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    [1,"ACANTHACEAE","Aphelandra espirito-santensis","Profice & Wassh.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Como o epíteto específico sugere, é uma espécie endêmica do Espírito Santo, ocorre no município de Linhares e, portanto, com distribuição restrita (EOO=495,65 km²). São conhecidas quatro subpopulações, interpretadas como situações de ameaças distintas. Todas as coletas foram feitas em unidades de conservação, mas as áreas protegidas estão sujeitas a ameaças e ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. A Reserva Biológica de Sooretama, por exemplo, tem como ameaças mais severas os incêndios de origem antrópica e as espécies exóticas invasoras. Portanto, A. espirito-santensis foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20espirito-santensis","Mata Atlântica"],
    [2,"ACANTHACEAE","Aphelandra gigantea","(Rizzini) Profice","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Também conhecida como Crista-de-Galinha, a espécie possui ampla distribuição (EOO=54.858,58km²) e é encontrada nos estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. Não há ameaças registradas para a espécie, que ocorre na Reserva Florestal de Bananal do Norte, ES. Dessa maneira, a espécie é considerada com baixo risco de extinção. Entretanto, apesar de possuir diversas coletas, as subpopulações podem estar severamente fragmentadas, demandando estudos para se verificar o estado de conservação de cada subpopulação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20gigantea","Mata Atlântica"],
    [3,"ACANTHACEAE","Aphelandra hirta","(Klotzsch) Wassh.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. hirta possui ampla distribuição (EOO = 99.587,830km²), ocorrendo de maneira descontínua ao longo da floresta ombrófila densa atlântica. Encontrada em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie é considerada como pouco ameaçada de extinção (LC). Entretanto a espécie ocorre em áreas que sofreram grande perda de habitat, o que não descarta futuros estudos para se verificar o estado de conservação da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20hirta","Mata Atlântica"],
    [4,"ACANTHACEAE","Aphelandra longiflora","(Lindl.) Profice","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) do Brasil. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de estudar o atual estado de conservação de subpopulações disjuntas, localizadas no Estado do Ceará, ao sul da Amazônia e na ilha de Marajó.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20longiflora","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [5,"ACANTHACEAE","Aphelandra margaritae","E.Morren","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de amplamente coletada e de ocorrer em pelo menos três unidades de conservação (SNUC), essa espécie tem uma distribuição relativamente restrita (EOO=7.147,62 km²). Além disso, sua limitada capacidade de dispersão resulta em uma estrutura populacional severamente fragmentada. Aphelandra margaritae ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa, fitofisionomia que sofreu grande perda de hábitat nos últimos 30 anos, e que ainda está sujeita ao declínio contínuo de qualidade de hábitat. O município de Itaguaçu, por exemplo, perdeu 1,5% de florestas somente entre 2008 e 2010. Portanto, A. margaritae foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20margaritae","Mata Atlântica"],
    [6,"ACANTHACEAE","Aphelandra maximiliana","(Nees) Benth.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Aphelandra maximiliana é encontrada apenas em áreas de Floresta Ombrófila Montana do Estado do Espírito Santo, e tem EOO de 1.961,93 km². Apesar de amplamente coletada, a espécie apresenta distribuição restrita. Sua limitada capacidade de dispersão sugere uma estrutura populacional severamente fragmentada. Além disso, a espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. O município de Santa Leopoldina, por exemplo, teve uma redução de 2% em suas florestas somente entre 2008 e 2010, evidenciando perda de hábitat. Dessa maneira, A. maximiliana é considerada uma espécie \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20maximiliana","Mata Atlântica"],
    [7,"ACANTHACEAE","Aphelandra nitida","Nees & Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O habitat de ?A. nitida ser a Floresta Atlântica Ombrófila Densa presente no litoral, vegetação que tem sofrido desmatamento intenso. Entretanto, a espécie possui ampla distribuição e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). A. nitida também possui pelo menos uma subpopulação abundante (APA Costa de Itacaré, BA), indicando que a espécie pode ser relativamente frequente nos locais onde ocorre.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20nitida","Mata Atlântica"],
    [8,"ACANTHACEAE","Aphelandra prismatica","(Vell.) Hiern","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie amplamente distribuída que, apesar de ocorrer em área com intensa pressão antrópica, também ocorre em várias unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20prismatica","Mata Atlântica"],
    [9,"ACANTHACEAE","Aphelandra schottiana","(Nees) Profice","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie típica de Mata Atlântica, encontrada em diferentes fisionomias. Apesar de haver indícios que as subpopulações são pequenas, a espécie possui ampla distribuição e ocorre em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20schottiana","Mata Atlântica"],
    [10,"ACANTHACEAE","Aphelandra squarrosa","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Planta arbustiva ornamental e endêmica do Brasil, encontrada em floresta estacional semidecídua e floresta ombrófila na Mata Atlântica. É amplamente distribuída (EOO=53.618,950 km²) e encontrada em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC). Não há ameaças registradas para a espécie. Dessa maneira, A. squarrosa é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) com relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20squarrosa","Mata Atlântica"],
    [11,"ACANTHACEAE","Chamaeranthemum beyrichii","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. beyrichii é uma espécie amplamente distribuída (EOO=130.381,660 km²) na Mata Atlântica, ocupando principalmente áreas de Floresta Ombrófila Densa. Apesar do intenso desmatamento ocorrido nessa formação florestal, a espécie ocorre em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC) e possui baixo risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaeranthemum%20beyrichii","Mata Atlântica"],
    [12,"ACANTHACEAE","Dicliptera squarrosa","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie de ampla distribuição (EOO =  1.405.493,24km2), encontrada em  Florestas Estacionais Semidecíduas e em áreas de Cerrado. Não há ameaças registradas para a espécie, que é encontrada em pelo menos cinco unidades de conservação. Dessa maneira, é espécie é considerada com baixo risco de extinção (LC). Entretanto, em pelo menos em uma das localidades há registro de que a espécie é rara (Babitonga, SC), indicando que novos estudos devem ser feitos em outros locais para se registrar o estado de conservação da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicliptera%20squarrosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [13,"ACANTHACEAE","Dyschoriste lavandulaceae","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Dyschoriste lavandulaceae tem distribuição restrita (EOO=544,71 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. A espécie ocorre em formações campestres, sem registro em unidades de conservação (SNUC). Além disso, em pelo menos uma das localidades (município de Rio Verde, Estado do Mato Grosso do Sul), cerca de 8 km² de vegetação nativa foram suprimidos entre 2008 e 2010, o que configura declínio contínuo de EOO, AOO e de qualidade do hábitat. Portanto, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN). É importante ressaltar que as coletas de D. lavandulaceae ocorreram há mais de 30 anos, e que novos estudos devem ser feitos para que a distribuição atual da espécie possa ser confirmada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyschoriste%20lavandulaceae","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [14,"ACANTHACEAE","Dyschoriste smithii","Leonard","CR","B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada apenas em ilhas rochosas do Rio Uruguai, no trecho próximo ao município de Barra do Arroio do Veado, na divisa entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde forma densas aglomerações. Devido a sua distribuição restrita (EOO=65,3 km²) e proximidade das localidades no leito do rio, está sujeita a uma situação de ameaça. Imagens de satélite mostram supressão da mata ciliar nessa região. Além disso, a ausência de unidades de conservação (SNUC) ou ações específicas na área, sugere que a espécie esteja sujeita a declínio contínuo na qualidade do habitat e de número de subpopulações. Portanto, é considerada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyschoriste%20smithii","Mata Atlântica"],
    [15,"ACANTHACEAE","Herpetacanthus longiflorus","Moric.","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. longiflorus é uma espécie encontrada em floresta ombrófila densa atlântica, com diversas coletas e com distribuição ampla (EOO= 24.126,600 km²). A floresta ombrófila densa sofreu grande perda de habitat e a espécie ocorre em área com forte pressão antrópica. Ocorre em pelo menos três unidades de conservação, mas a população é possivelmente severamente fragmentada devido à baixa capacidade de dispersão e a duas subpopulações disjuntas no Espírito Santo. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Quase ameaçada\" (NT) de extinção. Caso a perda de habitat continue e a extensão de ocorrência diminua até 20000 Km², a espécie poderá ser considerada como ameaçada de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herpetacanthus%20longiflorus","Mata Atlântica"],
    [16,"ACANTHACEAE","Justicia brasiliana","Roth","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída pelo Brasil, ocorrendo em diversas fisionomias de Mata Atlântica e em diversas unidades de conservação (SNUC) e possuindo grande abundância no sul do Brasil. Apesar de ter uma ameaça pontual na restinga de Massambaba (RJ), especulação imobiliária, a ampla distribuição da espécie e o grande número de coletas indicam que a espécie é \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20brasiliana","Mata Atlântica"],
    [17,"ACANTHACEAE","Justicia bullata","(Nees) Profice","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J. bullata é uma espécie conhecida apenas pelo material tipo, coletado em Minas Gerais. Não há registro do local exato de coleta, tampouco do seu tamanho populacional e do seu estado de conservação. Dessa maneira, essa espécie é considerada como \"Deficiente de dados\" (DD) e novos estudos devem ser feitos para a compreensão do seu estado de conservação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20bullata","Mata Atlântica"],
    [18,"ACANTHACEAE","Justicia catharinensis","Lindau","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J. catharinensis é uma espécie herbácea encontrada em floresta ombrófila densa atlântica, nos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo e apresenta ampla distribuição (EOO=25.667,420 km²). Essa formação florestal sofreu e ainda sofre grande perda de habitat. Por exemplo, Campina Grande do Sul, PR, perdeu 7,5% de habitat entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica). É uma espécie severamente fragmentada por possuir baixa capacidade de dispersão e pelo menos duas subpopulações disjuntas no Estado de São Paulo. Infelizmente a espécie ocorre em apenas duas unidades de conservação (SNUC). A espécie poderia ser considerada como ameaçada de extinção. Entretanto, devido à EOO ser um pouco maior do que 20.000 Km² não é possível considerá-la como ameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Quase ameaçada\" (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperação de habitat de floresta ombrófila na região, a espécie poderá ser considerada como ameaçada de extinção futuramente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [19,"ACANTHACEAE","Justicia clausseniana","(Nees) Profice","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia clausseniana é uma espécie com distribuição restrita (EOO=3.260,67 km²). Todas as coletas foram feitas em áreas de Floresta Ombrófila Densa, nas quais foi possível identificar de três a cinco situações de ameaça distintas. As áreas dessa formação florestal nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo sofreram forte pressão antrópica e desmatamento nos últimos 15 anos. O município de Nova Friburgo, por exemplo, teve uma redução de hábitat de cerca de 6% entre 2008 e 2010.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20clausseniana","Mata Atlântica"],
    [20,"ACANTHACEAE","Justicia congrua","(Nees ex Mart.) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie amplamente distribuída (EOO=269.633,59 km²) em porções da Mata Atlântica encontradas principalmente no Espírito Santo e na Bahia. Apesar de ser uma área que sofre uma alta pressão antrópica, a espécie ocorre em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, podemos caracterizar a espécie como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20congrua","Mata Atlântica"],
    [21,"ACANTHACEAE","Justicia cydoniifolia","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=148.366,590 km²) encontrada em áreas de floresta ombrófila densa e restinga arbustiva na Mata Atlântica. Encontrada em pelo menos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça para a espécie ou evidência direta de declínio populacional. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20cydoniifolia","Mata Atlântica"],
    [22,"ACANTHACEAE","Justicia genuflexa","Nees & Mart.","VU","D2","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia genuflexa é uma espécie encontrada em apenas três localidades, que foram consideradas em situações de ameaça distintas. A espécie está protegida por uma unidade de conservação (SNUC). O baixo número de coletas pode evidenciar a distribuição restrita e o baixo número de indivíduos. Sua limitada capacidade de dispersão (dispersão primária do tipo autocoria) associada à incidência de ameaças diversas pode, em um curto espaço de tempo, levar a espécie a ser inserida em categorias de risco de extinção mais preocupantes. Portanto, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20genuflexa","Mata Atlântica"],
    [23,"ACANTHACEAE","Justicia kleinii","Wassh. & L.B.Sm.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie amplamente distribuída (EOO=61.059,890 km²) encontrada nos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Ocorre também em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC) e pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto devem haver estudos para se verificar a conservação da subpopulação encontrada mais no interior (Londrina, PR) e da subpopulação encontrada na ilha de Queimada Grande (SP).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [24,"ACANTHACEAE","Justicia laevilinguis","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ser pouco abundante nos locais onde ocorre, J. laevilinguis ocorre em praticamente em todo o Brasil (EOO=5.353.143,540 km²), sendo encontrada nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Pantanal. É uma espécie de potencial uso econômico, podendo ser usada como forrageira. Apesar dos registros em unidade de conservação (SNUC) não serem frequentes, não há informação de uma ameaça principal para a espécie. Dessa maneira, essa espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação a ameaça de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20laevilinguis","Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [25,"ACANTHACEAE","Justicia lythroides","(Nees) V.A.W.Graham","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J.  lythroides é uma espécie amplamente distribuída (EOO=740.997,34 km²), ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa e Estacional Semidecídua e em pelo menos sete unidades de conservação (SNUC). Entretanto a espécie pode ser rara localmente, apesar das subpopulações serem estáveis. Portanto a espécie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto o estado de conservação de uma subpopulação disjunta em Mato Grosso do Sul deve ser estudado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20lythroides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [26,"ACANTHACEAE","Justicia paranaensis","(Rizzini) Wassh. & L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia paranaensis tem distribuição restrita (EOO=807,68 km²) e é encontrada em Florestas Ombrófilas dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Não há registro de ocorrência em unidades de conservação (SNUC). É ameaçada pela intensa perda de hábitat na região. O município de Ilhota (SC), por exemplo, perdeu 8% de suas florestas, enquanto o município de Joinville (SC) apresentou uma redução de 23,5% em sua vegetação. J. paranaensis está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Dessa maneira, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [27,"ACANTHACEAE","Justicia polita","(Nees) Profice","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia polita é uma espécie de distribuição restrita (EOO=662,74 km²), encontrada em áreas de Floresta Ombrófila da região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Apesar de haver registro de sua ocorrência dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, a espécie também pode ser encontrada proxima a estradas e trilhas que representam ameaças a essas subpopulações. A intensa pressão antrópica na região resulta em declínio contínuo da qualidade do hábitat. Devido a sua baixa capacidade de dispersão, a estrutura populacional da espécie foi classificada como severamente fragmentada. Dessa maneira, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20polita","Mata Atlântica"],
    [28,"ACANTHACEAE","Justicia pseudoamazonica","Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J. pseudoamazonia é uma espécie com poucos registros de ocorrência na Amazônia. Apesar disso, é amplamente distribuída (EOO=128.133,290 km² ) e ocorre em uma unidade de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional.Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20pseudoamazonica","Amazônia"],
    [29,"ACANTHACEAE","Justicia ramulosa","(Morong) C.Ezcurra","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia ramulosa ocorre em diversos países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Guatemala, Peru e Paraguai) e apresenta distribuição marginal no Brasil. No território nacional, a espécie tem distribuição restrita (EOO= 8.639,930 km²), ocorrendo nos Estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, próximo à região de fronteira. A área está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas três situações de ameaça distintas. A baixa eficiência do polinizador, expressa pela pouca quantidade de pólen registrada em beija-flores, pode evidenciar estresse decorrente da incidência de ameaças. Assim, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20ramulosa","Mata Atlântica"],
    [30,"ACANTHACEAE","Justicia scheidweileri","V.A.W.Graham","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie ornamental, conhecida como camarão-rosa. Em seu habitat é amplamente distribuída (EOO=332.562,89 km²) e encontrada em áreas de floresta estacional semidecídua na Mata Atlântica. Encontrada em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça para a espécie ou evidência direta de declínio populacional. A espécie forma densas moitas em alguns locais, indicando que ela pode ser abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto há duas subpopulações disjuntas, uma no Estado de São Paulo e outra, no Paraná, que merecem ser estudadas para se avaliar seu estado de conservação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20scheidweileri","Mata Atlântica"],
    [31,"ACANTHACEAE","Justicia symphyantha","(Nees ex Mart.) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=346.284,390 km²) encontrada em áreas de florestaúmida na Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos quatro unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional.Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação aorisco de extinção. Entretanto, é necessário avaliar o estado de conservação entre as subpopulações do Espírito Santo e da Bahia, uma vez que ocorrem de maneira bastante disjunta.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20symphyantha","Mata Atlântica"],
    [32,"ACANTHACEAE","Justicia tijucensis","V.A.W.Graham","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Possui uma extensão de ocorrência menor do que 20.000 Km² (EOO=18.125,44 km²) e sofre declínio contínuo de qualidade de habitat. A maior parte de suas subpopulações ocorre no Parque Nacional da Floresta da Tijuca (Rio de Janeiro, RJ), área de floresta urbana com grande pressão antrópica. Além disso, a espécie apresenta distribuição disjunta entre os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e possui baixa capacidade de dispersão por ser autocórica, indicando uma estrutura populacional severamente fragmentada.  Dessa maneira, a espécie pode ser considerada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20tijucensis","Mata Atlântica"],
    [33,"ACANTHACEAE","Justicia wasshauseniana","Profice","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie encontrada em Floresta Ombrófila Densa, ocorrendo nos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, em áreas de intensa pressão antrópica. Possui apenas seis situações de ameaça e pode ser severamente fragmentada por ter baixa capacidade de dispersão (autocoria) e ter subpopulações disjuntas no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Entretanto, por possuir EOO de cerca de  149.840,99 km², a espécie não pode ser enquadrada como ameaçada de extinção, sendo considerada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20wasshauseniana","Mata Atlântica"],
    [34,"ACANTHACEAE","Mendoncia mollis","Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. mollis é uma trepadeira de ampla distribuição (EOO=207.452,63 km²) encontrada em mata ciliar e diferentes fisionomias de Mata Atlântica e Cerrado. Além disso, essa espécie ocorre em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira essa espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto a ocorrência no Estado de São Paulo é questionada e novos estudos devem ser feitos para se verificar a ocorrência dessa espécie nesse Estado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mendoncia%20mollis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [35,"ACANTHACEAE","Odontonema dissitiflorum","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Odontonema dissitiflorum tem distribuição restrita (EOO=4.486,79 km²) e é encontrada em Florestas Ombrófilas nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, de forma disjunta. A espécie ocorre em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC), onde foi feita a maioria das coletas. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Devido à reduzida capacidade de dispersão da espécie (síndrome de dispersão autocórica) e às evidências de declínio no número de indivíduos maduros, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Odontonema%20dissitiflorum","Mata Atlântica"],
    [36,"ACANTHACEAE","Pseuderanthemum modestum","(Nees) Radlk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=178.218,16 km²) encontrada em Caatinga e em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. É abundante em pelo menos um dos locais em que ocorre e não há ameaça registrada para a espécie. Por esses motivos, a espécie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, por apresentar uma população disjunta, o estado de conservação das subpopulações  deve ser estudado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseuderanthemum%20modestum","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [37,"ACANTHACEAE","Pseuderanthemum riedelianum","(Nees) Radlk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=66.261,010 km²) encontrada em áreas de florestaombrófila densa na Mata Atlântica, com a maioria dos registros de coleta feitos nos estados do Paraná e Santa Catarina. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional.Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação aorisco de extinção. Devido à distribuição disjunta em São Paulo, as subpopulações encontradas nesse estado devem ser estudadas com relação ao seu estado de conservação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseuderanthemum%20riedelianum","Mata Atlântica"],
    [38,"ACANTHACEAE","Ruellia affinis","(Schrad.) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=186.653,450 km²) encontrada em áreas de florestaombrófila densa e estacional semidecídua na Mata Atlântica principalmente na Bahia. Em uma das localidades de coleta, a espécie é considerada abundante. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência direta de declínio populacional para a espécie.Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação aorisco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações do Espírito Santo devem ser estudadas, uma vez que ocorrem de forma isolada em relação às subpopulações da Bahia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20affinis","Mata Atlântica"],
    [39,"ACANTHACEAE","Ruellia bulbifera","Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída na porção sul do Brasil (EOO=497.695,42 km²) e com potencial ornamental. Entretanto não há registro de coleta predatória da espécie. Apesar de não ter registro de ocorrência para unidades de conservação (SNUC), a espécie ocorre em formações campestres de diferentes biomas brasileiros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20bulbifera","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [40,"ACANTHACEAE","Ruellia chamaedrys","(Nees) Angely","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas pelo único registro, coletado no Estado de Goiás. Segundo especialistas, a espécie deve ser reavaliada taxonomicamente. Para isso o local exato de coleta deve ser especificado, bem como sua distribuição, de modo a viabilizar a avaliação de risco de extinção de R. chamaedrys. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Dados insuficientes\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20chamaedrys","Cerrado"],
    [41,"ACANTHACEAE","Ruellia curviflora","Nees & Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada em Mata Atlântica na região da costa brasileira, possuindo ampla distribuição (EOO=83.614,74 km²). Apesar de ser uma região com intensa pressão antrópica, a espécie ocorre em pelo menos cinco unidades de conservação (SNUC) e não há registro de declínio populacional da espécie. Por esse motivo, R. curviflora é considerada uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20curviflora","Mata Atlântica"],
    [42,"ACANTHACEAE","Ruellia dissitifolia","(Nees) Hiern","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Considerada uma espécie medicinal, ocorre em áreas de campo em Cerrado e possui ampla distribuição (EOO=531.247,890 km²). Apesar das áreas de campo terem sofrido perda de habitat, a espécie ocorre em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Por esses motivos, a espécie é considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20dissitifolia","Cerrado"],
    [43,"ACANTHACEAE","Ruellia epallocaulos","Leonard ex C.Ezcurra & Wassh.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=187.604,08 km²), encontrada em floresta ombrófila densa e em estacional semidecídua. Não há ameaça registrada para a espécie, que ocorre em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, futuros estudos devem avaliar o estado de conservação das subpopulações disjuntas no Brasil central.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20epallocaulos","Mata Atlântica"],
    [44,"ACANTHACEAE","Ruellia erythropus","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","R. erythropus é uma espécie amplamente distribuída no Brasil (EOO=270.558,27 km²), encontrada em áreas de floresta. Ocorre em áreas de pastagem sendo provavelmente consumida pelo gado. Portanto a espécie esta pouco ameaça de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20erythropus","Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [45,"ACANTHACEAE","Ruellia multifolia","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição (EOO=1.291.319,56 km²) encontrada principalmente em diferentes fisionomias de Cerrado. Encontrada também em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC) no Brasil. Dessa maneira, a espécie possui baixo risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20multifolia","Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [46,"ACANTHACEAE","Ruellia solitaria","Vell.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Conhecida popularmente como \"solitária\", essa espécie possui ampla distribuição (EOO=547.588,60 km²) ocorrendo principalmente em porções de Mata Atlântica próximas à costa brasileira. Ocorre em pelo menos 11 unidades de conservação (SNUC) e é utilizada como ornamental em canteiros e jardins. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20solitaria","Mata Atlântica"],
    [47,"ACANTHACEAE","Schaueria lophura","Nees & Mart.","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. lophura possui ocorrência relativamente ampla e até 10 situações de ameaça. Além disso a espécie ocorre na cidade do Rio de Janeiro, local onde há forte pressão de urbanização. Cabo Frio (RJ), outro local onde a espécie foi coletada, perdeu 2% de sua cobertura florestal entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2010). Caso a EOO fosse menor do que 20.000 Km², seria possível considerar a espécie como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, devido ao fato da EOO da espécie ser apenas cerca de 10.000 Km² (o que caracteriza como estimativa incerta) maior do que o limite para considerá-la como ameaçada, podemos considerar a espécie como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schaueria%20lophura","Mata Atlântica"],
    [48,"ACANTHACEAE","Schaueria virginea","Nees","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie descrita apenas para o Estado do Rio de Janeiro, aparece na lista das espécies ameaçadas do Paraná. Especialistas consideram que a espécie necessita de revisão taxonômica. Devido à incerteza taxonômica, a espécie é considerada como \"Dados insuficientes\" (DD). Futuros estudos devem resolver essa incerteza taxonômica, além de registrar os locais de ocorrência da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schaueria%20virginea","Mata Atlântica"],
    [49,"ACANTHACEAE","Staurogyne anigozanthus","(Nees) Kuntze","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada em áreas de Floresta Ombrófila nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A EOO da espécie é maior do que 20.000 Km² (EOO=31.494,64 km²). Mas está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat. O município de Betim, por exemplo, no Estado de Minas Gerais, teve perda de área florestal de cerca de 2% entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Por esse motivo a espécie foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT). A perda contínua de habitat pode levar a espécie a risco de extinção em um futuro próximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20anigozanthus","Mata Atlântica"],
    [50,"ACANTHACEAE","Staurogyne brachiata","(Hiern) Leonard","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne brachiata tem extensão de ocorrência menor que 5.000 km² (EOO=700,07 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Em uma das localidades (município de Nova Friburgo, RJ) houve perda de cerca de 6% da cobertura florestal entre 2008 e 2010, caracterizando o declínio contínuo da extensão, área e da qualidade do hábitat. Ocorre exclusivamente na região serrana fluminense, acima de 800 m de altitude. Não é coletada há mais de 40 anos e estudos devem ser realizados para se avaliar o estado de conservação real da espécie. Portanto, é caracterizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20brachiata","Mata Atlântica"],
    [51,"ACANTHACEAE","Staurogyne carvalhoi","Profice","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne carvalhoi é uma espécie encontrada em áreas de Floresta Ombrófila e tem uma extensão de ocorrência menor do que 20.000 km² (EOO=12.277,56 km²). Foram identificadas de cinco a seis situações de ameaça. Além disso, apresenta estrutura populacional severamente fragmentada, já que suas subpopulações estão distantes entre si, e a espécie tem baixa capacidade de dispersão. No município de Eunápolis (BA) houve perda de 19,5% de Mata Atlântica, o que configura diminuição contínua de área e qualidade de hábitat. Assim, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20carvalhoi","Mata Atlântica"],
    [52,"ACANTHACEAE","Staurogyne elegans","(Nees) Kuntze","VU","D2","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne elegans é uma espécie encontrada apenas na região da Serra do Cipó, em áreas de Floresta Estacional Semidecídua e de Mata de Galeria. Sua área de ocupação é bastante restrita (AOO=12 km²), sendo também localmente rara e sujeita a três situações de ameaça, que implicam declínio contínuo da qualidade de hábitat. Além disso, transformações da paisagem podem dificultar ainda mais sua dispersão, do tipo autocórica, que já representa um fator limitante. Foi considerada \"Vulnerável (VU D2)\".","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20elegans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [53,"ACANTHACEAE","Staurogyne itatiaiae","(Wawra) Leonard","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne itatiaiae é encontrada na Serra da Mantiqueira, na Serra da Bocaina e no Parque Nacional do Itatiaia. Tem distribuição restrita (EOO=1.286,11 km²) e suspeita-se que a sua população tenha sofrido declínio devido à perda de hábitat. Além disso, em função da capacidade de dispersão limitada da espécie, podemos considerar a população severamente fragmentada. Aparentemente, há uma disjunção entre as populações das Serras da Bocaina e da Mantiqueira, o que justifica estudos futuros com o objetivo de se verificar o estado de conservação dessas subpopulações. Por esses motivos, S. itatiaiae foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [54,"ACANTHACEAE","Staurogyne vauthieriana","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne vauthieriana tem distribuição restrita (EOO=270,24 km²), no Estado de Minas Gerais, no Parque Estadual do Itacolomi, município de Ouro Preto. Ocorre em áreas de canga, ricas em minério de ferro, que tem alto valor para a indústria mineradora e está sujeita a quatro situações de ameaça.  A exploração de minério de ferro resulta em perda de área e de qualidade do hábitat. Dessa maneira, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20vauthieriana","Mata Atlântica"],
    [55,"ACANTHACEAE","Staurogyne veronicifolia","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne veronicifolia é uma espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, podendo ser encontrada em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, em altitudes elevadas. Tem extensão de ocorrência restrita (EOO=540,93 Km²). Foi coletada em apenas duas localidades: Cachoeira do Itapemirim e Castelo, municípios que sofreram perda de área de habitat de até 15% entre 2008 e 2010, e continuam sujeitos a declínio contínuo de EOO, AOO e qualidade de habitat. Dessa maneira, S. veronicifolia é considerada uma espécie \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20veronicifolia","Mata Atlântica"],
    [56,"ACANTHACEAE","Staurogyne warmingiana","(Hiern) Leonard","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É endêmica da Serra da Piedade (MG), com apenas duas coletas conhecidas no município de Caeté. As duas localidades de ocorrência foram consideradas situações de ameaça distintas. Tem distribuição restrita (EOO=269,27 km²), em uma área bastante visada pelo ecoturismo e turismo religioso, o que resulta em diminuição contínua da qualidade do hábitat. O turismo pode configurar uma ameaça e seu impacto nas subpopulações de S. warmingiana deve ser melhor compreendido. Além disso, a mineração nessa localidade do Quadrilátero ferrífero, representa uma ameaça para a espécies desde o início da busca do ouro pelos bandeirantes. Assim, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20warmingiana","Mata Atlântica"],
    [57,"ACANTHACEAE","Stenandrium diphyllum","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie amplamente distribuída (EOO=536.096,600 km²), encontrada principalmente em áreas de Cerrado. Apesar de poucas coletas, S. diphyllum ocorre em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC). Além disso possui a forma de vida do tipo geófito, ou seja, sua gema é encontrada abaixo do solo, o que torna a planta menos susceptível à morte com a passagem do fogo, comum em Cerrado. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\"(LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20diphyllum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [58,"ACANTHACEAE","Stenandrium hatschbachii","Wassh.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica do município de Grão Mogol, na Serra do Espinhaço. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Tem uma extensão de ocorrência restrita (EOO=537,25 km², AOO= 16 km²), sendo encontrada principalmente em áreas de Campos Rupestres. Não há registro de ocorrência em unidade de conservação (SNUC). A exploração de diamantes no passado e o incentivo ao turismo nos dias de hoje são ameaças que podem levar ao declínio populacional de S. hatschbachii. Dessa maneira, essa espécie foi considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20hatschbachii","Cerrado"],
    [59,"ACANTHACEAE","Stenandrium stenophyllum","Kameyama","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie endêmica do município de Grão Mogol, é restrita a Serra do Espinhaço e está sujeita a duas situações de ameaça. Tem extensão de ocorrência restrita (EOO=427,40 km²) em áreas de Cerrado. Embora a região abrigue o Parque Estadual de Grão Mogol, não há registro de sua presença nessa unidade de conservação (SNUC). A exploração de diamante no passado e o atual incentivo ao turismo representam ameaças que podem levar ao declínio populacional da espécie. Além disso, a proximidade da estrada representa uma ameaça a uma de suas subpopulações, o que implica em declínio de AOO, EOO, qualidade de habitat e número de subpopulações. Dessa maneira, é considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20stenophyllum","Cerrado"],
    [60,"ACANTHACEAE","Stenostephanus lobeliiformis","Nees","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. lobeliiformis é uma espécie encontrada em floresta ombrófila densa na Mata Atlântica. Ocorre em três situações de ameaça bastantes distantes entre si, resultando em uma grande extensão de ocorrência (EOO=139.952,38 km²). Não há registro que a espécie ocorra em unidades de conservação (SNUC) e provavelmente a espécie é encontrada em mais localidades na região que possuam floresta ombrófila densa atlântica. Dessa maneira, há uma deficiência de dados para acessar a categoria de ameaça de extinção da espécie. Novos estudos devem ser feitos para indicar o estado de conservação das subpopulações e de novas subpopulações que possam ocorrer na região.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenostephanus%20lobeliiformis","Mata Atlântica"],
    [61,"ACANTHACEAE","Streblacanthus dubiosus","(Lindau) V.M.Baum","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Streblacanthus dubiosus tem distribuição disjunta no Brasil, ocorrendo nos Estados do Paraná e do Acre, com área de ocupação restrita (AOO=20 km²). No Paraná, é encontrada no Parque Nacional do Iguaçu e, no Acre, em Sena Madureira, município que sofreu perda de 5,97% de sua vegetação nativa até 2010. Foram identificadas quatro situações de ameaça. Pode-se inferir que a população seja severamente fragmentada devido a sua baixa capacidade de dispersão. Dessa maneira, S. dubiosus foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Streblacanthus%20dubiosus","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [62,"ACHATOCARPACEAE","Achatocarpus praecox","Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. preacox é uma arbórea com ocorrência no Sul e Sudeste do Brasil, em áreas florestais úmidas. Além de ocorrer fora do Brasil, possui extensão de ocorrência superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achatocarpus%20praecox","Mata Atlântica"],
    [63,"ADELOTHECIACEAE","Adelothecium bogotense","(Hampe) Mitt.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e não é endêmica do Brasil. Além disso, está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adelothecium%20bogotense","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [64,"ALISMATACEAE","Echinodorus bolivianus","(Rusby) Holm-Niels.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","E. bolivianus possui ampla distribuição geográfica no Brasil e também ocorre em outros países da América do Sul, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinodorus%20bolivianus","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica, Pantanal"],
    [65,"ALISMATACEAE","Echinodorus paniculatus","Micheli","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","E. paniculatus possui ampla distribuição geográfica, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas brasileiros. Apesar da incidência de diferentes ameaças apontadas para a espécie, estas ainda não têm provocado impactos suficientes para se categorizar a espécie em risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinodorus%20paniculatus","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [66,"ALISMATACEAE","Sagittaria lancifolia","L.","VU","A2c","Tainan Messina","Tainan Messina","Sagittaria lancifolia tem a maioria de suas subpopulações em áreas de municípios localizados ao longo de hábitats de Mata Atlântica, que tiveram uma redução da vegetação original de pelo menos 50% nos últimos 10 anos. Tal redução deve-se ao desmatamento causado pela superprodução agrícola, exploração ilegal de madeira e invasão por espécies exóticas, ameaças que continuam existindo atualmente. Dessa forma, suspeita-se que tais subpopulações tenham sofrido um declínio do número de indivíduos de pelo menos 30% nos últimos 10 anos. Caso medidas para sua conservação não sejam implementadas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de risco mais alta em futuro próximo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sagittaria%20lancifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [67,"ALISMATACEAE","Sagittaria rhombifolia","Cham.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","S. rhombifolia apresenta ampla distribuição, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas e dentro de unidades de conservação (SNUC). A espécie possui vários usos, que até o momento não apresentam-se como ameaças suficientes para enquadrar a espécie em uma categoria de risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sagittaria%20rhombifolia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [68,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria amabilis","M.C.Assis","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria amabilis caracteriza-se por ervas terrícolas ou rupícolas,perenes, hermafroditas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Paraná e SantaCatarina. Restrita ao bioma Mata Atlântica, desenvolve-se em locais úmidos nosCampos de Altitude. Apresenta EOO de 2.172,52 km² e AOO de 36 km². Está sujeita a duas situações de ameaça distintas, considerando a dinâmica de uso da terra nos estados de ocorrência da espécie. É pouco representada emcoleções científicas. Encontra-se em constante ameaça devido à propagação deespécies invasoras, à implementação de infraestrutura de telecomunicações e aoturismo desordenado. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificarda existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20amabilis","Mata Atlântica"],
    [69,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria apertiflora","Baker","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria apertiflora caracteriza-sepor ervas terrícolas, perenes, hermafrodita. Não é endêmica do Brasil. Ocorrenos biomas Cerrado e Mata Atlântica, desenvolvendo-se em campos úmidos,próximos a cursos de água, e campos de altitude. Amplamente distribuída nasregiões centro-oeste, sudeste e sul. Apresenta EOO de 697.180,153km². Protegidapor unidade de conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas. Não háameaça direta que coloque a espécie em risco de extinção. Devido a suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20apertiflora","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [70,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria brasiliensis","Spreng.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria brasiliensis écaracterizada por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas, sendo endêmica do Brasil.Ocorre nos Estados do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais.Restrita ao bioma Cerrado, é registrada em Campos Cerrados a aproximadamente1.500 m de altitude. Apresenta AOO de 24 km² e suspeita-se que as subpopulações estejam severamente fragmentadas. Pouco representada em coleçõescientíficas, sua última coleta data de 1996, no município de Niquelândia,Goiás. A espécie encontra-se sob constante ameaça devido à intensa degradação dosolo, formação de pastagens com a introdução de gramíneas exóticas e, principalmente, à extração do níquel, havendo grande risco de extinção casonão seja criada uma unidade de conservação (SNUC) em sua área de ocorrência. São necessários investimentos empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20brasiliensis","Cerrado"],
    [71,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria capixaba","M.C.Assis","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria capixaba caracteriza-se por ervas terrícolas,perenes, hermafrodita. É endêmica do Brasil. Restrita ao bioma Mata Atlântica,desenvolve-se em Floresta Ombrófila Semidecídua em altitude de até 1.500 m. Segundo informações disponíveis, ocorre nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais,porém, existem somente dois registros de coleta para o município de Santa Teresano Espírito Santo. Apresenta AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Os registros de coleta em coleções são escassos. Encontra-se sob constante pressão, principalmentedevido às lavouras e à pecuária, além da exploração madeireira e invasão deespécies exóticas. É necessário o investimento em pesquisa científica eesforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações,considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20capixaba","Mata Atlântica"],
    [72,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria caryophyllaea","Jacq.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria caryophyllaea caracteriza-se por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas. É endêmicado Brasil. Distribui-se nas Regiões Sudeste e Sul, havendo registros de coletasnos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde ocorre em Restingas e áreas de Floresta Ombrófila, emlocais úmidos e sombreados. Apresenta AOO de 28 km², sendo pouco representada emcoleções científicas, havendo escassas coletas recentes. Apesar de ocorrer noParque Estadual da Serra da Tiririca, seu habitat encontra-seatualmente extremamente fragmentado, estando sob ameaça constante da expansão urbana desordenada, práticas agrícolas, pastagens eextração madeireira. São necessários investimentos em pesquisa científica eesforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações,considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20caryophyllaea","Mata Atlântica"],
    [73,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria inodora","Herb.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria inodoracaracteriza-se por ervas terrícolas ou rupícolas, perenes, hermafrodita. Nãoendêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, desenvolve-seem brejos de altitude e campos rupestres. Amplamente distribuída no territóriobrasileiro. Apresenta EOO de 993.140,992km². Protegida por unidades deconservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas. Não apresenta nenhumaameaça direta que possa levá-la a risco de extinção. Suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20inodora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [74,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria isabellana","Herb.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria isabellana caracteriza-se por ervas rupícolas ou terrícolas,perenes, hermafroditas. Não é endêmica do Brasil. Restrita do bioma MataAtlântica, ocorre em campos gerais e campos de altitude, preferencialmente emlocais úmidos, a aproximadamente 1.700 m de altitude. Apresenta EOO de732.778,279 km². Amplamente distribuída desde o Estado do Espírito Santo até oRio Grande do Sul, havendo um registro para Goiás, município de Serra Dourada.Protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Estadual da Serra do Brigadeiro,Parque Nacional do Itatiaia e Estação Biológica de Boracéia. Bem representadaem coleções científicas. Apesar de ocorrer predominantemente na Mata Atlântica,bioma extremamente fragmentado e antropizado, não há ameaça direta que coloquea espécie em risco de extinção. Devido suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20isabellana","Mata Atlântica"],
    [75,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria malmeana","Kraenzl.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria malmeana caracteriza-sepor ervas terrícolas, perenes, hermafrodita. Endêmica do Brasil, ocorre no Estados do Paraná, no município de Palmas e, no Estado de Santa Catarina, no município de CamposNovos. Restrita ao bioma Mata Atlântica, desenvolve-se em formações campestres,a aproximadamente 1.700 m de altitude. Apresenta AOO de 8 km², e suspeita-se que as subpopulações estejam severamente fragmentadas. É conhecida por apenas três registros de coleta. Encontra-se em constante ameaça devido ao sobrepastejo, às queimadas e à substituição da vegetação original por lavouras.Nos municípios de Palmas e Campos Novos remanescem respectivamente apenas 14% e10% da cobertura vegetal original, respectivamente. São necessários investimentos em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20malmeana","Mata Atlântica"],
    [76,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria orchidioides","Meerow","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria orchidioidescaracteriza-se por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas. É endêmica doBrasil. Restrita ao bioma Cerrado, ocorre no Estado de Goiás e no DistritoFederal, desenvolvendo-se em sub-bosques de Matas de Galeria e áreas de Floresta Estacional Semidecidual, entre 1.000 e 1.200 m de altitude. Apresenta AOO de 12 km², e suspeita-se que as subpopulações estejam severamente fragmentadas. Trata-se de uma espécie de distribuição muito restrita. É representada em coleções científicaspor apenas três registros de coleta, sendo o último datado de 1966, emBrasília. Apesar de protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, encontra-sesob constante ameaça de incêndios e da expansão urbana desordenada. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificarda existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20orchidioides","Cerrado"],
    [77,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria penduliflora","M.C.Assis","EN","B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria penduliflora é uma espécie descrita recentemente. Caracteriza-se porervas terrícolas, perenes, hermafroditas, que apresentam capacidade de rebroto. É endêmicado Estado de Minas Gerais, dos municípios de Joaquim Felício e Várzea da Palma. É restrita ao bioma Cerrado, desenvolvendo-se em Campos Rupestres e Cerrados deAltitude, entre 1.080 e 1.700 m de altitude. Apresenta EOO de 482,74 km² e AOO de 16 km², e está sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. Pouco representadaem coleções científicas, é conhecida por apenas cinco registros de coleta.Apesar de protegida pelo Parque Estadual da Serra do Cabral, encontra-se sobconstante ameaça pela histórica extração de ouro e diamantes e atividadesassociadas, além do turismo, da agricultura de subsistência, do extrativismo, das queimadas e a da implementação de monoculturas. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificarda existência das subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20penduliflora","Cerrado"],
    [78,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria variegata","M.C.Assis","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria variegatacaracteriza-se por ervas rupícolas, perenes, hermafroditas, e apresentamcapacidade de rebroto. Endêmica do Estado de Minas Gerais. Restrita do biomaCerrado, onde desenvolve-se em afloramentos rochosos e campos rupestres. Conhecidaapenas pelo material tipo, coletado no município de Caldas, com localidade indefinida.Uma avaliação de risco com os dados atualmente disponíveis seria duvidosa, epode não refletir a realidade da espécie. É necessário o investimento empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20variegata","Cerrado"],
    [79,"AMARANTHACEAE","Alternanthera decurrens","J.C.Siqueira","EN","B1ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, no município de Januária. Apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A perda de habitat causada pela destruição sistemática dos Cerrados associada a sua distribuição restrita representa uma ameaça a espécie que implica declínio contínuo de EOO e de qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20decurrens","Cerrado"],
    [80,"AMARANTHACEAE","Alternanthera hirtula","(Mart.) R.E.Fr.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil, com ocorrência no Estado do Rio Grande do Sul. Apresenta EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. São ameaças a espécie o uso agrícola, a silvicultura e invasão de espécies exóticas, tendo como consequência o declínio continuo da extensão de ocorrência, área de ocupação, e qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20hirtula","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [81,"AMARANTHACEAE","Alternanthera januarensis","J.C.Siqueira","EN","B1ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, com registro de ocorrência no Estado de Minas Gerais, no município de Januária, no Vale do Rio Peruaçu. Apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A perda de habitat causada pela destruição sistemática dos Cerrados associada a sua distribuição restrita representa uma ameaça que implica em declínio contínuo em EOO, AOO e qualidade de habitat. Existe um novo registro para o município de Rio de Contas, no Estado da Bahia, ainda não incluído nos bancos de dados validados pelos especialistas. Assim, é recomendada uma revisão para certificar a determinação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20januarensis","Cerrado"],
    [82,"AMARANTHACEAE","Alternanthera malmeana","R.E.Fr.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 369.344,23 km², porém sem dados populacionais, de redução populacional, apesar da menção de redução irreversível e não terminada, e os dados espaciais limitam-se a extensão de ocorrência. As informações sobre ameaça refere-se somente ao Estado do Rio Grande do Sul, onde a concentração de indivíduos é maior. Se o espécime do Estado do Pará for confirmado como sendo A. malmeana, é necessário um esforço de coleta, entre as duas localidades, para confirmar a real distribuição da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20malmeana","Amazônia, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [83,"AMARANTHACEAE","Alternanthera micrantha","R.E.Fr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui EOO de 4.087.624,16 km² e não tem dados de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20micrantha","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [84,"AMARANTHACEAE","Alternanthera paronychioides","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 4.063.970,46 km² no Brasil, sem dados de redução populacional, sem declínio populacional e, provavelmente, com vasta área de ocupação, principalmente por tratar-se de espécie ruderal.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20paronychioides","Cerrado, Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal"],
    [85,"AMARANTHACEAE","Alternanthera praelonga","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações sobre ameaças (redução de população, declínio na área geográfica, tamanho de população ou número de indivíduos maduros). Possui EOO amplo e, provavelmente não existe esforço de coleta em outras cidades entre aquelas mencionadas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20praelonga","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [86,"AMARANTHACEAE","Alternanthera puberula","D.Dietr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie, além do Cerrado, também ocorre em Mata Atlântica (RJ). Possui amplo EOO, sem informação de ameaça e sem dados de redução populacional, área de ocupação, declínio de habitat e número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20puberula","Cerrado"],
    [87,"AMARANTHACEAE","Alternanthera reineckii","Briq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com amplo EOO, sem dados de ameaça e sem informações sobre redução populacional, área de ocupação e número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20reineckii","Cerrado, Pantanal"],
    [88,"AMARANTHACEAE","Alternanthera sessilis","(L.) R.Br.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampo EOO, sem dados de ameaça e sem informações sobre redução populacional, área de ocupação e número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20sessilis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [89,"AMARANTHACEAE","Alternanthera tenella","Colla","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com amplo EOO, sem dados de ameaça e sem informações sobre redução populacional, área de ocupação e número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20tenella","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [90,"AMARANTHACEAE","Amaranthus rosengurtii","Hunz.","EN","B1ab(iii)+2ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo no Estado do Rio Grande do Sul, na região fisiográfica Campanha. Espécie com EOO menor que 5.000 km² e AOO de apenas 8 km², sujeita a duas situações de ameaça que implicam declínio contínuo de EOO, AOO e qualidade de habitat. São ameaças para a espécie o rápido avanço da frente agrícola nos Campos Sulinos e a invasão do capim Annoni (Eragrostis plana) e outras espécies exóticas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amaranthus%20rosengurtii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [91,"AMARANTHACEAE","Blutaparon portulacoides","(A.St.-Hil.) Mears","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição geográfica na costa atlântica, sendo encontrada, também, no Cerrado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blutaparon%20portulacoides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [92,"AMARANTHACEAE","Celosia grandifolia","Moq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição na Mata Atlântica. Sem dados de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Celosia%20grandifolia","Mata Atlântica"],
    [93,"AMARANTHACEAE","Chamissoa acuminata","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no território brasileiro, sendo encontrada nos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazonia. Com distribuição em diversas unidades de conservação (SNUC). Sem dados de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20acuminata","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [94,"AMARANTHACEAE","Chamissoa acuminata var. maximilianii","(Mart. ex Moq.) Sohmer","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A informação apresentada registra a ocorrência do taxon somente para a Bahia. Levantamento realizado no Species Link, mostra a distribuição do taxon nos Estados da Bahia, Goiás, Paraná e Rio de Janeiro. Segundo informações sobre \"ações\" a serem tomadas para o taxon, o mesmo tem ocorrência, também, para o Rio Grande do Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20acuminata%20var.%20maximilianii","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [95,"AMARANTHACEAE","Chamissoa altissima","(Jacq.) Kunth","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla ocorrência no território brasileiro, sendo encontrada em todos os domínios fitogeográficos e em várias unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20altissima","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [96,"AMARANTHACEAE","Froelichia interrupta","(L.) Moq.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","As informações sobre distribuição mostram a ocorrência da espécie nos Estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco, porém, segundo informações sobre ações para proteção da espécie, a mesma encontra-se na lista de espécies ameaçadas de extinção do Estado do Paraná. Revisando a ocorrência da espécie nos herbários relacionados no Species Link, notou-se a presença da mesma no Estado de São Paulo. É necessário uma revisão para confirmar a ocorrência da espécie no Brasil.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichia%20interrupta","Cerrado"],
    [97,"AMARANTHACEAE","Froelichia procera","(Seub.) Pedersen","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui EOO maior que 331.000 km², porém, apesar das informações apresentadas sobre diminuição da população em consequência da destruição do habitat, não existem dados quantitativos para enquadrar a espécie em qualquer dos critérios.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichia%20procera","Amazônia, Cerrado"],
    [98,"AMARANTHACEAE","Froelichiella grisea","R.E.Fr.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a três situações de ameaça distintas. Apesar de ocorrer em unidades de conservação, a espécie está sujeita a incidência de ameaças como a ação do gado, queimadas e o turismo, que resultam em declínio de locais de ocorrência, área de ocupação e qualidade e extensão de habitat.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichiella%20grisea","Cerrado"],
    [99,"AMARANTHACEAE","Gomphrena agrestis","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui ampla distribuição no território brasileiro e não possui informações de ameaça.","1969-12-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20agrestis","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [100,"AMARANTHACEAE","Gomphrena centrota","E.Holzh.","EN","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, restrita ao Estado do Mato Grosso do Sul, com ocorrência no município de Corumbá. Apresenta EOO menor do que 5.000 km² e ocorre em menos de cinco localidades, que foram consideradas como situações de ameaça distintas. A perda de habitat e a mineração na Serra do Urucum (MS) são ameaças que implicam em declínio contínuo de extensão de ocorrência e qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20centrota","Pantanal"],
    [101,"AMARANTHACEAE","Gomphrena chrestoides","C.C.Towns.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie com EOO 174,81 km² e área de ocorrência sofrendo com ação de queimadas e pastoreio, com 14 pontos de ocorrência, incluindo dentro de unidade de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20chrestoides","Caatinga, Cerrado"],
    [102,"AMARANTHACEAE","Gomphrena duriuscula","Moq.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO < 100 km², sendo informado o declínio populacional, área de ocupação, tamanho e declínio populacional, e/ou número de indivíduos maduros, porém sem causas anunciadas.  É necessário um esforço de coleta entre os pontos atualmente conhecidos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20duriuscula","Caatinga"],
    [103,"AMARANTHACEAE","Gomphrena elegans","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com grande distribuição no território brasileiro e sem informação sobre ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20elegans","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [104,"AMARANTHACEAE","Gomphrena graminea","Moq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuída, apresenta uma EOO de 759196.560 km² e ocorre em várias formações vegetais. Entretanto, suspeita-se que essa espécie esteja sofrendo uma redução populacional significativa devido à intensa expansão de atividades agropecuárias tanto no cerrado quanto nos pampas. Assim, G. graminea pode vir a ser ameaçada no futuro.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20graminea","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [105,"AMARANTHACEAE","Gomphrena hatschbachiana","Pedersen","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","G. hatschbachiana é endêmica do Estado da Bahia e restrita a região da Serra de Poções, nos municípios de Macaúbas e Boquira. Apresenta EOO de 519,92 km², AOO de 8 km² e está sujeita a duas situações de ameaça. A espécie não ocorre em nenhuma unidade de conservação (SNUC), e seu habitat vem sendo degradado por atividades humanas. A região de ocorrência da espécie deve ser percorrida para que se possa tentar identificar outros locais em que a mesma exista.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20hatschbachiana","Caatinga, Cerrado"],
    [106,"AMARANTHACEAE","Gomphrena macrocephala","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Gomphrena macrocephala apresenta uma EOO de 468.932,2 km² e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). Por ser representada por um bom número de registros de herbário, suspeita-se que a mesma seja localmente abundante. O cerrado em que a espécie ocorre deve ser monitorado devido à forte pressão de atividades agropecuárias que vem sofrendo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20macrocephala","Cerrado"],
    [107,"AMARANTHACEAE","Gomphrena nigricans","Mart.","CR","B1ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Gomphrena nigricans  é endêmica do Brasil, com ocorrência exclusiva no Estado da Bahia, e representa um endemismo restrito a porção sul-sudoeste da Chapada Diamantina. Apresenta uma EOO de 33,01 km², ocorre em apenas quatro localidades sujeitas a uma situação de ameaça. A espécie vem sofrendo com a degradação do seu habitat. Além disso, é protegida apenas por uma unidade de conservação de uso sustentável (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20nigricans","Caatinga, Cerrado"],
    [108,"AMARANTHACEAE","Gomphrena paranensis","R.E.Fr.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO menor que 5.000 km² e sujeita a cerca de 10 situações de ameaça distintas. A redução da vegetação de Cerrado nos Estados de São Paulo e Paraná acarreta declínio em EOO, AOO, qualidade de habitat e no número de subpopulações. Alguns indivíduos ocorrem em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20paranensis","Cerrado"],
    [109,"AMARANTHACEAE","Gomphrena perennis","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie, apesar de concentrada no sul do país, não apresenta dados de ameaça. Possui EOO > 20000 km², com distribuição na costa de Santa Catarina e no interior do Rio Grande do Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20perennis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [110,"AMARANTHACEAE","Gomphrena pulchella","Mart.","EN","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=581,35 km²) e ocorre em cerca de cinco localidades distintas que foram consideradas como situações de ameaça distintas. Não se encontra protegida em unidade de conservação (SNUC). O bioma Pampa vem sofrendo redução da área e substituição por plantio de monoculturas exóticas, principalmente Eucalipto e Pinus, o que implica em declínio da área de ocupação, da extensão de ocorrência e de qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20pulchella","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [111,"AMARANTHACEAE","Gomphrena regeliana","Seub.","VU","B1ab(ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita, apresenta EOO de 551,78 km² e está sujeita a até 10 situações de ameaça.  As subpopulações da espécie estão situadas próximo a rodovias, o que resulta em forte ameaça a sobrevivência dos indivíduos e implica em a declínio contínuo em EOO, AOO e qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20regeliana","Cerrado"],
    [112,"AMARANTHACEAE","Gomphrena scandens","(R.E.Fr.) J.C.Siqueira","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie apresentar declínio continuado em extensão e qualidade de habitat, e estar sujeita a situações de ameaça, faltam informações suficientes para uma avaliação criteriosa do risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20scandens","Mata Atlântica"],
    [113,"AMARANTHACEAE","Gomphrena schlechtendaliana","Mart.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não possui qualquer informação sobre ameaças e possui EOO > 20000 km², com três situações de ameaça.  Foram realizadas apenas três coletas por especialistas, concluindo-se que pode estar mal coletada na área de ocorrência.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20schlechtendaliana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [114,"AMARANTHACEAE","Gomphrena sellowiana","Mart.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Os dados espaciais da espécie informa ser endêmica do Rio Grande do Sul, porém nos mapas de EOO e registro de ocorrência, nota-se distribuição nos Estados da Bahia e Minas Gerais. Recomenda-se uma nova análise para certificar a correta ocorrência da espécie.","1969-12-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20sellowiana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [115,"AMARANTHACEAE","Gomphrena vaga","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição em todas as regiões brasileiras, incluindo diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20vaga","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [116,"AMARANTHACEAE","Hebanthe eriantha","(Poir.) Pedersen","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição entre os Estados de Santa Catarina e Piauí, com ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hebanthe%20eriantha","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [117,"AMARANTHACEAE","Hebanthe pulverulenta","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no sudeste e parte do sul, incluindo registro no Estado do Mato Grosso. Ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hebanthe%20pulverulenta","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [118,"AMARANTHACEAE","Herbstia brasiliana","(Moq.) Sohmer","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar dos dados de EOO < 20000 km² e declínio contínuo de extensão do habitat, a espécie não possui informações sobre ameaças. De acordo com a ficha da espécie, a mesma ocorre somente nos Estados de São Paulo e Parana, porém um registro para o Pernambuco é apontado no mapa, sem qualquer comentário.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herbstia%20brasiliana","Mata Atlântica"],
    [119,"AMARANTHACEAE","Lecosia oppositifolia","Pedersen","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com uma única ocorrência, consequentemente sem cálculo de EOO, em área com declínio de extensão de habitat e número de situação de ameaça = 1. Vale ressaltar a importância de esforço de coleta para a espécie, visando uma avaliação mais confiável. Espécie conhecida somente do holótipo, consequentemente sem coleta há 24 anos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecosia%20oppositifolia","Mata Atlântica"],
    [120,"AMARANTHACEAE","Pfaffia argyrea","Pedersen","EN","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (EOO=84,44 km²) e sujeita a menos do que cinco situações de ameaça. Os locais de de ocorrência estão sujeitos a declínio em extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade de habitat, e número de subpopulações.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20argyrea","Cerrado"],
    [121,"AMARANTHACEAE","Pfaffia glabrata","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no Sudeste, Sul e Centro Oeste do Brasil e sem informações sobre ameaças.?","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20glabrata","Cerrado"],
    [122,"AMARANTHACEAE","Pfaffia glomerata","(Spreng.) Pedersen","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída no território brasileiro, inclusive em unidades de conservação (SNUC). Sem informação sobre ameaças.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20glomerata","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [123,"AMARANTHACEAE","Pfaffia gnaphaloides","(L.f.) Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil, em diversas unidades de conservação (SNUC). Sem informações sobre ameaças.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20gnaphaloides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [124,"AMARANTHACEAE","Pfaffia jubata","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ser endêmica, a espécie possui distribuição em todas as regiões brasileiras, com representantes em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20jubata","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [125,"AMARANTHACEAE","Pfaffia minarum","Pedersen","VU","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência nos Estados de Goiás e Minas Gerais e distribuição exclusiva na Província do Cerrado. Apresenta EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça.  A degradação de seu habitat e alterações no uso/ manejo do substrato implicam em declínio contínuo em EOO e qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20minarum","Cerrado"],
    [126,"AMARANTHACEAE","Pfaffia townsendii","Pedersen","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO amplo e com registro em unidades de conservação (SNUC). Sem informações sobre ameaças.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20townsendii","Caatinga, Cerrado"],
    [127,"AMARANTHACEAE","Quaternella glabratoides","(Suess.) Pedersen","EN","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Apresenta distribuição restrita (EOO=562,08 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. No município de Bonsucesso de Itararé, no Estado de São Paulo, a mineração é uma das causas da redução da vegetação nativa, implicando declínio de EOO, AOO e de qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quaternella%20glabratoides","Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [128,"AMARYLLIDACEAE","Eithea blumenavia","(Koch & Bouché) Ravenna","EN","A4cd,B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados de  Paraná, Santa Catarina e possivelmente no Estado de São Paulo. Possui AOO de 20 km². Segundo informação disponível, a espécie é considerada rara apresentando subpopulações pequenas em áreas de Floresta Ombrófila Densa do litoral.  A espécie é comercializadacomo ornamental. Seu habitat foi intensamente deteriorado e não há registro daespécie em unidades de conservação (SNUC). Estima-se que cerca de 50% da população desapareça nas próximas duas gerações, devido a coleta ilegal de indivíduos maduros. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN) de extinção.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eithea%20blumenavia","Mata Atlântica"],
    [129,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia aracensis","Ravenna","CR","B2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieé conhecida por apenas uma população, sujeita a uma situação de ameaça, na Serra dos Aracás, município deMatosinhos, Estado de Minas Gerais. Com AOO de apenas 4 km², no Cerrado, suas principais ameaças são a degradação do habitat, e a coleta, em função de seu valor ornamental. A área de ocorrência da espécie não está protegida por unidade de conservação (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20aracensis","Cerrado"],
    [130,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia colatinensis","Ravenna","CR","B2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é conhecidapor apenas duas subpopulações no município de Colatina, no Estado do Espírito Santo. Apresenta AOO de 8 km²,  é considerada rara na natureza e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A destruição do bioma Mata Atlântica implica declínio de EOO, AOO e qualidade de habitat da espécie. Além disso, não há registro da espécie em nenhuma unidade de conservação (SNUC). Estudos mais aprofundados devem ser realizados a fim de verificar o estado de conservação das duas subpopulações da espécie.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20colatinensis","Mata Atlântica"],
    [131,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia espiritensis","Ravenna","EN","B2ab(ii,iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie conhecida popularmente por \"carícia\" ocorre nos Estados da Bahia e Espírito Santo. Apresenta AOO de 20 km e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie tem valor ornamental, habita a MataAtlântica do litoral, habitat destruído no passado e alterado ainda hoje. Emborapresente na Reserva Biológica de Sooretama, no Estado do Espírito Santo, as subpopulações desta planta rara nãoestão devidamente protegidas. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN) de extinção.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20espiritensis","Mata Atlântica"],
    [132,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia gardneriana","(Herb.) Ravenna","EN","B2ab(iii,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nas regiões Nordeste e Sudeste, e possui uma AOO de 32 km². Além disso, está sujeita a duas situações de ameaça.Encontrada em vegetação xerófita, sua principal ameaça é a perda e degradaçãode habitat. A Caatinga perdeu de 30 e 50% de sua área para aagricultura, abertura de estradas, a retirada de madeira para lenha e carvão. Por sua vez, as áreas de Restinga estão ameaçadas pelo crescimento demográfico e pela especulaçãoimobiliária. A espécie é odorífera e ornamental e está protegida em uma única unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional do Catimbau, no Estado de Pernambuco.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20gardneriana","Caatinga"],
    [133,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia hyacinthina","Ker Gawl.","EN","A4c,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv),C2a(i)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre na região Sudeste, sendo encontrada apenas em duas unidades de conservação (SNUC), e conhecida porquatro subpopulações, sendo uma delas composta por 25 indivíduos adultos, terrícolase rupícolas em áreas de Mata Atlântica. Apresenta EOO de 79,56 km² e AOO de 16 km². Segundo informação disponibilizada, a espécie émuito suscetível a perturbações em seu ambiente, implicando declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat e número de subpopulações, o que pode levar ao desaparecimento da espécie na natureza. Depende de formigas para sua dispersão, sendo estes animaisos primeiros a desaparecerem de locais muito perturbados. As subpopulações de G. hyacinthina, onde ocorreram alterações de habitat, apresentam sinais de declínio, o que pode levar a extinções locais. Pode-se suspeitar que a partir deste fato, ocorra um declíniono número de indivíduos maduros que comprometa o fluxogênico entre as sub-populações. A espécie tem suas subpopulações ameaçadas de extinçãopela redução gradual no número de indivíduos retirados por atividadesextrativistas e degradação da Mata Atlântica, sendo portando, considerada Em Perigo (EN) de extinção.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20hyacinthina","Mata Atlântica"],
    [134,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia liboniana","Morren","EN","A4cd,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais e possivelmente Bahia. Apresenta EOO de 193,47 km² e AOO de 12 km². Apresenta população severamente fragmentada, ocorrendo em áreas de Cerrado e de Mata Atlântica, com poucas e esparsas subpopulações e com número reduzido de indivíduos em cada uma delas. Segundo informação disponível, a espécie vem sofrendo com aconstante redução e degradação de seu habitat, o que ocasiona declínio de EOO, AOO, de qualidade de habitat e número de subpopulações. Além disso, apresenta baixa taxa de regeneração, o que torna sua existência ainda mais vulnerável. Não é encontrada em unidade de conservação de proteção integral (SNUC), apenas em uma unidade de uso sustentável (SNUC). É planta ornamental, usada em paisagismo e apreciada pelos colecionadores deplantas bulbosas, o que aumenta a pressão sobre as sub-populações naturais. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN) de extinção.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20liboniana","Mata Atlântica"],
    [135,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia nocturna","Ravenna","CR","B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados de Goiás e possivelmente em Tocantins, e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 520,97 km² eAOO de 8 km². Ocorre no Cerrado, e segundo informação disponível, possui poucas subpopulações, que vêm se extinguindo devido a perturbações ambientais. A destruição e degradação do Cerrado para o plantio deespécies exóticas, além do fogo e da erosão são as principais ameaças. Aespécie é utilizada parafins paisagísticos e comercializada por colecionadores deplantas bulbosas, e não se encontra protegida por unidade de conservação (SNUC). Está sujeita a uma situação de ameaça.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20nocturna","Cerrado"],
    [136,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia parviflora","Ker Gawl.","CR","B2ab(iii,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no sul do Estado da Bahia, apresenta AOO de 8 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie é de Mata Atlântica, onde a floresta foi substituída por plantaçõesde eucalipto, cabrucas e pastagens, o que implica em declínio contínuo de EOO, AOO e número de subpopulações. Além disso, a espécie tem uso ornamental, causando declínio no número de indivíduos maduros e não está protegida por unidade de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20parviflora","Mata Atlântica"],
    [137,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia paubrasilica","Ravenna","CR","B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no sul do Estado da Bahia, apresenta AOO de 8 km² e esta sujeita a apenas uma situação de ameaça. Ocorre em Mata Atlântica em áreas onde a floresta foi substituída por plantaçõesde eucalipto, cabrucas e pastagem. A espécie é conhecida por apenas duas subpopulações, uma localizadadentro da Fazenda Pau Brasil, município de Itamaraju, e a outra nomunicípio de Eunápolis. Apresenta potencial uso econômico, o que implica declínio de EOO, AOO, qualidade de habitats e de indivíduos maduros.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20paubrasilica","Mata Atlântica"],
    [138,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia rochae","Morel","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliação não pode ser realizada.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20rochae","Mata Atlântica"],
    [139,"AMARYLLIDACEAE","Habranthus irwinianus","Ravenna","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 6.067,10 km² e AOO de 40 km², em menosde dez locais em situação de ameaça. Planta saxícola, habita os Campos Rupestres, ao sul da cadeia do Espinhaço, próximo ao município de Belo Horizonte, com subpopulaçõesencontradas na Serra da Canastra e no Parque Estadual do Ibitipoca. Embora a espécie esteja presente em unidades de conservação (SNUC), seu habitat é ameaçado pelamineração, turismo, construção de casas de veraneio, pastagem, agricultura epelo fogo.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habranthus%20irwinianus","Cerrado"],
    [140,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum angustifolium","Pax","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","No Brasil, a espécie ocorre nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul em áreas alagadas. Apresenta AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Segundoinformação disponível, seu habitat tem sido alterado por atividadesantrópicas como construção de barragens, agricultura, pecuária e expansão urbana com aterros e drenagens. A espécie não está protegida por unidades de conservação (SNUC), e é empregada como planta ornamental, sendo comercializadapor colecionadores de plantas bulbosas em todo o mundo.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20angustifolium","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [141,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum brasilianum","(Traub & J.L.Doran) Dutilh","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no Estado do Espírito Santo, e possivelmente Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de139,34 km², AOO de 12 km² e está suejita a menos de cinco situação de ameaça. Saxícolaou rupícola em afloramentos rochosos na Mata Atlântica, tem cinco subpopulaçõesconhecidas e seu habitat encontra-se destruído. Está presenteapenas em uma unidadede conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20brasilianum","Mata Atlântica"],
    [142,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum breviflorum","Herb.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Conhecida como \"açucena\", é planta ornamental e está presente em cultivos.  A espécieocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na natureza é conhecida por sete subpopulações, duas das quais já não existem. Terrícola ou aquática, ocupava uma faixa ampla de ambientes, desde Restingas até Campos de Altitude na Mata Atlântica. Apresenta EOO de 5.021,12 km², AOO de 28 km² e está sujeita a menos cinco situação de ameaça. Segundo a informação disponível, a espécie tem sofrido a perda e degradação de seu habitat. Os Campos Alagados ondeocorrem vêm sendo continuamente drenados, e durante os períodos deseca, enfrentam incêndios. Presente no Parque Nacional de Aparados da Serra, apopulação conhecida está impactada devido à construção da sede do parque. Aspopulações conhecidas em ambientes de restingas são poucas e não se encontramlegalmente protegidas, contabilizando nos últimos tempos drásticas reduções populacionais.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20breviflorum","Mata Atlântica"],
    [143,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum goianum","(Ravenna) Meerow","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre em Goiás e no Distrito Federal. Apresenta EOO de 4.397,67 km², AOO de 32 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta ornamental, bulbosa, terrícola,habita o Cerrado de maneira isolada, com poucos indivíduos. Segundo informaçãodisponível, vem sofrendo com a perda e degradação de seu habitat, queculminou com o declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, número de subpopulações e indivíduos maduros. Oacentuado crescimento da cidade de Brasília, no centro de sua distribuição, pressiona severamente os Cerrados do entorno. Várias áreas que mantinham remanescentes significativos devegetação nativa desde a fundação da capital desapareceram nos últimos anos, econtinuam desaparecendo rapidamente. A outra região de ocorrência, em Cristalina,o município que mais cresce no estado de Goiás, vem perdendo sua vegetaçãonativa para a agricultura, pecuária, mineração e garimpo, além do turismo.","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20goianum","Cerrado"],
    [144,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum guarapuavicum","(Ravenna) Van Scheepen","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil, aqui ocorrendo no Estado do Paraná, e possivelmente nadivisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta EOO de 1.093,59 km², AOO de 12 km² e está sujeita a menos de cinco situação de ameaça, sendo considerada severamente fragmentada pela composição de poucas subpopulações com poucos indivíduos. Planta herbácea, bulbosa, terrícola ourupícola, habita a Mata Atlântica, nas Florestas Estacionais Semideciduais, Florestas de Araucárias e Campos de Altitude e, possivelmente, o Cerrado. As subpopulações deH. guarapuavicum estão ameaçadas pelacriação de gado, ovelhas ou cabras.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20guarapuavicum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [145,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum leucobasis","(Ravenna) Dutilh","CR","B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre exclusivamente no Estado de Goiás, municípiode Mineiros, nas proximidades do Parque Nacional das Emas. Apresenta  EOO de 265,89 km², AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie possui uma distribuição muito restrita, e asáreas onde poderia ocorrer estão severamente degradadas emfunção da expansão das lavouras de soja e outras monoculturas. As tentativas decultivo desta espécie se mostraram infrutíferas, uma vez queos indivíduos definham e morrem fora do ambiente natural.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20leucobasis","Cerrado"],
    [146,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum morelianum","Lem.","VU","B2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e possivelmente Rio de Janeiro. Ocorre em Campos Rupestres e de Altitude e em afloramentos rochosos. Apresenta EOO de44.133,83 km², AOO de 48 km² e está sujeita a menos de dez situação de ameaça.  A redução de habitats e degradação pelo turismo, agricultura, pastagem e fogo implicam declínio de EOO, AOO e qualidade de habitat. A espécie tem uso ornamentale medicinal, é cultivada com facilidade e encontra-se em unidades de conservação (SUNC).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20morelianum","Mata Atlântica"],
    [147,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum papilio","(Ravenna) Van Scheepen","CR","A4acd,C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a informação disponível, a espécie ocorre nos Estados de Santa Catarina e RioGrande do Sul. Foi registrada sem material testemunho, e não existem registros deherbário, sendo a única coleção conhecida proveniente de cultivo. Planta herbáceabulbosa, terrícola, habita as Florestas Estacionais Semideciduais associadas à MataAtlântica. A espécie é extensivamente retirada da natureza, por ser muitovalorizada no mercado de plantas ornamentais e por colecionadores deplantas raras. Segundo a especialista, existem pouquíssimas subpopulações destaespécie na natureza, e não estão protegidas por unidades de conservação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20papilio","Mata Atlântica"],
    [148,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum psittacinum","Herb.","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná e, possivelmente, Minas Gerais. Apresenta EOO de 555,18 km², AOO de 8 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É considerada muito rara, tendo apenas três subpopulações conhecidas ao longo de sua distribuição (municípios de Atibaia, SP, Juiz de Fora, MG, e Quatro Barras, PR). A subpopulação de Juiz de Foraprovavelmente não existe mais, uma vez que estava localizada dentro de umapedreira que foi recentemente explodida. A espécie só ocorre em região deFloresta Pluvial, em locais com umidade constante. Comooutras representantes da família Amaryllidaceae, possuiflores muito vistosas e vem sendo empregada como planta ornamental. É utilizada também na medicina popular como excitante e purgativa. Não estáprotegida por unidades de conservação (SNUC).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20psittacinum","Mata Atlântica"],
    [149,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum reginae","(L.) Herb.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo desde oMéxico até a América do Sul. No Brasil ocorre nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, nos domínios fitogeográficos da Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal, em regiões de afloramentos de calcário, Campos Rupestres, Cerrado (lato sensu), e Florestas Estacionais Semideciduais sobre afloramentosrochosos. Apresenta pequena AOO de 40 km² e está sujeira a cinco situações de ameaça.  Embora muito cultivada como ornamental, as subpopulações naturais de H. reginae apresentampoucos indivíduos e vêm sofrendo redução devido à perda e degradaçãode seus habitats de ocorrência que implica em declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, número de subpopulações e indivíduos maduros. Além disso, a espécie é considerada severamente fragmentada e ascoletas são antigas. Ainda, está presente em apenas duas unidades de conservação (SNUC), que não asseguram a sobrevivência das subpopulaçõe²s naturais.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20reginae","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [150,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum santacatarina","(Traub) Dutilh","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos Estados da região Sul. Apresenta AOO de 52 km² e população severamente fragmentada. Segundo a informação disponível, a planta ébastante rara, com subpopulações compostas por poucos indivíduos. Ocorre nos Camposde Cima da Serra e nos Campos Limpos Inundáveis associados ao domíniofitogeográfico Mata Atlântica. Planta herbácea bulbosa, terrícola ou aquática, tem sofrido com a perda e degradação de seu habitat. Os Campos Alagados, vêmsendo continuamente drenados e assoreados, enfrentando incêndios durante os períodos de seca. Além disso, é utilizada como ornamental enão se encontra protegida em unidade de conservação (SNUC).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20santacatarina","Mata Atlântica"],
    [151,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum striatum","(Lam.) Moore","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não é endêmica do Brasil, sendo encontradatambém na Argentina e outros países periféricos. No Brasil,está distribuída pelo domínio fitogeográfico MataAtlântica, ocorrendo nos Estados do Espírito Santo, Rio deJaneiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e possivelmente Rio Grande do Sul, Bahia, e Minas Gerais. Apresenta AOO de 100 km². Trata-se de uma espécie com poucas subpopulações compostas por poucos indivíduos. Tem potencial valor no mercado horticultor comoplanta ornamental e para uso farmacológico, uma vez que possui alcalóides isoladoscom atividades anti-tumorais verificadas. O habitat de Mata Atlântica onde ocorre é caracterizado pela alta diversidade de espécies e pelo elevadograu de endemismo. A retirada da cobertura vegetal, para a agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana ao longodos últimos dois séculos causou a destruição da maior parte deste bioma. De sua área original restam hoje de 7 a 8 %, e as áreas de mata estão cada vezmais isoladas e fragmentadas (SOS Mata Atlântica, 2012). Dessa forma, a maioria das espécies que vivemnesses fragmentos compõem subpopulações isoladas. Para muitas delas, a áreaagrícola ou urbana circundante de um fragmento pode significar uma barreiraintransponível. Embora a espécia esteja presente em três unidades de conservação (SNUC), a persistência das subpopulaçõesnativas não está assegurada e, diante da importância econômica para usomedicinal e horticultural, medidas mais eficazes que assegurem a sobrevivênciadas subpopulações naturais são necessárias.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20striatum","Mata Atlântica"],
    [152,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum vittatum","(L Hér.) Herb.","CR","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Argentina. No Brasilocorre no Estado de Santa Catarina e possivelmente Paraná, e Rio Grande do Sul. Planta herbácea, bulbosa, terrícola, se desenvolve em Campos de Altitude e locais rochosos em Florestas Ombrófilas Mistas associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Apresenta EOO de285,14 km² e população severamente fragmentada com poucas subpopulações conhecidas e indivíduos escassos. Está sujeita a uma situação de ameaça e suas subpopulações estão ameaçadas por criação de gado, ovelhas ou cabras que implicam declínio contínuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, número de subpopulações e de indivíduos maduros. A espécie tempotencial ornamental e medicinal, e dispõe de registros em unidades de conservação (SNUC), como no Parque Nacional de Aparados da Serra e Parque Nacional da SerraGeral.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20vittatum","Mata Atlântica"],
    [153,"AMARYLLIDACEAE","Worsleya rayneri","(Hook.f.) Traub & Moldenke","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamenteno Estado do Rio de Janeiro, na parte central da Serra dos Órgãos. Tem EOOde 283,45 km², AOO de 36 km² e está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, nos Campos de Altitude associadosao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. W. rayneri éconsiderada um paleoendemismo das formações campestres de altitude, e umadas mais primitivas Amaryllidaceae americanas. Planta herbácea, rupícola ousaxícola, forma ilhas de vegetação sobre a rocha exposta ao sol, acima de 1000 mde altitude. Estimativas indicam a existência de 21 subpopulações de W. rayneri e uma redução populacional de cerca de 25% a cada cinco anos, atribuída principalmente a incêndios em sua área deocorrência. A maioria dos incêndios na região se inicia devido à implementaçãode práticas inadequadas de manejo do solo. Em 2007, um único incêndio atingiuquatro subpopulações de W. rayneri, o querepresenta cerca de 19% de todos os remanescentes da espécie. Aproximadamente70% das subpopulações naturais de W. rayneri estão sujeitas a algumprocesso de invasão biológica. A invasão por capim-gordura (Melinisminutiufolia) é uma ameaça significativa para esta espécie. Há indícios de pisoteio e evidências de que a espécieé palatável para herbívoros e de que o miolo do caule de W. rayneri é consumido por uma espécie de lagarta  e por cabritos nas épocas mais secas. Conhecidapor \"rabo-de-galo\" ou \"imperatriz do Brasil\", é muito utilizada como plantaornamental, uma vez que apresenta aparência inusitada diante dasoutras Amaryllidaceae e flores vistosas. É também considerada rara e, portanto, muito apreciada por colecionadores. Foram conduzidas ao longo dos últimos anosduas tentativas de cultivo da espécie no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, semsucesso. A planta é cultivada ilegalmente em sítios, fazendas e casas no alto da serra. No exterior, a espécie é cultivada e amplamentecomercializada. O alto custo associado ao cultivo desta espécie tem influência diretana retirada de espécimes da natureza. Pesquisas realizadas com a espécie desde 1984 ampliaram de maneira significativa oconhecimento sobre a biologia e a ecologia deste táxon, entretanto,algumas lacunas ainda permanecem, principalmente a respeito dos aspectosreprodutivos, uma vez que até hoje se desconhece o polinizador desta planta. Aespécie tem amostras de material depositadas em banco de DNA e possui Planode Recuperação desenvolvido com base na melhor informação disponível (Moraes, 2009),porém, este não foi efetivamente colocado em curso. Apesar de ocorrermajoritariamente em Áreas de Proteção Permanente (APP) e dentro doslimites da Área de Proteção Ambiental da Região Serrana de Petrópolis (APA Petrópolis)e na Reserva Biológica Estadual de Araras (ReBio Araras), essasunidades não garantem a proteção da totalidade das subpopulações conhecidas deW. rayneri. ","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Worsleya%20rayneri","Mata Atlântica"],
    [154,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes brasiliensis","(Traub) Traub","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado doParaná e no RioGrande do Sul. Planta herbácea, terrícola ou rupícola, heliófila, tem frequência de ocorrênciaconsiderada esparsa. A espécie ocorre em Campos, em afloramentos rochosos com camada de solo, e Florestas Mistas, com Araucariaangustifolia, todas elas associadas ao domínio fitogeográficoMata Atlântica. Apresenta EOO de 280,27 km² e AOO de 4 km². As espécies deste gênero são muito sensíveis a perturbações emseu ambiente de ocorrência. A principal ameaça apontada por especialistas éa perda de habitat. As coletas conhecidassão antigas e não há registros de ocorrência em unidade de conservação, portanto, é possível suspeitar que, caso as ameaças continuem incidindo sobre a espécie, ela poderá ser transferida a uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [155,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes caerulea","(Griseb.) Baker","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie não é endêmica doBrasil, ocorrendo aqui nos Estados do Paraná, Santa Catarina e, possivelmente, Rio Grande doSul. Planta herbácea, bulbosa, terrícola ou rupícola, coletada nas margens do Rio Chapecozinho (SC), foi encontrada também em Campo Limpo sobre solo turfoso, associados aos domínios fitogeográficos  Mata Atlântica e, provavelmente, ao Pampa. Tem EOO de 1.959,68 km² e AOO de 12 km².  A principal ameaça à espécie é adestruição de seu habitat. Os campos onde ela ocorre têm sido convertidos emáreas de culturas agrícolas. Outra crescente ameaça aos campos nativos é aincidência de espécies exóticas de alto poder competitivo, como o capim anonni (Eragrostis plana Nees.) Não há registro da presença da espécie em unidadede conservação (SNUC).","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20caerulea","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [156,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes candida","(Lindl.) Herb.","EN","B1b(i,iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a informação disponível, aespécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo aqui no Estado de São Paulo e, possivelmente, no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta EOO de 554,77 km², AOO de 8 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Plantaherbácea, perenifólia, ocorre em regiões campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e, provavelmente, Pampa. Considerada muito rara e difícil deser encontrada na natureza, possui população severamente fragmentada, com quatro subpopulações distintas esparsas, duas na divisa de SãoPaulo e Paraná, e, talvez, uma no Estado de Santa Catarina e outra no Rio Grande do Sul. Oscampos têm sido convertidos em áreas de culturas agrícolas e dereflorestamentos homogêneos com espécies exóticas como Pinus e Eucalyptus. Outracrescente ameaça aos campos nativos é a incidência de espécies exóticas de altopoder competitivo, como o capim Anonni (Eragrostis plana Nees.). Muitas populações de Z. cândida desapareceram pelo excessivo extrativismo para uso ornamental. Essas ameaças implicam declínio contínuo de EOO, AOO e de qualidade de habitat. Sãonecessárias ações de conservação, a fim de serecuperar suas subpopulações naturais. Não há registro da espécie em unidades de conservação (SNUC).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20candida","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [157,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes capivarina","Ravenna","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre exclusivamente no Estado do Paraná, em clareiras nas Florestas Estacionais Semideciduais e em áreas brejosas. Apresenta AOO de 16 km² e está sujeita a quatro situação de ameaça. Z.capivarina sofre a perda e degradação de seu habitat, tendo em vista que as florestas do Estado do Paraná foram drasticamente reduzidas. Dados recentesapontam para uma redução de mais de 87% ao longo do período de exploração.Não há registros da espécie em unidades de conservação (SNUC). Sugerimos estudos populacionaise reavaliação para uma possível mudança de categoria.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20capivarina","Mata Atlântica"],
    [158,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes paranaensis","Ravenna","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre exclusivamenteno Estado do Paraná. Planta herbácea, terrestre, é endêmica dos Campos de Cima da Serra do Estado, associados ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Apresenta AOO de 12 km², e sua população está severamente fragmentada pela urbanização nas regiões de ocorrência. As principais ameaças à espécie são a destruição e deterioração de seu habitat em decorrência de atividades agrícolas e pastoris. Os Camposde Cima da Serra são ameaçados pelo uso inadequado da terra e o crescente predomínio deespécies invasoras de alto poder competitivo sobre a flora nativa local. As coletas são antigas e a espécie não tem registro em unidade de conservação (SNUC). Sugerimos estudospopulacionais.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [159,"ANACARDIACEAE","Anacardium humile","A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A. hummile é amplamente distribuído pelo Brasil, sendo encontrado em outros países da América do Sul também. Um grande número de subpopulações da espécie é conhecido, estando presente em diferentes biomas.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anacardium%20humile","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [160,"ANACARDIACEAE","Astronium fraxinifolium","Schott","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A. fraxinifolium possui ampla distribuição geográfica, com subpopulações conhecidas em diferentes biomas. Além disso, a espécie é protegida por legislação específica, sendo proibido o seu corte em áreas florestais primárias e com o corte controlado em outros ambientes.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astronium%20fraxinifolium","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [161,"ANACARDIACEAE","Astronium graveolens","Jacq.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A.graveolens possui ampla distribuição geográfica e registros de ocorrência em diferentes biomas. Apesar de ser explorada comercialmente, o corte de madeira registrado ainda não é ameaça suficiente para categorizar a espécie como ameaçada de extinção.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astronium%20graveolens","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [162,"ANACARDIACEAE","Cyrtocarpa caatingae","J.D.Mitch. & Daly","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. caatingae possui extensa distribuição geográfica e ocorrência em mais de 10 situações de ameaça, sendo necessários estudos sobre a redução do habitat e populacional para uma avaliação do risco de extinção mais precisa.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtocarpa%20caatingae","Cerrado"],
    [163,"ANACARDIACEAE","Myracrodruon balansae","(Engl.) Santin","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A espécie  apresenta AOO menor que 500 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais ameaças para a espécie são as atividades agropecuárias e principalmente monoculturas de espécies exóticas (Pinus sp.).","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myracrodruon%20balansae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [164,"ANACARDIACEAE","Myracrodruon urundeuva","Allemão","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","M. urundeuva apresenta distribuição geográfica extensa pelo território brasileiro, sendo atualmente conhecida em diferentes situações de ameaça. No entanto, as várias formas de uso desta espécie podem levá-la ao risco de extinção caso não haja um monitoramento destas atividades.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myracrodruon%20urundeuva","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [165,"ANACARDIACEAE","Schinopsis balansae","Engl.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","No Brasil, S. balansae apresenta encontrada AOO menor que 500 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. São ameaças para estas áreasas queimadas, a ocupação humana, o extrativismo de madeira e outros produtos vegetais e as monoculturas agrícolas.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20balansae","Cerrado"],
    [166,"ANACARDIACEAE","Schinopsis brasiliensis","Engl.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","S. brasiliensis possui distribuição extensa pelo Brasil e países vizinhos, com subpopulações identificadas em diferentes situações de ameaça. Entretanto, a espécie tem a madeira explorada comercialmente e pode apresentar-se sob risco de extinção com a aquisição e o monitoramento dos dados de extrativismo.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20brasiliensis","Caatinga, Cerrado"],
    [167,"ANACARDIACEAE","Schinopsis brasiliensis var. glabra","Engl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","De acordo com a atualização taxonômica mais recente (Silva-Luz, Pirani, 2012), o táxon é sinônimo de Schinopsis brasiliensis, não sendo considerada dessa forma para categorização do risco de extinção. Assim, é importante revisar os dados para confirmar que as informações disponibilizadas e analisadas pertençam de fato ao táxon em questão. Assim, a espécie foi avaliada como \"Dados insuficientes\" (DD).","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20brasiliensis%20var.%20glabra","Caatinga"],
    [168,"ANACARDIACEAE","Schinus engleri","F.A.Barkley","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","S. engleri possui subpopulações em áreas de Mata Atlântica que tiveram uma perda de vegetação original, e sofrem com a invasão por espécies exóticas e monocultura de Pinus. Possui menos de 10 situações de ameaça que caso não sejam controladas, poderão transferir a espécie para uma categoria de risco em futuro próximo.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinus%20engleri","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [169,"ANEMIACEAE","Anemia blechnoides","J.Sm.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 15.605,26 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas altamente antropizadas e sujeitas a declínio na qualidade do habitat, AOO e EOO. Não apresenta muitos registros, sendo o mais recente de 1993. Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar se as subpopulações continuam nas áreas de coletas mais antigas e a sua estabilidade populacional.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20blechnoides","Mata Atlântica"],
    [170,"ANEMIACEAE","Anemia elegans","(Gardner) C.Presl","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída no Brasil, em diferentes fitoifisionomias.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20elegans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [171,"ANEMIACEAE","Anemia espiritosantensis","Brade","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Existe a possibilidade da espécie ser um hibrído, portanto a espécie não pode ser avaliada.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20espiritosantensis","Mata Atlântica"],
    [172,"ANEMIACEAE","Anemia gardneri","Hook.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é rupícola, ocorre sobre rochas de formações rupestres e em áreas de Floresta Úmida no Rio Janeiro e Espirito Santo. Tem EOO de 12.654,56 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Foram considerados o declínio contínuo de habitat e de sua qualidade, decorrente de queimadas provocadas, mineração e da introdução de espécies invasoras.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20gardneri","Mata Atlântica"],
    [173,"ANEMIACEAE","Anemia mirabilis","Brade","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta poucas coletas em áreas relativamente bem amostradas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em áreas bastante degradas pelas queimadas e pelo desmatamento acelerado. A espécie deve ser estudada, inclusive nos Estados de Alagoas e Pernambuco, nos quais os especialistas acreditam que ocorra. Caso se comprove que não é mais encontrada, a espécie deverá ser transferida a uma categoria de risco mais alta.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20mirabilis","Caatinga"],
    [174,"ANEMIACEAE","Anemia organensis","Rosenst.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição ampla, no entanto possui menos de 10 situações de ameaça e ocorre em áreas fragmentadas como resultado da atividade humana, e caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser categorizada como ameaçada.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20organensis","Mata Atlântica"],
    [175,"ANEMIACEAE","Anemia trichorhiza","Gardner","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem hábito rupícola, vivendo sobre ou entre fendas de afloramento rochoso do Brasil central. Está sujeita a menos de duas situações de ameaça, considerando sua presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Ocorre em áreas com forte ação antrópica com perturbação e perda de habitat. Caso as ameaças não sejam controladas e a população tenha uma redução significativa, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de risco mais alta.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20trichorhiza","Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [176,"ANEMIACEAE","Anemia warmingii","Prantl","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição ampla, no entanto possui menos de 10 situações de ameaça e ocorre em áreas  fragmentadas como resultado da atividade humana, e caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser categorizada como ameaçada.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20warmingii","Mata Atlântica"],
    [177,"ANEURACEAE","Aneura pinguis","(L.) Dumort.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente distribuída. Além disso, está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aneura%20pinguis","Mata Atlântica, Pantanal"],
    [178,"ANNONACEAE","Anaxagorea dolichocarpa","Sprague & Sandwith","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anaxagorea%20dolichocarpa","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [179,"ANNONACEAE","Anaxagorea silvatica","R.E.Fr.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ter sido verificada a estabilidade de algumas das subpopulações, a espécie ocorre em somente dois Estados, pontualmente, e em subpopulações reduzidas. Portanto, é necessário monitoramento da espécie a fim de verificar se as ameaças, agricultura, fogo e pecuária, presentes na região de ocorrência da espécie, estão controladas.","2012-04-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anaxagorea%20silvatica","Mata Atlântica"],
    [180,"ANNONACEAE","Annona bahiensis","(Maas & Westra) H.Rainer","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuição ampla, a espécie ocorre em somente dois Estados, pontualmente, e em subpopulações reduzidas. Portanto, é necessário monitoramento da espécie a fim de verificar se as ameaças, agricultura, fogo e pecuária, presentes na região de ocorrência da espécie, estão controladas.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20bahiensis","Mata Atlântica"],
    [181,"ANNONACEAE","Annona burchellii","R.E.Fr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a categorização da espécie.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20burchellii","Cerrado"],
    [182,"ANNONACEAE","Annona cacans","Warm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20cacans","Mata Atlântica"],
    [183,"ANNONACEAE","Annona calcarata","(R.E.Fr.) H.Rainer","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a categorização da espécie.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20calcarata","Amazônia"],
    [184,"ANNONACEAE","Annona coriacea","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20coriacea","Cerrado, Pantanal"],
    [185,"ANNONACEAE","Annona dioica","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20dioica","Cerrado, Pantanal"],
    [186,"ANNONACEAE","Annona emarginata","(Schltdl.) H.Rainer","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20emarginata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [187,"ANNONACEAE","Annona ferruginea","(R.E.Fr.) H.Rainer","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a categorização da espécie.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20ferruginea","Mata Atlântica"],
    [188,"ANNONACEAE","Annona glabra","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20glabra","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [189,"ANNONACEAE","Annona glaucophylla","R.E.Fr.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de amplamente distribuída, há informação de que a espécie ocorre em pequenas subpopulações,  em áreas de Cerrado com incidência de ameaça.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20glaucophylla","Cerrado, Pantanal"],
    [190,"ANNONACEAE","Annona leptopetala","(R.E.Fr.) H.Rainer","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20leptopetala","Mata Atlântica"],
    [191,"ANNONACEAE","Annona malmeana","R.E.Fr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a categorização da espécie, que é possivelmente oriunda de um híbridoentre A. coriacea e A.tomentosa (Maas et al., 2001).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20malmeana","Cerrado, Pantanal"],
    [192,"ANNONACEAE","Annona maritima","(Záchia) H.Rainer","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, ocorre nas áreas de restinga da Região Sul, com EOO de 19.419,43 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, incluindo agricultura, pecuária e introdução de espécies exóticas nas suas áreas de ocorrência. Portanto, suspeita-se de perda e degradação de habitat, que podem vir a causar extinções de subpopulações da espécie, caso as ameaças não sejam controladas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20maritima","Mata Atlântica"],
    [193,"ANNONACEAE","Annona monticola","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20monticola","Cerrado, Pantanal"],
    [194,"ANNONACEAE","Annona parviflora","(A.St.-Hil.) H.Rainer","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita ao Estado do Rio deJaneiro em florestas a 1000 m de altitude e  EOO=2.648,33 km². Sua área de ocorrência sofre degradação e perda de habitat decorrentes da antropização. Está sujeita a três situações de ameaça considerando os municípios de ocorrência (Rio de Janeiro, Mangaratiba e Niterói).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20parviflora","Mata Atlântica"],
    [195,"ANNONACEAE","Annona pickelii","(Diels) H.Rainer","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados da Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Está sujeita a três situações de ameaça consideradas a partir da expansão imobiliária nos locais de ocorrência da espécie, as matas densas de Restinga.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20pickelii","Mata Atlântica"],
    [196,"ANNONACEAE","Annona sericea","Dunal","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20sericea","Amazônia"],
    [197,"ANNONACEAE","Annona spinescens","Mart.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, a espécie apresenta potencial econômico pois seus frutos são utilizados namedicina popular contra úlceras estomacais (Fenner et al., 2006). A espécie é também visada por colecionadores do mundo inteiro devido aos seus frutos vermelhos-alaranjados. O uso pode vir a ser uma ameaça e a escala em que é realizado precisa ser verificada.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20spinescens","Caatinga"],
    [198,"ANNONACEAE","Annona ubatubensis","(Maas & Westra) H.Rainer","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do município de Ubatuba, no Estado de São Paulo, com EOO=137,65 km² e AOO=24 Km². Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando a expansão urbana e imobiliária no litoral paulista, causadora de perda e degradação do habitat da espécie.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20ubatubensis","Mata Atlântica"],
    [199,"ANNONACEAE","Annona xylopiifolia","A.St.-Hil. & Tul.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em três Estados brasileiros e possui EOO=31.545,954 km², no entanto possui menos de 10 situações de ameaça considerando a perda do habitat como principal ameaça. Portanto deve ser monitorada a fim de verificar se ameaça está causando vulnerabilidade a espécie.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20xylopiifolia","Mata Atlântica"],
    [200,"ANNONACEAE","Bocagea viridis","A.St.-Hil.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em três Estados brasileiros e possui EOO=55.790,759 km², no entanto possui menos de 10 situações de ameaça considerando a perda do habitat como principal ameaça. Portanto deve ser monitorada a fim de verificar se ameaça está causando vulnerabilidade a espécie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bocagea%20viridis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [201,"ANNONACEAE","Cymbopetalum brasiliense","Vell.) Benth. ex Baill.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cymbopetalum%20brasiliense","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [202,"ANNONACEAE","Duguetia fufuracea","(A.St.-Hil.) Saff.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e geralmente ocorre em grandes subpopulações.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20fufuracea","Cerrado, Pantanal"],
    [203,"ANNONACEAE","Duguetia glabriuscula","(R.E.Fr.) R.E.Fr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20glabriuscula","Cerrado"],
    [204,"ANNONACEAE","Duguetia lanceolata","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20lanceolata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [205,"ANNONACEAE","Duguetia magnolioidea","Maas","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição pontual (EOO=160,36 km²) e populações muito reduzidas. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando que as subpopulações remanescentes da espécie estão suscetíveis à degradação e perda do habitat devido à pecuária, agricultura e queimadas no local.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20magnolioidea","Mata Atlântica"],
    [206,"ANNONACEAE","Duguetia restingae","Maas","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em Restinga arbórea e é endêmica da Bahia (AOO=4 km²). Contabiliza apenas uma coleta de 2004, em uma rodovia, que foi considerada como única situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofreu perda de habitat e fragmentação severa, permanecendo atualmente o declínio da qualidade do habitat.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20restingae","Mata Atlântica"],
    [207,"ANNONACEAE","Duguetia reticulata","Maas","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie, endêmica do Estado da Bahia, com EOO=?533,22 km², está sujeita a duas situações de ameaça. Na área de sua coleta tipo, a espécie não foi mais encontrada, atestando que as subpopulações estão em declínio. Além disso, as regiões de ocorrência da espécie estão degradas.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20reticulata","Mata Atlântica"],
    [208,"ANNONACEAE","Duguetia salicifolia","R.E.Fr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie tem distribuição ampla e não apresenta uso.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20salicifolia","Mata Atlântica"],
    [209,"ANNONACEAE","Duguetia scottmorii","Maas","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica da Bahia (EOO=20,78 km², AOO=12 km²) e reportada como rara. Apresenta apenas uma situação de ameaça, considerando que o desmatamento das regiões de ocorrência da espécie está causando declíniocontínuo da AOO, EOO e da qualidade do habitat. Atualmente, restam somente 18% da vegetação original em Uruçuca, BA.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20scottmorii","Mata Atlântica"],
    [210,"ANNONACEAE","Duguetia sooretamae","Maas","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado do Espirito Santo. Apesar de considerada comum, apresenta distribuição pontual. Com EOO de 15,35 km², a espécie apresenta menos de cinco situações de ameaça, sendo o declínio da qualidade do habitat a principal delas.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20sooretamae","Mata Atlântica"],
    [211,"ANNONACEAE","Guatteria australis","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Guatteria australis é amplamente distribuída na Floresta Atlântica e geralmente ocorre em subpopulações grandes.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20australis","Mata Atlântica"],
    [212,"ANNONACEAE","Guatteria campestris","R.E.Fr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e ocorre em grandes subpopulações.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20campestris","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [213,"ANNONACEAE","Guatteria notabilis","Mello-Silva & Pirani","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuição da espécie ser média ela ocorre  nas florestas do Espinhaço-central, que são um dos ambientes mais ameaçados da Cadeia do Espinhaço, podendo vir a ser categorizada como ameaçada em futuro próximo. Por isso são necessários estudos populacionais mais profundos.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20notabilis","Cerrado"],
    [214,"ANNONACEAE","Guatteria pohliana","Schltdl.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de amplamente distribuída a espécie apresenta menos de 10 situações de ameaça. Algumas de suas subpopulações ocorrem fora de unidade de conservação (SNUC), o que pode vir a causar uma diminuição no número de indivíduos da espécie caso o desmatamento não seja controlado.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20pohliana","Mata Atlântica"],
    [215,"ANNONACEAE","Guatteria rupestris","Mello-Silva & Pirani","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de apresentar EOO extenso e ter sido bem coletada, a espécie ocorre em campos de altitude e áreas com a presença de atividade mineradora, o que pode vir a causar declínio no número de subpopulações da espécie.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20rupestris","Cerrado"],
    [216,"ANNONACEAE","Guatteria sellowiana","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20sellowiana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [217,"ANNONACEAE","Guatteria villosissima","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20villosissima","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [218,"ANNONACEAE","Hornschuchia alba","(A.St.-Hil.) R.E.Fr.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre no Estado do Rio de Janeiro, apenas nos municípios de Búzios e Cabo Frio. Tem EOO restrita a 39,14 Km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, que considera a perda de habitat e degradação das áreas de ocorrência da espécie. A região foi intensamente explorada para retirada de pau-brasil e outras madeiras, e atualmente sofre acelerada expansão imobiliária.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20alba","Mata Atlântica"],
    [219,"ANNONACEAE","Hornschuchia cauliflora","Maas & Setten","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do sul do Bahia. Apresenta EOO de 1.240,51 Km² e AOO de 16 Km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre com ameaças como degradação e perda de habitat decorrentes da expansão populacional e imobiliária. A população da espécie se encontra severamente fragmentada. Além disso, estudos apontam que as subpopulações existentes são bem reduzidas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20cauliflora","Mata Atlântica"],
    [220,"ANNONACEAE","Hornschuchia obliqua","Maas & Setten","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do sul do Bahia (EOO=1.502,13 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre ameaças como degradação e perda de habitat, decorrentes da expansão populacional e imobiliária. A população da espécie se encontra severamente fragmentada. Além disso, estudos apontam que H. obliqua é rara.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20obliqua","Mata Atlântica"],
    [221,"ANNONACEAE","Malmea obovata","R.E.Fr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é conhecida apenas pelo tipo, de 1821. A região de ocorrência foi muito degrada historicamente e hoje em dia encontra-se severamente fragmentada.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malmea%20obovata","Mata Atlântica"],
    [222,"ANNONACEAE","Oxandra reticulata","Maas","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro sendo utilizada para a produção de enrgia por locais e por isso deve ser monitorada.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxandra%20reticulata","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [223,"ANNONACEAE","Trigynaea axilliflora","D.M.Johnson & N.A.Muray","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica do Estado do Rio de Janeiro, tem EOO de 76,61 km². A espécie está sujeita a apenas uma situação de ameaça, que aponta como principal ameaça a degradação e fragmentação do habitat decorrente de atividades antrópicas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigynaea%20axilliflora","Mata Atlântica"],
    [224,"ANNONACEAE","Trigynaea oblongifolia","Schltdl.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.454,54 km²) e está sujeita a apenas três situações de ameaça, sendo a principal o declínio na qualidade do habitat nos Estados onde a espécie ocorre. É considerada rara e conta com pequenas subpopulações.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigynaea%20oblongifolia","Mata Atlântica"],
    [225,"ANNONACEAE","Unonopsis riedeliana","R.E.Fr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição restrita ao Estado do Rio de Janeiro (EOO=1.487,57 Km², AOO=12 Km²), e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo a principal a expansão imobiliária nas regiões de ocorrência da espécie. São registradas apenas três coletas, a mais recente em 1997.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Unonopsis%20riedeliana","Mata Atlântica"],
    [226,"ANNONACEAE","Xylopia aromatica","(Lam.) Mart.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e com potencial uso econômico.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylopia%20aromatica","Amazônia, Cerrado"],
    [227,"ANNONACEAE","Xylopia brasiliensis","Spreng.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadeireiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática. A extração não fiscalizada da espécie pode reduzir as subpopulações representando uma ameaça a sobrevivência  da espécie na natureza.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylopia%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [228,"APIACEAE","Apium prostratum","Labill.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie reavaliada após divergências em relação a sua distribuição e, atualmente, considerada como \"Naturalizada\". Apesar da pequena AOO, apresenta grande EOO (52.445 km²) nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em habitats litorâneos, principalmente nas Restingas, e enfrenta ameaças resultante da expansão urbana e turística.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apium%20prostratum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [229,"APIACEAE","Eryngium corallinum","Mathias & Constance","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium corallinum é uma espécie campestre com distribuição geográfica bastante restrita no domínio da Mata Atlântica. As coletas que a representam são antigas, todas realizadas há mais de 30 anos, e seu habitat é gravemente ameaçado pela expansão de atividades agropecuárias, sobretudo monoculturas de soja e plantações de Pinus sp. Consequentemente, suspeita-se que E. corallinum possa estar extinta em pelo menos um dos locais em que foi registrada, acarretando declínio na EOO, na AOO, no número de subpopulações e no número de indivíduos maduros. Assim, apesar da AOO calculada de 12 Km², consideramos a área de ocupação da espécie como sendo inferior a 10 km². No entanto, segundo informações do especialista, a espécie já foi coletada em áreas próximas ao litoral, podendo significar um aumento de sua AOO. A espécie está sujeita a uma situação de ameaça.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20corallinum","Mata Atlântica"],
    [230,"APIACEAE","Eryngium divaricatum","Hook. & Arn.","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium divaricatum é uma espécie rara que ocorre em Campos Úmidos do bioma Pampa. Constam apenas dois registros de herbário que correspondem a duas situações de ameaça. Apresenta EOO de 586,35 km². Os campos nativos do Pampa vêm sendo rapidamente degradados, devido, principalmente, à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. As crescentes ameaças incidentes sobre o habitat de E. divaricatum permitem suspeitar que a espécie esteja sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20divaricatum","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [231,"APIACEAE","Eryngium dorae","Norman","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie Eryngium dorae é uma espécie campestre morfologicamente peculiar, conhecida por apenas uma coleta no Brasil. A AOO é de 4 km² e foi identificada uma situação de ameaça. Está sujeita a um rápido declínio na extensão e qualidade do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. Consequentemente, suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio em AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Espécie possivelmente extinta.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20dorae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [232,"APIACEAE","Eryngium dusenii","H.Wolff","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Os registros de herbário utilizados para confeccionar o mapa da espécie não foram validados pelo especialista. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [233,"APIACEAE","Eryngium ekmanii","H.Wolff","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium ekmanii apresenta distribuição geográfica relativamente ampla no território brasileiro, ocorrendo em todos os Estados da região Sul do país. A espécie ocorre em áreas alteradas, como campos abandonados e barrancos, e está representada em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ekmanii","Mata Atlântica"],
    [234,"APIACEAE","Eryngium eriophorum","Cham. & Schltdl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium eriophorum é uma espécie campestre com distribuição geográfica razoavelmente ampla no domínio da Mata Atlântica. Ocorre em pelo menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20eriophorum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [235,"APIACEAE","Eryngium eurycephalum","Malme","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium eurycephalum é uma espécie ocorrente em campos úmidos e rupestres associados ao domínio do Cerrado. ?Apesar de apresentar uma distribuição geográfica relativamente ampla, abrangendo parte dos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso, E. eurycephalum está sujeita a um marcado declínio na extensão e qualidade do seu habitat em boa parte da Cadeia do Espinhaço, onde ocorre. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha a ser ameaçada no futuro.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20eurycephalum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [236,"APIACEAE","Eryngium falcifolium","Irgang","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium falcifolium é uma espécie campestre com distribuição restrita, que abrange parte do Estado de Santa Catarina e possivelmente do Rio Grande do Sul. Embora não constem do banco de dados, são conhecidos apenas dois registros da espécie para o Rio Grande do Sul. Dessa forma, é possível suspeitar que a AOO de E. falcifolium seja inferior a 500 km², e que esteja sujeitoa até cinco situações de ameaça. Seus habitats,  campestres, estão em declínio contínuo de extensão e qualidade devido às atividades agropecuárias e silviculturais, apesar de a espécie ocorrer apenas em locais mais altos dos Aparados da Serra.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20falcifolium","Mata Atlântica"],
    [237,"APIACEAE","Eryngium glaziovianum","Urb.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A distribuição geográfica de Eryngium glaziovianum não é bem compreendida. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20glaziovianum","Mata Atlântica"],
    [238,"APIACEAE","Eryngium koehneanum","Urb.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium koehneanum está sujeito a menos de cinco situações de ameaça e aos efeito das ameaças incidentes sobre seus habitats campestres, como a expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. Além disso, também é possível suspeitar que, caso o habitat da espécie continue a sofrer com as ameaças incidentes, E. koehneanum venha a ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo. Medidas de conservação devem ser implementadas a fim de garantir a sobrevivência da espécie. Aparentemente, segundo informações, sua distribuição é mais abrangente, ocorrendo também nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, fato que implica maior EOO e AOO.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20koehneanum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [239,"APIACEAE","Eryngium ombrophilum","Dusén & H.Wolff","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium ombrophilum é uma espécie florestal, ocorrendo perto de corpos d?água. Tem distribuição geográfica bastante restrita no domínio da Mata Atlântica, no Estado do Paraná e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Sua EOO é de 4.728,44 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Suspeita-se que, devido à expansão urbana em alguns de seus locais de ocorrência, E. ombrophilum venha sofrendo um declínio contínuo em AOO, no número de subpopulações e de indivíduos maduros.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ombrophilum","Mata Atlântica"],
    [240,"APIACEAE","Eryngium ramboanum","Mathias & Constance","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium ramboanum é uma espécie de Campos Úmidos, coletada em apenas uma localidade há mais de 65 anos. Tem uma AOO de 4 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, que implica em declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat, devido à incidência de queimadas e à expansão de atividades agropecuárias. Suspeita-se que a perda e degradação de seu habitat campestre estejam acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. Como não foi coletada desde meados da década de 40, é possível suspeitar que esteja extinta.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ramboanum","Mata Atlântica"],
    [241,"APIACEAE","Eryngium sanguisorba","Cham. & Schltdl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium sanguisorba apresenta distribuição geográfica ampla do território brasileiro e é frequente em várias das regiões onde ocorre.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20sanguisorba","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [242,"APIACEAE","Eryngium scirpinum","Cham.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium scirpinum é uma espécie com ocorrência restrita aos Campos de Altitude com solos rasos e rochosos situados no domínio da Mata Atlântica. A AOO é de 72 km². Em boa parte dos setores da sua distribuição, como a região dos Campos Gerais do Paraná, a espécie está sujeita à perda e degradação de seu habitat devido à expansão de atividades agropecuárias, principalmente monoculturas de soja. Além disso, na cidade de São Paulo (SP), onde E. scirpinum foi coletada no início da década de 1940, suspeita-se que a mesma esteja localmente extinta, o que acarretaria um declínio em EOO, em AOO, no número de subpopulações, e no número de indivíduos maduros. Devido a todos esses fatores, também é possível suspeitar que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20scirpinum","Mata Atlântica"],
    [243,"APIACEAE","Eryngium smithii","Mathias & Constance","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium smithii é uma espécie campestre com distribuição restrita a uma pequena porção do Planalto Meridional do Brasil. A EOO é de 2.215,86 km², está sujeito a cinco situações de ameaça. E. smithii vem sofrendo com a degradação contínua do seu habitat, principalmente devido à expansão de atividades agropecuárias, e plantios silviculturais.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20smithii","Mata Atlântica"],
    [244,"APIACEAE","Eryngium stenophyllum","Urb.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Os registros de herbário disponíveis não representam adequadamente a distribuição geográfica da espécie, que ocorre de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20stenophyllum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [245,"APIACEAE","Eryngium urbanianum","H.Wolff","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium urbanianum é uma espécie campestre com distribuição restrita ao Planalto Meridional. Sua EOO é de 1.215,84 km² e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. Suspeita-se que E. urbanianum venha sofrendo declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais. Também é possível suspeitar que a degradação das áreas campestres em que ocorre esteja acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da espécie.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20urbanianum","Mata Atlântica"],
    [246,"APIACEAE","Eryngium zosterifolium","H.Wolff","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium zosterifolium é uma espécie campestre endêmica de um pequeno trecho do Planalto Meridional. Está sujeita a quatro situações de ameaça sendo ameaças a degradação de seu habitat devido à incidência de incêndios e à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20zosterifolium","Mata Atlântica"],
    [247,"APIACEAE","Klotzschia rhizophylla","Urb.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Klotzchia rhizophylla é uma herbácea perene com distribuição restrita aos Campos Rupestres da cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais. A EOO é de 4.474,08 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. A espécie enfrenta perda e degradação do seu habitat devido a uma série de fatores, como a mineração, a incidência de incêndios e a expansão urbana.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Klotzschia%20rhizophylla","Cerrado"],
    [248,"APIACEAE","Lilaeopsis brasiliensis","(Glaz.) Affolter","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lilaeopsis brasiliensis é uma espécie associada a áreas úmidas e ocorre em apenas cinco situações de ameaça. Ocorre no Estado de Minas Gerais, de onde é o material-tipo coletado no século XIX e no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre ainda nos Estado de Santa Catarina, Paraná e, possivelmente, Rio Grande do Sul. É possível suspeitar que tenha sido extinta em alguns destes locais. As áreas em que L. brasiliensis foi registrada estão sujeitas a algumas ameaças como a expansão de atividades agropecuárias.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lilaeopsis%20brasiliensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [249,"APIACEAE","Spananthe paniculata","Jacq.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Spananthe paniculata é uma espécie não-endêmica, com ampla distribuição no território brasileiro, abrangendo parte dos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Ocorre inclusive em áreas antropizadas.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spananthe%20paniculata","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [250,"APOCYNACEAE","Asclepias aequicornu","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","A espécie apresenta EOO bastante ampla, com distribuição em três regiões brasileiras, e não possui informações de ameaça.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20aequicornu","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [251,"APOCYNACEAE","Asclepias langsdorffii","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea das formações campestres, incluindo área brejosas do Cerrado e da Mata Atlântica. Sem ameaça ou uso específicos. Endêmica do Brasil, com ampla extensão de ocorrência, acima de 20 mil km², conhecida em cinco situações de ameaça, distribuídas nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná, além do Distrito Federal. A população pode estar reduzida em decorrência da perda de habitat, mas por ocorrer em baixas densidades, o conhecimento atual da espécie é também reflexo da falta de esforço de coleta, mesmo assim a área de ocorrência é muito ampla.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20langsdorffii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [252,"APOCYNACEAE","Asclepias mellodora","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações de ameaça.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20mellodora","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [253,"APOCYNACEAE","Aspidosperma album","(Vahl) Benoist ex Pichon","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Existe um declínio no número de indivíduos maduros em consequência da extração ilegal de madeira, porém a espécie apresenta EOO maior que 20.000 km² e numero de situações de ameaça maior que 10. São necessárias informações adicionais sobre redução da população, área de ocupação e/ou tamanho da população.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20album","Amazônia (Koch, Rapini, 2011)."],
    [254,"APOCYNACEAE","Aspidosperma australe","Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20australe","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [255,"APOCYNACEAE","Aspidosperma cylindrocarpon","Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20cylindrocarpon","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [256,"APOCYNACEAE","Aspidosperma desmanthum","Benth. ex Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Centro-Oeste e Norte brasileiros, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20desmanthum","Amazônia"],
    [257,"APOCYNACEAE","Aspidosperma macrocarpon","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição em todo o território brasileiro, sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20macrocarpon","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [258,"APOCYNACEAE","Aspidosperma nobile","Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Centro-Oeste brasileiro, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20nobile","Amazônia, Cerrado"],
    [259,"APOCYNACEAE","Aspidosperma polyneuron","Müll.Arg.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste e Nordeste brasileiros, sem informações de ameaça.  Possui EOO maior que 20.000 km², porém AOO inferior a 500 km². Ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC), porém é ainda procurada pelo valor madeireiro que possui.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20polyneuron","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [260,"APOCYNACEAE","Aspidosperma quebracho-blanco","Schltdl.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie ocorre em menos de cinco localidades, porém sem informações de EOO e ameaças. São necessários dados de redução de população, distribuição geográfica e/ou tamanho da população.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20quebracho-blanco","Cerrado"],
    [261,"APOCYNACEAE","Aspidosperma ramiflorum","Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Sul e Sudeste brasileiros, sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20ramiflorum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [262,"APOCYNACEAE","Aspidosperma riedelii","Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO maior que 20.000 km² e número de situações de ameaça maior que 10, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) e sem informações sobre ameaças. Existe uma grande disjunção na distribuição da espécie, podendo demonstrar falta de coleta.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20riedelii","Mata Atlântica"],
    [263,"APOCYNACEAE","Aspidosperma sandwithianum","Markgr.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO menor que 100 km², e menos de cinco localidades, porém sem informações sobre ameaças. Ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20sandwithianum","Amazônia"],
    [264,"APOCYNACEAE","Aspidosperma spruceanum","Benth. ex Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no território brasileiro, sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20spruceanum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [265,"APOCYNACEAE","Aspidosperma tomentosum","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste brasileiros, sem informações de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20tomentosum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [266,"APOCYNACEAE","Barjonia erecta","(Vell.) K.Schum.","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações de ameaça.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barjonia%20erecta","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [267,"APOCYNACEAE","Barjonia harleyi","Fontella & Marquete","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, tem EOO de 2.331,27 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, nos municípios de Abaíra, Mucugê, Piatã e Rio de Contas. É ameaçada pelo declínio continuo em extensão de ocorrência (atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas), área de ocupação, extensão e qualidade do habitat (utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barjonia%20harleyi","Caatinga"],
    [268,"APOCYNACEAE","Blepharodon bicuspidatum","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações de ameaça.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharodon%20bicuspidatum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [269,"APOCYNACEAE","Blepharodon manicatum","(Decne.) Fontella","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla extensão de ocorrência (EOO) na região nordeste do Brasil, incluindo registros em unidades de conservação (SNUC). Não possui informações sobre ameaças incidentes cadastradas no sistema.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharodon%20manicatum","Caatinga, Cerrado"],
    [270,"APOCYNACEAE","Cynanchum morrenioides","Goyder","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Endêmica do Estado da Bahia, é encontrada somente no Pico das Almas, em uma única subpopulação, acima de 1.500 m de altitude. Tem distribuição muito restrita, com declínio de habitat, em única situação de ameaça no município de Rio de Contas. EEO de 2,35 km² e AOO de 16 km². É ameaçada pelo aumento da frequência de visitação e incêndios. As queimadas são favorecidas por desmatamentos e atividades agropecuárias no entorno da serra.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cynanchum%20morrenioides","Caatinga, Cerrado"],
    [271,"APOCYNACEAE","Ditassa aequicymosa","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","A espécie possuir EOO acima de 20 mil km², a mesma não apresenta qualquer informação sobre ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20aequicymosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [272,"APOCYNACEAE","Ditassa arianeae","Fontella & E.A.Schwarz","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana encontrada nas Restingas da Mata Atlântica. Tem distribuição restrita, com EOO de 40.451,77 km² e AOO de 20 km³. É conhecida nos municípios de Prado, Salvador, Tucano e Una, no Estado da Bahia, e Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, cada um deles considerado como situações de ameaça distintas. Foi coletada entre 1974 e 2005. A ocorrência para o Estado do Rio de Janeiro não foi confirmada. É ameaçada pela perda de habitat e da área de ocupação, em decorrência da ocupação do solo nas restingas com urbanização, desenvolvimento imobiliário e agricultura.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20arianeae","Mata Atlântica"],
    [273,"APOCYNACEAE","Ditassa auriflora","Rapini","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de arbusto ereto de cerca de um metro de altura, raro, encontrada em Campos Rupestres de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 32,62 km² e AOO de 20 km². Ocorre entre as cotas de 650 m e 1.250 m de altitude. Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Itacambira, onde foi coletada cerca de oito vezes entre 1984 e 2003. É ameaçada pela perda daqualidade do hábitat, principalmente em decorrência das plantações de eucalipto chegando quase até os afloramentos, isolando as populações, além do manejo de pastagens, incluindo a criação de gado, a introdução de capim e o aumento da frequência de incêndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20auriflora","Cerrado"],
    [274,"APOCYNACEAE","Ditassa cipoensis","(Fontella) Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana dos Campos Rupestres da Serra do Cipó no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 553,01 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, nos municípios de Conceição do Mato Dentro, Congonhas do Norte, Santana do Riacho e Jaboticatubas. Nesses locais a espécie foi coletada 10 vezes entre 1968 e 2003. É encontrada em unidades de conservação (SNUC). Encontra-se ameaçada pela perda da qualidade do habitat em decorrência doaumento da frequência e magnitude de incêndios, favorecidos por alteração de uso do solo em torno da Serra do Cipó, incluindo a silvicultura, criação de gado e especulação imobiliária.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20cipoensis","Cerrado"],
    [275,"APOCYNACEAE","Ditassa cordeiroana","Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de subarbusto escandente de cerca de um metro de altura, encontrado nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 2.685,69 km² e AOO de 88 km² entre as cotas de 650 m e 1250 m de altitude. Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Cristália, Itacambira, Grão Mogol, Botumirim e Rio Pardo de Minas. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em decorrência de histórico de garimpo e atuais modos de uso do solo, como a criação de gado e a especulação imobiliária.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20cordeiroana","Caatinga, Cerrado"],
    [276,"APOCYNACEAE","Ditassa itambensis","Rapini","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais e em algumas áreas de Mata Atlântica. Com distribuição restrita (EOO=142,25 km², AOO=24 km²), ocorre em altitudes acima de 1.500 m. Está sujeita a três situações de ameaça, nos municípios de São Gonçalo do Rio Preto, Serro e Santo Antônio do Itambé. Nesses locais, foi coletada entre 1972 e 2008, mas descrita somente em 2002. É encontrada em unidades de conservação (SNUC). É ameaçada pela perda de área de ocupação e de habitat, em decorrência da mineração, do desmatamento e dos incêndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20itambensis","Cerrado"],
    [277,"APOCYNACEAE","Ditassa laevis","Mart.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana, encontrada em formações campestres do Cerrado, como Campos Rupestres e Cangas. Tem distribuição restrita, com EOO de 1.308,67 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a três situações de ameaça, nos municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Caeté (Serra da Piedade), onde foi coletada poucas vezes entre 1970 e 1987. Está ameaçada pela perda de habitat em decorrência de desmatamentos e incêndios, favorecidos pela alteração de uso do solo em torno das serras, como desmatamento e criação de gado.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20laevis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [278,"APOCYNACEAE","Ditassa leonii","Fontella & T.U.P.Konno","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie de subarbusto ciófilo, encontrada em Campos de Altitude nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Tem distribuição restrita (AOO=28 km²). Está sujeita a três situações de ameaça, nas Serras do Caparaó e do Brigadeiro e no município de São Gonçalo do Rio Abaixo. Foi coletada entre 1933 e 2001. É encontrada em unidades de conservação (SNUC) nas três situações descritas, entretanto, ameaças potencias como a mineração, os loteamentos e os incêndios podem elevar a espécie a categorias de risco mais críticas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20leonii","Mata Atlântica"],
    [279,"APOCYNACEAE","Ditassa linearis","Mart.","NT","","","Tainan Messina","Espécie de subarbusto com ramos volúveis encontrado em cerrados e campos rupestres de Minas Gerais. Distribuição restrita, extensão de ocorrência de 14.969 km² e área de ocupação de 96 km².  Apresenta populações abundantes em Ouro Preto e no Parque Estadual do Ibitipoca. Conhecida ao menos de doze situações de ameaça, em Aiuruoca, Belo Horizonte, Brumadinho, Caeté, Catas Altas, Lima Duarte, Moeda, Nova Lima, Ouro Branco, Ouro Preto, Passa Quatro e Santa Bárbara. Coletada com frequência crescente entre 1945 e 2008. Quase ameaçada devido a atividade mineradora e incêndios, mas o número de situações de ameaça conhecida não insere entre as espécies ameaçadas.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20linearis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [280,"APOCYNACEAE","Ditassa longisepala","(Hua) Fontella & E.A.Schwarz","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana de Campo Rupestre de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 841,45 km² e AOO de 36 km², entre 900 m e 1500 m de altitude. Está sujeita a três situações de ameaça, nos municípios de Itabirito e Ouro Preto e na Serra do Caraça (municípios de Catas Altas e Santa Bárbara). É ameaçada pela perda da qualidade do habitat e da área de ocupação em decorrência de incêndios e mineração.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20longisepala","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [281,"APOCYNACEAE","Ditassa maricaensis","Fontella & E.A.Schwarz","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana com ramos volúveis, encontrada na Restinga Arbustiva do litoral do Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita, com EOO de 977,48 km² e AOO de 44 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Saquarema, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Maricá e Araruama. É encontrada em unidade de conservação (SNUC). É ameaçada pela perda da área de ocupação e de habitat devido a efeitos da especulação imobiliária.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20maricaensis","Mata Atlântica"],
    [282,"APOCYNACEAE","Ditassa oberdanii","Fontella & M.C.Alvarez","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de trepadeira, rara, encontrada em áreas de Floresta Pluvial Atlântica. Tem distribuição restrita, com EOO de 74 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo, coletada entre 1984 e 2002. É ameaçada pela perda de habitat devido ao desmatamento para atividades de silvicultura e agropecuária.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20oberdanii","Mata Atlântica"],
    [283,"APOCYNACEAE","Gonolobus dorothyanus","Fontella","CR","B2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de liana, com população severamente fragmentada, conhecida apenas na Restinga de Jacarepaguá e da APA de Massambaba, ambas no Estado do Rio de Janeiro. Não é coletada na Restinga de Jacarepaguá há 40 anos. Tem distribuição restrita, com área de ocupação menor que 10 km². É ameaçada pelo declínio na extensão de ocorrência e área de ocupação e pela perda de habitat em decorrência da degradação por ocupação e atividades humanas nas Restingas.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gonolobus%20dorothyanus","Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011)"],
    [284,"APOCYNACEAE","Gonolobus parviflorus","Decne.","LC","","","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla no Brasil, em diversas formações vegetais. Sem informação sobre ameaças incidentes.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gonolobus%20parviflorus","Cerrado, Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011)."],
    [285,"APOCYNACEAE","Gyrostelma bornmulleri","Schltr. ex Malme","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie de Formações Campestres de planalto nos Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul. Tem distribuição ampla (EOO=34.327,53 km²), mas AOO de apenas 20 km². É conhecida por apenas seis coletas antigas, feitas a partir de 1952, e está sujeita a cinco situações de ameaça, considerando os municípios de ocorrência. Não é coletada há mais de 30 anos. Encontra-se ameaçada pela perda de área de ocupação e da qualidade do habitat, em decorrência de atividades agropecuárias e silviculturais.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyrostelma%20bornmulleri","Mata Atlântica"],
    [286,"APOCYNACEAE","Gyrostelma oxypetaloides","E.Fourn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara, conhecida por poucas coletas nos Estados de Goiás e Minas Gerais. Assim, foram identificadas três situações de ameaça distintas, nos Estados de Minas Gerais e Goiás e no Distrito Federal. Em Minas Gerais, considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Coletada em 2004 no Parque Nacional de Brasília, é ameaçada pela invasão de capim-gordura. Em Goiás e Distrito Federal, a espécie é representada pela var. grazielae, ainda não completamente compreendida, sendo necessários estudos taxonômicos. Alem de sua distribuição restrita, com EOO menor que 5.000 km² e AOO menor que 500 km², está ameaçada pela perda da qualidade do habitat em consequência de invasão biológica e do aumento da frequência de incêndios.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyrostelma%20oxypetaloides","Cerrado"],
    [287,"APOCYNACEAE","Hemipogon abietoides","E.Fourn.","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea a arbustiva, raramente coletada, é encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, em pequena porção a oeste da Serra do Cipó, próxima à cota de 1250 m altitude. A AOO é de 8 km². A espécie ficou 175 anos sem coletas botânicas, mas foi registrada em 2007 e 2008. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat em consequência do aumento da frequência e magnitude de incêndios na Serra do Cipó, favorecidos pelas alterações no uso do solo no em torno da serra, como silvicultura, mineração e manejo de pastagens.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20abietoides","Cerrado"],
    [288,"APOCYNACEAE","Hemipogon furlanii","(Fontella) Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana ou subarbusto escandente encontrada nos Campos Rupestres de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, EOO de 223,18 km² e AOO de 12 km². Raramente coletada, há três coletas em uma única situação de ameaça, no município de Juramento. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat, por sua única população estar próxima a uma vila com práticas de queimadas e introdução de espécies exóticas invasoras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20furlanii","Cerrado"],
    [289,"APOCYNACEAE","Hemipogon harleyi","(Fontella) Goyder","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Liana dos Campos Rupestres do sul da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita com EOO de 207,08 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, nos municípios de Abaíra e Mucugê. Raramente foi coletada, com ocorrências entre 1976 e 2007. É ameaçada devido a incêndios, desmatamento, extração de madeira, manejo inadequado de pastagens e atividades agropecuárias nas áreas em torno das serras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [290,"APOCYNACEAE","Hemipogon hatschbachii","(Fontella & Marquete) Rapini","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais, tem distribuição restrita, e está sujeita a uma única situação de ameaça, em parte da Serra do Cipó. Apresenta EOO de 26,55 km² e AOO de 12 km². Poucas coletas foram realizadas entre 1968 e 2008. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat em decorrência de aumento da frequência e magnitude de incêndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20hatschbachii","Cerrado"],
    [291,"APOCYNACEAE","Hemipogon irwinii","Fontella & Paixão","LC","","","Tainan Messina","Espécie com EOO maior que 20.000 km², com ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informações sobre ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20irwinii","Cerrado"],
    [292,"APOCYNACEAE","Hemipogon piranii","(Fontella) Rapini","CR","B1ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea escandente, rara, encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 64,19 km² e AOO de 20 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça na porção oeste da Serra do Cipó, no município de Santana do Pirapama. Tem registradas ocorrências entre 1982 e 2007, parte dessas em fazendas, em locais próximos a estradas ou em áreas não protegidas. É ameaçada pelo declínio na extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat em decorrência do uso e da ocupação do solo, do desmatamento e dos incêndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20piranii","Cerrado"],
    [293,"APOCYNACEAE","Jobinia hatschbachii","Fontella & E.A.Schwarz","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de trepadeira, rara, encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Mista, no Estado do Paraná. Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Piraquara (fazenda Céu Azul). É ameaçada pela intensa exploração da madeira de Araucária ocorrida no município no passado, a qual desmatou 75% da área original de florestas. Isso reduziu severamente sua distribuição já restrita, a EOO de 280,15 km² e AOO de 4 km².  Atualmente, o desmatamento está reduzido ou até mesmo cessou, pelo fato de a região fazer parte da Área de Proteção Ambiental do Rio Iraí, que abastece a cidade de Curitiba. Ainda assim, a espécie não é coletada desde 1970.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jobinia%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [294,"APOCYNACEAE","Macroditassa adnata","(E.Fourn.) Malme","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição no Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20adnata","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [295,"APOCYNACEAE","Macroditassa lagoensis","(E.Fourn.) Malme","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição na região serrana do RJ, com registros em Minas Gerais. Possui EOO maior que 20.000 km² e ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Não possui informação de ameaça.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20lagoensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [296,"APOCYNACEAE","Macroditassa marianae","Fontella & M.V.Ferreira","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva, rara, tem distribuição restrita às Restingas do Estado de São Paulo. Tem AOO de 4 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, na praia de Maranduba, no município de Ubatuba. É ameaçada pelo declínio de habitat em decorrência da especulação imobiliária e ocupação das Restingas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20marianae","Mata Atlântica"],
    [297,"APOCYNACEAE","Macroscepis aurea","E.Fourn.","DD","","","Tainan Messina","A espécie foi descrita para Minas Gerais, e seus registros mais recentes são do Paraná e Rio Grande do Sul. Mas não é coletada há mais de 30 anos (Rapini com. pess.). A taxonomia do gênero ainda não é bem definida. Há uma revisão em andamento. Por isso a espécie foi incluída como \"Deficiente de Dados\" (DD), até que as informações taxonômicas possam esclarecer melhor a delimitação do táxon.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroscepis%20aurea","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [298,"APOCYNACEAE","Macroscepis magnifica","Malme","DD","","","Tainan Messina","Gênero com problemas taxonômicos e há uma revisão em andamento. Por isso a espécie foi classificada como \"Deficiente de Dados\" (DD), até que novas informações taxonômicas esclareçam melhor os limites e as referências do táxon.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroscepis%20magnifica","Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011)."],
    [299,"APOCYNACEAE","Malouetia cestroides","(Nees ex Mart.) Müll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição na costa atlântica e em diversas unidades de conservação (SNUC). Sem informação sobre ameaças específicas.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malouetia%20cestroides","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [300,"APOCYNACEAE","Mandevilla coccinea","(Hook. & Arn.) Woodson","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nas regiõesCentro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 1.198.661 km². Segundo informaçãodisponível, embora rara, a espécie está presente no Cerrado e na MataAtlântica, nos Campos Rupestres e Campos de Altitude.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20coccinea","Cerrado"],
    [301,"APOCYNACEAE","Mandevilla fragrans","(Stadelm.) Woodson","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na regiãoSudeste com EOO de 219.114 km². Liana rara, com poucas coletas é encontrada em Floresta OmbrófilaDensa e Restinga, presente no PARNA da Restinga deJurubatiba (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20fragrans","Mata Atlântica"],
