica
3575	ORCHIDACEAE	Ornithophora radicans	(Rchb.f.) Garay & Pabst	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro, ocorrendo desde o Pará até o Rio Grande do Sul.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ornithophora%20radicans	Amazônia, Mata Atlântica
3576	ORCHIDACEAE	Pabstia jugosa	(Lindl.) Garay	EN	B2ab(v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pabstia jugosa é uma planta muito ornamental com distribuição restrita a uma pequena porção do domínio Atlântico, na região Sudeste do Brasil, onde é representada por um baixo número de coletas esparsamente distribuídas. A espécie apresenta um hábitat relativamente específico, ocorrendo exclusivamente em locais muito úmidos em áreas bem preservadas de Florestas Montanas. Sua AOO é de 28 km², e o número de situações de ameaça é cinco. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros devido à coleta indiscriminada de plantas para fins ornamentais. Portanto, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pabstia%20jugosa	Mata Atlântica
3577	ORCHIDACEAE	Pabstia schunkiana	V.P.Castro	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pabstia schunkiana é uma espécie ornamental com distribuição geográfica pontual na Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo. Conhecida por uma única coleta, sua AOO é de 4 km² e o número de situações de ameaça é um. O hábitat da espécie vem declinando continuamente em qualidade e extensão, uma vez que o município de Domingos Martins, onde P. schunkiana foi coletada, já perdeu mais de 75% da sua cobertura original de Mata Atlântica. Além disso, é possível suspeitar que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros devido à coleta indiscriminada de plantas para fins ornamentais. Sem nenhum registro de herbário há quase 20 anos, P. schunkiana é uma espécie possivelmente extinta na natureza, portanto, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Buscas intensivas devem ser realizadas nos remanescentes de hábitat em Domingos Martins e adjacências a fim de se localizar novas subpopulações da espécie."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pabstia%20schunkiana	Mata Atlântica
3578	ORCHIDACEAE	Pelexia laxa	(Poepp. & Endl.) Lindl.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com um certo grau de incerteza taxonômica associado, e cuja distribuição geográfica aparentemente não é bem compreendida.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20laxa	Amazônia, Mata Atlântica
3579	ORCHIDACEAE	Pelexia oestrifera	(Rchb.f. & Warm.) Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie sem apelo ornamental, é amplamente distribuída no Leste do Brasil.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20oestrifera	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3580	ORCHIDACEAE	Pelexia orthosepala	(Rchb.f. & Warm.) Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie sem apelo ornamental, amplamente distribuída e ocorrente em diversos tipos de habitat.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20orthosepala	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3581	ORCHIDACEAE	Phragmipedium lindleyanum	(M.R.Schomb. ex Lindl.) Rolfe	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Distribuição geográfica e características ecológicas muito pouco conhecidas. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phragmipedium%20lindleyanum	Amazônia
3582	ORCHIDACEAE	Phragmipedium vittatum	(Vell.) Rolfe	VU	A4cd	Maria Rosa Vargas Zanata	Tainan Messina	"Phragmipedium vittatum é uma orquídea terrestre ou rupícola, é uma planta ornamental e por isso, bastante visada pelos colecionadores, sendo que sua coleta predatória tem contribuído significativamente para sua redução populacional. Além disso, apenas um registro foi feito em unidade de conservação (Reserva do Guará, no Distrito Federal), que é considerada local pouco protegido de ocupação humana e incidência de incêndios anuais severos. A espécie é tida como de difícil cultivo, o que a torna mais vulnerável à exploração atual e futura. Então, suspeita-se que a população tenha sofrido uma redução de 30% nos últimos 50 anos e projeta-se que possa sofrer 30% de redução nos próximos 50 anos. Pelo exposto, portanto, P. vittatum foi considerada ""Vulnerável"" (VU). Recomenda-se que sejam empreendidas ações de conservação para a espécie, como a criação de reserva de proteção integral e estudos de cultivo."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phragmipedium%20vittatum	Cerrado
3583	ORCHIDACEAE	Phymatidium aquinoi	Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla ao longo da costa Atlântica. É ocasional dentro de seus habitas, e chega a ocorrer em áreas antrópicas. Suspeita-se que esteja ameaçada em algumas das localidades de ocorrência, mas no conjunto de sua distribuição, P. aquinoi não corre o risco de se extinguir.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20aquinoi	Mata Atlântica
3584	ORCHIDACEAE	Phymatidium falcifolium	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, e bastante frequente em toda sua área de ocorrência. Está presente em diversas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20falcifolium	Mata Atlântica
3585	ORCHIDACEAE	Phymatidium geiselii	Ruschi	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Phymatidium geiselii é uma micro-orquídea conhecida apenas para o Parque Nacional do Caparaó, na divisa entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A EOO da espécie é inferior a 5.000 km², e sujeita a uma única situação de ameaça. A espécie está suscetível à degradação do seu hábitat devido à ocorrência de incêndios que acometem o parque e também ao impacto da presença de turistas, que frequentam as trilhas do parque sem maiores precauções com a flora em risco. Por esses motivos, P. geiselii encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20geiselii	Mata Atlântica
3586	ORCHIDACEAE	Phymatidium glaziovii	Toscano	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Phymatidium glaziovii é uma pequena epífita recentemente descrita, e que em coleções de herbário é com frequência confundida com outras espécies. Suspeita-se que o pequeno número de registros se deva a erros de identificação e a um baixo esforço de coleta, que caracteriza algumas espécies inconspícuas de Orchidaceae. P. glaziovii apresenta uma distribuição geográfica restrita (EOO=5.495,20 km²), e está submetida a três situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat devido, principalmente, ao desmatamento e à expansão urbana desordenada. Por esses motivos, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20glaziovii	Mata Atlântica
3587	ORCHIDACEAE	Phymatidium vogelii	Pabst	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Phymatidium vogelii foi descrita a partir de um único espécime precariamente herborizado. Há relatos de que ocorre também na Serra dos Órgãos (RJ). De qualquer forma, é possível suspeitar que P. vogelii esteja submetida a não mais que cinco situações de ameaça, e também que esteja sujeita à incidência de fatores que podem levar à perda e à degradação de seus hábitats, como a ocorrência de incêndios. Por esses motivos, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20vogelii	Mata Atlântica
3588	ORCHIDACEAE	Pogoniopsis schenckii	Cogn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, sem apelo ornamental e ocorrente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pogoniopsis%20schenckii	Cerrado, Mata Atlântica
3589	ORCHIDACEAE	Polystachya rupicola	Brade	CR	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Polystachya rupicola apresenta distribuição pontual na Mata Atlântica, ocorrendo em apenas uma localidade bastante afetada por atividades humanas. A EOO é de 0,36 km², com apenas uma situação de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade de seu hábitat, uma vez que o município de Castelo (ES), onde ocorre, já perdeu mais de 80% da cobertura original de Mata Atlântica. Sendo assim, P. rupicola encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polystachya%20rupicola	Mata Atlântica
3590	ORCHIDACEAE	Promenaea fuerstenbergiana	Schltr.	EN	B1ab(iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Promenaea fuerstenbergiana é uma espécie bastante ornamental descrita a partir de um espécime coletado em Santa Catarina há 40 anos. Acredita-se que ocorra em São Paulo e também, possivelmente, na região Nordeste. Entretanto, não há registros de herbário confirmando a ocorrência da espécie para além do território catarinense. A EOO é de 285,60 km², com população submetida a menos de cinco situações de ameaça. P. fuerstenbergiana vem sofrendo um declínio contínuo na extensão e na qualidade de seu hábitat na localidade-tipo, uma vez que o município de Palhoça já perdeu mais de 50% da sua cobertura florestal original. Além disso, é possível suspeitar que P. fuerstenbergiana venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros, devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Promenaea%20fuerstenbergiana	Mata Atlântica
3591	ORCHIDACEAE	Pseudolaelia brejetubensis	M.Frey	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pseudolaelia brejetubensis é uma espécie ornamental conhecida apenas pelo material-tipo, coletado há pouco mais de 10 anos em um afloramento rochoso no Espírito Santo. O município de Brejetuba já perdeu mais de 90% da sua cobertura original de Mata Atlântica, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a vegetação rupícola depende em certo grau da floresta circundante aos afloramentos. Atividades recreativas também vêm contribuindo para a degradação da vegetação da área. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha causando um declínio no número de indivíduos de P. brejetubensis. Buscas recentes pela espécie em sua localidade típica não tiveram êxito, de onde se suspeita que seja localmente rara. Pelo exposto, portanto, a espécie encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR). Buscas intensivas na área e em seu entorno devem ser empreendidas para se localizar novas subpopulações."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20brejetubensis	Mata Atlântica
3592	ORCHIDACEAE	Pseudolaelia canaanensis	(Ruschi) F.Barros	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pseudolaelia canaanensis é uma espécie com distribuição restrita, ocorrendo em parte do Espírito Santo e na porção leste de Minas Gerais, no vale do Rio Doce. A EOO é de 4.338,61 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez. A maioria dos municípios de ocorrência da espécie encontram-se gravemente desmatados, muitos deles com menos de 10% da cobertura original de Mata Atlântica remanescente. Por causa disso, suspeita-se que esteja havendo um declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a vegetação rupícola depende em certo grau das florestas que circundam os afloramentos. Embora apresente uma distribuição geográfica restrita, P. canaanensis forma extensas subpopulações, motivo pelo qual foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20canaanensis	Mata Atlântica
3593	ORCHIDACEAE	Pseudolaelia cipoensis	Pabst	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pseudolaelia cipoensis é uma espécie ornamental muito rara, com distribuição restrita à Serra do Cipó (MG), onde apresenta uma AOO de 8 km². A espécie é conhecida por poucas coletas, todas realizadas fora do Parque Nacional existente na região. Devido a isso, considera-se que P. cipoensis está submetida a uma única situação de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu hábitat, em função da expansão urbana, da atividade turística desordenada e da ocorrência de incêndios periódicos severos. Além disso, é possível suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais venha acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20cipoensis	Cerrado
3594	ORCHIDACEAE	Pseudolaelia citrina	Pabst	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pseudolaelia citrina é uma espécie ornamental com distribuição restrita no bioma Mata Atlântica, ocorrendo no centro-norte do Espírito Santo e no extremo leste de Minas Gerais. A AOO é de 60 km². A espécie habita exclusivamente afloramentos rochosos entre 700 e 1.200 m de altitude, que outrora eram circundados por florestas, mas que atualmente encontram-se em sua maioria imersos em paisagens extremamente desmatadas. Devido a isso, é possível suspeitar que o hábitat da espécie como um todo venha declinando em qualidade, uma vez que a integridade da vegetação rupícola desses afloramentos dependa das florestas que tipicamente os circundam. Outras ameaças como o pisoteio, a abertura de trilhas e a invasão por gramíneas exóticas de alto poder competitivo também venham contribuindo para a degradação do hábitat de P. citrina, que corre grande risco de se extinguir em sua localidade-tipo. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. Todos esses fatores provavelmente contribuíram para que as subpopulações remanescentes sejam atualmente compostas de poucos indivíduos isolados. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN). Recomenda-se a criação de uma ou mais unidades de conservação (SNUC) de proteção integral que contemplem algumas localidades de ocorrência da espécie, particularmente no Espírito Santo."	2012-04-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20citrina	Mata Atlântica, Cerrado
3595	ORCHIDACEAE	Pseudolaelia dutrae	Ruschi	VU	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pseudolaelia dutrae é uma espécie ornamental com distribuição restrita no bioma Mata Atlântica, ocorrendo no extremo leste de Minas Gerais e na região serrana do Espírito Santo. A EOO é de 13.045,18 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio generalizado na qualidade de seu hábitat, devido ao elevado grau de desmatamento em praticamente todas as localidades de ocorrência, o que compromete a integridade da vegetação rupícola que habita. Além disso, é possível suspeitar que a população de P. dutrae venha declinando continuamente devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Por esses motivos, a espécie encontra-se ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20dutrae	Mata Atlântica
3596	ORCHIDACEAE	Pseudolaelia vellozicola	(Hoehne) Porto & Brade	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição bastante ampla, abrangendo parte dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. Ocorre em uma variedade de tipos vegetacionais. Suspeita-se que esteja bastante ameaçada em algumas das localidades de ocorrência, como o Morro do itaoca-RJ. Mas, considerando a distribuição da espécie como um todo, P. vellozicola não pode ser considerada ameaçada de extinção.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20vellozicola	Cerrado, Mata Atlântica
3597	ORCHIDACEAE	Pteroglossa glazioviana	(Cogn.) Garay	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie muito amplamente distribuída. Ocorre em Unidade de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20glazioviana	Mata Atlântica
3598	ORCHIDACEAE	Pteroglossa hilariana	(Cogn.) Garay	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Pteroglossa hilariana é uma espécie terrestre de Campos Secos do Cerrado, representada por um número muito baixo de registros. Suspeita-se que a espécie originalmente ocorresse em toda a região entre Itirapina e o Distrito Federal, mas a degradação generalizada do Cerrado, aliada a um baixo esforço de coleta de herbáceas campestres inconspícuas, como P. hilariana, impede que sua distribuição geográfica seja mais bem conhecida. As informações disponíveis indicam que a espécie apresenta uma EOO de 536,10 km², e está submetida a duas situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu hábitat no Distrito Federal devido à expansão urbana acelerada e à ocorrência frequente de queimadas. Além disso, suspeita-se que em São Paulo, onde foi coletada há mais de 90 anos, a espécie tenha sido localmente extinta, acarretando declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Por esses fatores, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20hilariana	Cerrado
3599	ORCHIDACEAE	Pteroglossa macrantha	(Rchb.f.) Schltr.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Pteroglossa macrantha é uma orquídea terrestre bastante ornamental com ocorrência predominante no Cerrado. Apesar de se distribuir de forma ampla dentro do Bioma, a espécie vem sofrendo um declínio bastante acelerado na extensão do seu habitat devido à expansão agropecuária desordenada. Além disso, suspeita-se que P. macrantha venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Devido a esses fatores, é possível suspeitar que a espécie venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20macrantha	Cerrado, Mata Atlântica
3600	ORCHIDACEAE	Rauhiella silvana	Toscano	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Rauhiella silvana é uma espécie rara conhecida por um baixo número de registros de herbário. As informações disponíveis incluem coletas para os Estados da Bahia e Espírito Santo, com indicações de ocorrência pela literatura também no Rio de Janeiro. De qualquer forma, é possível suspeitar que a espécie apresente uma AOO inferior a 500 km², e também que esteja submetida a menos de cinco situações de ameaça. As Restingas florestais em que R. silvana ocorre são altamente ameaçadas, devido a uma série de fatores como a expansão urbana desordenada, mineração e atividades agropecuárias. De fato, os municípios de Planalto (BA) e Linhares (ES), já perderam respectivamente 95% e 79% da sua cobertura florestal original. Suspeita-se que a perda e a degradação do hábitat da espécie estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos da população, o que permite categorizar a espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rauhiella%20silvana	Mata Atlântica
3601	ORCHIDACEAE	Rodriguezia obtusifolia	(Lindl.) Rchb.f.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Rodriguezia obtusiflia é uma espécie muito ornamental com distribuição geográfica ampla, abrangendo parte dos biomas da Mata Atlântica e Caatinga. A espécie ocorre em pelo menos duas Unidades de Conservação de proteção integral, e é possível suspeitar que esteja presente em outras áreas protegidas. Entretanto, é representada em algumas localidades por coletas antigas. Na cidade de são Paulo, por exemplo, foi coletada apenas uma vez em 1931, o que permite suspeitar que esteja localmente extinta. Situação semelhante se repete em Cachoeiro do Itapemirim, município fortemente desmatado onde R. obtusifolia foi coletada no passado apenas por Brade. Assim, considera-se que a espécie pode vir a a ser ameaçada em um futuro próximo.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20obtusifolia	Mata Atlântica
3602	ORCHIDACEAE	Rodriguezia rigida	(Lindl.) Rchb.f.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Há apenas dois registros de herbário da espécie, sendo que um deles apresenta informações contraditórias. Também não há informações sobre fitofisionomias de ocorrência. Dados insuficientes para a avaliação.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20rigida	Mata Atlântica
3603	ORCHIDACEAE	Rodriguezia venusta	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie bastante ornamental, distribuída de forma ampla ao longo da Costa Atlântica. Está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20venusta	Mata Atlântica
3604	ORCHIDACEAE	Sarcoglottis alexandri	Schltr. ex Mansf.	EN	B2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Sarcoglottis alexandri é uma orquídea terrestre sem apelo ornamental, conhecida por poucos registros de herbário. As informações disponíveis indicam coletas para os Estados do Rio de Janeiro e Paraná, e com indicação pela literatura também no Estado de São Paulo. A AOO é de 8 km² e suspeita-se que o número de situações de ameaça seja inferior a cinco. S. alexandri vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat, principalmente no Parque Nacional da Tijuca (RJ), devido a uma série de ameaças incidentes, como a ocorrência de queimadas, a expansão urbana desordenada, o pisoteio por turistas, a elevada deposição de poluentes, entre outras. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcoglottis%20alexandri	Mata Atlântica
3605	ORCHIDACEAE	Saundersia mirabilis	Rchb.f.	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Saundersia mirabilis é uma espécie conhecida por poucas coletas, todas realizadas em localidades muito afetadas pela ação humana. As informações disponíveis incluem registros de herbário para o Espírito Santo e São Paulo, e com indicações por especialistas também para Minas Gerais e Rio de Janeiro. De qualquer forma, é possível suspeitar que a AOO seja inferior a 500 km², e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Também é possível suspeitar que a perda e a degradação do hábitat de S. mirabilis estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população, portanto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saundersia%20mirabilis	Cerrado, Mata Atlântica
3606	ORCHIDACEAE	Saundersia paniculata	Brade	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Saundersia paniculata é uma pequena epífita ocorrente em florestas bem preservadas a altitudes intermediárias no bioma Mata Atlântica. A espécie apresenta uma EOO de 6.440,04 km², e está submetida a menos de dez situações de ameaça. Seu hábitat vem declinando em qualidade e extensão em algumas das localidades de ocorrência, como Cariacica (ES), onde quase 80% da cobertura original de Mata Atlântica encontra-se desmatada. Por esses fatores, é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saundersia%20paniculata	Mata Atlântica
3607	ORCHIDACEAE	Scaphyglottis prolifera	(R.Br.) Cogn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não-endêmica de distribuição muito ampla, ocorre em quase todas as regiões brasileiras.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scaphyglottis%20prolifera	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3608	ORCHIDACEAE	Schomburgkia gloriosa	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não-endêmica de distribuição muito ampla. Ocorre em todas as regiões do Brasil.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schomburgkia%20gloriosa	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3609	ORCHIDACEAE	Scuticaria irwiniana	Pabst	EN	B1ab(v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Scuticaria irwiniana é uma planta bastante ornamental ocorrente em Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço (MG). A espécie foi descrita há cerca de 40 anos, mas é conhecida em apenas duas localidades. A EOO é de 536,55 km², com duas situações de ameaça. Apesar de estar incluída em áreas protegidas nos seus locais de ocorrência, é possível suspeitar que S. irwiniana venha sofrendo um declínio populacional devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20irwiniana	Cerrado
3610	ORCHIDACEAE	Scuticaria itirapinensis	Pabst	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Scuticaria itirapinensis é uma planta muito ornamental com distribuição geográfica pontual no Cerrado do Estado de São Paulo. Os remanescentes desse bioma na região são bastante escassos atualmente, e ainda sofrem com o impacto de atividades agropecuárias e com a invasão de gramíneas exóticas. Além disso, a espécie sofreu com uma fortíssima pressão de coleta para fins ornamentais no passado, podendo inclusive estar extinta devido ao extrativismo predatório. A AOO é inferior a 10 km², e o número de situações de ameaça é um, portanto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20itirapinensis	Cerrado
3611	ORCHIDACEAE	Scuticaria kautskyi	Pabst	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Scuticaria kautskyi é uma espécie muito ornamental conhecida por apenas uma coleta, realizada há mais de 40 anos em um grande afloramento rochoso no Estado do Espírito Santo. A AOO é de 8 km², com uma única situação de ameaça. O entorno da Pedra Azul, localidade-tipo de S. kautiskyi, encontra-se bastante alterado pela ação humana, e o município de Domingos Martins, onde a pedra está localizada, já perdeu mais de 75% da sua cobertura original de Mata Atlântica. Assim, é possível suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a integridade da vegetação rupícola depende da manutenção das florestas que circundam os afloramentos rochosos na região. Além disso, suspeita-se que S. kautskyi esteja sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população, em razão da coleta indiscriminada de plantas para fins de comercialização e cultivo. Espécie possivelmente extinta na natureza. Recomenda-se a realização de buscas intensivas na localidade-tipo e em outros afloramentos rochosos na região a fim de se localizar novas subpopulações.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20kautskyi	Mata Atlântica
3612	ORCHIDACEAE	Scuticaria strictifolia	Hoehne	EN	B1ab(v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Scuticaria strictifolia é uma espécie bastante ornamental conhecida por apenas dois registros de herbário. A EOO é de 548 km², onde foram identificadas duas situações de ameaça. Há relatos de que ocorra também na Serra dos Órgãos (RJ), mas não há coletas botânicas atestando sua presença nessa área. Suspeita-se que S. strictifolia venha sofrendo um declínio contínuo do número de indivíduos maduros, devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Foi considerada, então, ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20strictifolia	Mata Atlântica
3613	ORCHIDACEAE	Selenipedium isabelianum	Barb.Rodr.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie conhecida por apenas um registro cuja localização é incerta. Dados insuficientes para avaliação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selenipedium%20isabelianum	Amazônia
3614	ORCHIDACEAE	Selenipedium palmifolium	(Lindl.) Rchb.f. & Warsz.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica de distribuição bastante ampla na Amazônia brasileira.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selenipedium%20palmifolium	Amazônia
3615	ORCHIDACEAE	Sobralia liliastrum	Salzm. ex Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro, incluindo boa parte da região amazônica.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sobralia%20liliastrum	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3616	ORCHIDACEAE	Sophronitis cernua	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição muito ampla, habita diversas formações vegetais e está presente em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sophronitis%20cernua	Mata Atlântica, Cerrado
3617	ORCHIDACEAE	Specklinia bacillaris	(Pabst) Luer	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Specklinia bacillaris é uma micro-orquídea com distribuição restrita e especificidade de hábitat, ocorrendo exclusivamente em Florestas Aluviais com araucária (Florestas Ombrófilas Mistas) no Estado do Paraná. A AOO é de 20 km², e o número de situações de ameaça é cinco. A espécie vem sofrendo um acentuado declínio na qualidade e extensão de seu hábitat, devido ao gravíssimo desmatamento que as florestas com araucária vêm sendo submetidas desde as primeiras décadas do século passado. Devido às exigências microclimáticas característica da maior parte das micro-orquídeas, e particularmente daquelas que apresentam especificidade de hábitat, é possível suspeitar que a perda e a degradação do hábitat estejam acarretando um forte declínio no número de indivíduos maduros da população.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20bacillaris	Mata Atlântica
3618	ORCHIDACEAE	Specklinia carinifera	(Barb.Rodr.) Luer	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Specklinia carinifera é uma micro-orquídea com distribuição geográfica restrita na Mata Atlântica. A espécie apresenta uma EOO de 5.802,88 km², e está submetida a quatro situações de ameaça. Apesar de ocorrer em alguns dos mais representativos e bem preservados remanescentes de Mata Atlântica, P. carinifera vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu hábitat em algumas localidades de ocorrência, como São Miguel Arcanjo, município paulista no qual mais de 85% da cobertura florestal original encontra-se desmatada. Por essas razões, a espécie é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20carinifera	Mata Atlântica
3619	ORCHIDACEAE	Specklinia castellensis	(Brade) Luer	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Specklinia castellensis é uma micro-orquídea com distribuição pontual em uma região severamente desmatada no Espírito Santo. A AOO é inferior a 10 km², com uma única situação de ameaça. O município de Castelo, onde o material-tipo da espécie foi coletado há mais de 64 anos, já perdeu 83% da sua cobertura florestal original. Devido a isso, é possível suspeitar que P. castellensis venha sofrendo um acentuado declínio no número de indivíduos da população, uma vez que a maioria das espécies de micro-orquídeas é bastante sensível a alterações microclimáticas causadas pela degradação e fragmentação dos seus hábitats florestais. Considerando o longo tempo transcorrido desde a coleta do material-tipo e as ameaças incidentes sobre seu hábitat, suspeita-se que a espécie esteja extinta na natureza. A espécie foi categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR), devendo ser exaustivamente procurada tanto na localidade-tipo quanto em remanescentes florestais do entorno. Espécie prioritária para ações de conservação ex situ."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20castellensis	Mata Atlântica
3620	ORCHIDACEAE	Specklinia conspersa	(Hoehne) Luer	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Specklinia conspersa é um micro-orquídea rara da Mata Atlântica, conhecida por um baixíssimo número de registros de herbário. As informações disponíveis incluem apenas uma coleta no Espírito Santo, onde a espécie é considerada ""Criticamente em perigo"", e outra em Petrópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Existem indicações de especialistas de sua ocorrência também em São Paulo. De qualquer forma, é possível suspeitar que S. conspersa apresente uma AOO inferior a 500 km², e esteja submetida a menos de cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e na extensão de seu hábitat, principalmente no município capixaba de Castelo, onde 83% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Suspeita-se que a perda e a degradação do hábitat esteja acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população, sendo assim, S. conspersa encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20conspersa	Mata Atlântica
3621	ORCHIDACEAE	Specklinia garayi	(Pabst) Luer	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Specklinia garayi é uma micro-orquídea com distribuição pontual em uma região fortemente desmatada no Espírito Santo. A AOO é de 8 km², com uma única situação de ameaça. A espécie é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado há quase 40 anos no município de Castelo. Nesse município, a Mata Atlântica já perdeu 83% da sua cobertura original. Devido a isso, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da espécie, sendo assim, S. garay encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20garayi	Mata Atlântica
3622	ORCHIDACEAE	Specklinia gomesferreirae	(Pabst) Luer	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"S. gomesferreirae é uma micro-orquídea com distribuição pontual em um dos setores mais devastados da Mata Atlântica nordestina. A espécie é conhecida apenas pelo seu material-tipo, coletado há quase 40 anos no município pernambucano de Ipojuca. Nesse município, a Mata Atlântica já perdeu mais de 90% da sua cobertura original, o que permite possível suspeitar que S. gomesferreirae venha sofrendo um  declínio acentuado no número de indivíduos maduros. Espécie possivelmente extinta na natureza, pelo exposto, portanto, foi considerada ""Criticamente em Perigo"" (CR). Recomenda-se a realização de buscas intensivas por indivíduos tanto na localidade-tipo quanto em remanescentes florestais no entorno."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20gomesferreirae	Mata Atlântica
3623	ORCHIDACEAE	Specklinia lingua	(Lindl.) Luer	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Specklinia lingua é uma micro-orquídea com distribuição ampla na Mata Atlântica, onde ocorre quase exclusivamente em áreas protegidas. Entretanto, a espécie é muito ameaçada em alguns setores da sua distribuição, sendo considerada ""Criticamente em Perigo"" no Espírito Santo. Já no município pernambucano de Barreiros, onde a espécie foi coletada há 26 anos, a Mata Atlântica já perdeu cerca de 90% da sua área original. Devido a isso, é possível suspeitar que S. lingua venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. A AOO é de 20 km², e o número de situações de ameaça é quatro, portanto, a espécie foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20lingua	Mata Atlântica
3624	ORCHIDACEAE	Specklinia ruschii	(Hoehne) Luer	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"S. ruschii é uma micro-orquídea com distribuição pontual no Espírito Santo. A AOO é de 4 km², com uma única situações de ameaça. O município de Santa Teresa, do qual a espécie é endêmica, já perdeu cerca de 80% da sua cobertura florestal original. Devido a isso, é possível suspeitar que esteja ocorrendo um declínio contínuo do número de indivíduos da espécie. Sendo assim, S. ruschii foi considerada ""Criticamente em Perigo"" (CR)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20ruschii	Mata Atlântica
3625	ORCHIDACEAE	Stanhopea insignis	Frost ex Hook.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A distribuição geográfica da espécie não é bem compreendida. Dados insuficientes para avaliação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stanhopea%20insignis	Mata Atlântica
3626	ORCHIDACEAE	Stanhopea lietzei	(Regel) Schltr.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie de distribuição muito ampla, abrangendo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado. Ocorre em diversas fisionomias florestais e está presente em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stanhopea%20lietzei	Mata Atlântica
3627	ORCHIDACEAE	Stigmatosema hatschbachii	(Pabst) Garay	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"S. hatschbachii é uma orquídea campestre conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1970 no município paranaense de Balsa Nova. Os Campos Gerais do Paraná, de onde provém o único registro da espécie, vêm sendo rapidamente desmatados para dar lugar a monoculturas de soja, inclusive no município da localidade-tipo. Outras ameaças, como a expansão de atividades silviculturais e a invasão por espécies exóticas de alto poder competitivo também incidem sobre os campos da região. Dessa forma, é possível suspeitar que a acelerada perda e degradação do habitat de S. hatschbachii esteja levando a um forte declínio no número de indivíduos da população. A AOO é inferior a 10 km², com uma única situações de ameaça. Considerando o tempo transcorrido desde a única coleta e as ameaças incidentes, aliada a sua distribuição restrita, a espécie é considerada ""Criticamente em Perigo"" (CR), com possibilidades de estar extinta na natureza."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmatosema%20hatschbachii	Mata Atlântica
3628	ORCHIDACEAE	Thelyschista ghillanyi	(Pabst) Garay	VU	B2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"T. ghillanyi é uma orquídea terrestre ocorrente em Campos Rupestres, cuja distribuição é quase totalmente restrita à Chapada Diamantina. BA. Um único registro indica a ocorrência da espécie em Goiás, no município de Colinas do Sul, na Chapada dos Veadeiros. A AOO é de 40 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez, mas superior a cinco. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade do seu habitat devido a uma série de fatores, como a expansão agropecuária e a ocorrência de incêndios, por isso, é considerada uma espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelyschista%20ghillanyi	Caatinga, Cerrado
3629	ORCHIDACEAE	Thysanoglossa jordanensis	Porto & Brade	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Thysanoglossa jordanensis é uma micro-orquídea muito rara e bastante exigente em termos de habitat. Até recentemente considerada extinta no estado de São Paulo, foi redescoberta em São José dos Campos e também registrada na Serra do Cipó, MG. A AOO é de apenas 16 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu habitat, principalmente no Estado de São Paulo, devido à expansão urbana. Suspeita-se que a perda e degradação de seu habitat venham acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thysanoglossa%20jordanensis	Mata Atlântica
3630	ORCHIDACEAE	Trichocentrum albococcineum	Linden	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não endêmica de distribuição muito ampla no território brasileiro, incluindo boa parte da Amazônia.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocentrum%20albococcineum	Amazônia, Cerrado
3631	ORCHIDACEAE	Trichocentrum fuscum	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie muito amplamente distribuída no território brasileiro, ocorre em todas as regiões do país.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocentrum%20fuscum	Cerrado, Mata Atlântica
3632	ORCHIDACEAE	Trichopilia santoslimae	Brade	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Trichopilia santoslimae é uma espécie ornamental conhecida por um baixo número de registros de herbário. As informações disponíveis incluem coletas para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, sendo que neste último, T. santoslimae é considerada ""Criticamente em Perigo"". Especialistas indicam que a espécie ocorre também no Estado do Pernambuco, o qual abrange um dos setores mais severamente desmatados da Mata Atlântica. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros devido à coleta para fins de comercialização e cultivo. A AOO é de 8 km² e o número  de situações de ameaça é um, por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em Perigo"" (CR)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichopilia%20santoslimae	Mata Atlântica
3633	ORCHIDACEAE	Trichosalpinx bradei	(Schltr.) Luer	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição relativamente ampla no domínio da Mata Atlântica, e ocorre em alguns dos mais expressivos remanescentes florestais do Bioma.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichosalpinx%20bradei	Mata Atlântica
3634	ORCHIDACEAE	Trigonidium acuminatum	Batem. ex Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro, ocorrendo, inclusive, na região amazônica.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonidium%20acuminatum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3635	ORCHIDACEAE	Trigonidium latifolium	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla no domínio Atlântico, foi coletada recentemente em várias localidades  e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonidium%20latifolium	Mata Atlântica, Cerrado
3636	ORCHIDACEAE	Trizeuxis falcata	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro.	2012-04-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trizeuxis%20falcata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3637	ORCHIDACEAE	Vanilla chamissonis	Klotzsch	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie muito amplamente distribuída no território brasileiro. Ocorre em quase todas as regiões do país e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20chamissonis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3638	ORCHIDACEAE	Vanilla dietschiana	Edwall	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Vanilla dietschiana é uma espécie muito rara, conhecida por poucas coletas no bioma Mata Atlântica. A espécie está sujeita a cerca de cinco situações de ameaça, e enfrenta uma série de fatores que podem levar à degradação do seu habitat, como a expansão urbana, o desmatamento e a fragmentação das florestas em que ocorre. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20dietschiana	Mata Atlântica
3639	ORCHIDACEAE	Vanilla dubia	Hoehne	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Vanilla dubia é uma espécie com distribuição bastante restrita na região Sudeste do Brasil. A EOO é de3.643,83 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. Nos municípios de Santa Teresa e Leopoldina, respectivamente 80% e 74% da cobertura original de Mata Atlântica encontram-se desmatados. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio contínuo na qualidade de seu hábitat, decorrente do desmatamento das florestas que compõem a zona tampão do entorno dos afloramentos rochosos que habita, sendo considerada, portanto, ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20dubia	Cerrado, Mata Atlântica
3640	ORCHIDACEAE	Vanilla edwallii	Hoehne	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição bastante ampla no território brasileiro. Habita diversas fitofisionomias, e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20edwallii	Cerrado, Mata Atlântica
3641	ORCHIDACEAE	Vanilla organensis	Rolfe	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Vanilla organensis é uma espécie conhecida por um número muito baixo de registros de herbário. As informações disponíveis indicam a ocorrência da espécie nos estados do Rio de Janeiro e Paraná, mas segundo a Flora do Brasil, a espécie ocorre também no Mato Grosso e em São Paulo. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20organensis	Mata Atlântica
3642	ORCHIDACEAE	Warczewiczella candida	(Lindl.) Rchb.f.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Há registros de herbário da espécie apenas para o Espírito Santo, o que não representa adequadamente sua distribuição geográfica. Dados insuficientes para avaliação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warczewiczella%20candida	Mata Atlântica
3643	ORCHIDACEAE	Warczewiczella wailesiana	(Lindl.) Rchb.f. ex E.Morren	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Dados insuficientes para avaliação.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warczewiczella%20wailesiana	Mata Atlântica
3644	ORCHIDACEAE	Warmingia eugenii	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não-endêmica de distribuição ampla, ocorrendo desde Pernambuco até o Rio Grande do Sul. Habita diferentes fisionomias florestais, e está presente em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warmingia%20eugenii	Cerrado, Mata Atlântica
3645	ORCHIDACEAE	Wullschlaegelia aphylla	(Sw.) Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie não-endêmica de distribuição muito ampla. Ocorre em todas as regiões brasileiras.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wullschlaegelia%20aphylla	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3646	ORCHIDACEAE	Xylobium colleyi	(Batem. ex Lindl.) Rolfe	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	As informações disponíveis indicam que se trata de uma espécie muito amplamente distribuída, ocorrendo em quase todas as regiões do Brasil. Está presente em várias Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylobium%20colleyi	Amazônia, Mata Atlântica
3647	ORCHIDACEAE	Zootrophion atropurpureum	(Lindl.) Luer	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Zootrophion atropurpureum é uma micro orquídea endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o Espírito Santo e Santa Catarina. A espécie ocorre em vários remanescentes bastante expressivos de Mata Atlântica ao longo da Serra do Mar, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral. Entretanto, Z. atropurpureum é considerada Criticamente em Perigo de extinção no Espírito Santo, e por isso suspeita-se que a espécie como um todo possa estar ameaçada em um futuro próximo.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zootrophion%20atropurpureum	Mata Atlântica
3648	ORCHIDACEAE	Zygopetalum brachypetalum	Lindl.	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Apesar de se distribuir de forma relativamente ampla, abrangendo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado, e de estar presente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral, a espécie é bastante ameaçada em alguns setores da sua distribuição, como o Quadrilátero Ferrífero.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20brachypetalum	Mata Atlântica
3649	ORCHIDACEAE	Zygopetalum maculatum	(Kunth) Garay	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente na sua área de ocorrência.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20maculatum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3650	ORCHIDACEAE	Zygopetalum maxillare	Lodd.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente dentro da sua área de ocorrência.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20maxillare	Cerrado, Mata Atlântica
3651	ORCHIDACEAE	Zygopetalum pabstii	Toscano	EN	B1ab(v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Zygopetalum pabstii é uma espécie bastante ornamental conhecida em apenas duas localidades no Espírito Santo. A EOO é de 537,69 km², e o número de situações de ameaça é dois. Suspeita-se que Z. pabstii venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros, devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20pabstii	Mata Atlântica
3652	ORCHIDACEAE	Zygopetalum pedicellatum	(Thunb.) Garay	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	As informações disponíveis indicam que Zygopetalum pedicellatum ocorre principalmente em Unidades de Conservação e em áreas bem preservadas. Entretanto, a espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade do seu habitat no Parque Nacional da Tijuca, o que,  junto com sua distribuição geográfica não muito ampla, permite suspeitar que venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20pedicellatum	Mata Atlântica
3653	ORCHIDACEAE	Zygopetalum sellowii	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie de distribuição ampla, e bastante frequente em algumas regiões. Presente em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20sellowii	Caatinga, Cerrado
3654	ORCHIDACEAE	Zygostates bradei	(Schltr.) Garay	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Zygostates bradei é uma espécie ornamental que se distribui de forma ampla, porém marcadamente disjunta, na Mata Atlântica. A espécie ocorre em um dos setores mais devastados da Mata Atlântica, entre Pernambuco e Alagoas, mas também está presente em remanescentes florestais expressivos entre São Paulo e Santa Catarina. Assim, considerando sua distribuição disjunta e a perda e degradação de seu habitat na região nordeste, é possível suspeitar que Z. bradei venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20bradei	Mata Atlântica
3655	ORCHIDACEAE	Zygostates cornuta	Lindl.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, frequente em algumas de suas áreas de ocorrência, e presente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20cornuta	Mata Atlântica
3656	ORCHIDACEAE	Zygostates kuhlmannii	Brade	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Zygostates kuhlmannii foi descrita em 1951 a partir de um espécime coletado no Espírito Santo em 1943. Desde então, a espécie não foi mais encontrada na localidade-tipo, sendo por isso considerada extinta nessa região. O elevado grau de desmatamento no município de Colatina, no qual 94% da área original de Mata Atlântica encontra-se desmatada, corrobora a suspeita da extinção local de Z. kuhlmannii, o que necessariamente acarreta em um declínio na sua EOO, AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Os brejos nordestinos onde a espécie foi registrada também são fortemente ameaçados pela ação humana, principalmente devido à expansão agropecuária. Com AOO de 24 km² e número de situações de ameaça inferior a cinco, Z. kuhlmannii é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20kuhlmannii	Mata Atlântica
3657	ORCHIDACEAE	Zygostates linearisepala	(Senghas) Toscano	CR	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Zygostates linearisepala foi descrita há 15 anos e é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado menosde 10 anos antes da publicação. A espécie apresenta uma AOO de 4 km², e está submetida a uma única situação de ameaça. Suspeita-se que, devido ao desmatamento no município de Santa Teresa (ES), que já perdeu cerca de 80% da sua cobertura original de Mata Atlântica, esteja ocorrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do habitat de Z. linearisepala, acarretando também um declínio no número de indivíduos maduros da espécie, sendo assim, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20linearisepala	Mata Atlântica
3658	ORCHIDACEAE	Zygostates pellucida	Rchb.f.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie com distribuição ampla, ocorrendo ao longo de boa parte da Costa Atlântica brasileira.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20pellucida	Mata Atlântica
3659	OROBANCHACEAE	Agalinis angustifolia	(Mart.) D Arcy	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie hemiparasita encontrada em Campos Rupestres na Cadeia do Espinhaço. Possui uma especifidade de habitat e uma extensão de ocorrência pequena (EOO = 9.766,573km²), sendo encontrada em áreas que sofrem com o turismo desordenado e a especulação imobiliária. Caso possuísse menos de 10 situações de ameaça, a espécie seria considerada como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, por possuir cerca de 15 situações de ameaça, A. angustifolia é considerada como ""Quase ameaçada"" (NT) de extinção."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20angustifolia	Cerrado
3660	OROBANCHACEAE	Agalinis bandeirensis	Barringer	CR	B1ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Como o epíteto específico sugere, Agalinis bandeirensis é endêmica da Serra do Caparaó (ES, MG), sendo coletada principalmente nas imediações do Pico da Bandeira. Esse pico é bastante visitado por turistas, que podem diminuir a densidade populacional da espécie devido ao pisoteamento. Dessa maneira, A. bandeirensis tem apenas uma situação de ameaça e uma EOO de cerca de 60 km², configurando-a como uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20bandeirensis	Mata Atlântica
3661	OROBANCHACEAE	Agalinis brachyphylla	(Chdo am. & Schltdl.) D'Arcy	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica da Cadeia do Espinhaço, encontrada em vegetações de fisionomia campestre em altitudes elevadas. Tem distribuição restrita (EOO=10.973,92 Km²) e ocorre apenas em uma unidade de conservação (SNUC). Além disso, a Cadeia do Espinhaço sofre com queimadas frequentes e o turismo descontrolado. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Vulnerável"" (VU) em relação ao seu risco de extinção."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20brachyphylla	Cerrado
3662	OROBANCHACEAE	Agalinis communis	(Cham. & Schltdl.) D Arcy	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie medicinal, amplamente distribuída, encontrada de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação. Devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20communis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3663	OROBANCHACEAE	Agalinis itambensis	V.C.Souza & S.I.Elias	EN	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Agalinis itambensis é uma espécie endêmica dos Campos Rupestres da região do Pico do Itambé (MG), com uma baixa EOO (450,12 km²). Encontra-se sujeita a duas situações de ameaça distintas. As ameaças que causam declínio do hábitat e, portanto, podem levar a espécie à extinção, são o turismo desordenado e a especulação imobiliária. Dessa maneira, A. itambensis é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20itambensis	Cerrado
3664	OROBANCHACEAE	Agalinis nana	S.I.Elias & V.C.Souza	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Agalinis nana é uma planta endêmica da Serra da Canastra (MG), com uma distribuição geográfica bastante restrita (EOO=262,64 km², e AOO=12 km²). Suspeita-se que esteja sujeita a três situações de ameaça distintas, mesmo número de subpopulações. Uma das ameaças é a alta frequência de incêndios que ocorrem no Parque Nacional da Serra da Canastra. Dessa maneira, A. nana é considerada ""Em perigo"" (EN). Novos estudos sobre o estado atual de conservação das subpopulações de A. nana devem ser feitos na região, uma vez que a última coleta da espécie foi feita há 15 anos."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20nana	Cerrado
3665	OROBANCHACEAE	Agalinis ramulifera	Barringer	EN	B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Agalinis ramulifera é uma espécie com subpopulações disjuntas nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, suspeita-se, portanto, que as subpopulações sejam severamente fragmentadas. Tem uma AOO pequena (AOO=44 km²) e é encontrada em áreas que sofrem intensas pressões antrópicas. Uma das ameaças a sua sobrevivência é o turismo desordenado em áreas de Campos de Altitude no Estado do Paraná, além disso, suspeita-se que a espécie tenha tido um declínio populacional, uma vez que há poucas coletas recentes. Dessa maneira, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20ramulifera	Mata Atlântica
3666	OROBANCHACEAE	Agalinis schwackeana	(Diels) V.C.Souza & Giul.	CR	B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"É uma espécie endêmica da Serra do Cipó (MG), com distribuição bastante restrita (AOO=4 km²). Apenas uma situação de ameaça incide sobre sua população. Uma das ameaças à sobrevivência da espécie é o turismo desordenado na Serra do Cipó. Tem apenas duas coletas no local, o que evidencia sua raridade e seu declínio populacional. A coleta mais recente foi feita há 50 anos, de maneira que novos estudos devem ser efetuados no local para se encontrar novas subpopulações e avaliar o seu estado atual de conservação. Assim, é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20schwackeana	Cerrado
3667	OROBANCHACEAE	Buchnera amethystina	Cham. & Schltdl.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie hemiparasita amplamente distribuída encontrada em formações campestres de Santa Catarina ao Espírito Santo. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que seja uma espécie resistente às ameaças, uma vez que ocorre em beira de estradas. Devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações de São Paulo e do Espírito Santo devem ser estudadas, uma vez que podem ser isoladas geneticamente das subpopulações do sul do país."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20amethystina	Mata Atlântica
3668	OROBANCHACEAE	Buchnera integrifolia	Larrañaga	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada principalmente no sul do país. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que seja uma espécie abundante devido ao seu grande número de coletas.  Dessa maneira, a espécie éconsiderada ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação da subpopulação de Roraima deve ser melhor estudado, uma vez que pode ser geneticamente isolada do restante das subpopulações."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20integrifolia	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
3669	OROBANCHACEAE	Buchnera juncea	Cham. & Schltdl.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes biomas brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas,  suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20juncea	Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Cerrado
3670	OROBANCHACEAE	Buchnera longifolia	Kunth	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes biomas brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul. Dessa maneira a espécie éconsiderada como ""Menos preocupante"" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto algumas subpopulações podem estar isoladas geneticamente de outras, como aquelas da região Norte do Brasil. Recomenda-se, portanto, o estudo do estado atual de conservação dessas subpopulações."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20longifolia	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
3671	OROBANCHACEAE	Escobedia grandiflora	(L.f.) Kuntze	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie medicinal, usada contra doenças respiratórias, por exemplo. É amplamente distribuída encontrada em todos os biomas brasileiros, com exceção da Amazônia. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escobedia%20grandiflora	Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal
3672	OROBANCHACEAE	Esterhazya caesarea	(Cham. & Schltdl.) V.C.Souza	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Esterhazya caesarea é uma espécie hemiparasita, com registros para Campos Rupestres de Minas Gerais, com uma pequena EOO (18.117,69 km²). Está sujeita a nove situações de ameaça, dentre as quais o turismo desordenado e a especulação imobiliária, que levam ao declínio da qualidade do hábitat. Esses fatos, aliados à informação de que a espécie é rara na natureza, indicam que E. caesarea é ""Vulnerável"" (VU). Mesmo que o registro em uma restinga na Bahia se confirme, a espécie ainda assim seria considerada ameaçada, devido à sua baixa densidade absoluta e número de situações de ameaça."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esterhazya%20caesarea	Cerrado
3673	OROBANCHACEAE	Magdalenaea limae	Brade	CR	A2c,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Magdalenaea limae é uma espécie com registro apenas para a Pedra Dubois, em Santa Maria Madalena (RJ), com uma área de ocupação bastante reduzida (AOO=4 km²) e apenas uma situação de ameaça. Ocorre em uma região que sofre com intensa perda de hábitat, uma vez que Santa Maria Madalena tinha apenas 15% de vegetação nativa até 2009. A última coleta da espécie foi feita em 1935 e tentativas posteriores para encontrar subpopulações na natureza não foram bem-sucedidas. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido um declínio populacional maior do que 80% nos últimos 15 anos (considerando tempo de geração de cinco anos para espécie arbustiva). Entretanto, é possível que M. limae ocorra também na Serra dos Órgãos (RJ) e novos estudos devem ser feitos para se localizar subpopulações na natureza. Dessa maneira, é considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magdalenaea%20limae	Mata Atlântica
3674	OROBANCHACEAE	Melasma rhinanthoides	(Cham.) Benth.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada emformações campestres de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Entretanto as subpopulações de São Paulo e do Rio Grande do Sul devem ser melhor estudadas, uma vez que podem estar isoladas geneticamente das demais subpopulações.	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melasma%20rhinanthoides	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3675	OROBANCHACEAE	Nothochilus coccineus	Radlk.	EN	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v),C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Nothochilus coccineus é uma espécie hemiparasita endêmica da Serra do Caparaó, na divisa de Minas Gerais e Espírito Santo. Tem uma AOO pequena (12 km²), bem como uma baixa EOO (107,88 km²). Foram registradas oito subpopulações, com uma estimativa de 1.500 a 2.000 indivíduos no total. A capacidade de dispersão de N. coccineus é limitada, de maneira que suas sementes se dispersam a no máximo 60 cm de distância da planta mãe, considerando que a distância média entre subpopulações seja de 2,3 km, supõe-se que a população dessa espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, apesar da espécie ocorrer no Parque Nacional do Caparaó, essa unidade de conservação (SNUC) sofre de algumas ameaças, como o pastejo de gado na maior subpopulação e herbivoria por cavalos em bambus do gênero Chusquea, que são parasitados por N. coccineus. Supõe-se, portanto, que tenha havido um declínio populacional de cerca de 20% nos últimos 10 anos (considerando-se tempo de geração de cinco anos para espécie arbustiva). Dessa maneira, é categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nothochilus%20coccineus	Mata Atlântica
3676	OROBANCHACEAE	Physocalyx aurantiacus	Pohl	NT	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie endêmica de campos rupestres e campos limpos de Minas Gerais, possuindo uma distribuição bastante restrita (AOO = 156Km²) e fragmentada. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, como mineração, supõe-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas feitas na Cadeia do Espinhaço. Entretanto, a Cadeia do Espinhaço sofre com intensas pressões antrópicas, como o fogo frequente de origem humana e o turismo descontrolado. Dessa maneira a espécie é considerada como quase ameaçada em relação ao risco de extinção (NT).	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalyx%20aurantiacus	Caatinga, Cerrado
3677	OROBANCHACEAE	Physocalyx major	Mart.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em cerrados de Minas Gerais e de Goiás. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em algumas unidades de conservação. Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalyx%20major	Cerrado
3678	OXALIDACEAE	Oxalis arachnoidea	Progel	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis arachnoidea é uma erva rupícola, ocorre em afloramentos rochosos, restrita aos Campos de Altitude da Serra da Bocaina, no Estado de São Paulo. Apresenta um AOO de apenas 4 km² e encontra-se constantemente sujeita à pressão proveniente de atividades ecoturísticas desordenadas, intensa na região, e dos incêndios esporádicos que acometem esse tipo de fitofisionomia. Por esse motivo, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). São necessários investimentos em pesquisas e esforços de coleta na região, a fim de conhecer a real situação da espécie."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20arachnoidea	Mata Atlântica
3679	OXALIDACEAE	Oxalis bela-vitoriae	Lourteig	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis bela-vitoriae é uma erva terrícola, endêmica da Floresta Ombrófila Densa, na região sul do Estado da Bahia. Apresenta uma AOO de apenas 4 km², sendo que a região onde ocorre está sujeita à intensa cultura de cacau e, ultimamente, à pecuária extensiva, à cultura do café, pupunha e à exploração madeireira, atividades fortemente associadas à intensa perda de hábitat observada na localidade. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Investimento em pesquisa científica e esforços de coleta são necessários a fim de se certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20bela-vitoriae	Mata Atlântica
3680	OXALIDACEAE	Oxalis blackii	Lourteig	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis blackii caracteriza-se por ervas ou subarbustos, terrícolas. Apresenta uma AOO de apenas 8 km². Endêmica do Estado do Espírito Santo. Está ameaçada devido à exploração madeireira, à cultura do café, aos reflorestamentos homogêneos e à incidência de plantas exóticas invasoras, sofre constantes ameaças. Pelo exposto a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20blackii	Mata Atlântica
3681	OXALIDACEAE	Oxalis clausenii	Lourteig	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis clausenii apresenta EOO de apenas 1,06 km², é considerada um endemismo do Estado do Espírito Santo, restrita à região do Vale do Rio Doce, em áreas de cabruca, no município de Linhares, onde apenas 21% da cobertura original de Mata Atlântica permanece íntegra, no mesmo município, concentram-se 38,7% do total de pastagens da mesorregião do Estado, sendo estas as duas ameaças diretas à espécie. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20clausenii	Mata Atlântica
3682	OXALIDACEAE	Oxalis cratensis	Oliv. ex Hook.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis cratensis caracteriza-sepor ervas ou subarbustos, terrícolas. Não endêmica do Brasil. Não ameaçada nocontexto nacional, apresentando ampla extensão de ocorrência. Presente em cincodomínios fitogeográficos, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Amazônia e MataAtlântica, neste último ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa e FlorestaEstacional Semidecidual. Desenvolve-se também em áreas antropizadas. Bemrepresentada em coleções científicas, apresenta coletas recentes. Não atribuivalor comercial.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20cratensis	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
3683	OXALIDACEAE	Oxalis cytisoides	Mart. ex Zucc.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20cytisoides	Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
3684	OXALIDACEAE	Oxalis diamantinae	Knuth	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis diamantinae é uma erva rupícola exclusiva dos Campos Rupestres do bioma Cerrado. É considerada endêmica, restrita ao Estado de Minas Gerais, conhecida apenas do Planalto de Diamantina, região de Biri-Biri. Apresenta EOO de 230,82 km² e AOO de 12 km², e sofre constante pressão do ecoturismo desordenado, queimadas e criação de gado. Representada por apenas duas coleções, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (CR), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20diamantinae	Cerrado
3685	OXALIDACEAE	Oxalis doceana	Lourteig	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis doceana é uma erva exclusiva da Floresta Ombrófila Densa do bioma Mata Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo, o qual apresenta apenas 10% de remanescentes florestais originais, sendo conhecida apenas da região do Rio Doce, no município de Linhares. Representada por apenas duas coleções, não recoletada há 41 anos, a espécie apresenta AOO de 4 km². Encontra-se constantemente ameaçada pela cultura do cacau, que é secular na região norte do Estado e utiliza mais de 80% (17 mil ha) das florestas às margens do Rio Doce. Pelas razões expostas, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20doceana	Mata Atlântica
3686	OXALIDACEAE	Oxalis hedysarifolia	Raddi	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis hedysarifolia caracteriza-se por ervas, subarbustos ou arbustos, terrícolas. Nãoendêmica do Brasil. Ocorre da região norte a sul do país, não estando ameaçadano contexto nacional. Apresenta ampla extensão de ocorrência, e ocorre em amplafaixa altitudinal, variando do nível do mar até 1000m de altitude. Presente emtrês domínios fitogeográficos, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, neste últimoocorre em Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual, formaçõescampestres e restinga. Protegida por Unidades de Conservação. Bem representadaem coleções científicas, inclusive por coletas recentes. Não atribui valorcomercial.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20hedysarifolia	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3687	OXALIDACEAE	Oxalis hyalotricha	Lourteig	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis hyalotricha é uma erva ereta ou subarbustiva, terrícola. Ocorre nos Estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, em Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres, habita matas ciliares e/ou orla de matas. Espécie pouco representada em coleções científicas, sendo mais presente no Paraná, onde restam apenas 3,4% de cobertura florestal original. Apesar de ocorrer em unidades de conservação (SNUC), como no Parque Nacional do Iguaçu e Parque Nacional das Sete Quedas, sofre constante ameaça do turismo, expansão urbana desordenada e expansão da agricultura tradicional. A construção das Usinas Hidrelétricas de Ilha Grande e Itaipu, aproveitando o grande aporte do Rio Paraná, influenciou uma grande área de ocorrência da espécie, havendo inclusive registros em áreas a serem inundadas para a construção das barragens. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20hyalotricha	Caatinga, Mata Atlântica
3688	OXALIDACEAE	Oxalis impatiens	Vell.	EN	B1ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis impatiens caracteriza-se por ervas ou subarbustos, terrícolas. Endêmica do Brasil, exclusiva do bioma Mata Atlântica, restrita aos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, ocorrendo respectivamente no município de Vargem Alta (ES), onde restam 27% da cobertura original de Mata Atlântica, e Itaperuna (RJ), onde restam apenas 4%. Conhecida por duas coleções, não sendo recoletada há 56 anos. Tem EOO de 542 km². A fragmentação de seu hábitat, devido principalmente à expansão urbana, é uma constante ameaça à espécie, assim, O. impatiens encontra-se ""Em perigo"" (EN), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20impatiens	Mata Atlântica
3689	OXALIDACEAE	Oxalis kuhlmannii	Lourteig	CR	B2ab(iii,iv,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis kuhlmannii caracteriza-se por ervas terrícolas. Endêmica do Brasil, a espécie é restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, porém segundo dados de coleções de herbário, sua distribuição é mais restrita, estando confinada ao Estado do Espírito Santo, havendo apenas dois registros de coleta: um no município de Cachoeiro do Itapemirim, outro em Colatina, que apresentam, respectivamente, apenas 11% e 6% de remanescentes da sua cobertura florestal original. Apresenta AOO de 8 km². Apesar de estar protegida pela Reserva Florestal de Bananal do Norte, sua área de ocorrência coincide com regiões bastante antropizadas e sujeitas principalmente à expansão urbana e à consequente fragmentação de hábitat. Devido às ameaças incidentes na região e levando-se em consideração o grande período com ausência de coletas, pode-se suspeitar que ocorreu declínio no número de indivíduos maduros, bem como no número de subpopulações da espécie. Portanto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, tendo em vista a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20kuhlmannii	Mata Atlântica
3690	OXALIDACEAE	Oxalis mandioccana	Raddi	VU	B1ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis mandioccana é endêmica do Brasil, restrita à Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, ocorre em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Apresenta uma EOO de 17.419,64 km². Protegida pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos e Reserva Ecológica Estadual do Paraíso, no Rio de Janeiro, a espécie também pode ser encontrada no município de Itaguaçu (ES) e Matias Barbosa (MG), onde remanescem respectivamente 10% e 24% da cobertura florestal original. A última coleção registrada data de 2007, coletada em área recém-incorporada ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no distrito de Santo Aleixo, município de Magé (RJ), o que infere na ocorrência de novas subpopulações nos arredores do Parque. Pelo exposto, portanto, a espécie encontra-se ""Vulnerável"" (VU) em relação ao seu risco de extinção, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20mandioccana	Mata Atlântica
3691	OXALIDACEAE	Oxalis neuwiedii	Zucc.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis neuwiedii compreende duas subespécies, subsp. neuwiedii e pardoensis, esta será elevada à nível de espécie (Fiaschi, P., com. pessoal), logo a avaliação de risco restringe-se a subsp. neuwedii.  Caracteriza-se por ervas eretas, terrícolas. Endêmica do Brasil. Apresenta ampla extensão de ocorrência, ocorre em Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nesta em Floresta Estacional Semidecidual, no interior e borda de matas. Ocorre nos estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Apresenta um EOO de 42.000km². Protegida pela Reserva Biológica de Sooretama e Reserva Biológica da Cia Vale do Rio Doce, nesta com abundante ocorrência, com subpopulações consistentes e viáveis. Bem representada em coleções biológicas, e com registros recentes de coleta. Não ameaçada.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20neuwiedii	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
3692	OXALIDACEAE	Oxalis niederleinii	Knuth	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis niederleinii caracteriza-se por ervas, terrícolas. Não endêmica do Brasil. Considerada Vulnerável (VU) pela Lista vermelha da flora de São Paulo (SMA-SP, 2004), porém é amplamente distribuída na região sul do Brasil, sendo uma das espécies mais comuns nos estado do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Não ameaçada.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20niederleinii	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3693	OXALIDACEAE	Oxalis paranaensis	Lourteig	CR	B2ab(iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis paranaensis é endêmica do Brasil, restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorre em Floresta Ombrófila Mista, no Estado do Paraná, onde resta apenas 1% de sua cobertura florestal original. Encontrada nos municípios de São José dos Pinhais e Piraquara, habita áreas brejosas nos Campos de Altitude. Apresenta EOO de 151,18 km² e AOO de 12 km², e não está protegida por nenhuma unidade de conservação (SNUC). Sua EOO sofre intensa pressão da extração madeireira, queimadas, invasão de espécies exóticas através de culturas agrícolas ou florestais, expansão urbana, além da ocupação de terras por movimentos sociais. Pouco representada em coleções científicas, e raras coletas recentes, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (CR), o que demanda investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20paranaensis	Mata Atlântica
3694	OXALIDACEAE	Oxalis praetexta	Progel	EN	B1ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis praetexta é endêmica do Brasil, restrita ao bioma Mata Atlântica. Ocorre em Campos de Altitude e Formações Campestres, no município de Palmeira e Ponta Grossa, neste, remanescem apenas 8% da cobertura florestal original, no Estado do Paraná. Apresenta EOO de 797,90 km². Apesar de estar supostamente protegida por unidade de conservação (SNUC) (Parque Estadual de Vila Velha), seu hábitat é constantemente ameaçado, havendo supressão da AOO e no número de subpopulações, que pode ser atribuída principalmente à expansão das atividades agropecuárias e silviculturais. Essas atividades favorecem ainda a invasão de espécies exóticas de alto poder competitivo, além disso, a instalação de infraestrutura de telecomunicações e o turismo desordenado configuram ameaças diretas à perpetuação da espécie. Sendo pouco representada em coleções científicas, O. praetexta foi considerada ""Em perigo"" (EN), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, tendo em vista a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20praetexta	Mata Atlântica
3695	OXALIDACEAE	Oxalis rhombeo-ovata	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis rhombeo-ovata caracteriza-se por subarbustos. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída na região sudeste e sul, chegando até a região centro-oeste no estado de Goiás. Apresenta EOO de 839.288,002km². Ocorre nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Densa, associada a afloramentos rochosos e sub- bosques. Protegida pelo Parque Nacional do Iguaçú, Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, Parque Estadual de Ibiporã, Parque Estadual Mata dos Godoy, Parque Municipal Arthur Thomas, RPPN Mata São Pedro, Parque Estadual Cantareira e Parque Estadual Morro do Diabo. Bem representada em coleções científicas, inclusive com registros recentes. Espécie não ameaçada no contexto nacional, porém sua distribuição disjunta e pontual entre os estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20rhombeo-ovata	Cerrado, Mata Atlântica
3696	OXALIDACEAE	Oxalis sellowii	Spreng.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Oxalis sellowii caracteriza-se por ervas ou subarbustos terrícolas. Não endêmica do Brasil. Restrita aos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás, abrange os biomas Cerrado e Mata Atlântica, nesta em Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta um EOO de 165.080, 752km². Apesar de estar protegida por Unidade de Conservação,  Parque Nacional das Emas, a região onde ocorre encontra-se sob constante ameaça, não só pela acelerada antropização de seus habitats,  como também pela constante incidência de incêndios, o que pode colocá-la em risco em um futuro próximo."""	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20sellowii	Cerrado
3697	OXALIDACEAE	Oxalis umbraticola	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Oxalis umbraticola é uma espécie endêmica da flora brasileira, amplamente distribuída no âmbito nacional, ocorre na Mata Atlântica, em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, Cerrado e Caatinga. Apresenta EOO de 851.889,936km². Protegida por Unidades de Conservação. Espécie não ameaçada no contexto nacional, porém sua distribuição disjunta e pontual entre os estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20umbraticola	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
3698	PALLAVICINIACEAE	Jensenia difformis	(Nees) Grolle	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie não é endêmica do Brasil, ocorre no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Espírito Santo (EOO=269,87 km²) e é endêmica da Mata Atlântica. Embora presente em unidades de conservação (SNUC), a espécie está suscetível a queimadas. Além disso, as regiões de ocorrência de J. difformis fora de áreas protegidas podem ser consideradas severamente fragmentadas por atividades agrícolas e de pecuária, que impossibilitam a reprodução da espécie, causam declínio na EOO, na AOO e na qualidade do hábitat. Foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jensenia%20difformis	Mata Atlântica
3699	PALLAVICINIACEAE	Pallavicinia lyellii	(Hook.) S.F.Gray	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pallavicinia%20lyellii	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
3700	PASSIFLORACEAE	Passiflora actinia	Hook.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora actínia caracteriza-se por lianas hermafroditas, terrícolas, perenes. Endêmica do Brasil. Ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul.  Restrita ao bioma Mata Atlântica, habita interior de mata com luz difusa, raramente na orla, capoeiras ou capoeirões. Apresenta EOO de 315.511,871km². Amplamente representada em coleções científicas. Protegida por Unidades de Conservação. Apesar de ser uma espécie com frutos comestíveis, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20actinia	Mata Atlântica
3701	PASSIFLORACEAE	Passiflora amethystina	J.C.Mikan	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora amethystina caracteriza-se por trepadeiras lenhosas. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Amplamente distribuída nas regiões nordeste, centro-oeste, sudeste e sul. Apresenta EOO de 4.455.020,565km². Protegida por Unidades de Conservação. Apesar de possuir potencial ornamental, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20amethystina	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal
3702	PASSIFLORACEAE	Passiflora campanulata	Mast.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora campanulata caracteriza-se por trepadeiras hermafroditas, perenes, terrícolas. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída nas regiões sudeste e sul. Ocorre em Mata Atlântica e Cerrado, habita preferencialmente em orla de mata em áreas montanhosas, e campos rupestres, em altitudes entre 1390-2100m. Apresenta EOO de 304.353,437km². Protegida por Unidades de Conservação. Bem representada em coleções cientícas. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20campanulata	Mata Atlântica
3703	PASSIFLORACEAE	Passiflora edulis	Sims	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora eduliscaracteriza-se por trepadeiras hermafroditas, perenes, terrícolas. Não endêmicado Brasil. Amplamente distribuída por todo o território brasileiro, excetoregião norte. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Pantanal,onde ocorre em florestas, cerrados, escrube, capoeiras e locais antropizados,em solos úmidos ou bem drenados. Apresenta EOO de 3.656.123,303km². Protegidapor Unidade de Conservação. Apesar de ser utilizada para fins medicinais eornamentais, além de possuírem frutos comestíveis, é amplamente cultivada, nãohavendo nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçadano âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20edulis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal
3704	PASSIFLORACEAE	Passiflora eichleriana	Mast.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora eichleriana caracteriza-se por trepadeiras herbáceas, hermafroditas, perenes, terrícolas. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída na região sul, ocorrendo também nas regiões centro-oeste e sudeste. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, habita borda de mata, capoeiras e capoeirões. Apresenta EOO de 809.197,070km². Protegida por Unidades de Conservação. Bem representada em coleções científicas. Apesar da Mata Atlântica estar severamente fragmentada na região sul do Brasil, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20eichleriana	Cerrado, Mata Atlântica
3705	PASSIFLORACEAE	Passiflora elegans	Mast.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora elegans caracteriza-se por trepadeiras lenhosas, hermafroditas, terrícolas. Endêmicado Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa. Ocorredesde o litoral do estado de São Paulo até o interior do Rio Grande do Sul, em interiorou borda de mata, também em capoeiras. Apresenta EOO e AOO de 314.270,030km² e36km² respectivamente. Devido a sua área de ocorrência estar severamentefragmentada, seus habitats em constante ameaça principalmente pela expansãourbana e a pouca representatividade da espécie em coleções científicas, podemosinferir que trata-se de uma espécie que poderá estar ameaçada em um futuropróximo.  Torna-se necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de novassubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20elegans	Mata Atlântica
3706	PASSIFLORACEAE	Passiflora hatschbachii	Cervi	EN	B2ab(ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Passiflora hatschbachii caracteriza-se por trepadeiras robustas, andróginas, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais e, possivelmente, Bahia, entre 150 e 250 m de altitude. Restrita ao bioma Mata Atlântica, em Floresta Estacional Semidecidual, habita a copa das árvores em orla de mata. Apresenta AOO de 12 km². Não recoletada desde 1998, é conhecida apenas por coletas pontuais, nos municípios de Leopoldina, Manga e Jaíba, região centro-norte de Minas Gerais, onde apresenta baixa densidade populacional, e está sob constante ameaça devido à existência da rodovia BR-101 e seus impactos indiretos. Por essas razões, foi considerada ""Em perigo"" (EN). Não há estudos populacionais sobre a espécie, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20hatschbachii	Mata Atlântica
3707	PASSIFLORACEAE	Passiflora imbeana	Sacco	EN	B1ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora imbeana é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa, nos Campos de Altitude e Matas Nebulares. Apresenta EOO de 1.499,63 km². Pouco representada em coleções científicas, foi coletada pela última vez no município de Cardoso Moreira, em 2008. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), seu hábitat é bastante restrito, e encontra-se sob constante ameaça, como é o caso do Parque Estadual do Desengano, onde hoje remanescem apenas as florestas em encosta de grande declividade e nos topos mais altos, além da acelerada expansão urbana no Estado do Rio de Janeiro e dos constantes incêndios que acometem as regiões de Campos de Altitude. Não existem estudos populacionais sobre a espécie, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20imbeana	Mata Atlântica
3708	PASSIFLORACEAE	Passiflora ischnoclada	Harms	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Passiflora ischnoclada é restrita ao bioma Mata Atlântica, sendo considerada endêmica do Estado de São Paulo, onde ocorre em Floresta Ombrófila Densa, entre 800 m e 1.000 m de altitude. Apresenta AOO de 8 km². Por ter seu material-tipo destruído (A. Loefgren 5754, 10/1901, município de Rio Claro, Santa Branca, São Paulo), a espécie é conhecida atualmente por apenas três registros de coleta, realizados nos municípios de Salesópolis e Paraibuna, onde remanescem apenas 29% e 13,7% da cobertura original de Mata Atlântica. Apesar de protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar, encontra-se sob ameaça da ocupação desordenada das encostas, especulação imobiliária, mineração e extrativismo vegetal clandestino, além do plantio comercial de eucalipto. Por esses motivos, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Como não há estudos populacionais sobre a espécie, são necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20ischnoclada	Mata Atlântica