    [302,"APOCYNACEAE","Mandevilla hirsuta","(A.Rich.) K.Schum.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem ampla distribuiçãocom EOO de 7.151.033 km², em todas as regiões, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20hirsuta","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [303,"APOCYNACEAE","Mandevilla sellowii","(Müll.Arg.) Woodson","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na regiãoSudeste com EOO de 31.861 km². Liana, encontrada na Mata Atlântica, em FlorestaEstacional Semidecidual, em afloramentos rochosos. Pela extensão de ocorrênciaestar próxima ao limiar de vulnerabilidade, embora tendo sido coletada em cinco unidades de conservação (SNUC), as coletas são poucas e antigas. Sugerimos maisestudos sobre a espécie.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20sellowii","Mata Atlântica"],
    [304,"APOCYNACEAE","Mandevilla venulosa","(Müll.Arg.) Woodson","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na regiãoSudeste com EOO de 27.972 km². Arbusto encontrado em afloramentos rochosos nosCampos de Altitude do Sul de Minas Gerais e na divisa com São Paulo. Comextensão de ocorrência próxima ao limiar de vulnerabilidade sugerimos maisestudos sobre a espécie.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20venulosa","Mata Atlântica"],
    [305,"APOCYNACEAE","Marsdenia altissima","(Jacq.) Dugand","LC","","","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuiçãono Brasil, com EOO de 5.186.426 km² e com representação em todos os habitats,exceto na região Sul.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20altissima","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [306,"APOCYNACEAE","Marsdenia fontellana","Morillo & Carnevali","DD","","","Tainan Messina","Espécie de subarbusto volúvel da Mata Atlântica, encontrada em borda de mata, incluindo locais alagadiços. Distribuição restrita com EOO de 3.911 km². Primeira coleta em 1921 e a última em 1991. Conhecida de três situações de ameaça, nos municípios do Rio de Janeiro, Nova Friburgo e Linhares. Entretanto, essa espécie pertence a um complexo de espécies que carece de maiores estudos para definição dos limites taxonômicos entre eles (Rapini, com. pess.). Por isso, a espécie deve, nessa avaliação, ser classificada como \"Deficiente de Dados\" (DD), até que estudos taxonômicos possam esclarecer melhor a definição do táxon.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20fontellana","Mata Atlântica"],
    [307,"APOCYNACEAE","Marsdenia otoniense","Fontella & Morillo","CR","B2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva que ocorre em áreas de Floresta Atlântica Semidecídua, rara, conhecida apenas pela coleta-tipo, realizada há quase 50 anos. Tem distribuição restrita ao município de Teófilo Otoni, no Estado de Minas Gerais, com AOO de 4 km². É ameaçada pelo declínio contínuo em extensão de ocorrência, área de ocupação e em qualidade do habitat em decorrência do desmatamento no município, que já atingiu 84,63% de sua área original de Mata Atlântica, e ainda não cessou.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20otoniense","Mata Atlântica"],
    [308,"APOCYNACEAE","Marsdenia queirozii","Fontella","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana da Caatinga do Estado da Bahia. Tem distribuição restrita, com EOO de 518,14 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, nos municípios de Barra e Bom Jesus da Lapa. As poucas coletas ocorreram somente na década de 90. É ameaçada pela perda de área e qualidade do habitat, em decorrência do desmatamento, estimado em 30 a 51% em toda a caatinga. Nos municípios de ocorrência, são fortes as atividades de extração de lenha e madeira em tora.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20queirozii","Caatinga"],
    [309,"APOCYNACEAE","Matelea bahiensis","Morillo & Fontella","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de liana da Mata Atlântica dos Estados da Bahia e Espírito Santo, vive em Floresta Pluvial e Restinga. Tem distribuição restrita e disjunta, EOO de 17.299,70 km² e AOO de 28 km². Está sujeita de três a cinco situações de ameaça (município de Itabuna no Estado da Bahia, e Guarapari e Linhares no Estado do Espírito Santo). Como tem distribuição disjunta, a análise por AOO se faz mais adequada. Foi coletada com baixa frequência entre 1968 a 1992, em região costeirade grande crescimento demográfico, atividades agrícolas e turismo. É ameaçada pelo declínio de área de ocupação e perda de habitat em decorrência da ocupação das Restingas e desmatamento das florestas costeiras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20bahiensis","Mata Atlântica"],
    [310,"APOCYNACEAE","Matelea glaziovii","(E.Fourn.) Morillo","VU","B2ab(ii,iii,iv)","","Tainan Messina","Especie rara de liana da Mata Atlântica, encontrada em florestas primárias. Tem distribuição restrita, AOO de 44 km². Está sujeita a sete situações de ameaça: municípios de Guaratuba, Cerro Azul e Campina Grande do Sul, no Estado do Paraná, Sapucaí-Mirim, no Estado de Minas Gerais, Fontes do Ipiranga e São Paulo no Estado de São Paulo, e município de Petrópolis no Estado do Rio de Janeiro. Foi coletada apenas sete vezes entre 1950 e 1981. É ameaçada pelo declínio no número de situações de ameaça, área de ocupação e perda de habitat. Nos Estados citados, não é coletada há muitos anos (50 anos, no Paraná, 62 anos em Minas Gerais, 44 anos no Rio de Janeiro e 30 anos em São Paulo. A Floresta Primária Montana tem sido drasticamente reduzida e fragmentada ao longo do período histórico de desmatamento, que causou a redução da área de ocupação da espécie. Os locais de coleta em MG, RJ, SP e PR estão fora de unidadesde conservação (SNUC), na Serra do Mar e da Mantiqueira, regiões cuja economia baseia-se na agricultura, pecuária e no turismo de veraneio.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [311,"APOCYNACEAE","Matelea hatschbachii","(Fontella & Valente) Morillo","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie rara que ocorre na MataAtlântica do Estado do Paraná com EOO de 5.849,81 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Londrina, Paranaguá e Telêmaco Borba. As coletas têm mais de 30anos, sendo apenas uma recente, em habitat extremamente impactado. É ameaçada pela perda de habitat em decorrência do desmatamento para atividades agropecuárias e silvicultura.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [312,"APOCYNACEAE","Matelea marcoassisii","Fontella","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie de liana da Mata Atlântica do litoral dos Estado de São Paulo e Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita, EOO de 580,82 km² e AOO de 16 km². Conhecida por poucas coletas da década de 1990, está sujeita a duas situações de ameaça nos municípios de Ubatuba, no Estado de São Paulo, e Mangaratiba, no Estado do Rio de Janeiro. O aumento dos deslizamentos e desmoronamentos de encostas é ameaça potencial à espécie e decorre da crescente ocupação das encostas às margens da rodovia federal BR-101 e do crescimento urbano e turístico.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20marcoassisii","Mata Atlântica"],
    [313,"APOCYNACEAE","Matelea santosii","Morillo & Fontella","EN","B1ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de liana da Mata Atlântica do Estado da Bahia. Tem distribuição restrita, com EOO de 524 km² e AOO de 8 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, na região entre os municípios de Itabuna e Itaju do Colônia. Não é coletada há cerca de 40 anos. É ameaçada pelo declínio do habitat em decorrência do desmatamento para manejo de pastagens, com perda da área de ocupação.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20santosii","Mata Atlântica"],
    [314,"APOCYNACEAE","Metastelma giuliettianum","Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de liana, encontrada nos Campos Rupestres, na região sul da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita, com EOO de 784,98 km² e AOO de 28 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, nas serras dos municípios de Rio de Contas, Abaíra e Mucugê. É ameaçada pelo declínio de habitat em decorrência do aumento da frequência e magnitude de incêndios por alteração do uso do solo, como desmatamento e manejo de pastagens.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metastelma%20giuliettianum","Caatinga, Cerrado"],
    [315,"APOCYNACEAE","Metastelma harleyi","Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana de Campos Rupestres da Chapada Diamantina no Estado da Bahia. Apresenta EOO de 4.045,27 km² e AOO de 64 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Abaíra, Lençóis, Mucugê, Palmeiras e Rio de Contas. Está presente em unidades de conservação (SNUC). É ameaçada pela perda da qualidade de habitat, em decorrência de alteração de uso do solo e aumento da frequência e magnitude de incêndios, favorecidos pelo desmatamento e manejo de pastagens.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metastelma%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [316,"APOCYNACEAE","Minaria abortiva","(Silveira) Rapini","DD","","","Tainan Messina","Espécie faz parte do complexo de \"Minaria cordata\", cuja delimitação ainda é difusa e indefinida. Necessário revisão taxonômica para nova avaliação.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20abortiva","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [317,"APOCYNACEAE","Minaria acerosa","(Mart.) T.U.P.Konno & Rapini","LC","","","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuiçãocom EOO de 1.701.035 km² nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20acerosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [318,"APOCYNACEAE","Minaria bifurcata","(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de subarbusto de Campos Rupestres do Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com AOO de 4 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, o município de Diamantina. É conhecida apenas pelo material-tipo coletado na década de 1970. Expedições científicas nos últimos cinco anos não obtiveram êxito em reencontrá-la. É ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat em decorrência do histórico da ocupação da região por mineração, garimpo e pelo uso de práticas inadequadas de manejo de pastagens.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20bifurcata","Cerrado"],
    [319,"APOCYNACEAE","Minaria diamantinensis","(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de subarbusto do Campo Rupestre do Planalto de Diamantina, no Estado de Minas gerais. Tem distribuição restrita, EOO de 2,55 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Diamantina, onde foi coletada cinco vezes na beira da estrada, três delas entre 2000 e 2007. É ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, em decorrência de incêndios favorecidos pela alteração de uso do solo por estradas e pela criação extensiva de gado.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20diamantinensis","Cerrado"],
    [320,"APOCYNACEAE","Minaria grazielae","(Fontella & Marquete) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de subarbusto, formador de touceiras entre as rochas em áreas de Campo Rupestre no Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. A distribuição é restrita e bem conhecida, com EOO de 422,92 km² e AOO de 52 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Diamantina. É ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, em decorrência do histórico de mineração e garimpo e pelos atuais usos do solo, com crescimento da atividade turística e agropecuária.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20grazielae","Cerrado"],
    [321,"APOCYNACEAE","Minaria hemipogonoides","(E.Fourn.) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara de subarbusto dos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 373,68 km² e AOO de 8 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, no município de Santana do Riacho. Não era coletada havia quase 100 anos quando foi re-coletada em 2008, após anos de tentativas. Ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em decorrência do aumento da frequência e magnitude de incêndios, favorecidos pelo crescimento da atividade turística, turismo de veraneio, e manejo de pastagens e silvicultura no em torno da Serra do Cipó.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20hemipogonoides","Cerrado"],
    [322,"APOCYNACEAE","Minaria inconspicua","(Rapini) Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea com distribuição restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 346,15 km² e AOO de 16 km². Encontra-se em pelo menos cinco situações de ameaça. Planta rara e de difícil detecção no campo, vive nos CamposRupestres e Brejos Estacionais, e está ameaçada pela perda de área e de qualidade do habitat, apesar de estar presente no Parque Municipal de Biribiri. Sua região de ocorrência está sujeita ao fogo e aos efeitos do uso como pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20inconspicua","Cerrado"],
    [323,"APOCYNACEAE","Minaria lourteigiae","(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini","DD","","","Tainan Messina","Em razão de que essa espécie apresenta delimitação confusa dentro do complexo \"Minaria cordata\" e distribuição errática, é classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20lourteigiae","Cerrado"],
    [324,"APOCYNACEAE","Minaria magisteriana","(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie subarbustiva, cespitosa, rara, ocorrendo na Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, EOO de 81,99 km² e AOO de 16 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, referentes aos municípios de Santanado Riacho e Santana de Pirapama. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat em decorrência do aumento da frequência e intensidade de incêndios.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20magisteriana","Cerrado"],
    [325,"APOCYNACEAE","Minaria monocoronata","(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea ou subarbustiva, rara e com distribuição restrita, encontrada sobre solos ferrugíneos, em áreas de Campos Rupestres ou Canga, ao sul da Cadeia doEspinhaço. Está sujeita a uma única situação de ameaça, no quadrilátero ferrífero, no Estado de Minas Gerais. Sua área de ocupação histórica é de 8 km². A mineração tem longo histórico de atividade na região e causa declínio de extensão de ocorrência, área de ocupação e perda de área de habitat. Em uma das duas localidade conhecidas, a Serra do Rola-Moça, a espécie não era coletada desde a década de1960, tendo sido encontrada em 2012 em área protegida porém susceptível ao fogo, próxima de áreas urbanizadas. É improvável que ainda exista na Serra do Itabirito, a outra localidade conhecida da espécie, devido àintensa atividade de mineração.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20monocoronata","Mata Atlântica"],
    [326,"APOCYNACEAE","Minaria polygaloides","(Silveira) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie rara que ocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 266,35 km² e AOO de 28 km², em menos de cinco locais emsituação de ameaça. A espécie têm poucase antigas coletas, todas na Serra do Cipó, nos Campos Rupestres, habitatsujeito à deterioração pelo uso indevido pelo turismo, agricultura, pastagem e fogo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20polygaloides","Cerrado"],
    [327,"APOCYNACEAE","Minaria refractifolia","(K.Schum.) T.U.P.Konno & Rapini","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie subarbustiva que forma touceiras. Tem distribuição restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Apresenta EOO de 2.213,06 km² e AOO de 112 km². Está sujeita a sete situações de ameaça, nos municípios de Diamantina, Datas, Gouveia, Trinta-Réis, Presidente Kubitschek, Serro e São Gonçalo do Rio Preto. É ameaçada pelo contínuo declínio de habitat, devido ao manejo de pastagens para criação extensiva de gado. O local de ocorrência foi, no período colonial, objeto de intensa ocupação para a atividade de mineração.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20refractifolia","Cerrado"],
    [328,"APOCYNACEAE","Minaria semirii","(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","A espécie arbustiva dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 208,15 km² e área de ocupação de 16 km². Encontra-se em duas situações de ameaça, no município de Santana do Riacho, na Serra do Cipó. Há registro de poucas coletas entre 1951 e 2008. É ameaçada pelo declínio de habitat, em decorrência do aumento da frequência e magnitude de incêndios, por alterações do uso do solo no em torno do Parque Nacional da Serra do Cipó, por atividades como turismo desordenado, especulação imobiliária, agricultura e pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20semirii","Cerrado"],
    [329,"APOCYNACEAE","Orthosia itatiaiensis","Malme","LC","","","Tainan Messina","Espécie de subarbusto volúvel da Mata Atlântica da região Sudeste. Extensão de ocorrência de 64.719 km², e apresenta populações em ao menos cinco unidades de conservação (SNUC). Devido a ocorrência em trechos ainda preservados de Mata Atlântica e por ainda ter sido coletada na última década, o que vem ocorrendo desde 1926,  a espécie não pode ser considerada como ameaçada.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthosia%20itatiaiensis","Mata Atlântica"],
    [330,"APOCYNACEAE","Oxypetalum arnnotianum","H.Buek","NT","","","Tainan Messina","Espécie de subarbusto ereto de formações campestres, incluindo restingas a campos de altitude, da Mata Atlântica e do Pampa. Distribuição ampla, desde o Estado de São Paulo ao Rio Grande do Sul, com extensão de ocorrência de 185.392 km². Mas as áreas com fitofisionomia campestre na Mata Atlântica apresentam padrão insular, com áreas relativamente pequenas se comparadas com as outras fitofisionomias. Isso permite que a área de ocupação possa ser um critério válido para avaliação dessa espécie. Sua área de ocupação conhecida é de 60 km². Entretanto é conhecida de mais de 10 situações de ameaça e tem sido coletada de 1910 a 2006, incluindo unidades de conservação (SNUC). Pode estar ameaçada em escala regional devido a ocorrência em fitofisionomias de pequena amplitude e isoladas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20arnnotianum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [331,"APOCYNACEAE","Oxypetalum capitatum","Mart.","LC","","","Tainan Messina","Espécie lenhosa na base, até 55 cm altura, com ampla distribuição nos campos do Brasil, no Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica e Amazônia. Extensão de ocorrência de 4.292.361 km². Encontrada em unidades de conservação (SNUC). Pressão de uso ou ameaça específica.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20capitatum","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [332,"APOCYNACEAE","Oxypetalum confusum","Malme","LC","","","Tainan Messina","A espécie ocorre nas regiõesSudeste e Sul com EOO de 62.873 km², e também na Argentina.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20confusum","Mata Atlântica"],
    [333,"APOCYNACEAE","Oxypetalum dusenii","Malme","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie arbustiva de formações campestres do Estado doParaná. Distribuição restrita a uma EOO de 4.919 km² e 32 km² de AOO. Encontra-se em duas situações de ameaça: a região metropolitana dos municípios de Curitiba e Ponta Grossa. As coletas da espécie foram realizadas entre 1903 a 1999, com baixa frequência ao longo das décadas. É ameaçada pelo declínio na extensão de ocorrência, área de ocupação e perda de área e da qualidade do habitat em decorrência do crescimento demográfico de região metropolitana, por atividades ligadas à infraestrutura de desenvolvimento e às atividades de agropecuária e silvicultura.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [334,"APOCYNACEAE","Oxypetalum ekblomii","Malme","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie rara que ocorre nas regiões Centro-Oeste, nos Estados do Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, e Sudeste, nos Estados de Minas Gerais e SãoPaulo. Apesar de sua ampla distribuição (EOO=201.692,80 km²) a espécie possui AOO de 24 km². É conhecida em menos de cinco locais em situaçãode ameaça, a partir de quatro coletas muito antigas, entre 1894 e 1994. É ameaçada pela perda de habitat devido à substituição de extensas áreas de vegetação nativa por plantações.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20ekblomii","Cerrado"],
    [335,"APOCYNACEAE","Oxypetalum glaziovii","(E.Fourn.) Fontella & Marquete","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","A espécie é encontrada na Serrada Mantiqueira entre os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com EOO de 1.348,04 km². A espécie é rara, vivendo acima de 1.800 m, entre pedras,em cinco locais em situação de ameaça. Embora presente em duas unidades deconservação (SNUC), sua área de ocorrência está sujeita a degradação, pelo fogo e pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [336,"APOCYNACEAE","Oxypetalum leonii","Fontella","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","A espécie é encontrada na Serrado Caparaó, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 139,48 km².É rara, vivendo em formações campestres, em um único local em situação de ameaça.Embora a área de ocorrência seja uma unidade de conservação (SNUC), está sujeita à degradação pelo fogo e pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20leonii","Mata Atlântica (Koch, Rapini, 2011)."],
    [337,"APOCYNACEAE","Oxypetalum lineare","Decne.","LC","","","Tainan Messina","A espécie ocorre nas regiõesCentro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 140.337 km². Segundo informação disponívelocorre em unidade de conservação (SNUC) no Paraná.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20lineare","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [338,"APOCYNACEAE","Oxypetalum mexiae","Malme","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de trepadeira com distribuição restrita às Florestas Semidecíduas da Mata Atlântica do Estado de Minas Gerais. Está sujeita a uma única situação de ameaça, a região do município de Viçosa. Apresenta EOO de 287,39 km² e AOO de 4 km². Estima-se que enfrente declínio da área de ocupação, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros devido ao desmatamento e à fragmentação para atividades de agropecuária e silvicultura. O manejo de fragmentos florestais nativos também é uma ameaça à espécie, que pode ser cortada para acelerar o crescimento das espécies arbóreas. A última coleta registrada de 1982.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20mexiae","Mata Atlântica"],
    [339,"APOCYNACEAE","Oxypetalum regnellii","(Malme) Malme","NT","","","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados deMG, RJ e SP com EOO de 21.978 km². É encontrada na Floresta Pluvial Montana, Camposde Altitude e Campos Rupestres, e em duas unidades de conservação (SNUC). Pelaproximidade do valor da EOO com o limiar de vulnerabilidade, categorizamos aespécie como \"Quase ameaçada\" (NT). Conhecida de oito situações de ameaça, em Teresópolis, Itatiaia, Rio de Janeiro, Resende, Camanducaia, Itamonte, Caldas, São Bento do Sapucaí, por coletas relativamente frequentes entre 1913 e 2007.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20regnellii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [340,"APOCYNACEAE","Oxypetalum strictum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie arbustiva ereta a trepadeira dos campos rupestres do Espinhaço pelas regiões Nordeste e Sudeste. Ampla EOO, 121.209 km² e AOO de 304 km², em diversas localidades, incluindo unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20strictum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [341,"APOCYNACEAE","Oxypetalum warmingii","(E.Fourn.) Fontella & Marquete","LC","","","Tainan Messina","A espécie ocorre nas regiões Centro-Oeste,Sudeste e Sul, com EOO de 383.694 km². Encontrada no Cerrado e na Mata Atlântica,também presente em áreas perturbadas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20warmingii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [342,"APOCYNACEAE","Petalostelma calcaratum","(Decne.) Fontella","DD","","","Tainan Messina","Espécie endêmica do Brasil, citada para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No entanto a falta de uma revisão taxonômica do gênero, aliada a sua característica de flores diminutas dificulta a identificação das espécies. Por isso deve ser considerada como deficiente de dados até que uma revisão delimite melhor as espécies.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petalostelma%20calcaratum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [343,"APOCYNACEAE","Prestonia bahiensis","Müll.Arg.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nas regiõesNordeste e Sudeste, com representantes na Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica,com EOO de 1.420.163 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC). Segundo informaçãodisponível, no Estado de São Paulo, só existe uma coleta antiga, e é possívelque esteja localmente extinta. Sugerimos mais estudos para elucidar este status.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20bahiensis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [344,"APOCYNACEAE","Prestonia quinquangularis","(Jacq.) Spreng.","LC","","","Tainan Messina","A espécie ocorre em todas asregiões do Brasil, com representantes em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20quinquangularis","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [345,"APOCYNACEAE","Prestonia riedelii","(Müll.Arg.) Markgr.","LC","","","Tainan Messina","A espécie ocorre nas regiõesCentro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 760.552 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20riedelii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [346,"APOCYNACEAE","Prestonia solanifolia","(Müll.Arg.) Woodson","EN","B2ab(iii,iv)","","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com EOO de157.763,06 km² e área de ocupação de 28 km². A espécie é rara, ascoletas são muito antigas, sendo a mais recente de 1976, em cinco locais emsituação de ameaça em Minas Gerais. Em São Paulo só há uma coleta de 1894,sendo possível que esteja extinta. Vivendo na Mata Atlântica e do Cerrado, além derara e pouco coletada, teve seu habitat destruído e não se encontra em unidadesde conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20solanifolia","Mata Atlântica"],
    [347,"APOCYNACEAE","Prestonia tomentosa","R.Br.","LC","","","Tainan Messina","A espécie é comum e amplamente distribuídaem todas as regiões do Brasil, com EOO de 4.732.489 km².","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20tomentosa","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [348,"APOCYNACEAE","Tabernaemontana cumata","Leeuwenb.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea da Floresta de Terra Firme da Amazônia. Tem distribuição restrita, com EOO de 253,42 km² e AOO de 4 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça, na cidade de Manaus, a partir de três coletas entre 1943 e 1973. É ameaçada pela perda de habitat e área de ocupação devido ao desmatamento e crescimento em torno de Manaus.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabernaemontana%20cumata","Amazônia"],
    [349,"APOCYNACEAE","Tabernaemontana muricata","Link ex Roem. & Schult.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados doAcre e Amazonas, com EOO de 698.336 km². Encontrada na floresta não inundável,pluvial e semidecídua, na Reserva Florestal Ducke e no Instituto Agronômico doNorte.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabernaemontana%20muricata","Amazônia"],
    [350,"APOCYNACEAE","Tassadia obovata","Decne.","LC","","","Tainan Messina","Segundo informação disponível, éa espécie com maior distribuição no gênero. Representada nas regiões Norte,Nordeste, Sudeste e Sul, com EOO de 4.528.348 km², inclusive em Unidades deConservação.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tassadia%20obovata","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [351,"APOCYNACEAE","Temnadenia violacea","(Vell.) Miers","LC","","","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuiçãonas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 1.844.067 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Temnadenia%20violacea","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [352,"AQUIFOLIACEAE","Ilex auricula","S.Andrews","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva endêmica dos Campos Naturais da Serra de Sincorá, no Estado da Bahia. É conhecida pela coleta tipo de 1974, no município de Barra da Estiva, em uma região não protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina. Apresenta AOO de 8Km² e apenas uma situação de ameaça. O desmatamento e os incêndios para expansão da fronteira agrícola causam perda de área de ocupação e da qualidade do habitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20auricula","Caatinga, Cerrado"],
    [353,"AQUIFOLIACEAE","Ilex chamaedryfolia","Reissek","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea da Mata Atlântica de altitude da região sudeste ao norte de Santa Catarina. Sem uso ou pressão específica. Coletada frequentemente.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20chamaedryfolia","Mata Atlântica"],
    [354,"AQUIFOLIACEAE","Ilex loranthoides","Mart. ex Reissek","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie com distribuição muito restrita. É conhecida por apenas cinco situações de ameaça, disjuntas em uma EOO de 15.444,99 km², em áreas de serras no Estado de Minas Gerais. É vulnerável devido às ameaças potenciais, que podem provocar o declínio populacional e a extinção de subpopulações, tais como a mineração, obras de infraestrutura e incêndios.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20loranthoides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [355,"AQUIFOLIACEAE","Ilex neblinensis","Edwin","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea, encontrada na Venezuela e, no Brasil, somente no Pico da Neblina. Conhecida apenas das coletas tipo, em 1957, com indicativo de ocorrência frequente. A região é pouco coletada, mas apresenta habitats preservados, sem ameaças potenciais.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20neblinensis","Amazônia"],
    [356,"AQUIFOLIACEAE","Ilex paraguariensis","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbórea de pequeno porte com ampla distribuição na Mata Atlântica da América do Sul, com intenso uso no preparo de bebidas tônicas (chás) e outras aplicações, como medicinal e cosmético. Historicamente coletada por índios, hoje seu uso habitual tem escala industrial, porém é muito cultivada e a pressão de coleta de folhas não levou a redução drástica da população natural, devido também a boa capacidade de regeneração. Embora não esteja ameaçada, é uma espécie dependente de medidas de conservação que assegurem a preservação da população natural, as boas práticas de manejo e o melhoramento genético. Trata-se de uma espécie modelo em que a pressão de uso não se configura uma ameaça e sim em oportunidade de aliar desenvolvimento com atividades sustentáveis.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20paraguariensis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [357,"AQUIFOLIACEAE","Ilex prostrata","Groppo","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 14,66 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. É conhecida por quatro coletas entre os anos de 1991 e 2001. Encontra-se ameaçada pela perda da qualidade do habitat resultante de atividades mineradoras e carvoeiras, entre outras ameaças frequentes na região de ocorrência da espécie.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20prostrata","Cerrado"],
    [358,"ARACEAE","Anthurium bromelicola","Mayo & L.P.Felix","NT","","","Tainan Messina","Anthurium bromelicola é uma espécie que ocorrem nos Estados de Pernambuco, Bahia e Alagoas com ampla extensão de ocorrência (EOO=126.872,560 km²). Porém, as subpopulações apresentam diferentes de níveis de ameaça, de acordo com as formações vegetacionais que ocorrem, além de apresentar hábito epifítico em bromélias terrestres.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20bromelicola","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [359,"ARACEAE","Anthurium coriaceum","G.Don","LC","","","","Anthurium coriaceum G.Don é uma espécie amplamente distribuída ao longo da costa brasileira, do Paraná ao Rio Grande do Norte, ocorrendo também em vales de montanhas e ambientes rochosos. As categorias de ameaça não são aplicáveis para esta espécie em virtude da sua ampla distribuição e não apresentar ameaça direta ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20coriaceum","Mata Atlântica"],
    [360,"ARACEAE","Anthurium fontellanus","Nadruz & Leoni","DD","","","Tainan Messina","Anthurium fontellanus tem um registro único de coleta no Estado de São Paulo, porém mencionada pelo especialista a existência de três pontos de coleta e ocorrente também em Minas Gerais. O endemismo extremo e a estimativa de população reduzida ao número máximo de 250 indivíduos poderá levá-la a categoria de ameaça como \"Vulnerável\" (VU D2).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20fontellanus","Mata Atlântica"],
    [361,"ARACEAE","Anthurium ianthinopodum","(Schott ex Engl.) Nadruz & Mayo","NT","","","Tainan Messina","Anthurium ianthinopodum é uma espécie que ocorre nos Estados da Bahia e Espírito Santo, em vegetação costeira, com extensão de ocorrência de 60.224 km². Apesar de muitas subpopulações ocorrerem em unidades de conservação (SNUC), os empreendimentos industriais e de infra-estrutura, especialmente no Estado do Espírito Santo, proporcionarão a perda de habitat no ambiente costeiro e consequente redução e perda das subpopulações.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20ianthinopodum","Mata Atlântica"],
    [362,"ARACEAE","Anthurium jilekii","Schott","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça não sãoaplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição enão apresenta ameaças diretas ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20jilekii","Mata Atlântica"],
    [363,"ARACEAE","Anthurium jureianum","Cath. & Olaio","VU","D2","","Tainan Messina","Anthurium jureianum Cath. & Olaio é encontrada na Estação Ecológica da Juréia, Estado de São Paulo, em vegetação de Mata Atlântica. Em virtude do endemismo extremo e da ameaça iminente da redução desta formação vegetal é categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20jureianum","Mata Atlântica"],
    [364,"ARACEAE","Anthurium kunthii","Poepp.","LC","","","Tainan Messina","Anthurium kunthii, no Brasil, ocorre nos Estados doAmazonas e Acre, e encontra-se protegida em unidades de conservação (SNUC). Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que nãoapresenta ameaças diretas ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20kunthii","Amazônia"],
    [365,"ARACEAE","Anthurium langsdorffii","Schott","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Anthurium langsdorffii  é uma espécie endêmicada região sul do Estado do Rio de Janeiro e do vale doParaíba, no norte do Estado de São Paulo. Possui EOO menor do que 5.000 km² e AOO inferior a 500 km². A espécie ocupa habitat específico e muito restrito. Assim, aacelerada redução da Floresta Atlântica nessas regiões são fatores quecaracterizam uma significativa ameaça. A espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20langsdorffii","Mata Atlântica"],
    [366,"ARACEAE","Anthurium longifolium","(Hoffmanns.) G.Don","LC","","","Tainan Messina","Anthurium longifolium tem ampla distribuição no Sudeste do Brasil, ocorrendo em Mata Atlântica em vertentes de montanhas e matas de galeria. As categorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécieuma vez que não apresenta ameaças diretas ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20longifolium","Mata Atlântica"],
    [367,"ARACEAE","Anthurium lucidum","Kunth","EN","B1ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Anthuriumlucidum Kunthé uma espécie endêmica do Parque Nacional da Tijuca, no Estado do Rio de Janeiro. Tem extensão de ocorrência reduzida (EOO=211,73 Km²) e subpopulações comnúmero inferior a 500 indivíduos. A Floresta da Tijuca é uma floresta urbanasujeita a ação antrópica direta pela presença de diversas trilhas, áreas devisitação e incêndios resultantes, principalmente, da soltura de balões, sobretudo na localidade de ocorrência conhecida como Morro do Queimado, onde a espécie está sujeita a todas essas ameaças simultaneamente. Em virtude disso, é categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20lucidum","Mata Atlântica"],
    [368,"ARACEAE","Anthurium luschnathianum","Kunth","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Anthurium luschnathianum é uma espécieendêmica do Estado do Rio de Janeiro que ocorre em formações vegetais costeirase em três regiões com distintos níveis de ameaça. Na região da restinga da Marambaia, ocorre em unidade de conservação (SNUC). Porém, a área é utilizada para atividades do exércitobrasileiro. As duas outras regiões são ameaçadas pela extensiva açãoantrópica e por queimadas. Alem desses fatores, sua extensão de ocorrência é de 42,73 km². Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20luschnathianum","Mata Atlântica"],
    [369,"ARACEAE","Anthurium organense","Engl.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre na região serrana e litoral Sul do Rio de Janeiro e região central do Espírito Santo. Apresenta EOO=40.530,720 km² e mais de 10 situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade como principal ameaça. Foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT) e recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20organense","Mata Atlântica"],
    [370,"ARACEAE","Anthurium parasiticum","(Vell.) Stellfeld","LC","","","Tainan Messina","Anthurium parasiticum tem ampla distribuição na costa brasileira,de Santa Catarina até a Bahia, com ocorrência no Estado de Minas Gerais. Comampla extensão de ocorrência (EOO=617.000 km²), as categorias deameaça não são aplicáveis para essa espécie, sendo considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20parasiticum","Mata Atlântica"],
    [371,"ARACEAE","Anthurium parvum","N.E.Br.","NT","","","Tainan Messina","Anthurium parvum é uma espécie com ampla ocorrência naFloresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, especialmente distribuída em unidades de conservação (SNUC). Há uma referência de coleta para o Estado de MinasGerais, no município de Ouro Preto datada do ano de 1902, porém sem dados precisospara avaliação. Sua extensão de ocorrência é superior a 900.000 km². Em virtudedo crescente declínio da Floresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, suaproximidade a ser categorizada em níveis de ameaça levam a considerá-la como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20parvum","Mata Atlântica"],
    [372,"ARACEAE","Anthurium radicans","K.Koch & Haage","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Anthurium radicans K.Koch & Haage é uma espécie que ocorre emformações vegetais do litoral dos Estados do Espírito Santo e Bahia, geralmenteem áreas alteradas por ação antrópica, estando presente em apenas uma unidade de conservação (SNUC) no Estado do Espírito Santo. Com extensão de ocorrência inferior a 20.000 km², área de ocupação inferior a 2.000 km² e o declínio daqualidade do habitat, é considerada ameaçada de extinção na categoria de \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20radicans","Mata Atlântica"],
    [373,"ARACEAE","Anthurium xanthophylloides","G.M.Barroso","VU","D2","","Tainan Messina","Anthuriumxanthophylloides é encontrada nos Estados do Espírito Santo e Rio deJaneiro, em vegetação de Mata Atlântica. Em virtude do endemismo extremo e daameaça iminente da redução desta formação vegetal é categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20xanthophylloides","Mata Atlântica"],
    [374,"ARACEAE","Asterostigma cubense","(A.Rich.) K.Krause ex Bogner","DD","","","Tainan Messina","Asterostigma cubense ocorre no Estado de São Paulo, porém somente com um registro desta informação em coleção científica, datada do ano de 2000.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20cubense","Mata Atlântica"],
    [375,"ARACEAE","Asterostigma lividum","(Lodd.) Engl.","LC","","","Tainan Messina","Asterostigmalividum é encontrada nos Estados de SãoPaulo, em vegetação de Mata Atlântica. Com ampla extensão de ocorrência (EOO=150.000 km²), as categorias de ameaça não são aplicáveis para essaespécie, sendo considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20lividum","Mata Atlântica"],
    [376,"ARACEAE","Asterostigma lombardii","E.G.Gonç.","LC","","","Tainan Messina","Asterostigma lombardii  éuma espécie que se encontra bem distribuída em regiões de Mata Atlântica em diferentes unidadesde conservação (SNUC) dos Estados da região Sudeste e, na região Sul, no Paraná eSanta Catarina. Apesar das possibilidades de ameaças em decorrência da reduçãoprogressiva da Mata Atlântica, esta espécie ocorre em uma longa extensão deocorrência no país, superior a 300.000 km², portanto caracterizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20lombardii","Mata Atlântica"],
    [377,"ARACEAE","Dieffenbachia aglaonematifolia","Engl.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dieffenbachia%20aglaonematifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [378,"ARACEAE","Dracontioides desciscens","(Schott) Engl.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dracontioides%20desciscens","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [379,"ARACEAE","Heteropsis flexuosa","(Kunth) G.S.Bunting","VU","C1","","Tainan Messina","Heteropsis flexuosa é uma espécieque ocorre principalmente na Região Norte do país, além de Estados da Região Nordeste. Tem como principal fator de ameaça oextrativismo para confecção de bolsas, cestos, vassouras e artesanatos de ummodo geral. São utilizadas as raízes de indivíduos adultos, que morrem em cercade sete meses após sua extração. A utilização de indivíduos jovens em virtude dodifícil acesso às regiões para coleta, poderá levar à extinção desta espéciena natureza. Considerando-se a estimativa de uma redução populacional peloextrativismo, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropsis%20flexuosa","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [380,"ARACEAE","Heteropsis spruceana","Schott","NT","","","Tainan Messina","Heteropsis spruceana é uma espécie que ocorre nos Estados do Amapá,Pará, Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia e Mato Grosso. Apresenta ampla extensãode ocorrência (EOO=953.487 km²), porém presente em poucas unidades de conservação (SNUC). Tem como principal fator de ameaça oextrativismo das raízes para confecção de bolsas, chapéus, cestos, amarras emgeral, vassouras, moveis e artesanatos em geral. Esta extraçãopode causar a morte dos indivíduos maduros e um esgotamento da população. Porsua ampla extensão de ocorrência e ausência de dados sobre o declíniopopulacional é categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT) pela possibilidade de ser categorizada comoameaçada de extinção.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropsis%20spruceana","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [381,"ARACEAE","Lemna valdiviana","Phil.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lemna%20valdiviana","Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga"],
    [382,"ARACEAE","Philodendron fragile","Nadruz & Mayo","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Philodendron fragile é uma espécie endêmicada Floresta Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, na região de Macaé de Cima,em propriedade particular que anteriormente foi uma unidade de conservaçãoregional (SNUC). Ocorre apenas em altitudes superiores a 1.000 m de altitude em regiãopreservada, úmida e sombreada. Com extensão de ocorrência restrita a 149,45 Km² e declínio crescente do habitat, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20fragile","Mata Atlântica"],
    [383,"ARACEAE","Philodendron hatschbachii","Nadruz & Mayo","NT","","","Tainan Messina","Philodendron hatschbachii é uma espécie emregiões elevadas da Floresta Atlântica, nos Estados do Rio de Janeiro e EspíritoSanto, em diferentes unidades de conservação (SNUC). A espécie tem sido encontrada nanatureza, com recentes registros em coleções biológicas. Com EOO superior a 40.000 km² e diferentes situações de ameaça, especialmente no Estadodo Espírito Santo, é categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [384,"ARACEAE","Philodendron missionum","(Hauman) Hauman","LC","","","Tainan Messina","As categorias deameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que é de ampladistribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20missionum","Mata Atlântica"],
    [385,"ARACEAE","Philodendron spiritus-sancti","G.S.Bunting","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Philodendron spiritus-sancti  é uma espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, sendo conhecidos dois exemplares datados dosanos de 1974 e 1986, em áreas particulares não protegidas por unidades deconservação (SNUC). No ano de 2000 foi coletada no município de Domingos Martins, Espírito Santo, em área particular não protegida. As localidades indicam uma extensão de ocorrência de 526,12 km², e até o presente não foi mais encontrada na natureza. É consideradaameaçada de extinção na categoria \"Em perigo\" (EN) por sua extensão de ocorrência e pelaperda acentuada do habitat.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20spiritus-sancti","Mata Atlântica"],
    [386,"ARACEAE","Philodendron vargealtense","Sakur.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20vargealtense","Mata Atlântica"],
    [387,"ARACEAE","Stenospermation ulei","K.Krause","DD","","","Tainan Messina","Stenospermation ulei é uma espécie que ocorre nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Amazonas. No Estado do Amazonas há deficiênciade dados de localização, sendo necessário maior esforço de coleta paraconfirmar a ampla distribuição deste espécie. Portanto é considerada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenospermation%20ulei","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [388,"ARACEAE","Taccarum peregrinum","(Schott) Engl.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça nãosão aplicáveis para essa espécie uma vez que é de ampla distribuiçãoe não apresenta ameaças diretas. Há o indicativo de uso do tubérculo para cura de ectoparasitoses, porém sem informação de uso comercial ou em larga escala pelas populações.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Taccarum%20peregrinum","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [389,"ARACEAE","Wolffiella oblonga","(Phil.) Hegelm.","DD","","","Tainan Messina","Wolffiella oblonga éuma erva aquática que ocorre somente no Estado do Mato Grosso do Sul, noPantanal. É conhecida em três locais com EOO de cerca de 535km², não inseridos em unidades de conservação (SNUC). Apesar da extensão de ocorrênciadisponível possibilitar a sua inclusão como espécie ameaçada, e pelas ameaçasnaturais ao ambiente lacustre, é considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela necessidade de maisinformações sobre a espécie no campo, cujos últimos dados datam do ano de 1992.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wolffiella%20oblonga","Pantanal"],
    [390,"ARALIACEAE","Aralia warmingiana","(Marchal) J.Wen","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aralia warmingiana é uma espécie arbórea ocorrente em ambientes de MataAtlântica, Caatinga e Cerrado nos Estados daParaíba, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 777.751 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. warmingiana é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aralia%20warmingiana","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [391,"ARALIACEAE","Dendropanax cuneatus","(DC.) Decne. & Planch.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Dendropanax cuneatus é uma espécie arbórea ocorrente em ambientes de MataAtlântica, Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal. Possui uma EOO de 2.565.349 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta é bem representada em áreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos vegetacionais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, D. cuneatus é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendropanax%20cuneatus","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [392,"ARALIACEAE","Hydrocotyle exigua","(Urb.) Malme","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Hydrocotyle exigua é uma espécie herbácea e que ocorre em campos de Mata Atlântica nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No entanto, a ficha da espécie apresenta apenas um registro para o Paraná. Assim sendo, a incerteza sobre a verdadeira ocorrência da espécie torna inadequada sua categorização em algum risco de extinção, sendo desta forma \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20exigua","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [393,"ARALIACEAE","Hydrocotyle langsdorffii","DC.","EN","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Hydrocotyle langsdorffii é uma espécie herbácea com registros de ocorrência no Estado de Santa Catarina e, possivelmente, nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro (nestes dois últimos é representada por duas coletas antigas não incluídas no banco de dados). Apresenta uma EOO de 282,29 km² e habita áreas de Mata de Araucária, sujeitas a declínio contínuo da qualidade do habitat. A região encontra-se severamente fragmentada e seus remanescentes florestais não perfazem mais de 1% da área original. Devido a sua distribuição restrita, ?H. langsdorffii foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20langsdorffii","Mata Atlântica"],
    [394,"ARALIACEAE","Hydrocotyle pusilla","A.Rich.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Hydrocotyle pusilla é uma espécie herbácea ocorrente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado. Possui uma EOO de 135.458 km². Apesar de ocorrer em áreas de grande impacto ambiental, a espécie está representada em áreas protegidas, ocorre em diferentes tipos vegetacionais e possui ampla distribuição. Diante do exposto, ?Hydrocotyle pusilla é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20pusilla","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [395,"ARALIACEAE","Oreopanax capitatus","(Jacq.) Decne. & Planch.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Oreapanax capitatus é uma espécie arbórea ou arbustiva ocorrente em ambientes da Amazônia e MataAtlântica em vários Estados brasileiros. Possui uma EOO de 4.186.691 km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta é bem representada em áreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos florestais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, O. capitatus é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oreopanax%20capitatus","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [396,"ARALIACEAE","Oreopanax fulvus","Marchal","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Oreopanax fulvus é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 900 e 1900 m de altitude. Possui uma EOO de 97.554 km². É considerada comumna Serra dos Órgãos, RJ, e ocorre em várias áreas de preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta apresenta umadistribuição ampla e ocorre em áreas protegidas. Desta forma, O. fulvus é umaespécie \"Menos preocupante\" (LC). Porém, recomenda-se maiores estudos populacionais e deexploração, os quais poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oreopanax%20fulvus","Mata Atlântica"],
    [397,"ARALIACEAE","Schefflera aurata","Fiaschi","CR","B1ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera aurata é uma espécie arbórea que se desenvolve em ambientes de Restinga, restrita ao sul do Estado da Bahia. Tem EOO de 21,94 km². Apesar de ocorrer em algumas unidades de conservação (SNUC), a distribuição da espécie está em áreas de grande impacto ambiental de origem antrópica como ocupação imobiliária e expansão urbana e agrícola. Devido a sua distribuição extremamente restrita, à especificidade de habitat e às ameaças ao seu habitat, S. aurata está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20aurata","Mata Atlântica"],
    [398,"ARALIACEAE","Schefflera calva","(Cham.) Frodin & Fiaschi","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera calva é uma espécie arbórea ocorrente em ambientes de MataAtlântica e Cerrado nos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Possui uma EOO de 1.232.425 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta é bem representada em áreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos florestais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, S. calva é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20calva","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [399,"ARALIACEAE","Schefflera gardneri","(Seem.) Frodin & Fiaschi","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera gardneri é uma espécie arbustiva que se desenvolve em ambientes de Campos Rupestres, restrita ao Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 3.119,32 km² e AOO com menos de 500 km². Considera-se que suas subpopulacões estejam distribuídas em duas situações de ameaça. Os Campos Rupestres da região em que a espécie ocorre foram alvo da mineração por décadas e, atualmente, a especulação imobiliária e turística têm ameaçado a vegetação nativa. Devido à sua distribuição restrita, à especificidade de habitat e aos impactos atuais sobre este, S. gardneri foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20gardneri","Cerrado"],
    [400,"ARALIACEAE","Schefflera glaziovii","(Taub.) Frodin & Fiaschi","EN","B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera glaziovii é uma espécie arbustiva ocorrente em ambientes de Campos Rupestres, restrita ao Estado de Minas Gerais. Tem uma EOO de 263,71 km² e AOO com menos de 500 km². Os Campos Rupestres da região da Serra do Cipó, local em que a espécie ocorre, sofrem atualmente com a especulação imobiliária e turística. Devido à restrição da distribuição da espécie, à especificidade de habitat e aos impactos atuais sobre este, S. glaziovii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20glaziovii","Cerrado"],
    [401,"ARALIACEAE","Schefflera sprucei","(Seem.) Harms","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera sprucei é uma espécie epífita ou hemiepífita que ocorre em Florestas de Planície. É comum em países vizinhos, porém, no Brasil, é restrita ao Estado do Acre. Tem AOO menor que 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença e ausência em unidades de conservação. A espécie ocorre em uma região pouco coletada no Brasil, porém em áreas sob intenso impacto de desmatamento e expansão urbana e agrícola. Diante do exposto, S. spruceifoi avaliada como \"Vulnerável\" (VU). Sugerem-se maiores estudos populacionais e de distribuição da espécie, que poderão modificar sua avaliação em um futuro próximo.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20sprucei","Amazônia"],
    [402,"ARALIACEAE","Schefflera succinea","Frodin & Fiaschi","EN","B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera succinea é uma espécie arbórea ocorrente em Florestas Montanas a cerca de 1.800 m de altitude no Estado do Rio de Janeiro. Tem uma EOO de 3.483,69 km² e menos de 500 km² de AOO. A espécie se desenvolve em regiões montanhosas que, apesar da grande altitude, têm como ameaças o desenvolvimento agrícola e a expansão urbana. Devido a sua distribuição restrita, à especificidade de habitat e às ameaças incidentes neste, S. succinea encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20succinea","Mata Atlântica"],
    [403,"ARALIACEAE","Schefflera varisiana","Frodin","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera varisiana é uma espécie ocorrente em ambientes da Amazônia e MataAtlântica nos Estados de Roraima, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo entre 800 m e 1.850 m dealtitude. Possui uma EOO de 1.249.515 km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bem representada em áreas protegidas e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Schefflera varisiana é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).Porém, recomenda-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20varisiana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [404,"ARAUCARIACEAE","Araucaria angustifolia","(Bertol.) Kuntze","EN","A2abcde","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Araucaria angustifolia é uma espécie madeireira de grande valorcomercial, que sofreu redução populacional muito severa ao longo do últimoséculo. Esse período é inferior ao tempo de geração da espécie, que varia de120 a 166 anos. As estimativas sobre o desmatamento das florestas com Araucária oscilam consideravelmente, mas todas apontam para uma redução superior a 80%.Observações diretas, dados de estrutura populacional e níveis tanto atuaisquanto potenciais de exploração corroboram tal declínio no número de indivíduosmaduros. Hoje, a espécie ainda sofre com a exploração madeireira, apesar deser protegida por lei, e é ameaçada pela construção de usinashidrelétricas na Região Sul, o que vem causando o desaparecimento deimportantes remanescentes de floresta com Araucária. Ademais, vários fragmentos são bastante impactados pela presença de animais exóticos, como javalis e gado bovino. Todos esses fatorespermitem suspeitar que a espécie tenha sofrido uma redução populacional de pelomenos 80%. Considerando esse percentual, a araucária seria enquadrada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, por estar representada em diversas unidades deconservação (SNUC) de proteção integral, por ser uma espécie com alto potencial de cultivo e também colonizadora de áreas abertas, Araucaria angustifolia foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araucaria%20angustifolia","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [405,"ARECACEAE","Acrocomia emensis","(Toledo) Lorenzi","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Acrocomia emensis é uma espécie rara do Cerrado. Ocorre em menos de cinco situações de ameaça e está sujeita a uma série de ameaças em potencial, principalmente a expansão de atividades agropecuárias.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acrocomia%20emensis","Cerrado"],
    [406,"ARECACEAE","Acrocomia hassleri","(Barb.Rodr.) W.J.Hahn","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Acrocomia hassleri é amplamente distribuída no domínio do Cerrado, e pode, em alguns locais, formar grandes subpopulações. Está representada em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acrocomia%20hassleri","Cerrado, Caatinga"],
    [407,"ARECACEAE","Aiphanes ulei","(Dammer) Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Aiphanes ulei apresenta uma EOO de 35.083,59 km², e ocorre em uma região da Amazônia brasileira minimamente afetada por atividades humanas. Habita também áreas perturbadas e secundárias.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiphanes%20ulei","Amazônia"],
    [408,"ARECACEAE","Allagoptera arenaria","(Gomes) Kuntze","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Allagoptera arenaria é amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, onde ocorre em formações abertas de restinga. A espécie é localmente abundante, cresce clonalmente e é capaz tanto de germinar na areia nua quanto de rebrotar após distúrbios, como incêndios. Está representada em algumas unidades de conservação (SNUC).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allagoptera%20arenaria","Mata Atlântica"],
    [409,"ARECACEAE","Allagoptera brevicalyx","Moraes","VU","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Allagoptera brevicalyx apresenta uma distribuição restrita a costa brasileira, ocorrendo exclusivamente na faixa litorânea entre as cidades de Salvador, no Estado da Bahia, e Aracaju, em Sergipe. A EOO é de 8.016,99 km², a AOO de 48 Km² e o número de situações de ameaça é inferior a 10. A região em que a espécie ocorre sofre com uma forte especulação imobiliária decorrente da expansão urbana e de atividades turísticas e com a presença de extensas plantações de coqueiro. Suspeita-se, devido a isso, que esteja havendo declínio na extensão e qualidade do habitat da espécie e também no número de indivíduos maduros.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allagoptera%20brevicalyx","Caatinga"],
    [410,"ARECACEAE","Astrocaryum aculeatissimum","(Schott) Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Astrocaryum aculeatissimum apresenta distribuição ampla ao longo da Costa Atlântica, é frequente em sua região de ocorrência, habita também áreas perturbadas e secundárias e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astrocaryum%20aculeatissimum","Mata Atlântica"],
    [411,"ARECACEAE","Astrocaryum minus","Trail","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Não há registros de ocorrência da espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astrocaryum%20minus","Amazônia"],
    [412,"ARECACEAE","Attalea barreirensis","Glassman","VU","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea barreirensis é uma espécie de Cerrado cuja região de ocorrência coincide em grande parte com as áreas que atualmente estão entre as mais afetadas pela expansão agrícola da soja no bioma. Suspeita-se que, além do declínio na extensão e qualidade do habitat, a espécie venha também sofrendo redução no número de indivíduos maduros. A AOO é 52 km².","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20barreirensis","Cerrado"],
    [413,"ARECACEAE","Attalea brasiliensis","Glassman","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea brasilensis é uma espécie de Cerrado com distribuição geográfica altamente restrita. Apresenta uma EOO de 2.014,3 km² e uma AOO de apenas 12 km², e ocorre em menos de cinco situações de ameaça. O Cerrado do Distrito Federal vem sendo rapidamente desmatado, o que aponta para um declínio na extensão e qualidade do habitat da espécie. Devido a isso, também é possível suspeitar que A. brasiliensis esteja sofrendo declínio no número de indivíduos maduros.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20brasiliensis","Cerrado"],
    [414,"ARECACEAE","Attalea funifera","Mart.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea funifera ocorre ao longo da costa Atlântica, da Bahia a Alagoas. Apesar de frequente ao longo da sua distribuição, a espécie é alvo de um intenso extrativismo, formando a base de toda uma cadeia produtiva. Esse fator, somado à degradação do seu habitat em algumas áreas, pode fazer com que A. funifera venha a ser ameaçada no futuro.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20funifera","Mata Atlântica"],
    [415,"ARECACEAE","Attalea oleifera","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea oleifera é amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, é localmente abundante e ocorre em áreas perturbadas e em regeneração.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20oleifera","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [416,"ARECACEAE","Attalea phalerata","Mart. ex Spreng.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea phalerata apresenta distribuição muito ampla no Brasil, estando presente em quase todas as regiões do país. A espécie ocorre em diversos tipos de vegetação, e é localmente abundante.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20phalerata","Amazônia, Cerrado"],
    [417,"ARECACEAE","Attalea tessmannii","Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A?pesar de apresentar uma distribuição geográfica restrita, Attalea tessmannii ocorre sob a forma de subpopulações densas em uma região pouco perturbada da Amazônia brasileira.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20tessmannii","Amazônia"],
    [418,"ARECACEAE","Bactris constanciae","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris constanciae apresenta distribuição ampla na região amazônica, incluindo vastas áreas de florestas preservadas. Suspeita-se que a espécie ocorra de forma contínua na região ao norte do rio Amazonas até a fronteira com o Suriname.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20constanciae","Amazônia"],
    [419,"ARECACEAE","Bactris ferruginea","Burret","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris ferruginea apresenta uma distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, tendo uma EOO de 184514,6 km². Embora a AOO seja pequena (88 km²) e o habitat da espécie específico, considera-se que a mesma ocorra em mais de 10 situações de ameaça. Por outro lado, B. ferruginea habita áreas já altamente desmatadas ou atualmente ameaçadas pelo desmatamento. Devido a isso, considera-se que a espécie possa vir a estar ameaçada em um futuro próximo.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20ferruginea","Mata Atlântica"],
    [420,"ARECACEAE","Bactris hatschbachii","Noblick ex A.J.Hend.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris hatschbachii é amplamente distribuída e ocorre em alguns dos maiores e mais bem preservados remanescentes de Mata Atlântica. A espécie pode formar grandes subpopulações, e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [421,"ARECACEAE","Bactris pickelii","Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris pickelii apresenta distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, onde se suspeita que ocorra de forma contínua. Entretanto, a espécie é pobremente representada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, o que aponta para a necessidade de ações de conservação in situ direcionadas a ela.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20pickelii","Mata Atlântica"],
    [422,"ARECACEAE","Bactris timbuiensis","H.Q.B.Fern.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris timbuiensis tem uma distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo apenas em uma pequena região montanhosa do Estado do Espírito Santo. A EOO é de 258,01 km², e a AOO é de 36 km². Em todos os municípios onde há registros da espécie, a Mata Atlântica foi bastante desmatada, tendo sido reduzida a 20-25% da sua área original. Dessa forma, além de uma redução na extensão e qualidade do habitat, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros. O número de situações de ameaça é inferior a cinco.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20timbuiensis","Mata Atlântica"],
    [423,"ARECACEAE","Butia archeri","(Glassman) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia archeri apresenta ampla distribuição no domínio do Cerrado e é localmente abundante. As informações disponíveis indicam que a espécie está representada em duas unidades de conservação (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20archeri","Cerrado"],
    [424,"ARECACEAE","Butia capitata","(Mart.) Becc.","VU","A4cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia capitata é uma palmeira endêmica do Cerrado, cuja distribuição geográfica em grande parte coincide com algumas das regiões que mais rapidamente vêm sendo desmatadas dentro do Bioma, como o oeste baiano. A espécie também sofre com uma elevada pressão de atividades extrativistas, as quais restringem ou mesmo impossibilitam o recrutamento de novos indivíduos em algumas subpopulações. Estima-se que o tempo de geração da espécie seja de pelo menos 15 anos. Assim, considerando ointenso desmatamento dos seus habitats e a exploração sistemática a que vem sendo submetida, é possível suspeitar que um período de 45 anos, incluindo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que B. capitata sofra um declínio populacional de pelo menos 30%, caso nenhuma das ações necessárias à conservação da espécie seja efetuada.","2012-12-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20capitata","Cerrado"],
    [425,"ARECACEAE","Butia eriospatha","(Mart. ex Drude) Becc.","VU","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia eriospatha é uma espécie ocorrente nas Formações Campestres de Altitude da Região Sul do Brasil. A AOO é de 44 km² e o número de situações de ameaça é 10. A espécie está sujeita a um rápido declínio na extensão e qualidade do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição, devido à expansão de atividades agropecuárias. Além disso, é possível suspeitar que, em áreas intensamente urbanizadas, como a cidade de Curitiba, a espécie tenha sido extinta localmente, ocasionando um declínio na AOO, no número de subpopulações e de indivíduos maduros.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20eriospatha","Mata Atlântica"],
    [426,"ARECACEAE","Butia leiospatha","(Barb.Rodr.) Becc.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia leiospatha apresenta registros de ocorrência desencontrados em relação às informações constantes na Flora do Brasil. Além disso, alguns autores a consideram sinônimo de B. archeri, o que deve ser verificado através de estudos taxonômicos e/ou genéticos. Dados insuficientes para avaliação.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20leiospatha","Cerrado"],
    [427,"ARECACEAE","Butia leptospatha","(Burret) Noblick","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia leptospatha é uma espécie com distribuição bastante restrita, extremamente rara e ameaçada pela expansão de plantações de soja. Suspeita-se, devido à conversão da vegetação nativa em lavouras na sua região de ocorrência, que seu habitat esteja declinando em área e qualidade, que a espécie esteja sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros, e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. A AOO é de 8 km².","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20leptospatha","Cerrado"],
    [428,"ARECACEAE","Butia microspadix","Burret","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia microspadix é uma espécie campestre, com distribuição geográfica restrita ao Estado do Paraná e a região sul do Estado de São Paulo. Ocorre em cinco situações de ameaça, e seu habitat vem declinando em extensão e qualidade devido à expansão de atividades agrícolas.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20microspadix","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [429,"ARECACEAE","Butia paraguayensis","(Barb.Rodr.) Bailey","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia paraguayensis apresenta uma distribuição geográfica relativamente ampla, abrangendo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20paraguayensis","Cerrado"],
    [430,"ARECACEAE","Butia purpurascens","Glassman","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia purpurascens é uma espécie de Cerrado conhecida através de um pequeno número de coletas. As informações disponíveis indicam que a espécie ocorre apenas no sul de Goiás e em uma pequena área adjacente no triângulo mineiro, caracterizando uma distribuição geográfica restrita. Na localidade típica do município de Jataí (GO), a espécie sofre com a perda e degradação do seu habitat e com a coleta de frutos para consumo humano, portanto, suspeita-se que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros. No município de Lagoa Dourada (MG), a espécie foi coletada uma vez há quase 60 anos. A região tem um longo histórico de ocupação humana, sofre com o impacto de atividades de mineração desde o século XVII e, atualmente, é explorada sobretudo para o desenvolvimento de atividades agropecuárias. Devido a isso, suspeita-se que a espécie possa ter sido localmente extinta, ocasionando declínio também na EOO, na AOO e no número de indivíduos maduros. A EOO é de 3.761,93 km².","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20purpurascens","Cerrado"],
    [431,"ARECACEAE","Butia yatay","(Mart.) Becc.","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia yatay é uma espécie campestre endêmica do Pampa e da Mata Atlântica. Sua EOO é de 14.667,84 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. O habitat de B. yatay vem declinando em extensão e qualidade devido às atividades agropecuárias e silviculturais que estão em plena expansão na região de ocorrência da espécie.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20yatay","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [432,"ARECACEAE","Euterpe edulis","Mart.","VU","A1acd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Euterpe edulis é uma palmeira amplamente distribuída, ocorrendo de forma contínua ao longo de toda a Mata Atlântica e também em parte do Cerrado. Em áreas de Florestas Úmidas bem preservadas, E. edulis geralmente apresenta uma elevada abundância, podendo formar grandes subpopulações. Entretanto, diversos fatores indicam que se trata de uma planta ameaçada de extinção. Euterpe edulis é uma espécie não cespitosa, de crescimento lento, sem capacidade de rebrota e dependente de florestas bem preservadas, além disso, vem sendo sistematicamente submetida a uma intensa exploração para a extração do palmito em praticamente toda a sua área de distribuição. A extração ocorre por meio da derrubada dos indivíduos adultos, preferencialmente aqueles de maior porte, e a subsequente retirada do meristema apical, levando à morte das plantas. Em vários remanescentes de Mata Atlântica, é possível encontrar claros vestígios da extração irresponsável da espécie, como um grande número de indivíduos maduros derrubados. Em muitos casos, todos os indivíduos adultos de uma área são explorados, levando à extinção da subpopulação. Além disso, é possível suspeitar que a drástica redução na extensão da Mata Atlântica e o elevado grau de degradação de grande parte dos remanescentes de floresta tenham contribuído para uma redução no tamanho populacional e na AOO da espécie. Vários estudos demográficos apontam para uma baixa taxa de crescimento dos indivíduos, que podem levar vários anos (>10) para atingir a maturidade, assim, a idade média dos indivíduos adultos em uma subpopulação é estimada em 20 anos. Devido a isso, é possível suspeitar que E. edulis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 30% ao longo de três gerações, que correspondem a um período de tempo de 60 anos.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euterpe%20edulis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [433,"ARECACEAE","Geonoma gamiova","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Geonoma gamiova apresenta distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, é localmente abundante e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geonoma%20gamiova","Mata Atlântica"],
    [434,"ARECACEAE","Geonoma schottiana","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Geonoma schottiana é amplamente distribuída, muito frequente e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geonoma%20schottiana","Mata Atlântica"],
    [435,"ARECACEAE","Itaya amicorum","H.E.Moore","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Itaya amicorum ocorre em uma região extremamente isolada da Amazônia brasileira, onde o desmatamento é mínimo ou mesmo inexistente.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Itaya%20amicorum","Amazônia"],
    [436,"ARECACEAE","Lytocaryum insigne","(Drude) Toledo","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lytocaryum insigne apresenta EOO de 7.925,10 km² e ocorre em menos de 10 situações de ameaça. As florestas que constituem o habitat da espécie vem declinando em extensão e qualidade devido ao alto grau de desmatamento ocorrido na maioria dos municípios capixabas (ES) em que L. insigne foi registrada.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lytocaryum%20insigne","Mata Atlântica"],
    [437,"ARECACEAE","Mauritia carana","Wallace","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Mauritia carana ocorre em uma região extensa e ainda pouco perturbada da Amazônia brasileira, e pode formar grandes subpopulações.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mauritia%20carana","Amazônia"],
    [438,"ARECACEAE","Prestoea tenuiramosa","(Dammer) H.E.Moore","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Prestoa tenuiramosa ocorre em uma área extremamente isolada da Amazônia brasileira.","2012-05-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestoea%20tenuiramosa","Amazônia"],
    [439,"ARECACEAE","Syagrus botryophora","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus botryophora possui uma distribuição geográfica relativamente ampla ao longo da costa Atlântica, dentro da qual suspeita-se que ocorra de forma frequente. A espécie apresenta crescimento rápido e frutificação abundante, e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20botryophora","Mata Atlântica"],
    [440,"ARECACEAE","Syagrus glaucescens","Glaz. ex Becc.","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus glaucescens apresenta distribuição geográfica restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais, com uma EOO de 6.460,11 km². O habitat da espécie vem declinando em qualidade e extensão devido à incidência de incêndios, em função disso e da coleta de indivíduos para fins ornamentais, suspeita-se que o número de indivíduos maduros também esteja em declínio. Número de situações de ameaça inferior a 10.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20glaucescens","Cerrado"],
    [441,"ARECACEAE","Syagrus macrocarpa","Barb.Rodr.","EN","B2ab(ii,iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus macrocarpa é uma espécie muito rara que ocorre em regiões altamente degradadas do Cerrado e da Mata Atlântica. Suspeita-se que, além da redução na extensão e qualidade do habitat, esteja havendo também declínio em AOO e no numero de indivíduos maduros da espécie. Não há registros de que ocorra em unidades de conservação. Devido à sua raridade e ao grau de desmatamento dos locais em que ocorre, suspeita-se também que as subpopulações remanescentes de S. macrocarpa sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A AOO é de 52 km².","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20macrocarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [442,"ARECACEAE","Syagrus mendanhensis","Glassman","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus mendanhensis apresenta uma distribuição geográfica extremamente restrita, tendo uma EOO de apenas 36,15 km². Devido à sua ocorrência pontual, considera-se que a espécie esteja submetida a apenas uma situação de ameaça. É possível suspeitar que, devido a fatores como a agropecuária, a expansão urbana e a mineração, que são ameças comumente verificadas no Cerrado e na Cadeia do Espinhaço, o habitat de S. mendanhensis venha declinando em extensão e qualidade, assim como o número de indivíduos maduros da espécie.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20mendanhensis","Cerrado"],
    [443,"ARECACEAE","Syagrus picrophylla","Barb.Rodr.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus picrophylla ocorre em menos de cinco situações de ameaça e está sujeita a algumas ameaças em potencial, como a degradação do ambiente do entorno dos afloramentos rochosos que habita, e a incidência de queimadas.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20picrophylla","Mata Atlântica"],
    [444,"ARECACEAE","Syagrus pseudococos","(Raddi) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus pseudococos é localmente abundante e bastante frequente em um dos remanescentes mais  expressivos da Mata Atlântica. A espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20pseudococos","Mata Atlântica"],
    [445,"ARECACEAE","Syagrus romanzoffiana","(Cham.) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus romanzoffiana é uma espécie amplamente distribuída, bastante frequente e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20romanzoffiana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [446,"ARECACEAE","Syagrus ruschiana","(Bondar) Glassman","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus ruschiana apresenta distribuição restrita e ocorre em áreas severamente degradadas da Mata Atlântica. Apesar dos afloramentos rochoso onde a espécie habita serem menos afetados por uma série de ameaças incidentes sobre as florestas, o desmatamento do entorno, a incidência de queimadas e a mineração podem acarretar em uma significativa redução da extensão e qualidade do seu habitat. A EOO é de 9.403,31 km², e o número de situações de ameaça é inferior a 10.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20ruschiana","Mata Atlântica"],
    [447,"ARECACEAE","Syagrus schizophylla","(Mart.) Glassman","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus schizophylla é uma espécie amplamente distribuída e localmente abundante. Entretanto, as restingas que a espécie habita sofrem uma intensa pressão da expansão urbana e turística e da especulação imobiliária, de modo que a espécie pode vir a ser ameaçada em um futuro próximo.","2012-05-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20schizophylla","Mata Atlântica"],
    [448,"ARECACEAE","Syagrus smithii","(H.E.Moore) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus smithii ocorre em uma região da Amazônia brasileira ainda pouco perturbada pela ação humana. Suspeita-se que a espécie tenha uma distribuição geográfica mais ampla do que as informações disponíveis indicam.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20smithii","Amazônia"],
    [449,"ARECACEAE","Trithrinax brasiliensis","Mart.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Trithrinax brasliensis apresenta distribuição geográfica relativa ampla, estando presente em praticamente toda a região Sul do Brasil. Suspeita-se que a espécie seja frequente em sua região de ocorrência. No entanto, os habitats da espécie ou encontram-se bastante degradados pela ação humana, como é o caso das florestas com Araucária, ou vem sendo rapidamente modificados e carecem de áreas protegidas, como é o caso dos campos do Pampa. Devido a isso, é possível suspeitar que a espécie venha a ser ameaçada no futuro.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trithrinax%20brasiliensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [450,"ARECACEAE","Wettinia drudei","(O.F.Cook & Doyle) A.J.Hend.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Wettinia drudei é uma espécie amazônica ocorrente na Colômbia, no Equador, no Peru e no oeste do Amazonas. Consta apenas um registro de ocorrência da espécie no Brasil, em uma região muito isolada na fronteira com o Peru. Dados insuficientes para avaliação.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wettinia%20drudei","Amazônia"],
    [451,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia curviflora","Malme","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. curviflora é uma erva com ocorrência nos Pampas sulinos. As duas coletas botânicas conhecidas indicam apenas uma localidade e não há conhecimento sobre o tamanho e estrutura populacional da espécie. Assim a espécie esta categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20curviflora","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [452,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia cymbifera","Mart. & Zucc.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. cymbifera é uma liana com ocorrência nas matas úmidas do Cerrado e Mata Atlântica do Sudeste brasileiro, embora também sejam conhecidas subpopulações bastante distantes, uma no Ceará e outra no Pará. Assim a EOO é bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20cymbifera","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [453,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia hypoglauca","Kuhlm.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. hypoglauca é uma liana endêmica do Estado do Espírito Santo, ocorrendo nas matas úmidas da Mata Atlântica. A população é restrita ao município de Santa Teresa e arredores, que indicam EOO inferior a 5.000 km² e AOO inferior a 500 km², sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Na localidade de ocorrência, a lavoura de monoculturas é responsável por grande parte da economia local, fator que define uma situação de ameaça a toda população e causa redução em extensão, área e qualidade do habitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20hypoglauca","Mata Atlântica"],
    [454,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia labiata","Willd.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. labiata é uma liana com distribuição nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Encontrada em áreas protegidas, possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20labiata","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [455,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia odora","Steud.","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Aristolochia odora é uma liana com ocorrência nas Matas Úmidas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e possivelmente Espírito Santo. Os dados disponíveis indicam EOO de 7.106,71 km², porém esse valor deve estar subestimado por não incluir as subpopulações de Espírito Santo. Assim é possível inferir que a EOO seja inferior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria \"Vulnerável\" (VU). Sabendo que o histórico de ocupação humana na Mata Atlântica eliminou grande parte das florestas, é possível inferir que as subpopulações conhecidas componham menos de 10 situações de ameaças. O desmatamento resultante principalmente do crescimento de áreas urbanas e o plantio de monoculturas são fatores que causam o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20odora","Mata Atlântica"],
    [456,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia odoratissima","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. odoratissima é uma liana com distribuição ampla no Brasil, preferencialmente em áreas úmidas como beira de rios e riachos. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20odoratissima","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [457,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia wendeliana","Hoehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. wendeliana é uma liana que ocorre nas florestas do Cerrado e Mata Atlântica ou em áreas antropizadas. Possui EOO superior a 20.000 km², com algumas subpopulações em áreas protegidas. Assim a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20wendeliana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [458,"ARNELLIACEAE","Gongylanthus liebmannianus","(Lindenb. & Gottsche) Steph.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, tem distribuição restrita (EOO=547,75 km²), ocorre em Floresta Ombrófila e está sujeita a duas situações de ameaça consideradas a partir da ocorrência em unidades de conservação. Suas regiões de ocorrência sofrem com o declínio da qualidade do habitat e de sua extensão, decorrentes de ameaças como a urbanização, pastagem, atividades agrícolas e de queimadas provocadas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongylanthus%20liebmannianus","Mata Atlântica"],
    [459,"ARNELLIACEAE","Southbya organensis","Herzog","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de Florestas Ombrófilas Densas e Campos de Altitude. Com AOO restrito a 4 km² e apenas uma situação de ameaça identificada, Southbya organensis e sua região de ocorrência sofrem ameaças decorrentes de processos urbanos como transformação do habitat em atividades agropecuárias, favelização das áreas e queimadas provocadas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Southbya%20organensis","Mata Atlântica"],
    [460,"ASPLENIACEAE","Asplenium austrobrasiliense","(Christ) Maxon","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. austrobrasiliense éuma samambaia encontrada em sobosque de florestas úmidas atlânticas. Possui uma EOO de 32.405,852 km², sendo encontrada na costa da Bahia a de São São Paulo. Possui poucos registros de coletas e cerca de sete situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações. Apesar de ser encontrada em três unidades de conservação (SNUC), ocorre também em áreas com declínio de habitat e de qualidade de habitat, como a cidade do Rio de Janeiro. A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção, entretanto, devido à sua EOO ser um pouco maior do que 20.000 Km² não é possível considerá-lacomo ameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Quase ameaçada\" (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperaçãode habitat de floresta ombrófila na região, a espécie poderá ser consideradacomo ameaçada de extinção futuramente.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20austrobrasiliense","Mata Atlântica"],
    [461,"ASPLENIACEAE","Asplenium beckeri","Brade","CR","B2ab(iii)c(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Asplenium beckeri é uma samambaia endêmica da Ilha de Trindade (ES). Por mais de 50 anos, era conhecida apenas uma coleta feita por Brade e, portanto, acreditava-se que a espécie estava extinta. Recentemente foram encontradas novas populações na Ilha. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz possuem juntas cerca de 10 Km² e, consequentemente, a espécie deve ter uma área de ocupação menor do que 10 Km². Como a espécie é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que A. beckeri está sujeita a apenas uma situação de ameaça. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram erradicados pela marinha brasileira. Atualmente, a Ilha de Trindade possui uma base da Marinha, sendo utilizada como área de trabalho por vários grupos de pesquisa. Essa espécie de samambaia está sujeita a eventos estocásticos que podem levá-la a extinção no futuro. Dessa maneira, A. beckeri é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20beckeri","Mata Atlântica"],
    [462,"ASPLENIACEAE","Asplenium bradeanum","Handro","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. bradeanum é uma samambaia com apenas dois registros de coletas, ambos em locais de alta densidade populacional humana. Por quase cinquenta anos, o único registro de coleta da espécie era no município de Paranapiacaba, próximo às cidades de Cubatão e Santos (AOO). Entretanto, em 2005, a espécie foi coletada na cidade de São Paulo, no Parque Estadual da Cantareira. Apesar dos dois registros terem sido feitos em unidades de conservação (SNUC), ambas as áreas sofrem com a perda da qualidade de habitat. Na Estação Biológica de Paranapiacaba, incide a poluição oriunda dos grandes centros urbanos e, no Parque Estadual da Cantareira há loteamento clandestino, estas configuram duas situações de ameaça à espécie. A extensão de ocorrência é pequena, cerca de 550 Km². Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20bradeanum","Mata Atlântica"],
    [463,"ASPLENIACEAE","Asplenium campos-portoi","Brade","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A espécie A. campos-portoi é uma samambaia encontrada em florestas montanas, alto montanas e em locais úmidos de campos de altitude. Possui uma ampla distribuição, mas é encontrada em poucos locais: foi coletada na Serra do Mar Paranaense, Serra do Itatiaia, região de Ouro Preto e em Forno Grande (ES). Devido a essa especificidade de habitat, possui, portanto, uma AOO relativamente baixa (AOO=56 Km²). Possui também cerca de 12 situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações da espécie. Algumas das ameaças são o turismo e a coleta indiscriminada de plantas na Serra do Mar Paranaense. Caso a espécie tivesse até 10 situações de ameaça seria possível considerá-la como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, devido ao fato do número de situações de ameaça ultrapassar 10, a espécie é considerada \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20campos-portoi","Mata Atlântica"],
    [464,"ASPLENIACEAE","Asplenium castaneum","Schltdl. & Cham.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Asplenium castaneum é uma espécie que, no Brasil, é encontrada apenas do planalto do Itatiaia, principalmente acima de 2.400 m de altitude. Tem distribuição disjunta de subpopulações ocorrendo em áreas elevadas do México à Argentina. Pela subpopulação bastante restrita no Brasil e especificidade de habitat, seu AOO é de apenas 12 Km². No Parque Nacional do Itatiaia, há subpopulações bastante isoladas, com pelo menos duas reconhecidas de acordo com informações de herbário: da Pedra do Echo (RB 32820) e do Pico das Agulhas Negras (RB 556015), configurando pelo menos duas situações de ameaça. Os constantes incêndios ocorridos no Parque são uma ameaça, que supostamente diminuem a qualidade do habitat da espécie. Dessa maneira, A. castaneum é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20castaneum","Mata Atlântica"],
    [465,"ASPLENIACEAE","Asplenium lacinulatum","Schrad.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. lacinatum é uma samambaia extremamente ornamental encontrada principalmente em áreas de restinga, da Bahia a Santa Catarina. É uma espécie amplamente distribuída (EOO=340.550,680 km²) e com diversas coletas ao longo do litoral. Dessa maneira, A. lacinatum pode ser considerada como uma espécie \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, por ocorrer em restinga, uma fitofisionomia bastante ameaçada, recomenda-se que sejam feitos estudos para se entender o real estado de conservação de A. lacinatum.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20lacinulatum","Mata Atlântica"],
    [466,"ASPLENIACEAE","Asplenium muellerianum","Rosenst.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=36.916,179 km²) encontrada em áreas de florestaombrófila densa e mista na Mata Atlântica. Apesar de serem áreas que sofreram grande redução de habitat no passado, há diversas coletas para espécie, principalmente em Santa Catarina. Dessa maneira a espécie é consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, por ocorrer próximo a áreas com alta densidade populacional humana, o estado de conservação da espécie deve ser melhor estudado.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20muellerianum","Mata Atlântica"],
    [467,"ASPLENIACEAE","Asplenium praemorsum","Sw.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, ocorrendo de São Paulo à  Paraíba, em diferentes fitofisionomias. Apesar de haver ameaças sobre o habitat em que a espécie ocorre, A. praemorsum é encontrada em ambientes alterados pela ação humana. Dessa maneira a espécie é consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20praemorsum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [468,"ASPLENIACEAE","Asplenium schwackei","Christ","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Asplenium schwackei é endêmica da Serra da Camarinha, no município de Ouro Preto, no Estado de Minas Gerais. Há apenas três coletas para a espécie, todas na mesma localidade (AOO=4 Km²), caracterizando apenas uma situação de ameaça. A região de Ouro Preto sofreu, no passado, com a exploração de quartzito, que causou o declínio na qualidade do habitat para a espécie. A última coleta foi  há mais de 70 anos e A. schwackei pode ser considerada como extinta na natureza. Entretanto, novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se verificar se realmente está extinta. Com as informações disponíveis hoje, a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20schwackei","Mata Atlântica"],
    [469,"ASPLENIACEAE","Asplenium trindadense","(Brade) Sylvestre","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Miguel d'Avila de Moraes","Asplenium trindadense é uma samambaiaendêmica da Ilha de Trindade (ES). AsIlhas de Trindade e de Martim Vaz tem juntas cerca de 10 Km² e, consequentemente, a espécie deve ter uma área de ocupação menor doque 10 Km². Como a espécie é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerarque A. trindadense está sujeita a apenas uma situação de ameaça. No passado, a ilha foicolonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram erradicados pela Marinha brasileira. Atualmente, a Ilha de Trindade abriga uma base da Marinha, sendo utilizada como área de trabalho de vários grupos de pesquisa. Dessa maneira, A.trindadense  é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20trindadense","Mata Atlântica"],
    [470,"ASPLENIACEAE","Asplenium ulbrichtii","Rosenst.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada em florestas úmidas, principalmente em floresta ombrófila mista, onde é frequente. Apesar dessa formação florestal ter sofrido intenso desmatamento, há vários registros de coleta para a espécie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espécie é consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20ulbrichtii","Mata Atlântica"],
    [471,"ASPLENIACEAE","Asplenium wacketii","Rosenst.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=87.571,688 km²) encontrada em áreas úmidas de floresta. Encontrada em pelo menosseis unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas que sofrem intensa pressão antrópica, há diversos registros de coleta para a espécie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espécie é consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20wacketii","Mata Atlântica"],
    [472,"ASTERACEAE","Acmella pusilla","(Hook. & Arn.) R.K.Jansen","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, mas, em território nacional, ocorre em uma EOO de apenas 280 Km², em Formações Campestres e Restingas, nos Estados do Paraná e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Foram identificadas cinco situações de ameaça, tendo sido considerados os Estados de ocorrência nos quais as ameaças aos campos são recorrentes. O município de Paranaguá, localidade onde a espécie ocorre, teve 50% de suas florestas desmatadas, o que causou o declínio de área e de qualidade de habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acmella%20pusilla","Campos sulinos"],
    [473,"ASTERACEAE","Acmella serratifolia","R.K.Jansen","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso ou ameaça pontual. Nacionalmente não apresenta risco de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acmella%20serratifolia","Campos Sulinos e Mata Atlântica"],
    [474,"ASTERACEAE","Acritopappus catolesensis","D.J.N.Hind & Bautista","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado da  Bahia e ocorre em áreas de Caatinga e, possivelmente, Cerrado, com EOO menor que 20.000 Km². A região de ocorrência é cenário de incêndios frequentes e de outras ameaças decorrentes de impactos causados por pulações humanas que resultam em declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20catolesensis","Cerrado e Caatinga"],
    [475,"ASTERACEAE","Acritopappus connatifolius","(Soar.Nunes) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Acritopappus connatifolius é endêmica da Bahia e tem distribuição restrita (EOO=679,17 km², AOO=40 km²). Está sujeita a uma única situação de ameaça, definida pela incidência de fogo, que resulta em declínio contínuo da qualidade do habitat na região de ocorrência da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20connatifolius","Caatinga"],
    [476,"ASTERACEAE","Acritopappus irwinii","R.M.King & H.Rob.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, sendo encontrada na região do município de Grão-Mogol, na Serra do Cipó e Diamantina. Tem EOO calculada em 11.642,10 km² e está sujeita a três situações de ameaça, que foram identificadas considerando o fogo e o declínio na qualidade do habitat como principais ameaças à espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20irwinii","Cerrado e Caatinga"],
    [477,"ASTERACEAE","Acritopappus pintoi","Bautista & D.J.N.Hind","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)+2b(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Caatinga da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem EOO de 0,14 km² e AOO de 4 Km². Está sujeita a uma situação de ameaça que considera o desmatamento para extração de lenha e a presença de incêndios como as principais ameaças encontradas na região. Suspeita-se que estas estejam causando declínio no tamanho e na qualidade do habitat e das subpopulações existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20pintoi","Caatinga"],
    [478,"ASTERACEAE","Agrianthus almasensis","D.J.N.Hind","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Pico das Almas no Estado da Bahia, tem EOO de 260,21 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas como as principais ameaças à região. Essas atividades vêm causando o declínio da qualidade do habitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrianthus%20almasensis","Cerrado e Caatinga"],
    [479,"ASTERACEAE","Agrianthus giuliettiae","D.J.N.Hind","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia e ocorre em áreas de Caatinga. Tem AOO calculado em 32 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. O desmatamento para extração de lenha e os incêndios são as principais ameaças à espécie. Suspeita-se que essas ameaças estejam causando o declínio no tamanho e na qualidade do habitat e das subpopulações existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrianthus%20giuliettiae","Caatinga e Cerrado"],
    [480,"ASTERACEAE","Anteremanthus hatschbachii","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, e ocorre apenas na região do município de Grão-Mogol. Apresenta EOO e AOO restritos. Além disso, o habitat de sua área de ocorrência é considerado degrado em virtude da perda da cobertura vegetal pela retirada de madeira e coleta de espécies de valor ornamental. Portanto, são necessários o monitoramento da espécie e estudos populacionais.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anteremanthus%20hatschbachii","Cerrado"],
    [481,"ASTERACEAE","Aspilia almasensis","D.J.N.Hind","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Cerrado e dos Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais. Apresenta menos de cinco situações de ameaça que resultam no declínio na qualidade do habitat e na fragmentação do bioma de ocorrência. As regiões de ocorrência da espécie são amplamente afetadas por ameaças como o desmatamento para o uso de madeira para fabricação de carvão ou para uso das terras na agropecuária, o extrativismo de espécies ornamentais (principalmente as \"sempre-vivas\") e, esporadicamente, pela mineração de metais preciosos. Com isso, suspeita-se que se as ameaças não forem controladas, a espécie poderá sofrer redução populacional e perda de habitat, sendo transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20almasensis","Cerrado e Caatinga"],
    [482,"ASTERACEAE","Aspilia attenuata","(Gardner) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída pelo Brasil e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20attenuata","Amazônia e Cerrado."],
    [483,"ASTERACEAE","Aspilia belo-horizontinae","J.U.Santos","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do município de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. Conhecida apenas pelo material tipo, está sujeita a uma situação de ameaça. A área de coleta da espécie foi fortemente antropizada para a construção da capital do Estado de Minas Gerais. Por isso, suspeita-se de severa perda de habitat e de extinções locais de subpopulações da espécie que até hoje não foram recoletadas. A espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), uma vez que a região apresenta esforço de coleta consideravelmente alto e a espécie não foi re-encontrada.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20belo-horizontinae","Cerrado"],
    [484,"ASTERACEAE","Aspilia caudata","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da porção sul da Cadeia do Espinhaço, apresenta menos de cinco situações de ameaça e tem EOO de 538,89 km² e AOO de 8 Km². A região de ocorrência da espécie, incluindo as cidades de Mariana e Ouro Preto, é conhecida pela visitação intensa que recebe anualmente. Suspeita-se que falta de estrutura para receber esses visitantes esteja afetando a qualidade do habitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20caudata","Cerrado"],
    [485,"ASTERACEAE","Aspilia clausseniana","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20clausseniana","Cerrado e Mata Atlântica"],
    [486,"ASTERACEAE","Aspilia cordifolia","J.U.Santos","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Endêmica do Estado de Minas Gerais, a espécie foi encontrada nos municípios de Gouveia e Santana do Riacho. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem EOO de 1.258,04 km². Apesar de estar dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó, sabe-se que a região sofre com queimadas e com o turismo intenso, que causam o declínio da área e da qualidade do habitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20cordifolia","Cerrado"],
    [487,"ASTERACEAE","Aspilia cylindrocephala","H.Rob.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Goiás, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Apresenta EOO de 16.000,53 km². A região de ocorrência da espécie sofre com as queimadas e com o avanço da agricultura e das pastagens. Portanto, suspeita-se que esteja ocorrendo declínio constante da qualidade e da área do habitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20cylindrocephala","Cerrado"],
    [488,"ASTERACEAE","Aspilia diamantinae","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da região de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=533,06 Km²) e está sujeita a duas situações de ameaça, que consideram a atividade mineradora, as queimadas frequentes e o turismo descontrolado como principais ameaças. Essas atividades podem estar causando declínio da qualidade do habitat da espécie. Recomenda-se estudos populacionais para verificar o estado de conservação da população.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diamantinae","Cerrado"],
    [489,"ASTERACEAE","Aspilia diffusiflora","H.Rob.","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é uma planta arbustiva de ambiente savânico ou rupestre, polinizada por insetos, com floração e frutificação em fevereiro e abril. Tem distribuição restrita (EOO=7.297 km², AOO=20 Km²) e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça que consideram a expansão urbana como principal fator causador do declínio da qualidade do habitat e do número de subpopulações da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diffusiflora","Cerrado"],
    [490,"ASTERACEAE","Aspilia diniz-cruzeanae","J.U.Santos","CR","B1ab(i,iii,iv,v)+2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Serra do Caraça, no Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuição restrita (EOO=56,57 Km², e AOO=12 Km²). A região do Caraça, apesar de ser uma RPPN, sofre com as queimadas e o turismo intenso. A pequena distribuição da espécie em apenas uma localidade a torna criticamente suscetível à extinção pela eliminação dos indivíduos maduros.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diniz-cruzeanae","Cerrado"],
    [491,"ASTERACEAE","Aspilia duarteana","J.U.Santos","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi amplamente coletada na Serra do Espinhaço, no entanto a região sofre com a incidência de ameaças como queimadas, erosão do solo, entre outras o que pode vir a levar a espécie a uma categoria de ameaça caso não sejam controladas.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20duarteana","Cerrado"],
    [492,"ASTERACEAE","Aspilia eglerii","J.U.Santos","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Planta rupícola, que produz flores e frutos durante o mês de janeiro. A espécie é endêmica da região de Diamantina em Minas Gerais. Tem AOO restrito a 4 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie deve ser monitorada para garantir o controle de ameaças como queimadas e atividades antrópicas que podem levar a espécie à extinção em um futuro próximo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20eglerii","Cerrado"],
    [493,"ASTERACEAE","Aspilia espinhacensis","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie éendêmica do Estado de Minas Gerais, na região do município de Francisco Sá. Apresenta EOO restrita a 530,50 km² e está sujeita a duas situações de ameaça que consideram as queimadas decorrentes de atividades antrópicas como a principal ameaça à sobrevivência da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20espinhacensis","Cerrado"],
    [494,"ASTERACEAE","Aspilia floribunda","(Gardner) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuida no Brasil.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20floribunda","Cerrado, Caatinga e Pantanal"],
    [495,"ASTERACEAE","Aspilia grazielae","J.U.Santos","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do maciço do Urucum, no município de Corumbá, Mato Grosso do Sul. Tem extensão de ocorrência de 268,37 Km² e está sujeita a apenas duas situações de ameaça. O avanço da mineração na região de ocorrência da espécie tem causado o declínio contínuo da área e da qualidade do habitat.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20grazielae","Pantanal"],
    [496,"ASTERACEAE","Aspilia jugata","H.Rob.","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres com rochas quartzíticas na região de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas frequentes são considerados a causa de declínio da área e qualidade de habitat, o que pode vir a afetar as subpopulações existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20jugata","Cerrado"],
    [497,"ASTERACEAE","Aspilia ovatifolia","(DC.) Baker","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres na região do município de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Com AOO de 4 Km², está sujeita a uma situação de ameaça. A expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas frequentes são considerados a causa do declínio da área e qualidade de habitat, o que pode vir a afetar as subpopulações existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20ovatifolia","Cerrado"],
    [498,"ASTERACEAE","Aspilia paraensis","(Huber) J.U.Santos","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20paraensis","Amazônia"],
    [499,"ASTERACEAE","Aspilia pereirae","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da região dos municípios de Paracatu, no Estado de Minas gerais e Brasília, no Distrito Federal. Tem distribuição restrita (EOO=528,48 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sofreu o impacto causado pelo garimpo de ouro e a subsequente contaminação ambiental resultante do uso de mercúrio na região de Paracatu, localidade-tipo da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20pereirae","Cerrado"],
    [500,"ASTERACEAE","Aspilia pohlii","(Sch.Bip. ex Baker) Baker","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20pohlii","Cerrado"],
    [501,"ASTERACEAE","Aspilia procumbens","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuida.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20procumbens","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [502,"ASTERACEAE","Aspilia prostrata","J.U.Santos","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, têm distribuição restrita (EOO=537,09 km², AOO=8 Km²) e está sujeita a duas situações de ameaça. As queimadas decorrentes das atividades humanas foram consideradas como principal ameaça por causarem o declínio na extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20prostrata","Cerrado"],
    [503,"ASTERACEAE","Aspilia reticulata","Baker","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica das Formações Campestres do Cerrado e da Mata Atlântica, especialmente os Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apesar de ter sido considerada frequente em algumas das localidades onde ocorre, está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie é intensamente visitada por turistas e suscetível às queimadas descontroladas nas épocas secas, o que pode causar extinções locais de subpopulações.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20reticulata","Cerrado"],
    [504,"ASTERACEAE","Aspilia silphioides","(Hook. & Arn.) Benth. & Hook.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de não ser endêmica do Brasil, em território nacional a espécie ocorre em áreas alagadas às margens do Rio Paraguai, no Estado do Mato Grosso do Sul. A espécie apresenta EOO de 541,40 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que causam o declínio na qualidade do habitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20silphioides","Pantanal"],
    [505,"ASTERACEAE","Austrocritonia angulicaulis","(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Austrocritonia%20angulicaulis","Mata Atlântica"],
    [506,"ASTERACEAE","Austroeupatorium rosmarinaceum","(Cabrera & Vittet) R.M.King & H.Rob.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculada em 6.118,74 km², está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, e é endêmica dos Campos de Altitude das regiões Sul e Sudeste do país. Por ser restrita à Formações Campestres, ocorrer em áreas fragmentadas e estar sujeita a um conjunto de ameaças, a espécie foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Austroeupatorium%20rosmarinaceum","Mata Atlântica"],
    [507,"ASTERACEAE","Baccharis arassatubaensis","Malag.","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO restrita e está sujeita a duas situações de ameaça. A presença de espécies invasoras, o desenvolvimento do turismo e a antropização da região são as principais ameaças que incidem sobre a espécie. Por isso, suspeita-se que possa haver um declínio de sua área de ocupação e da qualidade do habitat, assim como das subpopulações da espécie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20arassatubaensis","Mata Atlântica"],
    [508,"ASTERACEAE","Baccharis brevifolia","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída em diferentes biomas brasileiros, fitofisionomias e é encontrada em unidades de conservação (SNUC). Não está ameaçada de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20brevifolia","Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [509,"ASTERACEAE","Baccharis concinna","G.M.Barroso","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Serra do Cipó, região que sofre com a presença do fogo nas épocas secas. Além disso, há relatos de bois pastando dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó. Devido às ameaças incidentes, das quais o fogo é a principal, e a sua distribuição restrita, a espécie está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Baccharis concinna foi considerada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20concinna","Cerrado"],
    [510,"ASTERACEAE","Baccharis elliptica","Gardner","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é considerada rara, endêmica do Estado de Minas Gerais e típica da região do Planalto de Diamantina. Tem distribuição restrita a uma EOO de 2.165,13 km² e, em sua região de ocorrência, incidem diversas ameaças que resultam no declínio da qualidade do habitat, da área de ocupação e do número de subpopulações. A incidência de fogo decorrente de atividades humanas é a principal ameaça e pode ser responsável pelo aumento do risco de extinção de diversas espécies endêmicas da região.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20elliptica","Cerrado"],
    [511,"ASTERACEAE","Baccharis grandimucronata","Malag.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso e é encontrada dentro de diversas unidades de conservação (SNUC). Nacionalmente não apresenta risco de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20grandimucronata","Mata Atlântica"],
    [512,"ASTERACEAE","Baccharis hypericifolia","Baker","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional, é conhecida a partir de duas coletas realizadas no município de São Francisco de Paula, no Estado do Rio Grande do Sul. No município restam apenas cerca de 20% de sua cobertura vegetal original. A espécie é considerada rara, tem a EOO calculada em 334,38 km², AOO de 8 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O declínio contínuo em área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade de habitat e número de subpopulações se deve à incidência de diversas ameaças como a presença de espécies exóticas, agricultura, fogo, entre outras.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20hypericifolia","Mata Atlântica"],
    [513,"ASTERACEAE","Baccharis lychnophora","Gardner","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em áreas de Campos Rupestres e bordas de Mata Estacional Semidecídua e é conhecida a partir de coletas realizadas no Estado de Minas Gerais. Está sujeita a quatro situações de ameaça distintas, que consideram a perda de habitat decorrente dos efeitos relacionados à ocupação humana e a transformação das paisagens nas áreas de ocorrência da espécie como principais ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20lychnophora","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [514,"ASTERACEAE","Baccharis megapotamica","Spreng.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso e é encontrada dentro de diversas unidades de conservação (SNUC). Nacionalmente não apresenta risco de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20megapotamica","Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [515,"ASTERACEAE","Baccharis paranensis","Heering & Dusén","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem mais de 20.000 km² de distribuição e não apresenta uso. No entanto ocorre em Mata Atlântica e nos Pampas, biomas severamente degradados. Portanto faz-se necessário estudos populacionais a fim de verificar a situação da espécie na natureza.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20paranensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [516,"ASTERACEAE","Baccharis penningtonii","Heering","VU","B1ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculada em 13.268,53 km² e é encontrada em ambientes degradados. A diminuição do habitat pode causar declínio contínuo no tamanho populacional, de forma a levá-la a uma categoria de maior risco em um futuro próximo. Portanto, recomenda-se estudos populacionais e monitoramento do habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20penningtonii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [517,"ASTERACEAE","Baccharis polyphylla","Gardner","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é distribuída em áreas de Campos Rupestres nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Um dos locais de ocorrência, o Pico das Almas, vem sendo bastante degradado por atividades agrícolas e agropecuárias, o que poderá levar Baccharis polyplylla a uma categoria de maior risco, caso essas ameaças não sejam controladas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20polyphylla","Cerrado"],
    [518,"ASTERACEAE","Baccharis pseudo-alpestris","Malag.","VU","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, tem EOO calculada em 19.255,99 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas de Campos Rupestres e Cerrado. A região de ocorrência vem sendo severamente degradada pela incidência de ameaças decorrentes do processo de antropização, que causam declínio contínuo em sua EOO e na qualidade do habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20pseudo-alpestris","Cerrado"],
    [519,"ASTERACEAE","Baccharis sagittalis","(Less.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e ocorre amplamente distribuída no país.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20sagittalis","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [520,"ASTERACEAE","Baccharis sphenophylla","Dusén ex Malme","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição maior que 20.000 km², habita ambientes degradados e foi considerada rara. Por isso, deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser direcionados a ela.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20sphenophylla","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [521,"ASTERACEAE","Baccharis truncata","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição ampla e não possui uso. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20truncata","Cerrado"],
    [522,"ASTERACEAE","Baccharis xiphophylla","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição ampla e não possui uso. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20xiphophylla","Cerrado"],
    [523,"ASTERACEAE","Barrosoa apiculata","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barrosoa%20apiculata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [524,"ASTERACEAE","Bidens bipinnata","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição ampla e não possui uso em grande escala. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bidens%20bipinnata","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [525,"ASTERACEAE","Caatinganthus rubropappus","(Soar.Nunes) H.Rob.","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita (EOO=800 Km²), e ocorre em áreas de agreste com solo arenoso. De acordo com informações fornecidas por especialistas, está sujeita à perda contínua de habitat nas regiões em que ocorre. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caatinganthus%20rubropappus","Caatinga"],
    [526,"ASTERACEAE","Calea abbreviata","Pruski & Urbatsch","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica restrita da Chapada dos Veadeiros e, apesar de florescer, geralmente, após a passagem do fogo, a frequência com que as queimadas ocorrem na região, pode causar redução nas subpopulações da espécie e declínio na qualidade e no tamanho do habitat. Portanto, Calea abbreviata foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20abbreviata","Cerrado"],
    [527,"ASTERACEAE","Calea acaulis","Baker","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça em locais sob forte pressão antrópica onde não existe mais vegetação natural. Portanto, recomendam-se estudos populacionais a fim de investigar o estado de conservação da população.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20acaulis","Cerrado"],
    [528,"ASTERACEAE","Calea brittoniana","Pruski","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica restrita aos Campos Rupestres da Serra da Canastra, com AOO calculado em 4 Km² e sujeita a uma situação de ameaça. Eventos estocásticos, queimadas e outras ameaças presentes na região de ocorrência podem vir a extinguir a espécie e, por isso, ela deve ser monitorada.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20brittoniana","Cerrado"],
    [529,"ASTERACEAE","Calea clausseniana","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20clausseniana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [530,"ASTERACEAE","Calea clematidea","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amaplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20clematidea","Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [531,"ASTERACEAE","Calea cymosa","Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20cymosa","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [532,"ASTERACEAE","Calea gentianoides","DC.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculado em 10.425,01 km², menos de 10 situações de ameaça e ocorre em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, onde está sujeita ao declínio da qualidade do habitat devido à intensa antropização de algumas áreas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20gentianoides","Cerrado"],
    [533,"ASTERACEAE","Calea heteropappa","Pruski & Urbatsch","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais e ocorre em áreas de Campos Rupestres da Serra do Cipo. Este local vem sofrendo declínio contínuo na qualidade do habitat e na área de ocupação da espécie devido à presença do fogo, nas épocas secas. Calea heteropappa está sujeita a duas situações de ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20heteropappa","Cerrado"],
    [534,"ASTERACEAE","Calea kristiniae","Pruski","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica dos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul, tem distribuição restrita (EOO=292,37 km², AOO=4 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região é alvo de queimadas e outros efeitos decorrentes da agricultura e da agropecuária. No entanto, a espécie também ocorre no Uruguai e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20kristiniae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [535,"ASTERACEAE","Calea lantanoides","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica doBrasil e no país ocorre amaplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20lantanoides","Cerrado"],
    [536,"ASTERACEAE","Calea polycephala","(Baker) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição ampla, no entanto, ocorre em áreas de cerrado com presença de agricultura e agropecuária. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar a estabilidade da população da espécie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20polycephala","Cerrado"],
    [537,"ASTERACEAE","Calea serrata","Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20serrata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [538,"ASTERACEAE","Campuloclinium parvulum","(Glaz.) R.M.King & H.Rob.","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Estado de São Paulo e Minas Gerais, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A intensa visitação de turistas e a ocorrência de queimadas frequentes nas épocas secas estão causando o declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de habitat, podendo levar subpopulações à extinções locais.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campuloclinium%20parvulum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [539,"ASTERACEAE","Campuloclinium riedelii","(Baker) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campuloclinium%20riedelii","Cerrado"],
    [540,"ASTERACEAE","Catolesia mentiens","D.J.N.Hind","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres do Estado da Bahia, e ocorre em solo arenoso com afloramentos rochosos, na região da Chapada Diamantina. Tem EOO menor que 100 Km² e AOO menor que 10 Km². Além disso, está sujeita a uma situação de ameaça que considera a incidência de queimadas provocadas pelo homem e a intensa visitação de turistas como principais ameaças.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catolesia%20mentiens","Caatinga"],
    [541,"ASTERACEAE","Chaptalia chapadensis","D.J.N.Hind","CR","B2ab(ii,iii),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre em áreas de Campos Rupestres no Morro do Pai Inácio, na região da Chapada Diamantina. É endêmica do Estado da Bahia e tem AOO calculada em 4 Km². Apesar da região estar protegida por uma unidade de conservação (SNUC), é intensamente visitada por turistas, o que causa declínio na qualidade do habitat. Além disso, a espécie está suscetível a eventos estocásticos uma vez que ocorre em apenas uma localidade conhecida, que abriga a pequena população da espécie. Recomendam-se monitoramento e estudos populacionais para a espécie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20chapadensis","Caatinga"],
    [542,"ASTERACEAE","Chaptalia cordifolia","(Baker) Cabrera","VU","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição restrita, e habita áreas campestres do pampa e de regiões serranas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A agricultura e a agropecuária são ameaças incidentes e a expansão dessas atividades representa um risco para a sobrevivência da espécie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20cordifolia","Mata Atlântica"],
    [543,"ASTERACEAE","Chaptalia hermogenis","M.D.Moraes","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre em campos de altitude e afloramentos calcários em áreas de Floresta Montana no Parque Estadual de Jacupiranga, no Estado de São Paulo. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie sofre com a incidência de queimadas e está suscetível a eventos estocásticos por apresentar apenas uma subpopulação sujeita a uma situação de ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20hermogenis","Mata Atlântica"],
    [544,"ASTERACEAE","Chaptalia martii","(Baker) Zardini","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidade de conservação (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20martii","Cerrado"],
    [545,"ASTERACEAE","Chionolaena lychnophorioides","Sch.Bip.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é rara, tem EOO de 18.909,44 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A mineração, o fogo nas épocas secas e o turismo descontrolado são ameaças diretas a sobrevivência da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionolaena%20lychnophorioides","Cerrado"],
    [546,"ASTERACEAE","Chresta souzae","H.Rob.","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Goiás e do Distrito Federal, tem EOO de 2.362,36 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A frequente incidência de incêndios na região vem causando declínio contínuo da área de ocupação e qualidade do habitat da espécie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chresta%20souzae","Cerrado"],
    [547,"ASTERACEAE","Chresta sphaerocephala","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chresta%20sphaerocephala","Cerrado"],
    [548,"ASTERACEAE","Chromolaena angusticeps","(Malme) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica em formações campestres do Estado do Paraná. Tem EOO de 280,28 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram a incidência de queimadas, a mineração, a agricultura e a pecuária intensiva como principais ameaças. Portanto, suspeita-se que a espécie sofra com o declínio em EOO, AOO e qualidade do habitat da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20angusticeps","Mata Atlântica"],
    [549,"ASTERACEAE","Chromolaena arrayana","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Chromolaena arrayana não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (EOO=523,03 km², AOO=8 km²) ao Estado de Goiás. A espécie ocorre em área sob forte influência de extração de níquel, cuja consequência é o declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de habitat. A última coleta foi realizada em janeiro de 1972. Cada localidade de coleta (duas) foi considerada como uma situação de ameaça distinta.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20arrayana","Cerrado"],
    [550,"ASTERACEAE","Chromolaena barbacensis","(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20barbacensis","Caatinga, Cerrado"],
    [551,"ASTERACEAE","Chromolaena costatipes","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre em Minas Gerais, sendo que o exemplar-tipo não apresenta localidade e as demais coletas foram feitas na Serra da Canastra. Apresenta EOO restrito a 270,28 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar de bem coletada a espécie não é encontrada na natureza desde 1996. Além disso, a região sofre com queimadas provocadas pelo homem que levam ao declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20costatipes","Cerrado"],
    [552,"ASTERACEAE","Chromolaena elliptica","(Hook. & Arn.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20elliptica","Mata Atlântica"],
    [553,"ASTERACEAE","Chromolaena latisquamulosa","(Hieron.) R.M.King & H.Rob.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20latisquamulosa","Mata Atlântica"],
    [554,"ASTERACEAE","Chromolaena rhinanthacea","(DC.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado do Paraná, tem EOO de 490,73 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência é alvo de queimadas, mineração, agricultura e pecuária intensiva. Portanto, estima-se o declínio contínuo de EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20rhinanthacea","Mata Atlântica"],
    [555,"ASTERACEAE","Chronopappus bifrons","(DC. ex Pers.) DC.","VU","B1ab(iii,iv),D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em Minas Gerais, tem distribuição restrita e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área onde a espécie ocorre é foco de turismo desordenado, agricultura e queimadas. Caso não haja controle das ameaças incidentes sobre a espécie, ela poderá ter uma redução populacional considerável, e ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chronopappus%20bifrons","Cerrado"],
    [556,"ASTERACEAE","Chrysolaena nicolackii","H.Rob.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em campos da região norte do Estado do Paraná, área degradada pela urbanização. Caso não haja controle das ameaças incidentes, a espécie poderá ter uma redução populacional considerável, e ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysolaena%20nicolackii","Cerrado"],
    [557,"ASTERACEAE","Cololobus longiangustatus","( G.M.Barroso ) H.Rob.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie está sujeita a duas situações de ameaça que consideram a degradação do habitat decorrente da implantação de áreas agrícolas, ocorrência de fogo e introdução de espécies exóticas invasoras como principais ameaças. É endêmica dos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro (EOO=146,02 km², AOO=20 Km²) e está sujeita ao declínio continuo nas regiões de ocorrência.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cololobus%20longiangustatus","Mata Atlântica"],
    [558,"ASTERACEAE","Cololobus rupestris","(Gardner) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de Campos Rupestres e Campos de Altitude dos Estados do Espirito Santo e Rio de Janeiro, com AOO restrito (48 km²). Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a relação entre os efeitos diretos e indiretos da ocupação humana com o declínio da qualidade do habitat da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cololobus%20rupestris","Mata Atlântica"],
    [559,"ASTERACEAE","Conocliniopsis prasiifolia","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conocliniopsis%20prasiifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [560,"ASTERACEAE","Dasyanthina serrata","(Less.) H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasyanthina%20serrata","Mata Atlântica"],
    [561,"ASTERACEAE","Dasycondylus resinosus","(Spreng.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasycondylus%20resinosus","Mata Atlântica"],
    [562,"ASTERACEAE","Dasyphyllum synacanthum","(Baker) Cabrera","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação de risco.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasyphyllum%20synacanthum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [563,"ASTERACEAE","Dendrophorbium catharinense","(Dusén ex Cabrera) C.Jeffrey","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Erva de ambientes campestres e borda de mata, ocorre apenas nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os dois Estados foram identificados como situações de ameaça distintas, que consideram a agricultura e a ocupação desordenada como ameaças capazes de reduzir consideravelmente as subpopulações existentes. Tais efeitos podem levar à transferência da espécie para uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20catharinense","Mata Atlântica"],
    [564,"ASTERACEAE","Dendrophorbium paranense","(Malme) Matzenb. & Baptista","EN","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Sul do Brasil (AOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20paranense","Mata Atlântica"],
    [565,"ASTERACEAE","Dendrophorbium pluricephalum","(Cabrera) C.Jeffrey","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20pluricephalum","Mata Atlântica"],
    [566,"ASTERACEAE","Dimerostemma annuum","(Hassl.) H. Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil, mas em território nacional ocorre no Estado do Mato Grosso do Sul (EOO=2.199,45 km²). A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça que consideram a degradação e perda do habitat decorrentes da transformação de áreas naturais em pastos e campos agrícolas. Suspeita-se que a espécie esteja sujeita a declínio continuo da EOO, AOO e do número de subpopulações.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20annuum","Pantanal"],
    [567,"ASTERACEAE","Dimerostemma apense","(Chodat) M.D.Moraes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre de forma esparsa ou, eventualmente, formando grandes subpopulações, apresenta EOO médio e menos de 10 situações de ameaça, que poderão categorizá-la com \"Vulnerável\" (VU), caso haja declínio de habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20apense","Pantanal"],
    [568,"ASTERACEAE","Dimerostemma arnottii","(Baker) M.D.Moraes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20arnottii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [569,"ASTERACEAE","Dimerostemma bahiense","(H.Rob.) M.D.Moraes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20bahiense","Cerrado"],
    [570,"ASTERACEAE","Dimerostemma bishopii","H.Rob.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie, e sua última coleta data de 1981.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20bishopii","Cerrado"],
    [571,"ASTERACEAE","Dimerostemma episcopale","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO menor que 5.000 km², AOO menor que 500 km², e sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie sofre com incidência de queimadas, o fluxo intenso de turismo e com a pastagem de animais. Estas atividades vêm causando o declínio contínuo da área de ocupação, qualidade de habitats e do número de subpopulações.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20episcopale","Caatinga, Cerrado"],
    [572,"ASTERACEAE","Dimerostemma grazielae","H.Rob.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO menor que 20.000 km², e sujeita a cinco situações de ameaça. A incidência de incêndios é uma ameaça constante, principalmente dentro do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, e vem causando o declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade de habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20grazielae","Cerrado"],
    [573,"ASTERACEAE","Dimerostemma myrtifolium","(Chodat) M.D.Moraes","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO menor que 5.000 km², AOO menor que 500 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Nas áreas de ocorrência da espécie os incêndios são a maior ameaça à vegetação, causando o declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20myrtifolium","Cerrado"],
    [574,"ASTERACEAE","Disynaphia ericoides","(DC.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Disynaphia ericoides (DC.) R.M.King & H.Rob. não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie possui distribuição restrita (EOO=10.627,23 km²) e está sujeita ao declínio contínuo de qualidade de habitat.  Foram identificadas duas situações de ameaça distintas. As Matas Ciliares, no Estado do Rio Grande do Sul, tem sofrido alterações significativas pela ação antrópica (agropecuária), causando a diminuição da área de ocorrência e a perda da biodiversidade. Por outro lado, é necessário um esforço maior de coleta para avaliar a real distribuição da espécie. A área entre os municípios de Viamão (RS) e Itararé (SP) deve conter outros indivíduos, que poderão ser localizados num estudo de revisão para o grupo (gênero Disynaphia).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20ericoides","Mata Atlântica"],
    [575,"ASTERACEAE","Disynaphia praeficta","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica deCampos Rupestres da porção norte da Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 56 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A degradação ambiental da região é a principal ameaça à sobrevivência da espécie na natureza.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20praeficta","Cerrado"],
    [576,"ASTERACEAE","Disynaphia variolata","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie habita áreas savânicas e campestres das Regiões Sul e Sudeste, tem EOO de 555,07 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As queimadas frequentes para a abertura de pastagens, e a invasão biológica por espécies exóticas foram consideradas as principais ameaças. Portanto, suspeita-se que as ameaças estejam causando o declínio da EOO, AOO e da qualidade do habitat da espécie.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20variolata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [577,"ASTERACEAE","Echinocoryne echinocephala","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Subarbusto de ambiente savânico e rupestre. Espécie endêmica dos Estados de Goiás e Tocantins, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem AOO de 44 km². As regiões de ocorrência da espécie são cenário frequente de incêndios provocados pelo homem, que invade as unidades de conservação (SNUC), causando o declínio na qualidade do habitat, na EOO e na AOO da espécie.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinocoryne%20echinocephala","Cerrado"],
    [578,"ASTERACEAE","Egletes viscosa","(L.) Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Egletes%20viscosa","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [579,"ASTERACEAE","Elephantopus riparius","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elephantopus%20riparius","Cerrado"],
    [580,"ASTERACEAE","Enydra anagallis","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Enydra%20anagallis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [581,"ASTERACEAE","Eremanthus argenteus","MacLeish & H.Schumach.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de Campos Rupestre e Cerrados do Estado de Goiás. Apresenta EOO restrito (389,62 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O uso do fogo de forma indiscriminada é frequente e pode causar reduções da AOO, EOO e do número de subpopulações, além de alterar as condições ótimas para a sobrevivência da espécie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20argenteus","Cerrado"],
    [582,"ASTERACEAE","Eremanthus capitatus","(Spreng.) MacLeish","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20capitatus","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [583,"ASTERACEAE","Eremanthus crotonoides","(DC.) Sch.Bip.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20crotonoides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [584,"ASTERACEAE","Eremanthus leucodendron","Mattf.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre em áreas de Carrasco e Campo Rupestre, sobre rochas na base de encostas no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita (EOO=964,86 km², AOO=36 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas realizadas com a utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha vêm causando declínio da AOO, EOO e da qualidade do habitat.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20leucodendron","Cerrado"],
    [585,"ASTERACEAE","Eremanthus polycephalus","(DC.) MacLeish","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre apenas no Estado de Minas Gerais. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça que consideram a agricultura e aocupação desordenada ameaças diretas, podendo resultar na redução considerável das subpopulações existentes, o que levaria a espécie a uma categoriade maior risco em um futuro próximo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20polycephalus","Cerrado"],
    [586,"ASTERACEAE","Eremanthus seidelii","MacLeish & H.Schumach.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Endêmica dos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, a espécie tem EOO restrito a 15.824,24 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A degradação e perda do habitat da espécie são as principais ameaças incidentes.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20seidelii","Cerrado"],
    [587,"ASTERACEAE","Eupatorium lineatum","Sch.Bip. ex Baker","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é citada como muito frequente, no entanto apresenta apenas dois registros de coleta. Recomenda-se estudos populacionais para uma avaliação de risco consistente.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eupatorium%20lineatum","Cerrado"],
    [588,"ASTERACEAE","Fleischmannia remotifolia","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fleischmannia%20remotifolia","Mata Atlântica"],
    [589,"ASTERACEAE","Gardnerina angustata","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gardnerina%20angustata","Cerrado"],
    [590,"ASTERACEAE","Gochnatia argyrea","(Dusen ex Malme) Cabrera","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado do Paraná, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, e tem distribuição restrita (EOO=595,81 km², AOO=24 Km²). A espécie sofre o declínio contínuo da qualidade do habitat, decorrente da introdução de monoculturas e a implantação de pastagens e campos agrícolas, além de ter enfrentado intenso desmatamento desde a colonização do país até os dias de hoje.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20argyrea","Mata Atlântica"],
    [591,"ASTERACEAE","Gochnatia cordata","Less.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil tem ocorrência restrita ao Estado do Rio Grande do Sul, em Campo Arenoso e Formações Campestres. Tem EOO calculado em 3.215,72 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A expansão das atividades agrícolas e introdução de espécies exóticas vêm causando o declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20cordata","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [592,"ASTERACEAE","Gochnatia hatschbachii","Cabrera","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","As áreas de Floresta Estacional Semidecidual em que a espécie ocorre, na Serra do Cipó (MG), vem sofrendo com a ocorrência de incêndios, o corte seletivo e a expansão de atividades agropecuárias. A espécie apresenta EOO restrito (6.820,76 km²) e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. As ameaças incidentes sobre a espécie e seu habitat causam declínio do EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20hatschbachii","Cerrado"],
    [593,"ASTERACEAE","Gochnatia mollisima","(Malme) Cabrera","CR","C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos Nativos do Pampa, que vêm sendo progressivamente degradado nas últimas décadas devido àexpansão das atividades agrícolas e silviculturais, e à invasão por espéciesexóticas, que causam o declínio contínuo da qualidade do habitat e do número de subpopulações da espécie. Foi encontrada uma população após 50 anos sem conhecimento da espécie, constituída por cerca de 50 indivíduos ocorrendo em meio à vegetação campestre, sobre encosta de morro granítico, a uma altitude de cerca de 100 m. Portanto a espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), por apresentar menos de 250 indivíduos, 100% dos quais em uma única população, tornando-a extremamente suscetível aos eventos estocásticos e às ameaças incidentes nos locais de ocorrência.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20mollisima","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [594,"ASTERACEAE","Gochnatia orbiculata","(Malme) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20orbiculata","Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [595,"ASTERACEAE","Gochnatia polymorpha subsp. polymorpha","(Less.) Cabrera","LC","","Tainan Messina","","A espécie é amplamente distribuída em todos os Estados das regiões Sul e Sudeste, e também ocorre no Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia e Pernambuco.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20polymorpha%20subsp.%20polymorpha","Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [596,"ASTERACEAE","Gochnatia ramboi","Cabrera","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está sujeita a três situações de ameaça e sua região de ocorrência da espécie sofre queimadas frequentes e o impacto da pecuária. Portanto, caso as ameaças não sejam controladas, Gochnatia ramboi poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20ramboi","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [597,"ASTERACEAE","Gochnatia rotundifolia","Less.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Além disso, sua região de ocorrência sofre queimadas frequentes e o impacto da pecuária. Portanto, caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20rotundifolia","Cerrado"],
    [598,"ASTERACEAE","Gochnatia sordida","(Less.) Cabrera","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Foram identificadas apenas duas situações de ameaça, tendo em vista a ocorrência ou ausência em unidade de conservação (SNUC). A espécie está sujeita à de perda de habitat decorrente da expansão das atividades agropecuárias e silviculturais que vêm reduzindo drasticamente as áreas de vegetação campestre da região dos Campos Gerais do Estado do Paraná. As áreas remanescentes estão hoje ameaçadas pela invasão de espécies exóticas. Assim, recomendam-se maiores estudos sobre a distribuição da espécie. Gochnatia sordida pode ocorrer também nos Estados da Bahia e São Paulo.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20sordida","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [599,"ASTERACEAE","Grazielia schultzii","R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grazielia%20schultzii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [600,"ASTERACEAE","Gyptis vernoniopsis","(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica das Formações Campestres dos Estados de São Paulo, e Paraná, e pode ocorrer nos Estados do Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. Suspeita-se que  a AOO seja menor que 500 Km². Foram consideradas duas situações de ameaça, tendo em vista a presença ou ausência da espécie em unidades de conservação (SNUC) (que podem a longo prazo garantir o desaceleramento de processos de supressão da vegetação) e a introdução de campos agrícolas nas áreas de ocorrência da espécie. A espécie está sujeita ao declínio contínuo da EOO, AOO e da qualidade do habitat. Recomenda-se maiores estudos populacionais a fim de verificar se as populações localizadas fora das unidades de conservação se encontram estáveis.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyptis%20vernoniopsis","Cerrado"],
    [601,"ASTERACEAE","Hatschbachiella polyclada","(Dusén ex Malme) R.M.King & H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais e Paraná, com EOO de 71.870 km² e AOO de 60 km², em mais de 10 situações de ameaça. Subarbusto campestre, perene, habita o Cerradopróximo a afloramentos rochosos, nos campos de altitude e nos campos de cima daserra. Seu habitat vem sendo deteriorado pela mineração, pela agricultura,pecuária e suas consequentes queimadas. Embora encontrada em unidade de conservação (SNUC), a planta é considerada rara no Paraná, e deve ser acompanhada parauma possível mudança de categoria.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatschbachiella%20polyclada","Cerrado"],
    [602,"ASTERACEAE","Hatschbachiella tweedieana","(Hook. & Arn.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatschbachiella%20tweedieana","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [603,"ASTERACEAE","Heterocoma albida","(DC. ex Pers.) DC.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Caraça, com AOO de 8 km², em um local em situação deameaça. Embora em unidade de conservação (SNUC), a região de ocorrência da espécie jáfoi drasticamente degrada devido à atividade de mineração e às constantesqueimadas.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocoma%20albida","Cerrado"],
    [604,"ASTERACEAE","Heterocondylus amphidyctius","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20amphidyctius","Cerrado"],
    [605,"ASTERACEAE","Heterocondylus lysimachioides","(Chodat) R.M.King & H.Rob.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, aespécie ocorre no Paraguai e, no Brasil, em São Paulo, Minas Gerais e MatoGrosso do Sul, com AOO de 12 km². Pelos dados de coleta, a espécie foiencontrada em três locais em situação de ameaça, há mais de 40 anos, no Cerrado e na Mata Atlântica, ambientes que vêm sendo degradados e substituídos por pastagens e pela agriculturaextensiva. Sugerimos mais estudos sobre a espécie e uma possível mudança decategoria.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20lysimachioides","Cerrado"],
    [606,"ASTERACEAE","Heterocondylus pumilus","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20pumilus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [607,"ASTERACEAE","Hoehnephytum almasense","D.J.N.Hind","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado daBahia, no Pico das Almas da Chapada Diamantina, com EOO de 5.687,90 km² e AOO de 48 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. A região de ocorrênciatem sido deteriorada pelas atividades agrícolas, pastagem, extração de madeirae pelo fogo, além do extrativismo de plantas ornamentais e do turismo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehnephytum%20almasense","Caatinga, Cerrado"],
    [608,"ASTERACEAE","Hoehnephytum trixoides","(Gardner) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehnephytum%20trixoides","Cerrado, Caatinga"],
    [609,"ASTERACEAE","Holocheilus hieracioides","(D.Don) Cabrera","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Paraguai, Uruguai,Argentina e, no Brasil, nos Estados do Rio Grande do Sul e, possivelmente, Santa Catarina. Tem EOO de 579,70 km² e AOO de 8 km², estando sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. Erva rosulada, perene, habita os campos inundáveisdos Pampas, bioma que vem sendo degradado pela expansão das atividades agrícolas,silviculturais e de pastagens, com práticas inadequadas de manejo e introduçãode espécies exóticas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20hieracioides","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [610,"ASTERACEAE","Holocheilus monocephalus","Mondin","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Tem EOO de 288,65 km² e AOO de 4 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. Habita os campos úmidos e turfosos,acima de 1000 m, nos Aparados da Serra Geral. O bioma Pampa vem sendo degradadopela expansão das atividades agrícolas, silviculturais e de pastagens, compráticas inadequadas de manejo e introdução de espécies exóticas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20monocephalus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [611,"ASTERACEAE","Holocheilus pinnatifidus","(Less.) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20pinnatifidus","Mata Atlântica"],
    [612,"ASTERACEAE","Hololepis pedunculata","(DC. ex Pers.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hololepis%20pedunculata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [613,"ASTERACEAE","Hysterionica pinnatiloba","Matzenb. & Sobral","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado do Rio Grandedo Sul, tem EOO de 575,98 km² e AOO de 8 km², e pode ser encontrada em dois locais em situação de ameaça.Habita a Mata Atlântica, em campos sobre rochas basálticas. A Mata Atlânticafoi drasticamente reduzida e deteriorada, restando hoje de 7% a 8% de suaárea original. Formam-se pequenas \"ilhas\" de vegetação nativa, fragmentos compopulações isoladas umas das outras. Para muitas espécies, a área agrícola ouurbana circundante de um fragmento pode significar uma barreiraintransponível.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hysterionica%20pinnatiloba","Mata Atlântica"],
    [614,"ASTERACEAE","Hysterionica pinnatisecta","Matzenb. & Sobral","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no município de Lauro Muller, na Serra do Rio do Rastro, Estado de SantaCatarina, e tem AOO de 8 km², sendo encontrada em um local em situação de ameaça. Planta rara, habita os Campos de Cima da Serra, crescendo preferencialmenteem fendas de penhascos basálticos. A vegetação nativa da região de ocorrência tem sido retirada para a mineração de carvão.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hysterionica%20pinnatisecta","Mata Atlântica"],
    [615,"ASTERACEAE","Ianthopappus corymbosus","(Less.) Roque & D.J.N.Hind","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Uruguai, na Argentina e, no Brasil, no Estado do Rio Grande do Sul, com EOO de 291,34 km² e AOO de 4 km², sendo encontrada em um local em situação de ameaça. Plantacaméfita, subarbustiva e campestre, é frequente em áreas alagadas.Seu habitat vem sendo degradado pela expansão das atividades agrícolas,silviculturais e pastagens, com práticas inadequadas de manejo e introduçãode espécies exóticas.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ianthopappus%20corymbosus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [616,"ASTERACEAE","Ichthyothere connata","S.F.Blake","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20connata","Cerrado"],
    [617,"ASTERACEAE","Ichthyothere elliptica","H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Goiás e, possivelmente, no Distrito Federal. Tem distribuição restrita (AOO=32 km²), em menos de cincolocais em situação de ameaça. Habita o Cerrado, em áreas de Campos Rupestres. Emboraencontrada em unidade de conservação, a espécie sofre ameaça com o declínio e a deterioração de seu habitat pelas queimadas e pela introdução de espéciesexóticas para a implantação de agricultura extensiva e pecuária, além damineração e do turismo.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20elliptica","Cerrado"],
    [618,"ASTERACEAE","Ichthyothere integrifolia","(DC.) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20integrifolia","Cerrado"],
    [619,"ASTERACEAE","Idiothamnus pseudorgyalis","R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Idiothamnus%20pseudorgyalis","Mata Atlântica"],
    [620,"ASTERACEAE","Inulopsis camporum","(Gardner) G.L.Nesom","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inulopsis%20camporum","Cerrado"],
    [621,"ASTERACEAE","Inulopsis scaposa","(DC.) O.Hoffm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inulopsis%20scaposa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [622,"ASTERACEAE","Isostigma crithmifolium","Less.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre noParaguai, Uruguai, Argentina e Brasil, nos Pampas do Rio Grande do Sul. Devido à escassez de dados sobre a distribuição da espécie, a avaliação não podeser realizada. Sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20crithmifolium","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [623,"ASTERACEAE","Isostigma peucedanifolium","(Spreng.) Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20peucedanifolium","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [624,"ASTERACEAE","Isostigma speciosum","Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20speciosum","Cerrado"],
    [625,"ASTERACEAE","Koanophyllon adamantium","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Koanophyllon%20adamantium","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [626,"ASTERACEAE","Lepidaploa adamantium","(Gardner) H.Rob.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser concluída.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20adamantium","Cerrado"],
    [627,"ASTERACEAE","Lepidaploa almasensis","(D.J.N.Hind) H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no município de Rio de Contas, no Pico das Almas, Estado daBahia. Tem distribuição restrita (AOO=8 km²), em um local em situação de ameaça. A área de ocorrência vem sofrendo deterioraçãopela agricultura, pelo cultivo de frutas, pela pastagem e pelo fogo usado paraimplantar estas culturas, além da retirada de madeira para lenha e de plantasornamentais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20almasensis","Caatinga"],
    [628,"ASTERACEAE","Lepidaploa aurea","(Mart. ex DC.) H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deTocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais, Rio deJaneiro e São Paulo, com EOO de 514.701 km² e AOO de 404 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Habita a Mata Atlântica e o Cerrado, em bordas dematas de galeria, nos campos limpos, campos sujos e campos rupestres, inclusiveem unidades de conservação (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20aurea","Cerrado, Caatinga"],
    [629,"ASTERACEAE","Lepidaploa chamissonis","(Less.) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com EOO de 319.535 km² e AOO de 112 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Embora fora dos limites devulnerabilidade, por habitar o Cerrado, sofre pressão por degradação ediminuição de seu habitat. Sugerimos estudos populacionais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20chamissonis","Mata Atlântica"],
    [630,"ASTERACEAE","Lepidaploa cotoneaster","(Willd. ex Spreng.) H.Rob.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nas regiõesNordeste e Sudeste, com EOO de 2.134.399 km² e AOO de 916 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20cotoneaster","Caatinga, Cerrado"],
    [631,"ASTERACEAE","Lepidaploa gnaphalioides","(Sch.Bip. ex Baker) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais e, possivelmente, Rio de Janeiro. Tem EOO de 502,60 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Embora presente em unidade de conservação (SNUC),a redução e deterioração do habitat, primeiro pela mineração, hoje peloturismo, pela agricultura de subsistência e pelas queimadas que a seguem, são suasprincipais ameaças.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20gnaphalioides","Cerrado"],
    [632,"ASTERACEAE","Lepidaploa luetzelburgii","(Mattf.) H.Rob.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados a avaliação não pode serconcluída.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20luetzelburgii","Cerrado"],
    [633,"ASTERACEAE","Lepidaploa pseudaurea","(D.J.N.Hind) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos municípios de Rio de Contas e Morro do Chapéu, no Estado da Bahia. Tem EOO de 3.966,82 km² e AOO de 20 km², sendo encontrada emmenos de cinco locais em situação de ameaça. A área de ocorrência vem sofrendodeterioração pela agricultura, pelo cultivo de frutas, pela pastagem e pelo fogo usadopara implantar estas culturas, além da retirada de madeira para lenha e de plantasornamentais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20pseudaurea","Cerrado, Caatinga"],
    [634,"ASTERACEAE","Lepidaploa spixiana","(Mart. ex DC.) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 235,74 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada emmenos de cinco locais em situação de ameaça. Embora presente em unidade deconservação (SNUC), a espécie encontra-se sob ameaça pela redução e deterioração deseu habitat, pela mineração, pelo turismo, pela agricultura de subsistência e pelasqueimadas que a seguem.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20spixiana","Cerrado"],
    [635,"ASTERACEAE","Leptostelma catharinensis","(Cabrera) A.M.Teles & Sobral","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécieocorre no Estado de Santa Catarina e ocupa área (AOO) de 16 km². Segundo a informação disponível, a estrutura populacional da espécie está severamente fragmentada devido àdeterioração de seu habitat pela agricultura e pela extração de madeira parauso do carvão. As coletas registradas em herbário são antigas, de cerca de 60anos atrás. É encontrada em apenas uma unidade de conservação (SNUC).","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptostelma%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [636,"ASTERACEAE","Lessingianthus adenophyllus","(Mart. ex DC.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécieocorre nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais, com AOO de 36 km², sendo encontrada em menos dedez locais em situação de ameaça. Categorizada como \"Em Perigo\" (EN), por habitaro Cerrado e especialmente a Cadeia do Espinhaço em áreas de Campos Rupestres, ambientesujeito à pressão antrópica pelo turismo, pelas queimadas, pelas plantações demonoculturas, pelo extrativismo e pela agricultura de subsistência. Embora encontradaem unidade de conservação (SNUC), sua sobrevivência não está assegurada.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20adenophyllus","Cerrado"],
    [637,"ASTERACEAE","Lessingianthus asteriflorus","(Mart. ex DC.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Gustavo Martinelli","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, com AOO de 68 km². Foram identificadas duas situações de ameaça distintas, considerando a dinâmica de perda e degradação dos Campos Sulinos, no estado Rio Grande do Sul, diferente da realidade encontrada nos Estados de São Paulo e Paraná.  A espécie habita áreas de Cerrado e os Pampas, ambientesaltamente deteriorados e reduzidos pela substituição da vegetação original porplantações e pastagens. Há registros de coleta muito antigos, de 1914 e 1928, no Paraná, onde não existe mais a vegetação original. Além disso, não é encontradaem unidade de conservação (SNUC). Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20asteriflorus","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [638,"ASTERACEAE","Lessingianthus constrictus","(Matzenb. & Mafiol.) Dematt.","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundoinformação disponível, a espécie é rara e habita os Pampas do Rio Grande do Sul,em dois municípios, com EOO de 14,61 km². É encontrada em um local em situação de ameaça, uma vez que não está protegida por unidades de conservação. A espécie ocorre em vegetação de Restinga, habitat que vem sendoreduzido e deteriorado.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20constrictus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [639,"ASTERACEAE","Lessingianthus eitenii","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Distrito Federal e no Estado de Goiás, com EOO de15.322,14 km² e AOO de 56 km², em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Habitao cerrado, que vem sendo deteriorado, reduzido e invadido por espéciesexóticas. Segundo informação disponível, várias áreas que mantinham remanescentessignificativos de vegetação nativa de Brasília, desde sua fundação,desapareceram nos últimos anos e outras continuam desaparecendo rapidamente. A espécie é encontrada no Parque Nacional de Brasília.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20eitenii","Cerrado"],
    [640,"ASTERACEAE","Lessingianthus elegans","(Gardner) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Bahia,Minas Gerais, São Paulo e Paraná, com EOO de 1.483.388 km² e AOO de 308 km², em maisde 10 locais em situação de ameaça. Habita a Caatinga e o Cerrado, e emborafora dos limites de vulnerabilidade e encontrada em quatro unidades de conservação (SNUC), os habitats da espécie que vêm sendodeteriorados e reduzidos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20elegans","Cerrado, Caatinga"],
    [641,"ASTERACEAE","Lessingianthus exiguus","(Cabrera) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Bahia, Paraná, Santa Catarina, e, possivelmente, no Estado de São Paulo. Tem AOO de 44 km², e pode ser encontrada em menos de 10 locaisem situação de ameaça. Habita o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, em áreas campestres como Campos Limpos e Sujos, Campos Rupestres e Campos de Altitude, assim como nas bordas dasflorestas. Considerando-seque os habitats da espécie vêm sendo deterioradose reduzidos, como a Floresta Ombrófila Mista (Floresta de Araucária),cujos remanescentes florestais não perfazem mais do que 1% da área original, epor ser encontrada em duas unidadesde conservação (SNUC), foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20exiguus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [642,"ASTERACEAE","Lessingianthus grandiflorus","(Less.) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grossodo Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, com EOO de 701.733 km² e AOO de 224 km²,em mais de 10 locais em situação de ameaça. A degradação do solo e dos ecossistemas nativos e a dispersão deespécies exóticas são as maiores e mais amplas ameaças à biodiversidade. O desmatamento noPantanal para a formação de pastagens, com a introdução de gramíneas exóticas,já removeu cerca de 40% das florestas e savanas. A implementação do gasoduto Brasil- Bolívia permitirá o crescimento da exploração de ferro e manganêsna Serra do Urucum - MS e a instalação de indústrias petroquímicas,eventos que intensificarão a perda de habitat já verificada no Pantanal e navegetação do entorno (Harris et al, 2008). É necessário que estudospopulacionais sejam realizados para uma possível mudança de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20grandiflorus","Cerrado, Pantanal"],
    [643,"ASTERACEAE","Lessingianthus irwinii","(G.M.Barroso) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Distrito Federal e nos Estados de Goiás e Minas Gerais. Tem EOO de 27.035,73 km² e AOO de 40 km², em menos de dez locais em situação de ameaça.Habita o Cerrado, que vem sendo deteriorado, reduzido e invadido por espéciesexóticas. Segundo a informação disponível, várias áreas que mantinham remanescentessignificativos de vegetação nativa de Brasília, desde sua fundação,desapareceram nos últimos anos e outras continuam desaparecendo rapidamente. Éencontrada em quatro unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20irwinii","Cerrado"],