3709	PASSIFLORACEAE	Passiflora malacophylla	Mast.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora malacophylla caracteriza-sepor lianas, perenes, hermafroditas. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasCaatinga e Mata Atlântica, distribuindo-se do sul do estado da Bahia até SãoPaulo. Apresenta EOO de 94.043,001km².  Apesarda região onde ocorre estar bastante fragmentada, encontra-se protegida porUnidades de Conservação, além de ser uma espécie característica de florestasperturbadas e matas secundárias. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20malacophylla	Mata Atlântica
3710	PASSIFLORACEAE	Passiflora margaritae	Sacco	EN	B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Passiflora margaritae apresenta síndrome de dispersão zoocórica, sendo considerada endêmica do Estado do Espírito Santo (municípios de Linhares, Pancas e Santa Teresa). É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde ocorre em Floresta Ombrófila Densa montana e Mata de Tabuleiro. Tem EOO de 2.694,65 km² e AOO de 12 km². Encontra-se sujeita a quatro situações de ameaça: a implementação de lavouras permanentes, a exploração madeireira, os reflorestamentos homogêneos e a abertura de pastagens com a consequente invasão de espécies exóticas. Protegida pela Reserva Florestal de Sooretama, é conhecida por apenas três registros de coleta, sendo o último datado de 1965. Com base nessas informações, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a distribuição geográfica, a existência de subpopulações e o seu real estado de conservação."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20margaritae	Mata Atlântica
3711	PASSIFLORACEAE	Passiflora miersii	Mast.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora miersii caracteriza-se por trepadeiras lenhosas, hermafroditas, perenes, terrícolas. Endêmica do Brasil. Ocorre no Bioma Mata Atlântica, em floresta ombrófila e estacional, em locais úmidos de mata, Cerrado e cerradão. Amplamente distribuída na região sudeste, chegando até o estado do Paraná, ao sul e Pernambuco, a norte. Apresenta EOO de 983.046,271km². Protegida por Unidades de Conservação. Bem representada em coleções científicas, apresenta coletas recentes. Devido a sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20miersii	Mata Atlântica
3712	PASSIFLORACEAE	Passiflora organensis	Gardner	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora organensis caracteriza-se por trepadeiras perenes, hermafroditas, terrícolas. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída pela costa sudeste e sul, no bioma Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa montana e sub-montana, ocorre também no Cerrado. Distribui-se do estado de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, chegando até o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 2.145.785,456km². Protegida por Unidades de Conservação. Espécie bem representada em coleções científicas. Devido a sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20organensis	Mata Atlântica, Cerrado
3713	PASSIFLORACEAE	Passiflora racemosa	Brot.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora racemosa caracteriza-sepor trepadeiras, perenes, hermafroditas, terrícolas. Endêmica do Brasil.Distribui-se nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, neste último éamplamente distribuída. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em restingas efloresta ombrófila densa, preferencialmente no interior de matas de encosta.Apresenta EOO de 25.655,399km². Protegida por Unidades de Conservação.Amplamente representada em coleções científicas, inclusive por coletasrecentes. Sua área de ocorrência, apesar de bastante alterada pela expansãourbana, especulação imobiliária e atividades turísticas e de lazer, não representamameaças diretas a espécie. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20racemosa	Mata Atlântica
3714	PASSIFLORACEAE	Passiflora saccoi	Cervi	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora saccoi caracteriza-se por trepadeiras, hermafroditas, terrícolas. Endêmica doBrasil. Segundo Forzza et al. (2012)ocorre nos estados do Pará e Minas Gerais, nos biomas Amazônia, Caatinga,Cerrado e Mata Atlântica, porém baseando-se em dados disponíveis para aespécie, existem incongruências quanto a sua distribuição. Segundo dadosdisponíveis no Species Link (http://www.splink.org.br/index)ocorre no estado doEspírito Santo, município de Linhares (T.S. Santos 2033), no Paraná, municípiode Campina Grande do Sul (E. Melo 2528) e Minas Gerais, às margens do RioParaopeba (E.P. Heringer 6467). É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar a real distribuição geográfica,a existência de subpopulações, e o real estado de conservação da espécie.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20saccoi	Mata Atlântica
3715	PASSIFLORACEAE	Passiflora setulosa	Killip	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Passiflora setulosa é endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de São Paulo e Paraná, nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, em Campos Limpos e bordas de mata. Apresenta AOO de 40 km². As regiões onde ocorre vêm sofrendo intenso processo de desflorestamento, principalmente devido à agricultura e pecuária intensivas. Por exemplo, os municípios de Curitiba e Jaguariaíva (PR) têm somente 1,2% e 2,6% da cobertura florestal original, respectivamente. Pouco representada em coleções científicas, sendo o último registro datado de 1993, em Jaguariaíva, a espécie é pouco conhecida. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN). Como não há estudos populacionais sobre a espécie, são necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, tendo em conta a viabilidade populacional e sua proteção."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20setulosa	Mata Atlântica, Cerrado
3716	PASSIFLORACEAE	Passiflora tricuspis	Mast.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Passiflora tricuspis caracteriza-se por trepadeiras herbáceas, hermafroditas, terrícolas. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída entre 200-1100m de altitude no território brasileiro, sendo mais abundante nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Pantanal. Apresenta EOO de 3.602.468,173km². Protegida por Unidades de Conservação. Devido a sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20tricuspis	Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga
3717	PASSIFLORACEAE	Passiflora urubiciensis	Cervi	EN	B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Passiflora urubiciensis é uma espécie recém-descrita, caracterizada por plantas trepadeiras herbáceas, terrícolas andróginas e perenes. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Restrita ao bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Ombrófila Densa, em Mata de Galeria, entre 900 m e 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de 1.075,22 km² e AOO de 20 km², estando sujeita a três situações de ameaça: agricultura, expansão urbana desordenada e extração de carvão mineral. Nos municípios onde foi coletada, em Urubici (SC) e Morro Reuter (RS), remanescem 41% e 31% da cobertura vegetal original, respectivamente. Está representada por poucos registros de coleta em coleções científicas. Foi considerada ""Em perigo"" (EN). São necessários, portanto, investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a real distribuição geográfica, a existência de subpopulações e o estado de conservação da espécie."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20urubiciensis	Mata Atlântica
3718	PELLIACEAE	Noteroclada confluens	Taylor ex Hook. & Wilson	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noteroclada%20confluens	Mata Atlântica, Cerrado
3719	PENTAPHYLACACEAE	Ternstroemia brasiliensis	Cambess.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição no Brasil pela floresta pluvial Atlântica e matas nebulares e alto-montanas. Base de dados dos registros de ocorrência está incompleta.	2012-05-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ternstroemia%20brasiliensis	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3720	PENTAPHYLACACEAE	Ternstroemia cuneifolia	Gardner	VU	B2ab(i,iii,v)	""	Tainan Messina	"Espécie arbórea baixa, da Mata Atlântica, ocorre em Florestas Nebulares, Campos de Altitude e Campos Rupestres. Tem ampla distribuição, com EOO de 365.89 km², mas é rara com distribuição esparsa em 40 km² de AOO. Está sujeita a sete situações de ameaça: em Alto Caparaó, Catas Altas, Diamantina, Santa Luzia (MG), Morro do Chapéu (BA), Teresópolis (RJ), Alto Paraíso de Goiás (GO). Encontra-se ameaçada pela perda de hábitat, pelo declínio na EOO e pelo número de situações de ameaça, em decorrência do aumento da frequência de incêndios, sobretudo nas áreas mais interiores, que afetam as subpopulações mais raras de Goiás e Bahia, onde não é coletada desde 1975 e 1986, respectivamente. Diante do exposto, a espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ternstroemia%20cuneifolia	Mata Atlântica
3721	PHYLLANTHACEAE	Margaritaria nobilis	L.f.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Margaritaria nobilis é uma espécie arbustiva ocorrente em todo o Brasil. Habita diferentes tipos de habitat como floresta ciliar e/ou de galeria, floresta de várzea, floresta estacional semidecidual, floresta ombrófila e floresta ombrófila mista. Possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Margaritaria%20nobilis	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga
3722	PHYLLANTHACEAE	Phyllanthus angustissimus	Müll.Arg.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Phillanthus angustissimus é uma espécie ocorrente nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência de 242.027km² em altitudes entre 640m e 2075m. Habita campos rupestres e restingas. Apesar de ocorrer em áreas ameaçadas, a espécie possui ampla distribuição e abundância, ocorre em diferentes tipos altitudinais e vegetacionais e possui registros em áreas protegidas. Desta forma, Phillanthus angustissimus é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20angustissimus	Cerrado
3723	PHYLLANTHACEAE	Phyllanthus choretroides	Müll.Arg.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Phillanthus choretroides é uma espécie ocorrente nos estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás. Possui uma extensão de ocorrência de 222.154km² em altitudes entre 750m e 1820m. Habita campos rupestres sobre solos arenosos ou pedregosos. Apesar de ocorrer em áreas ameaçadas, a espécie possui ampla distribuição e abundância, ocorre em diferentes tipos altitudinais, além de possuir registros em áreas protegidas. Desta forma, Phillanthus choretroides é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20choretroides	Cerrado
3724	PHYLLANTHACEAE	Phyllanthus claussenii	Müll.Arg.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Phyllanthus clauseniié uma espécie herbácea ocorrente nos estados do nordeste, centro-oeste e sudeste do Brasil. Habita diferentes tipos de habitat como Cerrado, Campo Rupestre, Carrasco e Caatinga, e Floresta Estacional Semidecidual. Possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20claussenii	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3725	PHYLLANTHACEAE	Phyllanthus gladiatus	Müll.Arg.	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Phyllanthus gladiatus é uma espécie arbustiva ocorrente nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, em altitudes de até 1.300 m. Ocupa uma AOO de 20 km². Estudos revelaram que a espécie tem germinação e propagação vegetativa difícil. Ocorre somente em solos arenosos a argilosos e é restrita a ambientes com floresta sombreada de Restinga. Os ambientes de Restinga sofrem atualmente drástica influência antropogênica, devido à ocupação desordenada, mineração e agricultura, havendo somente pequenas manchas remanescentes. Em razão de sua distribuição restrita, da especificidade e da redução de hábitat, P. gladiatus foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20gladiatus	Mata Atlântica
3726	PHYLLANTHACEAE	Phyllanthus retroflexus	Brade	VU	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Phyllanthus retroflexus é uma espécie ocorrente nos Estados da Bahia e Espírito Santo, em altitudes que variam entre 577 m e 800 m, com uma EOO de 6.839,13 km². Desenvolve-se em ambientes de Campos Rupestres e Floresta Ombrófila Montana. Os locais onde ocorre têm um histórico de destruição que seguiu os ciclos econômicos regionais e, atualmente, sofrem com a expansão urbana e de áreas para agricultura e com a pressão imobiliária, resultando em uma severa fragmentação do hábitat da espécie. Em razão de uma EOO menor que 20.000 km² e por esta estar em declínio, P. retroflexus foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20retroflexus	Mata Atlântica
3727	PHYLLANTHACEAE	Phyllanthus rosellus	(Müll.Arg.) Müll.Arg.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Phyllanthus rosellus é uma espécie arbustiva ocorrente em campos rupestres de Cerrado e Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, com uma extensão de ocorrência de 379.360km². Apesar de ocorrer em áreas com impactos ambientais, a espécie possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20rosellus	Mata Atlântica
3728	PHYLLANTHACEAE	Savia dictyocarpa	Müll.Arg.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Savia dictyocarpa é uma espécie arbustiva ocorrente nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina, Sergipe, Ceará e Rio Grande do Norte. Habita Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).	2012-03-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Savia%20dictyocarpa	Cerrado, Mata Atlântica
3729	PHYTOLACCACEAE	Microtea bahiensis	Marchior. & J.C.Siqueira	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"M. bahiensis é uma herbácea endêmica da Bahia, ocorrendo em vegetação arbustiva e Floresta Semidecídua da Caatinga. As subpopulações conhecidas estão isoladas, representam tamanho populacional pequeno e perfazem AOO de 20 km². A espécie foi categorizada, em função desses fatores, como ""Em perigo"" (EN). As ameaças incidentes nas áreas em que M. bahiensis ocorre são o crescimento de áreas urbanas e as atividades agropecuárias, fatores que identificam quatro situações de ameaça incidentes sobre a espécie, determinadas pela perda de hábitat, que causa declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat."	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20bahiensis	Caatinga
3730	PHYTOLACCACEAE	Microtea maypurensis	(Kunth) G.Don	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	M. maypurensis é uma herbácea não endêmica do Brasil e com ampla distribuição, ocorrendo nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Possui Extensão de Ocorrência superior à 20.000, sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20maypurensis	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3731	PHYTOLACCACEAE	Microtea papilosa	Marchior. & J.C.Siqueira	VU	B1ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"M. papilosa é uma herbácea com ocorrência no Cerrado, conhecida por coletas botânicas recentes na Bahia e outras mais antigas em Minas Gerais. A EOO é menor que 20.000 km², e a vegetação de áreas arenosas como aquelas onde M. papilosa ocorre é bastante vulnerável às atividades antrópicas incidentes, tais como a expansão das áreas urbanas, a retirada ilegal de areia e a extração de minérios. Assim, a região de ocorrência está ameaçada pelo declínio da qualidade do hábitat e por estar sujeita a duas situações de ameaça distintas, o que possibilitou considerar M. papilosa ""Vulnerável"" (VU)."	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20papilosa	Cerrado
3732	PHYTOLACCACEAE	Microtea scabrida	Urb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	M. scabrida é uma herbácea não endêmica do Brasil, com distribuição em 5 biomas. Ocorre associada a ambientes com alta luminosidade como os orlas e clareiras de mata. Possui Extensão de Ocorrência superior à 20.000, sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20scabrida	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3733	PHYTOLACCACEAE	Seguieria americana	L.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	S. americana é uma arbórea ou liana não endêmica do Brasil, habitando em 3 biomas brasileiros com ampla variedade fitofisionômicas. Possui Extensão de Ocorrência superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seguieria%20americana	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3734	PHYTOLACCACEAE	Seguieria langsdorffii	Moq.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	S. langsdorffii é uma arbórea com ocorrência pelos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Diversos estudos amostraram a ocorrência da espécie, sendo considerada comum e com baixa densidade. Possui Extensão de Ocorrência estimada superior à 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seguieria%20langsdorffii	Cerrado, Mata Atlântica
3735	PHYTOLACCACEAE	Trichostigma octandrum	(L.) H.Walter	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	T. octandrum é uma liana arbustiva com distribuição em 3 biomas brasileiros. Ocorre em diferentes fitofisionomias como as florestas primarias úmidas, secundárias e alteradas. Embora tenha usos artesanais e medicinais, a espécie não está em risco de extinção por possuir Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km².	2012-09-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichostigma%20octandrum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3736	PICRAMNIACEAE	Picramnia coccinea	W.W.Thomas	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	"Espécie arbustiva do sub-bosque da Mata Atlântica do sul da Bahia. Seu EOO é calculado em 464,2 km² e AOO em 16 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça distintas. As subpopulações dos municípios de Itacaré, Ilhéus, Una e Uruçuca encontram-se ameaçadas principalmente pela perda de área e da qualidade do hábitat, em consequência do desmatamento para produção de coco, banana, borracha, dendê, além do tradicional cultivo de cacau, o principal produto da região, e da extração de piaçava. Por isso, P. coccinea foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20coccinea	Mata Atlântica
3737	PICRAMNIACEAE	Picramnia parvifolia	Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea baixa com distribuição na Mata Atlântica, do estado de São Paulo ao norte do Rio Grande do Sul, nas formações pluvial, semidecídua e mista de Araucária. Extensão de ocorrência de 283.321km². Sem uso significativo ou pressão de coleta.	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20parvifolia	Cerrado, Mata Atlântica
3738	PICRAMNIACEAE	Picramnia sellowii	Planch.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea baixa, não é endêmica do Brasil e ocorre amplamente distribuída em todas as regiões do país, nas florestas dos domínios da Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Sem usos específico, embora o gênero possua propriedades medicinais.	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20sellowii	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3739	PIPERACEAE	Ottonia sampaioi	Yunck.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas do material tipo. A ausência de informações sobre o local de coleta pode inviabilizar ações voltadas para a redescoberta da espécie na natureza. As informações disponíveis são insuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2011-10-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ottonia%20sampaioi	Mata Atlântica
3740	PIPERACEAE	Peperomia adsurgens	Yunck.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita, EOO  menor que 5.000 km². Foi encontrada, até o momento, em apenas duas localidades ambas com um registro somente. Há necessidade de estudos complementares para a avaliação de risco do taxon.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20adsurgens	Mata Atlântica
3741	PIPERACEAE	Peperomia apiahyensis	Yunck.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie possui apenas dois registros, sendo que para um deles as informações disponíveis não permitem a recoleta do material. O outro registro aponta a restrição da população a determinado habitat. Apesar de estar dentro de Unidade de Conservação, estima-se que esta especificidade de habitat possa limitar a ocorrência da espécie. Portanto os dados disponíveis são insuficientes para a avaliação de risco da espécie.	2011-01-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20apiahyensis	Mata Atlântica
3742	PIPERACEAE	Peperomia clivicola	Yunck.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição e ocorrendo em áreas de Unidade de Conservação. Embora o número de registros da espécie não seja significativo a presença em unidades de conservação permite a classificação da espécie como menos preocupante - LC.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20clivicola	Mata Atlântica
3743	PIPERACEAE	Peperomia cooperi	C.DC.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas do material tipo, coletada a mais de 100 anos. A ausênciade informações sobre o local de coleta pode inviabilizar ações voltadas para aredescoberta da espécie na natureza. As informações disponíveis são inadequadaspara a avaliação de risco da espécie.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20cooperi	Mata Atlântica
3744	PIPERACEAE	Peperomia cordigera	Dahlst.	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"P. cordigera é uma espécie herbácea ocorrente nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Desenvolve-se em Formações Campestres rupestres e Floresta Ombrófila Densa. A espécie apresenta AOO menor que 20 km² e tem somente cinco registros de coleta, a maioria realizada há mais de 50 anos, com apenas uma efetuada recentemente. A perda de cobertura vegetal, significando diminuição na qualidade do hábitat e/ou redução de hábitat, é uma ameaça bastante presente para todas as subpopulações remanescentes. É considerada ""Vulnerável"" (VU). Sugere-se a implantação de estudos para subsidiar nova avaliação no futuro."	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20cordigera	Mata Atlântica
3745	PIPERACEAE	Peperomia diaphanoides	Dahlst.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Peperomia diaphanoides é uma espécie de ampla distribuição geográfica, ocorrendo nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, possui uma extensão de ocorrência de 409.559,968 km². Desenvolve-se em diferentes fitofisionomias do cerrado e Mata Atlântica. Algumas subpopulações estão ameaças por atividades de mineração, apesar disso pesquisas sobre a restauração da vegetação de campos rupestres ferruginosos vêm sendo conduzidas, além da espécie ocorrer em áreas protegidas. Desta forma, Peperomia diaphanoides é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, sugere-se acoleta de maiores informações populacionais as quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20diaphanoides	Mata Atlântica, Cerrado
3746	PIPERACEAE	Peperomia distachya	(L.) A.Dietr.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição geográfica restrita, encontrada na faixalitorânea dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Registrada a mais de 130anos em uma localidade entre Santos e Sorocaba e mais recentemente em Ubatuba,São Paulo e em uma localidade no Parque Estadual da Ilha Grande, estado do Riode Janeiro. Transformações na cobertura vegetal original devido ao desmatamentoe expansão urbana colocam a espécie em contínuo declínio em EOO, AOO, qualidadedo habitat e número de populações para a região de Santos/Sorocaba. Nas demais localidades a espécie ocorre em áreas protegidas, portanto, resguardadas. A espécie foi categorizada como DD.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20distachya	Mata Atlântica
3747	PIPERACEAE	Peperomia emarginella	(Sw.) C.DC.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica, EOO de 213.982,847 km². Ocorrenos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais e é considerada uma espécie-alvo para ações de conservação no Estado de São Paulo. Emtodos os estados a espécie é registrada em ao menos uma unidade de conservação. Desta forma, Peperomia emarginella é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20emarginella	Mata Atlântica
3748	PIPERACEAE	Peperomia gardneriana	Miq.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica, EOO de 351.976,261 km²,ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Nos estados de São Paulo e Rio deJaneiro a espécie foi registrada, uma única vez, a mais de 70 anos nas unidadesde conservação, Parque Nacional da Bocaina e Parque Nacional da Tijuca. Para osdemais estados onde a espécie pode ser encontrada, Goiás, Minas Gerais e oDistrito Federal existem ameaças sobre a espécie, em especial o desmatamento.No entanto, a totalidade das informações disponíveis qualificam a espécie como menos preocupante (LC).	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20gardneriana	Cerrado, Mata Atlântica
3749	PIPERACEAE	Peperomia gracilis	Dahlst.	EN	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie de distribuição geográfica restrita, EOO de 556,12 km², é registrada em três localidades, duas no Estado de São Paulo e uma no Paraná, todas efetuadas há mais de 40 anos. Nesses locais, a ação de desmatamento é muito intensa, significando forte pressão sobre as populações remanescentes da espécie que, aliada ao declínio na qualidade do hábitat e nos valores de EOO e AOO do táxon, tem sua perpetuação na natureza comprometida. No Paraná, o desmatamento na localidade onde a espécie pode ser encontrada foi responsável pela diminuição de 75% na cobertura vegetal original. P. gracilis foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20gracilis	Mata Atlântica
3750	PIPERACEAE	Peperomia guarujana	C.DC.	CR	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie endêmica, é conhecida apenas pelo material tipo coletado no Guarujá (SP), provavelmente no ano de 1907, época em que o coletor realizou viagens nessa localidade. Nos últimos 50 anos, a região tem estado sob forte pressão da expansão urbana e dados recentes apontam a perda de 57% da cobertura vegetal original. É muito provável que a espécie não mais exista, considerando a perda do hábitat original e ausência de outros registros posteriores. Por esses fatores, foi classificada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20guarujana	Mata Atlântica
3751	PIPERACEAE	Peperomia hemmendorffii	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie de distribuição geográfica restrita com EOO de 540,71 km². É conhecida apenas em duas regiões situadas nos Estados de São Paulo e de Minas Gerais. Na região no Estado de São Paulo, onde um único registro ocorreu há 114 anos, atualmente existem apenas 5% de remanescentes da vegetação original. Uma nova coleta foi realizada há cerca de oito anos em Minas Gerais. Porém, a despeito de um possível aumento na EOO considerando a nova coleta, as áreas naturais nessa região também têm sido reduzidas, principalmente devido ao desmatamento. Assim, é plausível supor que a espécie não mais ocorra na região de São Paulo e que as populações presentes em Minas Gerais estejam em declínio. Esses fatores foram considerados para a classificação da espécie como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hemmendorffii	Mata Atlântica
3752	PIPERACEAE	Peperomia hernandiaefolia	(Vahl) A.Dietr.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de distribuição disjunta, ocorrendo na Amazônia ocidental e nafaixa atlântica. Esta característica confere a espécie uma ampla distribuiçãogeográfica com EOO de 2.551.977,350 km². Apesar da extensa distribuição aespécie apresenta pequeno número de registros. Para a Amazônia ocidental aespécie ocorre em 3 localidades e na faixa atlântica foi registrada em 10localidades. A localização das subpopulações amazônicas em região de difícil acessoconfere a estas um alto nível de proteção. O mesmo não pode ser ditopara as subpopulações extra-amazônicas encontradas nos estados da Bahia, MinasGerais e Espírito Santo, cujas áreas de ocorrência sofreram ou vêm sofrendo comperda de cobertura vegetal em decorrência da expansão agrícola ou queimadas. Assim, embora existam diferentes níveis de proteção para as várias subpopulações da espécie os dados acima mencionados classificam a espécie com menos preocupante (LC).	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hernandiaefolia	Amazônia, Mata Atlântica
3753	PIPERACEAE	Peperomia hydrocotyloides	Yunck.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica com EOO de 298.957,328 km². A espéciepossui registros para os estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paranáe Santa Catarina. Aparentemente não ocorre em áreas protegidas. Em todos os locais de ocorrência da espécie suas populações estãoexpostas à grande pressão, a perda de cobertura vegetal significa redução e comprometimento das áreas onde a espécie ocorre. A espécie está possivelmente extintano Rio de Janeiro considerando que o único registro ocorreu em Copacabana. Estas informações indicam que a espécie possui um potencial para ser categorizada em algum grau de ameaça em um futuro próximo, desta forma, considera-se que Peperomia hydrocotyloides está quase ameaçada (NT). Sugere-se maior esforço de coleta e estudos populacionais.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hydrocotyloides	Mata Atlântica
3754	PIPERACEAE	Peperomia itatiaiana	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Espécie de distribuição restrita, com EOO de 165,63 km². Peperomia itatiaiana é registrada em uma localidade no Estado de São Paulo, Campos do Jordão, e uma localidade no Parque Nacional do Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. Em ambas, a coleta ocorreu há mais de 70 anos. Em Campos do Jordão a expansão urbana desordenada e contínua representa risco à perpetuação da espécie na natureza. A presença em uma unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional de Itatiaia, não garante proteção a P. Itatiaiana devido aos registros de ocorrência de incêndios, à presença de gado e aos desmatamentos. Portanto, há um declínio na qualidade e na extensão do hábitat em razão de diferentes ações humanas. Essas ameaças, provavelmente estão causando uma redução considerável no tamanho das populações remanescentes. Esses fatores foram considerados ameaças potenciais à espécie, que foi classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20itatiaiana	Mata Atlântica
3755	PIPERACEAE	Peperomia loefgrenii	Yunck.	EN	A2c,B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie de distribuição restrita com EOO de 275,47 km², é conhecida de sua localidade-tipo no Estado de São Paulo e de outra localidade no Estado do Rio de Janeiro, onde as transformações na região de ocorrência da espécie, associadas ao desmatamento, à expansão de cidades e às mudanças de uso da terra causam declínio na qualidade, EOO e AOO. Em decorrência desses fatores, observam-se diminuição do hábitat apropriado para a espécie e consequente redução do tamanho das subpopulações remanescentes. Em São Paulo, os dados disponíveis sugerem uma grande possibilidade de extinção da espécie em seu hábitat. Esses dados indicaram P. loefgrenii como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20loefgrenii	Mata Atlântica
3756	PIPERACEAE	Peperomia loxensis	Kunth	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Peperomia loxensis possui ampla distribuição geográfica, EOO de 1.038.554,257 km² e está bem representada em diferentes fitofisionomias. Embora seu habitatnatural possa estar sob algum tipo de pressão desfavorável em algumaslocalidades, a extensão de sua área de ocorrência, sua plasticidade ecológica e sua presença em áreas protegidas a qualificam como menos preocupante (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20loxensis	Cerrado, Mata Atlântica
3757	PIPERACEAE	Peperomia lyman-smithii	Yunck.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Peperomia lyman-smithii é uma espécie herbácea de ampla distribuição ocorrente nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 285.914,590 km². Desenvolve-se em floresta ombrófila densa e floresta ombrófila mista. Ocorre em áreas protegidas. Desta forma, pode-se dizer que Peperomia lyman-smithii é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, como muitas das coletas realizadas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul são antigas, sugere-se um maior esforço de coleta nestas áreas e estudos populacionais, os quais poderão levar a espécie a uma nova avaliação futuramente.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20lyman-smithii	Mata Atlântica
3758	PIPERACEAE	Peperomia mandioccana	Miq.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de extensão geográfica ampla com EOO de 295.838,824 km², ocorrendo em diferentes fitofisionomias. A espécie é registrada em seis unidades de conservação distribuídas nas diferentes unidades federativas onde ocorre. Embora algum tipo de pressão desfavorável possa estaratuando em algumas localidades a extensão de sua área de ocorrência qualifica aespécie como menos preocupante LC.	2012-04-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20mandioccana	Mata Atlântica
3759	PIPERACEAE	Peperomia mosenii	Dahlst.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é dedistribuição restrita com EOO de 23.204,104 km². A espécie apresente registrospara os estados de São Paulo e Minas Gerais. Em São Paulo as coletas ocorrerama mais de 100 anos, sendo muito grandes as possibilidades de não ocorrênciaatual da espécie devido a desfiguração das áreas naturais nas regiões onde osregistros foram realizados. Em Minas Gerais a espécie foi registrada em duaslocalidades, uma unidade de conservação e em região passível de intervençãohumana. Portanto existe perda de cobertura vegetal, acarretando diminuição naquantidade e qualidade do habitat da espécie. Essas características implicam empossível ameaça em futuro próximo.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20mosenii	Mata Atlântica, Cerrado
3760	PIPERACEAE	Peperomia nitida	Dahlst.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e em alguns estados representada em unidades de conservação.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20nitida	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3761	PIPERACEAE	Peperomia oreophila	Henschen	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição ampla e em diferentes fitofisionomias. Embora alguns locais de ocorrência da espécie sofram supressão da vegetação por atividades agropecuárias ou de mineração a ampla distribuição e a presença em unidades de conservação, garantem a permanência da espécie na natureza.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20oreophila	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3762	PIPERACEAE	Peperomia pellucida	(L.) Kunth	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e presente em diferentes fitofisionomias. Embora em alguns locais de ocorrência esteja havendo declínio da cobertura vegetal sua extensão de ocorrência permite classificá-la em menos preocupante LC.?	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20pellucida	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3763	PIPERACEAE	Peperomia pseudoestrellensis	C.DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de ca. 556.000 km2, além de apresentar várias coletas dentro de unidades de conservação e possuir número grande de registros de ocorrência, de onde se infere que a espécie é relativamente abundante ao longo de sua distribuição.	2011-10-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20pseudoestrellensis	Mata Atlântica
3764	PIPERACEAE	Peperomia psilostachya	C.DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição. Problemas de ameaça são relatados para duas variedades da espécie que são de distribuição restrita. Porém, como um todo, a ampla distribuição não sugere ameaça para a espécie. ?	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20psilostachya	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3765	PIPERACEAE	Peperomia quadrifolia	(L.) Kunth	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição média, provavelmente extinta no estado de São Paulo. Porém esta grave situação não ocorre nas demais regiões onde a espécie está presente. Em algumas regiões a espécie é registrada em mais de uma unidade de conservação, garantindo a manutenção da espécie.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20quadrifolia	Mata Atlântica, Cerrado
3766	PIPERACEAE	Peperomia regelii	C.DC.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Embora a espécie tenha ampla extensão de ocorrência, EOO de 655.541,466 km² apresenta número de registros bastante reduzido. A espécie é citada para 5 estados, porém em todos apresenta apenas um registro. NO estado do Espírito Santo ocorre em uma unidade de conservação, fato não anotado para os demais estados. Portanto são necessários maiores dados para uma classificação correta da espécie. ?	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20regelii	Cerrado, Mata Atlântica
3767	PIPERACEAE	Peperomia riparia	Yunck.	DD	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita. Foi encontrada, até o momento, em apenas três localidades, todas com um registro somente. Há necessidade de estudos complementares para aavaliação de risco do taxon.	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20riparia	Mata Atlântica
3768	PIPERACEAE	Peperomia rizzinii	Yunck.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição mediana. Presente emunidades de conservação dos estados do Paraná e Rio de Janeiro, estes fatos não qualificam a espécie para qualquer dos critérios de ameaça.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rizzinii	Mata Atlântica
3769	PIPERACEAE	Peperomia rostulatiformis	Yunck.	EN	B2ab(iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie de distribuição restrita (AOO=16 km²), com o último registro de coleta realizado há quase setenta anos. A espécie é registrada em apenas duas localidades que foram consideradas duas situações de ameaça distintas, nas quais a transformação da cobertura vegetal para agricultura, pastagem e urbanização é severa. Em uma delas, a espécie nunca mais foi encontrada e, na outra, 89% da região teve sua cobertura vegetal desmatada. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rostulatiformis	Mata Atlântica
3770	PIPERACEAE	Peperomia rufispica	Yunck.	CR	A2bc	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie de distribuição restrita, endêmica, com apenas um registro de coleta realizado há mais de 80 anos. A região onde o registro foi realizado teve 97% da cobertura original desmatada. Informações sobre a posição da população em beira de estrada indicam o aumento do risco de desaparecimento. Com base nessas informações, portanto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rufispica	Mata Atlântica
3771	PIPERACEAE	Peperomia schwackei	C.DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição mediana porém com baixa frequência de registros nas diversas regiões de ocorrência. Presente em duas unidades de conservação. Sua extensão de ocorrência sugere ausência de preocupações com a espécie.?	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20schwackei	Mata Atlântica
3772	PIPERACEAE	Peperomia serpens	(Sw.) Loudon	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica, com número de registros ?significativo. Estes fatores não qualificam a espécie em nenhum critério de ameaça.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20serpens	Mata Atlântica, Amazônia
3773	PIPERACEAE	Peperomia suboppositifolia	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie de distribuição geográfica restrita, tem EOO de 369,72 km² e é endêmica do Estado do Espírito Santo. Registros de coleta realizados há mais de 60 anos, em duas localidades naquele Estado apontam que a espécie está sujeita a duas situações de ameaça distintas. Em uma das localidades o registro de coleta situa a espécie em uma unidade de conservação (SNUC), na outra, dados informam a perda de 90% da cobertura vegetal original. Esses dados sugerem declínio na EOO e AOO, assim como na qualidade do hábitat, colocando em risco as subpopulações locais. A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20suboppositifolia	Mata Atlântica
3774	PIPERACEAE	Peperomia subrubrispica	C.DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica e significativo número de registros. Embora a atividade de mineração seja uma ameaça a permanência de populações da espécie em algumas localidades sua presença em unidades de conservação sugere uma minimização deste efeito sobre populações da espécie. ?	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20subrubrispica	Mata Atlântica, Cerrado
3775	PIPERACEAE	Peperomia trinervis	Ruiz & Pav.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica e com ocorrência em diversas unidades de conservação. A disposição destas unidades de conservação cobrem boa parte da extensão de ocorrência da espécie, com isto sugerindo a manutenção de área e qualidade de habitat para populações da espécie.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20trinervis	Mata Atlântica
3776	PIPERACEAE	Peperomia turbinata	Dahlst.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita porém presente em unidades de conservação? distribuídas em tres das quatro unidades federativas de sua extensão de ocorrência. Embora algum tipo de pressão desfavorável possa estar atuando em algumas localidades a presença da espécie nas unidades de conservação minimiza este fator.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20turbinata	Mata Atlântica
3777	PIPERACEAE	Peperomia velloziana	Miq.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica, com número de registros ?significativo e presença em unidades de conservação.Estes fatores não qualificam a espécie em nenhum critério de ameaça.?	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20velloziana	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3778	PIPERACEAE	Piper abbadianum	Yunck.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie conhecida apenas do material tipo sendo necessário a coleta de maiores informações para a classificação correta do taxon. ?	2012-03-23T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20abbadianum	Mata Atlântica, Cerrado
3779	PIPERACEAE	Piper abutiloides	Kunth	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, ocorrendo em unidades de conservação distribuídas pela região de ocorrência da espécie.?	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20abutiloides	Mata Atlântica
3780	PIPERACEAE	Piper alnoides	Kunth	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição e EOO estimada de374.501,7143 km². Ocorre no domínio atlântico em diferentes fitofisionomias. Emboraa espécie não apresente grande número de registros sua ampla distribuição não aqualifica para nenhum dos critérios de ameaça.	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20alnoides	Mata Atlântica
3781	PIPERACEAE	Piper amparoense	Yunck.	EN	B1ab(i,iii)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie de distribuição restrita, tem EOO de 544,632 km². É conhecida em duas localidades, uma no Estado de São Paulo, e outra em Minas Gerais, onde é registrada em área de fazenda, portanto em região de grandes transformações da paisagem associadas a mudanças de uso da terra. Estas representam declínio na qualidade do hábitat, da EOO e da AOO da espécie. Em decorrência desses fatores, foram observadas diminuição do hábitat apropriado e consequente redução do tamanho das subpopulações remanescentes. Em São Paulo, os dados disponíveis sugerem uma grande possibilidade de extinção da espécie em seu hábitat. Com base no exposto, a P. amparoense foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20amparoense	Mata Atlântica
3782	PIPERACEAE	Piper anostachyum	Yunck.	EN	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"P. anostachum é uma espécie herbácea ocorrente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Tem pequena EOO, estimada em 2.981,59 km² e se desenvolve em Floresta Ombrófila Densa e Floresta de Restinga. São reconhecidos somente três locais de ocorrência para a espécie. Embora essas localidades estejam situadas em unidades de conservação (SNUC), isso não garante proteção efetiva à espécie, fato que, aliado à pequena EOO, representa situação de ameaça para suas subpopulações. P. anostachum é classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20anostachyum	Mata Atlântica
3783	PIPERACEAE	Piper barretoi	Yunck.	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Miguel d'Avila de Moraes	"P. barretoi é uma espécie muito rara, conhecida por um número baixíssimo de registros de herbário. Considerada extinta em Minas Gerais, foi coletada apenas uma vez no Mato Grosso e uma na Bahia, sendo ambos os registros da década de 1970. No caso da Bahia, o registro provém de um município extremamente desmatado, o que permite suspeitar que P. barretoi possa ter sido extinta localmente, acarretando declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações. Recomenda-se a realização de buscas intensivas pela espécie nos remanescentes florestais do município baiano de Almadina. A EOO é de 519,44 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN), mas caso as buscas em Almadina não encontrem novas subpopulações, a espécie poderá vir a ser considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20barretoi	Amazônia, Mata Atlântica
3784	PIPERACEAE	Piper bennettianum	C.DC.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"P. bennettianum é uma espécie com distribuição ampla, porém marcadamente disjunta, ocorrendo em áreas montanhosas do Estado do Rio de Janeiro e na região da Chapada Diamantina (BA). A espécie encontra-se submetida a não mais do que cinco situações de ameaça, e está sujeita a uma série de fatores que podem levar à degradação do seu hábitat, como a ocorrência de incêndios periódicos severos, por esses motivos, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20bennettianum	Mata Atlântica
3785	PIPERACEAE	Piper carautensei	E.F.Guim. & Carv.-Silva	EN	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"A espécie é endêmica do Espírito Santo, com pequena EOO, estimada em 2.543,58 km². Embora esteja efetivamente protegida em quatro unidades de conservação (SNUC) nesse Estado, as demais localidades onde a espécie é observada não garantem a continuidade da qualidade do hábitat e da atual EOO, devido à intensa fragmentação causada pela agricultura e à expansão urbana, que representam situações de ameaça para suas subpopulações. A espécie é classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20carautensei	Mata Atlântica
3786	PIPERACEAE	Piper casteloense	Yunck.	EN	B1ab(i,iii)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, é conhecida apenas em uma localidade, com coleta realizada há cerca de 80 anos. A EOO estimada é de 468,99 km². Na região onde a espécie foi registrada, as transformações na paisagem significaram redução das áreas naturais, causadas principalmente pela expansão agrícola e urbana, com perdas significativas na qualidade e extensão de hábitat. Esses dados permitem considerar a espécie ""Em perigo"" (EN). Sugere-se a implantação de estudos urgentes, pela possibilidade de mudança imediata na categoria de ameaça da espécie."	2012-03-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20casteloense	Mata Atlântica
3787	PIPERACEAE	Piper corintoanum	Yunck.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Piper corintoanum é uma espécie arbustiva ocorrente nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com  extensão de ocorrência de 79.184,650km². Desenvolve-se em ambientes de veredas, campo sujo e campo úmido de Cerrado e Mata Atlântica. Apesar de alguns ambientes onde se desenvolve sofrerem com impactos de origem antrópicos, estudos revelam que a espécie consegue se desenvolver em ambientes perturbados. Desta forma, Piper corintoanum é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20corintoanum	Cerrado, Mata Atlântica
3788	PIPERACEAE	Piper crassistilum	Yunck.	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Piper crassistilum não possui informações suficientes para avaliação de risco de extinção. Desta forma, a espécie é deficiente de dados (DD).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20crassistilum	""
3789	PIPERACEAE	Piper duartei	E.F.Guim. & Carv.-Silva	VU	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Espécie com EOO estimada de 12.033,35 km². Embora tenha registro de ocorrência em três unidades de conservação (SNUC), fora desses locais as transformações em seus locais de ocorrência associadas ao desmatamento, à expansão de cidades e mudanças de uso da terra representam declínio na qualidade e extensão do hábitat apropriado para a espécie. Assim, é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20duartei	Mata Atlântica
3790	PIPERACEAE	Piper edwallii	Yunck.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie com distribuição geográfica restrita, EOO de 275,56 km² e conhecida apenas em duas localidades. Em uma delas, a última coleta foi realizada há mais de 100 anos enquanto a outra está situada em região urbana que recebe grande afluxo de visitação pública. Assim, esses são fatores que colocam em risco a espécie em decorrência do contínuo declínio na EOO, AOO e na qualidade do hábitat. Sendo assim, é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20edwallii	Mata Atlântica
3791	PIPERACEAE	Piper flavicans	C.DC.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Embora a espécie tenha EOO estimada de 372.441,654 km² a espécie parece ser circunscrita a poucas localidades dentro desta grande área de extensão. No estado da Bahia é conhecida para duas localidades, e em apenas uma para os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. No Paraná suspeita-se a extinção da subpopulação pois seu local de ocorrência deu lugar a uma hidrelétrica e no Rio de Janeiro foi coletada há mais de 100 anos sem novas coletas para ambos os locais. Estes dados nos permitem prever que a espécie em um futuro muito próximo possa ser qualificada em uma categoria de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20flavicans	Cerrado, Mata Atlântica
3792	PIPERACEAE	Piper fuligineum	Kunth	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Piper fuligineum possui ampla distribuição com extensão de ocorrência de 2.132.011,780km². Ocorre emdiferentes domínios geográficos e em fitofisionomias diversas. Embora algumas subpopulações possam estar sob constante ameaça, sua plasticidade ecológica, abundância, ampla distribuição e presença em áreas protegidas categorizam-na como menos preocupante (LC).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20fuligineum	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3793	PIPERACEAE	Piper hatschbachii	Yunck.	CR	B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Nas duas localidades, as transformações na paisagem significaram redução das áreas naturais pela expansão agrícola e urbana, com perdas na qualidade e extensão de hábitat. Esses dados permitem considerar P. hatschbachii como ""Criticamente em perigo"" (CR). Sugerem-se um maior esforço de coleta e estudos populacionais para a espécie para uma reavaliação futura."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hatschbachii	Mata Atlântica
3794	PIPERACEAE	Piper hayneanum	C.DC.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição com EOO de 991.425,810km². Embora em algumas localidades o desmatamento, a expansão de atividadesagrícolas e o uso de queimadas possam significar uma ameaça às subpopulações, a espécie é bem representada em áreas protegidas e é considerada espécie-alvo para ações de conservação no estado de São Paulo. Desta forma, Piper hayneanum é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hayneanum	Mata Atlântica
3795	PIPERACEAE	Piper hoehnei	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Espécie com distribuição geográfica restrita, EOO de 395,38 km² e AOO inferior a 500 km². A espécie é registrada em duas localidades, distintas e geograficamente afastadas, em São Paulo e Minas Gerais. No Estado de Minas Gerais, a espécie é encontrada em uma unidade de conservação (SNUC) que no passado sofreu fortes alterações e, no Estado de São Paulo, o único registro foi realizado há mais de 70 anos em uma região sujeita a uma intensa pressão demográfica nos dias atuais. Essas condições permitem estimar um quadro de declínio na qualidade do hábitat, extensão e área de ocorrência de subpopulações desta espécie. P. hoehnei é classificada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hoehnei	Mata Atlântica
3796	PIPERACEAE	Piper juliflorum	Nees & Mart.	EN	B1ab(iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"P. juliflorum tem distribuição geográfica restrita com EOO de 1.115,10 km² e é endêmica do norte do Estado do Espírito Santo. É registrada em quatro localidades, distantes e relativamente isoladas, sendo uma delas uma unidade de conservação (SNUC) privada. Nas demais localidades, a expansão de área portuária, o desmatamento, as plantações de eucalipto e a expansão urbana causaram a redução e o comprometimento das áreas onde a espécie ocorre. Assim, essas ameaças representam declínio na extensão e qualidade do hábitat e nas subpopulações remanescentes da espécie. Essas características colocam P. juliflorum como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20juliflorum	Mata Atlântica
3797	PIPERACEAE	Piper kuhlmannii	Yunck.	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie com distribuição geográfica restrita (EOO=276,38 km²), é conhecida apenas na Estação Biológica Boraceia, no Estado de São Paulo. Portanto, está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Embora P. kuhlmannii esteja presente em uma unidade de conservação, o que representaria garantia de estabilidade em EOO e qualidade do hábitat, a última coleta foi realizada há mais de 50 anos. Tendo por base essas informações, sugere-se a classificação deste táxon como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20kuhlmannii	Mata Atlântica
3798	PIPERACEAE	Piper laevicarpum	Yunck.	EN	B1ab(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"P. laevicarpum é uma espécie com EOO restrita com somente 1.206,83 km². É conhecida apenas em algumas localidades de cinco municípios da região central do Estado do Espírito Santo. Está presente em duas unidades de conservação (SNUC) no município de Santa Teresa. Essas informações indicam que as subpopulações da espécie estão severamente fragmentadas, além de permitirem a projeção de um declínio atual e futuro da disponibilidade e qualidade de hábitat para a espécie. Por essas razões, P. laevicarpum foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20laevicarpum	Mata Atlântica
3799	PIPERACEAE	Piper lanceolatum	Ruiz & Pav.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Espécie com ampla EOO (704.148,38 km2), porém este valor é provocado por uma distribuição disjunta apresentada pela espécie. A espécie ocorre no estado do Mato Grosso e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. As informações disponíveis para a espécie não permitem classificá-la em nenhum dos critérios de ameaça, porém as condições das localidades onde a espécie é encontrada indicam que em futuro próximo a espécie possa ser qualificada. As localidades onde a espécie é encontrada estão em constante ameaça de destruição, tendo como exceções apenas duas unidades de conservação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20lanceolatum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3800	PIPERACEAE	Piper loefgrenii	Yunck.	VU	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Tem distribuição restrita e é endêmica do Estado de São Paulo, onde as regiões de ocorrência da espécie apresentam elevado grau de degradação da cobertura original, substituída por lavouras diversas e expansão urbana acentuada. Existe, portanto, perda de hábitat, de sua qualidade e consequente declínio no número de subpopulações. A espécie é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20loefgrenii	Mata Atlântica
3801	PIPERACEAE	Piper macedoi	Yunck.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Piper macedoi possui ampla distribuição com EOO de 1.595.725,860km². Ocorre em diferentes domínios geográficos e em fitofisionomias diversas. Embora esteja efetivamente protegida em Unidades de conservação apenas nos estados de Minas Gerais, São Paulo e no Distrito Federal a ampla distribuição da espécie não a qualifica para nenhum dos critérios de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20macedoi	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3802	PIPERACEAE	Piper oblancifolium	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"Espécie com distribuição geográfica restrita (EOO=272,88 km²), é considerada endêmica do Estado de São Paulo, sendo registrada apenas em uma localidade, com um único exemplar coletado até o momento. Nessa região, o hábitat natural da espécie está altamente alterado, substituído por culturas agrícolas e pequenos aglomerados rurais. É plausível supor que as alterações ocorridas possam ter significado o desaparecimento da espécie. No caso de ainda ocorrerem subpopulações da espécie na região, as alterações sofridas implicam contínuo declínio em EOO, AOO, qualidade do hábitat e no número de subpopulações. Portanto, a espécie é classificada como ""Em perigo"" (EN), sugerindo-se a implantação de estudos pela possibilidade de mudança na categoria de ameaça."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20oblancifolium	Mata Atlântica
3803	PIPERACEAE	Piper obliquum	Ruiz & Pav.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição. A despeito de não haverem dados de abundância o número de registros de coleta, aliado a sua distribuição não qualificam a espécie emnenhum dos critérios de ameaça.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20obliquum	Amazônia, Mata Atlântica
3804	PIPERACEAE	Piper piritubanum	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"A espécie apresenta distribuição restrita aos Estados de Santa Catarina e Paraná, com EOO de 3.457,48 km². Até o momento, foi encontrada apenas em cinco localidades, todas expostas a grande pressão antrópica, à exceção das subpopulações presentes no Parque Nacional da Serra de Itajaí (SC). Essas características conferem à espécie grande possibilidade de declínio de suas subpopulações, devido à diminuição da extensão e da qualidade do hábitat. Por esses motivos, P. piritubanum foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20piritubanum	Mata Atlântica
3805	PIPERACEAE	Piper pubisubmarginalum	Yunck.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie com EOO de 44.239,420 km², porém com registros em diversas unidades de conservação nas tres unidades federativas dentro de sua extensão de ocorrência.  Esta característica assegura condições de manutenção para populações da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20pubisubmarginalum	Mata Atlântica
3806	PIPERACEAE	Piper rioense	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"A espécie é endêmica ao Estado do Rio de Janeiro, portanto com EOO restrita (183,94 km²). O valor estimado para a EOO está abaixo do limiar de AOO (500 km²). Foi encontrada, até o momento, em apenas cinco localidades, onde o hábitat natural da espécie tem sido altamente alterado. Essas características impõem riscos à espécie e nos levam a supor possíveis reduções futuras na extensão e qualidade de seu hábitat. Portanto, é categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20rioense	Mata Atlântica
3807	PIPERACEAE	Piper sampaioi	Yunck.	CR	B1ab(iii,iv)	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	"A distribuição geográfica muito restrita da espécie (EOO=52,27 km²) a posiciona na categoria ""Criticamente em perigo"" (CR). Aliados à pequena extensão geográfica estão o baixo número de localidades (3) onde a espécie foi encontrada e a degradação ambiental acentuada dessas áreas. P. sampaioi apresenta, portanto, subpopulações fragmentadas e declínio de EOO. A diminuição na qualidade do hábitat representa uma ameaça às populações remanescentes da espécie."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20sampaioi	""
3808	PIPERACEAE	Piper scabrellum	Yunck.	EN	B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Espécie de distribuição geográfica restrita (EOO=899,17 km², AOO=16 km²), é conhecida apenas em uma região do Estado de São Paulo, onde a única coleta ocorreu há cerca de 80 anos, e em duas regiões do Parque Nacional de Itatiaia (RJ), onde foi coletada há oito anos. É muito provável que não exista mais na região de São Paulo, já que ali os ambientes naturais foram substituídos por plantações de café, na época da coleta. A ocorrência em uma unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional do Itatiaia, não garante proteção efetiva à espécie, pois existem registros de ocorrência de incêndios, presença de gado e desmatamento para alguns pontos dessa unidade. Há um declínio na qualidade e na extensão do hábitat do táxon, em função de atividades humanas, em especial a agricultura. Essas ameaças são responsáveis pela redução no tamanho das subpopulações remanescentes, que se encontram severamente fragmentadas atualmente. P. scabrellum foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20scabrellum	Mata Atlântica
3809	PIPERACEAE	Piper scutifolium	Yunck.	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	A espécie tem distribuição geográfica mediana (EOO de 45.701,474 km2), com indicações de presença nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apenas no estado do Rio de Janeiro pode ser encontrada em Unidades de Conservação. Nos outros estados os locais de ocorrência estão sujeitos a intensas transformações dos ambientais naturais pela ação humana, impondo a espécie grandes alterações, em futuro próximo, em sua extensão de ocorrência e na qualidade do habitat. Estas características nos levam a considerar a espécie Próxima de ameaça (NT).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20scutifolium	Mata Atlântica
3810	PIPERACEAE	Piper sprengelianum	C.DC.	NT	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	A espécie tem distribuição geográfica mediana (EOO de 78.030,074 km2), com indicações de presença nos estados da Bahia, Espírito Santo,Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apenas no estado do Espírito Santo  a espécie é encontrada em Unidades de Conservação Estadual. Nos outros estados seus locais de ocorrência estão sujeitos a intensa transformações as quais tem resultado em alterações dos ambientais naturais com severa perda de habitat o mesmo quadro sendo esperado em futuro próximo. Diante destes fatos a espécie é considerada Próxima de ameaça (NT).	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20sprengelianum	Cerrado, Mata Atlântica
3811	PIPERACEAE	Piper subcinereum	C.DC.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Embora a espécie tenha uma distribuição geográfica ampla (EOO de 842.171,001 km2) ela está protegida somente em 3 unidades de conservação, duas no estado de São Paulo e uma no estado do Rio de Janeiro. Nos demais estados espécie ocorre em uma ou duas localidades em regiões sujeitas a intensa degradação dos ambientes naturais, colocando em risco as populações da espécie presentes nestes locais. Assim o fato da presença da espécie em unidades de conservação foi considerado na classificação da espécie como LC, porém as demais condições favorecem uma futura indicação como NT.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20subcinereum	Cerrado, Mata Atlântica
3812	PIPERACEAE	Piper subrugosum	Yunck.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie com distribuição restrita e disjunta. Registros para o estado do Espírito Santo, domínio de Mata Atlântica e para o estado de Rondônia, domínio da Mata Amazônica. Em ambas as localidades os registros, um apenas em cada local, foram realizados a mais de 25 anos. Maiores informações são necessárias para a classificação do taxon.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20subrugosum	Mata Atlântica
3813	PIPERACEAE	Piper tectoniifolium	Kunth	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Esp?cie amplamente distribu?da nos estados de Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Esp?rito Santo, Rio de Janeiro e S?o Paulo.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20tectoniifolium	Cerrado, Mata Atlântica
3814	PIPERACEAE	Piper truncatum	Vell.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de distribuição geográfica média (EOO 68.541,859 km2). A espécie pode ser encontrada em diversas unidades de conservação nos estados do Rio de Janeiro e do Espirito Santo, além de outras localidades fora de áreas protegidas. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais é menos registrada, sendo verificada em apenas uma unidade de conservação no estado de Minas Gerais. Baseada nestes dados a espécie é considerada LC.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20truncatum	Mata Atlântica
3815	PIPERACEAE	Piper vaginans	C.DC.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita e somente dois registros de coleta. Um registro data de 1886 e o outro de 1981. Assim maiores informações são necessárias para a correta classificação do taxon.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20vaginans	Cerrado, Mata Atlântica
3816	PIPERACEAE	Piper velutinibaccum	C.DC.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de distribuição restrita, porém os dados são insuficientes para uma avaliação do risco de extinção do taxon.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20velutinibaccum	Mata Atlântica
3817	PIPERACEAE	Piper vicosanum	Yunck.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição geográfica, EOO de 3.385.828,930 km2 e pode ser encontrada em diferentes fitofisionomias. Embora a espécie seja encontrada em poucas áreas protegidas e seu principal habitat, a Mata Atlântica, esteja sendo constantemente destruída, a espécie também parece ocorrer em matas secundárias garantindo assim melhores chances à espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20vicosanum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3818	PIPERACEAE	Piper viminifolium	Trel.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, com boa representatividade de registros em diferentes pontos de sua distribuição de ocorrência.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20viminifolium	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3819	PIPERACEAE	Piper xylosteoides	(Kunth) Steud.	LC	""	Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição, EOO de 1.605.322,390 km2, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Embora tenha ampla distribuição o habitat principal da espécie, a Mata Atlântica, encontra-se altamente fragmentado e em constante declínio. Porém a espécie parece ter populações suficientes para assegurar a classificação da mesma fora da zona de ameaça, ou seja, LC.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20xylosteoides	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3820	PLAGIOCHILACEAE	Plagiochila boryana	Gottsche ex Steph.	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie não é endêmica do Brasil, ocorre no Rio de Janeiro e apresenta EOO de 548,64 km². Sua região de ocorrência sofre a intensa fragmentação dos ambientes naturais, ocasionada majoritariamente pelas atividades agrícolas e pecuárias e pelo crescimento urbano desordenado que assola a região. Estes impossibilitam a reprodução da espécie e causam declínio na EOO, AOO e na qualidade do hábitat. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plagiochila%20boryana	Mata Atlântica
3821	PLAGIOGYRIACEAE	Plagiogyria fialhoi	(Fée & Glaz.) Copel.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é amplamente distribuída no Brasil e está presente em Unidades de Conservação.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plagiogyria%20fialhoi	Mata Atlântica
3822	PLANTAGINACEAE	Achetaria caparaoense	(Brade) V.C.Souza	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Achetaria caparaoense é uma espécie com registros somente no Parque Nacional do Caparaó, nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Desenvolve-se como terrícola ou rupícola em Campos de Altitude. Tem distribuição restrita com AOO menor que 10 km². O Parque Nacional do Caparaó enfrenta como ameaças constantes queimadas ilegais intensas e o avanço de plantações de cana-de-açúcar e pastagens. Devido ao fato de haver somente dois pontos de ocorrência muito próximos, considera-se que a espécie esteja sujeita a apenas uma situação de ameaça. Diante do exposto, A. caparaoense está ""Criticamente em perigo"" (CR). Por suas coletas serem antigas, sugere-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, que poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achetaria%20caparaoense	Mata Atlântica
3823	PLANTAGINACEAE	Achetaria latifolia	V.C.Souza	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Achetaria latifolia é uma espécie herbácea, com distribuição restrita ao município de Cabo Frio (RJ). Tem AOO de 4 km² e desenvolve-se em áreas de Restinga sobre dunas, locais que se encontram sob influência de intensa atividade humana (desenvolvimento de empreendimentos imobiliários e extração ilegal de areia), o que resulta em degradação e perda severa de hábitat. Por ter somente duas coletas muito próximas, considera-se que a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça. Procuras intensivas recentemente não obtiveram resultados, por isso, é uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR), podendo estar extinta na natureza em futuro próximo caso nenhuma ação efetiva seja empreendida."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achetaria%20latifolia	Mata Atlântica
3824	PLANTAGINACEAE	Angelonia alternifolia	V.C.Souza	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Angelonia alternifolia é uma espécie herbácea, ocorrente nos Estados do Tocantins e de Goiás. Habita áreas de Cerrado, ambiente que tem sofrido profundas transformações pela ocupação de áreas agrícolas e consequente degradação do solo pela introdução de espécies exóticas e expansão da pecuária. A. alternifolia tem somente um registro no Tocantins, dessa forma considera-se que esteja submetida a uma situação de ameaça, além disso, sua AOO tem menos que 10 km². Devido à sua pequena distribuição, ao contínuo declínio na qualidade de seu hábitat e ao fato de estar sujeita a uma situação de ameaça, A. alternifolia foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Sugerem-se maiores esforços de coleta para espécie e estudos populacionais, que poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20alternifolia	Cerrado
3825	PLANTAGINACEAE	Angelonia crassifolia	Benth.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Angelonia crassifolia é uma espécie herbácea ou subarbustiva ocorrente na Cadeia do Espinhaço no estado de Minas Gerais e possui uma extensão de ocorrência de 73.546km². A espécie se desenvolve em ambientes de campo rupestre, os quais sofrem com o desmatamento para carvoaria, além da degradação causada pela mineração, expansão de áreas agrícolas e para pastagens, e consequente degradação do solo. A Cadeia do Espinhaço tornou-se recentemente uma Reserva da Biosfera, sendo reconhecida a importância de sua conservação, apesar  disso atividades ilegais contra sua biodiversidade são frequentes. Desta forma, por Angelonia crassifolia se desenvolver somente em campos rupestres, pela degradação que seu ambiente vem sofrendo e por não ocorrer em áreas efetivamente protegidas, a espécie está quase em perigo (NT). Sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20crassifolia	Cerrado
3826	PLANTAGINACEAE	Angelonia eriostachys	Benth.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Angelonia eriostachys é uma espécie herbácea ou subarbustiva ocorrente na Cadeia do Espinhaço no estado de Minas Gerais e possui uma extensão de ocorrência de 23.481km². A espécie se desenvolve em ambientes de campo rupestre, os quais sofrem com o desmatamento para carvoaria, além da degradação causada pela mineração, expansão de áreas agrícolas e para pastagens, e consequente degradação do solo. A Cadeia do Espinhaço tornou-se recentemente uma Reserva da Biosfera, sendo reconhecida a importância de sua conservação, apesar  disso atividades ilegais contra sua biodiversidade são frequentes. Desta forma, por ??Angelonia eriostachys se desenvolver somente em campos rupestres, pela degradação que seu ambiente vem sofrendo e por não ocorrer em áreas efetivamente protegidas, a espécie está quase em perigo (NT). Sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20eriostachys	Cerrado
3827	PLANTAGINACEAE	Angelonia integerrima	Spreng.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Angelonia interrima é uma espécie herbácea ocorrente nos estados Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 362.135km², desenvolve-se em ambientes campestres de Mata Atlântica, Cerrado e Pampas. Apesar de ocorrer em áreas de pressão antrópica a espécie é bem distribuída, ocorre em áreas protegidas e é abundante. Diante disso, Angelonia interrima é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20integerrima	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3828	PLANTAGINACEAE	Bacopa cochlearia	(Huber) L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"A espécie é endêmica das Restingas do Estado do Ceará, estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sua EOO foi calculada em 377,02 km², indicando sua distribuição restrita. A prática do turismo na zona costeira do Estado de ocorrência é bastante intensa, causando declínio na AOO, EOO e na qualidade do hábitat da espécie. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN). Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie."	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bacopa%20cochlearia	Caatinga
3829	PLANTAGINACEAE	Bacopa congesta	Chodat & Hassl.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Bacopa congesta é uma espécie ocorrente nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul possui uma extensão de ocorrência de 169.916km². A espécie é um arbusto ou subarbusto ocorrente em ambientes de Cerrado, Mata Atlântica e Pampas. Apesar de ocorrer em ambientes ameaçadas por atividades antrópicas a espécie possui ampla distribuição e ocorre em diferentes tipos vegetacionais. Desta forma, Bacopa congesta é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bacopa%20congesta	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3830	PLANTAGINACEAE	Ildefonsia bibracteata	Gardner	CR	B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Ildefonsia bibracteata é uma espécie herbácea restrita ao Estado do Rio de Janeiro. Tem uma EOO de 94 km² e AOO próximo a 10 km². Ocorre em Floresta Ombrófila Densa, ambiente com histórico de devastação intensa e que atualmente se encontra muito fragmentado e desconectado, com pequenas manchas florestais isoladas e, em sua maioria, perturbadas. Além disso, tem somente três registros de ocorrência, o mais recente realizado há 30 anos, por serem muito próximos, considera-se que a espécie esteja submetida a uma situação de ameaça. Devido à sua área de distribuição reduzida, à especificidade de hábitat e à fragmentação do ambiente onde ocorre, I. bibracteata está ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ildefonsia%20bibracteata	Mata Atlântica
3831	PLANTAGINACEAE	Mecardonia grandiflora	(Benth.) Pennell	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Mecardonia grandiflora é uma espécie herbácea ocorrente nos estados do Sul do Brasil. Possui 42.956km² de extensão de ocorrência. Ocorre em ambientes de campos, floresta ombrófila densa e mista, desenvolvendo-se como aquática e terrestre. A vegetação natural dos estados do Sul do país sofre com a fragmentação resultante do modelo de desenvolvimento econômico que sempre visou ampliar as fronteiras agrícolas e áreas para cultivo, através do desmatamento, exploração madeireira e queimadas. Atualmente a região ainda sofre com a expansão urbana e plantação de espécies exóticas. Apesar de Mecardonia grandiflora possuir ampla área de distribuição, ocorrer em uma área protegida e possuir plasticidade ecológica, suas coletas são antigas e o habitat da espécie está bastante fragmentado o que pode ser um risco à sobrevivência de sua população natural, desta forma M. grandiflora está quase em perigo (NT). Entretanto, sugere-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, os quais poderão levar a uma nova avaliação futuramente.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mecardonia%20grandiflora	Mata Atlântica
3832	PLANTAGINACEAE	Plantago australis	Lam.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Plantago australis é uma espécie herbácea ocorrente nos estados sul e sudeste do Brasil. Desenvolve-se em  campos de altitude, campo limpo, floresta estacional decidual, floresta estacional semidecidual, floresta ombrófila densa e restinga. A espécie é amplamente distribuída possuindo extensão de ocorrência de 1.486.823km² e é bem representada em áreas protegidas. Por ocorrer em diferentes tipos vegetacionais e áreas protegidas, e por possuir ampla distribuição e ser abundante Plantago australis é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20australis	Mata Atlântica
3833	PLANTAGINACEAE	Plantago catharinea	Decne.	NT	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Plantago catharinea é uma espécie herbácea ocorrente nos estados do Sul brasileiro, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Possui uma extensão de ocorrência de 35.641km². Desenvolve-se preferencialmente em ambientes campestres da Mata Atlântica e restingas, os quais estão depauperados devido a atividades humanas como a agricultura, a pecuária extensiva, expansão urbana e desmatamento. A espécie ocorre em somente uma área protegida, a qual sofre com impactos do turismo. Desta forma, por Plantago catharinea se desenvolver em ambientes campestres, os quais estão degradados e fragmentados e por ocorrer em somente uma área protegida, considera-se a espécie quase em perigo (NT).	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20catharinea	Mata Atlântica
3834	PLANTAGINACEAE	Plantago commersoniana	Decne.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Plantago commersoniana é uma espécie herbácea ocorrente nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e estados do Sul do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 313.676km². Desenvolve-se em ambientes campestres de Mata Atlântica. Por possuir ampla distribuição e abundância e ocorrer em áreas protegidas, Plantago commersoniana é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20commersoniana	Mata Atlântica
3835	PLANTAGINACEAE	Plantago guilleminiana	Decne.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Plantago guilleminiana é uma espécie herbácea ocorrente nos estados do Sudeste e Sul do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 571.872km². Desenvolve-se em ambientes campestres e de Mata Atlântica. Por possuir ampla distribuição e abundância e ocorrer em áreas protegidas, Plantago guilleminiana é uma espécie menos preocupante (LC).	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20guilleminiana	Mata Atlântica
3836	PLANTAGINACEAE	Plantago turficola	Rahn	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"?Plantago turficola é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes campestres da Mata Atlântica nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tem uma EOO de menos de 5.000 km² e AOO menor que 500 km². Os Campos Limpos do sul do Brasil sofrem severa fragmentação causada pela ocupação humana, expansão agrícola e pecuária, cultivo de espécies exóticas como Pinus sp. e Eucalyptus sp. e expansão urbana, além disso, a espécie, aparentemente, não ocorre em áreas protegidas, o que a torna mais suscetível ao impacto das ameaças incidentes sobre suas subpopulações. Dessa forma, por P. turficola ter distribuição restrita a hábitats campestres, ocorrer em ambiente severamente fragmentado e em contínuo declínio e por não estar presente em áreas protegidas, pode-se dizer que está ""Em perigo"" (EN)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20turficola	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3837	PLANTAGINACEAE	Stemodia harleyi	B.L.Turner	VU	B1ab(i,iii)	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Stemodia harleyi é uma espécie herbácea ocorrente somente no Estado da Bahia. De distribuição restrita, tem uma EOO de 15.378,91 km². S. harleyi é rupícola desenvolvendo-se somente em Campos Rupestres, ambientes que sofreram historicamente grande impacto devido à mineração e atualmente enfrentam a expansão da ocupação humana e frequentes queimadas, o que resulta na severa fragmentação desse ambiente. Devido à sua distribuição restrita, à especificidade de hábitat e às pressões antrópicas sobre seu ambiente, pode ser considerada uma espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stemodia%20harleyi	Caatinga
3838	PLANTAGINACEAE	Stemodia hyptoides	Cham. & Schltdl.	VU	D2	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	"Stemodia hyptoides é uma espécie herbácea com registros em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em Formações Campestres e tem AOO menor que 20 km². Os Campos do Sul do Brasil têm sofrido grande perda devido à expansão de terras agrícolas e plantações de Pinus e Eucalyptus, assim como à expansão da pecuária. Já no Sudeste, as regiões de Mata Atlântica sofreram extrema fragmentação, restando poucas áreas de remanescentes, que ainda sofrem desmatamento. Na região do Pantanal, a maior ameaça é a criação extensiva de gado. Assim, pode-se considerar que esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça, tem especificidade de hábitat e distribuição restrita. Dessa forma, S. hyptoides é uma espécie ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, sugere-se maior esforço de coleta nos locais de possível ocorrência da espécie."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stemodia%20hyptoides	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
3839	POACEAE	Acroceras excavatum	(Henrard) Zuloaga & Morrone	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. excavatum apresenta distribuição extensa no Brasil e outros países da América do Sul, no entanto a espécie tem sido pouco coletada nos últimos anos, desconhecendo-se a atual situação de suas subpopulações.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acroceras%20excavatum	Cerrado, Mata Atlântica
3840	POACEAE	Acroceras fluminense	(Hack.) Zuloaga & Morrone	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. fluminense apresenta distribuição extensa, desde áreas de Cerrado em Minas Gerais até as florestas da Amazônia Oriental. Segundo o especialista Tarciso Filgueiras, a espécie apresenta mais indivíduos do que aparenta, já que é pouco representativa nas coleções de herbário.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acroceras%20fluminense	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3841	POACEAE	Agenium leptocladum	(Hack.) Clayton	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. leptocladum apresenta distribuição ampla e apesar das ameaças apontadas para a espécie, esta encontra-se protegida em pelo menos 5 UCs.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agenium%20leptocladum	Cerrado
3842	POACEAE	Agrostis lenis	Roseng. et al.	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Agrostis lenis é encontrada em Campos de Altitude e outras Formações Campestres do Sudeste e Sul do Brasil, ocupa uma área menor que 2.000 km² e encontra-se sujeita ao menos a 10 situações de ameaça. As áreas de sua ocorrência têm sofrido a incidência de incêndios, plantio de pinheiros exóticos e prática de diversas atividades agrícolas, por esses motivos, é considerada uma espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20lenis	Mata Atlântica