    [644,"ASTERACEAE","Lessingianthus niederleinii","(Hieron.) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paranáe Rio Grande do Sul com EOO de 659.519 km² e AOO de 96 km², em mais de 10 locaisem situação de ameaça. A degradação do Cerrado para implantação de agricultura extensivae pecuária são uma grande ameaça às espécies nativas. O desmatamento noPantanal para a formação de pastagens, com a introdução de gramíneas exóticas,já removeu cerca de 40% das florestas e savanas. A implementação do gasoduto Brasil- Bolívia permitirá o crescimento da exploração de ferro e manganêsna Serra do Urucum - MS e a instalação de indústrias petroquímicas,eventos que intensificarão a perda de habitat já verificada no Pantanal e navegetação do entorno (Harris et al, 2008). Nas últimas décadas, cerca demetade da superfície originalmente coberta com os Campos no Estado do RioGrande do Sul foi transformada em outros tipos de cobertura vegetal. Énecessário que estudos populacionais sejam realizados para uma possível mudançade categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20niederleinii","Cerrado, Pantanal"],
    [645,"ASTERACEAE","Lessingianthus pumillus","(Vell.) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Mato Grosso do Sul, MinasGerais, Paraná e, possivelmente, São Paulo e Goiás. Tem AOO de 44 km², em menos de 10 locais em situação de ameaça. Habita o Cerrado, a Mata Atlântica e possivelmente o Pantanal, em habitat quevêm sofrendo forte redução e deterioração (espécies exóticas invasoras de alto poder competititvo e redução de áreas naturais). O desmatamento noPantanal para a formação de pastagens com a introdução de gramíneas exóticas, por exemplo, já removeu cerca de 40% das florestas e savanas da região, enquanto o Espinhaço sofre com os impactos da especulação e expansão imobiliária indiscriminada. Está presente em ao menos quatrounidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20pumillus","Cerrado, Pantanal"],
    [646,"ASTERACEAE","Lessingianthus reitzianus","(Cabrera) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, mas ocupa uma área (AOO) de apenas 32 km². É encontrada emmenos de dez locais em situação de ameaça, em Formações Campestres de Altitude.A vegetaçãonativa está descaracterizada e fragmentada, principalmente devido ao processo de degradação pelas atividades de agricultura, extração de carvão mineral e turismo. O estabelecimento descontrolado de áreasde acampamento, a abertura de trilhas e atalhos, o uso inadequado do fogo e a coletade espécies vegetais para uso ornamental geram impactos que podem seragravados com o estabelecimento de espécies exóticas invasoras, que tendem a se propagar com maior vigor que a vegetação nativa emregeneração. As obras de infraestruturade telecomunicações também ameaçam os ecossistemas em regiões montanhosas. A espécie é encontrada em uma unidade deconservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20reitzianus","Mata Atlântica"],
    [647,"ASTERACEAE","Lessingianthus rosmarinifolius","(Less.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço, nos Estados de Minas Gerais eBahia, com AOO de 52 km², entre 1500 m e 1750 m de altitude. Segundo a informaçãodisponível, a estrutura populacional da espécie encontra-se severamente fragmentada, em menos de 10 locais em situação de ameaça. O Espinhaço é marcado por uma ocupação humana antiga, vinculada à extração de ouro ou diamantes. Contudo, o declínio das jazidas nofinal do século XIX fez com que as cidades perderam importância. Hoje elas tem no turismosua principal atividade econômica, além da agricultura de subsistência e doextrativismo. Estas áreas estão sujeitas a queimadas frequentes e, em alguns pontos,estão sendo substituídas por monoculturas de eucaliptos e pinheiros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20rosmarinifolius","Cerrado, Caatinga"],
    [648,"ASTERACEAE","Lessingianthus souzae","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre na Chapada dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso de Goiás, no Estado de Goiás, a 1.250 m dealtitude, com AOO de 20 km². Segundo a informação disponível, a população da espécie encontra-seseveramente fragmentada e sua principal ameaça é o fogo, que vem causando declínio contínuo da qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20souzae","Cerrado"],
    [649,"ASTERACEAE","Lessingianthus stoechas","(Mart. ex Baker) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","NoBrasil, a espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Goiás, nos CamposRupestres, com AOO de 64 km², em menos de 10 locais em situação de ameaça. Aperda e degradação do habitat levaram à fragmentação e vulnerabilidade, a despeito da presença da espécie em três unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20stoechas","Cerrado"],
    [650,"ASTERACEAE","Lessingianthus subcarduoides","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","NoBrasil, a espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e possivelmente São Paulo, em áreas de Campos Rupestres, a1.200 m de altitude, com EOO de 535,38 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Na região central do Espinhaço, as principais ameaças são amineração, a expansão urbana, o turismo, a criação de gado e as queimadas.Está presente em uma unidade de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20subcarduoides","Cerrado"],
    [651,"ASTERACEAE","Lessingianthus venosissimus","(Sch.Bip. ex Baker) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso Minas Gerais e possivelmente Acre. Tem distribuição restrita em habitat específico (AOO=36 km²), e pode ser encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, que vem sendodeteriorados, reduzidos e invadidos por espécies exóticas. Segundo a informaçãodisponível, váriasáreas que mantinham remanescentes significativos de vegetação nativa deBrasília, desde sua fundação, desapareceram nos últimos anos e outras continuamdesaparecendo rapidamente. É encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20venosissimus","Cerrado"],
    [652,"ASTERACEAE","Lessingianthus westermanii","(Ekman & Dusén ex Malme) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado do Paraná, com EOO de 557,45 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. A degradação do Cerrado para implantaçãode agricultura extensiva e pecuária e a introdução de espécies exóticas são ameaçasàs espécies nativas. É encontrada em duas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20westermanii","Cerrado"],
    [653,"ASTERACEAE","Lessingianthus zuccarinianus","(Mart. ex DC.) H.Rob.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Subarbusto perene, ocorre em ambientes savânicos nas RegiõesSudeste e Centro-Oeste, com AOO de 36 km², sendo encontrada em menos de 10 locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, que vemsendo deteriorados, reduzidos e invadidos por espécies exóticas. A espécie não possui sub populações protegidas dentro dos limites de nenhuma unidade de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20zuccarinianus","Cerrado"],
    [654,"ASTERACEAE","Lomatozona artemisiifolia","Baker","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre naSerra Dourada, nos municípios de Mossâmedes, Serranópolis, e Jataí, no Estado de Goiás. Tem EOO de 527,34 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em dois locais em situação de ameaça. Habitao Cerrado, cuja redução e deterioração vêm ameaçando a sobrevivência daespécie. A degradação do solo pelo manejo inadequado para a implantação da agriculturae pecuária, com o uso do fogo, a erosão que o segue e o plantio de gramíneasafricanas, além de outras atividades antrópicas, são ameaças aos ecossistemas nativos.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lomatozona%20artemisiifolia","Cerrado"],
    [655,"ASTERACEAE","Lulia nervosa","(Less.) Zardini","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorrenos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com AOO de 36 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. É encontrada nos Campos deAltitude da Mata Atlântica, habitat que vem sendo deteriorado e reduzido, como a FlorestaOmbrófila Mista (Floresta de Araucária), cujos remanescentes florestais nãoperfazem mais do que 1% da área original. Não foram registradas coletas emunidade de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lulia%20nervosa","Mata Atlântica"],
    [656,"ASTERACEAE","Lychnophora albertinioides","Gardner","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, aespécie é conhecida apenas por três coletas da primeira metade do século XIX, no Estado de Minas Gerais, nos municípios de Diamantina, Vila de Itambé (em 1840) e São Gonçalo do RioPreto. Tem AOO de 4 km², sendo encontrada em apenas um local em situação de ameaça. A redução edeterioração do Cerrado na região do Espinhaço têm como principais causas amineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e asqueimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20albertinioides","Cerrado"],
    [657,"ASTERACEAE","Lychnophora blanchetii","Sch.Bip.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é conhecida apenaspela coleta tipo. Por falta de dados a avaliação não pode ser conduzida.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20blanchetii","Cerrado"],
    [658,"ASTERACEAE","Lychnophora brunioides","Mart.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, no Pico do Itambé, com AOO de 8 km², em um local em situação de ameaça.Habita o Cerrado, nos Campos Rupestres, onde a redução e deterioração têm comoprincipais causas a mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criaçãode gado e as queimadas. Possui registros em ao menos uma Unidades de Conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20brunioides","Cerrado"],
    [659,"ASTERACEAE","Lychnophora crispa","Mattf.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado da Bahia, na ChapadaDiamantina e, possivelmente, no Estado de Minas Gerais, município de Grão Mogol. Tem EOO de 541,58 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em dois locais em situação de ameaça. Habita a Caatinga e, possivelmente, o Cerrado onde, segundo informaçãodisponível, sua população está severamente fragmentada pela degradação e diminuição do habitat.Tal deterioração há muito vem ocorrendo em função da mineração, das atividades agrícolas e pastagens, do fogo, da extração de madeira e lenha e da extração ilegal de plantas ornamentais. Mesmo estando em unidade de conservação (SNUC), as ameaças persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20crispa","Cerrado, Caatinga"],
    [660,"ASTERACEAE","Lychnophora diamantinana","Coile & Jones","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos arredores do município de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 203,45 km² e AOO de 16 km², sendo encontrada em um local emsituação de ameaça. Habita o Cerrado nos Campos Rupestres, entre 950 e 1500 m dealtitude, numa região onde foram identificadascomo principais ameaças a mineração, a expansão urbana, o turismodescontrolado, a criação de gado e as queimadas. A espécie tem potencial valor econômico por apresentar diferentes compostosorgânicos com efeitos antinociceptivos e anticonvulsivantes.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20diamantinana","Cerrado"],
    [661,"ASTERACEAE","Lychnophora ericoides","Mart.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorrenos Estados de Goiás, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais e São Paulo com EOOde 423.832 km² e AOO de 264 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça.Habita o Cerrado nos campos rupestres, entre 700 e 1500 m de altitude. Emboraencontrada em unidades de conservação (SNUC) e fora dos parâmetros de vulnerabilidade,seu habitat vem sofrendo degradação e diminuição por atividades antrópicas comoa mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado,a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20ericoides","Cerrado"],
    [662,"ASTERACEAE","Lychnophora gardneri","Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na porção Sulda Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 1.135,65 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em cincolocais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, ambienteameaçado por ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20gardneri","Cerrado"],
    [663,"ASTERACEAE","Lychnophora granmogolensis","(Duarte) Semir","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados daBahia e Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaço, com AOO de 52 km², sendo encontrada em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres doCerrado, entre 700 e 1240 m de altitude, ambiente ameaçado por ações antrópicas como a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas. Não há registros da espécie em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20granmogolensis","Cerrado, Caatinga"],
    [664,"ASTERACEAE","Lychnophora humillima","Sch.Bip.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, município de Santana do Riacho, Parque Nacional da Serra do Cipó,com EOO de 536,06 km² e AOO de 8 km². É encontrada em um local em situação de ameaça, nos CamposRupestres do Cerrado que, embora inseridos em uma unidade de conservação (SNUC), sofrem pressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20humillima","Cerrado"],
    [665,"ASTERACEAE","Lychnophora markgravii","G.M.Barroso","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, nas Serras da Canastra, nos municípios de Cabral e Grão Mogol, com EOO de 2.124,70 km²e AOO de 36 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. Habita osCampos Rupestres do Cerrado que, embora inseridos em uma unidade de conservação, sofrempressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20markgravii","Cerrado"],
    [666,"ASTERACEAE","Lychnophora martiana","Gardner","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na região do município de Diamantina, com EOO de 3.962,71 km² e AOO de 16 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, ameaçadospela pressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20martiana","Cerrado"],
    [667,"ASTERACEAE","Lychnophora mello-barretoi","G.M.Barroso","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 327,88 km² e AOO de 20 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, acerca de 1300 m de altitude, cujas principais ameaças são a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas em consequência destas atividades.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20mello-barretoi","Cerrado"],
    [668,"ASTERACEAE","Lychnophora passerina","(Mart. ex DC.) Gardner","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados daBahia e Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaço, com EOO de 89.837 km² e AOO de 236 km²,em mais de 10 locais em situação de ameaça. Habita os campos rupestres doCerrado, e mesmo sendo encontrada em cinco unidades de conservação (SNUC), sugerimosestudos populacionais e uma futura revisão da categoria indicada.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20passerina","Cerrado, Caatinga"],
    [669,"ASTERACEAE","Lychnophora phylicifolia","DC.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser concluída.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20phylicifolia","Caatinga"],
    [670,"ASTERACEAE","Lychnophora pinaster","Mart.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, com EOO de 28.270 km² e AOO de 168 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça. Habita os campos rupestres do Cerrado, e mesmo sendoencontrada em quatro unidades de conservação (SNUC), está sob a pressão da mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.Sugerimos estudos populacionais e uma futura revisão da categoria indicada.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20pinaster","Cerrado"],
    [671,"ASTERACEAE","Lychnophora pohlii","Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, no planalto de Diamantina e adjacências, com EOO de 2.699,12 km² e AOOde 44 km², sendo encontrada em cinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres doCerrado, ameaçados pela pressão das ações antrópicas comoa mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação degado e as queimadas em consequência destas atividades.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20pohlii","Cerrado"],
    [672,"ASTERACEAE","Lychnophora ramosissima","Gardner","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, aespécie ocorre no Estado de Minas Gerais na região dos municípios de Diamantina e Grão Mogol. Durante160 anos, só foi conhecida pela coleta tipo mas, em 2008, foi recoletada por um especialista. Por ser encontrada em apenas dois locais em situação de ameaça, com tão rara ocorrência e em habitat vulnerável, são sugeridos estudos populacionais e revisão da área de ocorrênciapara uma futura mudança de categoria.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20ramosissima","Cerrado"],
    [673,"ASTERACEAE","Lychnophora regis","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado daBahia, na Chapada Diamantina, com EOO de 1.097,33km² e AOO de 28 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres e sofre a ameaçade degradação e diminuição do habitat. Tal deterioração há muito vem ocorrendo pela mineração, pelas atividades agrícolas e pastagens,pelo fogo, pela extração de madeira e lenha e pela extração ilegal de plantasornamentais. Mesmo estando em unidade de conservação, as ameaças persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20regis","Caatinga"],
    [674,"ASTERACEAE","Lychnophora reticulata","Gardner","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó, Serra da Canastra e Pico do Itacolomi, com EOO de 539,12 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Habita as Formações Campestres do Cerrado e da Mata Atlântica, ameaçadas pela pressão das ações antrópicas comoa mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação degado e as queimadas. Segundo informação disponível, a espécie foi citada como \"Provavelmente extinta\" na Lista Vermelha da flora ameaçada do Estado de MinasGerais. Embora presente em duas unidades de conservação (SNUC), sua preservação nãoestá assegurada. São sugeridos mais estudos sobre a espécie e uma possível mudança decategoria.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20reticulata","Cerrado"],
    [675,"ASTERACEAE","Lychnophora rosmarinifolia","Mart.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lychnophora rosmarinifolia ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó e na Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, com AOO de 40 km², sendo encontrada em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Habita Formações Campestres no Cerrado, na Caatinga e na Mata Atlântica, habitat ameaçado pela pressão das ações antrópicas como a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas. Embora presente em duas unidades de conservação (SNUC), as ameaças persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20rosmarinifolia","Cerrado, Caatinga"],
    [676,"ASTERACEAE","Lychnophora santosii","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado daBahia, na Chapada Diamantina, com EOO de 2.336,78 km² e AOO de 44 km², sendo encontrada em menos de cincolocais em situação de ameaça. Habita as formações campestres da Caatinga e, possivelmente, do Cerrado, ambientes ameaçadospela pressão das ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas. Éconsiderada uma espécie rara e, embora presente em unidades de conservação (SNUC), as ameaças persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20santosii","Caatinga"],
    [677,"ASTERACEAE","Lychnophora sellowii","Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipó e no Planalto de Diamantina, com EOO de 4.827,44 km²e AOO de 52 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Habita osCampos Rupestres do Cerrado, e algumas áreas de Mata Atlântica, entre 1.150 e 1.350 m de altitude. Enfrenta ameaças deações antrópicas como a mineração, aexpansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas. Emborapresente em unidade de conservação (SNUC), as ameaçaspersistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20sellowii","Cerrado"],
    [678,"ASTERACEAE","Lychnophora sericea","D.J.N.Hind","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado daBahia, entre os municípios de Mucugê e Rio de Contas, com AOO de 8 km², sendo encontrada em umlocal em situação de ameaça. Vive a 1.800 m de altitude, em Formações Campestres e, mesmo estando dentro de uma unidade de conservação (SNUC), sua sobrevivência não estáassegurada.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20sericea","Caatinga"],
    [679,"ASTERACEAE","Lychnophora souzae","H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, no Planalto de Diamantina, com AOO de 4 km², sendo encontrada em um local em situaçãode ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, a 1.300 m de altitude, sobameaça de ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.Embora presente no Parque Estadual de Biribiri, asameaças persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20souzae","Cerrado"],
    [680,"ASTERACEAE","Lychnophora syncephala","(Sch.Bip.) Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porção sul da Cadeia do Espinhaço, com EOO de 583,32 km², sendo encontrada em doislocais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, entre 800e 1200 m de altitude. Embora presente em unidade de conservação (SNUC), a diminuição edegradação do habitat são sua principal ameaça, resultante de ações antrópicas como a mineração,a expansão urbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20syncephala","Cerrado"],
    [681,"ASTERACEAE","Lychnophora tomentosa","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porção central da Cadeia do Espinhaço, com EOO de 7.522,07 km², em menosde 10 locais em situação de ameaça. Habita os Campos Rupestres do Cerrado,entre 1.000 e 1.300 m de altitude. A diminuição e degradação do habitat são suas principais ameaças, e as causas resultam de açõesantrópicas como a mineração, a expansãourbana, o turismo, a agricultura, a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20tomentosa","Cerrado"],
    [682,"ASTERACEAE","Lychnophora villosissima","Mart.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porção central da Cadeia do Espinhaço, na região do município de Diamantinae nas serras próximo à cidade de Belo Horizonte. Tem AOO de 32 km², sendo encontrada em menos de cinco locaisem situação de ameaça, nos Campos Rupestres do Cerrado. Embora presente emunidade de conservação (SNUC), a diminuição e degradação do habitat são sua principalameaça, resultante de ações antrópicas como a mineração, a expansão urbana, o turismo, a agricultura,a criação de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20villosissima","Cerrado"],
    [683,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis candelabrum","(Sch.Bip.) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, com EOO de 254,11 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situaçãode ameaça. A perda e degradação do habitat são as principais ameaças àespécie. Habita o Cerrado na região daSerra do Cabral, onde a agricultura e a pecuária são praticadas com o uso defogo. Os reflorestamentos de pinus e eucaliptos também são grandes ameaças aos recursos naturais, pois geram danos aos fragmentosflorestais e destroem a vegetação nativa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20candelabrum","Cerrado"],
    [684,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis damazioi","(Beauverd) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, na Serra do Cipó, com EOO de 1,99 km² e AOO de 12 km², sendo encontrada em menos de cincolocais em situação de ameaça. Embora presente em unidade de conservação (SNUC), a perda e degradação do habitat pelas atividades turísticas e ocupação humanapodem ser impactantes sobre a espécie.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20damazioi","Cerrado"],
    [685,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis hatschbachii","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, na região do município de Diamantina, com EOO de 205,24 km² e AOO de 12 km², acima de1.000 m de altitude, no Cerrado. A região de Diamantina tem um histórico deexploração de diamantes nos séc. XVIII e XIX. A atividade garimpeiradegrada o ambiente, destruindo a vegetação e o solo e pondo em risco as espéciesvegetais presentes nestes locais.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20hatschbachii","Cerrado"],
    [686,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis heterotheca","Sch.Bip.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, nas regiões da Serra do Cabral, Diamantina e Serra do Cipó, com EOO de 8.029,82 km²e AOO de 28 km². A perda e degradação do habitat são as principais ameaças àespécie. Dentre as atividadesimpactantes identificadas, destaca-se a agropecuária, o turismo, a lavra dediamantes e outros minérios e a extração de espécies vegetais ornamentais.O desmatamento é um dos grandes problemas da região e representa um entrave para aconservação da Chapada Diamantina. Na região da Serra do Cabral, aagricultura e a pecuária são praticadas com o uso de fogo e áreas são reflorestadas com pinus e eucaliptos.ç Estas são grandes ameaçasaos recursos naturais, geram danos aos fragmentos florestais e destroem avegetação nativa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20heterotheca","Cerrado"],
    [687,"ASTERACEAE","Melanthera latifolia","(Gardner) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica doBrasil ocorrendo também no Paraguai, Bolívia e Argentina. No Brasil ocorre emtodas as regiões, com EOO de 4.422.520 km² e AOO de 360 km². Na Caatinga éutilizada como forrageira. Está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanthera%20latifolia","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [688,"ASTERACEAE","Mikania additicia","B.L.Rob.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi coletada no Estadodo Rio de Janeiro, em 1935 e 1961, no Parque Nacional do Itatiaia, no Estado de MinasGerais, no Caparaó, e no Estado do Paraná (registro de coleta de 1959).Liana, habita as matas de altitude a 2.000 m, com AOO de 12 km². Embora presente em unidadesde conservação, a espécie não está livre de ameaça. Em consequência da fragmentação edimensão da área de ocorrência e dos poucos e antigos registros de coleta, foienquadrada na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20additicia","Mata Atlântica"],
    [689,"ASTERACEAE","Mikania alvimii","R.M.King & H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados daBahia e Goiás, com AOO de 56 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Trata-se de um arbusto que habita os Campos Rupestres no Pico das Almas e em Alto Paraíso,duas regiões ameaçadas pela expansão de atividades agropecuárias e pelaocorrência de queimadas.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20alvimii","Caatinga, Cerrado"],
    [690,"ASTERACEAE","Mikania anethifolia","(DC.) Matzenb.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Uruguai e no Brasil. Em território nacional, está presente no Estado do Rio Grande do Sul, com AOO de 24 km², em cinco locais emsituação de ameaça. Este arbusto cresce nos Campos Sulinos dos Pampas, onde sofre ameaçapela degradação progressiva devido à expansão das atividades agropecuárias, incluindo a introdução de espécies exóticas e as práticas de manejo inadequadas. Estes ecossistemas são muito poucorepresentados em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20anethifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [691,"ASTERACEAE","Mikania argyreiae","DC.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lianaencontrada nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro,São Paulo e Paraná, com AOO de 64 km² Restrita à Mata Atlântica e ao Cerrado, cresce especialmente em áreas de FlorestaOmbrófila Densa e Floresta de Restinga, ambientes extremamente fragmentados porsua deterioração e destruição. Por esse motivo, consideramos que a espécie ocorreem apenas dois locais em situação de ameaça, de acordo com sua presença dentro ou fora de áreas protegidas. Embora representada em unidades deconservação (SNUC) sua sobrevivência não está assegurada.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20argyreiae","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [692,"ASTERACEAE","Mikania biformis","DC.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados dePernambuco, Paraíba, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio deJaneiro e São Paulo, com EOO de 813.860 km² e AOO de 120 km², em mais de 10 locaisem situação de ameaça. Liana presente em diferentes ambientes de MataAtlântica, Caatinga e Cerrado, e em unidades de conservação (SNUC). Embora a área deocorrência esteja dentro do limiar de ameaça, pelo fato de ocorrer em mais de vintemunicípios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20biformis","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [693,"ASTERACEAE","Mikania capricorni","B.L.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de MinasGerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina eRio Grande do Sul, com EOO de 749.554 km² e AOO de 76 km², em mais de 10 locaisem situação de ameaça. Liana presente em diferentes ambientes de MataAtlântica, Pampas e Cerrado, e em unidades de conservação (SNUC). Embora a área deocorrência esteja dentro do limiar de ameaça, pelo fato de ocorrer em mais de 14municípios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20capricorni","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [694,"ASTERACEAE","Mikania chlorolepis","Baker","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em diversospaíses da América do Sul e no Brasil nas regiões Sudeste e Sul, com EOO de 522.666 km²e AOO de 132 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Liana presente emdiferentes ambientes de Mata Atlântica, Pampas e Cerrado, e em unidades de conservação (SNUC). Embora a área de ocorrência esteja dentro do limiar de ameaça,pelo fato de ocorrer em mais de 20 municípios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20chlorolepis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [695,"ASTERACEAE","Mikania cipoensis","G.M.Barroso","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de MinasGerais, na Serra do Cipó, com EOO de 7.918,98 km² e AOO de 72 km², sendo encontrada em menos de cincolocais em situação de ameaça. Este arbusto habita os Campos Rupestres doCerrado, habitat que vem sofrendo deterioração pela mineração, invasão deespécies exóticas, ocorrência de incêndios e expansão urbana.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20cipoensis","Cerrado"],
    [696,"ASTERACEAE","Mikania clematidifolia","Dusén","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Paraná,Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 36 km², sendo encontrada em menosde 10 locais em situação de ameaça. Trata-se de uma liana que habita as Florestas OmbrófilasDensas e os Campos de Altitude da Mata Atlântica. Foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU) pela diminuição e degradaçãodo habitat resultante das ações antrópicas e invasão de espécies exóticas e pelo fato de ocorrer emcerca de 10 municípios, embora a área de ocorrência esteja dentro do limiar de ameaça.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20clematidifolia","Mata Atlântica"],
    [697,"ASTERACEAE","Mikania decumbens","Malme","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, SãoPaulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 330.150 km² e AOOde 92 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça. Arbusto habita a MataAtlântica e o Cerrado, e está presente em unidade de conservação (SNUC). Embora a áreade ocorrência esteja dentro do limiar de ameaça, pelo fato de ocorrer em maisde 14 municípios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20decumbens","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [698,"ASTERACEAE","Mikania dusenii","B.L.Rob.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, a espécie ocorrena Argentina, no Paraguai e, no Brasil, nos Estados do Paraná (coleta realizada em 1916) e Mato Grosso do Sul (coleta realizada em 1970). A AOO é de 8 km². Suspeita-se que esteja extinta no RioGrande do Sul. Liana da Mata Atlântica e dos Pampas, encontrada em Campos Úmidos, Áreas Brejosas e Florestas de Galeria. A vegetaçãocampestre da região dos Campos Gerais do Paraná e as áreas remanescentes sãoameaçadas pela invasão de espécies exóticas, e vêm sendo reduzidasdrasticamente pela expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [699,"ASTERACEAE","Mikania firmula","Baker","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no sul do Estado daBahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Com AOO de 32 km², pode ser encontrada em cerca deoito locais em situação de ameaça. Liana da Mata Atlântica, cresce na Floresta OmbrófilaDensa, habitat severamente impactado em toda a área de ocorrência. Emborapresente em unidade de conservação (SNUC), pela dimensão da área de ocorrência epela ameaças incidentes, a espécie foi incluída na categoria \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20firmula","Mata Atlântica"],
    [700,"ASTERACEAE","Mikania glabra","D.J.N.Hind","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, a espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, com AOO de 12 km². Arbusto dos CamposRupestres do Cerrado, ocorre na região do município de Grão Mogol, estando ameaçadapela ocorrência de queimadas, por atividades de mineração e práticasagropecuárias. As coletas em herbários são antigase não há registro em unidade de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glabra","Cerrado"],
    [701,"ASTERACEAE","Mikania glauca","Mart. ex Baker","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, a espécie é endêmica dos Estado de Minas Gerais e Bahia, com AOO de 80 km², sendo encontrada em cerca de cinco locaisem situação de ameaça. Este arbusto dos Campos Rupestres do Cerrado, na região da Serrado Cipó, é ameaçada pela ocorrência de queimadas, poratividades de mineração e práticas agropecuárias.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glauca","Cerrado"],
    [702,"ASTERACEAE","Mikania glomerata","Spreng.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nas regiões Nordeste, Sudeste,Sul e com registros em Goiás. Liana com EOO de 2.060.359 km² e AOO de 608 km², tambémencontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glomerata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [703,"ASTERACEAE","Mikania hartbergii","W.C.Holmes","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","","A espécie é endêmica de afloramentos rochosos da região do município de Grão Mogol, no Estado de Minas Gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem EOO de 123,30 km². A região de ocorrência da espécie sofre com a transformação da vegetação em áreas para agricultura e pastagem. Suspeita-se que a espécie esteja sofrendo declínio da qualidade do habitat, AOO e EOO. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hartbergii","Caatinga, Cerrado"],
    [704,"ASTERACEAE","Mikania hastato-cordata","Malme","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná, Minas gerais, Rio Grande doSul e, possivelmente, Santa Catarina. Tem AOO de 56 km², sendo encontrada em menos de dez locais em situação deameaça. Liana, habita a Mata Atlântica, o Cerrado e os Pampas, ambientes cujodeclínio nos últimos 10 anos vem causando a redução populacional da espécie,tanto pela diminuição da área de ocupação como pela degradação por açõesantrópicas e invasão de espécies exóticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hastato-cordata","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [705,"ASTERACEAE","Mikania hemisphaerica","Sch.Bip. ex Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nas regiões Sudeste e Sul, comregistros na Bahia. Liana com EOO de 1.815.580 km² e AOO de 192 km², habita a MataAtlântica, o Cerrado e a Caatinga, também encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hemisphaerica","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [706,"ASTERACEAE","Mikania itambana","Gardner","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, com EOO de 2.932 km² e AOO de 20 km², sendo encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Este arbusto ocorre nos Campos Rupestres do Cerrado, habitatque vem sendo degradado pelas atividades de mineração, expansão urbana, queimadas e invasão de espécies exóticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20itambana","Cerrado"],
    [707,"ASTERACEAE","Mikania lindbergii","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre de SantaCatarina até a Bahia. Foi também registrada ocorrência na Serra do Aracá,Amazonas. Com EOO de 2.791.868 km² e AOO de 224 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça, habita diferentes ambientes como florestaestacional semidecidual, floresta ombrófila densa e campos de altitude, na MataAtlântica, Cerrado e Mata Amazônica, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20lindbergii","Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia"],
    [708,"ASTERACEAE","Mikania lindleyana","DC.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem ampla distribuiçãocom registros de ocorrência nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, com EOOde 3.976.326 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20lindleyana","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [709,"ASTERACEAE","Mikania malacolepis","B.L.Rob.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","São necessárias mais informações sobre o tipo de habitat que a espécie ocupa, além de ameças incidentes. Com os dados disponíveis não é possível avaliar se a espécie de fato está sob risco de extinção.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20malacolepis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [710,"ASTERACEAE","Mikania microdonta","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estadosde São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás, com EOO de379.526 km² e AOO de 156 km² em mais de 10 locais em situação de ameaça. Liana,habita a Mata Atlântica e o Cerrado, em diferentes ambientes, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20microdonta","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [711,"ASTERACEAE","Mikania microptera","DC.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo na África, Bolívia, Guianas, Peru e Venezuela. No Brasil ocorre nos Estados da região Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pará, com EOO de 891.147 km² e AOO de 44 km². Liana, vive em locais alagadiços na floresta ombrófila densa e na restinga, dos Pampas, Mata Atlântica e Mata Amazônica, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20microptera","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Amazônia"],
    [712,"ASTERACEAE","Mikania mosenii","Malme","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","O único registro de coleta éde 1876 em Caldas, Minas Gerais. Por insuficiência de dados a avaliação nãopode ser realizada. Sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20mosenii","Cerrado"],
    [713,"ASTERACEAE","Mikania neurocaula","DC.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível,espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, com AOO de 16 km², sendo encontrada em menos de cinco locaisem situação de ameaça. Este arbusto habita os Campos Rupestres do Cerrado, naregião da Serra do Cipó, habitat que vem sendo degradado pelas de atividades demineração, expansão urbana, queimadas e invasão de espécies exóticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20neurocaula","Cerrado"],
    [714,"ASTERACEAE","Mikania nodulosa","Sch.Bip.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuiçãoda espécie é referida aos Estados da Bahia e Minas Gerais. Existem tambémregistros para São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Sergipe, perfazendo uma EOOde 487.509 km², em mais de 15 locais em situação de ameaça.  Liana na floresta ombrófila densa, tem AOO de 84 km². Pela imprecisão dos dados de distribuição, pelo valor da AOO, dentro dolimiar de ameaça, sugerimos mais estudos sobre a espécie e uma possível mudançade categoria.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20nodulosa","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [715,"ASTERACEAE","Mikania oblongifolia","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e RioGrande do Sul, com EOO de 549.153 km² e AOO de 308 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20oblongifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [716,"ASTERACEAE","Mikania oreophila","Ritter & Miotto","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécieocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo,com AOO de 32 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Liana da MataAtlântica, vive na Floresta Ombrófila Mista e na Floresta Nebular, entre 750 e1.300 m de altitude. Embora presente em unidade de conservação (SNUC), suasobrevivência está ameaçada pela perda e deterioração do habitat.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20oreophila","Mata Atlântica"],
    [717,"ASTERACEAE","Mikania pinnatiloba","DC.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécieocorre na Região Sul, com AOO de 68 km², sendo encontrada em menos de 10 locais em situação de ameaça. Arbusto daMata Atlântica e dos Pampas, vive nos campos e em afloramentos rochosos. Emborapresente em unidade de conservação (SNUC), está ameaçada pela diminuição edegradação do habitat por ações antrópicas e pela invasão de espécies exóticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20pinnatiloba","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [718,"ASTERACEAE","Mikania premnifolia","Gardner","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, com AOO de 28 km², sendo encontrada em cerca de cinco locais em situação de ameaça. Este arbusto habita os Campos Rupestres do Cerrado, habitat que vem sofrendodeterioração pela mineração, invasão de espécies exóticas, ocorrênciade incêndios e expansão urbana.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20premnifolia","Cerrado"],
    [719,"ASTERACEAE","Mikania rufescens","Sch.Bip. ex Baker","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, SantaCatarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 116 km², em mais de 10 locais emsituação de ameaça. Liana da Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa,embora representada em unidades de conservação (SNUC), seu habitat está gravementedeteriorado ameaçando sua sobrevivência.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20rufescens","Mata Atlântica"],
    [720,"ASTERACEAE","Mikania smaragdina","Dusén ex Malme","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos Estados da Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e RioGrande do Sul, com AOO de 112 km², em mais de 10 locais em situação de ameaça.Liana da Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa, embora representada em unidades de conservação (SNUC), seu habitat está gravemente deteriorado ameaçando suasobrevivência.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20smaragdina","Mata Atlântica"],
    [721,"ASTERACEAE","Mikania ternata","(Vell.) B.L.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nas regiões Sul e Sudeste, Bahia e Pernambuco com EOO de971.619 km² e AOO de 328 km², em mais de 10 locais e em diversos ambientes,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20ternata","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [722,"ASTERACEAE","Mikania trinervis","Hook. & Arn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nas regiões Sul e Sudeste e Bahia com EOO de 880.243 km² e AOO de 520 km²,em mais de 10 locais e em diversos ambientes, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20trinervis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [723,"ASTERACEAE","Mikania ulei","Hieron.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, SãoPaulo e Bahia com EOO de 302.960 km² e AOO de 96 km². Liana da Mata Atlântica,vive na floresta ombrófila densa em mais de 10 locais, inclusive em unidadesde conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20ulei","Mata Atlântica"],
    [724,"ASTERACEAE","Mikania variifolia","Hieron.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre na Argentina, no Paraguai, Uruguai e, no Brasil, há registros noRio Grande do Sul e Paraná. Com AOO de 24 km², é encontrada em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Habita as florestas de galeria nos Pampas, habitat que temsido reduzidas e degradadas devido à expansão de áreas utilizadas para aplantação de arroz ao longo dos vales dos rios.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20variifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [725,"ASTERACEAE","Mikania viminea","DC.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem registros para oRio Grande do Sul, Paraná e Goiás, com AOO de 44 km², sendo encontrada em cerca de cinco situações de ameaça. Segundo a informação disponível, os indivíduos coletadosno Rio Grande do Sul estavam próximos a habitações e provavelmente já não maisexistem. Também foi observado que os indivíduos jovens dessa espécie sãoconsumidos pelo gado. O bioma Pampa vem sendo degradado com a expansão dapecuária, das atividades agrícolas e siviculturais com práticas inadequadas demanejo e pela invasão de espécies exóticas. Além disso, o ecossistema é muitopouco representado em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20viminea","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [726,"ASTERACEAE","Mikania warmingii","Sch.Bip.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais, com AOO de 32 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça.A perda e degradação do habitat são ameaças à espécie. Os campos rupestres da Cadeia do Espinhaço e do Quadrilátero Ferrífero vêm sofrendo com o impacto das atividades de mineração, a invasão porespécies exóticas, a ocorrência de incêndios e a expansão urbana.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20warmingii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [727,"ASTERACEAE","Minasia alpestris","(Gardner) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na porçãocentral da Cadeia do Espinhaço, Minas Gerais, com EOO de 1.325,20 km² e AOO de 28 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Erva rupícola, habita oscampos rupestres do Cerrado, cuja degradação pelas atividades de mineração,turismo, incêndios e monocultura de espécies exóticas vem ameaçando aflora nativa, mesmo em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20alpestris","Cerrado"],
    [728,"ASTERACEAE","Minasia pereirae","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no planalto deDiamantina e na Serra do Cipó, Minas Gerais, com EOO de 879,19 km² e AOO de 36 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Erva rupícola, habita os camposrupestres do Cerrado, cuja degradação pelas atividades de mineração, turismo, incêndios e monocultura de espécies exóticas vem ameaçando a flora nativa,mesmo em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20pereirae","Cerrado"],
    [729,"ASTERACEAE","Minasia scapigera","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Planalto deDiamantina e na Serra do Cipó, Minas Gerais, com EOO de 3.803,69 km² e AOO de 56 km², sendo encontrada em menos de cinco locais em situação de ameaça. Erva rupícola, habita os camposrupestres do Cerrado, cuja degradação pelas atividades de mineração, turismo, incêndios e monocultura de espécies exóticas vem ameaçando a flora nativa,mesmo em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20scapigera","Cerrado"],
    [730,"ASTERACEAE","Monogereion carajensis","R.M.King & G.M.Barroso","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado doPará, na região de Carajás, com AOO de 8 km². É encontrada em um local em situação de ameaça, sendo a principais a degradação e perda do habitat com aimplantação do Pólo Siderúrgico de Carajás na região.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monogereion%20carajensis","Amazônia"],
    [731,"ASTERACEAE","Neblinaea promontoriorum","Maguire & Wurdack","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na fronteira daVenezuela e Brasil, onde é encontrada na região do Pico da Neblina, entre 1200e 2100 m de altitude. Arbusto com 1 a 2 m, em vegetação rupestre dos tepuis, viveem ambiente singular, porém, não havendo dados de coleta, nem EOO ou AOO, não é possível determinar se a espécie é rara, ou se a região épouco coletada. Embora encontrada no Parque Nacional do Pico da Neblina, pelacarência de dados, sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neblinaea%20promontoriorum","Amazônia"],
    [732,"ASTERACEAE","Neocabreria malachophylla","(Klatt) R.M.King & H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de São Paulo, Santa Catarina, RioGrande do Sul e, possivelmente, Paraná, com AOO de 40 km², sendo encontrada em cerca de 10 locais em situação de ameaça. Arbustoperene, pouco frequente, habita a Mata Atlântica em áreas Florestais Estacionais e mais raramente em Florestas Mistas. Este bioma tem sido alvo do intenso processo de exploração predatória e da retirada da coberturavegetal, visando à utilização das áreas para a agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana. Atualmente os remanescentes florestais não perfazem maisdo que 7 a 8% da área original. Portanto, a espécie estáseveramente fragmentada e não há registros de ocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neocabreria%20malachophylla","Mata Atlântica"],
    [733,"ASTERACEAE","Noticastrum hatschbachii","Zardini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 3.542 km² e AOO de 28 km², sendo encontrada em cercade cinco locais em situação de ameaça. Erva perene, reptante, é frequente em vegetação costeirasobre dunas, onde enfrenta intensa pressão da ocupação humana. Não háregistro de ocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [734,"ASTERACEAE","Noticastrum malmei","Zardini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul, com EOO de 570,28 km² e AOO de 8 km², sendo encontrada em menos decinco locais em situação de ameaça. Erva perene, reptante, cresce em vegetação costeira sobre dunas,onde enfrenta intensa pressão da ocupação humana. Está presente no ParqueMunicipal das Dunas da Lagoa da Conceição (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20malmei","Mata Atlântica"],
    [735,"ASTERACEAE","Noticastrum psammophilum","(Klatt) Cuatrec.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, no Rio Grande do Sul, com EOO de 769,88 km² e AOO de 16 km², sendo encontrada em menosde cinco locais em situação de ameaça. Erva perene, reptante, cresce em vegetação costeira sobre dunas,onde enfrenta intensa pressão da ocupação humana. Não há registro deocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20psammophilum","Mata Atlântica"],
    [736,"ASTERACEAE","Ophryosporus freyreysii","(Thunb.) Baker","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophryosporus%20freyreysii","Mata Atlântica"],
    [737,"ASTERACEAE","Panphalea araucariophila","Cabrera","EN","B2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 16 km², é encontrada em menos de cinco situações de ameaça. As áreas citadas como de ocorrência da espécie sofrem com o desmatamento da Mata Atlântica, tendo somente pequenos fragmentos de áreas com vegetação. O longo período de ocupação desordenada e atividades agrícolas resultou no declínio continuado de EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20araucariophila","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [738,"ASTERACEAE","Panphalea cardaminifolia","Less.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2a","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 4.787,63 km², AOO de 12 Km², é encontrada em menos de cinco situações de ameaça. As áreas florestais de ocorrência da espécie apresentam-se muito fragmentadas em consequência da degradação pela agricultura e ocupação desordenada, que causaram o declínio continuado da EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20cardaminifolia","Mata Atlântica"],
    [739,"ASTERACEAE","Panphalea maxima","Less.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta AOO de 4 Km², sendo encontrada em uma situação de ameaça. O município de Água Doce, em Santa Catarina, local de ocorrência da espécie, é relativamente grande, mas encontra-se com a vegetação original bastante fragmentada, sobrando poucas ilhas de mata. O declínio contínuo da EOO, AOO e da qualidade do habitat é causados pelas atividades antrópicas na área de ocorrência da espécie, que foi coletada pela última vez em 1964.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20maxima","Mata Atlântica"],
    [740,"ASTERACEAE","Panphalea ramboi","Cabrera","CR","B2ab(i,ii,iii)","Gustavo Martinelli","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=4 km²). A coleta existente provavelmente foi feita aleatoriamente, sem um esforço de coleta maior, há algum tempo. Além disso, parece estar fora da unidade de conservação (SNUC), onde a fitofisionomia apresenta-se bastante comprometida, com raras ilhas de vegetação. O desmatamento da área foi ocasionado principalmente pela agricultura e ocupação humana, resultando no declínio contínuo da EOO, AOO e qualidade do habitat. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20ramboi","Mata Atlântica"],
    [741,"ASTERACEAE","Panphalea smithii","Cabrera","EN","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=20 km²) e sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Alguns indivíduos tem ocorrência em áreas preservadas, principalmente montanhas, porém outros encontram-se em regiões com raras ilhas de vegetação, sob pressão da agricultura e pastagem, ocasionando declínio contínuo de AOO, EOO e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20smithii","Mata Atlântica"],
    [742,"ASTERACEAE","Paralychnophora atkinsiae","D.J.N.Hind","EN","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=16 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Área enfrenta forte pressão antrópica pela extração e agricultura, principalmente nas margens de riachos que não estão inseridos em unidades de conservação (SNUC), causando declínio contínuo em AOO, EOO, número de indivíduos maduros e qualidade do habitat da espécie.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20atkinsiae","Caatinga"],
    [743,"ASTERACEAE","Paralychnophora bicolor","(DC.) MacLeish","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (EOO=158,33 km², AOO=12 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie, com forte pressão antrópica pelo comércio ilegal, garimpo, agricultura e queimadas, sofre com o declínio contínuo da EOO, AOO, do número de indivíduos maduros e da qualidade do habitat da espécie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20bicolor","Caatinga"],
    [744,"ASTERACEAE","Paralychnophora harleyi","(H.Rob.) D.J.N.Hind","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (EOO=3.926,59 km², AOO=144 km²), sujeita a duas situações de ameaça distintas, que consideram a presença e ausência em áreas protegidas. Apesar de poucos indivíduos serem encontrados em unidade de conservação (SNUC), a grande maioria dos espécimes ocorre em áreas sob forte pressão antrópica pelo extrativismo vegetal, mineral e atividades agropecuárias. Com isso suspeita-se do declínio contínuo do número de indivíduos maduros, EOO, AOO e da qualidade do habitat da espécie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20harleyi","Cerrado, Caatinga"],
    [745,"ASTERACEAE","Paralychnophora patriciana","D.J.N.Hind","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=12 km²) à Caatinga e sujeita a duas situações de ameaça, referentes às duas localidades onde a espécie foi coletada. Área com desmatamento provocado por atividade agropecuária, extração de minérios e vegetal, ocasionando o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20patriciana","Caatinga, Cerrado"],
    [746,"ASTERACEAE","Paralychnophora reflexoauriculata","(G.M.Barroso) MacLeish","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição ampla em parte do Nordeste brasileiro, com EOO>20.000 km², AOO","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20reflexoauriculata","Caatinga"],
    [747,"ASTERACEAE","Paralychnophora santosii","(H.Rob.) D.J.N.Hind","VU","B2ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 36 Km² e menos de 10 situações de ameaça. Tem ocorrência em unidade de conservação (SNUC), porém, algumas localidades de distribuição sofrem com atividades agropecuárias, extração ilegal mineral e vegetal e ocupação irregular, causando declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20santosii","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [748,"ASTERACEAE","Perezia eryngioides","(Cabrera) Crisci &  Martic.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=12 km²), sujeita a três situações de ameaça distintas. Nota-se que, apesar da espécie ocorrer em áreas relativamente afetadas pela agricultura, extração mineral e ocupação desordenada, causando declínio continuado em extensão de ocorrência, área de ocupação, e qualidade do habitat, o trabalho de coleta não foi realizado por especialista. Portanto, com um esforço pontual, provavelmente novas ocorrência aparecerão (a última coleta aconteceu há mais de 20 anos).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perezia%20eryngioides","Mata Atlântica"],
    [749,"ASTERACEAE","Perezia multiflora","Less.","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=12 km²) sujeita a três situações de ameaça distintas. Somente três registros são conhecidos, todos coletados por não especialistas na família Asteraceae, com um esforço de coleta pontual certamente novos registros aparecerão. Nesse momento, a espécie encontra-se em áreas relativamente degradadas, com poucas ilhas de remanescentes. A área de ocorrência da espécie sofre com agricultura e ocupação irregular, que causam o declínio continuado da AOO, EOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perezia%20multiflora","Mata Atlântica"],
    [750,"ASTERACEAE","Picrosia cabreriana","A.G.Schulz","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (AOO=4 km²), sujeita a apenas uma única situação de ameaça. O local de ocorrência da espécie encontra-se sob forte pressão antrópica pela expansão da atividade agrícola e silvicultural e invasão de espécies exóticas, causando o declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros. A espécie foi coletada há 46 anos por um especialista em Asteraceae e nunca mais  foi registrada  qualquer outra coleta.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrosia%20cabreriana","Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [751,"ASTERACEAE","Picrosia longifolia","D.Don","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrosia%20longifolia","Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [752,"ASTERACEAE","Piptocarpha notata","(Less.) Baker","LC","","Tainan Messina","","A espécie apresenta distribuição ampla com EOO=194.175,380 km².","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptocarpha%20notata","Mata Atlântica"],
    [753,"ASTERACEAE","Piptocarpha robusta","G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 536,71 Km², sujeita a duas situações de ameaça. A última coleta foi há 43 anos, sendo que, na cidade de Nova Venécia (ES), a floresta vem sendo dizimada para extração de madeira, consequentemente transformando a paisagem natural em pastagem e cultura de café. O mesmo ocorre no município Raul Soares (MG), onde quase nada do que havia de florestas existe. Como resultado dessa invasão, os ambientes apresentam declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptocarpha%20robusta","Mata Atlântica"],
    [754,"ASTERACEAE","Piptolepis buxoides","(Less.) Sch.Bip.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (EOO=267,95 km²), sendo conhecida apenas por coletas realizadas na Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Essa localidade foi considerada como uma única situação de ameaça. Entretanto, há indicações de que a espécie ocorra em outras áreas do Estado de MG, sendo necessários portanto, novos trabalhos de campo para atualizar sua distribuição. A área de ocorrência sofre com a ação antrópica, principalmente com o turismo, além da destruição das matas ciliares, dos incêndios, da extração ilegal de madeira e plantação de eucalipto, que causam o declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20buxoides","Cerrado"],
    [755,"ASTERACEAE","Piptolepis ericoides","Sch.Bip.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A Espécie com EOO>20000 km², AOO","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20ericoides","Cerrado"],
    [756,"ASTERACEAE","Piptolepis gardneri","Baker","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie conhecida somente da coleção-tipo. Sem informações sobre EOO, AOO, distribuição geográfica e considerada como \"espécie não resolvida\" no site The Plant List.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20gardneri","Cerrado"],
    [757,"ASTERACEAE","Piptolepis imbricata","(Gardner) Sch.Bip.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=4 km²) e sujeita a uma situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre, principalmente, com a mineração e o turismo, que contribuem para o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20imbricata","Cerrado"],
    [758,"ASTERACEAE","Piptolepis leptospermoides","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil com distribuição restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais (AOO=4 km²). A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre, principalmente, com a mineração e o turismo, que contribuem para o declínio continuado de EOO, AOO  e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20leptospermoides","Cerrado"],
    [759,"ASTERACEAE","Piptolepis monticola","Loeuille","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO < 5000 km2, AOO < 10 km2 e 2 situações de ameaça. Espécie com informações taxonômicas desencontradas, sem local de ocorrência e falta dados de ameaça.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20monticola",""],
    [760,"ASTERACEAE","Piptolepis oleaster","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Sem dados de EOO, AOO, locais de ocorrência e georeferenciamento no mapa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20oleaster","Cerrado"],
    [761,"ASTERACEAE","Planaltoa lychnophoroides","G.M.Barroso","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Planaltoa%20lychnophoroides","Cerrado"],
    [762,"ASTERACEAE","Porophyllum bahiense","D.J.N.Hind","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 13.115,94 Km², encontrada em menos de 10 situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie sofre com a ocupação humana e atividades agriculturais, que causam o declínio continuado em EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Porophyllum%20bahiense","Caatinga"],
    [763,"ASTERACEAE","Praxelis grandiflora","(DC.) Sch.Bip.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Praxelis%20grandiflora","Cerrado"],
    [764,"ASTERACEAE","Prestelia eriopus","Sch.Bip.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestelia%20eriopus","Cerrado"],
    [765,"ASTERACEAE","Proteopsis argentea","Mart. & Zucc. ex Sch.Bip.","VU","B2ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Proteopsis%20argentea","Cerrado"],
    [766,"ASTERACEAE","Raulinoreitzia leptophlebia","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raulinoreitzia%20leptophlebia","Cerrado"],
    [767,"ASTERACEAE","Richterago angustifolia","(Gardner) Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 32 Km², é encontrada em quatro situações de ameaça e ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Tanto a Serra do Cipó quanto a Serra do Espinhaço sofrem com ações antrópicas e incêndios, que causam o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20angustifolia","Cerrado"],
    [768,"ASTERACEAE","Richterago arenaria","(Baker) Roque","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no perímetro de ocorrência, porém com subpopulações pequenas. Tem EOO de 16.562,80 Km², AOO de 36 Km² e está sujeita a seis situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie tem como principais ameaças a ação antrópica e os incêndios, durante a estação seca, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20arenaria","Cerrado"],
    [769,"ASTERACEAE","Richterago campestris","Roque & J.N.Nakaj.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 410,56 km², AOO de 20 Km² e sujeita a cinco situações de ameaça. Tem ocorrência em unidade de conservação (SNUC), porém, as ameaças reportadas tais como turismo intenso, mineração e ocupação de áreas causam o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20campestris","Cerrado"],
    [770,"ASTERACEAE","Richterago caulescens","Roque","CR","B1ab(i,ii,iii,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 91,86 Km² e sujeita a uma situação de ameaça. Está presente em unidade de conservação (SNUC), porém, as suas regiões de ocorrência sofrem com o turismo intenso e a alta incidência de incêndios. Essas ameaças causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20caulescens","Cerrado"],
    [771,"ASTERACEAE","Richterago conduplicata","Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 108,18 Km², AOO de 20Km² e sujeita a três situações de ameaça. Está presente em unidade de conservação (SNUC) porém, as suas regiões de ocorrência da espécie sofrem com o turismo intenso e a alta incidência de incêndios. Essas ameaças causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20conduplicata","Cerrado"],
    [772,"ASTERACEAE","Richterago elegans","Roque","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 1.502,50 Km² e sujeita a seis situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, tanto a área protegida como aquelas não protegidas, sofrem com extração vegetal, expansão urbana , turismo descontrolado e queimadas, que acarretam o declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20elegans","Cerrado"],
    [773,"ASTERACEAE","Richterago hatschbachii","(Zardini) Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 463,77 Km² e sujeita a duas situações de ameaça. É endêmica do município de Santana do Riacho (MG) e ocorre em unidade de conservação (SNUC). O último registro da espécie data de 15 anos atrás. Na região da Serra do Cipó vem ocorrendo erosão, turismo descontrolado e atividades agropastoris, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20hatschbachii","Cerrado"],
    [774,"ASTERACEAE","Richterago lanata","Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil com ocorrência restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais (AOO=12 km²) e sujeita a duas situações de ameaça. A última coleta foi realizada há 14 anos, sendo a região de ocorrência alvo de erosão e incêndios, causando declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Ocorre em unidade de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20lanata","Cerrado"],
    [775,"ASTERACEAE","Richterago petiolata","Roque & J.N.Nakaj.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 188,06 Km², AOO de 16 Km² e sujeita a cinco situações de ameaça. Apesar de ocorrer em unidade de conservação (SNUC), a espécie está sujeita à pressão do turismo e à alta frequência de incêndios na estação seca nessas áreas. Essas ameaças causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20petiolata","Cerrado"],
    [776,"ASTERACEAE","Richterago polyphylla","(Baker) Ferreyra","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 384,94 Km², AOO de 20 Km², está sujeita a cinco situações de ameaça e ocorre em unidade de conservação (SNUC). Na região de distribuição da espécie são observados extração mineral,  atividade agropastoril, turismo predatório e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20polyphylla","Cerrado"],
    [777,"ASTERACEAE","Richterago riparia","Roque","VU","B2ab(i,ii,iii,v)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 36 Km² e sujeita a sete situações de ameaça. Distribui-se em áreas que sofrem com atividades agrícolas e agropastoris e incêndios, que deterioram a vegetação, causando o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20riparia","Cerrado"],
    [778,"ASTERACEAE","Richterago stenophylla","(Cabrera) Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 12 Km² e sujeita a três situações de ameaça, ocorrendo somente em unidade de conservação (SNUC). A área da unidade de conservação sofre com turismo excessivo e alta frequência de incêndios, que causam o declínio continuado na EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20stenophylla","Cerrado"],
    [779,"ASTERACEAE","Richterago suffrutescens","(Cabrera) Roque","CR","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie coletada em 1936 e conhecida somente pela literatura. Espécie com AOO de 4 km², sujeita a apenas uma situação de ameaça. A área de ocorrência da espécie, apesar de ter ilhas de vegetação nativa, sofre com a agricultura, que causa o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Recomenda-se um esforço de coleta pontual para a espécie.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20suffrutescens","Cerrado"],
    [780,"ASTERACEAE","Schlechtendalia luzulifolia","Less.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 589,23 km², AOO de 8 km² e sujeita a duas situações de ameaça. O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, já perdeu quase 54% da vegetação original. Dados recentes de desmatamento do bioma, divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 km² de cobertura nativa foram derrubados, resultando em declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlechtendalia%20luzulifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [781,"ASTERACEAE","Senecio adamantinus","Bong.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20adamantinus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [782,"ASTERACEAE","Senecio almasensis","Mattf.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional, ocorre na Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuição restrita (AOO= 4 km²). A localidade de coleta foi considerada como uma situação de ameaça. Área de ocorrência comprometida por atividades agropastoris, incêndios e extração ilegal de madeira, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Apresenta um único registro de ocorrência realizado 30 anos atrás.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20almasensis","Caatinga"],
    [783,"ASTERACEAE","Senecio caparaoensis","Cabrera","EN","B1ab(i,ii)+2ab(i,ii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional, tem distribuição restrita (EOO=337,04 km², AOO=8 km²) e ocorre apenas na Serra do Caparaó, no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, na localidade conhecida como Bom Retiro, no Estado de Santa Catarina. Cada uma das duas localidades foi interpretada como situações de ameaça distinta. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), próximo ao Pico da Bandeira, porém a área tem intensa visitação turística, que compromete as escassas subpopulações locais. A ação antrópica resulta em declínio continuado de EOO e AOO.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20caparaoensis","Mata Atlântica"],
    [784,"ASTERACEAE","Senecio crassiflorus","(Poir.) DC.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie distribuída na costa atlântica dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Espécie típica de restinga, ambiente alvo de ocupação humana.  Devido a sua distribuição restrita (EOO=25.011,18 km²) torna-se muito vulnerável a incidência de ameaças futuras. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), mas está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20crassiflorus","Mata Atlântica"],
    [785,"ASTERACEAE","Senecio gertii","Zardini","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil com distribuição restrita (EOO=32,99 km², AOO=20 Km²) à Serra de Grão Mogol, no Estado de Minas Gerais. Foram consideradas duas situações de ameça distintas, segundo a presença e ausência da espécie em áreas protegidas. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), mas a área sofre com extração mineral e vegetal, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20gertii","Caatinga, Cerrado"],
    [786,"ASTERACEAE","Senecio graciellae","Cabrera","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil, com distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo (EOO=1.605,53 km², AOO=20 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém o Estado do Espírito Santo sofre com a alta frequência de incêndios, extrativismo e agricultura nas regiões altas. Todo esse processo resulta em declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20graciellae","Mata Atlântica"],
    [787,"ASTERACEAE","Senecio hatschbachii","Cabrera","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 533,80 Km², AOO de 8 Km² e sujeita a duas situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, a região da Serra do Espinhaço sofre com mineração, expansão urbana, turismo e agropecuária, que geram declínio continuado da AOO, EOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20hatschbachii","Cerrado"],
    [788,"ASTERACEAE","Senecio heteroschizus","Baker","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta EOO de 505,83 km² e está sujeita a duas situações de ameaças distintas. Devido às diversas atividades antrópicas, a vegetação se encontra em diferentes estágios de sucessão. Esse ecossistema de Floresta Ombrófila Mista está ameaçado de extinção em consequência da exploração de madeira e pela substituição de sua área de domínio pela agricultura e pelos reflorestamentos de pinus e eucalipto, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20heteroschizus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [789,"ASTERACEAE","Senecio langei","Malme","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, com distribuição restrita (EOO=12.089,37 km²) aos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Todas as localidades de coleta foram consideradas situações de ameaça, somando três no total. A AOO da espécie sofre com a exploração madeireira, queimadas, agricultura e ocupação desordenada, que a tornam severamente fragmentada e causam, consequentemente, o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20langei","Mata Atlântica"],
    [790,"ASTERACEAE","Senecio pohlii","Sch.Bip. ex Baker","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20pohlii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [791,"ASTERACEAE","Senecio promatensis","Matzenb.","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil com distribuição restrita (AOO=8 km²) aos Campos de Cima da Serra no município de São Francisco de Paula, no Estado do Rio Grande do Sul. A espécie ocorre em corpos d'água e em solos úmidos à margem de turfeiras. A região de ocorrência da espécie faz parte da Floresta Ombrófila Mista, conhecidamente ameaçada pela extração vegetal, queimadas, ocupação irregular e agricultura, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20promatensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [792,"ASTERACEAE","Senecio ramboanus","Cabrera","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 575,10 Km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas sob influência de atividades agropecuárias e extração vegetal, que contribuem para o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20ramboanus","Mata Atlântica"],
    [793,"ASTERACEAE","Senecio riograndensis","Matzenb.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 428,38 Km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Há dois registros na mesma localidade, que sofre com a ação antrópica, tendo como consequência a alteração da vegetação, causando declínio continuado da AOO, EOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20riograndensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [794,"ASTERACEAE","Smallanthus araucariophilus","Mondin","CR","B2ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 4 Km² e sujeita a uma situação de ameaça. Com um único registro, ocorre em áreas sob influência de atividades agrícolas e silviculturais e espécies invasoras. Sofre com o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros. Soma-se a essas informações o fato da espécie ter um curto período de floração e frutificação. Foi recentemente descrita, portanto, recomendam-se estudos populacionais.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20araucariophilus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [795,"ASTERACEAE","Smallanthus connatus","(Spreng.) H.Rob.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>5.000 km², AOO","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20connatus","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [796,"ASTERACEAE","Smallanthus riograndensis","Mondin","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","","A espécie é endêmica do Rio Grande do Sul, sujeita a menos de cinco situações de ameaça, tendo EOO de 578,02 km². A área de ocorrência da espécie sofre com a introdução de espécies exóticas como o eucalipto e pinus, além do declínio da qualidade do habitat decorrente do desmatamento histórico da região.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20riograndensis","Mata Atlântica"],
    [797,"ASTERACEAE","Stenachaenium macrocephalum","Benth. ex Benth. & Hook.f.","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 4 km² e sujeita a uma situação de ameaça, com um único registro de coleta fora de unidade de conservação. O bioma da espécie vem sofrendo com atividades  agrosilviculturais e a acelerada expansão de pastagens, que degradam ainda mais o que restou da vegetação nativa e causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenachaenium%20macrocephalum","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [798,"ASTERACEAE","Stenocephalum monticola","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não possui dados para análise.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenocephalum%20monticola","Cerrado"],
    [799,"ASTERACEAE","Stenopadus aracaensis","Pruski","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenopadus%20aracaensis","Amazônia"],
    [800,"ASTERACEAE","Stenopadus talaumifolius","S.F.Blake","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","As áreas de ocorrência da espécie são de difícil acesso, consequentemente, com baixo esforço de coleta.  O último registro tem mais de 40 anos e portanto recomenda-se estudos mais aprofundados sobre distribuição e estado de conservação das subpopulações.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenopadus%20talaumifolius","Amazônia"],
    [801,"ASTERACEAE","Stenophalium almasense","D.J.N.Hind","VU","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 2.191,04 Km² e sujeita a cerca de 10 situações de ameaça. Tem um curto período de floração e frutificação (novembro e dezembro), sendo a AOO da espécie assolada por atividades agrícolas que incluem incêndios e extração ilegal de madeira, além da ocupação desordenada da região. Essas ações causam o declínio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenophalium%20almasense","Caatinga"],
    [802,"ASTERACEAE","Stevia alternifolia","Hieron.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui uma área de ocupação abaixo de 500 km², porém a respectiva extensão de ocorrência é muito maior que o limite de 20.000 km², e o número de registros é baixo e bem esparsados. A área de ocorrência sofre com atividades agropecuárias, silviculturais. Entretanto a espécie parece ser frequente.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20alternifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [803,"ASTERACEAE","Stevia camporum","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20camporum","Mata Atlântica"],
    [804,"ASTERACEAE","Stevia catharinensis","Cabrera & Vittet","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 16 Km² e sujeita a cerca de cinco situações de ameaça. Tem distribuição nos Estados do Paraná e Santa Catarina. A região de ocorrência da espécie sofre com queimadas e plantação de Pinus, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [805,"ASTERACEAE","Stevia hilarii","B.L.Rob.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 4 Km² e uma situação de ameaça. Tem distribuição somente no Estado de Minas Gerais. Apesar de estar presente em unidade de conservação (SNUC), a área de ocorrência da espécie sofre com  incêndios, atividades agropecuárias e mineração, que causam o declínio continuado em  EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20hilarii","Cerrado"],
    [806,"ASTERACEAE","Stevia leptophylla","Sch.Bip. ex Baker","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional sua distribuição está restrita ao Estado do Paraná (AOO=56 km²) e, possivelmente, de São Paulo, sendo encontrada em duas situações de ameaça, de acordo com sua presença ou ausência em áreas protegidas. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do habitat campestre onde a espécie ocorre.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20leptophylla","Mata Atlântica"],
    [807,"ASTERACEAE","Stevia organensis","Gardner","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20organensis","Mata Atlântica"],
    [808,"ASTERACEAE","Stevia pohliana","Baker","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², AOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20pohliana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [809,"ASTERACEAE","Stevia riedelli","Sch.Bip. ex Baker","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 539,72 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, tendo somente dois registros de coletas. A Serra da Moeda sofre com queimadas, que causam o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do numero de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20riedelli","Mata Atlântica"],
    [810,"ASTERACEAE","Stevia selloi","(Spreng.) B.L.Rob.","VU","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência na Região Sul do Brasil, com distribuição esparsa. Possui AOO menor que 2.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. No Paraná, a vegetação dos Campos Gerais sofre com atividades agropecuárias, silviculturais e, consequentemente, a invasão de espécies exóticas, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20selloi","Mata Atlântica"],
    [811,"ASTERACEAE","Steyermarkina dispalata","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita (AOO=20 km²), sujeita a menos de cinco situações de ameaça. No Rio de Janeiro, encontra-se relativamente protegida em unidade de conservação (SNUC), mas, em São Paulo e no Paraná, as áreas em que ocorre apresentam-se perturbadas pela extração ilegal de madeira, ocupação desordenada e mineração, que causam o declínio continuado na EOO, AOO, qualidade do habitat e do numero de indivíduos maduros. Além disso, essas ameaças podem levar a espécie a categorias de maior risco em um futuro próximo. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Steyermarkina%20dispalata","Mata Atlântica"],
    [812,"ASTERACEAE","Stifftia fruticosa","(Vell.) D.J.N.Hind & Semir","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 12.436,39 km², ocorrência nos Estados do Rio Janeiro e São Paulo. Tem registros em unidades de conservação (SNUC) e está sujeita a cerca de 10 situações de ameaça. Fora das unidades de conservação (SNUC), sofre com extrativismo, ocupação irregular e mineração, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stifftia%20fruticosa","Mata Atlântica"],
    [813,"ASTERACEAE","Stifftia parviflora","(Leandro) D.Don","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie esparsamente distribuida no Sudeste, com confirmação de recentes coletas em MG depois de 30 anos sem registros. Novos esforços de coletas deverão ser empreendidos, principalmente, dentro dos limites atuais de distribuição da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stifftia%20parviflora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [814,"ASTERACEAE","Stilpnopappus cearensis","Huber","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição no Nordeste, necessitando esforço de coleta, principalmente, nas lacunas entre o litoral de Natal até Fortaleza e interior da Paraíba (Patos). Ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20cearensis","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [815,"ASTERACEAE","Stilpnopappus semirianus","R.Esteves","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 28 km² e sujeita a cinco situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), mas os locais de ocorrência fora das unidades de conservação sofrem com atividades agriculturais, queimadas e ocupação irregular, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade de habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20semirianus","Caatinga"],
    [816,"ASTERACEAE","Stilpnopappus suffruticosus","Gardner","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 8 km² e sujeita a uma situação de ameaça. Foram realizadas somente duas coletas, em 1839, e o local de ocorrência sofre com atividades agrícolas e ocupação desordenada, que causam o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20suffruticosus","Caatinga"],
    [817,"ASTERACEAE","Stilpnopappus tomentosus","Mart. ex DC.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é bem distribuida na região central da Bahia em campos rupestres. Possui ocorrência em unidades de conservação (SNUC), porém essas áreas sofrem com influência de atividades agriculturais, queimadas, ocupação irregular e extração de madeira para lenha, podendo colocar a espécie em situação de ameaça no futuro.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20tomentosus","Caatinga"],
    [818,"ASTERACEAE","Stomatanthes dentatus","(Gardner) H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição esparsa nos Estados de MG, TO, MT, SP, GO, PR, DF, MS, mostrando nitidamente falta de coleta nessas áreas. Em algumas localidades, a espécie é considerada frequente.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20dentatus","Cerrado"],
    [819,"ASTERACEAE","Stomatanthes dictyophyllus","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição ampla nos Estados de MG, SP, GO, DF e MT. Nitidamente existe uma falta de esforço de coleta no Estado do MT, em vista da lacuna apresentada até SP e DF. Tem ocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20dictyophyllus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [820,"ASTERACEAE","Stomatanthes loefgrenii","(B.L.Rob.) H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é conhecida somente pelo holótipo, tendo sido coletada há 100 anos. Sua área de ocorrência sofre com ocupação irregular, agropecuária e plantio de eucalipto, que causam a redução e fragmentação da vegetação remanescente. Essas atividades resultaram no declínio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat. A espécie apresenta AOO de 4 Km² e uma situação de ameaça.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20loefgrenii","Cerrado"],
    [821,"ASTERACEAE","Strophopappus bicolor","DC.","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Suspeita-se do baixo esforço de coleta para a espécie. A espécie apresenta AOO menor que 500 Km² e cinco situações de ameaça. A área de ocorrência está sob influência de extração mineral, agropecuária e incêndios, causando declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strophopappus%20bicolor","Cerrado"],
    [822,"ASTERACEAE","Strophopappus ferrugineus","(Baker) R.Esteves","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 16 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Suspeita-se do baixo esforço de coleta entre os pontos conhecidos, porém, nas áreas de ocorrência da espécie são frequentes as ações de extração mineral e perda de habitat por incêndios, tendo como consequência o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strophopappus%20ferrugineus","Cerrado"],
    [823,"ASTERACEAE","Stylotrichium corymbosum","(DC.) Mattf.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ocorrência restrita (EOO=1.276,64 km², AOO=28 km²) e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, em locais desprotegidos sob influência de atividades agropecuárias e incêndios, há um declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20corymbosum","Caatinga, Cerrado"],
    [824,"ASTERACEAE","Stylotrichium edmundoi","G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem coletas recentes, porém com EOO de 2.347,93 km², AOO de 20 Km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Parte da área de ocorrência da espécie encontra-se dentro de unidade de conservação (SNUC), porém aquelas não protegidas sofrem com atividades agropecuárias e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20edmundoi","Cerrado, Caatinga"],
    [825,"ASTERACEAE","Stylotrichium glomeratum","Bautista et al.","CR","B1ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com registros em um único município (EOO < 100 km²) e sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de algumas poucas coletas recentes, a área de ocorrência da espécie sofre com atividades agropecuárias e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e número do número de indivíduos maduros.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20glomeratum","Caatinga"],
    [826,"ASTERACEAE","Stylotrichium sucrei","R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 2.052,71 km², AOO de 16 km² e sujeita a duas situações de ameaça. Apesar de ter coletas recentes, ocorre em locais atingidos por atividades agropecuárias e incêndios, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20sucrei","Cerrado"],
    [827,"ASTERACEAE","Symphyopappus casarettoi","B.L.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO>20.000 km², bem representada na região Sul, com um registro no Estado de SP. Ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20casarettoi","Mata Atlântica"],
    [828,"ASTERACEAE","Symphyopappus lymansmithii","B.L.Rob.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com coletas recentes e registros em unidades de conservação (SNUC). Distribuição esparsa na região Sul e no Estado de São Paulo. A espécie, apesar de protegida em algumas localidades, também ocorre em áreas afetadas por espécies invasoras exóticas e atividades agropecuárias e silviculturais, podendo colocá-la em risco no futuro.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20lymansmithii","Mata Atlântica"],
    [829,"ASTERACEAE","Symphyopappus uncinatus","H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 779,42 km², AOO de 12 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em áreas sujeitas a incêndios, mineração e atividades agropecuárias, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros. Não tem registros de coletas em unidade de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20uncinatus","Cerrado, Caatinga"],
    [830,"ASTERACEAE","Trichocline catharinensis","Cabrera","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição na região Sul, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20catharinensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [831,"ASTERACEAE","Trichocline linearifolia","Malme","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 14.442,01 Km² e sujeita a 10 situações de ameaça. Apesar da área de ocorrência da espécie sofrer a influência de espécies invasoras, o impacto por conta de turismo e as obras para instalação de linhas de energia, que causam o declínio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat, nota-se, também, a falta de esforço de coleta entre os pontos de registros apresentados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20linearifolia","Mata Atlântica"],
    [832,"ASTERACEAE","Trichocline macrocephala","Less.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída na região Sul, com ocorrência no Sudeste. Segundo autores, a espécie forma densos e extensos agrupamentos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20macrocephala","Mata Atlântica"],
    [833,"ASTERACEAE","Trichocline maxima","Less.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie sem dados para avaliação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20maxima","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [834,"ASTERACEAE","Trichogonia hirtiflora","(DC.) Sch.Bip. ex Baker","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre somente em Minas Gerais em registros esparsos, porém com EOO>20.000 km², em diversas unidades de conservação (SNUC). Os campos rupestres vem sofrendo com retirada de madeira para produção de carvão, mineração, incêndios e cultivos agrícolas, colocando a espécie, mesmo protegida, em situação de vulnerabilidade.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichogonia%20hirtiflora","Cerrado"],
    [835,"ASTERACEAE","Trichogonia menthifolia","Gardner","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Conforme informações da etiqueta de coleta dos dois únicos registros, os espécimes crescem em áreas pertubadas por cultivos, apesar de estarem em unidade de conservação (SNUC), que levam ao declínio continuado de EOO, AOO e número de indivíduos maduros. Os registros foram realizados há 30 anos, com EOO","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichogonia%20menthifolia","Cerrado"],
    [836,"ASTERACEAE","Trixis glaziovii","Baker","VU","B2ab(i,ii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência em unidades de conservação, porém com AOO menor que 2.000 Km². Com distribuição no sul e sudeste do Brasil, tem registros esparsados, e suspeita-se de baixo esforço de coleta. Está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, com episódios de incêndios em áreas altas, que provocam o declínio continuado em EOO e AOO.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [837,"ASTERACEAE","Trixis pallida","Less.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","O único registro de coleta conhecido tem 70 anos. A espécie tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Além da proximidade com áreas urbanas, a localização de ocorrência da espécie sofre com atividades agrosilviculturais e expansão de pastagens, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade de habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20pallida","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [838,"ASTERACEAE","Trixis pruskii","D.J.N.Hind","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), mas ao redor dessas áreas as atividades agriculturais, extração de madeira para lenha e queimadas provocam desmatamento, ocasionando declínio continuado em EOO, AOO, extensão e qualidade do habitar, e número de indivíduos maduros. Se medidas não forem tomadas para neutralizar as ameaças incidentes a espécie pode em um futuro próximo se tornar ameaçada de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20pruskii","Cerrado, Caatinga"],
    [839,"ASTERACEAE","Trixis thyrsoidea","Dusén ex Malme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com distribuição nos Estados do PR e SC, a espécie apresenta EOO>20.000 km². As áreas de ocorrência da espécie apresentam processo de degradação por atividades de agricultura, ocupação desordenada e extração mineral, contribuindo para declínio continuado em EOO, AOO, extensão e qualidade do habitat e número de indivíduos maduros. Medidas precisam ser tomadas para minimizar as ameaças incidentes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20thyrsoidea","Mata Atlântica"],
    [840,"ASTERACEAE","Verbesina floribunda","Gardner","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição esparsa na região Sudeste e nos Estados da BA e DF, em várias formações vegetais, incluindo unidades de conservação (SNUC). EOO>20.000 km² e mais de 10 situações de ameaça.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20floribunda","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [841,"ASTERACEAE","Verbesina polyanthes","Toledo","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20polyanthes","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [842,"ASTERACEAE","Verbesina pseudoclaussenii","D.J.N.Hind","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 4 km² e sujeita a uma situação de ameaça. A região de Serra Negra vem sofrendo intensa pressão causada pelo turismo ecológico ou de aventura. É bastante explorada para a prática de esportes radicais, que atraem um grande contingente de turistas à área, inclusive com a extração predatória de orquídeas e bromélias, o que causa o declínio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e número de indivíduos maduros. Há somente um único registro para a espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20pseudoclaussenii","Caatinga, Cerrado"],
    [843,"ASTERACEAE","Vernonanthura fagifolia","(Gardner) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO menor que 2.000 km² e sujeita a cerca de 10 situações de ameaça. As áreas de ocorrência da espécie, mesmo aquelas em grandes altitudes, sofrem com queimadas, extrativismo e ocupação irregular e agropecuária, que resultam em declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vernonanthura%20fagifolia","Cerrado"],
    [844,"ASTERACEAE","Vernonanthura mucronulata","(Less.) H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição ampla nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vernonanthura%20mucronulata","Cerrado"],
    [845,"ASTERACEAE","Viguiera aspiliodies","Baker","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados consistentes sobre a distribuição geográfica da espécie, não foi possível conduzir a avaliação de risco da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20aspiliodies","Cerrado"],
    [846,"ASTERACEAE","Viguiera bracteata","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso ou ameaça pontual.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20bracteata","Cerrado"],
    [847,"ASTERACEAE","Viguiera corumbensis","Malme","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado do Mato Grosso do Sul e restrita a uma EOO de 1.041,36 km². Foram identificadas três situações de ameaça para V. corumbensis, que sofre com o declínio da qualidade do habitat por conta da atividade mineradora presente no seu local de ocorrência. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20corumbensis","Pantanal, Cerrado"],
    [848,"ASTERACEAE","Viguiera filifolia","Sch.Bip. ex Baker","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO com 3.250,27 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o fogo como ameaça principal a sua sobrevivência. Viguiera filifolia é endêmica do Cerrado e Campos Rupestres e, apesar de ser encontrada também em unidades de conservação (SNUC), as regiões de ocorrência da espécie sofrem com incêndios nas épocas de seca. Portanto, supõe-se que a espécie esteja sofrendo declínio constante da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20filifolia","Pantanal"],
    [849,"ASTERACEAE","Viguiera hispida","Baker","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, a espécie tem menos de cinco situações de ameaça, considerando a degradação intensa da região de ocorrência da espécie, tanto pelas queimadas quanto pela urbanização da região. Recomenda-se estudos populacionais e monitoramento da espécie, a fim de verificar se não há um risco de extinção mais alto.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20hispida","Cerrado"],
    [850,"ASTERACEAE","Viguiera linearifolia","Chodat & Hassl.","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado do Mato Grosso do Sul, com AOO bastante restrito (4 Km²) e ocorre em fragmentos cercados por áreas agrícolas e pastoris. Suspeita-se do declínio constante da qualidade do habitat e da AOO. Recomendam-se estudos populacionais para  a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20linearifolia","Cerrado"],
    [851,"ASTERACEAE","Viguiera paranensis","(Malme) Santos","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado do Paraná, com AOO bem restrito (4 Km²) e ocorre em fragmentos cercados por áreas agrícolas e pastoris. Suspeita-se do declínio constante da qualidade do habitat e da AOO. Recomendam-se estudos populacionais para  a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20paranensis","Cerrado"],
    [852,"ASTERACEAE","Viguiera vernonioides","Baker","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO de 2.280,55 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Suspeita-se do declínio  da EOO, AOO, subpopulações e qualidade do habitat , uma vez que as coletas recentes só encontraram subpopulações pequenas e em beira de estrada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20vernonioides","Cerrado"],
    [853,"ASTERACEAE","Vittetia bishopii","R.M.King & H.Rob.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A coleta mais recente data de mais de 30 anos e visualizando o mapa de distribuição nota-se, claramente, falta de esforço de coleta entre os pontos conhecidos (de MG ao PR) para melhorar a qualidade dos dados sobre a espécie. Tem distribuição em unidade de conservação (SNUC).","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vittetia%20bishopii","Cerrado"],
    [854,"ASTERACEAE","Wedelia macedoi","H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 4 km²  e sujeita a uma situação de ameaça, tem um único registro feito há 50 anos. Mesmo ocorrendo em unidade de conservação (SNUC), a área sofre com desmatamento e queimadas, causando o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wedelia%20macedoi","Cerrado"],
    [855,"ASTERACEAE","Wedelia puberula","DC.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição nos Estados de GO, DF e MG, com registros esparsados e numerosos. É encontrada em unidades de conservação (SNUC) com coletas relativamente recentes.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wedelia%20puberula","Cerrado"],
    [856,"ASTERACEAE","Wunderlichia azulensis","Maguire & G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Com distribuição somente nos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo, a espécie apresenta EOO de 4.683,38 Km², AOO de 32 Km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. Ocorre em unidade de conservação (SNUC), porém, nos dois Estados, a vegetação vem sendo suprimida pela exploração de madeira, desmatamento para pecuária, agricultura e extração ilegal de vegetais e minerais, que causam o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20azulensis","Cerrado"],
    [857,"ASTERACEAE","Wunderlichia cruelsiana","Taub.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","","Espécie com AOO de 16 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça. É encontrada em unidades de conservação (SNUC), com distribuição nos Estados de Goiás e Bahia. As localidades de ocorrência da espécie sofrem com queimadas e ocupação irregular, que causam o declínio contínuo em EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20cruelsiana","Cerrado"],
    [858,"ASTERACEAE","Wunderlichia senaeii","Glaz. ex Maguire & G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 2.568,73 km², AOO de 24 km² e sujeita a duas situações de ameaça, considerando a presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). A Cadeia do Espinhaço tem áreas relativamente conservadas, porém, aquelas mais próximas dos centros urbanos sofrem com ocupação irregular, queimadas e pecuária, que tem como consequência o declínio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do número de indivíduos maduros.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20senaeii","Cerrado"],
    [859,"AYTONIACEAE","Asterella venosa","(Lehm. & Lindenb.) A.Evans","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, sendo considerada comum principalmente no Brasil, Uruguai e Argentina.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterella%20venosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [860,"BALANOPHORACEAE","Helosis cayennensis","(Sw.) Spreng.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helosis%20cayennensis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [861,"BALANOPHORACEAE","Langsdorffia hypogaea","Mart.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC).","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Langsdorffia%20hypogaea","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [862,"BALANOPHORACEAE","Lophophytum leandri","Eichler","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que a espécie é de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC).","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophophytum%20leandri","Mata Atlântica"],
    [863,"BEGONIACEAE","Begonia albidula","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie herbácea encontrada principalmente em Inselbergs do Espírito Santo, tendo uma distribuição restrita (EOO=2886.63 Km², AOO=68 Km²) e especificidade de habitat. Essas formações graníticas vêm sofrendo intensa exploração por mineradoras, o que poderá causar a extinção de subpopulações que ocorrem nas áreas exploradas. Além disso, é possível haver uma subpopulação em Manhuaçu, Minas Gerais, distante do restante das demais subpopulações no Espírito Santo. Suspeita-se, portanto, que a espécie seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20albidula","Mata Atlântica"],
    [864,"BEGONIACEAE","Begonia altamiroi","Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. altamiroi é uma espécie encontrada em Campos de Altitude e Rupestres do Espírito Santo e Minas Gerais, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=16 Km²). Está sujeita a quatro situações de ameaça, sendo uma delas a redução do habitat. O município de Castelo (ES), por exemplo, perdeu mais de 80% de vegetação nativa até 2011 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Além disso, aparentemente é uma espécie bastante rara, uma vez que a maioria das suas coletas foi feita na década de 1940. Foi coletada novamente apenas em 1994.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20altamiroi","Mata Atlântica"],
    [865,"BEGONIACEAE","Begonia angularis","Raddi","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em florestas úmidas do Espírito Santo ao Paraná. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20angularis","Mata Atlântica"],
    [866,"BEGONIACEAE","Begonia apparicioi","Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. apparicioi é uma espécie herbácea encontrada em matas do Espírito Santo e Minas Gerais. Trata-se de uma espécie rara, com poucos registros de ocorrência, a última coleta feita há 15 anos. Tem uma distribuição bastante restrita (AOO=28 Km²) e uma população severamente fragmentada. Além disso, ocorre em uma região sob intensa pressão antrópica. Dessa maneira, B. apparicioi é considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20apparicioi",""],
    [867,"BEGONIACEAE","Begonia bahiensis","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. bahiensis é uma espécie que, como o epíteto específico sugere, ocorre principalmente no sul do Estado da Bahia (AOO=124 Km²) e, possivelmente, no Espirito Santo. Essa região sofre com o intenso desmatamento, como o município de Jussari (BA) que perdeu cerca de 95% da sua vegetação nativa (SOS Mata Atlântica, INPE, 2011). Por ter subpopulações no Estado do Espírito Santo, essa espécie pode ser considerada severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20bahiensis","Mata Atlântica"],
    [868,"BEGONIACEAE","Begonia besleriifolia","Schott","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. besleriifolia é uma espécie arbustiva encontrada na Mata Atlântica da Bahia e, possivelmente, no Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. Suspeita-se que suas subpopulações ocorram de maneira disjunta, uma vez que estão distantes entre si. Assim, suspeita-se que a população dessa espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, esse arbusto ocorre em áreas que sofrem forte pressão antrópica, com intenso desmatamento.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20besleriifolia","Mata Atlântica"],
    [869,"BEGONIACEAE","Begonia brevilobata","Irmsch.","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. brevilobata é uma espécie endêmica de São Paulo, mais especificamente da Estação Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba. É uma espécie extremamente rara, com apenas uma coleta feita há quase 100 anos, de maneira que o conhecimento sobre a espécie é muito deficiente e a espécie pode até mesmo estar extinta na natureza. Recomenda-se que novos estudos devem ser feitos nesta unidade de conservação (SNUC) com o objetivo de se encontrar subpopulações remanescentes dessa espécie, bem como o atual estado de conservação de cada uma delas. Dessa maneira, B. brevilobata é considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20brevilobata",""],
    [870,"BEGONIACEAE","Begonia coccinea","Hook.","EN","A2cd,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. coccinea é uma planta potencialmente ornamental encontrada apenas nas Florestas Úmidas e Montanhosas dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, tendo distribuição restrita (AOO=48 Km²). Sua ocorrência é disjunta entre os dois Estados, permitindo supor que tenha uma população severamente fragmentada. Por seu potencial ornamental, suspeita-se que a coleta predatória seja uma ameaça à sua sobrevivência. Além disso, tratando-se de uma planta epífita que cresce em árvores de 20 a 30 metros, suspeita-se que esteja sofrendo com a ameaça da perda do habitat, que pode alcançar cerca de 80% no Estado do Rio de Janeiro. Dessa maneira, suspeita-se que a redução populacional da espécie tenha sido maior do que 50% nos 15 anos (considerando tempo de geração igual a cinco anos para espécie arbustiva).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20coccinea","Mata Atlântica"],
    [871,"BEGONIACEAE","Begonia crispula","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. crispula é uma espécie endêmica e rara, encontrada apenas no Estado do Espírito Santo, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=4 Km²). Entretanto, sua AOO pode ser maior, uma vez que há muitas coletas sem localidade definida. Essa espécie ocorre em uma região com intenso desmatamento: Aracruz perdeu cerca de 95% e  Ibiraçu, 90% de vegetação nativa até 2011. Suspeita-se, portanto, que a redução populacional tenha sido maior do que 80% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração para espécie de cerca de dois anos). Além disso, por ocorrer em uma região que sofre intensa pressão de desmatamento, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20crispula","Mata Atlântica"],
    [872,"BEGONIACEAE","Begonia curtii","L.B.Sm. & B.G.Schub.","VU","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia curtii é uma espécie herbácea ou subarbustiva encontrada principalmente no Estado do Espírito Santo, mas com ocorrência também em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Tem uma distribuição bastante restrita (EOO = 18005,52 Km²), sendo encontrada em uma região sob intensa pressão antrópica. O Estado do Espírito Santo, por exemplo, perdeu cerca de 90% de vegetação até 2011, de maneira que se suspeita que a população dessa espécie seja severamente fragmentada. Suspeita-se também que a redução populacional da espécie tenha sido maior do que 30% nos últimos 15 anos (considerando tempo de geração de cinco anos para a espécie).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20curtii","Mata Atlântica"],
    [873,"BEGONIACEAE","Begonia dentatiloba","A.DC.","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia dentatiloba é uma espécie subarbustiva de distribuição restrita (AOO=40 Km²) e subpopulações pequenas, encontrada principalmente em Florestas Úmidas do Estado do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro sofreu intenso desmatamento, com perda de vegetação nativa de cerca de 80%. Em consequência, suspeita-se que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 15 anos (considerando tempo de geração de cinco anos para a espécie). Além disso, por ocorrer em uma paisagem altamente antropizada, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20dentatiloba","Mata Atlântica"],
    [874,"BEGONIACEAE","Begonia descoleana","L.B.Sm. & B.G.Schub.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie ornamental e amplamente distribuída nos Estados do sul do Brasil. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC), em relação ao risco de extinção.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20descoleana","Mata Atlântica"],
    [875,"BEGONIACEAE","Begonia espiritosantensis","E.L.Jacques & Mamede","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia espiritosantensis, como o epíteto específico sugere, é uma  espécie herbácea encontrada apenas no Estado do Espírito Santo, tendo uma distribuição bastante restrita (EOO=1124,59 Km² e AOO=16 Km²). Está sujeita a apenas quatro situações de ameaça, sendo uma delas a perda de habitat: os municípios onde a espécie ocorre perderam mais de 80% da vegetação nativa até 2011. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos seis nos (considerando tempo de geração de cerca de dois anos para a espécie).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20espiritosantensis","Mata Atlântica"],
    [876,"BEGONIACEAE","Begonia fruticosa","(Klotzsch) A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em florestas úmidas da Bahia ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20fruticosa","Mata Atlântica"],
    [877,"BEGONIACEAE","Begonia handroi","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia handroi é uma espécie herbácea endêmica do Estado de São Paulo, com distribuição bastante restrita (EOO=1478,76 Km² e AOO=16 Km²). Com base no número de subpopulações, suspeita-se que esteja sujeita a quatro situações de ameaça. Uma delas é a perda de habitat, podendo ser de cerca de 80% só no município de São Paulo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20handroi","Mata Atlântica"],
    [878,"BEGONIACEAE","Begonia herbacea","Vell.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie com potencial ornamental, amplamente distribuída (EOO=36677,5  km²), encontrada do norte do Estado do Rio de Janeiro ao Estado do Paraná. Apesar de ocorrer em áreas com intensa pressão antrópica, ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20herbacea","Mata Atlântica"],
    [879,"BEGONIACEAE","Begonia hirtella","Link","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie com potencial ornamental e amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica e Amazônia. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) e em áreas alteradas. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20hirtella","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [880,"BEGONIACEAE","Begonia hispida","Schott","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie com potencial ornamental, medicinal e amplamente distribuída, sendo encontrada em Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20hispida","Mata Atlântica"],
    [881,"BEGONIACEAE","Begonia huegelii","(Klotzsch) A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada de Minas Gerais ao Paraná. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20huegelii","Mata Atlântica"],
    [882,"BEGONIACEAE","Begonia ibitiocensis","E.L.Jacques & Mamede","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia ibitiocensis é uma espécie  encontrada principalmente no Estado de Espírito Santo, mas com registro também para o norte do Rio de Janeiro, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=28 Km²). Ocorre em uma região que sofreu e sofre intensa pressão antrópica, resultando principalmente na perda de habitat, que gera paisagens fragmentadas, dificultando a dispersão da espécie.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ibitiocensis","Mata Atlântica"],
    [883,"BEGONIACEAE","Begonia inconspicua","Brade","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia inconspicua é uma espécie bastante rara, encontrada apenas em Rio Doce e Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo. Tem uma distribuição muito restrita (AOO=8 Km²)  e é encontrada em uma região que sofre intensa pressão antrópica: Santa Teresa perdeu cerca de 80% e Rio Doce, cerca de 90% de vegetação nativa até 2011. Por ocorrerem em uma região significativamente impactada pela ação humana, suspeita-se que essas duas subpopulações sejam severamente fragmentada.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20inconspicua","Mata Atlântica"],
    [884,"BEGONIACEAE","Begonia integerrima","Spreng.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie ornamental amplamente distribuída encontrada em matas úmidas do Espírito Santo a São Paulo. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20integerrima","Mata Atlântica"],
    [885,"BEGONIACEAE","Begonia itaguassuensis","Brade","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia itaguassuensis é uma espécie  herbácea encontrada em Florestas Úmidas do Espírito Santo e do sul da Bahia, tendo uma distribuição restrita (AOO=72 Km²). A distribuição é disjunta, de maneira que se suspeita que a população seja severamente fragmentada. Além disso ocorre em áreas que sofrem intensa pressão antrópica. O Estado do Espírito Santo, por exemplo, perdeu quase 90% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração de dois anos).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20itaguassuensis","Mata Atlântica"],
    [886,"BEGONIACEAE","Begonia itatinensis","Irmsch. ex Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. itatinensis  é uma espécie potencialmente ornamental e medicinal encontrada principalmente na região da Serra do Mar no Estado de São Paulo, mas tem registros também para os Estados do Riode Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, e possivelmente, Paraná. Ocorre sobretudo em Florestas Úmidas bem preservadas. A maior parte das coletas foi feita em unidades de conservação, o que poderia assegurar a conservação da espécie. Entretanto, as unidades de conservação sofrem ameaças, como a presença de caçadores e a coleta predatória de espécimes vegetais. Além disso, sua distribuição é disjunta e algumas subpopulações estão isoladas no Sul do país, de maneira que se suspeita que a população de B. itatinensis seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20itatinensis","Mata Atlântica"],
    [887,"BEGONIACEAE","Begonia jureiensis","S.J.Gomes da Silva & Mamede","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. jureiensis, como o epíteto específico sugere, é uma espécie endêmica da Juréia, no estado de São Paulo. Tem, portanto, uma distribuição bastante restrita (AOO=4 Km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça: a ocupação irregular na Estação Ecológica Juréia-Itatins. Descrita recentemente, novos estudos devem ser realizados na unidade de conservação e arredores, com o objetivo de se verificar o número de subpopulações e o seu estado atual de conservação.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20jureiensis","Mata Atlântica"],
    [888,"BEGONIACEAE","Begonia kuhlmannii","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. kuhlmannii é uma espécie  herbácea endêmica do Espírito Santo, tendo uma distribuição bastante restrita (EOO=3773,40 Km² e AOO=64 Km²), concentrada na região de Santa Teresa, embora existam coletas mais distantes. Como a espécie ocorre em uma região que sofre intensa perda de habitat, suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [889,"BEGONIACEAE","Begonia larorum","L.B.Sm. & Wassh.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. larorum é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1920, na Ilha de Alcatrazes, São Paulo. É, portanto, uma espécie rara e com distribuição bastante restrita (AOO=4 Km²). Por ser uma espécie insular, está sujeita a processos ecológicos que podem levá-la à extinção, como a presença de espécies exóticas invasoras. Esse processo já pode ter acontecido, uma vez que a única coleta foi feita há quase 100 anos. Entretanto, novos estudos devem ser feitos na Ilha com o intuito de se verificar a ocorrência e o estado atual de conservação da espécie.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20larorum","Mata Atlântica"],
    [890,"BEGONIACEAE","Begonia obscura","Brade","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. obscura é uma obscura espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, mas sem localidade de coleta. Sem essa informação, não é possível saber sua distribuição e ameaças incidentes sobre a espécie ou localidade. Entretanto, as coletas foram feitas há mais de 50 anos, de maneira que B. obscura pode até estar extinta. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se procurar subpopulações na natureza, bem como avaliar seu estado de conservação (SNUC). Com as informações disponíveis até o momento, B. obscura é considerada como uma espécie \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20obscura","Mata Atlântica"],
    [891,"BEGONIACEAE","Begonia organensis","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia organensis é uma espécie rara, de distribuição restrita (EOO=2.597,08 km² e AOO =24 km²). Encontrada de maneira disjunta em Campos de Altitude da Serra dos Órgãos (RJ) e da Serra da Bocaina (SP), suspeita-se que seja severamente fragmentada. Além disso, ambas as serras sofrem ameaças que podem levar a espécie à extinção, como a queimada de origem antrópica e oturismo descontrolado.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20organensis","Mata Atlântica"],
    [892,"BEGONIACEAE","Begonia paranaensis","Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. paranaensis, como o epíteto específico sugere, ocorre no Estado do Paraná, mas também há registros em São Paulo. Tem uma distribuição bastante restrita (AOO=36 Km²) e disjunta, de maneira que se suspeita que a espécie seja severamente fragmentada. Essa  suspeita está embasada também pelo fato da região sofrer intenso desmatamento, o que dificultaria o fluxo gênico entre subpopulações.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [893,"BEGONIACEAE","Begonia paulensis","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. paulensis é uma espécie potencialmente ornamental e rara, encontrada em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Tem uma distribuição bastante restrita (AOO=16 Km²). Está sujeita a quatro situações de ameaça, dentre as quais o desmatamento na Serra da Mantiqueira, que pode levar a população dessa espécie a ser severamente fragmentada e à extinção.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20paulensis","Mata Atlântica"],
    [894,"BEGONIACEAE","Begonia perdusenii","Brade","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A begônia-de-Per-Dusén é uma espécie encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica, mas de maneira disjunta. Tem, portanto, uma área de ocupação restrita (AOO =20 km²), além de uma população severamente fragmentada. Essa fragmentação deve-se também aos índices de desmatamento nos Estados em que ela ocorre, que pode ser de quase 90% no Estadodo Paraná, no que diz respeito à Mata Atlântica. Dessa maneira, suspeita-se que a população tenha sofrido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração de dois anos para a espécie).","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20perdusenii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [895,"BEGONIACEAE","Begonia piresiana","Handro","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia piresiana é endêmica do Estado de São Paulo, tendo poucas e antigas coletas. Sua área deocupação é bastante pequena (AOO =8 km²). As coletas foram feitas em áreas sob intensa pressão antrópica. Houve apenas uma coleta em unidade de conservação, na cidade de São Paulo, 20 anos atrás. Por ocorrer em áreas densamente povoadas, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre subpopulações deve ser dificultado pela presençahumana.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20piresiana","Mata Atlântica"],
    [896,"BEGONIACEAE","Begonia pluvialis","L.B.Sm. ex S.F.Sm. & Wassh.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia pluvialis é uma espécie endêmica do Estado do Paraná, com distribuição restrita (EOO=160,73 Km² e AOO=12 Km²). Está sujeita a três situações de ameaça, dentre as quais a invasão de espécies na região de Morretes e Paranaguá.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20pluvialis","Mata Atlântica"],
    [897,"BEGONIACEAE","Begonia polygonifolia","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia polygonifolia é uma liana encontrada no Estado do Espírito Santo e sul da Bahia (AOO=28 Km²). Ocorre em uma região que sofre intenso desmatamento, resultando em uma paisagem fragmentada. Essa paisagem pode causar dificuldades no fluxo gênico entre indivíduos, levando a uma fragmentação severa da população.","2012-08-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20polygonifolia","Mata Atlântica"],
    [898,"BEGONIACEAE","Begonia radicans","Vell.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada da Bahia a Santa Catarina, ainda que de forma descontínua. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, principalmente na Região Sul, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20radicans","Mata Atlântica"],
    [899,"BEGONIACEAE","Begonia rufa","Thunb.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuída e considerada comum em algumas das regiões de ocorrência.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20rufa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [900,"BEGONIACEAE","Begonia ruschii","L.Kollmann","CR","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. ruschii é uma begônia endêmica da Estação Biológica de Santa Lúcia (ES), encontrada apenas em paredões rochosos próximos a cachoeiras (EOO=18,24 Km²). Apesar de ocorrer em uma unidade de conservação, sofre com ameaças constantes de incêndios provocados por moradores vizinhos. Caso os incêndios atinjam o habitat dessa begônia, ela pode ser extinta em um período curto de tempo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ruschii","Mata Atlântica"],
    [901,"BEGONIACEAE","Begonia salesopolensis","S.J.Gomes da Silva & Mamede","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia salesopolensis, como o epíteto específico sugere, é uma espécie endêmica da região de Salesópolis, São Paulo (AOO=8 Km²). Apesar de ocorrer em unidades de conservação (SNUC), a escassez de coletas e fato de as mesmas terem quase 20 anos levam à suspeita que a espécie seja rara. Além disso, tais unidades de conservação estão sujeitas à exploração ilegal de espécimes vegetais.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20salesopolensis","Mata Atlântica"],
    [902,"BEGONIACEAE","Begonia santoslimae","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia santoslimae é uma espécie encontrada principalmente no Estado do Espírito Santo, mas com registro para o Estado do Rio de Janeiro, tendo, portanto, uma distribuição bastante restrita (EOO= 3.977,26 Km² e AOO=28 Km²). Devido à coleta no Estado do Rio de Janeiro ter sido feita distante das demais subpopulações, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada. Essa suspeita é reforçada pelo fato de que a espécie ocorre em uma região que sofre intensa pressão de desmatamento.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20santoslimae","Mata Atlântica"],
    [903,"BEGONIACEAE","Begonia scharffii","Hook.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Esta é uma begônia endêmica da ilha de Florianópolis, Santa Catarina (AOO=4 Km²), encontrada apenas em paredões de arenito, em locais sombreados. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, de maneira que se suspeita que o turismo descontrolado na ilha pode levar essa espécie à extinção. Esse evento já pode estar em curso, tendo em vista que a espécie não é coletada há mais de 40 anos.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20scharffii","Mata Atlântica"],
    [904,"BEGONIACEAE","Begonia smilacina","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia smilacina é uma espécie com distribuição restrita (AOO=76 Km²) encontrada principalmente no sul da Bahia e possivelmente no Espirito Santo. A região do sul da Bahia vem sofrendo com o intenso desmatamento e a fragmentação florestal, ameaças que poderiam levar a espécie à extinção. Além disso, a subpopulação no Espírito Santo pode ser geneticamente isolada do restante das subpopulações, caso o fluxo gênico entre estas seja dificultado. Essa suspeita baseia-se no fato de os Estados onde a espécie ocorre terem sofrido intenso desmatamento.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20smilacina","Mata Atlântica"],
    [905,"BEGONIACEAE","Begonia stenolepis","L.B.Sm. & R.C.Sm.","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia stenolepis é uma espécie encontrada nos Estados do Paraná e Santa Catarina (AOO=56 Km²). Tais Estados sofreram intenso desmatamento, sendo que Paraná perdeu cerca de 85% e Santa Catarina 80% de vegetação nativa até 2011. Suspeita-se, portanto que B. stenolepis tenha não somente uma população severamente fragmentada (uma vez que o fluxo gênico é dificultado pela fragmentação florestal), mas também que tenha tido uma redução populacional maior do 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração igual a dois anos para a espécie).","2012-08-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20stenolepis","Mata Atlântica"],
    [906,"BEGONIACEAE","Begonia sylvatica","Meisn. ex A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia sylvatica é uma espécie com distribuição disjunta entre a Bahia e o Espírito Santo, tendo uma área de ocupação pequena (AOO=32 Km²). Devido a essa disjunção, suspeita-se que a espécie seja severamente fragmentada. Além disso, a espécie ocorre em áreas que sofrem intensa perda de habitat.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20sylvatica","Mata Atlântica"],
    [907,"BEGONIACEAE","Begonia toledoana","Handro","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia toledoana é uma begônia endêmica da região sul do Estado de São Paulo (EOO=1.392,11 Km² e AOO=36 Km²). Essa região sofreu um intenso desmatamento para o plantio de espécies frutíferas comerciais, como a banana. Suspeita-se que o desmatamento leve a população dessa  begônia a ser severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre subpopulações é prejudicado.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20toledoana","Mata Atlântica"],
    [908,"BEGONIACEAE","Begonia ulmifolia","Willd.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada do Rio de Janeiro à Paraíba. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, suspeita-se que essa espécie seja abundante devido ao grande número de coletas. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ulmifolia","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [909,"BEGONIACEAE","Begonia undulata","Schott","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia undulata é uma espécie medicinal, encontrada principalmente nas proximidades do município do Rio de Janeiro (AOO=44 Km²). Entretanto, há subpopulações disjuntas em São Paulo e na região de Cabo Frio (RJ), de maneira que se suspeita que a população seja severamente fragmentada. Além disso, o município do Rio de Janeiro possui uma considerável extensão de floresta que vem sofrendo com a especulação imobiliária.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20undulata","Mata Atlântica"],
    [910,"BEGONIACEAE","Begonia valdensium","A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em lugares fragmentados da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20valdensium","Mata Atlântica"],
    [911,"BEGONIACEAE","Begonia venosa","Skan ex Hook.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia venosa, apesar de constar como sendo endêmica da Ilha de Alcatrazes, tem um registro para Ilhabela (ambas no Estado de São Paulo). Apesar disso, a espécie possui uma distribuição bastante restrita (AOO=8 Km²). Suspeita-se que seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre as ilhas deve ser prejudicado. Além disso, as ilhas, de maneira geral, são ambientes sensíveis, estando sujeitas à invasão biológica.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20venosa","Mata Atlântica"],
    [912,"BEGONIACEAE","Begonia vicina","Irmsch.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia vicina é uma espécie endêmica do Estado de São Paulo, tendo uma distribuição bastante restrita (AOO=12 Km²) e disjunta. Suspeita-se que essa disjunção possa levar a espécie a uma severa fragmentação, uma vez que o fluxo gênico entre as subpopulações é dificultado pela distância. O fluxo gênico pode ser dificultado também devido ao fato da região ser altamente desmatada.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20vicina","Mata Atlântica"],
    [913,"BERBERIDACEAE","Berberis campos-portoi","Brade","CR","B1ab(ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Berberis campos-portoi é um arbusto endêmico das Florestas Úmidas e dos Campos de Altitude do Parque Nacional do Caparaó. Apresenta EOO estimada inferior a 100 km², sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). A incidência de fogo é a principal ameaça no local, mesmo em uma unidade de conservação de proteção integral, identificando uma situação de ameaça que reduz a AOO e qualidade do habitat.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Berberis%20campos-portoi","Mata Atlântica"],
    [914,"BERBERIDACEAE","Berberis kleinii","Mattos","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Berberis kleinii é um arbusto da Região Sul do Brasil e do Parque Nacional do Itatiaia (PNI). Rara, a espécie tem tamanho populacional pequeno, ocorrendo em Florestas Úmidas e Campos de Altitude, sobre solo pedregoso. Todas as subpopulações conhecidas estão ameaçadas pela incidência de queimadas, porém, a subpopulação do PNI está em área protegida e isolada das demais subpopulações. Assim, é possível identificar menos de cinco situações de ameaça. Caso as queimadas não sejam controladas, poderão elevar a espécie para a categoria CR em futuro próximo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Berberis%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [915,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma campicola","(Pilg.) L.G.Lohmann","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma campicolacaracteriza-se por arbustos terrícolas, apresenta síndrome de polinizaçãomelitófila, e dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados daBahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí,Tocantins e Santa Catarina. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de1.988.476,119 km². Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20campicola","Cerrado"],
    [916,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma dichilum","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma dichilum é uma liana caracterizada por síndrome de polinização quiropterófila e dispersão anemocórica. É endêmica do Brasil, onde é restrita aos biomas Caatinga e Cerrado. Apresenta AOO de 80 km² e poucos registros em coleções científicas. Embora protegida por unidade de conservação no Estado da Bahia, no Parque Estadual do Morro do Chapéu e no Parque Nacional da Chapada Diamantina, encontra-se sob constante ameaça devido à agricultura epecuária, além do corte de madeira para a construção civil e produção decarvão. São necessários esforços de coleta a fim de verificar a existência desubpopulações, a viabilidade populacional e o grau de proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20dichilum","Caatinga"],
    [917,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma fruticosum","A.H.Gentry","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma fruticosum é uma espécie arbustiva, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado da Bahia, ocorre nos municípios de Abaíra, Caetité, Ibicoara e Mucugê. É restrita ao bioma Caatinga. Apresenta AOO de 28 km² e encontra-se sob três principais situações de ameaça: degradação do solo devido à monocultura da soja, queimadas para a formação de pastagens e dispersão de espécies exóticas. Protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, apresenta poucos registros de coleta em coleções científicas. A última coleta foi realizada em 2005, no município de Mucugê. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20fruticosum","Cerrado"],
    [918,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma magnoalatum","Scud.","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma magnoalatum é uma liana com síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica. É endêmica do Estado de Minas Gerais e restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Tropical Úmida, Campos Rupestres e Floresta Estacional. Apresenta AOO de 12 km². É protegida por unidades de conservação (SNUC) nos Parques Estaduais do Rio Doce e do Itacolomi. Apresenta apenas quatro registros de coleta em coleções científicas, sendo a última do ano de 2006, no Parque Estadual do Itacolomi. Encontra-se sob a ameaça de queimadas em sua área de ocorrência. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificara existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20magnoalatum","Mata Atlântica"],
    [919,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma nervosum","Bureau & K.Schum.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma nervosumcaracteriza-se por arbustos, apresenta síndrome de dispersão anemocórica.Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais e SãoPaulo. Restrita do bioma Mata Atlântica. Apresenta EOO de 111.813,202 km².Representada por apenas quatro registros de coleta em coleções científicas,sendo a última coleta datada de 2006, no município de Águia Branca, Estado doEspírito Santo. Apesar de estar sob constante ameaça devido ao deflorestamentoem sua área de ocorrência, o município de Águia Branca (ES) e Catuji (MG)perderam entre 80-90% de sua vegetação nativa até o ano de 2011, ocorre emáreas antropizadas ou de regeneração florestal. É necessário o investimento empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção, a fim deevitar sua inclusão, futuramente, em alguma categoria de ameaça.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20nervosum","Mata Atlântica"],
    [920,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma paulistarum","Bureau & K.Schum.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma paulistarumcaracteriza-se por lianas, apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Não éendêmica do Brasil. Ocorre nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio deJaneiro, São Paulo e Paraná. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em floresta estacional semidecídua e floresta ombrófila densa, emtrilhas ou borda de mata. Apresenta EOO de 623.115,622 km². Protegida por diversasUnidades de Conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas, inclusivepor coletas recentes. Devido a sua distribuição disjuntae pontual entre Estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaçaem avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20paulistarum","Mata Atlântica"],
    [921,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma reticulatum","Bureau ex K.Schum.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma reticulatum caracteriza-se por lianas, e apresenta síndrome dedispersão anemocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica,Caatinga e Cerrado. Apresenta EOO de 400.407,922 km². Representada por poucosregistros de coleta, sendo a última realizada no ano de 2004, no município deRemanso no Estado da Bahia. Apesar de protegida pelo Parque Nacional de SeteCidades, ocorre em áreas extremamente antropizadas. O bioma Cerrado perdeu 48%de vegetação nativa até 2009, enquanto que a Mata Atlântica perdeu 80% de suavegetação nativa até a mesma data, já a Caatinga vêm sofrendo perda de habitatsprincipalmente devido à agricultura e pecuária, seguida pelo corte de madeira eprodução de carvão, acredita-se que 80% da vegetação esteja alterada. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20reticulatum","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [922,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma ubatubense","Assis & Semir","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma ubatubense é uma liana com síndrome de dispersão anemocórica. É endêmica da regiãode Ubatuba, no Estado de São Paulo e restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Restinga. É conhecida apenas pelo material tipo. Apresenta AOO de 4 km². Encontra-se em constante ameaça, devido principalmente à expansão imobiliária e às atividades de turismo. A região de Ubatuba perdeu cerca de 75% da vegetação nativa até o ano de 2011. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20ubatubense","Mata Atlântica"],
    [923,"BIGNONIACEAE","Anemopaegma arvense","(Vell.) Stellfeld ex de Souza","EN","A2cd","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anemopaegmaarvense é conhecida popularmente por catuaba, alecrim-do-campo e catuabinha. São subarbustos terrícolas, deciduifólias,hermafroditas, apresentando síndrome de polinização melitófila e dispersãoanemocórica. São plantas autocompatíveis e agamospérmicas. Não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Bolívia e no Paraguai. No Brasil, além da distribuição nos Estados supracitados, tem indicações de ocorrência também na Bahia, Ceará e Maranhão. É adaptada ao fogo e é bastante usada no comércio de plantas medicinais. Extratos da espécie foram patenteados por grupos de pesquisas japoneses para fins cosméticos. A grande exploração da espécie e ausência de cultivo no país para fins comerciais causaram um declínio populacional de 50% nos últimos 10 anos. Mesmo ocorrendo em diversas unidades de conservação (SNUC), encontra-se ameaçada devido ao intenso desmatamento do bioma Cerrado e a sua exploração in situ. São necessários esforços de coleta a fim de verificar a diversidade genética das subpopulações, a viabilidade populacional e sua proteção, além da elaboração de um plano de manejo adequado, que viabilize a exploração da espécie.","2012-09-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20arvense","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [924,"BIGNONIACEAE","Anemopaegma mirabile","(Sandwith) A.H.Gentry","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anemopaegma mirabile é um arbusto endêmico do Brasil, ocorrendo no Estado do Maranhão e,possivelmente, no Piauí. É restrita ao bioma Caatinga, onde cresce em Florestas Secas. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida apenas por dois registros de coleta, datados de 1964. Não está protegida por unidades de conservação. Encontra-se constantemente ameaçada pelo intenso desmatamento de áreas no Estados do Piauí e, principalmente, do Maranhão. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de outras subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20mirabile","Cerrado"],
    [925,"BIGNONIACEAE","Anemopaegma patelliforme","A.H.Gentry","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anemopaegma patelliforme caracteriza-se por lianas. Não endêmica do Brasil. Segundo Forzza, et al. (2012) ocorre nos biomas Amazôniae Pantanal, endêmica do Estado de Mato Grosso, porém é conhecida apenas para omunicípio de Nova Xavantina, onde desenvolve-se em vegetação secundária efloresta de galeria, havendo assim incongruência em relação ao domíniofitogeográfico de ocorrência da espécie, já que este município está contido nobioma Cerrado. Apresenta apenas dois registros de coleta, sendo o último datadode 1966. Apesar de pouco representada em coleções científicas, e não coletadahá 46 anos, trata-se de lianas provavelmente pouco coletadas, e ocorrem emáreas de vegetação perturbada. Énecessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacionale seu real estado de conservação.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20patelliforme","Amazônia, Pantanal"],
    [926,"BIGNONIACEAE","Digomphia densicoma","(Mart. ex DC.) Pilg.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Digomphia densicoma caracteriza-se por arbustos ou árvores terrícolas. Não é endêmica do Brasil,ocorre também na Colômbia, Venezuela e Guiana. É restrita ao bioma Amazônia, crescendo em áreas abertas e Campos de Altitude, entre 400 e 1.200 m de altitude. Tem distribuição restrita com grande parte dos registros de coleta da região da Serra do Aracá, no Estado do Amazonas. Está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, considerando o elevado crescimento urbano da região de ocorrência, a implementação de estradas e a consequente urbanização de áreas até então inacessíveis. São necessáriosinvestimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digomphia%20densicoma","Amazônia"],
    [927,"BIGNONIACEAE","Fridericia caudigera","(S.Moore) L.G.Lohmann","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia caudigeracaracteriza-se por lianas, e apresenta síndrome de polinização melitófila. Nãoé endêmica do Brasil. Distribui-se pelos biomas Caatinga, Cerrado e MataAtlântica. Apresenta EOO de 4.656.354,008 km². Amplamente distribuída. Protegidapor unidades de conservação (SNUC). Sua distribuição disjunta e pontual entre Estadosbrasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliaçõesregionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20caudigera","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [928,"BIGNONIACEAE","Fridericia crassa","(Bureau & K.Schum.) L.G.Lohmann","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia crassa é uma liana endêmica do Brasil e restrita aos biomas Cerrado e Caatinga. Ocorre emmenos de cinco situações de ameaça, considerando a perda de habitat como principal ameaça. Está protegida pela unidade de conservação, Parque Nacional da Serra da Capivara. Encontra-se ameaçada pelo intenso desmatamento, já que os Estados do Maranhão e Piauí são o primeiro e o quinto, respectivamente, em desflorestamento da vegetação de Cerrado. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional  e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20crassa","Cerrado"],
    [929,"BIGNONIACEAE","Fridericia elegans","(Vell.) L.G.Lohmann","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia elegans caracteriza-sepor lianas, terrícolas ou rupícolas, heliófitas. Restrita do bioma MataAtlântica. Endêmica do estado do Rio de Janeiro, ocorrendo em encostas demorros, sobre rochedos e em formações secundárias. Apresenta EOO de8.667,689 km². Apesar de abundante em algumas pastagens do Rio de Janeiro, o Estado já perdeu até o ano de 2011 mais de 80% de sua cobertura vegetaloriginal. Énecessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção, a fim de evitar sua inclusão, futuramente, emalguma categoria de ameaça.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20elegans","Mata Atlântica"],
    [930,"BIGNONIACEAE","Fridericia pubescens","(L.) L.G.Lohmann","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia pubescens caracteriza-sepor lianas terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome depolinização melitófila. Não é endêmica do Brasil. Distribui-se nos biomasAmazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal, desenvolve-se em camposrupestres, floresta estacional e em ambientes antropizados. Apresenta EOO de5.752.425,220 km².  Amplamentedistribuída. Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). Não ameaçada noâmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20pubescens","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [931,"BIGNONIACEAE","Godmania dardanoi","(J.C.Gomes) A.H.Gentry","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Godmania dardanoi caracteriza-se porarbustos ou árvores, apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Não endêmicado Brasil. Ocorre nos biomas do Cerrado e Caatinga, em florestas decíduas.Encontrada nos estados do Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Paraíba,entre 550-700 m de altitude. Apresenta EOO de 517.404,284 km². Protegida pela unidade de conservação (SNUC) Parque Nacional da Serra das Confusões. Amplamentecoletada no estados do Piauí, Bahia e Ceará. Apesar de restarem apenas 53% devegetação nativa de Caatinga, não há ameaça direta que coloque a espécie em riscode extinção. Sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Godmania%20dardanoi","Cerrado, Caatinga"],
    [932,"BIGNONIACEAE","Handroanthus albus","(Cham.) Mattos","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus albuscaracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, deciduifólias, hermafroditas, eapresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorre nos biomas Mata Atlântica eCerrado, desenvolve-se em floresta estacional decídua, floresta estacionalsemidecídua, floresta ombrófila e floresta ombrófila mista, em solosencharcados, à beira de mata de encosta. Espécie de crescimento lento, sendo utilizadaem projetos de restauração florestal. Apresenta EOO de 2.566.899,318 km². Protegidapor unidades de conservação (SNUC). Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20albus","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [933,"BIGNONIACEAE","Handroanthus arianeae","(A.H.Gentry) S.Grose","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus arianeae é uma árvore perene com síndrome de dispersão anemocórica. É endêmica do Brasil e restrita ao bioma Mata Atlântica. Tem registros de coleta nos Estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais, entretanto, especialistas apontam sua ocorrência somente no Espírito Santo. Tem AOO de 20 km². Apesar de protegida pela unidade de conservação (SNUC) Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce, onde o material-tipo foi coletado, os municípios nos quais a espécie ocorre sofreram intensa perda de seus hábitats. No Estado do Espírito Santo, os municípios de Linhares e Sooretama perderam cerca de 79% e 60%, respectivamente, da cobertura vegetal original, na Bahia, o município de Mata de São João perdeu 81% e, em Minas Gerais, o município de Carangola, 92%. Apresenta poucos registros de coleta tendo sido a a última em Sooretama, em 2007. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20arianeae","Mata Atlântica"],
    [934,"BIGNONIACEAE","Handroanthus botelhensis","(A.H.Gentry) S.Grose","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus botelhensis caracteriza-se por árvores de até 20 m de altura.Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde desenvolve-se emflorestas de solo encharcado e em áreas abertas. Ocorre nas montanhas litorâneasdos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, entre 400-760 m de altura. SegundoGentry (1992) a coleta para o Rio de Janeiro é duvidosa. Apresenta EOO de36.958,048 km². Apesar dos poucos registros de coleta tombados em coleçõescientíficas, e sua última coleta ter sido realizada há 22 anos, na restinga doPereirinha em São Paulo, é uma espécie muito comum nas regiões onde sãoencontradas. Protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Estadual CarlosBotelho, Parque Estadual do Jaraguá e Parque Estadual da Ilha do Cardoso.Encontra-se sob ameaça do turismo, queimadas, invasão de espécies exóticas eparticularmente na Ilha do Cardoso é utilizada pela população caiçara local. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção, a fim deevitar sua inclusão, futuramente, em alguma categoria de ameaça.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20botelhensis","Mata Atlântica"],
    [935,"BIGNONIACEAE","Handroanthus catarinensis","(A.H.Gentry) S.Grose","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus catarinensis, conhecida popularmente por: \"Pau Santo\" e \"Ipê-amarelo\", caracteriza-se por arbustos ou árvores,terrícolas, apresenta capacidade de rebroto e síndrome de polinizaçãoanemocórica. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em campos de altitude e floresta altomontana, formando moitasabundantes. Ocorre nos Estados de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e SãoPaulo. Apresenta EOO de 51.841,303 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC),Parque Estadual do Pico do Marumbi e Parque Estadual do Pico do Paraná. Bemrepresentada em coleções científicas, inclusive por coletas recentes. Apesar deestar sob ameaça da invasão de espécies exóticas (Pinus taeda), nos campo de altitude Paranaenses e os municípios dePoços de Caldas (MG) e Campos do Jordão (SP), terem perdido até o ano de 2010,93% e 85%, respectivamente, da sua cobertura vegetal original, não há nenhumaameaça direta que a inclua em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada noâmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20catarinensis","Mata Atlântica"],
    [936,"BIGNONIACEAE","Handroanthus cristatus","(A.H.Gentry) S.Grose","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina"," Handroanthus cristatus,conhecida popularmente como \"Ipê amarelo\" e \"Pau d?arco amarelo\",caracteriza-se por árvores de até 40 m de altura, e apresenta dispersãoanemocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Caatinga, acimade 100 m de altitude, nos Estados do Espírito Santo, municípios de Linhares,Cachoeiro do Itapemirim, Sooretama e Serra, e Pernambuco, onde ocorre de maneiradisjunta. Desenvolve-se em florestas secas. Apresenta EOO de 42.724,642 km².Protegida pela Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Pouco coletada, provavelmentepor ser uma espécie emergente. Apesar de protegida por unidade de conservação (SNUC),encontra-se sob ameaça devido ao deflorestamento no Estado do Espírito Santo,que até o ano de 2010 possui apenas 10,36% de vegetação nativa. É necessário oinvestimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar daexistência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e suaproteção, a fim de evitar sua inclusão, futuramente, em alguma categoria deameaça.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20cristatus","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [937,"BIGNONIACEAE","Handroanthus heptaphyllus","Mattos","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus heptaphylluscaracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, deciduifólias, hermafroditas, eapresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorre nos biomas Mata Atlântica eCerrado, em florestas úmidas, floresta estacional decídua, floresta ombrófiladensa, matas ribeirinhas, encostas e áreas degradadas, até 1.000 m de altitude. ApresentaEOO de 8.038.247 km². Amplamente distribuída. Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). É utilizada para fim ornamental, medicinal e suamadeira é utilizada na construção civil, transporte e construção naval. Comoapresenta crescimento relativamente rápido, pode ser usada na silviculturaindustrial e sistemas agroflorestais. Apesar de suas diversas utilidades, podendohaver um declínio populacional da espécie em locais pontuais, não há nenhumaameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20heptaphyllus","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [938,"BIGNONIACEAE","Handroanthus impetiginosus","Mattos","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus impetiginosus, conhecida popularmente como \"ipê-roxo\", \"ipê-rosa\", \"ipê-preto\" e \"pão-d?arco\",caracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, hermafroditas, deciduifólias,heliófitas, e apresentam dispersão anemocórica. Não endêmica do Brasil. Ocorremnos biomas Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Pantanal, ondedesenvolve-se preferencialmente em floresta estacional semidecídua ou decídua.Apresenta EOO de 6.798.333 km². Amplamente distribuída. Protegida pordiversas unidades de conservação (SNUC). Sua madeira apresenta uma excelente qualidadepara produção de móveis, e devido a este potencial madeireiro a espécie pode sofrerdeclínio populacional devido à sobre-exploração.  Apesar de utilizada em regeneração florestal eem plantios comerciais, existe a necessidade de investimentos em um plano demanejo adequado, para que em um futuro próximo a espécie não seja incluída emalguma categoria de ameaça.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20impetiginosus","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [939,"BIGNONIACEAE","Handroanthus riodocensis","(A.H.Gentry) S.Grose","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus riodocensis conhecida popularmente como ipê-amarelo e pau-d?arco-flor-de-algodão,é uma espécie secundária que ocupa o estrato médio-superior da floresta e caracteriza-se por árvores de até 35 m de altura, terrícolas, perenes, deciduifólias, hermafroditas, apresentando síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, até 200 m de altitude. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde é encontrada em Floresta Ombrófila. Apresenta AOO de 20 km². Está protegida pelo Parque Estadual do Rio Doce e pelas Reservas Biológica de Sooretama e Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Estima-se que existam 2.000 indivíduos maduros na natureza. Encontra-se sob constante ameaça devido ao deflorestamento nos municípios onde ocorre. Em Jussari (BA), por exemplo, a perda da vegetação nativa foi de 95%, em Alegre (ES), de 90%, em Linhares (ES), de 85% e, em Sooretama (ES), de 60%. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando  a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20riodocensis","Mata Atlântica"],
    [940,"BIGNONIACEAE","Handroanthus selachidentatus","(A.H.Gentry) S.Grose","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus selachidentatus conhecida popularmente por \"pau-d'arco\",caracteriza-se por árvores de até 4 m de altura, saxícolas ou terrícolas,perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorrenos biomas caatinga e mata atlântica, entre pedras em vegetação do tipocarrasco e em dunas do Rio São Francisco. Apresenta EOO de 282.108,022 km².Protegida por unidades de conservação (SNUC), Estação Biológica de Canudos e ParqueEstadual do Morro do Chapéu. Bem representada em coleções científicas,principalmente para o Estado da Bahia. Encontra-se sob ameaça devido à perda dehabitats que acomete a região onde distribui-se, por exemplo, a Bahia perdeuaproximadamente 21% de sua cobertura vegetal de caatinga entre os anos de2008-2009.  É necessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coletaa fim de certificar da existência de novas subpopulações, considerando suaviabilidade populacional, sua proteção, e sua manutenção na natureza, sendonecessário um plano de manejo adequado, para que em um futuro próximo a espécienão seja incluída em alguma categoria de ameaça.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20selachidentatus","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [941,"BIGNONIACEAE","Handroanthus spongiosus","(Rizzini) S.Grose","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hadroanthusspongiosus, conhecida popularmente como cascudo, ipê-cascudo, sete-cascas ou ipê amarelo, é uma árvore de até 8 m de altura, terrícola, perene, deciduifólia e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, onde se desenvolve preferencialmente em solos arenosos, savana estépica florestada, florestas sazonalmente secas e em estágios intermediários de sucessão, até aproximadamente 450 m de altitude. Apresenta AOO de 164 km², e encontra-se sujeita a três situações de ameaça: agricultura, pecuária e exploração madeireira. Estima-se um total aproximado de 1.050 indivíduos maduros na natureza. Está protegida pelo Parque Estadual da Mata Seca. Sua semente tem valor comercial. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20spongiosus","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [942,"BIGNONIACEAE","Jacaranda bullata","A.H.Gentry","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda bullata é uma espécie endêmica da Amazônia, conhecida apenas pelo material tipo,coletado em 1952, nas margens do Rio Aracá, no Estado do Amazonas.Caracteriza-se por árvores, perenes, hermafroditas e apresenta síndrome dedispersão anemocórica. Por ocorrer em uma região com relevantes esforços decoleta, podemos inferir que esta é uma espécie rara ou de fato ameaçada, já quenão há registros desde a coleta de seu material-tipo, porém devido a ausênciade informações torna-se inviável a sua avaliação de risco, não sendo possíveluma avaliação robusta e confiável com os dados disponíveis para a espécie. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e seu real estado deconservação.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20bullata","Amazônia"],
    [943,"BIGNONIACEAE","Jacaranda carajasensis","A.H.Gentry","CR","B2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda carajasensis é uma espécie arbórea de até 15 m de altura, hermafrodita e iterópara, com síndrome de dispersão anemocórica. Restrita ao bioma Amazônia, é endêmica do Estado do Pará, desenvolvendo-se apenas nos campos ferruginosos da Serra dos Carajás. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida somente pelo material tipo, coletado no município de Marabá em 1977. A espécie encontra-se sob constante ameaça devido à exploração de minério de ferro presente no habitat da espécie. Apesar de existir uma unidade de conservação (SNUC) na sua região de ocorrência, a Floresta Nacional de Carajás, não há registros recentes da espécie para o local. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20carajasensis","Amazônia"],
    [944,"BIGNONIACEAE","Jacaranda crassifolia","Morawetz","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda crassifolia é uma árvore de até 12 m de altura, perene, hermafrodita e iterópara, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado do Rio de Janeiro, ocorre no Parque Nacional do Itatiaia, entre 500 e 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de 1.275,95 km² e está sujeita a duas situações de ameaça: a ocupação humana com uso dos recursos do Parque e as atividades agropastoris. Espécie restrita ao maciço de Itatiaia, encontra-se muito pouco representada em coleções científicas. Não é coletada desde 1995, o que pode indicar uma alta raridade ou um declínio populacional da espécie. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20crassifolia","Mata Atlântica"],
    [945,"BIGNONIACEAE","Jacaranda egleri","Sandwith","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda egleri é um arbusto de até 0,5 m de altura, perene e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. É endêmica dos Estados do Pará e Amazonas, onde ocorre apenas nas margens do Rio Cururú, a aproximadamente 200 m de altura. É restrita ao bioma Amazônia, onde se desenvolve em planícies alagadas. Apresenta AOO de 8 km², e sua região de ocorrência encontra-se severamente fragmentada devido ao intenso desmatamento causado pela especulação de terras, pecuária e monoculturas da soja e algodão, além da exploração madeireira. Espécie de distribuição restrita, é conhecida apenas por três registros de coleta, todas feitas há mais de 40 anos. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20egleri","Amazônia"],
    [946,"BIGNONIACEAE","Jacaranda grandifoliolata","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda grandifoliata, conhecida popularmente como caroba e carobinha, é uma espécie arbustivo-arbórea, que pode atingir até 3 m de altura, sendo perene, hermafrodita e iterópara, e apresentando síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, tem registros de coleta nos Estados da Bahia e Paraíba, entretanto, especialistas apontam sua ocorrência somente na Bahia. Encontrada nos biomas Mata Atlântica e Caatinga, desenvolve-se em Restinga, Campos Rupestres e caatinga arbustiva, até 50 m de altitude. Apresenta AOO de 44 km². A espécie encontra-se sob constante ameaça devido à intensa supressão de seus hábitats, a qual, em alguns municípios de ocorrência, ultrapassa 90%, como é o caso de Lençóis e Alcobaça. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção. ","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20grandifoliolata","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [947,"BIGNONIACEAE","Jacaranda intricata","A.H.Gentry & Morawetz","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda intricata é uma espécie arbustiva de até 1 m de altura, perene, hermafrodita e iterópara, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado de Goiás, mais especificamente da Serra dos Cristais, ocorre em Campos Rupestres, entre 1.100 e 1.200 m de altitude. Restrita ao bioma Cerrado, está sujeita a uma situação de ameaça. Apresenta AOO de 8 km². Conhecida por escassos registros de coleta, não é recoletada desde 1980. Encontra-se sob constante ameaça devido à extração de cristais e agricultura. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20intricata","Cerrado"],
    [948,"BIGNONIACEAE","Jacaranda macrantha","Cham.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda macrantha conhecidapopularmente por \"carabobinho\" e \"caroba\", caracteriza-se por árvores, perenes,hermafroditas, iteróparas, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica.Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas cerrado e mata atlântica, onde égeralmente encontrada associada a bambus em borda de florestas, clareiras ouflorestas secundárias. Apresenta EOO de 353.885,425 km². Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC), como por exemplo, Reserva Florestal Companhia Vale doRio Doce, Estação Biológica de Caratinga e Parque Estadual da Serra do Mar. Apesarde apresentar potencial madeireiro, sendo utilizada como cabo de foice e demachado, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em alguma categoria de risco.Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20macrantha","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [949,"BIGNONIACEAE","Jacaranda microcalyx","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda microcalyx é uma espécie arbórea perene e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, há registros de coleta nos Estados da Bahia, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, entretanto, especialistas apontam sua ocorrência somente na Bahia e em Pernambuco. É encontrada em terras baixas litorâneas, abaixo dos 50 m de altitude, e em sistemas agroflorestais. Apresenta AOO de 24 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Pouco representada em coleções científicas, foi coletada pela última vez em 1993, na Estação Biológica de Santa Lúcia. Encontra-se sob constante ameaça devido à supressão de seus hábitats? alguns municípios onde a espécie ocorre perderam mais de 90% de vegetação original, como os municípios de Gandú, Ubaitaba e Ipojuca, por exemplo. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de novas subpopulações, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20microcalyx","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [950,"BIGNONIACEAE","Jacaranda puberula","Cham.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda puberula conhecidapopularmente por \"caroba\", \"carobinha\", \"caroba-da-mata\", \"carobeira\",\"caroba-roxa\" e \"jacarandá-branco\", caracterizada por árvores de até 20 m dealtura, terrícolas, perenes, heliófitas, higrófilas, hermafroditas, iteroparas,e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Ocorre também na Argentina.Encontrada em diferentes fitofisionomias de Mata Atlântica, em matas dearaucária, floresta ombrófila costeira, floresta estacional semidecídua,florestas montanas e em cerradão, capoeiras e vegetação secundária, a até 1300 mde altitude. Apresenta EOO de 2.832.614342 km². Protegida por diversas Unidadesde Conservação (SNUC). Apesar de utilizada na construção civil, caixotaria, celulose,cepas de calçados, para fins ornamentais e em restauração florestal, suassubpopualações encontram-se aparentemente estáveis, não sofrendo ainda algumdeclínio populacional significativo. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20puberula","Mata Atlântica"],
    [951,"BIGNONIACEAE","Jacaranda rugosa","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda rugosa é uma arvoreta de até 4 m de altura, terrícola ou saxícola, perene, heliófita, auto-incompatível, hermafrodita e iterópara, com síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Pernambuco e Bahia. É restrita ao bioma Caatinga, onde se desenvolve em solos arenosos e pedregosos. Tem dois picos de floração, porém, com baixa produção de flores em cada pico. Apresenta AOO de 32 km², e está sujeita a três situações de ameaça: agricultura com a consequente degradação do solo, pecuária bovina e exploração madeireira. Cerca de 92% dos gineceus de suas flores são danificados por Trigona spinipes (abelha), o que explica sua baixa produtividade de frutos (cerca de 1,5%). Encontra-se pouco representada em coleções científicas, porém há coletas recentes. Está protegida pelo Parque Nacional Serra do Catibau. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20rugosa","Caatinga"],
    [952,"BIGNONIACEAE","Jacaranda subalpina","Morawetz","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda subalpina conhecidapopularmente por \"caroba-do-campo\", caracteriza-se por árvores de até 12 m dealtura, terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de dispersãoanemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre, nos Estados de São Paulo e Rio deJaneiro, na Serra da Mantiqueira, e em Minas Gerais, entre 1600-1800 m dealtitude. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde desenvolve-se em campos dealtitude e floresta semidecídua altomontana. Estima-se que haja 33.000indivíduos maduros na natureza. Protegida por Unidades de Conservação (SNUC), ParqueNacional do Itatiaia, Parque Nacional da Serra da Bocaina, Parque NacionalQuedas do Rio Bonito e Parque Estadual de Campos do Jordão. Não ameaçada noâmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20subalpina","Mata Atlântica"],