3843	POACEAE	Agrostis longiberbis	Hack. ex L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Agrostis longiberbis distribui-se especificamente em áreas de Campos de Altitude, Campos Turfosos e Banhados de Altitude no Sudeste e Sul do Brasil, tem AOO de 36 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Essas áreas têm sofrido principalmente com a substituição dos campos por florestas de pinheiros exóticos e diversas práticas agrícolas, além de incêndios frequentes. Pelo exposto, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20longiberbis	Mata Atlântica
3844	POACEAE	Agrostis ramboi	Parodi	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Agrostis ramboi é endêmica dos Campos de Altitude do Sul do Brasil, em locais que perderam mais de 80% da vegetação natural nos últimos 10 anos, como os municípios de General Carneiro (PR), e São Joaquim, Lauro Muller e Urubici (SC). Pelo exposto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20ramboi	Mata Atlântica
3845	POACEAE	Altoparadisium chapadense	Filg. et al.	CR	C2a(i)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Altoparadisium chapadense é restrita aos hábitats severamente fragmentados da Chapada dos Veadeiros e serras adjacentes, no Estado de Goiás. Nessa área, foram encontradas três subpopulações deste táxon, sendo contados menos de 50 indivíduos maduros na maior subpopulação (cada moita representa um indivíduo). As principais ameaças incidentes no momento são a expansão e o asfaltamento da rodovia entre Alto Paraíso de Goiás e Colinas de Goiás, que estão eliminando uma das subpopulações, além da presença de gado em áreas campestres e a incidência frequente de fogo. Por esses motivos, portanto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Altoparadisium%20chapadense	Cerrado
3846	POACEAE	Andropogon carinatus	Nees	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. carinatus possui distribuição extensa no Brasil Central, além de ocorrer na Bolívia e Costa Rica. Diversas subpopulações são conhecidas e amostradas em coleções científicas, sendo que algumas estão presentes em UCs.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20carinatus	Cerrado, Mata Atlântica
3847	POACEAE	Andropogon glaucophyllus	Roseng. et al.	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Andropogon glaucophyllus tem distribuição restrita às áreas litorâneas do Sul e Sudeste do Brasil. Apresenta AOO de 28 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ademais, a espécie está presente em municípios que tiveram reduzidos mais de 50% de sua vegetação natural em menos de 10 anos, portanto, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20glaucophyllus	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
3848	POACEAE	Andropogon hypogynus	Hack.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. hypoginus possui ampla distribuição, sendo também encontrada na Bolívia, Paraguai e Argentina, com uma amostragem representativa em diferentes locais ao longo da sua distribuição no Brasil.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20hypogynus	Cerrado, Pantanal
3849	POACEAE	Anomochloa marantoidea	Brongn.	EN	A2c,C1	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Anomochloa marantoidea tem distribuição restrita à região de Una (BA), e está sujeita a duas situações de ameaça distintas, onde são encontrados menos de 2.500 indivíduos maduros. Essa região apresentou uma redução de sua vegetação original de aproximadamente 65%. Infere-se que tal redução reflita em uma taxa semelhante de redução populacional da espécie, que representa um valor de declínio contínuo de pelo menos 20% em cinco anos. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anomochloa%20marantoidea	Mata Atlântica
3850	POACEAE	Anthaenantiopsis fiebrigii	Parodi	CR	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Anthaenantiopsis fiebrigii é encontrada no Brasil, e está sujeita a uma única situação de ameaça. Tem AOO de 8 km². No município de Poços de Caldas (MG), foi verificada uma redução da vegetação nativa maior que 80%. Nesse município, a principal causa da perda de hábitat tem sido o uso do solo para pastagem de gado com o plantio de capim-gordura (Mellinis minutiflora). Considera-se, por isso, a espécie ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthaenantiopsis%20fiebrigii	Cerrado
3851	POACEAE	Apoclada simplex	McClure & L.B.Sm.	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Apoclada simplex ocorre exclusivamente em floresta de araucária (Floresta Ombrófila Mista) e apresenta um valor de AOO de 40 km². Foi constatado que os municípios onde a espécie ocorre tiveram uma redução da vegetação de pelo menos 50% nos últimos 10 anos. E mesmo estando presente em unidades de conservação (SNUC), há evidências de exploração ilegal para uso em construção civil e produção de papel, o que não garante sua perpetuação na natureza. Sendo assim, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apoclada%20simplex	Mata Atlântica
3852	POACEAE	Aristida brasiliensis	Longhi-Wagner	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Aristida brasiliensis tem uma AOO de 24 km², com distribuição específica. Encontra-se sujeita a três situações de ameaça distintas. Seus hábitats (Campos Rupestres e Campos de Altitude) são constantemente ameaçados por incêndios, mineração, expansão urbana e criação de gado. Dado esse panorama, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20brasiliensis	Cerrado, Mata Atlântica
3853	POACEAE	Aristida constricta	Longhi-Wagner	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"No Brasil, Aristida constricta está sujeita a uma única situação de ameaça e tem AOO de 8 km². É encontrada em áreas de Campos de Altitude, que são impactados pelo plantio de pinheiros exóticos e por outras atividades agrícolas, além de sofrerem os impactos diretos provocados pelos incêndios frequentes que assolam essas regiões em períodos de seca. Por esses motivos, A. constricta encontra-se ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20constricta	Pampa (Campos Sulinos)
3854	POACEAE	Aristida laevis	(Nees) Kunth	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. laevis possui ampla distribuição na América do Sul, sendo conhecida por uma amostragem representativa ao longo desta. Além disto, a espécie é bastante resistente ao fogo e tolerante ao pastejo.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20laevis	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3855	POACEAE	Aristida oligospira	(Hack.) Henrard	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. oligospira possui ampla distribuição na América do Sul, sendo conhecida por uma amostragem representativa ao longo desta.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20oligospira	Cerrado
3856	POACEAE	Aristida sanctae-luciae	Trin.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição extensa ao longo de campos úmidos de cerrado e campo rupestre, no entanto não são conhecidos dados populacionais e do habitat destas subpopulações para se aferir de forma precisa uma categoria de risco de extinção.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20sanctae-luciae	Cerrado, Mata Atlântica
3857	POACEAE	Arthropogon villosus	Nees	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. villosus encontra-se distribuída em diferentes biomas e formações vegetacionais, habitando grande parte do Brasil, Bolívia e México. Além disso, a importância da espécie como forrageira favorece seu cultivo.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthropogon%20villosus	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3858	POACEAE	Arthropogon xerachne	Ekman	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Arthropogon xerachne habita áreas de Campos Úmidos no Paraná e em São Paulo, que tiveram redução de mais de 80% de sua vegetação original, supõe-se, a partir desse fato, que as subpopulações da espécie tenham sofrido redução em proporção semelhante, sendo assim consideradas ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthropogon%20xerachne	Cerrado
3859	POACEAE	Arundinella deppeana	Nees ex Steud.	VU	D2	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	"Arundinella deppeana tem ampla distribuição no continente americano, no entanto, é conhecida no Brasil apenas por duas subpopulações, que estão sujeitas a duas situações de ameaça, por ocorrer em áreas de Cerrado com elevadas taxas de perda de hábitat atribuídas às atividades agrícolas e de urbanização. Foi considerada, portanto, ""Vulnerável"" (VU). Caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá sofrer redução populacional acentuada e ser transferida para uma categoria de ameaça de maior risco em futuro próximo. Recomenda-se pesquisa cientifica."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arundinella%20deppeana	Cerrado
3860	POACEAE	Aulonemia aristulata	(Döll) McClure	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. aristulata apresenta distribuição em diferentes regiões do Brasil, sendo encontrada em pelo menos cinco UCs de proteção integral. As subpopulações atingem altas densidades em bordas de mata e podem dominar o sub-bosque de florestas que tiveram o dossel perturbardo.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20aristulata	Cerrado, Mata Atlântica
3861	POACEAE	Aulonemia effusa	(Hack.) McClure	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. effusa apresenta distribuição ampla em uma área de aproximadamente 180.000 km². Apesar da perda de habitat verificada na região da Cadeia do Espinhaço, a espécie é encontrada ao longo de todo este complexo montanhoso e suas subpopulações apresentam capacidade de dispersão entre si.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20effusa	Caatinga, Cerrado
3862	POACEAE	Aulonemia ulei	(Hack.) McClure & L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Aulonemia ulei é endêmica da região de Aparados da Serra (divisa de Santa Catarina e Rio Grande do Sul), com AOO de aproximadamente 52 km². Ocorre em hábitats severamente fragmentados, e está sujeita à incidência de ameaças como a agropecuária e incêndios frequentes. Foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20ulei	Mata Atlântica
3863	POACEAE	Axonopus carajasensis	Bastos	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Axonopus carajasensis tem distribuição restrita à região da Serra de Carajás (PA), estando sujeita a duas situações de ameaça. Os valores de EOO e AOO são calculados em 737,32 km² e 12 km², respectivamente. Nessa região, as principais ameaças incidentes são a mineração e o desmatamento, que têm levado à desertificação dos ambientes onde a espécie pode ocorrer. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20carajasensis	Amazônia
3864	POACEAE	Axonopus chrysoblepharis	(Lag.) Chase	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. chrysoblepharis possui ampla distribuição geográfica na América do Sul e Central, com subpopulações conhecidas em diferentes situações de ameaça e em áreas de Unidades de Conservação.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20chrysoblepharis	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3865	POACEAE	Axonopus comans	(Trin. ex Döll) Kuhlm.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. comans apresenta distribuição extensa pelo Cerrado no Brasil, com subpopulações conhecidas em Unidades de Conservação e em mais de 10 situações de ameaça.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20comans	Cerrado
3866	POACEAE	Axonopus complanatus	(Nees) Dedecca	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. complanatus possui ampla distribuição geográfica e subpopulações presentes em diferentes situações de ameaça, além de ocorrência em Unidades de Conservação.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20complanatus	Amazônia, Caatinga, Cerrado
3867	POACEAE	Axonopus fastigiatus	(Nees ex Trin.) Kuhlm.	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Axonopus fastigiatus habita principalmente áreas de Campo Rupestre no Cerrado e Caatinga, estando sujeita a menos de 10 situações de ameaça, três em Minas Gerais, duas na Bahia, duas em Goiás e uma no Mato Grosso. Com uma AOO menor que 500 km², a espécie sofre com a mineração, incêndios e o extrativismo para uso ornamental. Sendo assim, foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20fastigiatus	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3868	POACEAE	Axonopus monticola	G.A.Black	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Axonopus monticola tem distribuição restrita aos Campos de Altitude e Campos Rupestres de São Paulo e Minas Gerais, com uma AOO de 16 km² e subpopulações encontradas sujeitas a cinco situações de ameaça. Nessas áreas, foi identificada a incidência de ameaças como incêndios, mineração e expansão urbana. Por essa razão, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20monticola	Mata Atlântica
3869	POACEAE	Axonopus pressus	(Nees ex Steud.) Parodi	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. pressus tem ampla distribuição geográfica, sendo encontrada na maioria dos biomas brasileiros e em mais de 10 situações de ameaça. A espécie também é tolerante ao fogo.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20pressus	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3870	POACEAE	Axonopus ramboi	G.A.Black	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Axonopus ramboi tem AOO de 12 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça entre os Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. As áreas de sua ocorrência tiveram uma redução da vegetação original de pelo menos 50%, causada pela expansão de lavouras e demais atividades agropecuárias. Dessa forma, suspeita-se que uma redução populacional em proporção semelhante tenha ocorrido nas subpopulações da espécie, o que permite categorizá-la como ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20ramboi	Mata Atlântica
3871	POACEAE	Axonopus uninodis	(Hack.) G.A.Black	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Axonopus uninodis tem distribuição conhecida. Suas subpopulações estão sujeitas a poucas situações de ameaça e são encontradas em áreas de municípios que tiveram uma redução da vegetação original de pelo menos 80% nos últimos dez anos. Dessa forma, infere-se que tenha havido uma redução populacional da espécie em proporção semelhante, o que permite considerá-la ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20uninodis	Mata Atlântica
3872	POACEAE	Bothriochloa laguroides	(DC.) Herter	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Bothriochloa laguroides ocorre em menos de 10 situações de ameaça e tem AOO menor que 2.000 km². Sofre a incidência de ameaças como a perda de hábitat, alteração no uso/manejo do substrato e sobrepastejo. A espécie foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bothriochloa%20laguroides	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3873	POACEAE	Briza brasiliensis	(Nees ex Steud.) Ekman	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Briza brasiliensis tem distribuição restrita aos Campos de Altitude e Campos de Cima da Serra, ocupando uma área inferior a 500 km². Suas subpopulações estão sujeitas a menos de cinco situações de ameaça. Mesmo ocorrendo em unidades de conservação, os hábitats em que a espécie vive sofrem com a incidência de incêndios periódicos, invasão de espécies exóticas e sobrepastejo, sendo assim, B. brasiliensis foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20brasiliensis	Mata Atlântica
3874	POACEAE	Briza itatiaiae	Ekman	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Briza itatiaiae é endêmica dos Campos de Altitude da região de Itatiaia (RJ), com subpopulações ocupando uma área de 12 km² e sujeitas a menos de cinco situações de ameaça. Nessa região, a principal ameaça incidente são os grandes incêndios, que acontecem em um padrão trienal e afetam muitas espécies da flora local, como B. Itatiaiae. Portanto, a espécie é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20itatiaiae	Mata Atlântica
3875	POACEAE	Briza juergensii	Hack.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	B. juergensii possui distribuição extensa e subpopulações conhecidas em diferentes formações vegetacionais, sendo bem representada em amostras de herbário.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20juergensii	Mata Atlântica
3876	POACEAE	Briza parodiana	Roseng. et al.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem AOO de 8 km² e uma única situação de ameaça, os locais em que ocorre vêm sofrendo intensa perda de hábitat, devido ao plantio de pinheiros exóticos e pastoreio intensivo, que têm levado a redução no número de subpopulações deste táxon, pelo exposto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20parodiana	Pampa (Campos Sulinos)
3877	POACEAE	Briza scabra	(Nees ex Steud.) Ekman	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Briza scabra é endêmica dos Campos de Altitude situados sobre afloramentos rochosos de basalto. Sua AOO é de 24 km² e encontra-se sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Atualmente, as principais ameaças incidentes sobre a espécie são a expansão urbana e o cultivo de pinheiros e gramíneas invasoras nas áreas agrícolas, o que afeta diretamente a perpetuação deste táxon na natureza. Sendo assim, B. scabra foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20scabra	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3878	POACEAE	Canastra aristella	(Döll) Zuloaga & Morrone	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição extensa e ocorre em diferentes ambientes de Mata Atlântica, desde o nível do mar até 1300 m de altitude no sul e sudeste do Brasil, sendo encontrada em UCs de proteção integral.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canastra%20aristella	Mata Atlântica
3879	POACEAE	Canastra lanceolata	(Filg.) Morrone et al.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Canastra lanceolata é endêmica da Serra da Canastra (MG) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua AOO é de 12 km², corroborando distribuição restrita. A maioria das subpopulações encontra-se próxima ou incluída no Parque Nacional da Serra da Canastra, no entanto, uma série de ameaças tem incidido sobre essa área e afetado sua perpetuação na natureza, como incêndios, mineração e turismo depredatório. Diante do exposto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canastra%20lanceolata	Cerrado
3880	POACEAE	Chusquea attenuata	(Döll) L.G. Clark	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar da distribuição ampla e da ocorrência em unidades de conservação (SNUC), a espécie se encontra em diferentes áreas com redução de hábitat de pelo menos 60% da vegetação original, como nos municípios de Wenceslau Guimarães, Rio de Contas, Camacan (BA), Salesópolis, São Paulo (SP), Ouro Preto (MG) e Quatro Barras (PR). Dessa forma, supõe-se que tal redução de hábitat reflita em uma redução no número de subpopulações da espécie em proporção semelhante, o que permite categorizar esse táxon como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20attenuata	Mata Atlântica
3881	POACEAE	Chusquea baculifera	Silveira	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Chusquea baculifera apresenta subpopulações distribuídas em dois ambientes montanhosos, que perderam mais que 80% de sua vegetação original nos últimos 60 anos ? tempo médio que corresponde a três gerações da espécie. Atualmente, apesar da coleta de indivíduos em unidades de conservação (SNUC), foram reportadas a incidência de ameaças como atividades agropecuárias e a presença de espécies invasoras. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20baculifera	Mata Atlântica
3882	POACEAE	Chusquea erecta	L.G.Clark	EN	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Chusquea erecta ocorre em área restrita de Campos de Altitude, com EOO calculada em 138,55 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça em um local que poderá ser antropizado em futuro próximo. Por esses motivos, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20erecta	Mata Atlântica
3883	POACEAE	Chusquea heterophylla	Nees	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Chusquea heterophylla tem distribuição em Campos de Altitude e Campos Rupestres nos municípios de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo (RJ), que apresentam redução de ao menos 50% da vegetação original, devido principalmente à expansão urbana e à ocorrência frequente de incêndios. Por esses fatores, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20heterophylla	Mata Atlântica
3884	POACEAE	Chusquea pinifolia	(Nees) Nees	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	C. pinifolia apresenta distribuição extensa em campos de altitude do Brasil, sendo coletada em mais de 10 situações de ameaça. Apesar da incidência de ameaças, a espécie possui a rápida capacidade de se regenerar em 4-6 anos após a passagem de fogo.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20pinifolia	Mata Atlântica
3885	POACEAE	Chusquea pulchella	L.G.Clark	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre em locais de Mata Atlântica que tiveram uma redução de hábitat original de pelo menos 50% nos últimos dez anos, como os municípios de São Paulo, Serra Negra, Barra do Turvo (SP) e Boa Nova (BA). Assim, suspeita-se que as populações de C. pulchella tenham sido reduzidas em proporção semelhante, o que permite enquadrá-la na categoria ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20pulchella	Mata Atlântica
3886	POACEAE	Chusquea tenuiglumis	Döll	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Chusquea tenuiglumis ocorre em áreas de Mata Atlântica que apresentam mais de 80% de sua cobertura original degradada nos últimos 10 anos, como os municípios de Baependi, Camanducaia, Poços de Caldas e Salto da Divisa (MG). Dessa forma, supõe-se que as subpopulações da espécie tenham sofrido uma redução em proporção semelhante, o que permite considerá-la ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20tenuiglumis	Mata Atlântica
3887	POACEAE	Colanthelia macrostachya	(Nees) McClure	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie ocorre em ambientes florestais que se encontram em municípios com uma redução da vegetação natural maior que 50% nos últimos dez anos, como Santa Isabel e Guaratinguetá (SP), e Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo (RJ). Dessa forma, supõe-se que as subpopulações de C. macrostachya tenham sofrido uma redução de proporção semelhante. A espécie foi, por isso, considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colanthelia%20macrostachya	Mata Atlântica
3888	POACEAE	Cryptochloa capillata	(Trin.) Soderstr.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Espécie herbácea cespitosa com colmos até 0,8 m, endêmica, não ameaçada. Grande extensão de ocorrência, coletada frequentemente em dezenas de situações de ameaça. Habita a floresta pluvial, tanto no interior quanto na borda de fragmentos da Mata Atlântica e da Amazônia.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptochloa%20capillata	Mata Atlântica, Amazônia
3889	POACEAE	Ctenium brevispicatum	J.G.Sm.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	C. brevispicatum possui ampla distribuição no Brasil e Bolívia, representada por grande quantidade de amostras no Cerrado e Caatinga, em áreas de altitude elevada. A espécie também foi encontrada em pelo menos 3 UCs.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenium%20brevispicatum	Caatinga, Cerrado
3890	POACEAE	Ctenium cirrhosum	(Nees) Kunth	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	C. cirrhosum possui distribuição extensa, sendo encontrada em diferentes situações de ameaça no Cerrado e Mata Atlântica. No entanto, não se sabe qual o efeito destas ameaças sobre as subpopulações, principalmente sobre aquelas localizadas em áreas de canga e campo rupestre.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenium%20cirrhosum	Cerrado, Mata Atlântica
3891	POACEAE	Danthonia cirrata	Hack. & Arechav.	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Danthonia cirrata habita Formações Campestres associadas aos biomas da Mata Atlântica e Pampa, em áreas de municípios que tiveram uma perda de vegetação original maior que 50% nos últimos 10 anos. Com isso, infere-se que tenha ocorrido uma redução populacional da espécie em proporção semelhante, o que permite considerá-la ""Em perigo"" (EN)""."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Danthonia%20cirrata	Pampa (Campos Sulinos)
3892	POACEAE	Deschampsia caespitosa	(L.) P.Beauv.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Deschampsia caespitosa apresenta uma AOO menor que 500 km² e encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça, ocorre em áreas de banhados nos Campos de Altitude do Sul do Brasil. Nessas áreas, foram reportadas ameaças como a monocultura de pinheiros exóticos e outras práticas agrícolas, que muitas vezes geram incêndios severos. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Deschampsia%20caespitosa	Mata Atlântica
3893	POACEAE	Diandrolyra tatianae	Soderstr. & Zuloaga	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Diandrolyra tatianae apresenta AOO de 68 km², estando sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Habita fragmentos de Floresta Atlântica que sofrem com o desmatamento pelo uso do fogo e extrativismo de madeira para criação de áreas agrícolas e expansão urbana. Por esses motivos, D. tatianae foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diandrolyra%20tatianae	Mata Atlântica
3894	POACEAE	Dichanthelium surrectum	(Chase ex Zuloaga & Morrone) Zuloaga	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	D. surrectum tem distribuição extensa no Cerrado e Mata Atlântica, sendo comumente encontrada em áreas antropizadas. A espécie também foi registrada em duas Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichanthelium%20surrectum	Cerrado, Mata Atlântica
3895	POACEAE	Digitaria corynotricha	(Hack.) Henrard	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	D. corynotricha possui distribuição extensa ao longo de áreas de Cerrado e Mata Atlântica, sendo bem representada em coleções de herbário. Ainda, a espécie foi localizada em pelo menos 3 Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digitaria%20corynotricha	Cerrado, Mata Atlântica
3896	POACEAE	Digitaria neesiana	Henrard	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Digitaria neesiana tem distribuição ao longo do Cerrado, que apresenta grandes taxas de perda de hábitat devido às atividades agropecuárias. As subpopulações da espécie ocupam AOO de 76 km², e suas subpopulações estão sujeitas a pelo menos cinco situações de ameaça, representadas no cenário por pastagens, áreas agrícolas, áreas protegidas e remanescentes íntegros. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digitaria%20neesiana	Cerrado
3897	POACEAE	Eragrostis neesii	Trin.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	E. neesi possui ampla distribuição na América do Sul, presente em diferentes habitats no Cerrado e Pampa, sendo também encontrada em ambientes antropizados e UCs.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eragrostis%20neesii	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
3898	POACEAE	Erianthecium bulbosum	Parodi	CR	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Erianthecium bulbosum ocupa uma área restrita (AOO=8 km²) sujeita a uma única situação de ameaça, com distribuição sobre campos dos municípios de Pelotas e Piratini (RS), que sofreram uma redução da vegetação natural de mais de 80% nos últimos 10 anos. Além disso, a principal ameaça nesses locais é o sobrepastejo intenso, que foi indicado como um impacto capaz de eliminar a espécie do ambiente.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erianthecium%20bulbosum	Pampa (Campos Sulinos)
3899	POACEAE	Eriochrysis filiformis	(Hack.) Filg.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	E. filiformis ocorre em áreas úmidas, sendo extensamente distribuída na Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal. É encontrada em UCs e tem o ciclo biológico ligado ao fogo, não sendo a incidência deste uma ameaça direta à espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriochrysis%20filiformis	Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
3900	POACEAE	Filgueirasia cannavieira	(Silveira) Guala	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	F. cannavieira apresenta distribuição extensa em áreas de cerrado de altitude de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, sendo encontradas subpopulações com muitos indivíduos. No entanto, a espécie é utilizada para alimentação de gado durante o período da seca, não se conhecendo em qual proporção é extraída, e recentemente as subpopulações do Distrito Federal foram dizimadas para o plantio de eucalipto. Dessa forma são necessários dados populacionais para se avaliar o risco de extinção desta espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Filgueirasia%20cannavieira	Cerrado
3901	POACEAE	Glaziophyton mirabile	Franch.	EN	A2ac,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Glaziophyton mirabile apresenta distribuição restrita (EOO=403,37 km², AOO=32 km²) às áreas de Campos de Altitude no Estado do Rio de Janeiro. Sua ocorrência é exclusiva a uma tipologia de vegetação severamente fragmentada, onde já foi observada a extinção local de uma subpopulação (Morro do Cuca, RJ). Os municípios de ocorrência do táxon vêm sofrendo severa redução em suas vegetações originais: Petrópolis, onde se situa a área central de sua distribuição, teve uma redução da cobertura vegetal original maior que 70% nos últimos 10 anos, a partir daí, supõe-se que as subpopulações da espécie tenham sofrido redução em proporção semelhante e estejam sujeitas aos efeitos dos incêndios que ocorrem na região. Pelo exposto, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN), demandando ações específicas para garantir a integridade de suas subpopulações."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Glaziophyton%20mirabile	Mata Atlântica
3902	POACEAE	Gymnopogon burchellii	(Munro ex Döll) Ekman	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	G. burchellii possui ampla distribuição geográfica no sul da América do Sul, sendo encontrada em diferentes situações de ameaça na Mata Atlântica, Cerrado e Pampa e em unidades de conservação.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnopogon%20burchellii	Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3903	POACEAE	Gymnopogon doellii	Boechat & Valls	CR	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Gymnopogon doellii é endêmica da região metropolitana de Brasília (DF), com subpopulações conhecidas sujeitas a uma situação de ameaça e EOO menor que 100 km². As principais ameaças identificadas para a espécie são a presença da gramínea invasora Melinis minutiflora, a construção de uma barragem e a expansão urbana, que permitiram sua categorização com ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnopogon%20doellii	Cerrado
3904	POACEAE	Hymenachne donacifolia	(Raddi) Chase	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	H. donacifolia é amplamente distribuída no Brasil e outros países da América do Sul, presente em diferentes biomas. Também é registrada nas coleções científicas de grande parte dos herbários nacionais.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenachne%20donacifolia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3905	POACEAE	Hymenachne pernambucensis	(Spreng.) Zuloaga	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição na América do Sul, ocorrendo em lagoas no Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga. Encontrada em pelo menos 3 UCs, a espécie também é favorecida pela presença de pastoreio pelo gado.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenachne%20pernambucensis	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3906	POACEAE	Ichnanthus bambusiflorus	(Trin.) Döll	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	I. bambusiflorus possui ampla distribuição na América do Sul, sendo encontrada no Brasil em diferentes formações vegetacionais em elevada altitude do Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Ainda,possui grande amostragem ao longo de sua distribuição, sendo também encontrada em pelo menos 5 UCs.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichnanthus%20bambusiflorus	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3907	POACEAE	Leersia ligularis	Trin.	VU	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Leersia ligularis ocorre em diferentes locais que tiveram perda de pelo menos 30% da vegetação natural nas últimas três gerações da espécie, como nos municípios de Ortigueira, Araucária e Candói no Paraná, Viçosa, Joaquim Felício e Araponga em Minas Gerais, e Embu, Mauá e Monte Alegre do Sul, em São Paulo. Foi considerada ""Vulnerável"" (VU), principalmente pela acentuada redução de hábitat nas áreas de sua ocorrência."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leersia%20ligularis	Mata Atlântica
3908	POACEAE	Lithachne horizontalis	Chase	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Lithachne horizontalis tem distribuição restrita a fragmentos de Floresta Atlântica, em municípios fortemente antropizados do Sudeste (São Paulo (SP), Nova Iguaçu (RJ), e Belo Horizonte (MG)), com uma AOO igual a 32 km². A espécie encontra-se sujeita, ao menos, a cinco situações de ameaça, portanto, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lithachne%20horizontalis	Mata Atlântica
3909	POACEAE	Loudetia flammida	(Trin.) C.E.Hubb.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	L. flammida possui ampla distribuição geográfica na América do Sul, sendo conhecida em praticamente todos os biomas brasileiros e reportada em unidades de conservação.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Loudetia%20flammida	Amazônia, Caatinga, Cerrado
3910	POACEAE	Luziola brasiliensis	(Trin.) Pilg.	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Luziola brasiliensis tem AOO igual a 44 km², e suas subpopulações estão sujeitas a pelo menos 10 situações de ameaça distintas. A espécie é principalmente encontrada em fendas de rocha com água acumulada, um hábitat específico na Caatinga que sofre com a transformação para áreas agrícolas, por isso, é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luziola%20brasiliensis	Caatinga
3911	POACEAE	Melica arzivencoi	Valls & Barcellos	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Melica arzivencoi é uma espécie típica de Campos de Altitude do Sul e Sudeste do Brasil, e tem uma AOO de aproximadamente 20 km². Encontra-se sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. As principais ameaças incidentes são incêndios e invasão por espécies exóticas, que levaram a espécie a ser considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melica%20arzivencoi	Mata Atlântica
3912	POACEAE	Merostachys abadiana	Send.	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Merostachys abadiana tem distribuição restrita a ambientes severamente fragmentados. Ocorre em municípios que tiveram uma redução da vegetação natural maior que 80%, por exemplo Paranapanema e Itatinga (SP), e Poços de Caldas (MG) perderam quase a totalidade de suas coberturas vegetais originais, com isso supõe-se que as subpopulações da espécie apresentem uma redução nas mesmas proporções. É considerada rara, com um ciclo biológico sensível, em que as plantas florescem uma só vez em intervalos de cerca de 30 anos e secam depois, abrindo clareiras nas florestas. Dado esse quadro, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), demandando ações diretas que favoreçam sua conservação efetiva."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20abadiana	Mata Atlântica
3913	POACEAE	Merostachys burmanii	Send.	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar da ocorrência em unidades de conservação (SNUC), Merostachys burmanii ocorre em municípios que tiveram, no mínimo, 50% de redução da vegetação original, como São Pedro dos Ferros (MG), São Paulo, Teresópolis (RJ) e Jaguaquara (BA). Dessa forma, supõe-se que sua população tenha sofrido uma redução em proporções semelhantes, levando a espécie a ser considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20burmanii	Mata Atlântica
3914	POACEAE	Merostachys caucaiana	Send.	CR	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Merostachys caucaiana é considerada rara, sendo encontrada em ambientes severamente fragmentados, apresenta AOO de 8 km², em Florestas Nebulares. Nos locais em que ocorre, foi registrada uma redução da vegetação original de mais de 80% em 10 anos de monitoramento, supõe-se que tal redução também seja verificada nas subpopulações da espécie. Foi considerada espécie ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20caucaiana	Mata Atlântica
3915	POACEAE	Merostachys neesii	Rupr.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	M. neesii apresenta distribuição extensa ao longo da Mata Atlântica, sendo encontrada em pelo menos 3 UCs de proteção integral. No entanto, a espécie é utilizada comercialmente e sofre perda de habitat com a expansão urbana, principalmente no estado de São Paulo. Com isso, o conhecimento de dados sobre as subpopulações é fundamental para se avaliar o risco de extinção da espécie.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20neesii	Mata Atlântica
3916	POACEAE	Merostachys scandens	Send.	CR	A2c,B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Merostachys scandens apresenta valores de EOO igual a 10,23 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça. O município de São Paulo, onde a espécie ocorre, apresentou uma redução maior que 80% da vegetação original, com isso supõe-se que a população da espécie tenha sofrido uma redução em igual proporção, mesmo ocorrendo em áreas protegidas. Portanto, M. scandens foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20scandens	Mata Atlântica
3917	POACEAE	Merostachys skvortzovii	Send.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	M. skortzovii tem distribuição extensa pela Mata Atlântica do Sul e Sudeste, com subpopulações bem amostradas e com ciclos reprodutivos monitorados nos últimos anos.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20skvortzovii	Mata Atlântica
3918	POACEAE	Mesosetum ferrugineum	(Trin.) Chase	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie que apresenta distribuição extensa em diferentes formações vegetacionais do Cerrado e Caatinga, sendo que pelo menos 3 subpopulações encontram-se em UCs.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mesosetum%20ferrugineum	Caatinga, Cerrado
3919	POACEAE	Olyra fasciculata	Trin.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	O. fasciculata possui distribuição extensa ao longo da América do Sul, segundo o padrão de distribuição do Arco Pleistocênico. As subpopulações estão bem amostradas e pelo menos 5 destas encontram-se em UCs.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Olyra%20fasciculata	Amazônia, Mata Atlântica
3920	POACEAE	Olyra latispicula	Soderstr. & Zuloaga	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Olyra latispicula é uma espécie rara, com distribuição restrita a uma única situação de ameaça e com AOO de 8 km². Apesar das subpopulações conhecidas da espécie ocorrerem no Parque Nacional do Monte Pascoal, essa unidade sofre com a incidência de ameaças diretas que influenciam na perpetuação da biodiversidade, incêndios e plantio de eucalipto nos arredores são as principais ameaças que levaram a espécie a ser considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Olyra%20latispicula	Mata Atlântica
3921	POACEAE	Ophiochloa hydrolithica	Filg. et al.	CR	B1a+2b(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Ophiochloa hydrolithica é uma espécie rara, não sendo encontrada em unidades de conservação (SNUC), apresenta EOO de 51,41 km². A espécie sofre com a incidência de ameaças como incêndios, mineração e impactos indiretos devido à degradação do hábitat (poeira e esgotamento hídrico do solo) desde 1993, sendo assim, foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophiochloa%20hydrolithica	Cerrado
3922	POACEAE	Panicum brachystachyum	Trin.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Panicum brachystachyum tem AOO de 4 km² em uma única situação de ameaça, na Serra do Cipó (MG), há grande impacto de atividades mineradoras e provenientes da especulação imobiliária. A espécie foi, então, considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20brachystachyum	Cerrado
3923	POACEAE	Panicum condensatum	Bertol.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. condensatum possui distribuição extensa na Mata Atlântica e Amazônia, habitando diferentes formações vegetacionais, também sendo encontrada em áreas antropizadas.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20condensatum	Cerrado, Mata Atlântica
3924	POACEAE	Panicum gouinii	E.Fourn.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. gouinii possui ampla distribuição na América Central e América do Sul, habitando diferentes tipos de vegetação e em áreas antropizadas.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20gouinii	Cerrado
3925	POACEAE	Panicum hylaeicum	Mez	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. hylaeicum possui ampla distribuição do México a Argentina, habitando diferentes tipos de vegetação desde o nível do mar até 1500 m de altitude.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20hylaeicum	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
3926	POACEAE	Panicum pedersenii	Zuloaga	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. pedersenii possui distribuição extensa no Brasil, sendo coletada em diferentes formações vegetacionais naturais e encontrada como invasora em plantações e gramados.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20pedersenii	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal
3927	POACEAE	Pariana carvalhoi	R.P.Oliveira & Longhi-Wagner	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Pariana carvalhoi tem AOO de 4 km², e está sujeita a uma única situação de ameaça. A espécie apresenta poucas subpopulações, sendo considerada um endemismo dos remanescentes florestais do município de Una (BA), cujas principais ameaças são a extração de madeira e práticas de agricultura secular, por esses motivos, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pariana%20carvalhoi	Mata Atlântica
3928	POACEAE	Pharus latifolius	L.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. latifolius possui ampla distribuição pela América do Sul, sendo suas subpopulações bem amostrada em diferentes regiões do Brasil.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pharus%20latifolius	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3929	POACEAE	Piptochaetium alpinum	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Piptochaetium alpinum tem uma AOO de 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, ocorre em Campos de Altitude do Sul do Brasil, cujas principais ameaças são o uso de fogo para a agricultura e a invasão por espécies exóticas de alto poder competitivo, por essas razões, a espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20alpinum	Mata Atlântica
3930	POACEAE	Piptochaetium palustre	Muj.-Sall. & Longhi-Wagner	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Piptochaetium palustre tem AOO de 2 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, sendo endêmica dos Campos de Cima da Serra da região de Urupema (SC). A principal ameaça reportada é a alteração do ambiente campestre por atividades de silvicultura com consequentes plantios de Pinus spp. Por essas razões, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20palustre	Mata Atlântica
3931	POACEAE	Piptochaetium ruprechtianum	Desv.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui ampla distribuição no sul da América do Sul e é frequentemente encontrada  emcampos pedregosos, pastoreados, preferencialmente entre arbustos espinhosos.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20ruprechtianum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3932	POACEAE	Poa bradei	Pilg.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Poa bradei ocorre especificamente em Campos de Altitude e Florestas Ombrófilas Mistas do Sul e Sudeste do Brasil, ocupando uma área de aproximadamente 24 km² e estando sujeita ao menos a cinco situações de ameaça distintas. Nesses ambientes, as principais ameaças são os focos de incêndio, o desmatamento para ocupação urbana e a invasão por pinheiros exóticos cultivados. Por esses motivos, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poa%20bradei	Mata Atlântica
3933	POACEAE	Poa reitzii	Swallen	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Poa reitzii é endêmica dos Campos de Altitude do Sul do Brasil, com AOO de 12 km². A espécie está sujeita a duas situações de ameaça distintas. No ambiente em que ocorre, as principais ameaças são a modificação do hábitat pelo plantio de pinheiros exóticos e pelas atividades agropecuárias, além do fogo. Por essas razões, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poa%20reitzii	Mata Atlântica
3934	POACEAE	Raddia angustifolia	Soderstr. & Zuloaga	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Raddia angustifolia é um bambu que habita áreas florestais do Nordeste do Brasil, que já perderam mais de 80% de sua cobertura vegetal original nos últimos 10 anos. As principais ameaças incidentes nessas áreas são a destruição do hábitat para atividades agrícolas e extração de recursos vegetais, o que levou R. angustifolia a ser considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddia%20angustifolia	Caatinga, Mata Atlântica
3935	POACEAE	Raddia distichophylla	(Schrad. ex Nees) Chase	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	"Raddia distichophylla é um bambu herbáceo que forma pequenas subpopulações e cresce em áreas de cabruca. A espécie é endêmica da Bahia e tem AOO de 64 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça incidente é a perda de hábitat pela prática de atividades agrícolas, que levaram a espécie a ser considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddia%20distichophylla	Mata Atlântica
3936	POACEAE	Raddiella esenbeckii	(Steud.) Calderón & Soderstr.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	R. esenbeckii é uma espécie de ampla distribuição pela América do Sul, que apresenta subpopulações conhecidas em diversos tipos vegetacionais, desde o nível do mar até 1500 m de altitude.	2012-05-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddiella%20esenbeckii	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3937	POACEAE	Reitzia smithii	Swallen	VU	D2	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Reitzia smithii ocorre em Santa Catarina e São Paulo, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, as áreas de sua ocorrência encontram-se fortemente antropizadas, como o município de Florianópolis. A perda acentuada de hábitat compromete a perpetuação deste táxon na natureza, tornando essa espécie ""Vulnerável"" (VU)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Reitzia%20smithii	Mata Atlântica
3938	POACEAE	Schizachyrium scabriflorum	(Rupr. ex Hack.) A. Camus	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Schizachyrium scabrifolium tem AOO de 16 km² e subpopulações submetidas a menos de cinco situações de ameaça, que estão localizadas em áreas de municípios que tiveram uma perda da vegetação nativa de 50% nos últimos dez anos. Dessa forma, estima-se que as subpopulações da espécie tenham sofrido uma redução em proporção semelhante, principalmente devido à presença de espécies exóticas, ao sobrepastejo e à ocupação humana. A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schizachyrium%20scabriflorum	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
3939	POACEAE	Setaria parviflora var. pilosissima	(Hack.) Pensiero	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie encontra-se em locais que tiveram degradadas mais que 80% da vegetação natural, como os municípios de São Paulo, Jaguariaíva (PR) e Passo Fundo (RS). Essas localidades ainda sofrem com a expansão urbana e de áreas agrícolas, e estão sendo destruídas de maneira acelerada. Sendo assim, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20parviflora%20var.%20pilosissima	Mata Atlântica
3940	POACEAE	Setaria paucifolia	(Morong) Lindm.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. paucifolia é uma espécie de ampla distribuição, ocorrendo também em outros países da América do Sul. A maioria das subpopulações desta são conhecidas e estão presentes em pelo menos 4 UCs.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20paucifolia	Mata Atlântica, Cerrado
3941	POACEAE	Setaria stolonifera	Boldrini	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica do município de Mostardas (RS), ocupando uma área de 4 km² e estando sujeita a uma única situação de ameaça. A principal ameaça incidente na área é a perda de hábitat, devido à expansão urbana nos balneários litorâneos do Estado do Rio Grande do Sul. Apesar de estar próxima a uma unidade de conservação (SNUC), as ameaças identificadas para a região continuam a ocorrer sem controle. Assim sendo, Setaria stolonifera foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20stolonifera	Pampa (Campos Sulinos)
3942	POACEAE	Setaria tenacissima	Schrad. ex Schult.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. tenacissima possui ampla distribuição na América Central, Caribe e nordeste da América do Sul, com subpopulações presentes em diferentes biomas e ocorrendo em áreas modificadas também.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20tenacissima	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3943	POACEAE	Sorghastrum stipoides	(Kunth) Nash	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. stipoides possui ampla distribuição geográfica, ocorrendo também em outros países do continente americano e no continente africano. É encontrada também no Parque Nacional de Brasília.	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sorghastrum%20stipoides	Cerrado, Mata Atlântica
3944	POACEAE	Sporobolus adustus	(Trin.) Roseng. et al.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. adustus é uma espécie de distribuição extensa no sul da América do Sul, com subpopulações encontradas ao longo de áreas de Cerrado e Mata Atlântica no Brasil.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20adustus	Cerrado, Mata Atlântica
3945	POACEAE	Sporobolus apiculatus	Boechat & Longhi-Wagner	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Sporobolus apiculatus tem distribuição restrita a áreas de Cerrado no Brasil Central, com uma AOO de 20 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais ameaças incidentes sobre as subpopulações são a perda de hábitat por incêndios, expansão urbana e mineração. A espécie foi considerada ""Em perigo""."	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20apiculatus	Cerrado
3946	POACEAE	Sporobolus camporum	Swallen	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. camporum é uma espécie de distribuição extensa pelo sul da América do Sul, com subpopulações conhecidas em diferentes locais de campo de altitude e cerrado.	2012-05-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20camporum	Cerrado, Mata Atlântica
3947	POACEAE	Streptochaeta spicata	Schrad. ex Nees	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	S. spicata possui ampla distribuição pela América Central e América do Sul, sendo encontrada em diferentes biomas brasileiros e coletada em algumas UCs.	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Streptochaeta%20spicata	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3948	POACEAE	Sucrea maculata	Soderstr.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Sucrea maculata é uma espécie endêmica da Mata Atlântica que cobre o sul da Bahia e norte do Espírito Santo, encontrada em pequenas subpopulações e com AOO de 40 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça incidente sobre essas áreas de Mata Atlântica é a perda de hábitat pela extração de madeira e para atividades agrícolas. Sendo assim, a espécie encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sucrea%20maculata	Mata Atlântica
3949	POACEAE	Sucrea sampaiana	Soderstr.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Sucrea sampaioana é uma espécie endêmica do Brasil, que ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ocorre em ambiente de Mata Atlântica e tem poucos indivíduos por subpopulação. É conhecida em apenas duas situações de ameaça e está distribuída em uma AOO de 8 km², com subpopulações ameaçadas por área de pastagem com espécies exóticas. A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sucrea%20sampaiana	Mata Atlântica
3950	POACEAE	Thrasyopsis juergensii	(Hack.) Soderstr. & A.G.Burm.	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Thrasyopsis juergensii tem distribuição restrita aos Campos de Altitude do Sul do Brasil, distribuída em uma AOO de menos de 500 km², em locais que tiveram mais de 50% de sua vegetação original degradada, como os municípios de Ponta Grossa, no Paraná, e Soledade, no Rio Grande do Sul. Isto sugere uma redução populacional da espécie de valor semelhante durante os últimos 10 anos. A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thrasyopsis%20juergensii	Mata Atlântica
3951	POACEAE	Thrasyopsis repanda	(Nees ex Trin.) Parodi	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Thrasyopsis repanda é encontrada em locais de Campos Rupestres, Canga e Campos de Altitude em Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que sofrem a incidência de ameaças como incêndios, pastoreio, turismo depredativo e mineração. Esses locais perderam mais de 50% de sua vegetação original, como os municípios de Ponta Grossa, Tibagi e Jaguariaíva (PR), Ouro Branco e Brumadinho (MG), e Itapetininga (SP). Isto sugere uma redução de valor semelhante à da população da espécie nos últimos 10 anos. A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thrasyopsis%20repanda	Cerrado
3952	POACEAE	Triraphis devia	Filg. & Zuloaga	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Triraphis devia tem distribuição restrita e desenvolve-se em ambientes de campos de Cerrado na Chapada dos Veadeiros (GO). Está sujeita a uma única situação de ameaça, em que são incidentes o sobrepastejo, a erosão e a existência de estradas. A espécie tem uma AOO de 16 km², sendo que das duas subpopulações conhecidas apenas uma é protegida em unidade de conservação (SNUC). A espécie foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triraphis%20devia	Cerrado
3953	POACEAE	Zizaniopsis bonariensis	(Balansa & Poitr.) Speg.	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	"Zizaniopsis bonariensis é uma espécie de distribuição disjunta, ocorrendo nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, sugerindo uma população fragmentada. Tem AOO menor que 500 km² e subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, em áreas de municípios que tiveram uma perda da vegetação original de 50% nos últimos 10 anos. Com isso, infere-se que as subpopulações tenham sofrido uma redução em proporção semelhante. A espécie tem sofrido com a incidência de ameaças como a mineração, o desmatamento, a invasão de espécies exóticas e atividades agrícolas e, por essas razões, foi considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-10-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zizaniopsis%20bonariensis	Mata Atlântica
3954	PODOCARPACEAE	Podocarpus acuminatus	Laubenf.	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. acuminatus é uma arvoreta com ocorrência no Amazonas, em Unidade de Conservação bastante preservada. Mesmo sendo provável a existência de mais subpopulações naquela região, a espécie possui apenas um registro de 1985, o qual não apresenta informações sobre o tamanho e a estrutura populacional, sendo categorizada em Dados Deficientes.	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20acuminatus	Amazônia
3955	PODOCARPACEAE	Podocarpus aracensis	Laubenf. & Silba	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. aracensis é uma arbórea conhecida em 2 localidades do Amazonas, em áreas bem preservadas e com alta dificuldade de acesso. Tendo coleta botânica recente (2003) é possível inferir que a população não esta em declínio. Assim, não há ameaças incidentes que possam colocar a espécie em risco de extinção.	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20aracensis	Amazônia
3956	PODOCARPACEAE	Podocarpus barretoi	Laubenf. & Silba	CR	B2b(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Podocarpus barretoi é uma arvoreta endêmica dos Campos Rupestres da região Chapada dos Veadeiros (GO). São conhecidas três coletas botânicas para a mesma localidade, a mais recente em 1994. A espécie apresenta AOO menor que 10 km², sendo categorizada como ""Criticamente em Perigo"" (CR). Na região de ocorrência as queimadas são frequentes e ameaçam até mesmo a sobrevivência dos indivíduos dentro nas áreas protegidas. Assim, a espécie está sujeita a uma situação de ameaça que causa o declínio da EOO, AOO e qualidade do habitat."	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20barretoi	Cerrado
3957	PODOCARPACEAE	Podocarpus brasiliensis	Laubenf.	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Podocarpus brasiliensis é uma arbórea com ocorrência no Brasil Central. Tem coleta em três localidades e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora a espécie ocorra em áreas protegidas, estas ainda estão ameaçadas por fatores externos que comprometem a qualidade do habitat, tais como queimadas e desmatamento. Por exemplo, a taxa de desmatamento nos municípios AltoParaíso de Goiás e Brasília em dois anos (2008 e 2009) foi de 2,88 e 1,07 km², respectivamente. Assim, a espécie é categorizada como ""Vulnerável"" (VU), podendo em futuro próximo ser elevada a uma categoria de maior risco, especialmente por ter uso potencial para a indústria de celulose"	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20brasiliensis	Cerrado, Mata Atlântica
3958	PODOCARPACEAE	Podocarpus lambertii	Klotzsch ex Endl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. lambertii é uma arbórea que ocorre em florestas e formações campestres de 3 biomas brasileiros. A espécie possui propriedades que a tornam interessante para a indústria de celulose e madeireira. Também possui usos medicinais, paisagísticos e para o reflorestamento. Apresenta Extensão de Ocorrência superior à 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20lambertii	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3959	PODOCARPACEAE	Podocarpus sellowii	Klotzsch ex Endl.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. sellowii é uma arbórea com ocorrência em 4 biomas brasileiros, em ambientes florestais úmidos. A espéciepossui propriedades de usos medicinais, paisagísticos, madeireiros e para o reflorestamento. Apresenta Extensão de Ocorrência superior à 20.000 km², sendocategorizada sem risco de extinção.	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20sellowii	Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
3960	PODOCARPACEAE	Retrophyllum piresii	(Silba) C.N.Page	DD	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	R. piresii é uma arbórea de pequeno porte, com ocorrência em florestas úmidas da Amazônia. O único registro botânico disponível sobre a espécie foi coletado em 1976 e não possui informações sobre o tamanho e a estrutura populacional. Considerando que o esforço de coleta para a região Amazônica é pequeno, é possível inferir que a espécie ocorre em outras localidades ainda não amostradas, sendo categorizada em Dados Deficientes.	2012-01-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Retrophyllum%20piresii	Amazônia
3961	PODOSTEMACEAE	Apinagia riedelii	(Bong.) Tul.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Apinagia riedelli caracteriza-se por ervas aquáticas, de até 21cm decomprimento. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado e MataAtlântica, encontrada em floresta ombrófila densa, vegetação aquática,preferencialmente em corredeiras de rios. Apresenta EOO de 499.004,571km².Amplamente distribuída. Protegida pelo Parque Natural do Caraça (MG). Espécienão ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apinagia%20riedelii	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
3962	PODOSTEMACEAE	Castelnavia multipartita	Tul. & Wedd.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Castelnavia multipartita caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmicado Brasil, ocorre nos estados do Pará, Mato Grosso e Goiás. Encontrada nosbiomas Amazônia e Cerrado, onde desenvolve-se em floresta ombrófila densa evegetação aquática. Apresenta EOO de 501.749,723km². Amplamente distribuída nosestados de ocorrência. Não ameaçada no território nacional (Bove, C.P., com.pessoal).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Castelnavia%20multipartita	Amazônia, Cerrado
3963	PODOSTEMACEAE	Mourera fluviatilis	Aubl.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Mourera fluviatilis caracteriza-se por ervas aquáticas, apresentasíndrome de polinização melitófila e/ou anemofílica. Não endêmica do Brasil.Ocorre nos biomas Amazônia e Mata Atlântica, preferencialmente em rios quepossuam alto fluxo hídrico durante o ano todo. Apresenta EOO de3.805.877,590km². Amplamente distribuída. Protegida pelo Santuário Ecológico daSerra D?Água (AL). Apesar de utilizada por algumas tribos amazônicas parasalgar alimentos, não apresenta nenhuma ameaça direta que a coloque em algumacategoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com.pessoal).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mourera%20fluviatilis	Amazônia, Mata Atlântica
3964	PODOSTEMACEAE	Mourera weddelliana	Tul.	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Mourera weddelliana caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, é encontrada nos biomas Amazônia e Cerrado. Apresenta distribuição restrita e pontual e AOO inferior a 20 km². Está sujeita a três situações de ameaça que incidem sobre seus hábitats de ocorrência: sobre-exploração dos recursos florestais, implementação de atividades agropecuárias, e implementação de atividades silviculturais. Pouco representada em coleções científicas, são necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mourera%20weddelliana	Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica
3965	PODOSTEMACEAE	Podostemum distichum	(Cham.) Wedd.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemum distichum caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou rupícolas, de 1-15cm decomprimento. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Pampas e Cerrado, encontrada emfloresta ombrófila densa, floresta estacional semidecidual, floresta estacionaldecidual, preferencialmente em ambientes aquáticos, entre 60-1200m de altitude.Apresenta EOO de 598.469,417km². Amplamente distribuída na região sul doBrasil, chegando ao sudeste no estado de Minas Gerais e a centro-oeste emGoiás. Apesar da intensa supressão dos habitats originais de ocorrência daespécie, ainda hoje intensamente degradados, não há ameaça direta que a coloqueem alguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20distichum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3966	PODOSTEMACEAE	Podostemum muelleri	Warm.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemummuelleri caracteriza-sepor ervas auqáticas e/ou saxícolas, de até 2cm de comprimento, desenvolvendo-seem superfícies rochosas. Não endêmica do Brasil. Ocorre no estado de São Pauloe região sul do Brasil. Encontrada nos biomas Mata Atlântica e Pampas, emvegetação aquática. Apresenta EOO de 278.728,821km². Amplamente distribuída naregião sul do Brasil. Protegida pelo Parque Florestal do Turvo (RS). Apesar daintensa degradação dos ecossistemas aquáticas continentais brasileiros, não háuma ameaça direta que a coloque em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada noâmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20muelleri	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3967	PODOSTEMACEAE	Podostemum ovatum	C.T.Philbrick & Novelo	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemum ovatum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, tem registros nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro. É encontrada sobre rochas e em corredeiras. Apresenta AOO de 12 km². É conhecida por escassas coleções. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), encontra-se sujeita a três principais situações de ameaça pela expansão de práticas agrícolas, pecuária e silvicultura. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20ovatum	Mata Atlântica
3968	PODOSTEMACEAE	Podostemum rutifolium	Warm.	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemumrutifolium caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou saxícolas. Não é endêmica do Brasil. Ocorre no Estado de São Paulo e, principalmente, na Região Sul do Brasil, até aproximadamente 900 m de altitude, com uma AOO próxima a 20 km². É encontrada nos biomas Mata Atlântica e Pampa, em Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual e vegetação aquática. Considerando os três Estados onde ocorre, está sujeita a três principais situações de ameaça pela implementação de práticas agrícolas, pecuária e silvicultura, as quais causam a supressão e a degradação dos ecossistemas aquáticos. De acordo com informações de coletas realizadas, a espécie é retratada como abundante ou comum nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20rutifolium	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3969	PODOSTEMACEAE	Podostemum saldanhanum	(Warm.) C.T.Philbrick & Novelo	CR	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemumsaldanhanum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Estado do Rio de Janeiro, é restrita ao bioma Mata Atlântica. Tem distribuição restrita com AOO de 4km², e sua principal ameaça é a silvicultura, que apresenta como consequência a degradação e a intensa fragmentação de seu hábitat, além disso, está também sujeita a eventos estocásticos, como, por exemplo, as fortes chuvas que acometeram a região num passado recente, causando intensa modificação da paisagem local.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20saldanhanum	Mata Atlântica
3970	PODOSTEMACEAE	Podostemum scaturiginum	(Mart.) C.T.Philbrick & Novelo	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemumscaturiginum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, ocorre nosestados de Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Encontrada nosbiomas Cerrado e Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa, florestaestacional semidecidual e vegetação aquática. Apresenta EOO de 341.0293,433km².Apesar de não ser uma espécie amplamente distribuída, segundo informações decoleta de Philbrick et al., desenvolve-se em subpopulações densas eabundantes. Apesar da intensa degradação dos ecossistemas aquáticascontinentais brasileiros, não há uma ameaça direta que a coloque em algumacategoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com.pessoal).	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20scaturiginum	Cerrado, Mata Atlântica
3971	PODOSTEMACEAE	Podostemum weddellianum	(Tul.) C.T.Philbrick & Novelo	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Podostemum weddellianum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, ocorre nosestados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, SantaCatarina e Rio Grande do Sul. Encontrada nos biomas Cerrado e Mata Atlântica,onde desenvolve-se em floresta ombrófila densa, floresta estacionalsemidecidual e em vegatação aquática. Segundo Bove, C.P. (com. pessoal), é uma espécie muito abundante onde ocorre, além desuportar ambientes com águas poluídas. Não há ameaça direta que a coloque emalguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional.	2012-04-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20weddellianum	Cerrado, Mata Atlântica
3972	POLYGALACEAE	Acanthocladus brasiliensis	(Klotzsch ex A.St.-Hil. & Moq.) Hassk.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição no Brasil, presente em mais de dez situações de ameaça.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20brasiliensis	Mata Atlântica
3973	POLYGALACEAE	Acanthocladus pulcherrimus	(Kuhlm.) J.F.B.Pastore & D.B.O.S.Cardoso	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva da Mata Atlântica, pluvial e de tabuleiro. Extensão de ocorrência de 74.478 km² e área de ocupação de 76 km². ?Conhecida de 12 situações de ameaça. Boa Esperança, Bananal, Linhares, Santa Leopoldina, Ibiraçu, (ES), Ilhéus/Itabuna, Uruçuca, Una, Pedro Canário, Barra de São João (RJ), Caratinga, Itueta (MG). Sem pressão de uso específico. Coletada entre 1924 a 2007.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20pulcherrimus	Mata Atlântica
3974	POLYGALACEAE	Acanthocladus santosii	(Wurdack) J.F.B.Pastore & D.B.O.S.Cardoso	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie de arbusto a pequena árvore encontrada floresta pluvial atlântica da Bahia e Espírito Santo. Distribuição restrita, com extensão de ocorrência de 22.783 km² e área de ocupação de 24 km². Descrita em 2010. Conhecida de quatro situações de ameaça, em Porto Seguro, Itagimirim (BA), Linhares, Sooretama (ES), foi coletada entre 1969 e 1996. Encontrada no Parque Nacional de Monte Pascoal e Reserva Biológica de Sooretama. Quase ameaçada pela perda de habitat, em consequência do desmatamento para atividades agropecuárias e silvicultura. No entanto, como sua extensão de ocorrência é acima de 20.000 km² e a área de ocupação não é um bom parâmetro de sua distribuição uma vez que o habitat florestal é originalmente contínuo, a espécie deve ser considerada quase ameaçada.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20santosii	Mata Atlântica
3975	POLYGALACEAE	Polygala brasiliensis	L.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea não endêmica do Brasil, com ampla distribuição no Sul e Sudeste do país, em floresta pluvial atlântica e formações campestres. Extensão de ocorrência de 453.634 km², frequentemente coletada. Conhecida de mais de dez situações de ameaça.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20brasiliensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
3976	POLYGALACEAE	Polygala fendleri	Chodat	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea do cerrado. Ampla distribuição, extensão de ocorrência de 1.445.439 km². Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Descrita em 1826, os registros de ocorrência compilados datam de 1935 a 2008. Encontrada principalmente em Goiás (Alto Paraíso de Goiás) e Distrito Federal.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20fendleri	Cerrado
3977	POLYGALACEAE	Polygala franchetii	Chodat	EN	B1ab(iii)	""	""	A espécie ocorre no Estado de Goiás e no Distrito Federal (EOO=1.401,93 km²). Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça sendo a agricultura a principal ameaça à espécie, que sofre com a perda de AOO, EOO e qualidade do hábitat. Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20franchetii	Cerrado
3978	POLYGALACEAE	Polygala galioides	Poir.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de ampla distribuição, extensão de ocorrência de 5.897.052 km². Encontrada em formações campestres dos principais biomas do Brasil.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20galioides	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
3979	POLYGALACEAE	Polygala molluginifolia	A.St.-Hil. & Moq.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de ampla distribuição, extensão de ocorrência de 2.239.306 km². Encontrada em floresta pluvial e formações campestres no Cerrado e Mata Atlântica. Conhecida de mais de dez situações de ameaça.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20molluginifolia	Cerrado, Mata Atlântica
3980	POLYGALACEAE	Polygala moquiniana	A.St.-Hil. & Moq.	NT	""	""	Tainan Messina	Coletada entre ?1880 a 2005, mais frequentemente nas décadas de 70, 80 e 90, foi registrada uma única coleta após o ano 2000. Indicativo de declínio populacional. Extensão de ocorrência de 38.225 e área de ocupação de 48 km². Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Quase ameaçada pela perda de habitat. Na região central de sua distribuição, os ambientes naturais no arco de Ponta Grossa, tem sido severamente alterados por desenvolvimente de extensas áreas de agricultura, pecuária e silvicultura.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20moquiniana	Cerrado, Mata Atlântica
3981	POLYGALACEAE	Polygala nudicaulis	A.W.Benn.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de campo rupestre, com extensão de ocorrência de 105.597 km², entre Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Baixa frequência de coleta, mas conhecida de mais de dez situações de ameaça. Coletada entre 1970 e 2003.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20nudicaulis	Cerrado
3982	POLYGALACEAE	Polygala pulchella	A.St.-Hil. & Moq.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de ampla distribuição, conhecida de mais de 10 situações de ameaça. Extensão de ocorrência de 1.047.211 km². Encontrada tanto em floresta quanto formações campestres, em Cerrado e Mata Atlântica.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20pulchella	Cerrado, Mata Atlântica
3983	POLYGALACEAE	Polygala pumila	Norlind	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea, com extensão de ocorrência de 265.805 km² e área de ocupação de 52 km². Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Encontrada em floresta pluvial atlântica e formações campestres associados. Baixa frequencia de coleta, muito antigas: entre 1891,1910, 1933, 1936, 1949, 1952, 1953, 1962, 1965, 1968, 1971, 1985, 1993, 2008. Suspeita-se de redução populacional, devido a queda na frequência de coleta.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20pumila	Mata Atlântica
3984	POLYGALACEAE	Polygala sabulosa	A.W.Benn.	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de formações campestres da Mata Atlântica, com extensão de ocorrência de 233.520 km² e área de ocupação de 82 km², no Sul do Brasil. Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Quase ameaçada por perda de habitat.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20sabulosa	Cerrado, Mata Atlântica
3985	POLYGALACEAE	Polygala selaginoides	A.W.Benn.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de Floresta Pluvial Atlântica de altitude no Sul do país. Tem distribuição restrita, com EOO de 2.788,64 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a três situações de ameaça, em Vacaria (RS), Pien (PR) e Campo Alegre da Serra (SC). É ameaçada por perda de hábitat, por estabelecimento de grandes áreas de agropecuária e silvicultura.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20selaginoides	Mata Atlântica
3986	POLYGALACEAE	Polygala stephaniana	Marques	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de locais brejosos do Estado de Minas Gerais e, possivelmente, São Paulo. Neste último Estado é considerada vulnerável à extinção, porém não foram identificados até o momento registros de ocorrência. Tem distribuição restrita, com EOO de 909,74 km² e AOO de 12 km². No Estado de Minas Gerais é conhecida nos municípios de Ouro Branco, Entre Rios de Minas e Jacutinga, e a última coleta data de 1970. É ameaçada por declínio de hábitat, em decorrência de queimadas, mineração e manejo de pastagens.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20stephaniana	Cerrado
3987	POLYGALACEAE	Polygala tamariscea	Mart. ex A.W.Benn.	VU	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de Campo Rupestre com EOO de 294.656,50 km2 e AOO de 32 km². Contudo, sua distribuição é disjunta, sugerindo a fragmentação de sua população. Está sujeita a seis situações de ameaça, na Serra do Espinhaço, em Salinas (MG) e Abaíra (BA), em Itirapina (SP), Planaltina (DF), Alto Paraíso de Goiás e Colinas do Sul (GO). É ameaçada por perda de qualidade do hábitat, em decorrência de aumento da frequência e magnitude das queimadas provocadas pelo desmatamento e manejo de pastagens em torno das serras.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20tamariscea	Cerrado, Mata Atlântica
3988	POLYPODIACEAE	Campyloneurum decurrens	(Raddi) C.Presl	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada emdiversos estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campyloneurum%20decurrens	Mata Atlântica
3989	POLYPODIACEAE	Ceradenia capillaris	(Desv.) L.E.Bishop	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Ceradenia capillaris é uma samambaia encontrada nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com distribuição relativamente restrita (EOO=18.127,53 km²). Tem também baixo número de registros de coletas, o que leva à suspeita de a espécie ser rara na natureza. Está sujeita a seis situações de ameaça, dentre as quais a exploração de minério de ferro em Minas Gerais. A espécie é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20capillaris	Mata Atlântica
3990	POLYPODIACEAE	Ceradenia glaziovii	(Baker) Labiak	EN	A2c,B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Ceradenia glaziovii é registrada em Campos do Jordão, Serra da Bocaina e Serra do Mar e está sujeita a três situações de ameaça. A intensa degradação dos seus hábitats de ocorrência, somada à distribuição restrita da espécie e ao fato de as coletas serem muito antigas, leva à suspeita de que a população de C. glaziovii tenha sofrido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração de dois anos para espécie herbácea). Além disso, sua distribuição é restrita (EOO=3.304,13 km²), ocorrendo em apenas uma unidade de conservação (SNUC). A espécie é considerada ""Em perigo"" (EN). Em razão das coletas terem mais de 50 anos, é possível que a espécie esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o intuito de se encontrar e avaliar o estado de conservação de subpopulações da espécie."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20glaziovii	Mata Atlântica
3991	POLYPODIACEAE	Ceradenia warmingii	(C.Chr.) Labiak	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Espécie endêmica de Ouro Preto com apenas dois registros, um dos quais indica a coleta há mais de 100 anos. Ocorre em uma região que sofre intensa pressão antrópica com consequente perda de hábitat, como o turismo desordenado e a mineração. Dessa maneira, suspeita-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada, uma vez que a região alterada por atividades humanas deve dificultar o fluxo gênico entre subpopulações. Tem distribuição restrita (AOO=8 km²). É, portanto, considerada uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR). Devido ao fato de uma das coletas ser muito antiga, suspeita-se também que esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se encontrar subpopulações e de se verificar o seu estado de conservação."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20warmingii	Mata Atlântica
3992	POLYPODIACEAE	Grammitis fluminensis	Fée	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"A maior parte das coletas concentra-se no Estado do Paraná, e as subpopulações nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro sugerem que a população de G. fluminensis esteja severamente fragmentada. Tem uma AOO pequena (AOO=48 km²) e localiza-se em uma região que sofre diversas ameaças, como instalação de torres de telefonia na Serra do Capivari (PR) e a mineração em Minas Gerais. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grammitis%20fluminensis	Mata Atlântica
3993	POLYPODIACEAE	Lellingeria brasiliensis	(Rosenst.) Labiak	VU	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Lellingeria brasiliensis é uma samambaia encontrada acima de 1.000 m de altitude nas Serras da Bocaina, do Itatiaia e dos Órgãos. Tem distribuição restrita (EOO=10.462,70 km²) e está sujeita a oito situações de ameaça. Uma das ameaças a sua sobrevivência é a alta frequência de incêndios no Parque Nacional do Itatiaia. Portanto, a ocorrência em duas unidades de conservação (SNUC) não necessariamente protege a espécie da extinção. É considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20brasiliensis	Mata Atlântica
3994	POLYPODIACEAE	Lellingeria itatimensis	(C.Chr.) A.R.Sm. & R.C.Moran	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Tem pequena área de ocupação (AOO=8 km²) e ocorre em uma região que sofre intensa perda de hábitat para a agricultura e a silvicultura. Em razão dessa perda, suspeita-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada, uma vez que a paisagem antropizada dificultaria a troca gênica entre subpopulações. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20itatimensis	Mata Atlântica
3995	POLYPODIACEAE	Lellingeria limula	(Christ) A.R.Sm. & R.C.Moran	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Planta epífita encontrada na porção montana da Mata Atlântica. Foi coletada em apenas quatro localidades, resultando em uma AOO de 8 km². Pelo fato de ocorrer em áreas distantes entre si, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada e sujeita a quatro situações de ameaça distintas. Uma das ameaças é a perda de hábitat, como em Itaguaçu (ES), que perdeu quase 90% de vegetação nativa até 2011. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20limula	Mata Atlântica
3996	POLYPODIACEAE	Lellingeria pumila	Labiak	CR	B1ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Lellingeria pumila é registrada apenas nas matas de Santa Teresa (ES). Tem, portanto, pequena extensão de ocorrência (EOO=5,23 km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, sendo a maior ameaça no município a perda de hábitat para a agricultura e a pecuária: nos últimos 20 anos houve uma redução de cerca de 40% de Mata Atlântica na localidade. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20pumila	Mata Atlântica
3997	POLYPODIACEAE	Lellingeria suspensa	(L.) A.R.Sm. & R.C.Moran	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Apesar do baixo número de coletas para a espécie, Labiak e Prado (2005) afirmam que a espécie possui ampla distribuição geográfica, ocorrendo do Norte ao Sudeste brasileiro. Apesar do baixo número de coletas, muitas delas foram feitas em unidades de conservação. Dessa maneira, L. suspensa é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção. Entretanto, deve-se ampliar o número de coletas para se entender a real distribuição da espécie, bem como o estado de conservação de suas subpopulações.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20suspensa	Amazônia
3998	POLYPODIACEAE	Lellingeria tamandarei	(Rosenst.) A.R.Sm. & R.C.Moran	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Lellingeria tamandarei é uma samambaia rupícola encontrada em locais sombreados à beira de riachos, com registros nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina (AOO=52 km²). Foram identificadas quatro situações de ameaça, sendo que a distância entre elas caracteriza uma população fragmentada, tendo em vista que o fluxo gênico entre as subpopulações pode ser prejudicado por essa distância. É uma espécie que ocorre em locais sob intensa pressão antrópica, como a alta frequência de incêndios na Serra dos Órgãos e no Parque Nacional do Itatiaia (RJ). É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20tamandarei	Mata Atlântica
3999	POLYPODIACEAE	Melpomene peruviana	(Desv.) A.R.Sm. & R.C.Moran	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	É uma espécie encontrada de Minas Gerais a Santa Catarina, em diferentes formações de Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie forma densos agrupamentos. Devido ao grande número de coletas, incomum para esse grupo de pteridófita,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melpomene%20peruviana	Mata Atlântica
4000	POLYPODIACEAE	Microgramma crispata	(Fée) R.M.Tryon & A.F.Tryon	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em Caatinga e em diferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada algumas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que não é comum para essa família botânica,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microgramma%20crispata	Mata Atlântica, Caatinga
4001	POLYPODIACEAE	Micropolypodium perpusillum	(Maxon) A.R.Sm.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Micropolypodium perpusillum é uma planta rupícola encontrada em regiões montanas da Mata Atlântica. É uma espécie rara, com apenas cinco subpopulações conhecidas. Cada subpopulação está sujeita a algum tipo de ameaça. Por exemplo, a subpopulação da Cadeia do Espinhaço está sujeita ao declínio de qualidade do hábitat pela exploração de minério de ferro na região. Já nos Estados do Sul do Brasil, o hábitat encontra-se reduzido a pequenos fragmentos, por causa da expansão de áreas para agricultura e pecuária. Devido à sua raridade, a espécie tem também uma baixa área de ocupação (AOO=24 km²). É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropolypodium%20perpusillum	Mata Atlântica
4002	POLYPODIACEAE	Pecluma hoehnii	(A.Samp.) Salino	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Pecluma hoehnii é uma pteridófita com apenas um registro de coleta e, portanto, com uma AOO de apenas 4 km². O Estado do Mato Grosso do Sul tem sofrido com a perda de hábitat para a agricultura e a pecuária. O município de Coxim (MS), onde a espécie foi coletada, perdeu 0,21% de Cerrado entre 2008 e 2009. É considerada uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR). Entretanto, como a última coleta foi feita há 100 anos e dado o avanço da fronteira agrícola na região, é possível que a espécie esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de encontrar supostas subpopulações remanescentes e verificar o seu atual estado de conservação."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20hoehnii	Cerrado
4003	POLYPODIACEAE	Pecluma imbeana	(Brade) Salino	CR	B2b(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Há apenas uma coleta, sem data, resultando em uma pequena área de ocupação (AOO=4 km²) e uma única situação de ameaça. Uma das ameaças é a perda de hábitat para a agricultura e a exploração de madeira nos remanescentes florestais. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR). Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se verificar o estado atual de conservação da espécie."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20imbeana	Mata Atlântica
4004	POLYPODIACEAE	Pecluma insularis	(Brade) Salino	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Pecluma insularis é uma pteridófita endêmica da Ilha de Trindade (ES), o local habitado mais remoto do Brasil. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz têm, juntas, cerca de 10 km² e, consequentemente, a espécie deve ter uma AOO menor do que 10 km². Como a espécie é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que P. insularis está sujeita a uma situação de ameaça. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram totalmente erradicados pela marinha brasileira em 2005. Cientistas do Museu Nacional vêm observando a regeneração da vegetação da ilha. A espécie tem apenas um registro de coleta, sem data, indicando que seja rara nas ilhas. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20insularis	Mata Atlântica
4005	POLYPODIACEAE	Pecluma truncorum	(Lindm.) M.G.Price	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que não é comum para essa família de samabaia,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20truncorum	Mata Atlântica
4006	POLYPODIACEAE	Pleopeltis alborufula	(Brade) Salino	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Pleopeltis alborufula é uma samambaia rupícola encontrada em locais úmidos da Mata Atlântica. Tem baixa área de ocupação (AOO=24 km²) e extensão de ocorrência (EOO=694,70 km²), uma vez que ocorre apenas em regiões montanas do Estado do Espírito Santo. Está sujeita a cinco situações de ameaça, sendo uma das mais importantes perdas de hábitat para a agricultura e o plantio de espécies madeireiras. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20alborufula	Mata Atlântica
4007	POLYPODIACEAE	Pleopeltis monoides	(Weath.) Salino	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Pleopeltis monoides é uma espécie encontrada em Florestas Estacionais Semidecíduas e Ombrófilas Densas dos Estados do Espírito Santo e da Bahia. Apesar de haver registro de ocorrência da espécie em ambientes perturbados, suspeita-se que seja rara devido ao baixo número de coletas. Apresenta pequena área de ocupação (AOO=28 km²) e está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Uma das ameaças é a perda de hábitat das matas do sul da Bahia para a agricultura. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20monoides	Mata Atlântica
4008	POLYPODIACEAE	Pleopeltis trindadensis	(Brade) Salino	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Pleopeltis trindadensis é uma pteridófita endêmica da Ilha de Trindade (ES), o local habitado mais remoto do Brasil. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz têm, juntas, cerca de 10 km² e, consequentemente, a espécie deve possuir uma área de ocupação menor do que 10 km². Como é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que P. trindadensis esteja sujeita a apenas uma situação de ameaça. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram totalmente erradicados pela Marinha brasileira em 2005. Cientistas do Museu Nacional vêm observando a regeneração da vegetação depois da eliminação das cabras e carneiros. Por muito tempo, conhecia-se apenas a coleta feita em 1911 por Campos Porto. Entretanto, a espécie foi coletada novamente em 2011 por Faria na Floresta de Samambaias da ilha. É considerada ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20trindadensis	Mata Atlântica
4009	POLYPODIACEAE	Terpsichore chrysleri	(Copel.) A.R.Sm.	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que é incomum para essa família de samambaia,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20chrysleri	Mata Atlântica
4010	POLYPODIACEAE	Terpsichore semihirsuta	(Klotzsch) A.R.Sm.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Terpsichore semihirsuta é uma samambaia encontrada apenas em regiões montanas da Mata Atlântica dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santos. Há poucos registros de coleta para a espécie, resultando em uma baixa área de ocupação (AOO=16 km²). Ocorre em uma área que sofre intensa perda de hábitat para a agricultura e o plantio de espécies madeireiras. Portanto, suspeita-se que as populações estejam severamente fragmentadas. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20semihirsuta	Mata Atlântica
4011	POLYPODIACEAE	Terpsichore senilis	(Fée) A.R.Sm.	CR	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Essa espécie tem distribuição disjunta entre a Amazônia e a Mata Atlântica. No Brasil, há apenas uma coleta com município determinado feita em Campos do Jordão (SP). Apesar de ocorrer em unidade de conservação (SNUC), o município de Campos do Jordão sofreu intensa perda de hábitat, permanecendo apenas os locais com maior declividade. Tem uma baixa área de ocupação (AOO=4 km²), estando sujeita a duas situações de ameaça É considerada uma espécie ""Criticamente em perigo"" (CR). Entretanto, novos esforços de coleta devem ser feitos no Brasil, de maneira a se determinar precisamente o local de ocorrência da espécie na Amazônia e identificar novas localidades onde a espécie ocorre, bem como seu estado atual de conservação."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20senilis	Mata Atlântica
4012	POLYPODIACEAE	Terpsichore taxifolia	(L.) A.R.Sm.	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Terpsichore taxifolia é encontrada do Sul da Bahia a São Paulo, em Florestas Montanas. Tem poucas coletas, resultando em uma área de ocupação pequena (AOO=40 km²). Ocorre em áreas que sofrem intensa pressão antrópica, com perda de hábitat, e suspeita-se que as populações estejam severamente fragmentadas. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20taxifolia	Mata Atlântica
4013	POLYPODIACEAE	Zygophlebia longipilosa	(C.Chr.) L.E.Bishop	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em algumas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que é incomum para essa família de petridófital,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygophlebia%20longipilosa	Mata Atlântica
4014	POLYTRICHACEAE	Itatiella ulei	(Broth. ex Müll. Hal.) G.L.Sm.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie está presente em Unidades de Conservação e apresenta EOO=26.141,855km². No entanto, apresenta menos de 10 situações de ameaça identificadas, o que poderá vir a colocá-la em categoria de risco em futuro próximo, uma vez que as regiões de ocorrência da espécie sofrem com a forte urbanização.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Itatiella%20ulei	Mata Atlântica
4015	PONTEDERIACEAE	Heteranthera limosa	(Sw.) Willd.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Heteranthera limosa caracteriza-sepor ervas aquáticas e/ou terrícolas, anuais. Não é endêmica do Brasil. Ocorrenos biomas Caatinga, Panatanal e Cerrado, encontrada preferencialmente em solosargilosos férteis, em lagoas, poças temporárias e em terrenos encharcados.Apresenta EOO de 2.668.200,526km². Amplamente distribuída. Protegida pela Áreade Proteção Ambiental do Pratagy, RPPN Serra das Almas, Área de ProteçãoAmbiental das Onças, RPPN Stoessel de Brito, Estação Ecológica de Seridó,Reserva Biológica de Saltinha e Santuário Ecológico da Serra D?Água. Apesar deapresentar potencial ornamental, apícola e forrageira, não há nenhuma ameaçadireta que a coloque em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbitonacional.	2012-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20limosa	Mata Atlântica
4016	PONTEDERIACEAE	Heteranthera rotundifolia	(Kunth) Griseb.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Heterantherarotundifolia caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou terrícolas, perenes. Não éendêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Caatinga, em ambientesaquáticos. Apresenta EOO de 1.129.948,075km². Amplamente distribuída. Protegidapela RPPN Eco Parque de Uma (BA). Segundo Bove, C.P. (com. pessoal) nãoé uma espécie ameaçada no âmbito nacional.	2012-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20rotundifolia	Mata Atlântica, Caatinga
4017	PONTEDERIACEAE	Heteranthera zosterifolia	Mart.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Heterantherazosterifolia caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou terrícolas, submersas-fixas ouflutuantes, Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, em formaçõesaquáticas. Apresenta EOO de 1.868.539,095km². Amplamente distribuída. Protegidapelo Parque Nacional do Iguaçú. Não há ameaça direta que a coloque em algumacategoria de ameaça. Segundo Bove, C.P. (com. pessoal), não estáameaçada no âmbito nacional.	2012-04-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20zosterifolia	Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga
4018	PORTULACACEAE	Portulaca halimoides	L.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. halimoides é uma herbácea com ampla distribuição pelo Brasil, ocupando os biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Possui Extensão de Ocorrência superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portulaca%20halimoides	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4019	PORTULACACEAE	Portulaca hatschbachii	D.Legrand	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Portulaca hatschbachii é uma herbácea com ocorrência em formações campestres do Estado do Paraná. A espécie tem AOO inferior a 500 km², sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). O Estado tem apenas 10% dos remanescentes de Mata Atlântica preservados, resultado advindo das práticas de cultivo de monoculturas, pastagem e queimadas. Tais fatores sujeitam a espécie a cinco situações de ameaças, que causam o declínio da EOO, AOO e da qualidade do hábitat."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portulaca%20hatschbachii	Mata Atlântica
4020	POTAMOGETONACEAE	Zannichellia palustris	L.	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Zannichellia palustris caracteriza-se por ervasaquáticas, monóicas, apresenta síndrome de polinização hidrofílica. Não éendêmica do Brasil. Endêmica do estado do Mato Grosso. Restrita do bioma MataAtlântica, onde é encontrada em águas doces ou salobras. As escassas coleçõesda espécie registrada em Herbário, apresentam incongruências na localidade decoleta, o que impossibilita uma avaliação de risco confiável.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zannichellia%20palustris	Mata Atlântica
4021	POTTIACEAE	Erythrophyllastrum andinum	(Sull.) R.H.Zander	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil, a espécie tem ocorrência indicada para o Paraná e Rio Grande do Sul, no entanto apresenta registros para o Rio de Janeiro dentro de unidades de conservação. Sendo assim, recomenda-se estudos e coleta para a a espécie a fim de verificar a real ocorrência da espécie e possibilitar uma avaliação de risco mais consistente.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythrophyllastrum%20andinum	Mata Atlântica
4022	POTTIACEAE	Leptodontium wallisii	(Müll.Hal.) Kindb.	VU	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil, há registro da espécie em Florestas Ombrófilas nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro (EOO=12.534,519 km²), podendo possivelmente ocorrer no Estado de Minas Gerais. Apresenta menos de cinco situações de ameaça considerando que, apesar de estar dentro de unidades de conservação (SNUC), a espécie encontra-se sujeita ao declínio da EOO, AOO e qualidade do hábitat decorrente das queimadas frequentes nas regiões de ocorrência.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptodontium%20wallisii	Mata Atlântica
4023	PROTEACEAE	Euplassa cantareirae	Sleumer	EN	A2cd,B2ab(iii,v)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Euplassa cantareirae é uma espécie encontrada em diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica, de maneira disjunta nos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Essa disjunção somada ao fato desse bioma ter sofrido intensa redução nos últimos anos, permite suspeitar que a população da espécie esteja severamente fragmentada. Considerando que a redução de hábitat é maior do que 40% nessa região, suspeita-se que a espécie tenha sofrido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos (tomando por base a suspeita de tempo de geração de 10 anos para a espécie arbórea). A redução populacional pode ter sido provocada também pelo fato da espécie ser madeireira, apesar de os dados de exploração de E. cantareirae não serem conhecidos. Apresenta ainda uma baixa área de ocupação (AOO=76 km²). E. cantareirae é considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20cantareirae	Mata Atlântica
4024	PROTEACEAE	Euplassa incana	(Klotzsch) I.M.Johnst.	VU	C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Euplassa incana é uma espécie arbórea encontrada principalmente em áreas montanhosas do Estado de Minas Gerais. Baseando-se em estudos fitossociológicos, estima-se que haja cerca de 8.000 indivíduos adultos na natureza. Por ocorrer em uma área com intensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie tenha sofrido uma redução populacional de pelo menos 10% nos últimos 30 anos (considera-se a suspeita de tempo de geração de 10 anos). Euplassa incana é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20incana	Cerrado, Mata Atlântica
4025	PROTEACEAE	Euplassa nebularis	Rambo & Sleumer	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Euplassa nebularis, como o epíteto específico sugere, ocorre principalmente em matas nebulares do Sul do país. Tem distribuição restrita (AOO=23 km²) e disjunta: uma porção das subpopulações ocorre principalmente no Estado do Paraná, enquanto outra porção ocorre no Rio Grande do Sul. Devido a essa disjunção, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada. Além disso, E. nebularis habita áreas com severas ameaças, como a competição com espécies exóticas invasoras. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20nebularis	Mata Atlântica
4026	PROTEACEAE	Euplassa semicostata	Plana	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Euplassa semicostata é uma espécie encontrada de maneira disjunta nos Estados de Minas Gerais e Bahia, sempre em altas altitudes e com pequena área de ocupação (AOO=20 km²). Por ocorrer de maneira disjunta, suspeita-se que a população esteja severamente fragmentada. Além de ser rara e sua última coleta ter sido feita há 18 anos, E. semicostata está sujeita a diversas ameaças presentes em áreas montanhosas nesses dois Estados, como a alta frequência do fogo e a mineração. Baseando-se no número de subpopulações, suspeita-se que esteja sujeita a cinco situações de ameaça. É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20semicostata	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
4027	PROTEACEAE	Panopsis multiflora	(Schott) Ducke	EN	B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Panopsis multiflora é uma espécie arbórea encontrada de maneira disjunta nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com pequena área de ocupação (AOO=44 km²). Por ter distribuição disjunta, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada. Além de ser aparentemente rara e não ter sido coletada há 10 anos, a espécie ocorre em áreas que sofrem intensa pressão antrópica. Um desses locais é o município do Rio de Janeiro, o segundo mais populoso do país, cuja vegetação já foi bastante alterada. É considerada uma espécie ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panopsis%20multiflora	Mata Atlântica
4028	PROTEACEAE	Panopsis rubescens	(Pohl) Rusby	LC	""	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída encontrada em  Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panopsis%20rubescens	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
4029	PROTEACEAE	Roupala asplenioides	Sleumer	EN	A2c,B2ab(iii)	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Roupala asplenioides é uma espécie arbórea encontrada em regiões montanas do Sul do país, com pequena área de ocupação (AOO=36 Km²). Apresenta distribuição disjunta, com um grupo de subpopulações ocorrendo principalmente no Estado do Paraná e outro, no nordeste do Rio Grande do Sul e sudeste de Santa Catarina. Em função dessa distribuição, suspeita-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, ocorre em áreas com intensa pressão antrópica, como a perda de hábitat para a agricultura. Baseando-se nas taxas de desmatamento, que podem ser maiores de 90% para alguns municípios (por exemplo, São Francisco de Paula, RS), suspeita-se que R. asplenioides tenha sofrido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração de 10 anos para espécie arbórea). É considerada ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Roupala%20asplenioides	Mata Atlântica
4030	PROTEACEAE	Roupala sculpta	Sleumer	VU	A2cd,B1ab(iii,v),C1	Julia Caram Sfair	Tainan Messina	"Roupala sculpta  é conhecida apenas por subpopulações nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, com pequena extensão de ocorrência (EOO=5.773,89 km²). Com base no número de subpopulações, sabe-se que a espécie está sujeita a oito situações de ameaça, dentre as quais a perda de hábitat para a urbanização. Além de ocorrer próxima a áreas urbanas, a espécie também é de uso madeireiro, de maneira que sua redução populacional poderia estar relacionada a esse fato. Suspeita-se, por essas razões, que houve uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração como 10 anos para espécie arbórea). Além disso, com base em estudos de fitossociologia, estima-se que haja cerca de 9.000 indivíduos adultos na natureza. R. sculpta é considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Roupala%20sculpta	Mata Atlântica
4031	PTERIDACEAE	Adiantum diphyllum	(Fée) Maxon	CR	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Adiantum diphyllum é endêmica de fragmentos florestais do sul do Estado da Bahia, que tiveram sua área original reduzida em aproximadamente 80% nos últimos 10 anos. Esse fato pode influenciar na redução do número de indivíduos. Além disso, a espécie tem AOO próximo a 10 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça.	2012-06-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20diphyllum	Mata Atlântica
4032	PTERIDACEAE	Adiantum discolor	J.Prado	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Adiantum discolor é endêmica de áreas florestais severamente fragmentadas do sul do Estado da Bahia, com subpopulações com AOO menor que 500 km². Essas áreas sofreram uma redução de sua vegetação original de mais de 50%, permitindo inferir que uma redução da mesma proporção tenha se dado no tamanho populacional da espécie.	2012-02-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20discolor	Mata Atlântica
4033	PTERIDACEAE	Adiantum mynsseniae	J.Prado	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Adiantum mynsseniae está sujeita a apenas quatro situações de ameaça ao longo da Mata Atlântica dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, com AOO de 16 km². A principal ameaça incidente sobre a espécie é a perda de hábitat, que foi intensificada nas últimas sete décadas pela extração de madeira, práticas agrícolas e urbanização.	2012-06-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20mynsseniae	Mata Atlântica
4034	PTERIDACEAE	Adiantum papillosum	Handro	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Adiantum papillosum encontra-se sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem uma AOO de 28 km². Em sua área de ocupação, a vegetação original apresenta uma redução maior que 50%, o que permite inferir uma redução em proporção semelhante à população da espécie.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20papillosum	Mata Atlântica
4035	PTERIDACEAE	Adiantum tetragonum	Schrad.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Adiantum tetragonum está sujeita a três situações de ameaça. Tem uma AOO de 12 km², em uma região cuja principal ameaça incidente é a redução da vegetação devido à extração madeireira e práticas agrícolas.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20tetragonum	Mata Atlântica
4036	PTERIDACEAE	Anetium citrifolium	(L.) Splitg.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A. citrifolium possui distribuição ampla pela América tropical, estando presente em mais de 10 situações de ameaça e em algumas UCs no Brasil.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anetium%20citrifolium	Mata Atlântica, Amazônia
4037	PTERIDACEAE	Cheilanthes goyazensis	(Taub.) Domin	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	C. goyazensis é uma erva rupícola, ocorrendo em habitats montanhosos que estão sofrendo a incidência de uma série de ameaças que podem levar as subpopulações à extinção. Dessa forma, futuramente algumas dessas subpopulações podem se extinguir e esta redução poderá categorizar a espécie como em risco de extinção.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20goyazensis	Cerrado
4038	PTERIDACEAE	Cheilanthes incisa	Kunze ex Mett.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	Cheilanthes incisa é endêmica do Brasil e habita especificamente áreas rupícolas em Floresta Ombrófila Densa, com subpopulações sujeitas a quatro situações de ameaça. A principal ameaça é o desmatamento causado pela expansão imobiliária e atividades agrícolas.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20incisa	Mata Atlântica
4039	PTERIDACEAE	Cheilanthes juergensii	Rosenst.	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Cheilanthes juergensii está sujeita a duas situações de ameaça. Ocupa uma área restrita (AOO=8 km²) em municípios que tiveram uma redução da vegetação original maior que 50%, o que permite inferir uma redução populacional em proporção semelhante.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20juergensii	Mata Atlântica
4040	PTERIDACEAE	Cheilanthes regnelliana	Mett.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Cheilanthes regnelliana é endêmica da Serra da Mantiqueira nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Tem uma área de ocupação restrita (AOO=24 km²) em hábitats severamente fragmentados, cuja principal ameaça é a transformação do hábitat original por atividades agrícolas e obras de infraestrutura.	2012-06-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20regnelliana	Mata Atlântica
4041	PTERIDACEAE	Doryopteris crenulans	(Fée) Christ	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	D. crenulans é uma espécie de distribuição extensa pela Mata Atlântica, com subpopulações ocorrendo em diferentes UCs. No entanto, várias ameaças estão presentes nestas áreas, sendo necessário dados populacionais para se realizar uma avaliação de risco de extinção concisa.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20crenulans	Mata Atlântica
4042	PTERIDACEAE	Doryopteris itatiaiensis	(Fée) Christ	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris itatiaiensis tem distribuição restrita à Serra da Mantiqueira, ocorrendo em hábitats severamente fragmentados e com AOO de 36 km². A principal ameaça são os incêndios, apesar de a espécie conseguir rebrotar com chuvas depois das queimadas.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20itatiaiensis	Mata Atlântica
4043	PTERIDACEAE	Doryopteris lomariacea	Klotzsch	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	D. lomariacea possui distribuição extensa e com diferentes subpopulações conhecidas ao longo de sua extensão de ocorrência.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20lomariacea	Mata Atlântica
4044	PTERIDACEAE	Doryopteris paradoxa	(Fée) Christ	VU	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris paradoxa apresenta subpopulações sujeitas a 10 situações de ameaça. Seu hábitat são campos rupestres e campos de altitude, que estão intensamente degradados pela incidência de fogo e mineração.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20paradoxa	Mata Atlântica
4045	PTERIDACEAE	Doryopteris quinquelobata	(Fée) Diels	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris quinquelobata tem uma AOO de 8 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça no Parque Nacional da Floresta da Tijuca (RJ), área totalmente circundada pela cidade do Rio de Janeiro e que tem sofrido com a expansão urbana irregular.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20quinquelobata	Mata Atlântica
4046	PTERIDACEAE	Doryopteris rediviva	Fée	VU	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris rediviva habita fragmentos de Mata Atlântica localizados em municípios que tiveram uma redução da área de vegetação natural de pelo menos 30% nos últimos 10 anos, o que permite inferir uma redução populacional da espécie em proporção semelhante. Tal redução se deve principalmente à incidência de fogo e de atividades agropecuárias na região.	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rediviva	Mata Atlântica
4047	PTERIDACEAE	Doryopteris rosenstockii	Brade	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris rosenstockii está sujeita a duas situações de ameaça. Tem AOO de 8 km² em áreas montanhosas das Serras do Mar e Mantiqueira, que sofrem com a incidência de fogo e da expansão urbana, apesar de estarem localizadas em unidades de conservação (SNUC).	2012-06-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rosenstockii	Mata Atlântica
4048	PTERIDACEAE	Doryopteris rufa	Brade	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris rufa está sujeita a três situações de ameaça. Tem uma AOO de 12 km² em serras do sul da Cadeia do Espinhaço e adjacências no Estado de Minas Gerais, locais onde são registrados incêndios e invasão de gramíneas exóticas.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rufa	Mata Atlântica
4049	PTERIDACEAE	Doryopteris subsimplex	(Fée) Diels	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris subsimplex está sujeita a uma única situação de ameaça. Tem uma AOO de 12 km² em ambiente montanhoso, que sofre perda de hábitat em função de impactos antrópicos como os incêndios e a expansão urbana.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20subsimplex	Mata Atlântica
4050	PTERIDACEAE	Doryopteris tijucana	Brade & Rosenst.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris tijucana está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apresenta AOO de 12 km², estando restrita aos afloramentos rochosos do Parque Nacional da Tijuca, que é constituído em grande parte por vegetação secundária e totalmente circundado pela cidade do Rio de Janeiro, sofrendo ainda hoje invasões para construção civil de baixa e alta renda, deslizamento de encostas e turismo depredatório.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20tijucana	Mata Atlântica
4051	PTERIDACEAE	Doryopteris trilobata	J.Prado	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Doryopteris trilobata está sujeita a duas situações de ameaça. Tem AOO de 8 km² em áreas montanhosas na Chapada Diamantina no Estado da Bahia, que sofre perda de hábitat devido ao fogo, às atividades agropecuárias e mineradoras.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20trilobata	Cerrado
4052	PTERIDACEAE	Eriosorus biardii	(Fée) A.F.Tryon	EN	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Tainan Messina	A espécie é uma erva terrícola, que ocorre em campo rupestre da Mata Atlântica. Tem EOO de 543,72 km² e está sujeita a duas situações de ameaça considerando a presença e a ausência em unidades de conservação (SNUC). Embora o fogo tenha grande impacto na região da Serra dos Órgãos, as maiores ameaças são o crescimento urbano e a construção de condomínios sobre a floresta nativa e escarpas de montanhas.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20biardii	Mata Atlântica
4053	PTERIDACEAE	Eriosorus cheilanthoides	(Sw.) A.F.Tryon	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Eriosorus cheilanthoides apresenta distribuição disjunta entre os Andes e as serras do Leste brasileiro, sendo que, no Brasil, está sujeita a duas situações de ameaça com uma AOO menor que 12 km². As principais ameaças para o hábitat onde ocorre são a mineração, os incêndios, a especulação imobiliária e o turismo desordenado.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20cheilanthoides	Mata Atlântica, Cerrado
4054	PTERIDACEAE	Eriosorus insignis	(Kuhn) A.F.Tryon	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Eriosorus insignis tem subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, com uma AOO menor que 500 km² em áreas de campo rupestre e campo de altitude. Esses hábitats têm sido reduzidos gradativamente por atividades de mineração, incêndios, especulação imobiliária e o turismo desordenado.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20insignis	Mata Atlântica
4055	PTERIDACEAE	Eriosorus rufescens	(Fée) A.F.Tryon	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Eriosorus rufescens tem distribuição disjunta entre a Serra do Mar e a Cordilheira dos Andes, sendo que, no Brasil, está sujeita a uma única situação de ameaça e com uma AOO menor que 10 km². A região onde ocorre sofre com o desmatamento causado por incêndios e crescimento urbano desorganizado.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20rufescens	Mata Atlântica
4056	PTERIDACEAE	Jamesonia brasiliensis	Christ	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Jamesonia brasiliensis encontra-se na área do Parque Nacional do Itatiaia, situado em municípios que apresentam uma perda de vegetação original de aproximadamente 50% nos últimos 10 anos, o que permite inferir uma redução populacional da espécie em proporção semelhante. A principal ameaça incidente em seu hábitat é o fogo, que atinge principalmente as áreas de campos de altitude.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jamesonia%20brasiliensis	Mata Atlântica
4057	PTERIDACEAE	Pellaea cymbiformis	J.Prado	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pellaea cymbiformis está sujeita a duas situações de ameaça, com uma AOO menor que 500 km² em vegetação de Campo Rupestre. Este ambiente vem gradativamente perdendo área devido às atividades de mineração, à expansão urbana, ao turismo depredatório, à criação de gado e aos incêndios.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pellaea%20cymbiformis	Cerrado
4058	PTERIDACEAE	Pellaea gleichenioides	(Gardner ex Hook.) Christ	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pellaea gleichnioides está sujeita a quatro situações de ameaça, com uma AOO menor que 500 km². A espécie habita os Campos Rupestres do Planalto de Diamantina (MG), onde incidem ameaças de mineração, especulação imobiliária e turismo desordenado.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pellaea%20gleichenioides	Cerrado
4059	PTERIDACEAE	Polytaenium feei	(W.Schaffn. ex Fée) Maxon	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	P. feei possui uma distribuição ampla ao longo da América Central e América do Sul, sendo encontrada no Brasil em três locais desconexos. Em função da distribuição global da espécie, suspeita-se que existam mais subpopulações que estejam relacionadas a estas, sendo necessário um maior esforço amostral para comprovar tal evidência.	2012-05-07T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polytaenium%20feei	Mata Atlântica
4060	PTERIDACEAE	Pteris congesta	J.Prado	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pteris congesta está sujeita a duas situações de ameaça com uma AOO menor que 500 km². Habita áreas com altitude elevada que sofrem a perda de hábitat devido principalmente à expansão urbana irregular e aos incêndios. Nos últimos oito anos, somente no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), foi registrada a queima de aproximadamente 50% do hábitat da espécie, o que permite suspeitar de uma redução populacional em taxa semelhante.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteris%20congesta	Mata Atlântica
4061	PTERIDACEAE	Pteris limae	Brade	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Pteris limae está sujeita a duas situações de ameaça, localizadas em municípios cuja cobertura original de Mata Atlântica teve uma redução de aproximadamente 80% nos últimos 10 anos, devido ao desmatamento. Tal fato permite suspeitar que uma redução populacional da espécie tenha ocorrido em proporção semelhante.	2012-06-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteris%20limae	Mata Atlântica
4062	QUIINACEAE	Quiina magallano-gomesii	Schwacke	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Quiina magallano-gomesii caracteriza-se por árvores, de3-10m de altura, terrícola, androdióica. Endêmica do Brasil, ocorre nos estadosde Minas Gerais e São Paulo. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde éencontrada em floresta estacional semidecidual. Espécie apresenta incongruênciataxonômica. Os espécimes de Quiinacoletados na região sudeste e sul eram identificados como Q. glaziovii, porém com a análise de espécimes de populações locaisdiferentes, foram observadas características peculiares, principalmente emrelação à forma e dimensão das estípulas, caráter taxonômico importante para adelimitação das espécies. Na descrição original do táxon, Schwacke (1898)considerou a presença de flores bissexuadas uma característica distintiva deespécie, entretanto examinou um único indivíduo em estado reprodutivo (Souza,F.O. & Bianchini, R.S. In Flora Fanerogâmica do Estado deSão Paulo, Wanderley, M.G.L. et al., 2007).	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quiina%20magallano-gomesii	Mata Atlântica
4063	QUILLAJACEAE	Quillaja brasiliensis	(A.St.-Hil. & Tul.) Mart.	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Quillaja brasiliensis, conhecida popularmente como saboneteira e pau-sabão, caracteriza-se por árvores, terrícolas. Apresenta síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica e/ou anemocórica. Não endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É restrita aos Pampas Sulinos e Mata Atlântica, onde é encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. Apresenta AOO de 36 km² e está sujeita a quatro situações de ameaça: é utilizada na produção de vacinas contra o herpes, vírus bovino do tipo um, sua madeira é bastante explorada devido ao alto valor comercial, expansão urbana desordenada e prática de atividades agropecuárias. Conhecida por escassas coleções científicas, foi coletada pela última vez em 2010, no município de Cerro Negro (SC). Apesar de protegida pela RPPN Leão da Montanha, a espécie ocorre em biomas intensamente antropizados, e é bastante utilizada na medicina veterinária, construção civil, carpintaria, como lenha e na produção de carvão. Além disso, seu néctar e pólen têm valor apícola. Os indivíduos velhos apresentam cerne preto e, portanto, de alto valor comercial. Devido à sua intensa exploração, o número de indivíduos em suas subpopulações tem sido reduzido, porém não há informações específicas sobre esse quesito. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção, além da elaboração de um plano de manejo adequado que viabilize a exploração da espécie.	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quillaja%20brasiliensis	Pampa (Campos Sulinos)
4064	RANUNCULACEAE	Anemone decapetala	Ard.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anemone decapetala é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes campestres de Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil em altitudes de 100 a 3000m. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 243.982km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécies possui ampla distribuição, é abundante e está bem representada em áreas protegidas. Desta forma, Anemone decapetala é menos preocupante (LC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemone%20decapetala	Mata Atlântica
4065	RANUNCULACEAE	Anemone sellowii	Pritz.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Anemone sellowii é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 21.924km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécies possui ampla distribuição e está bem representada em áreas protegidas. Desta forma, Anemone sellowii é menos preocupante (LC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemone%20sellowii	Mata Atlântica
4066	RANUNCULACEAE	Clematis campestris	A.St.-Hil.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Clementis campestris é uma espécie subarbustiva ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados da Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, entre 100-2500m de altitude. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 1.453.026km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécie possui ampla distribuição, é abundante e está bem representada em áreas protegidas. Desta forma,Clementis campestris é menos preocupante (LC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clematis%20campestris	Mata Atlântica
4067	RANUNCULACEAE	Ranunculus flagelliformis	Sm.	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Tainan Messina	Ranunculus flagelliformis é uma espécie herbácea hidrófila ou aquática ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado nos estados doParaná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, entre 930-1700m de altitude. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 496.105km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécie possui ampla distribuição, é abundante e está presente em áreas protegidas. Desta forma, Ranunculus flagelliformis é menos preocupante (LC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ranunculus%20flagelliformis	Cerrado, Mata Atlântica
4068	RHACOCARPACEAE	Rhacocarpus inermis	(Müll.Hal.) Lindb.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica do Brasil, de ocorrência em Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhacocarpus%20inermis	Mata Atlântica
4069	RHAMNACEAE	Colletia exserta	Klotzsch ex Reissek	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Colletia exserta ocorre nas florestas da Mata Atlântica sulina, uma região bastante ameaçada pela agropecuária extensiva e invasão de espécies exóticas. Os dados disponíveis estimam AOO de 44 km², o que categoriza a espécie como ""Em perigo"" (EN). Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A procura de novas terras para suprir a demanda agrícola impõe forte ameaça pela perda de hábitat, que reduz a EOO, a AOO e o número de subpopulações. A invasão de espécies exóticas diminui bastante a qualidade do hábitat da espécie."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colletia%20exserta	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4070	RHAMNACEAE	Colletia paradoxa	(Spreng.) Escal.	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"A espécie é arbustiva com distribuição na Mata Atlântica sulina, local bastante impactado pela atividade agropecuária e invasão de espécies exóticas madeireiras (Pinus sp. e Eucaliptus sp.). A AOO foi estimada em 36 km², colocando a espécie na categoria ""Em perigo"" (EN). Está sujeita a cinco situações de ameaça, sendo a demanda por novas áreas destinadas à atividade agropecuária a principal causa da perda de hábitat, o que reduz a EOO, a AOO e o número de subpopulações. A invasão de espécies exóticas diminui bastante a qualidade do hábitat da espécie."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colletia%20paradoxa	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4071	RHAMNACEAE	Colubrina glandulosa	Perkins	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. glandulosa tem ampla distribuição no Brasil, ocorre desde Rondônia até o Rio Grande do Sul. As características biológicas da espécie possibilitam sua ocorrência em diversos tipos de solos, que suportam florestas úmidas de Terra Firme, Mata de Galeria e Floresta Estacional Semidecidual. As ameaças incidentes não afetam a estabilidade da população.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colubrina%20glandulosa	Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia
4072	RHAMNACEAE	Colubrina retusa	(Pittier) Cowan	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. retusa tem distribuição por quase todo o Brasil e em outros países da América do Sul. No Brasil ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, em formações florestais de ampla extensão.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colubrina%20retusa	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal
4073	RHAMNACEAE	Condalia buxifolia	Reissek	EN	B2ab(i,ii,iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Condalia buxifolia é uma espécie arbustiva da Mata Atlântica e dos Pampas Sulinos. Embora ocorra desde o Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro, a espécie teve AOO estimada em 100 km², sendo categorizada como ""Em perigo"" (EN). Os locais de ocorrência foram e continuam sendo intensamente ameaçados pela expansão agropecuária e invasão de espécies exóticas (Pinus sp., Eucalyptus sp., entre outras) de forma dispersa pela região, sendo possível inferir que as subpopulações identificadas estejam severamente fragmentadas e em contínuo declínio de EOO e AOO. A presença de espécies exóticas invasoras diminui bastante a qualidade do hábitat."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Condalia%20buxifolia	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4074	RHAMNACEAE	Crumenaria choretroides	Mart. ex Reissek	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. choretroides é uma erva, terrestre, com cerca de 30 cm. Ocorre pelo Cerrado brasileiro, tanto em cerrado stricto sensu como campos rupestres. A Extensão de Ocorrência da espécie é bastante superior a 20,000 km²	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crumenaria%20choretroides	Cerrado
4075	RHAMNACEAE	Crumenaria polygaloides	Reissek	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. polygaloides é uma erva com cerca de 40 cm. Ocorre em grande extensão do Cerrado brasileiro, desde o nordeste de Goiás até o Sul do Paraná, em fitofisionomias de cerrado stricto sensu e campos rupestres. A Extensão de Ocorrência da espécie é bastante superior a 20,000 km²	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crumenaria%20polygaloides	Cerrado
4076	RHAMNACEAE	Discaria americana	Gillies ex Hook.	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Discaria americana é um arbusto do Sul do Brasil e ocorre nas florestas de Mata Atlântica com presença de Araucária e nos Campos Sulinos. Tais áreas foram e continuam sendo intensamente ameaçadas pela agropecuária extensiva e invasão de espécies exóticas (Pinus sp. e Eucalyptus sp.), o que sujeita a espécie a três situações de ameaça. Os registros botânicos ainda especificam sua presença em campo limpo, um hábitat restrito àquelas formações vegetacionais. Considerando as ameaças às localidades de ocorrência, a especificidade de hábitat e que a espécie tem propriedades medicinais extraídas das raízes dos indivíduos, é categorizada no momento como ""Vulnerável"" (VU). Entretanto, suspeita-se que, caso as ameaças permaneçam, D. americana poderá no futuro próximo ocupar uma categoria de maior risco."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discaria%20americana	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4077	RHAMNACEAE	Gouania blanchetiana	Miq.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	G. blanchetiana é uma liana que ocorre praticamente em toda extensão do Brasil e não apresenta especificidade de habitat, ocupando o dossel e sub-dossel das florestas úmidas.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20blanchetiana	Amazônia, Mata Atlântica
4078	RHAMNACEAE	Gouania corylifolia	Raddi	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Gouania corylifolia é uma liana terrícola com grande EOO, porém com distribuição disjunta, o que lhe confere pequena AOO. Está sujeita a quatro situações de ameaça, parte delas próxima a grandes centros urbanos como Feira de Santana (BA), Niterói (RJ) e Campinas (SP). Embora a espécie ocorra no Parque Nacional da Tijuca (RJ), as outras áreas de ocorrência não estão protegidas legalmente, de forma que as subpopulações conhecidas estão em contínuo declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat. Tais condicionantes impõem a G. corylifolia grande risco de extinção.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20corylifolia	Mata Atlântica
4079	RHAMNACEAE	Gouania inornata	Reissek	EN	B2ab(iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Gouania inornata é uma liana com distribuição relativamente ampla, porém disjunta, o que confere pequena AOO (28 km²), categorizando a espécie como ""Em perigo"" (EN). As matas ciliares, a fitofisionomia de ocorrência da espécie, são por lei consideradas Áreas de Proteção Permanente (APP), entretanto o limite entre a Mata Ciliar e a área adjacente comumente não é respeitado, de modo que a agricultura extensiva e as queimadas do Cerrado prejudicam grandes extensões no entorno dessas florestas, fragmentando e diminuindo a qualidade do hábitat. As subpopulações conhecidas estão sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, porém as coletas realizadas nos municípios de Ibitinga e Limeira (SP) são bastante antigas, sendo possível suspeitar que tenha havido uma redução no número de subpopulações."	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20inornata	Cerrado
4080	RHAMNACEAE	Gouania ulmifolia	Hook. & Arn.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	G. ulmifolia é uma liana terrícola que apresenta distribuição desde o Sul da Mata Atlântica até a região central de Minas Gerais, além de não ser endêmica do Brasil. Devido a grande Extensão de Ocorrência e a falta de especificidade de habitat a espécie é categorizada em Least Concern (LC).	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20ulmifolia	Mata Atlântica
4081	RHAMNACEAE	Reissekia smilacina	(Sm.) Steud.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	R. smilacina é uma liana da Mata Atlântica, ocorre desde o Paraná até a Paraíba e no interior do país até o Piauí. A Extensão de Ocorrência da espécie é bastante superior à 20.000 km², categorizando a espécie fora de risco de extinção.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Reissekia%20smilacina	Mata Atlântica
4082	RHAMNACEAE	Rhamnidium glabrum	Reissek	VU	A2c	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Rhamnidium glabrum ocorre desde o Mato Grosso do Sul até parte do Sudeste e Sul do Brasil, porém, foram identificadas subpopulações somente nas encostas da Mata Atlântica, provavelmente devido à raridade da espécie. Trata-se de uma arbórea de 30 m de altura que ocorre em formação florestal de estágio sucessional secundário inicial, ambiente geralmente composto por árvores de crescimento intermediário e lento. Considerando tais características biológicas e ecológicas, supõe-se que a espécie tenha longo tempo de geração, estimado em 30 anos ou mais. Os municípios em que foi identificada a sua presença sofreram drástica redução de hábitat natural: Rio de Janeiro (82,5%), Magé (65,5%), Morretes (28,6%), Florianópolis (75,5%), Ilhota (68,4%), Joinville (45,1%), e Cananeia (18,9%). Assim, é possível supor que tenha havido redução de pelo menos 30% do hábitat num período de três gerações de R. glabrum.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhamnidium%20glabrum	Mata Atlântica, Cerrado
4083	RHAMNACEAE	Rhamnus sphaerosperma var. pubescens	(Reissek) M.C.Johnst.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	R. sphaerosperma var. pubescens apresenta distribuição pela Mata Atlântica e Cerrado. Não tem especificidade de habitat, uma vez que pode ser encontrado em variadas fitofisionomias, desde as encostas do litoral Sudeste e Sul até as proximidades de Brasilia, em solos que variam de rochoso à pantanoso.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhamnus%20sphaerosperma%20var.%20pubescens	Cerrado, Mata Atlântica
4084	RHAMNACEAE	Scutia arenicola	(Casar.) Reissek	EN	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Scutia arenicola é um arbusto comum em manguezais e restingas do litoral Sul e Sudeste, locais sob intensa pressão da ocupação humana e consequentemente suscetíveis à alteração da paisagem original desde o período colonial. Foi estimada para a espécie AOO de 172 km² que, assim como o EOO e a qualidade do hábitat, está em constante declínio devido às ameaças descritas acima.	2012-08-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scutia%20arenicola	Mata Atlântica
4085	RHIZOPHORACEAE	Paradrypetes ilicifolia	Kuhlm.	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	P. ilicifolia possui centro de distribuição em Mata Atlântica dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais, apresentando EOO de 45.043 Km². A espécie tem sido coletada com frequência durante a última década, principalmente no estado do Espírito Santo. Além disso, P. ilicifolia ocorre em Unidades de Conservação. No entanto, a Mata Atlântica dos estados de ocorrência da espécie sofreram grandes alterações e hoje representam cerca de 5-7% de sua área original. Deste modo, o espécie pode se encontrar ameaçada em um futuro próximo.	2012-09-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paradrypetes%20ilicifolia	Mata Atlântica
4086	RICCIACEAE	Riccia ridleyi	A.Gepp	CR	B2ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	No Brasil, a espécie é endêmica da Mata Atlântica de Fernando de Noronha. Tem AOO menor que 10 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. No século XIX, o arquipélago foi intensamente desmatado, o que causou um declínio significativo na área e na qualidade do hábitat da região. Parâmetros levantados em estudo fitossociológico sugerem que o ecossistema insular na localidade seja frágil e, associado ao fato da espécie ser extremamente sensível a transtornos ambientais decorrentes do turismo na região, apontam a necessidade de ações de conservação e acompanhamento das subpopulações da espécie, que é considerada rara.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riccia%20ridleyi	Mata Atlântica
4087	RICCIACEAE	Riccia squamata	Nees	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riccia%20squamata	Mata Atlântica, Caatinga
4088	ROSACEAE	Agrimonia parviflora	Sol.	DD	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Agrimonia parviflora Sol. apresenta poucos registros para o Brasil (todos realizados antes de 1950) , e ocorrência confirmada no hemisfério norte (Canadá e Estados Unidos). Aqui, a espécie foi registrada nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, possuindo registros de ocorrência disponíveis somente para os estados de Minas Gerais e São Paulo. Suspeita-se que A. parviflora ocorra amplamente distribuída, porém há incerteza sobre sua origem e biogeografia, e seu padrão de distribuição precisa ser melhor entendido para possibilitar uma avaliação de risco de extinção mais precisa. Por esses motivos, a espécie foi considerada Deficiente de Dados (DD) neste momento.	2012-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrimonia%20parviflora	Mata Atlântica, Cerrado
4089	ROSACEAE	Margyricarpus pinnatus	(Lam.) Kuntze	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Margyricarpus pinnatus (Lam.) Kuntze não é endêmica do Brasil, sendo registrada aqui nos estados da região sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no estado do Mato Grosso do Sul. Ocorrendo amplamente distribuída em restingas e campos pedregosos associados aos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e Pampa, M. pinnatus parece ser resistente a eventos de ameaça como incêndios e pode também ocorrer em áreas degradadas, sendo descrita como ruderal em algumas localidades. Assim, não parece estar em risco de extinção eminente, sendo, portanto, considerada de Menor Preocupação (LC).	2012-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Margyricarpus%20pinnatus	Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
4090	RUBIACEAE	Alseis involuta	K.Schum.	VU	B2ab(ii,iii,iv)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie arbustiva ou arbórea baixa com ciclo de vida entre cinco e dez anos, foi classificada como ""Vulnerável""(VU) devido às ameaças ao seu habitat e as suas subpopulações. As restingas e morrotes da costa fluminense estão sob forte pressão antrópica, por desenvolvimento urbano, loteamentos, crescente atividade turística, espécies exóticas invasoras e incêndios. A espécie possui AOO de 76 km² e sujeita a até 10 situações de ameaça. Há suspeita de declínio no número de suas subpopulações, uma vez que sua ocorrência no Estado de São Paulo foi registrada unicamente em 1943, em meio a cafezal, indicativo de declínio de ocorrência. As subpopulações presentes nas Florestas Estacionais na Bahia, por sua vez, também se encontram sob ameaça, devido à redução acelerada de sua área original. É necessário assegurar sua conservação na costa do Estado do Rio de Janeiro, onde sua ocorrência foi registrada em unidades de conservação como Área de Proteção Ambiental de Massambaba, Reserva Ecológica de Jacarepiá e Parque Estadual da Serra da Tiririca."	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alseis%20involuta	Caatinga, Mata Atlântica
4091	RUBIACEAE	Bathysa australis	(A.St.-Hil.) K.Schum.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada, frequentemente coletada, amplamente distribuída na Mata Atlântica, sobretudo nas floresta ombrófilas e semidecíduas do Sudeste e Sul, sem ameaça direta, embora tenha potencial farmacêutico. Não tem especificidade de polinizador e ocorre em florestas secundárias em estágio médio a avançado de regeneração, associado a proximidade do curso d\'água.	2012-01-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bathysa%20australis	Mata Atlântica
4092	RUBIACEAE	Bathysa cuspidata	(A.St.-Hil.) Hook.f. ex K.Schum.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie dependente de medidas de conservação e faz-se necessário estudos de genética, biologia reprodutiva e sistemas reprodutivos a fim de identificar fatores que possam estar causando declínio populacional. Com as informações disponíveis não está ameaçada, devido a ampla distribuição na Mata Atlântica, sem ameaça direta, embora tenha potencial farmacêutico. É auto-compatível e melífera, no entanto não se sabe da interferência de abelhas exóticas sobre a polinização e efeitos da autopolinização sobre depleção genética. É provavelmente extinta no Estado de São Paulo, mas sua distribuição parece ser mais concentrada nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, onde ocorre em diversas unidades de conservação. Área de ocupação conhecida não é uma medida adequada visto que ocorre em ambiente florestal e o número de coletas é, provavelmente, inferior a ocorrência real.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bathysa%20cuspidata	Cerrado, Mata Atlântica
4093	RUBIACEAE	Borreria pulchristipula	(Bremek.) Bacigalupo & E.L.Cabral	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie recentemente descrita, tem sido coleta na última década em áreas disjuntas da Bahia, Goiás, em diversos habitats arbustivos dos campos rupestres e cerrados, inclusive sob vegetação secundária. Foi considerada extinta no Estado de São Paulo. É necessário estudos genético, populacional e da biologia e sistemas reprodutivos para medidas de conservação mais efetivas.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Borreria%20pulchristipula	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4094	RUBIACEAE	Borreria remota	(Lam.) Bacigalupo & E.L.Cabral	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie recentemente descrita, distribuição ampla pelos Cerrados e na Mata Atlântica, não endêmica do Brasil. Há ocorrência para o Acre. Portanto, a distribuição conhecida ainda está em evolução. Espécie arbustiva, floresce e frutifica quase o ano todo e vive entre dois e cinco anos e aparentemente dependente de habitat florestal para sombreamento. Encontrada em unidades de conservação. Dependente de pesquisa e medidas de conservação em diferentes estados do Brasil.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Borreria%20remota	Cerrado, Mata Atlântica
4095	RUBIACEAE	Bradea anomala	Brade	CR	A2c,B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica conhecida por apenas duas coletas de 1948 e 1949. Está sujeita a uma única situação de ameaça e tem AOO menor que 10 km². Os remanescentes de hábitat florestal ocupam somente 17% de sua área original e, no Estado do Espírito Santo, só restam 10%. A manutenção dessas porcentagensde áreas desmatadas faz presumir que a fragmentação causou a eliminação de 80% da sua população em três gerações, em um processo que se caracteriza por não ter sido interrompido nem recebido esforços significativos que garantissem a reversão ou regeneração	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20anomala	Mata Atlântica
4096	RUBIACEAE	Bradea bicornuta	Brade	CR	A2c,B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica conhecida por uma coleção de 1946 e, portanto, sujeita a uma única situação de ameaça e AOO de 4 km². Os remanescentes de habitat florestal ocupam somente 32% de sua área original e, no estado do Espírito Santo só restam 10%. Essas porcentagens vêm caindo ao longo do período histórico de ocupação e por isso suspeita-se que a fragmentação tenha reduzido a sua população em 80% em três gerações, em um processo que se caracteriza por não ter sido interrompido nem recebido esforços significativos que garantissem a reversão ou regeneração.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20bicornuta	Mata Atlântica
4097	RUBIACEAE	Bradea kuhlmanni	Brade	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de afloramentos rochosos e de floresta ombrófila mista do estado do Espírito Santo. ?Descrita em 1949. É provável espécie criticamente ameaçada, como avaliada no estado. Entretanto a falta de ocorrência que permita um localização mínima não foi possível. Por isso optou-se por incluí-la entre as espécies deficientes de dados. Como seu habitat é restrito no estado, é necessário busca ativa nesses ambientes para re-encontrar e obter dados mínimos para sua avaliação.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20kuhlmanni	Mata Atlântica
4098	RUBIACEAE	Bradea montana	Brade	CR	A2c,B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica conhecidade apenas duas coletas, uma 1948 e outra de 2000, sujeita a uma única situaçãode ameaça e AOO menor que 10 km². Foi encontrada no Parque Estadual do Forno Grande, Castelo (ES), uma unidade de conservação de 730 ha. Os remanescentes dehabitat florestal no município ocupam somente 17% de sua área original e no Estado só restam10%. A queda dessas porcentagens ao longo do período histórico de ocupação leva a inferir que a fragmentação tenha reduzido a sua população em 80% em três gerações, em um processo que se caracteriza por não ter sido interrompido nem recebido esforços significativos que garantissem a sua reversão.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20montana	Mata Atlântica
4099	RUBIACEAE	Carapichea ipecacuanha	(Brot.) L.Andersson	VU	A4cd	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie categorizada como ""Vulnerável"" (VU). Dependente de habitat florestal sombreado e de polinização cruzada, é procurada por extratores de raízes medicinais e tem exploração comercial desde o século XVIII, sem incentivos para cultivo. Houve declínio populacional, com extinção de subpopulações e estima-se contínuo declínio nas próximas gerações. A extração, o comércio e a exportação não cessaram, entretanto o volume de exportação diminuiu devido à escassez das subpopulações, por isso suspeita-se uma redução superior a 30% da população em três gerações. A espécie tem potencial para propagação vegetativa, e por isso fazem-se necessárias pesquisas e medidas de conservação para garantir a diversidade genética e a manutenção de subpopulações naturais e em cultivo para atender a demanda de uso e exportação. A espécie também é ameaçada pelos efeitos da fragmentação e do desmatamento de seu habitat florestal, e sua ocorrência no arco do desmatamento, nos Estados de Rondônia e Mato Grosso e em Floresta Semidecídua, na Mata Atlântica, que potencializam a redução populacional assim como a de sua AOO, tornando as subpopulações ainda mais raras e sujeitas a efeitos deletérios estocásticos (genético, populacional e ambiental)."	2012-02-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Carapichea%20ipecacuanha	Mata Atlântica
4100	RUBIACEAE	Chomelia modesta	(Standl.) Steyerm.	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é conhecida por uma única coleta em floresta secundária em 1909, em São José dos Campos (SP). O declínio da qualidade e da área do habitat devido à expansão urbana e industrial, mineração e desmatamento é notável dentro da AOO e EOO da espécie.	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chomelia%20modesta	Mata Atlântica
4101	RUBIACEAE	Coussarea bocainae	M.Gomes	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea de distribuição restrita, com EOO de 110,8 km² e AOO de 4 km², na costa verde entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Está sujeita a duas situações de ameaça, os municípios de Ubatuba (SP) e Parati (RJ). Espécie com baixa frequência de coleta, não tendo sido coletada na última década, no entanto, sabe-se de sua ocorrência em unidades de conservação de uso sustentável. As florestas pluviais da costa Atlântica, habitat da espécie, vêm sendo fragmentadas pela ocupação ao longo da rodovia Rio-Santos e em vilarejos na costa, com crescente aporte turístico. Diante do exposto, recomenda-se maiores estudos para encontrar, medir e monitorar suas populações	2012-03-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20bocainae	Mata Atlântica
4102	RUBIACEAE	Coussarea hydrangeifolia	(Benth.) Müll.Arg.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil com ampla distribuição no país, presente nos quatro grandes domínios fitogeográficos, e grande plasticidade fenotípica. Tem potencial medicinal, mas não há uma ameaça direta à espécie.	2012-02-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20hydrangeifolia	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4103	RUBIACEAE	Coussarea nodosa	(Benth.) Müll.Arg.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada, ocorre em diversas localidades e áreas protegidas em ampla extensão de ocorrência na Mata Atlântica. Tem sido coletada na última década em estados diferentes e em unidades de conservação.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20nodosa	Mata Atlântica, Cerrado
4104	RUBIACEAE	Declieuxia cordigera	Mart. & Zucc. ex Schult. & Schult.f.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica, não ameaçada. Grande extensão de ocorrência, coletada frequentemente. Habita ambientes de montanha variados, predominantemente em campos interiores, incluindo áreas queimadas.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20cordigera	Cerrado, Mata Atlântica
4105	RUBIACEAE	Declieuxia fruticosa	(Willd. ex Roem. & Schult.) Kuntze	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie endêmica, não ameaçada. Grande extensão de ocorrência, coletada frequentemente. Habita ambientes de montanha variados, predominantemente em campos interiores, como campos rupestres e incluindo áreas queimadas ou pioneiras.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20fruticosa	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4106	RUBIACEAE	Declieuxia oenanthoides	Mart. & Zucc. ex Schult. & Schult.f.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada, ocorre em diversas localidades no Cerrado, frequentemente coletada, ampla extensão de ocorrência.	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20oenanthoides	Cerrado
4107	RUBIACEAE	Diodella sarmentosa	(Sw.) Bacigalupo & E.L.Cabral	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada no contexto nacional, mas sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Espécie dependente de ações de conservação, sobretudo na garantia de conservação em matas ciliares. Base de dados parece estar incompleta em relação aos estados ocorrentes na Flora do Brasil (Forzza et al., 2012).	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diodella%20sarmentosa	Amazônia, Caatinga, Cerrado
4108	RUBIACEAE	Erithalis insularis	(Ridl.) Zappi & T.S.Nunes	CR	A2c,B2ab(i,ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie conhecida apenas por coleções típicas de 1887, na Ilha de Fernando de Noronha, não tendosido mais coletada. Suspeita-se que a espécie tenha chegado à ilha fortuitamente, e não tenha conseguido estabelecer uma população viável, já que desde sua descrição original é mencionado que haviam poucos indivíduos. Foi considerada ""Criticamente em perigo"" (CR), possivelmente extinta."	2012-11-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erithalis%20insularis	Mata Atlântica
4109	RUBIACEAE	Faramea bahiensis	Müll.Arg.	VU	D2	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie de Mata Atlântica descrita em 1875, ocorrendo na região entre Bahia, Espírito Santo e MinasGerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 29.838 km² e AOO de 16 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça nos municípios de Bandeira (MG), Linhares (ES), Caravelas, Maraú e Una (BA). Tem baixa frequência de coleta, mas foi coletada na última década, porém ocorre em baixa densidade. Sabe-se de sua presença em unidades de conservação como a Reserva Vale e Reserva Biológica de Una. Foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU), devido à AOO menor que 20 km² e às cinco situações de ameaça. Foi considerado como ameaça o declínio de habitat, que foi reduzido em mais de 80% no período histórico de ocupação e de uso do solo na Mata Atlântica e que ainda é uma ameaça potencial."	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20bahiensis	Mata Atlântica
4110	RUBIACEAE	Faramea coerulea	Nees & Mart.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie descrita no século XIX, embora tenha sido coletada na última década em localidades distintas, historicamente há poucos registros conhecidos da espécie. É provável que esteja ameaçada em avaliações regionais. Quase ameaçada pela área de ocupação restrita, muito provavelmente com declínio de habitat.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20coerulea	Mata Atlântica
4111	RUBIACEAE	Faramea monantha	Müll.Arg.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva com elevada extensão de ocorrência na Mata Atlântica, desde a Bahia ao estado de São Paulo, mas a distribuição é disjunta entre as regiões do Recôncavo Sul e Leste na Bahia e na Serra do Mar, entre São Paulo e Rio de Janeiro. Tem sido coletada na última década e sabe-se de sua ocorrência em unidades de conservação: Parque Estadual Serra do Conduru, Reserva Jequitibá, BA, Ilha do Cardoso, São Paulo, APA Cairuçu, Rio de Janeiro.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20monantha	Mata Atlântica
4112	RUBIACEAE	Faramea paratiensis	M.Gomes	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie descrita em 2003, foi muito coletada na década de 1990, sendo a última coleta em 2006. A distribuição parece ser bem conhecida e limitada com EOO de 770 km² e AOO de 36 km². A espécie está sujeita a cinco situações de ameaça, em função da proximidade com as rodovias federal (BR-101) e estaduais (SP-171 e SP-125). Em sua distribuição, ao longo das rodovias, ocorre aumento da especulação imobiliária e da economia turística, causando fragmentação e perda da qualidade do habitat.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20paratiensis	Mata Atlântica
4113	RUBIACEAE	Galianthe cymosa	(Cham.) E.L.Cabral & Bacigalupo	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie não ameaçada por apresentar distribuição ampla em regiões campestres ou áreas abertas na Mata Atlântica. Há uma única coleta para a região Nordeste e, mesmo considerando sua distribuição nas regiões Sul e Sudeste, onde estão concentradas as ocorrências, sua extensão de ocorrência é ampla, cerca de 306.884,12 km². Quase ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, pois a fisionomia campestre da Mata Atlântica tem sido ocupada para atividades agropecuárias, silviculturais e pelo aumento da frequência e magnitude de incêndios. Dependente de medidas de conservação, uma vez que foi apontada como presumivelmente extinta para o Estado de São Paulo. Tem sido coletada na última década apenas no estado do Paraná.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20cymosa	Mata Atlântica
4114	RUBIACEAE	Galianthe elegans	E.L.Cabral	VU	D2	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie subarbustiva restrita aos Campos de Altitude no Paraná. Descrita em 1993, o seu último registro de coleta disponível data de 2003 no interior de uma unidade de conservação, o Parque Estadual de Vila Velha. Conhecida a partir de uma AOO inferior a 20 km², está sujeita a duas situações de ameaça. A conversão de campos naturais para agricultura, pecuária e silvicultura ameaça a espécie por declínio de habitat, já os efeitos do uso alternativo do solo, como o aumento da frequência de queimadas, afetam a qualidade do habitat nos limites da referida unidade de conservação. A continuidade e a frequência das ameaças podem levar a espécie a uma categoria de maior risco em um futuro próximo. São necessárias medidas de conservação que monitorem a dinâmica de suas subpopulações.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20elegans	Mata Atlântica
4115	RUBIACEAE	Galianthe peruviana	(Pers.) E.L.Cabral	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie subarbustiva não ameaçada. Encontrada nos Cerrados e campos acima de 900 m altitude, no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Tem sido coletada na última década em estados, em localidades diferentes e em unidades de conservação.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20peruviana	Cerrado
4116	RUBIACEAE	Galianthe pseudopeciolata	E.L.Cabral	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie quase ameaçada no contexto nacional. Planta subarbustiva de campos, em ampla faixa altitudinal (200 a 1600m) e ampla extensão de ocorrência, ca. 162.119,285 km². Área de ocupação conhecida é pequena, 32km², mas o baixo esforço de coleta em sua ampla extensão de ocorrência, faz suspeitar que o número de subpopulações e situações de ameaça sejam bem maiores. Considerada presumivelmente extinta no estado de São Paulo, há coletas da década de 90 no estado e no ano 2000 em Santa Catarina. Sem pressão por uso ou extrativismo. Necessário medidas de pesquisa para mapeamento de subpopulações e conservação, uma vez que seu habitat, os campos naturais estão em constante degradação por conversão de terras para atividades agropecuárias e silviculturais e são vulneráveis ao fogo.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20pseudopeciolata	Mata Atlântica, Pantanal
4117	RUBIACEAE	Galianthe souzae	E.L.Cabral & Bacigalupo	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie rara, com distribuição limitada e restrição de habitat. Foi descrita em 2000 e tem sido coletada na última década, entretanto não há informações sobre números de indivíduos. São arbustos pequenos e por essa razão é provável que seu ciclo de vida seja relativamente curto, de menos de uma década. Tem EOO de 148 km² e AOO de 12 km² e está sujeita a duas situações de ameaça, os municípios de Itararé e Apiaí (SP). Está ameaçada pela perda de habitat dos campos naturais, que têm sido degradados há décadas e, nos últimos 20 anos, vêm passando por significativa mudança de uso da terra na porção sul de Itararé, com substituição da pecuária extensiva pelo florestamento com eucalipto, com áreas de campo ainda preservadas em somente 18% da região. Suspeita-se um declínio populacional por ser planta rara e sujeita a eventos estocásticos como problemas resultantes da perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, flutuações demográficas, em função de variações ao acaso, nas taxas de nascimento e mortalidade e flutuações ambientais devido às variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20souzae	Cerrado
4118	RUBIACEAE	Galianthe vaginata	E.L.Cabral & Bacigalupo	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva dos Campos de Altitude da Serra da Mantiqueira. Com distribuição restrita, tem EOO de 548 km² e AOO de 8 km², na serra da Mantiqueira meridional, estando sujeita a duas situações de ameaça: Itatiaia (RJ) e Campos do Jordão (SP). É ameaçada pela perda de habitat, em decorrência da degradação continuada por queimadas e alteração de uso do solo como pastagens e silvicultura. São necessários o mapeamento e monitoramento de suas subpopulações nos locais de conhecimento, além de pesquisa por novas subpopulações. Sabe-se de sua ocorrência em uma unidade de conservação, o Parque Estadual de Campos do Jordão.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20vaginata	Mata Atlântica
4119	RUBIACEAE	Galium diphyllum	(K.Schum.) Dempster	CR	B2ab(ii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie categorizada como ""Criticamente em Perigo"" (CR), devido aos raros registros de ocorrência e à restritividade de habitat, os campos brejosos, em altitude de cerca de 1.600 m. Não é coletada em São Paulo desde 1951, indicando declínio de ocupação."	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20diphyllum	Mata Atlântica
4120	RUBIACEAE	Galium equisetoides	(Cham. & Schltdl.) Standl.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de trepadeira volúvel em áreas brejosas, de ampla distribuição no Sul do Brasil, não ameaçada.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20equisetoides	Mata Atlântica
4121	RUBIACEAE	Galium humile	Cham. & Schltdl.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no Sul do Brasil. Planta herbácea prostrada, de áreas abertas e úmidas. Tem sido coletada na última década em Estados diferentes. Encontrada no Parque Nacional Aparados da Serra, RS. Espécie dependente de medidas de conservação. Embora não ameaçada em sua distribuição global, avaliações regionais podem indicar risco de extinção local uma vez que sua distribuição conhecida é de forma pontual e disjunta. Há ocorrências para áreas urbanizadas, com coletas antigas da década de 1970.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20humile	Mata Atlântica
4122	RUBIACEAE	Galium nigroramosum	(Ehrend.) Dempster	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada. Planta herbácea de ampla distribuição no país, não endêmica do Brasil. Ocorre em uma variedade de habitats, tem sido coletada na última década em diferentes estados do Sul de Sudeste.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20nigroramosum	Mata Atlântica
4123	RUBIACEAE	Galium rubidiflorum	Dempster	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie rara, conhecida de uma única coleção nos Campos de Altitude subtropicais do Estado do Paraná. Não é coletada desde 1966. Seu habitat tem sido degradado pela silvicultura de Pinus e espécies invasoras. G. rubidiflorum depende de medidas de conservação e estudos de campo para encontrar, medir e monitorar suas subpopulações naturais.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20rubidiflorum	Mata Atlântica
4124	RUBIACEAE	Galium shepherdii	Jung-Mend.	CR	B2ab(i,iii,iv)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Esta espécie foi considerada extinta em São Paulo, onde era tida como restrita, mas foi coletada em 2007, em Passa Quatro (MG), na região da Serra Fina. É tida como rara, com declínio de ocorrência em São Paulo, embora haja uma coleta relativamente recente, de 2007. Suspeita-se que, por ser herbácea e com baixa frequência de coleta, esteja sujeita ao rápido declínio populacional, um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido não só à perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, como também às flutuações demográficas por conta de variações ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade e flutuações ambientais em função de variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência. É presumível que os incêndios na região das Serras da Mantiqueira e Itatiaia causem o declínio da extensão e da qualidade do habitat. São necessários estudos que monitorem as subpopulações e medidas que assegurem sua conservação.	2012-04-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20shepherdii	Mata Atlântica
4125	RUBIACEAE	Genipa americana	L.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição no Brasil, apenas não ocorrendo de forma natural no Rio Grande do Sul. Tem potencial econômico uma vez que os frutos são utilizados na alimentação humana no preparo de doces. Ocorre nos principais domínios fitogeográficos do país, tendo sido encontrada com frequência na última década em diferentes estados.	2012-07-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genipa%20americana	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal
4126	RUBIACEAE	Genipa infundibuliformis	Zappi & Semir	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição no Sudeste do Brasil. Planta arbórea dióica, heliófita, ocorrendo no domínio da Mata Atlântica sensu lato. Ocorre em diversas unidades de conservação e tem sido encontrada na última década.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genipa%20infundibuliformis	Mata Atlântica
4127	RUBIACEAE	Guettarda paludosa	Müll.Arg.	CR	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie possivelmente extinta, conhecida apenas pela coleção-tipo de 1840. Está sujeita a uma únicasituação de ameaça, no município de Jacobina (BA), onde há histórico de mineração de ouro e atualmente grande atividade agropecuária e turística, com população de aproximadamente 70 mil habitantes. Todas essas ameaças sugerem que a espécie tenha sofrido declínio populacional, com perda de AOO e de habitat. É preciso pesquisa científica para certificar sua sobrevivência na natureza.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guettarda%20paludosa	Caatinga
4128	RUBIACEAE	Guettarda platyphylla	Müll.Arg.	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada, mas a tabela de registros de ocorrência parece estar incompleta, pois há citação na Flora do Brasil (2012) para Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Mesmo assim sua extensão de ocorrência é muito ampla. Essa espécie é muito semelhante a uma outra, G.viburnoides (Sambuichi, R.H.R., 2003), mais comum e com distribuição ainda mais ampla e, segundo World checklist of plant families  - Rubiaceae, G. platyphylla é sinonimo de G.viburnoides (http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=93285). Devido a incongruência entre a Flora do Brasil e os dados aqui compilados e a evidente relação morfológica com G.viburnoides, incluindo citação de que são sinônimos, faz-se necessário uma revisão taxonômica, por isso optou-se por incluir o táxon em deficiente de dados.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guettarda%20platyphylla	Mata Atlântica
4129	RUBIACEAE	Hillia parasitica	Jacq.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição nas regiões serranas do Brasil, em áreas úmidas ou nebulares, entre 200 a 2400 m altitude. Dependente de habitat, sombreado e ombrófilo (ciliar ou nebular). Ocorre em diversas unidades de conservação. Dependente de medidas de conservação.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hillia%20parasitica	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4130	RUBIACEAE	Hillia ulei	K.Krause	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo abaixo de 900 m altitude, mas preferencialmente em regiões serranas ou de terra firme de floresta pluvial atlântica ou amazônica. Epífita, rupícola ou terrestre Ocorre em unidades de conservação. Tem baixa frequência de coleta, é provável estar ameaçada em avaliações estaduais, sobretudo em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hillia%20ulei	Mata Atlântica, Amazônia
4131	RUBIACEAE	Hindsia glabra	K.Schum.	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie com baixa frequência de coleta, está sujeita a duas situações de ameaça, ambas em altitudeselevadas. A espécie tem seu último registro no Parque Nacional do Itatiaia datado de 2005 e, no Parque Nacional do Caparaó, sua ocorrência data de 1991. A perda da qualidade de habitat por incêndios ameaça a espécie, uma vez que é dependente do sombreamento parcial	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20glabra	Mata Atlântica
4132	RUBIACEAE	Hindsia ibitipocensis	Di Maio	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie categorizada como Criticamente em Perigo (CR) devido à perda da qualidade do habitat, em consequência de atividade turística e por competição com espécies invasoras, como o capim gordura. Com distribuição restrita, tem AOO menor que 10 km², sujeita a uma única situação de ameaça no Parque Estadual do Ibitipoca em Minas Gerais, com baixa frequência de coleta. É considerada planta rara com especificidade de habitat, arbustiva de campos rupestres úmidos. Não há informações sobre a estrutura populacional.	2012-05-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20ibitipocensis	Mata Atlântica
4133	RUBIACEAE	Hindsia violacea	Benth.	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie conhecida apenas pelo material tipo (Glaziou 4024), sem data e sem localidade. Sua ocorrência provável é no estado do Rio de Janeiro. É uma espécie possivelmente extinta, já tendo sido avaliada como tal (Biodiversitas, 2005), mas a falta de registros mais precisos de sua ocorrência justifica a avaliação como Deficiente de Dados.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20violacea	Mata Atlântica
4134	RUBIACEAE	Ladenbergia hexandra	(Pohl) Klotzsch	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição na região Sudeste e no Sul da Bahia, abaixo de 1000 m altitude em floresta Atlântica estacional e restinga. Há indicativo que sua distribuição seja mais ampla. Necessário estudos de floras complementares. Encontrada em unidades de conservação.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ladenbergia%20hexandra	Cerrado, Mata Atlântica
4135	RUBIACEAE	Manettia campanulacea	Standl.	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de liana de caule delicado, apresenta distribuição restrita na floresta de altitude da Serra da Mantiqueira.Tem AOO menor que 10 km² e é conhecida apenas de duas coletas, a primeira em 1821 no Estado de Minas Gerais (localidade não definida) e a segunda em 1995, em São José dos Campos (SP), por isso, está sujeita a uma única situação de ameaça. Espécie ameaçada pela perda da qualidade do habitat, devido à conversão de florestas para pastagens e aumento da frequência de queimadas.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20campanulacea	Mata Atlântica