    [953,"BIGNONIACEAE","Jacaranda ulei","Bureau & K.Schum.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda ulei caracteriza-sepor subarbustos a arvoretas de até 1,5 m de altura, perenes, hermafroditas,iteroparas, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil.Restrita do bioma Cerrado, onde desenvolve-se entre 700-1500 m de altitude.Apresenta EOO de 1.222.979,248 km². Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). Amplamente distribuída. Bem representada em coleções científicas.Devido sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20ulei","Cerrado"],
    [954,"BIGNONIACEAE","Paratecoma peroba","(Record) Kuhlm.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Paratecoma peroba, conhecida popularmente por ipê-peroba, peroba e peroba-do-campo, é uma espécie secundária inicial ou tardia, de árvores emergentes. Alcança mais de 40 m de altura, sendo terrícola, anual, deciduifólia e hermafrodita, e apresenta síndrome de dispersão anemocórica. Tem tempo de geração de aproximadamente 15 anos. Desenvolve-se em Florestas Estacionais Semideciduais e Florestas Úmidas de terras baixas. Ocorre nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, em até 50 m de altitude. Apresenta AOO de 96 km² e seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. Apesar de protegida por algumas unidades de conservação (SNUC) e utilizada em plantios de restauração florestal, é uma espécie com histórico de intensa exploração devido ao seu alto potencial madeireiro, principalmente para a confecção de móveis finos. Hoje é considerada possivelmente extinta no Estado do Rio de Janeiro. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paratecoma%20peroba","Mata Atlântica"],
    [955,"BIGNONIACEAE","Pleonotoma bracteata","A.H.Gentry","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Pleonotoma bracteata, conhecida popularmente como cipó-quira, é uma liana terrícola, perene e hermafrodita, com síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica. Endêmica do Brasil, ocorre entre 50 e 150 m de altitude. É restrita ao bioma Amazônia, onde se desenvolve em Florestas Úmidas e Capoeiras, seguindo o curso dos Rios Amazonas, Tocantins e seus afluentes. Está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, considerando o intenso desmatamento das regiões de ocorrência, como principal ameaça. O Estado do Amazonas perdeu entre os anos de 2006 e 2011, cerca de 3.504 km², e o Pará, 27.851 km², de suas vegetações nativas. É possível que por se tratar de uma liana esteja pouco representada em coleções científicas, tendo sido coletada pela última vez em 1992, no município de Santarém (PA). Está protegida pelo Parque Nacional de Tapajós. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleonotoma%20bracteata","Amazônia"],
    [956,"BIGNONIACEAE","Sparattosperma catingae","A.H.Gentry","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Sparattosperma catingae é uma árvore perene e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Endêmica do Estado da Bahia, pode ser encontrada nos municípios de Maracás e Jequié. Conhecida apenas pela coleta-tipo, realizada em Maracá, foi recoletada em 2007, em Jequié. Apresenta EOO de 522,19 km², e seus hábitats de ocorrência estão severamente fragmentados. Está representada em coleções científicas por apenas três registros de coleta. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sparattosperma%20catingae","Caatinga"],
    [957,"BIGNONIACEAE","Tabebuia cassinoides","(Lam.) DC.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tabebuia cassinoides , conhecida popularmente como caixeta e pau-de-tamanco, é uma árvore de até 18 m de altura, aquática ou terrícola, perene e hermafrodita, com capacidade de rebroto, síndrome de polinização melitófila e dispersão anemocórica e/ou hidrocórica. É endêmica do Brasil. Apresenta AOO de 456 km², e seus  hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), é uma espécie bastante explorada devido ao seuuso madeireiro. Tem madeira leve, sendo considerada a segunda melhor madeira do mundo para produção de lápis, utilizada também na confecção de tamancos, instrumentos musicais e brinquedos e no artesanato. Atualmente, restam poucas subpopulações viáveis para a exploraçãocomercial. Apenas o Estado de São Paulo dispõe de legislação regulamentando sua exploração. A Resolução SMA n° 11, de 13 de abril de 1992, estabelece que apenas indivíduos com DAP maior que 15 cm podem ser cortados, e exige a manutenção de pelo menos 20 indivíduos por hectare. Entretanto, é necessária a permanência de pelo menos 75 indivíduos reprodutivos por hectare, distribuídos de forma homogênea pela área. Ademais, seria preciso garantir um ciclo de corte de 16anos. Recomendam-se investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de verificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção, além da elaboração de um plano de manejo adequado que viabilize a exploração da espécie.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabebuia%20cassinoides","Mata Atlântica"],
    [958,"BIGNONIACEAE","Tabebuia obtusifolia","(Cham.) Bureau","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tabebuiaobtusifolia  conhecida popularmente com \"cove de onça\" e \"tabebuia\",caracteriza-se por árvores, perenes, hermafroditas, iteroparas, e apresenta síndromede polinização quiropterófila e dispersão anemocórica. Ocorre nos biomas MataAtlântica e Cerrado, em floresta ombrófila densa submontana e restingas.Apresenta EOO de 1.192.327,790 km². Amplamente distribuída. Protegida por unidades de conservação (SNUC), Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce,Parque Nacional da Tijuca e Estação Ecológica Juréia-Itatins. Não apresenta nenhumaameaça direta que a coloque em alguma categoria de risco. Não ameaçada noâmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabebuia%20obtusifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [959,"BIGNONIACEAE","Zeyheria montana","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zeyheria montanaconhecida popularmente como \"mandioquinha do campo\" e \"bolsa de pastor\",caracteriza-se por arbustos terrícolas, perenes, heliófitas, hermafroditas,auto-incompatível, hermafroditas, iteroparas, e apresenta síndrome depolinização ornitófila (beija-flores) e dispersão anemocórica. Endêmica doBrasil. Ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, entre 350-1000 m de altitude.Apresenta EOO de 2.801.187,650 km². Amplamente distribuída. Protegida pordiversas Unidades de Conservação (SNUC). Apesar de utilizada para fins medicinais,contra enfermidades na pele, não apresenta nenhuma ameaça direta que a coloqueem alguma categoria de risco. Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zeyheria%20montana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [960,"BIGNONIACEAE","Zeyheria tuberculosa","(Vell.) Bureau ex Verl.","VU","A2cd","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zeyheria tuberculosa, conhecida popularmente como buxo-de-boi, culhões-de-bode e ipê-branco, é uma árvore terrícola, perene, heliófita e hermafrodita, com síndrome de dispersão anemocórica. Não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Bolívia. Está protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). Trata-se de uma espécie pioneira bastante rústica, que se desenvolve em pastagens e coloniza áreas degradadas. Tem madeira de ótima qualidade, utilizada na construção civil, na fabricação de cercas e ferramentas. Suas sementes têm valor comercial, e a espécie também é utilizada na recuperação de áreas degradadas. Nos últimos 30 anos, a espécie sofreu um declínio populacional superior a 30%, devido à sobreexplotação, considerada a principal ameaça à espécie. É necessária a elaboração de um plano de manejo adequado.","2012-10-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zeyheria%20tuberculosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [961,"BIXACEAE","Bixa arborea","Huber","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Bixa arborea é uma arbórea de ampla distribuição, sendo encontrada nos biomas Mata Atlântica e Amazônia. Estudos fitossociológicos indicam que a espécie é bastante freqüente nas áreas de ocorrência, sendo encontrada em até 266 indivíduos por hectare. Possui EOO superior a 20.000 km², por tanto a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bixa%20arborea","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [962,"BIXACEAE","Cochlospermum regium","(Mart. ex Schrank) Pilg.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cochlospermum regium é um arbusto de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Embora algumas subpopulações estejam protegidas em Unidades de Conservação (SNUC), a espécie merece atenção devido ao potencial medicinal que suas raízes possuem, um fator que estimula o extrativismo e causa morte ao indivíduo, assim, futuramente a espécie pode ser categorizada como ameaçada de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cochlospermum%20regium","Amazônia, Cerrado"],
    [963,"BLECHNACEAE","Blechnum andinum","(Baker) C.Chr.","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum andinum é uma planta com distribuição pontual na Serra da Mantiqueira, ocorrendo apenas no Pico das Agulhas Negras. Essa montanha apresenta características peculiares em meio à região onde se localiza, devido a sua formação geológica diferenciada e à altitude relativamente elevada que atinge. Dessa forma, constitui uma ilha  bastante isolada de vegetação campestre de altitude, marcadamente diferenciada da vegetação florestal do entorno. Os campos do Planalto do Itatiaiavêm sofrendo com a incidência frequente de incêndios, alguns atingindo grandes extensões. Dessa forma, é possível supor que, ademais de um marcado declínio da EOO e qualidade de seu hábitat, B. andinum venha sofrendo uma redução no número de indivíduos maduros. A EOO é de 73,25 km² e o número de situações de ameaça é um.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20andinum","Mata Atlântica"],
    [964,"BLECHNACEAE","Blechnum heringeri","Brade","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum heringeri é uma espécie rara e conhecida por um baixo número de coletas botânicas. Pesquisas recém-publicadas sobre espécies do gênero no Brasil indicam que B. heringeri ocorre em apenas quatro localidades. Entretanto, comunicação pessoal com especialistas sugere que a espécie possivelmente ocorra no Estado do Pará e no Distrito Federal. Dessa forma, é possível suspeitar que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça, como a rápida expansão de atividades agropecuárias e a invasão de espécies exóticas que vem ocorrendo no Cerrado.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20heringeri","Cerrado, Amazônia"],
    [965,"BLECHNACEAE","Blechnum mochaenum","G.Kunkel","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Este táxon é sinônimo de B. squamipes.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20mochaenum","Mata Atlântica"],
    [966,"BLECHNACEAE","Blechnum mochaenum var. squamipes","(Hieron.) de la Sota","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum mochaenum var. squamipes (= B. squamipes) é endêmica de uma pequena porção dos Campos de Cima da serra da região sul do Brasil. A espécie ocorre em paredes rochosas em meio aos mosaicos de campos e floresta com Araucária, habitats que vêm sendo continuamente desmatados devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais e, no caso das florestas, também da extração madeireira. A EOO é de 4.623,69 Km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20mochaenum%20var.%20squamipes","Mata Atlântica"],
    [967,"BLECHNACEAE","Blechnum organense","Brade","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum organense tem uma distribuição ampla, embora aparentemente disjunta, no domínio da Mata Atlântica, e ocorre em alguns dos mais expressivos remanescentes de florestas do bioma, incluindo algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Entretanto, as informações disponíveis indicam que as subpopulações remanescentes da espécie são pequenas. Além disso, algumas das localidades de ocorrência encontram-se bastante desmatadas, enquanto outras sofrem com a incidência de incêndios. Dessa forma, é possível suspeitar que B. organense venha a ser ameaçada em um futuro próximo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20organense","Mata Atlântica"],
    [968,"BLECHNACEAE","Blechnum penna-marina","(Poir.) Kuhn","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum penna-marina é uma espécie amplamente distribuída na América do Sul e em várias ilhas ao redor do hemisfério Sul. No Brasil, a espécie é endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o sul de Minas Gerais e o nordeste do Rio Grande do Sul. Está representada em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20penna-marina","Mata Atlântica"],
    [969,"BLECHNACEAE","Blechnum sprucei","C.Chr.","VU","C2a(i),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum sprucei está sujeita a cinco situações de ameaça como desmatamento e degradação de seus habitats nos locais onde ocorre, fora de unidades de conservação (SNUC) (e.g. municípios de Passa Quatro e Delfim Moreira). Também é possível suspeitar que o número total de indivíduos da espécie seja inferior a 10.000 e que esteja havendo redução populacional devido à perda e degradação do seu habitat. Além disso, considerando os dados populacionais disponíveis, suspeita-se que o número de indivíduos maduros de B. sprucei, na maior subpopulação, seja inferior a 1.000.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20sprucei","Mata Atlântica"],
    [970,"BORAGINACEAE","Cordia silvestris","Fresen.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cordia silvestris é uma arbórea da Mata Atlântica, mas também foram encontrados registros botânicos para o Acre. Na Costa Atlântica a espécie ocorre desde o Sul ao Nordeste do Brasil, tendo EOO bastante superior a 20.000 km². Considerando ainda que ocorre em diversas Unidades de Conservação (SNUC), a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cordia%20silvestris","Mata Atlântica"],
    [971,"BORAGINACEAE","Cordia trichoclada","DC.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cordia trichoclada é uma arbórea que ocorre em praticamente toda a Costa Atlântica. Com ocorrência conhecida também no Acre, a espécie possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cordia%20trichoclada","Mata Atlântica"],
    [972,"BORAGINACEAE","Euploca salicoides","(Cham.) J.I.M.Melo & Semir","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Euploca salicoides é um arbusto não é endêmico do Brasil. Ocorre em 5 biomas brasileiro e em diversas formações vegetacionais. A EOO foi bastante superior 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euploca%20salicoides","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [973,"BRACHYTHECIACEAE","Zelometeorium patens","(Hook.) Manuel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie possui ampla distribuição, não é endêmica do Brasil, e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zelometeorium%20patens","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [974,"BROMELIACEAE","Acanthostachys pitcairnioides","(Mez) Rauh & Barthlott","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Acanthostachys pitcairnoides é conhecida a partir de uma coleta realizada em 1981 no município de Domingos Martins, no Estado do Espírito Santo. Entretanto, a espécie foi citada para o Paraguai em 1998. A coleta realizada foi feita em um tronco caído no solo, mas a espécie é epífita e cresce no dossel de outras árvores.Trata-se de um região montanhosa com muitas áreas de difícil acesso. Não foram realizadas expedições especificas para tentar identificar subpopulações da espécie. Portanto, um maior esforço de coleta na região é necessário para que seja feita uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie. A. pitcairnoides foi considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthostachys%20pitcairnioides","Mata Atlântica"],
    [975,"BROMELIACEAE","Aechmea alopecurus","Mez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea alopecurus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e Minas Gerais. Após a única coleta da espécie no século XIX, um novo registro foi feito no ano 2000 em Itororó, na Bahia e outro, em 2003, para Salto da Divisa, em Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.359,38 km²) e ocupa uma AOO de 16 km². Aechmea alopecurus ocorre em Mata Atlântica de encosta e de baixada. De acordo com dados disponíveis, os três municípios de ocorrênciada espécie perderam, ao longo dos anos, mais de 90% da cobertura vegetal original. Cada localidade foi considerada uma situação de ameaça distinta. A espécie não estáprotegida por unidades de conservação (SNUC).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20alopecurus","Mata Atlântica"],
    [976,"BROMELIACEAE","Aechmea amicorum","B.R. Silva & H. Luther","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea amicorum  é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e do Espírito Santo. A espécie tem distribuição bastante restrita (EOO=609,30 km²) e ocupa uma AOO de 12 km². Aechmea amicorum tem valor ornamental e é coletada na natureza para este fim. Além disso, a espécie sofre os efeitos da perda e fragmentação da cobertura vegetal original, que resulta em declínio contínuo da qualidade do hábitat. Aechmea amicorum apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada.","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20amicorum","Mata Atlântica"],
    [977,"BROMELIACEAE","Aechmea apocalyptica","Reitz","VU","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea apocalyptica é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=8.759,10 km²) aos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Paraná. Apesar da baixa AOO (16 km²), suspeita-se que a espécie também ocorra em outras áreas dentro de sua distribuição. Porém, estima-se que sua AOO não ultrapasse 2.000 km². Foram identificadas três situações de ameaça distintas. A espécie apresenta hábito epífitico e terrícola, em matas de araucária, CampoSujo e na orla e no interior de capões, e capacidade de dispersão restrita. Tem valor ornamental e sua população foi reduzida durante o período de atividades do Serviço Nacional de Malária, quando foram retirados ca. 74.194 indivíduos de bromélias do ambiente e foram destruídas/desmatadas áreas com ca. 79.570 m². Assim, A. apocalyptica foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20apocalyptica","Mata Atlântica"],
    [978,"BROMELIACEAE","Aechmea azurea","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea azurea é endêmica do Brasil. Ocorre no Estado do Espírito Santo e dados de especialistas indicam sua presença também na Bahia. Tem distribuição restrita (EOO=5.310,51 km²) e ocupa uma AOO de 18 km². Entretanto, a espécie é conhecida a partir de sete localidades diferentes que foram consideradas situações de ameaça distintas. A região serrana do Espírito Santo sofre com os efeitos da agricultura e da mineração, atividades que levam ao declínio contínuo da qualidade de hábitat.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20azurea","Mata Atlântica"],
    [979,"BROMELIACEAE","Aechmea bambusoides","L.B.Sm. & Reitz","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea bambusoides ocorre na Mata Atlântica na região do corredor de biodiversidade da Serra do Mar. A espécie tem distribuição restrita (EOO=6.147,79 km²), não dispõe de registros em unidades de conservação (SNUC) e está sujeita ao declínio constante da qualidade do hábitat, principalmente devido às atividades agropecuárias.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bambusoides","Mata Atlântica"],
    [980,"BROMELIACEAE","Aechmea blanchetiana","(Baker) L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar ampla distribuição (EOO=24.502,66 km²), Aechmea blanchetiana ocorre na região litorânea do Espírito Santo e da Bahia. Está região vem sofrendo com a perda e fragmentação de habitats. Além disso, a espécie possui valor ornamental. Por estas razões, a espécie foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20blanchetiana","Mata Atlântica"],
    [981,"BROMELIACEAE","Aechmea blumenavii","Reitz","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no Estado de Santa Catarina. Avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20blumenavii","Mata Atlântica"],
    [982,"BROMELIACEAE","Aechmea bromeliifolia","(Rudge) Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bromeliifolia","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [983,"BROMELIACEAE","Aechmea bromeliifolia var. albobracteata","Philcox","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bromeliifolia%20var.%20albobracteata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [984,"BROMELIACEAE","Aechmea calyculata","(E.Morren) Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea calyculata não é endêmica do Brasil. A espécie possui ampla distribuição. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20calyculata","Mata Atlântica"],
    [985,"BROMELIACEAE","Aechmea candida","E.Morren ex Baker","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Entretanto, existem poucos dados disponíveis para avaliação do seu risco de extinção. Espécie avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20candida","Mata Atlântica"],
    [986,"BROMELIACEAE","Aechmea capixabae","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem informações suficientes disponíveis para uma avaliação de risco consistente. Assim a espécie foi considerada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20capixabae","Mata Atlântica"],
    [987,"BROMELIACEAE","Aechmea cariocae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea cariocae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.304,31 km²) e ocupa uma área reduzida (AOO =40 km²). A. cariocae ocorre em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa Submontana, em áreas bastante antropizadas. Assim, a espécie vem sofrendo com o declínio contínuo da qualidade do hábitat.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20cariocae","Mata Atlântica"],
    [988,"BROMELIACEAE","Aechmea castanea","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea castanea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita (EOO=3.593,73 km², AOO =100 km²) e está sujeita aos efeitos da agricultura na região serrana deste Estado, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas cinco situações de ameaça, tendo como base o efeito dos centros urbanos sobre a distribuição da espécie. Assim, A. castanea foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20castanea","Mata Atlântica"],
    [989,"BROMELIACEAE","Aechmea caudata","Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Ocorre na Mata Atlântica do ES, RJ,SP, PR, SC e RS, sendo encontrada em floresta ombrófila densa. Possui ampla distribuição. Assim foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20caudata","Mata Atlântica"],
    [990,"BROMELIACEAE","Aechmea cylindrata","Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20cylindrata","Mata Atlântica"],
    [991,"BROMELIACEAE","Aechmea depressa","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea depressa ocorre exclusivamente no Estado da Bahia e é endêmica do Brasil. Tem registros de ocorrência para o Estado da Bahia e dados de especialistas indicam sua presença também no Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=2.683,05 km²) à região sul do Estado. A espécie habita áreas de Floresta Ombrófila Densa Submontana, Tabuleiros Costeiros e Restingas e sofre com a perda e fragmentação da cobertura vegetal original, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20depressa","Mata Atlântica"],
    [992,"BROMELIACEAE","Aechmea distichantha","Lem.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Não foi considerada sob risco de ameaça.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20distichantha","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [993,"BROMELIACEAE","Aechmea echinata","(Leme) Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea echinata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul da Bahia. É conhecida pormeio de coletas realizadas nos municípios de Uruçuca e de Itacaré. Essa região vem sofrendo com a expansão dos centros urbanos e do turismo. Além disso, grandes empreendimentos como o projeto para a construção de um porto na região ameaçam a sobrevivência da espécie. Foram identificadas duas situações de ameaça. A extinção local da subpopulação de Uruçuca pode colocar A. echinata em categoria de maior risco, em futuro próximo. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20echinata","Mata Atlântica"],
    [994,"BROMELIACEAE","Aechmea entringeri","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","?Aechmea entringeri é conhecida somente do material tipo e existe dúvida quanto à sua delimitação, podendo se tratar de um sinônimo de Aechmea macrochlamys L.B. Smith.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20entringeri","Mata Atlântica"],
    [995,"BROMELIACEAE","Aechmea eurycorymbus","Harms","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea eurycorymbus é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita aos Estados nordestinos da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. A espécie ocorre em áreas deCaatinga e Mata Atlântica, em vegetação de brejo de altitude. Estes ambientes estão altamente fragmentados e sofrem com varias ameaças incidentes. Extinções locais podem levar a espécie a uma situação de risco de extinção. Assim, Aechmea eurycorymbus foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20eurycorymbus","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [996,"BROMELIACEAE","Aechmea fosteriana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea fosteriana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita com EOO de 1.847,36 km² e AOO de 20 km². É conhecida em menos de cinco localidades que foram consideradas como situações de ameaça distintas. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20fosteriana","Mata Atlântica"],
    [997,"BROMELIACEAE","Aechmea gamosepala","Wittm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição. Ocorre em unidades de conservação (SNUC). Assim foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gamosepala","Mata Atlântica"],
    [998,"BROMELIACEAE","Aechmea gracilis","Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea gracilis é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição do Rio de Janeiro a Santa Catarina (EOO=268.692,410 km²). A espécie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gracilis","Mata Atlântica"],
    [999,"BROMELIACEAE","Aechmea guarapariensis","E.Pereira & Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes disponíveis para a avaliação do risco de extinção da espécie.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20guarapariensis","Mata Atlântica"],
    [1000,"BROMELIACEAE","Aechmea gustavoi","J.A.Siqueira & Leme","CR","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea gustavoi é endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Pernambuco e da Bahia, e dados de especialistas indicam sua presença também em Alagoas. Está presente em áreas de Floresta Atlântica nordestina e ocupa uma área muito reduzida. Considerando as características ecológicas da espécie e a distância entre subpopulações, sua estrutura populacional foi considerada severamente fragmentada. Além disso, A. gustavoi apresenta três subpopulações com baixo número de indivíduos e distribuição restrita. Desde que a espécie foi descrita para a ciência em 2001, foi constatada uma diminuição do número de indivíduos, com as subpopulações apresentando menos de 50 representantes. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, além da perda e fragmentação da cobertura vegetal original. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gustavoi","Mata Atlântica"],
    [1001,"BROMELIACEAE","Aechmea kertesziae","Reitz","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea kertesziae é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica da Região Sul do Brasil. Apresenta distribuição restrita (AOO=48 km²), em costões rochosos como rupícola, e em vegetação de Restinga Arbustiva como epífita. As regiões litorâneas da Mata Atlântica sofrem constantemente com declínio contínuo da qualidade de habitat devido à ocupação humana e aos efeitos da expansão dos centros urbanos, que causam perda e fragmentação de habitat. As ocorrências litorâneas e interioranas foram consideradas como duas situações de ameaça distintas. Assim, A. kertesziae foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20kertesziae","Mata Atlântica"],
    [1002,"BROMELIACEAE","Aechmea kleinii","Reitz","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea kleinii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Santa Catarina e RioGrande do Sul. Tem distribuição restrita (EOO=6.765,65 km²) e sua AOO é extremamente pequena (AOO =16 km²). A espécie ocupa fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e Mista e habita Matas Nebulares ao longo da Serra Geral em Santa Catarina e regiões próximas. Esse tipo de ambiente é restrito às áreas mais elevadas e encontra-se hoje severamente fragmentado devido às características naturais da vegetação e ao desmatamento das regiões mais baixas das serras, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. A espécie foi citada na cadeia produtiva de bromélias da região de Curitiba e do litoral paranaense, com a possibilidade de comércio de indivíduos extraídos ilegalmente. Dessa forma, suspeita-se que as subpopulações remanescentes estejam em declínio.","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [1003,"BROMELIACEAE","Aechmea lingulata","(L.) Baker","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Siqueira Filho, Leme (2006) apontaram a existência de um \"complexo A. lingulata\", devido à confusão na identificação de grande parte das coleções de herbário, este complexo é composto de 19 espécies, que têm sido identificadas erroneamente como sendo apenas A. lingulata. Os autores sugeriram que estudos sistemáticos com plantas vivas serão essenciais para a correta identificação destes táxons e solução deste complexo. Destas 19 espécies, Aechmea lingulata seria a espécie mais comum e de distribuição mais ampla do grupo (Wendt, com.pess.). A espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20lingulata","Amazônia"],
    [1004,"BROMELIACEAE","Aechmea maasii","Gouda & W.Till","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea maasii é endêmica do Brasil e ocorre do sul da Bahia até o Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição ampla (EOO=40.316 km²) e ocorre em florestas não inundáveis, crescendo como erva terrestre.  Uma das principal ameaças à espécie é a expansão de loteamentos e adensamentos populacionais que exercem pressão deletéria sobre recursos bióticos e abióticos agravando a conservação dessas áreas. Extinções locais podem levar a espécie a situação de ameaça. Assim, A. maasii  foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20maasii","Mata Atlântica"],
    [1005,"BROMELIACEAE","Aechmea macrochlamys","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea macrochlamys é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Sua distribuição é bastante restrita (EOO=1.411,70 km²) e ocupa uma área de 52 km² em Florestas Ombrófilas Densas. As ocorrências ao norte e ao sul do Rio Doce foram consideradas duas situações de ameaça distintas. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim, A. macrochlamys foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20macrochlamys","Mata Atlântica"],
    [1006,"BROMELIACEAE","Aechmea marginalis","Leme & J.A.Siqueira","CR","B2ab(ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea marginalis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Alagoas. Sua distribuição é bastante restrita (EOO=332,11 km²) e sua AOO é extremamente pequena (AOO=8 km²). É conhecida apenas por meio de coletas realizadas no município de Ibateguara. A espécie é herbácea e habita o sub-bosque de Floresta Ombrófila Densa. Desde sua descrição, em 2001, não foram encontradas mais subpopulações de A. marginalis, acredita-se que alguns poucos indivíduos em cultivo sejam os últimos representantes vivos. A perda e fragmentação do hábitat são apontadas como principais ameaças e vêm causando o declínio contínuo da AOO , qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20marginalis","Mata Atlântica"],
    [1007,"BROMELIACEAE","Aechmea muricata","(Arruda) L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea muricata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Alagoas e Pernambuco. Tem AOO bastante reduzida (AOO=68 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie é epífita facultativa de dossel ou estrato emergente e ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidescidual e Restinga. A. muricata apresentava distribuição inicial em toda a zona litorânea, principalmente nas Restingas, desde Igarassu, passando por Recife e Maceió, e também nas Matas Secas ao norte de Pernambuco. Atualmente, grande parte das localidades conhecidas da espécie encontra-se urbanizada, como por exemplo a Praia de Boa Viagem, na cidade do Recife, e a Restinga dos Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20muricata","Mata Atlântica"],
    [1008,"BROMELIACEAE","Aechmea mutica","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea mutica é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=4.278,94 km²) e AOO bem reduzida (AOO=64 km²). Sua região de ocorrência sofre com a perda e fragmentação de hábitat, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas cinco situações de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20mutica","Mata Atlântica"],
    [1009,"BROMELIACEAE","Aechmea nudicaulis","(L.) Griseb.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea nudicaulis não é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição. A espécie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-12-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20nudicaulis","Mata Atlântica"],
    [1010,"BROMELIACEAE","Aechmea orlandiana","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea orlandiana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie é conhecida por meio de apenas uma coleta, realizada em uma área próxima à beira da estrada. Tem distribuição restrita (EOO=270,28 km²) e AOO extremamente reduzida (AOO =4 km²). Devido à proximidade da estrada, a espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Ademais, por seu valor ornamental, a espécie é comercializada no mercado nacional e internacional, sendo amplamente cultivada. Por isso, suspeita-se que o número de indivíduos maduros também esteja em declínio devido ao extrativismo predatório. Assim, A. orlandiana foi avaliadacomo \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20orlandiana","Mata Atlântica"],
    [1011,"BROMELIACEAE","Aechmea pectinata","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea pectinata é endêmcia do Brasil, mas possui distribuição ampla (EOO=91.747,56 km²) nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa catarina. A espécie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pectinata","Mata Atlântica"],
    [1012,"BROMELIACEAE","Aechmea pedicellata","Leme & H.Luther","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pedicellata","Mata Atlântica"],
    [1013,"BROMELIACEAE","Aechmea pimenti-velosoi","Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","?Aechmea pimenti-velosoi precisa ser melhor estudada antes de uma avaliação de risco de extinção, pois pode se tratar de um sinônimo, já que é uma espécie próxima de Aechmea recurvata, que apresenta uma distribuição ampla. Assim, foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pimenti-velosoi","Mata Atlântica"],
    [1014,"BROMELIACEAE","Aechmea podantha","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Os dados disponíveis sobre a espécie são poucos e conflitantes. Assim a espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20podantha","Mata Atlântica"],
    [1015,"BROMELIACEAE","Aechmea recurvata var. albobracteata","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea recurvata var. albobracteata é uma espécie de morfologia muito variável, que necessita de um estudo mais aprofundado sobre suas variedades. Dessa forma, o atual nível de conhecimento dificulta uma avaliação adequada. Assim, a espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20recurvata%20var.%20albobracteata","Mata Atlântica"],
    [1016,"BROMELIACEAE","Aechmea recurvata var. ortgiesii","(Baker) Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea recurvata var. ortgiesii é uma espécie de morfologia muito variável, que necessita de um estudo mais aprofundado sobre suas variedades. Dessa forma, o atual nível de conhecimento dificulta uma avaliação adequada. Assim, a espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20recurvata%20var.%20ortgiesii","Mata Atlântica"],
    [1017,"BROMELIACEAE","Aechmea rubrolilacina","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Existem poucos dados disponíveis sobre a espécie. Assim, Aechmea rubrolilacina Leme foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20rubrolilacina","Mata Atlântica"],
    [1018,"BROMELIACEAE","Aechmea setigera","Mart. ex Schult.f.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea setigera não é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=1.442.154,850 km²). A espécie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20setigera","Amazônia"],
    [1019,"BROMELIACEAE","Aechmea sphaerocephala","Baker","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea sphaerocephala é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=236,10 km²) e ocupa uma área bastante reduzida (AOO =28 km²). A. sphaerocephala cresce em remanescentes de Floresta Ombrófila próximo ao litoral e Restinga, e está sujeita ao declínio contínuo de sua AOO e da qualidade de hábitat. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20sphaerocephala","Mata Atlântica"],
    [1020,"BROMELIACEAE","Aechmea triangularis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea triangularis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.426,24 km²). Foram identificadas quatro situações de ameaça, tendo como base os efeitos de perda e fragmentação de hábitats nos municípios de ocorrência da espécie. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat devido às atividades agrícolas nos remanescentes florestais do entorno. Assim, A. triangularis foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20triangularis","Mata Atlântica"],
    [1021,"BROMELIACEAE","Aechmea vanhoutteana","(Van Houtte) Mez","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea vanhoutteana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. A espécie tem distribuição restrita e ocupa uma área reduzida. A. vanhoutteana cresce em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, predominantemente em áreas de montanha. Apesar de protegidas por unidades de conservação, as áreas de ocorrência da espécie sofrem os efeitos de incêndios que afetam continuamente a qualidade do hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20vanhoutteana","Mata Atlântica"],
    [1022,"BROMELIACEAE","Aechmea werdermannii","Harms","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea werdermannii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. A espécie ocupa uma área bastante reduzida (AOO =40 km²). A. werdermannii habita os Brejos de Altitude e as Florestas Estacionais Semideciduais do nordeste brasileiro. Esses ambientes se encontram extremamente fragmentados devido à perda de cobertura vegetal original nos diferentes municípios e ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20werdermannii","Mata Atlântica"],
    [1023,"BROMELIACEAE","Aechmea winkleri","Reitz","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea winkleri é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio Grande do Sul. Está presente em um único local que vem sofrendo fragmentação pela ação do homem. Além disso, a espécie tem valor ornamental e sofre com a extração de indivíduos maduros. A. winkleri tem área de ocupação bastante reduzida (AOO =8 km²). Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20winkleri","Mata Atlântica"],
    [1024,"BROMELIACEAE","Alcantarea benzingii","Leme","CR","B2ab(ii,iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea benzingii é uma espécie rupícola pouco conhecida que apresenta distribuição restritaà localidade de Forno Grande, no município de Castelo, no Estado do Espírito Santo e a uma altitudede aproximadamente 2.000 m. Considerando que o grupo inclui muitos casos de endemismos extremos, e que a região apresenta alto esforço de coleta, suspeita-se que a espécie seja de fato rara. A AOO da espécie é de 4 km², e suspeita-se que a única subpopulação conhecida conte com menos de 250 indivíduos maduros. Além disso, especialmente durante a época seca, a área sofre a ameaça constante de incêndios, que atingem as áreas mais altas devido à incidência de ventos.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20benzingii","Mata Atlântica"],
    [1025,"BROMELIACEAE","Alcantarea duarteana","(L.B.Sm.) J.R.Grant","EN","B1ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea duarteana é endêmica do Planalto de Diamantina, em Minas Gerais, onde se desenvolveem Campos Rupestres, locais suscetíveis ao declínio da qualidade do hábitat devido às ações antrópicas. Sua distribuição é bastante restrita (EOO=205,24 km²) e se limita a três localidades em apenas um município do Estado. A espécie é retirada por colecionadores, o que reduz o número de indivíduos maduros. Além disso, a região também sofre com a incidência de incêndios que causam o declínio constante da qualidade do hábitat.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20duarteana","Cerrado"],
    [1026,"BROMELIACEAE","Alcantarea farneyi","(Martinelli & A.F.Costa) J.R.Grant","CR","B1ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea farneyi ocorre nos cumes das montanhas do Parque Estadual do Desengano, em SantaMaria Madalena, Estado do Rio de Janeiro, sendo endêmica deste município. A espécie ocorre acima dos 1.200 m de altitude. A. farneyi é rupícola e forma touceiras em afloramentos rochosos. Sua distribuição é extremamente restrita (EOO=55,70 km²), e as duas localidades de ocorrência da espécie foram consideradas sujeitas a uma mesma situação de ameaça. A espécie está presentenas imediações das trilhas do Parque Estadual do Desengano, podendo estar suscetível ao pisoteio devido à proximidade de touceiras das trilhas.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20farneyi","Mata Atlântica"],
    [1027,"BROMELIACEAE","Alcantarea geniculata","(Wawra) J.R.Grant","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea geniculata é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentosrochosos e formações campestres nas áreas mais elevadas do Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita a apenas três municípios em quatro serras diferentes, que foram consideradas situações de ameaça distintas. A região sofre intensamente com a perda e fragmentação de hábitat. E, de acordo com a literatura, esse processo tem um efeito negativo sobre populações de polinizadores.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20geniculata","Mata Atlântica"],
    [1028,"BROMELIACEAE","Alcantarea glaziouana","(Leme) J.R.Grant","EN","B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea glaziouana é endêmica do Brasil e sua distribuição é restrita (EOO=347,89 km²) aosmunicípios de Niterói e do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre em afloramentos rochosos graníticos da região, os quais naturalmente impõem uma estrutura populacional severamente fragmentada. Esses afloramentos são constantemente atingidos por incêndios. Além disso, as subpopulações da espécie estão sujeitas aos efeitos da urbanização da cidade, que resultam em fragmentação e perda de hábitats e de indivíduos. Obras como a expansão do metrô tiveram impacto significativo e a abertura de rodovias e túneis vem ocasionando reduções populacionais e no número de indivíduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20glaziouana","Mata Atlântica"],
    [1029,"BROMELIACEAE","Alcantarea imperialis","(Carriere) Harms","VU","B2ab(iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea imperialis é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Tem ampla distribuição (EOO=41.404,418 km²), entretanto sua ocorrência é restrita (AOO menor que 2.000 km²) a afloramentos rochosos e formações campestres de montanhas na Região Sudeste. Foram identificadas menos de 10 situações de ameaça que correspondem ao agrupamento entre as suas localidades de ocorrência. Devido ao seu valor ornamental e ao alto índice de retirada de indivíduos maduros para comercialização, além da incidência de incêndios sobre as subpopulações naturais, há risco de extinções locais. Apesar das ameaças descritas para a espécie, A. imperialis está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). Mesmo assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20imperialis","Mata Atlântica"],
    [1030,"BROMELIACEAE","Alcantarea nahoumii","(Leme) J.R.Grant","VU","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea nahoumii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=6.058,33 km²) a quatro municípios que perderam cerca de 96% da sua cobertura vegetal original, principalmente devido ao desmatamento que alimenta a produção de carvão vegetal, destinado às siderúrgicas e à indústria de cerâmica. Estima-se que ao menos 30% dessa redução populacional tenha ocorrido nos últimos 10 anos. A. nahoumii cresce em afloramentos rochosos que naturalmente impõem uma estrutura populacional severamente fragmentada. Além disso, esses afloramentos são constantemente atingidos por incêndios.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20nahoumii","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1031,"BROMELIACEAE","Alcantarea nevaresii","(Leme) J.R.Grant","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea nevaresii é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=546,07 km², AOO =8km²) ao Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre em afloramentos rochosos, em áreas próximas a florestas e em Campos de Altitude na Serra do Mar, entre os municípios de Teresópolis e Nova Friburgo. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, principalmente devido à ocorrência de incêndios periódicos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20nevaresii","Mata Atlântica"],
    [1032,"BROMELIACEAE","Alcantarea roberto-kautskyi","Leme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea roberto-kautskyi é endêmica do Brasil e sua distribuição está restrita (EOO= 537,66 km²) ao Estado do Espírito Santo. Apesar disso, a espécie possui grandes subpopulações com milhares de indivíduos e está bem representada na porção noroeste do Estado. A indícios de que a espécie também ocorre no nordeste de Minas Gerais. A.roberto-kautskyi ocorre em afloramentos rochosos, em áreas de difícil acesso, e não existem ameaças descritas especificamente para a espécie. Estima-se que sua distribuição seja bem maior do que a conhecida. Assim, a espécie foi classificada como \"Quase ameaçada\" (NT). Se foram identificadas ameaças específicas incidentes a espécie entrará na categoria \"Em Perigo\" (EN), e por tanto uma avaliação criteriosa no campo é necessária.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20roberto-kautskyi","Mata Atlântica"],
    [1033,"BROMELIACEAE","Alcantarea vinicolor","(E.Reitz) J.R.Grant","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea vinicolor é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=136,42 km²) ao Estadodo Espírito Santo, nos municípios de Vargem Alta, Santa Maria do Jetibá e Domingos Martins. A espécie ocorre em afloramentos rochosos e sua AOO é de 16 km². A região perdeu, ao longo dos anos, 74,6% da sua cobertura vegetal original e continua sofrendo o efeito da ocupação agrícola, abrigando vastas plantações de café. Incêndios são comuns no hábitat da espécie. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, definidas pela incidência de incêndios e coleta de indivíduos devidoao seu valor ornamental.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20vinicolor","Mata Atlântica"],
    [1034,"BROMELIACEAE","Ananas fritzmuelleri","Camargo","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Ananas fritzmuelleri é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=121.170,688 km²) em Estados da região sudeste e sul do país.A. fritzmuelleri ocorre em locais abertos de floresta ombrófila densa e restingas associadas ao domínio fitogeográfico da Mata Atlântica. A espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ananas%20fritzmuelleri","Mata Atlântica (Wanderley et al. 2007, Martinelli et al. 2008, 2009, Forzza et al. 2011)."],
    [1035,"BROMELIACEAE","Araeococcus montanus","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Araeococcus montanus é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=260,88 km²) ao município de Wenceslau Guimarães, no Estado da Bahia. É conhecida a partir de coletas feitas em apenas uma localidade. Restam apenas 12% da cobertura original do município. A região está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat e encontra-se severamente fragmentada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araeococcus%20montanus","Mata Atlântica"],
    [1036,"BROMELIACEAE","Araeococcus parviflorus","(Mart. ex Schult. & Schult. f.) Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Araeococcus parviflorus é endêmica do Brasil, porém possui ampla distribuição (EOO=76.900,385 km²) e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araeococcus%20parviflorus","Mata Atlântica"],
    [1037,"BROMELIACEAE","Billbergia alfonsijoannis","Reitz","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia alfonsijoannis é endêmica do Brasil e possui distribuição ampla (EOO=243.946,38 km²). A espécie ocorre em áreas deFloresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual e Afloramentos Rochosos da Mata Atlântica, nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. A espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC) e foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20alfonsijoannis","Mata Atlântica"],
    [1038,"BROMELIACEAE","Billbergia brasiliensis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia brasiliensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie está presente em Florestas Ombrófilas e afloramentos rochosos da Mata Atlântica e tem distribuição bastante restrita (EOO=787,50 km²). Foram identificadas duas situações de ameaça, definidas pelos efeitos da expansão urbana da cidade do Rio de Janeiro e pelo desmatamento, muito comum, na região da Costa Verde. A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [1039,"BROMELIACEAE","Billbergia distachia","(Vell.) Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia distachia é endêmica do Brasil mas possui ampla distribuição (EOO=506.274 km²). A espécie ocorre em áreas de Mata Atlântica e do Cerrado. Apesar da degradação do habitat ser uma ameaça descrita para a espécie, esta se encontra protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20distachia","Mata Atlântica e Cerrado"],
    [1040,"BROMELIACEAE","Billbergia leptopoda","L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia leptopoda é endêmica do Brasil mas possui ampla distribuição (EOO=102.851,6 km²) e ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie cresce em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semi-decidual. Apesar de ameaças descritas para a espécie, esta se encontra em unidades de conservação (SNUC). Por estas razões, B. leptopoda foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20leptopoda","Mata Atlântica"],
    [1041,"BROMELIACEAE","Billbergia lietzei","E.Morren","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia lietzei E. Morren é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Espírito Santo. A espécie é conhecida apenas pelo material tipo, proveniente da coleção viva de Lietze, sem informação de origem. Barros e Costa (2008) consideraram a espécie duvidosa, já que esta se assemelha a Billbergia iridifolia (Nees e Mart.) Lindl.. No entanto, não há material suficiente para confirmar se B. lietzei é ou não um sinônimo de B. iridifolia. Assim, maiores estudos sobre a espécie são necessários. A espécie foi considerada como Data Deficient (DD).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20lietzei",""],
    [1042,"BROMELIACEAE","Billbergia lymanii","E.Pereira & Leme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia lymanii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A espécie possui ampla distribuição (EOO=36.191,740 km²) mas foram identificadas apenas quatro situações de ameaça. Além disso, boa parte da distribuição da espécie sofre efeitos da degradação ambiental. Extinções locais podem facilmente levar a espécie a risco de extinção. Por estas razões, a espécieBillbergia lymanii foi classificada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20lymanii","Mata Atlântica"],
    [1043,"BROMELIACEAE","Billbergia macrocalyx","Hook.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia macrocalyx Hook. é uma espécie pouco conhecida e apresenta problemas quanto à tipificação, já que foi utilizado material cultivado de procedência incompleta. Além disso,a ocorrência para MG é duvidosa, devido à incerteza quanto a identidade do táxon. por estas razões, a espécie foi considerada como Data Deficient (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20macrocalyx",""],
    [1044,"BROMELIACEAE","Billbergia magnifica","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia magnifica não é endêmica do Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=62.239,43 km²). A espécie é cultivada e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Por esta razões, a espécie foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20magnifica","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1045,"BROMELIACEAE","Billbergia meyeri","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia meyeri ocorre na Bolívia e Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=179.318,16 km²) e pode ser encontrada em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. A espécie foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20meyeri","Cerrado e Mata Atlântica"],
    [1046,"BROMELIACEAE","Billbergia minarum","L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia minarum var. viridiflora é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie possui ampla distribuição (EOO=53.530,07 km²) e ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semi-decidual. Foram identificadas cinco situações de ameaças distintas. Sendo que em Minas Gerais a espécie sofre os efeitos da mineração de ferro. Extinções locais da espécie neste Estado podem facilmente colocar a espécie sob risco de extinção. Assim, Billbergia minarum var. viridiflora foi classificada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20minarum","Mata Atlântica"],
    [1047,"BROMELIACEAE","Billbergia nutans","H.H.Wendl. ex Regel","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia nutans possui ampla distribuição na América do Sul. Em território brasileiro a espécie ocorre na Mata Atlântica e no Cerrado, em diversos Estados (EOO=907.529 km²). Apesar de sofrer com a perda de habitat, B. nutans está protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim, foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20nutans","Mata Atlântica e Cerrado"],
    [1048,"BROMELIACEAE","Billbergia pohliana","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia pohliana é pouco conhecida e de difícil identificação. A espécie apresenta apenas uma coleta além do holótipo, que foi destruído. Possui distribuição restrita a Serra da Mantiqueira, nos municípios de Coronel Pacheco, Rio Novo e Rio Preto, no Estado de Minas Gerais. Billbergia pohliana foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20pohliana","Mata Atlântica"],
    [1049,"BROMELIACEAE","Billbergia pyramidalis","(Sims) Lindl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia pyramidalis ocorre na América Central, Venezuela e Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=512.905,35 km²) e é encontrada em diversos Estados. Assim, a espécie foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20pyramidalis","Mata Atlântica"],
    [1050,"BROMELIACEAE","Billbergia zebrina","(Herb.) Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia zebrina ocorre no Paraguai, Argentina e Brasil. Em território nacional a espécie possui ampla distribuição (EOO=1.087.413,5 km²) e pode ser encontrada  nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de ter valor ornamental e sofrer efeitos da perda e degradação de habitat, a espécie é cultivada e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Por estas razões a espécie foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20zebrina","Mata Atlântica e Cerrado"],
    [1051,"BROMELIACEAE","Bromelia balansae","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Bromelia balansae não é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=3.943.083 km²). Além disso, não possui ameaças descritas e está protegida por unidades de conservação (SNUC). Por estas razões a espécie foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20balansae","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1052,"BROMELIACEAE","Bromelia braunii","Leme & E.Esteves","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Bromelia braunii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Tocantins. Apenas uma população é conhecida a partir de um único registro de ocorrência. Tem AOO restrita a 4 km². Alémdisso, está sujeita ao declínio constante da qualidade de hábitat, devido à incidência de incêndios e destruição do Cerrado ao redor da Serra da Natividade, único local de ocorrência da espécie. A proximidade a áreas urbanas e rodovias também é uma ameaça à B. braunii.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20braunii","Cerrado"],
    [1053,"BROMELIACEAE","Bromelia macedoi","L.B.Sm.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Bromelia macedoi é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita ao Distrito Federal e ao Estado deGoiás. Está sujeita a cinco situações de ameaça, definidas pela degradação ambiental e retirada de indivíduos devido ao seu valor ornamental. A existência de ameaças plausíveis como o declínio da qualidade e disponibilidade de hábitat favorável para a espécie, devido principalmente à constante expansão agropecuária em áreas de Cerrado, acarreta risco de extinção para B. macedoi.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20macedoi","Cerrado"],
    [1054,"BROMELIACEAE","Canistropsis albiflora","(L.B.Sm.) H.Luther & Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistropsis albiflora é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita aos Estados da Bahia e do EspíritoSanto (EOO=10.958,21 km²). A espécie é naturalmente rara na natureza e sua distribuição é muito esparsa até mesmo nas áreas típicas de sua ocorrência. C. albiflora se desenvolve em áreas bem úmidas de florestas montanhosas e matas tabulares sul baianas, hábitats que estão sujeitos a diversas ameaças, especialmente a redução do hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20albiflora","Mata Atlântica"],
    [1055,"BROMELIACEAE","Canistropsis elata","(E.Pereira & Leme) Leme","CR","C1+2a(i),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistropsis elata é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, sendo conhecida apenas por meio de umapopulação restrita a uma localidade confinada em uma área particular no município de Mambucaba, Angra dos Reis. Não há dados populacionais quantitativos da espécie, entretanto, ela é considerada de baixa frequência e apontada como rara. Estima-se que, se a espécie ainda puder ser encontrada na natureza, seu tamanho populacional não exceda 50 indivíduos maduros. Contudo, as últimas expedições realizadas para procurá-la não tiveram êxito. A especulação imobialiária da região e a expansão do núcleo urbano do município de Mambucaba em direção ao fragmento florestal em que a espécie costumava habitar representam grande risco à sua sobrevivência na natureza. Assim, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (EN), estando possivelmente extinta na natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20elata","Mata Atlântica"],
    [1056,"BROMELIACEAE","Canistropsis microps","(E.Morren ex Mez) Leme","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistropsis microps é endêmica do Brasil mas possui distribuição ampla (EOO=331.546,28 km²). Além disso, a espécie está relativamente bem protegida em várias unidades públicas de conservação, como a Reserva Biológica de Poços das Antas, Parque Nacional da Tijuca, Reserva Biológica da Praia do Sul e Parque Nacional da Serra da Bocaina. Por estas razões foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20microps","Mata Atlântica"],
    [1057,"BROMELIACEAE","Canistrum alagoanum","Leme & J.A.Siqueira","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum alagoanum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em remanescentes de FlorestaOmbrófila no Estado de Alagoas. A espécie tem distribuição restrita (EOO=4.620,91 km²) e sua região de ocorrência está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. De acordo com pesquisadores que trabalham na área, a fragmentação da vegetação remanescente representauma séria ameaça à sobrevivência da espécie na natureza. Foram identificadas cinco situações de ameaça, tendo como base os padrões de desmatamento das áreas litorânea e interiorana da região.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20alagoanum","Mata Atlântica"],
    [1058,"BROMELIACEAE","Canistrum aurantiacum","E.Morren","EN","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum aurantiacum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Região Nordeste do país. Atualmente tem 20 subpopulações conhecidas, distribuídas nos Estados de Pernambuco e Alagoas. A espécie ocupa uma AOO de apenas 164 km². A região de ocorrência sofre com o desmatamento e a fragmentação. Situações de risco poderão levar a extinções locais. Além disso, estimativas populacionais apontam que há cerca de 50 indivíduos em cada subpopulação, resultando em um total de 1.000 indivíduos. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20aurantiacum","Mata Atlântica"],
    [1059,"BROMELIACEAE","Canistrum camacaense","Martinelli & Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum camacaense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em áreas de Floresta Ombrófiladensa no sul do Estado da Bahia, especialmente no município de Una e adjacências. A espécie forma populações com indivíduos esparsamente distribuídos, e é classificada como espécie rara por diferentes autores. C. camacaense tem distribuição restrita (EOO=1.042,59 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de habitat. Informações disponíveis na literatura apontam que no sul da Bahia remanescem menos de 4% da cobertura vegetal original. Foram identificadas cinco situações de ameaça, com base na dinâmica de fragmentação da paisagem nessa região ao longo dos últimos anos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20camacaense","Mata Atlântica"],
    [1060,"BROMELIACEAE","Canistrum fosterianum","L.B.Sm.","CR","A2ac,B2ab(ii,iii,iv),C1+2a(i,ii),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum fosterianum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. É conhecida a partir do material proveniente de três coletas distintas, todas realizadas em áreas bem próximas. A primeira delas datada de 22/10/1948 e a última de 27/07/2000, todas em áreas de Floresta Ombrófila densa, próximas ao litoral. Se a espécie ainda não estiver extinta na natureza, provavelmente não ocorre mais em duas das três localidades originais. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO=145,65 km², AOO =12 km²). Devido a isso, considerou-se que a espécie está sujeita a somente uma situação de ameaça. A ocupação da região litorânea da cidade de Salvador e o processo de urbanização das áreas próximas resultou em significativa perda de hábitat. Estima-se que tenha ocorrido uma redução de mais de 80% nos últimos 10 anos, com declínio na AOO e na qualidade do hábitat. Além disso, a espécie éconsiderada rara e tem subpopulações muito pequenas. Estima-se que o tamanho populacional não exceda 50 indivíduos maduros, todos em apenas uma única localidade.Por estas razões, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20fosterianum",""],
    [1061,"BROMELIACEAE","Canistrum guzmanioides","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum guzmanioides é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=110,33 km², AOO =12 km2), e é conhecida apenas a partir de três localidades, que foram consideradas diferentes situações de ameaça. Apesar de estar protegida por uma unidade de conservação (SNUC), esta vem sofrendo com problemas administrativos e de fiscalização, além de estar fragmentada e apresentar sinais de devastação. Assim, C. guzmanioides foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20guzmanioides","Mata Atlântica"],
    [1062,"BROMELIACEAE","Canistrum montanum","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum montanum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em áreas de Floresta Ombrófiladensa, no sul do Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.623,81 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Pesquisadores relatam a incidência de ameaças diretas nessas áreas. A extração seletiva de madeira e o desmatamento para estabelecimento de culturas representam as ameaças diretas mais relevantes para a perpetuação da espécie na natureza.Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas, devido às características regionais do processo de desmatamento evidenciadas por dados concretos de perda de hábitat. Assim, C. montanum foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20montanum","Mata Atlântica"],
    [1063,"BROMELIACEAE","Canistrum pickelii","(A.Lima & L.B.Sm.) Leme & J.A.Siqueira","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum pickelii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Pernambuco eAlagoas. Tem distribuição restrita (EOO=5.842,21 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. A Mata Atlântica nordestina foi devastada desde o período de colonização, e a principal ameaça à espécie continua sendo a perda e degradação de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20pickelii","Mata Atlântica"],
    [1064,"BROMELIACEAE","Canistrum triangulare","L.B.Sm. & Reitz","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum triangulare é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na região serrana do Estadodo Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.154,52 km²) e está sujeita ao declínio contínuo na qualidade de hábitat. A região tem extensas áreas de plantações de café, entre outras atividades agrícolas que afetam a integridade dos remanescentes de vegetação nativa. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Dessa forma, a espécie foi classificada como \"Emperigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20triangulare","Mata Atlântica"],
    [1065,"BROMELIACEAE","Cryptanthus beuckeri","E.Morren","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Crypanthus beuckeri E. Morrené endêmica do Brasil e ocorre apenas nos estado do Espirito Santo e Bahia. A espécie possui distribuição restrita (EOO=32.392,214km²) mas excede os limites estabelecidos pelos critérios IUCN. Apesar de protegida por Unidades de Conservação, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat. Extinções locais podem facilmente levar a espécie a uma situação de risco de extinção. Por estas razões, foi classificada como Near Threatened (NT)","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20beuckeri",""],
    [1066,"BROMELIACEAE","Cryptanthus burle-marxii","Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus burle-marxii é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado de Pernambuco. A espécietem distribuição restrita (EOO=11.276,51 km²) e poucas subpopulações são conhecidas. C. burle-marxii cresce em matas litorâneas sobre solos arenosos (Restingas) dentro do bioma Mata Atlântica. A perda de hábitat na faixa litorânea ao longo de sua distribuição (Pernambuco), e a fragmentação dos remanescentes onde ocorre representam uma ameaça para a sobrevivência da espécie na natureza. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Assim, C. burle-marxii foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20burle-marxii","Mata Atlântica"],
    [1067,"BROMELIACEAE","Cryptanthus capitatus","Leme","EN","A2c,B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus capitatus é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado do Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=219,66 km²) e só se conhece uma população em fragmento florestal situado no município de Aracruz (ES). Estima-se que sua AOO seja de 12 km². A espécie ocorre em solo de Florestas Ombrófilas Densas associadas à Mata Atlântica, que ocupam montanhas próximas ao oceano, apresenta baixa densidade populacional e é considerada rara. O município de Aracruz perdeu mais de 90% de sua cobertura vegetal original devido principalmente ao estabelecimento de extensas plantações de eucalipto. Acredita-se em pelo menos 50% de redução populacional nos últimos 10 anos. Por essas razões, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20capitatus","Mata Atlântica"],
    [1068,"BROMELIACEAE","Cryptanthus caracensis","Leme & E.Gross","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus caracensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Apresenta subpopulações pequenas na RPPN Parque Natural da Serra do Caraça. Foi coletada em pontos dentro da unidade de conservação (SNUC) em questão, mas existe uma subpopulação conhecida não protegida pelos limites da RPPN. C. caracensis tem distribuição extremamente restrita (EOO=63,30 km²). A espécie ocorre em afloramentos rochosos de Campos Rupestres ferruginosos na área do quadrilátero ferrífero mineiro e a degradação ambiental resultante de atividades mineradoras vêm causando o declínio contínuo da qualidade de hábitat disponível para a espécie. Por essas razões, C. caracensis foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20caracensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1069,"BROMELIACEAE","Cryptanthus caulescens","I.Ramírez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus caulescens é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita (EOO=207,94 km²) e é conhecida apenas por meio de coletas realizadas em três localidades, que foram identificadas como situações de ameaça distintas. Sua AOO é de 16 km². A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat, devido às atividades agrícolas na região serrana do Espírito Santo. De acordo com os dados disponíveis, restaram apenas 11% da vegetação original. Assim, C. caulescens foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20caulescens","Mata Atlântica"],
    [1070,"BROMELIACEAE","Cryptanthus coriaceus","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus coriaceus é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado do Espírito Santo, ao nortede Vitória. A espécie cresce em pequenas montanhas a uma distância de 15 km do Oceano Atlântico, num tipo de vegetação mais seco, de porte arbustivo, em formações de Florestas Ombrófilas Densas. Apenas uma população é conhecida, composta por indivíduos esparsos. De acordo com o tamanho dos fragmentos de hábitat remanescentes, suspeita-se que o tamanho populacional não exceda 2.500 indivíduos maduros, todos em uma única localidade. Além disso, a distribuição da espécie é bastante restrita (EOO=280,24 km²). A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat devido à perda e fragmentação da vegetação nativa, decorrente de atividades agrícolas e mineradoras. Assim, C. coriaceus foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20coriaceus","Mata Atlântica"],
    [1071,"BROMELIACEAE","Cryptanthus correia-araujoi","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus correia-araujoi é endêmica do Brasil. A espécie é conhecida apenas do Estado do Espírito Santo. Mas pesquisadores apontam a possibilidade da espécie possuir distribuição mais ampla e ocorrer também em outros Estados do Nordeste brasileiro. Assim, são necessários maiores estudos populacionais que possam estabelecer com segurança a distribuição da espécie. Cryptanthus correia-araujoi foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20correia-araujoi","Mata Atlântica"],
    [1072,"BROMELIACEAE","Cryptanthus dorothyae","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus dorothyae é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.São conhecidas subpopulações nos municípios de Serra, Guarapari e Presidente Kennedy, no Espírito Santo, e Macaé e Barra de Itabapoana, no Rio de Janeiro. Cryptanthus dorothyae tem distribuição restrita (EOO=2.499,46 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. A espécie ocorre em formações florestais fechadas de Restinga (Mata de Restinga) e em transição dessaspara matas periodicamente alagadas. As principais ameaças à perpetuação de C. dorothyae na natureza são a destruição e degradação de seu hábitat, uma vez que grande parte das restingas brasileiras deu espaço às áreas urbanas, aos loteamentos, assentamentos e outras formas de usodas planícies litorâneas. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20dorothyae","Mata Atlântica"],
    [1073,"BROMELIACEAE","Cryptanthus duartei","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus duartei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, na região da Serra do Cipó. Tem distribuição restrita (EOO=277,73 km²) às áreas mais elevadas da Serra. Sua AOO é de 12 km². Foram identificadas apenas três localidades de ocorrência, consideradas situações de ameaça distintas. A região sofre com a perda e fragmentação do hábitat e é frequentemente assolada por incêndios que ameaçam a sobrevivência de espécies. Assim, C. duartei foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20duartei","Cerrado"],
    [1074,"BROMELIACEAE","Cryptanthus exaltatus","H.Luther","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus exaltatus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=688,25 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. A região de ocorrência de C. exaltatus enfrenta a perda e fragmentação de hábitat decorrentes de atividade agrícolas. Além disso, a espécie não está protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim, C. exaltatus foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20exaltatus","Mata Atlântica"],
    [1075,"BROMELIACEAE","Cryptanthus fernseeoides","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus fernseeoides é endêmica do Brasil e ocorre somente no Estado do Espírito Santo. Apenas a população da localidade tipo, no município de Domingos Martins, é conhecida. Sua AOO é de 4 km². A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Domingos Martins tem apenas 23% de sua cobertura vegetal original e a perda e fragmentação de hábitat continuam representando uma ameaça para a sobrevivência da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20fernseeoides","Mata Atlântica"],
    [1076,"BROMELIACEAE","Cryptanthus fosterianus","L.B.Sm.","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus fosterianus é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Pernambuco, próximo à fronteira com a Paraíba. A espécie foi coletada na natureza na Serra Negra de Bezerros, em São Lourenço da Mata, na localidade conhecida como Mata do Camocim. Apenas uma população dessa planta é conhecida. A Serra Negra de Bezerros constitui um Brejo de Altitude, cujas extensas florestas, no passado, cederam espaço para o plantio do café e, mais tarde, para a pecuáriaextensiva. Hoje, a região se encontra completamente devastada, e o que sobrou da biota local está confinado aos afloramentos rochosos. Há suspeitas de que a espécie possa estar extinta na natureza. Tem AOO de 4 km². Por essas razões, C. fosterianus foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), possivelmente extinta na natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20fosterianus","Mata Atlântica"],
    [1077,"BROMELIACEAE","Cryptanthus glazioui","Mez","CR","B1ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus glazioui é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos CamposRupestres da Serra do Caraça, em Minas Gerais. C. glazioui tem distribuição restrita (EOO=63,30 km²)e está sujeita ao declínio contínuo de EOO, AOO e qualidade de hábitat. A região faz parte do Quadrilátero Ferrífero, que sofre com a perda de hábitat devido à mineração de ferro. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20glazioui","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1078,"BROMELIACEAE","Cryptanthus grazielae","H.Luther","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus grazielae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espiríto Santo, no município de Vitória. Entretanto, faltam dados ecológicos, populacionais e de ameaças incidentes sobre a espécie para subsidiar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie. Portanto, C. grazielae foi considerada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20grazielae","Mata Atlântica"],
    [1079,"BROMELIACEAE","Cryptanthus latifolius","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espécie possuir distribuição bastante restrita, dados ecológicos e de ameaças incidentes são necessários para permitir uma avaliação consistente sobre o risco de extinção de Cryptanthus latifolius. Assim, a espécie foi considerada \"Deficiente de dados\" (DD)","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20latifolius","Mata Atlântica"],
    [1080,"BROMELIACEAE","Cryptanthus leuzingerae","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem informações suficientes para a avaliação de risco de extinção. Mais estudos sobre as sub-populações e sua distribuição são necessários para permitir uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20leuzingerae","Mata Atlântica"],
    [1081,"BROMELIACEAE","Cryptanthus lutherianus","I.Ramírez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus lutherianus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espirito Santo. Mas existem poucas informações disponíveis de modo a inviabilizar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie. Assim, Cryptanthus lutherianus foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20lutherianus","Mata Atlântica"],
    [1082,"BROMELIACEAE","Cryptanthus maritimus","L.B.Sm.","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Cryptanthus maritimus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aespécie tem distribuição restrita (EOO=148,33 km²) e habita matas de Restinga e Florestas Ombrófilas Densas, próximo ao litoral. Tem AOO de 24 km². De acordo com dados de desmatamento, a região perdeu mais de 85% da cobertura vegetal original. Estima-se que ao menos 50% da população tenham sido reduzidos nos últimos 10 anos, devido à expansão urbana de Vila Velha e Guarapari. Apesar de legalmente protegida em unidades de conservação (SNUC), as restingas capixabas vêm sendo sistematicamente destruídas ao longo do processo de ocupação territorial do leste brasileiro. Assim, C. maritimus foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20maritimus","Mata Atlântica"],
    [1083,"BROMELIACEAE","Cryptanthus minarum","L.B.Sm.","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus minarum é endêmica do Brasil e ocorre apenas no Estado de Minas Gerais. Até recentemente, era conhecida apenas pela sua coleção-tipo de 1902 no Pico do Itabira, tendo sido recoletada em Itueta em 1997. C. minarum cresce sobre afloramentos rochosos, mas sua ecologia ainda é pouco conhecida. Entretanto, tem distribuição restrita (EOO=395,18 km²) a uma localidade que tem sido totalmente alterada pela mineração de ferro. O município de Itabira perdeu mais de 98% de sua cobertura vegetal original. Estima-se que mais de 50% da população tenham sido eliminados nos últimos 10 anos. Por essas razões a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20minarum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1084,"BROMELIACEAE","Cryptanthus odoratissimus","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus odoratissimus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie foi coletada em três localidades distintas, que foram consideradas diferentes situações de ameaça. Sua distribuição é restrita (EOO=240,64 km²) e a espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20odoratissimus","Mata Atlântica"],
    [1085,"BROMELIACEAE","Cryptanthus pseudoglazioui","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Os dados disponíveis são insuficientes para permitir uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20pseudoglazioui",""],
    [1086,"BROMELIACEAE","Cryptanthus pseudoscaposus","L.B.Sm.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus pseudoscaposus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=742,23 km²) e ocupa uma AOO de 24 km². Cryptanthus pseudoscaposus é terrícola e cresce em fragmentos de Floresta Ombrófila, tendo sido coletada em saliências rochosas, em ambiente úmido e sombreado. O município de Domingos Martins, onde a espécie ocorre, perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos do declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaçadistintas. Assim, C. pseudoscaposus foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20pseudoscaposus","Mata Atlântica"],
    [1087,"BROMELIACEAE","Cryptanthus roberto-kautskyi","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus roberto-kautskyi é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do EspíritoSanto. Ocupa uma AOO de apenas 8 km². A espécie vive no folhiço de Florestas Ombrófila Densa, onde o ambiente é densamente sombreado. O município de Domingos Martins, onde a espécie ocorre, perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos do declínio contínuo da qualidade de hábitat. As duas localidades de ocorrência foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20roberto-kautskyi","Mata Atlântica"],
    [1088,"BROMELIACEAE","Cryptanthus scaposus","E.Pereira","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus scaposus é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=287,94 km²) e ocupa uma AOO de 20 km². Cresce em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. As formações florestais do Espírito Santo perderam uma extensão significativa da cobertura vegetal ao longo dos últimos anos e continuam sofrendo com o declínio contínuo da qualidade desse tipo de hábitat. Foram identificadas três situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20scaposus","Mata Atlântica"],
    [1089,"BROMELIACEAE","Cryptanthus whitmanii","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus whitmanii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem uma AOO menor que 10 km² e é conhecida apenas a partir de uma única localidade no município de Domingos Martins. Este município perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal originale continua sofrendo os efeitos do declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Assim, C. whitmanii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20whitmanii","Mata Atlântica"],
    [1090,"BROMELIACEAE","Cryptanthus zonatus","(Visiani) Beer","VU","B1ab(iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus zonatus é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados nordestinos do Rio Grande do Norte e Pernambuco. A espécie tem distribuição restrita (EOO=18.612,36 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas menos de 10 situações de ameaça, considerando a presença e ausência em áreas protegidas (SNUC). Devido à degradação ambiental, a espécie está também sujeita às extinções locais de subpopulações existentes devido à coleta de indivíduos maduros. C. zonatus é uma das espécies mais ornamentais e populares do gênero e é coletada para fins comerciais. Apesar de ser amplamente cultivada, sua existência na natureza está ameaçada de extinção. Assim, C. zonatus foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20zonatus","Mata Atlântica"],
    [1091,"BROMELIACEAE","Deuterocohnia meziana","Kuntze ex Mez","VU","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Deuterochonia meziana tem distribuição restrita (EOO=18.358,33 km²) e ocorre em afloramentos rochosos ferruginosos do bioma Cerrado, no Estado do Mato Grosso do Sul. A espécie tem uma estrutura populacional severamente fragmentada e está sujeita a quatro situações de ameaça. Os afloramentos onde ocorre estão sujeitos a diversas ameaças como a incidência do fogo, o pastoreio ou mesmo a mineração de ferro. Todas essas práticas resultam em declínio constante da qualidade dohábitat e da AOO da espécie.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Deuterocohnia%20meziana","Cerrado"],
    [1092,"BROMELIACEAE","Disteganthus calatheoides","(L.B.Sm.) L.B.Sm. & R.W.Read","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie Disteganthus calatheoides é conhecida no Brasil apenas de um único registro realizado na década de 60 no Estado do Amapá. A espécie também ocorre no país vizinho Guiana Francesa. D. calatheoides ocorre em interior de florestas úmidas alagadas, sobre solos argilosos encharcados. Apesar de na região existirem extensas áreas de habitat disponíveis, são necessários mais estudos sobre a distribuição da espécie, para subsidiar uma avaliação do risco de extinção mais consistente. Por esta razão a espécie foi considerada como \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disteganthus%20calatheoides","Amazônia"],
    [1093,"BROMELIACEAE","Dyckia agudensis","Irgang & Sobral","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia agudensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, mais precisamente no Morro Agudo, município de Agudo. Tem distribuição restrita (EOO=4,12 km²) e ocupa uma AOO de apenas 8 km². A espécie é rupícola e cresce sobre formações basálticas, entre vegetação xerófila. D. agudensis está sujeita à perda e fragmentação do hábitat devido ao desmatamento causado por atividades agrícolas no entorno. Além disso, a espécie não está protegida por unidades de conservação (SNUC). Sua localidade de ocorrência foi considerada uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20agudensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1094,"BROMELIACEAE","Dyckia alba","S.Winkl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de Dyckia alba possuir distribuição restrita ao Estado do Rio Grande do Sul e estar sujeita a degradação ambiental decorrente de práticas agrícolas adotadas na região, a espécie foi considerada como \"Deficiente de Dados\" (DD) devido a ausência de registros de ocorrência documentados em nosso banco de dados. Estudos sobre a distribuição geográfica e sobre a ecologia da espécie são necessários para uma avaliação consistente sobre o estado de conservação de D. alba.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20alba","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1095,"BROMELIACEAE","Dyckia brevifolia","Baker","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie Dyckia brevifolia foi descrita com base em uma prancha. Os registros de ocorrência disponíveis para a espécie são na verdade testemunhos de outras espécies de Dykia. Assim, D. brevifolia foi avaliada como \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20brevifolia","Mata Atlântica"],
    [1096,"BROMELIACEAE","Dyckia cabrerae","L.B.Sm. & Reitz","EN","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia cabrerae é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica nos Estados do Paraná e de SantaCatarina, nos campos do planalto do Estado de Santa Catarina. A espécie apresenta extensa distribuição (EOO=85.381,49 km²), no entanto, ocupa uma AOO de apenas 36 km². Dyckia cabrerae é xerófita e heliófita, muito rara, e cresce nos campos rochosos ou em clareiras, formando por vezes pequenos agrupamentos muito descontínuos, situados em altitudes de 900 a 1.000 m. A espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. As localidades de ocorrência foram agrupadas em duas situações de ameaça distintas, considerando a presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20cabrerae","Mata Atlântica"],
    [1097,"BROMELIACEAE","Dyckia choristaminea","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia choristaminea é endêmica do Brasil e segundo a literatura ocorre na Mata Atlântica e Pampa, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. Entretanto, só existem registros de ocorrência em nosso banco de dados para o Estado do Rio Grande do Sul. Considerando que o registro da espécie nesses outros estado irá alterar consideravelmente a avaliação da espécie, Dyckia choristaminea foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD), até que estas incongruências sejam esclarecidas.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20choristaminea","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1098,"BROMELIACEAE","Dyckia commixta","Hassl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas de uma coleta, realizada em 1967. Apesar de apresentar distribuição restrita e área de ocupação reduzida, a espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20commixta","Mata Atlântica"],
    [1099,"BROMELIACEAE","Dyckia delicata","Larocca & Sobral","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia delicata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Esta espécie é conhecida somente da localidade tipo e parece ser endêmica de afloramentos basálticos. Ocupa uma AOO de 4 km² referente a duas pequenas montanhas, que distam cerca de 100 m uma da outra. É provável que a espécie cresça também em outros afloramentos próximos. D. delicata enfrenta o declínio contínuo da qualidade de hábitat devido à degradação no entorno. A localidade de ocorrência foi considerada uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20delicata","Mata Atlântica"],
    [1100,"BROMELIACEAE","Dyckia distachya","Hassl.","CR","C1+2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia distachya não é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica, nos Estados de Santa Catarinae do Rio Grande do Sul. A espécie é exclusiva de ilhas rochosas ao longo das margens dos Rios Uruguai e Paraná. D. distachya está adaptada a variações ambientais extremas, passando ora por períodos de seca, ora ficando encoberta pela água durante as enchentes. Ocupa AOO de 20 km². Recentemente, pesquisas constataram a existência de uma única subpopulação com cerca de 150 indivíduos, a qual sofreu um declínio de 25% nos últimos três anos. A área está sujeita aos efeitos da construção de barragens para a hidrelétrica e provavelmente será afetada pela construção de novas represas. Assim, D. distachya foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20distachya","Mata Atlântica"],
    [1101,"BROMELIACEAE","Dyckia domfelicianensis","Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia domfelicianensis, no Brasil, ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Ocorria de forma esparsa ao longo de 617 km da Bacia do Rio Uruguai, mas atualmente restam subpopulações naturais apenas no Salto Yucumã e no Parque Provincial Moconá (Argentina), na continuação do Rio Uruguai. Essa espécie tem sua localidade-tipo no Paraguai, na região do trecho superior do Rio Paraná. Está presente em afloramentos rochosos da região do município de Dom Feliciano. Ocupa AOO de apenas 8 km². Todas as localidades foram consideradas uma única situação de ameaça. A região sofre com a degradação ambiental, perda e fragmentação da paisagem, que causam o declínio contínuo na qualidade do hábitat. De acordo com dados disponíveis, o município de Dom Feliciano perdeu 98,28% de sua cobertura vegetal original. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20domfelicianensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1102,"BROMELIACEAE","Dyckia dusenii","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","De acordo com a literatura a espécie ocorre exclusivamente em Estados do sul. Entretanto, existem registros de ocorrência da espécie para o Estado do Piauí, no nordeste brasileiro. A espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [1103,"BROMELIACEAE","Dyckia elisabethae","S.Winkl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20elisabethae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1104,"BROMELIACEAE","Dyckia encholirioides","(Gaudich.) Mez","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie Dyckia encholirioides é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de apresentar distribuição ampla, ocupa uma área (AOO) de apenas 168 km². Apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie possui valor ornamental e também é utilizada para o assentamento de dunas, em áreas de restinga. Caso sejam confirmadas ameaças que estejam causando declínio nas sub-populações da espécie ela poderá ser avaliada como \"Em Perigo\" (EN). Enquanto isso a espécie foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20encholirioides","Mata Atlântica"],
    [1105,"BROMELIACEAE","Dyckia fosteriana","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia fosteriana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Paraná. A espécie temdistribuição restrita e ocupa AOO de 40 km². Ocorre em formações campestres e afloramentos rochosos de Mata Atlântica e, eventualmente, em áreas de transição com Cerrado. Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. A espécie está sujeita à perda e fragmentação dehábitat e à retirada de indivíduos maduros. D. fosteriana é provavelmente a mais ornamental e popular espécie do gênero. Por essas razões, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20fosteriana","Mata Atlântica"],
    [1106,"BROMELIACEAE","Dyckia hatschbachii","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia hatscbachii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Paraná, em Paranaguá.A espécie cresce nas restingas litorâneas e ocupa uma área de apenas 8 km². A região sofre com a perda e fragmentação de hábitats. Todas as localidades de ocorrência da espécie foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, D. hatscbachii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [1107,"BROMELIACEAE","Dyckia hebdingii","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. Assim, Dyckia hebdingii foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20hebdingii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1108,"BROMELIACEAE","Dyckia ibicuiensis","Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia ibicuiensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, no município de Santa Maria. Este perdeu mais de 94% da cobertura vegetal original nos últimos anos e sofre com a degradação ambiental e fragmentação da paisagem, que causam o declínio contínuo da qualidade de hábitat. A espécie ocupa uma AOO de 4 km². A única localidade de ocorrência foi considerada uma situação de ameaça. Assim, D. ibicuiensis foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, são necessários mais estudos sobre a estrutura populacional e suas características ecológicas para garantir o planejamento de ações efetivas de conservação.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ibicuiensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1109,"BROMELIACEAE","Dyckia ibiramensis","Reitz","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia ibiramensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Mata Atlântica do Estado de Santa Catarina. Tem distribuição restrita (EOO=7,04 km²) e cresce naturalmente em ilhas de vegetação distribuídas ao longo de 4 km das margens do Rio Itajaí do Norte. Trata-se de uma planta rupícola e reófita. Espécie heliófita, adapta-se às variações extremas das enchentes e vazantes, com hábitat superúmido durante as enchentes, variando para seco nos períodos de estiagem. As rosetas de D. ibiramensis não morrem após um evento reprodutivo e a planta apresenta crescimento clonal, resultando na formação de diversos aglomerados. Estudos disponíveis contabilizaram um total populacional de 7.366 indivíduos (considerando somente rosetas) nas nove subpopulações existentes. Tem AOO de 12 km². A maior ameaça incidente é o efeito da instalação de hidrelétricas. Em 2004, foi autorizada a construção de pequenas centrais hidrelétricas na região onde a espécie ocorre. O desenvolvimento nesta área tem se tornado a maior ameaça para a conservação in situ de D. ibiramensis, em curto prazo. A construção dessas hidrelétricas resultará na submersão total (perda) de duas subpopulações (2,6% das rosetas), porém, a subpopulação com maior representatividade genética será mantida. Apesar do declínio do número de indivíduos maduros, as subpopulações remanescentes parecem estar protegidas. Considerando que esse risco ainda existe, e que foi firmadoum compromisso de conservar a maior subpopulação da espécie, foram identificadas duas situações de ameaça. Assim, D. ibiramensis foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ibiramensis","Mata Atlântica"],
    [1110,"BROMELIACEAE","Dyckia irmgardiae","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados ecológicos e sobre ameaças incidentes suficientes para fazer uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20irmgardiae","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1111,"BROMELIACEAE","Dyckia julianae","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para assegurar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20julianae",""],
    [1112,"BROMELIACEAE","Dyckia maritima","Baker","EN","B2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia maritima Baker é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. A espécie é rupícola, heliófita ou de luz difusa e seletiva xerófita, muito frequente nos costões rochosos do litoral, bem como nas rochas areníticas ao sul de Santa Catarina e ao leste do Rio Grande do Sul. Apesar de sua ampla distribuição (EOO=44.642,84 km²) e de formar densos agrupamentos de rosetas, ocupa uma área (AOO ) de apenas 100 km². A formação do reservatório do AHE Barra Grande (RS/SC) provocou a submersão de remanescentes de indivíduos da espécie na área alagada, contribuindo para a redução da variabilidade genética de suas populações. Além disso, atividades relacionadas à agricultura de subsistência e criação de gado vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas duas situações de ameaça de acordo com a presença ou ausência de áreas protegidas. Assim, D. maritima foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20maritima","Mata Atlântica"],
    [1113,"BROMELIACEAE","Dyckia minarum","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição. Apesar de ocupar uma área restrita (AOO=82 km²) não existem ameaças descritas nem evidências de declínio contínuo nas subpopulações. Assim, Dyckia minarum foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20minarum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1114,"BROMELIACEAE","Dyckia monticola","L.B.Sm. & Reitz","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia monticola é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Santa Catarina. Tem distribuição bastante restrita (EOO=88,30 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 20 km². A espécie ocorre em formações campestres e afloramentos rochosos e está ameaçada pela atividade da indústria mineradora, que causa o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Como todas as localidades de ocorrência estão fora de unidades de conservação (SNUC), foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, D. monticola foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20monticola","Mata Atlântica"],
    [1115,"BROMELIACEAE","Dyckia polycladus","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Os dados disponíveis são insuficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20polycladus",""],
    [1116,"BROMELIACEAE","Dyckia pseudococcinea","L.B.Sm.","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia pseudococcinea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=22,77 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 20 km². Habita as Restingas de Ericaceae (área de constante alagamento devido ao nível do lençol freático) em Maricá. A área foi considerada uma única situação de ameaça. O loteamento de terrenos próximos ao litoral é a principal ameaça incidente. Visitas recentes à região indicam que o estado de conservação vem se agravando, o que pode levar à extinção da espécie em futuro próximo. Assim, D. pseudococcinea foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20pseudococcinea","Mata Atlântica"],
    [1117,"BROMELIACEAE","Dyckia rariflora","Schult. & Schult.f.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia rariflora é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em áreas de Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita à Serra do Itabirito e Serra do Cipó e ocupa uma área (AOO ) de apenas 36 km². O emprego secular dos Campos Rupestres como pastagens naturais, associado à mineração, às queimadas, ao extrativismo e ao desmatamento das matas de galeria comprometem a sobrevivência de muitas espécies de Bromeliaceae da Bahia e de Minas Gerais. A situação atual de ameaças a que estão sujeitas as espécies dos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço torna urgente a realização de pesquisas sobre taxonomia, genética de populações e biologia reprodutiva. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, referentes a cada uma das três localidades onde a planta ocorre. Assim, D. rariflora foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20rariflora","Cerrado"],
    [1118,"BROMELIACEAE","Dyckia reitzii","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia reitzii é endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Paraná e de Santa Catarina e tem registros de coletas nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Dados de especialistas indicam sua presença também no Rio Grande do Sul. Habita formações campestres e afloramentos rochosos, em solos pedregosos de arenito ou basalto do alto dos \"taimbés\" da Serra Geral, onde forma pequenos e descontínuos agrupamentos de indivíduos, entre 1.400 m e 1.800 m de altitude. Ocupa uma área (AOO ) de 84 km² e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, devido às atividades agrícolas que levam à perda e fragmentação de hábitat. Foram consideradas duas situações de ameaça, de acordo com o diferente padrão de perda e fragmentação da paisagem nos Estados de Santa Catarina e do Paraná. Assim, D. reitzii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN). Entretanto, estudos de estrutura populacional ajudariam a dar subsídios para uma avaliação ainda mais consistente.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [1119,"BROMELIACEAE","Dyckia remotiflora","Otto & A.Dietr.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia remotiflora não é endêmica do Brasil e ocorre também no Uruguai e Argentina. Em território nacional, a espécie é registrada apenas na Região Sul. Está protegida por unidades de conservação (SNUC), no entanto, ocupa uma AOO de 64 km². Ocorre em formações campestres e afloramentos rochosos. Atividades como mineração, agricultura e pecuária vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. D. remotiflora não escapa da ação do gado bovino, que as devora parcialmente, impedindo sua expansão vegetativa e causando redução no número de indivíduos maduros. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20remotiflora","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1120,"BROMELIACEAE","Dyckia retroflexa","S.Winkl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para a avaliação da espécie.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20retroflexa",""],
    [1121,"BROMELIACEAE","Dyckia rigida","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de dados ecológicos sobre a espécie estarem disponíveis, a ausência de dados populacionais e de distribuição impedem uma avaliação consistente.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20rigida",""],
    [1122,"BROMELIACEAE","Dyckia tuberosa","(Vell.) Beer","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20tuberosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1123,"BROMELIACEAE","Dyckia ursina","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia ursina é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 4 km². Apenas uma população é conhecida, em frente à localidade denominada Chapéu do Sol e adjacências. Essa população está sujeita a vários tipos de interferência externa, principalmente a presença de gado, fogo e grande quantidade de lixo, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Portanto, D. ursina foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ursina","Cerrado"],
    [1124,"BROMELIACEAE","Edmundoa lindenii","(Regel) Leme","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie possui ampla distribuição (EOO=627.471,8 km²) na Mata Atlântica, principalmente em áreas de floresta ombrófila densa e restinga. Ocorre também em áreas de floresta estacional semidecidual. E. lindenii foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Edmundoa%20lindenii","Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1125,"BROMELIACEAE","Eduandrea selloana","(Baker) Leme et al.","EN","B1a+2b(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Eduandrea selloana é endêmica do Brasil. Tem distribuição restrita (EOO=2.865,53 km²) e exclusivanos Campos Rupestres da porção sul da Cadeia do Espinhaço de Estado de Minas Gerais. Está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. O fogo, a mineração e a fragmentação da vegetação nativa na região reduzem a qualidade do hábitat da espécie. Portanto, E. selloana foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eduandrea%20selloana","Matas de Galeria sob Campos Rupestres, Florestas Estacionais Semideciduais Montanas"],
    [1126,"BROMELIACEAE","Encholirium biflorum","(Mez) Forzza","CR","B2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium biflorum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=605,71 km²) à porção mineira da Cadeia do Espinhaco, sendo a maioria das coletas procedentes do Planalto de Diamantina. Apenas uma coleta foi realizada na Serra do Cipó, mas especialistas consideram essa ocorrência duvidosa. Há apenas uma população muito pequena da espécie. E. biflorum tem uma área de ocupação (AOO ) calculada em apenas 16 km², porém, esse valor pode ser ainda menor, e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A única população de E. biflorum registrada nos últimos anos ocorre próximo a uma área de estrada e é extremamente vulnerável. Como as plantas são diminutas e estão sobre terreno plano, correm o risco de serem facilmente destruídas por qualquer roça, criação ou benfeitoria, ou mesmo pela passagem de um trator. Assim, E. biflorum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20biflorum","Cerrado"],
    [1127,"BROMELIACEAE","Encholirium disjunctum","Forzza","CR","B2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium disjunctum é endêmica do Brasil e ocorre no Estado de Goiás e, possivelmente, Bahia. Tem distribuição bastante restrita (EOO=261,26 km²) e ocupa uma área extremamente reduzida (AOO =4 km²). E. disjunctum é conhecida a partir de apenas uma localidade, que foi considerada uma única situação de ameaça. Sua população está localizada a 400 m da Rodovia Brasília? Barreiras, 14 km ao norte do entroncamento de Posse (BR-020, km 243) em uma área de Cerrado e afloramentos de Canga. A espécie ocorre de forma isolada ou compondo pequenas touceiras. Assim, estima-se que sua população não seja maior do que 250 indivíduos, todos em uma única localidade. Por essas razões, E. disjunctum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20disjunctum","Cerrado"],
    [1128,"BROMELIACEAE","Encholirium gracile","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium gracile é endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo e tem distribuição restrita. As coleções referentes à espécie são procedentes dos afloramentos rochosos do norte do Estado do Espírito Santo e leste de Minas Gerais. Todavia, foi observada em estágio vegetativo nos afloramentos próximos a Vitória e Colatina (ES). É provável que também ocorra no extremo sul da Bahia. Por outro lado, a espécie ocupa uma área reduzida (AOO =56 km²) e nenhuma das ocorrências está protegida por unidades de conservação. A maior ameaça às espécies de Encholirium é a degradação do hábitat devido à extração de rochas calcárias e graníticas. E. gracile ocorre em abundância sobre afloramentos de granito e a pressão extrativista sobre essas rochas têm eliminado um número elevado de subpopulações. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20gracile","Mata Atlântica"],
    [1129,"BROMELIACEAE","Encholirium heloisae","(L.B.Sm.) Forzza & Wand.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium heloisae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=1.627,22 km², AOO =32 km²) à Serra do Cipó, município de Santana do Riacho. Encontra-se amplamente distribuída nessa região, porém sempre com poucos indivíduos por subpopulação, ocorrendo em solos areno-pedregosos. Por isso, foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a ocorrência de subpopulações dentro ou fora de áreas protegidas (SNUC). A pavimentação asfáltica da estrada de acesso à região destruiu algumas subpopulações. Além disso, o fluxo de turistas deve aumentar, assim como a procura por terrenos. Esse fato pode propiciar um aumento do uso das terras nas áreas em que a espécie ocorre, causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Além disso, sabe-se que o impacto das queimadas sobre as populações de Encholirium, apesar de não quantificado, pode ter efeitos drásticos na sobrevivência e no recrutamento dos indivíduos. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20heloisae","Cerrado"],
    [1130,"BROMELIACEAE","Encholirium horridum","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de amplamente distribuída, sua ocorrência está restrita aos afloramentos rochosos graníticos. Encholirium horridum ocupa uma área (AOO ) de 192 km² e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. A maior ameaça às espécies de Encholirium é a degradação do hábitat devido à extração de rochas calcárias e graníticas. Além disso, quase todos os afloramentos onde a espécie ocorre estão localizados em áreas de pastagem e sujeitos a queimadas e pastoreio de bovinos e caprinos. Sua presença em unidades de conservação (SNUC) não está comprovada. Assim, todas as localidades foram consideradas uma única situação de ameaça, já que não estão protegidas pela legislação. Portanto, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20horridum","Mata Atlântica"],
    [1131,"BROMELIACEAE","Encholirium irwinii","L.B.Sm.","CR","B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium irwinii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, na região de Grão Mogol. A espécie tem distribuição restrita (EOO=6,58 km²) e ocupa uma área extremamente pequena (AOO =12 km²). Foram identificadas duas situações de ameaça, com base na presença ou ausência em áreas protegidas (SNUC). As subpopulações dessa espécie são pequenas, sempre com número inferior a 50 rosetas. Algumas estão localizadas dentro do Parque Estadual de Grão Mogol, mas a maioria encontra-se fora da unidade. A espécie é rupícola, e ocorre nos Campos Rupestres, diretamente sobre as rochas. Estima-se que o tamanho populacional não exceda 250 indivíduos maduros. A perda e fragmentação do hábitat vêm causando declínio contínuo em sua qualidade. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20irwinii","Cerrado"],
    [1132,"BROMELIACEAE","Encholirium longiflorum","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium longiflorum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=527,16 km²) e sua ocorrência em Minas Gerais se restringe ao extremo norte do Estado. A espécie tem hábito rupícola e ocorre exclusivamente em afloramentos de calcário em altitudes que variam entre 480 e 500 m. Ocupa uma área (AOO) de apenas 8 km². A espécie não tem registros de ocorrência em unidades de conservação (SNUC), assim, todas as localidades foram consideradas uma mesma situação de ameaça. A maior ameaça às espécies de Encholirium é a extração de rochas calcárias e graníticas, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Por essas razões, E. longiflorum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20longiflorum","Mata Atlântica"],
    [1133,"BROMELIACEAE","Encholirium luxor","L.B.Sm. & R.W.Read","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium luxor é endêmica do Brasil, e ocorre exclusivamente em afloramentos de calcário do Cerrado. Apesar de amplamente distribuída (EOO=59.594,74 km²), apresenta AOO de apenas 20 km², e está sujeita a três situações de ameaça. Aparentemente, há disjunção entre as subpopulações do Brasil Central e de Minas Gerais, que apresentam inclusive sutis diferenças morfológicas que precisam ser melhor compreendidas. Muitas subpopulações de E. luxor estão sendo rapidamente destruídas devido à exploração intensa dos afloramentos de calcário. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20luxor","Cerrado"],
    [1134,"BROMELIACEAE","Encholirium pedicellatum","(Mez) Rauh","CR","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium pedicellatum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição extremamente restrita (EOO=31,8 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 16 km². A única população conhecida da espécie é formada por seis agrupamentos com cerca de 10 touceiras ou indivíduos solitários em cada. Estima-se que o tamanho populacional seja de cerca de 250 indivíduos maduros, com no máximo 50 em cada subpopulação. Encholirium pedicellatum não ocorre em áreas protegidas por unidade de conservação (SNUC), e sua única população está sujeita a queimadas, pastoreio e expansão urbana. Assim, E. pedicellatum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20pedicellatum","Cerrado"],
    [1135,"BROMELIACEAE","Encholirium scrutor","(L.B.Sm.) Rauh","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium scrutor é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, no Planalto de Diamantina e na Serra do Cipó. A espécie forma densas subpopulações, porém restritas a pequenas áreas (AOO =12 km²). Ocorre fora de unidades de conservação (SNUC) em locais sujeitos às queimadas, ao pastoreio e à mineração. Cada uma das três localidades de ocorrência foi considerada uma situação de ameaça distinta. Assim, E. scrutor foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20scrutor","Cerrado"],
    [1136,"BROMELIACEAE","Encholirium vogelii","Rauh","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium vogelii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuição restrita (EOO=268,16 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 4 km². A espécie apresenta mais frequentemente o hábito terrícola, e forma subpopulações pequenas restritas aos Campos Rupestres, sempre em solos areno-pedregosos, entre afloramentos rochosos. Apesar das subpopulações de E. vogelii serem constituídas de muitas rosetas adultas, poucas plantas florescem no mesmo ano e muitas inflorescências são atacadas por herbívoros. Na Serra do Cipó, muitos proprietários locais esperam que, com a pavimentação asfáltica da MG-010, o fluxo de turistas seja incrementado, havendo valorização das terras e maior procura de lotes para a implantação de chácaras e casas de veraneio e pousadas. Esse fato pode ocasionar o aumento de uso das terras nas áreas em que a espécie ocorre, causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. A única localidade de ocorrência foi considerada uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, a maior subpopulação está abrigada em uma área protegida.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20vogelii","Cerrado"],
    [1137,"BROMELIACEAE","Fernseea bocainensis","E.Pereira & Moutinho","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Fernseea bocainensis é endêmica do Brasil e apresenta distribuição bastante restrita (EOO=74,36 km²), tendo sido coletada apenas em três localidades. Sua distribuição é naturalmente fragmentada devido à especificidade de hábitat, pois ocorre exclusivamente em áreas de vegetação campestre nos locais mais elevados da Serra do Mar e da Mantiqueira. Historicamente, a parte litorânea da Mata Atlântica entre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo sofreu os impactos decorrentes de atividades antrópicas relacionadas aos diferentes ciclos econômicos, e ainda hoje enfrenta os efeitos da incidência de ameaças. Apesar de estar presente em unidades de conservação (SNUC), F. bocainensis está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Por essa razão, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fernseea%20bocainensis","Mata Atlântica"],
    [1138,"BROMELIACEAE","Fernseea itatiaiae","(Wawra) Baker","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Fernseea itatiaiae é endêmica do Brasil e ocorre somente na região da Serra da Mantiqueira próximo à divisa entre os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.710,73 km²) ao Planalto do Itatiaia, onde ocorre em formações campestres e em afloramentos rochosos em elevadas altitudes, sob condições úmidas e frias. Incêndios quase anuais prejudicam a sobrevivência da espécie e resultam em declínio contínuo da qualidade do hábitat, mesmo dentro de unidades de conservação (SNUC). A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fernseea%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [1139,"BROMELIACEAE","Guzmania monostachia","(L.) Rusby ex Mez","VU","A2c,B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Guzmania monostachia ocorre em subpopulações disjuntas no nordeste do Brasil. A espécie não é endêmica do Brasil, e tem registros em três serras no Estado do Ceará e em uma localidade no Estado de Pernambuco. Entretanto, esse registro foi feito em 1973 e a subpopulação foi considerada extinta. Apesar de plântulas que podem ser da espécie terem sido encontradas em outra localidade, acredita-se que G. monostachia não ocorra mais neste Estado. Além disso, a espécie tem AOO de apenas 56 km². G. monostachia ocupa remanescentes de Florestas Ombrófila Densa e Estacional Semidecidual em regiões de brejos de altitude da Caatinga. Estes tipos de formação florestal estão altamente fragmentados no nordeste brasileiro, e estima-se que cerca de 30% de perda da cobertura vegetal original tenha ocorrido nos últimos anos. Foram identificadas seis situações de ameaça distintas. A espécie é coletada e utilizada para forrageio de animais. Assim, foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guzmania%20monostachia","Mata Atlântica"],
    [1140,"BROMELIACEAE","Guzmania sanguinea","(André) André ex Mez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Guzmania sanguinea não é endêmica do Brasil e tem registros para a Costa Rica, Trinidad e Tobago, Equador e Colômbia. Entretanto, em território brasileiro, a espécie é conhecida apenas a partir de uma região restrita (EOO=264,87 km²) do Ceará. Estima-se que sua AOO seja ainda menor. G. sanguinea ocorre nas matas das Serras de Baturité e Maranguape. Essas localidades foram consideradas uma única situação de ameaça. A região sofre os efeitos da perda contínua de hábitat devido ao desmatamento. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guzmania%20sanguinea","Mata Atlântica"],
    [1141,"BROMELIACEAE","Hohenbergia augusta","(Vell.) E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia augusta possui ampla distribuição (EOO=268.920,64 km²) no litoral dos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São paulo, Paraná e Santa Catarina. A espécie é endêmica dos fragmentos florestais úmidos e secundários de Mata Atlântica das regiões Sudeste e Sul do Brasil. Foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20augusta","Mata Atlântica"],
    [1142,"BROMELIACEAE","Hohenbergia belemii","L.B.Sm. & R.W.Read","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia belemii possui distribuição relativamente restrita (EOO=36.040,33 km²). A extinção local da subpopulação do município de Palmeiras pode facilmente levar a espécie a uma situação de risco de extinção. A espécie foi classificada como 'Quase ameaçada\" (NT).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20belemii","Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1143,"BROMELIACEAE","Hohenbergia castellanosii","L.B.Sm. & R.W.Read","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia castellanosii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=3.447,21 km²), e suas subpopulações formam touceiras esparsas distribuídas no solo ou em locais mais sombreados de Restinga. De acordo com a distribuição da espécie, foram consideradas quatro situações de ameaça. H. castellanosii está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat, devido principalmente à degradação ambiental resultante da expansão urbana das cidades e do turismo muito intenso na sua região de ocorrência. Assim, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20castellanosii","Mata Atlântica"],
    [1144,"BROMELIACEAE","Hohenbergia correia-araujoi","E.Pereira & Moutinho","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia correria-araujoi é endêmica do Estado da Bahia e ocorre exclusivamente na Serra do Homem, nos municípios de Milagres e Presidente Tancredo Neves. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO=182,44 km², AOO =12 km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Seus municípios de ocorrência perderam mais de 94% da cobertura vegetal original, e continuam sujeitos às ameaças incidentes. Por essas razões, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20correia-araujoi","Mata Atlântica"],
    [1145,"BROMELIACEAE","Hohenbergia littoralis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia littoralis é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita ao litoral norte da Bahia (EOO=468,74 km²), nas Restingas de Abaeté e Baixio. Estima-se que sua AOO seja menor que 500 km², e que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A restinga de Baixio tem sofrido alterações devido à extração da vegetação para práticas agrícolas (principalmente para o cultivo de Cocos nucifera próximo à linha da praia), além da expansão urbana e do desenvolvimento do turismo na região. Por essas razões, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20littoralis","Mata Atlântica"],
    [1146,"BROMELIACEAE","Lymania alvimii","(L.B.Sm. & R.W.Read) R.W.Read","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania alvimii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=332,49 km², AOO =16 km²) entre os municípios de Camacã, Pau-Brasil e Jussari. Foram identificadas três situações de ameaça distintas devido aos padrões de perda e fragmentação do hábitat da região. Assim, L. alvimii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20alvimii","Mata Atlântica"],
    [1147,"BROMELIACEAE","Lymania azurea","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania azurea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na região sul do Estado da Bahia, tendodistribuição restrita (EOO=1.084,33 km², AOO =36 km²). A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas quatro situações de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20azurea","Mata Atlântica"],
    [1148,"BROMELIACEAE","Lymania brachycaulis","(E.Morren ex Baker) L.F.Sousa","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania brachycaulis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul da Bahia. Tem distribuição bastante restrita (EOO=600,8 km², AOO =20 km²). A pequena área de distribuição e a degradação do hábitat na região sugerem que a espécie está enfrentando um risco elevado de extinção na natureza. Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20brachycaulis","Mata Atlântica"],
    [1149,"BROMELIACEAE","Lymania corallina","(Brong. ex Beer) R.W.Read","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania corallina é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, do norte de Ilhéus a Maraú, passando pelos municípios de Uruçuca, Itacaré e Ubaitaba. Conhecida a partir de apenas cinco localidades, tem EOO estimada em 1.003,03 km² e AOO de 56 km², estando sujeita a quatro situações de ameaça. Apesar de ser encontrada em um número grande de municípios, a espécie está sob risco de extinção, pois são cada vez mais raras as áreas de Mata Atlântica dessas localidades e poucas as áreas protegidas. Assim, L. corallina foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20corallina",""],
    [1150,"BROMELIACEAE","Lymania globosa","Leme","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania globosa é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul do Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=684,92 km², AOO =20 km²) e sua estrutura populacional severamente fragmentada. A região sul da Bahia sofre os efeitos da perda e fragmentação de hábitat, que vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat de ocorrência da espécie. Assim, L. globosa foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20globosa","Mata Atlântica"],
    [1151,"BROMELIACEAE","Lymania spiculata","Leme & Forzza","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania spiculata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul do Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita (EOO=342,70 km², AOO =8 km²). Além disso, L. spiculata é conhecida a partir de coletas realizadas em apenas uma localidade no município de Jussari, que foi considerada uma única situação de ameaça. A região sofre com a perda e fragmentação do hábitat. Assim, L. spiculata foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20spiculata","Mata Atlântica"],
    [1152,"BROMELIACEAE","Neoregelia angustibracteolata","E.Pereira & Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia angustibracteolata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Apresenta AOO de 8 km², sendo restrita a apenas uma localidade que foi considerada uma única situação de ameaça. Tem distribuição restrita aos fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, no município de Laranja da Terra. Apesar de ser conhecida apenas pelo material tipo, a região é bem coletada e sofre com o declínio contínuo da qualidade do hábitat, resultante das atividades agropecuárias que reduzem a cobertura vegetal original. Assim, N. angustibracteolata foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20angustibracteolata","Mata Atlântica"],
    [1153,"BROMELIACEAE","Neoregelia bahiana","(Ule) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição nos Estados de Minas Gerais e Bahia. Apesar de ocorrer apenas sobre campos rupestres da Cadeia do Espinhaço, a espécie ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC) e não apresenta risco de se extinguir em um futuro próximo.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20bahiana","Caatinga, Cerrado"],
    [1154,"BROMELIACEAE","Neoregelia binotii","(Antoine) L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para assegurar uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20binotii","Mata Atlântica"],
    [1155,"BROMELIACEAE","Neoregelia brownii","Leme","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia brownii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO=53,47 km², AOO =12 km²), e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. N. brownii é conhecida somente em uma localidade, denominada Serra do Brigadeiro. Pode ser encontrada em Matas Nebulares e bordas da transição destas formações com as formações campestres dos topos da serra. Apesar de estar protegida por uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, a atividade no entorno da unidade vem resultando no declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie. N. brownii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20brownii","Mata Atlântica"],
    [1156,"BROMELIACEAE","Neoregelia burle-marxii","R.W.Read","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil, mas apresenta ampla distribuição.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20burle-marxii","Mata Atlântica"],
    [1157,"BROMELIACEAE","Neoregelia capixaba","E.Pereira & Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes disponíveis para uma avaliação consistente.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20capixaba","Mata Atlântica"],
    [1158,"BROMELIACEAE","Neoregelia compacta","(Mez) L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia compacta é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espirito Santo. A espécie possui EOO de 28.379,88 km² e está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat e do número de indivíduos maduros, já que possui valor ornamental e é coletada para fins ornamentais.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20compacta","Mata Atlântica"],
    [1159,"BROMELIACEAE","Neoregelia cruenta","(R.Graham) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Apesar da incidência de ameaças e declínio da qualidade de habitat da espécie, Neoregelia cruenta foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20cruenta","Mata Atlântica"],
    [1160,"BROMELIACEAE","Neoregelia doeringiana","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espécie estar listada como ameaçada no Estado do Espírito Santo, de acordo com os registros cadastrados no banco de dados, sua distribuição está restrita ao Estado de São Paulo. Estudos sobre a distribuição da espécie são necessários para permitir a avaliação do risco de extinção.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20doeringiana","Mata Atlântica"],
    [1161,"BROMELIACEAE","Neoregelia guttata","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis para a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20guttata","Mata Atlântica"],
    [1162,"BROMELIACEAE","Neoregelia hoehneana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia hoehneana é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.832,51 km², AOO =32 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20hoehneana","Mata Atlântica"],
    [1163,"BROMELIACEAE","Neoregelia inexspectata","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia inexspectata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=306,98 km²) e sua ocorrência limita-se aos fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e floresta úmida de encosta, ambientes extremamente fragmentados que tiveram redução significativa da cobertura original devido ao impacto das atividades agrícolas. Apenas uma situação de ameaça foi identificada. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20inexspectata","Mata Atlântica"],
    [1164,"BROMELIACEAE","Neoregelia leprosa","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia leprosa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=12.285,61 km², AOO =28 km²), e está sujeita a quatro situações de ameaça. Apesar de existirem divergências em relação ao hábitat onde ocorre, sua região de distribuição está em constante declínio de qualidade. Assim, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20leprosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1165,"BROMELIACEAE","Neoregelia lilliputiana","E.Pereira","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem informações disponíveis para a avaliação de risco de extinção.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20lilliputiana","Mata Atlântica"],
    [1166,"BROMELIACEAE","Neoregelia menescalii","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia menescalii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=346,71 km²) e foi encontrada em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa no interior de um remanescente no município de Castelo. Este município perdeu mais de 80% da cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos da perda de hábitat e fragmentação da paisagem. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20menescalii","Mata Atlântica"],
    [1167,"BROMELIACEAE","Neoregelia oligantha","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii,v),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia oligantha é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Durante muito tempo foi conhecida somente pelo holótipo coletado na região do Vale do Rio Doce há mais de 60 anos. Na década de 2000, foi recoletada no Parque Estadual de Ibitipoca, no município de Lima Duarte. A espécie tem distribuição restrita (EOO=11.346,69 km²) e está sujeita a quatro situações de ameaça. Na área do parque é conhecida apenas no interior da Mata Nebular entre a Gruta dos Três Arcos e a Gruta dos Fugitivos. Esta é a única localidade onde a espécie tem ocorrência comprovada, por isso, estudos de campo são necessários para tentar localizar novas subpopulações. Especialistas observaram redução no número de indivíduos e da AOO na subpopulação de Ibitipoca. Identificou-se como principal ameaça à espécie os incêndios que assolam a região do Parque Estadual de Ibitipoca, que podem atingir sua subpopulação principal no futuro. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20oligantha","Mata Atlântica"],
    [1168,"BROMELIACEAE","Neoregelia pascoaliana","L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estado da Bahia e Espirito Santo. Entretanto, possui ampla distribuição (EOO=54.837,3 km²). A espécie vêm sofrendo severamente com perda de habitat devido a degradação deste e consequente declínio das condições ambientais ótimas (Biodiversitas, 2005). A área de ocorrência deste táxon, principalmente no Estado da Bahia, vêm sendo bastante impactada pela ação de \"trilheiros\" e pela extração irracional de Arruda, espécie lenhosa utilizada para a fabricação de artesanato. Na região do Parque Nacional do Monte Pascoal, o assentamento de índios Pataxós sobre as formações de restinga, cultivo de mandioca e pastejo de gado configuram impactos diretos a biodiversidade destes ecossistemas. Se estas ameaças continuarem incidindo sobre as subpopulações de N. pascoaliana, a espécie pode facilmente se tornar ameaça de extinção.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20pascoaliana","Mata Atlântica"],
    [1169,"BROMELIACEAE","Neoregelia paulistana","E.Pereira","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia paulistana é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Especialistas alertam para o possível equívoco existente em coleta atribuída a essa espécie no município de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro. Parece ocorrer exclusivamente na região costeira de São Paulo, representando um endemismo restrito daquele Estado. Dessa forma, desconsiderando a ocorrência da espécie no Rio de Janeiro, sua AOO estimada é inferior a 10 km². Se o equívoco na determinação do material for confirmado, a distribuição da espécie estará restrita a apenas uma localidade, considerada uma única situação de ameaça. Além disso, a região litorânea dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro perdeu significativa porcentagem da cobertura vegetal original, devido à expansão de grandes centros urbanos que resultaram na perda de área e no declínio contínuo da qualidade do hábitat. N. paulistana foi considerada \"Extinta\" (EX) em avaliação de risco de extinção empreendida no Estado de São Paulo.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20paulistana","Mata Atlântica"],
    [1170,"BROMELIACEAE","Neoregelia pernambucana","Leme & J.A.Siqueira","EN","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia pernambucana é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Pernambuco e Alagoas. A espécie é predominantemente epífita, mas também pode ser encontrada no sub-bosque sobre lajedos de pedra como rupícola. Ocorre em Florestas Ombrófilas Densas ao norte do Rio São Francisco, nas florestas úmidas entramontanas e altomontanas do Centro de Endemismo de Pernambuco. Tem uma AOO inferior a 20 km². Estima-se que N. pernambucana tenha menos de 100 indivíduos maduros na natureza. São conhecidas apenas duas subpopulações, confinadas em pequenos fragmentos remanescentes da Mata Atlântica nordestina. Apesar de uma das localidades estar situada dentro de uma unidade de conservação (SNUC), devido à falta de fiscalização consideramos ambas subpopulações sob uma mesma situação de ameaça. Dados sugerem que o extrativismo, em funçãode seu valor ornamental, pode ter levado a espécie ao quase desaparecimento na natureza. N. pernambucana foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20pernambucana","Mata Atlântica"],
    [1171,"BROMELIACEAE","Neoregelia ruschii","Leme & B.R.Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia ruschii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie ocorre em áreas de Florestas Ombrófilas Densas, nas matas nebulares úmidas de altitude como epífita facultativa. Tem distribuição restrita (EOO=842,18 km², AOO =20 km²), está sujeita a duas situações de ameaça e só ocorre em áreas acima de 1.000 m de altitude. Tem registros de ocorrência conhecidos no município de Santa Teresa, na Reserva Biológica de Santa Lúcia e no município de Ibitirama, nos limites do Parque Nacional do Caparaó. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie está sujeita às atividades antrópicas realizadas em seu entorno. N. ruschii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20ruschii","Mata Atlântica"],
    [1172,"BROMELIACEAE","Neoregelia sanguinea","Leme","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia sanguinea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie foi coletada a cerca de 1.000 m de altitude na região montanhosa do município de Laranja da Terra. Tem distribuição restrita (EOO=350,81km²), e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Não se encontra protegida por unidade de conservação (SNUC), e as florestas em sua área de ocorrência vêm sendo devastadas para o cultivo de café. N. sanguinea foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20sanguinea","Mata Atlântica"],
    [1173,"BROMELIACEAE","Neoregelia sarmentosa","(Regel) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia sarmentosa é endêmica do Brasil mas possui ampla distribuição. A espécie ocorre em afloramentos rochosos, Restingas, Florestas Ombrófilas Densas e Florestas Estacionais Semideciduais, associadas a Mata Atlântica. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20sarmentosa","Mata Atlântica"],
    [1174,"BROMELIACEAE","Neoregelia zaslawskyi","E.Pereira & Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis para avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20zaslawskyi","Mata Atlântica"],
    [1175,"BROMELIACEAE","Neoregelia zonata","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis para a avaliação do risco de extinção desta espécie.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20zonata","Mata Atlântica"],
    [1176,"BROMELIACEAE","Nidularium amazonicum","(Baker) Linden & E.Morren ex Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída com ocorrência em Unidades de Conservação (SNUC).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20amazonicum","Mata Atlântica"],
    [1177,"BROMELIACEAE","Nidularium atalaiaense","E.Pereira & Leme","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium atalaiaense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=325,34 km², AOO =8 km²), e é endêmica das formações associadas às Restingas da região de Cabo Frio. A espécie está sujeita a duas situações de ameaça e vem sofrendo uma diminuição considerável de suas subpopulações na localidade-tipo (Morro do Atalaia, município de Arraial do Cabo) nos últimos 20 anos, o que permite afirmar que as subpopulações no continente estão próximas da extinção. Apenas a subpopulação da Ilha de Cabo Frio continua aparentemente intacta e com certo grau de proteção.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20atalaiaense","Mata Atlântica"],
    [1178,"BROMELIACEAE","Nidularium azureum","(L.B.Sm.) Leme","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium azureum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO inferior a 10 km². A espécie tem apenas uma população conhecida, em mata do município de Coronel Pacheco, na localidade denominada Água Limpa, que sofre com a perda da área e o declínio da qualidade do hábitat, resultante do intenso desmatamento na região. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20azureum","Mata Atlântica"],
    [1179,"BROMELIACEAE","Nidularium bocainense","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium bocainense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. É endêmica da Serra da Bocaina, na divisa dos Estados citados. Há coletas conhecidas para os municípios de Bananal e São José do Barreiro, e o tipo provém do Estado do Rio de Janeiro, próximo à entrada do Parque Nacional da Serra da Bocaina. A espécie tem distribuição restrita (EOO=431,01 km², AOO =32 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a presença ou não em unidades de conservação (SNUC). A região de ocorrência de N. bocainense sofre os efeitos da perda e fragmentação da cobertura vegetal, devido às atividades relacionadas à agricultura e pecuária, que resultam no declínio contínuo da área e qualidade do hábitat. Assim, N. bocainense foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20bocainense","Mata Atlântica"],
    [1180,"BROMELIACEAE","Nidularium corallinum","(Leme) Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium corallinum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de São Paulo. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.335,37 km², AOO =24 km²) aos domínios mais interioranos da região da Serra da Bocaina. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). A espécie é epífita, e ocupa o sub-bosque de Florestas Ombrófilas Densas. Sua região de ocorrência sofreu historicamente com a perda e fragmentação da vegetação original, que resultou no declínio contínuo da área e da qualidade do hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20corallinum","Mata Atlântica"],
    [1181,"BROMELIACEAE","Nidularium ferrugineum","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium ferrugineum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Apresenta AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. É conhecida a partir de apenas um registro de coleta, realizado na Mata Atlântica do município de Linhares, que perdeu aproximadamente 80% de sua cobertura vegetal original, o que reduziu drasticamente a área e a qualidade do hábitat de ocorrência da espécie. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20ferrugineum","Mata Atlântica"],
    [1182,"BROMELIACEAE","Nidularium innocentii","Lem.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20innocentii","Mata Atlântica (Leme 2000, Moreira 2002, Moura et al. 2007, Martinelli et al. 2008, Martinelli et al. 2009, Forzza et al. 2011)."],
    [1183,"BROMELIACEAE","Nidularium itatiaiae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium itatiaiae é endêmica do Brasil e ocorre na Serra da Mantiqueira, na região limítrofe entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Tem distribuição restrita (EOO=237,35 km², AOO =44 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. Mesmo protegida pelo Parque Nacional de Itatiaia, a espécie sofre com a incidência de incêndios quase anuais, resultando no declínio contínuo da qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. Assim, N. itatiaiae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [1184,"BROMELIACEAE","Nidularium jonesianum","Leme","EN","B2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium jonesianum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Planta herbácea, rupícola ou epífita, é encontrada no sub-bosque da Mata Atlântica de encosta. Apesar da ampla distribuição, a espécie apresenta AOO estimado em 100 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Além disso, sofre com a perda e fragmentação da vegetação, que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat e do número de subpopulações. Assim, N. jonesianum foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20jonesianum","Mata Atlântica"],
    [1185,"BROMELIACEAE","Nidularium kautskyanum","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium kautskyanum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Seus registros foram realizados nos municípios capixabas de Alfredo Chaves (tipo), Castelo e Venda Nova do Imigrante. A espécie tem distribuição restrita (EOO=375,22 km², AOO =32 km²), e está sujeita a três situações de ameaça. A região vem sofrendo com a perda e degradação de hábitat, devido à cultura cafeeira, que tem sido responsável pela supressão das florestas de encosta na região serrana do Espírito Santo. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20kautskyanum","Mata Atlântica"],
    [1186,"BROMELIACEAE","Nidularium mangaratibense","Leme","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium mangaratibense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. É uma planta herbácea, epífita do estrato médio-inferior da Mata Atlântica superúmida de encosta, próxima ao mar e de difícil acesso. Tem distribuição restrita (EOO=330,29 km², AOO =8 km²), e está sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de N. mangaratibense ocorrer em região com extensas áreas de Mata Atlântica, a espécie vem sendo alvo de atividades intensivas de extrativismo seletivo. Além desta, a extração ilegal de palmito e de outras plantas com valor ornamental vem comprometendo a qualidade do hábitat da espécie. Assim, N. mangaratibense foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20mangaratibense","Mata Atlântica"],
    [1187,"BROMELIACEAE","Nidularium marigoi","Leme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados da região Sudeste. Planta herbácea, terrestre, epífita nas partes inferiores de troncos e árvores, podendo formar densas subpopulações sobre rochas como saxícolas (Leme, 2000). Ocorre em floresta atlântica de altitude, matas nebulares, na transição com Campos de Altitude e Campos Rupestres. Apesar de ser amplamente distribuída, extinções locais podem levar a espécie a uma situação de ameaça. Assim, Nidularium marigoi foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20marigoi","Mata Atlântica"],
    [1188,"BROMELIACEAE","Nidularium minutum","Mez","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium minutum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de São Paulo e Paraná (registro duvidoso). Apresenta EOO=10.260,13 km², e está sujeita a quatro situações de ameaça. Espécie terrestre, vive preferencialmente no solo da Mata Atlântica de encosta. Sua região de ocorrência perdeu extensas áreas de cobertura florestal devido aos efeitos das atividades agrícolas, que acarretaram a perda de área e o declínio da qualidade do hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20minutum","Mata Atlântica"],
    [1189,"BROMELIACEAE","Nidularium organense","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium organense é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie foi coletada no município de Teresópolis, em mata a cerca de 900 m de altitude, na localidade conhecida como Meudon, dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental do Jacarandá. Tem distribuição restrita (EOO=485,98 km²), e está sujeita a uma situação de ameaça, considerando sua localidade. A região vem sofrendo os efeitos do processo descontrolado de favelização, que afeta de modo gravíssimo a biota local, mesmo estando situada dentro dos limites de uma unidade de conservação (SNUC) de uso sustentável (APA do Jacarandá). Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20organense","Mata Atlântica"],
    [1190,"BROMELIACEAE","Nidularium rosulatum","Ule","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium rosulatum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita (EOO=18.428,56 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. É encontrada nas Restingas fluminenses, que vêm sendo constantemente ameaçadas pela perda de área e fragmentação da vegetação original. As subpopulações conhecidas desse táxon, estabelecidas entre os municípios de Cabo Frio e Casimiro de Abreu, foram praticamente eliminadas nos últimos 20 anos, juntamente com a própria vegetação de Restinga que recobria essa área. O principal motivo dessa perda foi a acentuada proliferação de empreendimentos imobiliários e loteamentos que hoje dominam o cenário local. Assim, N. rosulatum foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20rosulatum","Mata Atlântica"],
    [1191,"BROMELIACEAE","Nidularium serratum","Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","N. serratum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, em regiões montanhosas e costeiras, em Florestas Ombrófilas Densas e afloramentos rochosos. Tem distribuição restrita (EOO=11.112,07 km²), e está sujeita a três situações de ameaça. A área original onde foi coletado o material-tipo da espécie encontra-se muito degradada atualmente, devido à presença de pastagens e ao impacto causado por outras atividades humanas. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20serratum","Mata Atlântica"],
    [1192,"BROMELIACEAE","Nidularium utriculosum","Ule","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium utriculosum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os registros no Rio de Janeiro foram realizados nos municípios de Duque de Caxias, Xérem e na Restinga de Copacabana. Há ainda um registro que difere de todas as informações consultadas para a espécie, oriundo do município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo. Mesmo assim, a espécie apresenta distribuição restrita (EOO=9.733,51 km²), e encontra-se sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A localidade-tipo da espécie é indicada como a Restinga da Praia de Copacabana, que teve sua vegetação totalmente extinta há mais de 100 anos, e que hoje abriga uma das maiores densidades populacionais do Rio de Janeiro. As Florestas Ombrófilas Densas de Baixada ou de Terras Baixas, de onde são conhecidas as subpopulações de N. utriculosum  (proximidades da Reserva Biológica do Tinguá), foram totalmente suprimidas para dar lugar a pastagens e monoculturas, e hoje se encontram reduzidas a menos de 7% de sua cobertura original. Assim, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU). Considerando que as últimas coletas da espécie foram realizadas há bastante tempo, e que a coleta do Espírito Santo é duvidosa, maiores estudos são necessários, tendo em vista que a situação da espécie na natureza pode ser ainda mais crítica.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20utriculosum","Mata Atlântica (Leme 2000, Martinelli et al. 2008, Martinelli et al. 2009, Forzza et al. 2011)."],
    [1193,"BROMELIACEAE","Orthophytum amoenum","(Ule) L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum amoenum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente na extensão mais ao norte da grande Cadeia do Espinhaço, no Estado da Bahia. A espécie tem distribuição restrita aos afloramentos quartzíticos em áreas de Campos Rupestres associados ao domínio da  Caatinga. A única subpopulação identificada ocorre no município de Palmeiras, na localidade conhecida como Morro do Pai Inácio. Apresenta AOO estimado em 28 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie vem sofrendo com o garimpo, o uso do pasto nativo, a roça, a caça e a coleta de flores naturais e animais nativos, além do turismo descontrolado. Assim, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20amoenum","Caatinga"],
    [1194,"BROMELIACEAE","Orthophytum duartei","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum duartei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. É uma espécie saxícola que cresce sobre ilhas de vegetação em afloramentos rochosos da divisa desses Estados. Orthophytum duartei tem distribuição restrita (EOO=4.654,72 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Apesar de cultivada, suas áreas de ocorrência estão sujeitas à mineração e perda do hábitat pelo fogo e pastoreio de caprinos e bovinos. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20duartei","Mata Atlântica"],
    [1195,"BROMELIACEAE","Orthophytum estevesii","(Rauh) Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Orthophytum estevesii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo. Aparentemente representa um endemismo dos afloramentos rochosos existentes entre os municípios de Mantena (MG) e Colatina (ES), com registros também no município de Mantena (ES). Entretanto, não tivemos acesso aos registro de ocorrência da espécie. Por esta razão, a espécie foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20estevesii","Mata Atlêntica (Versieux, Wendt 2006, Martinelli et al. 2008, Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010. Bromeliaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil)."],
    [1196,"BROMELIACEAE","Orthophytum foliosum","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum foliosum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos associados ao domínio da Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=18.486,68 km²) e está sujeita a quatro situações de ameaça. A perda e fragmentação do hábitat devido à mineração e aos incêndios representam suas principais ameaças. Assim, O. foliosum foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20foliosum","Mata Atlântica"],
    [1197,"BROMELIACEAE","Orthophytum fosterianum","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum fosterianum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo, sobre afloramentos rochosos na estrada que liga os municípios capixabas de Colatina e Santa Teresa, região que vem sofrendo perda acelerada de hábitat, devido à extração irracional de granito. A espécie tem distribuição restrita (EOO=433,94 km²) e estima-se sua AOO em 16 km². A única subpopulação da espécie está sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat, e acredita-se que conte com menos de 250 indivíduos. Assim, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20fosterianum","Mata Atlântica"],
    [1198,"BROMELIACEAE","Orthophytum grossiorum","Leme & C.C.Paula","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum grossiorum é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=531,86 km²), e é conhecida a partir de material coletado em apenas duas localidades. A espécie é considerada rara em sua área de ocorrência. Estima-se que sua AOO seja ainda menor. O. grossiorum vem sofrendo drasticamente com a alteração de seu hábitat, devido às invasoras exóticas de alto poder competitivo, como o capim-gordura e Brachiaria que, aliadas ao pastejo de caprinos sobre os afloramentos rochosos, representam séria ameaça à sobrevivência da espécie. Entretanto, um esforço maior de coleta é imprescindível para garantir uma visão mais realista sobre a estrutura populacional de O. grossiorum. A espécie foi considerada sob risco de extinção e classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20grossiorum","Mata Atlântica"],
    [1199,"BROMELIACEAE","Orthophytum humile","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum humileé endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie é rupícola, e habita locais expostos à luminosidade, na beira de rios e córregos da Caatinga e do Cerrado. Apresenta distribuição restrita (EOO=271,46 km², AOO =4 km²) à região de Grão Mogol, que é alvo de atividades mineradoras. Estas atividades vêm resultando em declínio contínuo da qualidade do hábitat na região e podem, no futuro, comprometer a sobrevivência da espécie na natureza. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20humile","Caatinga, Cerrado"],
    [1200,"BROMELIACEAE","Orthophytum magalhaesii","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum magalhaesii é endêmica do Brasil, e ocorre em afloramentos rochosos graníticos nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Apresenta EOO estimado em 3.014,66 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Suas subpopulações não estão protegidas por unidades de conservação (SNUC), e em Minas Gerais estão estabelecidas em afloramentos rochosos às margens de estradas. Já no Espírito Santo, suas subpopulações estão ameaçadas devido à atividade incessante de empresas mineradoras. Assim, foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20magalhaesii","Mata Atlântica"],
    [1201,"BROMELIACEAE","Orthophytum zanonii","Leme","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum zanonii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Espécie rupícola, desenvolve-se sobre afloramentos rochosos da região de Pancas. Tem distribuição extremamente restrita (EOO=15,59 km²) e, devido as suas preferências ecológicas, estima-se que sua AOO seja de 12 km². Foi identificada apenas uma situação de ameaça. Apesar de ocorrer dentro de uma unidade de conservação (SNUC), vem sofrendo drasticamente com a alteração de seu hábitat, devido às invasoras exóticas de alto poder competitivo, como capim-gordura e Brachiaria, aliadas ao pastejo de caprinos sobre os afloramentos rochosos A espécie está, portanto, sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat e foi considerada sob risco de extinção. O. zanonii foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20zanonii","Mata Atlântica"],
    [1202,"BROMELIACEAE","Pitcairnia albiflos","Herb.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia albiflos é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Espécie rupícola ou saxícola e heliófila, forma agrupamentos como ilhas de vegetação sobre afloramentos rochosos litorâneos. Tem distribuição restrita (EOO=169,34 km²) e, devido as suas características ecológicas, ocupa uma área (AOO ) de apenas 48 km². As subpopulações de P. albiflos vêm sofrendo com a invasão de espécies de gramíneas exóticas, o pisoteio e o esmagamento por escaladores, além dos incêndios anuais, fatores que causam o declínio contínuo da qualidade do hábitat e a perda de indivíduos maduros nas subpopulações. Algumas subpopulações estão localizadas em áreas protegidas, outras não. Assim, as localidades foram agrupadas considerando duas situações de ameaça distintas. Por essas razões, P. albiflos foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20albiflos","Mata Atlântica"],
    [1203,"BROMELIACEAE","Pitcairnia bradei","Markgr.","CR","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia bradei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie é saxícola, rupícola ou terrestre e ocorre em áreas de Campos Rupestres próximas a cursos d?água. Tem distribuição extremamente restrita (EOO menor que 100 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 8 km². Todas as subpopulações estão dentro de unidades de conservação (SNUC) (Parque Estadual de Grão Mogol e Parque Estadual do Rio Preto). A espécie é dependente de cursos d?água para sobreviver, que estão sujeitos a forte pressão antrópica, como pisoteio e demais impactos gerados por turistas, que podem resultar em declínio contínuo da qualidade do habitat e redução de indivíduos maduros. As três localidades de ocorrência foram consideradas uma única situação de ameaça. Assim, P. bradei foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20bradei","Cerrado"],
    [1204,"BROMELIACEAE","Pitcairnia burle-marxii","R.Braga & Sucre","CR","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia burle-marxii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, em afloramentos rochosos, acima de 1.000 m de altitude. Apresenta distribuição bastante restrita, tendo sua EOO estimada em 80,40 km² e, devido a sua restrição de ocorrência, está sujeita a uma situação de ameaça. A área de ocorrência de P. burle-marxii está sujeita à invasão de espécies exóticas, como diversos capins africanos de alto poder competitivo. Além disso, a espécie sofre os efeitos da agricultura do entorno, das intensas plantações de eucaliptus e da mineração que, além de reduzirem a área e qualidade do hábitat, afetam diretamente a dinâmica populacional de espécie. Assim, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20burle-marxii","Mata Atlântica"],
    [1205,"BROMELIACEAE","Pitcairnia decidua","L.B.Sm.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia decidua é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Espírito Santo. Apesar de ter ampla distribuição (EOO=40.142,30 km²), ocupa uma área (AOO) restrita de apenas 136 km². P. decidua é rupícola, saxícola ou terrestre, heliófila, e ocorre nos afloramentos rochosos e formações campestres das áreas altas (1.000 a 1.900 m de altitude). Muitas subpopulações de P. decidua desapareceram após a incidência de severas queimadas na região do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro. Acredita-se que, fora das unidades de conservação (SNUC) a situação de ameaça seja ainda pior. Assim, foram identificadas duas situações de ameaça distintas, classificando a espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20decidua","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1206,"BROMELIACEAE","Pitcairnia encholirioides","L.B.Sm.","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)+2ab(ii,iii,iv,v),C1","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia encholirioides é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na região da Serra do Desengano, no município de Santa Maria Madalena. A espécie é saxícola ou rupícola, heliófila, e ocorre em afloramentos rochosos e Campos de Altitude, nas partes altas da Serra. P. encholirioides tem distribuição restrita (EOO=40,72 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 20 km². A espécie sofre com a perda e degradação do seu hábitat, causada por alterações substanciais na forma de uso e manejo do substrato. A menor subpopulação conhecida desta espécie, estabelecida nas proximidades do Parque Estadual do Desengano, está sob o impacto da invasão de espécies exóticas de capins africanos com alto poder competitivo. A maior subpopulação (Pedra das Flores), situada dentro de uma propriedade particular, está sujeita ao pisoteio de animais e à incidência de fogo. Apenas duas subpopulações são conhecidas, sendo a maior delas composta por cerca de 900 indivíduos. Estima-se que o tamanho populacional total não exceda 1.200 indivíduos maduros. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, considerando a presença ou ausência em áreas protegidas e em perímetro urbano. Uma das localidades está em área urbana e, impondo sério risco de extinção à espécie. Foi considerada em declínio contínuo e estima-se uma redução populacional de pelo menos 20% nos próximos cinco anos. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20encholirioides","Mata Atlântica"],
    [1207,"BROMELIACEAE","Pitcairnia glaziovii","Baker","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia glaziovii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A espécie é rupícola ou saxícola, heliófila, e cresce sobre afloramentos rochosos em formações campestres das partes altas das serras (acima de 1.100 m de altitude). P. glaziovii tem distribuição restrita (EOO=4.945,76 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 36 km². Ao todo são conhecidas cinco subpopulações da espécie, sendo que somente uma se encontra preservada. A única subpopulação identificada no Espírito Santo não se encontra legalmente protegida, uma vez que a localidade está situada em uma propriedade particular. As subpopulações do Rio de Janeiro estão sujeitas à incidência de fogo e à presença de espécies invasoras que crescem sobre as touceiras de P. glaziovii. Foram identificadas três situações de ameaça distintas. Estima-se que cada subpopulação tenha cerca de 200 indivíduos e que o tamanho populacional total não exceda os 1.000 indivíduos maduros. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [1208,"BROMELIACEAE","Pitcairnia limae","L.B.Sm.","CR","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia limae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Ceará. Atualmente são conhecidas cinco subpopulações: duas no Parque Nacional de Ubajara e três na Serra do Maranguape. As subpopulações conhecidas contam com menos de 50 indivíduos, e portanto, estima-se que o tamanho populacional não exceda os 250 indivíduos maduros. A espécie tem distribuição restrita (EOO=1.434,78 km²) e ocupa uma área (AOO ) de apenas 10 km². P. limae é rupícola ou saxícola e cresce sobre os afloramentos rochosos da região. A agricultura praticada no local ocasiona queimadas frequentes, formando grandes extensões com supressão de vegetação e solos expostos no entorno das áreas protegidas. O local de ocorrência dessa espécie é intensamente visitado por turistas, o que vem causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas. Assim, P. limae foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20limae","Mata Atlântica"],
    [1209,"BROMELIACEAE","Portea alatisepala","Philcox","VU","B1ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea alatisepala é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia (EOO=9.792,03 km²). A região sofre com a perda e fragmentação de hábitat devido às atividades agropecuárias extensivas. Tendo por base os registros de ocorrência e o mapa de remanescentes da região, acredita-se que a população da espécie esteja sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Tem valor ornamental e indivíduos maduros são comercializados localmente. Por essas razões, foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20alatisepala","Mata Atlântica"],
    [1210,"BROMELIACEAE","Portea fosteriana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea fosteriana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=3.072,20 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça, considerando as diferenças regionais relativas à perda de hábitat entre a região serrana do Espírito Santo e a serra no município de Santa Maria Madalena (RJ). Por essas razões, P. fosteriana foi considerada em risco de extinção e classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20fosteriana","Mata Atlântica"],
    [1211,"BROMELIACEAE","Portea grandiflora","Philcox","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea grandiflora é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie habita áreas de Floresta Estacional Semidecidual e Restingas, tendo distribuição restrita (EOO=11.151,83 km²). Com base nos registros de ocorrência e nos remanescentes de vegetação foram identificadas seis situações de ameaça distintas. Por essas razões, a espécie foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20grandiflora","Mata Atlântica"],
    [1212,"BROMELIACEAE","Portea kermesina","K.Koch","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea kermesina é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espécie habita áreas de Restinga, tem distribuição restrita (EOO=1.923,04 km²), e está sujeita a quatro situações de ameaça. As principais ameaças incidentes são a expansão urbana próxima a Ilhéus, a ocupação territorial da Península de Maraú, cada vez mais ocupada por casas de veraneio, e a perda de hábitat devido ao desmatamento. Por estas razões, P. kermesina foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20kermesina","Mata Atlântica"],
    [1213,"BROMELIACEAE","Portea nana","Leme & H.Luther","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea nana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Tem distribuição bastante restrita (EOO=525,76 km²) e é conhecida a partir de coletas realizadas em apenas duas localidades, consideradas situações de ameaça distintas. Ocorre em áreas de Florestas Ombrófilas e tem AOO de 8 km². A região da Serra das Lontras tradicionalmente é caracterizada pelo cultivo do cacau, cuja decadência induziu os produtores locais a buscarem substitutos mais agressivos, que levam ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Por essas razões, P. nana foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20nana","Mata Atlântica"],
    [1214,"BROMELIACEAE","Quesnelia augusto-coburgii","Wawra","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espécie apresentar distribuição ampla (EOO=75.282,44 km²) quase todos os registros de ocorrência estão restritos a remanescentes de Mata Atlântica na Serra da Mantiqueira, nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Além disso, a única coleta realizada no Estado Paraná foi realizada em 1908. Esta coleta tem grande influência sobre o valor de extensão de ocorrência. Portanto, é imprescindível a verificação da existência desta subpopulação. Em caso de extinção local neste Estado, a espécie será classificada como \"Vulnerável\" (VU). Portanto, consideramos a espécie como \"Quase ameaçada\" (NT) e apontamos a necessidade de estudos populacionais para verificar sua ocorrência no Sul do Brasil.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20augusto-coburgii","Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1215,"BROMELIACEAE","Quesnelia humilis","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20humilis","Mata Atlântica"],
    [1216,"BROMELIACEAE","Quesnelia imbricata","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessários maiores estudos para avaliar a incidência de ameaças sobre as subpopulações naturais da espécie. Apesar de uma distribuição bastante restrita com uma área de ocupação reduzida, a espécie ocorre em muitas localidades diferentes e não está claro o estado de conservação de cada uma delas. Assim, Quesnelia imbricata foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20imbricata","Mata Atlântica"],
    [1217,"BROMELIACEAE","Quesnelia kautskyi","C.M.Vieira","VU","A2c,B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Quesnelia kautskyi endêmica do Brasil e tem distribuição restrita (EOO=6.710,58 km²) aos Estados Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie habita áreas de Floresta Ombrófila Densa e de Floresta Estacional Semidecidual. Sua região de ocorrência sofreu alterações irreversíveis da paisagem que, de acordo com os dados disponíveis, representam mais de 77% de perda da cobertura florestal, dos quais cerca de 30% teriam ocorrido nos últimos 30 anos. Consideramos um tempo de geração aproximado de 10 anos para os cálculos. Devido às alterações na paisagem, a espécie está sujeita a uma estrutura populacional severamente fragmentada. A incidência do fogo e o efeito das pastagens, entre outros fatores, vêm ocasionando o declínio constante da qualidade de hábitat disponível para a espécie e a redução de sua AOO. Por essas razões, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [1218,"BROMELIACEAE","Quesnelia seideliana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Quesnelia seideliana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=296,02 km²) e ocupa uma AOO de apenas 24 km² em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. De acordo com a distribuição das localidades, foram identificadas três situações de ameaça distintas. A perda e degradação do hábitat são as principais ameaças incidentes e vêm causando o declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20seideliana","Mata Atlântica"],
    [1219,"BROMELIACEAE","Racinaea aerisincola","(Mez) M.A.Spencer & L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Racinaea aerisincola é amplamente distribuída (EOO=238.899 km²) e está protegida por unidades de conservação (SNUC). A espécie ocorre em habitat mésico altitudinal de áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual.  Além disso, possui dispersão pelo vento, o que facilita o fluxo gênico entre remanescentes de habitat favorável. Por estas razões, a espécie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20aerisincola","Mata Atlântica"],
    [1220,"BROMELIACEAE","Racinaea domingos-martinis","(Rauh) J.R.Grant","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Racinaea domingos-martinis é endêmica do Brasil e ocorre apenas em áreas de floresta ombrófila densa do Estado do Espírito Santo. Entretanto, são necessários mais dados sobre a espécie para garantir uma avaliação consistente do seu risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20domingos-martinis","Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1221,"BROMELIACEAE","Racinaea spiculosa","(Griseb.) M.A.Spencer & L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Racinaea spiculosa possui ampla distribuição (EOO=1.153.555,6 km²) no Brasil e em outros países da América Central e do Sul. Além disso, está protegida por unidades de conservação (SNUC). A espécie foi classificada como \"Meno preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20spiculosa","Mata Atlântica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1222,"BROMELIACEAE","Tillandsia aeranthos","(Loisel.) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie não é endêmica do Brasil e em território nacional está amplamente distribuída.","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20aeranthos","Mata Atlântica (Forzza et al. 2010), Cerrado (Trindade-Lima 2007)"],
    [1223,"BROMELIACEAE","Tillandsia afonsoana","T. Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia afonsoana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Tem distribuição restrita e ocupa uma AOO de apenas 8 km², nos paredões rochosos da represa da Usina Hidrelétrica de Itaúba, no município de Salto do Jacuí. O represamento do Rio Jacuí causou uma redução significativa na área disponível para a ocorrência da espécie, devido à submersão dos afloramentos rochosos. No alto dos cânions, no entorno da represa, é possível ver, em alguns pontos, lavouras de milho e cana-de-açúcar que descaracterizam a paisagem e causam o declínio contínuo na qualidade de hábitat. Assim, T. afonsoana foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20afonsoana","Mata Atlântica"],
    [1224,"BROMELIACEAE","Tillandsia araujei","Mez","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia araujei Mez é endêmica do Brasil e ocorre em afloramentos rochosos litorâneos, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição restrita (EOO=3.870,34 km²) e ocupa uma AOO de 104 km². As subpopulações estão sujeitas ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, em função da ocupação das encostas por loteamentos e condomínios, bem como aos efeitos gerados por atividades recreativas como caminhadas ou escaladas sobre a rocha, que causam inclusive a redução do número de indivíduos maduros. Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC), nas quais as ameaças incidentes são mais raras. Assim, T. araujei foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20araujei","Mata Atlântica"],
    [1225,"BROMELIACEAE","Tillandsia brachyphylla","Baker","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia brachyphylla endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie cresce sobre afloramentos rochosos. Tem distribuição restrita (EOO=347 km²) e ocupa uma AOO de 12 km². A espécie tem alto valor ornamental e está entre as mais comercializadas nos Estados Unidos. Existem relatos que uma grande fração da população da espécie foi levada para a Alemanha em 1991, onde grande parte dos indivíduos morreu por negligência. Além da extração ilegal, atividades recreativas, como a escalada em rocha, podem causar o declínio contínuo da qualidade do hábitat em diversas localidades. Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a presença ou ausência de subpopulações em áreas protegidas (SNUC). Assim, T. brachyphylla foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20brachyphylla","Mata Atlântica"],
    [1226,"BROMELIACEAE","Tillandsia crocata","(E.Morren) Baker","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia crocata não é endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie tem ampla distribuição, mas sua ocorrência está restrita aos afloramentos rochosos nos Estados do Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. A espécie ocupa uma AOO de menos de 500 km². Foram consideradas duas situações de ameaça distintas, de acordo com a presença ou ausência das subpopulações em áreas protegidas (SNUC). Atividades agropecuárias no entorno dos afloramentos rochosos vêm causando degradação do hábitat. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20crocata","Mata Atlântica"],
    [1227,"BROMELIACEAE","Tillandsia duratii","Vis.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia duratii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Apesar de possuir distribuição extremamente restrita e ocupar uma área de apenas 4 km², acredita-se que a espécie precise de estudos mais amplos que possam fornecer dados para a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20duratii","Cerrado"],
    [1228,"BROMELIACEAE","Tillandsia duratii var. saxatilis","(Hassl.) L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis para garantir a avaliação de risco de extinção desta espécie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20duratii%20var.%20saxatilis","Cerrado"],
    [1229,"BROMELIACEAE","Tillandsia gardneri","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Ocorre também em outros países da América do Sul.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20gardneri","Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica (Forzza et al. 2011)"],
    [1230,"BROMELIACEAE","Tillandsia geminiflora","Brongn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Apesar de seu valor ornamental, a espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC) e está protegida. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20geminiflora","Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica (Forzza et al. 2011)"],
    [1231,"BROMELIACEAE","Tillandsia grazielae","D.Sucre & R.Braga","EN","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia grazielae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocupa uma AOO de apenas 16 km2, é rupícola e cresce sobre afloramentos rochosos na Serra dos Órgãos. Nenhuma das subpopulações conhecidas está protegida por unidades de conservação (SNUC) de proteção integral e, portanto, todas foram consideradas como uma única situação de ameaça. Atualmente, a espécie parece ocorrer apenas na localidade-tipo, muito próxima de uma rodovia federal. Essa área apresenta declínio contínuo da qualidade de hábitat e do número de indivíduos maduros, devido à incidência de diversas ameaças. Além dos incêndios frequentes e da coleta de indivíduos maduros para fins comerciais, a prática de atividades recreativas como a escalada em rocha vem causando danos à população da espécie. Assim, T. grazielae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20grazielae","Mata Atlântica"],
    [1232,"BROMELIACEAE","Tillandsia heubergeri","Ehlers","VU","B1ab(iii),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia heubergeri é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Especialistas sugerem que esteja restrita à Chapada Diamantina, tendo EOO de 8.578,21 km². Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. A espécie ocorre em afloramentos rochosos inseridos em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa e Caatinga e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, devido à incidência de incêndios, gramíneas invasoras e pastoreio. A região sofre com a perda e fragmentação de hábitat. Se a distribuição for confirmada apenas para a localidade do Morro do Chapéu, a espécie deve ser reavaliada em função de um aumento no seu risco de extinção. T. heubergeri foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20heubergeri","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1233,"BROMELIACEAE","Tillandsia itaubensis","T. Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis para a avaliação de risco de extinção desta espécie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20itaubensis","Mata Atlântica"],
    [1234,"BROMELIACEAE","Tillandsia jonesii","T. Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia jonesii é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre. A espécie é rupícola, habita afloramentos rochosos e ocupa uma AOO de apenas 4 km². As comunidades vegetais sobre afloramentos rochosos sofrem os efeitos diretos e indiretos da ocupação urbana de seu entorno, que causa o declínio contínuo da qualidade de hábitat. A única localidade conhecida foi considerada uma situação de ameaça. Assim, T. jonesii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20jonesii","Mata Atlântica"],
    [1235,"BROMELIACEAE","Tillandsia kautskyi","E.Pereira","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia kautskyi é endêmica do Brasil, tendo registros de coletas somente no Estado do Espírito Santo, porém, dados de especialistas indicam sua presença também em Campos, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é epífita, habita fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e tem distribuição restrita (EOO=5.869,83 km²). As florestas do Espírito Santo foram reduzidas a pequenos fragmentos esparsos e continuam sofrendo devido ao desmatamento para a ocupação das terras por diferentes atividades agropecuárias. Os locais onde a espécie ocorre têm como principais ameaças pastagens e monoculturas de café, eucalipto e cacau. Foram consideradas duas situações de ameaça devido à presença ou ausência de subpopulações em unidades de conservação (SNUC). Assim, T. kautskyi foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [1236,"BROMELIACEAE","Tillandsia linearis","Vell.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20linearis","Cerrado e Mata Atlântica (Forzza et al. 2011)"],
    [1237,"BROMELIACEAE","Tillandsia lorentziana","Griseb.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Ocorre em outros países da América do Sul.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20lorentziana","Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011)."],
    [1238,"BROMELIACEAE","Tillandsia mallemontii","Glaz. ex Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica, mas amplamente distribuída em território nacional. Possui valor ornamental, mas está protegida pela ocorrência de subpopulações em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20mallemontii","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011)."],
    [1239,"BROMELIACEAE","Tillandsia montana","Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia montana é endêmica do Brasil e segundo especialistas ocorre no Estado de Santa Catarina, na Serra do Mar e na Serra Geral. Entretanto, existem registros duvidosos para o Estado do Rio de Janeiro. Se este registro for de fato comprovado como um equívoco, a espécie estará sob situação de ameaça. Mas, por enquanto a espécie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20montana","Mata Atlântica (Forzza et al., 2011)."],
    [1240,"BROMELIACEAE","Tillandsia neglecta","E.Pereira","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia neglecta é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é restrita aos costões rochosos da região litorânea de Arraial do Cabo (AOO =8 km²). A localidade foi considerada como uma única situação de ameaça. Devido à intensa coleta, atualmente vive apenas em pequenos redutos de difícil acesso. Além da extração de indivíduos maduros, a expansão urbana de Arraial do Cabo também ocasionou o declínio contínuo da qualidade de hábitat da espécie. Assim, T. neglecta foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20neglecta","Mata Atlântica"],
    [1241,"BROMELIACEAE","Tillandsia reclinata","E.Pereira & Martinelli","CR","B2ab(ii,iii,v),C2a(i,ii),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia reclinata é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é rupícola e cresce sobre afloramentos rochosos inseridos em áreas de Campos de Altitude, no domínio da Mata Atlântica, acima de 1.200 metros de altitude. É conhecida a partir de coletas realizadas em uma única localidade denominada Pico do Pindoba, no Morro do Cuca, município de Petrópolis. A espécie ocupa uma AOO de 2 km². A única subpopulação identificada vem sofrendo redução contínua devido à coleta de indivíduos maduros e aos incêndios frequentes que atingem a parte alta da Serra das Araras. Estima-se que, hoje, a população esteja reduzida a menos de 50 indivíduos maduros, todos em uma mesma subpopulação. Caso medidas de conservação não sejam tomadas, T. reclinata se extinguirá em um futuro muito próximo.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20reclinata","Mata Atlântica"],
    [1242,"BROMELIACEAE","Tillandsia recurvifolia","Hook.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no Brasil, porém com poucas coletas depositas em coleções botânicas. São necessários mais dados para permitir a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20recurvifolia","Mata Atlântica (Forzza et al., 2011)."],
    [1243,"BROMELIACEAE","Tillandsia streptocarpa","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Ocorre em outros países da América do Sul. Está protegida pela ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20streptocarpa","Caatinga (Leme, 1993), Mata Atlântica e Cerrado (Lima, 2008)."],
    [1244,"BROMELIACEAE","Tillandsia sucrei","E.Pereira","CR","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia sucrei é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é rupícola e tem distribuição extremamente restrita (EOO=22,89 km²). O desmatamento das áreas do entorno desses afloramentos e os incêndios vêm causando o declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Além disso, a coleta de indivíduos maduros no campo acarretou uma redução populacional significativa. Hoje, as touceiras da espécie estão restritas às áreas em paredes verticais de rocha, cujo acesso é bastante difícil. A prática de atividades recreativas, como a escalada em rocha, também representa uma ameaça para a espécie. Todas as localidades de ocorrência foram consideradas uma mesma situação de ameaça. Assim, T. sucrei foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20sucrei","Mata Atlântica"],
    [1245,"BROMELIACEAE","Tillandsia tenuifolia","L.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição. Está protegida pela ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20tenuifolia","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011)."],
    [1246,"BROMELIACEAE","Tillandsia toropiensis","Rauh","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para a avaliação de risco de extinção desta espécie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20toropiensis","Mata Atlântica"],
    [1247,"BROMELIACEAE","Tillandsia tricholepis","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Ocorre em outros países da América do Sul. Está protegida pela ocorrência em Unidades de Conservação.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20tricholepis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Forzza et al., 2011)."],
    [1248,"BROMELIACEAE","Tillandsia usneoides","(L.) L.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie de maior distribuição dentro da família, ocorrendo desde a Flórida até o sul da América do Sul. Amplamente distribuída em território nacional. está protegida pela ocorrência em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20usneoides","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1249,"BROMELIACEAE","Tillandsia winkleri","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para a avaliação de risco de extinção desta espécie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20winkleri","Mata Atlântica"],
    [1250,"BROMELIACEAE","Tillandsia xiphioides","Ker Gawl.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia xiphioides não é endêmica do Brasil, mas em território nacional tem distribuição restrita (EOO=142,57 km²) aos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A espécie é rupícola, cresce sobre afloramentos rochosos de Mata Atlântica, e ocupa uma AOO de 12 km². A vegetação desses Estados está reduzida a fragmentos devido às atividades antrópicas. Além disso, as coletas da espécie estão em locais próximos a áreas urbanizadas e são locais turísticos. Cada localidade de ocorrência foi considerada uma situação de ameaça distinta. Assim, T. xiphioides foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20xiphioides","Mata Atlântica"],
    [1251,"BROMELIACEAE","Vriesea altimontana","E.Pereira & Martinelli","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea altimontana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuição restrita com EOO de 278,96 km² e AOO de 32 km². A espécie ocorre em formações campestres sobre afloramentos rochosos e está sujeita à perda de hábitat. Os municípios de Macaé e Santa Maria Madalena perderam mais de 75% da cobertura vegetal original, o que causou danos irreversíveis à dinâmica dos ecossistemas locais. A região continua sujeita aos efeitos do declínio contínuo da qualidade de hábitat. Foram consideradas duas situações de ameaça de acordo com a presença ou ausência de subpopulações de unidades de conservação (SNUC). Assim, V. altimontana foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20altimontana","Mata Atlântica"],
    [1252,"BROMELIACEAE","Vriesea altomacaensis","A.F.Costa","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea altomacaensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na região de Macaé de Cima, apenas em duas localidades. Estas foram consideradas uma única situação de ameaça, devido aos efeitos da degradação das Florestas Ombrófilas Densas da região serrana. A espécie tem distribuição restrita (EOO=43,16 km²) e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim, V. altomacaensis foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20altomacaensis","Mata Atlântica"],
    [1253,"BROMELIACEAE","Vriesea amadoi","Leme","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea amadoi Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo, próximo a fronteira com o Estado de Minas gerais. A espécie ocorre em afloramentos rochosos no município de Pancas, e ocupa uma AOO inferior a 10km². De acordo com dados disponíveis (SOS Mata Atlântica), o município perdeu cerca de 95% de sua cobertura vegetal original, causando perda da AOO e declínio contínuo da qualidade de habitat. A região sofre com efeitos da atividade mineradora e com efeitos de atividades agrícolas, como a cultura do café. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça. Assim, Vriesea amadoi  foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20amadoi","Mata Atlântica"],
    [1254,"BROMELIACEAE","Vriesea amethystina","E.Morren","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea amethystina E.Morren é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição extremamente restrita (EOO=67,39 km²). Por estarem situadas na região metropolitana do Rio de Janeiro, todas as localidades foram consideradas como uma única situação de ameaça. A área está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de habitat. Assim, Vriesea amethystina foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20amethystina","Mata Atlântica"],
    [1255,"BROMELIACEAE","Vriesea appariciana","E.Pereira & Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para a avaliação do risco de extinção desta espécie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20appariciana","Mata Atlântica"],
    [1256,"BROMELIACEAE","Vriesea arachnoidea","A.F.Costa","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea arachnoidea A.F.Costa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Possui distribuição restrita (EOO=4.549,72 km²). A espécie ocorre como epífita em Matas Nebulares em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. Estes ambientes se encontram altamente fragmentados devido a ocupação das áreas de encosta, abaixo dos topos das serras, para atividades agropecuárias. Além disso, o turismo desordenado com acampamentos clandestinos, coleta ilegal de espécimes, abertura de trilhas entre outras atividades irregulares, vêm causando declínio contínuo da qualidade do habitat. Foram identificadas duas situações de ameaça que consideram a presença ou ausência de subpopulações da espécie em unidades de conservação (SNUC). Assim, Vriesea arachnoidea foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20arachnoidea","Mata Atlântica"],
    [1257,"BROMELIACEAE","Vriesea atropurpurea","A.Silveira","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea atropurpurea é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia. A espécie possui ampla distribuição, mas extinções locais em parte da distribuição da espécie podem leva-lá a situação de ameaça. Entretanto, são necessários estudos populacionais, nas subpopulações conhecidas e um maior esforço de coleta em toda a sua extensão de ocorrência.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20atropurpurea","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1258,"BROMELIACEAE","Vriesea belloi","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea belloi é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie é rupícola e ocorre em paredões rochosos formando grande agrupamentos populacionais. No entanto, não existem dados suficientes para garantir a avaliação de risco desta espécie. São necessárias mais informações sobre a biologia e ecologia da espécie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20belloi","Mata Atlântica"],
    [1259,"BROMELIACEAE","Vriesea biguassuensis","Reitz","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea biguassuensis Reitz é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Santa Catarina. A espécie possui distribuição restrita (EOO=1.862 km²) e ocorre em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. Algumas subpopulações da espécie estão situadas dentro da propriedade da Irani Celulose, que possue fragmentos interligados por corredores e no total somam 8,3 mil hectares. Apesar de estarem próximas ao Parque Nacional das Araucárias, estas áreas estão sujeitas a declínio contínuo da qualidade do habitat e de redução na AOO da espécie. Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a presença ou ausência da espécie de unidades de conservação (SNUC). Assim, Vriesea biguassuensis foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20biguassuensis","Mata Atlântica"],
    [1260,"BROMELIACEAE","Vriesea bituminosa","Wawra","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Não está sujeita a risco eminente de extinção na natureza.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20bituminosa","Mata Atlântica"],
    [1261,"BROMELIACEAE","Vriesea bleherae","Roth & W. Weber","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea bleherae Roth & W. Weber é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Possui distribuição extremamente restrita (EOO=83,03 km²). A espécie é epífita e ocorre em fragmentos florestais litorâneos e de encosta. Sua região de ocorrência está bastante modificada e ainda sofre com os efeitos da urbanização e da ocupação humana. Seus municípios de ocorrência perderam mais de 70% de sua cobertura vegetal original causando danos irreversíveis a dinâmica dos ecossistemas locais. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas, devido a presença e ausência da espécie de áreas protegidas. Por outro lado, as duas localidades se encontram distantes e isoladas devido a destruição das florestas de baixada e por isso a espécie foi considerada como severamente fragmentada. Por estas razões, Vriesea bleherae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20bleherae",""],
    [1262,"BROMELIACEAE","Vriesea botafogensis","Mez","CR","B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea botafoguensis é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie cresce sobre afloramentos rochosos da cidade do Rio de Janeiro. Possui distribuição extremamente restrita (EOO","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20botafogensis",""],
    [1263,"BROMELIACEAE","Vriesea brassicoides","(Baker) Mez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea brassicoides é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, em afloramentos rochosos localizados na cidade do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição extremamente restrita (EOO=67,06 km², AOO=24 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. Os afloramentos rochosos da cidade estão cercados por área urbanas e sofrem com declínio contínuo da qualidade do habitat. Assim, V. brassicoides foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20brassicoides",""],
    [1264,"BROMELIACEAE","Vriesea breviscapa","(E.Pereira & I.A.Penna) Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea berviscapa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e Bahia. Apesar de apresentar distribuição restrita (EOO=20.093,14 km²) a espécie não possui muitos dados disponíveis que permitam uma avaliação consistente de seu risco de extinção. Assim, são necessários maiores estudos sobre a ecologia e distribuição da espécie, além de uma análise mais detalhada sobre os efeitos das ameaças incidentes.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20breviscapa","Mata Atlântica"],
    [1265,"BROMELIACEAE","Vriesea brusquensis","Reitz","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea brusquensis é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição ampla (EOO=31.296,75 km²), no entanto, extinções locais em parte de sua distribuição podem facilmente colocar a espécie em situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como \"Quase ameaçada\"(NT).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20brusquensis","Mata Atlântica"],
    [1266,"BROMELIACEAE","Vriesea cacuminis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea cacuminis L.B.Sm. é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie possui distribuição restrita (EOO=252,11 km²) as localidades conhecidas como Serra de Ibitipoca e Serra do Funil, ocorre em formações campestres e ocupa uma AOO de apenas 28 km². Apesar da distribuição endêmica, a espécie é frequente nos Campos Rupestres da região. A Serra de Ibitipoca está protegida por uma unidade de conservação (SNUC), no entanto, a área sofre os efeitos da ocupação do entorno e incêndios são relativamente frequentes. Assim, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat. Vriesea cacuminis foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20cacuminis","Mata Atlântica"],
    [1267,"BROMELIACEAE","Vriesea calimaniana","Leme & W.Till","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é conhecida apenas de sua localidade tipo. Vriesea calimaniana Leme & W.Till ocorre em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, em Mata Nebular de encosta em Montanha do Campo, no município de Venda Nova do Imigrante (ES). Ocupa AOO de apenas 8km². A localidade foi considerada como uma única situação de ameaça. A espécie está sujeita a declínio da qualidade de habitat devido a agricultura intensiva na região e a efeitos indiretos da mineração. Vriesea calimaniana foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20calimaniana","Mata Atlântica"],
    [1268,"BROMELIACEAE","Vriesea carinata","Wawra","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Está protegida por unidades de conservação (SNUC) e se encontra em coleções ex situ.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20carinata","Mata Atlântica"],
    [1269,"BROMELIACEAE","Vriesea cearensis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea cearensis L.B. Sm. é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Ceará. A espécie está sujeita a degradação de seu habitat, evidente pela baixa porcentagem de cobertura vegetal original. Restam poucos fragmentos florestais na região. A espécie possui distribuição restrita (AOO=12 km²). Levantamento populacional realizado na única população conhecida sugere que existam menos de 2.500 indivíduos maduros no campo, sujeitos a um declínio contínuo estimado de 25% nas próximas 10 anos (1 geração). Assim, a espécie foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20cearensis","Mata Atlântica"],
    [1270,"BROMELIACEAE","Vriesea clausseniana","(Baker) Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias mais informações sobre a espécie para uma avaliação consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20clausseniana","Mata Atlântica"],
    [1271,"BROMELIACEAE","Vriesea colnagoi","E.Pereira & I.A.Penna","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias mais informações sobre a espécie para uma avaliação consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20colnagoi","Mata Atlântica"],
    [1272,"BROMELIACEAE","Vriesea corcovadensis","(Britten) Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Apesar de sofrer efeitos da degradação de habitat está protegida por unidades de conservação (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20corcovadensis","Mata Atlântica"],
    [1273,"BROMELIACEAE","Vriesea costae","B.R. Silva & Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea costae B.R. Silva & Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos litorâneos da cidade do Rio de Janeiro e de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui uma AOO menor que 10km². As duas localidades de ocorrência foram consideradas como uma única situação de ameaça, já que em ambas as localidades a espécie está sujeita a redução contínua da qualidade de habitat devido a efeitos diretos e indiretos da expansão urbana.V. costae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20costae","Mata Atlântica"],
    [1274,"BROMELIACEAE","Vriesea debilis","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias maiores informações para uma avaliação do risco de extinção consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20debilis","Mata Atlântica"],
    [1275,"BROMELIACEAE","Vriesea delicatula","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea delicatula L.B. Sm.é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita (EOO=8.074,29 km²) a fragmentos de Floresta Ombrófila Densa. Sua região de ocorrência encontra-se altamente degrada e ainda sofre com declínio contínuo da qualidade do habitat devido a atividades relacionadas a agricultura de culturas madeireiras e de celulose. Foram identificadas apenas duas situações de ameaça, que consideram a presença ou ausência de unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20delicatula","Mata Atlântica"],
    [1276,"BROMELIACEAE","Vriesea diamantinensis","Leme","EN","B1b(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea diamantinensis Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. A espécie possui distribuição restrita (EOO=261,02 km², AOO=20 km²) e está sujeita ao declínio da qualidade de habitat em decorrência da degradação de habitat. V. diamantinensis foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20diamantinensis","Cerrado"],
    [1277,"BROMELIACEAE","Vriesea drepanocarpa","(Baker) Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Não foi considerada sob risco de extinção.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20drepanocarpa","Mata Atlântica"],
    [1278,"BROMELIACEAE","Vriesea duvaliana","E.Morren","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição no Estado da Bahia. Possui uma coleta realizada no Estado do Rio de Janeiro. A espécie sofre efeitos da coleta de indivíduos maduros, e há indícios de sobre-explotação. Caso a subpopulação do Rio de Janeiro se extingua a espécie estará sob risco de extinção. Assim, Vriesea duvaliana foi avaliada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20duvaliana","Mata Atlântica"],
    [1279,"BROMELIACEAE","Vriesea eltoniana","E.Pereira","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea eltoniana é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no litoral do Estado do Rio de Janeiro, de Niterói a Arraial do Cabo, na Ilha de Cabo Frio. A espécie possui distribuição restrita (EOO=1.673,54 km², AOO=52 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça, já que a maioria das localidades de ocorrência estão situadas em áreas urbanas, com exceção da Ilha de Cabo Frio. Assim, V. eltoniana foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20eltoniana",""],
    [1280,"BROMELIACEAE","Vriesea erythrodactylon","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil, mas possui ampla distribuição na região Sudeste e está protegida por unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20erythrodactylon","Mata Atlântica"],
    [1281,"BROMELIACEAE","Vriesea flammea","L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil, mas encontra-se amplamente distribuída na região litorânea, desde a região Nordeste à região Sul do país.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20flammea","Mata Atlântica"],
    [1282,"BROMELIACEAE","Vriesea flava","A.F.Costa et al.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea flava é endêmica do Brasil, mas possui ampla distribuição (EOO=69.673,14 km²) nos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A espécie é coletada para fins comerciais devido a seu valor ornamental. Além disso está sujeita a degradação de habitat. Apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), se as ameaças não forem controladas Vriesea flava pode se tornar ameaçada em um futuro próximo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20flava","Mata Atlântica"],
    [1283,"BROMELIACEAE","Vriesea fosteriana","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias maiores informações sobre a espécie para uma avaliação consistente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20fosteriana","Mata Atlântica"],
    [1284,"BROMELIACEAE","Vriesea friburgensis var. tucumanensis","(Mez) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie não é endêmica do Brasil e em território brasileiro encontra-se amplamente distribuída.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20friburgensis%20var.%20tucumanensis","Mata Atlântica"],
    [1285,"BROMELIACEAE","Vriesea funebris","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea funebris L.B.Sm é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no estado do Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita (EOO=996,02 km²) a afloramentos rochosos da região litorânea e serrana do estado e ocupa uma AOO de apenas 28 km². A região sofre com a degradação de habitat devido a prática de agricultura intensiva e expansão urbana. Assim, foram identificadas duas situações de ameaça distintas. Vriesea funebris foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20funebris","Mata Atlântica"],
    [1286,"BROMELIACEAE","Vriesea gigantea","Gaudich.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica do Brasil, mas amplamente distribuída. Apesar de sofrer com o desmatamento, a espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC) e está presente em coleções ex situ.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20gigantea","Mata Atlântica"],
    [1287,"BROMELIACEAE","Vriesea goniorachis","(Baker) Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias maiores informações para uma avaliação de risco de extinção consistente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20goniorachis","Mata Atlântica"],
    [1288,"BROMELIACEAE","Vriesea gracilior","(L.B.Sm.) Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea gracilior (L.B.Sm.) Leme é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e da Bahia. A espécie possui distribuição restrita (EOO=10.065,09 km²) e está sujeita a declínio da qualidade de habitat. As localidades de ocorrência do Espírito Santo estão localizadas na região serrana do Estado, que sofre com efeitos do desmatamento e da degradação de habitat em decorrência da agricultura intensiva. Já as localidades do sul da Bahia encontram-se em grandes remanescentes florestais. Assim foram identificadas duas situações de ameaças distintas.Vriesea gracilior foi avaliada como Vulnerável (VU).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20gracilior","Mata Atlântica"],
    [1289,"BROMELIACEAE","Vriesea harrylutheri","Leme & G.K.Brown","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea harrylutheri Leme & G.K. Brown é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no município de Serra, no Estado do Espírito Santo. Possui uma AOO de apenas 8 km². O município de Serra perdeu cerca de 90% de sua cobertura vegetal original nos últimos anos, devido a agricultura intensiva. A espécie ocorre em afloramentos rochosos e sofre com o declínio contínuo da qualidade de habitat. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única situação de ameaça. Assim, a espécie foi avaliada como Criticamente em perigo (CR).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20harrylutheri","Mata Atlântica"],
    [1290,"BROMELIACEAE","Vriesea hieroglyphica","(Carrière) E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20hieroglyphica","Mata Atlântica"],
    [1291,"BROMELIACEAE","Vriesea hoehneana","L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20hoehneana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1292,"BROMELIACEAE","Vriesea incurvata","Gaudich.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20incurvata","Mata Atlântica"],
    [1293,"BROMELIACEAE","Vriesea itatiaiae","Wawra","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea itatiaiae é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. A espécie possui distribuição ampla (EOO=25.839,07 km²), mas ocorre em vegetações campestres e está sujeita a incêndios que ameaçam a sobrevivência da espécie na natureza. Apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), se as ameaças incidentes não forem controladas a espécie poderá, em breve, ser considerada como ameaçada de extinção.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [1294,"BROMELIACEAE","Vriesea kautskyana","E.Pereira & I.A.Penna","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea kautskyana E. PEreira & I.A.Penna é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição restrita e está sujeita ao declínio da qualidade de habitat, decorrente de atividades agrícolas. Foram identificadas três situações de ameaça distintas de acordo com as dinâmicas regionais de uso do solo: a região serrana do Espírito Santo, a região serrana do Rio de Janeiro, e as planícies do Rio de Janeiro. Assim, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20kautskyana","Mata Atlântica"],
    [1295,"BROMELIACEAE","Vriesea languida","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias maiores informações para uma avaliação de risco de extinção consistente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20languida","Mata Atlântica"],
    [1296,"BROMELIACEAE","Vriesea leptantha","Harms","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea leptantha Harms é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie ocorre em Floresta Ombrófila de altitude, do município de Santa Maria Madalena. Possui uma área de ocupação de apenas 8km² e uma EOO ainda menor. Vriesea leptantha está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat devido a atividades agrícolas e expansão das áreas de veraneio da região, além do turismo desordenado nas unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avalidada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20leptantha","Mata Atlântica"],
    [1297,"BROMELIACEAE","Vriesea longistaminea","C.C.Paula & Leme","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea longistaminea C.C. Paula & Leme é uma espécie endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espécie está restrita a uma AOO de apenas 8km² localizada no Quadrilátero Ferrífero, nos municípios de Nova Lima e Mariana e é considerada uma das bromélias mais raras nesse ambiente. Todas as populaçõesdessa espécie ocorrem sobre canga em áreas de atividade de mineradoras. A subpopulação da localidade-tipo não existe mais  e as outraslocalidades na Serra da Moeda serão mineradas nos próximos dez anos(Biodiversitas, 2005). A produção estimada deminério de ferro deverá atingir 280 milhões de toneladas, representando umaumento de 53% quando comparado com a produção de 1988 (Jacobi, Carmo, 2008). Desta forma, todas as localidades foram consideradas sob uma mesma situação de ameaça e estão sujeitas a declínio contínuo da qualidade de habitat e da AOO. Assim, Vriesea longistaminea foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20longistaminea","Cerrado"],
    [1298,"BROMELIACEAE","Vriesea lubbersii","(Baker) E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída na região Sul e Sudeste do Brasil.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20lubbersii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1299,"BROMELIACEAE","Vriesea menescalii","E.Pereira & Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea menescalii E. Pereira & Leme é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Espírito Santo, na região do Corredor Central da Mata Atlântica. A espécie possui distribuição restrita (EOO= 1.227,81 km², AOO=28 km²) e ocorre em seisdiferentes localidades. Foram consideradas duas situações de ameaça distintas,já que algumas destas localidades estão protegidas por unidades de conservação (SNUC) e outras não. A espécie ocorre em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa, na região serrana do Espírito Santo. Este tipo de vegetação sofreu redução significativa devido a expansão da atividade agrícola na região e ainda sofre declínio contínuo da qualidade do habitat. Assim, Vriesea menescalii foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20menescalii","Mata Atlântica"],
    [1300,"BROMELIACEAE","Vriesea minarum","L.B.Sm.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea minarum L.B.Sm. é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição restrita (EOO=2.697,19 km², AOO=48 km²) ao Quadrilátero Ferrífero, e ocorre em formações campestres sobre canga. Foram identificadas duas situações de ameaça considerando áreas dentro e fora de unidades de conservação. A região está sujeita a redução contínua da AOO e da qualidade de habitat devido aos efeitos da mineração (minério de ferro) e da expansão urbana. Assim, a espécie foi avaliada como ameaçada, na categoria Em Perigo (EN).","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20minarum","Cerrado"],
    [1301,"BROMELIACEAE","Vriesea monacorum","L.B. Smith","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea monacorum é endêmica do município de Santa Bárbara, Estado de Minas Gerais. A espécie está restrita a uma EOO de 269,66 km² e uma AOO de 4 km². A localidade está protegida por unidades de conservação (SNUC), mas ainda sofre o declínio contínuo da qualidade e extensão do hábitat disponível. Além da visitação à RPPN Santuário do Caraça, incêndios vêm causando a redução e fragmentação do hábitat. Em 2011, por exemplo, foram três focos de incêndios ao longo da época seca, que resultaram em transformação de cerca de 25% da cobertura de vegetação original, queimando 2.546,22 ha dos 10.187,89 ha da unidade e causando alterações irreversíveis à paisagem. Assim, a espécie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20monacorum","Cerrado"],
    [1302,"BROMELIACEAE","Vriesea morrenii","Wawra","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Existe incerteza taxonômica em relação a esta espécie. Esta incerteza vem gerando dúvidas em relação a identificação de registros de ocorrência atribuídas a ela. Assim, são necessários estudos que possam acabar com estas dúvidas.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20morrenii","Mata Atlântica"],
    [1303,"BROMELIACEAE","Vriesea muelleri","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessários dados mais precisos sobre a ecologia da espécie. Além disso, não existem ameaças específicas descritas para a espécie, apesar da região sofrer com a fragmentação de habitat, especialmente em áreas litorâneas.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20muelleri","Mata Atlântica"],
    [1304,"BROMELIACEAE","Vriesea neoglutinosa","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de sujeita a incidência de ameaças como a perda de habitat, a espécie possui distribuição ampla e está protegida por unidades de conservação. Além disso, a espécie é cultivada e reproduzida com sucesso em coleções ex situ.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20neoglutinosa","Mata Atlântica"],
    [1305,"BROMELIACEAE","Vriesea pabstii","McWilliams & L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar distribuição restrita, não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pabstii","Mata Atlântica"],
    [1306,"BROMELIACEAE","Vriesea pardalina","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica do Brasil, mas amplamente distribuída na região Sudeste. Além disso, a espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pardalina","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1307,"BROMELIACEAE","Vriesea parviflora","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar distribuição restrita a região serrana do Estado do Espírito Santo, sujeita a significativa perda e degradação de habitat, são necessárias mais informações para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20parviflora","Mata Atlântica"],
    [1308,"BROMELIACEAE","Vriesea pastuchoffiana","Glaz.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea pastuchoffiana Glaz. é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio de Janeiro. A espécie é conhecida a partir de amostras coletadas em duas subpopulações. Uma no Parque Nacional da Tijuca, (RJ) contendo quatro indivíduos maduros e cerca de 15 juvenis e a outra no município de Paraty (RJ) fora de unidades de conservação (SNUC), e composta por vários indivíduos formando grandes agrupamentos de indivíduos. ?Assim, estima-se que não existam mais de 2.500 indivíduos maduros na natureza, dos quais mais de 95% ocorrem em Paraty. V.pastuchoffiana possui distribuição restrita (EOO=431,78 km²) e uma AOO  de 16 km². Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a presença ou não em unidades de conservação (SNUC). As duas subpopulações estão sujeitas ao declínio contínuo da qualidade de habitat devido ao turismo e expansão urbana em Paraty e a incêndios e atividades recreativas no Parque Nacional da Tijuca. Assim, a espécie foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pastuchoffiana","Mata Atlântica"],
    [1309,"BROMELIACEAE","Vriesea pauperrima","E.Pereira","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pauperrima","Mata Atlântica"],
    [1310,"BROMELIACEAE","Vriesea penduliflora","L.B.Sm.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea penduliflora L.B.Sm. é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre na Serra da Mantiqueira, nos Estado de Minas Gerais e Rio de Janeiro, em áreas de Matas Nebulares e vegetações campestres de altitude. V. penduliflora possui distribuição restrita (EOO=1.883,69 km², AOO=28 km²) e está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat e de sua AOO, principalmente devido a ocorrência de incêndios nas regiões mais elevadas das Serras de Ibitipoca e do Itatiaia. Foram consideradas duas situações de ameaça distintas, relacionadas a presença ou ausência de unidades de conservação (SNUC). Assim, a espécie foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20penduliflora","Mata Atlântica"],
    [1311,"BROMELIACEAE","Vriesea pereirae","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de ser considerada como um caso de endemismo restrito a região serrana do Estado do Espírito Santo, são necessárias mais informações sobre a espécie para uma avaliação do risco de extinção consistente.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pereirae","Mata Atlântica"],
    [1312,"BROMELIACEAE","Vriesea philippocoburgii","Wawra","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espécie sofrer com o extrativismo ilegal devido a seu valor ornamental, Vriesea philippocoburgii é amplamente distribuída e está protegida por unidades de conservação (SNUC). A espécie forma grandes touceiras no interior de copas de árvores em formações florestais da Mata Atlântica.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20philippocoburgii","Mata Atlântica"],
    [1313,"BROMELIACEAE","Vriesea pinottii","Reitz","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea pinottii Reitz é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Santa Catarina e Paraná. A espécie é característica de formações arbóreas primárias ou originais em áreas de Restinga e Florestas Ombrófilas Densas. Possui distribuição restrita (EOO= 859,09 km²). A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da área e qualidade de habitat disponível. Além disso, a espécie possui valor ornamental e sofre com o extrativismo ilegal. Foram identificadas quatro situações de ameaça, de acordo com a dinâmica local de perda e degradação de habitat. Assim, V. pinottii foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pinottii","Mata Atlântica"],
    [1314,"BROMELIACEAE","Vriesea platynema","Gaudich.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20platynema","Mata Atlântica"],
    [1315,"BROMELIACEAE","Vriesea platzmannii","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída na região Sul e Sudeste do Brasil.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20platzmannii","Mata Atlântica"],
    [1316,"BROMELIACEAE","Vriesea plurifolia","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias mais informações para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20plurifolia","Mata Atlântica"],
    [1317,"BROMELIACEAE","Vriesea procera","(Mart. ex Schult. & Schult.f.) Wittm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Não foi considerada sob risco de extinção.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20procera","Mata Atlântica"],
    [1318,"BROMELIACEAE","Vriesea procera var. debilis","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20procera%20var.%20debilis","Mata Atlântica"],
    [1319,"BROMELIACEAE","Vriesea psittacina","(Hook.) Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20psittacina","Mata Atlântica"],
    [1320,"BROMELIACEAE","Vriesea racinae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea racinae L.B.Sm. é endêmica do Brasil e ocorre no Estado do Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita (EOO=379,07 km²) a região serrana do Espírito Santo. Esta região perdeu boa parte da sua cobertura de vegetação original e continua sofrendo com declínio contínuo da qualidade do habitat devido a atividades agropecuárias. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), V. racinae possui diversas ameaças incidentes como incêndios que transformam significativamente a paisagem. Assim, a espécie foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Em perigo (EN).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20racinae","Mata Atlântica"],
    [1321,"BROMELIACEAE","Vriesea recurvata","Gaudich.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20recurvata","Mata Atlântica"],
    [1322,"BROMELIACEAE","Vriesea reitzii","Leme & A.F.Costa","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea reitzii está amplamente distribuída na região Sul do Brasil. Esta região encontra-se extremamente deteriorada, tendo perdido boa parte de sua cobertura vegetal original. Desta forma, se medidas não forem tomadas de forma a controlar ameaças incidentes sobre a espécie ela pode, em um futuro próximo, se tornar ameaçada de extinção.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [1323,"BROMELIACEAE","Vriesea repandostachys","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para assegurar uma avaliação do risco de extinção consistente.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20repandostachys","Mata Atlântica"],
    [1324,"BROMELIACEAE","Vriesea rhodostachys","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessárias maiores informações sobre a espécie para uma avaliação consistente do risco de extinção.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rhodostachys","Mata Atlântica"],
    [1325,"BROMELIACEAE","Vriesea rodigasiana","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Apesar disso, as áreas de ocorrência encontram-se extremamente transformadas com boa parte da cobertura vegetal original fragmentada ou deteriorada. Assim, caso medidas não sejam tomadas a espécie pode no futuro se tornar ameaçada de extinção.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rodigasiana","Mata Atlântica"],
    [1326,"BROMELIACEAE","Vriesea rubyae","E.Pereira","CR","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea rubyae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos da Serra de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem distribuição extremamente restrita (EOO","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rubyae",""],
    [1327,"BROMELIACEAE","Vriesea saundersii","(Carrière) E.Morren ex Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de ser endêmica do Brasil e ocorrer exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, são necessários mais dados sobre a espécie para garantir uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20saundersii","Mata Atlântica"],
    [1328,"BROMELIACEAE","Vriesea saxicola","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea saxicola ocupa uma área bastante restrita (AOO =36 km²) em serras do Estado de Minas Gerais. A região serrana de Minas Gerais sofreu os efeitos de diferentes atividades econômicas como a agricultura e a mineração, e as áreas remanescentes continuam enfrentando o declínio contínuo da qualidade do hábitat. A espécie está protegida por unidades de conservação (SNUC), tendo sido identificadas duas situações de ameaça distintas, que consideram a presença ou ausência em áreas protegidas. Desse modo, V. saxicola foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20saxicola","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1329,"BROMELIACEAE","Vriesea sazimae","Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sazimae Leme é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente ?nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Pluvial Montana e Alto Montana da Serra da Mantiqueira. A espécie possui distribuição restrita (EOO=7.633,01 km²) e apesar de estar protegida por unidades de conservação (SNUC), está sujeita a declínio contínuo da qualidade do habitat. Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando a presença ou ausência em áreas protegidas. Assim, V. sazimae foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Vulnerável (VU).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sazimae","Mata Atlântica"],
    [1330,"BROMELIACEAE","Vriesea scalaris","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20scalaris","Mata Atlântica"],
    [1331,"BROMELIACEAE","Vriesea sceptrum","Mez","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sceptrum é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar de ser amplamente distribuída está sujeita a várias ameaças. Assim, se medidas não forem tomadas para controlar estas ameaças incidentes, em um futuro próximo, a espécie pode se tornar ameaçada de extinção.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sceptrum","Mata Atlântica"],
    [1332,"BROMELIACEAE","Vriesea schunkii","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20schunkii","Mata Atlântica"],
    [1333,"BROMELIACEAE","Vriesea schwackeana","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie com problemas de identidade biológica. São necessários estudos taxonômicos mais aprofundados para garantir uma avaliação do risco de extinção consistente.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20schwackeana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1334,"BROMELIACEAE","Vriesea seideliana","W.Weber","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar distribuição bastante restrita e estar sujeita a ameaças incidentes sobre a região serrana do Espírito Santo, são necessários dados taxonômicos, populacionais e ecológicos sobre a espécie para uma avaliação consistente do risco de extinção.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20seideliana","Mata Atlântica"],
    [1335,"BROMELIACEAE","Vriesea sparsiflora","L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sparsiflora é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita a fragmentos de floresta ombrófila densa alto-montana dos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar de possuir extensão de ocorrência maior do que 20.000 km² a espécie está sujeita a incidência de ameaças e caso medidas não sejam tomadas a espécie pode se tornar ameaçada em um futuro próximo.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sparsiflora","Mata Atlântica"],
    [1336,"BROMELIACEAE","Vriesea sucrei","L.B.Sm. & R.W.Read","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sucrei L.B.Sm & R.W. Read é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição restrita (EOO=1.759,17km², AOO=60 km²) à formações florestais não inundáveis de áreas de Restinga do estado. A região vem sofrendo com a perda significativa de cobertura vegetal devido a expansão urbana nas regiões litorâneas que causam também declínio na qualidade de habitat disponível para a espécie. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a espécie está sujeita a diversas ameaças. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas, considerando a presença ou ausência em áreas protegidas. Deste modo, Vriesea sucrei foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Em Perigo (EN).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sucrei","Mata Atlântica"],
    [1337,"BROMELIACEAE","Vriesea thyrsoidea","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20thyrsoidea","Mata Atlântica"],
    [1338,"BROMELIACEAE","Vriesea triangularis","Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","São necessários mais dados sobre a distribuição da espécie e suas subpopulações remanescentes para que possamos avaliar de forma consistente o risco de extinção da espécie. Entretanto, sua região de ocorrência perdeu boa parte da cobertura vegetal original e sofre com a incidência de diversas ameaças.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20triangularis","Mata Atlântica"],
    [1339,"BROMELIACEAE","Vriesea triligulata","Mez","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea triligulata é endêmica do Estado do Rio de Janeiro. A espécie possui distribuição restrita (EOO","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20triligulata","Mata Atlântica"],
    [1340,"BROMELIACEAE","Vriesea vidalii","L.B.Sm. & Handro","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para uma avaliação consistente do risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20vidalii","Mata Atlântica"],
    [1341,"BROMELIACEAE","Vriesea warmingii","E.Morren","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20warmingii","Mata Atlântica"],
    [1342,"BROMELIACEAE","Vriesea wawranea","Antoine","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea wawranea não é endêmica do Brasil. Em território nacional a espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada. Possui distribuição restrita (EOO=3.619,06 km²) e está sujeita a ameaças como a perda e degradação do habitat. Assim, a espécie foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria Em Perigo (EN).","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20wawranea","Mata Atlântica"],
    [1343,"BROMELIACEAE","Vriesea weberi","E.Pereira & I.A.Penna","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea weberi E. Pereira & I.A.Penna é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie possui distribuição restrita a florestas úmidas de terras baixas, historicamente degradadas devido a agricultura intensiva de culturas madeireiras e de celulose. A espécie possui uma EOO de 35,48 km². As quatro localidades de coleta foram consideradas como uma situação de ameaça, já que estão situadas no município de São Mateus. Este município perdeu ao longo dos anos cerca de 95% de sua cobertura vegetal original (SOS Mata Atlântica). A espécie contínua sujeita ao declínio contínuo da qualidade de habitat. Vriesea weberi  foi avaliada como Criticamente em perigo (CR).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20weberi","Mata Atlântica"],
    [1344,"BROMELIACEAE","Wittrockia superba","Lindm.","EN","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Wittrockia superba é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo Paraná e Santa Catarina. Apesar de apresentar ampla distribuição (EOO=134.135,09 km²), a espécie é pouco frequente. Suas subpopulações são pequenas e compostas por cerca de 250 indivíduos. Com base nos registros de ocorrência, estima-se que existam cerca de 10 subpopulações e somando um total de cerca de 2.500 indivíduos maduros. W. superba é epífita de dossel, terrícola ou rupícola, e vive em Floresta Ombrófila Densa. A população da espécie está sujeita ao declínio contínuo devido à perda de hábitat. A região de ocorrência da espécie está sujeita aos efeitos de atividades agropecuárias extensivas, expansão de áreas urbanas, queimadas e atividades mineradoras, além de diversas atividades potencialmente poluidoras. W. superba foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wittrockia%20superba","Mata Atlântica"],
    [1345,"BRUCHIACEAE","Pringleella subulata","(Müll.Hal.) Broth.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie de ocorrência nos Estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais, em região de divisa desses Estados. Tem distribuição restrita (EOO=274,21 km²), está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em altitudes acima de 2.000 m. Enfrenta o declínio da qualidade e da extensão do hábitat tanto pela presença de fogo quanto da pressão urbana nas regiões de ocorrência da espécie.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pringleella%20subulata","Mata Atlântica"],
    [1346,"BRYACEAE","Brachymenium hornschunchianum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída pelos Estados das Regiões  Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul). Além disso suspeita-se de baixo esforço de coleta e recomenda-se estudos a fim de verificar a ocorrência da espécie em outras regiões.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachymenium%20hornschunchianum","Mata Atlântica"],
    [1347,"BURMANNIACEAE","Apteria aphylla","(Nutt.) Barnhart ex Small","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Apteria aphylla é uma erva de ampla distribuição e variação altitudinal (até 1800 m), ocorre sempre associada a ambientes úmidos. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apteria%20aphylla","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1348,"BURMANNIACEAE","Burmannia aprica","(Malme) Jonker","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia aprica é uma erva que ocorre nas savanas e florestas úmidas do Sudeste brasileiro. No entanto, o único registro botânico disponível indica uma subpopulação em Unidade de Conservação Federal (SNUC), uma coletada feita em 1890. Assim existe incerteza sobre a real distribuição, o que inviabiliza a avaliação de risco da espécie.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20aprica","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1349,"BURMANNIACEAE","Burmannia bicolor","Mart.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia bicolor é uma herbácea com ampla distribuição no Brasil e em outros países. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20bicolor","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1350,"BURMANNIACEAE","Burmannia damazii","P.Beauv.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia damazii é uma planta do Cerrado brasileiro que habita as áreas úmidas dos campos sujos e campos rupestres. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20damazii","Cerrado"],
    [1351,"BURMANNIACEAE","Burmannia flava","Mart.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia flava é uma erva que ocorre nas matas úmidas do Cerrado e Amazônia. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20flava","Amazônia, Cerrado"],
    [1352,"BURMANNIACEAE","Cymbocarpa refracta","Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cymbocarpa refracta é uma erva com a maioria das subpopulações conhecidas para a Mata Atlântica do Sudeste e Sul, mas também ocorre na Amazônia e Cerrado. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cymbocarpa%20refracta","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1353,"BURMANNIACEAE","Dictyostega orobanchoides","(Hook.) Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dictyostega orobanchoides é uma erva que habita os solos úmidos das florestas da Mata Atlântica e Amazônia. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dictyostega%20orobanchoides","Mata Atlântica"],
    [1354,"BURMANNIACEAE","Miersiella umbellata","(Miers) Urb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Miersiella umbellata é uma erva que ocorre em solos úmidos da Mata Atlântica. Com subpopulações conhecidas em diversas áreas protegidas, a espécie possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miersiella%20umbellata","Mata Atlântica"],
    [1355,"BURSERACEAE","Bursera simaruba","(L.) Sarg.","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea de ampla distribuição na América do Norte e Central, com limite meridional no Brasil, no Estado de Roraima e norte do Amazonas. Trata-se de uma planta de grande importância econômica por diversas aplicações: na medicina, como anti-inflamatório e no tratamento da gota, na fabricação de cavalos de carrossel, tradicionalmente feitos com sua madeira, e de quebra-ventos, pois são muito resistentes aos fortes ventos da América Central. Não há uso significativo no Brasil e sua distribuição é limitada no país. É conhecida apenas por duas coletas, realizadas entre 1978 e 1984. Considerando que ocorre em regiões com menor esforço de coleta botânica, e que seu hábitat é contínuo, suspeita-se que sua AOO esteja subestimada, mas que seja menor que 2.000 km². Seu hábitat sofre o declínio de qualidade em decorrência de grandes incêndios. São necessários estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação da espécie na natureza.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bursera%20simaruba","Amazônia"],
    [1356,"BURSERACEAE","Dacryodes edilsonii","Daly","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea de grande porte restrita ao sudeste do Acre, em seringais na Floresta Amazônica. Tem EOO de 345 km², AOO de 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça identificadas. Está ameaçada pelos altos níveis de desmatamento às margens da BR-317. É conhecida por sete coletas entre 1991 e 2003, nos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia. Sua distribuição restrita ao Acre pode ser em razão da falta de esforço de coleta, no entanto, a região tem solos altamente distintos das demais áreas do Estado.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dacryodes%20edilsonii","Amazônia"],
    [1357,"BURSERACEAE","Protium bahianum","Daly","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea de médio a grande porte com distribuição restrita, frequente nas Restingas da Bahia e rara em Sergipe e Pernambuco. Tem AOO de 176 km², e está severamente fragmentada, pois, apesar dos 932 km² de litoral da Bahia, os remanescentes no Estado estão reduzidos a fragmentos cuja área total soma menos de 222 km². É ameaçada pela perda de área e qualidade do hábitat em consequência da ocupação às margens das rodovias e estradas próximas ao litoral, da especulação imobiliária, do desenvolvimento urbano e dos desmatamentos para carvão, além das plantações de coco e cana.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20bahianum","Mata Atlântica"],
    [1358,"BURSERACEAE","Protium giganteum var. crassifolium","(Engl.) Daly","VU","B1ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea, não endêmica do Brasil, de ocorrência na Floresta Amazônica de terra firme, com distribuição disjunta em duas situações de ameaça: na Ilha de Marajó, no Pará, e na Serra do Aracá, no Amazonas. É conhecida por quatro coletas da década de 80. Sua ocorrência no Amapá é duvidosa. É ameaçada pela perda de área e qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e de incêndios para a ocupação na Ilha de Marajó, bem como para a expansão das áreas de pastagem.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20giganteum%20var.%20crassifolium","Amazônia"],
    [1359,"BURSERACEAE","Protium heptaphyllum subsp. cordatum","(Huber) Daly","DD","","","Tainan Messina","Subespécie arbórea da Floresta Amazônica. Possuindo baixa frequência de coleta, é conhecida de somente 11 coletas, sendo os últimos registros de ocorrência em 1983, na região de Tucuruí, no Pará. Esta é uma das quatro situações de ameaça em que a subespécie está sofrendo com o declínio de habitat em decorrência do desmatamento associado ao aumento populacional, este por sua vez motivado por projetos de desenvolvimento e infraestrutura, assentamentos e atividades agropecuárias. Entretanto sua extensão de ocorrência é ampla, 588.990 km², e como pertence a uma espécie de ampla distribuição nos principais biomas do Brasil, é esperado que entre as muitas ocorrências de Protium heptaphyllum haja materiais da subespécie não identificados. Necessário revisão taxonômica para melhor delimitação de sua distribuição.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20heptaphyllum%20subsp.%20cordatum","Amazônia"],
    [1360,"BURSERACEAE","Protium icicariba var. talmonii","Daly","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Variedade de ocorrência restrita à Mata Atlântica de Ilhéus e Itacaré, no Estado da Bahia. Tem EOO de 524,25 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É ameaçada pelo declínio de hábitat em consequência do desmatamento para atividades agropecuárias.","2012-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20icicariba%20var.%20talmonii","Mata Atlântica"],
    [1361,"BURSERACEAE","Protium inodorum","Daly","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Protium inodorum é uma arbórea da floresta primária de terra firme da Amazônia. Ocorre na Guiana Francesa e no Estado do Pará. No Brasil, é conhecida por uma situação de ameaça, no município de Almerim, onde ocorre na Estação Ecológica de Jarí, e foi coletada pela última vez em 1988. É ameaçada pela perda de hábitat em decorrência do aumento das áreas de pastagens para a criação de búfalos no local.","2012-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20inodorum","Amazônia"],
    [1362,"BURSERACEAE","Protium kleinii","Cuatrec.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbórea da Mata Atlântica, ocorrendo na floresta pluvial de Santa Catarina e Paraná ao Estado de São Paulo. Conhecida desde 1950, ainda é frequentemente coletada. Há grandes trechos de floresta bem preservada na encosta atlântica do sul do Brasil. Sem uso ou ameaça específica.","2012-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [1363,"BURSERACEAE","Tetragastris occhionii","(Rizzini) Daly","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea, restrita às matas de Restingas e dunas do Estado da Bahia. Tem EOO de 10.262,50 km² e AOO de 68 km². É conhecida por 17 coletas entre os anos de 1961 e 2001, estando sujeita a quatro situações de ameaça. É ameaçada pela perda de área e pelo declínio da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da ocupação das Restingas, motivados pela especulação imobiliária e pelos extensos plantios de coco.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetragastris%20occhionii","Mata Atlântica"],
    [1364,"BURSERACEAE","Trattinnickia ferruginea","Kuhlm.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea rara, com distribuição restrita às florestas bem preservadas da Mata Atlântica do Estado de Minas Gerais. Encontra-se ameaçada pela perda de área e qualidade do hábitat em consequência do desmatamento para a produção de carvão, pastagens e silvicultura. Tem EOO de 3.554,67 km² e AOO de 12 km². É conhecida por menos de cinco situações de ameaça nos municípios de Viçosa, Muriaé, Marliéria e Itambé do Mato Dentro.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trattinnickia%20ferruginea","Mata Atlântica"],
    [1365,"BURSERACEAE","Trattinnickia mensalis","Daly","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea da Mata Atlântica com distribuição restrita e disjunta. Está presente em duas situações de ameaça, na região de Linhares no Estado do Espírito Santo e em Ilhéus, na Bahia. Tem AOO de 16 km² e é conhecida por seis coletas realizadas entre 1978 e 2011. Encontra-se ameaçada pelo desmatamento da Mata Atlântica, cujos índices de devastação chegam a 91%.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trattinnickia%20mensalis","Mata Atlântica"],
    [1366,"CABOMBACEAE","Cabomba aquatica","Aubl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. aquatica é uma herbácea aquática não endêmica do Brasil, com distribuição nas florestas da Mata Atlântica e Amazônia. Ocorre em diversas áreas de proteção integral e possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20aquatica","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [1367,"CABOMBACEAE","Cabomba caroliniana","A.Gray","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. caroliniana é uma erva, aquática e submersa, com ocorrência pelo Pantanal e Mata Atlântica. Apresenta potencial ornamental e por isso é bastante cultivada mundialmente. Não é endêmica do Brasil. A EOO é bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20caroliniana","Mata Atlântica, Pantanal"],
    [1368,"CABOMBACEAE","Cabomba furcata","Schult. & Schult.f.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. furcata é uma erva, aquática e submersa, com ocorrência em três  biomas brasileiros. Embora o potencial ornamental possa diminuir o tamanho populacional através do extrativismo, a espécie não é endêmica do Brasil e ocorre em unidades de conservação (SNUC). A EOO é bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20furcata","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1369,"CACTACEAE","Arrojadoa bahiensis","(P.J.Braun & Esteves) N.P.Taylor & Eggli","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem habitat restrito aos afloramentos rochosos do bioma Caatinga do Estado da Bahia. Apenas cinco subpopulaçõessão conhecidas em uma mesma região ecológica, estando sujeitas de três a cincosituações de ameaça. Sua EOO é de 557,35 km², e AOO de 20 km². Possui dispersão com dependência de interações ecológicas. Em função dohabitat restrito, da reduzida AOO e perda da qualidade do habitat, a espécieestá sob risco de extinção, pois se encontra muito vulnerável a eventosestocásticos (genético, populacional e ambiental).","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20bahiensis","Caatinga"],
    [1370,"CACTACEAE","Arrojadoa dinae","Buining & Brederoo","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Embora sua AOO seja de 48 km², o uso desse parâmetro não reflete o padrão de distribuição pois a espécie ocorrem em uma variedade de habitats, dos campos arenosos, campos rupestres e ecótonos caatinga/campo rupestre. Sua EOO, 32.230,52 km², também é acima do critério mínimo para possivelmente avaliar como ameaçada no critério de distribuição geográfica. No entanto há até 10 situações de ameaça e a população está em declínio, devido a perda de indivíduos por coleta extrativista para fins ornamentais. Há poucos registros coletados na última década.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20dinae","Caatinga, Cerrado"],
    [1371,"CACTACEAE","Arrojadoa eriocaulis","Buining & Brederoo","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie ocorre predominantemente no Estado de Minas Gerais, porém também existe descrição de ocorrência para o Estado da Bahia. Possui AOO de 16 km², distribuição disjunta e especificidade de habitat. A população da espécie está em declínio, muito provavelmente devido a perda de variabilidade genética, pois, há apenas três situações de ameaça em que as subpopulações estão envolvidas, o que a torna muito vulnerável aos efeitos da extrema fragmentação, que caracteriza a distribuição disjunta, entre os quais a endogamia. A perda da qualidade do habitat tende a se somar aos efeitos negativos sobre o tamanho populacional. É provável que, a cada geração, a espécie perca diversidade genética e, por conseguinte, a capacidade adaptativa.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20eriocaulis","Cerrado"],
    [1372,"CACTACEAE","Arthrocereus glaziovii","(K.Schum.) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica ao Estado de Minas Gerais, e possui habitat restrito a Campo Rupestre ferruginoso do bioma Cerrado. Possui om EOO de 961,38 km² e é muito ameaçada pela mineração na região de ocorrência. Essa atividade elimina o habitat da espécie e provoca perda da qualidade no entorno. Suas subpopulações são acentuadamente fragmentadas, apresentando baixa densidade populacional (raras - 0,23 ind/m²), e estão em declínio. A espécie ocorre próxima à região metropolitana, e sofre com a expansão urbana, incluindo os efeitos da iluminação e dos ruídos sobre seus polinizadores e dispersores.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20glaziovii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1373,"CACTACEAE","Arthrocereus melanurus subsp. magnus","N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Esta subespécie está restrita aos Campos Rupestres da Serras do Ibitipoca e Negra, no estado de Minas Gerais, em altitudes acima de 1.000 m. Apresenta subpopulações dentro dos limites do Parque Estadual do Ibitipoca (SNUC). Fora dessa unidade de conservação a subespécie está presente na cadeia montanhosa da Serra Negra. Encontrada também ao sul da Serra Negra, onde ocorre na Reserva Particular do Patrimônio Natural São Lourenço do Funil (SNUC), localizada em Serrote, município de São Lourenço, limite mais ao sul conhecido para esta subespécie. A EOO calculada é de 169,81 km² e a AOO de 24 km², distribuídas em três situações de ameaça para essa subespécie: o Parque Estadual do Ibitipoca (SNUC), a vertente norte da Serra Negra, na abrangência dos municípios de Lima Duarte, Olaria e Santa Bárbara do Monte Verde, e, na vertente sul, no município de Rio Preto. A qualidade do habitat e EOO da subespécie está em declínio devido à invasão da gramínea exótica Melinis minutiflora (capim-gordura), sobretudo na competição em areais e substratos quartzarênicos, reduzindo sua AOO e restringindo-a aos afloramentos rochosos. Além disso, a subespécie sofre com o aumento na frequência de incêndios.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20magnus","Mata Atlântica"],
    [1374,"CACTACEAE","Arthrocereus melanurus subsp. melanurus","(K.Schum.) Diers et al.","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Arthrocereus melanurus subsp. melanurus tem distribuição restrita, EOO de 8.068 km² e AOO de 24 km². É conhecida em menos de cinco situações de ameaça, nos municípios de Itutinga, Tiradentes, São João Del Rey, Alpinópolis e São Tomé das Letras, no estado de Minas Gerais. Habita os Campos Rupestres, que sofrem com a supressão de área e qualidade do habitat, devido às pressões antrópicas, e com os efeitos deletérios provocados pela atividade turística desordenada, crescimento urbano, agropecuária e silvicultura, introdução de espécies exóticas invasoras e aumento da frequência dos incêndios por alterações na dinâmica da comunidade.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20melanurus","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1375,"CACTACEAE","Arthrocereus melanurus subsp. odorus","(Ritter) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Subespécie de ocorrência endêmica ao Estado de Minas Gerais, de ocorrência em Campos Rupestres do bioma Cerrado. Possui EOO de 1.266 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que resultam em declínio de área e qualidade do habitat, em função das pressões antrópicas, que incluem os efeitos deletérios provocados pela atividade de mineração no passado. Atualmente encontra-se pressionada pela invasão de espécies exóticas invasoras e pelo aumento da frequência dos incêndios por alterações na dinâmica da comunidade.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20odorus","Cerrado"],
    [1376,"CACTACEAE","Arthrocereus rondonianus","Backeb. & Voll","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica ao Estado de Minas Gerais, com restrições de habitat e de interações ecológicas para polinização e dispersão. Possui EOO é de 1.514 km² e AOO de 16 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua preservação no Parque Estadual da Serra do Cabral (SNUC), ainda é indefinida. A reserva é recente, não conta com plano de manejo e não foram implementadas ações para conservação. Além disso, há indícios de atividades silviculturais ocorrendo no interior de seus limites. Há fortes evidências de declínio de área e qualidade do habitat, uma vez que sua EOO é pressionada pela expansão urbana e pelas atividades de mineração que atingem diretamente sua região de ocorrência. Ademais, a restritividade de habitat a torna vulnerável à competição por plantas invasoras, reduzindo ainda mais sua AOO. A dinâmica das plantas invasoras pode aumentar a frequência e os danos por incêndios.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20rondonianus","Cerrado"],
    [1377,"CACTACEAE","Brasilicereus markgrafii","Backeb. & Voll","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, de hábitat específico e distribuição restrita. Possui EOO de 271 km² e AOO de 4 km², o que a torna naturalmente muito ameaçada de extinção por consequência de eventos estocásticos (genético, populacional e ambiental). Esses eventos podem estar ocorrendo de forma induzida e acelerada pela degradação ambiental, cada vez mais contínua no Estado de Minas Gerais.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilicereus%20markgrafii","Caatinga, Cerrado"],
    [1378,"CACTACEAE","Brasiliopuntia brasiliensis","(Willd.) A.Berger","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição na floresta atlântica costeira, atingindo áreas interiores do Cerrado e Caatinga, em ampla variedade de fitofisionomias. Tem potencial para frutificar ainda em alturas muito mais baixas que seu potencial máximo (de porte arborescente). Presente em unidades de conservação (SNUC) e tem potencial para recolonizar ambientes sujeitos a extinção local. Seus frutos são comestíveis, mas não apresentam extração comercial.","2012-10-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliopuntia%20brasiliensis","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1379,"CACTACEAE","Cereus mirabella","N.P.Taylor","VU","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, de ocorrência nos Estados  de Minas Gerais e Bahia. Apresenta distribuição restrita, sobre substrato arenoso e em áreas mais abertas do ecótono Cerrado-Caatinga. Possui EOO de 131.467 km² e AOO de 40 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça, considerando os municípios de ocorrência. Encontra-se ameaçada pela perda de área e qualidade do habitat, pois ocorre em remanescentes de Cerrado e ecótonos com a Caatinga, que estão pressionados por extensas áreas de agricultura. Sua população é muito fragmentada e disjunta.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cereus%20mirabella","Cerrado"],
    [1380,"CACTACEAE","Cipocereus bradei","(Backeb. & Voll) Zappi & N.P.Taylor","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, com hábitat específico aos rochas cristalinas de Campo Rupestre do bioma Cerrado. Possui  EOO de 1.922 km² e AOO de 24 km² e está sujeita a seis situações de ameaça, considerando os municípios de ocorrência. Há pressão antrópica para extração de suas sementes para comércio internacional. Ocorre no Parque Estadual da Serra do Cabral (SNUC), unidade de conservação criada em 2005 e que ainda não dispõe dos mecanismos que permitem avaliar a capacidade de preservação das espécies e habitats. Encontra-se ameaçada principalmente por perda de área e da qualidade do habitat, por desmatamento, conversão de terras para agricultura e abertura de estradas. Em uma das localidades há perigo de hibridização com C. minensis, o que representa um risco para as gerações de ambas espécies, podendo causar perda de capacidade adaptativa e reprodutiva.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20bradei","Cerrado"],
    [1381,"CACTACEAE","Cipocereus crassisepalus","(Buining & Brederoo) Zappi & N.P.Taylor","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Cipocereus crassisepalus é uma espécie que se desenvolve em Campo Rupestre sobre rochas areníticas ou cascalho quartizítico. Tem distribuição restrita ao estado de Minas Gerais (EOO=1.701,75 km²). A hibridização com outras espécies simpátricas pode ser uma ameaça à perpetuação de C. crassisepalus na natureza. A espécie está presente em listas vermelhas e no anexo II da CITES, indicando valor ornamental e sujeição ao comércio. Há relatos de sua ocorrência em áreas protegidas. Estudos indicam que existem menos de 10 subpopulações bastante próximas as quais se encontram em declínio. Desta forma, pela distribuição e presença e ausência em unidade de conservação podem ser identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas. Além da ação de coletores, o habitat da espécie vem sendo destruído por produtores de carvão, o que sugere o declínio da EOO e da qualidade do habitat. Diante do exposto, C. crassisepalus foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20crassisepalus","Cerrado"],
    [1382,"CACTACEAE","Cipocereus laniflorus","N.P.Taylor & Zappi","EN","D","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Cipocereus laniflorus é um arbusto suculento? que ocorre em afloramentos quartzíticos, em encostas íngremes de morros e paredes rochosas. Sua ocorrência está restrita à Reserva Particular do Patrimônio Natural do Caraça (SNUC), no estado de Minas Gerais. A espécie possui EOO de apenas 451,55 km². Estudos populacionais revelaram um total de 321 indivíduos, dos quais menos de 250 adultos. Devido ao pequeno número de indivíduos maduros na população, a espécie pode ser considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20laniflorus","Mata Atlântica"],
    [1383,"CACTACEAE","Cipocereus minensis","(Werderm.) Ritter","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, com especificidade de habitat, sendo típica de Campos Rupestres, onde ocorre em paredes rochosas e entre rochas. Embora encontrada em unidade de conservação, há menos de 10 situações de ameaça, o que a torna vulnerável a eventos estocásticos ambientais. A qualidade do habitat tem sido degradada sobretudo em sua distribuição mais ao sul, em áreas sujeitas à mineração e expansão urbana.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20minensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1384,"CACTACEAE","Cipocereus pusilliflorus","(Ritter) Zappi & N.P.Taylor","CR","C1+2a(i)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie rara com restritividade de habitat, típica de Campos Rupestres, onde ocorre em paredes e platôs de rochas cristalinas. É endêmica do Estado de Minas Gerais, sendo conhecida uma única subpopulação com menos de cinco indivíduos. É cultivada em algumas coleções ex situ na Europa. O rápido declínio populacional é um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido a três razões principais: 1) perda de variabilidades genética, endogamia e deriva genética, 2) flutuações demográficas aleatórias nas taxas de nascimento e mortalidade, 3) flutuações ambientais devido às variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais de eventos singulares, em frequência de tempo irregulares.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20pusilliflorus","Caatinga, Cerrado"],
    [1385,"CACTACEAE","Coleocephalocereus buxbaumianus subsp. flavisetus","(Ritter) N.P.Taylor & Zappi","VU","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais. Está sujeita a no máximo seis situações de ameaça, embora sua EOO não permita acessar categorias. Uma análise da AOO é mais adequada, uma vez que sua distribuição é disjunta, ocorrendo em afloramentos de rocha cristalina (Inselbergs) ou florestas adjacentes aos lajedos. Como esses afloramentos não ultrapassam, em geral, mais de 200 km² e há apenas sete registros para a espécie, a AOO foi calculada em 24 km². A perda de área e qualidade do habitat é registrada em consequência da mineração.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20buxbaumianus%20subsp.%20flavisetus","Mata Atlântica"],
    [1386,"CACTACEAE","Coleocephalocereus fluminensis subsp. decumbens","(Ritter) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Subespécie de ocorrência restrita no Estado de Minas Gerais, onde é específica a afloramentos rochosos (Inselbergs) e lajedos gnaissicos, na transição Agreste/Mata Atlântica. Possui EOO de 67 km² e AOO de 12 km². É conhecida a partir de três situações de ameaça, nos municípios de Caraí, Padre Paraíso e Teófilo Otoni. Embora existam relatos de que a população seja localmente dominante em Inselbergs, há somente três subpopulações conhecidas, fragmentadas naturalmente devido ao habitat específico, e por isso a espécie é vulnerável a eventos estocásticos ambientais. É classificada como \"Em Perigo\" (EN) e está muito próxima de estar Criticamente em perigo (CR), caso a perda do hábitat e da qualidade deste não cessar","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20fluminensis%20subsp.%20decumbens","Mata Atlântica"],
    [1387,"CACTACEAE","Coleocephalocereus purpureus","(Buining & Brederoo) Ritter","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais. Possui EOO muito limitada e especificidade de hábitat e de interações ecológicas. Ocorre em afloramentos rochosos (Inselbergs) e lajedos gnaissicos em meio à Caatinga, próximo ao Rio Jequitinhonha. Essas áreas, dentro da sua EOO, tendem a ser menores que 10 km², mas uma análise mais profunda da disponibilidade e qualidade de hábitats, bem como estudos populacionais, podem revelar um risco maior de extinção. Pelas as informações disponíveis, entende-se que não é coletada desde 1988. Encontra-se ameaçada pela mineração de granito. Ademais, as duas localidades conhecidas tornam a espécie muito vulnerável aos eventos estocásticos ambientais e até mesmo genéticos e populacionais. Foi classificada como \"Em Perigo\" (EN) e podendo ser classificada como Criticamente em perigo (CR) em um futuro próximo, caso a perda do habitat e da qualidade deste não cessar.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20purpureus","Caatinga"],
    [1388,"CACTACEAE","Discocactus bahiensis","Britton & Rose","VU","B2ab(ii,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre nos estados da Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará, em habitat específico da Caatinga, terraços periodicamente inundados associados à ocorrência de \"carnaúba\". Tem EOO de 107.483 km² e AOO de 44 km². É conhecida a partir de situações de ameaça, em Juazeiro, Morro do Chapéu, Jacobina, Campo Formoso e Sento Sé, no estado da Bahia, Francisco Ayres, no Piauí, e Lavras da Mangabeira, no Ceará. Encontra-se ameaçada pela perda de área e e qualidade do habitat, pressão de coleta e pela inundação de extensa área para construção da represa de Sobradinho (BA), na década de 1970. Mais recentemente, passou a ser pressionada pela expansão urbana e de grandes áreas de agricultura e obras de infra-estrutura, como rodovias e linhas de transmissão.","2012-10-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20bahiensis","Caatinga"],
    [1389,"CACTACEAE","Discocactus catingicola","Buining & Brederoo","VU","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 128.697 km² e AOO de 40 km². Têm subpopulações muito fragmentadas e distantes umas das outras e a população está em declínio. Está sujeita a oito situações de ameaça, os municípios de Bom Jesus, no estado do Piauí, Barreiras, Coribe, Paramirim, Santana e São Desidério na Bahia, Januária, em Minas Gerais e Posse, em Goiás. Encontrada em Cerrado e áreas de transição Cerrado-Caatinga. Está ameaçada pela perda da área e qualidade do habitat em decorrência do desmatamento e da conversão de terras em grandes áreas de agricultura.","2012-10-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20catingicola","Cerrado"],
    [1390,"CACTACEAE","Discocactus ferricola","Buining & Brederoo","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie pode estar criticamente ameaçada, pois embora não tenha sido possível encontrar e georreferenciar os materiais testemunhos de sua ocorrência, sabe-se que seu habitat específico, a vegetação de canga, está sob ameaça de atividades de mineração. É necessário estudos botânicos e ecológicos, mas medidas de conservação/preservação devem ser tomadas com urgência.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20ferricola","Cerrado, Pantanal"],
    [1391,"CACTACEAE","Discocactus heptacanthus","(Rodrigues) Britton & Rose","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Há incertezas taxonômicas na delimitação da espécie, que impedem avaliação segura.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20heptacanthus","Cerrado"],
    [1392,"CACTACEAE","Discocactus horstii","Buining & Brederoo","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Discocactus horstii é endêmica do Estado de Minas Gerais, e possui ocorrência restrita aos substrato de cascalho quartzítico e areia, sob a copa de arbustos em áreas de Campos Rupestres do bioma Cerrado. ?A espécie foi alvo de intenso extrativismo no passado e, embora esteja presente em unidade de conservação, o Parque Estadual de Grão Mogol (SNUC), sua ocorrência limitada a torna vulnerável à extinção por eventos estocásticos tanto genético quanto populacionais e ambientais. Há indicações de pressão antrópica como a expansão urbana, o que pode induzir mudanças na frequência de distúrbios, aumentando a pressão sobre a população.","2012-10-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20horstii","Cerrado"],
    [1393,"CACTACEAE","Discocactus placentiformis","(Lehm.) K.Schum.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Endêmica de Minas Gerais. Espécie dependente de habitat específico, rochas areníticas, areia quartzítica e cascalho em Cerrados e Campos Rupestres. EOO de 39.502 km² e AOO de 64 km². Conhecida de 12 situações de ameaça, os municípios de Augusto de Lima, Bocaiúva, Buenópolis, Claro dos Poções, Couto de Magalhães de Minas, Diamantina, Gouveia, Grão Mogol, Jequitaí, Santana do Pirapama, Sete Lagoas e Manga. Há pressão de coleta para produção de doces e suas subpopulação são pequenas, isoladas e em declínio. No entanto não há informações científicas disponíveis sobre dados quantitativos tanto na sua dinâmica populacional quanto no efeito da pressão de coleta. É necessário investidas de campo sobre as localidades conhecidas para saber se há extinções locais.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20placentiformis","Cerrado"],
    [1394,"CACTACEAE","Discocactus pseudoinsignis","N.P.Taylor & Zappi","CR","B1ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, sendo dependente de habitat específico, em areia quartzítica no Campo Rupestre, próximo a cursos d'água do bioma Cerrado. Tem distribuição restrita, EOO de 65 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça: a região entre Grão Mogol e Cristália. Encontra-se ameaçada pela perda de área e qualidade do habitat. Dentro de sua EOO há pressões antrópicas que alteram a dinâmica da paisagem, como a expansão de plantios de eucalipto e construção de pequenas centrais hidrelétricas.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20pseudoinsignis","Cerrado"],
    [1395,"CACTACEAE","Discocactus zehntneri","Britton & Rose","VU","B1ab(i,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado da Bahia (EOO=8.177 km², AOO=20 Km²), e possui, segundo comunicação pessoal com o especialista da família, registro de ocorrência para o Estado do Ceará.  Está sujeita a três situações de ameaça: os municípios de Sento Sé, Campo Formoso e Mimoso. Encontra-se ameaçada pelos fatores intrínsecos do EOO restrito e da especificidade de habitat, que a torna naturalmente vulnerável à extinção por fatores estocásticos (genético, populacional e ambiental). Seu status de ameaça pode ser ainda mais crítico, pois é possível que a sua EOO conhecida diminua consideravelmente com a extinção local da subpopulação no município de Mimoso (BA), onde seu último registro data de 1988. Há pressão de coleta e declínio da AOO e da qualidade do habitat por construção de barragens e desmatamento.","2012-10-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20zehntneri","Caatinga"],
    [1396,"CACTACEAE","Echinopsis calochlora","K.Schum.","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica, mas restrita à Campos Rupestres Ferruginosos do bioma Pantanal. Encontrada no estado do Mato Grosso do Sul, e com presença descrita, mas incerta no estado do Mato Grosso. Possui AOO menor que 10 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Os principais problemas enfrentados pela espécie na região são efeitos da mineração e pressão de coleta decorrente do seu potencial ornamental. Estima-se que a vegetação do Maciço do Urucum (MS) tenha sido alterada em 47,8%, e a área remanescente não é superior a 1.310 km².","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinopsis%20calochlora","Cerrado, Pantanal"],
    [1397,"CACTACEAE","Echinopsis oxygona","(Link & Otto) Pfeiff. & Otto","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do país. No Brasil, ocorre no bioma Pampa, no Estado do Rio Grande do Sul. Possui EOO de 294 km² e restritividade de habitat, além de poucos registros de ocorrência. O declínio populacional é atribuído ao seu potencial ornamental que gera pressão de coleta e, principalmente à perda de área e qualidade do habitat, impactados por alterações de uso do solo resultante da expansão das atividades agrícolas e silviculturais.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinopsis%20oxygona","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1398,"CACTACEAE","Epiphyllum phyllanthus","(L.) Haw.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída pelos grandes biomas do Brasil. Amplamente cultivada e apresenta crescimento clonal.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epiphyllum%20phyllanthus","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia"],
    [1399,"CACTACEAE","Espostoopsis dybowskii","(Rol.-Goss.) Buxb.","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre principalmente em afloramentos graníticos nas caatingas do estado da Bahia. Tem especificidade de hábitat, apresenta uma população severamente fragmentada com subpopulações conhecidas na forma disjunta, e seu hábitat ocorre em padrão insular. ?A AOO é muito reduzida, afetada diretamente pelo desmatamento e por incêndios. A partir das informações científicas disponíveis, é seguramente uma espécie \"Em perigo\" (EN). São necessários mais estudos para encontrar novas subpopulações e certificar sua existência em unidades de conservação ou planejamento para que estas sejam criadas para preservá-las.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Espostoopsis%20dybowskii","Caatinga"],
    [1400,"CACTACEAE","Facheiroa cephaliomelana","Buining & Brederoo","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem especificidade de habitat: os afloramentos calcários dos estados de Minas Gerais e Bahia. A AOO é uma medida mais adequada para avaliação da espécie do que sua EOO, uma vez que os afloramentos calcários apresentam-se no padrão insular, de ocorrência pontual e disjunta. Sua AOO conhecida é muito reduzida (24 km²). Dessa maneira, esta espécie seguramente está \"Em perigo\" (EN) de extinção e muito próxima do perigo crítico (CR), caso novas subpopulações não sejam encontradas e ameaças como a mineração continuem gerando impacto sobre seu habitat. A espécie depende de medidas de conservação e preservação.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20cephaliomelana","Caatinga, Cerrado"],
    [1401,"CACTACEAE","Facheiroa cephaliomelana subsp. estevesii","(P.J.Braun) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Esta subespécie tem ocorrência muito restrita, no município de Iuiú, no Estado da Bahia. Por conta disso, a espécie encontra-se sob risco de extinção por eventos estocásticos, como os decorrentes de aleatoriedade genética, populacional e ambiental. Desmatamento e cultivos agrícolas podem alterar a qualidade do hábitat, aumentando a frequência de distúrbios, como incêndios. A vegetação sobre afloramentos calcários é fortemente estacional e, por isso, naturalmente vulneráveis ao incêndios. A dinâmica do ecossistema pode estar sendo alterada pelo intenso uso agrícola no entorno dos afloramentos, onde os solos são muito férteis.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20cephaliomelana%20subsp.%20estevesii","Caatinga"],
    [1402,"CACTACEAE","Facheiroa ulei","(Gürke) Werderm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de parte do bioma Caatinga do Estado da Bahia. Apresenta porte arborescente, ocorrendo acima de 500 m de altitude. Tem distribuição restrita, com EOO de 230 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a três situações de ameaça: os municípios de  Xique-Xique, Gentio do Ouro e Itaguaçu da Bahia. Encontra-se ameaçada por declínio do habitat, pois estima-se que o desmatamento da caatinga já tenha chegado a 40%, em consequência das atividades agropecuárias.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20ulei","Caatinga"],
    [1403,"CACTACEAE","Frailea buenekeri","W.R.Abraham","EN","B1ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado do Rio Grande do Sul, com distribuição muito restrita aos Campos Sulinos (Pampa) e EOO calculada em 485 km². Torna-se ainda mais restrita pela especificidade de habitat: os afloramentos rochosos. O bioma Pampa tem sido muito degradado pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais. Além disso, a espécie está ameaçada por eventos estocásticos (genético, populacional, ambiental). A espécie depende de medidas de conservação e preservação. Foi coletada na última década.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20buenekeri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1404,"CACTACEAE","Frailea castanea","Backeb.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ocorrência no bioma Pampa, no Estado do Rio Grande do Sul. Embora haja indicativos de subpopulações numerosas, ainda não foi feita uma avaliação científica. Mesmo assim, há poucos registros de ocorrência. Tem distribuição restrita, com EOO de 890,64 km² e AOO de 12 km². Ocorre em habitat específico, os afloramentos rochosos. Além de ser ameaçada por eventos estocásticos ambientais, habita um bioma que tem sido degradado pela expansão das atividades agrícolas e silviculturais e pelo pastoreio de espécies de mamíferos invasores, como javalis e cabras.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20castanea","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1405,"CACTACEAE","Frailea curvispina","Buining & Brederoo","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie potencialmente ameaçada, endêmica do Rio Grande do Sul. Mas não foi possível obter registros de ocorrência com qualidade mínima para identificar sua localização. É necessário estudos de campo para coletar a espécie e registrar subpopulação para uma avaliação mais segura.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20curvispina","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1406,"CACTACEAE","Frailea gracillima","(Lem.) Britton & Rose","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie ocorre tanto em campos quanto em afloramentos rochosos. Há muitas situações de vulnerabilidade, o que pode assegurar que não esteja ameaçada por eventos estocásticos (como aleatoriedade genética, populacional e ambiental). Sua EOO é baixa 28.191 km², mas não o suficiente para uma possível categorização de ameaça considerando sua amplitude geográfica. No entanto, estudos devem ser feitos para acompanhar a dinâmica populacional e genética frente ao desmatamento do Pampa com o avanço das áreas agrícolas e silviculturais, bem como certificar de sua ocorrência/preservação em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20gracillima","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1407,"CACTACEAE","Frailea mammifera","Buining & Brederoo","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de distribuição geográfica muito restrita, tendo apenas uma população conhecida, coletada na última década, próxima a RS-630, o que é indicativo de perda da qualidade do habitat. Possui AOO calculada em 4 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, em função desta única localidade conhecida de ocorrência da espécie. É ameaçada pela degradação do bioma Pampa, devido à expansão das atividades agrícolas e silviculturais. A espécie depende de ações de conservação, preservação e pesquisa genética e populacional.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20mammifera","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1408,"CACTACEAE","Frailea phaeodisca","(Speg.) Speg.","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita, com EOO de 587 km² e AOO de 8 km². Não é endêmica do Brasil, e está sujeita, no país, a duas situações de ameaça no estado do Rio Grande do Sul: os municípios de Caçapava do Sul e Santana do Livramento. Isso a torna muito ameaçada à extinção por eventos estocásticos (genético, populacional, ambiental), sobretudo pela especificidade de habitat, pois ocorre somente em afloramentos graníticos. É possível sua existência em Pedras Altas (RS). Está ameaçada pela perda do habitat, de indivíduos maduros e de subpopulações. O bioma tem sido muito degradado pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais, e competição de espécies exóticas invasoras que alteram a dinâmica dos ecossistemas, intensificando o regime de incêndios e provocando perda da qualidade do habitat. A espécie tem sido consumida pelo sobrepastejo de caprinos e ovinos, que acarreta o declínio no número de indivíduos maduros e tem potencial para eliminar subpopulações.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20phaeodisca","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1409,"CACTACEAE","Frailea pumila","(Lem.) Britton & Rose","VU","B1ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não endêmica do Brasil, mas, no país, tem distribuição restrita ao estado do Rio Grande do Sul. Sua EOO é de 6.697 km² e AOO de 16 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, o que a torna suscetível a eventos estocásticos (genético, populacional e ambiental), com possível declínio de subpopulações. Está ameaçada pela degradação do habitat pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais, e pela da competição com espécies exóticas invasoras que alteram o regime de distúrbios naturais e a dinâmica do pampa.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20pumila","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1410,"CACTACEAE","Frailea pygmaea","(Speg.) Britton & Rose","VU","B1ab(iii,iv,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não endêmica do Brasil, mas, no país, tem distribuição restrita ao estado do Rio Grande do Sul, com pequena amplitude geográfica (EOO=15.000 km²). Está sujeita a até 10 situações de ameaça. Os indivíduos nas subpopulações não são numerosos e têm sido seriamente ameaçados pelo sobrepastejo de caprinos e ovinos. Os hábitats do Pampa vêm sendo degradados pela expansão das atividades agrícolas e silviculturais e pela competição com espécies exóticas invasoras.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20pygmaea","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1411,"CACTACEAE","Frailea schilinzkyana","(K.Schum.) Britton & Rose","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com problemas taxonômicos, e ausente de registros com qualidade mínima para identificar sua localização. São necessário estudos taxonômicos para identificar seu status de conservação.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20schilinzkyana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1412,"CACTACEAE","Gymnocalycium denudatum","(Link & Otto) Pfeiff. ex Mittler","EN","B1ab(iii,iv,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo, no país, somente no Rio Grande do Sul, com amplitude geográfica restrita (EOO = 588 km²). Suas subpopulações são pequenas e sujeitas a apenas duas situações de ameaça, o que a torna muito vulnerável a extinção por eventos estocásticos (genético, populacional e/ou ambiental). A espécie é consumida por ovinos e caprinos o que pode diminuir o número de indivíduos maduros ou eliminar subpopulações. O bioma pampa tem sido degradado pela expansão de atividades agrícolas e silviculturais e competição por espécies exóticas invasoras. A espécie depende de medidas de conservação e preservação.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20denudatum","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1413,"CACTACEAE","Gymnocalycium horstii","Buining","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Subpopulações geralmente pequenas em declínio. Não é endêmica do Brasil. Não foi possível, com os dados disponíveis, situar e quantificar sua distribuição geográfica por ausência de dados com qualidade mínima. É necessário estudos de campo, taxonomia e ecologia para uma avaliação mais adequado do seu grau de risco de extinção. Tem potencial para categoria de ameaça devido degradação ambiental de seu habita/bioma.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20horstii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1414,"CACTACEAE","Gymnocalycium horstii subsp. buenekeri","(Swales) P.J.Braun & Hofacker","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Subpopulações geralmente pequenas em declínio. Não é endêmica do Brasil. Não foi possível com os dados disponíveis situar e quantificar sua distribuição geográfica por ausência de dados com qualidade mínima. Tampouco há estudo quantitativos de suas subpopulações. É necessário estudos de campo, taxonomia e ecologia para uma avaliação mais adequada do seu grau de risco de extinção. Tem potencial para categoria de ameaça devido degradação ambiental de seu habitat/bioma e devido a coleta extrativista.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20horstii%20subsp.%20buenekeri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1415,"CACTACEAE","Hatiora cylindrica","Britton & Rose","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Hatiora cylindrica é uma espécie perene epífita que ocorre em florestas úmidas, restingas e dunas da região da Mata Atlântica, com uma EOO de 61.913,38 km². Apesar de ser relatado que algumas subpopulações ocorrentes no Estado da Bahia vêm sofrendo declínio devido a um aumento do desmatamento e de atividades turísticas, as informações quanto ao número de indivíduos que compõem sua população e os dados referentes à sua biologia são insuficientes para seu enquadramento em qualquer categoria e critério de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20cylindrica","Mata Atlântica"],
    [1416,"CACTACEAE","Hatiora herminiae","(Porto & Castell.) Backeb. ex Barthlott","VU","B1ab(iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Hatiora herminiae é uma espécie suculenta perene, ocorrente em Floresta Nebular na Mata Atlântica, dos os Estados de São Paulo e Minas Gerais. Por seu hábitat se encontrar ameaçado pelo desmatamento e por sua EOO ser menor que 20.000 km², a espécie pode ser considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20herminiae","Mata Atlântica"],
    [1417,"CACTACEAE","Hatiora rosea","(Lagerh.) Barthlott","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui EOO de 2.027,26 km² o que poderia enquadrá-la como \"Em perigo\" (EN). Entretanto, não há informações disponíveis sobre o declínio de seu habitat ou populacional para acessar qualquer subcritério.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20rosea","Mata Atlântica"],
    [1418,"CACTACEAE","Hylocereus setaceus","(Salm-Dyck) R.Bauer","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Hylocereus setaceus é uma espécie perene epífita, rupícola ou trepadeira, ocorrente em 15 Estados brasileiros e em quatro diferentes biomas o que garante uma EOO de 4.202.282,6 km². Desta forma, a espécie pode ser categorizada como \"Menos Preocupante\" (LC) por ser amplamente distribuída e em vários ambientes diferentes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hylocereus%20setaceus","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1419,"CACTACEAE","Lepismium cruciforme","(Vell.) Miq.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Lepismium cruciforme é uma espécie abundante e amplamente distribuída (EOO=1.607.472,3 km²) nas regiões Sul e Sudeste, como também em Mato Grosso do Sul, Bahia e Pernambuco, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Devido a estas características a espécie pode ser considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20cruciforme","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [1420,"CACTACEAE","Lepismium houlletianum","(Lem.) Barthlott","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Lepismium houlletianum é uma espécie abundante e com ampla distribuição (EOO=510.571 km²) ocorrendo do Rio Grande do Sul a Minas Gerais em ambientes de Mata Atlântica. Devido a estas características a espécie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20houlletianum","Mata Atlântica"],
    [1421,"CACTACEAE","Lepismium warmingianum","(K.Schum.) Barthlott","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Lepismium warmingianum é uma espécie abundante e de ampla distribuição ocorrente do Rio Grande do Sul a Minas Gerais (EOO=594.896,9 km²), ocorre também em áreas protegidas e unidades de conservação (SNUC). De acordo com esses dados, pode-se considerar que a espécie é \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20warmingianum","Mata Atlântica"],
    [1422,"CACTACEAE","Melocactus azureus","Buining & Brederoo","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus azureus é uma espécie endêmica do Estado da Bahia, que ocorre sobre afloramentos planos de calcário em meio à caatinga, e tem distribuição restrita (EOO=255,74 km², AOO","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20azureus","Caatinga"],
    [1423,"CACTACEAE","Melocactus conoideus","Buining & Brederoo","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus conoideus ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia, em áreas de transição entre Caatinga e Campos Rupestres do Cerrado, sob e entre arbustos, em substrato de cascalho quartzítico. A espécie consta no Anexo I da CITES (2011). É conhecida por uma únicalocalidade, que se encontra seriamente ameaçada pela expansão urbana, queimadas e mineração de quartzo, além da atividade de coletores. Sua população encontra-se emdeclínio, porém, aespécie vêm sendo propagada em laboratório de forma bem sucedida, visando à reintrodução. Além disso, em 2002, foi criada uma reserva municipal de cerca de 11 hectares no município de Vitória da Conquista (BA), voltada para a conservação de M. conoideus, havendo também ações de educação ambiental com as populações humanas do entorno da sua área de ocorrência. Apesar dos esforços conservacionistas, devido ao fato da espécie ocorrer em somente uma localidade ameaçada pela expansão urbana e degradação ambiental, pode-se dizer que M. conoideus encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR), enfrentando um riscoextremamente alto de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20conoideus","Caatinga, Cerrado"],
    [1424,"CACTACEAE","Melocactus deinacanthus","Buining & Brederoo","CR","A3c,B2ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus deinacanthus é uma espécie endêmica do Estado da Bahia, e ocorre no bioma Caatinga, sobre afloramentos rochosos. A espécie consta no Anexo I da CITES (2011). É conhecida por uma única localidade, parte da qual foi convertida em uma mina a céu aberto. Sua população encontra-se em declínio e sofre com declínio do habitat. Suspeita-se que a espécie possa ter uma diminuição populacional de 80% nos próximos 20 anos. Desta forma, pode-se dizer que M. deinacanthus encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR), correndo um risco extremamente alto de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20deinacanthus","Caatinga"],
    [1425,"CACTACEAE","Melocactus ferreophilus","Buining & Brederoo","EN","A3c,B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus azureus subsp. ferreophilus é uma subespécie com distribuição restrita ao Estado da Bahia, desenvolvendo-se em áreas de Caatinga sobre afloramentos de calcário e com uma EOO de 1.030,34 km². Todas as subpopulações da espécie são bem pequenas, agrupando poucas dezenas de indivíduos e em declínio. A espécie ocorre em menos de cinco localidades. Além disso, é ameaçada pela degradação do ambiente em torno do seu habitat, e também devido à possibilidade de mineração do calcário nas áreas onde ocorre. Essa subespécie sofre ainda com a atividade de coletores. Diante disso, pode-se dizer que  encontra-se \"Em perigo\" (EN) correndo alto risco de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20ferreophilus","Caatinga"],
    [1426,"CACTACEAE","Melocactus glaucescens","Buining & Brederoo","EN","A3ce,B1ab(iii),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus glaucescens ocorre em áreas de caatinga e Campos Rupestres no Estado da Bahia, e possui distribuição bastante restrita com EOO de 1.742,10 km². Está presente na lista da CITES (2011) Anexo I, por ser alvo da ação de coletores. Além disso, sua população está em declínio, e estudos relatam que algumas subpopulações não contabilizam mais do que 80 indivíduos reprodutivos, o que leva à suspeita de que sua população não compreenda mais que 250 indivíduos reprodutivos. Seu hábitat vêm sofrendo perdas resultantes da pastagem e presença de gado (que podem se alimentar da espécie) e pela passagem de queimadas. A espécie apresenta uma baixa variabilidade genética e um alto nível de endogamia entre subpopulações próximas, além de evidências de hibridização com M. ernestii. Todas essas características são prejudiciais para o seu sucesso reprodutivo, aumentando o risco de extinção, o que permite suspeitar que a espécie possa apresentar um declínio populacional de 50% nos próximos 20 anos. Diante disto, M. glaucescens pode ser categorizada como \"Em perigo\" (EN), com um alto risco de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20glaucescens","Caatinga"],
    [1427,"CACTACEAE","Melocactus lanssensianus","P.J.Braun","EN","B1b(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus lanssensianus ocorre nos Estados da Paraíba e Pernambuco, onde se desenvolve em afloramentos graníticos expostos do bioma Caatinga. M. lanssensianus é conhecida de somente duas localidades, tendo distribuição restrita com uma EOO de 512,49 km². A perda da qualidade do habitat é a maior ameaça para a espécie, e uma das localidades de ocorrência é bastante próxima a um centro urbano. Diante disso, M. lanssensianus pode ser categorizada como \"Em perigo\" (EN), com um alto risco de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20lanssensianus","Caatinga"],
    [1428,"CACTACEAE","Melocactus pachyacanthus","Buining & Brederoo","EN","B1ab(i,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus pachyacanthus se desenvolve em afloramentos planos e expostos de calcário na Caatinga do Estado da Bahia. Tem uma EOO de 3.428,65 km² e possui menos de cinco subpopulações, das quais somente uma abriga um número grande de indivíduos, as demais são bem menores, com algumas centenas a poucas dezenas de indivíduos, sua população encontra-se em declínio. Ocorre na Área de Proteção Ambiental Gruta dos Brejões (SNUC) e é legalmente protegida pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Selvagens da Fauna e da Flora (CITES, 2011). As ameaças incidentes sobre a espécie são a perda da qualidade do habitat e a ação de coletores. Diante disso, pode-se dizer que a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN), com alto risco de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20pachyacanthus","Caatinga"],
    [1429,"CACTACEAE","Melocactus paucispinus","Heimen & R.J.Paul","VU","B1ab(iii,v),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus paucispinus ocorre em Campos Rupestres e na transição entre os biomas Caatinga e Cerrado do Estado da Bahia. Apresenta distribuição restrita com EOO de 11.036,43 km² e é registrada em menos de 10 situações de ameaça. Tem como ameaças a ação de coletores e a degradação do seu habitat. Além disso, estima-se que haja menos de 10.000 indivíduos em sua população, que está em declínio. Diante do exposto, pode-se dizer que M. paucispinus encontra-se \"Vulnerável\" (VU) com alto risco de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20paucispinus","Caatinga, Cerrado"],
    [1430,"CACTACEAE","Melocactus violaceus","Pfeiff.","VU","A2c","","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus violaceus, apesar de ter ampla distribuição (encontrada nos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e ocorrer em áreas protegidas, é uma espécie ameaçada pela perda do seu hábitat, sendo que algumas subpopulações já desapareceram pelo avanço de áreas agrícolas. Seu hábitat também é ameaçado pela expansão urbana: e as Restingas estão sendo degradadas pela retirada de areia, queimadas e especulação imobiliária. Desta forma, estima-se um declínio populacional de pelo menos 30% de M. violaceus devido à perda passada e presente do seu habitat. Foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU) correndo um alto risco de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20violaceus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1431,"CACTACEAE","Melocactus violaceus subsp. ritteri","N.P.Taylor","EN","A3c,B1ab(i,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus violaceus subsp. ritteri ocorre em Campos Rupestres e na transição Caatinga-Campo Rupestre do estado da Bahia. A espécie tem população em declínio e distribuição restrita (EOO=876,31 km²), estando sujeita a menos de 5 situações de ameaça. Encontra-se sob a influência da expansão dos centros urbanos, da degradação do seu habitat e atividade de coletores. Pode-se suspeitar de um futuro declínio populacional. Desta forma, M. violaceus subsp. ritteri encontra-se \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20violaceus%20subsp.%20ritteri","Caatinga"],
    [1432,"CACTACEAE","Micranthocereus albicephalus","(Buining & Brederoo) F.Ritter","EN","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus albicephalus ocorre em Campos Rupestres dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Tem distribuição restrita (EOO=2.185,05 km²), e quatro subpopulações pequenas, ameaçadas pela perda do seu hábitat. Devido a estes dados, M. albicephalus pode ser considerada \"Em perigo\" (EN), correndo um alto risco de extinção na natureza em um futuro próximo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20albicephalus","Cerrado, Caatinga"],
    [1433,"CACTACEAE","Micranthocereus auriazureus","Buining & Brederoo","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus auriazureus ocorre na região de Grão Mogol, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 271,46 km² e se desenvolve em áreas de Campo Rupestre do bioma Cerrado, entre rochas cristalinas e areia quartzítica. A espécie apresenta população em declínio e parte da região onde distribui-se foi inundada devido à construção de uma represa. Apesar de estar presente em uma unidade de conservação (SNUC) recentemente criada, devido à sua restrita distribuição e à ameaça ao ambiente onde se desenvolve, a espécie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20auriazureus","Cerrado"],
    [1434,"CACTACEAE","Micranthocereus dolichospermaticus","(Buining & Brederoo) F.Ritter","EN","B1ab(ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus dolichospermaticus é uma espécie de endêmica ao Estado da Bahia, com distribuição restrita e EOO de apenas 521,02 km². Ocorre em áreas de Caatinga com afloramento calcário, as quais vêm sofrendo diminuição pela atividade de mineração. Além disso, suas sementes coletadas indiscriminadamente. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN) com risco muito alto de extinção na natureza em um futuro próximo.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20dolichospermaticus","Caatinga, Cerrado"],
    [1435,"CACTACEAE","Micranthocereus polyanthus","(Werderm.) Backeb.","EN","B1b(iii,v)+2b(iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus polyanthus é endêmica do Estado da Bahia, sendo restrita a Campos Rupestres, onde ocorre sobre areia quartzítica, entre rochas cristalinas. Possui EOO de 260,90 km² de distribuição. Além disso, é relatado na literatura que a sua população encontra-se em declínio, e que seu hábitat está ameaçado por atividades mineradoras. Diante disso, a espécie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com risco muito alto de extinção na natureza em um futuro próximo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20polyanthus","Caatinga, Cerrado"],
    [1436,"CACTACEAE","Micranthocereus streckeri","Van Heek & Van Criek.","CR","B2ab(i,ii,iii,v),C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus streckeri é endêmica do Estado da Bahia e possui desenvolvimento restrito a Campos Rupestres. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Apresenta pequeno tamanho populacional, com menos de 50 indivíduos e em declínio na localidade. São ameaças iminentes à sua localidade de ocorrência a proximidade de uma grande rodovia e a degradação pela população humana do entorno. Diante disto, M. streckeri pode ser avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR), com um risco extremamente alto de extinção na natureza.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20streckeri","Cerrado"],
    [1437,"CACTACEAE","Micranthocereus violaciflorus","Buining","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus violaciflorus ocorre em Campos Rupestres no Estado de Minas Gerais e tem EOO extremamente restrito com apenas 59,13 km². Apesar de sua população estar aparentemente estável, o ambiente em que se desenvolve está severamente fragmentado, sua população sofre queimadas frequentes de origem antrópica (as plantas são queimadas, regenerando a partir da base, isso provavelmente influencia a saúde e o sucesso reprodutivo da população), espécimes e sementes são coletados por colecionadores. Outra ameaça é a possibilidade de degradação do seu hábitat por produtores de carvão. Diante disto, M. violaciflorus pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com um alto risco de extinção na natureza em um futuro próximo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20violaciflorus","Cerrado"],
    [1438,"CACTACEAE","Opuntia monacantha","Haw.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Opuntia monacantha é uma espécie abundante e ampla distribuição (EOO=1.064.919,96 km²) ocorrendo do Rio Grande do Sul ao Sergipe em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, também ocorre em áreas protegidas e em unidades de conservação (SNUC). Devido a estas características a espécie pode ser considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Opuntia%20monacantha","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1439,"CACTACEAE","Parodia alacriportana","Backeb. & Voll","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia alacriportana é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar de se saber que a espécie possui subpopulações pequenas e que é ameaçada pela destruição do seu habitat e por atividade de coletores, os dados de distribuição e do estado de conservação são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20alacriportana","Mata Atlântica"],
    [1440,"CACTACEAE","Parodia arnostiana","(Lisal & Kolarik) Hofacker","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia arnostiana é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat e por atividade de coletores, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20arnostiana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1441,"CACTACEAE","Parodia buiningii","(Buxb.) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia buiningii é uma espécie que ocorre sobre campos sulinos do Rio Grande do Sul. A espécie é protegida pela lista da CITES 2011. Apesar de seu habitat estar ameaçado pela degradação devido ao desenvolvimento agropecuário e espécies exóticas, os dados populacionais e de distribuição são insuficientes para categorizá-la em qualquer critério da IUCN. Desta forma, a espécie é Deficiente de Dados(DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20buiningii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1442,"CACTACEAE","Parodia concinna","(Monv.) N.P.Taylor","EN","A2c,B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia concinna ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição restrita, com EOO de 1.146,99 km², e é conhecida somente em três localidades. A população é pequena e sofreu redução no passado. É ameaçada pela degradação do seu hábitat, por consequência de ameaças como a expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20concinna","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1443,"CACTACEAE","Parodia crassigibba","(Ritter) N.P.Taylor","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia crassigibba ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição bastante restrita com EOO de 587,92 km², sendo conhecida em somente duas localidades. Apresenta população pequena e com histórico de redução. A espécie é listada na CITES. Tem como ameaças a degradação do seu hábitat pela expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, pode ser categorizada como \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20crassigibba","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1444,"CACTACEAE","Parodia erinacea","(Haw.) N.P.Taylor","EN","A2c,B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia erinacea ocorre nos campos sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição bastante restrita, com EOO de 2.112,28 km², sendo conhecida em somente três localidades. Apresenta população pequena e com histórico de redução. A espécie é listada na CITES. Tem como ameaças a degradação do seu hábitat pela expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20erinacea","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1445,"CACTACEAE","Parodia haselbergii","(Haage ex Rümpler) Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia haselbergii é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Apesar de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20haselbergii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1446,"CACTACEAE","Parodia haselbergii subsp. graessneri","(K.Schum.) Hofacker & P.J.Braun","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia haselbergii subsp. graessneri é uma espécie ocorrente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina em campos de Mata Atlântica. Apesar da espécie fazer parte da CITES, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20haselbergii%20subsp.%20graessneri","Mata Atlântica"],
    [1447,"CACTACEAE","Parodia herteri","(Werderm.) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia herteri é uma espécie ocorrente nos pampas do Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espécie faz parte da lista da CITES e que é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20herteri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1448,"CACTACEAE","Parodia horstii","(Ritter) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia horstii é uma espécie ocorrente em áreas de campo no Rio Grande do Sul. Apesar desta fazer parte da lista da CITES e de se saber que é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20horstii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1449,"CACTACEAE","Parodia leninghausii","(K.Schum.) F.H.Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia leninghausii é uma espécie ocorrente em campos e afloramentos rochosos do Rio Grande do Sul. Apesar da espécie fazer parte da lista da CITES, e de se saber que esta é ameaçada pela destruição do seu habitat e ação de coletores os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20leninghausii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1450,"CACTACEAE","Parodia linkii","(Lehm.) R.Kiesling","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia linkii é uma espécie ocorrente nos Campos Sulinos do Rio Grande do Sul. Possui EOO de 80.752,88 km² e é legalmente protegida pela CITES.  Devido a esses dados, a espécie pode ser considerada \"Menos preocupante\" (LC), entretanto, estudos populacionais futuros poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20linkii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1451,"CACTACEAE","Parodia magnifica","(F.Ritter) F.H.Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia magnifica é uma espécie ocorrente em campos no Rio Grande do Sul. Apesar da espécie estar presente na lista da CITES e de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat e ação de coletores, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20magnifica","Mata Atlântica"],
    [1452,"CACTACEAE","Parodia mammulosa","(Lem.) N.P.Taylor","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia mammulosa ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma área de distribuição restrita, com EOO de 2.052,37 km², sendo conhecida em somente três localidades. A espécie é listada na CITES. Tem como ameaças a degradação do seu hábitat pela expansão de áreas agrícolas, implementação de pastagens, sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e práticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espécie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20mammulosa","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1453,"CACTACEAE","Parodia neohorstii","(S.Theun.) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia neohorstii é uma espécie ocorrente em campos do Rio Grande do Sul. Apesar da espécie fazer parte da lista da CITES e de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20neohorstii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1454,"CACTACEAE","Parodia ottonis","(Lehm.) N.P.Taylor","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia ottonis é uma espécie que ocorre sobre afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. A espécie possui ampla distribuição com EOO de 136.767,430km². Apesar de se saber que seu habitat sofre com a degradação, a espécie é bem coletada. Desta forma, pode-se dizer que P. ottoni é \"Menos preocupante\" (LC), entretanto, estudos populacionais futuros poderão levá-la a uma nova avaliação.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20ottonis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1455,"CACTACEAE","Parodia oxycostata","(Buining & Brederoo) Hofacker","VU","B2ab(iii),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia oxycostata ocorre sobre afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. Tem AOO de somente 48 km². A espécie está listada na CITES. Suas subpopulações são pequenas com no máximo algumas centenas de indivíduos e estão em declínio devido à degradação do seu hábitat. Suspeita-se que a espécie tenha menos de 10 subpopulações, e estima-se que não haja mais de 10.000 indivíduos maduros em sua população. Dessa forma, pode ser considerada \"Vulnerável\" (VU) com alto risco de extinção na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20oxycostata","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1456,"CACTACEAE","Parodia rechensis","(Buining) Brandt","CR","A2ad,C2a(i,ii),D","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia rechensis é restrita aos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. A única população conhecida foi intensamente coletada no passado, e consiste de pouco mais de dez plantas, o que permite inferir que tenha havido uma redução de mais de 80% dos indivíduos. Considera-se, dessa forma, que o número de indivíduos maduros não passe de 50 e que estes representem de 90% a 100% dos indivíduos existentes. Por isso, P. rechensis foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20rechensis","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [1457,"CACTACEAE","Parodia schumanniana","(K.Schum.) Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia schumanniana é uma espécie ocorrente em paredes rochosas do Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espécie é ameaçada pela destruição do seu habitat, os dados de distribuição e do estado de sua população são insuficientes para categorizá-la em algum risco de extinção segundo a IUCN. Desta forma, a espécie é \"Deficiente de dados\" (DD), porém estudos e pesquisas futuras poderão modificar sua avaliação.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20schumanniana","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [1458,"CACTACEAE","Parodia scopa","(Spreng.) N.P.Taylor","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia?scopa se desenvolve em afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. Tem EOO restrita com 142,39 km² e encontra-se listada na CITES. É conhecida por somente três subpopulações pequenas e que vêm sofrendo perda de hábitat, uma delas ocorrendo muito próximo a uma rodovia. Devido a isso, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20scopa","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1459,"CACTACEAE","Pereskia aculeata","Mill.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Pereskia aculeata é uma espécie de ampla distribuição e abundante ocorrendo em 12 Estados brasileiros em diversos tipos de ambientes, possui uma EOO de 2.720.883,83 km². Possui como ameaças a degradação de seu habitat por desmatamento e expansão urbana. Apesar disto, sua abundância e ampla distribuição a categoriza como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20aculeata","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1460,"CACTACEAE","Pereskia aureiflora","Ritter","VU","A2c,B1ab(ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Pereskia aureiflora ocorre em meio à Caatinga e Cerrado, em associação com afloramentos rochosos de gnaisse/ granito dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Esse ambiente vem sendo fragmentado devido ao desmatamento e à mineração, o que pode ser uma limitação aos mamíferos que atuam como agentes dispersores da espécie. Infere-se que a perda de hábitat possa ter causado uma redução de 30% de sua população. A espécie tem AOO menor que 2.000 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Diante do exposto, é considerada \"Vulnerável\" (VU), com alto risco de extinção na natureza.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20aureiflora","Caatinga"],
    [1461,"CACTACEAE","Pereskia bahiensis","Gürke","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em uma área extensa (160.151,7 km²) na Bahia, não sendo reportada nenhuma ameaça. Possui importância econômica, sendo cultivada na região de ocorrência como cerca-viva. Dados sobre a biologia reprodutiva também são conhecidos, possibilitando uma fácil propagação de indivíduos quando necessário.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20bahiensis","Caatinga"],
    [1462,"CACTACEAE","Pereskia grandifolia","Haw.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição no Brasil, sendo cultivada em vários locais. Nenhuma ameaça incidente foi apontada para o táxon.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20grandifolia","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1463,"CACTACEAE","Pereskia stenantha","Ritter","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta um EOO maior que 20.000 km², sendo cultivada difusamente. Nenhuma ameaça incidente foi apontada também.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20stenantha","Caatinga, Cerrado"],
    [1464,"CACTACEAE","Pilosocereus arrabidae","(Lem.) Byles & Rowley","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de possuir uma distribuição extensa e ?de se caracterizar como uma das espécies dominantes em ambientes de Restinga, o habitat de P. arrabidae vêm sofrendo uma forte degradação devido à pressão antrópica, nas formas de especulação imobiliária, turismo e desmatamento (corte raso).","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20arrabidae","Mata Atlântica"],
    [1465,"CACTACEAE","Pilosocereus aureispinus","(Buining & Brederoo) Ritter","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. aureispinus apresenta poucas coletas em herbário advindas da região de Ibotirama - BA, no entanto a distribuição da espécie provavelmente é mais extensa do que se conhece (Taylor, Zappi 2004). Nos últimos anos, a espécie foi observada por em outras sete localidades próximas às cidades de Ibotirama e Oliveira dos Brejinhos (M. Machado, com.pess.).","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20aureispinus","Cerrado"],
    [1466,"CACTACEAE","Pilosocereus aurisetus subsp. aurilanatus","(Ritter) Zappi","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie de ocorrência no bioma Cerrado do Estado de Minas Gerais, onde possui distribuição restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cabral, sua última situação de ameaça (EOO=266,05 km²). Esta região encontra-se severamente fragmentada e vêm sofrendo uma diminuição de qualidade decorrente, entre outras atividades, a mineração para exploração de carvão.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20aurisetus%20subsp.%20aurilanatus","Cerrado"],
    [1467,"CACTACEAE","Pilosocereus azulensis","N.P.Taylor & Zappi","CR","B1a+2ab(iii),C2a(i,ii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pilosocereus azulensis é endêmica do município de Pedra Azul, nordeste do Estado de Minas Gerais. A indicação da espécie para a Bahia é confusa, pois a ficha de herbário não especifica onde se realizou a coleta. Desde 2004, a espécie é conhecida por apenas uma subpopulação que conta com menos de 50 indivíduos maduros, em um pequeno remanescente de floresta seca em Pedra Azul, o qual vem sendo desmatado para fins agrícolas e produção de carvão.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20azulensis","Caatinga"],
    [1468,"CACTACEAE","Pilosocereus brasiliensis","(Britton & Rose) Backeb.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. brasiliensis apresenta distribuição extensa, porém suspeita-se que a espécie seja classificada em uma categoria de risco de extinção pois está em áreas sob influência de diferentes ameaças, tais como: a expansão imobiliária em áreas litorâneas do Espírito Santo e Rio de Janeiro e a mineração de granito em inselbergues do município de Campos de Goytacazes - RJ. No momento são necessários dados populacionais sobre a espécie que poderão demonstrar se existe um declínio das subpopulações e em que taxa este decorre.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [1469,"CACTACEAE","Pilosocereus floccosus","Byles & Rowley","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, de ocorrência nos Estados deMinas Gerais, apresenta um número pequeno de subpopulações conhecidas, sendo considerado que estas encontram-se em declínio (Taylor, 2002) e que possivelmente podem estar ameaçadas. No entanto, não há dados quantitativos sobre o número de indivíduos, subpopulações e taxas de declínio, necessários para realizar a avaliação de risco de extinção desta espécie.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20floccosus","Cerrado"],
    [1470,"CACTACEAE","Pilosocereus floccosus subsp. quadricostatus","(Ritter) Zappi","EN","B1ab(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia, onde foi encontrada em Caatinga e em florestas secas decíduas, sobre afloramentos rochosos (inselbergs) de gnaisse. Apresenta EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça. A principal ameaça apontada para a espécie foi o desmatamento da Caatinga e ambientes adjacentes. Segundo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica de 2011, em dois anos foram desmatados 18% dos remanescentes inseridos na EOO da espécie.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20floccosus%20subsp.%20quadricostatus","Caatinga"],
    [1471,"CACTACEAE","Pilosocereus fulvilanatus","(Buining & Brederoo) Ritter","EN","B1ab(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Serra de Grão Mogol, localizada ao norte do Estado de Minas Gerais. Ocorre em bioma Cerrado, em áreas de Campos Rupestres, sobre afloramentos rochosos quartzíticos. Suas subpopulações conhecidas encontram-se em declínio pela incidência de ameaças como a inundação de parte de sua área de distribuição pela construção de uma represa, destruição do seu hábitat para a produção de carvão e o extrativismo ilegal.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20fulvilanatus","Cerrado"],
    [1472,"CACTACEAE","Pilosocereus glaucochrous","(Werderm.) Byles & G.D.Rowley","VU","B1b(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pilosocereus glaucochrous é endêmica do Estado da Bahia, na Chapada Diamantina. A espécie habita uma área vasta (EOO=15.555,39 km²) de Campos Rupestres e ecótonos com Caatinga. No entanto, as subpopulações estão em declínio, sendo ameaçadas principalmente pela perda de hábitat na Caatinga.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20glaucochrous","Caatinga, Cerrado"],
    [1473,"CACTACEAE","Pilosocereus machrisii","(E.Y.Dawson) Backeb.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição e uma estimativa populacional baseada nos dados de Oliveira, Godoy (2007), aponta uma densidade absoluta de ca. 63.000 indivíduos ao longo da EOO da espécie.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20machrisii","Cerrado"],
    [1474,"CACTACEAE","Pilosocereus magnificus","(Buining & Brederoo) Ritter","EN","B1ab(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pilosocereus magnificus é endêmica do Estado de Minas Gerais, onde foi coletadas em áreas de na Caatinga e Cerrado, sobre afloramentos rochosos (inselbergs) de gnaisse. Apresenta EOO de 737 km², está sujeita a cinco situações de ameaça, e é encontrada em hábitats severamente fragmentados. As principais ameaças incidentes são a perda do hábitat e a atividade de coletores extrativistas para a venda ilegal de espécimes.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20magnificus","Caatinga"],
    [1475,"CACTACEAE","Pilosocereus multicostatus","Ritter","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de Minas Gerais e ocorre em ambiente severamente fragmentado. Seu hábitat são os afloramentos rochosos (Inselbergs) de gnaisse, que têm sido afetados pela destruição da vegetação ao seu redor. Ao todo, a espécie encontra-se sujeita a quatro situações de ameaça.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20multicostatus","Caatinga"],
    [1476,"CACTACEAE","Pilosocereus piauhyensis","(Gürke) Byles & G.D.Rowley","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição extensa na Caatinga, sendo que sua população encontra-se estável.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20piauhyensis","Caatinga"],
    [1477,"CACTACEAE","Pseudoacanthocereus brasiliensis","(Britton & Rose) Ritter","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. brasiliensis apresenta distribuição extensa nas áreas de Caatinga de Minas Gerais e Bahia, região intensamente transformada pela ocupação humana, expansão de atividades agropecuárias e ocorrência de queimadas. Apesar de fortes evidências de que a espécie esteja ameaçada, para se realizar uma avaliação de risco de extinção consistente são necessários dados populacionais quantitativos, indisponíveis no momento.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudoacanthocereus%20brasiliensis","Caatinga"],
    [1478,"CACTACEAE","Quiabentia zehntneri","(Britton & Rose) Britton & Rose","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição em uma área extensa (EOO maior que 20.000 km²) em habitats fragmentados (afloramentos de calcário isolados entre si), no entanto não apresenta ameaças incidentes.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quiabentia%20zehntneri","Caatinga"],
    [1479,"CACTACEAE","Rhipsalis baccifera subsp. hileiabaiana","N.P.Taylor & Barthlott","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição extensa em diferentes formações de floresta ombrófila na Bahia, área onde foi registrada uma degradação severa da vegetação (Taylor, Zappi, 2004). No entanto, não são conhecidos dados populacionais ou quais as taxas de declínio populacional causadas pela degradação apontada.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20baccifera%20subsp.%20hileiabaiana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1480,"CACTACEAE","Rhipsalis cereoides","(Backeb. & Voll) Backeb.","CR","B1ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis cereoides tem EOO de 86,01 km², e ocorre nos Inselbergs entre os municípios de Maricá e Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. Seu hábitat de ocorrência é severamente fragmentado devido à intensa urbanização, o que representa uma única situação de ameaça. Apesar de haver registro da espécie no Parque Estadual da Serra da Tiririca, no município de Niterói, é verificada a incidência de diversas ameaças como expansão urbana, mineração, queimadas, turismo desordenado e invasão de espécies exóticas.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20cereoides","Mata Atlântica"],
    [1481,"CACTACEAE","Rhipsalis crispata","(Haw.) Pfeiff.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de uma distribuição geográfica extensa, as subpopulações de R. crispata encontram-se em áreas com os menores percentuais de remanescentes de Mata Atlântica, ainda, não há conhecimento de dados populacionais, que são essenciais para se verificar um possível risco de extinção desta espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20crispata","Mata Atlântica"],
    [1482,"CACTACEAE","Rhipsalis dissimilis","(G.Lindb.) K.Schum.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuição geográfica extensa, R. dissimilis ocorre em uma região que vem sofrendo intensa transformação dos habitats naturais pela expansão agrícola. Dessa forma, são necessários dados locais das subpopulações para se averiguar um possível risco de extinção desta espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20dissimilis","Mata Atlântica"],
    [1483,"CACTACEAE","Rhipsalis elliptica","G.Lindb. ex K.Schum.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis elliptica apresenta ampla distribuição ao longo das diferentes formações vegetacionais da Mata Atlântica, sendo encontrada em pelo menos 10 unidades de conservação (SNUC) federais e estaduais. Além disso, dados populacionais mostram que a espécie tem ocorrência em 20% dos forófitos amostrados, percentual significativo na comunidade de epífitas.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20elliptica","Mata Atlântica"],
    [1484,"CACTACEAE","Rhipsalis floccosa","Salm-Dyck ex Pfeiff.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis floccosa apresenta ampla distribuição geográfica ao longo da Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, ocorrendo em diversas unidades de conservação (SNUC) federais e estaduais.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20floccosa","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1485,"CACTACEAE","Rhipsalis hoelleri","Barthlott & N.P.Taylor","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O táxon apresenta distribuição restrita a três áreas serranas do Espírito Santo, isoladas entre si e protegidas por unidades de conservação (SNUC). No entanto, é relatada uma crescente perda de habitat no Estado, sendo necessários dados populacionais para se averiguar a situação de risco de extinção da espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20hoelleri","Mata Atlântica"],
    [1486,"CACTACEAE","Rhipsalis oblonga","Loefgr.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis oblonga apresenta distribuição em áreas de Mata Atlântica do Sudeste do Brasil com elevadas taxas de desmatamento, em São Paulo, os remanescentes contabilizam apenas 8,3% do Estado e no Rio de Janeiro somam menos de 20%. Apesar de registros em unidades de conservação (SNUC), a especulação imobiliária e o desmatamento para extração de madeira têm exercido forte pressão sobre as subpopulações da espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20oblonga","Mata Atlântica"],
    [1487,"CACTACEAE","Rhipsalis pacheco-leonis","Loefgr.","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis pacheco-leonis é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, apresenta EOO de 2.372,87 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Tem estrutura populacional severamente fragmentada em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa. A principal ameaça que incidente sobre a espécie é a perda do hábitat, principalmente em função da urbanização e expansão de áreas agrícolas.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20pacheco-leonis","Mata Atlântica"],
    [1488,"CACTACEAE","Rhipsalis paradoxa","(Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm-Dyck","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis paradoxa apresenta distribuição ao longo de grande parte da Mata Atlântica, sendo encontrada na comunidades de epífitos vasculares. Apesar das ameaças reportadas no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul e do desconhecimento de dados populacionais completos, a espécie foi registrada em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, fato que assegura a sobrevivência da espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20paradoxa","Mata Atlântica"],
    [1489,"CACTACEAE","Rhipsalis paradoxa subsp. septentrionalis","N.P.Taylor & Barthlott","EN","B1ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=262,73 km²) em menos de cinco áreas remanescentes de Mata Atlântica na Região Nordeste e Sudeste, que se encontra severamente fragmentada. Ademais, foi verificado o agravante de a população se encontrar em declínio, visto que três subpopulações provavelmente já desapareceram.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20paradoxa%20subsp.%20septentrionalis","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1490,"CACTACEAE","Rhipsalis pilocarpa","Loefgr.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis pilocarpa apresenta distribuição extensa em fragmentos de floresta montana isolados entre si, que têm sido intensamente alterados, segundo Taylor (2002), as subpopulações encontram-se em declínio. Apesar de indicações diretas de risco de extinção, ainda são necessários dados populacionais quantitativos para se confirmar esta situação para a espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20pilocarpa","Mata Atlântica"],
    [1491,"CACTACEAE","Rhipsalis russellii","Britton & Rose","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O táxon apresenta distribuição extensa ao longo de diferentes ambientes florestais, campos de altitude e campos rupestres, sendo encontrada em pelo menos duas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Dados populacionais futuros poderão revelar se o impacto causado pelas ameaças é suficiente para levar a espécie à uma categoria de risco.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20russellii","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [1492,"CACTACEAE","Rhipsalis sulcata","F.A.C.Weber","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O táxon é conhecido apenas por coletas de plantas cultivadas, não se conhecendo a distribuição desta na natureza. Faz-se necessária uma investigação taxonômica para se conhecer os dados biológicos básicos deste.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20sulcata","Mata Atlântica"],
    [1493,"CACTACEAE","Schlumbergera kautskyi","(Horobin & McMillan) N.P.Taylor","EN","B1ab(v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição em ambiente severamente fragmentado, sendo restrita a dois Inselbergs no Estado do Espírito Santo (EOO=540,29 km²). É considerada rara e apresenta uma subpopulação em declínio em função do crescimento urbano, principal ameaça existente na região.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [1494,"CACTACEAE","Schlumbergera microsphaerica","(K.Schum.) Hoevel","VU","B1a+2ac(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil, e ocorre nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Apresenta EOO de 15.429,02 km² e ocorre em habitats severamente fragmentados. A incidência anual de incêndios no Parque Nacional do Itatiaia permite suspeitar de flutuações extremas do número de indivíduos maduros.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20microsphaerica","Mata Atlântica"],
    [1495,"CACTACEAE","Schlumbergera opuntioides","(Loefgr. & Dusén) D.R.Hunt","VU","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ocorrência limitada (EOO=5.552,79 km²) a um ambiente severamente fragmentado, representado por menos de 10 localidades na Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Apesar de o táxon estar protegido por unidades de conservação (SNUC), a vegetação de Campos de Altitude presente no topo dessas serras sofre um declínio contínuo da qualidade do hábitat, devido à pressão por diferentes ameaças: invasão de espécies exóticas, alta frequência de incêndios, mineração de granito-gnaisse e arenito, agricultura e expansão urbana.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20opuntioides","Mata Atlântica"],
    [1496,"CACTACEAE","Schlumbergera truncata","(Haw.) Moran","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Schlumbergera truncata é endêmica do Rio de Janeiro, sendo encontrada em duas unidades de conservação (SNUC) federais de proteção integral. Além disso, a ameaça registrada para a espécie é de séculos passados e atualmente as queimadas apontadas como ameaça principal não atingem todas as subpopulações.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20truncata","Mata Atlântica"],
    [1497,"CACTACEAE","Tacinga braunii","Esteves","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","As subpopulações de T. braunii são endêmica do Estado de MInas Gerais e encontram-se em declínio. A espécie apresenta EOO de 1.320,304 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. A principal ameaça incidente sobre as subpopulações da espécie é a mineração de Inselbergs de gnaisse-granito, que pode levar a uma taxa de declínio maior e transferir a espécie para uma categoria de risco de extinção mais acentuada.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20braunii","Caatinga"],
    [1498,"CACTACEAE","Tacinga funalis","Britton & Rose","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie distribui-se em áreas de Caatinga que estão sendo continuamente modificadas, acarretando uma intensa perda de habitat. No entanto, são necessários dados sobre o número de indivíduos, subpopulações e de declínio populacional para a aferição de categorias de risco de extinção para o táxon.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20funalis","Caatinga"],
    [1499,"CACTACEAE","Tacinga inamoena","(K.Schum.) N.P.Taylor & Stuppy","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui ampla distribuição na Caatinga, sendo encontrada em unidades de conservação (SNUC), no entanto, a expansão de atividades agrícolas e de pecuária nas áreas de Campos Rupestres e afloramentos rochosos indicam um possível declínio no número de indivíduos e subpopulações de T. inamoena. São necessários dados populacionais do táxon onde há uma maior severidade destas ameaças para se averiguar possíveis taxas de declínio e assim realizar uma melhor avaliação do risco de extinção.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20inamoena","Caatinga, Cerrado"],
    [1500,"CACTACEAE","Tacinga palmadora","(Britton & Rose) N.P.Taylor & Stuppy","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Tacinga palmadora apresenta distribuição em uma área extensa (EOO=497.425 km²) e dados fitossociológicos permitiram estimar que a população geral da espécie apresenta uma média de 129.441 e máximo de 261.305 indivíduos, considerando-se as atuais taxas de degradação do domínio da Caatinga (Castelleti et al., 2003). No entanto, a incidência de ameaças pontuais indica que avaliações regionais podem resultar em categorias de risco de extinção para esta espécie, por exemplo a região do Cariri paraibano (Barbosa et al., 2007).","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20palmadora","Caatinga"],
    [1501,"CACTACEAE","Tacinga saxatilis","(Ritter) N.P.Taylor & Stuppy","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição em área extensa (EOO= 90.744 km²) em formações vegetacionais do Cerrado e Caatinga, em que não há o apontamento de ameaças incidentes. Existe a possibilidade de mineração dos habitats desta espécie (Taylor, Zappi, 2004), o que futuramente pode levá-la ao risco de extinção.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20saxatilis","Caatinga, Cerrado"],
    [1502,"CACTACEAE","Tacinga saxatilis subsp. estevesii","(P.J.Braun) N.P.Taylor & Stuppy","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Existem poucas informações a respeito da distribuição e das subpopulações do táxon, não sendo possível realizar a avaliação de risco deste. Os dados existentes sugerem que a subespécie esteja em risco de extinção e que possa estar provavelmente extinta: é conhecida em apenas uma localidade, sendo coletado pela última vez em 1986, e Taylor, Zappi (2004) indicaram que a localidade poderia ser afetada por atividades de mineração de calcário.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20saxatilis%20subsp.%20estevesii","Caatinga, Cerrado"],
    [1503,"CACTACEAE","Tacinga werneri","(Eggli) N.P.Taylor & Stuppy","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição em uma área extensa da Caatinga, entretanto os habitats desta (inselbergues, afloramentos de gnaisse/granito e calcáreo) estão ameaçados por atividades de mineração na Bahia e segundo Taylor (2002) as subpopulações da espécie encontram-se em declínio, o que indica um possível risco de extinção. Desta forma, são necessários mais dados populacionais para uma avaliação robusta do risco de extinção.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20werneri","Caatinga"],
    [1504,"CACTACEAE","Uebelmannia buiningii","Donald","CR","B2ab(iii,v),C2a(i)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Serra de Itamarandiba, no Estado de Minas Gerais. É conhecida apenas por cinco subpopulações, que ocupam uma AOO de 4 km². Tais subpopulações apresentam um número total de indivíduos na natureza de algumas poucas dezenas e estão muito próximas umas das outras. Vêm sofrendo grande declínio populacional, devido à coleta por colecionadores particulares e/ou para fins comerciais. Além disso, foi verificada a perda e degradação do hábitat da espécie pela ocorrência de queimadas e pelo pisoteio pelo gado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20buiningii","Cerrado"],
    [1505,"CACTACEAE","Uebelmannia gummifera","(Backeb. & Voll) Buining","VU","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Uebelmannia gummifera é uma espécie de distribuição restrita, ocorrendo em ambiente de Campos Rupestres nas proximidades dos municípios de Penha da França, Rio Vermelho e Itamarandiba, no Estado de Minas Gerais. Apesar de haver registros de que algumas subpopulações apresentem um número grande ou mesmo muito grande de indivíduos, sua EOO é pequena totalizando somente 285,97 km². Não há registros de ocorrência em áreas protegidas, e a espécie se encontra sob pressão de ameaças de origem antrópica em três situações de ameaça, o que pode ser um perigo inferido de declínio da qualidade do hábitat, levando a espécie ao risco futuro de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20gummifera","Cerrado"],
    [1506,"CACTACEAE","Uebelmannia pectinifera","Buining","EN","C2a(i)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais, e tem crescimento lento e baixas taxas de recrutamento. Foram registradas em 2004, nove subpopulações restritas a uma EOO de 649,8 km². Estas vêm sofrendo um declínio considerável, e atualmente apresentam de algumas dezenas a poucas centenas de indivíduos, sendo o tamanho populacional total inferior a 2.500 indivíduos maduros. Este é o valor limite definido para a categorização resultante. Dentre as ameaças identificadas como responsáveis por esse declínio, atualmente as principais são: coleta comercial por colecionadores, extração de plantas para uso como alimento e remédio pela população local, degradação dos campos rupestres por atividades de mineração, invasão por espécies exóticas, ocorrência de incêndios e expansão urbana.","2012-09-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20pectinifera","Cerrado"],
    [1507,"CALYCERACEAE","Acicarpha tribuloides","Juss.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. tribuloides é uma erva com distribuição em São Paulo e sul do Brasil. Habita nas áreas úmidas de áreas florestais e formação campestres. As subpopulações conhecidas estimam EOO superior à 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acicarpha%20tribuloides","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1508,"CALYCERACEAE","Boopis bupleuroides","(Less.) C.A. Muell","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Boopis bupleuroides habita Campos Brejosos ao longo de trecho da Mata Atlântica que se estende de São Paulo ao Rio Grande do Sul, em municípios que tiveram uma perda de hábitat original de aproximadamente 50% devido às seguintes ameaças: especulação imobiliária, mineração, extrativismo vegetal clandestino, lixões e poluição. Com AOO estimada inferior a 500 km² e ocorrendo de forma fragmentada, a espécie está \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Boopis%20bupleuroides","Mata Atlântica"],