4136	RUBIACEAE	Manettia pauciflora	Dusén	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de liana com restritividade de habitat, ocorrendo em florestas de altitude, entre 2200 m e 2500 m. Possui EOO de 437,16 km2 e AOO de 20 km2.Sujeita a duas situações de ameaça, no Parque Nacional do Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro, e no Pico do Itaguaré, em Cruzeiro, no estado de São Paulo. Espécie com distribuição geográfica restrita e ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em consequência do aumento de incêndios.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20pauciflora	Mata Atlântica
4137	RUBIACEAE	Manettia tweedieana	K.Schum.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre em ampla distribuição pela região Sul. Tem sido coletada na última década em diferentes regiões. Pode estar ameaçada no contexto dos Estados e por isso é dependente de medidas de conservação que assegurem a preservação de seu habitat, as bordas de matas ripárias e ciliares. As alterações de redução de área de preservação permanentes às margens de cursos d\'água, incluídas no novo código florestal são ameaças potenciais, que apontam para o declínio populacional nas próximas décadas.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20tweedieana	Mata Atlântica
4138	RUBIACEAE	Melanopsidium nigrum	Colla	VU	A2bc	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de arbusto das Restingas da região sudeste e do Estado da Bahia. Tem uso direto, de escala local, para cabos de ferramentas e lenha. Os frutos são consumidos in natura. Estudos de estrutura de comunidades apontam para ocorrência em baixas densidades nas Restingas, o que agrava sua situação por se tratar de uma espécie dioica e pelo fato de seu habitat estar ameaçado pela conversão de áreas para infraestrutura urbana/turística.Uma grande porcentagem já foi destruída pela mineração, pelo desenvolvimento imobiliário e pela agricultura. Estima-se que o tamanho populacional tenha sido reduzido entre 30 e 50% nos últimos 10 anos.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanopsidium%20nigrum	Mata Atlântica
4139	RUBIACEAE	Mitracarpus anthospermoides	K.Schum.	EN	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva das Restingas da Bahia. Possui EOO de 14.626 km² e AOO de 20 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Nenhuma subpopulação conhecida está protegida por unidade de conservação. Espécie com distribuição geográfica restrita e ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, em consequência da ocupação e conversão histórica das Restingas para atividades humanas, como o turismo, loteamentos e agricultura.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20anthospermoides	Mata Atlântica
4140	RUBIACEAE	Mitracarpus baturitensis	Sucre	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea rupícola com ampla distribuição no cerrado do Brasil. Frequentemente coletada e é conhecida de diversas unidades de conservação	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20baturitensis	Caatinga, Cerrado
4141	RUBIACEAE	Mitracarpus eritrichoides	Standl.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea de pequeno porte que se desenvolve em áreas de campo cerrado de ?Mato Grosso e Goiás. Com distribuição geográfica restrita, tem AOO de 12 km². É ameaçada pela perda de área de ocupação e qualidade do habitat, em consequência da expansão da fronteira agrícola em ambos os estados de ocorrência. Descrita em 1936, apresenta cinco coleções e está sujeita a duas situações de ameaça em Cuiabá (MT) e Faina (GO).	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20eritrichoides	Cerrado
4142	RUBIACEAE	Mitracarpus rigidifolius	Standl.	VU	B2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva endêmica das áreas de Cerrado e Campos Rupestres da Bahia, ocorrendo entre 500 e 1100 m, com distribuição geográfica restrita a uma AOO de 140 km² e sujeita a até 10 situações de ameaça. Ameaçada pela perda da qualidade do habitat, por conversão de terras para agricultura.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20rigidifolius	Cerrado
4143	RUBIACEAE	Pagamea harleyi	Steyerm.	VU	A2c	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva (até 4 m), restrita às Restingas da Bahia, está sujeita a mais de 10 situações de ameaça. É ameaçada pela perda de AOO e qualidade do habitat, em consequência da incessante conversão das restingas em infraestrutura urbana e turística. Estima-se um declínio populacional maior que 30% nos últimos 10 anos.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pagamea%20harleyi	Mata Atlântica
4144	RUBIACEAE	Palicourea fulgens	(Müll.Arg.) Standl.	VU	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea (até 4 m de altura) da Floresta Pluvial Atlântica de terras baixas. Apresenta distribuição geográfica restrita, com EOO de 12.113 km² e AOO de 76 km². Está sujeita a 10 situações de ameaça: Prado e Porto Seguro (BA), Conceição da Barra, Colatina, Domingos Martins, Governador Lindemberg, Linhares, Pedro Canário, Santa Leopoldina e Santa Teresa (ES). É ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequência da incessante conversão das terras baixas em infraestrutura urbana e turística. Observa-se um declínio na frequência de coletas da espécie.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20fulgens	Mata Atlântica
4145	RUBIACEAE	Palicourea tetraphylla	Cham. & Schltdl.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva de ampla distribuição no Brasil e ocorre em ampla variedade de fitofisionomias florestais da Mata Atlântica e do Cerrado.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20tetraphylla	Cerrado, Mata Atlântica
4146	RUBIACEAE	Palicourea veterinariorum	J.H.Kirkbr.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie descrita em 1980, possui ampla extensão de ocorrência e a área de ocupação conhecida estima-se estar aumentando. Espécie arbustiva das florestas montanas da costa da Mata Atlântica e áreas interiores.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20veterinariorum	Mata Atlântica
4147	RUBIACEAE	Pentodon pentandrus	(Schumach. & Thonn.) Vatke	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição, frequentemente cultivada. Planta com potencial invasor.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pentodon%20pentandrus	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4148	RUBIACEAE	Posoqueria latifolia	(Rudge) Schult.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea não endêmica do Brasil, e ocorre em ampla distribuição no país, em diversas fitofisionomias florestais.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Posoqueria%20latifolia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4149	RUBIACEAE	Posoqueria palustris	Mart.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva a arbórea baixa endêmica da Mata Atlântica do Sudeste e Sul do Brasil, nas formações pluviais de terras baixas a montanas. Extensão de ocorrência de 95.279 km² é conhecida de 10 situações de ameaça. A série histórica das coletas faz suspeitar um declínio populacional, a última coleta data de 1999. No entanto é necessário maior informação sobre sua estrutura populacional ou análise de viabilidade populacional, para verificar tendência populacional futura.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Posoqueria%20palustris	Mata Atlântica
4150	RUBIACEAE	Psychotria capitata	Ruiz & Pav.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e ocorre em ampla distribuição no país, encontrada nos principais biomas, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20capitata	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4151	RUBIACEAE	Psychotria cupularis	(Müll.Arg.) Standl.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva, não é endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição no país pelas florestas estacionais das regiões Norte, Nordeste e Sudeste.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20cupularis	Amazônia, Mata Atlântica
4152	RUBIACEAE	Psychotria loefgrenii	Standl.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva da região costeira da Mata Atlântica do Estado de São Paulo. Distribuição geográfica restrita, tem EOO de 183 km² e AOO de 12 km², estando sujeita a duas situações de ameaça nos municípios de Caraguatatuba e São Sebastião (SP). Foi coletada somente duas vezes, em 1895 e 2006. É ameaçada por perda da área e da qualidade de habitat, em consequência da fragmentação florestal e conversão das terras para infraestrutura urbana e turística. A sua região de ocorrência é cortada por uma importante rodovia, a BR-101.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20loefgrenii	Mata Atlântica
4153	RUBIACEAE	Psychotria longipes	Müll.Arg.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição geográfica na Mata Atlântica, ocupando vegetação secundária de encosta e frequentemente com populações numerosas.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20longipes	Mata Atlântica
4154	RUBIACEAE	Psychotria microcarpa	Müll.Arg.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de arbusto baixo, encontrada em Mata de Galeria e Campo Rupestre de Minas Gerais, provavelmente extinta em São Paulo. Com distribuição geográfica restrita, tem EOO de 759 km² e AOO de 16 km². Descrita em 1881, com baixa frequência de coleta, até hoje contabiliza  somente cinco coletas, a última datando de 1993. Conhecida da região da Serra do Cipó, em Minas Gerais, está sujeita a até cinco situações de ameaça. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em consequência de queimadas e da atividade antrópica em torno da Serra, como silvicultura e criação de gado.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20microcarpa	Cerrado, Mata Atlântica
4155	RUBIACEAE	Psychotria paludosa	Müll.Arg.	EN	B2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de subarbusto de até 0,5 m de altura, encontrada em Floresta Paludosa nos domínios da Mata Atlântica, tem distribuição restrita, com EOO de 694 km² e AOO de 12 km². Conhecida do Estado de São Paulo, ocupa florestas paludosas nas formações de Floresta Semidecídua e Mista. Foi mais frequentemente coletada no século XIX, porém seus registros não apontam a localidade, o que dificulta uma análise mais apurada de sua distribuição. Não é coletada há 76 anos (1936) e é considerada presumivelmente extinta em São Paulo. É ameaçada pela perda de habitat e AOO, devido à intensa pressão sobre Florestas Paludosas para corte de caixeta, ocupação agrícola das várzeas, construção de usinas hidrelétricas e expansão imobiliária.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20paludosa	Cerrado, Mata Atlântica
4156	RUBIACEAE	Psychotria prunifolia	(Kunth) Steyerm.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não endêmica do Brasil e ocorre em ampla distribuição no país nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, pelos biomas da Amazônia e do Cerrado.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20prunifolia	Amazônia, Cerrado
4157	RUBIACEAE	Psychotria racemosa	Rich.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécies não endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição no país nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste pelos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20racemosa	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4158	RUBIACEAE	Psychotria rhytidocarpa	Müll.Arg.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva, encontrada nas florestas semidecíduas do Sudeste e da Bahia. Extensão de ocorrência mínima de 37.049 km². Não foi incluído ocorrências para a Bahia. Sem uso, extração ou ameaça direta.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20rhytidocarpa	Mata Atlântica
4159	RUBIACEAE	Psychotria tenuifolia	Sw.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição nas regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste pelos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20tenuifolia	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4160	RUBIACEAE	Richardia humistrata	(Cham. & Schltdl.) Steud.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea de ampla distribuição por áreas campestres de altitude no Brasil.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20humistrata	Cerrado, Mata Atlântica
4161	RUBIACEAE	Richardia schumannii	W.H.Lewis & R.L.Oliv.	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea de campos naturais associados à Floresta Ombrófila Mista, entre os Estados do Paraná e São Paulo. Com distribuição restrita, tem EOO de 9.977 km² e AOO de 20 km². É ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat em consequência da expansão de infraestrutura urbana e rural. Está sujeita a três situações de ameaça, e sua distribuição é severamente fragmentada. O declínio na frequência de coleta faz suspeitar de um declínio populacional. A espécie tem última coleta registrada em 1989, no Paraná.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20schumannii	Cerrado, Mata Atlântica
4162	RUBIACEAE	Richardia stellaris	(Cham. & Schltdl.) Steud.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea de campos de altitude e florestas abaixo de 1800 m de altitude, encontrada em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná. Não é endêmica do Brasil e, no país, tem extensão de ocorrência de 262.309 km² e área de ocupação de 48 km². Conhecida de 8 situações de ameaça, Carandaí (MG), Botucatu, São Paulo, Itapetininga, Moji das Cruzes (SP), Antônio João (MS), Jaguariaíva, Palmeira (PR). Coletada doze vezes entre 1918 e 1998. Quase ameaçada pela perda de área de ocupação e da qualidade do habitat devido ao desmatamento. Por ocorrência em fisionomias campestres a florestais não foi possível utilizar o critério B2.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20stellaris	Cerrado, Mata Atlântica
4163	RUBIACEAE	Riodocea pulcherrima	Delprete	EN	B1ab(iii)+2b(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea dioica da Floresta Pluvial do Estado do Espírito Santo e do sul da Bahia, é encontrada a até 200 m de altitude. Esta sujeita a apenas quatro situações de ameaça. Espécie ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequência do desmatamento para conversão de terras para agropecuária e silvicultura.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riodocea%20pulcherrima	Mata Atlântica
4164	RUBIACEAE	Rudgea coronata	(Vell.) Müll.Arg.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva ou arvoretas da floresta atlântica pluvial ou semidecídua, de ampla distribuição do Paraná a Bahia. Tem sido coletada na última década e encontrada em unidades de conservação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata	Mata Atlântica
4165	RUBIACEAE	Rudgea coronata subsp. leiocarpoides	(Müll.Arg.) Zappi	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Táxon descrito em 2003, somente um espécime foi coletado em unidades de conservação após a descrição. Planta rara, com baixa frequência de coleta, arbustiva de ambiente montanhoso. As informações disponíveis sobre sua distribuição geográfica se enquadram nos critérios das espécies com risco de extinção, uma vez que tem pequena extensão de ocorrência, área de ocupação de 20 km ² e somente 4 situações de ameaça (location), mas seus registros são de unidades de conservação, por isso não se considerou, embora com poucas coletas o declínio de área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade do habitat ou de subpopulações.  É necessário estudos genéticos e populacionais para saber sobre interações e fluxos com subespécies simpátricas e como isso pode afetar a manutenção de subpopulações.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata%20subsp.%20leiocarpoides	Mata Atlântica
4166	RUBIACEAE	Rudgea coronata subsp. saint-hilairei	(Standl.) Zappi	CR	B2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	"Planta rara com baixa frequência de coleta, conhecida pela Reserva Biológica de Sooretama e provável ocorrência na Floresta Nacional de Goytacazes em Linhares, ES. Os dois registros conhecidos são antigos (1943 e 1983) com pouca informação sobre a localização mais precisa de suas subpopulações. A Mata Atlântica da região é muito fragmentada, com intenso uso de solo, além disso a AOO conhecida da espécie é menor que 10 km². Considerada ""Criticamente em Perigo"" (CR), sobretudo em função do declínio de área e da qualidade de habitat, sendo restrita à pequena AOO. Pelas características de planta rara, com a distribuição restrita e a baixa frequência de coleta, é esperado o rápido declínio populacional, um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido tanto a complicações resultantes da perda de variabilidades genética, endogamia e deriva genética quanto a flutuações demográficas por variações ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade, e flutuações ambientais em razão de variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular (Primack, Rodrigues, 2000)."	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata%20subsp.%20saint-hilairei	Mata Atlântica
4167	RUBIACEAE	Rudgea corymbulosa	Benth.	EN	B2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie rara, que não tem coletas na última década, embora seus registros históricos apontem uma ampla distribuição do Estado do Paraná à Bahia em Campos de Altitude, entre 700 e 900 m. Tem AOO conhecida restrita a 32 km². Sua ocorrência mais recente é de 1999 no Espírito Santo. Em Minas Gerais o último registro data de 1959 e, no Paraná de 1961. Áreas mais baixas de Campos de Altitude foram severamente suprimidas e degradadas. Atividades relacionadas à agricultura, pecuária, silvicultura e invasão de espécies exóticas, são as causas prováveis de declínio de habitat e de ocupação.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20corymbulosa	Cerrado, Mata Atlântica
4168	RUBIACEAE	Rudgea crassifolia	Zappi & E.Lucas	VU	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva ou arbórea baixa da região costeira da Bahia, encontrada em Restingas e Floresta Pluvial, em região de intenso uso do solo e fragmentação florestal. Tem EOO de 30.423 km² e AOO de 48 km². Planta com baixa frequência de coleta sendo estas compreendidas entre 1966 e 2005. Está sujeita a seis situações de ameaça, nos municípios de Entre Rios, Elísio Medrado, Lauro de Freitas, Maraú, Santa Cruz de Cabrália e Salvador (BA). É ameaçada pela perda de habitat e de AOO devido à intensa devastação da Mata Atlântica da Bahia e, sobretudo na ocupação de Restingas e áreas próximas à costa por especulação imobiliária.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20crassifolia	Caatinga, Mata Atlântica
4169	RUBIACEAE	Rudgea erythrocarpa	Müll.Arg.	EN	B1ab(i,iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva endêmica das florestas da Serra dos Órgãos, entre 600 e 800 m de altitude. Planta conhecida de poucas coletas, porém encontrada em unidade de conservação na última década. Tem EOO de 402 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Petrópolis, Teresópolis, Araras, Cachoeira de Macacu e Nova Iguaçu (RJ). O habitat em sua distribuição tem sido fragmentado e o declínio populacional é esperado, por ser um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas,devido tanto a problemas resultantes da perda devariabilidade genética, endogamia e deriva genética, quanto a flutuaçõesdemográficas provocadas por variações ao acaso, nas taxas de nascimento emortalidade e flutuações ambientais em função de variações de ação predatória,competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20erythrocarpa	Mata Atlântica
4170	RUBIACEAE	Rudgea francavillana	Müll.Arg.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie com ampla distribuição no Sudeste, estendendo-se aos estados da Bahia e Paraná no subosque da floresta Atlântica em regiões de morros. Informações de coleta sugerem populações localmente comuns.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20francavillana	Mata Atlântica
4171	RUBIACEAE	Rudgea insignis	Müll.Arg.	VU	D2	""	Tainan Messina	Espécie endêmica das Serras do Itatiaia e dos Órgãos, entre os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem ocorrência registrada em unidades de conservação, no entanto não houve coletas na última década. Poucos registros de ocorrência e baixa frequência de coleta indicam que suas subpopulações são raras. Sua ocorrência limitada às áreas de altitudes elevadas leva a um padrão de distribuição insular e disjunto, com fragmentação elevada. As subpopulações são sujeitas ao declínio populacional, pois é um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido tanto a complicações resultantes da perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, quanto a flutuações demográficas devido a variações ao acaso, nas taxas de nascimento e mortalidade, e flutuações ambientais devido às variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular. São necessários estudos para encontrar, medir e monitorar suas subpopulações.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20insignis	Mata Atlântica
4172	RUBIACEAE	Rudgea interrupta	Benth.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie de arbusto escandente da floresta pluvial atlântica, com ocorrência disjunta entre os estados do Rio de Janeiro e Bahia. É provável que em avaliações de risco regionais a espécie possa estar ameaçada. Tem sido coletada na última década somente na Bahia, frequência de coleta no estado do Rio de Janeiro é baixa.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20interrupta	Mata Atlântica
4173	RUBIACEAE	Rudgea jasminoides subsp. nervosa	Zappi & Anunc.	VU	D2	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea de Floresta Atlântica de terras baixas da costa do Estado de São Paulo. Conhecida por poucas coleções, está sujeita a duas situações de ameaça. Espécie com distribuição geográfica restrita, em único habitat, e nenhum indicativo que ocorra localmente de forma abundante, é muito provavel que se trate de planta rara sujeita à extinção devido eventos estocásticos (genético, populacional e ambiental). Tem como ameaça o declínio de habitat. São necessários estudos de pesquisa para identificação, medição e monitoramento de subpopulações.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20jasminoides%20subsp.%20nervosa	Mata Atlântica
4174	RUBIACEAE	Rudgea macrophylla	Benth.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	É uma espécie arbustiva de Mata Atlântica, em Floresta Pluvial Submontana. Restrita ao Estado do Rio de Janeiro, ocorre também na Ilha Grande, mas a maior concentração se dá em morros da região metropolitana do Rio de Janeiro. Com reduzida EOO (3.517,54 km2) e AOO (48 km2), está presente em estreita faixa altitudinal. R. macrophylla está ameaçada devido aos altos níveis de fragmentação e de ocupação humana em seu habitat. Esta espécie necessita de medidas de conservação, uma vez que depende de áreas que possam garantir espaço para a manutenção de suas subpopulações in situ a salvo dos efeitos da perda de habitat.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20macrophylla	Mata Atlântica
4175	RUBIACEAE	Rudgea minor	(Cham.) Standl.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva da Mata Atlântica, ocorrendo em habitats variados, das restingas às florestas de interior. Não ameaçada, pois apresenta registros em mais de dez situações de ameaça, tem sido coletada na última década em estados diferentes. Espécie dependente de medidas de conservação, uma vez que sua ocorrência se em região de intensa ocupação humana e há histórico de desmatamento de mata Atlântica e das. É provável que em avaliações regionais esteja ameaçada.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20minor	Mata Atlântica
4176	RUBIACEAE	Rudgea minor subsp. calycina	(Benth.) Zappi	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie deficiente de dados, uma vez que seus registros necessitam de revisão para identificação da ocorrência da subespécie. Táxon provavelmente ameaçado.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20minor%20subsp.%20calycina	Mata Atlântica
4177	RUBIACEAE	Rudgea nobilis	Müll.Arg.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie dependente de medidas de conservação. É necessário estudos populacionais e genéticos de modo a verificar possível declínio populacional. Espécie restrita a floresta Atlântica de altitude da Serra do Mar e dos Òrgão e Itatiaia. Embora sua extensão de ocorrência seja inferior a 20000km², seu habitat é relativamente bem preservado, e há ocorrências em importantes unidades de conservação, inclusive na última década para o estado de São Paulo, onde foi considerada extinta.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20nobilis	Mata Atlântica
4178	RUBIACEAE	Rudgea pachyphylla	Müll.Arg.	EN	B1ab(iii,iv)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com baixa frequência de coleta, conhecida por poucos registros. Está provavelmente extinta no Estado de São Paulo, o que indica declínio de ocupação e de subpopulações. Com distribuição restrita, tem AOO de 8 km² e EOO de 548,76 km². Espécie dependente de medidas de conservação e pesquisa.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20pachyphylla	Mata Atlântica
4179	RUBIACEAE	Rudgea parquioides subsp. caprifolium	(Zahlbr.) Zappi	CR	B2ab(iv)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie muito rara, conhecida apenas por duas coleções. A única coleta para o Estado de São Paulo, em 1894, é indicativa para se considerar declínio de ocupação e de subpopulações. A última coleta registrada data de 1958 em Lontras (SC). São necessários estudos de campo para encontrar e monitoras subpopulações. Corre risco de extinção devido ao declínio populacional, uma condição das populações pequenas e raras resultante de eventos estocásticos (genético, populacional e/ou ambiental).	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parquioides%20subsp.%20caprifolium	Mata Atlântica
4180	RUBIACEAE	Rudgea parquioides subsp. hirsutissima	Zappi	EN	A2ce,B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva da Floresta Ombrófila Mista, tem distribuição restrita com EOO de 1.409 km² e AOO de 12 km², até 1300 m de altitude. Está sujeita a três situações de ameaça. As coletas ocorreram somentenas décadas de 1970 e 1980. Seu habitat tem histórico de supressão, hoje reduzido a remanescentes que ocupam de 1 a 6% da área original. Suspeita-se que houve declínio populacional em ao menos 50% da população em 10 anos, por perda de habitat e por competição com espécies invasoras.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parquioides%20subsp.%20hirsutissima	Mata Atlântica
4181	RUBIACEAE	Rudgea parvifolia	(Cham.) Müll.Arg.	VU	D2	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva da Floresta Atlântica de Altitude. É conhecida por duas coleções da década de 1940, na Serra do Órgãos (RJ). Tem AOO de 8 km² e está sujeita a apenas duas situações de ameaça. São necessários estudos de campo para reencontrar, medir e monitorar as subpopulações, bem como estudos genéticos. Embora presente no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, nenhuma informação adicional foi produzida para a espécie. É muito provável que apresente populações pequenas e por isso esteja sujeita à extinção devido ao rápido declínio populacional, um problema enfrentadopelas espécies com populações pequenas, em razão não só a complicações resultantes da perda de variabilidade genética, endogamia e derivagenética, mas também de flutuações demográficas provocadas por variações ao acaso nas taxas denascimento e mortalidade, e flutuações ambientais em função de variações de açãopredatória, competição e incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência de irregular.	2012-05-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parvifolia	Mata Atlântica
4182	RUBIACEAE	Rudgea reflexa	Zappi	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Arbustiva do interior da Mata Atlântica pluvial. Ocorrência disjunta entre a Bahia e Espírito Santo. Espécie ocorre em unidades de conservação de proteção integral. Habitat tem sido seriamente fragmentado e os remanescentes do bioma nos estados de ocorrência ocupam entre 8,9 a 11% da distribuição original. A espécie tem sido coletada na última década com certa frequência por isso projeta-se que sua área de ocupação conhecida esteja aumentando. É necessário estudos populacionais e genéticos. a fim de investigar a viabilidade de populações em pequenos fragmentos.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20reflexa	Mata Atlântica
4183	RUBIACEAE	Rudgea reticulata	Benth.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie não ameaçada, ocorre em diversas localidades, ampla extensão de ocorrência, ocorre de forma disjunta entre os estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ocorre ainda em ampla faixa altitudinal, ao nível do mar a 600 m. Espécie pode estar ameaçada em avaliações regionais.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20reticulata	Mata Atlântica
4184	RUBIACEAE	Rudgea sessilis	(Vell.) Müll.Arg.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição no Sudeste do Brasil, mas rara no estado do Espírito Santo.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20sessilis	Cerrado, Mata Atlântica
4185	RUBIACEAE	Rudgea sessilis subsp. cipoana	(Standl.) Zappi	EN	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Subespécie endêmica da Serra do Cipó, em Minas Gerais. Com distribuição restrita, com EOO de 268 km² e AOO de 4 km², estando sujeita a uma única situação de ameaça no município de Jaboticatubas, onde foi coletada em 1973. Descrita em 2003, diferencia-se da R. sessilis subsp. sessilis  por adaptações morfológicas a ambientes mais abertos. É ameaçada pela perda de habitat em decorrência do aumento da frequência de incêndios, favorecidos por alterações de uso do solo em torno da Serra, como agropecuária, silvicultura, especulação imobiliária e mineração.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20sessilis%20subsp.%20cipoana	Cerrado
4186	RUBIACEAE	Rudgea triflora	Benth.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com baixa frequência de coleta, não há registros na última década. Pequena área de ocupação, ca 60 km². No entanto, sua distribuição em mais de 60.000km² no subosque da floresta Atlântica montana e alto-montana, em unidades de conservação, relativamente bem preservados, evidenciam que não está ameaçada. O uso do AOO não é o parâmetro mais adequado para sua avaliação uma vez que o habitat é extenso e contínuo, embora fragmentado nas porções mais baixas. Sua ocorrência em locais mais interiores são da década de 1970 e estudos são necessários para reavaliar possível declínio da extensão de ocorrência. Suspeita-se que subpopulações sobrevivam na floresta da encosta da Serra do Mar. É necessário estudos de campo e medidas de conservação.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20triflora	Mata Atlântica
4187	RUBIACEAE	Rudgea umbrosa	Müll.Arg.	VU	B1ab(i,iii)+2ab(i,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie restrita à região costeira do Sudeste, ocorre de forma disjunta entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tem EOO limitada com 14.209 km² e AOO de 44 km². O habitat tem sido muito fragmentado e degradado, o que sujeita a espécie a menos de dez situações de ameaça. Um estudo populacional apontou para uma ocorrência comum em área no Espírito Santo, mas é necessário entender a dinâmica populacional pois, por ser espécie arbustiva, pode ocorrer flutuações demográficas. São necessárias medidas de conservação.	2012-09-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20umbrosa	Mata Atlântica
4188	RUBIACEAE	Rudgea vellerea	Müll.Arg.	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva que ocorre em baixas densidades. ?Espécie tem sido encontrada na última década, no entanto sua distribuição é restrita, extensão de ocorrência 3.448km², na Serra do Mar até 1000m altitude. Quase ameaçada, devido a mais ter mais de dez situações de ameaça (location). Região apresenta contínuos de Mata Atlântica, mas as ocorrências claramente se agrupam em ao menos dois conjuntos, um mais ao norte na Serra de Petrópolis-Teresópolis e outra mais ao sul na costa verde entre Parati e Ubatuba. É necessário estudos genéticos para compreender a dinâmica populacional entre essas sub-regiões, devido a presença 3 grandes rodovias interestaduais o isolamento de subpopulações raras podem ficar sujeitas ao rápido declínio populacional.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20vellerea	Mata Atlântica
4189	RUBIACEAE	Rustia angustifolia	K.Schum.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbustiva do sub-bosque da Floresta Pluvial do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Com distribuição restrita, tem EOO de 2.555 km² e AOO de 16 km². Descrita em 1889, apresenta poucos registros de coleta, para uma região bem coletada no país. Tem sido registrada na última década. Está ameaçada pelo declínio de AOO e da qualidade do habitat, em consequência do desmatamento para conversão de terras para agropecuária e silvicultura.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rustia%20angustifolia	Mata Atlântica
4190	RUBIACEAE	Sabicea grisea	Cham. & Schltdl.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de arbusto escandente, endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste. É encontrada nas florestas pluviais dos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sabicea%20grisea	Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4191	RUBIACEAE	Sabicea villosa	Willd. ex Schult.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de liana não endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição no país pelas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, nos domínios da Amazônia e Mata Atlântica.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sabicea%20villosa	Amazônia
4192	RUBIACEAE	Simira gardneriana	M.R.V.Barbosa & Peixoto	NT	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea da Caatinga entre os estados do Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia. Ocorre em floresta em diferentes estágios sucessionais. Comum na região dos municípios de Petrolina e Juazeiro e é utilizada para construções, vedações e forragens. Devido à quantidade de registros de ocorrência recentes para a espécie, algumas delas indicando ocorrência local frequente, e também às diversas fitofisionomias e estágios sucessionais que ocorre, não é possível categorizar a espécie como ameaçada. Embora às áreas de Caatinga impactadas sejam da ordem de 50%. É necessário estudos genéticos e populacionais para prever o risco de extinção.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20gardneriana	Caatinga
4193	RUBIACEAE	Simira grazielae	Peixoto	EN	B2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea de grande porte da Floresta Pluvial Atlântica entre os Estados da Bahia e do Espírito Santo. Está suscetível à extinção devido ao declínio de AOO e da qualidade do habitat, em consequência do desmatamento histórico da região para agropecuária e silvicultura. Descrita em 1981, há oito coleções da espécie, que é considerada planta rara do Brasil. Nas suas áreas de ocorrência foi identificado uma densidade de dois indivíduos por hectare. S. grazielae depende de formações de Floresta Pluvial em estágios avançados de sucessão. A espécie está sujeita a quatro situações de ameaça na Bahia e no Espírito Santo, estados em que os remanescentes de Mata Atlântica ocupam hoje respectivamente 8,9% e 11% da distribuição original.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20grazielae	Mata Atlântica
4194	RUBIACEAE	Simira hatschbachiorum	J.H.Kirkbr.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea de pequeno porte com distribuição geográfica restrita na Floresta Pluvial Montana do estado do Espírito Santo, possui EOO de 695 km² e AOO de 20 km². Descrita em 1997, apresenta oito coleções. Está sujeita a quatro situações de ameaça, por declínio da AOO e da qualidade do habitat em consequência do desmatamento para agropecuária e silvicultura.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20hatschbachiorum	Mata Atlântica
4195	RUBIACEAE	Simira rubra	(Mart.) Steyerm.	DD	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea de grande porte na floresta pluvial da encosta Atlântica nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Estudos de ecologia de comunidades evidenciam a ocorrência da espécie em baixas densidades, de 1 a 6 indivíduos por hectare. Encontrada em unidades de conservação em ambos os estados. Distribuição geográfica aparentemente restrita, mas há ocorrências para Minas Gerais e Bahia associados aos sinônimo S. viridiflora que precisam de revisão e validação, pois se forem confirmados, aumentarão muito a distribuição da espécie.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20rubra	Mata Atlântica
4196	RUBIACEAE	Spermacoce glabra	Michx.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo no Cerrado e na Mata Atlântica.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spermacoce%20glabra	Cerrado, Mata Atlântica
4197	RUBIACEAE	Spermacoce tenuior	L.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea de ampla distribuição no Brasil, frequentemente coletada na Caatinga.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spermacoce%20tenuior	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4198	RUBIACEAE	Staelia hatschbachii	J.H.Kirkbr.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie herbácea a arbustiva, com distribuição restrita a partes dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.838 km² e AOO de 36 km². Descrita em 1997, é conhecida de 17 coletas botânicas, e está sujeita a duas situações de ameaça em Grão-Mogol e Diamantina. É ameaçada por perda de habitat, em consequência de garimpo e por aumento da frequência de incêndios decorrentes de atividades agropecuárias.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staelia%20hatschbachii	Caatinga, Cerrado
4199	RUBIACEAE	Standleya kuhlmanni	Brade	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie herbácea de Floresta Pluvial Atlântica, restrita ao Estado do Espírito Santo, entre as formações de Floresta de Terras Baixas e Submontana. ?É ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequência da conversão de terras para agropecuária e silvicultura, assim como pela prática de queimadas em decorrência dessas atividades. Descrita em 1949, apresenta quatro coleções, sujeita a quatro situações de ameaça. A Última coleta data de 2007 registrada para a Reserva Biológica de Duas Bocas, município de Cariacica.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Standleya%20kuhlmanni	Mata Atlântica
4200	RUBIACEAE	Tocoyena sellowiana	(Cham. & Schltdl.) K.Schum.	LC	""	""	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie arbórea de pequeno porte, não é endêmica do Brasil e ocorre em ampla distribuição no país, nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. Apresenta valor medicinal, mas o uso, realizado de forma correta para extração da casca do caule não prejudica as plantas.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tocoyena%20sellowiana	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4201	RUTACEAE	Almeidea coerulea	(Nees & Mart.) A.St.-Hil.	EN	B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea endêmica do Estado da Bahia, de distribuição restrita, é encontrada principalmente nas Restingas. Descrita em 1823, está sujeita a apenas duas situações de ameaça nos municípios de Itacaré e Uruçuca e em Itaberaba. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência da conversão de terras para infraestrutura urbana e turística.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Almeidea%20coerulea	Mata Atlântica
4202	RUTACEAE	Andreadoxa flava	Kallunki	CR	B1ab(iii,v)+2ab(iii,v),D	""	Tainan Messina	Espécie arbórea endêmica da Floresta Pluvial da Bahia. Descrita em 1998, teve a primeira coleta registrada em 1964, conhecendo-se atualmente apenas seis coletas. Está sujeita a uma única situação de ameaça na região entre Ilhéus e Itabuna. Tem EOO de 14,57 km² e AOO de 12 km². De distribuição restrita, o número de indivíduos conhecidos da espécie é menor que 50, apesar do esforço de coleta empreendido pela Cepec desde sua descoberta em suas áreas experimentais. Encontra-se ameaçada pelas características intrínsecas e pela perda da qualidade de hábitat devido ao manejo de produção de cacau. O rápido declínio populacional é um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, resultante tanto de problemas advindos da perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, como das flutuações demográficas em função de variações ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade, de flutuações ambientais geradas pelas variações de ação predatória, competição e incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência de tempo irregular.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andreadoxa%20flava	Mata Atlântica
4203	RUTACEAE	Balfourodendron riedelianum	(Engl.) Engl.	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de grande porte, não endêmica do Brasil, ocorrendo no país nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, em vegetação florestal secundária e em ampla faixa altitudinal. Conhecida como pau-marfim, apresenta forte potencial econômico, pela boa qualidade de sua madeira. As informações sobre declínio populacional por explotação não permitem avaliar um nível de declínio populacional.  Por isso é necessário levantamento sobre nível de explotação histórico e atual e análise de viabilidade populacional, para avaliação do risco pelos critérios A e E.  A espécie tem ações de conservação, como bancos de germoplasma, uma iniciativa para produção de sementes. Embora as características biológicas da espécie levam a identificar sua facilidade para dispersão e regeneração natural, é dependente de medidas de conservação devido ao valor de sua madeira, e por isso medidas de controle de exploração aliada a projetos de produção de sementes e estímulo à produção e manejo podem garantir a sobrevivência de populações naturais e a manutenção de seu uso econômico.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Balfourodendron%20riedelianum	Mata Atlântica
4204	RUTACEAE	Conchocarpus bellus	Kallunki	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem distribuição restrita sujeita a uma única situação de ameaça em Rio Bananal. A AOO é menor que 10 km². Descrita em 1998, é conhecida apenas pela coleção-tipo, de 1995. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da fragmentação florestal para conversão de áreas para a agropecuária e silvicultura.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20bellus	Mata Atlântica
4205	RUTACEAE	Conchocarpus cauliflorus	Pirani	CR	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem distribuição restrita, estando sujeita a uma única situação de ameaça, entre Rio Bananal e Linhares. AOO é menor que 10 km². Descrita em 1998, é conhecida por apenas três coletas ocorridas entre 1994 e 1995. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da fragmentação florestal para conversão de áreas para a agropecuária e silvicultura.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20cauliflorus	Mata Atlântica
4206	RUTACEAE	Conchocarpus marginatus	(Rizzini) Kallunki & Pirani	CR	B1ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem distribuição restrita ao município de Linhares, estando sujeita a uma única situação de ameaça. A EOO é menor que 10 km². Descrita em 1998 é conhecida apenas por cinco coleções, a primeira coleta datada de 1934 e a última, de 1998. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da fragmentação florestal para conversão de áreas para a agropecuária e silvicultura.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20marginatus	Mata Atlântica
4207	RUTACEAE	Esenbeckia hieronymi	Engl.	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva das matas ripárias da Mata Atlântica, ocorrendo no Sul do país e nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Sua extensão de ocorrência calculada é de 258.300,4km², no entanto, não foi possível resgatar as coletas para o Rio Grande do Sul, onde consta como criticamente ameaçada e para o estado de Mato Grosso do Sul. As coletas da espécie ocorreram após a década de 50, e tem sido coletada com baixa frequência entre as décadas até a atualidade, não sendo possível suspeitar de declínio populacional. As subpopulações das espécies do gênero tendem a ocorrer de forma agregada, devido a dispersão autocórica. O habitat de ocorrência é protegido por lei, as áreas de preservação permanentes às margens de rios, no entanto há níveis de desmatamento significativos na Mata Atlântica da região. E as alterações no novo código florestal põe em risco a preservação do habitat.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20hieronymi	Mata Atlântica
4208	RUTACEAE	Esenbeckia irwiniana	Kaastra	EN	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva com distribuição restrita aos Campos Rupestres de Minas Gerais. A EOO é de 2.523 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a duas situações de ameaça nas regiões de Diamantina e Grão-Mogol. Ambas as regiões sofreram no passado, com a atividade de mineração, que continua sendo uma ameaça potencial. Atualmente está sujeita à perda da qualidade do hábitat em decorrência de incêndios por manejo de pastagens e atividades agrícolas, como o cultivo de sorgo, milho e feijão.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20irwiniana	Cerrado
4209	RUTACEAE	Esenbeckia leiocarpa	Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição pelas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, em tipos florestais da Mata Atlântica sensu lato. Não foi possível avaliar nível de declínio populacional com base em informações sobre níveis de explotação por uso da madeira.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20leiocarpa	Cerrado, Mata Atlântica
4210	RUTACEAE	Esenbeckia pilocarpoides	Kunth	LC	""	""	Tainan Messina	Especie de arvoreta, não endêmica do Brasil, ocorrendo no país em ampla distribuição pelas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Sem uso específico ou pressão de coleta.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20pilocarpoides	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4211	RUTACEAE	Euxylophora paraensis	Huber	CR	A2bcd	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de grande porte da Floresta Amazônica, endêmica do Brasil, tem distribuição restrita aos Estados do Pará e Maranhão. A EOO é de 166.544 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, tomando-se como base os municípios de ocorrência. É conhecida a partir de poucas coletas botânicas antigas, a primeira de 1907 e a última de 1982. A madeira, de alto valor comercial e com diversas aplicações, é intensamente explorada no Pará. Encontra-se ameaçada pelo rápido declínio populacional, em consequência da exploração da madeira e pelo desmatamento para assentamentos e atividades agrícolas. Ocorre naturalmente em baixas densidades em florestas preservadas. Além disso, em sua EOO, estão os municípios de maiores índices de desmatamentos ou de áreas desmatadas da Amazônia Legal. Estima-se que nas últimas três gerações (cerca de 20 anos cada geração) tenha havido uma redução populacional maior que 80%.	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euxylophora%20paraensis	Amazônia
4212	RUTACEAE	Galipea carinata	Pirani	CR	B1ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea baixa, restrita, tem EOO de 5 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, na Floresta de Restinga em Guarapari (ES). É conhecida por apenas quatro coletas, nos anos de 1988, 1993, 1999 e 2000, todas em matas próximas às rodovias estaduais (ES-477 e ES-060). Não há informações sobre ocorrência no Parque Estadual Paulo César Vinha, uma unidade de conservação (SNUC) com 15 km², próxima às áreas de coleta da espécie. Encontra-se ameaçada pela perda da qualidade do hábitat, em consequência dos impactos na faixa de servidão às margens das rodovias, como a especulação imobiliária, agropecuária e silvicultura.	2012-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galipea%20carinata	Mata Atlântica
4213	RUTACEAE	Hortia brasiliana	Vand. ex DC.	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea de grande porte da Mata Atlântica, não é endêmica do Brasil, mas é a única do gênero a ser encontrada na costa leste do Brasil. Espécie clímax exigente de luz, ocupa a floresta estacional e pluvial bem preservada ou de estágio sucessional avançado. A casca tem aplicações medicinais e sua madeira tem valor comercial e aplicações locais. Pode ser encontrada isolada em pastagens, para sombra ao gado e manejo de rebrota com estímulo de fogo, para produção de novos troncos. É relativamente frequente na bacia do Rio Doce e na Zona da Mata de Minas Gerais. Encontrada em unidades de conservação. Quase ameaçada pelo declínio de área de habitat, em consequência do desmatamento. É provável que esteja em declínio populacional, por isso sugere-se uma análise para ser avaliada segundo o critério E.	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hortia%20brasiliana	Mata Atlântica, Amazônia
4214	RUTACEAE	Metrodorea maracasana	Kaastra	VU	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	"Espécie arbórea da Mata Atlântica, restrita às Florestas Estacionais, Pluviais e de Tabuleiro da Bahia e Espírito Santo. Ocorre em florestas primárias ou de estágio sucessional avançado preservadas. Sua EOO é de 60.556 km² e AOO de 64 km². Encontra-se ameaçada devido ao declínio de hábitat em decorrência dos altos níveis de desmatamento do bioma nos dois Estados. A proximidade e o agrupamento entre os pontos de coleta permitem reconhecer que a espécie esteja sujeita a até 10 situações de ameaça, resultando na classificação ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metrodorea%20maracasana	Caatinga, Mata Atlântica
4215	RUTACEAE	Nycticalanthus speciosus	Ducke	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbórea baixa, rara e restrita ao município de Manaus (AM). É conhecida por poucas coletas, esparsas ao longo do tempo. As coletas datam de 1930, 1935, 1955 e 1996. A EOO é de 278 km² e AOO de 8 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat, em consequência da expansão de zona urbana e rural em torno de Manaus.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nycticalanthus%20speciosus	Amazônia
4216	RUTACEAE	Pilocarpus alatus	C.J.Joseph ex Skorupa	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	"Espécie arbustiva da Floresta Amazônica dos Estados do Maranhão e Pará. Tem EOO de 16.701,39 km² e AOO de 20 km². Provavelmente está extinta no Pará, onde foi coletada uma única vez em 1926. No Maranhão, Estado com 81% de desmatamento de Floresta Amazônica, está sujeita a duas situações de ameaça, Lago do Junco e Barra do Corda. Há informações de coleta que indicam que a espécie ocorre também em Montevidéu (MA). Considerou-se que a possível extinção no Estado do Pará seja um indicativo de diminuição de sua distribuição (EOO e AOO), do número de subpopulações da espécie e de situações de ameaça. Dessa forma, a espécie foi categorizada como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20alatus	Amazônia
4217	RUTACEAE	Pilocarpus giganteus	Engl.	NT	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea baixa da Mata Atlântica, ocorrendo no subosque das florestas pluviais, semidecíduas e restingas. Distribui-se da Bahia ao litoral norte de São Paulo e na Mata Atlântica de interior de Minas Gerais, pela Bacia do Rio Doce e na Zona da Mata. Extensão de ocorrência de 171.665 km². Quase ameaçada devido a histórica devastação da Mata Atlântica, entretanto os locais conhecidos  sua ocorrência são em sua maioria de grandes fragmentos florestais, ainda preservados do desmatamento.	2012-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20giganteus	Mata Atlântica
4218	RUTACEAE	Pilocarpus jaborandi	Holmes	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie de jaborandi, arbustiva a arbórea baixa, é endêmica do Brasil e restrita aos Estados do Ceará e da Bahia, em florestas da Caatinga e Mata Atlântica. A EOO é de 102.337 km² e AOO de 28 km². Entre as três espécies de jaborandi do gênero Pilocarpus (P. trachylophus, P. microphyllus, P. jaborandi) é a mais rara e com menos coletas botânicas, por isso sofre menos com a pressão do extrativismo industrial, mas é mais suscetível às modificações do hábitat, devido à raridade. Está sujeita a até cinco situações de ameaça. As subpopulações, ameaçadas pela perda de AOO e da qualidade do hábitat, estão extremamente fragmentadas e disjuntas, por conta dos altos níveis de desmatamento.	2012-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20jaborandi	Caatinga, Mata Atlântica
4219	RUTACEAE	Pilocarpus microphyllus	Stapf ex Wardlew.	EN	A2bcd	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva, não endêmica do Brasil, ocorrendo no país nos Estados do Pará, Maranhão e Piauí, na Floresta Amazônica, em Floresta de Terra Firme Pluvial a Estacional. Tem propriedades medicinais por conter pilocarpina, e por isso tem uso intenso por parte de comunidades indígenas alcançando escala industrial para a produção de chás e cosméticos. A frequência de coleta está em declínio, inferindo-se uma redução populacional. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e qualidade do hábitat, em consequência do desmatamento para atividades agropecuárias, assentamentos e pelos níveis de uso e importância econômica. Estima-se que a redução populacional ocorrida nos últimos 10 anos tenha sido maior que 50%.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20microphyllus	Amazônia
4220	RUTACEAE	Pilocarpus trachylophus	Holmes	EN	A3cde	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva das Florestas Deciduais da Caatinga, como a Caatinga Arbórea e a Mata Seca. Devido à pressão por extrativismo, ao declínio de área e da qualidade de hábitat e à competição por espécies invasoras, esta espécie está ameaçada de extinção. Estima-se redução populacional maior que 50% ao fim dos próximos 10 anos.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20trachylophus	Caatinga, Cerrado
4221	RUTACEAE	Raulinoa echinata	R.S.Cowan	VU	D2	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva endêmica e de distribuição restrita às margens do Rio Itajaí-Açu, em Santa Catarina, nos municípios de Apiúna, Ibirama e Indaial. A EOO é de 372 km² e AOO de 32 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua AOO é seguramente menor, uma vez que ocorre em hábitat específico, às margens pedregosas do rio. A descoberta recente de princípio ativo útil no tratamento da doença de chagas fez surgir novos interesses para a conservação da espécie, que está potencialmente ameaçada pelo incessante processo de construção de pequenas centrais hidrelétricas. Existem em andamento estudos para a criação de Refúgio da Vida Silvestre em sua região de ocorrência.	2012-09-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raulinoa%20echinata	Mata Atlântica
4222	RUTACEAE	Spiranthera odoratissima	A.St.-Hil.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva não endêmica do Brasil e amplamente distribuída no Cerrado brasileiro. Sem pressão por uso específico.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spiranthera%20odoratissima	Amazônia, Cerrado, Caatinga
4223	RUTACEAE	Zanthoxylum petiolare	A.St.-Hil. & Tul.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbórea não endêmica do Brasil, amplamente distribuída no Brasil, em diversas fitofisionomias florestais do cerrado, caatinga e mata atlântica. Sem pressão por uso específico, embora a madeira seja usada em escala local no fabrico de cabos de ferramentas.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zanthoxylum%20petiolare	Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica
4224	SALICACEAE	Abatia angeliana	M.H.Alford	VU	A2c	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Abatia angeliana é endêmica do Brasil, com ocorrência confirmada nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, no sub-bosque de Florestas Ombrófilas Mistas. A espécie apresenta AOO menor que 500 km² (AOO=56 km²), em fitofisionomia extremamente fragmentada e descaracterizada pelo intenso e histórico processo de exploração de seus recursos. Estima-se que os remanescentes de Florestas Ombrófilas Mistas nos três Estados de ocorrência da espécie representem entre 1% e 2% do total originalmente ocupado por essa formação, depois de séculos de exploração irracional dos recursos e da conversão das florestas. Por ser uma planta esciófila, suspeita-se que suas subpopulações sofram declínio com a retirada da cobertura vegetal (especialmente árvores de dossel, como Araucaria angustifolia), já que essa atividade pode aumentar de maneira significativa a incidência de luz no interior do sub-bosque. Com base na perda de florestas nessas regiões, suspeita-se que a espécie tenha perdido cerca de 30% de sua população nos últimos 10 anos ou três gerações, em uma área onde as formações em que ocorre encontram-se muito fragmentadas e sofrem a incidência de ameaças que ocasionam um declínio contínuo na qualidade do diminuto hábitat. Mesmo sendo bem coletado, esse táxon foi considerado raro e ocorre somente nessa área extremamente pressionada por atividades antrópicas. Por isso, A. angeliana foi considerada ""Vulnerável (VU)"", demandando ações que garantam a manutenção da sua população."	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abatia%20angeliana	Mata Atlântica
4225	SALICACEAE	Azara uruguayensis	(Speg.) Sleumer	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Azara uruguayensis (Speg.) Sleumer não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Argentina e no Uruguai. Aqui, ocorre amplamente distribuida no interiror de Florestas Ombrófilas densas e abertas pouco perturbadas, associadas aos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos). Seus registros indicam sua ocorrência ao longos dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie ocorre em diversas Unidades de Conservação ao longo de sua extensa distribuição, de diferentes categorias e níveis de proteção. Porém, é dependente da qualidade do ambiente, e tem suas populações situadas em dois Domínios Fitoeográficos altamente impactados por diversas atividades antrópicas. Sendo assim, a espécie foi considerada Quase Ameaçada (NT). Estudos populacionais são necessários para uma avaliação de risco mais precisa.	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Azara%20uruguayensis	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4226	SALICACEAE	Banara brasiliensis	(Schott) Benth.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Banara brasiliensis (Schott) Benth. é endêmica do Brasil, e até pouco tempo era sua ocorrência era considerada restrita ao estado do Rio de Janeiro. Novas coleções foram realizadas nos estados do Espirito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Paraná, além da Ilha de Trindade (ES). A espécie, considerada Vulnerável (VU) em avaliação de risco da IUCN (O\\'Brien, 1998) quando ainda era considerada restrita ao Rio de Janeiro, teve diversas coleções que ampliaram significativamente sua distribuição dentro do Domínio Fitoegráfico Mata Atlântica. Encontrada em diversas fitofisionomias, como restingas, florestas ombrófilas e florestas estacionais, B. brasiliensis ocorre em diversas Unidades de Conservação, e por isso, foi considerada como Menos Preocupante (LC). Porém , estudos mais destalhados a respeito de sua real distribuição e do estado de suas populações é recomendado, afim de garantir uma avaliação de risco mais precisa.	2012-11-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banara%20brasiliensis	Mata Atlântica
4227	SALICACEAE	Casearia gossypiosperma	Briq.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Espécie de ampla distribuição na América do Sul, no Brasil, ocorre em diversas fitofisionomias, ao longo dos Domínio Fitogeográficos Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado, nos estados do Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. C. gossypiosperma foi registrada dentro dos limites de diversas Unidades de Conservação, e por esses fatores, foi considerada Menos Preocupante (LC). Entretanto, como sua madeira tem uso previsto e a espécie apresenta potencial medicinal, faz-se necessária a implementação de monitoramento as suas populações e a criação de legislação de regule a utilização dos recursos deste táxon.	2012-01-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20gossypiosperma	Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado
4228	SALICACEAE	Casearia lasiophylla	Eichler	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Casearia lasiophylla Eichler ocorre em diversas fitofisionomias ao longo dos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica e Cerrado. Mesmo sendo uma espécie não muito frequente em algumas tipologias em que foi registrada (por e.g. áreas de savana estépica), C. lasiophylla  possui ampla distribuição de ocorrência no Brasil, inclusive em Unidades de Conservação. Ao contrário de outras congêneres, não possui uso comercial/ medicinal descrito na literatura. Por esse motivos, foi considerada de Menor Preocupação (LC).	2012-08-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20lasiophylla	Mata Atlântica, Cerrado
4229	SALICACEAE	Casearia paranaensis	Sleumer	VU	A2c,B1ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Casearia paranaensis é uma árvore endêmica do Brasil, com registros no Estado Paraná e leste de São Paulo. Ocorre em diversas fitofisionomias ao longo do bioma Mata Atlântica, como Restingas, Florestas Ombrófilas Mistas e Densas, em altitudes de até 1.000 m. Muitas subpopulações conhecidas para o táxon se encontram protegidas por unidades de conservação (SNUC) de proteção integral (por exemplo, Parque Estadual da Serra do Mar e Estação Ecológica Juréia-Itatins). Mesmo com o atual panorama de fragmentação da Mata Atlântica nesses Estados, as subpopulações dessa espécie não parecem estar severamente fragmentadas, uma vez que são dispersas por aves, entretanto, apresenta EOO menor que 20.000 km² (EOO=17.072,86 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça identificadas, além de um verificado declínio nas condições ambientais de sua AOO. Os municípios em que a espécie foi registrada sofreram perdas severas de sua cobertura, permitindo suspeitar-se uma redução populacional maior que 30%. Assim sendo, a espécie foi considerada ""Vulnerável (VU)"" nesse primeiro momento, entretanto, estudos sobre estrutura e genética das subpopulações remanescentes de C. paranaensis devem ser conduzidos para subsidiar avaliações de risco mais robustas no futuro."	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20paranaensis	Mata Atlântica
4230	SALICACEAE	Casearia pauciflora	Cambess.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Casearia pauciflora Cambess. é uma espécie muito característica, dificilmente confundida com outras congêneres. Endêmica do Brasil, há divergencias na literatura e nos testemunhos acessados quanto a sua real distribuição no território nacional. Dados recentes indicam sua presença em florestass úmidas e estacionais, em diferentes estágios de sucessão, nos estados do Maranhão, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Paraná, com apenas um registro de ocorrência para Brasília. Sua área core  de distribuição parece ser o estado do Rio de Janeiro, uma vez que a maior parte dos registros foi feito nesse estado. Parece ocorrer de forma mais ampla em outros estados brasileiros, porém não há testemunhos, isso parece refletir o baixo esforço de coleta em muitas dessas áreas. Suas populações se encontram protegidas por Unidades de Conservação de diferentes categorias. Portanto, suspeita-se que C. pauciflora seja uma espécie de Baixo Risco (LC) de extinção, entretanto, estudos sobre sua real distribuição e sobre a estrutura de suas populações devem sem conduzidos a fim de subsidiar avaliações de risco de extinção futuras.	2012-08-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20pauciflora	Amazônia, Mata Atlântica
4231	SALICACEAE	Salix humboldtiana	Willd.	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Salix humboldtiana Willd. ocorre amplamente distribuida nos neotrópicos. No Brasil, foi registrada nos estados do Acre, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nos Domínios Fitogeográficos Amazônia, Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos). Foi apontada como útil no estabelecimento de reflorestamentos mistos, alem de possuir potencial valor no mercado de plantas ornamentais. Sua madeira costuma ser utilizada em obras internas de casas, caixotaria em geral e construção de moradias rurais. Mesmo com esses usos associados, estes parecem não configurar uma ameaça a perpetuação da espécie na natureza, uma vez que não são predatórios e apenas local. Por isso, a espécie foi avaliada como Menor Preocupação (LC) quanto a seu risco de extinção. Entretanto, estudos populacionais e dados a respeito de formas de uso podem embasar uma avaliação de risco mais robusta, subsidiada por dados quantitativos, para Salix humboldtiana  Willd.	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salix%20humboldtiana	Amazônia, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4232	SALICACEAE	Xylosma glaberrima	Sleumer	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Xylosma glaberrima Sleumer é endêmica do Brasil, ocorrendo em Florestas Ombrófilas em diferentes estágios de sucessão no Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, com registros confirmados até agora nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. A  espécie parece ser naturalmente rara, com distribuição descontínua e irregular. Ocorre em diferentes categorias de Unidades de Conservação ao longo de sua distribuição e não foram encontradas formas de uso de X. glaberrima. Contudo, a espécie apresenta AOO de 36 Km², além de uma possuir uma forte relação com o ambiente em que ocorre, florestas de até 950 m de altitude nos estados citados. Estas formações florestais sofrem pressões antrópicas variadas e severas, o que resulta em um declínio contínuo na qualidade do habitat de X. glaberrima, por esses motivos, a espécie foi considerada Quase Ameaçada (NT), demandando esforços de pesquisa para embasar de maneira mais precisa sua avaliação de risco de extinção.	2012-06-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylosma%20glaberrima	Mata Atlântica
4233	SANTALACEAE	Acanthosyris paulo-alvinii	G.M. Barroso	VU	D2	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie é endêmica do Estado da Bahia e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais são a transformação do hábitat para sistemas de cabruca e o declínio da qualidade do hábitat da espécie. Caso não sejam controladas, por apresentar frequência baixa, A. paulo-alvinii poderá ser elevada a uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-08-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthosyris%20paulo-alvinii	Cerrado
4234	SANTALACEAE	Eubrachion ambiguum	(Hook. & Arn.) Engl.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apresenta distribuição ampla e ocorre em Unidade de Conservação.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eubrachion%20ambiguum	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4235	SANTALACEAE	Thesium aphyllum	Mart. ex A. DC.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apresenta distribuição ampla e ocorre em Unidade de Conservação.	2012-12-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thesium%20aphyllum	Cerrado, Mata Atlântica
4236	SAPINDACEAE	Allophylus puberulus	(Cambess.) Radlk.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. puberulus ocorre em praticamente toda a extensão do bioma Mata Atlântica, bem como ao Oeste do biomas Cerrado e Amazônia. A espécie abrange diferentes fitofisionomias (florestas úmidas e restinga) e ocorre em áreas de proteção integral. Possui Extensão de Ocorrência superior a 20.000 km².	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allophylus%20puberulus	Mata Atlântica
4237	SAPINDACEAE	Allophylus semidentatus	(Miq.) Radlk.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	A. semidentatus é uma arbórea de distribuição ampla, ocorrendo nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, bem como em outros países. Os estudos indicam que a espécie não possui densidade superior a 3 indivíduos por hectare, mostrando ser relativamente rara e, portanto, supõem-se que a espécie ocorra em outras localidades ainda não amostradas dentro da extensão de ocorrência. Possui coletas botânicas em áreas de proteção integral. Assim, a espécie esta categorizada em Least Concern.	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allophylus%20semidentatus	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
4238	SAPINDACEAE	Cardiospermum corindum	L.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	C. corindum é um arbusto cosmopolita. No Brasil ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, tanto em florestas úmidas como em savanas. As coletas botânicas revelam a ocorrência em áreas de proteção integral.	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cardiospermum%20corindum	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
4239	SAPINDACEAE	Cupania concolor	Radlk.	VU	B1ab(iii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cupania concolor é uma espécie arbórea de pequena distribuição geográfica. Ocorre desde a costa atlântica do Sudeste brasileiro até o sudeste de Minas Gerais. A estimativa de EOO foi de cerca de 15.000 km², colocando a espécie na categoria ""Vulnerável"" (VU). Sua EOO está em uma área bem conhecida pela comunidade científica e apresenta um grau elevado de ameaça devido ao longo histórico de perda de hábitat, tanto pela ocupação humana como pela mudança do uso do solo para atividades agrícolas e pastagem, ficando a espécie sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Embora parte das coletas botânicas seja proveniente de áreas protegidas, as ameaças incidentes afetam as áreas no entorno, reduzindo a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat. A ocupação humana com retirada da cobertura vegetal ainda ocorre nas áreas litorâneas, reduzindo o número de subpopulações de C. concolor."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cupania%20concolor	Mata Atlântica, Cerrado
4240	SAPINDACEAE	Cupania furfuracea	Radlk.	VU	B2ab(i,ii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Cupania furfuracea é uma espécie arbórea que ocorre em Florestas Arbustivas Úmidas e Secas do Sudeste brasileiro. Os registros botânicos são relativamente recentes, em locais bem conhecidos pela comunidade científica e, em sua maioria, em áreas protegidas. A dependência de uma fauna especializada em transportar grandes sementes e o uso da sua madeira para a produção de lenha são fatores que, somados à perda de hábitat, ameaçam a sobrevivência da espécie. Foram identificados como principais fatores de perda de hábitat, o crescimento urbano, com instalações de empreendimentos e especulação imobiliária e o fogo, que reduzem a AOO e a EOO da espécie. As subpopulações conhecidas permitem estimar uma AOO de 76 km² e estão sujeitas a menos de 10 situações de ameaça, colocando a espécie na categoria ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cupania%20furfuracea	Mata Atlântica, Cerrado
4241	SAPINDACEAE	Dilodendron bipinnatum	Radlk.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. bipinnatum é uma arbórea com representatividade pelo Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. A espécie é dispersa por aves, um fator que permite as sementes germinarem em áreas distantes da planta-mãe, diminuindo o risco de extinção de D. bipinnatum.	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dilodendron%20bipinnatum	Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado
4242	SAPINDACEAE	Magonia pubescens	A.St.-Hil.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	M. pubescens é uma arbórea com distribuição ampla, ocorre no Cerrado brasileiro e arredores, bem como em outros países sul-americanos. As subpopulações foram encontradas com densidades variadas, alcançando até 120 indivíduos por hectare.	2012-02-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magonia%20pubescens	Amazônia, Cerrado
4243	SAPINDACEAE	Melicoccus espiritosantensis	Acev.-Rodr.	EN	B1ab(i,ii,iv)+2ab(i,ii,iv)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Melicoccus espiritosantensis é uma espécie arbórea conhecida somente em dois locais que hoje são áreas protegidas, um na Bahia e outro no Espírito Santo. A estimativa de EOO é inferior a 5.000 km² e a de AOO, inferior a 500 km², categorizando a espécie como ""Em perigo"" (EN). Ambos os locais estão ameaçados pela perda de hábitat, estimada em 41,8% em Prado (BA) e 78,9% em Linhares (ES) em relação à Mata Atlântica original, estando, assim, a espécie sujeita a duas situações de ameaça. As áreas citadas apresentam um histórico de ocupação humana crescente até os dias de hoje, o que seguramente diminui a EOO e AOO da espécie, reduzindo dessa forma o número de subpopulações."	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melicoccus%20espiritosantensis	Mata Atlântica
4244	SAPINDACEAE	Paullinia racemosa	Wawra	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. racemosa ocorre ao longo da costa brasileira em diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica, desde a restinga até as matas úmidas sub-montanas. Parte dos registros botânicos são provenientes de áreas sob proteção integral. A espécie possui Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km², de forma que a espécie não está em risco de extinção.	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20racemosa	Mata Atlântica
4245	SAPINDACEAE	Paullinia riodocensis	Somner	VU	B2ab(i,ii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Paullinia riodocensis é uma liana que já foi considerada endêmica do norte do Espírito Santo e sul da Bahia, no entanto, hoje se sabe que ocorre do Paraná até Alagoas. A AOO foi estimada em 64 km². Sabendo que a espécie ocorre em Floresta de Restinga ao longo da costa atlântica, uma fitofisionomia que historicamente foi degradada pela ocupação humana, pela agricultura extensiva durante os ciclos econômicos do café e cacau e pela especulação imobiliária, é possível identificar menos de 10 situações de ameaças, colocando-a na categoria ""Vulnerável"" (VU). Devido à Restinga ser um hábitat bastante frágil, as ameaças incidentes comprometem profundamente a qualidade do hábitat da espécie. Os loteamentos para a construção de imóveis e o estabelecimento de indústrias, notadamente nas áreas não protegidas, são ameaças que reduzem a AOO e a EOO."	2012-07-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20riodocensis	Mata Atlântica, Caatinga
4246	SAPINDACEAE	Paullinia uloptera	Radlk.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. uloptera é uma liana com ocorrência na Mata Atlântica. Não foi encontrada especificidade de habitat para a espécie e a Extensão de Ocorrência estimada foi bastante superior a 20.000 km².	2012-08-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20uloptera	Mata Atlântica
4247	SAPINDACEAE	Serjania cuspidata	Cambess.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	S. cuspidata é uma liana da Mata Atlântica, ocorre em região sob influência marinha como a encosta da Serra do Mar e o litoral Sul da Bahia, mas também foi encontrada nas formações montanhosas de Minas Gerais. Embora tenha potencial econômico ornamental e uso na medicina popular, a espécie é encontrada em áreas protegidas integralmente e teve Extensão de Ocorrência estimada bastante superior a 20.000 km², não sendo categorizada sob risco de extinção.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20cuspidata	Mata Atlântica
4248	SAPINDACEAE	Serjania deflexa	Gardner	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	S. deflexa é uma liana da Mata Atlântica, ocorre desde a encosta do sudeste brasileiro até a região central e sul de Minas Gerais. A espécie não apresenta especificidade de habitat, porém os registros botânicos demonstram que a espécie ocorre em formações montanhosas, locais comumente mais preservados por terem acesso difícil para atividades humanas impactantes. A Extensão de Ocorrência estimada foi superior a 20.000 km².	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20deflexa	Mata Atlântica
4249	SAPINDACEAE	Serjania divaricocca	Somner & Acev.-Rodr.	CR	B2ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Serjania divaricocca é uma liana conhecida apenas em uma área de proteção integral de 440 ha, a Estação Biológica de Santa Lúcia (EBSL). O fato do local de ocorrência ser um remanescente pequeno e não ter conectividade com outras áreas protegidas prejudica a manutenção da população, mesmo sem ameaça incidente direta. Além disso, a região sofre variadas frentes de ameaça, com destaque às queimadas que frequentemente invadem a EBSL. Foi estimada AOO inferior a 10 km², categorizando a espécie em ""Criticamente em perigo"" (CR). O único registro sujeita S. divaricocca a apenas uma situação de ameaça que, pelo já exposto, é provocada pela redução da qualidade do hábitat."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20divaricocca	Mata Atlântica
4250	SAPINDACEAE	Serjania hatschbachii	Ferrucci	CR	A2c,B1ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Serjania hatschbachii é uma liana que ocorre em Floresta Submontana arenítica no Alto Vale do Ribeira (PR e SP). A espécie foi encontrada em três locais próximos uns dos outros, os quais permitem estimar uma EOO de 11 km² e colocar a espécie na categoria ""Criticamente em perigo (CR)"". O fato de a região apresentar solo com alta declividade talvez seja o único fator favorável à preservação do hábitat, visto que a agricultura de subsistência, a retirada da cobertura vegetal para produção de lenha e a invasão de espécies exóticas são as principais ameaças incidentes. Assim, a espécie está sujeita a uma situação de ameaça, devido ao declínio da EOO, AOO e à qualidade do hábitat. E, além de ter população pequena, seu hábitat de ocorrência poderá ser reduzido drasticamente. No Alto Vale do Ribeira existe um projeto movido pela Companhia Brasileira de Alumínio, uma empresa do grupo Votorantim, para a construção de quatro hidroelétricas que alagarão aproximadamente 11.000 km², sendo uma delas 10 km² a montante do município de Ribeira, e mais três a jusante ao longo do Rio Ribeira de Iguape. Considerando que S. hatschbachii é uma liana semilenhosa, é possível inferir que a redução do hábitat por alagamento das espécies hospedeiras afete sua população. Também é possível inferir que o tempo de geração da espécie seja superior a cinco anos e assim projetar que, caso as usinas sejam construídas, mais de 80% da população poderá ser eliminado em um período máximo de três gerações."	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20hatschbachii	Mata Atlântica
4251	SAPINDACEAE	Serjania platycarpa	Benth.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	S. platycarpa é uma liana que ocorre em ambiente mésico, tais como os encontrados em matas e florestas decíduas do cerrado brasileiro. A espécie não é endêmica do Brasil. Foi estimada Extensão de Ocorrência ca. 55.000 km², sendo categorizada fora de risco de extinção.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20platycarpa	Mata Atlântica, Cerrado
4252	SAPINDACEAE	Talisia angustifolia	Radlk.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	T. augustifoia é um arbusto não endêmico do Brasil. Ocorre em fitofisionomias variadas do Cerrado brasileiro, tais como o campo limpo, campo gramíneo e savana. Todos são habitats abertos e característicos por terem solo arenoso. A distribuição é relativamente ampla dentro das especificidades citadas, de forma que a espécie não está em risco de extinção.	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Talisia%20angustifolia	Amazônia, Cerrado
4253	SAPINDACEAE	Talisia subalbens	(Mart.) Radlk.	VU	B1ab(iii)	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	"Talisia subalbens é um arbusto endêmico da Chapada dos Guimarães e áreas adjacentes (MT), ocorrendo em fitofisionomia caracterizada pelo solo areno-pedregoso. A espécie é colocada em risco por diversas frentes de ameaça, porém, o fogo, comumente iniciado pela limpeza de terras destinadas à atividade agrícola ou para eliminar lixo urbano, parece ser o fator predominante, colocando em risco até mesmo as subpopulações nos limites do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. A espécie está sujeita a menos de 10 situações de ameaças, que, pelos motivos expostos, reduzem a AOO, EOO e a qualidade do hábitat, categorizando-a como ""Vulnerável"" (VU)."	2012-08-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Talisia%20subalbens	Cerrado
4254	SAPINDACEAE	Urvillea glabra	Cambess.	VU	D2	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	Urvillea glabra é uma liana que ocorre em vegetação sobre solo arenoso, como as Restingas e Florestas Arbustivas da Costa Atlântica brasileira. Embora ocorra em hábitats restritos da Mata Atlântica, a espécie apresenta distribuição ampla no bioma. Historicamente essas áreas foram agredidas pelo crescimento urbano e pela posterior especulação imobiliária, a exemplo dos municípios em que se localizam as subpopulações do Estado Rio de Janeiro, os quais compõem uma situação de ameaça. Outras subpopulações encontram-se isoladas e com perda de hábitat bastante elevada em relação à cobertura vegetal original da Mata Atlântica: 87,3% em Cabo de Santo Agostinho (PE), 76,9% em Guarapari e 94,5% em Vila Velha (ES). A subpopulação de Ubatuba (SP) é a mais preservada (16%) e pouco ameaçada em função da alta declividade do terreno da Serra do Mar. Diante do exposto, a espécie está sujeita a cinco situações de ameaça que podem elevar sua categoria a um maior risco futuramente.	2012-08-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urvillea%20glabra	Mata Atlântica
4255	SAPOTACEAE	Chromolucuma rubriflora	Ducke	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição e com ocorrência também na Venezuela. Não apresenta uso nem ameaças descritas para a espécie, portanto a espécie foi considerada LC.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolucuma%20rubriflora	Amazônia
4256	SAPOTACEAE	Chrysophyllum acreanum	A.C.Sm.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações disponíveis suficientes para a categorização de risco de extinção da espécie.	2011-03-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20acreanum	AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)
4257	SAPOTACEAE	Chrysophyllum arenarium	Allemão	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição (346.694Km2) e apesar da falta de dados sobre as subpopulações, suspeita-se que a espécie, por não apresentar dados de ameaça ou de uso indicados pelo especialista, não esteja em risco de se extinguir.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20arenarium	Cerrado e Caatinga (Carneiro & Almeida, 2010)
4258	SAPOTACEAE	Chrysophyllum bombycinum	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie apresenta dados de distribuição, porém não possui dados populacionais, de uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim a avaliação do real risco de extinção da espécie.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20bombycinum	AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)
4259	SAPOTACEAE	Chrysophyllum durifructum	(W.A.Rodrigues) T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie já foi listada anteriormente como CR na lista da IUCN, no entanto a espécie apresenta EOO > 100 Km2. Além disso, a espécie não possui dados de ameaça, populacionais ou de uso. Portanto a espécie foi categoriazada como DD.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20durifructum	Amazônia
4260	SAPOTACEAE	Chrysophyllum flexuosum	Mart.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla ocorrência e com dados populacionais apontando abundância nas áreas pesquisadas. Portanto a espécie foi categorizada como LC.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20flexuosum	Mata AtlÃ¢ntica (Forzza et al. 2010).