    [1509,"CALYCERACEAE","Boopis itatiaiae","Dusén","EN","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Boopis itatiaiae distribui-se nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo provavelmente endêmica da região do Planalto de Itatiaia, na Serra da Mantiqueira. Tem AOO menor que 500 km² e subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, nas quais, foi verificada a perda de hábitat pela incidência de incêndios e ocupação humana desordenada.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Boopis%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [1510,"CAMPANULACEAE","Lobelia anceps","L.f.","EN","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem distribuição restrita (AOO=52 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Ocorre em áreas fortemente antropizadas como os municípios de Itanhaém e Praia Grande, no Estado de São Paulo. As principais ameaças à espécie são a expansão imobiliária, a transformação da vegetação em campos agropastoris e o declínio da qualidade do hábitat. É possível suspeitar que algumas das subpopulações tenham se extinguido por apresentarem coletas antigas em locais em que hoje não há vegetação.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20anceps","Mata Atlântica"],
    [1511,"CAMPANULACEAE","Lobelia hederacea","Cham.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição, no entanto ocorre em campo de várzea, restinga e áreas antropizadas. Recomeda-se estudos mais aprofundados sobre o estado de conservação das subpopulações da espécie para que uma nova avaliação do risco de extinção possa ser realizada.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20hederacea","Mata Atlântica"],
    [1512,"CAMPANULACEAE","Lobelia hilaireana","(Kanitz) E.Wimm.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estado de Minas Gerais e Espírito Santo (EOO=1.957,71 km²) e, apesar de ocorrer em unidade de conservação (SNUC), está sujeita a duas situações de ameaça. Suas regiões de ocorrência sofrem com a transformação da vegetação em áreas para agricultura e pastagem. Devido ao endemismo restrito da espécie e às ameaças incidentes, recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado das subpopulações.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20hilaireana","Mata Atlântica"],
    [1513,"CAMPANULACEAE","Lobelia langeana","Dusén","EN","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem distribuição restrita (AOO=76 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apresenta coletas antigas em locais onde hoje não há mais vegetação, podendo ter perdido muitas subpopulações. As principais ameaças à espécie são o declínio da qualidade do hábitat e a transformação da vegetação em áreas para agricultura e pastagem.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20langeana","Mata Atlântica"],
    [1514,"CAMPANULACEAE","Lobelia nummularioides","Cham.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20nummularioides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1515,"CAMPANULACEAE","Lobelia santos-limae","Brade","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do município de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro. Tem EOO menor que 100 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat proveniente da antropização das suas regiões de ocorrência. Estudos populacionais são recomendados a fim de verificar o estado de conservação de suas subpopulações.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20santos-limae","Mata Atlântica"],
    [1516,"CAMPANULACEAE","Lobelia xalapensis","Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20xalapensis","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [1517,"CAMPANULACEAE","Siphocampylus corymbiferus","Pohl","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Siphocampyluscorymbiferus caracteriza-se por subarbustos, de até 1 m de altura, terrícolas. Nãoendêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, onde ocorre emcampos úmidos e campos de altitude. Apresenta escassos registros de coletasrecentes. Apesar de Protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros(GO), encontra-se constantemente sob a ameaça de queimadas que acometem aregião, além da supressão de seus habitats de ocorrência, intensamenteantropizados, e em particular a vegetação remanescente de Mata Atlântica encontra-seisolada em arquipélagos de fragmentos florestais, havendo menos de 5% decobertura original, já no Cerrado as principais ameaças à espécie são adegradação do solo e dos ecossistemas nativos, além da formação de pastagensque implicam em queimadas e conseqüentemente a introdução de espécies exóticas (Andropogongayanus, Brachiaria brizantha, Brachiaria decumbens, Hyparrhenuarufa, Melinis minutiflora).  Énecessário o investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar da existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidadepopulacional, sua proteção, e sua manutenção na natureza, sendo necessário umaestratégia de conservação adequada, para que em um futuro próximo a espécie nãoseja incluída em alguma categoria de ameaça.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20corymbiferus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1518,"CAMPANULACEAE","Siphocampylus lycioides","(Cham.) G.Don","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Siphocampyluslycioides caracteriza-se por subarbustos de até 50 cmde altura. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Goiás, Distrito Federal,São Paulo e Paraná. Encontrada nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, desenvolve-seem formações campestres, preferencialmente em locais úmidos, entre 800-1200 m dealtitude. Espécie bem representada em coleções científicas, porém apresentaescassos registros recentes. Apesar de protegida pelo Parque Estadual doGuartelá, Parque Estadual de Vila Velha e Parque Estadual dos Pirineus,encontra-se sob constante ameaça, na região do Cerrado devido à degradação dosolo e de seus ecossistemas nativos, atividades agropecuárias e queimadas, e aintensa antropização e supressão dos habitats originais de Mata Atlântica. É necessário oinvestimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar daexistência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional,sua proteção, e sua manutenção na natureza, sendo necessário uma estratégia deconservação adequada, para que em um futuro próximo a espécie não seja incluídaem alguma categoria de ameaça.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20lycioides","Cerrado"],
    [1519,"CAMPANULACEAE","Siphocampylus verticillatus","(Cham.) G.Don","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Siphocampylus verticillatus conhecida popularmente por \"Jaratataca\"e \"Coral\", caracteriza-se por ervas, de até 2 m de altura, terrícolas e/ouaquáticas. Não endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde éencontrada em terreno brejoso. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de 1.325.371,812 km².Protegida pelo Parque Estadual de Vila Velha, Parque Nacional do Itatiaia eParque Nacional do Itaimbézinho. Sua distribuiçãodisjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levará a categoriasde ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20verticillatus","Mata Atlântica"],
    [1520,"CANNABACEAE","Celtis ehrenbergiana","(Klotzsch) Liebm.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie muito ampla (EOO 1.727.293,578km²), ocorre em quase todo o Brasil e em países limítrofes, à excessão da Região Norte. Apesar de não ter registro em UC, é bem representada em muitas áreas brasileiras.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Celtis%20ehrenbergiana","Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [1521,"CARICACEAE","Jacaratia spinosa","(Aubl.) A.DC.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaratia spinosa conhecida popularmente por \"Jacaratiá\" e \"Mamão-do-mato\", caracteriza-sepor árvores, terrícolas, perenifólias, dióicas, apresenta síndrome depolinização fanelofílica e dispersão zoocórica. Não endêmica do Brasil. Ocorrenos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, neste último em florestaestacional semidecidual. Apresenta EOO de 6.167.073,163 km². Amplamentedistribuída em território nacional. Protegida por diversas unidades deConservação (SNUC). Apesar de seus frutos serem utilizados para fins alimentares, e possuirampla distribuição na Mata Atlântica, bioma intensamente antropizado, não hánenhuma ameaça direta que a coloque em alguma categoria de ameaça. Suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-02-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaratia%20spinosa","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1522,"CARYOCARACEAE","Caryocar brasiliense","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Embora tenha uso na alimentação da população sertaneja e madeira com potencial econômico, C. brasiliense é bem conhecida e apresenta ampla distribuição pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20brasiliense","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1523,"CARYOCARACEAE","Caryocar coriaceum","Wittm.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. coriaceum tem ampla distribuição pelo Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, ao longo dosbiomas Caatinga e Cerrado. A espécie esta protegida pelo Geoparque Chapada do Araripe e apresenta EOO calculada bastante superior a 20.000 Km².","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20coriaceum","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [1524,"CARYOCARACEAE","Caryocar edule","Casar.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. edule apresenta ampla distribuição geográfica, ocorrendo em florestas ombrófila densae semidecidual, da Bahia ao Rio de Janeiro e ao oeste até Goiás. A espécie ainda apresenta muitos registros botânicos em áreas protegidas. Assim, C. edule esta categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20edule","Mata Atlântica"],
    [1525,"CELASTRACEAE","Elachyptera coriacea","Lombardi","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Elachyptera coriaceae caracteriza-se por lianas, terrícolas. Endêmica do Estado da Bahia, ocorre no bioma Caatinga, em fragmentos de Matas de Cipó, na região da Chapada Diamantina, onde sofre constante ameaça dos constantes incêndios que acometem a região. Conhecida apenas pelo isótipo, coletado em 1987. Trata-se de uma espécie pouco estudada e com ausência de dados que possam nortear uma avaliação de risco confiável.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20coriacea","Caatinga"],
    [1526,"CELASTRACEAE","Elachyptera festiva","(Miers) A.C.Sm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Elachyptera festiva caracteriza-se por lianas. Amplamente distribuída no Brasil, ocorre nos Estados do Acre, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, abrangendo três biomas, Amazônia, Caatinga e Mata Atlântica. Apresenta um EOO de 522.484,858 km².  Espécie não ameaçada no contexto nacional, porém sua distribuição disjunta e pontual entre os Estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20festiva","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1527,"CELASTRACEAE","Elachyptera micrantha","(Cambess.) A.C.Sm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Elachyptera micrantha caracteriza-se por lianas. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Restrita ao bioma Mata Atlântica. Apresenta EOO de 138.722,062 km².  Espécie não ameaçada no contexto nacional,  porém sua distribuição disjunta e pontual entre os Estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20micrantha","Mata Atlântica"],
    [1528,"CELASTRACEAE","Maytenus acanthophylla","Reissek","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus acanthophylla caracteriza-se por arbustos ou árvores. Ocorre nos Estados da Bahia e Minas Gerais, e é encontrada na Caatinga e no Cerrado, em matas de solo areno-argiloso, entre 400 e 800 m de altitude. É conhecida por apenas uma coleta em Minas Gerais, mas na Bahia é abundantemente coletada, havendo um número significativo de coleções registradas, além de coletas recentes. Apesar de protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, as subpopulações estão bastante fragmentadas pela expansão de núcleos populacionais, lavoura e pecuária. Por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20acanthophylla","Caatinga, Cerrado"],
    [1529,"CELASTRACEAE","Maytenus aquifolia","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus aquifolia caracteriza-se por arbustos ou árvores. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída na região sudeste e sul. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em Floresta Estacional Semidecidual, em Floresta Ciliar, Floresta de Galeria e sobre Afloramentos Rochosos. Apresenta EOO de 762.360,167 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Apesar de utilizada medicinalmente, não há uma ameaça direta à espécie, estando incluída no banco ativo de germoplasma (BAG) da Embrapa Clima Temperado desde 2002. Espécie não ameaçada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20aquifolia","Mata Atlântica"],
    [1530,"CELASTRACEAE","Maytenus basidentata","Reissek","CR","B2ab(iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus basidentata caracteriza-se por arbustos ou arvoretas endêmicas da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, exclusiva das matas do Corcovado, região protegida pelo Parque Nacional da Tijuca, porém com atividade turística intensa, além de estar constantemente sujeita à interferência antrópica. Apresenta escassas coleções, não tendo sido recoletada desde 1943. Tem AOO de 4 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20basidentata","Mata Atlântica"],
    [1531,"CELASTRACEAE","Maytenus boaria","Molina","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus boaria caracteriza-se por arbustos ou árvores. Não endêmica do Brasil. Ocorre do Estado do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Restrita do bioma Mata Atlântica. Amplamente distribuída, apresenta EOO de 116.429,564 km². Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Nacional do Itatiaia e Parque Estadual do Campos do Jordão, sofre constante exploração devido ao uso medicinal de suas folhas, a extração de óleo comestível de suas sementes, e principalmente, pela utilização em carpintaria por possuir madeira de alto valor. Por apresentar um número reduzido de registros em coleções científicas, e a ausência de estudos populacionais, torna-se necessário o investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20boaria","Mata Atlântica"],
    [1532,"CELASTRACEAE","Maytenus brasiliensis","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus brasiliensis caracteriza-se por arbustos ou árvores. Amplamente distribuída nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em florestas semidecíduas e ombrófilas densas, habitando em regiões de mata litorânea. Apresenta EOO de 295.219,26 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas, inclusive com registros de coleções recentes. Há estudos populacionais ressaltando a ocorrência de consideráveis subpopulações em áreas protegidas. Apesar da intensa supressão e fragmentação de seus habitats, não se encontra ameaçada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [1533,"CELASTRACEAE","Maytenus comocladiaeformis","Reissek","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus comocladiaeformis está representada até o momento pela coleção-tipo, onde as informações sobre a ocorrência da espécie são bastante incompletas e, por uma coleta de 1950, cuja procedência também é imprecisa. Nesta ultima, a etiqueta original não faz referência ao Estado e nem ao município onde foi realizada a coleta. Entretanto, a etiqueta do herbário indica o Estado de Minas Gerais, gerando informações duvidosas e imprecisas, sendo necessário o investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20comocladiaeformis","Mata Atlântica"],
    [1534,"CELASTRACEAE","Maytenus floribunda","Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus floribunda caracteriza-se por arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Apresenta EOO de 3.234.404,824 km². Abundante e amplamente distribuída nas regiões Centro-oeste, Norte e Sudeste. Há estudos indicando a ocorrência do aumento de indivíduos em subpopulações. Protegida por unidades de conservação (SNUC). Não ameaçada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20floribunda","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1535,"CELASTRACEAE","Maytenus glaucescens","Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus glaucescens caracteriza-se por arbustos ou árvores. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Sul. Restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorre em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Mista, habita no sub-bosque de matas de encosta, e campos de altitude, em ampla faixa altitudinal entre 500-1.600 m de altitude. Apresenta EOO de 233.062,24 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Bem representada em coleções científicas. Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais, porém não ameaçada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20glaucescens","Mata Atlântica"],
    [1536,"CELASTRACEAE","Maytenus ilicifolia","Mart. ex Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus ilicifolia caracteriza-se por subarbustos a árvores. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Campos Sulinos, principalmente em florestas ombrófila mista e estacional semidecidual, nos capões e margens de rios das estepes, especialmente em áreas de influência fluvial. Encontrada predominantemente na região Sul, sendo pouco abundante em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 1.103.997,13 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Apresenta potencial medicinal, porém não está sob alguma ameaça direta. Bem representada em coleções científicas. Não ameaçada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20ilicifolia","Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1537,"CELASTRACEAE","Maytenus quadrangulata","(Schrad.) Loes.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus quadrangulata caracteriza-se por arbustos ou árvores e é endêmica do Brasil. Restrita aos biomas Caatinga e Mata Atlântica, desenvolve-se em Caatinga (stricto sensu), Floresta Ciliar e/ou de Galeria e Floresta Estacional Semidecidual, em altitudes que variam de 200 a 400 m. Apesar de ocorrer nos Estados da Bahia e do Espírito Santo, existem apenas coleções na região do recôncavo baiano, área muito castigada pelo desenvolvimento de monoculturas e pastagens. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, e tem AOO estimada em 56 km². Foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20quadrangulata","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1538,"CELASTRACEAE","Maytenus radlkoferiana","Loes.","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus radlkoferiana caracteriza-se por árvores. Endêmica do Brasil. Conhecida apenas pela coleção tipo, onde não se tem registro da procedência e uma única coleta mais recente no Estado de Minas Gerais, na região da Serra do Espinhaço, porém, sem município determinado. É necessário o investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20radlkoferiana",""],
    [1539,"CELASTRACEAE","Maytenus robusta","Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus robusta caracteriza-se por arbustos ou árvores, terrícolas. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia. Espécie com grande amplitude ecológica, amplamente distribuída e bem representada nos locais onde ocorre. Apresenta EOO de 3.717.132,35 km². Apesar de utilizada com finalidade medicinal e possuir potencial ornamental, não está ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20robusta","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Amazônia"],
    [1540,"CELASTRACEAE","Maytenus rupestris","Pirani & Carv.-Okano","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus rupestris caracteriza-se por arbustos endêmicos do Cerrado, sendo restrita à Serra do Cipó, região da Cadeia do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais. Apesar de sua distribuição restrita e pontual, é localmente abundante, e ainda ocorre em áreas perturbadas. É encontrada em vegetação aberta entre rochas de arenito, laterais de rios e barrancos, e próximo a Florestas Ripárias. Está sujeita à constante ameaça da especulação imobiliária, do turismo desordenado e do desmatamento para carvoaria e mineração. É pouco representada em coleções científicas, havendo apenas uma coleta na última década. Por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça e apresentar AOO estimado em 16 km², foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20rupestris","Cerrado"],
    [1541,"CELASTRACEAE","Peritassa longifolia","Lombardi","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Peritassa longifolia é uma espécie recentemente descrita. Caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica, de ocorrência restrita ao município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo, sendo encontrada a aproximadamente 700 m de altitude. É protegida pela Reserva Biológica Augusto Ruschi, uma das maiores áreas intactas dentre os fragmentos do Estado, mas ainda carece de estudos populacionais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem AOO estimada em 4 km². Foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peritassa%20longifolia","Mata Atlântica"],
    [1542,"CELASTRACEAE","Peritassa sadleri","Lombardi","CR","B1ab(iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Peritassa sadleri caracteriza-se por arvoretas endêmicas da Mata Atlântica, onde se desenvolve em Florestas Ombrófilas, entre 700 e 800 m de altitude. Segundo Forzza et al. (2012), ocorre nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, porém, há apenas coleções de herbário no município de Itarana (ES), região afetada por pequenas propriedades com plantações antigas de café e pastagens. Pouco representada em coleções científicas, apresenta EOO de 30,92 km², e está sujeita a uma situação de ameaça, sendo avaliada como \"Criticamente em perigo\"(CR).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peritassa%20sadleri","Mata Atlântica"],
    [1543,"CELASTRACEAE","Salacia arborea","(Schrank) Peyr.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Salacia arborea caracteriza-se por arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de 540.603,387 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Não apresenta nenhum potencial econômico.  Bem representada em coleções científicas. Não está ameaçada no âmbito nacional, porém, devido a sua distribuição disjunta e pontual possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salacia%20arborea","Mata Atlântica"],
    [1544,"CELASTRACEAE","Salacia mosenii","A.C.Sm.","CR","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Salacia mosenii caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica. Ocorre no Estado de São Paulo, restrita ao município de Ubatuba, onde é protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar. A região de ocorrência da espécie sofre constantes impactos da ocupação imobiliária desordenada, agropecuária, turismo e despejo de lixo. Pouco representada em coleções científicas, teve sua última coleta em 1996. A espécie carece de estudos populacionais. Por apresentar EOO inferior a 100 km² e AOO inferior a 10 km², e ainda, estar sujeita a apenas uma situação de ameaça, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salacia%20mosenii","Mata Atlântica"],
    [1545,"CELASTRACEAE","Tontelea lanceolata","(Miers) A.C.Sm.","EN","B2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tontelea lanceolata caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica. Ocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, chegando até o Rio Grande do Sul. Apesar de sua ampla distribuição, essa espécie é pouco representada em coleções científicas, tendo sido coletada pela última vez em Minas Gerais, no ano de 2002. No Parque Nacional da Tijuca, encontra-se sob constante ameaça devido à ocupação imobiliária irregular, invasão de espécies exóticas, queimadas, desestabilização de encostas e ao turismo desordenado. Não há estudos populacionais sobre a espécie, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações. Apresenta AOO de 24 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça, sendo avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20lanceolata","Mata Atlântica"],
    [1546,"CELASTRACEAE","Tontelea leptophylla","A.C.Sm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tontelea leptophylla caracteriza-se por lianas. Endêmica do Brasil. Distribui-se pelos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em floresta ombrófila densa e Savana. Apresenta EOO de 62.375,8 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC), Parque Estadual do Rio Doce, Estação Biológica de Caratinga e Reserva Ecológica de Macaé de Cima.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20leptophylla","Mata Atlântica"],
    [1547,"CELASTRACEAE","Tontelea martiana","(Miers) A.C.Sm.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tontelea martiana caracteriza-se por lianas endêmicas da Mata Atlântica. Distribui-se nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Pouco representada em coleções científicas, não é coletada há 12 anos. No município de Santa Teresa (ES), encontra-se sujeita ao desenvolvimento de atividades agriculturais e da expansão urbana. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC) como o Parque Estadual da Serra do Mar e a Estação Biológica de Santa Lúcia, estudos populacionais são escassos, havendo a necessidade de investimento em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações. Apresenta AOO de 28 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20martiana","Mata Atlântica"],
    [1548,"CEPHALOZIACEAE","Cephalozia crassifolia","(Lindenb. & Gottsche) Fulford","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil, e no país ocorre nos Estados das regiões Nordeste (Bahia), Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul). Além disso, suspeita-se de baixo esforço de coleta para outros Estados brasileiros.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cephalozia%20crassifolia","Mata Atlântica"],
    [1549,"CEPHALOZIELLACEAE","Cylindrocolea rhizantha","(Mont.) R.M.Schust.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre nos Estados das regiões Norte (Acre), Nordeste (Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Goiás) e Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cylindrocolea%20rhizantha","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1550,"CERATOPHYLLACEAE","Ceratophyllum submersum","L.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ceratophyllumsubmersum caracteriza-se por ervas aquáticas, de 17-28,5 cm de comprimento, monóicas.Não endêmica do Brasil, ocorre nos estados do Amazonas, Mato Grosso do Sul,Bahia e Rio Grande do Norte. Encontrada na Amazônia, Pantanal e Caatinga.Apresenta distribuição pontual e disjunta, suas coletas são raras, porém,provavelmente mais pela falta de esforços de coleta nos ambientes aquáticos continentaisdo que por sua raridade. Encontra-se ameaçada pela antropização e intensa degradaçãodos ecossistemas aquáticos. É necessário o investimento em pesquisa científicae esforços de coleta a fim de certificar da existência de novas subpopulações,considerando sua viabilidade populacional, sua proteção, e sua manutenção nanatureza, sendo necessário uma estratégia de conservação adequada, para que emum futuro próximo a espécie não seja incluída em alguma categoria de ameaça.","2012-12-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceratophyllum%20submersum","Amazônia, Pantanal, Caatinga"],
    [1551,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia belemii","Prance","VU","B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espécie tem distribuição ao longo da costa dos Estados da Bahia e Espírito Santo. Os registros botânicos mostram a ocorrência tanto em áreas protegidas (SNUC) como fora delas. A EOO estimada é de 12.919,16 km², colocando a espécie na categoria \"Vulnerável\" (VU). A região costeira é ameaçada pela perda de hábitat, resultado do longo histórico de atividades agrícolas e crescimento urbano nas cidades que gerou intensa especulação imobiliária em torno dos remanescentes de Mata Atlântica. Assim, as subpopulações conhecidas estão sujeitas a pelo menos quatro situações de ameaças e o hábitat da espécie apresenta contínuo declínio de qualidade.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20belemii","Mata Atlântica"],
    [1552,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia carautae","Prance","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia carautae é uma espécie arbórea usada como dormente na construção e manutenção de ferrovias, de forma que os indivíduos maduros são adequados para serem explorados. Os poucos registros botânicos se referem a duas áreas protegidas (SNUC): a Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce, no Estado do Espírito Santo, local ameaçado pelo crescimento urbano e pela presença de espécies arbóreas exóticas, e o Parque Estadual do Desengano, no Rio de Janeiro, no município de Santa Maria Madalena, local com longo histórico de ocupação. A espécie apresenta AOO de 12 km² e EOO inferior a 5.000 km², estando sujeita a duas situações de ameaça. Ocorre em locais com contínuo declínio da EOO, perda da qualidade do hábitat e declínio do número de indivíduos maduros.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20carautae","Mata Atlântica"],
    [1553,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia joaquinae","Prance","CR","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia joaquinae é uma espécie arbórea conhecida somente para o Estado do Amapá, em área protegida composta por Floresta de Terra Firme, com AOO de 8 km². O material botânico foi determinado por Prance em sua monografia e aceito em estudos posteriores tendo, portanto, a taxonomia bem definida. Porém, pouco se sabe sobre os aspectos ecológicos da espécie. A localidade das coletas é ameaçada pelo cultivo da mandioca e pela atividade mineradora, configurando-se assim uma situação de ameaça para a espécie. As ameaças incidentes ocorreram no passado recente, mas anterior às datas das coletas (década de 80), de modo que é possível inferir que houve perda de subpopulações em torno da área protegida e que o desmatamento alterou a qualidade do hábitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20joaquinae","Amazônia"],
    [1554,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia leitaofilhoi","Prance","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espécie é endêmica do município de Picinguaba, região costeira do Estado de São Paulo. Embora esteja protegida por uma unidade de conservação integral (SNUC) e a Serra do Mar seja um dos maiores remanescentes preservados do Estado, principalmente pela alta declividade do terreno, essa área está sujeita a um conjunto de ameaças decorrentes do crescimento da população urbana. A espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU) por ter a população restrita à região da Serra do Mar e estar sujeira a uma situação de ameaça.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20leitaofilhoi","Mata Atlântica"],
    [1555,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia meridionalis","Prance","CR","B2ab(ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia meridionalis apresenta um único registro (material-tipo) para o município de Santos, Estado de São Paulo, sendo taxonomicamente bem definida e aceita em vários estudos. A espécie ocorre na floresta de Mata Atlântica contínua da Serra do Mar, porém, o histórico de ocupação humana tornou o município de Santos muito populoso, restando de suas áreas nativas apenas 61%. Assim, suspeita-se que a estimativa da AOO de 4 km² advenha do declínio da qualidade do hábitat decorrente da urbanização de Santos. Ademais, considerando que o material botânico foi coletado por Mosén, um botânico que atuou intensamente nos anos 1800, e que desde então não houve outras coletas, suspeita-se que C. meridionalis esteja extinta.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20meridionalis","Mata Atlântica"],
    [1556,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia monteclarensis","Prance","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. monteclarensis é uma arbórea com distribuição entre os Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Provavelmente também ocorre no Estado de São Paulo, visto que a margem de distribuição esta na divisa deste Estado com o Rio de Janeiro, na densa formação florestal da Serra do Mar. Possui EOO estimada cerca de 188.000 km², colocando a espécie na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20monteclarensis","Mata Atlântica"],
    [1557,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia schottii","Fritsch","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia schottii é uma espécie arbórea intolerante ao sombreamento. Ocorre em vegetação de Restinga, desde o Estado da Bahia até o Rio de Janeiro. A Restinga é uma fitofisionomia bastante frágil. Raramente há arbóreas de grande porte como C. schottii. A vulnerabilidade da Restinga é aumentada pela intensa atividade agrícola e especulação imobiliária na costa brasileira, o que vêm reduzindo os remanescentes florestais a pequenos fragmentos. Parte dos registros botânicos está em área protegida (SNUC), mas o restante é ameaçado pela perda da qualidade do hábitat. O somatório dos registros perfazem AOO de 76 km².","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20schottii","Mata Atlântica"],
    [1558,"CHRYSOBALANACEAE","Exellodendron gardneri","(Hook.f.) Prance","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","E. gardneri é um arbusto terrestre com ampla distribuição pelo Cerrado brasileiro e parte dos biomas Caatinga e Amazônia. Ocorre em formações vegetais de campo e floresta arbustiva e arbórea, os quais são representados amplamente pelos biomas citados, garantindo EOO bastante superior a 20.000 km².","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Exellodendron%20gardneri","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [1559,"CHRYSOBALANACEAE","Exellodendron gracile","(Kuhlm.) Prance","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Exellodendron gracile é endêmica do Estado do Espírito Santo, com distribuição restrita às margens do Rio Doce. Os registros botânicos indicam a ocorrência da espécie somente em área protegida (SNUC), porém cercada por intensa atividade antrópica e pela presença de espécies invasoras, fatores que diminuem a qualidade do hábitat e configuram menos de cinco situações de ameaça.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Exellodendron%20gracile","Mata Atlântica"],
    [1560,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella insignis","Briq. ex Prance","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Hirtella insignis ocorre nos remanescentes florestais do litoral brasileiro, locais com histórico de ocupação humana e intensa atividade agrícola de monoculturas. A AOO foi estimada em 72 km². Parte das coletas foi realizada fora de unidades de conservação. Assim, o cenário da espécie configura mais de 50% da população em hábitats severamente fragmentados, com redução das subpopulações, declínio da EOO, AOO e da qualidade do hábitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20insignis","Mata Atlântica"],
    [1561,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella parviunguis","Prance","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Hirtella parviunguis é uma espécie arbórea endêmica do Estado do Espírito Santo. Foi coletada em localidade inserida no sistema de plantio agroflorestal tipo cabruca, que suprime parte dos extratos médio e superior de formações florestais. A estimativa da AOO é inferior a 10 km², e permite identificar apenas uma situação de ameaça. Embora o sistema tipo cabruca cause menos impacto que outros sistemas, há um estudo que mostra que, nas áreas assim cultivadas houve declínio da riqueza de espécies, diminuindo a qualidade do hábitat. Considerando a existência de um único registro (material-tipo de 1971), possivelmente H. parviunguis já está extinta.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20parviunguis","Mata Atlântica"],
    [1562,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella racemosa","Lam.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição pelos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Existem diversos registros botânicos aceitos que estimam EOO bastante superior a 20.000 km².","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20racemosa","Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado"],
    [1563,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella santosii","Prance","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Hirtella santosii é endêmica do Brasil e provavelmente restrita ao Estado da Bahia. As subpopulações ocorrem em baixa densidade e têm EOO de aproximadamente 1.200 km² e AOO de 16 km², categorizando a espécie como \"Em perigo\" (EN). Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça em locais com perda de hábitat pelas atividades humanas de corte raso e agropecuária. Embora parte dos registros tenha sido feita em áreas protegidas (SNUC), as partes intactas estão restritas às encostas íngremes ou áreas de alta declividade do terreno, de modo que as subpopulações no entorno permanecem ameaçadas, com contínuo declínio da AOO, EOO e qualidade do hábitat.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20santosii","Mata Atlântica"],
    [1564,"CHRYSOBALANACEAE","Licania anneae","Prance","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. anneae tem apenas um registro botânico de 1977 (material tipo), o qual não apresenta dados populacionais e ecológicos suficientes para avaliar o risco de extinção.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20anneae","Amazônia"],
    [1565,"CHRYSOBALANACEAE","Licania aracaensis","Prance","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. aracaensis ocorre nas montanhas areníticas da Região amazônica, acima de 1000 m. Foram encontrados cinco registros desde 1975 que mostram razoável conhecimento ecológico sobre a espécie. Considerando que, os registros são em locais com difícil acesso, ao Norte do Rio Negro são encontradas diversas formações vegetais sob montanhas areníticas pertencentes ao escudo guianense, e não há ameaças para a localidade, é possível inferir a ocorrência da espécie em outras localidades ainda não estudadas e, por tanto, L. aracaensis não está ameaçado de extinção.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20aracaensis","Amazônia"],
    [1566,"CHRYSOBALANACEAE","Licania arianeae","Prance","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Licania arianeae ocorre nas Matas de Tabuleiro e Restinga ao longo da costa dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tais formações vegetais apresentam um histórico de ocupação humana e uso do solo destinado à agricultura que reduziu bastante os tipos florestais que a espécie pode ocupar. Parte das coletas foi feita em remanescentes protegidos pela Reserva Natural Companhia Vale do Rio Doce, que, unida à Reserva Biológica de Sooretama forma um grande fragmento de Mata Atlântica contínuo. O somatório das subpopulações conhecidas totaliza 24 km² de AOO, colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça. Considerando que as ameaças identificadas reduziram a EOO, AOO e qualidade do hábitat, é possível inferir que houve redução do número de subpopulações, principalmente nas áreas não protegidas.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20arianeae","Mata Atlântica"],
    [1567,"CHRYSOBALANACEAE","Licania belemii","Prance","EN","B2b(ii,iv,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Licania belemii ocorre na Bahia e no Espírito Santo, dois Estados do litoral brasileiro que passaram por ciclos econômicos de monocultura (principalmente o café e cacau) e hoje estão em plena expansão urbana. Assim, parte das subpopulações encontradas estão restritas aos fragmentos florestais costeiros, como a Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra Bonita e Reserva Florestal Companhia Vale do Rio Doce. A espécie ocorre em baixa densidade e apresenta AOO estimada em 40 km², colocando-a na categoria \"Em perigo\" (EN). A probabilidade de extinção é aumentada devido ao potencial uso da madeira para a construção civil, submetendo as subpopulações ao declínio dos indivíduos maduros.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20belemii","Mata Atlântica"],
    [1568,"CHRYSOBALANACEAE","Licania bellingtonii","Prance","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. bellingtonii é uma arbórea conhecida para a Região Amazônica (Rondônia e Amazonas). Além de haver poucos dados biológicos, as informações disponíveis não apresentam dados populacionais e ecológicos suficientes para avaliar o risco de extinção.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20bellingtonii","Amazônia"],
    [1569,"CHRYSOBALANACEAE","Licania conferruminata","Prance","CR","B2ab(i,ii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Licania conferruminata tem apenas uma coleta datada de 1987. A espécie apresenta AOO menor que 10 km², categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). No município de Ji-paraná, no Estado de Rondônia, a localidade da coleta botânica, foi estimada uma taxa de desmatamento de aproximadamente 34%, causada principalmente pelo modelo de uso da terra que inclui o corte e a queima das florestas para extração de madeira, lavoura de subsistência, pecuária extensiva e outras atividades. Assim, foi identificada uma situação de ameaça, que causa contínuo declínio da EOO, AOO e consequente redução das subpopulações.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20conferruminata","Amazônia"],
    [1570,"CHRYSOBALANACEAE","Licania gardneri","(Hook.f.) Fritsch","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição pelos biomas Amazônia e Cerrado. Existem diversos registros botânicos aceitos que estimam EOO bastante superior a 20.000 km².","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20gardneri","Amazônia, Cerrado"],
    [1571,"CHRYSOBALANACEAE","Licania indurata","Pilg.","EN","B2ab(i,ii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espécie tem distribuição disjunta entre as montanhas da Serra do Mar e a várzea do Estado de Mato Grosso. Ambos os locais estão intensamente ameaçados pela atividade agropecuária, sendo que, ao sudeste, acrescenta-se a expansão da área urbana. Somados, os registros da espécie perfazem AOO","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20indurata","Mata Atlântica"],
    [1572,"CHRYSOBALANACEAE","Parinari brasiliensis","(Schott) Hook.f.","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Parinari brasiliensis está ameaçada pela poluição advinda de centros urbanos, no Estado do Rio de Janeiro, pela perda de hábitat por atividade agrícola, em São Paulo, e mineradora, em Minas Gerais. A espécie tem AOO estimada em 16 km², sendo avaliada como \"Em perigo\" (EN). Os registros mostram quatro situações de ameaça em locais com contínuo declínio da AOO, EOO e qualidade do hábitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parinari%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [1573,"CISTACEAE","Helianthemum brasiliense","(Lam.) Pers.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Helianthemun brasiliense tem AOO menor que 500 km² e suas subpopulações foram encontradas em menos de cinco situações de ameaça. A espécie ocorre em hábitats campestres e em elevada altitude, sendo ameaçada pela incidência de atividades agropastoris, invasão de espécies exóticas e potencial extrativismo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helianthemum%20brasiliense","Mata Atlântica"],
    [1574,"CLETHRACEAE","Clethra scabra","Pers.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","C. scabra é amplamente distribuída desde o Sul até o Nordeste do Brasil, sendo extremamente bem representada em coleções. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clethra%20scabra","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1575,"CLETHRACEAE","Clethra uleana","Sleumer","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","C. uleana se distribui amplamente pela região Sul do Brasil. A espécie apresenta EOO de 45.264 Km², e algumas subpopulações estão contempladas por unidades de conservação (SNUC), como Parque Nacional de Aparada da Serra, Parque Nacional São Joaquim e RPPN Prima Luna. Exitem vários registros botânicos recentes para a espécie apontando estabilidade populacional. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clethra%20uleana","Mata Atlântica"],
    [1576,"CLUSIACEAE","Clusia aemygdioi","Gomes da Silva & B.Weinberg","EN","B1ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Clusia aemygdioi é uma árvore restrita ao Estado do Espírito Santo, ocorrendo em formação florestal úmida de solo argiloso. A EOO estimada foi inferior a 5.000 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). Devido aos ciclos econômicos de monoculturas e à expansão da ocupação humana, o Espírito Santo perdeu quase 90% dos remanescentes de floresta primária de Mata Atlântica, sendo possível identificar uma situação de ameaça ao norte da EOO, uma na região da Estação Biológica de Santa Lúcia e duas ao sul. As ameaças persistem até os dias de hoje, sendo possível inferir que as mesmas reduzem a AOO, a EOO e o número de subpopulações, enquanto que a presença de espécies invasoras causa o declínio da qualidade do hábitat.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20aemygdioi","Mata Atlântica"],
    [1577,"CLUSIACEAE","Clusia criuva","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. criuva é uma arbórea com distribuição ampla pelo bioma Mata Atlântica. Possui EOO bastante superior à 20.000 km², é encontrada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral e há coletas botânicas recentes, sendo por tanto considerada fora de risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20criuva","Mata Atlântica"],
    [1578,"CLUSIACEAE","Clusia organensis","Planch. & Triana","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. organensis é uma arbórea do Sudeste brasileiro. Possui EOO superior a 20.000 km². Embora seja endêmica do Brasil e ocorra em locais densamente povoados, a espécie está presente em áreas sob proteção integral, sendo por tanto considerada sem risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20organensis","Mata Atlântica"],
    [1579,"CLUSIACEAE","Kielmeyera occhioniana","Saddi","EN","A2c","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera occhioniana é uma espécie arbórea endêmica da mata de tabuleiro do Estado do Espírito Santo. As formações florestais em que ocorre têm um histórico de ocupação humana e uso do solo para a agricultura que reduziu os remanescentes de Mata Atlântica a 79,8% no município de Santa Teresa, e 78,9%, em Linhares. A espécie alcança até 30 m de altura, sendo possível inferir que ocupe o dossel das florestas e, portanto, o tempo de geração seria de cerca de 20 anos. Assim, supõe-se que tenha havido uma redução populacional de K. occhioniana superior a 50% em um período de três gerações, o que a categoriza como \"Em perigo\" (EN). O desmatamento observado reduz a AOO e EOO da espécie, enquanto a ocorrência de espécies exóticas causa o declínio da qualidade do hábitat, mesmo dentro de unidade de conservação (SNUC).","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20occhioniana","Mata Atlântica"],
    [1580,"CLUSIACEAE","Kielmeyera rufotomentosa","Saddi","CR","B2ab(iii,iv),D","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera rufotomentosa é um arbusto que ocorre na floresta costeira do Estado do Espírito Santo. As áreas florestais de Colatina (ES) deram lugar às atividades agriculturais e à ocupação humana, que reduziram os remanescentes de Mata Atlântica a 6,2%. A AOO estimada foi menor que 10 km², levando K. rufotomentosa à categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). A população encontra-se severamente fragmentada devido às ameaças incidentes no local, as quais causam o declínio da EOO, AOO, qualidade do hábitat e do número de subpopulações. Considerando que a espécie é rara, tem distribuição restrita à região costeira do Estado do Espírito Santo e é conhecida por uma subpopulação, é possível inferir que esteja representada por menos de 50 indivíduos maduros. Ademais, o material-tipo é o único registro botânico coletado em 1984, de forma que, possivelmente, a espécie está extinta na natureza.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20rufotomentosa","Mata Atlântica"],
    [1581,"CLUSIACEAE","Kielmeyera rupestris","Duarte","CR","B2ab(iii,iv,v),D","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera rupestris é um arbusto que ocorre em floresta de Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo. As áreas florestais do município de Nova Venécia (ES) foram devastadas nas últimas décadas, restando apenas aquelas nas porções baixas de montanhas, as quais perfazem 3,6% dos remanescentes. A AOO estimada foi menor que 10 km², levando K. rupestris à categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). Devido às ameaças incidentes no local de ocorrência, a espécie encontra-se severamente fragmentada, com redução da EOO, AOO, qualidade do hábitat, do número de subpopulações e de indivíduos maduros. Considerando que a espécie é rara, tem distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo e que foi encontrada apenas uma subpopulação, é possível inferir que esteja representada por menos de 50 indivíduos maduros. Ademais, o material-tipo é a única coleta botânica da espécie feita em 1965, de forma que, possivelmente, a espécie está extinta na natureza.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20rupestris","Mata Atlântica"],
    [1582,"CLUSIACEAE","Kielmeyera sigillata","Saddi","CR","B2b(iii,iv,v),D","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera sigillata é um arbusto que ocorre em floresta costeira do Estado do Espírito Santo. As áreas florestais de Colatina deram lugar às atividades agriculturais e à ocupação urbana, que reduziram os remanescentes a 6,2%. A AOO estimada foi menor que 10 km², categorizando K. sigillata como \"Criticamente em perigo\" (CR). Devido às ameaças incidentes no local de ocorrência, suas subpopulações encontram-se severamente fragmentadas, com redução da EOO, da AOO, da qualidade do hábitat, do número de subpopulações e do número de indivíduos maduros. Considerando que a espécie é rara, tem distribuição restrita à região costeira do Estado do Espírito Santo e que foi encontrada apenas uma subpopulação, é possível inferir que esteja representada por menos de 50 indivíduos. Ademais, o material-tipo é a única coleta botânica da espécie feita em 1966, de forma que, possivelmente, a espécie está extinta na natureza.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20sigillata","Mata Atlântica"],
    [1583,"COMBRETACEAE","Buchenavia hoehneana","N.F.Mattos","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, porém representada por registros bastante esparsos. Ocorre em algumas localidades bastante afetadas pela ação humana, podendo, portanto, vir a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20hoehneana","Mata Atlântica"],
    [1584,"COMBRETACEAE","Buchenavia iguaratensis","N.F.Mattos","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Buchenavia iguaratensis é considerada sinônimo de B. kleinii, espécie de distribuição relativamente ampla na Mata Atlântica e avaliada como sendo \"Menos preocupante\" (LC).","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20iguaratensis","Mata Atlântica"],
    [1585,"COMBRETACEAE","Buchenavia kleinii","Exell","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma distribuição relativamente ampla, e habita diversas formações florestais na Mata Atlântica, inclusive um dos maiores remanescentes de floresta contínua. Além disso, de acordo com literatura disponível, é comum nas áreas em que ocorre.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [1586,"COMBRETACEAE","Buchenavia pabstii","Marquete & C.Valente","VU","B1ab(i,iii),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie tem EOO de 19.325 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. A presença de extensas áreas de cabruca (cultivo de cacau em sub-bosque de mata nativa) na sua região de ocorrência indica um declínio contínuo na AOO, na EOO, e qualidade do hábitat.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20pabstii","Mata Atlântica"],
    [1587,"COMBRETACEAE","Buchenavia rabelloana","N.F.Mattos","VU","B1ab(iii),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie tem EOO de 7.065 km2, e está sujeita a apenas três situações de ameaça. Além disso, extensas áreas dentro da sua região de ocorrência no Estado do Espírito Santo são utilizadas para o plantio de cacau em sub-bosque de mata nativa, indicando um declínio na qualidade do hábitat e também uma ameaça em potencial.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20rabelloana","Mata Atlântica"],
    [1588,"COMBRETACEAE","Combretum rupicola","Ridl.","CR","B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i),D","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A floresta que cobria a maior parte do Arquipélago de Fernando de Noronha foi desmatada no século XIX, causando um declínio drástico na extensão e qualidade do hábitat que persiste até os dias de hoje. Assim, todo o Arquipélago constitui uma única situação de ameaça. Atualmente, a vegetação é composta predominantemente por espécies ruderais amplamente distribuídas nas regiões tropicais, com um grande potencial para excluir competitivamente as espécies endêmicas. Segundo os registros de herbário, há no Arquipélago apenas dois indivíduos maduros de C. rupicola, que é uma espécie dióica, uma vez que todas as coletas realizadas no Morro do Francês provém do mesmo indivíduo. Suspeita-se que ela não sobreviverá na natureza. Portanto, ações de conservação ex situ como o cultivo em jardins botânicos e a coleta de material genético para conservação em banco de DNA devem ser urgentemente realizadas.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Combretum%20rupicola","Mata Atlântica"],
    [1589,"COMBRETACEAE","Terminalia acuminata","(Allemão) Eichler","EN","B1ab(iii,v),C2a(i)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Terminalia acuminata apresenta EOO de 698,76 km² e, segundo as informações disponíveis, ocorre em duas situações de ameaça: os municípios do Rio de Janeiro e Paty do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro. O município de Paty do Alferes encontra-se severamente desmatado, com mais de 90% da cobertura original da Mata Atlântica destruídos. Da mesma forma, a Mata Atlântica do Rio Janeiro foi historicamente afetada por diversas atividades humanas, e atualmente sofre com a expansão urbana e especulação imobiliária, o que aponta para um declínio contínuo na extensão e qualidade do hábitat. A espécie sofreu com a exploração madeireira no passado, o que, junto ao severo desmatamento e impacto humano ocorrido nas localidades onde T. acuminata foi registrada, indica um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. Também se suspeita que, devido aos fatores citados anteriormente, o número de indivíduos da espécie seja inferior a 2.500, e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas, com menos de 250 indivíduos cada, e estejam isoladas umas das outras, restringindo o fluxo gênico entre as mesmas. A espécie não é coletada na natureza desde 1942, o que permite suspeitar que esteja possivelmente extinta. A existência da espécie no campo deve ser verificada, buscando-se identificar indivíduos nas áreas em que foi coletada no passado.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20acuminata","Mata Atlântica"],
    [1590,"COMBRETACEAE","Terminalia argentea","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Terminalia argentea é amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo tanto na Mata Atlântica quanto no Cerrado e na Caatinga, em diversas Fitofisionomias.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20argentea","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1591,"COMBRETACEAE","Terminalia januariensis","DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta EOO de 226.540 km², e é considerada abundante ao longo da suadistribuição devido ao grande número de registros de herbário. Apesar deocorrer em algumas áreas altamente desmatadas, como a zona da mata de MinasGerais, a espécie apresenta diversos registros ao longo da região serrana doEstado do Rio de Janeiro, que constitui um dos maiores remanescentes contínuosda Mata Atlântica.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20januariensis","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1592,"COMBRETACEAE","Terminalia kuhlmannii","Alwan & Stace","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie é endêmica da região compreendida entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia e apresenta EOO de 40.846 km². Na região, o sistema de cabruca (cultivo de cacau em sub-bosque de mata nativa) ocupa extensas áreas originalmente cobertas por Mata Atlântica. Entretanto, a espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC), incluindo a Reserva Florestal da Vale, o maior remanescente de floresta contínua do norte do Espírito Santo.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [1593,"COMBRETACEAE","Terminalia reitzii","Exell","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Terminalia reitzii é considerada uma espécie duvidosa e apresenta uma EOO de 1.912,79 km², ocorrendo em apenas quatro localidades. Ao menos uma das regiões de ocorrência da espécie, no município de Londrina, encontra-se altamente desmatada. Mesmo assim não há informações suficientes para categorizar o risco de extinção da espécie, um vez que não há dados de ameaça direta ou uso.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [1594,"COMMELINACEAE","Callisia monandra","(Sw.) Schult.f.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. monandra é uma herbácea com distribuição nos campos e florestas pluviais da Mata Atlântica e Caatinga. A estimativa de EOO está sub estimada, visto que a espécie também ocorre no Sul do Brasil, onde não há registros botânicos disponíveis. A espécie não é endêmica do Brasil. Assim, o EOO é superior a 20.000 km², de modo que não está em risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Callisia%20monandra","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1595,"COMMELINACEAE","Dichorisandra acaulis","Cogn.","EN","B1ab(i,ii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra acaulis é uma erva com distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo. A EOO estimada é inferior a 5.000 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). As Matas de Tabuleiros foram historicamente desmatadas devido à expansão da ocupação urbana e à mudança do uso do solo destinado à agricultura, o que reduziu a EOO da espécie. Assim, supõe-se que as ameaças tornaram a população severamente fragmentada, com as subpopulações isoladas em áreas legalmente protegidas (SNUC). Devido ao seu potencial ornamental, a AOO e o número de indivíduos adultos também podem estar em declínio.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20acaulis","Mata Atlântica"],
    [1596,"COMMELINACEAE","Dichorisandra glaziovii","Taub.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra glaziovii é uma espécie herbácea com distribuição restrita aos campos rupestres da Serra do Espinhaço (MG) e da região da Chapada da Diamantina (BA), locais ameaçados por perda de hábitat. As subpopulações conhecidas no município Grão Mogol sofrem pressão principalmente pela atividade mineradora, que causa declínio de localidade. Já as subpopulações da Chapada da Diamantina estão em risco por diversos fatores, tais como a atividade agropecuária, o fogo, o turismo e a invasão de espécies exóticas. Similarmente, o município de Salinas apresenta desmatamento devido à atividade agropecuária que é a base econômica da região. Assim, são identificadas três situações de ameaça que podem tornar a espécie criticamente em perigo de extinção ou extinta em futuro próximo.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20glaziovii","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1597,"COMMELINACEAE","Dichorisandra leucophthalmos","Hook.","VU","A4c,B1ab(iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra leucophthalmos é uma espécie herbácea terrícola que ocupa o sub-bosque das Florestas Úmidas do sul da Bahia. Na área de ocorrência, é comum o uso do sistema agrícola de cabruca, que elimina a vegetação de sub-bosque para o plantio do cacau, um método que atinge exatamente o extrato ocupado pela espécie. O uso do sistema de cultivo cabruca diminuiu nos últimos anos, ao passo que a atividade pecuária aumentou, e há perspectiva de crescimento, tendo em vista as boas condições ambientais para essa prática. Foi estimada uma EOO inferior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria \"Vulnerável\" (VU). As subpopulações conhecidas indicam menos de 10 situações de ameaças, que, pelo exposto acima, reduzem a EOO, AOO, qualidade do hábitat e o número de indivíduos maduros. Ademais, as ameaças tornam possível inferir que houve uma redução populacional no passado e projetar uma diminuição da população num futuro imediato. Considerando que a espécie é uma erva de sub-bosque e rizomatosa, suspeita-se que apresente crescimento lento e tempo de geração de cerca de cinco anos, de modo que as ameaças podem reduzir o tamanho populacional em pelo menos 30% no período de três gerações.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20leucophthalmos","Mata Atlântica"],
    [1598,"COMMELINACEAE","Dichorisandra neglecta","Brade","CR","B2ab(iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra neglecta é uma espécie herbácea rara e restrita ao Estado do Espírito Santo. A única coleta botânica conhecida é o material-tipo, um indivíduo de 1 m de altura, localizado em Mata Úmida dentro de uma fazenda particular. Assim, a AOO estimada é inferior a 10 km², colocando a espécie na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). O município de ocorrência, em 2010, contabiliza apenas 10,8% dos remanescentes de Mata Atlântica, um resultado proveniente dos diversos ciclos econômicos de monoculturas como a cana-de-açúcar, mandioca, banana e café, que desmataram as áreas florestais. O crescimento populacional também é responsável pela perda de biodiversidade, uma vez que o senso demográfico apontava aproximadamente 143.000 habitantes em 1991, e 195.000 em 2007. Foi localizada apenas uma subpopulação, que, em vista do que foi exposto, submete a população de D. neglecta ao declínio da EOO, AOO, da qualidade do hábitat e do número de indivíduos adultos. Ademais, considerando que o material-tipo foi coletado em 1949, é possível suspeitar que a espécie esteja extinta.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20neglecta","Mata Atlântica"],
    [1599,"COMMELINACEAE","Dichorisandra perforans","C.B.Clarke","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. perforans é uma herbácea comdistribuição no Cerrado e Caatinga das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.Endêmica do Brasil, a espécie ocorre em vegetação sobre afloramento rochoso e apresentaEOO superior a 20.000 km², categorizando-a sem risco deextinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20perforans","Caatinga, Cerrado"],
    [1600,"COMMELINACEAE","Siderasis fuscata","(Lodd.) H.E.Moore","EN","B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Siderasis fuscata é uma espécie herbácea endêmica do Brasil. Ocorre nos sub-bosques das Florestas Litorâneas do Estado do Rio de Janeiro, na faixa altitudinal sub-montana, indicando alta especificidade de hábitat. A EOO estimada é inferior a 5.000 km² e a AOO é menor que 500 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). As subpopulações conhecidas estão localizadas em florestas de região metropolitana, nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói, que tiveram 82,4% e 77,3% de área desmatada, limitando a população a localidades severamente fragmentadas. Embora as localidades conhecidas estejam inseridas em áreas de proteção integral (SNUC), o fácil acesso humano e outros fatores advindos da expansão urbana são ameaças que resultam no declínio da qualidade do hábitat da espécie. O potencial ornamental de S. fuscata torna o extrativismo uma ameaça que causa o declínio da AOO e do número de indivíduos maduros. Ademais, o registro botânico mais recente foi coletado em 1982, de modo que se fazem necessárias maiores investigações sobre a atual distribuição da espécie.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siderasis%20fuscata","Mata Atlântica"],
    [1601,"COMMELINACEAE","Tinantia erecta","(Jacq.) Schltdl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. erecta é uma herbácea com distribuição pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, bem como em outros países. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tinantia%20erecta","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1602,"CONNARACEAE","Connarus rostratus","(Vell.) L.B.Sm.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Connarus rostratus é uma árvore de pequeno porte, ocorre nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, em formações florestas úmidas da Mata Atlântica. Observando que os registros botânicos são recentes, é possível inferir que as novas investigações científicas vêm encontrando novas subpopulações. A EOO estimada foi superior a 20.000 km², categorizando a espécie sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Connarus%20rostratus","Mata Atlântica"],
    [1603,"CONNARACEAE","Rourea cnestidifolia","G.Schellenb.","EN","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea cnestidifolia é um arbusto de ocorrência nas Florestas Úmidas do Estado de Minas Gerais e nas Restingas do Estado do Espírito Santo. As subpopulações conhecidas foram estimadas com AOO menor que 500 km², sendo a espécie categorizada como \"Em perigo\" (EN). Conhecida por meio de poucas coletas antigas, as descrições de hábito e hábitat estão defasadas e provenientes apenas das exsicatas do Espírito Santo. Devido à ausência de coleta nos últimos 30 anos, a espécie foi considerada provavelmente extinta em Minas Gerais. No Espírito Santo foram identificadas subpopulações isoladas em fragmentos de Mata Atlântica, configurando duas situações de ameaças, uma em Colatina, município com cerca de 10.000 km² (6,2%) de remanescentes e outra nos fragmentos entre Linhares e Conceição da Barra, com cerca de 75.000 km² (21%) e 11.000 km² (9,2%) de remanescentes, respectivamente. Assim, são conhecidas menos de cinco situações de ameaça que causam o declínio da EOO, AOO e qualidade do hábitat. Se a subpopulação de Minas Gerais está extinta, a espécie apresenta declínio de subpopulações.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20cnestidifolia","Mata Atlântica"],
    [1604,"CONNARACEAE","Rourea gracilis","G.Schellenb.","NT","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea gracilis é uma liana com distribuição nas florestas úmidas e restingas do Sul da Mata Atlântica. Considerada uma planta rara. Com o tamanho populacional pequeno e em declínio, a espécie obteve EOO estimada de 28.371,42 km², sendo categorizada como \"Quase Ameaçada\" (NT).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20gracilis","Mata Atlântica"],
    [1605,"CONNARACEAE","Rourea psammophila","Forero","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea psammophila é um arbusto com distribuição pelas florestas arbustivas do Cerrado brasileiro e Leste da região Amazônica. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20psammophila","Amazônia, Cerrado"],
    [1606,"CONNARACEAE","Rourea pseudospadicea","G.Schellenb.","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea pseudospadicea é um arbusto com população restrita ao Estado de São Paulo, às florestas úmidas do planalto paulista. A espécie tem população pequena, de forma que a estimativa da AOO é de 12 km², tendo sido avaliada como \"Em perigo\" (EN). As três subpopulações conhecidas estão fortemente ameaçadas pela perda de hábitat decorrente da atividade agropecuária e expansão urbana, que tornam a população severamente fragmentada por redução da EOO, AOO e qualidade do hábitat.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20pseudospadicea","Mata Atlântica"],
    [1607,"CONVOLVULACEAE","Aniseia martinicensis var. ambigua","Hallier f.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espécie apresente ampla distribuição e ocorra em diferentes fitofisionomias as informações disponíveis são inadequadas para uma correta avaliação do risco de extinção desta espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniseia%20martinicensis%20var.%20ambigua","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1608,"CONVOLVULACEAE","Bonamia burchellii","(Choisy) Hallier f.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, dispersa por diferentes fitofisionomias e com número significativo de registros o que categoriza a espécie em situação menos preocupante quanto a avaliação de risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bonamia%20burchellii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1609,"CONVOLVULACEAE","Convolvulus hasslerianus","(Chodat) O Donell","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica mediana porém maiores informações são necessárias para uma adequada avaliação do risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Convolvulus%20hasslerianus","Mata Atlântica"],
    [1610,"CONVOLVULACEAE","Cuscuta obtusiflora","Kunth","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Cuscuta obtusiflora é uma planta holoparasita muito rara, que no Brasil ocorre do Mato Grosso ao Rio Grande do Sul. Fora do território brasileiro, a espécie ocorre desde o Uruguai até a Colômbia. O banco de dados CNCFlora inclui apenas quatro registros, sendo que um deles apresenta localização incerta no Estado de São Paulo. Suspeita-se que C. obsusiflora seja mais frequente do que é sugerido pelos registros de herbário, e que o pequeno número de coletas se deva a um baixo esforço amostral. De qualquer forma, devido à sua raridade, a espécie pode ser considerada \"Quase Ameaçada\" (NT) devido à perda contínua de habitat com que vem sofrendo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuscuta%20obtusiflora","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1611,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus aurigenius","Mart.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica mediana e com razoável número de registros de ocorrência. A espécie também é encontrada em três unidades de conservação (SNUC). Estas características conferem a espécie um caráter menos preocupante quanto a avaliação de risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20aurigenius","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1612,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus barbatus","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","O conjunto de dados apresentado não se mostra adequado para a avaliação de risco de extinção desta espécie. Não existe coerência entre os dados espaciais - unidades da federação versus registros de ocorrência.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20barbatus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1613,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus chrysotrichos","Meisn.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita e contabiliza apenas dois registros de ocorrência, ambos realizados há mais de 100 anos. As possibilidades de encontrar esta espécie na natureza são maiores na localidade-tipo, considerando que, na região da Serra do Caraça, no Estado de Minas Gerais, as transformações nas paisagens naturais foram e são bem menores do que na área do município de São José dos Campos, em São Paulo. A expansão demográfica e industrial é um fator modificador dos ambientes naturais nessa extensão de São Paulo e causa o declínio na qualidade e extensão do hábitat apropriado para a espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20chrysotrichos","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1614,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus cressoides","Mart.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição mediana e com registros de coleta para apenas oito localidades. Entre estas somente uma área representa uma Reserva Particular, portanto resguardando áreas naturais. As demais localidades se situam em área de Cerrado, um Bioma que sofre uma perda anual de 2,2 milhões de hectares de vegetação nativa, principalmente devido à expansão de plantações de soja. Assim como em área de expansão de cidades. Desse modo estes fatores representam risco potencial, em futuro próximo, para a permanência de subpopulações da espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20cressoides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1615,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus ericifolius","Mart. ex Schrank","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Embora a espécie não tenha um grande número de registros dispersos em sua região de ocorrência, ela está presente em duas unidades de conservação (SNUC) e outras regiões ainda apresentam condições ambientais para a ocorrência e  manutenção de populações da espécie. Portanto atualmente a situação desta espécie é considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20ericifolius","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1616,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus filipes","Mart.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e grande número de registros dispersos pela região de ocorrência da espécie. Em algumas regiões unidades de conservação (SNUC) auxiliam a preservação desta espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20filipes","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1617,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus fuscus","Meisn.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie apresenta uma distribuição geográfica mediana, porém com apenas seis registros de ocorrência. Atualmente todas as áreas apresentam severa desfiguração da paisagem original, seja pela ação do fogo, expansão de atividade agrícola ou crescimento de cidades. Estas condições podem significar em futuro próximo a qualificação desta espécie em uma categoria de ameaça.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20fuscus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1618,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus glaziovii","Dammer","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Evolvulus glaziovii é uma espécie com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço. A EOO é de 6703,97 km². Sujeita a quatro situações de ameaça, E. glaziovii vêm sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat devido a uma série de fatores, entre os quais destacam-se a expansão urbana, mineração e ocorrência de incêndios.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20glaziovii","Cerrado"],
    [1619,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus kramerioides","Mart.","VU","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica restrita (EOO=8.851,48 km²). É endêmica do Estado de Minas Gerais e tem apenas cinco registros de ocorrência. Destes, quatro foram realizados há mais de 65 anos, e o mais recente tem mais de 30 anos. Embora dois registros apontem alta frequência de ocorrência para a espécie, a paisagem das regiões onde vivem suas subpopulações vem sofrendo transformações em decorrência de atividades de mineração, invasão por espécies exóticas, incêndios e expansão urbana. Esse conjunto de ações causa um declínio contínuo na qualidade do hábitat, EOO e AOO para subpopulações desta espécie. Assim, E. kramerioides é classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20kramerioides","Cerrado"],
    [1620,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus rariflorus","(Meisn.) Ooststr.","VU","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita é endêmica do Estado de Goiás. Tem apenas sete registros de ocorrência, todos realizados há mais de 20 anos. A expansão urbana e agrícola é a principal ameaça à espécie, significando redução de subpopulações e nas condições e extensão do seu hábitat natural. Assim, E. rariflorus é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20rariflorus","Cerrado"],
    [1621,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus riedelii","Meisn.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Evolvulus riedelii é uma espécie de Cerrado conhecida por um baixo número de registros de herbário. A AOO é de 20 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. E. riedelli não é coletada há quase 25 anos e, aparentemente, não ocorre em unidades de conservação (SNUC). A espécie vem sofrendo um rápido declínio na qualidade e extensão do seu hábitat devido à expansão de atividades agropecuárias, notadamente monoculturas da soja. Suspeita-se que a acelerada perda e degradação das formações campestres onde ocorre esteja levando a um acentuado declínio no número de indivíduos da população, assim como no número de subpopulações e AOO.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20riedelii","Cerrado"],
    [1622,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus stellariifolius","Ooststr.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Evolvulus stellariifolius é uma espécie rara, ocorrente em formações campestres do Cerrado. Sua AOO é de 20 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. E. stellariifolius vem sofrendo uma acelerada perda e degradação do seu hábitat, devido principalmente à expansão de atividades agropecuárias. Suspeita-se que o declínio contínuo na qualidade e extensão dos campos que habita esteja acarretando uma redução no número de indivíduos da população.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20stellariifolius","Mata Atlântica"],
    [1623,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea acutisepala","O Donell","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla e frequente ao longo da sua ocorrência. Está representada em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20acutisepala","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [1624,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea argentea","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espécie tenha ampla distribuição geográfica e um número significativo de registros de ocorrência a maioria destes registros foram efetuados a mais de 50 anos. Esta característica, aliada as localidades onde estas foram realizadas, representa risco potencial para muitas populações. Estas regiões sofreram e vêm sofrendo grandes transformações na paisagem em consequência, principalmente, da expansão urbana e agrícola.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20argentea","Cerrado"],
    [1625,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea campestris","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica e presente em seis unidades de conservação (SNUC). Apenas no Distrito Federal a espécie parece estar em melhores condições, considerando sua presença em quatro unidades de conservação. Nos demais Estados o baixo número de registros, no máximo quatro registros para Minas Gerais, a data e localidades dos registros são fatores de risco para subpopulações da espécie. Nessas regiões a vegetação nativa vem sendo substituída pela expansão de cidades e atividades agrícolas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20campestris","Cerrado"],
    [1626,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea carajasensis","D.F.Austin","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita tem AOO de 12 km² e apenas três registros de coletas. Foi registrada em duas regiões dos Campos Rupestres da Serra dos Carajás (PA), cuja vegetação nativa vem sendo destruída de forma irreversível pela mineração. E o terceiro registro foi realizado na década de 80, nas proximidades de Tocantinópolis (TO) onde pouco resta da vegetação original nos dias atuais. Portanto, esse conjunto de fatores representa risco imediato para o futuro de subpopulações dessa espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20carajasensis","Amazônia"],
    [1627,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea cavalcantei","D.F.Austin","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita é endêmica da região da Serra dos Carajás-Serra Norte, cuja vegetação nativa vem sendo sistematicamente destruída pela extração de minério de ferro. Embora haja o registro da espécie para uma unidade de conservação (SNUC), a Floresta Nacional de Carajás, onde é citada como de alta frequência, isso por si só não garante a permanência das suas subpopulações. Portanto, há um claro declínio na EOO, AOO, qualidade do hábitat e no número de subpopulações.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20cavalcantei","Amazônia"],
    [1628,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea cynanchifolia","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espéciede ampla distribuição e com ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Porém, adegradação ambiental, em alguns de seus locais de ocorrência, sugere ainexistência atual de condições para a existência da espécie, tornando assim osdados disponíveis insuficientes para uma adequada classificação da espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20cynanchifolia","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1629,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea daturiflora","Meisn.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ipomoea daturiflora é uma liana que habita ambientes de Floresta Ombrófila Densa. Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, porém, são registrados somente cinco locais de coleta que se concentram somente neste último. Levando em conta a possível distribuição para o Estado de Minas Gerais, suspeita-se que a espécie tenha uma EOO que não ultrapasse 20.000 km². O ambiente em que a espécie se desenvolve vem sofrendo uma intensa degradação resultante da expansão urbana, das atividades de mineração, ocorrência de queimadas, turismo desordenado e invasão por espécies exóticas, e atualmente encontra-se sob grande pressão da especulação imobiliária. Diante do exposto, I. daturiflora é uma espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20daturiflora","Mata Atlântica"],
    [1630,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea fimbriosepala","Choisy","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie  não endêmica e muito amplamente distribuída no território brasileiro. Ocorre em todas as regiões do país.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20fimbriosepala","Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [1631,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea hirsutissima","Gardner","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica mediana, EOO de 349.168,796 km². Apesar da sua relativa extensão de distribuição, a espécie ocorre na vegetação do Cerrado, um bioma intensamente desmatado. Atualmente Grandes extensões deste bioma estão dando lugar a produção agrícola e pastagens. Soma-se a isto o fato do registro mais recente datar de mais de 30 anos. Portanto os dados atuais não são considerados suficientes para uma correta avaliação de risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20hirsutissima","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1632,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea macedoi","Hoehne","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Ipomoea macedoi é uma planta muito rara, conhecida em uma única localidade denominada Cachoeira Dourada, na divisa entre Minas Gerais e Goiás. A AOO é menor que 10 km². A espécie não é coletada desde 1961, e buscas recentes não tiveram êxito em encontrá-la. Seu hábitat vem apresentando declínio em extensão e qualidade devido à construção de grandes barragens no Rio Paranaíba, o que altera radicalmente não apenas o nível d?água, mas também o regime de cheia/vazante. Além disso, a região é marcada pela presença de extensas plantações de soja, que provavelmente vêm contribuindo para a degradação do hábitat da espécie. É possível que I. macedoi esteja extinta.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20macedoi","Cerrado"],
    [1633,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea sericophylla","Meisn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie muito amplamente distribuída no território brasileiro. Ocorre em unidade de conservação (SNUC).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20sericophylla","Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1634,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea subrevoluta","Choisy","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ipomoea subrevoluta é uma espécie que se desenvolve em ambientes de Capoeiras, campos de beiras de rios e Floresta Estacional Semidecidual. Tem somente cinco registros para os Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná e apresenta AOO restrita com 20 km². Diante do exposto, I. subrevoluta é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20subrevoluta","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [1635,"CONVOLVULACEAE","Iseia luxurians","(Moric.) O Donell","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de rara, Iseia luxurians é muito amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo inclusive em grande parte da região Amazônica.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iseia%20luxurians","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1636,"CONVOLVULACEAE","Jacquemontia hallieriana","Ooststr.","VU","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita tem EOO de 11.977,97 km² e apenas cinco registros de coleta. Ocorre em Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais. Esse tipo de vegetação vem sendo cada vez mais ameaçado pela expansão de atividades agropecuárias e pela ocorrência de queimadas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquemontia%20hallieriana","Cerrado"],
    [1637,"CONVOLVULACEAE","Jacquemontia revoluta","Sim.-Bianch.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, é conhecida apenas na região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. A área é intensamente utilizada por turistas, o que representa risco ocasional de incêndios, que podem contribuir para restrição da qualidade e extensão do hábitat de ocorrência da espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquemontia%20revoluta","Cerrado"],
    [1638,"CONVOLVULACEAE","Merremia aturensis","(Kunth) Hallier f.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica. Embora a espécie ocorra em regiões do Cerrado alvo de intensa transformação das paisagens naturais, desmatadas para atividades agropecuárias e expansão de cidades, esta também é encontrada em regiões ainda bem conservadas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merremia%20aturensis","Amazônia, Cerrado"],
    [1639,"CONVOLVULACEAE","Merremia repens","D.F.Austin","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, é endêmica da região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais, e com apenas três registros. Embora exista uma unidade de conservação (SNUC) na região, as coletas foram realizadas fora da unidade. A região apresenta alto índice de visitação, o que representa risco para as subpopulações da espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merremia%20repens","Cerrado"],
    [1640,"CONVOLVULACEAE","Operculina alata","(Ham.) Urb.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Este epíteto não é aceito, ele é sinônimo de Operculina hamiltoni. Portanto as informações de avaliação devem constar para esta espécie. Operculina hamiltoni é uma espéciede ampla distribuição e com grande número de registros dispersos pela área de ocorrência. O uso como ornamental em algumas regiões associadocom a presença em unidades de conservação (SNUC) auxiliam na preservação desta espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Operculina%20alata","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1641,"CONVOLVULACEAE","Operculina macrocarpa","(L.) Urb.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuída.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Operculina%20macrocarpa","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1642,"CRASSULACEAE","Crassula peduncularis","(Sm.) Meigen","CR","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem distribuição restrita (EOO menor que 100 km²) e sua população severamente fragmentada por ocorrer em áreas de forte antropização. As áreas de ocorrência da espécie foram afetadas pela expansão imobiliária, pela transformação da vegetação em áreas de campos agrícolas e pastagem, e pelo declínio da qualidade do hábitat. A coleta mais recente data de 1965 e, portanto, recomendam-se estudos populacionais sobre a espécie.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crassula%20peduncularis","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [1643,"CUCURBITACEAE","Cayaponia bonariensis","(Mill.) Mart.Crov.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição ampla. Possui potencial uso econômico.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20bonariensis","Mata Atlântica"],
    [1644,"CUCURBITACEAE","Cayaponia espelina","(Silva Manso) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição ampla e potencial uso econômico.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20espelina","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1645,"CUCURBITACEAE","Cayaponia pedata","Cogn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta ocorrência para três Estados na literatura, mas possui apenas uma coleta para o Rio de Janeiro no banco de dados do CNCFlora. Dados mais precisos a respeito da distribuição e estado de conservação são necessários para um avaliação de risco consistente.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20pedata","Mata Atlântica"],
    [1646,"CUCURBITACEAE","Cayaponia trilobata","(Cogn.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e com potencial uso econômico.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20trilobata","Mata Atlântica"],
    [1647,"CUCURBITACEAE","Ceratosanthes hilariana","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e com potencial uso econômico.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceratosanthes%20hilariana","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1648,"CULCITACEAE","Culcita coniifolia","(Hook.) Maxon","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de formações campestres do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Apresenta apenas duas situações de ameaça considerando a presença em unidades de conservação (SNUC). As regiões de ocorrência da espécie estão sujeitas a espécies exóticas, alterações climáticas e a transformação das áreas para atividades agropastoris e portanto, pode vir a ser transferida a uma categoria de ameaça mais alta em futuro próximo.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Culcita%20coniifolia","Mata Atlântica"],
    [1649,"CUNONIACEAE","Lamanonia cuneata","(Cambess.) Kuntze","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Lamanonia cuneata é uma espécie arbórea com registros para os Estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 811.008 km², e desenvolve-se em floresta ombrófila densa e Floresta Estacional Semidecidual. Apesar de ocorrer em ambientes com ameaças incidentes, a espécie está bem representada em áreas protegidas, possui ampla distribuição e é abundante. Desta forma, Lamanonia cuneata é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lamanonia%20cuneata","Mata Atlântica"],
    [1650,"CUNONIACEAE","Weinmannia discolor","Gardner","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Weinmannia discolor é uma espécie arbustiva a arbórea ocorrente nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma EOO de 262.679 km², e desenvolve-se em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em ambientes com ameaças incidentes, a espécie está bem representada em áreas protegidas, possui ampla distribuição e é abundante. Desta forma, ?Weinmannia discolor é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20discolor","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1651,"CUNONIACEAE","Weinmannia organensis","Gardner","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Weinmannia organensis é uma espécie arbórea com registros para os Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais entre 1.140 e 1.660 m de altitude. Possui uma EOO de 81.417 km² e desenvolve-se em floresta ombrófila densa, a qual possui um histórico de degradação antrópica, e encontra-se hoje severamente fragmentada. Considerando desta forma, a restrição da espécie a ambientes de altitude de floresta ombrófila densa, e à ameaça ao seu habitat, Weinmannia organensis está \"Quase ameaçada\" (NT). Sugere-se, entretanto, maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20organensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1652,"CUNONIACEAE","Weinmannia paulliniifolia","Pohl ex Ser.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Weinmannia paulliniifolia é uma espécie arbórea ocorrente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em ambientes de maior altitude em Floresta ombrófila densa, restinga e floresta ombrófila mista, os quais possuem um histórico de pressão antrópica e encontram-se hoje sob diversas ameaças resultando em fragmentação severa. Além disso, a espécie possui valor madeireiro sendo utilizada na confecção de embalagens, cabo de ferramentas, utensílios agrícolas, lenha, carvão e construções. Apesar disso, a espécie está bem representada em áreas protegidas, é bem distribuída e é muito utilizada em áreas de reflorestamento. Desta forma, Weinmannia paulliniifolia está \"Quase ameaçada\" (NT), porém maiores estudos dos níveis de exploração sobre suas populações são necessários, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20paulliniifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1653,"CYATHEACEAE","Alsophila capensis","(L.f.) J.Sm.","LC","","","Tainan Messina","Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécie uma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alsophila%20capensis","Mata Atlântica"],
    [1654,"CYATHEACEAE","Alsophila capensis subsp. polypodioides","(Sw.) D.S.Conant","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça não são aplicáveis para esse espécieuma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretasou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alsophila%20capensis%20subsp.%20polypodioides","Mata Atlântica"],
    [1655,"CYATHEACEAE","Cnemidaria uleana","(Samp.) Tryon","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça não sãoaplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição enão apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cnemidaria%20uleana","Mata Atlântica"],
    [1656,"CYATHEACEAE","Cyathea corcovadensis","(Raddi) Domin","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaçanão são aplicáveis para esse espécie uma vez que essa tem ampladistribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20corcovadensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1657,"CYATHEACEAE","Cyathea glaziovii","(Fée) Domin","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaça não sãoaplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição enão apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [1658,"CYATHEACEAE","Cyathea poeppigii","(Hook.) Domin","DD","","","Tainan Messina","As informações desta espécie limitam-sea um único registro de ocorrência em coleção de herbário, apesar dabibliografia mencionar outras localidades. É considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por não apresentar dados suficientes para avaliação.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20poeppigii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1659,"CYATHEACEAE","Cyathea pungens","(Willd.) Domin","LC","","","Tainan Messina","Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20pungens","Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia"],
    [1660,"CYCLANTHACEAE","Asplundia polymera","(Hand.-Mazz.) Harling","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. polymera é uma herbácea com ocorrência nas florestas de encosta das regiõesSudeste e Sul do Brasil. Registros botânicos indicam a ocorrência em áreas protegidas. A EOO é superior à 20.000 km², sendocategorizada sem risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplundia%20polymera","Mata Atlântica"],
    [1661,"CYCLANTHACEAE","Asplundia polymera subsp. reitzii","Harling","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Asplundia polymera subsp. reitzii é uma herbácea com ocorrência nas matas úmidas do litoral do Estado de Santa Catarina. As sobpopulações conhecidas apresentam distribuição restrita e estão em áreas ameaçadas pelo desmatamento. O desmatamento na região reduziu os remanescentes de Mata Atlântica dos municípios de Governador Celso Ramos e Florianópolis a 33,2% e 24,8%, respectivamente. Assim, a espécie apresenta uma situação de ameaça que a categoriza como \"Vulnerável\" (VU) podendo elevar, contudo, a categoria de risco de extinção para \"Criticamente em perigo\" (CR) se as ameaças não forem combatidas em um futuro próximo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplundia%20polymera%20subsp.%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [1662,"CYMODOCEACEAE","Halodule emarginata","Hartog","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","H. emarginata é uma erva marinha com ocorrência no Litoral Atlântico brasileiro. As coletas botânicas da espécie são poucas, antigas (anterior à 1980) e não apresentam informações adicionais que permitam avaliar o risco de extinção, sendo categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Halodule%20emarginata",""],
    [1663,"CYMODOCEACEAE","Halodule wrightii","Asch.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","H. wrightii é uma erva marinha, com ocorrência em águas rasas do Litoral Atlântico brasileiro. Tendo distribuição ao longo da costa atlântica, é possível inferir que a EOO é superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Halodule%20wrightii",""],
    [1664,"CYPERACEAE","Bulbostylis distichoides","Lye","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bulbostylis distichoides é uma espécie de Campos Rupestres que se encontra sujeita a apenas três situações de ameaça, principalmente a incidência de incêndios. Caso essas ameaças efetivamente ocasionem um declínio na extensão e/ou na qualidade dos Campos Rupestres que B. distichoides habita, a espécie pode vir a ser transferida para uma categoria de maior risco de extinção em um futuro próximo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20distichoides","Cerrado"],
    [1665,"CYPERACEAE","Bulbostylis fendleri","C.B.Clarke","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis fendleri não é endêmica do Brasil, e apresenta distribuição geográfica bastante ampla no território nacional.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20fendleri","Cerrado"],
    [1666,"CYPERACEAE","Bulbostylis latifolia","Kral & M.T.Strong","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis latifolia é uma espécie endêmica do Cerrado, com distribuição geográfica não muito ampla. É possível suspeitar que o único registro em MS seja resultante de um erro de identificação, uma vez que o mesmo especialista que identificou o material não indicou a ocorrência da espécie para esse estado na Flora do Brasil. Suspeita-se que a espécie possa vir a ser ameaçada em um futuro próximo devido ao acelerado desmatamento a que o Cerrado vem sendo submetido.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20latifolia","Cerrado"],
    [1667,"CYPERACEAE","Bulbostylis loefgrenii","(Boeckeler) Prata & M.G.López","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis loefgrenii apresenta distribuição bastante ampla no território brasileiro, abrangendo parte das Regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20loefgrenii","Cerrado"],
    [1668,"CYPERACEAE","Bulbostylis nesiotis","(Hemsl.) C.B.Clarke","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bulbostylis nesiotis é uma planta endêmica das ilhas oceânicas do Arquipélago de Trindade, situadas a pouco mais de 1.000 km da costa do Estado do Espírito Santo. Previamente cobertas por florestas, essas ilhas foram desmatadas e a regeneração da vegetação foi impedida devido à presença de vertebrados herbívoros exóticos, que foram erradicados do Arquipélago recentemente. Dessa forma, a principal ameaça incidente foi eliminada. Entretanto, a espécie ocorre em duas situações de ameaça, e apresenta uma AOO inferior a 10 km². Portanto, levando em conta a existência de ameaças potenciais, como incêndios, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20nesiotis","Mata Atlântica"],
    [1669,"CYPERACEAE","Bulbostylis smithii","Barros","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis smithii é uma espécie com distribuição restrita à Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais, onde ocorre em Campos Rupestres e Campos Cerrados. A EOO é de 268,16 km² e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. A espécie está sujeita ao declínio na qualidade e extensão dos seus hábitats devido à incidência de queimadas, às atividades turísticas que ocorrem na região e também à expansão urbana.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20smithii","Cerrado"],
    [1670,"CYPERACEAE","Cryptangium claussenii","C.B.Clarke","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cryptangium claussenii apresenta distribuição geográfica relativamente ampla no território brasileiro, ocorrendo desde o litoral paulista até o norte de Goiás. A espécie habita diferentes fitofisionomias, e está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptangium%20claussenii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1671,"CYPERACEAE","Cyperus atlanticus","Hemsl.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cyperus atlanticus está sujeita a cinco situações de ameaça, e propensa a algumas ameaças em potencial, como a expansão urbana no litoral da Paraíba, e a presença de plantas e animais exóticos nas Ilhas de Fernando de Noronha e Trindade.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20atlanticus","Mata Atlântica"],
    [1672,"CYPERACEAE","Cyperus giganteus","Vahl","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cyperus giganteus é uma espécie amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo em todas as regiões do país.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20giganteus","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [1673,"CYPERACEAE","Cyperus rotundus","L.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cyperus rotundus ocorre ao longo de praticamente toda a costa Atlântica do Brasil, e é bastante frequente em vários trechos da sua distribuição.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20rotundus","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [1674,"CYPERACEAE","Eleocharis barrosii","Svenson","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no território brasileiro.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20barrosii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1675,"CYPERACEAE","Eleocharis bonariensis","Nees","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Elaeocharis bonariensis apresenta distribuição relativamente ampla no domínio Atlântico. Habita diferentes tipos de habitat, inclusive beiras de estradas, e pode formar grandes subpopulações. Ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20bonariensis","Mata Atlântica"],
    [1676,"CYPERACEAE","Eleocharis plicarhachis","(Griseb.) Svenson","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição muito ampla no território brasileiro, ocorrendo em todas as regiões do país.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20plicarhachis","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [1677,"CYPERACEAE","Eleocharis stenocarpa","Svenson","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Não há registros de herbário da espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20stenocarpa","Mata Atlântica"],
    [1678,"CYPERACEAE","Eleocharis urceolata","(Liebm.) Svenson","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Não há registros de herbário para esta espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20urceolata","Cerrado"],
    [1679,"CYPERACEAE","Hypolytrum amorimii","M.Alves & W.W.Thomas","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Hypolytrum amorimii é uma espécie com distribuição pontual, ocorrendo exclusivamente em uma região fortemente desmatada da Mata Atlântica. Apresenta EOO de apenas 7,20 km², que corresponde a uma única situação de ameaça. No município de Cariacica, quase 80% da cobertura original encontra-se desmatada. Devido a isso, é possível suspeitar que H. amorimii venha sofrendo um declínio na qualidade e extensão do seu hábitat e também no número de indivíduos maduros da população.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20amorimii","Mata Atlântica"],
    [1680,"CYPERACEAE","Hypolytrum bahiense","M.Alves & W.W.Thomas","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hypolytrum bahiense é uma espécie com distribuição muito restrita que ocorre em um hábitat extremamente ameaçado, as Restingas. As planícies arenosas litorâneas tipicamente ocupadas por essa vegetação vêm sendo rapidamente destruídas ao longo de todo o litoral do Brasil, devido à expansão urbana e turística, ambas impulsionadas pela crescente especulação imobiliária. Devido a isso, suspeita-se que a maioria das subpopulações remanescentes da espécie seja pequena e que estejam isoladas umas das outras. Além disso, também é possível suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na AOO, na extensão e qualidade do hábitat e no número de subpopulações e de indivíduos maduros de H. bahiense. A EOO é de 2.333,65 km².","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20bahiense","Mata Atlântica"],
    [1681,"CYPERACEAE","Hypolytrum lucennoi","M.Alves & W.W.Thomas","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Hypolytrum lucennoi ocorre em menos de cinco situações de ameaça e está sujeita a uma série de ameaças incidentes sobre as Florestas de Tabuleiros, como o desmatamento e a expansão de áreas de pastagens, além das plantações de cacau (cabruca) no sub-bosque de florestas nativas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20lucennoi","Mata Atlântica"],
    [1682,"CYPERACEAE","Hypolytrum paraense","M.Alves & W.W.Thomas","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hypolytrum paraense é uma espécie até o momento conhecida apenas no oeste do Estado do Pará. Essa região vêm sendo rapidamente desmatada devido à expansão da agropecuária, e, no caso da Serra Norte, onde foi coletado um dos parátipos, também em função da atividade mineradora em grande escala que aí é empreendida. Tendo por base essas ameaças, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. A AOO é de apenas 254,61 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20paraense","Amazônia"],
    [1683,"CYPERACEAE","Lagenocarpus bracteosus","C.B.Clarke","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Lagenocarpus bracteosusé uma planta com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. É representada por um baixo número de coletas, a maioria delas realizada há mais de 50 anos. Além disso, a região em que L. bracteosus ocorre é regularmente acometida por incêndios, além ser ameaçada pela expansão urbana e por uma intensa atividade turística. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio na extensão e qualidade do seu hábitat, assim como no número de indivíduos maduros. A AOO é de 12 km² e o número de situações de ameaça é inferior a cinco.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lagenocarpus%20bracteosus","Cerrado"],
    [1684,"CYPERACEAE","Machaerina ensifolia","(Boeckeler) T.Koyama","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Machaerina ensifolia é uma espécie endêmica dos campos de altitude ocorrentes no domínio da Mata Atlântica. A espécie apresenta uma distribuição relativamente ampla e está representada em ao menos duas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral,  mas seus habitats estão sujeitos a algumas ameaças como a incidência de incêndios e a expansão urbana e agropecuária. Devido a isso, suspeita-se que a espécie possa vir a correr risco de extinção em um futuro próximo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerina%20ensifolia","Mata Atlântica"],
    [1685,"CYPERACEAE","Pleurostachys angustifolia","Boeckeler","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Pleurostachys angustifolia é uma espécie de florestas de altitude representada por apenas dois registros de herbário, sendo um deles o tipo, coletado antes de 1890. A última coleta foi realizada há 35 anos. A EOO é de 548,3 km² e está sujeita a duas situações de ameaça. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio na extensão e qualidade do seu hábitat devido ao desmatamento e à expansão urbana. Em função disso e do baixíssimo número de coletas, é possível também suspeitar que P. angustifolia esteja sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros. Espécie possivelmente extinta.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleurostachys%20angustifolia","Mata Atlântica"],
    [1686,"CYPERACEAE","Pycreus flavescens","(L.) Rchb.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Pycreus flavescens apresenta distribuição geográfica bastante ampla no território brasileiro, ocorrendo do Paraná ao Ceará.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pycreus%20flavescens","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [1687,"CYPERACEAE","Rhynchospora biflora","Boeckeler","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Rhynchospora biflora apresenta distribuição ampla ao longo de boa parte da costa Atlântica, abrangendo parte das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20biflora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1688,"CYPERACEAE","Rhynchospora filiformis","Vahl","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição muito ampla nas Américas Central e do Sul, ocorre em quase todas as regiões do Brasil.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20filiformis","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [1689,"CYPERACEAE","Rhynchospora nardifolia","(Kunth) Boeckeler","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Rhynchospora nardifolia apresenta distribuição geográfica ampla e habita diversas fitofisionomias.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20nardifolia","Amazônia, Cerrado"],
    [1690,"CYPERACEAE","Rhynchospora paranaensis","A.C.Araújo & W.W.Thomas","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Rhynchospora paranaensis é uma erva terrestre cuja distribuição geográfica é pobremente conhecida. Dados insuficientes para avaliação do risco de extinção.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20paranaensis","Cerrado, Amazônia"],
    [1691,"CYPERACEAE","Rhynchospora warmingii","Boeckeler","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Rhynchospora warmingii apresenta ampla distribuição geográfica em áreas campestres e de cerrado do Brasil, ocorrendo desde o Paraná até o Mato Grosso e Bahia.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20warmingii","Cerrado"],
    [1692,"CYPERACEAE","Scleria balansae","Maury ex Micheli","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Scleria balansae está sujeita a cinco situações de ameaça, e propensa a algumas ameaças em potencial, entre as quais destaca-se a expansão de atividades agropecuárias.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scleria%20balansae","Mata Atlântica"],
    [1693,"CYPERACEAE","Trilepis tenuis","Vitta","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trilepis tenuis é uma espécie conhecida apenas pelo material-tipo, coletado há 44 anos na Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro. A AOO estimada é de apenas 4 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. Suspeita-se que T. tenuis venha sofrendo um declínio na qualidade do seu hábitat devido à incidência de incêndios, e que isso esteja acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. Espécie possivelmente extinta. Sua ocorrência na natureza deve ser verificada por meio de buscas intensivas no local onde foi coletada originalmente.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trilepis%20tenuis","Mata Atlântica"],
    [1694,"DENNSTAEDTIACEAE","Blotiella lindeniana","(Hook.) R.M.Tryon","LC","","","Tainan Messina","Herbácea da floresta úmida de montanha do Sul-Sudeste do Brasil. ?Espécie não ameaçada, tem sido coletada na última década em áreas relativamente extensas de mata atlântica e em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blotiella%20lindeniana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [1695,"DICHAPETALACEAE","Stephanopodium engleri","Baill.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Stephanopodium engleri é uma herbácea endêmica do Estado de Minas Gerais, ocorrendo em Florestas Estacionais. A EOO estimada é inferior a 5.000 km² e a AOO é inferior a 500 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). Em 1997, S. engleri foi avaliada como \"provavelmente extinta\" em Minas Gerais, porém, em 2010, foi coletada em localidade próxima à capital do Estado. Os dados disponíveis indicam sua ocorrência em áreas urbanas e em regiões com atividade mineradora, configurando duas situações de ameaça que reduzem a EOO, AOO e a qualidade do hábitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stephanopodium%20engleri","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1696,"DICHAPETALACEAE","Stephanopodium magnifolium","Prance","CR","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Stephanopodium magnifolium é uma árvore endêmica da Bahia e ocorre nos sub-bosques das florestas úmidas. Com distribuição restrita ao município de Uruçaca, a EOO estimada foi inferior a 100 km² e a AOO em cerca de 10 km², categorizando a espécie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A região de ocorrência apresenta alta taxa de desmatamento e pressão de corte seletivo, assim, o hábitat está severamente fragmentado, causando o declínio da EOO, AOO, da qualidade do hábitat e do número de indivíduos adultos. Ademais, os remanescentes florestais de Uruçaca perfazem 17,7% do município. Considerando as características da espécie, em especial o fato de ser um subarbusto de sub-bosques úmidos, é possível inferir que o crescimento seja lento, com tempo de geração mínimo de 30 anos.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stephanopodium%20magnifolium","Mata Atlântica"],
    [1697,"DICKSONIACEAE","Dicksonia sellowiana","Hook.","EN","A2abcd","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Dicksonia sellowiana foi muito explorada para a confecção de vasos e placas de xaxim, sendo muito comum em floriculturas e em residências como substrato para o cultivo de orquídeas. Com a restrição da comercialização do xaxim proveniente de D. sellowiana, substratos alternativos começaram a ser colocados no mercado. Apesar disso, o xaxim ainda é bastante extraído da natureza. Isso se deve ao fato de ser uma planta relativamente comum em florestas tropicais úmidas. Atualmente, são estimados três milhões de indivíduos adultos de D. sellowiana na natureza. Entretanto, considerando o histórico de extração, acredita-se que cerca de 75% deles tenham sido retirados da natureza nos últimos 10 anos apenas no Estado do Paraná. Extrapolando para os demais Estados, suspeita-se que mais de 50% dos indivíduos tenham sido transformados em substrato nesse mesmo período. Sabe-se que D. sellowiana é uma espécie de crescimento lento e que indivíduos adultos podem ter mais de 200 anos. Portanto, a recuperação populacional não acompanha o ritmo da sua extração. Além disso, essa espécie ocorre em áreas sob intensa pressão por desmatamento, em que a diminuição na qualidade do hábitat reduz a variabilidade genética das subpopulações. Dessa maneira, D. sellowiana é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicksonia%20sellowiana","Mata Atlântica"],
    [1698,"DICRANACEAE","Atractylocarpus brasiliensis","(Müll.Hal.) R.S.Williams","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo nos Estados do Piauí, Bahia e Rio de Janeiro, em Florestas Ombrófilas e Campos de Altitude. Tem EOO de 549,37 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando a presença em unidade de conservação (SNUC). A espécie e sua região de ocorrência sofrem ameaças decorrentes de atividades urbanas como expansão imobiliária, implantação de atividades agrícolas e presença de fogo provocado, que causam declínio da qualidade e extensão do hábitat da espécie.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Atractylocarpus%20brasiliensis","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1699,"DICRANACEAE","Atractylocarpus longisetus","(Hook.) E.B.Bartram","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição nos neotrópicos, no Brasil a espécie ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. É encontrada em altitudes que variam de 1.200 m a 2.700 m, em Campos de Altitude e Floresta Ombrófila Densa e Mista, ambientes que estão sendo degradados por atividades antrópicas, invasão de espécies exóticas e mudanças climáticas. Apresenta EOO de 547,32 km² e está sujeita a três situações de ameaça, considerando a perda e o declínio da qualidade do hábitat como principal ameaça.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Atractylocarpus%20longisetus","Mata Atlântica"],
    [1700,"DICRANACEAE","Campylopus densicoma","(Müll.Hal.) Paris","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição nos neotrópicos, no Brasil a espécie é endêmica dos Campos de Altitude do Rio de Janeiro (EOO=273,88 km²). Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça identificadas, considerando os incêndios e declínio da extensão e da qualidade do habitat como principais ameaças. Recomenda-se um maior esforço de coleta para a espécie.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylopus%20densicoma","Mata Atlântica"],
    [1701,"DILLENIACEAE","Davilla glaziovii","Eichler","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Davilla glaziovii é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 1,45 km² e provavelmente restrita a regiões de Floresta Ombrófila submontana e montana com altitudes em torno de 600 a 700 m na Baixada Fluminense e na subida para a Serra dos Órgãos. Atualmente, a espécie é conhecida por apenas uma população localizada na Serra do Mendanha, divisa dos municípios de Campo Grande, Mesquita, Nilópolis e Nova Iguaçu. A espécie está presente no Parque Municipal da Serra do Mendanha, criado em 1993, porém essa área foi transformada em objeto de relevante interesse social, possibilitando a expansão das chácaras e sítios na região. Além disso, o caule da espécie é utilizado para fins medicinais, sendo comercializado em regiões vizinhas como cipó-de-Santa Luzia. Essa localidade sofreu pressões antrópicas já no século XVII, pois, em 1603, as terras já serviam como área para plantações de cana e construção de engenhos de açúcar. A implantação da fábrica da Companhia Progresso Industrial do Brasil, em 1893, também marca a história da região. A urbanização tornou-se responsável pelo aumento da pressão antrópica sobre os já degradados ecossistemas locais que, desde o Brasil colonial, vinham sofrendo as consequências negativas dos ciclos agrícolas. A espécie vem enfrentando declínio contínuo da qualidade do hábitat, estando associada a apenas uma situação de ameaça. Foi categorizada como \"criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [1702,"DILLENIACEAE","Davilla macrocarpa","Aymard","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Davilla morii tem distribuição restrita ao sul do Estado da Bahia e norte do Espírito Santo, com EOO de 19.835 km², em região limitada entre o Rio de Contas ao norte e Rio Doce ao sul. Habita preferencialmente áreas com solos arenosos de Restinga e também Floresta de Muçununga e Campos Nativos, crescendo sobretudo próximo ao chão, de forma reptante, sob o solo arenoso ou também como liana, apoiando-se em arbustos, mas normalmente em áreas ensolaradas. A espécie ocorre em uma região onde áreas de florestas foram exploradas para a retirada de madeira e, posteriormente, transformadas em pastos para pecuária extensiva ou culturas agrícolas. Atualmente, grande parte dessa porção litorânea desses dois Estados vem sofrendo com a especulação imobiliária, que causa forte impacto antrópico sobre a biota, e pela exploração de petróleo ao norte do Espírito Santo. A espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU), com subpopulações fragmentadas e apresentando declínio contínuo na AOO, EOO e na qualidade do hábitat. Além disso, suspeita-se que também enfrente declínio no número de subpopulações.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20macrocarpa","Mata Atlântica"],
    [1703,"DILLENIACEAE","Davilla nitida","(Vahl) Kubitzki","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Davilla nitida apresenta distribuição muito ampla, com ocorrência em quase todos os Estados brasileiros. A espécie é altamente adaptada a ambientes secundários e suas subpopulações encontram-se bem representadas. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20nitida","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1704,"DILLENIACEAE","Doliocarpus glomeratus","Eichler","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. glomeratus se distribui de forma ampla por diversos Estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A espécie apresenta EOO de 1.250.950 Km² e é vinculada a impactos antrópicos. Além disso, ocorre em unidades de conservação (SNUC). A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doliocarpus%20glomeratus","Mata Atlântica"],
    [1705,"DILLENIACEAE","Doliocarpus lancifolius","Kubitzki","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Doliocarpus lancifolius ocorre de forma fragmentada e restrita (EOO=3.121 km²), normalmente em áreas de Tabuleiros costeiros e Restingas, raramente em Floresta Estacional Semidecidual, exclusivamente no Estado do Espírito Santo. Aparentemente, a espécie desaparece em ambientes antropizados por depender de ambientes semi-umbrófilos para se manter estável. O histórico de perda de Mata Atlântica no Espírito Santo é intenso, e as principais causas estão ligadas à exploração da madeira, agricultura, aos \"reflorestamentos\" homogêneos (Pinus e Eucaliptus), à incidência de espécies exóticas invasoras e à sobre-exploração de plantas ornamentais. Tais fatos têm contribuído para uma perda extrema do hábitat, para o declínio contínuo da AOO e EOO, e para o desaparecimento de subpopulações da espécie.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doliocarpus%20lancifolius","Mata Atlântica"],
    [1706,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea aesculifolia","R.Knuth","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. aesculifolia é uma liana que ocorre no bioma Cerrado. Os poucos registros botânicos não informam características ecológicas além da ocorrência da espécie em mata de galeria. Não há dados populacionais. O sinônimo não esta bem definido. Assim, embora tenha sido previamente categorizada como \"Vulnerável\" (VU) para o Estado de São Paulo, não há informações suficientes que permitam coloca-la em uma categoria para o nível nacional, sendo avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20aesculifolia","Cerrado"],
    [1707,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea asperula","Pedralli","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea asperula é uma erva que ocorre em Floresta de Galeria do Cerrado. A espécie é conhecida em três localidades, duas no Estado de Minas Gerais e uma no Distrito Federal. Suspeita-se que também esteja presente em Goiás. As áreas de ocorrência são conhecidas pela intensa atividade agrícola de monoculturas, uma prática que ocupa grandes porções do Cerrado brasileiro, sendo apontada como a principal razão do desmatamento, o que reduz o tamanho populacional da espécie. Assim, as ameaças causam declínio da AOO e EOO. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20asperula","Cerrado"],
    [1708,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea campestris","Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. campestris é uma liana que ocorre tanto em áreas florestais como em formações campestres. No Brasil apresenta distribuição ampla pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, além de ocorrer em outros países da América do Sul. A estimativa da EOO foi bastante superior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria de \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20campestris","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1709,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea grandiflora","Mart. ex Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. grandiflora é uma liana com distribuição desde a região Norte até o Sudeste, ocorrendo nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Observa-se também que a espécie ocorre em outros países distantes entre si, tais como o Suriname e a Argentina. Assim, é possível inferir que a espécie tem EOO alta e ainda superior ao calculado, sendo por isso é categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20grandiflora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1710,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea kunthiana","Uline ex R.Knuth","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. kunthiana é uma liana que habita em diferentes fitofisionomias, tais como campo rupestre e floresta de galeria presentes na Cadeia do Espinhaço, em São Paulo e Bahia. Embora se conheça poucos registros botânicos, a espécie seguramente apresenta ampla distribuição, com a Extensão de Ocorrência superior a calculada (não foi encontrado o registro em São Paulo), ocorrendo nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, bem como em outros países. Assim, D. kunthiana não está sob risco de extinção.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20kunthiana","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1711,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea loefgrenii","R.Knuth","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea loefgrenii é uma liana que ocorre na Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo (no interior) e Minas Gerais, e na Reserva Natural Companhia Vale do Rio Doce, no Espírito Santo. Parte dos registros botânicos foi coletada em área protegida (SNUC). Outros registros são provenientes de região serrana, onde a declividade do terreno talvez seja o fator mais favorável para a preservação da espécie, visto que a pastagem é a principal ameaça identificada. Pelas subpopulações conhecidas, foi possível identificar cinco situações de ameaça, colocando a espécie na categoria \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, caso as subpopulações não sejam mantidas, D. loefgrenii pode ser posicionada em uma categoria de maior risco ou até mesmo considerada extinta em um futuro próximo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20loefgrenii","Mata Atlântica"],
    [1712,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea mantiqueirensis","R.Knuth","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea mantiqueirensis é uma liana pouco conhecida, mas considerada espécie válida e ainda não recoletada. Seu único registro é na Serra da Mantiqueira, no Estado de São Paulo, em Floresta Ombrófila Densa. Com AOO estimada inferior a 10 km², a espécie é categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). O município em que foi realizada a coleta apresenta aproximadamente 31% de remanescente da formação original, sendo considerado um ambiente severamente fragmentado, principalmente devido às extensas áreas destinadas à pastagem e ao aumento das atividades antrópicas ocasionadas pela duplicação da rodovia Fernão Dias. Assim, em função do desmatamento ocorrido no passado é possível inferir que houve declínio do número de subpopulações e de indivíduos maduros, bem como da AOO, EOO e qualidade do hábitat. Ademais, o material botânico foi coletado em 1897, período anterior ao recente desmatamento observado na área, de modo que D. mantiqueirensis esteja provavelmente extinta.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20mantiqueirensis","Mata Atlântica"],
    [1713,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea mollis","Kunth","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. mollis é uma liana conhecida em diversos Estados brasileiros, bem como em outros países. Habita em áreas florestais como a restinga, áreas alagáveis e, com menor frequência, em regiões montanhosas como as encostas da Mata Atlântica e aquelas presentes no interior do Brasil, nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais. Devido a ampla distribuição a espécie não está sob risco de extinção.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20mollis","Mata Atlântica"],
    [1714,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea orthogoneura","Uline ex Hochr.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. orthogoneura é uma liana amplamente distribuída pelo Brasil, ocorrendo desde o Nordeste até a região Sul. A EOO foi bastante superior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20orthogoneura","Caatinga, Cerrado"],
    [1715,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea pseudomacrocapsa","G.M.Barroso et al.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea pseudomacrocapsa é uma liana com distribuição restrita à região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A EOO e AOO estimadas colocam a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). Por se tratar de uma região urbanizada, o hábitat da espécie está severamente fragmentado, sendo que os diversos tipos de ameaça provenientes do crescimento urbano, tais como poluição e especulação imobiliária, entre outros, reduzem a EOO, AOO e qualidade do hábitat.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20pseudomacrocapsa","Mata Atlântica"],
    [1716,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea rumicoides","Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. rumicoides é uma liana com ampla distribuição pelo Brasil e considerada rara dentro da extensão de ocorrência. Habita nas florestas ombrófilas e mata de galeria, formações comuns nos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Algumas subpopulações foram encontradas em áreas sob proteção integral. Pelo exposto, a espécie não esta sob risco de extinção.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20rumicoides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1717,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea sanpaulensis","R.Knuth","EN","B1ab(iii,iv,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea sanpaulensis é uma liana que ocorre em Florestas e Campos de Altitude da Mata Atlântica. As subpopulações conhecidas nos Estados de São Paulo e Paraná perfazem EOO inferior a 5.000 km², categorizando a espécie como \"Em perigo\" (EN). Os registros de São Paulo são coletas feitas na década de 20, em remanescente da Serra do Mar localizado entre a capital e o litoral paulista. A ocupação humana e os impactos associados à urbanização já eliminaram 64% dos remanescentes do município de Santo André (SP), área de ocorrência da espécie. A subpopulação encontrada no Paraná está em remanescente de Mata Atlântica com presença de espécies invasoras, uma ameaça que hoje atinge até mesmo formações de altitude. Assim, são conhecidas duas situações de ameaça para a espécie, as quais causam declínio da qualidade do hábitat e redução da EOO e AOO da espécie. A Serra do Mar é um remanescente contínuo que possivelmente abriga outras subpopulações da espécie, de forma que o desmatamento ocorrido no passado permite inferir que houve declínio do número de subpopulações e de indivíduos maduros.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20sanpaulensis","Mata Atlântica"],
    [1718,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea stegelmanniana","R.Knuth","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. stegelmanniana é uma liana que habita em florestas úmidas do Brasil, tais como a Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Além de não apresentar especificidade de habitat, a EOO é bastante superior a 20.000 km², colocando a espécie na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20stegelmanniana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [1719,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea trifida","L.f.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. trifida é uma liana das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Domesticada por indígenas, a espécie ocorre nas florestas de Terra-Firme e do Cerrado, sendo uma planta neotropical cultivada em escala comercial. A EOO de D. trifida é bastante superior a 20.000 km², sendo considerada fora de risco de extinção.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20trifida","Amazônia, Cerrado"],
    [1720,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea trilinguis","Griseb.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea trilinguis é uma liana conhecida nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e, possivelmente, Minas Gerais, ocorrendo em florestas com solo argiloso. No entanto, não foram obtidos todos os registros botânicos conhecidos para a espécie, de forma que a EOO está sub-estimada. Assim, até o momento, a AOO estimada é inferior a 500 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). As subpopulações conhecidas no Rio de Janeiro estão ameaçadas por estarem próximas a centros urbanos, fatores que reduzem a AOO, EOO e qualidade do hábitat. A subpopulação litorânea de Caraguatatuba (SP) sofre redução da EOO por desmatamento, uma vez que apenas 27,4% dos remanescentes estão preservados. A subpopulação do município de Santo André (SP) talvez seja a mais preservada, visto que se encontra em área protegida (SNUC). No entanto, sabe-se que nesta região, a espécie é considerada rara. Pelo exposto, são identificadas três situações de ameaça que colocam a espécie na referida categoria, porém, a disponibilidade de maiores informações pode transferi-la para uma categoria de ameaça inferior.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20trilinguis","Mata Atlântica"],
    [1721,"DITRICHACEAE","Chrysoblastella chilensis","(Mont.) Reimers","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre em Campos de Altitude nos Estados nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, estando sujeita a apenas duas situações de ameaça. Tem EOO de 269,87 km². Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), a frequência do fogo nas suas regiões de ocorrência é bastante significativa. Este fato, associado à vulnerabilidade da espécie às queimadas e ao declínio constante na qualidade do hábitat, permite avaliar a espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysoblastella%20chilensis","Mata Atlântica"],
    [1722,"DROSERACEAE","Drosera graomogolensis","T.Silva","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Drosera graomogolensis tem AOO menor que 500 km² e subpopulações presentes em menos de cinco situações de ameaça. A espécie ocorre em serras da região de Grão Mogol, as quais apresentam perda do hábitat original pela incidência de ameaças como desmatamento, atividades agropecuárias, extrativismo de espécies ornamentais e mineração de metais preciosos.","2012-07-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drosera%20graomogolensis","Caatinga"],
    [1723,"DRYOPTERIDACEAE","Ctenitis anniesii","(Rosenst.) Copel.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída no sudeste e sul do Brasil.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20anniesii","Mata Atlântica"],
    [1724,"DRYOPTERIDACEAE","Ctenitis eriocaulis","(Fée) Alston","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20eriocaulis","Mata Atlântica"],
    [1725,"DRYOPTERIDACEAE","Ctenitis fenestralis","(C.Chr.) Copel.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuição de ocorrência da espécie não é bem definida e maiores estudos são necessários para avaliação de risco.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20fenestralis","Mata Atlântica"],
    [1726,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum acrocarpum","(Mart.) T.Moore","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença dentro ou fora de unidades de conservação (SNUC). Deve ser melhor estudada, uma vez que o baixo número de registros pode estar refletindo o esforço de coleta realizado para a espécie. Por outro lado, esses três registros podem representar raridade e/ou declínio populacional, principalmente porque a área de ocorrência da espécie sofre com atividades agrícolas e urbanização, o que transferiria E. acrocarpum para uma categoria de ameaça mais alta em um futuro próximo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20acrocarpum","Mata Atlântica"],
    [1727,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum amplissimum","(Fée) Christ","EN","B2ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em Mata Atlântica da Serra do Mar, nos municípios de Iguape e Ubatuba, no Estado de São Paulo, Itatiaia e Parati, no Rio de Janeiro, em regiões montanas e costeiras. Apresenta AOO estimada em 20 km². Está sujeita a apenas duas situações de ameaça, considerando os dois Estados de ocorrência, e a pertubação e perda do hábitat causadas pelas atividades antrópicas na região.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20amplissimum","Mata Atlântica"],
    [1728,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum beckeri","Brade","CR","A2c,B2ab(iii),D","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Ilha de Trindade (AOO","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20beckeri","Mata Atlântica"],
    [1729,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum edwallii","Rosenst.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20edwallii","Mata Atlântica"],
    [1730,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum gayanum","(Fée) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição ampla e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20gayanum","Mata Atlântica"],
    [1731,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum herminieri","(Bory & Fée) T.Moore","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para a avaliação de risco da espécie e incerteza na distribuição uma vez que a literatura cita a Bahia como região de ocorrência, mas não há registro.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20herminieri","Mata Atlântica"],
    [1732,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum iguapense","Brade","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e ocorre em unidade de conservação (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20iguapense","Mata Atlântica"],
    [1733,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum insigne","(Fée) Brade","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20insigne","Mata Atlântica"],
    [1734,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum itatiayense","Rosenst.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC), no entanto apresenta menos de 10 situações de ameaça, o que poderia vir a transferir-la para uma categoria de ameaça em futuro próximo, caso ameaças como o fogo não sejam controladas.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20itatiayense","Mata Atlântica"],
    [1735,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum jamesonii","(Hook. & Grev.) T.Moore","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para avaliação do risco.  A espécie não ocorre no Brasil, de modo que as informações aqui disponíveis dizem respeito a outra espécie. Segundo  Mynssen (com. pess.), tal informação será publicada em American Fern Journal (2012).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20jamesonii","Mata Atlântica"],
    [1736,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum langsdorffii","(Hook. & Grev.) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição ampla e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20langsdorffii","Mata Atlântica"],
    [1737,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum macahense","(Fée) Rosenst.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição ampla e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20macahense","Mata Atlântica"],
    [1738,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum nigrescens","(Hook.) T.Moore ex Diels","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20nigrescens","Mata Atlântica"],
    [1739,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum pteropus","C.Chr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20pteropus","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [1740,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum strictum","(Raddi) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20strictum","Mata Atlântica"],
    [1741,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum tamandarei","Brade","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não pode ser categorizada como ameaçada com as informações existentes, no entanto, não é amplamente distribuída e apresenta menos de 10 situações de ameaça. Deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados para que uma nova categorização possa ser feita.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20tamandarei","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1742,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum tectum","(Humb. & Bonpl. ex Willd.) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20tectum","Mata Atlântica"],
    [1743,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum wettsteinii","Christ","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não pode ser categorizada como ameaçada com as informações existentes, no entanto, não é amplamente distribuída e apresenta menos de 10 situações de ameaça. Deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados para que uma nova categorização possa ser feita.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20wettsteinii","Mata Atlântica"],
    [1744,"DRYOPTERIDACEAE","Megalastrum wacketii","(Rosenst. ex C.Chr.) A.R.Sm. & R.C.Moran","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie conhecida dos Estados de São Paulo e Espírito Santo (AOO=12 km²). Foi considerada extinta em São Paulo, o que nos possibilita estimar declínio de EOO, AOO e subpopulações. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando a pressão antrópica nas regiões de ocorrência. Espécie dependente de medidas de conservação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Megalastrum%20wacketii","Mata Atlântica"],
    [1745,"DRYOPTERIDACEAE","Polybotrya speciosa","Schott","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie com EOO nos Estados do Sudeste e Bahia, coletada frequentemente, inclusive no Estado de São Paulo onde foi considerada \"Presumivelmente extinta\" (PE).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polybotrya%20speciosa","Mata Atlântica"],
    [1746,"DRYOPTERIDACEAE","Polystichum bradei","Rosenst.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando a frequência de fogo nas regiões em que ocorre, como no Parque Nacional do Itatiaia. Por ser restrita aos Campos de Altitude e às Florestas altomontanas, apresenta AOO de 16 km², estando muito suscetível a ameaças, e por isso enfrenta redução populacional e perda de hábitat consideráveis. Assim, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polystichum%20bradei","Mata Atlântica"],
    [1747,"EBENACEAE","Diospyros duartei","Cavalcante","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de se distribuir amplamente por Estados costeiros da região Sudeste e Nordeste, com EOO de 95.467 km², a espécie se caracteriza por apresentar forma de vida arbórea em ambientes de Floresta Ombrófila Densa, associada a Mata Atlântica, que já teve cerca de 93% de sua área natural destruída. D. duartei foi considerada localmente extinta na lista de espécies ameaçadas do Espírito Santo em 2007 e, possivelmente, as subpopulações ocorrentes na porção sul do Estado da Bahia também se encontram fortemente ameaçadas, principalmente, em função do histórico de cultivo do cacau. A derrubada de florestas foi especialmente severa nas últimas três décadas, 11.650 km² de florestas foram perdidos nos últimos 15 anos. Em adição à incessante perda de hábitat, as matas remanescentes continuam a ser degradadas pela extração de lenha, exploração madeireira ilegal, coleta de plantas e produtos vegetais e invasão por espécies exóticas. Além disso a espécie possui caráter ornamental. D. duartei foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT) e, caso medidas conservacionistas visando manter a integridade das subpopulações não forem tomadas, a espécie poderá se encontrar sob algum grau de ameaça em um futuro próximo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20duartei","Mata Atlântica"],
    [1748,"EBENACEAE","Diospyros hispida","A.DC.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. hispida se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva ou arbórea. A espécie é amplamente distribuída pelo território nacional sendo muito bem representada por coleções botânicas. Inúmeras subpopulações da espécie são contempladas por unidades de conservação (SNUC) e a população global tem se mantido estável. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20hispida","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1749,"EBENACEAE","Diospyros inconstans","Jacq.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea, atingindo até 15 metros de altura. D. iconstans é muito bem representada em herbários, tendo sido registrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Aparentemente suas subpopulações têm se mantido estáveis apesar das ameaças isoladas por localidades de ocorrência. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20inconstans","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1750,"ELAEOCARPACEAE","Sloanea garckeana","K.Schum.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. garckeana ocorre em outros países da América do Sul e tem ampla distribuição no Brasil, com subpopulações bem amostradas em todos os biomas. A espécie também ocorre em pelo menos nove unidades de conservação (SNUC).","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20garckeana","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1751,"ELAEOCARPACEAE","Sloanea hirsuta","(Schott) Planch. ex Benth.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. hirsuta apresenta ampla distribuição no país e ocorre em mais de 15 unidades de conservação (SNUC), sendo bem amostrada ao longo de sua distribuição.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20hirsuta","Mata Atlântica"],
    [1752,"ELAEOCARPACEAE","Sloanea obtusifolia","(Moric.) Schum.","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sloanea obtusifolia ocorre ao longo da Mata Atlântica em locais que tiveram uma redução de vegetação original de pelo menos 50% nos últimos 10 anos, como os municípios de Santa Teresa, no Espírito Santo, Recife, em Pernambuco, Una e Ilhéus na Bahia, São Paulo, Ibiúna, e Mogi das Cruzes, em São Paulo. Associadas a esse fato, estimativas apontam que a população global da espécie apresenta uma média de 18.211 indivíduos, número que está sendo reduzido devido ao uso madeireiro para a fabricação de canoas, tábuas e esteios para construções domésticas e pesqueiras.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20obtusifolia","Mata Atlântica"],
    [1753,"ERICACEAE","Agarista chlorantha","(Cham.) G.Don","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista chlorantha ocorre amplamente distribuída em Campos Rupestres e Campos de Altitude associados aos Domínios Fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e possivelmente, Rio de Janeiro. Espécie bem representada em herbários, foi registrada em áreas perturbadas e também dentro dos limites de unidades de conservação (SNUC). Por esses motivos, A. chlorantha foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) quanto ao seu risco de extinção.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20chlorantha","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1754,"ERICACEAE","Agarista niederleinii","(Sleumer) Judd","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista niederleinii ocorre em Campos de Altitude e Florestas nebulares associadas ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi registrada entre 350 até cerca de 2.000 m de altitude, dependendo da região em que ocorre. Descrita como frequente em algumas localidades, a espécie se encontra protegida dentro dos limites de algumas unidades de conservação (SNUC), que resguardam amostram significativas de habitat para sua ocorrência. Bem representada em herbários, possui registros em áreas de diferentes estágios de regeneração, e por esses motivos, foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção. Entretanto, faz-se necessário garantir a efetiva proteção das matas nebulares e campos naturais ao longo de sua distribuição, a fim de garantir sua perpetuação na natureza.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20niederleinii","Mata Atlântica"],
    [1755,"ERICACEAE","Agarista nummularia","(Cham. & Schltdl.) G.Don","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista nummularia ocorre amplamente distribuída em diversos ambientes (Campos de Altitude com mosaicos de Araucaria angustifolia, afloramentos rochosos, pântanos e florestas úmidas) associados ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Registrada em altitude que variam entre 10 e 1.650 m, foi considerada a espécie dominante na comunidade herbácea em algumas localidades ao longo de sua distribuição. O aparente baixo número de registros de herbário pode ser explicado pela proximidade deste táxon com outras espécies do gênero, o que acaba por induzir a erros de determinação e consequentemente, empobrece sua lista de testemunhos. Entretanto, a espécie parece ocorrer de maneira frequente, inclusive dentro de unidades de conservação (SNUC). A partir desses dados, considera-se a espécie \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20nummularia","Mata Atlântica"],
    [1756,"ERICACEAE","Agarista pulchra","(Cham. & Schltdl.) G.Don","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista pulchra ocorre nos Estados de Minas Gerais, Bahia e São Paulo, predominantemente em Campos Rupestres e afloramentos rochosos associados ao Domínio Fitogeográfico Cerrado, foi registrada também com  pouca frequência em Florestas Estacionais (Itararé, São Paulo). A espécie enfrenta ameaças a sua existência em localidades em que possui registros, algumas destas se encontram altamente impactadas por atividades mineradoras, porém, foi registrada em áreas protegidas isoladas no Estado de Minas Gerais e Bahia, que por enquanto permanecem sem ameaças severas e conseguem garantir a efetiva conservação de sua biota (por exemplo RPPN Santuário do Caraça), portanto, A. pulchra foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT) neste momento. Estudos mais detalhados sobre sua população e o efeito da incidência das ameaças conhecidas devem ser empreendidos, de modo a possibilitar uma avaliação de risco de extinção mais precisa.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20pulchra","Cerrado"],
    [1757,"ERICACEAE","Gaultheria sleumeriana","Kin.-Gouv.","CR","B2ab(i,ii,iii),C2a(i,ii),D","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaultheria sleumeriana representa um endemismo exclusivo da Serra da Bocaina, até o momento registrada somente no estado de São Paulo. Ocupando uma pequena faixa altitudinal, a espécie apresenta uma distribuição muito restrita (AOO=8 Km²) em borda de matas de galeria e campos secos. A única população conhecida deste táxon possui menos que 50 indivíduos maduros e apenas três destes se encontram dentro dos limites do Parque Nacional da Bocaina (SNUC). A principal situação de ameaça incidente no habitat ocupado por este táxon é o fogo, dados recentemente levantados indicam cerca de 307 registros de incêndios dentro dos limites do Parque Nacional da Bocaina (SNUC), que atingiram cerca de 2.001,98 ha de vegetação. Sem ser coletada desde 1955, a espécie parece ser naturalmente rara, o que amplia seu risco de extinção frente a eventos severos de incêndio, como os reportados. Tendo em vista essas informações, considerou-se G. sleumeriana \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaultheria%20sleumeriana","Mata Atlântica"],
    [1758,"ERICACEAE","Gaylussacia angulata","Gardner","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia angulata é endêmica do estado do Rio de Janeiro, com apenas três coleções realizadas nos Campos de Altitude do trecho central e norte da Serra do Mar Fluminense (Serra dos Órgãos e Serra de Araras, no município de Petrópolis, Serra do Desengano, em Santa Maria Madalena). Com base nos registros e levando-se em conta que as áreas em que a planta foi registrada apresentam esforço amostral elevado, G. angulata pode ser considerada uma espécie rara. Mesmo hoje protegidas por unidades de conservação, ameaças como o fogo intesivo assolam os Campos de Altitude do Rio de Janeiro, comprometendo severamente populações de espécies raras e sensíveis aos seus impactos. Com distribuição muito restrita (AOO=12 Km², EOO=845,34 Km²), coleções muito antigas e populações submetidas a mesma situação de ameaça, a espécie foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20angulata","Mata Atlântica"],
    [1759,"ERICACEAE","Gaylussacia caparoensis","Sleumer","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia caparoensis é endêmica dos Campos de Altitude da Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Apresenta distribuição muito restrita (AOO=20 Km², EOO=355,81 Km²). Mesmo ocorrendo dentro dos limites do Parque Nacional do Caparaó (SNUC), as subpopulações desta espécie se encontram fragilizadas pelos intensos incêndios que incidem sobre os Campos de Altitudes em que ocorre, sendo considerada uma situação de ameaça direta, para ilustrar o panorama, em apenas um mês do ano de 2001, cerca de 485 focos de incêndio foram detectados na área da unidade e municípios adjascentes, evidenciando a grande intensidade com que esses eventos ocorrem. Mesmo com um plano de prevenção, controle e combate aos incêndios florestais desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), este ainda não foi efetivamente implementado e a proteção integral oferecida pelo Parque Nacional do Caparaó (SNUC) não impede a incidência de eventos de ameaça. Por esses motivos, G. caparoensis foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20caparoensis","Mata Atlântica"],
    [1760,"ERICACEAE","Gaylussacia centunculifolia","Sleumer","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia centunculifolia representa um endemismo restrito dos Campos Rupestres da região da Serra do Cipó, na porção mineira da Cadeia do Espinhaço. Com distribuição muito pontual e restrita (AOO=16 Km², EOO=155,76 Km²), a espécie foi considerada sob duas situações de ameaças principais, tendo suas subpopulações pressionadas pela proximidade com uma rodovia e pelos incêndios frequentes que ocorrem em seu habitat. As populações conhecidas não se encontram protegidas pelos limites do Parque Nacional da Serra do Cipó (SNUC), que resguarda amostras significativas dos atualmente escassos Campos Rupestres mineiros, cuja área original foi reduzida em mais de 80%. Por esses motivos, G. centunculifolia foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20centunculifolia","Cerrado"],
    [1761,"ERICACEAE","Gaylussacia decipiens","Cham.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia decipiens é endêmica do Brasil, ocorrendo em áreas de Campos Rupestres, Campos de Altitude e Campos úmidos nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie parece bem representada nos herbários, com coletas realizadas recentemente e dentro dos limites de diversas unidades de conservação (SNUC). Mesmo com suas populações situadas em fitofisionomias associadas aos dois hotspots brasileiros (Cerrado e Mata Atlântica), pressionado por diversas ameaças, a espécie não parece correr risco iminente de extinção. Por esses motivos, foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT), pela sua distribuição exclusiva em fitofisionomias campestres.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20decipiens","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1762,"ERICACEAE","Gaylussacia harleyi","Kin.-Gouv.","VU","A2c,B1ab(i,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia harleyi  é endêmica dos Campos Rupestres da região da Chapada Diamantina, no estado da Bahia. Apresenta distribuição restrita (EOO=8.024,55 km² ) em apenas uma fitofisionomia, e encontra-se submetida a menos de cinco situações de ameaça. Embora algumas subpopulações estejam presentes dentro dos limites de unidades de conservação, o habitat deste táxon sofreu uma redução severa na Bahia (cerca de 80% da área total) e, na região da Chapada Diamantina, especificamente suspeita-se que ao menos 30% das suas áreas de ocorrência tenham desaparecido nos últimos 10 anos, sendo o fogo o responsável pela eliminação de táxons sensíveis a distúrbios ambientais severos.  Por esses motivos, G. harleyi foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [1763,"ERICACEAE","Gaylussacia montana","(Pohl) Sleumer","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia montana ocorre em Campos de Altitude, Campos Rupestres e Campos Limpos associados aos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica e Cerrado. Bem representado nas coleções, a espécie é descrita como frequente por alguns coletores, especialmente em áreas da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais (Serra do Cipó). De ocorrência ampla (EOO=125.881,32 Km²) em mais de uma fitofisionomia de dois Domínios Fitogeográficos distintos, frequente e com registros em unidades de conservação (SNUC), G. montana foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20montana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1764,"ERICACEAE","Gaylussacia oleifolia","Dunal","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia oleifolia é endêmica dos Campos Rupestres e bordas de matas de galeria ocorrentes na Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=3.620,82 km², AOO=52 km²) em fitofisionomias que sofrem com a incidência de incêndios frequentes e que foram historicamente suprimidas por atividades antrópicas. Extensas porções de Campos Rupestres no estado estão sendo convertidas em áreas para pecuária e extração de minérios e sofrem os impactos de turismo desordenado. A espécie, apesar de bem representada nos herbários, tem distribuição pontual e as coletas mais recentes foram realizadas na mesma localidade. Potencialmente ocorre dentro dos limites do Parque Nacional da Serra do Cipó (SNUC), mas não há confirmação. Pelos motivos expostos, G. oleifolia foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20oleifolia","Cerrado"],
    [1765,"ERICACEAE","Gaylussacia pruinosa","Loes.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia pruinosa é conhecida somente pela sua coleção-tipo, empreendida por A.F.M. Glaziou nos Campos de Altitude da Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro. Mesmo sem data determinada, estima-se, com base nas coletas deste naturalista, que a espécie esteja a mais de 100 anos sem ser encontrada na localidade, uma área que vêm sendo frequentemente percorrida por botânicos. Apresenta distribuição muito restrita (AOO=4 km², EOO=273,44 km²) e em apenas uma fitofisionomia. A espécie foi avaliada a partir de uma única situação de ameaça geral (incêndios frequentes e intensos), que torna vulneráveis os Campos de Altitude da Serra dos Órgãos. Pelos motivos expostos, G. pruinosa foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), possivelmente extinta na natureza. Esforços de coleta específicos devem ser conduzidos a fim de ampliar o conhecimento sobre o táxon e assim avaliar seu risco de extinção mais precisamente.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20pruinosa","Mata Atlântica"],
    [1766,"ERICACEAE","Gaylussacia retivenia","Sleumer","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia retivenia ocorre exclusivamente em Campos de Altitude situados sobre a Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro. Apresenta distribuição muito restrita (AOO=8 Km², EOO=326,52 Km²) em apenas uma fitofisionomia, sendo avaliada sob uma única situação de ameaça (redução das áreas naturais para sua potencial ocorrência ocasionada principalmente pelo fogo), que afeta especificamente os Campos de Altitude da Serra do Órgãos. A espécie está a cerca de 60 anos sem ser coletada, em área onde o esforço de coleta é alto. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando esforços de coleta pontuais na localidade onde ocorre para verificação de sua existência. Caso G. retivenia não seja encontrada após intensivas buscas, poderá vir a ser declarada \"Extinta na natureza\" (EW).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20retivenia","Mata Atlântica"],
    [1767,"ERICACEAE","Gaylussacia retusa","Mart. ex Meisn.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia retusa é endêmica do Campos Rupestres do Brasil Central, com distribuição confirmada nos Domínios Fitogeográficos Caatinga e Cerrado, nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás. Apresenta distribuição naturalmente disjunta, em fitofisionomia que tem sofrido historicamente perdas atribuídas principalmente a ações antrópicas, como o fogo e pecuária. Mesmo assim, a espécie ocorre dentro dos limites de unidades de conservação (SNUC) e tem sido coletada em áreas campestres com uma certa frequência, foi considerada, portando, \"Quase Ameaçada\" (NT), principalmente pela vulnerabilidade de seu habitat.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20retusa","Caatinga, Cerrado"],
    [1768,"ERICACEAE","Gaylussacia rhododendron","Cham. & Schltdl.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia rhondodendron ocorre em Campos de Altitude e Florestas Ombrófilas Densas Altomontanas e Mistas, associadas ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Foi registrada  frequentemente em unidades de conservação (Parque Nacional do Itatiaia, Parque Estadual da Serra do Mar e Estação Biológica Alto da Serra de Paranapiacaba), e de acordo com os dados disponíveis nas exsicatas das coleções, suspeita-se que a espécie não dependa de ambientes em avançado estágio de regeneração. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20rhododendron","Mata Atlântica"],
    [1769,"ERICACEAE","Gaylussacia setosa","Kin.-Gouv.","CR","B1ab(ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia setosa representa um endemismo dos Campos Rupestres em apenas uma montanha (Pico do Itambé) da Cadeia do Espinhaço no estado de Minas Gerais. A espécie tem distribuição muito restrita (EOO=13,48 Km², AOO=12Km²), em região frequentemente submetida a eventos de ameaça. Mesmo a população conhecida estando integralmente inserida dentro dos limites do Parque Estadual do Pico do Itambé (SNUC), a região sofre os efeitos severos de queimadas intensas e frequentes e das atividades antrópicas ligadas à pecuária e agricultura realizadas no seu entorno. Considerada sob uma mesma situação de ameaça, G. setosa foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando ações específicas para garantir sua sobrevivência na natureza.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20setosa","Cerrado"],
    [1770,"ERICACEAE","Gaylussacia vitis-idaea","Mart. ex Meisn.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia vitis-idaea é endêmica dos Campos de Altitude e Campos Rupestres dos Domínios Fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica. Até pouco tempo, essa espécie era considerada restrita ao Estado de Minas Gerais (Kinoshita, Romão, 2012), porém registros recentes determinados pelos especialistas na família apontam para uma distribuição mais ampla desta espécie sobre as áreas campestres de altitude do leste do Brasil. G. vitis-idaea apresenta distribuição naturalmente disjunta, porém ampla (EOO=349.186,85 km² e AOO=76 km²), estando bem representada em herbários e com subpopulações protegidas dentro de unidades de conservação (SNUC). Entretanto, a espécie ocorre em fitofisionomias onde há grande incidência de ameaças e que se encontram exclusivamente em dois hotspots da biodiversidade altamente impactados por atividades antrópicas. Por esse motivos, G. vitis-ideae foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT) por não correr risco eminente de extinção, mas podendo vir a se enquadrar em alguma categoria de ameaça conforme estudos mais detalhados sobre sua biologia e ecologia forem empreendidos.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20vitis-idaea","Cerrado"],
    [1771,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus cabralensis","(Silveira) Sano","DD","","","Tainan Messina","Actinocephalus cabralensis ocorre no Estado de Minas Gerais, em regiões de Campos Rupestres. As informações desta espécie limitam-se a um único registro de ocorrência em coleção de herbário, apesar da bibliografia mencionar outras localidades. É considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por não apresentar dados suficientes para avaliação.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20cabralensis","Cerrado ((Giulietti et al. 2010)"],
    [1772,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus ciliatus","(Bong.) Sano","DD","","","Tainan Messina","?Actinocephalus ciliatus ocorre no Estado deMinas Gerais, restrita em regiões de Campos Rupestres. As informações destaespécie, segundo especialista, apresenta citação que pode ter sido erroneamenteidentificada. Poderá com informações mais acuradas ser enquadrada na categoria \"Vulnerável\" (VU) por sua extensão de ocorrência e número de situações de ameaça, porém os dadospresentes são insuficientes para categorizá-la neste momento. É considerada \"Deficiente de Dados\" (DD) por não apresentar dados suficientespara avaliação.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20ciliatus","Cerrado (Giulietti et al. 2010)"],
    [1773,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus cipoensis","(Silveira) Sano","CR","B2ab(ii,iii,iv)","","Tainan Messina","Actinocephaluscipoensis já foi considerada extinta nanatureza, mas foi reencontrada no ano de 2008, segundo dados bibliográficos validados pelo especialista. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20cipoensis","Cerrado"],
    [1774,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus claussenianus","(Körn.) Sano","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie registrada em cinco locais de coleta que foram considerados situações de ameaça distintas. É endêmica do Parque Nacional da Serra da Canastra. A perda de hábitat é a principal ameaça, já que está registrada a ocorrência de apenas duas subpopulações. Enquadra-se na categoria \"Vulnerável\" (VU).","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20claussenianus","Cerrado"],
    [1775,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus heterotrichus","(Silveira) Sano","DD","","","Tainan Messina","Sem informações suficientes para avaliação.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20heterotrichus","Cerrado"],
    [1776,"ERIOCAULACEAE","Comanthera bahiensis","(Moldenke) L.R.Parra & Giul.","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Comanthera bahiensis é uma espécie endêmica do Estado da Bahia, com ocorrência no Morro do Chapéu e proximidades, tendo EOO de 1.294,73 km². Apresenta pequeno porte e morfologicamente é bem diferenciada das demais espécies de Comanthera. Não há registros sobre a exploração comercial de suas subpopulações. Foi avaliada como \"Em perigo\" (EN), pois são considerados potenciais ameaças a ocupação restrita, o declínio das condições ambientais e a degradação do ambiente.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20bahiensis","Caatinga, Cerrado"],