4261	SAPOTACEAE	Chrysophyllum imperiale	(Linden ex K.Koch & Fintelm.) Benth. & Hook.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica. Tem ampla distribuição, mas ocupa uma AOO de apenas 36 km². Chrysophyllum imperiale cresce em fragmentos de Floresta Pluvial, Floresta Semidecídua e Florestas Nebulares em um tipo de habitat bastante específico. A perda e a degradação do habitat são citados como ameaças em estudos, que também avaliaram a espécie como esparsa, tendo sido encontrado somente um indivíduo em 1000 m² de parcelas. Foi considerado que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça de acordo com a presença ou ausência em unidades de conservação. Assim, a espécie foi avaliada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20imperiale	Mata Atlântica
4262	SAPOTACEAE	Chrysophyllum inornatum	Mart.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem ampla distribuição e estudos conduzidos comprovaram não se tratar de uma espécie rara. A espécie é utilizada para a construção de ""cerco-fixos"" (armadilha de pesca) na costa sul do estado de São Paulo (Hanazaki, 2009), no entanto, essa atividade não ameaça significantemente a estabilidade da espécie na natureza. Portanto, a espécie foi categorizada como LC."	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20inornatum	Mata Atlântica (Carneiro e Almeida, 2010)
4263	SAPOTACEAE	Chrysophyllum januariense	Eichler	VU	C2a(i),D2	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO calculado em 99.189 Km², ocorrendo principalmente em Restingas e áreas não inundáveis. Foi considerada extinta em 1998, uma vez que não foi encontrada em área anteriormente coletada. Estudos conduzidos localizaram indivíduos da espécie, porém, em todos os casos pode-se notar que não é abundante.Além disso, seu habitat de ocorrência vem sendo severamente degradado pela expansão imobiliária. Portanto, suspeita-se que a espécie tenha uma população total inferior a 10.000 indivíduos e que o número de indivíduos maduros de cada subpopulação não passe de 1.000 indivíduos, uma vez que a maior subpopulação tinha 12 indivíduos. Foram consideradas as principais ameaças, e ainda ocorrentes, a perda e degradação da qualidade do habitat, sendo possível estimar menos de cinco situações de ameaça para a espécie.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20januariense	""
4264	SAPOTACEAE	Chrysophyllum ovale	Rusby	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta informações suficientes para a categorização de risco de extinção.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20ovale	AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)
4265	SAPOTACEAE	Chrysophyllum paranaense	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A distribuição da espécie é duvidosa pois na Lista da Flora do Brasil está indicada como endêmica do Paraná e nos dados de distribuição do CNCFlora o mesmo especialista indica ocorrência em SC. Além disso, a indicação de literatura de outros especialistas indicam possível distribuição em SP. Portanto se faz necessária a coleta de dados mais significativos para a avaliação de risco, principalmente pelo fato de a espécie não ter uso indicado pelo especialista e ter tido como ameaça citada a perda de habitat, que foi considerado duvidoso. Além disso não há dados de população ou dados ecológicos apontando a relação entre a espécie e o habitat.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20paranaense	Mata AtlÃ¢ntica (Forzza et al. 2010)
4266	SAPOTACEAE	Chrysophyllum splendens	Spreng.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem ampla distribuição, com o EOO calculado em 802.788,980km². Estudos populacionais mostram que as subpopulações ao norte do nordeste do país, em alguns casos, apresentaram apenas 1 indivíduo por área amostral (que variou de acordo com o estudo). No entanto, Carneiro também aponta que ao sul do Nordeste a espécie ocorre em uma UC e está bem preservada, tendo sido contados 15 indivíduos a cada 10m² amostrados. Portanto, suspeita-se que nacionalmente a espécie não esteja ameaçada. Mas, considerando a perda da qualidade do habitat relativa a expansão urbana como principal ameaça, poderão ser consideradas duas localidades, uma com espécies em UCs e outra com espécies sem proteção, quase categorizando a espécie em VU D2. Além disso a espécie ocupa uma área de 100km² e ameaças incidentes pode levá-la a uma situação de ameaça.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20splendens	Mata AtlÃ¢ntica (Forzza et al. 2010)
4267	SAPOTACEAE	Chrysophyllum subspinosum	Monach.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para a categorização do risco de extinção da espécie.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20subspinosum	Mata AtlÃ¢ntica (Flora do Brasil e por Thomas et al. 2009)
4268	SAPOTACEAE	Chrysophyllum superbum	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta dados suficientes para a categorização do risco de extinção, e é apenas conhecida pelo tipo.	2011-10-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20superbum	AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)
4269	SAPOTACEAE	Chrysophyllum viride	Mart. & Eichler	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de sua ampla distribuição, C. viride é uma árvore de elevado valor econômico muito extraída no século passado (anos 60), principalmente  em Santa Catarina (Sgrott, 2003). A planta é utilizada na indústria madeireira na produção de compensados de sarrafos. São necessários estudos populacionais para assegurar estimativas mais realistas. Entretanto, ameaças incidentes podem facilmente levar a espécie a uma situação de risco.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20viride	Floresta OmbrÃ³fila Densa
4270	SAPOTACEAE	Ecclinusa bullata	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados populacionais, de uso ou ameaça. Portanto se faz necessário odirecionamento de pesquisa científica para coleta de dados, possibilitandoassim a avaliação do real risco de extinção da espécie.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ecclinusa%20bullata	Amazônia (Carneiro e Almeida, 2010)
4271	SAPOTACEAE	Ecclinusa lancifolia	(Mart. & Eichler) Eyma	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o calculo do real risco de extinção da espécie.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ecclinusa%20lancifolia	Amazônia
4272	SAPOTACEAE	Manilkara bella	Monach.	EN	A2cd,B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	É endêmica da Mata Atlântica dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=535,59 km²) e ocupa uma AOO de apenas 8 km². Estudos apontam redução populacional em unidade de conservação e, depois de 20 anos de corte, a espécie ainda não foi reencontrada no local. É amplamente utilizada pela indústria madeireira e seu habitat original da espécie tem sido severamente fragmentado: somando-se os dois estados, sofreu uma redução de aproximadamente 70%. Portanto, estima-se perda populacional igual ou maior que 50%. Cada uma das três localidades de coleta foi considerada uma situação de ameaça distinta.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20bella	Mata Atlântica
4273	SAPOTACEAE	Manilkara cavalcantei	Pires & W.A.Rodrigues ex T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Manilkara cavalcantei é utilizada como recurso madeireiro. Dados do Ibama (2007) registram a exploração da espécie para produtos madeireiros em 838,068 m3 no estado do Amazonas. O risco de extinção da espécie tem aumentado pela falta de acurácia na identificação de espécies com mesmo nome vernacular e que são utilizadas em planos de manejo de indústrias madeireiras, a falta do conhecimento científico leva a uma maior probabilidade de eliminação de espécies menos abundantes como M. cavalcantei (Bieber et al., 2004, Lacerda & Nimmo, 2010). Apesar das informações de uso e de distribuição, a espécie não possui informações suficientes para a avaliação do risco de extinção uma vez que é amplamente distribuída e que parece haver casos de identificação errada para alguns indivíduos. Por isso, faz-se necessário o direcionamento imediato de pesquisas científicas e um maior esforço de coleta para a espécie.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20cavalcantei	Amazônia, Mata Atlântica (Carneiro e Almeida, 2010).
4274	SAPOTACEAE	Manilkara dardanoi	Ducke	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie é endêmica restrita dos Estados de Pernambuco e Mato Grosso. Tem distribuição restrita (EOO=15.161,85 km²). A intensa degradação do habitat é tida como principal ameaça, e cada localidade foi considerada uma situação de ameaça distinta. Foi avaliada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20dardanoi	Mata Atlântica
4275	SAPOTACEAE	Manilkara decrescens	T.D.Penn.	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO calculado em 13.304,26 km² e é endêmica do Estado da Bahia, em áreas severamente fragmentadas. Ocorre em áreas de Restinga e sofre com a perda de habitat devido à expansão imobiliária. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça para a espécie, além de constatados declínio e degradação da qualidade do habitat.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20decrescens	Mata Atlântica
4276	SAPOTACEAE	Manilkara elata	(Allemão ex Miq.) Monach.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição disjunta, ocorrendo nos biomas atlântico e amazônico. A espécie tem a sua madeira extraída e utilizada para produção de instrumentos de corda. Apesar disso, não há informações populacionais suficientes e e é uma espécie de ampla distribuição. Portanto, faz-se necessário o direcionamento de pesquisa científica sobre as subpopulações e escala de exploração da espécie.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20elata	Mata Atlântica
4277	SAPOTACEAE	Manilkara excelsa	(Ducke) Standl.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a categorização da espécie.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20excelsa	Amazônia
4278	SAPOTACEAE	Manilkara huberi	(Ducke) A.Chev.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição e abundante. No entanto a espécie tem sido amplamente usada pela industria madereira para construção civil e naval. Portanto, faz-se necessário a elaboração de planos de ação e monitoramento contínuo uma vez que a ameaça existe e foi identificada e pode reduzir a população da espécie consideravelmente.	2011-10-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20huberi	Amazônia
4279	SAPOTACEAE	Manilkara longifolia	(A.DC.) Dubard	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é de ampla distribuição. No entanto a espécie é amplamente explorada pela industria madereira o que pode ser um problema para a estabilidade da espécie no futuro. A retirada de indivíduos das sub-populações da espécie podem resultar em redução populacional e colocar a espécie em situação de ameaça.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20longifolia	Mata Atlântica
4280	SAPOTACEAE	Manilkara maxima	T.D.Penn.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie tem EOO menor que 5.000 Km² e AOO menor que 500 km². É distribuída em uma região severamente fragmentada e com declínio constante na qualidade do habitat devido à intensa expansão imobiliária em áreas de Restinga e pela presença de áreas de cabruca em sua EOO. Além disso, estudos recentes apontam que a espécie não é abundante nas áreas amostradas. Portanto, a espécie está em eminente risco de extinção tendo sido categorizada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20maxima	Mata Atlântica
4281	SAPOTACEAE	Manilkara multifida	T.D.Penn.	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO calculado em 10.012 km2, é endêmica do Estado da  Bahia, e ocorre predominantemente em áreas de Restinga. Apesar de não ter ameaças ou uso apontados, é endêmica da Mata Atlântica, bioma severamente fragmentado e com declínio na extensão e na qualidade do habitat. De acordo com relatórios da SOS mata Atlântica, o Estado da Bahia tem menos de 10% de sua cobertura original, corroborando a fragilidade da espécie. A população da espécie foi considerada severamente fragmentada por não ser possível haver fluxo gênico entre as subpopulações que estão cercadas de ambientes antropizados, impossibilitando a dispersão de sementes. Foram identificadas menos de 10 situações de ameaça.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20multifida	Mata Atlântica
4282	SAPOTACEAE	Manilkara paraensis	(Huber) Standl.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é de ampla distribuição e ocorre em diversas Unidades de Conservação. Além disso estudos populacionais identificarm até 76 indivíduos em uma única área amostrada. No entanto a espécie pode estar sofrendo fragmentação severa, impossibilitando o fluxo gênico e pondo risco a variabilidade genética da espécie. A espécie possui valor econômico e deve ser monitorada e fiscalizada pois a sobreexplotação da espécie poderá configurar um quadro de ameaça a espécie.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20paraensis	Floresta de Terra-firme
4283	SAPOTACEAE	Manilkara rufula	(Miq.) H.J.Lam	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é de ampla distribuição, com estudos populacionais que identificaram até 119 indivíduos em área amostrada. Além disso, a espécie ocorre em diversas áreas de proteção. O especialista não invalidou a ocorrência para o estado do RJ, o que poderia configurar uma distribuição ainda maior da espécie, ou uma disjunção. Mesmo assim, a espécie não está em risco de extinção.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20rufula	Caatinga, Cerrado (Carneiro e Almeida, 2010)
4284	SAPOTACEAE	Manilkara subsericea	(Mart.) Dubard	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Se desenvolve em áreas de restinga e de floresta ombrófila, tem ampla distribuição e é abundante. Sua principal ameaça está relacionada ao habitat, no entanto a espécie ocorre dentro de diversas UCs.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20subsericea	Mata Atlântica
4285	SAPOTACEAE	Micropholis casiquiarensis	Aubrév.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Micropholis casiquiarensis Aubrév. possui registros de ocorrência para Venezuela, Colômbia e Peru, onde ocorre em matas de terra firme. No Brasil sua distribuição está restrita a região da Amazônia central, com base em registros de coleta entre Presidente Figueiredo, e o alto Rio Tocantins (AM). Apesar de ser uma espécie de interesse madeireiro na região, sua ocorrência em Unidades de Conservação (SNUC) e a existência de extensas áreas de habitat disponível entre as localidades de ocorrência configuram um cenário de baixo risco de extinção para a espécie. Por esta razão a espécie Micropholis casiquiarensis Aubrév. foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20casiquiarensis	Amazônia
4286	SAPOTACEAE	Micropholis caudata	T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Micropholis caudata T.D.Penn. é conhecida a partir de registros de coleta realizados na Amazônia Brasileira. M. caudata é arbórea e ocorre em planícies de terra não-inundáveis. Entretanto, não existem dados disponíveis sobre o tamanho, a estrutura ou tendências populacionais, dados sobre ameaças incidentes ou mesmo sobre ações de conservação empreendidas para promover a conservação da espécie. Apesar de ter sido classificada como Critically Endangered (CR) por avaliação de risco anterior (IUCN, 1998), M. caudata T.D. Penn. foi considerada como Data Deficient (DD) até que novas informações sobre a espécie sejam obtidas e possam subsidiar uma avaliação de risco consistente.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20caudata	Amazônia
4287	SAPOTACEAE	Micropholis cayennensis	T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Micropholis cayennensis T.D. Penn. possui registros de ocorrência no Brasil e na Guiana Francesa. No Brasil sua ocorrência está restrita a Amazônia, nos estados do Amazonas e do Amapá. Não existem dados populacionais disponíveis sobre a espécie, nem dados sobre ameaças incidentes. Entretanto, existem extensas áreas de habitat disponíveis ao longo da extensão de ocorrência da espécie, desde o Amazonas, no Brasil, até a Guiana Francesa, além de diversas Unidades de Conservação (SNUC) e Terras Indígenas. Considerando que os últimos registros de ocorrência foram realizados há aproximadamente 50 anos atrás, e que não foram realizadas mudanças significativas da paisagem na região, acreditamos que M. cayennensis T.D.Penn esteja sujeita a um baixo risco de extinção. Assim, a espécie foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20cayennensis	Amazônia
4288	SAPOTACEAE	Micropholis compta	Pierre in Urb.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Micropholis compta Pierre in Urb. ocorre no nordeste do Brasil, nos estados de Pernambuco, Sergipe e Bahia e no sudeste, nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, amplamente distribuída (EOO=590.766,771km²). M. compta ocorre em florestas ombrófilas dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. A Mata Atlântica sofreu significativa perda da cobertura florestal no último século, e hoje restam menos de 20% de sua cobertura vegetal original. De acordo com dados de perda da vegetação (SOS Mata Atlântica) para os municípios de ocorrência de M. compta, estima-se que a espécie tenha sofrido uma redução de habitat de 30% nos últimos 30 anos, equivalente a cerca de três gerações da espécie. Considerei que uma árvore demore em média 10 anos para ter a capacidade de se reproduzir. Além disso, a espécie foi coletada em 2005 em um município localizado no centro produtivo da sojicultura brasileira. O oeste da Bahia vem sofrendo intensa transformação ambiental devido ao avanço da agricultura desde a segunda metade do século XX. O município de Barreiras é considerado um modelo de produção agrária, tendo uma expansão da área agricultável, entre 1990 e 2006, de 296%, demonstrando grande expansão desta atividade no município, tendo a soja um papel relevante nesse processo. O resultado dessa ocupação territorial foi a supressão e fragmentação das áreas ocupadas por cerrados, matas e capoeiras (Costa et al., 2009). Se novas ocorrências forem confirmadas para a região, a expansão das fronteiras agrícolas da soja podem representar uma ameaça potencial plausível. Os remanescentes de vegetação nativa desta região do Brasil estão fragmentados e separados por grandes empreendimentos agrícolas o que restringe a área de ocupação da espécie. Além disso, estudos sugerem que a espécie apresenta baixa densidade relativa nos remanescentes onde foi encontrada. Por estas razões, M. compta Pierre in Urb. foi considerada como Near Threatened (NT).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20compta	Mata Atlântica
4289	SAPOTACEAE	Micropholis crassipedicellata	(Mart. & Eichler) Pierre	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Micropholis crassipedicelata (Mart. & Eichler) Pierre está amplamente distribuída nas matas de planícies inundadas da Mata Atlântica, além de um registro de ocorrência para o estado de Goías, situado no domínio fitogeográfico do Cerrado. Seu limite norte de distribuição é o estado da Bahia. E ao sul, sua distribuição se estende até o estado de São Paulo. Aespécie se encontra em áreas que já foram bastante degradas como norte fluminense (RJ), no passado explorado como áreade lavoura e pastagem. Entretanto, as fronteiras agrícolas na região parecem estar estabilizadas. As manchas de floresta remanescentes se encontram hoje fragmentadas e isoladas por uma série de atividades agropecuárias que se desenvolvem naregião desde a colonização, principalmente pelo plantio de cana-de-açúcar epastagem (Moreno, et al., 2003). De acordo com dados ecológicos a espécie faz parte do grupo sucessional das Secundárias Tardias (Aguiar, 2003) ou Clímax (Rolim et al. 1999). Espécies apontadas por Oliveira Filho & Fontes (2000) como indicadoras para as diversas fisionomias no domínio da Floresta Atlântica do Sudeste brasileiro. A espécie está presente em diversas unidades de conservação (SNUC) da região, e foi considerada sob baixo risco de extinção. Deste modo, classificamos M. crassipedicellata como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20crassipedicellata	Floresta AtlÃ¢ntica
4290	SAPOTACEAE	Micropholis cylindrocarpa	(Poepp.) Pierre	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Micropholis cylindrocarpa (Poepp.) Pierre ocorre da Amazônia brasileira até a Amazônia peruana. No Brasil, a espécie ocorre na Amazônia central, nos estados do Amazonas e do Acre. M. cylindrocarpa ocupa normalmente o sub-bosque de florestas de terra-firme (Peninton, 2006), porém pode ser encontrada em floresta de igapó (Scudeller & Souza, 2009). Existem extensas áreas de habitat disponível para a espécie na região. Além de diversas unidades de conservação (SNUC), Terras Indígenas, Áreas de Fronteiras e outras regiões de difícil acesso. Assim, M. cylindrocarpa foi considerada sob baixo risco de extinção  e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20cylindrocarpa	Amazônia
4291	SAPOTACEAE	Micropholis emarginata	T.D.Penn.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Micropholis emarginata é uma espécie endêmica, encontrada nos municípios de Lençóis e Mucugê, BA. Ocupa afloramentos graníticos e Vegetações Campestres da região da Chapada Diamantina e tem uma AOO de apenas 52 km². Além disso, está sujeita a três situações distintas de ameaça e a perda contínua de qualidade do habitat. Três registros de ocorrência foram feitos nos limites do Parque Nacional da Chapada Diamantina, onde a incidência de ameaças diretas é menor. Um registro foi feito fora dos limites, a nordeste da unidade, nas proximidades de uma Área de Proteção Ambiental em que a coleta de plantas não tem tanta fiscalização. Outro registro foi feito a sudoeste da unidade, em meio a uma zona agrícola de atividade intensa, com grandes efeitos sobre a vegetação nativa. M. emarginata está ameaçada pelo corte excessivo. Outras informações sugerem que o avanço agrícola, garimpo, queimadas, pastagens, retiradas de madeira e plantas ornamentais, além do turismo desordenado, representam ameaças para espécies endêmicas da região. Apesar de presente em unidades de conservação, M. emarginata  foi considerada sob risco de extinção e classificada na categoria ""Em perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20emarginata	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
4292	SAPOTACEAE	Micropholis gnaphaloclados	(Mart.) Pierre	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis gnaphaloclados (Mart.) Pierre ocorre em vegetações arbustivas e campestres de Cerrado e Caatinga, do leste a região central do Brasil. O limite sul de sua distribuição é o estado de São Paulo, mas sua ocorrência se estende até o estado do Pará, no domínio fitogeográfico Amazônico. Esta região é onde está localizado o arco de expansão da fronteira agrícola da soja no Brasil. A perda e fragmentação de habitat nesta região vem aumentando significativamente, o que em breve pode colocar M. gnaphaloclados na categoria de Vulnerable (VU). Portanto, consideramos a espécie como Near Threatened (NT).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20gnaphaloclados	Caatinga e cerrado
4293	SAPOTACEAE	Micropholis grandiflora	Aubrév.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A distribuição da espécie é conhecida apenas a partir de dados extraídos da literatura. Além disso, não existem informações sobre o tamanho e estrutura populacional, ou mesmo sobre o habitat da espécie. Apesar da região entre o Cerrado e o Amazônia brasileira estar sujeita aos efeitos da expansão das fronteiras agrícolas da soja, não existem informações suficientes para subsidiar a categorização da espécie em relação a seu risco de extinção. Portanto a espécie foi considerada como Data Deficient (DD).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20grandiflora	Amazônia e Cerrado
4294	SAPOTACEAE	Micropholis humboldtiana	(Roem. & Schult.) T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis humboldtiana (Roem. & Schult.) T.D.Penn. ocorre do sul da Venezuela ao longo do rio Negro à Amazônia central brasileira, em florestas de igapó e savanas periodicamente inundadas (Penninton, 2006), mas pode ser encontrada em Floresta Ombrófila Densa (Azevedo et al., 2008). Extensas áreas de habitat estão disponíveis na região. Além disso, não foram registradas ameaças que estejam afetando as chances de sobrevivência da espécie. Considerando que a espécie está presente em unidades de conservação (SNUC) e que a região tem pouca influencia de processos antrópicos, Micropholis humboldtiana (Roem. & Schult.) T.D.Penn. foi classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20humboldtiana	Amazônia
4295	SAPOTACEAE	Micropholis madeirensis	(Baehni) Aubrév.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis madeirensis (Baehni) Aubrév. ocorre em florestas de terra firma, da Amazônia central brasileira até o Peru. Apesar desta espécie ser utilizada pelos índios Karitiana como antiabortiva (Penninton, 1990), seu uso não parece representar uma ameaça a sobrevivência da espécie. Além disso, a espécie está presente e protegida em unidades de conservação (SNUC) e Terras Indígenas. Assim, M. madeirensis (Baehni) Aubrév. foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20madeirensis	Amazônia
4296	SAPOTACEAE	Micropholis maguirei	Aubrév.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis maguirei Aubrév. é uma árvore que ocorre em florestas ombrófilas de terra firma na Amazônia. Em território brasileiro a espécie ocorre na região do Alto Rio Negro e seu registro foi feito para o município de São Gabriel da Cachoeira. Além de sua ocorrência no Brasil, a espécie também foi registrada no Peru e na Colômbia. Esta região possui extensas áreas de floresta preservada não só pela presença de Unidades de Conservação (SNUC), Terra Indígenas, Zonas de Fronteiras, mas como outras áreas de difícil acesso. Apesar de possuir apenas um registro e baixa extensão de ocorrência (255,210km²), a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada na categoria Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20maguirei	Amazônia
4297	SAPOTACEAE	Micropholis resinifera	(Ducke) Eyma	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis resinifera (Ducke) Eyma tem distribuição conhecida somente para a Amazônia brasileira. De acordo com Penningtom (1990) a espécie ocorre em florestas ombrófilas de terra firme e de várzea, sugerindo baixa especificidade de habitat. Sua madeira e resina (balata) são de boa qualidade, mas em quantidade muito pouca para uso comercial (Penninton, 1990, Oldfield et al., 1998). Não existem ameaças diretas descritas para a espécie. Além disso, na região existem extensas áreas de habitat disponíveis protegidas por Unidades de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outros. Portanto, M. resinifera (Ducke) Eyma foi considerada sob baixo risco de extinção na categoria Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20resinifera	Amazônia
4298	SAPOTACEAE	Micropholis retusa	(Spruce ex Miq.) Eyma	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis retusa (Spruce ex Miq.) Eyma é conhecida apenas da coleta tipo, realizada no noroeste da Amazônia. Entretanto, as relações taxonômicas de Micropholis retusa ainda não estão muito claras, e ainda se discute sobre os sinônimos empregados. O padrão da venação foliar tem forte semelhança com o das demais espécies de Micropholis, e a estrutura floral também não apresenta diferenças significativas. Entretanto, a estrutura do pólen é bastante distinta de qualquer outra espécie de Micropholis ou Pouteria (Penninton, 1990, Harlen, 1991). A espécie ocorre em planícies alagáveis, no entanto, não existem outras informações ecológicas disponíveis para a espécie. Assim, a espécie Micropholis retusa (Spruce ex Miq.) Eyma foi classificada como Data Deficient (DD).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20retusa	Amazônia
4299	SAPOTACEAE	Micropholis sanctae-rosae	(Baehni) T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis sanctae-rosae (Baehni) T.D.Penn. ocorre na Amazônia nos estados brasileiros do Amapá, Pará e Acre, além de nos países Guiana Francesa e Peru (Penninton, 1990). Sua ocorrência parece estar relacionada a florestas ombrófilas de várzea e terrenos não alagáveis (Penninton, 1990). Não existem ameaças descritas na literatura que configurem um estado de risco de extinção. Além disso a região possui extensas áreas de habitat preservado por Unidades de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outras. Portanto, a espécie Micropholis sanctae-rosae (Baehni) T.D.Penn. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20sanctae-rosae	Amazônia
4300	SAPOTACEAE	Micropholis splendens	Gilly ex Aubrév.	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"?Micropholis splendens é conhecida do sul da Amazônia brasileira à Venezuela e ocorre em Florestas Ombrófilas de Terra-Firme. Há registros de coleta para os municípios de Manaus e Presidente Figueredo, AM. Sua EOO é restrita e foi calculada em 1.156 km2. Foram consideradas três diferentes situações de ameaça. A primeira referente ao entorno da cidade de Manaus, onde a espécie está sujeita a efeitos diretos e indiretos da ocupação desordenada. A segunda, diz respeito a Reserva Florestal Ducke, onde a espécie está livre de ameaças incidentes. E a terceira, à região de Presidente Figueredo, onde as atividades relacionadas ao turismo representam uma ameaça potencial à vegetação. Além disso, a região apresenta diminuição contínua da qualidade do habitat. Por estas razões, Micropholis splendens  foi considerada ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20splendens	Amazônia
4301	SAPOTACEAE	Micropholis submarginalis	Pires & T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis submarginalis Pires & T.D.Penn. ocorre no Brasil, na Venezuela e na Guiana Francesa. Os registros de ocorrência em território nacional se limitam aos municípios de Borba e Manaus, no estado do Amazonas. M. submarginalis ocorre em florestas de várzea não inundadas. A espécie é amplamente distribuída na região e apresenta uma extensão de ocorrência maior que 20.000km2. Além de estar presente em Unidades de Conservação (SNUC), existem extensas áreas de habitat disponível na região. Apesar de avaliações anteriores terem indicado a espécie como Endangered (EN), optamos por considerá-la como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20submarginalis	Amazônia
4302	SAPOTACEAE	Micropholis williamii	Aubrév. & Pellegr.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Micropholis williamii Aubrév. & Pellegr. ocorre na Amazonia Central brasileira nos estados do Amazonas e Pará (Penninton, 1990). Entretanto a espécie é amplamente distribuída e ocupa uma extensão de ocorrência de 107.000 km2, crescendo em florestas ombrófilas de várzea não-inundável (Penninton, 2006). Apesar da espécie ser utilizada como recurso madeireiro (Oliveira & Amaral, 2004, sua ocorrência foi descrita na Reserva Florestal Adolfo Ducke, Manaus, AM (Penninton, 2006), e na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Tupé, (RDS Tupé), localizada à margem esquerda do Rio Negro, a oeste de Manaus (Rosa et al., 2009). Além disso, existem extensas áreas de habitat preservado disponível para a espécie. Assim, Micropholis williamii Aubrév. & Pellegr. foi considerada como Least Concern (LC)	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20williamii	Amazônia
4303	SAPOTACEAE	Pouteria amapaensis	Pires & T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria amapaensis Pires & T.D.Penn. ocorre em florestas ombrófilas de terra firme da Amazônia brasileira, especialmente no estado do Amapá. A espécie foi coletada no município de Vitória do Jari, dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, uma região pouco estudada e de difícil acesso. Não existem dados populacionais disponíveis sobre P. amapaensis. Nem foram descritas ameaças incidentes para a região. Apesar de existirem poucas informações sobre a espécie, trata-se de uma região com extensas áreas de habitat preservado por Unidades de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outros. Portanto, a espécie Pouteria amapaensis Pires & T.D.Penn. foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20amapaensis	Amazônia
4304	SAPOTACEAE	Pouteria andarahiensis	T.D.Penn.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria andarahiensis T.D.Penn. é endêmica ao estado da Bahia e ocorre em montanhas da Chapada Diamantina e suas imediações. A espécie ocupa uma extensão de ocorrência (EOO) de 46.376,90 km2 e está protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina. Entretanto, a área de ocupação de P. andarahiensis, vêm sofrendo acelerada degradação, o que remonta à história das lavras diamantinas e auríferas, associada ao uso intensivo do fogo para abrir pasto para o gado, à procura de madeira para construção, até a expansão de áreas agrícolas nos momentos atuais (Nascimento et al., 2010). Se estas ameaças continuarem a incidir sobre as sub populações da espécie, reduzindo ainda mais sua área de ocupação, Pouteria andarahiensis T.D.Penn. poderá, em breve, se tornar ameaçada de extinção devido a sua restrita distribuição e ao declínio da qualidade de habitat. Assim, a espécie foi considerada como Near Threatened (NT).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20andarahiensis	Caatinga, Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)
4305	SAPOTACEAE	Pouteria atabapoensis	(Aubrév.) T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria atabapoensis (Aubrév.) T.D.Penn. é conhecida apenas por coletas realizadas em duas localidades, uma no sul da Venezuela e a outra no município de São Gabriel da Cachoeira, as margens de um afluente do Rio Negro, AM (Penninton, 1990). Segundo a literatura, a espécie socorre em solos alagados e arenosos às margens de rios. Apesar de poucos dados e informações sobre a espécie, trata-se de uma região bastante preservada com extensas áreas de habitat preservadas por Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Assim a espécie Pouteria atabapoensis (Aubrév.) T.D.Penn.foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20atabapoensis	Amazônia
4306	SAPOTACEAE	Pouteria bapeba	T.D.Penn.	CR	A2c	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Pouteria bapeba ocorre em planícies costeiras de Mata Atlântica e em florestas de tabuleiros nos municípios de Linhares (ES) e Jussari (BA), na fronteira entre os dois estados. Esta região foi intensamente degradada e sofreu uma redução populacional estimada de cerca de 80%, nas últimas 3 gerações da espécie (30 anos), devido às mudanças irreversíveis na paisagem promovidas pelo estabelecimento de grandes fazendas produtoras de eucalipto. No município de Linhares, restam apenas 21% da vegetação nativa. A situação de Jussari é ainda mais alarmante com 2,2% de remanescentes em 2010. Para as estimativas consideramos que o tempo médio de geração de espécies arbóreas é de 10 anos. Diante do exposto, P. bapeba foi categorizada como ""Criticamente em Perigo"" (CR)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20bapeba	Mata Atlântica
4307	SAPOTACEAE	Pouteria beaurepairei	(Glaz. & Raunk.) Baehni	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria beaurepairei (Glaz. & Raunk.) Baehni é uma espécie endêmica do Brasil, mas com ampla distribuição (EOO = 807.199,474km² ) em florestas ombrófilas dos Pampas, Mata Atlântica e Cerrado. Pouteria beaurepairei (Glaz. & Raunk.) Baehni é uma espécie considerada comum no sul da Mata Atlântica. Além disso, a espécie foi registrada em diversas Unidades de Conservação (SNUC). Portanto, apesar de significativa perda de habitat no passado, a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20beaurepairei	Mata AtlÃ¢ntica, Pampa (Carneiro & Almeida, 2010)
4308	SAPOTACEAE	Pouteria brevensis	Pires	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria brevensis Pires é conhecida somente de sua coleta tipo e várias outras coletas da mesma localidade próximo ao rio Amazonas, no Pará (Penninton, 1990). Avaliações de risco anteriores apontaram P. brevensis como um caso de endemismo extremo. Trata-se de uma árvore de grande porte, que segundo a literatura, ocorre em florestas ombrófilas de várzea em solo não-inundável. Apesar de indicações na literatura de que a espécie esteja sofrendo devido a perda e fragmentação de habitat, são necessárias informações mais detalhadas sobre a ocorrência e distribuição da espécie para subsidiar uma avaliação mais consistente. Assim a espécie Pouteria brevensis Pires foi considerada como Data Deficient (DD)	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20brevensis	Amazônia
4309	SAPOTACEAE	Pouteria bullata	(S.Moore) Baehni	EN	A2c,D1	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Pouteria bullata ocorre no Estados da Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie cresce em Florestas Ombrófilas de encosta e sua distribuição se estende por toda a região litorânea da Mata Atlântica. A região sofreu significativa transformação da paisagem devido a diferentes atividades econômicas, como plantações de cana-de-açúcar, café, cacau, e mais tarde, eucalipto. Estimativas apontam que hoje restam menos de 20% da cobertura original deste tipo de vegetação e que mais de 50% desta redução tenha ocorrido nas últimas três gerações da espécie (cerca de 30 anos), principalmente em razão da perda de habitat e fragmentação da paisagem. Segundo a literatura, as sete subpopulações conhecidas de P. bullatai são compostas por menos de 250 indivíduos. Apesar de estar protegida por diversas unidades de conservação, a espécie foi considerada sob risco de extinção, na categoria ""Em perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20bullata	Mata Atlântica
4310	SAPOTACEAE	Pouteria butyrocarpa	(Kuhlm.) T.D.Penn.	CR	A2c	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Pouteria butyrocarpa ocorre em planícies costeiras de Mata Atlântica nos municípios de Linhares, Jaguaré, Colatina e Conceição da Barra (ES), Marajás e Jussari (BA), na região de fronteira entre os dois estados. Esta região foi intensamente degradada e estima-se que a população da espécie tenha sofrido uma redução de cerca de 80% nas últimas três gerações da espécie (30 anos), devido a mudanças irreversíveis na paisagem promovidas pelo estabelecimento de grandes fazendas produtoras de eucalipto. No município de Linhares, restam apenas 21% da vegetação nativa. A situação de Jussari é ainda mais alarmante com apenas 2,2% de remanescentes em 2010. Para as estimativas consideramos que o tempo médio de geração de espécies arbóreas seja de 10 anos. A vegetação remanescente está fragmentada e sofre efeitos indiretos da ocupação da paisagem. Trata-se de uma árvore de grande porte que, de acordo com dados de literatura, parece ocorrer em baixa densidade na floresta. Assim, apesar de protegida por unidades de conservação P. butyrocarpa foi considerada sob alto risco de extinção, na categoria ""Criticamente em Perigo"" (CR)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20butyrocarpa	Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010).
4311	SAPOTACEAE	Pouteria cicatricata	T.D.Penn.	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria cicatricata T.D.Penn. ocorre em floretas de terra firme, na Amazônia brasileira (Penninton, 1990), nos estados do Amazonas e Rondônia (Carneiro & Almeida, 2010). Hoff (1996) registrou a ocorrência da espécie na Guiana Francesa. Em território brasileiro, a espécie ocupa uma distribuição restrita a 60.587,920km²  de extensão de ocorrência (EOO), apesar do baixo esforço de coleta na região. Não existem informações sobre declínio continuo e a região abriga áreas extensas de habitat preservado, além de diversas Unidades de Conservação (UCs). Devido a crescente ameaça de avanço das fronteiras agrícolas em direção às áreas de floresta da Amazônia, consideramos a espécie como Near Threatened (NT).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20cicatricata	Amazônia
4312	SAPOTACEAE	Pouteria coelomatica	Rizzini	VU	A2c	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Pouteria coelomatica é uma espécie arbórea, endêmica dos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro e ocupa uma EOO de 61.592,33 km2. Cresce em áreas de Restinga e de Florestas não-inundáveis no bioma Mata Atlântica. Toda esta região litorânea sofreu significativas modificações da paisagem devido principalmente à perda e fragmentação de habitat. Estudos apontam que restam menos de 20% da cobertura original deste tipo de vegetação na área de distribuição da espécie. Estimativas sugerem que de 30 a 50% desta redução tenha ocorrido nas últimas três gerações da espécie (30 anos). Para as estimativas, consideramos o tempo de geração de 10 anos, como um tempo médio para espécies arbóreas. P. coelomatica tem registros de ocorrência para os municípios Vila Velha (Remanescentes de Vegetação Nativa=5,4%), Guarapari (23%), Linhares (21%), Conceição da Barra (9,24%) e Presidente Kennedy (4,9%), no Estado do Espírito Santo, no município de Itamaraju (19%), na Bahia, e no município de Nova Iguaçu (38,16%), no Estado do Rio de Janeiro. Atividades econômicas nessa regiões continuam promovendo perda e fragmentação de habitat. Assim, os efeitos negativos da ocupação antrópica são irreversíveis. Apesar de estar presente em unidades de conservação, P. coelomatica foi classificada como ""Vulnerável"" (VU)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20coelomatica	Mata Atlântica
4313	SAPOTACEAE	Pouteria crassiflora	Pires & T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria crassiflora Pires & T.D.Penn. se distribui no Norte brasileiro nos estados do Amapá, Pará e Amazonas (Carneiro & Almeida, 2010). Entretanto, não conseguimos ter acesso aos registros de coleta da espécie. Além disso não existem dados populacionais ou ecológicos disponíveis. Apesar de avaliações de risco anteriores terem apontado o desmatamento como ameaça, registros de ocorrência precisos poderão ajudar a elucidar melhor o real estado de conservação de Pouteria crassiflora Pires & T.D.Penn. Assim a espécie foi classificada como Data Deficient (DD).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20crassiflora	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4314	SAPOTACEAE	Pouteria decussata	(Ducke) Baehni	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Pouteria decussata é uma espécie endêmica do Estado do Pará, conhecida apenas a partir de registros coletados no município de Almeirim, em uma localidade chamada Serra de Tabatinga, nos campos de Arragalhos, um município com intensa atividade de garimpo. Parece ocorrer em Florestas Ombrófilas sobre pequenos morros. A espécie é conhecida apenas de uma única localidade, que foi considerada como uma única situação de ameaça. Tem distribuição restrita (EOO=253,21 km²). Assim, P. decussata foi considerada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20decussata	Amazônia
4315	SAPOTACEAE	Pouteria exstaminodia	Pires & T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria exstaminodia Pires & T.D.Penn. é conhecida somente para o estado do Amazonas (Penninton, 1990) e ainda segundo a literatura cresce em florestas ombrófilas não-inundadas ao longo do rio Uatumã. Entretanto, os registros de ocorrência não puderam ser acessados. Também não existem dados populacionais disponíveis. Deste modo, apesar de tratar-se de um caso de endemismo Pouteria exstaminodia Pires & T.D.Penn. foi classificada como Data Deficient (DD).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20exstaminodia	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)
4316	SAPOTACEAE	Pouteria franciscana	Baehni	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria franciscana Baehni ocorrenos estados do Pará, Amazonas e Acre (Carneiro & Almeida, 2010), emflorestas ombrófilas de várzea, periodicamente inundadas. Trata-se de umaárvore de grande porte. Porém, não existem dados populacionais disponíveissobre a planta. Apesar de não haver ameaças descritas especificamente para aespécie. Pouteria franciscana  possui dois registros de ocorrência nos municípios de Rio Branco (AC) e Boca doAcre (AM) (EOO=35.230,442km² ). Além disso, dos 160,38 quilômetros quadrados desmatados no Amazonas entreagosto de 2010 e fevereiro 2011 identificados pelo Deter (Sistema de Detecçãode Desmatamento em Tempo Real), 49,81 quilômetros quadrados foram registradosno município de Boca do Acre (a 1.028 quilômetros de Manaus), no sul do Amazonas. Extinções locais de indivíduos localizados nesta região, devido ao declínio constante na qualidade do habitat, podem facilmente levar a espécie a um risco de extinção. Assim, Pouteria franciscana Baehni foi classificada como Near Threatened (NT).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20franciscana	Amazônia
4317	SAPOTACEAE	Pouteria fulva	T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria fulva T.D.Penn. é endêmica e ocorre em áreas de floresta não-inundadas (Penninton, 2006) do estado do Amazonas (Caneiro & Almeida, 2010). Entretanto, os testemunhos de ocorrência não estavam disponíveis para acesso.  Desta forma, não foi possível avaliar de forma consistente a incidência de ameaças. A espécie Pouteria fulva T.D.Penn. foi classificada como Data Deficient (DD).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20fulva	Amazônia
4318	SAPOTACEAE	Pouteria furcata	T.D.Penn.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Pouteria furcata  é conhecida a partir de coletas realizadas nos Estado do Maranhão, Piauí, Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie ocorre em áreas de Cerrado com solo bem drenado e sobre morros. É amplamente distribuída (EOO=354.518,27 km²), porém ocupa uma área mais restrita (AOO=64 km²), de acordo com a disponibilidade de habitat específico. Consideramos três diferentes situações de ameaça. O grupo de registros de ocorrência localizado no Maranhão representa indivíduos que estão sofrendo efeitos direto e indireto de modificações da paisagem devido às práticas agrícolas. Já os indivíduos coletados no Piauí, estão protegidos por unidades de conservação, principalmente no Parque Nacional da Serra das Confusões. A coleta do Espírito Santo representa uma disjunção e, apesar de ter sido feita no interior de uma unidade de conservação, está sujeita a uma dinâmica da paisagem particular, relativa às atividades socioeconômicas da região. Extinções locais na subpopulação descrita para esta região podem implicar em uma redução do EOO significativa. Estando sujeita à diminuição contínua da qualidade do habitat, a espécie seria incluída em uma das categorias de ameaça. Assim, consideramos P. furcata  como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20furcata	Caatinga, Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010).
4319	SAPOTACEAE	Pouteria gabrielensis	(Gilly ex Aubrév.) T.D.Penn.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria gabrielensis (Gilly ex Aubrév.) T.D.Penn. se distribui no estados brasileiro do Amazonas, ao norte da Amazônia brasileira. Ocorre também na Amazônia Colombiana e Venezuelana (Penninton, 1990). A espécie cresce em florestas ombrófilas de várzea, periodicamente inundáveis. Não existem ameaças específicas descritas para a espécie. Além disso, existem extensas áreas de habitat disponível para a espécie protegidas por Unidades de Conservação (SNUC) e Terras Indígenas. Assim, a espécie Pouteria gabrielensis (Gilly ex Aubrév.) T.D.Penn. foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20gabrielensis	Amazônia
4320	SAPOTACEAE	Pouteria glomerata	(Miq.) Radlk.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria glomerata (Miq.) Radlk. é amplamente distribuída em território nacional (EOO=6.917.037,837km) e ocorre em quase todos os estados da federação, além de em outros países da América do Sul (Penninton, 1990). A espécie cresce em matas de igapó, várzea, florestas de terra-firme e matas de galeria. Assim, a espécie foi classificada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20glomerata	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica (Carneiro e Almeida, 2010)
4321	SAPOTACEAE	Pouteria grandiflora	(A.DC.) Baehni	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria grandiflora (A.DC.) Baehni cresce em florestas litorâneas de restinga, em quase toda a extensão do domínio fitogeográfico da Mata Atlântica (Penninton, 1990), desde o Rio Grande do Norte até o estado de Santa Catarina (EOO=4.399.011,478km²). Apesar de restarem apenas cerca de 20% da cobertura original da Mata Atlântica, e as alterações na paisagem não terem cessado e serem irreversíveis a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC). Indivíduos de P. grandiflora estão protegidos em diversas Unidades de Conservação (SNUC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20grandiflora	Mata Atlântica
4322	SAPOTACEAE	Pouteria juruana	K.Krause	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria juruana K.Krause cresce em florestas úmidas de planícies da Amazônia brasileira, nos estados do Amazonas e Acre (Carneiro & Almeida, 2010). A espécie ocorre também na Colômbia (Penninton, 1990) Panamá (Anderberg & Swensone, 2003), Peru (Alonso et al., 2001) e Costa Rica (Arévalo, 2006). Apesar de pouca informação disponível sobre a espécie, na região existem extensas áreas de habitat disponível, protegidas por Unidade de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outras. Portanto, a espécie foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20juruana	Amazônia
4323	SAPOTACEAE	Pouteria krukovii	(A.C.Sm.) Baehni	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria krukovii (A.C.Sm.) Baehni? ocorrei do estado do Acre (Carneiro & Almeida, 2010) até o Pará e pode ser encontrada em países adjacentes como Peru (Penninton, 1990) e Bolívia (Smith & Killeen, 1995). Por ser amplamente distribuída (EOO=497.720,089km²) e ocorrer em florestas periodicamente inundadas, bastante comum na região, a espécie Pouteria krukovii (A.C.Sm.) Baehni? foi considerada como Least Concern (LC).	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20krukovii	Amazônia
4324	SAPOTACEAE	Pouteria latianthera	T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a categorização da espécie.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20latianthera	Amazônia
4325	SAPOTACEAE	Pouteria lucens	(Mart. & Miq.) Radlk.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para categorizar a espécie. A espécie foi considerada DD, principalmente por não apresentar informações de distribuição, portanto é necessário o planejamento de ações relativas a coleta de dados sobre a espécie.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20lucens	Amazônia
4326	SAPOTACEAE	Pouteria macahensis	T.D.Penn.	EN	A1abc	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria macahensis é uma espécie ocorrente em Mata Atlântica nos Estados de Alagoas, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Dois indivíduos foram registrados (com estimativa de 7,3 ind./ha) em área do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, MG. Apenas um indivíduo foi encontrado em 1,02 ha na Reserva Biológica de Santa Clara, onde se manteve nos anos de 1992/93 e 2003/04. E, por ultimo, dois ind./ha foram registrados em Serra Grande, Uruçuca, BA. Levando em conta que os registros apresentados em estudos sobre a espécie apontaram menos da metade dos indivíduos (7,3) encontrados, estima-se que a população tenha sofrido uma redução de 50% ou mais no período de 10 anos. Além disso, a espécie é encontrada na Mata Atlântica, que além de ter sido severamente fragmentada, sofreu um declínio considerável na qualidade do habitat.  A ocorrência de fogo é citada em estudos como ameaça passada, uma vez que a ameaça parece ter sido entendida, portanto, pode ser reversível e cessada, se tomadas as medidas de conservação necessárias pelos órgãos responsáveis.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20macahensis	Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro e Almeida, 2010).
4327	SAPOTACEAE	Pouteria macrocarpa	(Mart.) D.Dietr.	VU	C1	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"Apesar da ampla distribuição (EOO=914.171,75 km²), estudos populacionais realizados nas localidades de ocorrência da região Norte indicam um tamanho populacional de 928 indivíduos. Baseado neste número e, considerando que a espécie ocorre principalmente na região Norte, suspeita-se que a população não seja maior do que 10.000 indivíduos. Além disso, autores apontam o declínio recorrente das subpopulações da espécie devido à extração da madeira, que tem alto valor comercial e à domesticação da espécie, que pode resultar na perda da variabilidade genética, levando à suspeita de declínio de 10% no tamanho populacional, em 10 anos. A espécie foi classificada como ""Vulnerável"" (Vu)."	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20macrocarpa	Amazônia
4328	SAPOTACEAE	Pouteria maguirei	(Aubrév.) T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para categorizar a espécie. A espécie foiconsiderada DD, principalmente por não apresentar informações de distribuição,portanto é necessário o planejamento de ações relativas a coleta de dados sobrea espécie.	2011-10-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20maguirei	Amazônia
4329	SAPOTACEAE	Pouteria microstrigosa	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há dados suficientes para categorizar a espécie. A espécie foiconsiderada DD pois apesar de apresentar informações de distribuição,com os dados disponíveis para a espécie não foi possivel avaliar o risco de extinção da espécie. É necessário o planejamento de ações relativas a coleta de dados sobre aespécie para dados populacionais, de ameaça e de uso.	2011-07-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20microstrigosa	Mata Atlântica
4330	SAPOTACEAE	Pouteria minima	T.D.Penn.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie foi categorizada como NT devido a presença em áreas antropizadas. O especialista não indicou ameaças plauzíveis ou uso para espécie, que tem ampla distribuição no norte do país assim como em outros países. A espécie foi considerada NT ao invés de LC pois apresenta 9 situações de ameaça (location) o que poderia categorizá-la como VU sob o critério B. no entanto, não há declínio relatado ou conhecido para a espécie, nem dados indicando que seja uma população pequena uma vez que em 15 Ha foram encontrados 293 indivíduos.	2011-09-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20minima	Amazônia
4331	SAPOTACEAE	Pouteria nudipetala	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta dados populacionais, espaciais e de ameaça, suficientes para a categorização do risco de extinção. Portanto, se faz necessário direcionamento de pesquisa científica e aumento no esforço de coleta da espécie para melhor entendimento do risco de extinção.	2011-09-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20nudipetala	Amazônia
4332	SAPOTACEAE	Pouteria oppositifolia	(Ducke) Baehni	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Foi registrado declínio de uma subpopulação de P. oppositifolia após exploração florestal na Fazenda Rio Capim, no município de Paragominas, no estado do Pará, de cerca de 30%. Entretanto, a espécie encontra-se amplamente distribuída (EOO=180.178,310km²). A baixa área de ocupação provavelmente se deve ao baixo esforço de coleta na região. Assim a espécie foi avaliada como Near Threatened (NT). Estudos populacionais são necessários para assegurar uma avaliação mais precisa.	2011-09-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20oppositifolia	Amazônia
4333	SAPOTACEAE	Pouteria oxypetala	T.D.Penn.	EN	B2ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	"A espécie possui ampla distribuição, mas sua ocorrência está restrita a áreas de Floresta de Terra Firme, próximas ao litoral, no bioma Mata Atlântica. P. oxypetala ocupa uma AOO calculada de apenas 16 km². Este tipo de vegetação sofre com os efeitos da perda de cobertura vegetal e fragmentação da paisagem. Além disso, foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Assim, P. oxypetala foi avaliada como ""Em Perigo"" (EN)."	2011-09-15T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20oxypetala	Mata Atlântica
4334	SAPOTACEAE	Pouteria pachycalyx	T.D.Penn.	VU	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria pachycalyx tem EOO calculada em 14.439,31 km². Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando o uso como principal ameaça. A espécie é utilizada para carpintaria, forros e mata-juntas, brinquedos, caixas, cepas de tamanco, urnas funerárias, palitos e miolo de compensados, confecção de cordas, estopas e papel, além de ter frutos comestíveis. Suspeita-se de declínio da qualidade do habitat devido à fragmentação do bioma Mata Atlântica e de redução da EOO por estar localizada em área de intensa antropização, agricultura e pastagem.	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pachycalyx	Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010).
4335	SAPOTACEAE	Pouteria pachyphylla	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie não apresenta dados populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o cálculo do real risco de extinção da espécie.	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pachyphylla	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4336	SAPOTACEAE	Pouteria pallens	T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Pouteria pallens T.D.Penn. é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita (EOO=1.013,429km²) aos estados de Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. A espécie ocorre em floresta de várzea em locais não alagáveis. Apesar de possuir distribuição restrita, não existem indícios de que a espécie esteja de fato sofrendo com a incidência de ameaças específicas. Assim, maiores estudos são necessários para que possamos fazer uma avaliação consistente do risco de extinção desta espécie.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pallens	Amazônia
4337	SAPOTACEAE	Pouteria peduncularis	(Mart. & Eichler ex Miq.) Baehni	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas para a espécie, sendo as principais a fragmentação e a perda de habitat. A primeira abrange as localidades do Ceará, Pernambuco e Bahia. Apesar da ação antrópica presente nas regiões, o impacto da perda de habitat pode ser considerado mais brando por estar em fragmentos maiores e mais conservados sob a ótica ecológica. A segunda abrange os pontos do Estado da Paraíba, onde uma das subpopulações está ao lado de um ponto de intensa mineração e a outra se encontra rodeada por pastos e plantações. Já a terceira foi a mais impactada, abrangendo um ponto do estado do Espírito Santo, onde a perda de habitat é historicamente constante e, em um dos pontos disponíveis (em Degredo, no município de Linhares), a espécie está encurralada por plantações e pastos. Já no segundo local desse estado e quarta situação de ameaça, a espécie encontra-se no Parque Estadual Paulo Cesar Vinha, criado em 1990 e conhecido como um dos centros de maior dessa unidade da Federação.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20peduncularis	Mata Atlântica
4338	SAPOTACEAE	Pouteria petiolata	T.D.Penn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem a extração da madeira como uma de suas maiores ameaças, segundo informações. Foram identificadas duas situações de ameaça distantes. A localidade do Estado de Rondônia é um distrito agropecuário, que rodeia de plantações o fragmento onde a espécie se encontra e facilita o acesso para extração de madeira. Já o ponto localizado no Amazonas está no meio de um fragmento florestal.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20petiolata	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4339	SAPOTACEAE	Pouteria platyphylla	(A.C.Sm.) Baehni	NT	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta ampla distribuição (EOO=47.868,146km²), tem valor econômico com dados de apreensão fornecidos pelo governo do Amapá (2010) e é apontada como em declínio devido a  implantação da Usina Hidrelétrica Teles Pires e da extração da madeira, restringindo sua extenção de ocorrência e qualidade do habitat restante. Se a exploração madeireira continuar extraindo indivíduos das sub-populações existentes a espécie estará em breve em situação de ameaça. Assim, P. platyphylla foi avaliada como Near Threatened (NT).	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20platyphylla	Amazônia
4340	SAPOTACEAE	Pouteria polysepala	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o real risco de extinção da espécie.	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20polysepala	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 1990).
4341	SAPOTACEAE	Pouteria pubescens	(Aubrév. & Pellegr.) T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é deficiente de dados populacionais, de distribuição, uso e ameaça, não sendo possível fazer a categorização quanto ao risco de extinção.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pubescens	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4342	SAPOTACEAE	Pouteria putamen-ovi	T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ná possui dados populacionais, de ameaça, uso e apenas uma coleta. Portanto a espécie não possui informações suficientes para a categorização do risco de extinção.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20putamen-ovi	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4343	SAPOTACEAE	Pouteria reticulata	(Engl.) Eyma	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com ampla distribuição, inclusive em diferentes biomas. Não há uso ou ameaças descritas, nenhum tipo de declínio para a espécie.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20reticulata	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4344	SAPOTACEAE	Pouteria retinervis	T.D.Penn.	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem EOO de 38.485 e ocorre na região onde, se aprovada, será construida a Hidrelétrica de Belo Monte. Caso haja a construção a população e o EOO da espécie poderá sofrer um declínio considerável incluindo a espécie na categoria de ameaça VU.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20retinervis	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4345	SAPOTACEAE	Pouteria rodriguesiana	Pires & T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não tem dados de distribuição ameaça e uso. Os dados eclógicos disponíveis não são suficientes para categorizar a espécie.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20rodriguesiana	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4346	SAPOTACEAE	Pouteria sagotiana	(Baill.) Eyma	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da espécie apresentar uso de sua madeira, estudos mostram que as populações se mantém estáveis. Além disso, a espécie é de ampla distribuição geográfica e é encontrada em Ucs.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20sagotiana	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4347	SAPOTACEAE	Pouteria salicifolia	(Spreng.) Radlk.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie abundante e de ampla distribuição, não está ameaçada de extinção.  O especialista ressalta ameaças para o habitat da espécie, e importância ecológica na contenção de diques ribeirinhos e formação de bancos de praia através do sistema radicular (Saraiva et al., ufpel.edu.br). Portanto faz-se necessário o monitoramento da região e da espécie para verificação das consequências decorrentes das ameaças incidentes no habitat.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20salicifolia	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4348	SAPOTACEAE	Pouteria scrobiculata	Monach. ex T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não tem dados espaciais, ecológico e populacionais suficientes para a categorização do risco de extinção.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20scrobiculata	Amazônia
4349	SAPOTACEAE	Pouteria stenophylla	Baehni	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie apontada pelo especialista como extinta. No entanto, é necessário um maior esforço de coleta na região de ocorrência, indicada como ES e RJ.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20stenophylla	Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)
4350	SAPOTACEAE	Pouteria subcaerulea	Pierre ex Dubard	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie indicada como de ampla distribuição por especialista. Apesar de ter sido listada como VU em São Paulo, nacionalmente, ou seja a população total da espécie no Brasil, não está em risco de se extiguir.	2011-09-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20subcaerulea	Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)
4351	SAPOTACEAE	Pouteria subsessilifolia	Cronquist	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da distribuição restrita da espécie (EOO=1.014,222km² / AOO= 58km²), o especialista não menciona dados de ameaça ou de uso, e a espécie ocorre em Ucs com plano de manejo. Considerando sua distribuição restrita, o registro de ameaças incidentes específicas colocará está espécie em situação de ameaça.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20subsessilifolia	Caatinga, Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010).