    [1777,"ERIOCAULACEAE","Comanthera brasiliana","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","CR","B1ab(i,ii,iii,v)","","Tainan Messina","Comanthera brasiliana é uma herbácea restrita à região da Pedra Menina, no Estado de Minas Gerais, ocorrendo em vegetação rupestre de solo arenoso. Os registros botânicos conhecidos estimam EOO inferior a 100 km², categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). Uma série de fatores ameaça a sobrevivência da espécie: a ocorrência de indivíduos maduros isolados e esparsos, a comercialização indiscriminada no passado, o endemismo e a atividade antrópica nas áreas de ocupação. As subpopulaçõesidentificadas indicam uma situação de ameaça que, pelo exposto, causa o declínio continuado da AOO, EOO, qualidade do hábitat e número de indivíduos maduros.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20brasiliana","Cerrado"],
    [1778,"ERIOCAULACEAE","Comanthera chrysolepis","(Silveira) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Sem informações para a presente avaliação de risco de extinção. É citada como \"Criticamente em perigo\" (CR) na lista oficial de 2008.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20chrysolepis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1779,"ERIOCAULACEAE","Comanthera elegans","(Bong.) L.R.Parra & Giul.","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Comanthera elegans está sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça, todas no Estado de Minas Gerais. Suas inflorescências são muito exploradas comercialmente, o que representa uma ameaça a sua sobrevivência, apesar de ter subpopulações muito densas e relativamente extensas. Apresenta EOO de 9.565,65 km², e há registros de desaparecimento de subpopulações em algumas regiões. É presente o caráter de ameaça constante pela exploração comercial de sempre-vivas como fator de sobrevivência para a população que intercala esta prática com o garimpo, já reduzido. É avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20elegans","Cerrado"],
    [1780,"ERIOCAULACEAE","Comanthera harleyi","(Moldenke) L.R.Parra & Giul.","VU","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Comanthera harleyi é uma espécie que ocorre no Estado da Bahia, com distribuição restrita (EOO=1.927,42 km²). Suas subpopulações são encontradas nos municípios de Delfino (Umburanas) e Morro do Chapéu. A espécie caracteriza-se pelo micro-endemismo. Avaliada como \"Vulnerável\" (VU), foram consideradas potenciais ameaças a ocupação restrita, o declínio das condições ambientais e a degradação do ambiente.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20harleyi","Cerrado"],
    [1781,"ERIOCAULACEAE","Comanthera magnifica","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Comanthera magnifica possui poucos registros de coleta. Segundo o especialista é necessárioque haja mais espécimes de herbário, para a avaliação de risco. Na lista oficial encontra-se como \"Criticamente em perigo\" (CR). É considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela impossibilidade de avaliação por carência de dados.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20magnifica",""],
    [1782,"ERIOCAULACEAE","Comanthera mucugensis","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","O endemismo restrito e a utilização desta espécie comercialmente reduziram sua EOO ao longo dos últimos anos e a extinguiram em algumas regiões. O extrativismo, o fogo e a agropecuária são as principais causasda redução da população e contínua perda da qualidade do hábitat. As pesquisas indicam que as técnicas de cultivo demonstram taxas de sobrevivência não muito altas. Projetos desenvolvidos com sempre-vivas têm demonstrado a extinção em regiões antes ocupadas por essa espécie. Com EOO de 2.047,87 km² e sujeita a três potenciais situações de ameaça, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20mucugensis","Cerrado"],
    [1783,"ERIOCAULACEAE","Comanthera suberosa","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Espécie com dados insuficientes paraavaliação. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) na lista oficial.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20suberosa","Cerrado"],
    [1784,"ERIOCAULACEAE","Comanthera vernonioides","(Kunth) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Esp?cie amplamente distribu?da. Entretanto, existem poucos dados dispon?veis para avalia??o do seu risco de extin??o.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20vernonioides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1785,"ERIOCAULACEAE","Comanthera vernonioides var. melanolepis","(Silveira) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Não há informações sobre ?Comanthera vernonioides var. melanolepisesta para avaliação de risco. É considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela impossibilidade de avaliação.","2012-02-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20vernonioides%20var.%20melanolepis","Cerrado"],
    [1786,"ERIOCAULACEAE","Eriocaulon melanolepis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","?Eriocaulon melanolepis não teminformações suficientes para avaliação. O último registro de coleta data do ano de 1936. É apresentada como extinta na lista de Minas Gerais. Pesquisas em andamento poderão apresentar novos dados sobre esta espécie.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocaulon%20melanolepis","Cerrado"],
    [1787,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix echinocephala","Ruhland","VU","B1a+2b(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Leiothrix echinocephala tem ocorrência restrita ao Estado de Minas Gerais, com EOO de 8.051,21 km². A sua distribuição geográfica e o crescimento acelerado da destruição do hábitat a colocam sob ameaça, assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20echinocephala","Cerrado"],
    [1788,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix gomesii","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Leiothrixgomesii não tem informações para avaliação. Considerada \"Extinta\" (EX) na lista de Minas Gerais. É considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por não apresentar dados disponíveispara avaliação.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20gomesii","Mata Atlântica"],
    [1789,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix linearis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Leiothrix linearis não tem informações para avaliação.Considerada \"Extinta\" (EX) na lista de Minas Gerais. É considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por nãoapresentar dados disponíveis para avaliação.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20linearis","Cerrado"],
    [1790,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix schlechtendalii","(Körn.)  Ruhland","DD","","","Tainan Messina","Leiothrix schlechtendalii tem ocorrência citada em publicação de especialista para todosos Estados do Nordeste Brasileiro, porém com registro somente para o Estado daBahia, apresentando EOO de 24.387 km². Considerando quehá um crescimento acelerado da destruição do habitat e não há informações sobrea população, considera-se que há deficiência de dados para avaliação derisco. É categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20schlechtendalii","Caatinga, Cerrado"],
    [1791,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus argenteus var. elatus","(Bong.) Hensold","DD","","","Tainan Messina","Sem informações para avaliação. Considerada \"Extinta\" (EX) para a Lista de Minas Gerais, porém reencontrada em 2008, com uma única população, na região Serra do Cipó. Características da inflorescência e das flores aproximam este táxon da variedade típica, P. argenteus var. argenteus, especialmente às subpopulações ocorrentes no norte da Serra do Cipó.","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20argenteus%20var.%20elatus","Cerrado"],
    [1792,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus ater","Silveira","CR","B1ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Paepalanthus ater é uma herbácea com ocorrência exclusiva no Morro do Breu, região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Com baixa frequência, a espécie ocorre em vegetação rupestre de solos arenosos em faixa altitudinal entre 1.300 m e 1.500 m. As subpopulações conhecidas perfazem EOO inferior a 100 km², categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). Os Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço vêm sofrendo grande pressão de atividades agropecuárias e mineradoras, de forma que as subpopulações conhecidas identificam apenas uma situação de ameaça que, pelo exposto, causa o declínio em EOO, AOO e qualidade do hábitat.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20ater","Cerrado"],
    [1793,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus bellus","Moldenke","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus bellus é endêmica do Estado do Paraná, ocorrendo em formações de Mata Atlântica. São poucos os registros desta espécie para a região, sendo considerada \"Deficiente de dados\" (DD) para avaliação de risco.","2012-06-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20bellus","Mata Atlântica"],
    [1794,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus catharinae var. hatschbachii","(Moldenke) Moldenke & L.B.Sm.","DD","","","Tainan Messina","Espécie sem informações disponíveis para avaliação.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20catharinae%20var.%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [1795,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus crinitus","Tissot-Sq.","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus crinitus  não tem informações para avaliação de risco.Segundo a autora ocorre no município de Diamantina. É considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20crinitus","Cerrado"],
    [1796,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus extremensis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus extremensis foi considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela validação de espécimes pelo especialista no Estado de Goiás, sendo que o mesmo afirmou que a espécie é endêmica de Grão Mogol, Minas Gerais.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20extremensis","Cerrado"],
    [1797,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus garimpensis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus garimpensis é conhecida por um registro de coleta na Serra do Garimpo, datado do ano de 1921, no Estado de Minas Gerais e que possivelmente seja um híbrido de P. mollis e P. dianthoides. Por não haver informações para avaliação de risco é considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-02-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20garimpensis","Cerrado"],
    [1798,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus grao-mogolensis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus grao-mogolensis não tem informações para avaliação de risco, ocorrendo apenas em Grão Mogol, Estado de MinasGerais.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20grao-mogolensis","Cerrado"],
    [1799,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus hydra","Ruhland","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Paepalanthus hydra tem ocorrência exclusiva no Estado de Minas Gerais, com EOO de 536,74 km² e subpopulações registradas em três pontos. Somando-se a degradação crescente do ambiente e o último registro de coleta datando de 1999, esta espécie é caracterizada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20hydra","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1800,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus langsdorffii","Körn","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthus langsdorffii não teminformações para avaliação de risco, ocorrendo apenas na Serra de Itacolomi, em Minas Gerais. Éregistrada como \"Provavelmente extinta\" (PE) para a lista de Minas Gerais. Consideradacomo \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20langsdorffii","Cerrado"],
    [1801,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus lepidus","Silveira","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthus lepidus não tem informações paraavaliação de risco, ocorrendo no Estado de Minas Gerais. É registrada comoprovavelmente extinta para a lista de Minas Gerais. Considerada com deficiênciade dados para avaliação, é categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20lepidus","Cerrado"],
    [1802,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus rhizomatosus","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus rhizomatosus é considerada como um caso de endemismo extremo, ocorrendo unicamente em Baraúnas, Estado de MinasGerais, em altitudes acima de 1.300 m, com um único registro de ocorrência. Considerada \"Deficiente de dados\" (DD) para avaliação.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20rhizomatosus","Cerrado"],
    [1803,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus scytophyllus","Ruhland","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthus scytophyllus tem citação de ocorrêncianos Estados de Goiás e Minas Gerais, sem registro de coleta e EOO.É mencionada a ocorrência de subpopulações na Serra de Congonhas, em Minas Gerais e umregistro em Jaboticatubas (MG). Considerada \"Deficiente de dados\" (DD) paraavaliação.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20scytophyllus","Cerrado"],
    [1804,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus uncinatus","Gardner","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthusuncinatus não tem informações para avaliação de risco, ocorrendo na porção leste da Serra doCipó, no Estado de Minas Gerais. É registrada como provavelmente extinta para alista de Minas Gerais. Considerada \"Deficiente de dados\" (DD) para avaliação.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20uncinatus","Cerrado"],
    [1805,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus xiphophyllus","Ruhland","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthusxiphophyllus é conhecida apenas pelo material tipo, com ocorrência na Serra de Gandarela, Estado de Minas Gerais. É registrada como \"Provavelmente extinta\" (PE) para a lista deMinas Gerais. Sem informações para avaliação de risco é considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20xiphophyllus",""],
    [1806,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus caulescens","(Poir.) Ruhland","LC","","","Tainan Messina","?Syngonanthuscaulescens é amplamente distribuída noterritório brasileiro, com coleções recentemente registradas, não se enquadranos critérios de avaliação de risco de extinção. É categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20caulescens","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1807,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus helminthorrhizus","(Mart. ex Körn.) Ruhland","LC","","","Tainan Messina","?Syngonanthushelminthorrhizus tem ampla distribuição e ocupação de ambientes, não se enquadra nos critérios deavaliação de risco de extinção. É categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20helminthorrhizus","Amazônia, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [1808,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus itambeensis","Silveira","EN","B1ab(i,iii,v)","","Tainan Messina","Syngonanthus itambeensis tem ocorrência restrita ao município de Diamantina e região do Pico do Itambé, no Estado de Minas Gerais. São registrados apenas dois pontos de ocorrência. Somando-se a degradação crescente do ambiente e o último registro de coleta datando de 1982, esta espécie é caracterizada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20itambeensis","Cerrado"],
    [1809,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus laricifolius","(Gardner) Ruhland","VU","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Syngonanthus laricifolius apresenta ocorrência nos Estados de Minas Gerais e Bahia, com EOO de 7.914,72 km². Somando-se isto à degradação crescente do ambiente, esta espécie é caracterizada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20laricifolius","Cerrado, Caatinga"],
    [1810,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus niger","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Espécie com ocorrência restrita à Serra doCabral, Estado de Minas Gerais, porém sem o cálculo da EOO para definir a avaliação de risco. É categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20niger","Cerrado"],
    [1811,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus widgrenianus","(Körn.)  Ruhland","DD","","","Tainan Messina","Os registros das coleções indicam a ocorrência desta espécieno Estado de Minas Gerais, com EOO de 3.218 km²,podendo ser categorizada sob ameaça de extinção. Porém, há certificação doespecialista de sua ocorrência nos Estados do Piauí e São Paulo, ampliandoconsideravelmente sua EOO. Em virtude das insuficientes informações para o cálculoda EOO, é categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20widgrenianus","Cerrado"],
    [1812,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum ambiguum","Peyr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente na Mata Atlântica entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro. Está representada em várias unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20ambiguum","Mata Atlântica"],
    [1813,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum anguifugum","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Ocorre em todas as regiões brasileiras, incluindo vastos trechos da Amazônia, e é muito frequente ao longo da sua distribuição.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20anguifugum","Amazônia, Cerrado"],
    [1814,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum bezerrae","Plowman","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum bezerrae é uma espécie com distribuição restrita ao domínio da Caatinga. Sua região de ocorrência abrange localidades que vêm sendo rapidamente desmatadas, incluindo a localidade-tipo. Suspeita-se que a perda e degradação do seu hábitat estejam acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. A AOO é de 32 km², e o número de situações de ameaça é cinco.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20bezerrae","Caatinga, Cerrado"],
    [1815,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum catharinense","Amaral","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum catharinense é uma espécie rara com distribuição restrita à Mata Atlântica, onde ocorre em florestas úmidas e em Restingas. A vegetação que ocorre sobre as planícies arenosas litorâneas está entre as mais ameaçadas do Domínio Atlântico, devido, principalmente, à expansão urbana desordenada ao longo de grande parte da costa. Assim, é possível suspeitar que a perda e degradação do hábitat de E. catharinense estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos da população. A AOO é de 24 km², e o número de situações de ameaça é cinco.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20catharinense","Mata Atlântica"],
    [1816,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum coelophlebium","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum coelophlebium é uma espécie com distribuição ampla, ocorrendo na Mata Atlântica e na Chapada Diamantina. É frequente na região Sudeste, e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20coelophlebium","Mata Atlântica"],
    [1817,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum compressum","Peyr.","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum compressum é uma espécie com distribuição restrita às Florestas Úmidas do litoral sul do Estado da Bahia. Possui AOO é de 36 km², cinco situações de ameaça. A espécie vêm sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat, devido à expansão urbana e turística, além de atividades agropecuárias que se desenvolvem na região, como o cultivo de cacau em sistemas agroflorestais, que descaracterizam completamente a estrutura e composição da floresta nativa.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20compressum","Mata Atlântica"],
    [1818,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum distortum","Mart.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e ocorrente em diferentes tipos de habitat. Entretanto, algumas das fitofisionomias em que ocorre são consideravelmente afetadas pela ação humana, de modo que E. distortum podem vir a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20distortum","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1819,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum leal-costae","Plowman","CR","A2c","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum leal-costae é uma espécie endêmica da cidade de Salvador, onde ocorre em vegetação de Restinga. As espécies de Restinga geralmente estão submetidas a uma forte limitação de água e nutrientes, devido ao caráter arenoso do substrato onde ocorrem. Assim, é possível suspeitar que E. leal-costae apresente um crescimento bastante lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em pelo menos 20 anos. O hábitat da espécie vem sofrendo rápido declínio em extensão e qualidade devido à expansão urbana e turística, o que permite suspeitar que E. leal-costae venha enfrentando uma redução populacional de pelo menos 80% nos últimos 60 anos.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20leal-costae","Mata Atlântica"],
    [1820,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum maracasense","Plowman","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum maracasense ocorre desde o norte de Minas Gerais até Pernambuco, na Caatinga e no Cerrado. Apesar de se distribuir de forma relativamente ampla, a espécie é representa por registros esparsos ao longo da sua ocorrência. Além disso, vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat em algumas das localidades em que foi registrada. Dessa forma, é possível suspeitar que E. maracasense venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo, caso o habitat da espécie continue a ser desmatado e degradado.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20maracasense","Caatinga, Cerrado"],
    [1821,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum mattos-silvae","Plowman","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum mattos-silvae é uma espécie que ocorre quase exclusivamente nas Florestas Úmidas do litoral sul do Estado da Bahia. Apenas uma coleta indica a ocorrência da espécie em Minas Gerais. A AOO é de 92 km², e o número de situações de ameaça não passa de cinco. A espécie vêm sofrendo com um declínio contínuo na extensão e qualidade do seu hábitat, devido à expansão urbana e turística e também às práticas agropecuárias, principalmente o cultivo de cacau em sub bosque de floresta nativa. Suspeita-se que a perda e degradação das florestas onde ocorre estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20mattos-silvae","Mata Atlântica"],
    [1822,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum membranaceum","Plowman","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum membranaceum é uma espécie com distribuição muito restrita às Florestas Úmidas do sul do Estado da Bahia. A EOO é de 218,16 km², e o número de situações de ameaça é dois. A espécie vêm sofrendo um forte declínio na qualidade e extensão do seu hábitat, uma vez que os dois municípios onde foi coletada já perderam mais de 96% da sua cobertura florestal original. Suspeita-se que essa perda e degradação do hábitat de E. membranaceum estejam acarretando um acentuado declínio no número de indivíduos maduros da população. É extremamente necessário que a espécie seja contemplada com a criação de uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral que inclua ao menos parte da sua distribuição. Caso contrário, considerando a grave perda de hábitat a que E. membranaceum encontra-se submetida, é possível que a espécie venha a estar \"Criticamente em perigo\" (CR) em um futuro próximo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20membranaceum","Mata Atlântica"],
    [1823,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum myrsinites","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum myrsinites apresenta distribuição ampla e é muito frequente na região Sul do Brasil. Está representada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20myrsinites","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1824,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum nelson-rosae","Plowman","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum nelson-rosae é uma espécie endêmica dos Campos Rupestres ferruginosos da Serra de Carajás, no Estado do Pará. Sua EOO é de 3.051,95 km², e o número de situações de ameaça a que está submetida é inferior e cinco. E. nelson-rosae vêm sofrendo um rápido declínio na extensão do seu hábitat devido à mineração de ferro em grande escala, que incide sobre os campos ferruginosos da região. Suspeita-se que a perda do hábitat esteja acarretando um declínio acentuado no número de indivíduos da espécie. Caso ações de conservação efetivas direcionadas a E. nelson-rosae, como a criação de unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, não sejam executadas no curto prazo, a espécie virá a se tornar \"Criticamente em perigo\" (CR) em um futuro próximo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20nelson-rosae","Amazônia"],
    [1825,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum passerinum","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente ao longo do domínio Atlântico.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20passerinum","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1826,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum pauferrense","Plowman","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum pauferrense é uma espécie endêmica do Estado da Paraíba, onde ocorre nos encraves de Floresta Montana localmente denominados Brejos de Altitude. A AOO é de 36 km². Devido à sua raridade natural, ao forte desmatamento que incide sobre seu hábitat e à natureza insular dos Brejos de Altitude, é possível suspeitar que as subpopulações sejam pequenas e estejam geograficamente isoladas umas das outras. Suspeita-se também que a perda e degradação das áreas de floresta que E. pauferrense habita estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pauferrense","Mata Atlântica"],
    [1827,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum pelleterianum","A.St.-Hil.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e muito frequente em vários setores de sua ocorrência.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pelleterianum","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1828,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum petrae-caballi","Plowman","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum petrae-caballi é uma espécie com distribuição restrita ao Estado da Bahia, onde ocorre apenas nos arredores do município de Feira de Santana, e em duas localidades no litoral sul do Estado. A EOO é de 12.953,90 km² e o número de situações de ameaça é inferior a 10. A espécie vêm sofrendo um declínio considerável na qualidade e extensão do seu hábitat, notadamente em Feira de Santana, que teve cerca de 95% da vegetação original destruída. Suspeita-se que a perda e degradação do hábitat de E. petrae-caballi estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20petrae-caballi","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1829,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum pulchrum","A.St.-Hil.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no território brasileiro. Habita diversas fitofisionomias e está representada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pulchrum","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1830,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum tianguanum","Plowman","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum tinguanum é endêmica da Caatinga com distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo apenas no Planalto de Ibiapaba, no Estado do Ceará. Apresenta EOO de 68,67 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A espécie vêm sofrendo um declínio contínuo na extensão do seu hábitat, inclusive na localidade-tipo, o que permite suspeitar que esteja havendo também um declínio no número de indivíduos maduros da população. É necessário que E. tianguanum seja contemplada com a criação de uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, que abranja, se não toda, ao menos a maior parte da sua distribuição. Espécie prioritária para ações de conservação ex situ.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20tianguanum","Caatinga"],
    [1831,"ESCALLONIACEAE","Escallonia chlorophylla","Cham. & Schltdl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","E. chlorophylla é um arbusto com ocorrência no Sul e Sudeste do Brasil, em formação campestres com alta radiação solar e umidade. Possui EOO superior a 20.000 km² e sabe-se da ocorrência de subpopulações em áreas protegidas. Assim, a espécie não esta em risco de extinção.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20chlorophylla","Mata Atlântica"],
    [1832,"ESCALLONIACEAE","Escallonia farinacea","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","E. farinacea é um arbusto que ocorre em diversas formações vegetais, tais como florestas úmidas, Campos de Altitude e Cerrado. Apresenta tolerância a queimadas e são conhecidas subpopulações em áreas protegidas. Embora a espécie esteja ameaçada pela atividade agropecuária, apresenta EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20farinacea","Mata Atlântica"],
    [1833,"ESCALLONIACEAE","Escallonia obtusissima","A.St.-Hil.","VU","B2b(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Escallonia obtusissima é um arbusto com ocorrência em formações campestres do sul e sudeste brasileiros. Endêmica do Brasil, a espécie apresenta AOO estimada em 28 km² e está sujeita a menos de dez situações de ameaça, por isso sendo categorizada como \"Vulnerável\" (VU). A população conhecida é pequena e ocorre em local com alto grau de perda do hábitat, causado principalmente pela pastagem e pelo reflorestamento com espécie exótica (pinheiro). Segundo informações do especialista, há também uma pequena subpopulação atual e relicta no município de Mafra (SC). Tais ameaças em formações campestres configuram um declínio contínuo da EOO, AOO e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20obtusissima","Mata Atlântica"],
    [1834,"ESCALLONIACEAE","Escallonia petrophila","Rambo & Sleumer","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Escallonia petrophila é um arbusto endêmico do sul do Brasil, ocorrendo em florestas úmidas mistas. Tem distribuição restrita, o que perfaz um EOO estimado inferior a 5.000 km² e AOO inferior a 500 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). E. petrophila ocorre em faixa altitudinal submontana, sendo possível inferir que a declividade do solo seja um fator que dificulta a perda de hábitat. No entanto, há outras ameaças, como ocupação desordenada e agricultura, que estão presentes no entorno dos altos declives e ameaçam as subpopulações conhecidas, configurando menos de cinco situação de ameaça, que diminuem a qualidade do hábitat da espécie.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20petrophila","Mata Atlântica"],
    [1835,"EUPHORBIACEAE","Adenophaedra cearensis","Secco","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Adenophaedra cearensis é conhecida por apenas uma subpopulação na Serra do Baturité, no Estado do Ceará, em uma única situação de ameaça e com AOO de 4 km². A espécie é indicada como rara/escassa e habita um encrave de floresta úmida na Caatinga, que sofre a perda de hábitat causada por atividades agropecuárias.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenophaedra%20cearensis","Mata Atlântica"],
    [1836,"EUPHORBIACEAE","Algernonia dimitrii","(Emmerich) G.L.Webster","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Algernonia dimitrii é endêmica da região de Cachoeiro do Itapemirim, no Estado do Espírito Santo, que apresenta uma redução da área do hábitat original de aproximadamente 90% ao longo das últimas três gerações da espécie, ou seja, cerca de 20 anos. De fato, a principal ameaça incidente sobre a espécie é a perda do hábitat, causada pela exploração dos recursos naturais e por atividades agropecuárias.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Algernonia%20dimitrii","Mata Atlântica"],
    [1837,"EUPHORBIACEAE","Algernonia kuhlmannii","(Emmerich) G.L.Webster","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Algernonia kuhlmannii é endêmica da região de Colatina, no Estado do Espírito Santo, sendo conhecida em apenas uma situação de ameaça e tendo AOO de 4 km². As principais ameaças incidentes sobre a flora do Estado têm sido ligadas aos ciclos econômicos, como o da exploração da madeira, da agricultura cafeeira, e atualmente os \"reflorestamentos\" homogêneos. Como resultado disso, em 2011, Colatina apresentava apenas 6% de remanescentes florestais.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Algernonia%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [1838,"EUPHORBIACEAE","Astraea cincta","(Müll.Arg.) Caruzo & Cordeiro","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Astraea cincta está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e apresenta AOO menor que 500 km², sendo ameaçada pela perda da qualidade do hábitat causada pelas atividades agropecuárias no Cerrado.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astraea%20cincta","Cerrado"],
    [1839,"EUPHORBIACEAE","Astraea lobata","(L.) Klotzsch","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A. lobata possui ampla distribuição pelo continente americano, com diferentes subpopulações conhecidas, habitandoáreas perturbadas e terrenos cultivados, alguns autores a consideram uma espécie ruderal.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astraea%20lobata","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1840,"EUPHORBIACEAE","Bernardia confertifolia","Müll.Arg.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Bernardia confertifolia é endêmica do Paraná, onde ocupa uma área (AOO) menor que 500 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça reportada para a espécie é a perda de hábitat causada pelo desmatamento das Florestas Estacionais Semideciduais e dos Campos Limpos úmidos.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20confertifolia","Mata Atlântica"],
    [1841,"EUPHORBIACEAE","Bernardia crassifolia","Müll.Arg.","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Bernardia crassifolia tem distribuição restrita às serras do Espinhaço Central no Estado de Minas Gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocupa uma área (AOO) menor que 500 km². A principal ameaça incidente reportada para a região é a perda de hábitat causada por queimadas, turismo depredatório, mineração e atividades agrícolas.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20crassifolia","Cerrado"],
    [1842,"EUPHORBIACEAE","Bernardia similis","Pax & K.Hoffm.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","B. similis possui distribuição em áreas específicas de Cerrado e Campo Rupestre, que sofrem redução de habitat devido atividades agrícolas e impactos causados por estas. No entanto, são necessários dados quantitativos sobre as subpopulações para que a avaliação do risco de extinção possa ser aferida.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20similis","Cerrado"],
    [1843,"EUPHORBIACEAE","Caperonia buettneriacea","Müll.Arg.","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Caperonia buettneriacea têm distribuição indicada em cinco Estados brasileiros, no entanto, só estão disponíveis dados de ocorrência da espécie para o Paraná e Espírito Santo, onde há diversas ameaças incidentes como as monoculturas de soja, a presença de espécies exóticas invasoras e os incêndios de áreas campestres. Dessa forma, torna-se necessário acompanhar os efeitos destas ameaças sobre as subpopulações conhecidas e comprovar a existência de subpopulações em outros Estados.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caperonia%20buettneriacea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1844,"EUPHORBIACEAE","Caperonia palustris","(L.) A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. palustris é uma espécie de distribuição extensa no território brasileiro, sendo considerada uma erva invasora de culturas e corpos de água em países da região Neotropical.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caperonia%20palustris","Amazônia, Cerrado"],
    [1845,"EUPHORBIACEAE","Chiropetalum foliosum","(Müll.Arg.) Pax & K.Hoffm.","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Chiropetalum foliosum tem distribuição endêmica nos Campos de Cima da Serra na Região Sul do Brasil, com uma AOO de 12 km² e conhecida em uma única situação de ameaça. A principal ameaça na região é o declínio da qualidade do hábitat, causado pela introdução de espécies exóticas e pela agricultura.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chiropetalum%20foliosum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1846,"EUPHORBIACEAE","Chiropetalum gymnadenium","(Müll.Arg.) Pax & K.Hoffm.","VU","A2c","Tainan Messina","Tainan Messina","Chiropetalum gymnadenium tem subpopulações distribuídas ao longo da Mata Atlântica brasileira, em áreas que perderam mais de 50% de seu hábitat original nos últimos 10 anos, devido à agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana, ameaças que permanecem até hoje. A espécie não é coletada desde 1998, é rara, e portanto, suspeita-se que tenha sofrido uma redução populacional de pelo menos 30% nos últimos 10 anos.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chiropetalum%20gymnadenium","Mata Atlântica"],
    [1847,"EUPHORBIACEAE","Croton compressus","Lam.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. compressus apresenta distribuição extensa ao longo da zona costeira do Brasil, habitando diferentes formações de restinga em várias situações de ameaça.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20compressus","Mata Atlântica"],
    [1848,"EUPHORBIACEAE","Croton glechomifolius","Müll.Arg.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. glechomifolius possui distribuição ao longo de áreas de Cerrado e Mata Atlântica do sul do Brasil e São Paulo, com subpopulações encontradas em diferentes formações vegetacionais. No entanto, não há conhecimento sobre dados quantitativos destas subpopulações, que são necessários para uma clara aferição do risco de extinção desta espécie.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20glechomifolius","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1849,"EUPHORBIACEAE","Croton hirtus","L Hér.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. hirtus possui ampla distribuição pela região Neotropical, sendo encontrada em diferentes formações vegetacionais e considerada ruderal, invasora de pastos e plantações.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20hirtus","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1850,"EUPHORBIACEAE","Croton leptobotryus","Müll.Arg.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Croton leptobotryus têm distribuição limitada às áreas de Floresta Estacional Semidecidual, com subpopulações conhecidas em menos de 10 situações de ameaça e com uma AOO menor que 2.000 km². Nessas áreas foram reportadas monoculturas de soja e formação de pastagens com gramíneas invasoras.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20leptobotryus","Cerrado"],
    [1851,"EUPHORBIACEAE","Croton luetzelburgii","Pax & K.Hoffm.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. luetzelburgii possui distribuição geográfica incerta, não sendo confirmada a ocorrência da espécie para o Mato Grosso do Sul e Estados adjacentes. E apesar das subpopulações estarem situadas em mais de 10 situações de ameaça, são necessários dados populacionais quantitativos para se determinar precisamente o risco de extinção da espécie.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20luetzelburgii","Caatinga, Cerrado"],
    [1852,"EUPHORBIACEAE","Croton serratifolius","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. serratifolius apresenta uma distribuição extensa no sul do Brasil, Argentina e Paraguai, com subpopulações conhecidas em várias situações de ameaça.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20serratifolius","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [1853,"EUPHORBIACEAE","Croton sphaerogynus","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. sphaerogynus possui distribuição extensa em áreas de Mata Atlântica, com subpopulações conhecidas em mais de 10 situações de ameaça e também em áreas de unidades de conservação (SNUC).","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20sphaerogynus","Mata Atlântica"],
    [1854,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia glechomifolia","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Apesar das ameaças apontadas, D. glechomifolia possui distribuição extensa em áreas de Mata Atlântica e Cerrado, com subpopulações encontradas em mais de 10 situações de ameaça, sendo que algumas compreendem áreas protegidas em unidades de conservação (SNUC).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20glechomifolia","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [1855,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia leandrii","Baill.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","D. leandrii apresenta distribuição extensa ao longo da Mata Atlântica no Sul e Sudeste do Brasil, com subpopulações presentes em fragmentos que continuam sendo reduzidos pelo desmatamento. Dessa forma, é necessário que tais fragmentos continuem sendo monitorados para verificar se a espécie terá uma redução do número de situações de ameaça onde se encontra.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20leandrii","Mata Atlântica"],
    [1856,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia purpurata","Cordeiro","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Dalechampia purpurata têm distribuição restrita à porção oeste da Chapada Diamantina. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocupa uma área restrita (AOO=20 km²). A principal ameaça na região de ocorrência da espécie é a perda do habitat devido à práticas agrícolas.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20purpurata","Caatinga"],
    [1857,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia riparia","L.B.Sm. & Downs","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Dalechampia riparia tem distribuição restrita a dois fragmentos de Mata Atlântica no Paraná e Santa Catarina, que representam uma AOO de 8 km². Está sujeita a duas situações de ameaça. Nesses locais, o desmatamento para ocupação humana, agricultura e obras de infraestrutura (como a construção de hidrelétricas) têm sido a principal ameaça.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20riparia","Mata Atlântica"],
    [1858,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia weddelliana","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","D. weddelliana possui distribuição extensa em áreas da Amazônia e Cerrado do Brasil e Paraguai, sendo também encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20weddelliana","Amazônia, Cerrado"],
    [1859,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia appariciana","Rizzini","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia appariciana é endêmica da porção norte da Cadeia do Espinhaço, no Estado da Bahia, habitando somente os Campos Rupestres. Tem AOO de 92 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça apontada para a espécie é a perda de hábitat, devido às atividades agropecuárias, produção de lenha, queimadas, retirada ilegal de areia e ocupação irregular de terras.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20appariciana","Caatinga"],
    [1860,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia attastoma","Rizzini","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia attastoma é endêmica dos Campos Rupestres localizados próximo à divisa entre os Estados da Bahia e Minas Gerais. Apresenta subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, e AOO de 32 km². A principal ameaça incidente é a mineração de ferro, que tem alcance em toda região de ocorrência da espécie.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20attastoma","Caatinga, Cerrado"],
    [1861,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia crossadenia","Pax & K.Hoffm.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia crossadenia é endêmica dos Campos Rupestres e Campos Arenosos do norte do Estado da Bahia, com subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça e ocupando uma área (AOO) de 48 km². A principal ameaça apontada é o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas, em geral, estas atividades têm sido realizadas com a utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20crossadenia","Caatinga, Cerrado"],
    [1862,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia gymnoclada","Boiss.","VU","A2c","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia gymnoclada apresenta extensa distribuição por áreas florestais do Brasil e Bolívia, sendo que a maioria de suas subpopulações ocorrem em áreas de Mata Atlântica brasileira, que tiveram uma redução de hábitat maior ou igual a 50% nos últimos 10 anos. Esta redução foi causada pela especulação imobiliária, decorrente da localização próxima ao litoral, onde a ocupação humana é maior. Dessa forma, suspeita-se que tenha ocorrido uma redução populacional de pelo menos 30% nos últimos 10 anos.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20gymnoclada","Mata Atlântica"],
    [1863,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia holochlorina","Rizzini","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia holochlorina é endêmica da região de Águia Branca, no Estado do Espírito Santo, ocupando uma área (AOO) de 4 km² e conhecida de uma única situação de ameaça. O desmatamento associado aos ciclos econômicos do Espírito Santo para o desenvolvimento de atividades agrícolas, como da exploração da madeira, da agricultura cafeeira, dos \"reflorestamentos\" homogêneos (Pinus e Eucaliptus), somado à incidência de espécies exóticas invasoras e sobre-exploração de plantas ornamentais, configuram as principais ameaças incidentes sobre a flora do Estado.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20holochlorina","Mata Atlântica"],
    [1864,"EUPHORBIACEAE","Joannesia princeps","Vell.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","J. princeps possui uma abundância total de mais de 1 milhão de indivíduos, com subpopulações conhecidas em toda a sua extensão de ocorrência natural (Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo). Apesar de ser utilizada como recurso medicinal, a espécie é cultivada como árvore para paisagismo e tem sementes viáveis armazenadas em laboratório.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Joannesia%20princeps","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1865,"EUPHORBIACEAE","Manihot carthaginensis","(Jacq.) Müll.Arg.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","M. carthaginensis possui ampla distribuição na América do Sul e Central, sendo considerada abundante nas subpopulações onde foi amostrada no Cerrado.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manihot%20carthaginensis","Cerrado"],
    [1866,"EUPHORBIACEAE","Manihot procumbens","Müll.Arg.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Manihot procumbens tem uma AOO menor que 2.000 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. A principal ameaça incidente sobre a espécie é a perda de hábitat natural, que tem sido transformado em áreas agrícolas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manihot%20procumbens","Cerrado"],
    [1867,"EUPHORBIACEAE","Tetrorchidium rubrivenium","Poepp.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","T. rubrivenium possui ampla distribuição, com diversas subpopulações conhecidas ao longo desta e uma população global com mais de 50.000 indivíduos.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrorchidium%20rubrivenium","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [1868,"FABACEAE","Abarema acreana","(J.F.Macbr.) L.Rico","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20acreana","Amazônia"],
    [1869,"FABACEAE","Abarema cochliacarpos","(Gomes) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição e apesar da perda de habitat em algumas localidades de ocorrência, não apresenta risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20cochliacarpos","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1870,"FABACEAE","Abarema filamentosa","(Benth.) Pittier","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla ocorrência e apesar da perda de habitat em algumas das localidades, não apresenta risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20filamentosa","Mata Atlântica"],
    [1871,"FABACEAE","Abarema obovata","(Benth.) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie ser endêmica de Minas Gerais, apresenta EOO de 180.114,280km² e não possui nenhuma ameaça pontual que poderia levar a espécie a extinção em futuro próximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20obovata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1872,"FABACEAE","Abarema turbinata","(Benth.) Barneby & J.W.Grimes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO de ca. 32.000 km², sendo  encontrada em remanescentes da floresta pluvial atlântica costeira e restingas ao longo da costa da Bahia. Portanto, caso o habitat da espécie não seja monitorado e conservado efetivamente a espécie poderá ser categorizada como ameaçada de extinção.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20turbinata","Mata Atlântica"],
    [1873,"FABACEAE","Abarema villifera","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20villifera","Amazônia"],
    [1874,"FABACEAE","Adesmia paranensis","Burkart","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculado em ca. 35.000 km², e foi considerada com frequência ocasional nas áreas estudadas. Os ambientes que a espécie ocorrem tem a forte ocorrência de atividades como pecuária, onde o fogo é muito utilizado para \"abertura\" dos campos a serem utilizados. Portanto a espécie foi considerada \"Quase ameaçada\" (NT), pois caso as áreas de ocorrência da espécie não sejam controladas e conservadas a espécie poderá ser categorizada como \"Vulnerável\" (VU) em futuro próximo.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adesmia%20paranensis","Mata Atlântica"],
    [1875,"FABACEAE","Aeschynomene denticulata","Rudd","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é abundante, de ampla distribuição, além de não apresentar uso e por isso foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20denticulata","Amazônia, Caatinga, Pantanal, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [1876,"FABACEAE","Aeschynomene fructipendula","Abruzzi de Oliveira","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição restrita (EOO=291,78 km², AOO =4 km²) e a frequência nas regiões em que ocorre é considerada baixa. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo a principal delas a perda do hábitat em consequência de práticas agrícolas e formação de pastagem, que reduzem a qualidade do hábitat da espécie.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20fructipendula","Mata Atlântica"],
    [1877,"FABACEAE","Aeschynomene laca-buendiana","Brandão","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado de Minas Gerais, apresenta EOO de 264,97 km². É conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1991. Não foi recoletada desde então, e ocorre em área antropizada. Suspeita-se que esteja havendo declínio constante da qualidade do hábitat, já que a espécie é encontrada perto da estrada MG-308. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20laca-buendiana","Caatinga"],
    [1878,"FABACEAE","Aeschynomene montevidensis","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e sem ameaça pontual que possa levá-la a extinção, apesar da ocorrência em domínios fitogeográficos vulneráveis a diversas ameaças. Recomenda-se estudos populacionais para a espécie.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20montevidensis","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1879,"FABACEAE","Aeschynomene selloi","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de a espécie ter sido considerada \"Possivelmente Extinta\" (PE) pela Lista Vermelha do Rio Grande do Sul, a espécie tem ampla distribuição, não apresenta uso, tem ocorrência descrita para unidade de conservação (SNUC) e foi encontrada nos Estados de Pernambuco e Bahia, aparentemente, sob características de invasora.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20selloi","Mata Atlântica"],
    [1880,"FABACEAE","Aeschynomene sensitiva var. hispidula","(Kunth) Rudd","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie necessita de revisão taxônomica.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20sensitiva%20var.%20hispidula",""],
    [1881,"FABACEAE","Albizia burkartiana","Barneby & J.W.Grimes","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie restrita ao sul do Brasil com EOO estimado em 567,24 km². Está sujeita a duas situações de ameaça, porém não há comprovação de declínio da qualidade do seu hábitat. Albizia burkatiana ocorre em áreas antropizadas e por isso deve ser conservada por meio de planejamento de ações e monitoramento.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20burkartiana","Mata Atlântica"],
    [1882,"FABACEAE","Albizia decandra","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em áreas bem preservadas e não apresenta uso ou ameaça direta. No entanto deve ser monitorada e um esforço de coleta maior deve ser direcionado a espécie a fim de verificar se a EOO da espécie não é maior do que apresenta até o momento.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20decandra","Amazônia"],
    [1883,"FABACEAE","Albizia edwallii","(Hoehne) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, não é endêmica do Brasil e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). A espécie não está ameaçada de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20edwallii","Mata Atlântica"],
    [1884,"FABACEAE","Albizia glabripetala","(H.S.Irwin) G.P.Lewis","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, a espécie é endêmica do Estado de Roraima. Apresenta EOO de 2.032,46 km². No ano de 1998, 13 milhões de hectares (130.000 km²) de floresta foram queimados no Estado, o que resultou em paisagens fragmentadas por diversas fontes de ignição, como as queimadas agrícolas. Este fato, somado à ocorrência do El Niño com caraterísticas fortes na região, representa grande ameaça às espécies dessa área. Por isso, suspeita-se que a A. glabripetala esteja distribuída de forma fragmentada, e que seu hábitat venha sendo diretamente afetado pelas consequências passadas e futuras do chamado \"incêndio do século\".","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20glabripetala","Amazônia"],
    [1885,"FABACEAE","Albizia niopoides","(Spruce ex Benth.) Burkart","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição, não apresenta uso nem ameaça pontual que possa levar a espécie à extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20niopoides","Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia"],
    [1886,"FABACEAE","Amburana acreana","(Ducke) A.C.Sm.","VU","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Amburana acreana é citada como abundante no passado, porém, estudos populacionais atuais apontam um declínio no número de indivíduos. Supondo que o tempo de geração de uma árvore deste porte seja de 35 a 40 anos, e sendo 100 anos o máximo permitido para o cálculo do risco de extinção, suspeita-se que pelo menos 30% da população tenha sido eliminada. A espécie tem madeira nobre, utilizada na fabricação de móveis de luxo. Além disso, muitas das áreas de ocorrência da espécie sofrem com o declínio da qualidade do hábitat. A extração dessa espécie continua ocorrendo até os dias de hoje.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amburana%20acreana","Amazônia"],
    [1887,"FABACEAE","Amburana cearensis","(Allemão) A.C.Sm.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, a espécie foi considerada quase ameaçada por apresentar uso e estudos indicando a supressão das subpopulações. Especialistas indicam que todos os povoamentos de grandes árvores estão sendo ou foram destruídos, anteriormente junto a extração de mogno e atualmente pelo corte seletivo (Oldfield et al., 1998). Portanto, a espécie pode vir a ser categorizada como \"Vulnerável\" (VU) caso não haja diminuição da redução populacional proveniente do corte. Por isso, faz-se necessário o monitoramento efetivo da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amburana%20cearensis","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [1888,"FABACEAE","Andira vermifuga","(Mart.) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição e sem ameaças plausíveis para categorias de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andira%20vermifuga","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1889,"FABACEAE","Apuleia leiocarpa","(Vogel) J.F.Macbr.","VU","A2d","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente utilizada pela indústria madeireira, principalmente no Estado de Santa Catarina. Estima-se que, em um período de quatro anos, sua população tenha perdido 10% dos indivíduos. Portanto, considerando o alto valor econômico da espécie, suspeita-se que, em 100 anos, a população tenha sofrido uma redução de pelo menos 30%. Recomenda-se o monitoramento a fim de estabilizar a população, e a implementação do manejo sustentável da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apuleia%20leiocarpa","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1890,"FABACEAE","Arachis villosa","Benth.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado do Rio Grande do Sul, tem EOO estimada em 305,96 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre nos Pampas, bioma extremamente degradado devido à implementação de pastagens e introdução de espécies exóticas, o que acarreta o declínio constante da qualidade do hábitat.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arachis%20villosa","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1891,"FABACEAE","Arapatiella psilophylla","(Harms) R.S.Cowan","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausência de dados populacionais robustos, a espécie é amplamente distribuída e não apresenta uso  ou valor ecônomico  significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arapatiella%20psilophylla","Mata Atlântica"],
    [1892,"FABACEAE","Bauhinia integerrima","Mart. ex Benth.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado da Bahia e apresenta EOO estimada em 552,02 km². No entanto, a área total de remanescentes florestais dentro dessa EOO é de 132.0366 km², ou seja, 25,44%. Além disso, a espécie encontra-se sujeita a menos de cinco situações de ameaça, e estima-se declínio na qualidade do hábitat, de EOO e AOO devido à intensa atividade agrícola da região.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bauhinia%20integerrima","Mata Atlântica"],
    [1893,"FABACEAE","Bauhinia marginata","(Bong.) Steud.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem uma distribuição descrita na literatura que não condiz com os pontos validados. Recomenda-se coletas e estudos populacionais para que a avaliação do risco de extinção possa ser conduzida.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bauhinia%20marginata","Cerrado"],
    [1894,"FABACEAE","Bionia bella","Mart. ex Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bionia%20bella","Mata Atlântica"],
    [1895,"FABACEAE","Bowdichia nitida","Spruce ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída (EOO=1.701.054,6 km²), ocorrendo inclusive em outros países. Apesar da escassez de dados relativos a ecologia, populações e outros, suspeita-se que o número de subpopulações da espécie esteja estável na natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bowdichia%20nitida","Amazônia"],
    [1896,"FABACEAE","Bowdichia virgilioides","Kunth","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída dentro e fora do Brasil e em diferentes fitofisionomias. Apesar da falta de dados populacionais precisos, foi indicada como abundante nas áreas encontradas. No entanto a espécie foi considerada \"Quase ameaçada\" (NT) por apresentar uso para ornamentação e madeireiro. A exploração autorizada da espécie no Estado do Mato Grosso rendeu, entre 2006 e 2011,  R$3.155.630,62 correspondendo ao volume de 80.227,79 m³ de madeira (SEMA-MT, 2011), e por isso recomenda-se monitoramento constante das subpopulações da espécie a fim de garantir a recuperação das subpopulações extraídas e garantir variabilidade genética através de estudos.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bowdichia%20virgilioides","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1897,"FABACEAE","Caesalpinia echinata","Lam.","EN","A4acd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","O pau-brasil é uma espécie de grande importância econômica com histórico de mais de 500 anos de exploração. É típica da Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados do mundo, e ocorre em Floresta Estacional Semi-decidual, Floresta Ombrófila Densa e em Restingas, ambientes que vêm sendo severamente degradados desde a colonização até os dias de hoje, o que causou um intenso declínio na qualidade do hábitat, na EOO, AOO e a extinção de subpopulações. Essas extinções locais foram responsáveis pela fragmentação da espécie, que passou a apresentar distribuição agregada, causando redução da variabilidade genética, com fluxo gênico cada vez menor entre as subpopulações. Apesar da extração da madeira para o mercado de corante ter cessado em meados de 1800 devido à produção de corante sintético, a extração da madeira para confecção de arcos para violino ganhou notoriedade. A demanda de uso é conhecida no passado e projetada para o futuro, estimando-se uma redução populacional de pelo menos 50% em 100 anos (pretérita e futura), pois a qualidade do arco feito com madeira de pau-brasil é considerada insubstituível. De acordo com dados disponíveis, a demanda anual da espécie é de 200 m³, o que permite estimar que de 125 a 1.131 indivíduos maduros (variando de acordo com o porte) estejam sendo retirados da natureza. Mesmo constando no Anexo II da Cites, a pressão do uso da madeira da espécie pode aumentar consideravelmente com o incremento da produção industrial em larga escala a partir da entrada de países como a China no mercado. Embora o cultivo tenha sido iniciado em algumas das localidades de ocorrência da espécie, sua população não pode ser considerada estável, pois as principais ameaças (exploração e perda do hábitat) não cessaram. Para que a espécie possa ser conservada, faz-se necessária a criação de unidades de conservação (SNUC) nas áreas de ocorrência, acompanhada de fiscalização, pesquisa e manejo, norteados por um Plano de Ação Nacional para o pau-brasil.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caesalpinia%20echinata","Mata Atlântica"],
    [1898,"FABACEAE","Calliandra carrascana","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Estado de Minas Gerais e apresenta EOO estimada em 1.357,64 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, em área fragmentada de Cerrado e com intensa atividade agrícola e pecuária. Portanto, suspeita-se do declínio na qualidade do hábitat, no EOO e AOO da espécie, devido à supressão recorrente das áreas de Cerrado ao norte de Minas Gerais.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calliandra%20carrascana","Cerrado"],
    [1899,"FABACEAE","Camptosema isopetalum","(Lam.) Taub.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camptosema%20isopetalum","Mata Atlântica"],
    [1900,"FABACEAE","Centrolobium paraense","Tul.","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(i,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie até o momento apresenta distribuição restrita ao noroeste amazônico (RR) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo a exploração madeireira a principal delas. Devido ao aumento da pressão de uso relacionado ao crescimento da população indígena, há a percepção de que essa madeira está se tornando escassa. Centrolobium paraense tem madeira de excelente qualidade, amplamente explorada pelas comunidades. Além disso, estima-se que essa exploração esteja causando a diminuição na EOO e possivelmente no número de subpopulações existentes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20paraense","Amazônia"],
    [1901,"FABACEAE","Centrolobium sclerophyllum","H.C.Lima","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é de ampla distribuição podendo ser encontrada em diferentes fitofisionomias. Apresenta ocorrêcia disjunta e uso medicinal, no entanto, nenhuma ameça pontual que possa vir a extinguir a espécie em futuro próximo. No entanto, recomenda-se estudos populacionais pelo fato de ter sido indicada como uma espécie não abundante nas áreas de ocorrência.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20sclerophyllum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1902,"FABACEAE","Centrolobium tomentosum","Guillem. ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, sem uso ou ameça pontual que possa levar a espécie à extinção. Indicada para recuperação de áreas degradadas (Aidar 1992, Durigan, Nogueira 1990) e arborização urbana (Lombardi, Morais 2003).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20tomentosum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1903,"FABACEAE","Centrosema bracteosum","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20bracteosum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1904,"FABACEAE","Centrosema carajasense","Cavalcante","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados do Pará e Mato Grosso. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a ocorrência na Serra dos Carajás, exclusivamente em vegetação de Cangas, que é severamente explorada pela mineração, e no Mato Grosso, onde a expansão agrícola vêm reduzindo rapidamente o hábitat da espécie. Portanto, C. carajasense foi considerada \"Vulnerável\" (VU), porém, estudos mais aprofundados poderão indicar ocorrência restrita e transferi-la para uma categoria de risco mais alta, caso as ameaças não sejam controladas.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20carajasense","Amazônia, Cerrado"],
    [1905,"FABACEAE","Centrosema jaraguaense","Hoehne","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20jaraguaense","Mata Atlântica"],
    [1906,"FABACEAE","Centrosema pubescens","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre amplamente.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20pubescens","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1907,"FABACEAE","Centrosema sagittatum","(Humb. & Bonpl. ex Willd.) Brandegee","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20sagittatum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1908,"FABACEAE","Centrosema teresae","M.B.Ferreira & Sousa Costa","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para avaliação de risco da espécie.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20teresae","Cerrado"],
    [1909,"FABACEAE","Chamaecrista anamariae","Conc. et al.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie endêmica dos Campos Rupestres, ocorre em solo arenoso, entre rochas, no Estado da Bahia. Tem EOO estimado em 287,50 km² e AOO de 28 km², e está sujeita a apenas duas situações de ameaça, considerando o desenvolvimento de atividades agrícolas que têm sido realizadas com a utilização de fogo. Suspeita-se do declínio da qualidade e do tamanho do hábitat da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20anamariae","Caatinga"],
    [1910,"FABACEAE","Chamaecrista aristata","(Benth.) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","De acordo com estudos a espécie não é endêmica da Serra de Grão Mogol, como se supunha, existindo registros (inclusive identificados por R. Barneby) de ocorrência ao Norte de Diamantina e na Serra do Cabral. Além disso, existe a necessidade de melhor conhecimento da espécie para uma categorização de risco consistente.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20aristata","Caatinga, Cerrado"],
    [1911,"FABACEAE","Chamaecrista atroglandulosa","(Taub. ex Harms) H.S.Irwin & Barneby","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é restrita aos campos da Serra da Bocaina que, apesar de ser uma unidade de conservação (SNUC), sofre com as constantes queimadas e pecuária. Tem EOO de 550,95 km² e está sujeita a estas duas situações de ameaça, responsáveis pelo declínio da qualidade do hábitat e do número de subpopulações da espécie, que foi coletada pela última vez em 1966.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20atroglandulosa","Mata Atlântica"],
    [1912,"FABACEAE","Chamaecrista belemii","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20belemii","Caatinga"],
    [1913,"FABACEAE","Chamaecrista brevicalyx var. elliptica","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar do EOO restrito, novas coletas tem revelado uma distribuição mais ampla para a espécie. Por isso, são necessários maiores estudos sobre a espécie para uma avaliação de risco efetiva.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20brevicalyx%20var.%20elliptica","Caatinga, Cerrado"],
    [1914,"FABACEAE","Chamaecrista catolesensis","Conc. et al.","VU","B1ab(i,ii,iii),D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de Abaíra, distrito de Catolés, no Estado da Bahia. Tem EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando que a região sofre com o declínio contínuo da extensão do hábitat e da sua qualidade, causado por queimadas, garimpo, agricultura sem manejo preservacionista, erosão, captação irregular dos cursos d?água, ocupação de brejos, beiras de rios e encostas (APPs), contaminação do solo e curso d?água, lançamento de esgoto a céu aberto e depósito e queima irregular de lixo. As ameaças, se não controladas, podem transferir o táxon para uma categoria de risco mais alta em um futuro próximo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20catolesensis","Caatinga, Cerrado"],
    [1915,"FABACEAE","Chamaecrista choriophylla","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, recomenda-se estudos populacionais para avaliação de risco de extinção.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20choriophylla","Cerrado"],
    [1916,"FABACEAE","Chamaecrista cipoana","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi considerada frequente em 1933, no entanto, houve um declínio considerável de coletas desde então e, por isso, suspeita-se que esteja havendo redução de suas subpopulações. As principais causas seriam o desmatamento, turismo intenso e queimadas provocadas, o que resulta em um declínio contínuo da qualidade de seus hábitats de ocorrência.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20cipoana","Cerrado"],
    [1917,"FABACEAE","Chamaecrista dentata","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, não há informações suficientes para a categorização da espécie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20dentata","Cerrado"],
    [1918,"FABACEAE","Chamaecrista fodinarum","H.S.Irwin & Barneby","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres e florestas ribeirinhas do Estado de Minas gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo as ameaças incidentes mineração, queimadas provocadas e introdução de monoculturas de Eucaliptus. Caso estas não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de ameaça ainda mais alta em um futuro próximo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20fodinarum","Caatinga, Cerrado"],
    [1919,"FABACEAE","Chamaecrista lagotois","H.S.Irwin & Barneby","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais e apresenta EOO de 17 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando que a região sofre com o turismo intenso e com queimadas provocadas, o que resulta no declínio constante da qualidade do hábitat da espécie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20lagotois","Cerrado"],
    [1920,"FABACEAE","Chamaecrista linearifolia","(G.Don) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamentedistribuída e encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20linearifolia","Cerrado"],
    [1921,"FABACEAE","Chamaecrista semaphora","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição ampla ao longo da Cadeia do Espinhaço, em Minas Gerais, e há diversos registros de coleta.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20semaphora","Cerrado"],
    [1922,"FABACEAE","Chamaecrista stillifera","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando as alterações antrópicas nas regiões de ocorrência, como queimadas, turismo intenso e mineração. Caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro próximo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20stillifera","Caatinga, Cerrado"],
    [1923,"FABACEAE","Chamaecrista strictifolia","(Benth.) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição há incerteza a respeito de sua ocorrência. Recomeda-se estudos populacionais.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20strictifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [1924,"FABACEAE","Chamaecrista tephrosiifolia","(Benth.) H.S.Irwin & Barneby","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica dos Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais e, possivelmente Goiás. Apresenta EOO de 7.119,08 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando a mineração e a introdução de monoculturas de Eucaliptus como responsáveis pelo declínio na extensão e qualidade do hábitat.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20tephrosiifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [1925,"FABACEAE","Chamaecrista trachycarpa","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20trachycarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1926,"FABACEAE","Chamaecrista ulmea","H.S.Irwin & Barneby","CR","B1ab(iii,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica da região de Grão-Mogol, tem EOO restrito a 28,73 km². Está sujeita apenas a uma situação de ameaça considerando sua ocorrência em uma única localidade. Isso a torna suscetível a eventos estocásticos e à redução no número de indivíduos maduros,resultante do declínio da extensão e da qualidade do hábitat causado pelas queimadas frequentes e pelas atividades antrópicas presentes na região.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20ulmea","Caatinga, Cerrado"],
    [1927,"FABACEAE","Chloroleucon extortum","Barneby & J.W.Grimes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações populacionais ou de ameaça, além de existir a possibilidade de baixo esforço de coleta realizado para planta. Portanto não foi possível categorizar o risco de extinção da espécie e recomenda-se estudos mais aprofundados sobre a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloroleucon%20extortum","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1928,"FABACEAE","Chloroleucon tortum","(Mart.) Pittier","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar do amplo EOO, a espécie ocorre é restrita a restinga e matas em solos arenosos ao longo da costa do Rio de Janeiro e baías das Regiões dos lagos, Cabo Frio e Búzios, e Guanabara. Estes ambientes sofreram e sofrem intensa degradação o que poderá  reduzir o número de situações de ameaça da espécie a menos de 10, categorizando a espécie em \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloroleucon%20tortum","Mata Atlântica"],
    [1929,"FABACEAE","Clitoria densiflora","(Benth.) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída no Brasil, não é endêmica e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20densiflora","Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [1930,"FABACEAE","Clitoria epetiolata","Burkart","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição a espécie possui menos de cinco situações de ameaça, o que poderia categorizá-la como \"Vulnerável\" (VU). No entanto foi bem coletada e apesar de ocorrer em áreas degradadas, acredita-se que as subpopulações estejam estáveis. Portanto recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar a estabilidade das subpopulações e incidência das ameaças na espécie.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20epetiolata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1931,"FABACEAE","Clitoria laurifolia","Poir.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Considerada comum, apresenta ampla distribuição e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20laurifolia","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1932,"FABACEAE","Collaea speciosa","(Loisel.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Collaea%20speciosa","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Fortunato, 2011)."],
    [1933,"FABACEAE","Coursetia rostrata","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição e suspeita-se de uma ocorrência ainda maior. Bem coletada e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coursetia%20rostrata","Caatinga"],
    [1934,"FABACEAE","Cratylia bahiensis","L.P.Queiroz","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO ampla, no entanto ocorre em ambientes degradados e com atividades antrópicas, o que pode reduzir o número de situações de ameaça para menos de 10, em futuro próximo.","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cratylia%20bahiensis","Caatinga"],
    [1935,"FABACEAE","Cratylia intermedia","(Hassl.) L.P.Queiroz & R.Monteiro","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é uma Liana amplamente distribuida no Brasil e com suspeitas de uma ocorrência ainda maior. Ocorre também em outros países da América do Sul.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cratylia%20intermedia","Mata Atlântica"],
    [1936,"FABACEAE","Crotalaria nitens","Kunth","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausência de dados populacionais robustos a espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econômico significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20nitens","Amazônia, Cerrado"],
    [1937,"FABACEAE","Crotalaria otoptera","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausência de dados populacionais robustos a espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econômico significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20otoptera","Cerrado"],
    [1938,"FABACEAE","Crotalaria subdecurrens","Mart. ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausência de dados populacionais robustos a espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econômico significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20subdecurrens","Cerrado"],
    [1939,"FABACEAE","Dalbergia elegans","A.M.Carvalho","VU","A2c,B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculada em 10.446,20 km², e é endêmica da Mata Atlântica, bioma severamente degradado. Estima-se que, nos últimos 100 anos, D. elegans tenha sofrido uma redução populacional de pelo menos 30%. Foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU), por estar sujeita a menos de dez situações de ameaça. Recomendam-se o monitoramento e estudos populacionais sobre a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalbergia%20elegans","Mata Atlântica"],
    [1940,"FABACEAE","Dalbergia nigra","(Vell.) Allemão ex Benth.","VU","A4bcd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem valor econômico extremamente alto, tendo sido considerada a melhor madeira do Brasil para construção civil e fabricação de móveis finos e instrumentos musicais. Apesar de amplamente distribuída pelo país, Dalbergia nigra é considerada rara em floresta primária. É com frequência encontrada em áreas com algum nível de perturbação, onde há estimativas de 28 ind/ha, mas geralmente estes não são de grande porte e a madeira é de qualidade inferior. Além disso, estudos conduzidos mostram que a fragmentação das subpopulações e do hábitat está diminuindo a diversidade genética da espécie. A extração de sua madeira no passado foi muito intensa e estima-se que pelo menos 30% da população da espécie tenham sido perdidos. Uma redução populacional de 30% pode ser projetada caso o declínio do tamanho e da qualidade do seu hábitat não seja refreado. Além disso, a extração ilegal da madeira é uma realidade, principalmente de raros indivíduos de grande porte remanescentes em áreas de floresta primária, e para que a espécie possa restabelecer sua população será necessário o controle das suas áreas de ocorrência, assim como estudos que comprovem a variabilidade genética da população.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalbergia%20nigra","Mata Atlântica"],
    [1941,"FABACEAE","Desmodium craspediferum","A.M.G.Azevedo & Abruzzi de Oliveira","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Região Sul do país. Tem EOO estimado de 867,72 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A alteração da vegetação campestre pela instalação de culturas anuais e perenes, especialmente atividades de silvicultura com Pinus spp., na região dos Campos de Cima da Serra, foi considerada como principal ameaça e responsável pelo declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20craspediferum","Mata Atlântica"],
    [1942,"FABACEAE","Desmodium procumbens","(Mill.) Hitchc.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes Estados do Brasil. Não apresenta uso nem ameaça direta.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20procumbens","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1943,"FABACEAE","Desmodium venosum","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre do Mato Grosso do Sul até o sul do país. Foram observadas subpopulações densas desta espécie em áreas do Mato Grosso do Sul, onde esta espécie foi coletada. Também possui registros de ocorrência para o Uruguai e Argentina (Lima, com. pess.).","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20venosum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1944,"FABACEAE","Dimorphandra wilsonii","Rizzini","CR","A2abc,C1","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Dimorphandra wilsonii é endêmica do Estado de Minas Gerais e, após extensiva busca, pode-se estimar que haja apenas 200 indivíduos maduros na natureza. Ocupa regiões severamente antropizadas, onde estudos comprovam extinções locais de subpopulações. Por essa razão, suspeita-se que a grande maioria da população tenha sido eliminada devido às transformações dos ambientes nos quais ocorria. Não é encontrada em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral e, por isso, estima-se que, se nenhuma ação para a conservação da espécie for implantada, poderá se extinguir em um futuro próximo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimorphandra%20wilsonii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1945,"FABACEAE","Dioclea burkartii","R.H.Maxwell","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição no Brasil e America do Sul.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioclea%20burkartii","Cerrado, Pantanal"],
    [1946,"FABACEAE","Dioclea glabra","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída no Brasil.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioclea%20glabra","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [1947,"FABACEAE","Dipteryx alata","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída em diferentes fitofisionomias e estudos populacionais apontam que a espécie esteja estável. Apesar disso, recomenda-se estudos mais aprofundados sobre a exploração da espécie, que possui madeira nobre e que por isso, poderá vir a ter suas subpopulações reduzidas em futuro próximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dipteryx%20alata","Caatinga, Cerrado"],
    [1948,"FABACEAE","Discolobium psoraleifolium","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de amplamente distribuída, existe dúvida em relação a taxonomia e a determinação de alguns registros.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discolobium%20psoraleifolium","Pantanal"],
    [1949,"FABACEAE","Eriosema glaziovii","Harms","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosema%20glaziovii","Cerrado"],
    [1950,"FABACEAE","Eriosema platycarpon","Micheli","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosema%20platycarpon","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1951,"FABACEAE","Galactia benthamiana","Micheli","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20benthamiana","Mata Atlântica"],
    [1952,"FABACEAE","Galactia decumbens","(Benth.) Chodat & Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20decumbens","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1953,"FABACEAE","Galactia glaucescens","Kunth","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20glaucescens","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1954,"FABACEAE","Galactia marginalis","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20marginalis","Mata Atlântica"],
    [1955,"FABACEAE","Galactia neesii","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos no Brasil.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20neesii","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1956,"FABACEAE","Galactia striata","(Jacq.) Urb.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20striata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1957,"FABACEAE","Gleditsia amorphoides","(Griseb.) Taub.","VU","C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Gleditsia amorphoides apresenta ampla distribuição (EOO=194.747,64 km²), porém, de acordo com estudos populacionais conduzidos para a espécie, estima-se que sua população atual seja inferior a 10.000 indivíduos maduros na natureza, e que suas subpopulações tenham menos de 1.000 indivíduos cada uma.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gleditsia%20amorphoides","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1958,"FABACEAE","Grazielodendron rio-docensis","H.C.Lima","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO de aproximadamente 29.000 km² e ocorre em Floresta Pluvial, Semidecídua e costeira e Florestas Estacionais de terras baixas, na Região do Lagos (RJ). Estes ambientes tem sofrido intensa degradação devido a expansão imobiliária e a exploração não sustentável dessas áreas. Caso o habitat da espécie não seja conservado efetivamente a espécie poderá ser categorizada como ameaçada de extinção. Recomenda-se estudos sobre a relação da espécie com o habitat e ameaças incidentes, e estudos populacionais.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grazielodendron%20rio-docensis","Mata Atlântica (Lima, 2010)"],
    [1959,"FABACEAE","Harpalyce lanata","L.P.Queiroz","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Harpalyce lanata é endêmica do Estado da Bahia, restrita aos Campos Rupestres, e encontrada em solos arenosos entre afloramentos de rochas quartzíticas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando as atividades antrópicas, como agricultura e queimadas, as ameaças principais à sobrevivência da espécie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Harpalyce%20lanata","Caatinga"],
    [1960,"FABACEAE","Harpalyce parvifolia","H.S.Irwin & Arroyo","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Harpalyce parvifolia é conhecida por poucas coletas realizadas no século passado, e apenas por uma coleta em 2003. Apresenta distribuição restrita (EOO=1.914,69 km², AOO =52 km²), e é endêmica da região de Grão Mogol, área intensamente afetada por atividades antrópicas, principalmente pelos incêndios propositais, o que resulta na perda e no constante declínio da qualidade do hábitat. Está sujeita a duas situações de ameaça. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Harpalyce%20parvifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [1961,"FABACEAE","Hymenaea courbaril","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20courbaril","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [1962,"FABACEAE","Hymenaea martiana","Hayne","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20martiana","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [1963,"FABACEAE","Hymenaea parvifolia","Huber","VU","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, a espécie é utilizada por apresentar madeira adequada para construção civil, de embarcações, móveis e artigos feitos de madeira e, por isso, estima-se que pelo menos 30% da população tenha sido extraída da natureza nos últimos 100 anos. A extração seletiva legalizada no Estado do Mato Grosso rendeu 102.747,32 m³ de madeira da espécie no período de 2006 a 2011. Estima-se que esse volume corresponda à supressão de 30.912 indivíduos. Portanto, a espécie deve ser monitorada, e sua extração devidamente fiscalizada a fim de garantir a diversidade genética das subpopulações e sua sobrevivência na natureza.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20parvifolia","Amazônia"],
    [1964,"FABACEAE","Hymenolobium excelsum","Ducke","VU","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Hymenolobium excelsum é endêmica da Floresta Pluvial de Terra Firme dos Estados do Pará e Amazonas. Sua madeira é muito utilizada para construção civil e naval, e estima-se que, no período de 2006 a 2011, a extração tenha chegado a 2.222 indivíduos de porte mediano (30 m alt e 1 m DAP) ou 130 indivíduos de grande porte (50 m alt. e 3,5 m DAP). Apesar de haver extração legalizada no Pará, a espécie ainda é alvo de extração ilegal. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando a ocorrência dentro e fora de unidade de conservação (SNUC). Estima-se que o tempo de geração da espécie seja de 90 anos no mínimo e, levando em conta a extração pretérita (não legalizada ou fiscalizada, que alcança escalas ainda maiores do que a do presente estudo), é possível suspeitar que tenha havido uma redução populacional de pelo menos 30%. Recomendam-se estudos populacionais e genéticos e maior fiscalização da retirada da espécie da natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenolobium%20excelsum","Amazônia"],
    [1965,"FABACEAE","Hymenolobium janeirense","Kuhlm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampladistribuição, não apresenta uso nem ameaça pontual que possa levar a espécie àextinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenolobium%20janeirense","Mata Atlântica"],
    [1966,"FABACEAE","Indigofera bongardiana","(Kuntze) Burkart","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e sem ameaça futura plausível, que possa levar a espécie a ser categorizada como ameaçada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Indigofera%20bongardiana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1967,"FABACEAE","Indigofera guaranitica","Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Estudos populacionais aponta que a espécie é comum e de ampla distribuição. Além disso, não possui potencial econômico ou ameaça pontual.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Indigofera%20guaranitica","Cerrado"],
    [1968,"FABACEAE","Inga aptera","(Vinha) T.D.Penn.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta EOO menor que 20.000 km² e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. É endêmica do Estado da Bahia, cujos remanescentes de mata estão fragmentados em virtude da expansão urbana, atividades agrícolas e exploração dos recursos florestais. Portanto, estima-se declínio contínuo na qualidade do hábitat, EOO e AOO. Recomenda-se estudo populacional a fim de verificar a estabilidade da população da espécie.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20aptera","Mata Atlântica"],
    [1969,"FABACEAE","Inga arenicola","T.D.Penn.","EN","A2c,B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica das Restingas do Estado do Rio de Janeiro, conhecida apenas no município de Maricá. Apresenta EOO de 274,73 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de Maricá sofre intensa supressão da vegetação por conta de expansão urbana e imobiliária e pela construção de estradas e vias. Além disso, o município tem apenas cerca de 30% de sua área vegetal original, o que permite estimar que a população da espécie tenha sofrido uma redução de pelo menos 50%.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20arenicola","Mata Atlântica"],
    [1970,"FABACEAE","Inga bicoloriflora","Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída no Estado do Amazonas, não apresenta uso nem ameaça direta.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bicoloriflora","Amazônia"],
    [1971,"FABACEAE","Inga blanchetiana","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso e ocorre em diferentes fitofiosionomias em estados do Nordeste e Sudeste brasileiro. Recomeda-se estudos populacionais.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20blanchetiana","Mata Atlântica"],
    [1972,"FABACEAE","Inga bollandii","Sprague & Sandwith","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nã há informações suficientes para a avaliação de rsico da espécie. Apenas sabe-se que é amplamente distribuída.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bollandii","Mata Atlântica"],
    [1973,"FABACEAE","Inga bullata","Benth.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem a EOO calculada em 51.184,26 km², está presente em unidades de conservação (SNUC) e o uso conhecido não caracteriza uma ameaça a espécie. No entanto, a espécie foi relatada como pouco abundante e caso a perda do habitat da não seja refreada a espécie pode vir a correr risco de extinção.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bullata","Mata Atlântica"],
    [1974,"FABACEAE","Inga bullatorugosa","Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, e que até sua ultima avaliação de risco (1998) era conhecida apenas de coletas no rio Tapajoz. Por isso, suspeita-se que haja um baixo esforço de coleta para a espécie e que a mesma não esteja ameaçada de extinção.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bullatorugosa","Amazônia"],
    [1975,"FABACEAE","Inga cabelo","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20cabelo","Mata Atlântica"],
    [1976,"FABACEAE","Inga calantha","Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuida e sem uso ou ameaça pontual. Recomenda-se estudos populacionais.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20calantha","Amazônia"],
    [1977,"FABACEAE","Inga caudata","Killip","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações sufucientes para a avaliação do risco de extinção.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20caudata","Amazônia"],
    [1978,"FABACEAE","Inga enterolobioides","T.D.Penn.","CR","A2c,B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é conhecida apenas pelo material-tipo, proveniente da região da Lagoa de Jacarepaguá e Lagoa de Camorim, no município do Rio de Janeiro. Apesar do alto esforço de coleta na região, a espécie não foi mais encontrada. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A região oeste do Rio de Janeiro apresenta altos índices de expansão urbana e desenvolvimento. Em função disso, a área que a espécie habita é um fragmento isolado e de fácil acesso, portanto, sujeita ao declínio contínuo da qualidade do hábitat. Além disso, a expansão urbana da região nos leva a suspeitar uma redução populacional de 80%, corroborada pela atual ausência da espécie na região.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20enterolobioides","Mata Atlântica"],
    [1979,"FABACEAE","Inga exfoliata","T.D.Penn. & F.C.P.García","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Estados do Espirito Santo e Bahia, com menos de 10 situações de ameaça e não apresenta uso. Os habitats onde a espécie ocorre estão degradados e fragmentados, e estudos apontam a suspeita de depressão genética. Portanto, recomenda-se estudos populacionais visando contagem de indivíduos maduros e coleta de informações sobre ameaças diretas a espécie.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20exfoliata","Mata Atlântica"],
    [1980,"FABACEAE","Inga exilis","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. A possibilidade de baixo esforço de coleta existe, mas a situação da espécie pode ser alarmante pelo EOO restrito que apresenta (255,56 km²). Recomenda-se coletas e pesquisas científicas sobre a espécie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20exilis","Amazônia"],
    [1981,"FABACEAE","Inga grazielae","(Vinha) T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não está presente em unidades de conservação (SNUC) e está sujeita a quatro situações de ameaça. A perda do hábitat é severa na região de ocorrência de I. grazielae e, caso seu hábitat não seja conservado, a espécie poderá ser transferida para a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR) em um futuro próximo.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20grazielae","Mata Atlântica"],
    [1982,"FABACEAE","Inga hispida","Schott ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não possui uso, tem EOO amplo e tem sido encontrada em estudos populacionais. Não está ameaçada de extinção.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20hispida","Mata Atlântica"],
    [1983,"FABACEAE","Inga lanceifolia","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída (81.344,957 km²) no Sudeste do Brasil. Apesar disso, especialistas apontam a baixa frequência  da espécie e por isso recomenda-se estudos populacionais sobre a espécie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lanceifolia","Mata Atlântica"],
    [1984,"FABACEAE","Inga laurina","(Sw.) Willd.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída no Brasil e na América do Sul e ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20laurina","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [1985,"FABACEAE","Inga lenticellata","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Amplamente distribuída e não apresenta uso.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lenticellata","Mata Atlântica"],
    [1986,"FABACEAE","Inga lentiscifolia","Benth.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição a espécie tem uso madeireiro e sua semente é comestível, caso não haja a fiscalização da retirada da madeira de I. lentiscifolia, a espécie pode ter um declínio populacional grande e correr risco de extinção. Portanto, recomenda-se o monitoramento da população e a inclusão da espécie em instrumento normativo legalizando o corte.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lentiscifolia","Mata Atlântica"],
    [1987,"FABACEAE","Inga leptantha","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20leptantha","Mata Atlântica"],
    [1988,"FABACEAE","Inga maritima","Benth.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de frequente e bem coletada, a espécie é endêmica de Restingas do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO=15.138,67 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Seus hábitats encontram-se severamente fragmentados devido à expansão imobiliária. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20maritima","Mata Atlântica"],
    [1989,"FABACEAE","Inga mendoncaei","Harms","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga mendonçaei é restrita aos complexos serranos do Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, com maior frequência em trechos de floresta montana acima de 700 m. Apresenta EOO estimado em 10.030,07 km² e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. É suscetível à antropização de sua região de ocorrência, principalmente pela grande incidência de queimadas propositais, que provocam declínio contínuo da EOO, AOO e qualidade do hábitat da espécie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20mendoncaei","Mata Atlântica"],
    [1990,"FABACEAE","Inga microcalyx","Spruce ex Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20microcalyx","Amazônia"],
    [1991,"FABACEAE","Inga pedunculata","(Vinha) T.D.Penn.","CR","B1ab(i,ii,iii,iv),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Inga pedunculata é endêmica do Estado da Bahia. É conhecida por apenas uma coleta em ambiente natural, em área com esforço de coleta alto e extremamente perturbada. Apresenta EOO de 33,34 km², e suspeita-se que contabilize menos de 250 indivíduos maduros em apenas uma população. A introdução de culturas como do cacau e da seringueira e a expansão imobiliária proveniente do turismo causaram declínio da qualidade do hábitat e de subpopulações da espécie, avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20pedunculata","Mata Atlântica"],
    [1992,"FABACEAE","Inga platyptera","Benth.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga platyptera apresenta EOO de 9.146,33 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie é suscetível a alterações nas condições ideais de seu hábitat, decorrentes da urbanização e de queimadas nas áreas de montanha dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. No entanto, indica-se a possibilidade de a EOO estar subestimada e estudos direcionados a essa verificação devem ser conduzidos.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20platyptera","Mata Atlântica"],
    [1993,"FABACEAE","Inga pleiogyna","T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga pleiogyna ocorre em áreas de Restinga no Estado da Bahia, e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando a presença em unidades de conservação (SNUC). O intenso desmatamento e a incidência de incêndios são as principais ameaças incidentes, e causam declínio contínuo da qualidade do hábitat de ocorrência da espécie. Mais informações a respeito de suas subpopulações devem ser obtidas para permitir uma nova avaliação no futuro.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20pleiogyna","Mata Atlântica"],
    [1994,"FABACEAE","Inga praegnans","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga praegnans é endêmica do Estado de São Paulo. Apresenta EOO de 8.373,52 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Apesar de estar presente em algumas unidades de conservação (SNUC), o declínio da qualidade do hábitat, causado pela antropização de algumas das áreas de ocorrência da espécie, ameaça suas subpopulações, podendo levar a população a um declínio considerável, caso essa ameaça não seja controlada.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20praegnans","Mata Atlântica"],
    [1995,"FABACEAE","Inga salicifoliola","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie, suspeita-se de baixo esforço de coleta realizado para a espécie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20salicifoliola","Amazônia"],
    [1996,"FABACEAE","Inga santaremnensis","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20santaremnensis","Amazônia"],
    [1997,"FABACEAE","Inga sellowiana","Benth.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO ampla, noentanto ocorre em ambientes degradados e com atividades antrópicas,além do uso de sua madeira para lenha, o que podereduzir o número de situações de ameaça para menos de 10 em futuro próximo.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20sellowiana","Mata Atlântica"],
    [1998,"FABACEAE","Inga suberosa","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20suberosa","Amazônia"],
    [1999,"FABACEAE","Inga suborbicularis","T.D.Penn.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga suborbicularis apresenta distribuição restrita (EOO=5.756,38 km²), e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. As regiões de ocorrência da espécie sofreram intensa redução da cobertura vegetal e até hoje a qualidade do hábitat está em declínio constante devido a processos antrópicos, principalmente agricultura e queimadas.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20suborbicularis","Mata Atlântica"],
    [2000,"FABACEAE","Inga unica","Barneby & J.W.Grimes","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga unica é endêmica do Brasil. Apresenta EOO estimado em 10.202,49 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Apesar de estar presente em algumas unidades de conservação (SNUC), sofre com a intensa antropização de algumas de suas áreas de ocorrência, o que interfere na dinâmica de suas subpopulações, e causa o declínio da qualidade de seus hábitats.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20unica","Mata Atlântica"],
    [2001,"FABACEAE","Inga xinguensis","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20xinguensis","Amazônia"],
    [2002,"FABACEAE","Lathyrus acutifolius","Vogel","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lathyrus acutifolius apresenta AOO inferior a 10 Km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando que a antropização da sua região de ocorrência, causou perda de hábitat, de subpopulações e de indivíduos maduros. Há suspeitas de sua possível extinção, uma vez que a última coleta data de 1949. Faz-se necessário um maior esforço de coleta a fim de verificar se há indivíduos na natureza.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20acutifolius","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2003,"FABACEAE","Lathyrus hasslerianus","Burkart","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuida e não tem potencial econômico ou uso. Portanto foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20hasslerianus","Mata Atlântica"],
    [2004,"FABACEAE","Lathyrus hookeri","G.Don","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuição restrita no Brasil e da possível extinção apontada pela lista estadual do Rio Grande do Sul, não é possível saber o estado de conservação da espécie, uma vez que não apresenta dados populacionais e ameaças pontuais descritas para a espécie. Recomenda-se estudos mais específicos para que a categorização do risco de extinção possa ser realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20hookeri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2005,"FABACEAE","Lathyrus paraguariensis","Hassl.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lathyrus paraguariensis ocorre na Região Sul e não é endêmica do Brasil, no entanto, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Trata-se de uma espécie com baixo esforço de coleta, sendo necessário um maior investimento a fim de verificar a existência de novas subpopulações.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20paraguariensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2006,"FABACEAE","Lathyrus parodii","Burkart","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiçãorestrita no Brasil, não é possível saber o estado de conservação da espécie, uma vez que nãoapresenta dados populacionais e ameaças pontuais descritas para a espécie.Recomenda-se estudos mais específicos para que a categorização do risco deextinção possa ser realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20parodii","Mata Atlântica"],
    [2007,"FABACEAE","Leucochloron foederale","(Barneby & J.W.Grimes) Barneby & J.W.Grimes","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Leucochloron foederale apresenta distribuição restrita (EOO=1.621,67 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça. A perda da cobertura vegetal e as atividades agrícolas implementadas na sua região de ocorrência são as principais responsáveis pelo declínio constante da qualidade do hábitat, o que interfere na dinâmica de suas subpopulações. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20foederale","Cerrado"],
    [2008,"FABACEAE","Leucochloron limae","Barneby & J.W.Grimes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem ampla distribuição (Bahia e Minas Gerais), no entanto ocorre na caatinga com menos de 10 situações de ameaça e portanto, deve ser melhor estudada a fim de se verificar o real estado de conservação da espécie e conduzida uma nova avaliação para a espécie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20limae","Caatinga"],
    [2009,"FABACEAE","Leucochloron minarum","(Glaz. ex Harms) Barneby & J.W.Grimes","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Leucochloron minarum é endêmica da Floresta Decídua da região de Montes Claros, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 264,37 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É conhecida por apenas uma coleta de 1929, não tendo sido reencontrada na região desde então. Sua área de ocorrência é severamente fragmentada, sendo alvo de intenso turismo e alteração da paisagem para implementação de atividades agropastoris, o que resulta no declínio da área e qualidade do hábitat. Suspeita-se que, desde sua última coleta, subpopulações da espécie tenham sido perdidas. A espécie foi recoletada em 2011, em área de amplo uso madeireiro para produção de carvão vegetal.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20minarum","Cerrado"],
    [2010,"FABACEAE","Lonchocarpus muehlbergianus","Hassl.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição a espécie foi apontada como rara. Portanto faz-se necessário estudos populacionais para melhor entendimento do estado de conservação da espécie.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lonchocarpus%20muehlbergianus","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2011,"FABACEAE","Lonchocarpus torrensis","N.F.Mattos","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiçãorestrita no Brasil  não é possível saber o estado de conservação da espécie, uma vez que nãoapresenta dados populacionais e ameaças pontuais descritas para a espécie.Recomenda-se estudos mais específicos para que a categorização do risco deextinção possa ser realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lonchocarpus%20torrensis","Mata Atlântica"],
    [2012,"FABACEAE","Luetzelburgia guaissara","Toledo","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, não apresenta uso nem ameaça pontual que possa levar a espécie à extinção. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luetzelburgia%20guaissara","Mata Atlântica"],
    [2013,"FABACEAE","Lupinus coriaceus","Benth.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lupinus coriaceus está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat proveniente de ameaças como incêndios não controlados e alteração da paisagem decorrente do desmatamento. Recentemente, foram encontradas novas subpopulações na região da Serra da Canastra, corroborando a ideia de que pouco se conhece a respeito da espécie e por isso, recomendam-se estudos populacionais e de distribuição, para que uma nova avaliação seja realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20coriaceus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2014,"FABACEAE","Lupinus decurrens","Gardner","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lupinus decurrens é endêmica dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 533,10 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando os processos urbanos ocorrentes na região, como queimadas e mineração. As ameaças causam declínio constante da qualidade do hábitat e a espécie deve ser monitorada a fim de verificar se está havendo também declínio populacional.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20decurrens","Cerrado"],
    [2015,"FABACEAE","Lupinus laevigatus","Benth.","EN","B1ab(iii),C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lupinus laevigatus é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuição restrita (EOO=269,39 km²), e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Além disso, estudo populacional conduzido em 2005 encontrou apenas duas subpopulações, uma com 61 indivíduos (53 maduros), e outra com 55 indivíduos (50 maduros). Portanto, é possível suspeitar que a população da espécie não passe de 2.500 indivíduos, e que o número de indivíduos maduros por subpopulação não supere 250, tornando L. laevigatus extremamente suscetível a eventos estocásticos.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20laevigatus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2016,"FABACEAE","Lupinus linearis","Desr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ocorrênciarestrita, a espécie não tem informações populacionais ou de ameaças pontuais,fazendo-se necessários estudos mais aprofundados sobre a espécie para acategorização do risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20linearis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2017,"FABACEAE","Lupinus ovalifolius","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie conhecida apenas pelo tipo e sem localidade específica. Além disso, não há informações suficientes para a categorização de risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20ovalifolius","Mata Atlântica"],
    [2018,"FABACEAE","Lupinus parvifolius","Gardner","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a categorização da espécie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20parvifolius","Cerrado"],
    [2019,"FABACEAE","Lupinus prouvensalanus","C.P.Sm.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20prouvensalanus","Mata Atlântica"],
    [2020,"FABACEAE","Machaerium fulvovenosum","H.C.Lima","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, não apresenta uso ou ameaça pontual. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20fulvovenosum","Mata Atlântica"],
    [2021,"FABACEAE","Machaerium nyctitans","(Vell.) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída,não apresenta uso ou ameaça pontual. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20nyctitans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2022,"FABACEAE","Machaerium obovatum","Kuhlm. & Hoehne","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Machaerium obovatum é endêmica das restingas e matas secas da região dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro e, apesar de ser localmente abundante, apresenta EOO estimada em 1.494,11 km². Há dúvida em relação à estrutura populacional da espécie, no entanto, foram identificadas menos de dez situações de ameaça. Nos últimos 40 anos, o crescimento urbano vem reduzindo e fragmentando a cobertura vegetal natural do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio, causando declínio contínuo na EOO, AOO e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20obovatum","Mata Atlântica"],
    [2023,"FABACEAE","Machaerium paraguariense","Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, sem uso ou ameaça pontual. Foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20paraguariense","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2024,"FABACEAE","Machaerium villosum","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da perda populacional relatada em estudo com a espécie, M. villosum é amplamente distribuída, não apresenta uso nem ameaça pontual, portanto não está sob risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20villosum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2025,"FABACEAE","Macrosamanea macrocalyx","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrosamanea%20macrocalyx","Amazônia"],
    [2026,"FABACEAE","Macrosamanea prancei","(Barneby) Barneby & J.W.Grimes","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Macrosamanea prancei não é coletada desde 1985. Ocorre em encraves de Cerrado (Campinaranas) sob areia branca ao longo da bacia do Rio Aracá, usualmente na margem dos rios, em áreas que tendem a apresentar intensa ocupação humana. Apesar de estar em região bem preservada e de difícil acesso, apresenta AOO de 24 km², o que atesta a sua vulnerabilidade. Portanto, deve ser monitorada, e estudos populacionais devem ser conduzidos a fim de verificar se as subpopulações encontram-se estáveis, e se realmente não há ameaças diretas incidindo sobre a espécie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrosamanea%20prancei","Amazônia"],
    [2027,"FABACEAE","Melanoxylon brauna","Schott","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ser considerada abundante em algumas de suas regiões de ocorrência, a espécie apresenta especificidade de hábitat, sendo encontrada em Floresta Pluvial, Nebular e Semidecídua. Além disso, é uma das madeiras mais apreciadas da Mata Atlântica, tendo sido amplamente utilizada para construção civil. Está sujeita a duas situações de ameaça, considerando sua presença dentro e fora de unidades de conservação (SNUC). A extração ilegal, que não é fiscalizada fora das áreas de preservação, é a principal ameaça à espécie.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanoxylon%20brauna","Mata Atlântica"],
    [2028,"FABACEAE","Mimosa acroconica","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa acroconica tem distribuição restrita, e é conhecida por pequenas subpopulações. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando a pressão antrópica e o fogo como principais fatores. Portanto, suspeita-se que a EOO, AOO e a qualidade do hábitat estejam em declínio constante, podendo levar a espécie à extinção.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20acroconica","Cerrado"],
    [2029,"FABACEAE","Mimosa acutistipula var. ferrea","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa acutistipula var. ferrea foi descrita recentemente para a região da Serra dos Carajás, no Estado do Pará. De distribuição restrita a essa região, a espécie ocorre de maneira abundante no local. Entretanto, a dinâmica populacional da espécie ainda não foi compreendida integralmente e não se sabe ao certo de que maneira os eventos de ameaça incidentes na sua área de ocorrência afetam a estrutura de suas subpopulações. Portanto, optou-se por incluir a espécie como \"Deficiente de Dados\" (DD), até que novas informações sejam levantadas sobre este táxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20acutistipula%20var.%20ferrea","Amazônia, Cerrado"],
    [2030,"FABACEAE","Mimosa adamantina","Barneby","EN","B1ab(i,iii),C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica, restrita da região de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO menor que 500 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua região de ocorrência é perturbada, e suas subpopulações, apesar de próximas entre si, estão em áreas cortadas por estradas e por pequenos centros urbanos. Portanto, a espécie foi considerada severamente fragmentada e sob influência do declínio constante da qualidade do hábitat. Além disso, suspeita-se que haja menos de 250 indivíduos maduros na população, tendo em vista o número de coletas e o fato da região ser bem coletada. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento da espécie.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20adamantina","Cerrado"],
    [2031,"FABACEAE","Mimosa adenophylla","Taub.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuida em diferentes fitofisionomias.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20adenophylla","Caatinga, Cerrado"],
    [2032,"FABACEAE","Mimosa balduinii","Burkart","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa balduinii apresenta EOO de 579,23 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. A pecuária, agricultura, presença de espécies exóticas e plantações homogêneas (Pinus e Eucaliptus) são os fatores responsáveis pelo declínio contínuo na AOO , EOO e na qualidade do hábitat da espécie. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20balduinii","Mata Atlântica"],
    [2033,"FABACEAE","Mimosa barretoi","Hoehne","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta EOO estimado em 2.220,92 km², e está sujeita a cinco situações de ameaça. Foi coletada principalmente em Campos Rupestres, no Estado de Minas Gerais. É conhecida por registros em municípios que sofreram e ainda sofrem intensa pressão antrópica, e em áreas facilmente perturbadas por incêndios, fatores que resultam no declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20barretoi","Cerrado"],
    [2034,"FABACEAE","Mimosa bathyrrhena","Barneby","EN","A2ce,B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa bathyrrhena apresenta distribuição restrita (EOO=469,09 km²) ao município de Ponta Grossa, no Estado do Paraná, e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Este município sofreu uma perda da cobertura original de Mata Atlântica de aproximadamente 80%. Portanto, estima-se que, nos últimos 10 anos, a redução populacional tenha sido de pelo menos 50%, e que pode não ser reversível. A região também tem sido cenário frequente de plantio de Pinus e Eucaliptus. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20bathyrrhena","Mata Atlântica"],
    [2035,"FABACEAE","Mimosa bombycina","Barneby","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa bombycina é endêmica do Cerrado. Ocorre no Estado de Minas Gerais, em Campos Rupestres associados a falésias e afloramentos. Apresenta EOO restrita a 3.572,98 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As constantes atividades antrópicas e principalmente os incêndios provocados que acometem a região de ocorrência da espécie são as principais ameaças incidentes, que resultam no declínio da área e qualidade do hábitat.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20bombycina","Cerrado"],
    [2036,"FABACEAE","Mimosa caesalpiniifolia","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20caesalpiniifolia","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2037,"FABACEAE","Mimosa catharinensis","Burkart","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa catharinensis apresenta EOO restrito (385,49 km²) e é endêmica das Restingas do Estado de Santa Catarina. Além disso, o ambiente já degradado anteriormente tem a presença de espécies exóticas e por isso, foi estimado um declínio constante de EOO, AOO e da qualidade do hábitat de M. catharinensis.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [2038,"FABACEAE","Mimosa chrysastra","Mart. ex Benth.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa chrysastra é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO extremamente restrito, estimado em 84 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. O endemismo da espécie a deixa muito suscetível às ameaças presentes no Cerrado, assim como aos eventos estocásticos. Faz-se necessário o monitoramento da espécie a fim de acompanhar a dinâmica populacional e controlar as ameaças incidentes, de maneira a garantir a persistência de M. chysastra na natureza.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20chrysastra","Cerrado"],
    [2039,"FABACEAE","Mimosa exalbescens","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Existe a possibilidade de que M. exalbescens possa ser considerada como uma forma local de M. hexandra. Além disso não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. Recomeda-se estudos taxonômicos e populacionais da espécie.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20exalbescens","Caatinga"],
    [2040,"FABACEAE","Mimosa glycyrrhizoides","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações suficientes para a categorização do risco de extinção. Recomeda-se estudos populacionais e de distribuição a fim de verificar a disjunção da espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20glycyrrhizoides","Mata Atlântica"],
    [2041,"FABACEAE","Mimosa hatschbachii","Barneby","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa hatschbachii é endêmica do Estado do Paraná. Apresenta EOO estimado em 614,75 km². É conhecida por três localidades cortadas por estradas e áreas urbanizadas, o que caracteriza a espécie como severamente fragmentada. A região de ocorrência de M. hatschbachii tem sofrido declínio constante da qualidade do hábitat, tanto pela antropização como pela presença de monoculturas de espécies exóticas, popularmente usadas na região.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [2042,"FABACEAE","Mimosa heringeri","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa heringeri apresenta EOO de 3.092,84 km² e tem estrutura populacional severamente fragmentada, pois ocorre em área intensamente urbanizada, o que compromete a qualidade do seu hábitat. Além disso, a expansão urbana na região pode diminuir a AOO , EOO, e o número de subpopulações conhecidas. Recomenda-se pesquisa em dinâmica populacional e fenologia, além de monitoramento efetivo.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20heringeri","Cerrado"],
    [2043,"FABACEAE","Mimosa humifusa","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não tem informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20humifusa","Cerrado"],
    [2044,"FABACEAE","Mimosa involucrata","Benth.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa involucrata apresenta EOO estimada em 1.868,94 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie sofre com intenso desmatamento, proximidade de cidades e atividades agropecuárias, o que resulta em um contínuo declínio da área e qualidade do hábitat.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20involucrata","Mata Atlântica"],
    [2045,"FABACEAE","Mimosa lanata","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações suficientes para a avaliação do risco de extinção.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20lanata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2046,"FABACEAE","Mimosa leprosa","(Benth.) J.F.Macbr.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa leprosa é endêmica do Brasil, restrita ao Estado de Minas Gerais e endêmica dos Campos Rupestres da região do Quadrilátero Ferrífero. Apresenta EOO=4.691,76 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sofre com a intensa atividade das mineradoras que exploram a região, o que acarreta no contínuo declínio da área e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20leprosa","Cerrado"],
    [2047,"FABACEAE","Mimosa leptantha","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Há duvidas em relação a taxonomia da espécie, portanto recomenda-se uma revisão taxonômica para que a espécie possa ser avaliada quanto ao risco de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20leptantha","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2048,"FABACEAE","Mimosa lithoreas","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa lithoreas é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimado em 3.547,47 km², e está sujeita a três situações de ameaça. Seu endemismo a deixa muito suscetível às ameaças presentes no Cerrado. Faz-se necessário o monitoramento da espécie a fim de controlar as ameaças incidentes e a viabilidade de suas subpopulações.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20lithoreas","Cerrado"],
    [2049,"FABACEAE","Mimosa macedoana","Burkart","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa macedoana é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimado em 3.794,30 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É uma espécie bastante suscetível às ameaças presentes no Cerrado, como por exemplo, a intensa atividade agropecuária. Assim, faz-se necessário seu monitoramento a fim de controlar as ameaças incidentes, bem como o investimento em coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20macedoana","Cerrado"],
    [2050,"FABACEAE","Mimosa mensicola","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa mensicola é endêmica do Estado da Bahia. Apresenta EOO restrita, estimada em 356,60 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). Ocorre em hábitat severamente fragmentado e degradado, o que afeta diretamente a dinâmica de suas subpopulações, a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat da espécie. Assim, avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20mensicola","Cerrado, Caatinga"],
    [2051,"FABACEAE","Mimosa montis-carasae","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa montis-carasae é endêmica dos Campos Rupestres da região de Três Serras, Quadrilátero Ferrífero, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 2.926,5 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Além de sua distribuição restrita, suas subpopulações encontram-se extremamente fragmentadas, o que causa o declínio da EOO, AOO e qualidade do hábitat da espécie, e interfere diretamente na dinâmica de sua população.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20montis-carasae","Cerrado"],
    [2052,"FABACEAE","Mimosa myuros","Barneby","VU","B1ab(iii),D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa myuros apresenta EOO de 10.584,59 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É encontrada em pequenas faixas vegetacionais rodeadas por agricultura, o que altera fortemente sua dinâmica populacional. Faz-se necessário o acompanhamento dos indivíduos que se encontram em áreas severamente fragmentadas. A espécie corre risco de ser transferida para uma categoria maior de ameaça, caso o cenário atual não seja alterado.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20myuros","Mata Atlântica"],
    [2053,"FABACEAE","Mimosa niomarlei","Afr.Fern.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Há incerteza taxonômica e faltam dados para uma avaliação consistente a respeito do risco de extinção da espécie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20niomarlei","Mata Atlântica"],
    [2054,"FABACEAE","Mimosa pabstiana","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para avaliação do risco de extinção da espécie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20pabstiana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2055,"FABACEAE","Mimosa paucifolia","Benth.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa pauciflora é endêmica dos Campos Rupestres dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As regiões de ocorrência da espécie são alvo de queimadas e de atividades antrópicas, o que resulta no declínio da área e qualidade do hábitat, e de suas subpopulações. Fazem-se necessários a coleta de dados e o monitoramento, a fim de verificar transferência da espécie para uma categoria de ameaça mais alta.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20paucifolia","Cerrado"],
    [2056,"FABACEAE","Mimosa pseudotrachycarpa","Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e não apresenta uso, foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20pseudotrachycarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2057,"FABACEAE","Mimosa psittacina","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa psittacina é endêmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimada em 844,69 km², e está sujeita a apenas três situações de ameaça. Seu endemismo a deixa muito suscetível às ameaças presentes na Mata Atlântica, como por exemplo, as intensas atividades agropecuárias, que resultam no declínio de área e qualidade do hábitat. Faz-se necessário o monitoramento da espécie a fim de controlar as ameaças incidentes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20psittacina","Mata Atlântica"],
    [2058,"FABACEAE","Mimosa sanguinolenta","Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e não apresenta uso, foi considerada fora de risco de extinção.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20sanguinolenta","Mata Atlântica"],
    [2059,"FABACEAE","Mimosa skinneri var. carajarum","Barneby","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Variedade endêmica do Estado do Pará, onde é encontrada em vegetação de canga e em margens de lago. Apresenta AOO de 4 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando a atividade mineradora como principal ameaça e responsável pelo declínio da AOO e da qualidade do hábitat da espécie.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20skinneri%20var.%20carajarum","Amazônia"],
    [2060,"FABACEAE","Mimosa suburbana","Barneby","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie descrita recentemente. Apresenta EOO e AOO restritas (EOO=17,54 km², AOO =16 km²). Além disso, estudos apontaram baixa abundância de indivíduos. A região em que ocorre apresenta Cerrado extremamente degradado e fragmentado, com declínio contínuo na qualidade do hábitat. M. suburbana se desenvolve na região satélite de Brasília, área fortemente antropizada e, por isso, foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Recomendam-se estudos mais aprofundados sobre a espécie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20suburbana","Cerrado"],
    [2061,"FABACEAE","Mimosa thomista","Barneby","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa thomista é endêmica dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 2.468,12 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando a atividade mineradora como principal ameaça, uma vez que é responsável pelo declínio constante da qualidade do hábitat.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20thomista","Cerrado"],
    [2062,"FABACEAE","Mimosa uniceps","Barneby","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa uniceps apresenta distribuição restrita, sua EOO é estimada em 533,38 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua região de ocorrência foi intensamente desmatada e esta ameaça ainda incide no local, apesar dos esforços de controle implementados na região. Além disso, a espécie foi coletada apenas uma vez há 40 anos, não tendo sido encontrada novamente, apesar do esforço de coleta realizado na área da coleta tipo.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20uniceps","Cerrado"],
    [2063,"FABACEAE","Mimosa urticaria","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa urticaria é endêmica do Estado do Paraná. Apresenta EOO estimada em 555,99 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Foi coletada, principalmente, no município de Ortigueira, onde remanescem apenas 20.232 ha de cobertura vegetal original. Apesar da carência de dados sobre a espécie, é possível estimar que esteja sofrendo perda da área e qualidade do hábitat, decorrente do histórico de desmatamento da região. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20urticaria","Mata Atlântica"],
    [2064,"FABACEAE","Mimosa verrucosa","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). Não apresenta ameaça pontual ou uso de caráter exploratório.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20verrucosa","Caatinga, Cerrado"],
    [2065,"FABACEAE","Moldenhawera papillanthera","L.P.Queiroz et al.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Moldenhawera papillanthera, apesar de ter uma subpopulação significantemente preservada, é apontada como rara, e sua madeira apresenta valor comercial. Além disso, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o uso comercial e as queimadas ocorrentes na região como ameaças potenciais.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Moldenhawera%20papillanthera","Mata Atlântica"],
    [2066,"FABACEAE","Myrocarpus frondosus","Allemão","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos, do Rio Grande do Sul até a Bahia. No entanto, apresenta potencial valor econômico devido a seu óleo essencial que possui propriedades medicinais e a madeira que possui valor de mercado e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrocarpus%20frondosus","Mata Atlântica"],
    [2067,"FABACEAE","Myroxylon peruiferum","L.f.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myroxylon%20peruiferum","Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [2068,"FABACEAE","Mysanthus uleanus","(Harms) G.P.Lewis & A.Delgado","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mysanthus%20uleanus","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2069,"FABACEAE","Neptunia pubescens","Benth.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Neptunia pubescens, apesar de amplamente distribuída nas Américas, no Brasil apresenta EOO estimado de 6.425,04 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat decorrente de atividades agropecuárias nas regiões de ocorrência da espécie. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neptunia%20pubescens","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2070,"FABACEAE","Peltogyne confertiflora","(Mart. ex Hayne) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peltogyne%20confertiflora","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Lima, 2010)."],
    [2071,"FABACEAE","Peltogyne maranhensis","Huber ex Ducke","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Peltogyne maranhensis, popularmente conhecida como \"pau-roxo\", é amplamente utilizada na fabricação de instrumentos musicais, e estudos científicos sugerem baixa densidade da espécie. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença dentro e fora de unidades de conservação (SNUC). Apesar de sua exploração ter sido liberada em alguns planos de manejo, os indivíduos localizados fora de unidades de conservação ficam suscetíveis à retirada descontrolada, o que pode transferir a espécie para uma categoria de ameaça mais alta em um futuro próximo, caso essa atividade não seja rigorosamente controlada.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peltogyne%20maranhensis","Amazônia"],
    [2072,"FABACEAE","Phanera grazielae","(Vaz) Vaz","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie. A espécie é uma liana que floresce no alto de árvores, dificultando a coleta de material fértil e identificação. Faz-se necessário o direcionamento de pesquisas para a espécie afim de possibilitar uma avaliação de risco consistente.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20grazielae","Mata Atlântica"],
    [2073,"FABACEAE","Phanera microstachya","(Raddi) L.P.Queiroz","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20microstachya","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2074,"FABACEAE","Phanera smilacina","(Schott) Vaz","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20smilacina","Mata Atlântica"],
    [2075,"FABACEAE","Piptadenia gonoacantha","(Mart.) J.F.Macbr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptadenia%20gonoacantha","Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [2076,"FABACEAE","Plathymenia reticulata","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madeireiro (madeira própria para marcenaria e acabamentos internos em construção civil) e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plathymenia%20reticulata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2077,"FABACEAE","Poecilanthe parviflora","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poecilanthe%20parviflora","Mata Atlântica"],
    [2078,"FABACEAE","Poiretia angustifolia","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poiretia%20angustifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2079,"FABACEAE","Pomaria stipularis","(Vogel) B.B.Simpson & G.P.Lewis","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é distribuida amplamente, no entanto ocorre em áreas fortemente antropizadas e possui menos de 10 situações de ameaça e por isso, maiores estudos sobre o estado de conservação da espécie devem ser realizados.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pomaria%20stipularis","Mata Atlântica"],
    [2080,"FABACEAE","Pterocarpus santalinoides","L Hér. ex DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterocarpus%20santalinoides","Amazônia"],
    [2081,"FABACEAE","Pterogyne nitens","Tul.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterogyne%20nitens","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2082,"FABACEAE","Rhynchosia leucophylla","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição, não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosia%20leucophylla","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2083,"FABACEAE","Rhynchosia reticulata","(Sw.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosia%20reticulata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2084,"FABACEAE","Sellocharis paradoxa","Taub.","VU","A2ce","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Estado do Rio Grande do Sul. Apesar de terem sido registradas três subpopulações, duas delas não são mais encontradas. Sua região de ocorrência tem atividade de pastoreio intensa e introdução de espécies exóticas como Pinus sp. Portanto, é possível suspeitar que, pelo menos 30% da população da espécie tenham sido eliminados, devido ao declínio da área e da qualidade do hábitat. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sellocharis%20paradoxa","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2085,"FABACEAE","Senegalia kallunkiae","(J.W.Grimes & Barneby) Seigler & Ebinger","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi considerada como prioritária para a conservação na Caatinga com importância biológica alta. Além disso, é pouco representada em herbários. Foi considerada \"Quase ameaçada\" (NT) por sua distribuição (228.702 km²), que apesar de relativamente ampla, abrange a áreas degradadas podendo configurar um quadro de vulnerabilidade caso essas áreas não sejam protegidas. Portanto recomenda-se o monitoramento e estudos mais aprofundados sobre as subpopulações da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senegalia%20kallunkiae","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2086,"FABACEAE","Senegalia parviceps","(Speg.) Seigler & Ebinger","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta divergências taxonômicas, portanto é necessário o direcionamento de estudos mais aprofundados sobre a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senegalia%20parviceps","Mata Atlântica"],
    [2087,"FABACEAE","Senna angulata","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes unidades de conservação (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senna%20angulata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2088,"FABACEAE","Senna paradictyon","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes unidades de conservação (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senna%20paradictyon","Cerrado, Pantanal"],
    [2089,"FABACEAE","Stryphnodendron adstringens","(Mart.) Coville","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da indicação do uso, a espécie não apresenta valor econômico em grande escala, é de ampla distribuição e ocorre em diferentes fitofisionomias. Não está ameaçada de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stryphnodendron%20adstringens","Caatinga, Cerrado"],
    [2090,"FABACEAE","Stylosanthes nunoi","Brandão","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída, no entanto, não há informações suficientes que possibilitem a categorização do risco de extinção. Recomenda-se estudos populacionais e de ameaças sobre a espécie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylosanthes%20nunoi","Cerrado"],
    [2091,"FABACEAE","Swartzia acutifolia","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madeireiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática. Além disso está sujeita a uma série de ameaças e por isso deve ser monitorada.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20acutifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2092,"FABACEAE","Swartzia flaemingii","Raddi","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valor madeireiro (produção de energia, especialmente carvão e lenha)  e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prática.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20flaemingii","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2093,"FABACEAE","Swartzia glazioviana","(Taub.) Glaz.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Swartzia glazioviana era considerada endêmica do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro, até ser coletada no município de Valença (RJ). Apresenta EOO restrita, estimada em 8.588,30 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As áreas em que a espécie ocorre estão ameaçadas principalmente pela expansão imobiliária e há degradação intensa de seus hábitats. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20glazioviana","Mata Atlântica"],
    [2094,"FABACEAE","Swartzia linharensis","Mansano","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Swartzia linharensis é endêmica do Estado do Espírito Santo. Está sujeita a apenas duas situações de ameaça, considerando a presença e ausência em unidades de conservação (SNUC). A vegetação do Estado foi severamente desmatada, e dela restam hoje poucos fragmentos, dificultando a sobrevivência da espécie na natureza. Deve ser monitorada, e pesquisas populacionais precisam ser conduzidas para verificar a estabilidade populacional e o estado de conservação das subpopulações encontradas fora de unidades de conservação.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20linharensis","Mata Atlântica"],
    [2095,"FABACEAE","Swartzia pickelii","Killip ex Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadeireiro e do fruto, potencial recurso para desenvolvimento da economia local. Por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20pickelii","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2096,"FABACEAE","Swartzia simplex","(Sw.) Spreng.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20simplex","Mata Atlântica"],
    [2097,"FABACEAE","Tachigali beaurepairei","(Harms) L.G.Silva & H.C.Lima","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Tachigali beaurepairei é endêmica do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 3.429,09 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do hábitat decorrente do desmatamento ocorrido no passado. Atualmente, a análise das ocorrências sugere que subpopulações estáveis estejam preservadas em grandes áreas contínuas da encosta atlântica. Portanto, a espécie deve ser monitorada a fim de concluir se as subpopulações estão realmente estáveis e fora de risco de extinção.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20beaurepairei","Mata Atlântica"],
    [2098,"FABACEAE","Tachigali densiflora","(Benth.) L.G.Silva & H.C.Lima","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20densiflora","Mata Atlântica"],
    [2099,"FABACEAE","Tachigali denudata","(Vogel) Oliveira-Filho","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de comum, a espécie possui alto potencial madeireiro, sendo empregada na indústria moveleira, carpintaria e construção civil. Portanto deve ser monitorada, pois caso haja redução populacional de pelo menos 30%, proveniente do extrativismo a espécie estará \"Vulnerável\" (VU) a extinção.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20denudata","Mata Atlântica"],
    [2100,"FABACEAE","Tachigali hypoleuca","(Benth.) Zarucchi & Herend.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição. No entanto faz-se necessário uma coleta de dados maior sobre a espécie para uma avaliação de risco consistente.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20hypoleuca","Amazônia"],
    [2101,"FABACEAE","Tachigali pilgeriana","(Harms) Oliveira-Filho","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui distribuição média e mais de 10 situações de ameaça. No entanto, sua ocorrência em áreas degradadas poderá causar declínio de habitat ou populacional em futuro próximo, diminuindo o número de situações de ameaça para menos de 10, caso as ameaças não sejam controladas, transferindo a espécie para a categoria \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20pilgeriana","Mata Atlântica"],
    [2102,"FABACEAE","Tachigali rugosa","(Mart. ex Benth.) Zarucchi & Pipoly","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é de ampla distribuição e está presente em diversas unidades de conservação (SNUC). Porém, o fato da espécie ser usada pela indústria madeireira pode vir a configurar uma ameaça caso o manejo da espécie e o monitoramento não estejam sendo feito de maneira eficaz. Além disso, a espécie não foi reencontrada no local de sua coleta tipo e ocorre em Mata Atlântica, onde a perda de habitat ao longo de anos, reduziu diversas populações de plantas nativas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20rugosa","Mata Atlântica"],
    [2103,"FABACEAE","Tephrosia sessiliflora","(Poir.) Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída (EOO=1.318.403,5 km²) e ocorre em diferentes fitofisionomias e unidades de conservação (SNUC). Não está em ameaçada de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tephrosia%20sessiliflora","Amazônia, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2104,"FABACEAE","Trifolium argentinense","Speg.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para avaliação do risco de extinção da espécie.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trifolium%20argentinense","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2105,"FABACEAE","Vicia pampicola","Burkart","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Vicia pampicola é endêmica dos Campos Úmidos do Estado do Rio grande do Sul, onde foi considerada \"Extinta\". De fato é uma espécie rara, apresenta AOO inferior a 10 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, considerando as transformações históricas na sua região de ocorrência, que causaram redução do hábitat, e a consequente diminuição de suas subpopulações, além da introdução de espécies exóticas invasoras. Esforços para recoletá-la já foram feitos, sem êxito.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vicia%20pampicola","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2106,"FABACEAE","Vicia tephrosoides","Vogel","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vicia%20tephrosoides","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2107,"FABACEAE","Vigna firmula","(Mart. ex Benth.) Maréchal et al.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vigna%20firmula","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2108,"FABACEAE","Vouacapoua americana","Aubl.","EN","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Vouacpoua americana tem crescimento lento, potencial valor econômico e ocorre em subpopulações reduzidas nos Estados do Amapá, Pará, Amazonas e Maranhão. Sua madeira é muito utilizada na construção civil e naval. Apesar da legalização da extração, considerando dados de porte, estima-se a supressão de 37.826 indivíduos de grande porte ou 282.747 ind. de porte mediano, no período de 2006 a 2011. Além disso, a espécie ocorre em áreas que sofrem forte antropização, onde o declínio da qualidade do hábitat é constante. Estima-se que o tempo de geração seja de 90 anos, no mínimo. Portanto, é possível suspeitar que tenha havido uma redução populacional de pelo menos 50% nos últimos 90 anos. Recomendam-se estudos populacionais e genéticos e maior fiscalização da retirada da espécie na natureza.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vouacapoua%20americana","Amazônia"],
    [2109,"FABACEAE","Zollernia glabra","(Spreng.) Yakovlev","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20glabra","Mata Atlântica"],
    [2110,"FABACEAE","Zollernia magnifica","A.M.Carvalho & Barneby","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Zollernia magnifica é endêmica da Floresta Pluvial e de Tabuleiros do Estado da Bahia e, possivelmente, do Espirito Santo. Apresenta EOO inferior a 20.000 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Suas regiões de ocorrência sofreram intenso desmatamento decorrente da implantação de atividades agrícolas e do corte de árvores de potencial econômico, o que fragmentou e interferiu na dinâmica populacional da espécie. Faz-se necessário o investimento em coletas direcionadas a fim de certificar a existência de novas subpopulações.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20magnifica","Mata Atlântica"],
    [2111,"FABACEAE","Zollernia modesta","A.M.Carvalho & Barneby","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de distribuição média (EOO=25.301,26 km²) e com menos de 10 situações de ameaça considerando atividades agrícolas e pecuária presentes na região.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20modesta","Mata Atlântica"],
    [2112,"FABACEAE","Zornia acauensis","M.B.Ferreira & Sousa Costa","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zornia%20acauensis",""],
    [2113,"FABACEAE","Zornia mitziana","Sousa Costa","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zornia%20mitziana","Cerrado"],
    [2114,"FABACEAE","Zygia racemosa","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, no entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislação regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prática.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygia%20racemosa","Amazônia"],
    [2115,"FISSIDENTACEAE","Fissidens elegans","Brid.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fissidens%20elegans","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [2116,"FRULLANIACEAE","Frullania beyrichiana","(Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frullania%20beyrichiana","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2117,"GELSEMIACEAE","Mostuea muricata","Sobral & Lc.Rossi","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Mostuea muricata é um arbusto com ocorrência no bioma Cerrado e, possivelmente, Mata Atlântica. Tem distribuição disjunta, com quatro subpopulações conhecidas no Estado de São Paulo e, provavelmente, uma no Mato Grosso. Em ambos os Estados há intensa atividade agrícola, com culturas variadas e bem sucedidas (dependendo da região). Assim, são conhecidas cinco situações de ameaça que podem elevar a espécie para a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR), se não forem cessadas.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mostuea%20muricata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2118,"GENTIANACEAE","Curtia tenuifolia","(Aubl.) Knobl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída no Brasil em diferentes fitofisionomias. Também ocorre em outros países e não apresenta uso. Portanto a espécie não está ameaçada de extinção.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Curtia%20tenuifolia","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2119,"GENTIANACEAE","Prepusa hookeriana","Gardner","EN","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Prepusa hookeriana é endêmica do Estado do Rio de Janeiro e ocorre exclusivamente em Campos de Altitude. Foram identificadas cinco situações de ameaça para a espécie, que ocupa uma área (AOO) estimada em 44 km². Os Campos de Altitude da Mata Atlântica sofrem os efeitos de atividades antrópicas, que facilitam a entrada de espécies invasoras. Além disso, o fogo é uma ameaça constante que, somada a outras ameaças, causa o declínio em EOO, AOO e da qualidade do hábitat da espécie. Portanto, P. hookeriana foi considerada \"Em perigo\" (EN), e o monitoramento de suas subpopulações faz-se necessário.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prepusa%20hookeriana","Mata Atlântica"],
    [2120,"GENTIANACEAE","Prepusa viridiflora","Brade","EN","B1ab(iii)","Gustavo Martinelli","Miguel d'Avila de Moraes","Prepusa viridiflora apresenta EOO estimada em 853,75 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar de estar presente em duas unidades de conservação estaduais, estas não dispõem de estrutura que garanta a conservação efetiva da espécie. Incêndios ocasionais e a destruição do entorno dos afloramentos ou Inselbergs onde ocorre resultam em um declínio contínuo da qualidade do hábitat. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prepusa%20viridiflora","Mata Atlântica"],
    [2121,"GENTIANACEAE","Schultesia aptera","Cham.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é considerada comum e tem ampla distribuição. No entanto é necessario o monitoramento da espécie uma vez que, apesar de frequentemente encontradas nos locais de ocorrência, as subpopulações são pequenas e há incidência de ameças sobre a espécie.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schultesia%20aptera","Cerrado"],
    [2122,"GENTIANACEAE","Schultesia guianensis","(Aubl.) Malme","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e ocorre em diferentes fitofisionomias. Também foi apontada como espécie invasora no Estado de Pernambuco (Andrade-Lima, 1967) e considerada muito venenosa (Schwacke, 1878, etiq. herb R). É citada por populares como tóxica para o gado. A espécie não está sob risco de extinção.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schultesia%20guianensis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [2123,"GENTIANACEAE","Senaea coerulea","Taub.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii),C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Senaea coerulea é endêmica do Estado de Minas Gerais, e tem três subpopulações esparsas, distribuídas em um pequeno trecho da Cadeia do Espinhaço. Ocorre, principalmente, em Campos Rupestres de Cerrado, e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando o fogo e a pressão antrópica como principais ameaças à espécie. Suspeita-se que, em virtude das ameaças, a EOO e AOO da espécie estejam em declínio constante, assim como a qualidade do seu hábitat. Além disso, estima-se que a população total da espécie não some mais que 2.500 indivíduos.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senaea%20coerulea","Cerrado"],
    [2124,"GENTIANACEAE","Senaea janeirensis","Brade","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Senaea janeirensis é considerada rara, endêmica das áreas montanhosas dos Estados do Rio de Janeiro e, possivelmente, Espírito Santo. Apresenta EOO e AOO restritos (EOO=403,83 km², AOO=8 km²), e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Os Campos de Altitude da Mata Atlântica, local onde ocorre S. janeirensis, sofrem com as atividades antrópicas realizadas em seu entorno e interior. Além disso, a presença do fogo nas regiões de coleta da espécie é constante. Portanto, há declínio na sua EOO, AOO e na qualidade do hábitat. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento das subpopulações coletadas.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senaea%20janeirensis","Mata Atlântica"],
    [2125,"GENTIANACEAE","Tetrapollinia caerulescens","(Aubl.) Maguire & B.M.Boom","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre amplamente distribuída nos Neotrópicos e no Brasil, é encontrada na Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Não está ameaçada de extinção.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapollinia%20caerulescens","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2126,"GENTIANACEAE","Voyria aphylla","(Jacq.) Pers.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída no Brasil e e não é endêmica. No entanto, não há informações populacionais sobre a espécie e por isso, recomenda-se pesquisas voltadas a coleta de dados sobre a espécie.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Voyria%20aphylla","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2127,"GENTIANACEAE","Zygostigma australe","(Cham. & Schltdl.) Griseb.","EN","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, Zygostigma australe ocorre nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Apesar da ampla distribuição, a espécie cresce em hábitats fragmentados, sendo restrita aos Campos de Altitude, às formações campestres e aos campos secos e úmidos. Sua AOO é estimada em 76 km². A ocorrência da espécie se dá dentro do bioma Mata Atlântica, que sofre constante pressão antrópica. Portanto, estima-se que a espécie tenha sofrido um declínio constante da área e qualidade do hábitat. Além disso, Z. australe tem ciclo de vida curto e tempo de geração estimado em dois anos, que, associados à raridade apontada por especialistas e à degradação do hábitat, configuram um cenário de ameaça a sua sobrevivência. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento das populações existentes.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostigma%20australe","Mata Atlântica"],
    [2128,"GEOCALYCACEAE","Leptoscyphus gibbosus","(Taylor) Mitt.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptoscyphus%20gibbosus","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2129,"GESNERIACEAE","Anetanthus gracilis","Hiern","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora aespécie pareça ser de distribuição restrita, sendo conhecida apenas para três localidades e dentro destas em habitats bem específicos, os dados disponíveisnão permitem qualificá-la em nenhuma das categorias de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anetanthus%20gracilis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2130,"GESNERIACEAE","Besleria meridionalis","C.V.Morton","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie endêmica, coletada uma vez no século XIX e outra mais recentemente. Possivelmente em risco de extinção, porém os dados disponíveis não permitem uma avaliação.","2011-07-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Besleria%20meridionalis","Mata Atlântica"],
    [2131,"GESNERIACEAE","Besleria umbrosa","Mart.","VU","B1ab(i,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Besleria umbrosa tem EOO estimada em 18.571,43 km², e está sujeita a menos de dez situações de ameaça. Ocorre nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Minas Gerais. Por sua área de ocorrência estar próxima a centros urbanos, suspeita-se que a espécie esteja suscetível às consequências da perda da área e da qualidade do hábitat.","2011-07-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Besleria%20umbrosa","Mata Atlântica"],
    [2132,"GESNERIACEAE","Codonanthe carnosa","(Gardner) Hanst.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Codonanthe carnosa tem EOO menor que 20.000 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, considerando sua presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Suscetível às consequências da intensa atividade antrópica em sua área de ocorrência, encontra-se sob a influência do declínio da área e da qualidade do hábitat. Foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20carnosa","Mata Atlântica"],
    [2133,"GESNERIACEAE","Codonanthe devosiana","Lem.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie é de ampla distribuição e está protegida em diferentes unidades de conservação (SNUC) em todas as unidades da federação onde é encontrada. Fora das unidades de conservação os locais estão sujeitos a perda na qualidade e quantidade de habitat pela constante destruição e alterações pelo homem. Assim é plausível inferir, considerando o número atual de unidades de conservação onde a espécie é encontrada, que a mesma está conseguindo manter subpopulações estáveis.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20devosiana","Mata Atlântica"],
    [2134,"GESNERIACEAE","Codonanthe gracilis","(Mart.) Hanst.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie é de ampla distribuição na Floresta Atlântica e formações de Restinga, estando presente em diversas unidades de conservação (SNUC) nestas duas formações em diferentes unidades federativas (Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina). Estas características indicam uma tendência a estabilidade das subpopulações da espécie. No entanto para o Estado da Bahia onde sua ocorrência é menos conhecida não existem registros para unidades de conservação indicando a necessidade de ações para garantir a manutenção das subpopulações da espécie no Estado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20gracilis","Mata Atlântica"],
    [2135,"GESNERIACEAE","Codonanthe uleana","Fritsch","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, porém protegida em unidades de conservação (SNUC) somente nos Estados do Acre, Pará (uma unidade em cada um) e na Bahia (duas unidades). Assim a espécie necessita com urgência de ações de conservação nos demais Estados onde é encontrada, como forma de manutenção de suas subpopulações. Os dados disponíveis não permitem sugerir sobre uma possível estabilidade da população.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20uleana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2136,"GESNERIACEAE","Codonanthe venosa","Chautems","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Codonanthe venosa tem distribuição bastante restrita (EOO=33,678 km², AOO=12 km²). Pelo fato de os locais de coleta serem bastante próximos, considera-se que a espécie esteja sujeita a somente uma situação de ameaça. No entanto, os comentários do especialista indicam a existência de outros registros no Estado do Rio de Janeiro, o que permite suspeitar que a AOO da espécie não ultrapasse 20 km². Por ter distribuição restrita e estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, C. venosa pode ser considerada \"Vulnerável\" (VU). Sugerem-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, que poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20venosa","Mata Atlântica"],
    [2137,"GESNERIACEAE","Columnea sanguinea","(Pers.) Hanst.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, porém efetivamente protegida, isto é, dentro de unidades de conservação (SNUC) nos Estados do Acre e Espírito Santo. Em Pernambuco e na Bahia em unidades particulares, estas características apontam a necessidade de medidas para proteção da espécie embora até o momento não classificada como ameaçada. Existe uma discordância entre o mapa de EOO e a distribuição da espécie, o que aumentará a EOO.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Columnea%20sanguinea","Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado"],
    [2138,"GESNERIACEAE","Drymonia serrulata","(Poepp.) Wiehler","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla de distribuição ocorrendo em diferentes fitofisionomias, porém a manutenção de suas subpopulações está efetivamente assegurada somente para três localidades, representadas por unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drymonia%20serrulata","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2139,"GESNERIACEAE","Goyazia petraea","(S.M.Phillips) Wiehler","EN","B2ab(i,iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Goyazia petraea apresenta AOO de 24 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença ou ausência em unidades de conservação (SNUC). Porém, o fato da espécie ocorrer em duas unidades de conservação não garante a manutenção de sua população, considerando a baixa densidade nessas localidades. Assim, pode-se inferir que eventos estocásticos representem alta probabilidade de riscos com consequências severas para as subpopulações da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Goyazia%20petraea","Cerrado"],
    [2140,"GESNERIACEAE","Mandirola ichthyostoma","(Gardner) Seem. ex Hanst.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espécie tenha uma ampla EOO, estimada em 977.496,1 km² os dados disponíveis não permitem uma avaliação adequada do risco ou não de extinção da espécie. Algumas regiões onde a espécie ocorre representam expansão da fronteira agrícola. Assim é necessário maiores informações especialmente em distribuição e abundância.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandirola%20ichthyostoma","Amazônia, Cerrado"],
    [2141,"GESNERIACEAE","Napeanthus primulifolius","(Raddi) Sandwith","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e presente em diversas unidades de conservação (SNUC) em sua EOO, a exceção do Estado de Santa Catarina. Considerando o número de unidades de conservação em que a espécie é observada, é plausível sugerir que o tamanho da população está estável.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Napeanthus%20primulifolius","Mata Atlântica"],
    [2142,"GESNERIACEAE","Nematanthus crassifolius","(Schott) Wiehler","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espécie seja de distribuição restrita, ocorrendo apenas na região Sudeste, a mesma se encontra resguardada em diversas unidades de conservação (SNUC). Estas informações não qualificam a espécie para nenhuma das categorias e nos permite inferir que para aquelas subpopulações localizadas em unidades de conservação a estabilidade destas está sendo mantida.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20crassifolius","Mata Atlântica"],
    [2143,"GESNERIACEAE","Nematanthus fornix","(Vell.) Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Espécie de distribuição restrita porém a maioria das coletas, até o momento, foram obtidas em unidades de conservação (SNUC). Esta informação, a despeito das transformações e impactos impostos ao ecossistema onde a espécie ocorre, não qualificam a espécie nas categorias de ameaça. Porém esforços devem ser direcionados para aumentar a cobertura, em termos de unidades de conservação para o Estado do Espírito Santo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20fornix","Mata Atlântica"],
    [2144,"GESNERIACEAE","Nematanthus hirtellus","(Schott) Wiehler","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, com EOO de 44.886,5 km² e ocorrência apenas para os Estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro a espécie e suas subpopulações estão sendo, em sua maioria, resguardadas em unidades de conservação (SNUC), porém no Espírito Santo ações devem ser promovidas para assegurar a perpetuação da espécie. Neste Estado existem informações da presença da espécie em cinco localidades e destas somente uma é unidade de conservação (SNUC), fora da unidade de conservação a espécie está sujeita aos impactos decorrentes da presença humana (pecuária, agricultura, desmatamento). Portanto os dados disponíveis sugerem condições desfavoráveis a sua permanência com possibilidades ameaça no futuro pelo declínio em sua EOO, no número de situações de ameaças e na qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20hirtellus","Mata Atlântica"],