4352	SAPOTACEAE	Pouteria tarumanensis	Pires	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça. Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coleta de dados, possibilitando assim o real risco de extinção da espécie.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20tarumanensis	Amazonas (Carneiro & Almeida, 2010)
4353	SAPOTACEAE	Pouteria tenuisepala	Pires & T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça. Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coleta de dados, possibilitando assim o real risco de extinção da espécie.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20tenuisepala	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)
4354	SAPOTACEAE	Pouteria torta	(Mart.) Radlk.	LC	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição ( EOO=6.563.578,916km² ) e abundante.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20torta	AmazÃ´nia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)
4355	SAPOTACEAE	Pouteria vernicosa	T.D.Penn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie foi incluída no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do ano de 2004 com Densidade Relativa de 0,045% em Área de Influência Direta da Hidrelétrica do Salto do Jirau e Santo Antônio, Rio Madeira (RO), e considerada rara na época. A Hidrelétrica Jirau foi instalada no ano de 2008 e suspeita-se que a subpopulação referida anteriormente tenha sido eliminada. Além disso, a espécie não é de ampla distribuição, ocorrendo em áreas fragmentadas diretamente impactadas pela construção da hidrelétrica. Considerando-se a principal ameaça o impacto da construção da hidrelétrica sobre as subpopulações, foram constadas três situações de ameaça distintas.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20vernicosa	Amazonas (Caneiro & Almeida, 2010)
4356	SAPOTACEAE	Pouteria virescens	Baehni	EN	B1ab(iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita (EOO=638,80 km²) e ocorre em área severamente fragmentada por desmatamento e ocupação humana. Além disso, há previsão de futura instalação de linha de transmissão na região.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20virescens	Amazônia
4357	SAPOTACEAE	Pradosia atroviolacea	Ducke	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o cálculo real risco de extinção da espécie.	2011-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20atroviolacea	Amazônia
4358	SAPOTACEAE	Pradosia brevipes	(Pierre) T.D.Penn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição, ocorre em diversas unidades de conservação e está incluida em projeto que visa a manutenção de populações viáveis da espécie. Portanto a espécie não está ameaçada de extinção.	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20brevipes	Cerrado
4359	SAPOTACEAE	Pradosia decipiens	Ducke	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da espécie ter distribuição restrita, ela não tem uso nem ameaças apontados pelo especialista. Não há dados de declínio da população ou ameaças plauzíveis. Portanto se faz necessária a coleta de dados sobre a espécie uma vez que a espécie pode ser rara mas não estar ameaçada.	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20decipiens	Amazônia
4360	SAPOTACEAE	Pradosia glaziovii	(Pierre) T.D.Penn.	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é conhecida por somente duas coletas no estado do Rio de Janeiro (Penninton, 1990). A área tem sido intensamente visitada, no entanto não há evidência de sua redescoberta (Oldfield et al., 2008).	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20glaziovii	Mata Atlântica (Carneiro, Almeida, 2011)
4361	SAPOTACEAE	Pradosia granulosa	Pires & T.D.Penn.	VU	B1ab(iii,iv,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita (EOO=15.074,94 km²) e coletas antigas, em duas situações de ameaça distintas. Tem como ameaças principais a extração de sua madeira, que é comercializada por R$ 16,37 m³ no Estado do Pará, e a mineração. Além disso, a espécie está presente em Área de Impacto Direto (15.000 ha) da Hidrelétrica de Belo Monte (PA), permitindo suspeitar que esteja ocorrendo o declínio de indivíduos maduros e subpopulações.	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20granulosa	Amazônia
4362	SAPOTACEAE	Pradosia kuhlmannii	Toledo	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de distribuição restrita (EOO=1.308,09 km²) e de ocorrência em áreas de intensa ocupação humana, configurando um cenário de declínio na qualidade do hábitat, que também foi severamente fragmentado, impossibilitando o fluxo gênico entre as subpopulações conhecidas.	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20kuhlmannii	Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)
4363	SAPOTACEAE	Pradosia lactescens	(Vell.) Radlk.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar de ter sido listada como rara na lista do estado do Paraná, a espécie tem ampla distribuição e ocorre em diversas Unidades de Conservação. Foi amostrada em área de cabruca em regeneração de 25 a 30 anos, com 2 ind. em área de 3 ha. (Sambuichi e Haridasan, 2007) e Evaristo et al. (2011) encontraram 3 ind. (DR: 1,37%) na Reserva Biológica da União, regeneração da mata atlântica em plantações abandonadas de eucalipto (Corymbia citriodora). Damaso (2009) amostrou 249 ind. em 0,24 ha na área (DR: 6,73), sendo uma das dez espécies mais importantes no Parque Estadual Dunas do Natal, Natal, RN. Portanto supeita-se que a população da espécie, nacionalmente, esteja estável e fora de risco de extinção.	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20lactescens	Mata AtlÃ¢ntica, Pampa (Carneiro e Almeida, 2010)
4364	SAPOTACEAE	Pradosia subverticillata	Ducke	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Espécie de distribuição restrita, mas sem dados de uso ou declínio. No entanto, a espécie é ""Vulnerável"" (VU) pelo fato de apresentar uma situação de ameaça considerando a expansão urbana a principal ameaça. A espécie ocorre na periferia da cidade de Manaus (AM), cercada por indústrias e estradas, atestando sua vulnerabilidade."	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20subverticillata	Amazônia
4365	SAPOTACEAE	Pradosia verrucosa	Ducke	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, de uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o cálculo de real risco de extinção da espécie.	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20verrucosa	Mata Atlântica
4366	SAPOTACEAE	Pradosia verticillata	Ducke	EN	B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de distribuição restrita (EOO=332,95 km² e AOO=12 km²) e sujeita a menos de cinco situações de ameaça distintas, tendo o declínio da qualidade do hábitat e a extração da madeira da espécie como principais ameaças. Além disso, está presente em área de impacto direto da Hidrelétrica Teles Pires e apresenta poucas coletas. Por isso, suspeita-se que esteja havendo declínio de subpopulações e de indivíduos maduros.	2011-09-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20verticillata	Amazônia
4367	SAPOTACEAE	Sarcaulus inflexus	(A.C.Sm.) T.D.Penn.	DD	""	Miguel d'Avila de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Apesar da espécie apresentar ampla distribuição, é utilizada pela indústria madeireira. No entanto, são necessárias mais informações sobre a distribuição da espécie e suas sub-populações para garantir uma avaliação consistente do risco de extinção de S. inflexus.	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcaulus%20inflexus	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)
4368	SAPOTACEAE	Sarcaulus vestitus	(Baehni) T.D.Penn.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita, apresenta coletas antigas e foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas, considerando a extração a principal ameaça. Estudos aprofundados devem ser realizados a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie.	2011-09-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcaulus%20vestitus	AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010).
4369	SAPOTACEAE	Sideroxylon obtusifolium	(Roem. & Schult.) T.D.Penn.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de ampla distribuição e com estudos populacionais indicando que a espécie é frequentemente encontrada em seus locais de ocorrência. Portanto, e apesar do uso indicado pelo especialista, a espécie não está em risco de extinção.	2011-11-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sideroxylon%20obtusifolium	Caatinga, Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica, Pantanal
4370	SCHIZAEACEAE	Schizaea elegans	(Vahl) Sw.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schizaea%20elegans	Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia
4371	SELAGINELLACEAE	Selaginella convoluta	(Arn.) Spring	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20convoluta	Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
4372	SELAGINELLACEAE	Selaginella mendoncae	Hieron.	VU	D2	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie tem distribuição restrita aos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa Submontana e está sujeita a uma série de ameaças antrópicas que resultam em declínio na qualidade do seu habitat, como a expressiva ocupação humana desordenada. A espécie está presente em unidades de conservação de proteção integral e por isso foi considerada sob duas situações de ameaça distintas. São necessários maiores estudos sobre esse táxon para se verificar a estabilidade das suas subpopulações	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20mendoncae	Mata Atlântica
4373	SELAGINELLACEAE	Selaginella tenuissima	Fée	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e encontrada em Unidades de Conservação.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20tenuissima	Mata Atlântica
4374	SELAGINELLACEAE	Selaginella valida	Alston	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie possui EOO=29.165,787km², em áreas de floresta ombrófila densa, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, que foram severamente degradados. Apresenta menos de 10 situações de ameaça e portanto, caso a perda e declinio na qualidade do habitat da espécie não sejam refreados a espécie poderá ser categorizada como ameaçada em futuro próximo.	2012-05-25T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20valida	Mata Atlântica
4375	SIMAROUBACEAE	Castela tweedii	Planch.	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva, restrita às matas ciliares da região Sul. Descrita em 1846, não é endêmica do Brasil. No País, tem baixa frequência de coleta a partir de 1968. Foram identificadas de quatro a cinco situações de ameaça, com ocorrências disjuntas. É ameaçada pelo declínio do hábitat, pois os solos das matas às margens de rios são historicamente cobiçados pela agricultura, conversão essa que tem sido favorecida pela reforma do código florestal.	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Castela%20tweedii	Mata Atlântica
4376	SIMAROUBACEAE	Picrasma crenata	(Vell.) Engl.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea no subosque da Floresta Atlântica, nas formações pluvial, semidecídua, mista de Araucária e restinga. Rara no Sudeste e Nordeste. Ocorrência central na Região Sul onde por ter densidades de um a 9 indivíduos por hectare. Apresenta uso medicinal em escala local. A extração de raspas da casca deve ser feito de modo a não matar a árvore.	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrasma%20crenata	Mata Atlântica
4377	SIMAROUBACEAE	Simaba floribunda	A.St.-Hil.	LC	""	""	Tainan Messina	Espécie descrita em 1823. São árvores, de pequeno a grande porte. Ocorrem na Floresta Atlântica do Nordeste e Sudeste, mais frequentemente nas formações costeiras e de terras baixas, rara na encosta atlântica e no interior.	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20floribunda	Mata Atlântica
4378	SIMAROUBACEAE	Simaba glabra	Engl.	VU	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva encontrada em Formações Campestres do Cerrado, mas não é endêmica do Brasil. Descrita em 1874, foram identificadas sete situações de ameaça distribuídas em uma AOO de 40 km². Apresenta baixa frequência de coleta, com tendência ao declínio. Tem uso medicinal de escala local. É ameaçada pela expansão da fronteira agrícola.	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20glabra	Amazônia, Cerrado
4379	SIMAROUBACEAE	Simaba insignis	A.St.-Hil. & Tul.	EN	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	""	Tainan Messina	Espécie arbustiva a arbórea baixa, endêmica do Brasil, restrita à Mata Atlântica das montanhas próximas à costa. Tem distribuição restrita, com EOO de 4.736,15 km² e AOO de 28 km². Foram identificadas três situações de ameaça em Ubatuba (SP), em Petrópolis e no Rio de Janeiro (RJ). Descrita em 1842, há muito tempo não é coletada na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde existem ao menos sete coletas, com último registro de 1968. Em Petrópolis, sua última coleta é de 1943. Os espécimes mais recentes foram coletados em 1999 e 2001 na Ilha Anchieta, em Ubatuba (SP). É ameaçada pelo declínio de AOO, EOO e pela perda da qualidade do hábitat. Na Floresta da Tijuca, as partes mais altas sofrem com a perda da qualidade do hábitat, em decorrência da atividade turística. Pode estar extinta em Petrópolis, e esta é uma tendência para sua ocorrência no município do Rio de Janeiro.	2012-09-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20insignis	Mata Atlântica
4380	SIMAROUBACEAE	Simaba salubris	Engl.	CR	B2ab(ii,iii)	""	Tainan Messina	"Espécie ""Criticamente em perigo"" (CR) devido à perda de hábitat e ao declínio na AOO. É possível que esteja extinta, pois a última coleta foi há 76 anos. Tem distribuição restrita, com AOO de 8 km². Foram identificadas apenas duas coletas da espécie, sendo ambas muito antigas. Uma em 1823, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), e outra em 1936, em Campo Grande (MS). Embora as duas localidades sejam muito distantes, ambas estão no bioma Cerrado e sob a mesma ameaça: a expansão da fronteira agrícola. Desta forma, foi considerada sujeita a somente uma situação de ameaça."	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20salubris	Cerrado
4381	SIMAROUBACEAE	Simaba suaveolens	A.St.-Hil.	CR	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	"Espécie arbustiva ""Criticamente em perigo"" (CR), sendo possível que esteja extinta. Tem distribuição restrita, com AOO de 4 km². Está sujeita a uma situação de ameaça, em Itabira (MG), apenas pelo espécime-tipo, sem data. Como foi coletada por A. Saint-Hilaire, pode-se estimar que isso tenha ocorrido há pelo menos 180 anos. O hábitat de Cerrado nessa região vem sendo muito degradado pela atividade mineradora, assim como a vegetação natural tem sido suprimida para a produção de carvão e o plantio de Eucalyptus e Pinus."	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20suaveolens	Cerrado
4382	SIMAROUBACEAE	Simaba warmingiana	Engl.	EN	B2ab(iii)	""	Tainan Messina	Espécie subarbustiva do Cerrado, com AOO de 20 km². É ameaçada pela perda de hábitat em consequência do desmatamento do Cerrado para produção de carvão, expansão da fronteira agrícola e queimadas. Conhecida por apenas cinco coletas de áreas disjuntas, com intervalo de tempo de 102 anos, última coleta foi em 1996, no interior da Bahia. Há registros também para Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Foram identificadas no máximo cinco situações de ameaça, considerando a distância entre as áreas conhecidas de sua ocorrência.	2012-09-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20warmingiana	Cerrado
4383	SIPARUNACEAE	Siparuna bifida	(Poepp. & Endl.) A.DC.	LC	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Com ampla EOO, ocorrendo em Unidades de Conservação e não sendo endêmica do Brasil, não está ameaçada, mas a espécie coletada em Belém, pode ser de determinação duvidosa, pois está muito distante de sua faixa de ocorrência e não foi identificada pelo especialista. Pode diminuir muito seu EOO.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20bifida	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4384	SIPARUNACEAE	Siparuna brasiliensis	(Spreng.) A.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no Brasil e frequente em algumas regiões de ocorrência. Está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20brasiliensis	Cerrado, Mata Atlântica
4385	SIPARUNACEAE	Siparuna reginae	(Tul.) A.DC.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo inclusive em boa parte da região Amazônica.	2012-04-24T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20reginae	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4386	SMILACACEAE	Smilax goyazana	A.DC.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Smilax goyazana conhecida popularmente por""Japecanga"" e ""Douradinha"", caracteriza-se por subarbustos, arbustos ou lianas,terrícolas, dióicas, e apresenta síndrome de polinização entomófila e dispersãoornitocórica. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado ePantanal, em campos rupestres, floresta ciliar e/ou de galeria. Apresenta EOOde 1.106,246,760km². Amplamente distribuída. Protegida por Unidades deConservação. Apesar de suas raízes e folhas serem utilizadas com finsmedicinais, não há nenhuma ameaça direta a espécie que a coloque em algumacategoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20goyazana	Caatinga, Cerrado, Pantanal
4387	SMILACACEAE	Smilax japicanga	Griseb.	NT	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Smilax japicanga conhecida popularmente por""Japicanga"", ""Jupicanga"" e ""Salsa parrilha"", caracteriza-se por lianas,terrícolas, anuais, dióicas, apresenta síndrome de polinização entomófila edispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos estados de Minas Gerais,Rio de Janeiro e São Paulo. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em floresta ombrófila densa, entre 50-1280m de altitude. ApresentaEOO de 72.373,180km². Protegida por Unidades de Conservação, Parque Nacional doItatiaia, Reserva Ecológica de Macaé de Cima, Parque Estadual do Desengano,Reserva Biológica Poço das Antas e Parque Estadual da Serra do Brigadeiro.Espécie bem representada no Herbário RB para o estado do Rio de Janeiro.Utilizada para fins medicinais, o que pode provocar redução populacional daespécie. É necessário o investimentoem pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existênciade novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional, sua proteção,e sua manutenção na natureza, sendo necessário um plano de manejoadequado, para que em um futuro próximo a espécie não seja incluída em algumacategoria de ameaça."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20japicanga	Mata Atlântica
4388	SMILACACEAE	Smilax lappacea	Willd.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Smilax lappacea caracteriza-se por lianas, terrícolas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Não é endêmica do Brasil, com registros para os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Restrita aos biomas Cerrado e Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Densa. Tem AOO de 20 km², e está sujeita a três situações de ameaça: formação de pastagens para atividades pecuaristas, levando à consequente invasão de espécies exóticas, práticas agrícolas, principalmente a monocultura da soja e exploração madeireira ilegal. É protegida por unidades de conservação (SNUC): Parque Nacional do Itatiaia e Parque Nacional do Caparaó. Apresenta escassas coleções registradas em coleções científicas. A última coleta foi realizada em 2004, no município de Teresópolis (RJ). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20lappacea	Cerrado, Mata Atlântica
4389	SMILACACEAE	Smilax longifolia	Rich.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Smilax longifolia conhecida popularmente por ""Salsaparrilha"",""Salsa do Pará"", ""Salsa do Rio Negro"", ""Salsaparrilha do Maranhão"", ""Salsaparrilhado Pará"", ""Lisbonense"" e ""Sipoêm"". Caracteriza-se por lianas, terrícolas,dióicas, apresenta síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica.Espécie típica da floresta Amazônica, segundo Forzza et al. ocorre nos estados do Amapá, Pará e Amazonas, porém há umregistro de coleta (O.J. Pereira 3477) para o Espírito Santo, município deConceição da Barra, o que aumenta significantemente a extensão de ocorrência daespécie, além de sua ocorrência para o bioma Mata Atlântica. Apresenta EOO de1.820.988,413km². Espécie utilizada para fins medicinais, suas raízes são muitoexportadas, o que pode ocasionar um declínio populacional da espécie. Apesar desuas propriedades medicinais, não há nenhuma ameaça direta que a coloque emalguma categoria de risco. Espécie não ameaçada no âmbito nacional."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20longifolia	Amazônia
4390	SMILACACEAE	Smilax lutescens	Vell.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Smilax lutescens, conhecida popularmente por pitanga e pitanga-sem-espinho, caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Encontrada nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, desenvolve-se em Floresta Ombrófila Densa, entre 690 e 740 m de altitude. Tem AOO de 20 km², e está sujeita a três situações de ameaça: pecuária, agricultura e exploração madeireira ilegal. É considerada ""Presumivelmente extinta"" pela Lista Vermelha da Flora de São Paulo. Pouco representada em coleções científicas, foi coletada pela última vez no município de Pindamonhangaba (SP), em 2006. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20lutescens	Mata Atlântica
4391	SMILACACEAE	Smilax muscosa	Toledo	VU	D2	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Smilax muscosa, conhecida popularmente por salsaparrilha, caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e, possivelmente, no Estado do Espírito Santo. Restrita ao bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Ombrófila Densa, entre 1.000 e 2.130 m de altitude. Foram identificadas quatro situações de ameaça: pecuária, agricultura, exploração madeireira ilegal e, particularmente, no Parque Nacional do Itatiaia, as intensas visitações de turistas. Apresenta três regiões de ocorrência: município de Coronel Pacheco (MG), onde remanesce apenas 7% da cobertura original de Mata Atlântica, Campos do Jordão (SP), com apenas 15%, e Parque Nacional do Itatiaia. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20muscosa	Mata Atlântica
4392	SMILACACEAE	Smilax spicata	Vell.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Smilax spicata caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Restrita do bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Ombrófila Densa, entre 200 m e 900 m de altitude. Tem AOO de 44 km² e está sujeita a quatro situações de ameaça: agricultura, pecuária, expansão urbana desordenada e, em áreas de unidades de conservação (SNUC), visitação de turistas. É protegida pelo Parque Nacional da Tijuca, Estação Biológica do Alto da Serra do Paranapiacaba e Parque Estadual Xixová-Japuí. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20spicata	Mata Atlântica
4393	SMILACACEAE	Smilax subsessiliflora	Duhamel	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Smilaxsubsessiliflora conhecida por japecanga, caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná. Restrita ao bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa e Restinga. Apresenta AOO de 16 km², tendo distribuição restrita e pontual. É conhecida por escassas coleções científicas. Foi coletada pela última vez no ano de 2008, no município de Miguel Pereira (RJ), onde remanescem apenas 29% da cobertura vegetal original. O mesmo acontece nos outros municípios de ocorrência da espécie, nos quais restam apenas fragmentos da floresta original. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20subsessiliflora	Mata Atlântica
4394	SOLANACEAE	Aureliana fasciculata	(Vell.) Sendtn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 4.170.579,580km², ocorre em diversas fitofisionomias ao longo de toda a Costa Atlântica brasileira, incluindo áreas perturbadas e em estágios iniciais de sucessão, e está incluída em várias Unidades de Conservação. Pelo grande número de registros de herbário, suspeita-se que seja localmente abundante.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aureliana%20fasciculata	Mata Atlântica
4395	SOLANACEAE	Bouchetia anomala	(Miers) Britton & Rusby	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Os dados disponíveis da espécie não permitem encaixá-la em nenhuma categoria de ameaça. Entretanto, suspeita-se que se trate de uma espécie ameaçada, devido ao fato de o ambiente em que ocorre não ser contemplado por nenhuma unidade de conservação, e vem sofrendo com diversas ameaças, como a expansão de atividades silviculturais e agropecuárias. Além disso, a espécie só foi coletada uma vez após a década de 80, de onde se suspeita que a mesma esteja sofrendo declínio na Extensão de Ocorrência.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bouchetia%20anomala	Pampa (Campos Sulinos)
4396	SOLANACEAE	Calibrachoa eglandulata	Stehmann & Semir	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Calibrachoa eglandulata tem uma distribuição geográfica restrita, confirmada pelo esforço de coleta empreendido na região em que habita. A EOO é de 364,45 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com o declínio na área e na qualidade do seu hábitat, devido à expansão de atividades agrícolas, e não está representada em nenhuma unidade de conservação (SNUC).	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20eglandulata	Mata Atlântica
4397	SOLANACEAE	Calibrachoa elegans	(Miers) Stehmann & Semir	EN	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	"A espécie apresenta EOO de 3.572,49 km², e ocorre em um ecossistema extremamente ameaçado pela mineração e pela expansão urbana. Além disso, a espécie é autoincompatível e tem especificidade de polinizador. Devido às ameaças a que está submetida e às suas características reprodutivas, suspeita-se que venha sofrendo um declínio contínuo na AOO e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas. Assim, Calibrachoa elegans foi avaliada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20elegans	Cerrado
4398	SOLANACEAE	Calibrachoa humilis	(R.E.Fr.) Stehmann & Semir	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Calibrachoa humilis apresenta distribuição restrita, onde foram identificadas apenas duas situações de ameaça que correspondem a uma EOO de 584,26 km². A espécie vem sofrendo com um forte declínio na extensão e na qualidade de seu hábitat, devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20humilis	Pampa (Campos Sulinos)
4399	SOLANACEAE	Calibrachoa serrulata	(L.B.Sm. & Downs) Stehmann & Semir	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Até recentemente, Calibrachoa serrulata era conhecida apenas pelo material-tipo. Entretanto, a espécie foi novamente coletada na mesma região (Herbário BHCB), e é possível que um maior esforço de coleta leve à descoberta de novos exemplares, ampliando a área de distribuição da espécie ou confirmando a distribuição restrita da espécie.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20serrulata	Mata Atlântica
4400	SOLANACEAE	Calibrachoa spathulata	(L.B.Sm. & Downs) Stehmann & Semir	VU	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Calibrachoa spathulata apresenta EOO de 13.747,26 km², onde foram identificadas menos de 10 situações de ameaça. A espécie habita principalmente áreas campestres, que são ameaçadas pela franca expansão de atividades silviculturais (plantios de Pinus spp.) em alguns dos municípios nos quais sua ocorrência foi registrada. Os plantios geralmente são feitos sobre os campos, levando à redução da extensão de hábitat, e as áreas campestres remanescentes estão sujeitas à invasão de Pinus spp.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20spathulata	Mata Atlântica
4401	SOLANACEAE	Cestrum tubulosum	Sendtn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma extensão de ocorrência de 535.359,9 km2 e ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, sendo que nesta última foi coletada em região bastante isolada e de difícil acesso. Entretanto, suspeita-se que a espécie esteja suscetível à extinção local nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, devido ao elevado desmatamento, ao baixo número de coletas e à ausência de registros nas últimas três décadas.	2012-08-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cestrum%20tubulosum	Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica
4402	SOLANACEAE	Dyssochroma longipes	(Sendtn.) Miers	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 125.513,6 km2, ocorre em diversas fitofisionomias, desde florestas ombrófilas mistas a restingas, e está representada em áreas relativamente bem preservadas e também em algumas Unidades de Conservação.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyssochroma%20longipes	Mata Atlântica
4403	SOLANACEAE	Dyssochroma viridiflora	(Sims) Miers	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta distribuição ampla, com uma Extensão de Ocorrência de 611.345,8 km2, e é bastante frequente. Ocorre em várias Unidades de Conservação.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyssochroma%20viridiflora	Mata Atlântica
4404	SOLANACEAE	Lycianthes rantonnei	(Carrière) Bitter	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 205387.931 km2 e ocorre em duas Unidades de Conservação, não sendo, portanto, possível encaixá-la em nenhuma categoria de ameaça. Entretanto, suspeita-se que a espécie esteja sofrendo um declínio contínuo na sua Extensão de Ocorrência e na Área de Ocupação, devido ao fato de que a mesma ocorre em locais severamente impactados por atividades humanas, como o município de Januária (MG), em que a espécie foi coletada há quase 40 anos e onde mais de 90% da extensão original da Mata Atlântica encontram-se desmatados. As coletas recentes são todas para o estado do Paraná.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycianthes%20rantonnei	Mata Atlântica
4405	SOLANACEAE	Lycianthes repens	(Spreng.) Bitter	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	""	"Lycinathes repens é uma espécie rara, dependente de florestas muito bem preservadas, e é representada por coletas esparsas, algumas muito antigas (ex. Itacaré / BA, 1820, Prudentópolis / PR, 1911) e a maioria em municípios fortemente desmatados. Por essa razão, a população da espécie é considerada severamente fragmentada. Há três registros de herbário que não estão representados no mapa, nos municípios mineiros de Caratinga e Carangola (Herbário BHCB), onde mais de 90% da extensão original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. A AOO foi estimada em 32 km², sendo, portanto, muito inferior ao limite de 500 km² da categoria ""Em perigo"" (EN), de acordo com o critério B."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycianthes%20repens	Mata Atlântica
4406	SOLANACEAE	Lycium glomeratum	Sendtn.	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A extensão de ocorrência da espécie não está corretamente representada, uma vez que não há registros no estado de Alagoas, onde foi coletado o material-tipo da espécie, e onda a mesma foi coletada recentemente. Entretanto, suspeita-se que a espécie seja ameaçada, por ser naturalmente rara, não estar representada em Unidades de Conservação, e ocorrer em áreas fortemente desmatadas, necessitando, portanto, de ações de pesquisa e conservação.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycium%20glomeratum	Mata Atlântica
4407	SOLANACEAE	Nicotiana mutabilis	Stehmann & Semir	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	"Nicotiana mutabilis foi descrita recentemente, em 2002, e até o momento foram identificadas apenas quatro situações de ameaça. Tem distribuição bastante restrita (EOO=150,29 km²). Embora a região em que ocorre seja relativamente bem preservada, devido ao relevo bastante acidentado, a espécie também habita locais degradados, como beiras de estradas e campos abandonados. São consideradas ameaças a coleta de sementes para fins ornamentais e a possibilidade de degradação de seu hábitat, tornando-a ""Vulnerável"" (VU)."	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nicotiana%20mutabilis	Mata Atlântica
4408	SOLANACEAE	Nierembergia pinifolia	Miers	CR	B2ab(iii,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	Nierembergia pinifolia apresenta uma AOO de 8 km², sujeita a apenas uma situação de ameaça, no município de Santana do Livramento (RS), e não está representada em nenhuma unidade de conservação (SNUC). Seu hábitat vem declinando continuamente em extensão e qualidade, devido às atividades silviculturais e agropecuárias. Em função disso, suspeita-se que também esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros, e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A espécie foi descrita em 1846 e apresenta diversas características que a tornam facilmente identificável, o que permite suspeitar que sua distribuição restrita não se deve ao resultado de subamostragem e/ou dificuldade de identificação do táxon.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nierembergia%20pinifolia	Pampa (Campos Sulinos)
4409	SOLANACEAE	Petunia bonjardinensis	T.Ando & Hashim.	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Petunia bonjardinensis apresenta uma distribuição geográfica restrita, tendo uma EOO de 2.396,61 km². Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando que a qualidade e a extensão do seu hábitat vêm declinando devido às atividades agrícolas e silviculturais. Além disso, não há informação de que a espécie ocorra em nenhuma unidade de conservação (SNUC).	2012-03-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20bonjardinensis	Mata Atlântica
4410	SOLANACEAE	Petunia exserta	Stehmann	EN	B1ab(iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Petunia exserta apresenta uma distribuição geográfica restrita, com uma EOO de 502,29 km². As subpopulações são pequenas e isoladas, e a espécie vem sofrendo com a redução na qualidade de seu hábitat, no número de indivíduos maduros e de subpopulações.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20exserta	Pampa (Campos Sulinos)
4411	SOLANACEAE	Petunia mantiqueirensis	T.Ando & Hashim.	EN	B2ab(iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Petunia mantiqueirensis apresenta uma distribuição geográfica restrita, ocorrendo numa pequena porção da Serra da Mantiqueira (MG) e tendo uma EOO de 193,40 km². A espécie está presente em três municípios, cada um considerado uma situação de ameaça distinta, sendo que em todos eles mais de 80% da área original da Mata Atlântica foi desmatada. Devido a isso, além de um declínio contínuo na extensão e na qualidade do hábitat, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio no número de subpopulações e de indivíduos maduros.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20mantiqueirensis	Mata Atlântica
4412	SOLANACEAE	Petunia reitzii	L.B.Sm. & Downs	CR	B1ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Petunia reitzii apresenta uma distribuição restrita, tendo uma EOO de 18,64 km². A espécie ocorre em apenas um município do planalto catarinense, o que é interpretado como sendo apenas uma única situação de ameaça. A espécie sofre com o declínio na qualidade e na extensão de seu hábitat, devido a atividades agrícolas e silviculturais, além de não ser protegida por nenhuma unidade de conservação (SNUC). Suspeita-se que, por causa da perda e da degradação de seu hábitat, P. reitzii esteja sofrendo um declínio populacional contínuo.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20reitzii	Mata Atlântica
4413	SOLANACEAE	Petunia saxicola	L.B.Sm. & Downs	CR	B2ab(iii,v),C2a(i,ii),D	Tainan Messina	Tainan Messina	Petunia saxicola é uma espécie de distribuição restrita com AOO de 4 km². É conhecida por apenas uma população composta de poucos indivíduos, cujo número vem declinando devido à mineração. Suspeita-se que o número de indivíduos seja inferior a 50.	2012-03-28T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20saxicola	Mata Atlântica
4414	SOLANACEAE	Schwenckia curviflora	Benth.	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	"Apesar de ter uma distribuição relativamente ampla, Schwenckia curviflora é uma espécie rara com hábitat específico, ocorrendo exclusivamente em áreas úmidas e brejosas do Sudeste e Sul. A AOO é de 64 km², portanto muito abaixo do limite de 500 km² da categoria ""Em perigo"" (EN) definido no critério B. A espécie foi coletada apenas três vezes nos últimos 30 anos, o que corrobora a sua raridade, sendo que, no Estado de São Paulo, a última coleta foi realizada em 1933. Alguns dos locais de ocorrência já se encontram completamente urbanizados, como a cidade de São Paulo, e outros, como o litoral do Rio Grande do Sul, encontram-se em franco processo de urbanização. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo declínio na AOO, na extensão e na qualidade do hábitat, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Em razão de sua raridade natural e à destruição do seu hábitat, a população de S. curviflora é considerada severamente fragmentada."	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20curviflora	Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica
4415	SOLANACEAE	Schwenckia lateriflora	(Vahl) Carvalho	DD	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Distribuição geográfica da espécie encontra-se incompleta. As informações disponíveis não incluem registros de ocorrência da espécie no estado do Rio de Janeiro, onde, de acordo com a Flora do Brasil, a espécie ocorre. Dados insuficientes para avaliação.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20lateriflora	Mata Atlântica
4416	SOLANACEAE	Schwenckia nova-veneciana	Carvalho	CR	B2ab(ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	Tainan Messina	Schwenckia nova-veneciana é uma espécie rara e com distribuição restrita. A região onde a espécie ocorre vem sendo drasticamente desmatada, no município de Nova Venécia (ES), 94% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido a esses fatores, suspeita-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Também é possível suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na AOO, calculada em apenas 8 km², na extensão e na qualidade do hábitat, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Sua existência na natureza deve ser verificada urgentemente e, caso a espécie seja encontrada, ações de conservação in situ e ex situ devem ser estabelecidas.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20nova-veneciana	Mata Atlântica
4417	SOLANACEAE	Sessea brasiliensis	Toledo	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 47.147,970km², e ocorre em regiões severamente impactadas por atividades humanas, como a região metropolitana de São Paulo e o sul de Minas Gerais.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sessea%20brasiliensis	Mata Atlântica
4418	SOLANACEAE	Sessea regnellii	Taub.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta Extensão de Ocorrência de 280.866,010km², e ocorre em várias fisionomias florestais dentro do domínio da Mata Atlântica.	2012-02-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sessea%20regnellii	Mata Atlântica
4419	SOLANACEAE	Solanum affine	Sendtn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Solanum affine tem uma distribuição relativamente ampla, com uma Extensão de Ocorrência de 489.736,29 km2. Ocorre em uma variedade de habitats, desde restingas a florestas montanas, inclusive em áreas perturbadas e campos abandonados. Foi registrada em algumas Unidades de Conservação, e em algumas das áreas remanescentes mais representativas da Mata Atlântica.	2012-04-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20affine	Mata Atlântica
4420	SOLANACEAE	Solanum arenarium	Sendtn.	EN	B2ab(iii,v)	Tainan Messina	""	Solanum arenarium é uma espécie bastante rara, representada em grande parte por coletas antigas e relativamente esparsas. Ocorre próximo ao litoral, sob baixas altitudes, em geral, em locais muito desmatados e alterados pela ação humana, como é o caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. Esses fatores indicam que vem havendo um acentuado declínio na extensão e qualidade do hábitat. A AOO é de 56 km². Suspeita-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam fortemente isoladas umas das outras, e que a espécie venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20arenarium	Mata Atlântica
4421	SOLANACEAE	Solanum bahianum	S.Knapp	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	""	Até recentemente, Solanum bahianum era conhecida apenas em uma pequena região do litoral sul da Bahia. A identificação de dois novos registros para os Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro ampliou expressivamente a distribuição geográfica da espécie (AOO atual é de 32 km²). Entretanto, esses novos registros indicam a ocorrência da espécie em áreas severamente impactadas por atividades humanas. No município de Conceição da Barra (ES), mais de 90% da cobertura original da Mata Atlântica foi desmatada, indicando redução na extensão e na qualidade do hábitat. Já em Macaé (RJ), a espécie foi coletada há quase 20 anos em um pequeno fragmento de floresta litorânea, totalmente cercado pela cidade, de um lado, e pelo mar, de outro. Suspeita-se que a espécie possa ter sido localmente extinta, em função do declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações. Também se suspeita que, por causa da severa redução na extensão e na qualidade do hábitat, também em curso na porção baiana, e na distribuição da espécie devido à expansão de atividades agrícolas, esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros, e que a maioria das subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20bahianum	Mata Atlântica
4422	SOLANACEAE	Solanum bullatum	Vell.	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum bullatum é uma espécie bastante frequente na Mata Atlântica das regiões Sudeste e Sul, ocorre em várias fisionomias florestais, incluindo capoeiras, e está representada em algumas Unidades de Conservação.	2012-02-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20bullatum	Mata Atlântica
4423	SOLANACEAE	Solanum cinnamomeum	Sendtn.	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	A espécie apresenta ampla distribuição, com uma Extensão de Ocorrência de 605841 km2, ocorre em diferentes fisionomias da Mata Atlântica, inclusive em trechos extensos e bem preservados do Bioma, e está representada em algumas Unidades de Conservação.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20cinnamomeum	Mata Atlântica
4424	SOLANACEAE	Solanum diamantinense	Agra	NT	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum diamantinense é uma espécie endêmica da Bahia descrita em 1999. Ocorrendo quase exclusivamente na Chapada Diamantina, a espécie possui uma distribuição relativamente restrita, com um Extensão de Ocorrência de 58512.37 km2. As informações disponíveis indicam que a espécie pode ser localmente abundante, e ocorre também em áreas perturbadas e secundárias. Entretanto, a região sofre com uma série de ameaças, como a expansão de atividades agropecuárias e a incidência frequente de incêndios. Dessa forma, S. diamantinense pode vir a ser ameaçada num futuro próximo.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20diamantinense	Caatinga, Cerrado
4425	SOLANACEAE	Solanum diploconos	(Mart.) Bohs	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum diploconos é amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Sul, possuindo uma Extensão de Ocorrência de 539795.7 km2. Espécie muito frequente e representada em várias Unidades de Conservação ao longo da sua distribuição.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20diploconos	Mata Atlântica
4426	SOLANACEAE	Solanum gertii	S.Knapp	NT	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum gertii possui distribuição geográfica um tanto restrita, com uma Extensão de Ocorrência de 45131.3 km2, e é representada por não muitas coletas. A maior parte dos registros da espécie se encontram em uma região que apresenta uma extensão significativa de florestas, os municípios de Morretes e Guaratuba preservam ambos mais de 70% da cobertura original da Mata Atlântica. Entretanto, devido à sua distribuição restrita, sua aparente raridade e à possibilidade de degradação do seu habitat, a espécie pode vir a ser ameaçada no futuro.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20gertii	Mata Atlântica
4427	SOLANACEAE	Solanum granulosoleprosum	Dunal	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 1.772.222,126km², ocorre em diversas fitofisionomias, incluindo áreas alteradas, e é contemplada por várias Unidades de Conservação.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20granulosoleprosum	Cerrado, Mata Atlântica
4428	SOLANACEAE	Solanum graveolens	Bunbury	EN	B2ab(ii,iii,iv,v)	Tainan Messina	""	Solanum graveolens é uma espécie rara e dependente de florestas bem preservadas, com AOO de 32 km². A maioria dos locais de ocorrência é severamente desmatada e, no caso dos registros do Estado do Rio de Janeiro, também altamente urbanizada. Por isso, considera-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Também é possível suspeitar que esteja ocorrendo um declínio na AOO, na extensão, na qualidade do hábitat e no número de subpopulações e indivíduos maduros.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20graveolens	Mata Atlântica
4429	SOLANACEAE	Solanum hasslerianum	Chodat	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	A espécie apresenta Extensão de Ocorrência de 385.437,511km², sendo portanto distribuída de forma relativamente ampla, e é bastante frequente no setor Sul da sua distribuição. Entretanto, as informações disponíveis indicam que a espécie não é representada em nenhuma Unidade de Conservação, indicando a necessidade de medidas de conservação in situ direcionadas a ela.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20hasslerianum	Cerrado, Mata Atlântica
4430	SOLANACEAE	Solanum jabrense	Agra & M.Nee	EN	B2ab(iii,v)	Tainan Messina	""	Solanum jabrense ocorre exclusivamente nos Brejos de Altitude, enclaves de Floresta Úmida em meio ao agreste nordestino. A AOO é de 88 km². Devido a sua distribuição naturalmente fragmentada e ao grande desmatamento a que os brejos vêm sendo submetidos, suspeita-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras, e também que esteja havendo declínio na extensão e qualidade do hábitat e no número de indivíduos maduros da espécie.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20jabrense	Caatinga, Mata Atlântica
4431	SOLANACEAE	Solanum latiflorum	Bohs	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	A espécie apresenta Extensão de Ocorrência de 59.180,149km², ocorre em vários trechos bem preservados da Serra do Mar, e está representada em algumas Unidades de Conservação que abrigam áreas expressivas de Mata Atlântica.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20latiflorum	Mata Atlântica
4432	SOLANACEAE	Solanum leucodendron	Sendtn.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apresenta distribuição ampla e é considerada comum em diversas das áreas de ocorrência.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20leucodendron	Mata Atlântica
4433	SOLANACEAE	Solanum melissarum	Bohs	LC	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum melissarum é amplamente distribuída, tendo uma extensão de ocorrência de 846.612.53km², é relativamente frequente ao longo da sua distribuição, ocorre em diferentes fisionomias florestais da Mata Atlântica e está representada em algumas Unidades de Conservação.	2012-05-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20melissarum	Mata Atlântica
4434	SOLANACEAE	Solanum ovum-fringillae	(Dunal) Bohs	DD	""	Pablo Viany Prieto	""	A distribuição geográfica de Solanum ovum-fringillae não é bem conhecida. É possível suspeitar de que seja uma espécie de fato ameaçada, devido à situação dramática da Mata Atlântica na região nordeste do Brasil, sendo, portanto, necessário realizar um esforço de campo para delimitar corretamente a sua região de ocorrência.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20ovum-fringillae	Mata Atlântica
4435	SOLANACEAE	Solanum paralum	Bohs	EN	B2ab(iii)	Pablo Viany Prieto	""	Solanum paralum ocorre do sul da Bahia ao litoral sul fluminense (Estado do Rio de Janeiro). Nas duas regiões, a espécie vive em uma área restrita, de modo que sua AOO é de apenas 16 km². A espécie está presente em Restingas e Florestas Ombrófilas litorâneas, formações que sofrem forte pressão resultante da ocupação humana. Assim, considera-se que vem ocorrendo declínio na extensão e qualidade do hábitat da espécie.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20paralum	Mata Atlântica
4436	SOLANACEAE	Solanum pinetorum	(L.B.Sm. & Downs) Bohs	NT	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum pinetorum apresenta uma distribuição razoavelmente ampla, ocorre também em formações secundárias e está representada em algumas Unidades de Conservação. Entretanto, há uma disjunção significativa na sua distribuição, e é muito pouco provável que esteja havendo passagem de sementes e/ou pólen entre as áreas disjuntas. Devido a isso, suspeita-se que a espécie possa vir a estar ameaçada num futuro próximo.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20pinetorum	Mata Atlântica
4437	SOLANACEAE	Solanum pseudoquina	A.St.-Hil.	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apresenta distribuição ampla e é considerada comum em diversos ambientes.	2012-09-11T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20pseudoquina	Mata Atlântica
4438	SOLANACEAE	Solanum reitzii	L.B.Sm. & Downs	NT	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum reitzii não apresenta uma distribuição restrita, ocorre em diferentes fisionomias da Mata Atlântica, e, segundo as informações disponíveis, está representada em duas Unidades de Conservação, os Parques Estaduais paranaenses de Velha e Mata dos Godoy. Entretanto, os registros de ocorrência da espécie são esparsos, e uma parte deles é relativamente antiga. No Rio Grande do Sul a espécie não é coletada desde 1977, tendo sido registrada em locais bastante urbanizados e historicamente afetados pela ocupação humana.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20reitzii	Mata Atlântica
4439	SOLANACEAE	Solanum restingae	S.Knapp	EN	B2ab(iii,iv,v)	Tainan Messina	""	Solanum restingae ocorre em formações vegetais sobre solos arenosos como os campos da Chapada Diamantina e as Restingas. Situadas ao longo do litoral do País, onde a maior parte da população humana está concentrada, as Restingas vêm sendo desmatadas de forma drástica principalmente devido à expansão urbana, quase sempre impulsionada pela especulação imobiliária e, em menor extensão, em função de atividades agropecuárias. Assim, é certo que esteja havendo uma forte redução na extensão e na qualidade do hábitat da espécie. Também é possível suspeitar que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras, e que esteja ocorrendo um declínio no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO é de 60 km².	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20restingae	Mata Atlântica
4440	SOLANACEAE	Solanum santosii	S.Knapp	VU	B2ab(iii,v)	Tainan Messina	""	Solanum santosii é uma espécie rara, com distribuição restrita e especificidade de hábitat, cuja AOO é de 40 km². O número de situações de ameaça identificadas é inferior a 10. A espécie ocorre em alguns locais severamente desmatados, como os municípios de Salvador e Jussari (BA), que tiveram mais de 90% da superfície original de Mata Atlântica destruída, e em locais onde a expansão de atividades agropecuárias e silviculturais é uma ameaça bastante evidente no presente. Devido a isso, considera-se que esteja havendo declínio na extensão e na qualidade do hábitat, e se suspeita também de um declínio no número de indivíduos maduros.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20santosii	Mata Atlântica
4441	SOLANACEAE	Solanum sooretamum	Carvalho	LC	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	A espécie apresenta uma extensão de ocorrência de 82.848,17km² e, devido ao número de registros de herbário, é possível suspeitar de que seja uma espécie relativamente frequente. Apesar do habitat da espécie estar sofrendo um declínio expressivo decorrente da expansão de atividades agropecuárias e silviculturais, a espécie é bem representada em algumas Unidades de Conservação.	2012-06-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20sooretamum	Mata Atlântica
4442	SOLANACEAE	Solanum spissifolium	Sendtn.	CR	B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(i)	Tainan Messina	""	Solanum spissifolium foi coletada no passado em locais hoje totalmente urbanizados, no meio da cidade de São Paulo, e o último registro data de 1949. Suspeita-se que, além de uma dramática redução na extensão e na qualidade do hábitat, a espécie também tenha sofrido declínio na EOO, na AOO, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO é de 4 km², e a espécie está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Suspeita-se que haja menos de 250 indivíduos de S. spissifolium e também que as subpopulações remanescentes sejam pequenas, com no máximo 50 indivíduos cada uma, e estejam altamente isoladas umas das outras. Existe uma grande possibilidade de a espécie ter se extinguido. Entretanto, há ainda pequenos remanescentes de Mata Atlântica tanto em meio à grande São Paulo quanto no seu entorno. No caso de buscas intensivas por S. spissifolium nesses locais não serem bem-sucedidas, a espécie poderá ser declarada extinta.	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20spissifolium	Mata Atlântica
4443	SOLANACEAE	Solanum sycocarpum	Mart. & Sendtn.	NT	""	Pablo Viany Prieto	""	Solanum sycocarpum apresenta distribuição ampla, porém aparentemente descontínua, ao longo da costa Atlântica do Brasil. Apesar de ser rara, em geral apresentando baixas densidades populacionais, a quantidade de registros sugere que a espécie é relativamente frequente nas regiões em que ocorre. Há registros em algumas Unidades de Conservação. Por outro lado, o principal habitat de S. sycocarpum, as restingas, vêm sendo degradadas continuamente, e por isso suspeita-se que a espécie esteja sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros e no número de subpopulações, podendo vir a ser ameaçada no futuro.	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20sycocarpum	Mata Atlântica
4444	SOLANACEAE	Solanum viscosissimum	Sendtn.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	""	"Solanum viscosissimum é uma espécie que ocorre em Florestas com Araucária, que sofreram um desmatamento drástico ao longo do século XX e, possivelmente, constituem a fitofisionomia mais ameaçada da Mata Atlântica. A espécie é representada em grande parte por registros de coleta relativamente antigos, no Paraná foi coletada apenas uma vez nos últimos 40 anos, e no Rio Grande do Sul não é coletada desde 1954, sendo por isso considerada ""Presumivelmente extinta"" nesse Estado. Por isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. É possível suspeitar também que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A AOO é de 40 km² e, portanto, muito inferior ao limite de 500 km² da categoria ""Em perigo"" (EN), de acordo com o critério B."	2012-02-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20viscosissimum	Mata Atlântica
4445	SOLANACEAE	Solanum warmingii	Hiern	EN	B2ab(iii,v)	Tainan Messina	""	Solanum warmingii é representada por poucas coletas esparsas em locais altamente urbanizados, como o município de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), ou muito desmatados, como os municípios de Ponte Nova, Viçosa e Caratinga (MG), todos com cerca de 90% da cobertura original da Mata Atlântica desmatada. Embora se considere que a espécie ocorra também nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro, suspeita-se que seja de forma esparsa e possivelmente pontual. Assim, suspeita-se que suas subpopulações, exceto aquela presente no Parque Estadual do Rio Doce, sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Além disso, se suspeita que, devido ao grau de desmatamento dos locais em que ocorre, esteja havendo declínio do número de indivíduos adultos. A AOO é de 40 km².	2012-09-03T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20warmingii	Mata Atlântica
4446	SPHAGNACEAE	Sphagnum pendulirameum	H.A.Crum	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphagnum%20pendulirameum	Amazônia, Pampa (Campos Sulinos)
4447	STYRACACEAE	Styrax acuminatus	Pohl	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	S. acuminatus é uma arbórea do Sul e Sudeste brasileiro. Foi estimada Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km². Embora tenha baixa densidade (máximo 6 indivíduos por hectare), muitas subpopulações foram encontradas em área sob proteção integral, de mode que a espécie não apresenta risco de extinção.	2012-12-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Styrax%20acuminatus	Mata Atlântica
4448	SYMPLOCACEAE	Symplocos altissima	Brand	DD	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Symplocos altissima é uma espécie conhecida somente de sua coleta tipo da região de Nova Friburgo, porém sem localidade certa. Pouco se sabe sobre a espécie, desta forma estudos mais aprofundados sobre a espécie são sugeridos, para que esta possa ser reavaliada futuramente. Diante do exposto S. altissima é considerada Deficiente de Dados (DD).	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20altissima	Mata Atlântica
4449	SYMPLOCACEAE	Symplocos corymboclados	Brand	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Symplocos corymboclados é uma espécie arbustiva ou arbórea ocorrente em áreas de Campo de Altitude e Floresta Ombrófila Densa alto-montana a 1.100 m e 2.000 m de altitude em Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Por ter especificidade de hábitat, sua AOO torna-se restrita, apresentando somente 72 km², além disso, considera-se estar sujeita a cinco situações de ameaça. O ambiente onde a espécie se desenvolve encontra-se ameaçado pela pressão antrópica e fragmentação. Diante do exposto, Symplocos corymboclados é categorizada como ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20corymboclados	Mata Atlântica
4450	SYMPLOCACEAE	Symplocos falcata	Brand	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Symplocos falcata é uma espécie arbórea ocorrente em diferentes ambientes em estados do sudeste do Brasil a 200 e 2400 m de alt. Possui extensão de ocorrência de 90.904,215km². Segundo Aranha Filho et al. (2007), a espécie é uma das mais comuns e bem distribuídas do grupo no sudeste do país, o autor relata ainda que S. falcata ocorre em ambientes florestais secundários e também em formações com distúrbio antrópico. Symplocos falcata é bem representada também em áreas preservadas como Unidades de Conservação. Diante disto, a espécie pode ser considerada Menos preocupante (LC).	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20falcata	Mata Atlântica
4451	SYMPLOCACEAE	Symplocos itatiaiae	Wawra	EN	B1ab(i,ii,iii,v)	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	"Symplocos itatiaiae é uma espécie arbórea ocorrente nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, em altitude de 2.000 a 2.250 m. Tem EOO de 2.955,73 km² e AOO de somente 12 km², além de estar sujeita a três situações de ameaça. Apesar de ocorrer em áreas protegidas como os Parques Nacionais do Itatiaia e da Serra dos Órgãos, sofre a ameaça periódica de incêndios florestais. Diante do exposto, pode-se dizer que S. itatiaiae está ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20itatiaiae	Mata Atlântica
4452	SYMPLOCACEAE	Symplocos neglecta	Brand	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	"Symplocos neglecta é uma espécie arbustiva ocorrente na Mata Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro, em altitude de 600 a 800 m. Está sujeita a somente uma situação de ameaça e tem AOO de apenas 4 km². É ameaça ao hábitat da espécie o intenso processo de fragmentação e redução, sendo as florestas do Estado uma das mais ameaçadas do País. Diante do exposto, S. neglecta é categorizada como ""Criticamente em perigo"" (CR)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20neglecta	Mata Atlântica
4453	SYMPLOCACEAE	Symplocos organensis	Brand	EN	B2b(i,ii,iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	"Symplocos organensis é uma espécie arbustiva ou arborescente ocorrente na Mata Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro, a cerca de 2.000 m de altitude. Tem distribuição restrita a Florestas e Campos de Altitude, com uma EOO de 1.300,78 km² e AOO de 16 km². Apesar de ocorrer em áreas preservadas, o hábitat de S. organensis sofre com a fragmentação e a redução, sendo um dos ambientes florestais mais ameaçados do País. Diante do exposto, S. organensis encontra-se ""Em perigo"" (EN)."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20organensis	Mata Atlântica
4454	SYMPLOCACEAE	Symplocos rhamnifolia	A.DC.	EN	B2ab(i,ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Miguel d'Avila de Moraes	"Symplocos rhamnifolia é uma espécie arbustiva ou arbórea ocorrente no Estado da Bahia, a 850 a 1.100 m de altitude. A espécie tem a AOO extremamente restrita (AOO=12 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O hábitat onde a espécie ocorre sofre com a fragmentação e com os impactos de origem antrópica, ademais, outro risco iminente é a presença de uma grande rodovia próxima à sua área de ocorrência. Devido a essas características, S. rhamnifolia é categorizada como ""Em perigo (EN)""."	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20rhamnifolia	Caatinga, Cerrado
4455	SYMPLOCACEAE	Symplocos tenuifolia	Brand	LC	""	Danielli Cristina Kutschenko	Miguel d'Avila de Moraes	Symplocos tenuifolia é uma espécie arbórea a arbustiva ocorrente em estados do sul e sudeste do Brasil em diferentes habitats. Possui extensão de ocorrência de 212.341,060km². Apesar de o ambiente onde ocorre estar sob um histórico de pressão antrópica e atualmente sofrer com a fragmentação, a espécie ocorre em áreas protegidas, além de ser amplamente distribuída e bem representada nos locais onde ocorre. Desta forma, Symplocos tenuifolia está sob baixo risco de extinção, sendo considerada Menos preocupante (LC), entretanto, estudos posteriores de redução populacional ou restrições biológicas poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.	2012-03-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20tenuifolia	Cerrado, Mata Atlântica
4456	THEACEAE	Laplacea fructicosa	(Schrad.) Kobuski	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	L. fructicosa é uma arbórea amplamente distribuída pelo Brasil. Possui Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.	2012-11-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Laplacea%20fructicosa	Amazônia, Mata Atlântica
4457	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris angustifolia	(Willd.) Proctor	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20angustifolia	Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado
4458	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris araucariensis	Ponce	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20araucariensis	Mata Atlântica
4459	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris concinna	(Willd.) Ching	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20concinna	Mata Atlântica, Cerrado
4460	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris cutiataensis	(Brade) Salino	EN	B1ab(i,ii,iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica de São Paulo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO restrita a 1.132,57 km² e está sujeita a três situações de ameaça considerando a degradação dos ambientes de ocorrência. Além disso, a supressão vegetal existente no seu hábitat leva a suspeitar que as subpopulações estejam em declínio e, caso ameaças como mineração, extrativismo vegetal não sustentável e poluição do solo e água não sejam controladas, a espécie poderá desaparecer da natureza.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20cutiataensis	Mata Atlântica
4461	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris hatschbachii	A.R.Sm.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20hatschbachii	Mata Atlântica
4462	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris leprieurii	(Hook.) R.M.Tryon	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20leprieurii	Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado
4463	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris littoralis	Salino	EN	B1ab(i,ii,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica de São Paulo. Tem EOO menor que 5.000 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e suspeita-se do declínio contínuo da qualidade do hábitat. O entorno de sua região de ocorrência sofre com atividades agrícolas como o plantio de banana e a ocupação humana por comunidades de caiçaras e caboclos, que conseguem seu sustento por meio da agricultura de subsistência, pesca e extração de recursos naturais como o palmito e a caixeta.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20littoralis	Mata Atlântica
4464	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris macrophylla	(Kunze) C.V.Morton	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20macrophylla	Mata Atlântica, Amazônia
4465	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris montana	Salino	VU	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie com distribuição restrita a Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem EOO com aproximadamente 16.250,16 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A degradação do hábitat proveniente de queimadas e atividades antrópicas é considerada a principal ameaça, que, caso não seja controlada, poderá causar o declínio populacional da espécie, transferindo-a para uma categoria de maior risco em futuro próximo.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20montana	Mata Atlântica
4466	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris multigemmifera	Salino	CR	B2ab(i,ii,iii,v)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie é endêmica de São Paulo. Tem AOO restrita a 4 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça onde existe a única subpopulação encontrada da espécie. Sua região de ocorrência sofre com o turismo intenso e as atividades agrícolas que causam declínio na extensão e qualidade do hábitat da espécie. Suspeita-se também do declínio de indivíduos maduros.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20multigemmifera	Mata Atlântica
4467	THELYPTERIDACEAE	Thelypteris novaeana	(Brade) Ponce	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie endêmica da Ilha de Trindade, uma ilha vulcânica que pertence ao Estado do Espírito Santo. Tem AOO menor que 10 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, sendo o declínio na qualidade do hábitat considerado a principal. A Ilha sofreu com a introdução de animais domésticos que destruíram a vegetação original.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20novaeana	Mata Atlântica
4468	TRICHOCOLEACEAE	Trichocolea brevifissa	Steph.	LC	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.	2012-08-30T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocolea%20brevifissa	Mata Atlântica
4469	TRIGONIACEAE	Trigonia bahiensis	E.F.Guim. & Miguel	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Trigonia bahiensis E.F. Guim. & Miguel era considerada endêmica da Bahia, entretando, coleções recentemente determinadas pela especialista E.F. Guimarães ampliaram de maneira significativa a distribuição do táxon, com registros confirmados atualmente para os estados do Ceará, Minas Gerais e Espirito Santo. Com registros em Florestas Ombrófilas Densas e estacionais deciduais e semideciduais (carrascos, mussunungas, florestas de restinga),  esta erva escandente está bem representada em herbários e protegida pelos limites de diferentes categorias de Unidades de Conservação ao longo de sua distribuição. Por esses motivos, foi considerada de Menor Preocupação (LC) em relação ao seu risco de extinção.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonia%20bahiensis	Cerrado, Mata Atlântica
4470	TRIGONIACEAE	Trigoniodendron spiritusanctense	E.F.Guim. & Miguel	VU	B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Trigoniodendron spiritusanctense ocorre exclusivamente em Florestas Primárias e Florestas de Tabuleiro sobre latossolo (Florestas Ombrófilas Densas), nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Mesmo descrita como frequente em algumas localidades que apresentam florestas clímax (Mata do Carvão, Barra de São João, RJ), a espécie tem somente as subpopulações capixabas protegidas nos limites de unidades de conservação (SNUC) e, por ter uso verificado, suspeita-se que suas subpopulações estejam sofrendo declínio. Apresenta distribuição restrita (EOO= 16.425,57 km² e AOO=24 km²) a apenas uma fitofisionomia associada ao bioma Mata Atlântica. T. spiritusanctense é utilizada na confecção de dormentes e na produção de carvão vegetal, o que, aliado à severa perda de hábitat verificada nesses dois Estados, compromete diretamente a perpetuação deste táxon na natureza. Além disso, não se encontra legalmente protegida por legislação específica que regulamente seu uso, assim, T. spiritusanctense foi considerada ""Vulnerável"" (VU) em relação ao seu risco de extinção."	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigoniodendron%20spiritusanctense	Mata Atlântica
4471	TRIURIDACEAE	Sciaphila schwackeana	Johow	NT	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Sciaphila schwackeana Johow representa um endemismo da Mata Atlântica brasileira, com registros espaços no solo de Florestas Ombrófilas Densas de encosta, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. O aparente baixo número de coleções pode ser atribuído principalmente ao fato deste táxon ter habito saprofítico, o que dificulta sua localização em campo, portanto, acredita-se que S. schwackeana seja mais frequente do que os registros sugerem, apesar de ter sido registrada em Unidades de Conservação, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução populacional drástica, uma vez que o Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, onde ocorre exclusivamente, tenha perdido mais de 90% de suas fitofisionomias originais. Por esses motivos, a espécie foi considerada Quase Ameaçada (NT), podendo se enquadrar em uma categoria de ameaça em um futuro próximo, conforme estudos biogeográficos e espaciais forem conduzidos.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sciaphila%20schwackeana	Mata Atlântica
4472	TRIURIDACEAE	Triuris hyalina	Miers	LC	""	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	Triuris hyalina Miers ocorre amplamente distribuída nos neotrópicos, com registros desde a Guatemala até o sudeste do Brasil. Aqui, a espécie foi registrada em Florestas Ombrófilas Densas e semidecíduas associadas aos Domínios Fitogeográficos Amazônia e Mata Atlântica, nos estados do Amazonas, Espirito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo (Mass, 2012). Entretando, há registros indicando a ocorrência deste táxon também no estado da Bahia, confirmados pelo especialista botânico J.P. Maas, suspeita-se que o baixo número de coletas de T. hyalina se de principalmente por sua característica saprofítica, no interior de ambientes florestais, o que dificulta sua localização em campo. Pela sua expressiva distribuição geográfica, com registros em áreas ainda bem conservadas (estado do Amazonas), T. hyalina foi considerada de Menor Preocupação (LC) neste momento, porém demandando estudos biogeográficos e populacionais mais detalhados para se avaliar o risco de extinção de maneira mais precisa.	2012-09-13T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triuris%20hyalina	Amazônia, Mata Atlântica
4473	TROPAEOLACEAE	Tropaeolum pentaphyllum	Lam.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	T. pentaphyllum ocorre amplamente no sul do Brasil, apresentando EOO de 248.613 Km². Apesar de possuir propriedades medicinais, aparentemente a exploração da espécie não influencia em sua capacidade de regeneração e manutenção de populações. Deste modo, a espécie não se encontra em risco iminente de extinção, enquadrando-se na categoria Least concern (LC).	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tropaeolum%20pentaphyllum	Mata Atlântica
4474	TROPAEOLACEAE	Tropaeolum warmingianum	Rohrb.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Tropaeolaceae warmingianum apresenta ampla EOO (191.879,91 km²), porém AOO (20 km²) restrita. Estima-se que a espécie esteja sujeita a, pelo menos, cinco situações de ameaça. Da mesma forma, suspeita-se que sua AOO esteja em declínio contínuo, tendo em vista as altas taxas de perda de Mata Atlântica e a degradação do bioma Cerrado. Mesmo em registros de herbário, pode-se constatar o histórico de perda de qualidade de hábitat em locais de ocorrência da espécie. Portanto, a espécie enquadra-se na categoria ""Em perigo"" (EN)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tropaeolum%20warmingianum	Cerrado, Mata Atlântica
4475	TURNERACEAE	Piriqueta suborbicularis	(A.St.-Hil. & Naudin) Arbo	NT	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	P. suborbicularis é uma erva terrícola e rupícola, com distribuição no Sul do Brasil, em campos graminosos com presença de afloramento rochoso, uma formação vegetacional comum na extensão de ocorrência da espécie. Considerando ainda que trata-se de uma erva tolerante a ambientes alterados, é possível inferir que os valores de área de ocupação e extensão de ocorrência estão subestimados. Embora a espécie tolere ambientes antropizados, a agricultura e a limpeza do solo com o uso de fogo às áreas destinadas ao pastejo são ameaças à população, podendo elevar a espécie para uma categoria de ameaça.	2012-04-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piriqueta%20suborbicularis	Pampa (Campos Sulinos)
4476	TURNERACEAE	Turnera capitata	Cambess.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	T. capitata é um arbusto que ocorre em diversas formações vegetacionais do sudeste e sul do Brasil, dentro dos limites da Mata Atlântica e Cerrado. A Extensão de Ocorrência é bastante superior a 20.000 km², de forma que a espécie não está em risco de extinção.	2012-04-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Turnera%20capitata	Mata Atlântica, Cerrado
4477	TURNERACEAE	Turnera hilaireana	Urb.	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	T. hilaireana é uma erva terrícola com distribuição pelo Brasil central e sudeste. Embora os registros botânicos obtidos não representem a real distribuição da espécie, é possível inferir que a Extensão de Ocorrência é bastante superior a 20.000 km² devido a falta de especificidade de habitat e ao baixo esforço de coleta para ervas. Assim, T. hileireana não está sob risco de extinção.	2012-05-09T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Turnera%20hilaireana	Cerrado, Mata Atlântica
4478	ULMACEAE	Phyllostylon rhamnoides	(Poiss.) Taub.	NT	""	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie apresenta EOO=308.322,162km², tendo sido encontrada em mata mesófila perturbada nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Por ocorrer em áreas fortemente antropizadas, ter menos de 10 situações de ameaça e apresentar uso da madeira e frutos comestíveis, poderá ser categorizada como ameaçada em futuro próximo. Deve ser melhor estudada e fiscalizada, pois os indivíduos podem estar sendo retirados da natureza para uso, causando redução populacional.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllostylon%20rhamnoides	Cerrado
4479	URTICACEAE	Coussapoa curranii	S.F.Blake	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie muito próxima de constar definitivamente como ameaçada. Sua EOO de 76.827,872km² não indica uma realidade, pois atualmente sua ocorrência no estado do Rio de Janeiro é muito duvidosa, já que sua coleta foi realizada em área hoje totalmente habitada. Há de se considerar apenas a Unidade de Conservação no Espírito Santo.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussapoa%20curranii	Cerrado, Mata Atlântica
4480	URTICACEAE	Coussapoa floccosa	Akkermans & C.C.Berg	DD	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com reduzida EOO, porém estudos no estado do Espírito Santo indicaram um indivíduo em uma parcela de 0,01 ha. Em coleção de herbário há apenas uma coleta próxima a cidade de Viçosa. Há necessidade de mais estudos para a espécie.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussapoa%20floccosa	Mata Atlântica
4481	URTICACEAE	Pilea aparadensis	P.Brack	CR	B2ab(ii,iii)	Miguel d'Avila de Moraes	Tainan Messina	Espécie endêmica do Brasil, com uma ocorrência muito restrita (AOO=8 km²) e severamente fragmentada. Ocorre em município em grande desenvolvimento. Poucos representantes em coleções com repetidas localidades.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20aparadensis	Mata Atlântica
4482	URTICACEAE	Pilea flammula	P.Brack	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Pilea flammula é uma espécie rara com distribuição restrita à região Sul do Brasil. Na descrição da espécie constam registros para outras três localidades, além das duas já presentes no banco de dados do CNCFlora. Considera-se, portanto, que P. flammula ocorre em cinco situações de ameaça, e está sujeita à degradação do seu hábitat devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20flammula	Mata Atlântica
4483	URTICACEAE	Pilea hilariana	Wedd.	NT	""	Massimo Giuseppe Bovini	Tainan Messina	Espécie com EOO de 80.851 km2. Ocorre do Estado de São Paulo até o sul do Brasil. É encontrada próxima ao litoral, locais bastante explorados comercialmente pelo homem. Ocorre em poucas Unidades de Conservação. Em futuro próximo pode ser enquadrada em uma categoria de ameaça.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20hilariana	Mata Atlântica
4484	URTICACEAE	Pilea hydra	P.Brack	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie não endêmica do Brasil. Ocorre em altas altitudes e não há estudos mais detalhados. Possui raros representantes em coleções.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20hydra	Mata Atlântica
4485	URTICACEAE	Pilea rhizobola	Miq.	DD	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Espécie que ocorre com muita frequência no estado do Paraná, e em outros estados ocorre em áreas descampadas ou com forte pressão antrópica. Não há nenhum estudo e áreas poucos coletadas.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20rhizobola	Mata Atlântica
4486	URTICACEAE	Urera nitida	(Vell.) P.Brack	LC	""	Tainan Messina	Tainan Messina	Apesar de ser endêmica do Brasil, está espécie possui um EOO amplo e é comum nas margens de rios brasileiros. Ocorre com frequência em Unidades de Conservação e em grandes populações.	2012-10-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urera%20nitida	Mata Atlântica
4487	VALERIANACEAE	Valeriana glaziovii	Taub.	EN	B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Valeriana glaziovii representa um endemismo da Serra da Mantiqueira, nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com registros efetuados entre 1.800 e 2.300 m de altitude, nas Formações Campestres (Campos de Altitude) do Parque Nacional do Itatiaia (MG, RJ) e Parque Estadual do Ibitipoca (MG), usualmente próxima a cursos d?água. É utilizada como indicadora de vegetação primária e em estágio médio e avançado de regeneração, não ocorrendo em áreas perturbadas. Suspeita-se que a subpopulação encontrada no Parque Estadual do Ibitipoca (alto do Pico do Peão) não tenha mais que 10 indivíduos, sendo considerada escassa na região. Embora ocorra em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, V. glaziovii apresenta distribuição muito restrita (EOO=654,88 km² e AOO=28 km²) e fragmentada, e suas subpopulações estão sujeitas a pelo menos três situações distintas de ameaça, sendo o fogo a maior ameaça direta incidente sobre seu hábitat. Pelos motivos expostos, V. glaziovii foi considerada ""Em perigo (EN)"", recomendando-se estudos mais amplos sobre sua distribuição e tendências populacionais."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20glaziovii	Mata Atlântica
4488	VALERIANACEAE	Valeriana glechomifolia	F.G.Mey.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Valeriana glechmifolia é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas áreas campestres de altitude do bioma Mata Atlântica, em locais de solo turfoso e úmido, no Estado de Santa Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul. A espécie apresenta distribuição muito restrita (EOO=140,09 km²) em apenas uma tipologia de vegetação, tendo sua AOO calculada em 12 km². Com base nos registros de coleta disponíveis, suspeita-se que seja uma espécie rara na natureza, já que suas coleções foram realizadas somente em dois municípios, em períodos muito distantes uma da outra. Além de ter potencial uso comercial pela indústria farmacêutica, V. glechmifolia não se encontra protegida por nenhuma categoria de unidade de conservação (SNUC). Além disso, a AOO é utilizada há séculos como pastagem para animais, manejada por meio do uso intensivo do fogo que muitas vezes é potencializado pela presença de espécies exóticas invasoras de grande poder de combustão. Sendo assim, suas subpopulações se encontram submetidas a uma situação de ameaça geral. Por esses motivos, V. glechmifolia foi considerada ""Em perigo (EN)""."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20glechomifolia	Mata Atlântica
4489	VALERIANACEAE	Valeriana organensis	Gardner	CR	B2ab(i,ii,iii,iv)	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Valeriana organensis exclusivamente áreas campestres de altitudes elevadas (entre 2.100 e 2.200 m), com distribuição restrita a apenas um hábitat específico (Campos de Altitude), com a AOO calculada em somente 4 km². Além disso, parece ser naturalmente rara, com subpopulações escassas, uma vez que sua última coleção foi realizada há cerca de 60 anos, em áreas que sofrem com ameaças altamente impactantes, como o fogo e a incidência de espécies exóticas invasoras de alto poder competitivo, que disputam recursos diretamente com a flora local, a qual muitas vezes acabam sobrepujando. Mesmo com algumas coletas históricas realizadas nas unidades de conservação (SNUC) com expressivos esforços de coleta (Parque Nacional da Serra dos Órgãos), V. organensis não foi encontrada recentemente. Verifica-se, com base na informação disponível, que a espécie sofreu declínio contínuo em sua EOO, AOO e qualidade do hábitat. Portanto, a espécie foi considerada ""Criticamente em perigo (CR)"", demandando ações de pesquisa, principalmente biogeografia e ecologia (tendências populacionais) e ações de conservação diretas para garantir sua perpetuação na natureza."	2012-08-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20organensis	Mata Atlântica
4490	VALERIANACEAE	Valeriana reitziana	Borsini	VU	A2c	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Valeriana reitziana é endêmica do Brasil, ocorrendo nos Campos Limpos e Campos Rupestres com registros nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Apesar da distribuição relativamente ampla, a espécie parece não ser abundante em sua área de ocorrência (última coleta de 2003) e os registros disponíveis foram efetuados somente nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Suas subpopulações não se encontram protegidas por unidades de conservação (SNUC). As áreas de Campos Limpos no Sul do Brasil, uma das formações vegetacionais onde a espécie ocorre, foram suprimidas e substituídas por monoculturas de Pinus sp. Além disso, o fogo é uma constante nos ecossistemas de pastagem natural na região Sul do Brasil, representando uma ameaça direta à biodiversidade. Com base no exposto e nas informações disponíveis sobre remanescentes de hábitat disponíveis para essa espécie, suspeita-se que V. reitziana tenha perdido ao menos 30% de sua população natural, sendo assim, considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20reitziana	Mata Atlântica
4491	VALERIANACEAE	Valeriana tajuvensis	Sobral	VU	D2	Eduardo Pinheiro Fernandez	Tainan Messina	"Valeriana tajuvensis é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas encostas da Serra Geral, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi registrada em Florestas Ombrófilas e Formações Campestres, na borda da mata, em clareiras ou em áreas mais abertas e bem drenadas recortadas por rochas, normalmente entre 500 e 700 m de altitude. Suas subpopulações foram descritas como abundantes em algumas localidades (Serra Tajuva, RS), e escassa em outras (Serra do Faxinal, RS), situação que pode ser condicionada pelas características dos locais onde ocorrem, que têm diferentes níveis de perturbação. Com distribuição muito restrita (AOO=16 km²), essas subpopulações estão sujeitas à mesma situação de ameaça e não se encontram protegidas por unidades de conservação (SNUC). A perda de hábitat nos municípios de ocorrência foi sempre superior a 50%, chegando a somente 18% de remanescentes em Morrinhos do Sul (RS). Por esses motivos, V. tajuvensis foi considerada ""Vulnerável"" (VU)."	2012-06-08T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20tajuvensis	Mata Atlântica
4492	VELLOZIACEAE	Barbacenia delicatula	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, nos municípios de Conceição do Mato Dentro e Santana do Riacho, com EOO de 103,87 km², AOO de 16 km². Há uma única população conhecida. Planta rara, pequena, cespitosa, vive nos paredões de rocha nas margens do Rio Santo Antônio. Embora a Serra do Cipó faça parte da Reserva da Biosfera do Espinhaço, a espécie não se encontra devidamente protegida.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20delicatula	Cerrado
4493	VELLOZIACEAE	Barbacenia ensifolia	Mart. ex Schult. & Schult.f.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, aespécie só é conhecida pela coleta tipo, de Martius, no Estado de Minas Gerais,Serra do Cipó. Por ser uma região bastante estudada, dificilmente a planta nãoseria recoletada desde então, supondo-se que esteja extinta.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20ensifolia	Cerrado
4494	VELLOZIACEAE	Barbacenia exscapa	Mart.	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Serro, no Pico do Itambé. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Planta rara, habita áreas de Campos Rupestre. Embora seja encontrada em unidade de conservação (SNUC), a área está sujeita à deterioração pelo uso indevido pelo turismo, e pelo fogo.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20exscapa	Cerrado
4495	VELLOZIACEAE	Barbacenia glutinosa	Goethart & Henrard	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, municípios de Congonhas do Norte e Santana do Riacho, com AOO de 4 km². Está sujeita a uma situação de ameaça. A perda e a deterioração do hábitat são as principais ameaças resultantes do turismo desordenado, e, em certas áreas, da atividade mineradora.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20glutinosa	Cerrado
4496	VELLOZIACEAE	Barbacenia gounelleana	Beauverd	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, na Serra da Mantiqueira, nas regiões de Itatiaia e Aiuruoca. Apresenta EOO de 922,93 km², AOO de 32 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Habita a Mata Atlântica e, possivelmente, o Cerrado, em formações campestres e afloramentos rochosos. Embora seja encontrada em unidade de conservação (SNUC), seu hábitat vem sofrendo com as constantes queimadas, o turismo, a pequena agricultura e o pastoreio, que também pressionam as regiões de ocorrência da espécie.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20gounelleana	Cerrado, Mata Atlântica
4497	VELLOZIACEAE	Barbacenia hirtiflora	Goethart & Henrard	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundo informação disponível, aespécie só é conhecida pela coleta tipo, de Glazou 1892, no Estado de MinasGerais, Diamantina. A região é bem estudada, dificilmente a planta não seriarecoletada, supõe-se que esteja extinta.	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20hirtiflora	Cerrado
4498	VELLOZIACEAE	Barbacenia longiscapa	Goethart & Henrard	CR	B1ab(i,iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Espécie de distribuição restrita (EOO=89,75 km²) a Serra do Cipó e ao município de Diamantina. Ocorre no Parque Nacional do Cipó e nas várias áreas protegidas de Diamantina. Tem como hábitat os Campos Rupestres, ambiente que vem sendo historicamente degradado pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20longiscapa	Cerrado
4499	VELLOZIACEAE	Barbacenia paranaensis	L.B.Sm.	EN	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos limites dos Estados do Paraná e São Paulo, próximo à cidade de Itararé, e tem registrada uma única coleta no Rio Grande do Sul. Sua AOO é de 20 km². Planta rara que ocupa área (AOO) de 20 km². Sujeita a três situações de ameaça, é encontrada em remanescentes de Cerrado em Campos Gerais. A qualidade do hábitat vem sendo degradada há décadas, por queimadas, pastoreio, plantio de espécies arbóreas exóticas, mineração, agricultura e pecuária intensivas. Não há registro da espécie em unidade de conservação (SNUC).	2012-09-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20paranaensis	Cerrado
4500	VELLOZIACEAE	Barbacenia pungens	(N.L.Menezes & Semir) Mello-Silva	CR	B2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Diamantina, com AOO de 4 km². Planta rara, desenvolve-se em pequenas touceiras, sobre os inselbergs do Planalto de Diamantina. A localidade foi considerada como uma situação de ameaça, esta sujeita a mineração, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas. Mesmo assim a espécie ainda é encontrada na região.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20pungens	Cerrado
4501	VELLOZIACEAE	Barbacenia riparia	(N.L.Menezes & Mello-Silva) Mello-Silva	CR	B1ab(iii,iv)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na porção norte da Cadeia do Espinhaço, município de Grão Mogol, com EOO de 18,09 km², está sujeita a uma situação de ameaça. Planta rara, muito pequena, forma grandes touceiras em forma de almofada, nos areais às margens do rio Itacambiruçu, ficando submersa por bastante tempo durante as cheias. A mineração de diamantes por desmonte de rocha foi a principal atividade econômica durante anos e pode ter representado uma ameaça a sobrevivência da espécie. Atualmente, a monocultura de eucalipto para a geração de carvão vegetal e a extração de minério de ferro são as principais atividades econômicas da região. Sua região de ocorrência está dentro dos limites do Parque Estadual de Grão-Mogol.	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20riparia	Caatinga, Cerrado
4502	VELLOZIACEAE	Barbacenia rodriguesii	(N.L.Menezes & Semir) Mello-Silva	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Indaial, Gouveia e em Dantas. Com EOO de 267,32 km² e AOO de 4 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta rara, habita o Cerrado na região central do Espinhaço, onde as principais ameaças são a mineração, a expansão urbana, o turismo, a criação de gado e as queimadas. Não há registro de ocorrência da espécie em unidade de conservação (SNUC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20rodriguesii	Cerrado
4503	VELLOZIACEAE	Barbacenia spectabilis	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado do Espírito Santo, municípios de Serra e Piúma. Com EOO de 540,73 km² e AOO de 8 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta rara, forma touceiras sobre a rocha nua, sendo ameaçada pela degradação e perda do hábitat de Mata Atlântica. Embora encontrada na Àrea de Preservação Ambiental Mestre Álvaro. A área vem sendo degradada por ocupações irregulares, pela abertura de estradas e pelo turismo, e não oferece proteção à espécie.	2012-05-17T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20spectabilis	Mata Atlântica
4504	VELLOZIACEAE	Barbacenia spiralis	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Diamantina. Com EOO de 102,48 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta rara, habita o Cerrado na região central do Espinhaço, onde as principais ameaças são a mineração, a expansão urbana, o turismo, a criação de gado e as queimadas. Não há registro de ocorrência da espécie em unidade de conservação (SNUC).	2012-10-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20spiralis	Cerrado
4505	VELLOZIACEAE	Vellozia alata	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó. Com EOO de 274,96 km² e AOO de 20 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora a região de ocorrência seja considerada Reserva da Biosfera do Espinhaço, ainda são ameaças a especulação imobiliária, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria e, em certas áreas, a mineração. Pela beleza cênica e atrativos naturais, a região tem recebido um afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, além da crescente ocupação caracterizada pelas residências de veraneio, que surgiram a partir do final dos anos 1960 e vêm aumentando significativamente nos dias atuais.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20alata	Cerrado
4506	VELLOZIACEAE	Vellozia albiflora	Pohl	NT	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Aespécie ocorre nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro,com EOO de 112255km² e AOO de 68km². Habita a Caatinga, o Cerrado e a MataAtlântica, em afloramentos rochosos, formações campestres, incluindo vegetaçãode canga, em mais de dez locais em situação de ameaça. É encontrada também em quatro Unidades deConservação. Por ser planta rupestre, campestre e ocorrer sobre a canga,habitats sob pressão, sugerimos mais estudos sobre a espécie.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20albiflora	Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica
4507	VELLOZIACEAE	Vellozia armata	Mello-Silva	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Botumirim, com EOO de 264,58 km² e AOO de 4 km². Ocorre no Cerrado e está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20armata	Cerrado
4508	VELLOZIACEAE	Vellozia asperula	Mart.	DD	""	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	Segundoinformação disponível, a identidade taxonômica é duvidosa, e existem apenasduas coletas, de 1921 e 1953. Por estes motivos a avaliação não pode serexecutada.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20asperula	Cerrado
4509	VELLOZIACEAE	Vellozia barbata	Goethart & Henrard	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, municípios de Diamantina e Monjolos, com EOO de 533,56 km² e AOO de 8 km². Habita o Cerrado na região central do Espinhaço, onde foram identificadas como principais ameaças a mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20barbata	Cerrado
4510	VELLOZIACEAE	Vellozia canelinha	Mello-Silva	CR	B1ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie foi coletada no Estado da Bahia, no Pico das Almas e na Cachoeira do Fraga, com EOO de 37,25 km² e AOO de 28 km², em um local em situação de ameaça. Conhecidas popularmente por canelinha, têm uso medicinal. Segundo informação disponível, a principal ameaça à região do Pico das Almas é o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e o cultivo de frutas. Essas atividades têm sido realizadas com a utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha. Além disso, foi registrado também o extrativismo ilegal de plantas ornamentais.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20canelinha	Caatinga, Cerrado
4511	VELLOZIACEAE	Vellozia gigantea	N.L.Menezes & Mello-Silva	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 232,66 km² e AOO 16 km². Conhecida como canela-de-ema-gigante, pertence ao grupo das velósias dracenóides. Planta rara, endêmica da Serra do Cipó. Pesquisas realizadas inventariaram a existência de 551 indivíduos maduros, dos quais 350 localizados em uma área limítrofe entre o Parque Nacional da Serra do Cipó e a Área de Preservação Ambiental Morro da Pedreira, e 201 no local conhecido por Serra do Lobo. Forma grandes populações na vertente oriental da Serra. A floração é fortemente relacionada com a passagem do fogo. Abriga várias espífitas, algumas exclusivas. Embora a região de ocorrência seja uma unidade de conservação (SNUC) e Reserva da Biosfera, ainda são ameaças a especulação imobiliária, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria e, em certas áreas, a mineração. Pela beleza cênica e pelos atrativos naturais, a região tem recebido um afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, além da ocupação caracterizada por residências de lazer, que surgiram a partir do final dos anos 1960 e vêm aumentando significativamente nos dias atuais. Manter subpopulações viáveis da espécie é um dos objetivos do plano de manejo do Parque Nacional da Serra do Cipó. Estudos dos aspectos da conservação genética da espécie evidenciaram a necessidade de conservação das populações mais ao sul de sua distribuição, situadas fora do Parque Nacional Serra do Cipó e da Área de Preservação Ambiental Morro da Pedreira.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20gigantea	Cerrado
4512	VELLOZIACEAE	Vellozia glabra	J.C.Mikan	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 3.588,45 km² e AOO de 40 km², em cerca de cinco situações de ameaça. A perda e deterioração do hábitat são as principais ameaças à espécie, que se encontra sob pressão da mineração, da expansão urbana, do turismo descontrolado, da criação de gado e das queimadas.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20glabra	Cerrado
4513	VELLOZIACEAE	Vellozia hatschbachii	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaço, com EOO de 1.826,66 km² e AOO de 24 km², em menos de cinco situações de ameaça. Trata-se de uma espécie com até 1 m de altura, folhas velhas persistentes, tolerante à sombra. A perda e deterioração do hábitat pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas são as principais ameaças à espécie.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20hatschbachii	Cerrado
4514	VELLOZIACEAE	Vellozia leptopetala	Goethart & Henrard	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 3.065,91 km² e AOO de 44 km². Planta arborescente de até 1,5 m de altura, polinizada por abelhas e beija-flores, habita os Campos Rupestres, em populações isoladas, exclusivamente em afloramentos rochosos. De acordo com pesquisas realizadas, há entre suas populações altos níveis de endogamia e baixa diversidade genética, que podem estar relacionados ao isolamento físico em afloramentos rochosos e à associação com beija-flores territoriais, dificultando o fluxo gênico entre as populações.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20leptopetala	Cerrado
4515	VELLOZIACEAE	Vellozia lilacina	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 478,69 km² e AOO de 8 km², em menos de cinco situações de ameaça. Segundo a informação disponível, a população da espécie está severamente fragmentada e ameaçada pela perda e deterioração do hábitat, pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20lilacina	Cerrado
4516	VELLOZIACEAE	Vellozia metzgerae	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 1.634,00 km² e AOO de 20 km², em menos de cinco situações de ameaça. A perda e deterioração do hábitat pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, agricultura, criação de gado e queimadas são as principais ameaças à espécie.	2012-05-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20metzgerae	Cerrado
4517	VELLOZIACEAE	Vellozia nuda	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, com EOO de 4.471,69 km² e AOO de 16 km², em menos de cinco situações de ameaça. Habita o Cerrado e, possivelmente, a Mata Atlântica e tem registros de coleta de mais de 20 anos. Vem sofrendo com a perda e deterioração do hábitat pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20nuda	Cerrado
4518	VELLOZIACEAE	Vellozia patens	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 4.167,52 km² e AOO de 32 km², em menos de cinco situações de ameaça. A perda e deterioração do hábitat são as principais ameaças.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20patens	Cerrado
4519	VELLOZIACEAE	Vellozia piresiana	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 105,72 km² e AOO de 12 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. Forma subpopulações grandes e homogêneas de grande beleza cênica. Em 240 m² foram encontrados 98 indivíduos. Embora a região de ocorrência seja uma unidade de conservação (SNUC) e categorizada como Reservada Biosfera, ainda são ameaças a especulação imobiliária, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria, agricultura e pastagem, e em certas áreas, a mineração.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20piresiana	Cerrado
4520	VELLOZIACEAE	Vellozia pulchra	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, em três municípios. Com EOO de 4.331,44 km² e AOO de 16 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Habita a Mata Atlântica sobre afloramentos rochosos graníticos, onde a perda e a deterioração do hábitat pela introdução de espécies invasoras, agricultura e pastagem são uma ameaça a sua sobrevivência.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20pulchra	Mata Atlântica
4521	VELLOZIACEAE	Vellozia sessilis	L.B.Sm. ex Mello-Silva	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado de Goiás, município de Alto Paraíso, com EOO de 958,97 km² e AOO de 28 km², em três situações de ameaça. Segundo a informação disponível, a planta é rara, tem cerca de 30 cm de altura, e ocorre em simpatria com Vellozia tubiflora. A perda e a deterioração do hábitat são uma ameaça à sobrevivência da espécie.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20sessilis	Cerrado
4522	VELLOZIACEAE	Vellozia streptophylla	L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	Segundo a informação disponível, a espécie é rara e ocorre no Estado de Minas Gerais, em duas situações de ameaça, nos distritos de Guinda e São João da Chapada, em Diamantina, com EOO de 362,05 km² e AOO de 8 km². A perda e deterioração do hábitat pela mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas são as principais ameaças à espécie.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20streptophylla	Cerrado
4523	VELLOZIACEAE	Vellozia subalata	L.B.Sm. & Ayensu	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Tainan Messina	Tainan Messina	A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais em dois municípios, com EOO de 155,87 km², AOO de 12 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A perda e a deterioração do hábitat pela mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas são as principais ameaças à espécie.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20subalata	Cerrado
4524	VELLOZIACEAE	Vellozia variabilis	Mart. ex Schult. & Schult.f.	LC	""	Maria Marta V. de Moraes	Tainan Messina	A espécieocorre nas regiõe Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, com EOO de 649584km²e AOO de 144km². Habita a Caatinga e o Cerrado em mais de dez locais emsituação de ameaça. É encontrada também em Unidades de Conservação.	2012-05-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20variabilis	Caatinga, Cerrado
4525	VERBENACEAE	Aloysia hatschbachii	Moldenke	EN	B1ab(iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	A espécie possui EOO menor que 5.000 km². A área de distribuição é restrita a dois municípios do Estado do Paraná, locais relacionados às atividades florestal e agrícola, sujeitos a queimadas e introdução de espécies exóticas. Além disso, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aloysia%20hatschbachii	Mata Atlântica
4526	VERBENACEAE	Aloysia polygalifolia	Cham.	LC	""	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Aocupação irregular de áreas poderia ser uma ameaça futura gerando afragmentação do habitat, mas a espécie possui extensão de ocorrência acima de 67 mil km2.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aloysia%20polygalifolia	Mata Atlântica, Pampa (Salimena et al., 2011)
4527	VERBENACEAE	Citharexylum obtusifolium	Kuhlm.	EN	B1ab(iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Área de ocorrência está fragmentada devido à prática agrícola e agropecuária (Rolim et al., 2006) o que, suspeita-se pode vir a causar redução no número de subpopulações da espécie. Possui EOO inferior a 5.000 km² , e está sujeita a pelo menos duas situações de ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Citharexylum%20obtusifolium	Mata Atlântica (Salimena et al., 2011).
4528	VERBENACEAE	Lippia alnifolia	Mart. & Schauer	VU	B1ab(iii)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie consideradarara e endêmica do Estado da Bahia, EOO inferior a 20.000 km². Ocorre em local com exploração agrícola, agropecuária e garimpeira.Verifica-se uma tendência de declínio progressivo na qualidade do habitat, e aespécie está sujeita a pelo menos seis situações de ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20alnifolia	Caatinga e Cerrado (Salimena et al., 2011)
4529	VERBENACEAE	Lippia bellatula	Moldenke	LC	""	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Embora haja o declinio e qualidade do habitat pela pratica extrativista, queimadas, garimpo e agricultura sem manejo, atividades comuns na região da Bahia, é uma espécie com grande extensão de ocorrência no nordeste.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bellatula	Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)
4530	VERBENACEAE	Lippia bradei	Moldenke	VU	B1ab(i,iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Éuma espécie endêmica de Minas Gerais (Salimena et al., 2011). Ocorre em área impactada devido à expansão de atividade agrícola e mineradora. Verifica-se uma tendência de declínio progressivo na qualidade do habitat. Além disso, a espécie está sujeita a pelo menos quatro situações de ameaça e caso essas não sejam cessadas, o número de subpopulações da espécie poderá sofrer declínio.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bradei	Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011).
4531	VERBENACEAE	Lippia bromleyana	Moldenke	EN	B2ab(iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie com distribuição restrita ao Estado da Bahia (AOO=28 km2) com pelo menos três situações de ameaça, devido à fragmentação do habitat por processos erosivos consequentes de desmatamento e atividade mineradora.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bromleyana	Caatinga e Cerrado (Salimena et al., 2011)
4532	VERBENACEAE	Lippia campestris	Moldenke	EN	B1ab(iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie endêmica do estado do Paraná, considerada uma espécie duvidosa por algunsespecialistas. Apesar disso, possui distribuição muito restrita (EOO=277,63 km2) e está sujeita a uma situação de ameaça devido à expansão de áreas agrícolas nos campos de Cerrado do Paraná.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20campestris	Cerrado (Ritter, Ribeiro, Moro, 2010)
4533	VERBENACEAE	Lippia elliptica	Schauer	VU	D2	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie endêmica do Estado da Bahia, tem distribuição restrita e está sujeita a cinco situações de ameaça. Sua área de ocorrência está impactada pela atividade agrícola e agropecuária, que causam a fragmentação da vegetação e, consequentemente, de seu habitat.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20elliptica	Caatinga, Cerrado
4534	VERBENACEAE	Lippia insignis	Moldenke	VU	B1ab(iii),D2	Claudine Mynssen	Tainan Messina	A espécie tem EOO de cerca de 12.250,15 km2, sujeita a menos de cinco situações de ameaça identificadas. Suspeita-se que, devido à antropização da região, a qualidade do habitat esteja em constante declínio.	2012-04-04T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20insignis	Cerrado, caatinga (Salimena et al., 2011)
4535	VERBENACEAE	Lippia morii	Moldenke	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Ocorre naregião de Rio das Contas, BA (apesar de ser citada como uma espécie endêmica de Minas Gerais segundo a Lista do Brasil). O local de registro tem um histórico de ocupação das terras paraa prática agrícola e atualmente faz parte do setor agroindustrial de polpa defrutas. A espécie tem EOO menorque 5.000 km2 e está sujeita a pelo menos quatrosituações de ameaça.	2012-03-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20morii	Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)
4536	VERBENACEAE	Lippia nana	Schauer	EN	B1ab(i,iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie endêmica do Estado de Goiás, tem EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Sua área de ocorrência está impactada devido à expansão de atividade agrícola, pecuária, queimadas e invasão de espécies exóticas (Klink, Machado, 2005) que ocasionam o declínio na qualidade do habitat.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20nana	Cerrado
4537	VERBENACEAE	Lippia pusilla	T.R.S.Silva & Salimena	LC	""	Claudine Mynssen	Tainan Messina	"A espécie tem ampla distribuição geográfica comextensão de ocorrência acima de 270 mil km2, sem ameaça pontual. Além disso, ainclusão de vários sinônimospoderá ampliar sua distribuição geográfica conhecida para este táxon."""	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20pusilla	Cerrado e Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)
4538	VERBENACEAE	Lippia ramboi	Moldenke	DD	""	Claudine Mynssen	Tainan Messina	"É umaespécie cuja delimitação taxonômica parece incerta, portanto embora ocorra emárea com atividadeextrativista e ocupação ilegal, mais estudo serão necessários para oconhecimento de sua real distribuição."""	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20ramboi	Pampas
4539	VERBENACEAE	Lippia rhodocnemis	Mart. & Schauer	EN	B1ab(i,iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Ocorre em área impactada pela atividade agrícola, pecuária, mineradora e queimadas que levam à perda progressiva de qualidade do habitat. Além disso, tem EOO menor que 5.000 km², com pelo menos três situações de ameaça identificadas.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20rhodocnemis	Mata Atlântica
4540	VERBENACEAE	Stachytarpheta almasensis	Mansf.	EN	B1ab(i,iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie endêmica, ocorre em local com exploração agrícola, madeireira e mineradora, que levam à perda progressiva na qualidade do habitat. Além disso, tem EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a duas situações de ameaça.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20almasensis	Caatinga, Cerrado
4541	VERBENACEAE	Stachytarpheta procumbens	Moldenke	EN	B1ab(i,iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie com EOO menor que 5.000 km², tem distribuição restrita e está sujeita a quatro situações de ameaça.É impactada pela atividade agrícola e pastagens de subsistência, que levam à perda progressiva na qualidade do habitat.	2012-03-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20procumbens	Cerrado
4542	VERBENACEAE	Stachytarpheta radlkoferiana	Mansf.	VU	B1ab(i,iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Espécie com EOO menor que 20.000 km2. Ocorre no Parque Nacional da Chapada Diamantina, mas a área continua sob impacto de atividades irregulares como o garimpo, ocupação, pastagens e fogo, que levam à perda progressiva na qualidade do habitat. Está sujeita a seis situações de ameaça.	2012-03-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20radlkoferiana	Caatinga
4543	VERBENACEAE	Verbena caniuensis	Moldenke	NT	""	Claudine Mynssen	Tainan Messina	"Espécie é endêmica do estado do Paraná (Salimena et al.,2011), embora ocorra em áreas sobameaça de atividades ilegais, possui extensão deocorrência maior que 20 mil Km2."""	2012-03-02T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbena%20caniuensis	Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)
4544	VERBENACEAE	Verbena hirta	Spreng.	LC	""	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Trata-se de uma espécie com distribuiçãode São Paulo ao Rio Grande do Sul, cujo EOO é maior que 500 mil km2. Alémdisso, ocorre em áreasprotegidas como o Parque Estadual do Cerrado, Jaguariaíva, PR (Linsingen,2006), Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) (Freitas, Sazima, 2006),Parque Estadual do Turvo, RS (Rocha, 2009), Parque Municipal das Araucárias,Guarapuava, PR (Buschini, Cordeiro, 2009) e Parque Estadual de Vila Velha,Ponta Grossa, PR (Cervi et al., 2007).	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbena%20hirta	Cerrado, Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)
4545	VERBENACEAE	Verbenoxylum reitzii	(Moldenke) Tronc.	EN	B1ab(iii,iv)	Claudine Mynssen	Tainan Messina	Trata-se de umaespécie que pertence a um gênero monotípico, cuja EOO émenor que 5.000 km2. No Estado do Rio Grande do Sul, ocorre em vegetação muito fragmentadadevido à atividade agrícola e expansão das áreas urbanas, portanto, suspeita-se que, além do declínio daqualidade do habitat, as subpopulações da espécie também estejam em declínio.	2012-03-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbenoxylum%20reitzii	Mata Atlântica
4546	VIOLACEAE	Hybanthus albus	(A.St.-Hil.) Baill.	CR	B1ab(i,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Hybanthus albuscaracteriza-se por ervas, terrícolas, hermafroditas, e apresentam síndrome depolinização entomófila. É endêmica do estado da Bahia e restrita do bioma Caatinga, onde habita Campos Rupestres e Florestas de Galeria, entre 0 e 800 m de altitude. ApresentaEOO e AOO de 23,16 km² e 12 km² respectivamente. Conhecida apenas para omunicípio de Rio de Contas e Livramento do Brumado (BA), onde foicoletada pela última vez em 1994, e pelo material tipo coletado por A.Saint-Hilaire (col. 1509) em 1817. Até agora não foi registrada novamente para o Estado. Encontra-se constantemente ameaçada pelas atividades agrícolas, formaçãode pastagens, cultivo de frutas, queimadas e extração ilegal de madeira. São necessários os investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie,considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20albus	Caatinga, Cerrado
4547	VIOLACEAE	Hybanthus strigoides	Taub.	EN	B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Hybanthusstrigoides caracteriza-se por ervas rupícolas ou terrícolas, com xilopódios,perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinização entomófila.Endêmica do estado de Goiás, município de Alto Paraíso, Parque Nacional daChapada dos Veadeiros. Ocorre em Campo Rupestre e Campo Limpo, entre 1.300 e 1.600 mde altitude. Apresenta AOO de 20 km² e EOO de 3.186,57 km2, onde foram identificadas duas situações de ameaça. Apesar de protegida pelo Parque Nacionalda Chapada dos Veadeiros e RPPN Linda Serra dos Topázios, encontra-se sobconstante ameaça devido aos incêndios florestais que acometem sua região de ocorrênciaprincipalmente nas estações secas do ano, além do ecoturismo. Por se tratar deuma espécie de distribuição geográfica bastante restrita, e pouco representadaem coleções científicas, são necessários investimentos em pesquisa científica eesforços de coleta a fim de certificar daexistência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacionale sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20strigoides	Cerrado
4548	VIOLACEAE	Hybanthus velutinus	Schulze-Menz	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Hybanthus velutinus caracteriza-sepor ervas a subarbustos, xilopodíferos, perenes, hermafroditas, e apresentasíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasCerrado, Mata Atlântica e Pampas, em campo limpo, campo rupestre, cerrado (latusensu), estepe gramíneo-lenhosa e savana arbórea. Segundo Forzza et al.(2012) esta espécie é restrita aos estados de São Paulo, onde é citada na listavermelha do estado como Presumivelmente Extinta, Paraná e Rio Grande do Sul,porém existe uma coleta para o Distrito Federal (R. Bedi 205), o que aumentariaconsideravelmente sua extensão de ocorrência no território nacional. Devido aesta incongruência em relação a sua distribuição, torna-se inviável umaavaliação de risco robusta e coerente.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20velutinus	Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
4549	VIOLACEAE	Rinorea bicornuta	Hekking	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Rinorea bicornuta caracteriza-se por árvoresterrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinizaçãoentomófila. Restrita do bioma Amazônia, é endêmica do estado do Amazonas,município de Tocantins, desenvolvendo-se em Matas de Galeria, em FlorestaOmbrófila às margens do Rio Solimões. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida apenaspelo material tipo, depositado no Herbário RB, coletado em1927. De acordo com os dados disponíveis atualmente, apresenta distribuiçãomuito restrita e pontual, o que corrobora com o status de conservação daespécie. Os intensos desmatamentos que acometem a região onde ocorre, com aprincipal finalidade de implementação do cultivo da soja, pecuária e instalaçãode infraestrutura, são a única situação de ameaça que incide sobre a espécie. São necessários investimentos em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificarda existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20bicornuta	Amazônia
4550	VIOLACEAE	Rinorea longistipulata	Hekking	EN	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Rinorea longistipulatacaracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentapolinização entomófila, sendo restrita do bioma Amazônia. Endêmica do Estado do Acre,ocorre na região do município de Tarauacá e Sena Madureira, desenvolvendo-seem áreas de Floresta de Terra Firme. Apresenta AOO de 16 km² e distribuição restrita e pontual, tendo sido coletada pela última vez no ano de1995. Os intensos desmatamentos que acometem a região onde ocorre com aprincipal finalidade de implementação do cultivo da soja, pecuária e instalaçãode infra-estrutura, são a única situação de ameaça que incide sobre a espécie. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar a existência de subpopulações da espécie, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20longistipulata	Amazônia
4551	VIOLACEAE	Rinorea maximiliani	(Eichler) Kuntze	DD	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Rinoreamaximiliani caracteriza-se por árvores, perenes, hermafroditas, e apresenta síndromede polinização entomófila. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em1817, no estado do Espírito Santo, com a localidade incerta da coleta. SegundoForzza et al. (2012) é endêmica do estado do Espírito Santo, porémexiste uma coleta para Bahia, no município de Jequié (T.S. Santos 3511). Devidoà incongruência nas informações disponíveis sobre a distribuição, e a escassesde informações sobre a espécie, torna-se necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações da espécie, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20maximiliani	Mata Atlântica
4552	VIOLACEAE	Rinorea ramiziana	Glaz. ex Hekking	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Rinorea ramiziana caracteriza-se por árvoresterrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinizaçãoentomófila. É endêmica do Brasil e restrita do bioma Mata Atlântica, desenvolvendo-seem Floresta Ombrófila Densa. Ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, no município deCampos, e do Espírito Santo, nos municípios de Vila Velha e Itaguaçú. Apresenta AOO de12 km². É conhecida apenas por três registros de coleta, o material-tipo datado de1880, coletado no Rio de Janeiro, e duas coleções datadas de 1946, coletadas nomunicípio de Itaguaçú e Vitória. Apresenta distribuição restrita e pontual, eencontra-se sob constante ameaça da exploração madeireira, reflorestamentoshomogêneos, invasão de espécies exóticas, e principalmente pela expansão urbanadesordenada. Os municípios de Itaguaçú e Vitória onde a espécie foi coletadapela última vez, apresentam apenas 10% e 14% respectivamente de remanescentesflorestais originais. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20ramiziana	Mata Atlântica
4553	VIOLACEAE	Rinorea villosiflora	Hekking	CR	B2ab(iii)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Rinorea villosiflora caracteriza-se por árvores, terrícolas, perenes, hermafroditas, eapresentam polinização entomófila. É endêmica do Estado do Maranhão, município deAçailândia. Restrita do bioma Amazônia, onde ocorre em Florestas de TerraFirme. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida apenas pelo material-tipo, depositadoem NY (N.A. Rosa 3025), coletado em 1978. Tem distribuição muito restrita epontual, e encontra-se sob constante ameaça principalmente pelo avanço docultivo da soja. Por ser uma espécie descrita em um passado recente, tornam-senecessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20villosiflora	Amazônia
4554	VIOLACEAE	Viola cerasifolia	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Viola cerasifoliacaracteriza-se por ervas saxícolas, perenes, hermafroditas, e apresentasíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma MataAtlântica, onde ocorre em floresta ombrófila densa, preferencialmente emlocais úmidos em sub-bosques. Distribui-se do estado de Minas Gerais até o RioGrande do Sul. Apresenta EOO de 443.958,599km². Amplamente distribuída nasregiões sul e sudeste, bem representada em coleções cientícas, protegida porUnidades de Conservação. Apesar de estar constantemente submetida a antropizaçãode seus habitats, não há nenhuma ameaça direta que coloque a espécie em riscode extinção. Sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20cerasifolia	Mata Atlântica
4555	VIOLACEAE	Viola gracillima	A.St.-Hil.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Viola gracilimacaracteriza-se por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentasíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Brasil é restrita ao bioma MataAtlântica, onde ocorre em Floresta Ombrófila Densa Montana, Alto-montana, Mista e em Campos de altitude. Distribui-se do Estado de Minas Gerais (P.L. Krieger 23551) até o Paraná.Apresenta AOO de 28 km² e poucos registros de coleta em coleçõescientíficas, sendo a mais recente datada de 2006, no município de BalsaNova (PR). Apesar de ocorrer em unidade de conservação, como porexemplo, o Parque Nacional do Itatiaia, seus habitats encontram-se sobconstante ameaça devido ao intenso processo de supressão da vegetação originalde Mata Atlântica, principalmente devido ao intenso expansão urbana desordenada, agricultura e pecuária, além dos constantes incêndios que acometem as regiõesalto-montanas, em especial os Campos de Altitude. São necessários investimentos empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20gracillima	Mata Atlântica
4556	VIOLACEAE	Viola subdimidiata	A.St.-Hil.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	Viola subdimidiata caracteriza-sepor ervas rupícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome depolinização entomófila. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, desenvolve-seem florestas montanas e campos de altitude. Encontra-se amplamente distribuída,ocorrendo em todos os estados da região sudeste e em Santa Catarina e RioGrande do Sul. Apresenta EOO de 309.633,327km². Além de amplamente distribuídanas regiões sudeste e sul do Brasil, encontram-se protegidas por Unidades deConservação, como por exemplo, Parque Nacional do Caparaó, Parque Nacional deItatiaia, Parque Nacional da Serra dos Órgãos e Parque Nacional da Serra daBocaina. Apesar de seus habitats estarem sob constante supressão, não há umaameaça direta a espécie que a coloque em risco de extinção. Suadistribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.	2012-08-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20subdimidiata	Mata Atlântica
4557	VITACEAE	Cissus acreensis	Lombardi	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	A espécie apresenta ampla distribuição (EOO = 61.117). No entanto, o registro para o estado do Mato Grosso parece ser de identificação duvidosa, tendo em vista a falta de determinador. Apesar deste fato, a espécie pode vir a estar ameaçada de extinção em um futuro próximo, levando-se em consideração a forte pressão antrópica nas áreas de ocorrência da espécie no estado do Acre, como especulação imobiliária, extrativismo da borracha e a exploração de madeira.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20acreensis	Amazônia
4558	VITACEAE	Cissus apendiculata	Lombardi	EN	B2ab(ii,iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Cissus apendiculata é uma liana característica de ambientes de Canga, que vêm sofrendo intensa ação antrópica principalmente pela atividade mineradora. A espécie apresenta uma AOO menor que 20 km² , indicando ocorrência restrita. A fragmentação da população e a possível diminuição em sua AOO combinadas com a diminuição da qualidade do habitat, indicam que a espécie se encontra ""Em Perigo (EN)""."	2012-07-26T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20apendiculata	Amazônia, Cerrado
4559	VITACEAE	Cissus blanchetiana	Planch.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Cissus blanchetiana Planch. é uma espécie de ampla ocorrência (EOO = 503.350 Km?²), com distribuição em vários estados do Sudeste e Nordeste. As populações da espécie parecem estar se mantendo estáveis, tendo em vista o número de coletas recentes para os estados da Bahia e Minas Gerais. No entanto, vale ressaltar os altos índices de perda de Mata Atlântica para os estados da Bahia, Espírito Santo, Alagoas e Pernambuco, que podem afetar as populações da espécie na natureza em um futuro próximo, como citado por Thomas et al. (1998).	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20blanchetiana	Mata Atlântica, Caatinga
4560	VITACEAE	Cissus coccinea	(Baker) Planch.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Cissus coccinea (Baker) Planch. apresenta ampla distribuição pelos estados das regiões Sudeste, Nordeste e Norte. Portanto, suspeita-se que a espécie não se encontre ameaçada de extinção.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20coccinea	Mata Atlântica
4561	VITACEAE	Cissus inundata	(Baker) Planch.	VU	B1ab(iii)	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	"Cissus inundata (Baker) Planch. ocorre no estado de Minas Gerais. A espécie apresenta EOO de 8.175,63 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, devido a presença de atividade mineradora nas áreas de ocorrência da espécie, o que sugere perda de qualidade de habitat. Diante do exposto, a espécie é caracterizada como ""Vulnerável (VU)""."	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20inundata	Cerrado
4562	VITACEAE	Cissus nobilis	Kuhlm.	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Cissus nobilis Kuhlm. apresenta EOO de 26.595 Km² e ocorre em áreas com forte pressão antrópica registradas tanto no passado quanto no presente. A porção sul do estado da Bahia, onde a espécie ocorre com maior frequência, apresenta apenas 0,4% de seu remanescentes intactos. Suspeita-se que se as taxas de perda de habitat continuarem crescentes, a espécie poderá se encontrar ameaçada futuramente.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20nobilis	Amazônia, Mata Atlântica
4563	VITACEAE	Cissus paucinervia	Lombardi	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Cissus paucinervia Lombardi é uma liana de ampla distribuição, ocorrendo em estados com importante histórico de perda de Mata Atlântica. Por estar associada às florestas de baixadas, a espécie pode vir a apresentar algum grau de ameaça em um futuro próximo. Deste modo, a espécie enquadra-se na categoria NT.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20paucinervia	Mata Atlântica
4564	VITACEAE	Cissus pulcherrima	Vell.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Cissus pulcherrima Vell. apresenta ampla distribuição (EOO = 175.567) na costa Nordeste e Sudeste do Brasil. No entanto, a espécie ocorre em ambientes de floresta pluvial de baixada entre 0 e 34m de altitude. Esta especificidade natural pode representar um alto grau de vulnerabilidade para suas populações, tendo em vista a grande perda de Mata Atlântica nos estados de ocorrência da espécie.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20pulcherrima	Mata Atlântica
4565	VITACEAE	Cissus serroniana	(Glaz.) Lombardi	NT	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Cissus serroniana (Glaz.) Lombardi apresenta ampla distribuição, com EOO de 155.234 Km². No entanto, a espécie ocorre em áreas com importante histórico de pressão antrópica. Sendo assim, considera-se que C. serroniana estará ameaçada em um futuro próximo se as taxas de perda de Mata Atlântica não decaírem.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20serroniana	Mata Atlântica, Cerrado
4566	VITACEAE	Cissus stipulata	Vell.	LC	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Espécie amplamente distribuída, ocorrendo do sul da Bahia ao estado de Santa Catarina. Cissus stipulata está representada por populações em diversas Unidades de Conservação, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná. Portanto a espécie enquadra-se no critério LC.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20stipulata	Mata Atlântica
4567	VITACEAE	Cissus trianae	Planch.	DD	""	Diogo Marcilio Judice	Tainan Messina	Não existem dados suficientes para avaliação de risco de extinção da espécie. Apesar da literatura apresentar dados ecológicos e taxonômicos, a incerteza quanto a distribuição e ocorrência da espécie impossibilita uma avaliação precisa. Parece haver registros da espécie para o estado da Bahia e Minas Gerais que não foram incluídos.	2012-12-06T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20trianae	Mata Atlântica
4568	VOCHYSIACEAE	Callisthene inundata	Bueno et al.	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Callisthene inundata é a única espécie da família Vochysiaceae ocorrente no Rio Grande do Sul, onde é endêmica da vegetação ciliar da sub bacia Taquari-Antas. A EOO é de apenas 847,18 km² sujeita a uma única situação de ameaça. O habitat da espécie é seriamente ameaçado pela construção de barragens para geração de energia hidrelétrica, o que pode vir a inundar toda a sua área de ocorrência. Além disso, todos os municípios onde a espécie foi coletada encontram-se bastante desmatados, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo da qualidade da vegetação ciliar onde C. inundata ocorre. A espécie deve ser urgentemente contemplada pela criação de uma unidade de conservação de proteção integral que proteja ao menos parte da sua distribuição.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Callisthene%20inundata	Mata Atlântica
4569	VOCHYSIACEAE	Erisma arietinum	M.L.Kawas.	EN	B1ab(i,ii,iii,iv,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Erisma arietinum é uma espécie endêmica do Espírito Santo, onde é conhecida em apenas duas localidades. A EOO é de 496,03 km², e sujeita a duas situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias, principalmente o cultivo de cacau em sub bosque de florestas nativas. Além disso, E arietinum foi coletada no município de Santa Teresa há quase 60 anos, o que, somado ao elevado grau de desmatamento aí registrado, ao declínio na EOO, na AOO, no número de subpopulações e de indivíduos maduros, permite suspeitar que esteja localmente extinta.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erisma%20arietinum	Mata Atlântica
4570	VOCHYSIACEAE	Qualea coerulea	Aubl.	VU	D2	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Qualea coerulea é uma espécie amazônica distribuída nos estados do Amapá, Maranhão e Pará. Está sujeita a apenas três situações de ameaça, principalmente na Ilha de Marajó, devido à degradação do seu habitat pela pecuária extensiva de búfalos que aí se desenvolve.	2012-05-10T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Qualea%20coerulea	Amazônia
4571	VOCHYSIACEAE	Qualea magna	Kuhlm.	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Qualea magna é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia. A AOO é de 32 km², onde foram identificadas cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat, devido, principalmente, à expansão de atividades agropecuárias, notadamente o cultivo de cacau em sub bosque de floresta nativa. Suspeita-se que o forte grau de desmatamento e fragmentação das florestas em que Q. magna habita esteja acarretando um declínio contínuo do número de indivíduos maduros da população.	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Qualea%20magna	Mata Atlântica
4572	VOCHYSIACEAE	Vochysia angelica	M.C.Vianna & Fontella	EN	B2ab(iii,v)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Vochysia angelica é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o sul da Bahia e o Rio de Janeiro. A AOO é de 28 km², sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade do seu habitat, devido, entre outros fatores, à expansão de atividades agropecuárias, notadamente o cultivo de cacau em sub bosque de florestas nativas. Suspeita-se que o forte grau de desmatamento das localidades onde ocorre, principalmente nos municípios de Rio das Ostras, RJ e Conceição da Barra, ES, esteja acarretando um declínio contínuo do número de indivíduos maduros da população.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20angelica	Mata Atlântica
4573	VOCHYSIACEAE	Vochysia pygmaea	Bong.	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Vochysia pygmaea é uma espécie endêmica dos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço (MG), onde apresenta uma distribuição geográfica bastante restrita. A EOO é de 3.160,31 km², e o número de situações de ameaça não ultrapassa cinco. A espécie vem sofrendo com um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat, devido à expansão urbana e turística e à ocorrência de incêndios.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20pygmaea	Cerrado
4574	VOCHYSIACEAE	Vochysia riedeliana	Stafleu	NT	""	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Vochysia riedeliana é uma espécie com distribuição relativamente ampla ao longo da Costa Atlântica, e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral. Entretanto, por ocorrer em localidades fortemente antropizadas, como a região metropolitana de Salvador, pode vir a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20riedeliana	Mata Atlântica
4575	VOCHYSIACEAE	Vochysia santaluciae	M.C.Vianna & Fontella	EN	B1ab(iii)	Pablo Viany Prieto	Tainan Messina	Vochysia santaluciae é uma espécie de Mata Atlântica com distribuição bastante restrita no estado Espírito Santo. A EOO é de 822,41 km², e está sujeita a até cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com um declínio na qualidade do seu habitat, devido ao elevado grau de desmatamento e fragmentação das florestas em que ocorre.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20santaluciae	Mata Atlântica
4576	WINTERACEAE	Drimys angustifolia	Miers	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. angustifolia é um arbusto do Sul do Brasil. Ocorre em formações florestais úmidas, um habitat comum daquela região. Além de ter EOO superior a 20.000 km², sabe-se que a espécie é frequente nos locais de ocorrência, sendo, por tanto, categorizada sem risco de extinção.	2012-08-31T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drimys%20angustifolia	Mata Atlântica
4577	WINTERACEAE	Drimys brasiliensis	Miers	LC	""	Daniel Maurenza de Oliveira	Tainan Messina	D. brasiliensis é uma arbórea com ocorrência pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, em diversos tipos de formação florestal. Parte dos registros são provenientes de áreas sob proteção integral. EOO é superior a 20.000 km². Pelo exposto a espécie não esta em risco de extinção.	2012-09-19T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drimys%20brasiliensis	Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga
4578	WOODSIACEAE	Athyrium filix-femina	(L.) Roth	DD	""	Tainan Messina	Miguel d'Avila de Moraes	Não há informações suficientes para a avaliação da espécie.	2012-06-29T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Athyrium%20filix-femina	Mata Atlântica
4579	XYRIDACEAE	Xyris almae	Kral & Wand.	NT	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	X. almae é endêmica das serras da Chapada Diamantina, sendo conhecida em três situações de ameaça. Não foi apontada nenhuma ameaça incidindo diretamente sobre as subpopulações, no entanto a perda de habitat é referida para a região, além de espécies de Xyris serem comumente utilizadas como plantas ornamentais. Dessa forma, são necessários dados quantitativos sobre as subpopulações para se aferir uma possível categoria de risco de extinção.	2012-03-14T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20almae	Cerrado
4580	XYRIDACEAE	Xyris augusto-coburgii	Szyszyl. ex Beck	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	X. augusto-coburgii apresenta distribuição extensa e ocorre em habitats severamente fragmentados, circundados por atividades causadoras de impacto ambiental, mas que em sua maioria estão contemplados em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Dados populacionais futuros poderão esclarecer se existe um risco de extinção associado a esta espécie.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20augusto-coburgii	Cerrado
4581	XYRIDACEAE	Xyris aurea	L.B.Sm. & Downs	EN	B1ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris aurea é considerada uma planta rara, que possui distribuição restrita à região central da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais. Possui EOO de 2.600,70 km2, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Nesta região, há a incidência de diferentes ameaças que rapidamente tem degradado a vegetação natural, tais como a atividade mineradora, queimadas e a visitação depredativa.	2012-03-21T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20aurea	Cerrado
4582	XYRIDACEAE	Xyris bialata	Malme	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	X. bilabiata apresenta distribuição extensa em áreas de Campo Rupestre e mais recentemente em Restinga. Estes dois habitats apresentam uma série de ameaças que estão provocando uma intensa perda de habitat. No entanto, as consequências dessa perda de habitat sobre as subpopulações da espécie são desconhecidas, sendo necessários estudos direcionados para se averiguar a existência de um possível risco de extinção.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20bialata	Cerrado
4583	XYRIDACEAE	Xyris blepharophylla	Mart.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris blepharophylla é endêmica dos Campos Rupestres do Espinhaço Central em Minas Gerais, tendo sido registrada para Goiás há aproximadamente 190 anos e desde então não apresentou nenhuma coleta para este estado. Os valores deEOO (2.958,76 km2) e AOO (36 km2) são reduzidos e são verificadas uma série de ameaças incidentes sobre seu habitat, como mineração, expansão urbana e fogo.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20blepharophylla	Cerrado
4584	XYRIDACEAE	Xyris brevifolia	Michx.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição ao longo do litoral brasileiro, que apresenta diferentes ameaças incidentes. Ainda não são conhecidos os impactos de tais ameaças na sobrevivência das subpopulações, sendo necessários mais estudos sobre a espécie.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20brevifolia	Mata Atlântica
4585	XYRIDACEAE	Xyris caparaoensis	Wand.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Não são conhecidos dados biológicos sobre esta espécie, sendo necessários estudos iniciais.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20caparaoensis	Cerrado
4586	XYRIDACEAE	Xyris capensis	Thunb.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	X. capensis apresenta distribuição extensa ao longo das regiões sul, sudeste e parte da nordeste do Brasil, com subpopulações conhecidas em diferentes formações vegetacionais.	2012-03-22T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20capensis	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)
4587	XYRIDACEAE	Xyris cipoensis	L.B.Sm. & Downs	EN	B2ab(iii,v)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris cipoensis é endêmica da Serra do Cipó (MG), sendo considerada rara, apresenta AOO de aproximadamente 20 km². Apesar de sua população conhecida localizar-se em uma unidade de conservação de proteção integral, várias ameaças estão presentes nesta única situação de ameaça. Dentre estas, destacam-se o extrativismopara arranjos ornamentais, que segundoWanderley (2009) é uma das sempre-vivas mais procuradas do gênero, sugerindo assim declínio de indivíduos maduros, turismo depredativo e a construção de numerosas residências de lazer, os quais diminuem a qualidade do habitat.	2012-03-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20cipoensis	Cerrado
4588	XYRIDACEAE	Xyris coutensis	Wand. & Cerati	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie Xyris coutensis é endêmica da região da Chapada do Couto e Parque Estadual do Rio Preto (MG), com um valor de AOO=8 km². Nesta região, o ambiente tem sido degradado pela incidência de ameaças como fogo, mineração e criação de gado, principalmente em áreas não protegidas por unidades de conservação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20coutensis	Cerrado
4589	XYRIDACEAE	Xyris dardanoi	Wand.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris dardanoi é endêmica da Serra do Cipó, onde está sujeita a uma única situação de ameaça ao longo da rodovia que liga Belo Horizonte a Conceição do Mato Dentro (MG). Possui distribuição restrita com AOO=8 km2. Incêndios frequentes, o afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, além da crescente ocupação caracterizada pelas residências de lazer são as principais ameaças incidentes sobre o habitat da espécie, mesmo esta sendo encontrada dentro de uma unidade de conservação.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20dardanoi	Cerrado
4590	XYRIDACEAE	Xyris fibrosa	Kral & Wand.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris fibrosa é uma espécie rara, que ocupa uma AOO de 4 km² e sujeita a uma única situação de ameaça nos Campos Rupestres da Chapada Diamantina, que são impactados pela incidência de incêndios e atividades agropastoris.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20fibrosa	Cerrado, Caatinga
4591	XYRIDACEAE	Xyris fusca	L.A.Nilsson	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris fusca é endêmica da porção sul da Serra da Mantiqueira entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. É uma espécie indicadora de vegetação primária ou em estágio sucessional avançado nos Campos de Altitude. Apresenta distribuição restrita (EOO=775,02 km² e AOO=12 km²) e sujeita a incidência de incêndios (Aximoff, 2011), degradação por atividades agropecuárias e invasão de espécies exóticas (Martinelli, 2007).	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20fusca	Mata Atlântica
4592	XYRIDACEAE	Xyris hatschbachii	L.B.Sm. & Downs	CR	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris hatschbachii é endêmica dos Campos de Altitude do Paraná, com distribuição restrita (EOO=426,87 km2 e AOO=12 km²), sujeita a três situações de ameaça. Nesta região são verificadas queimadas, pastoreio, plantio de espécies arbóreas exóticas, mineração, agricultura e pecuária intensivas (Melo et al., 2004), além disso, uma das subpopulações ocorre próxima à região metropolitana de Curitiba.	2012-04-16T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20hatschbachii	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
4593	XYRIDACEAE	Xyris hystrix	Seub.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris hystrix é considerada uma planta rara, com distribuição atual restrita à Serra do Cipó (MG). As duas subpopulações estão distribuídas a um AOO de 8 km² e encontram-se em declínio, devido principalmente ao extrativismo excessivo para o comércio de sempre-vivas.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20hystrix	Cerrado
4594	XYRIDACEAE	Xyris longifolia	Mart.	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris longifolia éconsiderada uma espécie rara, que ocorre em ambiente de campos sobre solo úmido e ocupa uma AOO de 12 km². A principal ameaça incidente sobre a espécie é a degradação do habitat, que tornou as áreas de campos naturais escassas, principalmente devido à expansão agrícola.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20longifolia	Cerrado
4595	XYRIDACEAE	Xyris lucida	Malme	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris lucida tem distribuição restrita (EOO=562,34 km2 e AOO= 8 km²) sujeita a apenas duas situações de ameaça, em ambientes severamente fragmentados (Serra do Araçatuba e do Iquererim) resultado da incidência de queimadas, invasão por espécies exóticas (Pinus sp.) e expansão de atividades agrícolas.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20lucida	Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
4596	XYRIDACEAE	Xyris lutescens	Kral & Wand.	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	X. lutescens é indicada para os estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás, no entanto não foram encontradas coletas para todos estes estados nas principais bases de dados digitais e a partir de consulta com pesquisadores que trabalham com o gênero. Sugere-se que mais levantamentos de campo sejam realizados para se conhecer melhor a espécie.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20lutescens	Cerrado
4597	XYRIDACEAE	Xyris metallica	Kunth	DD	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	A espécie apresenta distribuição extensa ( EOO= 503.398,731 km²) em diferentes habitats severamente fragmentados, no entanto, são necessários dados populacionais para se verificar um possível risco de extinção.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20metallica	Cerrado
4598	XYRIDACEAE	Xyris morii	Kral & L.B.Sm.	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris morii é endêmica dos Campos Rupestres da parte sul da Chapada Diamantina (BA), com distribuição restrita (EOO=138,89 km2 e AOO=12 km²) apresenta três subpopulações que se desenvolvem em habitats severamente fragmentados e está sujeita a duas situações de ameaça. Nesta região, foram registradas ameaças ligadas ao desmatamento para formação de pastagens, cultivos agrícolas e extrativismo ilegal de plantas ornamentais.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20morii	Cerrado, Caatinga
4599	XYRIDACEAE	Xyris neglecta	L.A.Nilsson	EN	B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris neglecta é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo na região sul no estado do Paraná, onde se desenvolve em ambientes campestres. A espécie possui AOO restrita (AOO=12 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Na cidade de Curitiba e arredores, a distribuição da espécie está ameaçada pela intensa expansão urbana, sendo provável que seu habitat não exista mais na capital paranaense. A oeste de sua distribuição, no município de Balsa Nova, a fragmentação do habitat para conversão de atividades agrícolas é intensa. A leste, em Morretes, a vegetação ainda encontra-se bem preservada. Diante do exposto, evidencia-se o declínio de habitat da espécie, assim como o possível declínio de subpopulações.	2012-04-18T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20neglecta	Mata Atlântica
4600	XYRIDACEAE	Xyris nigricans	L.A.Nilsson	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris nigricans é uma espécie rara e endêmica da Serra do Cipó (MG), onde se desenvolve sobre Campo Rupestre. Possui distribuição restrita com uma AOO de somente 4 km² e sujeita a uma única situação de ameaça. A espécie foianteriormente muito explorada como sempre-viva, por se apresentar como uma das mais ornamentais do gênero e atualmente seu habitat está ameaçado devido ao desmatamento para carvoaria, mineração, especulação imobiliária e queimadas.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20nigricans	Cerrado
4601	XYRIDACEAE	Xyris obtusiuscula	L.A.Nilsson	EN	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xirys obtusiuscula ocupa uma AOO de aproximadamente 36 km², ocorrendo estritamente em Campos Rupestres e Campos de Altitude, habitats severamente fragmentados pela incidência de incêndios, atividades agropecuárias e mineração.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20obtusiuscula	Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga
4602	XYRIDACEAE	Xyris phaeocephala	Kral & Wand.	EN	B2ab(iii,v)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris phaeocephala possui distribuição restrita a Rio de Contas (BA), sujeita a menos de cinco situações de ameaça, com uma AOO de 12 km². Na região, as principais ameaças constatadas foram o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas, pelo uso do fogo e da extração ilegal de madeira para lenha. Além disso, foi registrado também o extrativismo ilegal de plantas ornamentais.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20phaeocephala	Cerrado, Caatinga
4603	XYRIDACEAE	Xyris platystachya	L.A.Nilsson ex Malme	CR	A2cd,B2ab(iii,iv,v)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris platystachya representa uma das espécies de sempre-vivas da família mais comercializada em Minas Gerais, sendo conhecida popularmente como cabeça-de-negro. É uma espécie rara e de distribuição restrita, ocupa uma AOO de aproximadamente 8 km². Devido ao comércio e à coleta indiscriminada, suas subpopulações tiveram um declínio acentuado na Serra do Cipó (Giulietti et al., 1996, Wanderley et al., 2009). Suspeita-se que sua população tenha sofrido uma redução de 80% nos últimos 10 anos devido à intensa coleta de indivíduos maduros. Atualmente as coletas predatórias foram reduzidas pela implementação do Parque Nacional da Serra do Cipó e Parque Estadual do Rio Preto, ambos em Minas Gerais, entretanto sua conservação não é completa uma vez que estas áreas sofrem com queimadas e turismo descontrolado.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20platystachya	Cerrado
4604	XYRIDACEAE	Xyris reitzii	L.B.Sm. & Downs	EN	B1ab(iii)+2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris reitzii possui distribuição restrita aos Campos de Altitude do Paraná e Santa Catarina, ocupando uma EOO de 4.273,26 km2 e AOO de 16 km². Os campos do sul do Brasil encontram-se escassos e reduzidos principalmente pela atual substituição por florestas de pinheiros exóticos e por práticas agrícolas e pecuárias.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20reitzii	Mata Atlântica
4605	XYRIDACEAE	Xyris retrorsifimbriata	Kral & L.B.Sm.	CR	B2ab(iii,v)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris retrorsifimbriata é endêmica do Pico das Almas e ocupa uma AOO de aproximadamente 4 km², sujeita a apenas uma situação de ameaça. Nessa região, uso de queimadas na agricultura e a extração de madeira e plantas ornamentais são as principais ameaças ao seu habitat e, consequentemente, à manutenção de sua população.	2012-04-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20retrorsifimbriata	Caatinga
4606	XYRIDACEAE	Xyris rigida	Kunth	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris rigida tem distribuição restrita aos Campos de Altitude e banhados dos estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Esses estados apresentam uma perda da vegetação original maior que 80% nos últimos 10 anos, principalmente pela agropecuária, como nos municípios de São Francisco de Paula (RS), Piraquara (SP) e Curitiba (PR), o que leva a suspeitar de uma redução de igual valor no tamanho de suas populações.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20rigida	Mata Atlântica, Cerrado
4607	XYRIDACEAE	Xyris sincorana	Kral & Wand.	EN	B2ab(iii,v)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris sincorana é considerada rara, com uma AOO menor que 500 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça nos Campos Rupestres de Minas Gerais e Bahia. Nessa região, foi reportada a incidência de fogo, atividades mineradoras e extração de plantas ornamentais, ameaças que incidem diretamente no habitat da espécie.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20sincorana	Cerrado, Caatinga
4608	XYRIDACEAE	Xyris sororia	Kunth	CR	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyria sororia é uma espécie considerada rara que se desenvolve em ambientes campestres nos estados de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Nestes locais, as principais causas da perda de habitat são o plantio de pinheiros exóticos, queimadas e pecuária intensiva. Devido a isso, estas áreas sofreram uma redução da vegetação original maior que 80% nos últimos 10 anos, como os municípios de Arapoti e Palmeira (PR), e Campo Alegre (SC), o que leva a suspeitar de uma redução de igual valor no tamanho da população da espécie.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20sororia	Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica
4609	XYRIDACEAE	Xyris stenophylla	L.A.Nilsson	VU	D2	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris stenophylla habita áreas de Campo de Altitude e Campo Limpo, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro, sendo estes considerados três situações de ameaça distintas. Pela especificidade de habitat, a espécie possui distribuição restrita, com uma AOO próxima a 20 km². Os campos do sul do Brasil são escassos e pequenos devido à fragmentação causada pela expansão agrícola e pecuária, além da introdução de espécies exóticas como pinus e eucalipto. Na Serra dos Órgãos (RJ), as principais ameaças são o desmatamento desordenado e a incidência de queimadas. Diante do exposto a espécie é categorizada como Vulnerável (VU).	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20stenophylla	Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)
4610	XYRIDACEAE	Xyris tortilis	Wand.	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris tortilis é considerada uma espécie rara que se desenvolve em Campos Rupestres, ocupando uma AOO de 8 km² sujeita a uma única situação de ameaça na Serra do Cipó, Minas Gerais. Neste local, foram reportadas a incidência de queimadas, mineração, atividades agropecuárias e expansão imobiliária, as quais são ameaças diretas sobre o habitat da espécie.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20tortilis	Cerrado
4611	XYRIDACEAE	Xyris trachyphylla	Mart.	LC	""	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	X. trachyphylla possui distribuição extensa e tem subpopulações bem amostradas ao longo desta, sendo reportada para pelo menos 3 UCs em Minas Gerais.	2012-08-05T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20trachyphylla	Cerrado, Mata Atlântica
4612	XYRIDACEAE	Xyris uninervis	Malme	CR	B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris uninervis restrita ao Cerrado de Itararé, estado de São Paulo, ocupa uma AOO de aproximadamente 4 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Nesta, estão presentes duas unidades de conservação em total situação de abandono, sendo verificadas a presença de espécies invasoras e outras atividades antrópicas que estão degradando o habitat.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20uninervis	Cerrado
4613	XYRIDACEAE	Xyris vacillans	Malme	EN	A2c	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	As subpopulações de Xyris vacillans estão distribuídas ao longo de áreas de Mata Atlântica e Cerrado, principalmente em Campos de Altitude ou vegetação campestre relacionada, nos municípios de Itararé, Ribeirão Pires, Santo André (SP), Palhoça (SC) e Tijucas do Sul (PR). Os habitats destas situações de ameaça tiveram uma redução de sua cobertura vegetal de pelo menos 60% causada por queimadas, pastoreio, plantio de árvores exóticas, dentre outras ameaças. Dessa forma, suspeita-se que houve uma redução concomitante de indivíduos nas subpopulações da espécie, em proporção semelhante.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20vacillans	Cerrado, Mata Atlântica
4614	XYRIDACEAE	Xyris wawrae	Heimerl	EN	A2c,B2ab(iii)	Rafael Augusto Xavier Borges	Miguel d'Avila de Moraes	Xyris wawrae ocorre em habitats severamente fragmentados. Distribui-se em uma AOO de aproximadamente 24 km², que está inserida principalmente na Mata Atlântica. Nos últimos 10 anos, os municípios onde a espécie se encontra tiveram a cobertura vegetal reduzida em pelo menos 70%, devido a incidência de queimadas e expansão urbana. Dado esse cenário, suspeita-se que as subpopulações também tenham sofrido uma redução nessas proporções.	2012-04-20T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20wawrae	Cerrado, Mata Atlântica
4615	ZAMIACEAE	Zamia ulei	Dammer	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Zamia ulei conhecida popualrmente por ""batatade catuaba"", ""batata de paca"" e ""palmeirinha"". Não é endêmica do Brasil.Restrita ao bioma Amazônia, ocorre nos Estados do Amazonas, Acre e Mato Grosso.Apresenta EOO de 352.735,6 km². Protegida pela Reserva Florestal Ducke eReserva Experimental do INPA. No município de Alta Floresta (MT) a espécie éapontada como a terceira com maior valor de importância e a de maior volume(Malheiros et al., 2009).Apesar do modelo atual de exploração do bioma Amazônia ter levado a um aumentosignificativo do desmatamento da Amazônia Legal, não existe nenhuma ameaçadireta que coloque a espécie em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada noâmbito."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zamia%20ulei	Amazônia
4616	ZINGIBERACEAE	Renealmia brasiliensis	K.Schum.	EN	B2ab(ii,iii,iv)	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Renealmia brasiliensis conhecida popularmente por""Paco-seroca"", ""Pacová-catinga"" e ""Pacová"", caracteriza-se por ervas rizomatosas,de 5 a 2,5 m de altura, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos municípios de Perdizes, Caratinga e Viçosa (MG), Santa Bárbara do Caparaó (ES) e Canelinhae Biguaçú (SC). Restrita do bioma Mata Atlântica, onde é encontrada em FlorestaOmbrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta AOO de 16 km², eencontra-se sujeita a quatro principais situações de ameaça: expansão urbana,agricultura, pecuária e invasão de espécies exóticas. Protegida pelo ParqueNacional do Caparaó e Estação Biológica de Caratinga. Pouco representada emcoleções científicas, sendo conhecida por coletas da década de 30 e 80, erecentemente coletada em Santa Catarina. Apresenta propriedades medicinais,sendo utilizada como antihelmíntica, cicatrizante, fortificante e carminativo,o que pode acarretar a supressão das subpopulações da espécie. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de novassubpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Renealmia%20brasiliensis	Mata Atlântica
4617	ZINGIBERACEAE	Renealmia petasites	Gagnep.	LC	""	Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho	Tainan Messina	"Renealmiapetasites conhecida popularmente como ""pacova-de-macaco"", caracteriza-se porervas rizomatosas, de 1 a 3 m de altura, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorrendodesde o litoral norte, Estado de Pernambuco, ao litoral sul, Estado de SantaCatarina. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em Floresta Ombrófila Densa. Apresenta EOO de 1.100.887 km². Amplamentedistribuída. Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). E apesar daintensa supressão de seus habitats de ocorrência, e da utilização se suassementes com finalidades medicinais, não há nenhuma ameaça direta que coloque aespécie em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional."	2012-09-27T00:00:00.000	http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Renealmia%20petasites	Mata Atlântica