    [2145,"GESNERIACEAE","Nematanthus lanceolatus","(Poir.) Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição média com EOO de 178.407,2 km². A espécie habita diferentes fitofisionomias em sua área de ocorrência e é encontrada em unidades de conservação (SNUC). Porém para o Estado de Minas Gerais, onde sua distribuição parece ser mais ampla, existem lacunas de proteção para a espécie com informações de ameaças. Enquanto para os outros Estados podemos inferir uma estabilidade para as subpopulações da espécie o mesmo não pode ser dito para o Estado de Minas Gerais.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20lanceolatus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2146,"GESNERIACEAE","Nematanthus monanthos","(Vell.) Chautems","EN","B1ab(i,iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição muito restrita (EOO=1.166,30 km²), e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em duas unidades de conservação (SNUC), e é cultivada dentro e fora do país por seu uso ornamental, o que, contudo, não diminui os riscos às subpopulações naturais da espécie. As transformações impostas pela presença humana (desmatamento e expansão urbana) nas suas áreas de ocorrência, representam riscos a sua permanência e declínio em sua EOO, AOO e na qualidade do hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20monanthos","Mata Atlântica"],
    [2147,"GESNERIACEAE","Nematanthus sericeus","(Hanst.) Chautems","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição ampla com EOO estimada em 107.648,6 km², e ocorrendo em 12 localidades. Destas, seis constituem unidades deconservação (SNUC). Sujeita a mais de 10 situações de ameaça. Nas localidades deocorrência da espécie, fora de unidades de conservação, a ocupaçãohumana e o desmatamento para uso agrícola constituem potenciais ameaças à qualidade e diminuição do habitat da espécie. Caso as ameaças incidentes nãosejam controladas ou revertidas, a espécie poderá tornar-se ameaçada em umfuturo próximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20sericeus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2148,"GESNERIACEAE","Nematanthus strigillosus","(Mart.) H.E.Moore","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição média com EOO de 87.873,97 km², conhecida até o momento em 14 localidades, sendo 13 no Estado de Minas Gerais e uma em São Paulo. Existe registro de ocorrência em outra localidade em São Paulo, porém nunca mais reencontrada. Em Minas Gerais ocorre principalmente em regiões de Campo Rupestre onde a atividade da mineração é uma ameaça. Presente em duas unidades de conservação (SNUC) situadas uma em cada um dos Estado de ocorrência da espécie. Estas características não permitem categorizar a espécie em qualquer uma das categorias de ameaça, porém a colocam com alta propensão de transferência para uma categoria de ameaça em um futuro próximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20strigillosus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2149,"GESNERIACEAE","Nematanthus tessmannii","(Hoehne) Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição média com EOO de 153.071,3 km². A espécie é bem distribuída nos Estados de Santa Catarina e Paraná e em menor extensão no Estado de São Paulo. Nestes Estados a espécie está presente em unidades de conservação (SNUC). Para o Estado do Rio de Janeiro existe apenas a citação de uma localidade. Para o Rio Grande do Sul falta colocar o dado mencionado pelo especialista. Portanto os dados sugerem ações pontuais no Estado do Rio de Janeiro, inicialmente sobre EOO e nos permitem inferir uma possível estabilidade da população da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20tessmannii","Mata Atlântica"],
    [2150,"GESNERIACEAE","Paliavana tenuiflora","Mansf.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição média com EOO de 397.865,3 km². De acordo com o especialista a espécie é mais frequente nos Campos Rupestres da Bahia, Paraíba e Pernambuco e bem menos frequente em Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie está presente em algumas unidades de conservação (SNUC) nestes Estados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paliavana%20tenuiflora","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2151,"GESNERIACEAE","Paliavana werdermannii","Mansf.","VU","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Paliavana werdermannii tem distribuição restrita à região norte da Cadeia do Espinhaço, nos Estados da Bahia e Minas Gerais, sendo encontrada nos Campos Rupestres. Apresenta EOO de 16.612,63 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Atividades de turismo ecológico e constantes incêndios comprometem a área e a qualidade dos hábitats de ocorrência da espécie. Assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paliavana%20werdermannii","Cerrado, Caatinga"],
    [2152,"GESNERIACEAE","Seemannia sylvatica","(Kunth) Hanst.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição (EOO=622.071,72 km²), porém comAOO estimada em apenas 40 km², o que justifica sua restrição deocorrência a áreas próximas a beira de rios, riachos ou cachoeiras. Suassubpopulações estão sujeitas a eventos estocásticos, como por exemplo aocorrência de cabeças d?água que alteram a vegetação associada às margens derios. O monitoramento da ocorrência desse evento é necessário a fim de evitarque a espécie configure em categoria de ameaça em um futuro próximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seemannia%20sylvatica","Cerrado"],
    [2153,"GESNERIACEAE","Sinningia aghensis","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia aghensis ocorre em afloramentos rochosos no sudeste do Estado do Espírito Santo. Apresenta EOO de 5.877,90 km² e está sujeita a três situações de ameaça. A região, originalmente de Mata Atlântica, vêm sofrendo severa degradação devido à implementação de pastagens e ao plantio de café e Eucaliptus, que resultam no declínio contínuo da área e qualidade do hábitat de ocorrência da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20aghensis","Mata Atlântica"],
    [2154,"GESNERIACEAE","Sinningia araneosa","Chautems","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia araneosa é restrita ao nordeste do Estado de São Paulo. A única localidade citada é o Morro do Forno, município de Altinópolis, onde ocorre em afloramentos rochosos e é considerada abundante. Pela limitada AOO (8 km²), e por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU). Recomendam-se mais estudos sobre sua distribuição e população.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20araneosa","Cerrado"],
    [2155,"GESNERIACEAE","Sinningia barbata","(Nees & Mart.) G.Nicholson","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição média com EOO de 365.859,8 km². A espécie não reúne requisitos que a qualifiquem para qualquer dos critérios de ameaça ou mesmo \"Quase ameaçada\" (NT). Ocorre em maior frequência no Estado da Bahia onde pode ser encontrada dentro de unidades de conservação (SNUC). Nos demais Estados onde a espécie ocorre, Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, sua frequência é baixa com indicação de no máximo quatro localidades para o Espírito Santo. Para estes Estados não existe indicação de ocorrência em área de preservação. Embora existam indicativos de possíveis problemas para algumas subpopulações naturais a distribuição de ocorrência da espécie assegura sua categorização como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20barbata","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2156,"GESNERIACEAE","Sinningia brasiliensis","(Regel & Schmidt) Wiehler & Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie com EOO de 478.868,3 km². Nos Estados da Bahia e do Espirito Santo a espécie é observada em unidades de conservação (SNUC), o mesmo não é verdadeiro para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. A situação das subpopulações naturais de S. brasiliensis parece bastante critica no Estado do Rio de Janeiro onde é conhecida apenas para uma localidade dentro de uma fazenda. A espécie é cultivada. Embora dentro de sua EOO, a espécie apresente situações de risco, a totalidade das informações não qualificam a espécie para nenhum critério de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20brasiliensis","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2157,"GESNERIACEAE","Sinningia canescens","(Mart.) Wiehler","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é bastante freqüenteno litoral do Paraná, segundo o especialista. Nos registros de Herbárioverificamos sua ocorrência em cerca de 11 diferentes localidades no Paraná e em São Paulo. Embora a espécieseja encontrada em duas  unidades de conservação (SNUC) no Estado do Paraná, assim como, emcultivo ex situ, devido ao valor baixo do EOO (252.690,4 km²), próximo ao limiar devulnerabilidade, sugerimos mais estudos sobre o táxon e possível mudança de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20canescens","Mata Atlântica"],
    [2158,"GESNERIACEAE","Sinningia carangolensis","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia carangolensis apresenta uma EOO de 1.671,88 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. É restrita à região de Carangola, nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Há um registro fotográfico da espécie no Vale do Rio Carangola, no Estado do Rio de Janeiro. Sugerem-se investimentos em pesquisa e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, para uma reavaliação futura.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20carangolensis","Mata Atlântica"],
    [2159,"GESNERIACEAE","Sinningia cardinalis","(Lehm.) H.E.Moore","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia cardinalis é conhecida por apenas cinco coletas, duas há mais de 50 anos e três nos últimos quatro anos, todas na parte alta da floresta do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, o que justifica seu critério de avaliação. Sofre com a intensa coleta devido seu valor ornamental, e é extremamente susceptível a eventos estocásticos. Assim, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cardinalis","Mata Atlântica"],
    [2160,"GESNERIACEAE","Sinningia cochlearis","(Hook.) Chautems","CR","B1ab(iii,iv)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Sinningia cochlearis é endêmica da Mata Atlântica, sendo encontrada em locais sombreados, entre rochas, nos Campos de Altitude da Serra dos Órgãos, a aproximadamente 2.000 m de altitude. Apresenta EOO de 0,39 km² e AOO de 12 km ², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A espécie tem características reprodutivas que a diferem das demais, incluindo um pico de floração muito curto, o que dificulta a compreensão da sua biologia reprodutiva para o estabelecimento de coleções ex situ. Com uma ocorrência em situação de ameaça (majoritariamente o fogo intensivo nos períodos de seca dos campos altimontanos), embora dentro de unidade de conservação (SNUC), sua distribuição restrita e especificidade do hábitat a colocam em situação de risco de extinção, na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cochlearis","Mata Atlântica"],
    [2161,"GESNERIACEAE","Sinningia conspicua","(Seem.) G.Nicholson","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A avaliação não pode serconduzida por falta de dados. Segundo o especialista, a espécie é rara, comdistribuição disjunta nas regiões Sudeste e Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20conspicua","Mata Atlântica"],
    [2162,"GESNERIACEAE","Sinningia cooperi","(Paxton) Wiehler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nas regiõesSudeste e Sul, com EOO de 173.909 km², na Mata Atlântica, e é encontrada em diversas unidadesde conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cooperi","Mata Atlântica"],
    [2163,"GESNERIACEAE","Sinningia curtiflora","(Malme) Chautems","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie tem uma EOO de 68.594,1 km², e pelos dados de Herbário é encontrada em menos de 10 situações de ameaça. Por este motivo consideramos que esteja próximaao limite de vulnerabilidade. Recomendamos estudos sobre a distribuição epopulação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20curtiflora","Mata Atlântica"],
    [2164,"GESNERIACEAE","Sinningia defoliata","(Malme) Chautems","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Sinningia defoliata apresenta morfologia muito peculiar, bastante distinta de seu grupo filogenético. É rara, com ocorrências disjuntas em duas regiões, Centro-oeste e Sudeste. Está sujeita a três situações de ameaça, em hábitat de Cerrado e Mata Atlântica. É conhecida por poucas e antigas coletas. Assume-se que esteja \"Vulnerável\" (VU) e sugere-se que seja mais estudada para uma possível revisão da categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20defoliata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2165,"GESNERIACEAE","Sinningia douglasii","(Lindl.) Chautems","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição,ocorrendo nas regiões Sudeste e Sul e na Argentina. Segundo o especialista, é freqüentena Mata Atlântica, sendo a espécie do gênero mais comum no Sudeste do Brasil, inclusive em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20douglasii","Mata Atlântica"],
    [2166,"GESNERIACEAE","Sinningia elatior","(Kunth) Chautems","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 3.965.055,3 km², não se encontra ameaçada de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20elatior","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2167,"GESNERIACEAE","Sinningia glazioviana","(Fritsch) Chautems","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia glazioviana é endêmica da Serra da Bocaina. Apresenta EOO de 1.206,95 km², e é restrita à região mais alta da Serra, configurando uma única situação de ameaça. A ecologia da espécie é peculiar, com os tubérculos crescendo sobre as pedras dentro dos rios. Devido à restrição e peculiaridade do hábitat e aos riscos de coleta, pastagem e fogo, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20glazioviana","Mata Atlântica"],
    [2168,"GESNERIACEAE","Sinningia guttata","Lindl.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia guttata ocorre no Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 498,31 km². Os quatro registros de coleta existentes, mesmo em unidades de conservação (SNUC), são muito próximos a bairros populosos como Andaraí e Grajaú. A pressão de coleta é antiga, já que a espécie é conhecida e muito apreciada na Europa desde o século XIX, além de bastante divulgada entre colecionadores. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20guttata","Mata Atlântica"],
    [2169,"GESNERIACEAE","Sinningia harleyi","Wiehler & Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia harleyi é endêmica da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, restrita à região de Rio de Contas, Pico das Almas. Apresenta EOO de 1.021,61 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença ou não em unidades de conservação (SNUC). Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20harleyi","Cerrado, Caatinga"],
    [2170,"GESNERIACEAE","Sinningia hatschbachii","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia hatschbachii apresenta AOO de 28 km², e está sujeita a três situações de ameaça. Ocorre na Serra do Mar, no Estado do Paraná, e na divisa com São Paulo e Santa Catarina. O hábitat de Floresta Ombrófila Densa de terras baixas de Mata Atlântica, especialmente na Serra do Mar, tem sofrido intensa degradação, o que afeta diretamente a dinâmica de suas subpopulações. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [2171,"GESNERIACEAE","Sinningia hirsuta","(Lindl.) G.Nicholson","EN","B2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado do Rio de Janeiro, com AOO de 16 km², em quatro municípios. Segundo informações, são subpopulações pequenas e isoladas, em hábitat sob pressão antrópica, as quatro subpopulações estão sujeitas a pelo menos uma situação de ameaça. As referências de coleta são muito antigas, 1865, 1945, 1952 e apenas uma em 2000, sugerindo uma raridade natural desta planta, o que a torna ainda mais vulnerável. Identifica-se a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a biologia e ecologia da espécie, para uma categorização mais condizente com seu estado de conservação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20hirsuta","Mata Atlântica"],
    [2172,"GESNERIACEAE","Sinningia iarae","Chautems","EN","B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie ocorre no litoral do Estado de São Paulo, com EOO de 537,10 km² e estando sujeita a três situações de ameaça. Pela restrita extensão de ocorrência e pela perda de Mata Atlântica de encosta litorânea, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20iarae","Mata Atlântica"],
    [2173,"GESNERIACEAE","Sinningia insularis","(Hoehne) Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no litoral do Estado de São Paulo, com EOO de 554,04 km². Está sujeita a duas situações de ameaça. Pela restrita extensão de ocorrência e pela perda de Mata Atlântica de encosta litorânea, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20insularis","Mata Atlântica"],
    [2174,"GESNERIACEAE","Sinningia kautskyi","Chautems","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a descrição do especialista, S. kautskyi é conhecida apenas por duas coletas e está sujeita a uma situação de ameaça. Além disso, a espécie também apresenta restrita AOO (8 km²). Foi considerada \"Vulnerável\" (VU) podendo estar enquadrada em uma categoria mais restritiva em um futuro próximo se ações para sua conservação não forem tomadas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [2175,"GESNERIACEAE","Sinningia lindleyi","Schauer","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre apenas no Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 2.741,40 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça. Embora as ocorrências sejam em unidades de conservação (SNUC), a ameaça de coleta predatória em conjunto com a degradação do hábitat da espécie leva a considerá-la \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20lindleyi","Mata Atlântica"],
    [2176,"GESNERIACEAE","Sinningia lineata","(Hjelmq.) Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é restrita à bacia hidrográfica do Rio Pelotas, entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com EOO de 1.813, 70 km², e estando sujeita a três situações de ameaça, é encontrada em paredões de pedra úmidos, em área sob influência de hidrelétrica. Embora em cultivo no banco de germoplasma da Embrapa, foi considerada \"Em perigo\" (EN), por apresentar restrita EOO e pela ameaça causada pelas hidrelétricas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20lineata","Mata Atlântica"],
    [2177,"GESNERIACEAE","Sinningia macropoda","(Sprague) H.E.Moore","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Com EOO de 684.733,1 km², ocorre nasregiões Sudeste e Sul, em Cerrado e Mata Atlântica, e também no Paraguai. Espéciebastante freqüente, segundo o especialista.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20macropoda","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2178,"GESNERIACEAE","Sinningia magnifica","(Otto & A.Dietr.) Wiehler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie tem distribuição nosEstados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, nos habitats de Cerrado e Mata Atlântica, acima de1.000 m, numa EOO de 179.905 km². Também é encontrada em cerca de 10 unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20magnifica","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2179,"GESNERIACEAE","Sinningia micans","(Fritsch) Chautems","EN","B2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie é rara, com ocorrências no Estado de São Paulo e, possivelmente, na região de Itatiaia no Estado do Rio de Janeiro. Há coletas da década de 40, mas só recentemente foi recoletada no município de Peruíbe, São Paulo. Pelos registros de herbário, a espécie está sujeita a três situações de ameaça, com AOO de 16 km². A pressão antrópica causada principalmente pela urbanização e perda de Mata Atlântica é a principal ameaça a sua sobrevivência na natureza. Foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomendamos estudos mais detalhados sobre a biologia e ecologia da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20micans","Mata Atlântica"],
    [2180,"GESNERIACEAE","Sinningia piresiana","(Hoehne) Chautems","EN","B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Segundo informações, a espécie só ocorre em uma determinada região do Estado de São Paulo, com EOO de 1.584,70 km², estando sujeita a duas situações de ameaça de acordo com registros de herbário. Apesar de cultivada ex situ e estar presente no Parque Estadual Furnas de Bom Jesus, as subpopulações da espécie estão sujeitas a forte pressão antrópica causada pela urbanização e pelo crescimento das cidades. Desta forma, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomendamos estudos sobre distribuição e posterior revisão da categoria indicada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20piresiana","Mata Atlântica"],
    [2181,"GESNERIACEAE","Sinningia rupicola","(Mart.) Wiehler","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é restrita à região do quadrilátero ferrífero, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.423,75 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça. Ocorre na Mata Atlântica e nos Campos Rupestres, sobre Canga onde, segundo informações, é relativamente frequente, porém com baixa capacidade de germinação. A intensa atividade mineradora em sua área de ocorrência e a expansão urbana são grandes ameaças à sobrevivência da espécie na natureza. Dessa forma, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20rupicola","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2182,"GESNERIACEAE","Sinningia sceptrum","(Mart.) Wiehler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados daBahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com uma EOO de 324.969,3 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20sceptrum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2183,"GESNERIACEAE","Sinningia speciosa","(Lodd.) Hiern","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados deEspírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo com EOO de 103.916,2 km². Embora os registros de coleta indiquem cerca de 15 locais de ocorrência, alguns destes locais, são áreas bastanteimpactadas, como a Região dos Lagos e o costão da Av. Niemeyer no Rio de Janeiro. Além da ameaçade destruição do habitat, a espécie é muito apreciada e difundida entre oscultivadores, há muito tempo. Por estar próxima ao limiar de vulnerabilidade,recomendamos estudos populacionais e sobre a atual distribuição da espécie,para uma revisão da categoria indicada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20speciosa","Mata Atlântica"],
    [2184,"GESNERIACEAE","Sinningia striata","(Fritsch) Chautems","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informações, a espécie é endêmica e restrita às serras ao redor do município de Poços de Caldas, Minas Gerais. Pela ocorrência restrita (AOO=8 km²), e por estar sujeita a menos de cinco situações de ameça, foi enquadrada na categoria \"Vulnerável\" (VU). Sugere-se mais estudos sobre distribuição e dinâmica populacional.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20striata","Mata Atlântica"],
    [2185,"GESNERIACEAE","Sinningia tuberosa","(Mart.) H.E.Moore","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com EOO de 8.836,08 km², estando sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Segundo informações, é frequente nas áreas de ocorrência, que são as Serras do Espinhaço e Ibitipoca. No Rio de Janeiro, a única coleta registrada foi realizada na serra do município de Petrópolis, em 1952. Pela dimensão da EOO e o baixo número de localidades, mesmo estando presente em unidades de conservação (SNUC), a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20tuberosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2186,"GESNERIACEAE","Sinningia valsuganensis","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Estado do Espírito Santo, com EOO de 3.322,10 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Espécie de difícil cultivo, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20valsuganensis","Mata Atlântica"],
    [2187,"GESNERIACEAE","Sinningia villosa","Lindl.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informações, a espécie tem distribuição disjunta, no sul do Estado da Bahia e sudeste dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, em hábitats em franca deterioração. Com AOO de 60 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, S. villosa foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20villosa","Mata Atlântica"],
    [2188,"GESNERIACEAE","Sinningia warmingii","(Hiern) Chautems","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 1.116.405,8 km².","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20warmingii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2189,"GESNERIACEAE","Sphaerorrhiza burchellii","(S.M.Phillips) Roalson & Boggan","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é conhecida por três subpopulações isoladas no Estado de Tocantins, com EOO menor que 5.000 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de Cerrado enfrenta o impacto do ecoturismo, fogo e pastagem. Além disso, a porção oeste do Estado de Tocantins é altamente afetada pela monocultura de soja. Sugerimos mais estudos sobre a espécie e a revisão da categorização.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphaerorrhiza%20burchellii","Cerrado"],
    [2190,"GESNERIACEAE","Sphaerorrhiza sarmentiana","(Gardner ex Hook.) Roalson & Boggan","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuiçãonas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste e Sudeste, com EOO de 1.447.860,5 km².","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphaerorrhiza%20sarmentiana","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [2191,"GESNERIACEAE","Vanhouttea bradeana","Hoehne","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espéciefoi coletada em dois locais no Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 156,2 km². Os locais emsituação de ameaça, Santa Maria Madalena e Frade de Macaé, são bastantealterados pelas atividades de agricultura e pecuária, e pelo fogo, queacompanha essas duas atividades. O especialista na família, em comunicação pessoal, questiona avalidade da categorização por se tratar provavelmente de um híbrido natural de Vanhouttea calcarata x Vanhouttea gardneri. Sugerimos mais estudos sobre aespécie para se estabelecer sua real identidade e assim poder estabelecer uma categoria de ameaça adequada a este enigmático táxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20bradeana","Mata Atlântica"],
    [2192,"GESNERIACEAE","Vanhouttea calcarata","Lem.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Com EOO de73663,6 km², a espécie é freqüente nos Campos de Altitude dos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais eRio de Janeiro.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20calcarata","Mata Atlântica"],
    [2193,"GESNERIACEAE","Vanhouttea fruticulosa","(Glaz. ex Hoehne) Chautems","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécieocorre apenas na Serra de Macaé de Cima, Município de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Pelosregistros de Herbário, das 10 coletas, nove são do mesmo local, sobre as pedrasdo leito, na cabeceira do Rio das Flores, uma área bastante restrita. A outracoleta, na margem do Rio Macaé, fica na mesma região de Macaé de Cima.Sugerimos a revisão da EOO de 298,3 km², pois talvez a referência geográficatenha sido tirada do Município de Macaé e não o de Nova Friburgo. Embora sejadito que o local é uma Reserva Biológica, tal unidade de conservação (SNUC) não é regulamentada e a regiãonão tem a proteção legal atribuída, e persistem as ameaças de especulaçãoimobiliária, ecoturismo, coleta, agricultura de subsistência e pastagem. Os dados disponíveis para a espécie não possibilitam uma avaliação consistente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20fruticulosa","Mata Atlântica"],
    [2194,"GESNERIACEAE","Vanhouttea lanata","Fritsch","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie é restrita a três municípios no Estado do Rio de Janeiro, tem EOO de 315,18 km² e AOO de 20 km². As subpopulações são pequenas e isoladas, e estão sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, nas quais hábitat sofre forte pressão antrópica. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20lanata","Mata Atlântica"],
    [2195,"GESNERIACEAE","Vanhouttea leonii","Chautems","EN","B1 ab (iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com EOO de 503,18 km² e sujeita a duas situações de ameaça. É encontrada em pequenas subpopulações no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro e no Parque Nacional do Caparaó, em Campos de Altitude, entre 1.500 e 2.200 m. Embora presente em unidades de conservação (SNUC), pela escassa área de ocorrência, pelo isolamento e pela fragilidade do hábitat, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Sugerem-se estudos mais detalhados sobre as subpopulações e uma possível mudança de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20leonii","Mata Atlântica"],
    [2196,"GESNERIACEAE","Vanhouttea pendula","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, está sujeita a duas situações de ameaça e tem EOO de 1.404,81 km². É encontrada no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro e no Parque Nacional do Caparaó, em altitudes entre 1.000 e 1.800 m. Embora presente em unidades de conservação (SNUC), pela escassa ocorrência, pelo isolamento, e pela fragilidade do hábitat, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Sugerimos estudos mais detalhados sobre as subpopulações e uma possível mudança de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20pendula","Mata Atlântica"],
    [2197,"GOODENIACEAE","Scaevola plumieri","(L.) Vahl","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuída e ocorre em unidade de conservação (SNUC).","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scaevola%20plumieri","Mata Atlântica"],
    [2198,"GRISELINIACEAE","Griselinia ruscifolia","(Clos) Taub.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Griselinia ruscifolia não é  endêmica do Brasil. A espécie ocorre aqui amplamente distribuída na Mata Atlântica, desde o Estado do Espirito Santo até o Rio Grande do Sul. É uma espécie parasita, registrada em Florestas Ombrófilas Densas e Mistas em diferentes estágios sucessionais. Mesmo ocorrendo em unidades de conservação (SNUC) ao longo de quase toda sua distribuição e sendo frequentemente coletada em campanhas empreendidas a áreas protegidas, G. ruscifolia é restrita a formações florestais do domínio fitogeográfico Mata Atlântica, que conforme estimativas recentes, resguarda menos de 7% de sua cobertura florestal original. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT) em relação ao seu risco de extinção, já que seu habitat está sofrendo historicamente uma severa redução.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griselinia%20ruscifolia","Mata Atlântica"],
    [2199,"GUNNERACEAE","Gunnera herteri","Osten","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre em Restingas dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tem EOO de 3.833,04 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua região de ocorrência tem sido transformada em áreas de pastejo, campos para agricultura e atividades de silvicultura. A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gunnera%20herteri","Mata Atlântica"],
    [2200,"GUNNERACEAE","Gunnera manicata","Linden","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos de Altitude do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essas regiões estão muito suscetíveis a ameaças como agricultura, introdução de espécies exóticas e pastagem. Portanto, recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado das subpopulações da espécie, que pode vir a ser categorizada como ameaçada em futuro próximo.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gunnera%20manicata","Mata Atlântica"],
    [2201,"HALORAGACEAE","Laurembergia tetrandra","(Schott) Kanitz","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. tetrandra é uma herbácea com ocorrência em formações aquáticas e restingas da Mata Atlântica e Cerrado. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Laurembergia%20tetrandra","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2202,"HEDWIGIACEAE","Braunia plicata","(Mitt.) A.Jaeger","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil, porém, no país, é restrita aos Campos de Altitude, às Florestas Ombrófilas Mistas, vivendo normalmente sobre afloramentos rochosos e em Florestas Estacionais Deciduais. A espécie apresenta EOO de 6.144,55 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As fitofisionomias em que ocorre no Estado do Rio Grande do Sul são alvo de intensa degradação resultante da expansão de atividades agropastoris, introdução de espécies exóticas e queimadas. Foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Braunia%20plicata","Mata Atlântica"],
    [2203,"HEDWIGIACEAE","Braunia subincana","Broth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Braunia%20subincana","Mata Atlântica"],
    [2204,"HELICONIACEAE","Heliconia angusta","Vell.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados deMinas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo com EOO de 784.382,2 km². Está presente em diversas unidades de conservação (SNUC), apresentando grandes e extensas subpopulações.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20angusta","Mata Atlântica"],
    [2205,"HELICONIACEAE","Heliconia episcopalis","Vell.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","","A espécie tem ampla distribuiçãoocorrendo em seis países da América do Sul, além do Brasil. Ocupa diferentesambientes em pelo menos 11 Estados Brasileiros.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20episcopalis","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2206,"HELICONIACEAE","Heliconia farinosa","Raddi","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, comEOO de 189.397,5 km². Está presente em diversas unidades de conservação (SNUC).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20farinosa","Mata Atlântica"],
    [2207,"HELICONIACEAE","Heliconia richardiana","Miq.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","","A espécie tem ampla distribuição,em países da América do Sul e Brasil,  ocorrendonos biomas Mata Atlântica e Amazônia.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20richardiana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2208,"HUMIRIACEAE","Humiriastrum spiritu-sancti","Cuatrec.","CR","A2cd,B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Humiriastrum spiritu-sancti é uma árvore de grande porte, endêmica do Estado do Espírito Santo, com ocorrência nas Florestas Úmidas do município de Santa Teresa. Tem EOO de 41,30 km², sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Na região em que ocorre, as atividades de lavoura e pastagem são intensas e caracterizam uma situação de ameaça a toda a população conhecida. As ameaças identificadas reduziram as florestas de Santa Teresa a 20% da cobertura original de Mata Atlântica, o que causa o contínuo declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. Considerando que H. spiritu-sancti é uma árvore de grande porte com até 30 m de altura, cresce em formações florestais úmidas e tem potencial uso madeireiro, é possível inferir que o tempo de geração seja de cerca de 40 anos. Assim, supõe-se que a espécie tenha sofrido o corte raso de indivíduos maduros que reduziram pelo menos 50% do tamanho populacional no passado em um período de três gerações.","2012-09-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Humiriastrum%20spiritu-sancti","Mata Atlântica"],
    [2209,"HYDROCHARITACEAE","Najas conferta","(A.Braun) A.Braun","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Najas conferta é uma erva aquática anual, não endêmica do Brasil. Ocorre amplamente distribuída em ambientes aquáticos (bordas de rios e lagoas) associados aos domínios fitogeográficos Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos) e Pantanal. Apresenta grandes densidades populacionais, em áreas que possuem significativos remanescentes de habitat para sua ocorrência, como extensas regiões ainda intocadas, como no Pantanal, por exemplo. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) neste momento, apesar de ter sido considerada \"Vulnerável\" (VU) no Estado do Rio Grande do Sul. Entende-se que a manutenção da qualidade dos recursos hídricos e das características hidrodinâmicas locais sejam fundamentais para a proteção deste táxon.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20conferta","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2210,"HYDROCHARITACEAE","Najas guadalupensis","(Spreng.) Magnus","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Najas guadalupensis, apesar de não estar muito bem representada em herbários brasileiros e com poucas coletas realizadas em território nacional, apresenta uma distribuição ampla nos neotrópicos, em ambientes associados a cursos d'água. Ocorre em quatro grandes domínios fitogeográficos brasileiros (Amazônia, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos) e Pantanal), em rios, riachos, lagos e lagoas, perenes ou não. Por esse motivos, foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) quanto ao seu risco de extinção.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20guadalupensis","Amazônia, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2211,"HYDROCHARITACEAE","Najas marina","L.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Najas marina não é endêmica do Brasil, ocorrendo em cursos d'água, lagos e lagoas nos neotrópicos, forma extensos bancos de macrófitas, nos Estados do  Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Os registros indicam sua presença nos domínios fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica, Bove (com. pess.) afirma que N. marina é uma espécie bastante resistente, ocorrendo em águas alcalinas, ácidas, salobras e hipersalinas. Além disso, a especialista afirma ser esta uma planta robusta, com propagação vegetativa abundante por partição da planta-mãe, formando assim, grandes adensamentos populacionais. Por sua ampla distribuição, capacidade de resistir a diferentes composições químicas dos ambientes aquáticos em que ocorre e grandes e robustas subpopulações, a espécie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20marina","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2212,"HYDROCHARITACEAE","Ottelia brasiliensis","(Planch.) Walp.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Ottelia brasiliensis ocorre  amplamente distribuída em ambientes aquáticos nos Estados de  Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Mesmo não sendo muito bem representada em herbários, a espécie aparenta possuir densas subpopulações nas suas localidades de ocorrência, especialmente em áreas onde os cursos d'água são represados. Cook, Urmi-Konig (1984) relataram em sua revisão sobre o gênero a carência de dados sobre este táxon, e esta deficiência parece persistir até os dia de hoje, com poucas publicações específicas lançadas desde então. Por ocorrer somente em um tipo de habitat com  forte dependência deste para se estabelecer, em dois domínios fitogeográficos (Mata Atlântica e Cerrado, hotspots da biodiversidade), altamente alterados historicamente por atividades antrópicas severamente  impactantes, especialmente em ambientes aquáticos, a espécie foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT), demandando estudos mais precisos sobre densidade demográfica e distribuição.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ottelia%20brasiliensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2213,"HYMENOPHYLLACEAE","Didymoglossum kapplerianum","(Sturm) Ebihara & Dubuisson","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para a avaliação de risco da espécie e suspeita-se de baixo esforço de coleta para espécie que possui apenas três registros.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Didymoglossum%20kapplerianum","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2214,"HYMENOPHYLLACEAE","Didymoglossum ovale","E.Fourn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Didymoglossum%20ovale","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2215,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum fragile","(Hedw.) C.V.Morton","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20fragile","Mata Atlântica"],
    [2216,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum magellanicum","Willd. ex Kunze","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20magellanicum","Mata Atlântica"],
    [2217,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum peltatum","(Poir.) Lam.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20peltatum","Mata Atlântica"],
    [2218,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum rufum","Fée","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20rufum","Mata Atlântica"],
    [2219,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum sampaioanum","Brade & Rosenst.","CR","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ocorrência restrita, foi coletada em 1929, e não houve coleta posterior. Tem AOO de 4 km². Sua área de ocorrência é alvo de alto esforço de coleta e sofre com ameaças como fogo e antropização. Por isso, suspeita-se que esteja extinta na natureza, uma vez que nunca mais foi encontrada, apesar dos esforços direcionados à região.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20sampaioanum","Mata Atlântica"],
    [2220,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum silveirae","Christ","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita à região do Pico do Itacolomi, Estado de Minas Gerais. Foi coletada apenas em 1896, e não houve coleta posterior. Apresenta AOO menor que 10 km² e está sujeita a uma situação de ameaça considerando a mineração, a expansão urbana e as queimadas frequentes, responsáveis pela perda de hábitat e subpopulações e pelo declínio da qualidade do hábitat. A região é bem coletada e até hoje a espécie não foi reencontrada, portanto, suspeita-se que esteja extinta, uma vez que não há esforços para a sua conservação ex situ.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20silveirae","Mata Atlântica"],
    [2221,"HYMENOPHYLLACEAE","Trichomanes lucens","Sw.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20lucens","Mata Atlântica"],
    [2222,"HYMENOPHYLLACEAE","Trichomanes macilentum","Bosch","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para avaliação de risco da espécie.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20macilentum","Amazônia"],
    [2223,"HYMENOPHYLLACEAE","Trichomanes spruceanum","Hook.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuição geográfica da espécie é incongruente e por isso não é possivel avaliar o risco de extinção da espécie.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20spruceanum","Amazônia"],
    [2224,"HYPERICACEAE","Hypericum caprifoliatum","Cham. & Schltdl.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Hypericum caprifoliatum não é endêmica do Brasil, tendo sido registrada aqui amplamente distribuída nos Estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), além de registros disjuntos no Rio de Janeiro. Ocorre em Formações Campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica e Cerrado e está bem representada em herbários, sendo descrita como frequente e pouco exigente quanto à qualidade dos habitats em que ocorre. Foi registrada dentro de unidades de conservação (SNUC) de diferentes categorias e não possui informações sobre ameaças especificas conhecidas, por esses motivos, considera-se H. caprifoliatum como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20caprifoliatum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2225,"HYPERICACEAE","Hypericum carinatum","Griseb.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Hypericum carinatum apresenta distribuição esparsa nos Estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e um registro disjunto para o Parque Nacional do Caparaó, em Minas Gerais. A espécie ocorre em Formações Campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos), que tem tido suas áreas historicamente reduzidas por processos antropogênicos. Extensas áreas naturais desses ecossistemas tem sido substituídas por plantações homogêneas de Pinus sp. e Eucalyptus sp., e mesmo com ocorrência em unidades de conservação, a espécie tem sofrido com práticas agrícolas variadas que ameaçam sua perpetuação na natureza. Entretanto,  para H. carinatum, há carência de dados populacionais e espaciais, que dificultam seu posicionamento em alguma categoria de ameaça. Neste momento, portanto, H. carinatum foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT) de extinção, demandando estudos mais detalhados para embasar de maneira mais precisa seu risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20carinatum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2226,"HYPERICACEAE","Hypericum mutilum","L.","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Miguel d'Avila de Moraes","Hypericum mutilum não é endêmica do Brasil. Aqui, ocorre de maneira esparsa, distribuindo-se pelos Estados das Regiões Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Sul (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Paraná). A espécie parece ser rara, já que dispõe de apenas nove registros de coleta, o mais recente realizado em 1989. Pelas informações disponíveis nas fichas das coleções, ocorre em somente uma unidade de conservação (SNUC). Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas ao longo de sua distribuição, com base na ocupação desordenada, atividades agropecuárias, incêndios e extração vegetal. Consequentemente, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU), demandando estudos populacionais mais detalhados para uma avaliação mais precisa.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20mutilum","Mata Atlântica"],
    [2227,"HYPERICACEAE","Hypericum piriai","Arechav.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Hypericum piriai não é endêmica do Brasil, aqui, a espécie ocorre amplamente distribuída em fitofisionomias campestres associadas aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica e Pampa, nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. H. piriai possui registros de coleta dentro dos limites de unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, entretanto, ocorre exclusivamente em áreas campestres associadas a dois domínios fitogeográficos altamente impactados, que historicamente tem tido seus ecossistemas associados reduzidos a pequenos fragmentos, as áreas campestres no Sul do Brasil, onde a espécie se encontra predominantemente distribuída, estão sendo substituídas por plantações homogêneas de pinheiros e eucaliptos exóticos. No Estado do Paraná, por exemplo, as áreas campestres sofrem com queimadas regulares, pastoreio e pecuária intensiva. Por esses motivos, H. piriai foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT) neste momento, podendo se enquadrar em alguma categoria de ameaça em futuro próximo, caso nenhuma ação concreta que estabilize ou reverta a atual perda de habitat seja posta em prática.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20piriai","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2228,"HYPERICACEAE","Hypericum rigidum","A.St.-Hil.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo em áreas campestres, normalmente alagáveis, associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apesar de ocorrer somente em poucas fitofisionomias, a espécie ocupa uma grande amplitude altitudinal, e, bem representada em herbários, parece ser frequente em áreas campestres alagadas, com registros de ocorrência em unidades de conservação (SNUC), H. rigidum foi considerada neste momento como uma espécie \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20rigidum","Mata Atlântica"],
    [2229,"HYPERICACEAE","Vismia martiana","Mart.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie se encontra amplamente distribuída em ambientes florestais (Florestas Ombrófilas Densas e Estacionais Semideciduais) associados aos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Caatinga e Amazônia. Vismia martiana está bem representada em herbários e com registros dentro de unidades de conservação (SNUC) ao longo de sua extensa distribuição, descrita como muito frequente em algumas localidades, a espécie não possui ameaças diretas a sua perpetuação na natureza, sendo, portanto, considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vismia%20martiana","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2230,"HYPOXIDACEAE","Curculigo scorzonerifolia","(Lam.) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes biomas brasileiros, além de ocorrer nas Savanas das Guianas.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Curculigo%20scorzonerifolia","Amazônia, Cerrado"],
    [2231,"IRIDACEAE","Alophia coerulea","(Vell.) Chukr","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alophia coerulea é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado com registros para os Estados do Sul e Sudeste do Brasil, possuindo uma EOO de 243.280,5 km². Desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais como campos, brejos e Cerrado. Possui registros em áreas protegidas. Apesar dessas características possui flores vistosas tornando a espécie alvo de coletas extrativistas. Desta forma, por ocorrer em diferentes tipos vegetacionais, possuir ampla área de distribuição e ocorrer em áreas protegidas, porém por possuir pressão de coleta a espécie está \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alophia%20coerulea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2232,"IRIDACEAE","Neomarica glauca","(Seub. ex Klatt) Sprague","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica glauca é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, possuindo uma EOO de 165.678 km². A espécie é bem distribuída e ocorre em áreas protegidas, entretanto o habitat onde ocorre está em declínio e esta possui valor ornamental. Diante disto, Neomarica glauca está \"Quase ameaçada\" (NT), podendo tornar-se ameaçada em um futuro próximo. Recomenda-se maiores estudos populacionais e de pressão de coleta, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20glauca","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2233,"IRIDACEAE","Neomarica humilis","(Klatt) Capell.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica humilis é uma espécie herbácea distribuída em grande parte do litoral brasileiro. Possui EOO de 2.177.762 km². Desenvolve-se em matas úmidas e restingas de Mata Atlântica. A espécie é bem representada em áreas protegidas e possui distribuição ampla, desta forma Neomarica humilis é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20humilis","Mata Atlântica"],
    [2234,"IRIDACEAE","Neomarica longifolia","(Link & Otto) Sprague","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica longifolia é uma espécie herbácea distribuída nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, possuindo uma EOO de 104.564 km². A espécie ocorre em áreas protegidas e possui ampla distribuição, apesar disso, possui valor ornamental e o ambiente de restinga onde se desenvolve vem sofrendo intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas. Desta forma, Neomarica longifolia é uma espécie \"Quase ameaçada\" (NT). Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20longifolia","Mata Atlântica"],
    [2235,"IRIDACEAE","Neomarica sabinii","(Lindl.) Chukr","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica sabinii é uma espécie herbácea distribuída em grande parte do litoral brasileiro. Possui EOO de 1.000.576,9 km². Desenvolve-se em regiões de encosta e restingas, em locai de solos arenosos e rochosos de Mata Atlântica. Apesar de seu ambiente estar ameaçado, a espécie possui fácil cultivo, é bem representada em áreas protegidas e possui distribuição ampla, desta forma Neomarica sabinii é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20sabinii","Mata Atlântica"],
    [2236,"IRIDACEAE","Neomarica silvestris","(Vell.) Chukr","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica silvestris é uma espécie herbácea com registros nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal, possuindo uma EOO de 338.601,7 km². A espécie ocorre em áreas protegidas e é bem distribuída, entretanto o ambiente onde se desenvolve vem sofrendo ao longo dos anos intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas para pastagens, além disso a espécie possui potencial ornamental. Diante do exposto, Neomarica silvestris é uma espécie \"Quase ameaça\" (NT), podendo ser qualificada como ameaçada em um futuro próximo. Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extração os quais poderão levá-la a uma nova avaliação.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20silvestris","Mata Atlântica"],
    [2237,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia aminae","Chukr","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia aminae é uma espécie com incertezas taxonômicas e com dados insuficientes para uma categorização de ameaça. Desta forma, considera-se Pseudotrimezia aminae deficiente de dados (DD).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20aminae",""],
    [2238,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia brevistamina","Chukr","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia brevistamina é uma espécie herbácea endêmica do Estado de Minas Gerais. Tem AOO menor que 10 km² e é restrita a altitudes superiores a 1.400 m sobre solos pedregosos de Campos Rupestres da Serra do Cipó. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra do Cipó, o ambiente tem como ameaças o desmatamento para carvoaria, a expansão de áreas para pastagens, os incêndios indiscriminados e as atividades turísticas. Dessa forma, por P. brevistamina ter distribuição e hábitats bastante restritos, e por estar sujeita a uma situação de ameaça, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20brevistamina","Cerrado"],
    [2239,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia concava","Ravenna","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia concava é uma espécie herbácea endêmica do Estado de Minas Gerais. Tem AOO menor que 10 km² e é restrita aos solos arenosos de Cerrado da região de Grão Mogol. O ambiente onde ocorre sofre forte impacto da pecuária extensiva. Dessa forma, por P. concava ter distribuição e hábitats bastante restritos e estar sujeita a uma situação de ameaça, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20concava","Cerrado"],
    [2240,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia elegans","Ravenna","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia elegans é uma espécie herbácea endêmica do estado de Minas Gerais. Possui AOO menor que 10 km² e é restrita a altitudes superiores a 2.000 m sobre solos arenosos de Campos Rupestres no Pico do Itambé. O ambiente onde a espécie se desenvolve tem como ameaças a degradação do solo, introdução de espécies exóticas para pastagens e incêndios indiscriminados. Desta forma, por P. elegans possuir distribuição e habitats bastante restritos e por possuir uma situação de ameaça, esta encontra-se Criticamente (CR) em perigo, com um risco extremamente alto de extinção na natureza.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20elegans","Cerrado"],
    [2241,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia gracilis","Chukr","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia gracilis é uma espécie herbácea restrita à região da Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. Possui distribuição muito restrita (EOO=5,64 km²). Se desenvolve em solos pedregosos, junto a afloramentos rochosos ou fracamente arenosos de Campos Rupestres, a uma altitude variando entre 1.000 e 1.200 m. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra do Cipó, o habitat onde a espécie se desenvolve não está protegido, sofrendo com desmatamentos para carvoaria, plantio de espécies exóticas para pastagem, incêndios indiscriminados e atividade turística. Por se distribuir em uma área bastante restrita, considera-se que a espécie possua uma situação de ameaça. Diante do exposto, considerando a distribuição restrita, especificidade de habitat e ?ameaças incidentes, P. gracilis encontra-se Criticamente (CR) em perigo, com um risco extremamente alto de extinção na natureza.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20gracilis","Cerrado"],
    [2242,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia synandra","Ravenna","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia synandra é uma espécie herbácea ocorrente apenas no estado de Minas Gerais. Desenvolve-se em Campo Rupestre sobre solo arenoso, possui uma EOO de 408,06 km². A espécie não ocorre em áreas protegidas e o ambiente onde se desenvolve está ameaçado pela degradação do solo, queimadas e introdução de espécies exóticas para formação de gramíneas, além disso alguns pontos de ocorrência encontram-se bastante próximos de rodovias, o que pode ter impactos negativos sobre as subpopulações. Desta forma, considera-se que a espécie possua três situações de ameaça. Devido a sua distribuição restrita, especificidade de habitat e às ameaças incidentes, P. synandra encontra-se Em Perigo (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20synandra","Cerrado"],
    [2243,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia tenuissima","Ravenna","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia tenuissima é uma espécie herbácea ocorrente apenas no estado de Minas Gerais. Desenvolve-se em Cerrado sobre Campos Arenosos, encharcados e ácidos, possui uma EOO de 1.273, 27 km². O ambiente onde se desenvolve está ameaçado pela degradação do solo, houve grande impacto no passado por atividades mineiras e ainda hoje, no município de Diamantina, persistem as tentativas de garimpo (Madeira et al., 2009). A localização do município de Grão Mogol está protegida hoje pelo Parque Estadual, entretanto o turismo (Fonseca, Lessa, 2010) pode ser uma ameaça à vegetação herbácea. Desta forma, considera-se que a espécie possua duas situações de ameaça. Devido a sua distribuição restrita, especificidade de habitat e às ameaças incidentes, P. tenuissima encontra-se Em Perigo (EN).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20tenuissima","Cerrado"],
    [2244,"IRIDACEAE","Sisyrinchium rambonis","R.C.Foster","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Sisyrinchium rambonis é uma espécie herbácea distribuída nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, possuindo uma EOO de 114.104 km². Ocorre em ambientes úmidos ou alagados de Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em áreas com degradação ambiental, a espécie possui ampla distribuição e é aparentemente abundante. Desta forma, ?Sisyrinchium rambonis é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sisyrinchium%20rambonis","Mata Atlântica"],
    [2245,"IRIDACEAE","Trimezia brevicaulis","Ravenna","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia brevicaulis é uma espécie herbácea distribuída nos Estados da Bahia e Minas Gerais, possuindo uma EOO de 182.638 km². Ocorre em ambientes de Campos Rupestres e áreas de Cerrado. Apesar de ocorrer em áreas com degradação ambiental, a espécie ocorre em áreas protegidas e possui ampla distribuição. Desta forma, ?Trimezia brevicaulis é uma espécie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20brevicaulis","Caatinga, Cerrado"],
    [2246,"IRIDACEAE","Trimezia exillima","Ravenna","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia exillima é uma espécie herbácea com registros de ocorrência apenas para os municípios de Diamantina e Joaquim Felício no estado de Minas Gerais, em altitudes que variam entre 800 e 1.200 m. Possui EOO de 1.947,78 km² e AOO de 20 Km², e desenvolve-se em Campos Rupestres em solos arenosos entre os Afloramentos Rochosos. O ambiente em que a espécie se desenvolve possui um histórico de degradação devido a atividades mineradoras, queimadas e introdução de espécies exóticas. Devido a sua distribuição restrita, à especificidade de habitat e às ameaças a seu habitat?T. exillima encontra-se Em Perigo (EN).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20exillima","Cerrado"],
    [2247,"IRIDACEAE","Trimezia fistulosa","Foster","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia fistulosa é uma espécie herbácea com registros de ocorrência apenas na região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.039,51 km² e AOO de 16 km². Desenvolve-se no Cerrado em áreas de terrenos úmidos, arenosos ou areno-pedregosos, sujeitos a alagamentos. Apesar de ocorrer em áreas protegidas da Serra do Cipó, esta sofre com desmatamentos para carvoaria, plantio de braquiária para a formação de pastos, incêndios provocados por queimadas sem controle, retirada de espécies ornamentais e atividade turística. A outra área de coleta da espécie não dispõe de qualquer tipo de proteção. Dessa forma, considera-se que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça. Diante do exposto, devido a sua distribuição restrita, à especificidade de hábitat e às ameaças ao ambiente onde se desenvolve, T. fistulosa encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20fistulosa","Cerrado"],
    [2248,"IRIDACEAE","Trimezia fistulosa var. longifolia","Chukr","CR","B1ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia fistulosa var. longifolia é uma variedade herbácea restrita à região da Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. Possui uma restrita EOO de 17,48 km² e desenvolve-se entre Afloramentos Rochosos. Observou-se que sua pequena população tem se expandido nos últimos 20 anos, apesar disso, o ambiente onde sua população ocorre tem como ameaças, o desmatamento para carvoaria, plantio de braquiária para a formação de pastos, incêndios indiscriminados, retirada de espécies ornamentais e atividade turística. Considera-se, desta forma, que a espécie possua uma situação de ameaça. Devido a sua distribuição muito restrita, especifidade de habitat e ameaças ao seu ambiente de ocorrência, ?T. fistulosa var. longifolia foi categorizada como Criticamente (CR) em perigo.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20fistulosa%20var.%20longifolia","Cerrado"],
    [2249,"IRIDACEAE","Trimezia plicatifolia","Chukr","EN","B1ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia plicatifolia é uma espécie herbácea ocorrente nos estados de Minas Gerais e Goiás, em altitudes que variam de 1.100 a 1.200 m. Possui EOO de 530,15 km² e desenvolve-se em Campos Rupestres sobre solos arenosos. As ameaças registradas para a região da Serra do Cabral (MG), um dos locais de ocorrência da espécie, são os incêndios, atividades de mineração e garimpo, extração de produtos e subprodutos da flora, desmatamento para produção de carvão, invasão de espécies exóticas e turismo desordenado. O Parque Estadual da Serra Dourada (GO) é uma unidade de conservação recente, onde predominava atividades mineradoras, atualmente a área do Parque sofre com pressão da expansão agrícola (Lima, 2004), considera-se desta forma que espécie possua duas situações de ameaça. Devido a sua distribuição muito restrita, especificidade de habitat e ameaças ao seu ambiente de ocorrência, ??T. plicatifolia encontra-se Em Perigo (EN).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20plicatifolia","Cerrado"],
    [2250,"IRIDACEAE","Trimezia pusilla","Ravenna","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia pusilla é uma espécie herbácea distribuída nos Estados de Minas Gerais e Goiás. Possui uma EOO de 73.082 km² e ocorre em áreas de Campo ou Cerrado. A espécie se distribui em regiões que possuem impactos ambientais como adegradação do solo, queimadas e introdução de espécies exóticas. No Estado de Goiás, as últimas coletas datam de antes da década de 70, segundo Couto (2008) as regiões mais altas da Serra Dourada são bem preservadas, porém são pouco conhecidas floristicamente. A coleta mais recente da espécie foi registrada em área protegida de Minas Gerais. Diante do exposto, por Trimezia pusilla possuir poucas coletas, sendo a maioria há mais de 30 anos, possuir distribuição ampla, mas com registros de distúrbios em seu habitat, considera-se uma espécie \"Quase ameaçada\" (NT). Entretanto, recomenda-se maiores esforços de coleta, estudos populacionais e de distribuição.","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20pusilla","Cerrado"],
    [2251,"ISOETACEAE","Isoetes bradei","Herter","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é pouco conhecida, restrita (EOO=275,51 km²) e suas subpopulações são severamente fragmentadas. Tem apenas dois registros de coleta em locais onde hoje há uma área intensamente urbanizada. Portanto, suspeita-se que, durante o processo de urbanização da sua área de ocorrência, a espécie tenha sofrido declínio de extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do hábitat e de suas subpopulações.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20bradei","Mata Atlântica"],
    [2252,"ISOETACEAE","Isoetes gigantea","U.Weber","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição ampla e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20gigantea","Mata Atlântica"],
    [2253,"ISOETACEAE","Isoetes martii","A.Braun","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui ação antiofídica, tem ampla distribuição e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20martii","Mata Atlântica"],
    [2254,"ISOETACEAE","Isoetes organensis","F.A.C.Weber","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação de risco da espécie.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20organensis","Mata Atlântica"],
    [2255,"JUNCAGINACEAE","Lilaea scilloides","(Poir.) Hauman","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie não é endêmica do Brasil, é conhecida somente por uma coleção em território nacional, realizada a mais de 60 anos por B. Rambo, em campos alagados associados ao domínio fitogeográfico Pampa (Campos Sulinos), no Estado do Rio Grande do Sul, parece ocupar uma ampla faixa altitudinal considerável (0-1.700 m), porém a única localidade conhecida onde a espécie foi coletada se encontra na região metropolitana de Porto Alegre, RS, parece ocorrer como espécie invasora em outros países americanos (EUA), porém esses dados não foram encontrados disponíveis para consulta. A ausência de informações científicas sobre este táxon dificulta uma avaliação de risco de extinção robusta e por esses motivos, L. scilloides foi considerada \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lilaea%20scilloides","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2256,"JUNGERMANNIACEAE","Jungermannia amoena","Lindenb. & Gottsche","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jungermannia%20amoena","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2257,"JUNGERMANNIACEAE","Jungermannia decolor","Schiffn.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de não ser endêmica do Brasil, a espécie é considerada rara na América do Sul tropical e sub-tropical. É conhecida por somente uma coleção histórica na região do município de Caldas, Minas Gerais. Tem EOO de 272,89 km², ocorre em Floresta Ombrófila e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando que a região de Caldas está severamente fragmentada, impossibilitando, muitas vezes, a dispersão, o fluxo gênico e a reprodução da espécie. Além disso, suspeita-se que a região enfrente declínio contínuo na qualidade do hábitat devido ao turismo descontrolado e falta de fiscalização de áreas naturais. Recomenda-se um maior esforço de coleta para a espécie.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jungermannia%20decolor","Mata Atlântica"],
    [2258,"KRAMERIACEAE","Krameria grandiflora","A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição geográfica extensa pelo Brasil e Paraguai, com subpopulações conhecidas e amostradas em diferentes biomas e em mais de 10 situações de ameaça.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krameria%20grandiflora","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [2259,"KRAMERIACEAE","Krameria tomentosa","A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","K. tomentosa encontra-se amplamente distribuída pelo Brasil e Bolívia, com subpopulações encontradas em uma área maior que 3 milhões de km².","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krameria%20tomentosa","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [2260,"LACISTEMATACEAE","Lacistema lucidum","Schnizl.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Lacistema lucidum apresenta identidade taxonômica incerta, podendo ser confundida com L. pubescens e L. serrulatum, o que complica a definição de sua distribuição geográfica, do tamanho e número de subpopulações. Dessa forma, torna-se necessária a definição da identidade desta, pois a espécie é encontrada em áreas de Mata Atlântica do sudeste e sul do Brasil, que apresentam diferentes ameaças responsáveis pela perda de habitat e, consequentemente, uma suposta redução do número de indivíduos e subpopulações. Além disso, a espécie é utilizada comercialmente.","2012-06-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lacistema%20lucidum","Mata Atlântica"],
    [2261,"LACISTEMATACEAE","Lacistema robustum","Schnizl.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","L. robustum habita áreas de restinga e Floresta Ombrófila Densa entre Pernambuco e Espírito Santo. Tais áreas encontram-se em municípios que tiveram uma perda da vegetação original maior que 50% devido à intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas.No entanto a espécie apresenta um alto número de coletas, não é usada e ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-06-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lacistema%20robustum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2262,"LAMIACEAE","Eriope anamariae","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é encontrada no Estado da Bahia, em três municípios. Tem EOO de 872,34 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Arbusto saxícola, ocorre em Caatinga e possivelmente Cerrado, em altitudes entre 1.600 e 1.800 m. Como nos registros de ocorrência não há indicação de que esteja dentro de unidades de conservação (SNUC), e como os ambientes de Caatinga e Cerrado estão sujeitos ao fogo e a outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo, supõe-se que a espécie venha sofrendo perda da qualidade de hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20anamariae","Cerrado"],
    [2263,"LAMIACEAE","Eriope blanchetii","(Benth.) Harley","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados da Bahia e Sergipe. Tem EOO de 6.472,33 km², e encontra-se sujeita a menos de 10 situações de ameaça, sobre dunas cobertas por vegetação de Restinga. Apesar de ser comum nos estágios iniciais de sucessão e estar presente em unidade de conservação (SNUC), pela dimensão da extensão de ocorrência, pela vulnerabilidade do ambiente de ocorrência e pelo valor medicinal, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20blanchetii","Mata Atlântica"],
    [2264,"LAMIACEAE","Eriope crassipes","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 3.204.586 km². Estudos populacionaisindicam uma baixa densidade de indivíduos por hectare, porém, segundo oespecialista, no Brasil a espécie ocorre em quase todas as áreas de Cerrado,Amazônia e Mata Atlântica.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20crassipes","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2265,"LAMIACEAE","Eriope crassipes subsp. cristalinae","Harley","CR","B1a+2ab(iii,iv),C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A subespécie ocorre no Estado de Goiás, município de Cristalina. Tem EOO de 529,92 km² e AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. O município de Cristalina é a maior reserva de cristal de rocha no mundo e o maior centro de comercialização de pedras do Brasil, é o município que mais cresce no Estado. Além disso, o bioma Cerrado tem sofrido redução e deterioração pelas atividades de garimpo, mineração, agricultura, indústria alimentícia e turismo. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20crassipes%20subsp.%20cristalinae","Cerrado"],
    [2266,"LAMIACEAE","Eriope luetzelburgii","Harley","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado da Bahia, com EOO de 7.291,78 km², em três municípios, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Espécie arbustiva, de Caatinga e, possivelmente, de Cerrado, é encontrada em áreas de Campo Rupestre e Cerrado montano, em altitudes entre 1.600 e 1.800 m. Embora seja frequente nos locais que habita, os registros não indicam ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Além disso, os ambientes de Caatinga e de Cerrado estão sujeitos a queimadas regulares e a outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo. Dessa forma, E. luetzelburgii foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20luetzelburgii","Cerrado"],
    [2267,"LAMIACEAE","Eriope machrisae","(Epling) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás, com EOO de 2.431,61 km², nos municípios de Alto Paraíso e São João da Aliança. É encontrada em Cerrado e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Os registros não indicam a ocorrência em unidades de conservação (SNUC). Portanto, supõe-se que a espécie venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat por atividades predatórias na região como a mineração, agricultura de soja e milho, pecuária e o turismo. E. machrisae foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20machrisae","Cerrado"],
    [2268,"LAMIACEAE","Eriope macrostachya","Mart. ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição comEOO de 1.178.782 km². No Brasil ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul,nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20macrostachya","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2269,"LAMIACEAE","Eriope obovata var. gracilis","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A variedade ocorre apenas no Estado da Bahia, com EOO de 135,76 km², nos municípios de Rio de Contas e Mucugê, em áreas de transição entre os biomas Caatinga e Cerrado. Pela restrita extensão de ocorrência, por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça e, sabendo-se que o ambiente de Caatinga está sujeito a queimadas regulares, além de outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo, supõe-se que a espécie venha sofrendo declínio na qualidade de seu hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20obovata%20var.%20gracilis","Cerrado"],
    [2270,"LAMIACEAE","Eriope simplex","(A.St.-Hil. ex Benth.)  Harley","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Goiáse Tocantins com EOO de 36.746 km². Por estar próxima ao limiar devulnerabilidade, no Cerrado, com apenas seis registros de coleta, recomendamosestudos populacionais e sobre a distribuição da espécie, para uma revisão dacategoria indicada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20simplex","Cerrado"],
    [2271,"LAMIACEAE","Hypenia aristulata","(Epling) Harley","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em Cerrado, no município de Niquelândia, Estado de Goiás, com EOO de 26,85 km². Está sujeita a uma situação de ameaça, tendo em vista que a região é uma das maiores produtoras de níquel do mundo, atividade que, agregada ao turismo e à agropecuária, contribui para o declínio da qualidade do hábitat da espécie. Dessa forma, H. aristulata foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20aristulata","Cerrado"],
    [2272,"LAMIACEAE","Hypenia crispata","(Pohl ex Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é encontrada no Estado de Goiás, com EOO de 154,47 km², em dois municípios e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Pela restrita dimensão da extensão de ocorrência, e por ocorrer em área de Cerrado que vem sofrendo deterioração por atividades predatórias, em região com alto crescimento demográfico, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20crispata","Cerrado"],
    [2273,"LAMIACEAE","Hypenia micrantha","(Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado do Mato Grosso, com EOO de 262,90 km². Segundo informação disponível, são conhecidas apenas cinco coletas antigas, todas provenientes de uma mesma localidade. O bioma Cerrado vem sofrendo degradação causada principalmente por atividades agriculturais e pastoris e, por esse motivo, assume-se que a espécie esteja sofrendo perda e degradação de seu hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20micrantha","Cerrado"],
    [2274,"LAMIACEAE","Hypenia subrosea","(Harley) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás, com EOO de 2.477,09 km², no município de Alto Paraíso. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sem indicação precisa de que esteja presente dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Assume-se que a espécie se desenvolva em áreas sujeitas a atividades predatórias, acarretando a perda e degradação de seu hábitat. Dessa forma, H. subrosea foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20subrosea","Cerrado"],
    [2275,"LAMIACEAE","Hyptidendron amethystoides","(Benth.) Harley","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécietem ampla distribuição, com EOO de 597.452,9 km², nas regiões Norte e Nordeste,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20amethystoides","Caatinga, Cerrado"],
    [2276,"LAMIACEAE","Hyptidendron asperrimum","(Spreng.) Harley","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécieocorre na região Sudeste em diversos ambientes e em unidades de conservação (SNUC),com EOO de 533.681 km².","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20asperrimum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2277,"LAMIACEAE","Hyptidendron claussenii","(Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie só é encontrada no Estado de Minas Gerais, na região da Serra do Caraça, com EOO de 266,46 km². Embora exista a Reserva Particular do Patrimônio Natural da Serra do Caraça, suspeita-se que atividades predatórias como turismo, agricultura, pastoreio e queimadas, frequentes na região, venham causando a degradação do hábitat da espécie. Dessa forma, H. claussenii foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20claussenii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2278,"LAMIACEAE","Hyptidendron conspersum","(Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados da Bahia e Maranhão, com EOO de 514,66 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Segundo informação disponível, foi coletada no município de Formosa do Rio Preto, primeiro produtor de soja da Bahia, e no município de Balsas no Maranhão, principal produtor de grãos da região Nordeste. Pode-se afirmar que a espécie esteja sofrendo perda de hábitat. Dessa forma, H. conspersum foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20conspersum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2279,"LAMIACEAE","Hyptis alpestris","A.St.-Hil. ex Benth.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é pouco conhecida, com apenas quatro registros de coleta muito antigos, provenientes dos Estados de Minas Gerais e São Paulo, com EOO de 3.917,70 km². Por ocorrer em Cerrado, ecossistema que vem sofrendo intensa degradação, assume-se que tenha havido perda de hábitat considerável nos últimos 180 anos, desde o primeiro registro de coleta. Sugerem-se mais estudos para melhor compreensão do grau de ameaça da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20alpestris","Cerrado"],
    [2280,"LAMIACEAE","Hyptis althaeifolia","Pohl ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição noBrasil e na América do Sul, com EOO de 1.245.302,9 km².","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20althaeifolia","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2281,"LAMIACEAE","Hyptis angustifolia","Pohl ex Benth.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi coletada no Estado de Goiás e está sujeita a uma situação de ameaça, com uma EOO de 392,35 km². As cinco coletas registradas têm mais de 30 anos e, embora hoje a região de Serra Dourada tenha uma Área de Proteção Ambiental e uma Reserva Biológica, não há indicação de que as coletas tenham sido realizadas dentro das unidades de conservação (SNUC). Por esse motivo, assume-se que haja um declínio na qualidade do hábitat, causado principalmente pelo crescimento demográfico, pela exploração turística, e pelas constantes ameaças ao Cerrado como fogo, atividades agrícolas e pecuária.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20angustifolia","Cerrado"],
    [2282,"LAMIACEAE","Hyptis apertiflora","Epling","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no bioma Cerrado, no Estado do Paraná com EOO de 4.531,78 km², em três municípios, e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Assume-se que haja declínio na qualidade do hábitat, causado principalmente pelo crescimento demográfico (região mais populosa do Estado do Paraná), pelas atividades industriais (maior parque industrial do Estado), de mineração (extração de calcário e talco), agricultura e vinícola. Portanto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20apertiflora","Cerrado"],
    [2283,"LAMIACEAE","Hyptis arenaria","Benth.","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Goiás e Tocantins. Tem AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Dispõe de apenas quatro coletas, uma datada de 1839 em local de mineração de ouro, e duas há mais de 30 anos, na região da Serra Geral. Segundo informação compilada, a vegetação padece com as queimadas anuais, causadas propositadamente para limpar áreas de fazendas, pastagens e para colher o capim dourado usado no artesanato. Além do fogo e da atividade agropecuária, a região, que tem muitos rios e cachoeiras, está sendo alvo de projetos de geração de energia. Por esses motivos, assume-se que a espécie venha sofrendo declínio de área de ocupação e perda de qualidade do hábitat. H. arenaria foi considerada \"Vulnerável\" (VU) podendo, em futuro próximo, estar em uma categoria de maior risco.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20arenaria","Cerrado"],
    [2284,"LAMIACEAE","Hyptis bahiensis","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Liana escandente de locais úmidos, se desenvolve entre 700 e 1.100 m de altitude. A espécie ocorre no Estado da Bahia, na região da Chapada Diamantina, em dois municípios, com EOO de 3.574,47 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais ameaças são a degradação do hábitat e poluição das águas por ação antrópica. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20bahiensis","Cerrado"],
    [2285,"LAMIACEAE","Hyptis bombycina","Epling","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo o especialista, a espéciesó é conhecida por seu material tipo. A avaliação não pode ser conduzida porfalta de dados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20bombycina","Pantanal"],
    [2286,"LAMIACEAE","Hyptis caprariifolia","Pohl ex Benth.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na região da Serra dos Cristais, município de Cristalina (GO), com EOO de 600,40 km², estando sujeita a uma situação de ameaça. Segundo informações, Cristalina é o município que mais cresce no Estado, tendo como principais atividades econômicas a agricultura, a indústria alimentícia, a mineração e o turismo. Assim, assume-se que a espécie venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20caprariifolia","Cerrado"],
    [2287,"LAMIACEAE","Hyptis carvalhoi","Harley","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em três municípios na região da Chapada Diamantina (BA), com EOO de 5.312,61 km². Está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, não havendo indicação de coletas em unidades de conservação (SNUC). O ambiente de ocorrência da espécie está sujeito a queimadas regulares, além de outros fatores de deterioração, tais como pastoreio, agricultura e turismo. Dessa forma, assume-se que H. carvalhoi venha sofrendo com o declínio na qualidade de seu hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20carvalhoi","Cerrado"],
    [2288,"LAMIACEAE","Hyptis colligata","Epling & Játiva","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás e tem EOO de 913,32 km², nos municípios de Alto Paraíso, São João da Aliança e Colinas do Sul. Encontrada no Cerrado, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e, não tendo a indicação de que ocorra em unidades de conservação (SNUC), assume-se que venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat por atividades predatórias na região como a mineração, agricultura de soja e milho, pecuária e turismo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20colligata","Cerrado"],
    [2289,"LAMIACEAE","Hyptis cruciformis","Epling","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás com EOO de 2.329,50 km², nos municípios de Alto Paraíso e São João da Aliança. Encontrada no Cerrado, em Campos Úmidos, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Assume-se que venha sofrendo com a deterioração de seu hábitat pelas atividades predatórias na região, como a mineração, agricultura, pecuária e turismo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20cruciformis","Cerrado"],
    [2290,"LAMIACEAE","Hyptis delicatula","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado da Bahia com EOO de 963,28 km², em dois municípios. Encontrada no Cerrado e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, a espécie vem sofrendo com a deterioração de seu hábitat pelas atividades predatórias na região como agricultura, pecuária e o turismo. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20delicatula","Cerrado"],
    [2291,"LAMIACEAE","Hyptis digitata","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás com EOO de 414,11 km², nos municípios de Alto Paraíso e São João da Aliança. Encontrada no Cerrado e sujeita a menos de cinco situações de ameaça, a espécie vem sofrendo com o declínio da qualidade de seu hábitat pelas atividades predatórias na região, como a mineração, agricultura, pecuária e o turismo. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20digitata","Cerrado"],
    [2292,"LAMIACEAE","Hyptis eriophylla var. coriifolia","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição.No Brasil ocorre nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 152.929 km².","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20eriophylla%20var.%20coriifolia","Cerrado"],
    [2293,"LAMIACEAE","Hyptis fallax","Harley","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado deMinas Gerais em três municípios com EOO de 44.207,7 km². Pela dimensão da EOO foiassim categorizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20fallax","Cerrado"],
    [2294,"LAMIACEAE","Hyptis frondosa","S.Moore","VU","B2ab(ii,iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Cerrado, nos Estados de Goiás e Mato Grosso, com AOO menor que 2.000 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça distintas. A única ocorrência em unidade de conservação (SNUC) é no Parque Nacional das Emas, que periodicamente é assolado pelo fogo. Além disso, a área de ocupação da espécie no Cerrado é igualmente impactada, com grandes áreas de agricultura, pecuária e avicultura, todas contribuindo para a degradação crescente de seu hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20frondosa","Cerrado"],
    [2295,"LAMIACEAE","Hyptis hamatidens","Epling & Játiva","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é encontrada em três municípios no Estado de Goiás e Mato Grosso, com EOO de 5.718,67 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. De acordo com o crescimento demográfico da região, aliado a atividades como agricultura, pecuária e o turismo, supõe-se que o hábitat da espécie esteja em processo de degradação. Desta forma, H. hamatidens foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20hamatidens","Cerrado"],
    [2296,"LAMIACEAE","Hyptis imbricatiformis","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na região da Chapada dos Veadeiros, município de Alto Paraíso (GO), com EOO de 1.774,44 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem apenas dois registros de ocorrência em áreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Todas as outras coletas se referem à beira de estradas ou não incluem indicação de que tenham sido realizadas em unidade de conservação (SNUC). Assim, assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades degradantes, causando declínio na qualidade do hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20imbricatiformis","Cerrado"],
    [2297,"LAMIACEAE","Hyptis lagenaria","A.St.-Hil. ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuiçãocom EOO de 283.176,8 km² é encontrada nas regiões Sudeste e Sul do Brasil e naregião de Missiones na Argentina.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20lagenaria","Mata Atlântica"],
    [2298,"LAMIACEAE","Hyptis lutescens","Pohl ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com ampla distribuição, EOO de 1.227.753,9 km²nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, é também encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20lutescens","Cerrado"],
    [2299,"LAMIACEAE","Hyptis pachyphylla","Epling","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás, com EOO de 5.681,01 km², em cinco municípios diferentes. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, com algumas coletas muito antigas e nenhuma que indique ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Assim, assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades degradantes, causando declínio na qualidade do hábitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20pachyphylla","Cerrado"],
    [2300,"LAMIACEAE","Hyptis paludosa","A.St.-Hil. ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil a espécie é encontradanos Estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, próximo aolitoral em locais brejosos. Pela dimensão da EOO de 89.530,9 km² e por ser tambémencontrada em unidades de conservação foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20paludosa","Mata Atlântica"],
    [2301,"LAMIACEAE","Hyptis penaeoides","Taub. ex Ule","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é encontrada na região da Chapada dos Veadeiros, município de Alto Paraíso, Goiás, com EOO de 620,72 km². Pela dimensão da extensão de ocorrência, por estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça e por apresentar apenas uma coleta em áreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, assume-se que esteja havendo diminuição e degradação do hábitat da espécie. Dessa forma, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20penaeoides","Cerrado"],
    [2302,"LAMIACEAE","Hyptis pinheiroi","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informações, a espécie ocorre apenas no Estado da Bahia, no município de Umburanas, com EOO de 424,29 km². Apresenta apenas três coletas antigas e está sujeita a uma situação de ameaça. Assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades degradantes, causando declínio na qualidade do hábitat. Sugerem-se estudos mais detalhados sobre a distribuição da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20pinheiroi","Cerrado"],
    [2303,"LAMIACEAE","Hyptis piranii","Harley","CR","B1ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é encontrada apenas no Estado de Minas Gerais, no município de Grão Mogol, com EOO de 10,62 km². Ocorre em Campo Rupestre a 850 m. Com apenas cinco coletas, realizadas há mais de 10 anos, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora exista o Parque Estadual de Grão Mogol, este não garante a conservação das subpopulações da espécie, considerando a existência de atividades como turismo, agricultura, pastagem e projetos para produção de energia. Dessa forma, suspeita-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio na qualidade de seu hábitat. Foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20piranii","Cerrado"],
    [2304,"LAMIACEAE","Hyptis rhypidiophylla","Briq.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre apenas no Estado de Minas Gerais, nas Serras da Moeda, do Caraça e do Ouro Branco, com EOO de 532,15 km², em até 1.200 m de altitude. O declínio da qualidade do hábitat, causado principalmente pela pecuária e mineração, é a principal ameaça à sobrevivência da espécie. Por apresentar restrita extensão de ocorrência e estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, H. rhypidiophylla foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20rhypidiophylla","Cerrado"],
    [2305,"LAMIACEAE","Hyptis sancti-gabrielii","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre apenas no Estado da Bahia, municípios de Irecê e São Gabriel, com EOO de 446,39 km², em Caatinga arbustiva, entre 700 e 750 m de altitude. Trata-se de um subarbusto aromático e medicinal encontrado em solos mais profundos e férteis. O declínio da qualidade do hábitat, causado principalmente pela agricultura e pecuária, é a principal ameaça a sua sobrevivência. Por apresentar restrita extensão de ocorrência e estar sujeita a menos de cinco situações de ameaça, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20sancti-gabrielii","Caatinga"],
    [2306,"LAMIACEAE","Hyptis simulans","Epling","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre na regiãoNordeste, em Floresta Decídua, com EOO de 42.847 km² e em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20simulans","Mata Atlântica"],
    [2307,"LAMIACEAE","Hyptis stachydifolia","Epling","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado daBahia com EOO de 20.818,2 km² em menos de 10 situações de ameaça. Pelaproximidade do limiar de vulnerabilidade, sugerimos estudos populacionais epossível revisão da categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20stachydifolia","Cerrado"],
    [2308,"LAMIACEAE","Hyptis tagetifolia","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Goiás, município de Alto Paraíso e tem EOO de 395,01 km². Espécie arbustiva semiaquática, é encontrada na beira de riachos e nos Campos Úmidos. Com apenas quatro coletas, sendo duas de mais de 30 anos, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Além disso, não existe evidência de que as coletas tenham sido realizadas em áreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Dessa forma, assume-se que a espécie ocorra em áreas sujeitas a atividades predatórias, sofrendo diretamente com o declínio da qualidade de hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tagetifolia","Cerrado"],
    [2309,"LAMIACEAE","Hyptis tetracephala","Bordignon","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 291 km², embora com umúnico registro de coleta, a espécie é citada pelo especialista como ocorrendo noRio Grande do Sul, litoral norte e vale do rio dos Sinos, e no vale do rioItajaí em Santa Catarina. A avaliação não pode ser conduzida por falta de dados, portanto sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tetracephala","Mata Atlântica"],
    [2310,"LAMIACEAE","Hyptis tricephala","A.St.-Hil. ex Benth.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A avaliação não pode serconduzida por falta de dados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tricephala","Cerrado"],
    [2311,"LAMIACEAE","Hyptis viatica","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é encontrada em áreas de transição entre Mata Atlântica e Caatinga, no Estado de Minas Gerais, município de Pedra Azul, com EOO de 122,91 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. A restrita área de Caatinga em Minas Gerias está sujeita a queimadas regulares que podem interferir na integridade da população da espécie. Dessa forma, assume-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo da qualidade de seu hábitat. Portanto, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20viatica","Caatinga"],
    [2312,"LAMIACEAE","Ocimum nudicaule","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 121.663 km² ocorre em quatroEstados no Brasil e também no Paraguai. Embora com ampla distribuição, segundoo especialista, a espécie é medicinal e ocorre em subpopulações pequenas em áreasde Cerrado vulneráveis, assim sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocimum%20nudicaule","Cerrado"],
    [2313,"LAMIACEAE","Ocimum ovatum","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 1.005.079,7 km², ocorre emtrês Estados no Brasil e também no Paraguai. Espécie de ampla distribuição, masas coletas são muito antigas, assim sugerimos atualização dos registros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocimum%20ovatum","Cerrado"],
    [2314,"LAMIACEAE","Salvia congestiflora","Epling","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é um arbusto que ocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 35.832 km² e menos de 10 situações de ameaça. As subpopulações da espécie estão em regiões com presença de espécies invasoras e grande parte da vegetação original foi transformada em campos para agricultura e pastagem. A espécie possui coletas recentes e esforços de pesquisa devem ser direcionados à espécie, a fim de verificar se as ameaças incidentes na região de ocorrência da espécie estão afetando as subpopulações existentes.","2012-10-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salvia%20congestiflora","Mata Atlântica"],
    [2315,"LAURACEAE","Aiouea acarodomatifera","Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nasregiões Sudeste e Sul, com EOO de 183.822 km². Habita a Mata Atlântica e tem sidobastante coletada nos últimos 10 anos, principalmente no Estado de São Paulo. Estápresente em cinco unidades de conservação (SNUC).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20acarodomatifera",""],
    [2316,"LAURACEAE","Aiouea benthamiana","Mez","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre na região norte, nos estados do Amazonas, Pará e possivelmente Acre e Amapá, com EOO de 507,43 km². Pelas informaçõesobtidas, existem poucos exemplares em herbários, tendo sido coletada por Spruceem 1852, no Amazonas e no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapá, em 2004. Está sujeita a três situações de ameaça e, possivelmente, esteja sofrendo com o declínio e perda da qualidade de seu habitat. A espécie foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20benthamiana","Amazônia"],
    [2317,"LAURACEAE","Aiouea bracteata","Kosterm.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é encontrada nos estados de Minas Gerais e São Paulo, com EOO de 11.959,44 km². Arvoreta de até 5 m, de ocorrência em Cerrado e possivelmente Mata Atlântica, sujeita a três situações de ameaça, tendo sido coletada pela última vez há mais de 15 anos. As principais ameaças a sobrevivência da espécie são o avanço daagricultura e pecuária, o que leva à perda e degradação de seu habitat.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20bracteata","Cerrado, Mata Atlântica (Quinet, Baitello, Moraes, 2010)"],
    [2318,"LAURACEAE","Aiouea lehmannii","(O.C.Schmidt) S.S.Renner","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaçãodisponível, a espécie é conhecida por apenas três exemplares de uma mesma coletado Dr. Prance em 1966, provenientes do município de Cruzeiro do Sul, Acre. Possui EOO de 255,90 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A extração daborracha e de madeiras, a agricultura da mandioca e outras atividades agrícolase pastoris, assim como o crescimento urbano, vêm deteriorando o habitat daespécie. Desta forma, A. lehmannii foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20lehmannii","Amazônia"],
    [2319,"LAURACEAE","Aiouea macedoana","Vattimo-Gil","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie só é conhecidapela coleta tipo de 1955. Por falta de dados a avaliação não pode serconduzida.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20macedoana","Cerrado (Quinet, Baitello, Moraes, 2011)."],
    [2320,"LAURACEAE","Aiouea piauhyensis","(Meisn.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados do Piauí, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, com EOO de787.004,8 km². É encontrada no Cerrado, e principalmente nas matas de galeria aolongo dos rios do Planalto Central.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20piauhyensis","Cerrado (Quinet, Baitello, Moraes, 2011)."],
    [2321,"LAURACEAE","Aiouea trinervis","Meisn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nasregiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, com EOO de 4.236.769,6 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20trinervis","Amazônia, Cerrado"],
    [2322,"LAURACEAE","Aniba ferrea","Kubitzki","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaçãodisponível, a espécie é rara, sujeita a três situações deameaça, com ocorrência nos estados do Amazonas e Amapá. Em área monitorada foram encontrados 0,33 a 2 indivíduos porhectare, e em 13 anos de estudo de regeneração apenas dois indivíduos chegarama 15 cmde DAP. Espécie usada na indústria de perfumaria, para a obtenção de óleosessenciais, cuja extração é feita com a derrubada da árvore, levando à reduçãodas subpopulações naturais. Emboracoletado em três áreas protegidas e com EOO de 27.346,01 km², pelo valorde mercado de seus óleos essenciais e pela sua raridade, o louro-ferro éconsiderado Vulnerável (VU).","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20ferrea",""],
    [2323,"LAURACEAE","Aniba heringeri","Vattimo","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nasregiões Centro-Oeste e Sudeste com EOO de 1.710.365,2 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20heringeri","Caatinga, Cerrado"],
    [2324,"LAURACEAE","Aniba intermedia","(Meisn.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaçãodisponível, a espécie habita a Mata Atlântica de altitude no Sul da Bahia, comregistros de coletas em algumas unidades de conservação (SNUC) nesta região, assim como, emMinas Gerais nos Municípios de Caratinga e Marlieria, e no Rio de Janeiro, na Reserva Biológica dePoço das Antas, Silva Jardim. A espécie faz parte da alimentação domico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) e do ouriço-preto(Chaetomys subspinosus) um roedor herbívoro ameaçado de extinção. Os fragmentosremanescentes da Floresta Atlântica da Região Cacaueira da Bahia estão submetidosa forte pressão antrópica, com declínio da sua extensão e qualidade. Esteprocesso também compromete o agroecossistema cacaueiro e a sobrevivência dasespécies arbóreas, bem como a fauna silvestre associada. Embora pelosvalores da EOO e pelo número de locais em situação de ameaça, a espécie não seenquadre na categoria \"Vulnerável\" (VU), uma atenção especial deve ser dada a estaespécie, por sua importância ecológica e pela fragilidade de seu habitat.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20intermedia","Mata Atlântica"],
    [2325,"LAURACEAE","Aniba pedicellata","Kosterm.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaçãodisponível, a espécie é conhecida pelo tipo, coletado em 1922, em Nova Friburgo. Pela insuficiência de dados a avaliação não pode serconduzida.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20pedicellata","Mata Atlântica"],
    [2326,"LAURACEAE","Aniba rosaeodora","Ducke","EN","A2abcd","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Distribuída nos estados do Amapá, Amazonas e Pará, a espécie tem grande valor econômico, pois, das árvores do pau-rosa é extraído o linalol, essência largamente empregada como fixador de perfumes, assim como fragrâncias utilizadas pela indústria de perfumaria nacional e internacional. A produção do óleo essencial é baseada na derrubada da árvore, levando a redução das subpopulações naturais. Desde o início do século passado, o óleo essencial do pau-rosa tem sido usado de modo não sustentável e em larga escala. Através dos dados históricos de extração da espécie estima-se uma redução populacional de 46%. Em 2009, estudos realizados em populações naturais de pau-rosa, em 12 municípios do Amazonas, observaram uma baixa densidade de árvores adultas (1 árvore/5 ha e DAP>10 cm). No início dos anos de 1950, o pau-rosa era amplamente distribuído e facilmente acessível ao longo das margens dos rios. A exploração levou à virtual extinção de subpopulações ao longo das margens dos rios. Na década de 80, o acesso as subpopulações naturais tornou-se progressivamente mais difícil e encontrando-se efetivamente confinadas a um número de áreas no Amazonas central. Hoje, mesmo nestas áreas, árvores com DAP maior que 30 cm só são encontradas a mais de 2 km de distância das margens dos rios. Observa-se também o declínio contínuo de sua extensão de ocorrência e da qualidade de seu habitat pela exploração madeireira, extrativista, a pecuária e a agricultura.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20rosaeodora",""],
    [2327,"LAURACEAE","Aniba santalodora","Ducke","VU","B1ab(iii,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no estadodo Amazonas, com EOO de 7.509,46 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Suspeita-se que esteja ocorrendo contínuo declínio e deterioração da região de ocorrência de A. santalodora causado, principalmente, pela exploraçãomadeireira e extrativista. Além disto, a espécie tem potencial madeireiro e para produção de óleosessenciais, e vem sendo explorada pela empresa Mil Madeiras Itacoatiara, Ltda. Desta forma, estima-se que também esteja ocorrendo declínio no número de indivíduos maduros. Diante disto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU).","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20santalodora","Amazônia"],
    [2328,"LAURACEAE","Beilschmiedia linharensis","Sa.Nishida & van der Werff","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados da Bahia e EspíritoSanto, com EOO de 61.525,8 km². Embora o valor da EOO exceda o limiar devulnerabilidade, a espécie é encontrada em menos de 10 locais em situação deameaça. A espécie merece atenção, apesar de ser encontrada em quatro unidades de conservação (SNUC), pois vem sofrendo deterioração e declínio de seu habitat, pelo desmatamentopara usos madeireiros, e para a expansão das lavouras de café, cacau, epecuária.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Beilschmiedia%20linharensis","Mata Atlântica"],
    [2329,"LAURACEAE","Beilschmiedia rigida","(Mez) Kosterm.","EN","A2c,B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos estado do Rio de Janeiro e, possivelmente, nos estados da Bahia e Espírito Santo, com EOO de 1.208,27 km². Popularmente conhecida como canela-batata,usada para a fabricação de móveis, foi considerada extinta, por não tersido coletada por 50 anos, entre sua descrição em 1932 e a década de 80, quandovoltou a ser encontrada. Em 2009, levantamento realizado em 17 áreas de FlorestaAtlântica Montana, apenas um indivíduo foi registrado. Em Macaé de Cima, Rio de Janeiro, aespécie foi coletada por Glaziou em 1889 e somente em 1988 foi recoletada. A ReservaBiológica de Macaé de Cima, não é regulamentada e sofre pressão antrópica causada principalmente pelo desmatamentopara construção de casas de veraneio, agricultura e pastagem, não garantindo a integridade das subpopulações da espécie.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Beilschmiedia%20rigida","Mata Atlântica (Quinet, Baitello, Moraes, 2011)."],
    [2330,"LAURACEAE","Cinnamomum erythropus","(Nees & Mart.) Kosterm.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no estado de Minas Gerais, com EOO de 2.658,72 km², e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ocorre em solo ferrugíneo, nos Campos Rupestres a 1.300 m. Ambiente este que vem sofrendo fragmentação e degradação, causados pela influência das atividades demineração, fogo e pastoreio. Desta forma, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20erythropus","Cerrado"],
    [2331,"LAURACEAE","Cinnamomum hatschbachii","Vattimo-Gil","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos estados do Paraná e Santa Catarina, com EOO de 7.905,40 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Habita aSerra do Mar entre os dois estados, numa altitude entre 850 e 1.400 m, em Mata Nebular. A Mata Atlântica da região suldo Brasil encontra-se severamente fragmentada e ainda nos dias de hoje sofre com a pressão antrópica, decorrente principalmente das atividades agropecuárias. Desta forma, suspeita-se que a espécie esteja sujeita a declínio em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Foi categorizada como Vulnerável (VU).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [2332,"LAURACEAE","Cinnamomum haussknechtii","(Mez) Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados da Bahia e Minas Gerais, com EOO de 245.817,6 km² em mais de 10locais em situação de ameaça, inclusive em unidade de conservação (SNUC).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20haussknechtii","Cerrado"],
    [2333,"LAURACEAE","Cinnamomum quadrangulum","Kosterm.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no estado de Minas Gerais, com EOO de 9.531,40 km². Na regiãode ocorrência, próxima ao município de Belo Horizonte, os Campos Rupestres sobre Canga vêmsendo eliminados por atividadesmineradoras, e quase a totalidade dos remanescentes pertence a empresas demineração ou são áreas fortemente afetadas pela expansão imobiliária. Apenasuma unidade de conservação em Minas Gerais, o Parque Estadual da Serra do Rola Moça, possuipequenas porções de Campos Rupestres sobre Canga, área insuficiente parapreservar a diversidade deste ambiente peculiar.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20quadrangulum","Cerrado"],
    [2334,"LAURACEAE","Cinnamomum stenophyllum","(Meisn.) Vattimo-Gil","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, com EOO de 150.264,7 km²,em mais de 10 locais em situação de ameaça, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20stenophyllum","Mata Atlântica"],
    [2335,"LAURACEAE","Cinnamomum taubertianum","(Mez & Schwacke) Kosterm.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Com apenas cinco coletas, demais de 20 anos, em três locais em situação de ameaça, supomos que a espécieseja rara e sugerimos que seja mais estudada, para uma possível alteração emsua categoria.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20taubertianum","Cerrado"],
    [2336,"LAURACEAE","Cinnamomum tomentulosum","Kosterm.","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é encontrada naChapada Diamantina, Bahia, e em Minas Gerais, na cadeia do Espinhaço. Com EOOde 38.242 km², próximo ao limiar de vulnerabilidade, em cinco locais em situaçãode ameaça e presente em uma unidade de conservação (SNUC). Sugerimos que estudospopulacionais sejam realizados para uma futura mudança de categoria.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20tomentulosum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2337,"LAURACEAE","Cinnamomum triplinerve","(Ruiz & Pav.) Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuiçãona América Latina, e no Brasil ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste eSul, com EOO de 5.172.649,9 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20triplinerve","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2338,"LAURACEAE","Dicypellium caryophyllaceum","(Mart.) Nees","CR","A2acd,B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos estados doPará e Maranhão, com EOO de 507,64 km² e AOO de 8 km². Conhecido como pau-cravo oucravo-do -maranhão, apreciado por suas propriedades aromáticas e medicinais,foi excessivamente explorado no passado. A casca exportada, e da madeiraextraído o eugenol, usado na indústria de perfumaria e também exportado. Segundo relato de Ducke,em 1938, \"ocorreu uma grande destruição das árvores no período colonial e aspequenas culturas outrora existentes no Pará, desde muito tempo se escassearam\".O cravo-do-maranhão quase foi extinto no estado do Pará, onde era muito frequente.Além do uso na alimentação, na perfumaria e na medicina, a madeira é aromática,amarelada, compacta e resistente, própria para construção civil e naval. Atualmenteforam identificados 21 indivíduos de Dicypelliumcaryophyllaceum  pela equipe quelevantou os impactos ambientais da usina de Belo Monte. A maior concentração deindivíduos já registrada na Amazônia desde o século 18 foi no município deJuruti, com 189 indivíduos. As árvores ficam em uma área ondedeverá haver concessões florestais e pesquisadores sugerem a criação de umaunidade de conservação para proteger a espécie.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicypellium%20caryophyllaceum","Amazônia"],
    [2339,"LAURACEAE","Mezilaurus crassiramea","(Meisn.) Taub. ex Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados doMato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, com EOO de 503.949,8 km². Aprincipal ameaça à espécie é a destruição e degradação da Mata Atlântica e doCerrado, com a abertura de extensas áreas parapastagens, lavouras, principalmente de soja. Embora presente em unidadesde conservação (SNUC), estas são insuficientes pararepresentar e conservar toda a diversidade do Cerrado.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20crassiramea","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2340,"LAURACEAE","Mezilaurus itauba","(Meisn.) Taub. ex Mez","VU","A4cd","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos estados do Pará,Amazonas, Acre, Mato Grosso e, possivelmente, Rondônia e Mato Grosso do Sul.Segundo informação disponível, possui madeira resistente e é uma dasespécies mais exploradas na região norte Amazônica, sendo utilizada paradiversas finalidades. No município de Novo Airão (AM), por exemplo, a espécieera encontrada em abundância nas matas vizinhas à cidade e hoje já é escassa,pois sofre intenso extrativismo para a produção de embarcações. Apesar deamplamente distribuída, o extrativismo e a redução e destruição do habitat desua ocorrência são ameaças potenciais para declínio no número de indivíduos ede subpopulações. Considerando-se que a espécie tenha crescimento lento e um tempo de geração de pelo menos 50 anos, e tendo em vista às ameaças a qual a espécie é submetida, pode-se suspeitar que M. itauba tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 30% nos últimos 150 anos e poderá continuar apresentando declínio se providencias para sua conservação não forem adotadas.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20itauba","Amazônia"],
    [2341,"LAURACEAE","Mezilaurus navalium","(Allemão) Taub. ex Mez","EN","A2cd,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no estado doRio de Janeiro, com EOO de 1.168,55 km² e AOO de 20 km², sendo a única espécie dogênero ocorrendo em Mata Atlântica no sudeste do Brasil. Conhecida portapinhoã, madeira de lei extremamente durável e utilizada naconstrução naval, construção civil, construção de móveis, janelas, ferramentas,assoalho, e boa para tanoaria, substituindo o carvalhoeuropeu. ?Devido à qualidade de sua madeira a espécie é explorada desde o Brasil colônia,quando sua extração levou a uma carta régia, em 1799, em quepermitia o corte dessas árvores sob condição de ser a respectiva madeiravendida aos arsenais, para ser empregada no forro das embarcações.  Além da exploração excessiva da espécie, seuhabitat vem sendo reduzido e degradado há décadas. A espécie tem sido produzida no Viveiro Florestal do Instituto de Florestasda Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Embora ainda existam exemplares na ReservaBiológica do Tinguá, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos e no ParqueEstadual da Pedra Branca, estas três unidades de conservação não asseguram aintegridade dos indivíduos remanescentes. Estima-se também, que tenha ocorrido um declínio populacional de cerca de 50% em um período de 10 anos, associado principalmente a perda de qualidade de habitat, ao declínio de extensão de ocorrência e área de ocupação, e ao potencial de exploração da espécie.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20navalium","Mata Atlântica"],
    [2342,"LAURACEAE","Nectandra angustifolia","(Schrad.) Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informação disponível, aespécie não é endêmica do Brasil, onde ocorre nas regiões Nordeste,Centro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 677.507,7 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20angustifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2343,"LAURACEAE","Nectandra barbellata","Coe-Teix.","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie foi coletada no iníciodo século XX nos arredores do município de São Paulo, hoje áreas muitopopulosas. Existem coletas da década de 80 e 90, já dentro de unidades de conservação, em pequenos remanescentes de Mata Atlântica da região, no Parque Estadual da Serra do Cantareira e noParque Estadual Alberto Loefgren. Neste mesmo período, algumas coletas foram realizadas no estado do Espírito Santo, duas em 1985 e uma em 1993. Estas duas regiões de ocorrência daespécie, hoje são áreas devastadas pela ocupação urbana. Estudos recentes(2010) identificaram dois indivíduos no Parque Estadual da Serra da Cantareira e 10indivíduos na Reserva Florestal de Morro Grande, São Paulo (2006). Sugerimos maisestudos sobre a espécie, tendo em vista a drástica destruição de seu habitat.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20barbellata","Mata Atlântica"],
    [2344,"LAURACEAE","Nectandra cissiflora","Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie tem ampladistribuição, está presente em todas as regiões do Brasil, com EOO de5.693.460 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC). Segundo informaçãodisponível, a espécie vem sendo extraída, de maneira não sustentável, pelo seuvalor madeireiro. Sugerimos análise das subpopulações existentes nos diferentesambientes.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20cissiflora","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2345,"LAURACEAE","Nectandra debilis","Mez","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informação disponível, aespécie é rara, e as poucas coletas existentes são em menos de cinco locais emsituação de ameaça. Sugerimos mais estudos sobre a espécie para uma reavaliaçãoda categoria ora atribuída.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20debilis","Mata Atlântica"],
    [2346,"LAURACEAE","Nectandra embirensis","Coe-Teix.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20embirensis","Amazônia"],
    [2347,"LAURACEAE","Nectandra grandiflora","Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie distribui-se nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio deJaneiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, com EOO de 1.022.246 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20grandiflora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2348,"LAURACEAE","Nectandra grisea","Rohwer","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informação disponível, a espécie está sujeita a duas situações de ameaça, no Rio Purus no estado do Acre e no Rio Japurá no estado do Amazonas, com AOO de 12 km². A Amazônia possui um histórico de desmatamento, além de impactosambientais relacionados ao crescimento urbano, e ocupação e mecanização do solopara agricultura. Esta problemática também atinge a região do Rio Japurá, umdos locais onde a espécie se desenvolve.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20grisea","Amazônia"],
    [2349,"LAURACEAE","Nectandra hihua","(Ruiz & Pav.) Rohwer","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é distribuída pelasregiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste, e Sul até o Paraná, com EOO de 4.401.259,9 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20hihua","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [2350,"LAURACEAE","Nectandra impressa","Mez","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20impressa","Amazônia"],
    [2351,"LAURACEAE","Nectandra japurensis","Nees","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20japurensis","Amazônia"],
    [2352,"LAURACEAE","Nectandra matogrossensis","Coe-Teix.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20matogrossensis","Cerrado"],
    [2353,"LAURACEAE","Nectandra micranthera","Rohwer","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado daBahia, com EOO de 28.482 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. Pela EOO estar  pouco acima dolimiar de vulnerabilidade, por habitar as florestas costeiras e plantações decacau, habitats que vêm sofrendo grande destruição, e pelas coletas serem, a maioria, de mais de 20 anos, sugerimos atenção a esta espécie, com estudos populacionais. ","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20micranthera","Mata Atlântica"],
    [2354,"LAURACEAE","Nectandra paranaensis","Coe-Teix.","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos estados deSão Paulo e Paraná, estando sujeita a duas situações de ameaça. Habita FlorestaOmbrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, ambiente estes que encontram-se altamente degradados nos dois estados. No estado do Paraná, foram desmatas 144 mil hectares de áreas naturais no período de 1985 a 1990. Da mesma forma, o estado de São Paulo também apresenta altíssimas taxas de desmatamento ocasionadas principalmente pela expansão urbana desordenada. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [2355,"LAURACEAE","Nectandra psammophila","Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é encontrada nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro,com EOO de 1.204.538 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20psammophila","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2356,"LAURACEAE","Nectandra spicata","Meisn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20spicata","Mata Atlântica"],
    [2357,"LAURACEAE","Nectandra venulosa","Meisn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20venulosa","Cerrado"],
    [2358,"LAURACEAE","Nectandra warmingii","Meisn.","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados daBahia, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais, com EOO de 450.481,9 km². Segundoinformação disponível, as coletas são antigas, em cerca de 10 locais emsituação de ameaça, alguns deles totalmente modificados nas últimas décadas.Sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20warmingii","Cerrado"],
    [2359,"LAURACEAE","Nectandra weddellii","Meisn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20weddellii","Mata Atlântica"],
    [2360,"LAURACEAE","Ocotea aciphylla","(Nees & Mart.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre em todo o território Brasileiro, com AOO de 808 km². Segundoinformação disponível, a maior ameaça à espécie é seu uso madeireiro, poispossui madeira resistente a insetos e própria para a construção civil. Namedicina é usada como tônico e estomáquico e a casca é utilizada contra o reumatismo.Os índios do Xingu utilizam as folhas para enrolar cigarro usado pelo Pagé emrituais de cura.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20aciphylla","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2361,"LAURACEAE","Ocotea basicordatifolia","Vattimo-Gil","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no estado de São Paulo com EOO de 1.625,18 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, sofre com deterioração e perda de qualidade de habitat. Segundo informação, mesmo as áreas protegidas com ocorrência da espécie estão sujeita a ameaças como invasões de populações marginalizadas,especulação imobiliária, mineração,extrativismo vegetal clandestino, lixões, poluição do solo e chuva ácida. Desta forma, assume-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo da qualidade de seu habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20basicordatifolia","Mata Atlântica"],
    [2362,"LAURACEAE","Ocotea beulahiae","Baitello","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no estado de São Paulo e, possivelmente, Espírito Santo, sujeita a cinco situações de ameaça, com EOO de 3.275,74 km². Segundo informações, a vegetação nativa do estado de São Paulo, representa apenas 13,94% de sua área original. Os ciclos de café e cana-de-açúcar foram intensos no estado e altamente impactantes sobre as áreas naturais. Da mesma forma, a urbanização e crescimento das cidades ainda colaboram para a perda de áreas de vegetação nativa. Assume-se que ainda ocorra declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20beulahiae","Mata Atlântica"],
    [2363,"LAURACEAE","Ocotea beyrichii","(Nees) Mez","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espéciefoi coletada por Glaziou, no município de Alto Macaé em 1891, e somente 100 anos depois, foi recoletadana mesma localidade, no município de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Para o estado de São Paulo existem de quatro registros de ocorrência em uma mesma região. As duas áreas de ocorrênciana Mata Atlântica vêm sofrendo declínio e deterioração, pela especulaçãoimobiliária, agricultura e pastagem.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20beyrichii","Mata Atlântica"],
    [2364,"LAURACEAE","Ocotea bicolor","Vattimo-Gil","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nas Regiões Sudeste e Sul, com EOO de 943.309,9 km², inclusive em unidadesde conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20bicolor","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2365,"LAURACEAE","Ocotea bragai","Coe-Teix.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundoinformação disponível, a espécie está sujeita a duas situações deameaça, com EOO de 2.891,20 km². A Floresta Ombrófila Densa Montana =, dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, ambiente de ocorrência da espécie, vem sofrendo declínio e fragmentação, com o aumento da pressão de desmatamento para a implantação deloteamentos, além da agricultura e pastagem. Assume-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo da qualidade de seu habitat. Desta forma, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20bragai","Mata Atlântica"],
    [2366,"LAURACEAE","Ocotea catharinensis","Mez","VU","A2cd","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro,Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Característica das encostas e toposde morros da Mata Atlântica, a canela-preta, madeira de alta qualidade, vemsendo extraída há várias décadas. Segundo dados disponíveis, estudos realizados nopassado, no estado de Santa Catarina, mostravam que a espécie representava umterço de todo o volume de árvores em um hectare. Á exploração intensa eà expansão das fronteiras agrícolas ocasionou a fragmentação de seu habita e a perda do número deindivíduos e subpopulações. Os fragmentos remanescentes, que podem abrigar subpopulaçõesde O. catharinensis, representam 14,5% da área original. Com a persistência dodesmatamento do domínio fitogeográfico Mata Atlântica, assim como a redução de áreas de Cerrado e, principalmente, Pampa, a fragmentação e a degradação do habitat daespécie continuam se agravando.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [2367,"LAURACEAE","Ocotea confertiflora","(Meisn.) Mez","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie dióica,com poucos e antigos registros de ocorrência, provenientes das planíciescosteiras dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e um registro para o estado de Minas Gerais. Está sujeita a três situações de ameaça, habitando áreas altamente degradadas e impactadas, principalmente devido a especulação imobiliária, cultivos agrícolas e pastagens ocupandograndes áreas, promovendo fragmentação e risco de extinções locais. A espécie foi categorizada como Vulnerável (VU).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20confertiflora","Mata Atlântica"],
    [2368,"LAURACEAE","Ocotea cryptocarpa","Baitello","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieé endêmica do estado do Espírito Santo, com EOO de 197,87 km², sujeita a três situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie (município de Santa Teresa) vem sofrendo com a perda de Mata Atlântica, causada principalmente pela especulação imobiliária e transformação de áreas naturais em áreas de pastagem. Foi registrada a ocorrência da espécie na Estação Biológica de Santa Lúcia. Porém não é reconhecida legalmente. Assume-se que a espécie esteja sofrendo com declínio contínuo da qualidade de seu habitat.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20cryptocarpa","Mata Atlântica"],
    [2369,"LAURACEAE","Ocotea curucutuensis","Baitello","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com EOO de 28.963,5 km². Próximoao limiar de vulnerabilidade e em menos de 10 locais em situação de ameaça, emboraas áreas de ocorrência estejam quase todas inseridas em unidades de conservação (SNUC),estas ainda sofrem forte pressão antrópica, com degradação da floresta nativa.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20curucutuensis","Mata Atlântica"],
    [2370,"LAURACEAE","Ocotea cymbarum","Kunth","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieestá sendo enquadrada nesta categoria, considerando que tem valor de usomedicinal (atividade contra o desenvolvimento do ancilostomídeo humano), naperfumaria é usado o óleo safrol dela extraído, e uso madeireiro, na indústriamoveleira e na construção civil. Segundo informação disponível, a espécie é adaptadaa inundações periódicas, é tolerante ao sombreamento, e a madeira pesada e combaixa taxa de incremento anual é pouco viável para plantio em áreas degradadas,e em áreas naturais deve ser explorada com cautela, pois pode requerer ciclosde cortes mais longos do que 25 anos para garantir sua sustentabilidade. Aexploração intensa pode, em curto prazo, exaurir o estoque de madeira deflorestas inundáveis sem haver tempo suficiente para a recuperação.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20cymbarum","Pampa (Campos Sulinos), Amazônia"],
    [2371,"LAURACEAE","Ocotea daphnifolia","(Meisn.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre entre os Estados da Bahia e Paraná, com EOO de 1.244.429,9 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20daphnifolia","Mata Atlântica"],
    [2372,"LAURACEAE","Ocotea felix","Coe-Teix.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieestá sujeita a menos de cinco situações de ameaça, com EOO de 2.106,12 km². Suasprincipais ameaças são a perda e deterioração do habitat pelo aumento dapressão de desmatamento para a implantação de loteamentos e áreas deagricultura.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20felix","Mata Atlântica"],
    [2373,"LAURACEAE","Ocotea frondosa","(Meisn.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundoinformação disponível, a espécie ocorre em Minas Gerais e SãoPaulo, com coletas recentes em Goiás, com EOO de 415.443 km². As coletasregistradas são antigas, em menos de 10 locais em situação de ameaça, em apenasuma unidade de conservação (SNUC), o Parque Estadual da Cantareira, que sofre pressõesantrópicas, é atravessado por estradas e linhas de transmissão, e as áreas deentorno têm sofrido substituição das florestas pela ocupação humana.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20frondosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2374,"LAURACEAE","Ocotea lancifolia","(Schott) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieé considerada comum e ocorre em diversas regiões do Brasil com EOO de2.469.896,6 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20lancifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2375,"LAURACEAE","Ocotea langsdorffii","(Meisn.) Mez","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécieocorre na Serra do Cipó e na Chapada Diamantina com EOO de 64.623,7 km² e AOO de 116 km². Pelas coletas observadas, a espécie ocorre em cerca de 10 situações de ameaça, sujeitos a deterioração por atividades antrópicas, pastageme fogo, e por este motivo enquadramos a espécie nesta categoria.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20langsdorffii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2376,"LAURACEAE","Ocotea laxa","(Nees) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre entre Minas Gerais e Santa Catarina, com EOO de 1.103.515,5 km². Éconsiderada espécie comum na Mata Atlântica e está presente em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20laxa","Mata Atlântica"],
    [2377,"LAURACEAE","Ocotea lobbii","(Meisn.) Rohwer","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre entre a Bahia e Santa Catarina, com EOO de 766.587,7 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20lobbii","Mata Atlântica"],
    [2378,"LAURACEAE","Ocotea mosenii","Mez","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre no estado de São Paulo, com EOO de 10.379,73 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Segundo informação disponível, a espécie é endêmica das Florestas Ombrófilas e Semideciduais de Terras Baixas e Submontanas, formações bastante deterioradas nasáreas de ocorrência da espécie. Com coletas há mais de 70 anos nos arredores do município deSão Paulo, estima-se que a espécie já não exista nessas áreas. De acordo com os outros registros de ocorrência, a espécie ocorre em apenas uma unidade de conservação.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20mosenii","Mata Atlântica"],
    [2379,"LAURACEAE","Ocotea nectandrifolia","Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre entre Minas Gerais e Santa Catarina, com EOO de 455.338,6 km², e estápresente em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20nectandrifolia","Mata Atlântica"],
    [2380,"LAURACEAE","Ocotea nunesiana","(Vattimo-Gil) Baitello","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre entre os Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina com EOO de131.233,8 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20nunesiana","Mata Atlântica"],
    [2381,"LAURACEAE","Ocotea odorifera","(Vell.) Rohwer","EN","A4d,B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre nas regiões nordeste, sudeste e sul, com AOO de 968 km². Acanela-sassafrás vem sendo muito explorada para a extração do óleo e é apreciada também pela sua madeira de boa qualidade para uso em construção civil. Alémda exploração, a espécie possui fatores de reprodução e dispersão que dificultama sua regeneração natural, como a produção irregular de sementes, dificuldadena germinação devido à oxidação do óleo, grande distanciamento entre árvoresisoladas, diminuição, cada vez maior, dos agentes polinizadores, predação dosfrutos e sementes por roedores, pássaros e insetos, podridão de sementes porfungos e, soma-se a estes fatores, um número cada vez menor de matrizes nafloresta, devido a persistente exploração madeireira.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20odorifera","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2382,"LAURACEAE","Ocotea percoriacea","Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espéciesaxícola, ocorre na Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com EOO de 545.953,4 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20percoriacea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2383,"LAURACEAE","Ocotea polyantha","(Nees & Mart.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorreem Minas Gerais,e nas planícies costeiras do Espírito Santo e Rio de Janeiro, com EOO de161.446 km². O habitat de restinga está sendo rapidamente destruído, ao longo dequase toda a costa brasileira, e por este motivo a espécie foi incluída nestacategoria.","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20polyantha","Mata Atlântica"],
    [2384,"LAURACEAE","Ocotea pomaderroides","(Meisn.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre em Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia, com EOO de 382.966 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-02-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20pomaderroides","Caatinga, Cerrado"],
    [2385,"LAURACEAE","Ocotea porosa","(Nees & Mart.) Barroso","EN","A2cd,B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 660 km². Habita a Floresta Ombrófila Densa Montana e Alto-montana e os Campos Rupestres. Ocorre associadaà Araucaria angustifolia emaglomerados conhecidos por imbuias. Sua madeira é mundialmente apreciada, pelaalta qualidade e beleza, usada na fabricação de móveis e também na construção civil.Foi maciçamente explorada e seu habitat muito reduzido e deteriorado. Estudostêm sido realizados para viabilizar a reprodução e assegurar a regeneração daespécie, que é difícil e lenta. Embora medidas venham sendo tomadas para contera exploração da Imbuia, pelo seu alto valor econômico, a ameaça persiste.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20porosa","Mata Atlântica"],
    [2386,"LAURACEAE","Ocotea puberula","(Rich.) Nees","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie tem ampla distribuição, do México à Argentina. No Brasil ocorre emtodas as regiões, com EOO de 6.879.743 km². Segundo informação disponível, apesarde amplamente distribuídae de crescimentorápido, seus frutos são freqüentemente atacados pelo fungo Botvyoconiepallida Syd, o que reduz a produção de sementes viáveis. Assim, o potencialgenético desta espécie fica comprometido, e o extrativismo pode se tornar uma ameaça,em um futuro próximo.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20puberula","Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga"],
    [2387,"LAURACEAE","Ocotea pulchella","(Nees & Mart.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 2.152.735 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20pulchella","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2388,"LAURACEAE","Ocotea serrana","Coe-Teix.","EN","B1ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre no estado de São Paulo, com EOO de 1.121,45 km², sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocorrência da espécie,próxima a um grande centro urbano, sofre impacto, com a substituição dasflorestas pela ocupação humana, pela passagem de linhas de transmissão,gasoduto e outras atividades que degradam o ambiente.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20serrana","Mata Atlântica"],
    [2389,"LAURACEAE","Ocotea silvestris","Vattimo-Gil","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre nas regiões Sudeste e Sul, com EOO de 652.390 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20silvestris","Mata Atlântica"],
    [2390,"LAURACEAE","Ocotea tabacifolia","(Meisn.) Rohwer","EN","A4c,B2b(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie tem ocorrência disjunta, com AOO de 140 km².Com a perda da cobertura original de Mata Atlântica na região sudeste, restandoapenas 7%, e, com a degradação e perda da vegetação na região norte, onde aespécie também é extraída pela população local, pode-se considerar que esteja Em Perigo (EN).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20tabacifolia","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2391,"LAURACEAE","Ocotea tristis","(Nees & Mart.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie ocorre nas regiões Centro-Oeste,Sudeste e Sul, com EOO de 1.147.403,6 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20tristis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2392,"LAURACEAE","Ocotea vaccinioides","(Meisn.) Mez","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécieocorre nas regiões Sudeste e Sul com EOO de 325.006 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20vaccinioides","Mata Atlântica"],
    [2393,"LAURACEAE","Persea glabra","van der Werff","CR","A3c,B1ab(iii),C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no estado da Bahia, no município de Rio de Contas, com EOO de 53,34 km², sujeita a uma situação de ameaça. Segundo informação disponível, a principalameaça à região de ocorrência da espécie é o desenvolvimento de atividadesagrícolas, para a formação de pastagens e o cultivo de frutas, em geral, estasatividades têm sido realizadas com a utilização de fogo e a extração ilegal demadeira e lenha. Tem sido registrado também o extrativismo ilegal de plantas.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20glabra","Cerrado"],
    [2394,"LAURACEAE","Persea obovata","Nees & Mart.","CR","A4c,B2ab(iii,iv,v),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no estado de São Paulo com AOO de 8 km². Segundo informação disponível, a população da espécie é severamentefragmentada, sendo encontrada no Parque Estadual da Serra doMar, núcleo Curucutu, município de São Paulo, a maior cidade daAmérica do Sul, que já eliminou muito de seus ambientes originais e seucrescimento ainda ameaça o pouco que restou. A região de Curucutu tem um históricode degradação que remonta ao período da atividade carvoeira, especialmente nasdécadas de 1940/1950, com a retirada das árvores e abertura de caminhos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20obovata","Mata Atlântica"],
    [2395,"LAURACEAE","Persea pedunculosa","Meisn.","EN","A4c,B1ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no estado de Minas Gerais com EOOde 4.990,11 km², sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Compoucas coletas na Serra do Curral, sua população é tida como severamente fragmentada. Emboraencontrada no Parque Estadual do Itacolomi, é ameaçada pelos incêndios freqüentesnas épocas secas do ano, e pelo pisoteio e pastagem.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20pedunculosa","Cerrado"],
    [2396,"LAURACEAE","Persea punctata","Meisn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Por falta de dados aavaliação não pode ser realizada.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20punctata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2397,"LAURACEAE","Persea rigida","Nees & Mart.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaçãonão pode ser realizada","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20rigida","Mata Atlântica"],
    [2398,"LAURACEAE","Persea rufotomentosa","Nees & Mart.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Segundo informação disponível, aespécie ocorre no Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio deJaneiro, com EOO de 420.882 km² e AOO de 128 km². Habita os Campos Rupestres, Cerrados, Matas Semidecíduas e Matas Ciliares. A mineração vem modificando abruptamente os complexosrupestres de altitude no Espinhaço. Pelo valor reduzido da AOO e peladeterioração do habitat, a espécie foi enquadrada nesta categoria e sugerimos estudospopulacionais.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20rufotomentosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2399,"LAURACEAE","Persea willdenovii","Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informação disponível, aespécie ocorre na Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e SantaCatarina, com EOO de 827.142 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20willdenovii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2400,"LAURACEAE","Phyllostemonodaphne geminiflora","(Mez) Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados daBahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Existem registros decoleta em São Paulo e no Pará, fazendo com que a EOO seja 1.083.728,6 km². Segundoinformação disponível a espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllostemonodaphne%20geminiflora","Mata Atlântica"],
    [2401,"LAURACEAE","Rhodostemonodaphne capixabensis","Baitello & Coe-Teix.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Aespécie ocorre no sul do estado da Bahia e no Espírito Santo, com AOO de 72 km², sujeita a cercade cinco situações de ameaça. Vivendo sobre solos arenosos na Floresta Costeira de Restinga, habitat totalmente deteriorado há décadas, e que continuasendo destruído e ameaçado por projetos imobiliários. A espécie é considerada rara e mesmo sendo encontrada em três unidades de conservação no estado Espírito Santo, encontra-se Em Perigo (EN) de extinção.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20capixabensis","Mata Atlântica"],
    [2402,"LAURACEAE","Rhodostemonodaphne parvifolia","Madriñán","CR","B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Aespécie ocorre apenas na Reserva Ducke no município de Manaus, com EOO de 24,85 Km², sujeita a uma situação de ameaça. Ocrescimento demográfico e a expansão urbana de Manaus vêm causando alteraçõesambientais como poluição dos igarapés, e perda da biodiversidade das florestasna região, ameaçando as espécies, especialmente as com distribuição restritacomo esta.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20parvifolia","Amazônia"],
    [2403,"LAURACEAE","Rhodostemonodaphne recurva","van der Werff","EN","A3c,B2ab(iii),C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre apenas na Reserva Ducke no município de Manaus, com AOO de 28 km². Ocrescimento demográfico e a expansão urbana de Manaus vêm causando alteraçõesambientais como poluição dos igarapés, e perda da biodiversidade das florestasna região, ameaçando as espécies, especialmente as com distribuição restritacomo esta.   ","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20recurva","Amazônia"],
    [2404,"LAURACEAE","Urbanodendron bahiense","(Meisn.) Rohwer","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécieocorre entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, provavelmente, Bahia, com EOO de14.120,75 km², sujeita a menos de dez situações de ameaça. Ocorre em MataAtlântica, em Floresta Ombrófila Densa Montana e das Terras Baixas,habitat intensamente explorado e deteriorado, e embora presente em unidadesde conservação, a espécie pode ser considerada Vulnerável (VU).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20bahiense","Mata Atlântica"],
    [2405,"LAURACEAE","Urbanodendron macrophyllum","Rohwer","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Por faltade dados a avaliação não pode ser conduzida.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20macrophyllum","Mata Atlântica"],
    [2406,"LAURACEAE","Urbanodendron verrucosum","(Nees) Mez","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécieocorre nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro com EOO de 102.394,7 km²,inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20verrucosum","Mata Atlântica"],
    [2407,"LAURACEAE","Williamodendron cinnamomeum","van der Werff","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespécie é encontrada no estado do Espírito Santo, município de Santa Teresa, somente naReserva Ecológica de Santa Lúcia, com EOO de 45,54 km². Esta unidade de conservaçãopossui vegetação em estágios avançados de sucessão, comindícios de perturbações antrópicas localizadas em áreas de antigas culturasagrícolas. As principais ameaças à reserva são a caça ilegal, asqueimadas, a poluição do rio Timbuí, que corta a estação, e que recebe resíduosde atividades agropecuárias da região e também efluentes urbanos in natura elixo da cidade de Santa Teresa. Sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Williamodendron%20cinnamomeum","Mata Atlântica"],
    [2408,"LECYTHIDACEAE","Allantoma integrifolia","(Ducke) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Allantoma integrifolia é uma espécie até o momento conhecida apenas dos arredores de Manaus. Entretanto, é possível suspeitar que sua distribuição seja mais ampla do que as informações indicam, devido ao baixo esforço de coleta na região. Dessa forma, as informações disponíveis não permitem uma avaliação de risco consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20integrifolia","Amazônia"],
    [2409,"LECYTHIDACEAE","Allantoma kuhlmannii","(Ducke) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20kuhlmannii","Amazônia"],
    [2410,"LECYTHIDACEAE","Allantoma pachyantha","(A.C.Sm.) S.A.Mori et al.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie ocorre em uma região bastante isolada e minimamente afetada pela ação humana. Suspeita-se que a distribuição da espécie seja mais ampla do que se conhece, uma vez que o esforço de coleta no oeste do Amazonas é extremamente baixo.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20pachyantha","Amazônia"],
    [2411,"LECYTHIDACEAE","Allantoma pauciramosa","(W.A.Rodrigues) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de ser conhecida apenas em uma pequena região entre Manaus e Itacoatiara, é possível suspeitar que sua distribuição seja bem mais ampla do que se sabe atualmente. Assim, considera-se que sua distribuição geográfica não é bem conhecida, de forma que as informações disponíveis não são suficientes para uma avaliação de risco.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20pauciramosa","Amazônia"],
    [2412,"LECYTHIDACEAE","Allantoma uaupensis","(Spruce ex O.Berg) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie é conhecida em uma única localidade. Suspeita-se que sua distribuição geográfica seja mais ampla do que se sabe atualmente. Dados insuficientes para avaliação.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20uaupensis","Amazônia"],
    [2413,"LECYTHIDACEAE","Asteranthos brasiliensis","Desf.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição relativamente ampla na Amazônia brasileira, incluindo áreas isoladas e minimamente afetadas pela ação humana.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asteranthos%20brasiliensis","Amazônia"],
    [2414,"LECYTHIDACEAE","Bertholletia excelsa","Bonpl.","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bertholletia excelsa é uma espécie de grande valor comercial, amplamente distribuída e bastante frequente na Amazônia brasileira. Embora seja protegida por lei, B. excelsa sofre com uma forte pressão extrativista devido à coleta de suas sementes para fins industriais e de alimentação, o que já vem restringindo o recrutamento de novos indivíduos em algumas subpopulações. Além disso, a espécie vem sofrendo com um expressivo declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat em boa parte da sua distribuição, devido à expansão de atividades agropecuárias. Suspeita-se que, a despeito da proteção legal, B. excelsa sofra com a exploração madeireira devido ao seu grande porte e tronco colunar, típicos das Lecythidaceae. Assim, considerando as ameaças atuais e potenciais às quais encontra-se submetida, e estimando o tempo de geração da espécie em pelo menos 50 anos, é possível suspeitar que B. excelsa venha a sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 100 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertholletia%20excelsa","Amazônia"],
    [2415,"LECYTHIDACEAE","Cariniana ianeirensis","R.Knuth","EN","A2cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Cariniana ianeirensis é uma árvore de grande porte muito rara, até recentemente conhecida apenas das cercanias do Rio de Janeiro. Coletas recentes ampliaram expressivamente a distribuição geográfica da espécie, mas a mesma ainda é representada por um baixo número de registros, alguns bastante antigos, e todos muito esparsamente distribuídos no território brasileiro. A maioria dos seus locais de ocorrência encontram-se severamente impactados por atividades humanas. Nos municípios de Jussari (BA) e Itaocara (RJ), 98% da cobertura original da Mata Atlântica encontram-se desmatados. Além disso, é possível suspeitar que a espécie tenha sofrido historicamente com a exploração madeireira devido ao seu grande porte e à forma colunar de seu tronco, típico das Lecythidaceae. Considerando seu grande porte, e assumindo que a espécie apresenta crescimento lento, à semelhança de outras espécies do gênero ocorrentes na Mata Atlântica, é possível suspeitar que C. ianeirensis apresente um tempo de geração de pelo menos 70 anos. Assim, levando em conta o conjunto de ameaças às quais a espécie historicamente vêm sendo submetida, é possível suspeitar que C. ianeirensis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 210 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20ianeirensis","Mata Atlântica"],
    [2416,"LECYTHIDACEAE","Cariniana legalis","(Mart.) Kuntze","EN","A2cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Considerada a maior árvore da Mata Atlântica, Cariana legalis é amplamente distribuída no leste do Brasil. Os indivíduos da espécie apresentam tronco tipicamente colunar e podem atingir mais de 30 m de altura e 4 m de diâmetro, formando fustes de grande tamanho que se destacam em meio às árvores do dossel onde ocorrem. Além disso, C. legalis é uma espécie extremamente longeva, com indivíduos que podem atingir mais de 500 anos, e as subpopulações geralmente são compostas de vários indivíduos de grande porte, supostamente muito antigos. Dessa forma, o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 100 anos. Suspeita-se que C. legalis tenha sofrido com a exploração madeireira sistemática ao longos dos últimos séculos, devido à qualidade da sua madeira e ao tronco colunar de grandes dimensões, e que essa exploração ainda ocorra em algumas localidades. Além disso, por ocorrer em grande parte do bioma Mata Atlântica, a espécie vem sofrendo um forte declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuição. Dessa forma, é possível suspeitar que C. legalis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 300 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20legalis","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2417,"LECYTHIDACEAE","Cariniana parvifolia","S.A.Mori et al.","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Cariniana parvifolia é uma espécie com distribuição pontual no estado do Espírito Santo, sendo conhecida apenas no município de Linhares. A EOO é 535,35 km2, e está sujeita a uma situação de ameaça. A espécie vem sofrendo com um forte declínio na extensão e qualidade do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias, notadamente monoculturas de eucalipto e cultivo de cacau em sub-bosque de florestas nativas. Além disso, suspeita-se que C. parvifolia sofra com a exploração madeireira, devido ao seu grande porte e tronco cilíndrico sem raízes tabulares.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20parvifolia","Mata Atlântica"],
    [2418,"LECYTHIDACEAE","Cariniana penduliflora","Prance","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas da localidade-tipo. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20penduliflora","Amazônia"],
    [2419,"LECYTHIDACEAE","Couratari asterotricha","Prance","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Couratari asterotricha é uma espécie endêmica da Mata Atlântica conhecida por poucos registros de herbário. Apresenta distribuição restrita, com uma EOO de 2.664,28 km2, e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. C. asterotricha  está sujeita à perda e degradação de seu habitat em todas as localidades de ocorrência, devido a atividades turísticas, no município de Cabo Frio (RJ), e à expansão de atividades agropecuárias no estado do Espírito Santo. Além disso, suspeita-se que, devido à exploração madeireira, a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20asterotricha","Mata Atlântica"],
    [2420,"LECYTHIDACEAE","Couratari atrovinosa","Prance","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica, distribuída de forma relativamente ampla na Amazônia brasileira.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20atrovinosa","Amazônia"],
    [2421,"LECYTHIDACEAE","Couratari guianensis","Aubl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e bastante frequente na Amazônia brasileira.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20guianensis","Amazônia"],
    [2422,"LECYTHIDACEAE","Couratari longipedicellata","W.A.Rodrigues","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Conhecida apenas de coletas na região de Manaus, principalmente ao longo de estradas. Suspeita-se que sua distribuição seja bem mais ampla do que se sabe atualmente.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20longipedicellata","Amazônia"],
    [2423,"LECYTHIDACEAE","Couratari prancei","W.A.Rodrigues","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas do material-tipo, coletado há mais de 40 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20prancei","Amazônia"],
    [2424,"LECYTHIDACEAE","Couratari pyramidata","(Vell.) Kunth","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Couratari pyramidata é uma árvore de grande porte com distribuição bastante restrita, ocorrendo apenas na Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro. A espécie apresenta uma EOO de 4.477,46 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. C. pyramidata vem sofrendo um declínio contínuo na extensão e qualidade do seu habitat, principalmente nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói/Maricá, devido à expansão urbana fortemente impulsionada pela especulação imobiliária. Devido a isso e ao seu potencial uso madeireiro, é possível suspeitar que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20pyramidata","Mata Atlântica"],
    [2425,"LECYTHIDACEAE","Couratari tauari","O.Berg","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie localmente comum e com distribuição relativamente ampla na Amazônia brasileira.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20tauari","Amazônia"],
    [2426,"LECYTHIDACEAE","Couroupita guianensis","Aubl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída na Amazônia brasileira, sendo particularmente frequente no estado do Acre.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couroupita%20guianensis","Amazônia"],
    [2427,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera alvimii","S.A.Mori","EN","A2cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera alvimii é uma árvore de grande porte endêmica da Mata Atlântica, cuja distribuição em boa parte coincide com alguns dos setores mais severamente desmatados e fragmentados do domínio fitogeográfico. Suspeita-se que a espécie apresente crescimento bastante lento, com os indivíduos levando muitos anos para atingir a maturidade, e também que as subpopulações contenham indivíduos bastantes longevos. Assim, o tempo de geração de E. alvimii é estimado em cerca de 80 anos. Também é possível suspeitar que a espécie historicamente venha sofrendo com a exploração madeireira, devido ao seu tamanho e à forma característica dos troncos de Lecythidaceae, que geralmente produzem fustes grandes. Considerando, portanto, o tempo de geração da espécie e as ameaças às quais ainda encontra-se submetida, é possível suspeitar que E. alvimmi tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 240 anos.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20alvimii","Mata Atlântica"],
    [2428,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera amazoniciformis","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera amazoniciformis é uma espécie conhecida até o momento apenas na região de Manaus. Suspeita-se que sua distribuição seja bem mais ampla do que se sabe atualmente. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20amazoniciformis","Amazônia"],
    [2429,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera atropetiolata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie localmente abundante e amplamente distribuída na Amazônia brasileira.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20atropetiolata","Amazônia"],
    [2430,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera carinata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição relativamente ampla na Amazônia central, incluindo uma vasta região minimamente afetada pela ação humana.","2012-11-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20carinata","Amazônia"],
    [2431,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera compressa","(Vell.) Miers","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera compressa é uma espécie restrita à Mata Atlântica do litoral do estado do Rio de Janeiro. A EOO é de 1.577,86 km², e está sujeita a três situações de ameaça (município de Rio de Janeiro, Niterói/Maricá e Cabo Frio/Búzios). A espécie foi coletada em 1958 no bairro de Jacarepaguá, no município do Rio de Janeiro, o qual atualmente se encontra completamente urbanizado. Devido a isso, é possível suspeitar que E. compressa tenha sido localmente extinta, acarretando declínio na extensão de ocorrência, na área de ocupação e no número de indivíduos maduros. Também se suspeita que o habitat da espécie esteja sofrendo declínio contínuo em extensão e qualidade em todas as localidades de ocorrência, devido à expansão urbana impulsionada pela crescente especulação imobiliária. Recomenda-se a realização de ações de conservação direcionadas a E. compressa, incluindo o levantamento e monitoramento das subpopulações e do tamanho populacional, e a criação de áreas protegidas na Região dos Lagos.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20compressa","Mata Atlântica"],
    [2432,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera cyathiformis","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie localmente abundante, porém no momento conhecida apenas para a região de Manaus. Suspeita-se que sua distribuição seja mais ampla do que se sabe atualmente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20cyathiformis","Amazônia"],
    [2433,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera obversa","(O.Berg) Miers","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera obversa apresenta distribuição ampla na Amazônia brasileira.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20obversa","Amazônia"],
    [2434,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera piresii","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica e amplamente distribuída na Amazônia brasileira.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20piresii","Amazônia"],
    [2435,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera punctata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Embora seja conhecida no Brasil em apenas uma localidade, é possível suspeitar que E. punctata ocorra em toda a extensão entre o Acre e a Amazônia colombiana, região que abriga vastos trechos de florestas minimamente impactadas por atividades humanas.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20punctata","Amazônia"],
    [2436,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera rabeliana","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Suspeita-se que a espécie apresente uma distribuição bem mais ampla do que se conhece atualmente. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rabeliana","Amazônia"],
    [2437,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera rhododendrifolia","(R.Knuth) A.C.Sm.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Suspeita-se que a espécie se distribua de forma mais ampla na Amazônia brasileira do que é indicado pelas informações disponíveis.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rhododendrifolia","Amazônia"],
    [2438,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera rionegrense","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica, ocorre em áreas isoladas e minimamente perturbadas da Amazônia brasileira.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rionegrense","Amazônia"],
    [2439,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera roraimensis","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica, ocorre em uma região extremamente isolada da Amazônia brasileira, na fronteira com a Venezuela.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20roraimensis","Amazônia"],
    [2440,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera subcordata","S.A.Mori","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera subcordata é uma espécie bastante distinta com distribuiçãorestrita à Ilha de Marajó (PA), onde habitat bordas de florestas e savanas.Possui EOO de 506,97 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. E. subcordata vem sofrendo com um declínio contínuo na extensãoe qualidade do seu habitat devido à expansão da pecuária na Ilha de Marajó, queconcentra o maior rebanho de búfalos do Brasil. A criação de unidades deconservação que contemplem os habitats da espécie é uma medida bastantenecessária.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20subcordata","Amazônia"],
    [2441,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera tetrapetala","S.A.Mori","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera tetrapetala é uma espécie com distribuição restrita ao estado da Bahia, onde ocorre próxima ao litoral e na Chapada Diamantina. Possui EOO de 14.461,30 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A espécie é ameaçada pelo desmatamento na maioria dos seus locais de ocorrência. No município de Wenceslau Guimarães, onde E. tetrapetala foi coletada uma única vez há quase 20 anos, cerca de 96% da cobertura original de Mata Atlântica encontram-se desmatados. Devido a isso, é possível suspeitar que a espécie tenha sido localmente extinta, acarretando declínio na extensão de ocorrência, na área de ocupação e no número de subpopulações e de indivíduos maduros.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20tetrapetala","Mata Atlântica"],
    [2442,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera truncata","A.C.Sm.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica e amplamente distribuída na Amazônia brasileira.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20truncata","Amazônia"],
    [2443,"LECYTHIDACEAE","Gustavia acuminata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica, ocorrente em regiões isoladas da Amazônia brasileira, entre o noroeste do Amazonas e Roraima. Suspeita-se que ocorra ao longo de toda a fronteira com a Venezuela.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20acuminata","Amazônia"],
    [2444,"LECYTHIDACEAE","Gustavia erythrocarpa","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas pelo material-tipo. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20erythrocarpa","Amazônia"],
    [2445,"LECYTHIDACEAE","Gustavia longepetiolata","Huber","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie conhecida por apenas uma localidade na Amazônia. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20longepetiolata","Amazônia"],
    [2446,"LECYTHIDACEAE","Lecythis barnebyi","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis barnebyi é conhecida no momento apenas para a região de Manaus, onde foi coletada em beiras de estradas e em algumas poucas áreas onde houve amostragens intensivas da vegetação. Suspeita-que que seja bem mais amplamente distribuída do que as informações disponíveis indicam. Entretanto, o conhecimento limitado sobre a distribuição geográfica de L. barnebyi impede que a espécie seja avaliada de forma consistente quanto ao seu risco de extinção.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20barnebyi","Amazônia"],
    [2447,"LECYTHIDACEAE","Lecythis brancoensis","(R.Knuth) S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis brancoensis é conhecida em apenas duas localidades na Amazônia brasileira. Entretanto, é possível suspeitar que a espécie ocorra em toda a região entre seus dois pontos de ocorrência, o que inclui vastos trechos de florestas minimamente impactadas por atividades humanas.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20brancoensis","Amazônia"],
    [2448,"LECYTHIDACEAE","Lecythis lanceolata","Poir.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, frequente dentro da sua distribuição e contemplada por algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20lanceolata","Mata Atlântica"],
    [2449,"LECYTHIDACEAE","Lecythis lurida","(Miers) S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo ao longo de grande parte da Costa Atlântica e na região amazônica.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20lurida","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2450,"LECYTHIDACEAE","Lecythis parvifructa","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis parvifructa é uma espécie localmente comum, conhecida apenas para os arredores de Manaus. Entretanto, suspeita-se que se distribua de forma mais ampla do que se sabe atualmente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20parvifructa","Amazônia"],
    [2451,"LECYTHIDACEAE","Lecythis prancei","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie localmente abundante. Apesar de ser conhecida apenas para os arredores de Manaus, suspeita-se que sua distribuição seja mais ampla do se sabe atualmente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20prancei","Amazônia"],
    [2452,"LECYTHIDACEAE","Lecythis retusa","Spruce ex O.Berg","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla na Amazônia brasileira.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20retusa","Amazônia"],
    [2453,"LECYTHIDACEAE","Lecythis schomburgkii","O.Berg","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica, com distribuição ampla na Amazônia brasileira.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20schomburgkii","Cerrado, Amazônia"],
    [2454,"LECYTHIDACEAE","Lecythis schwackei","(R.Knuth) S.A.Mori","EN","A2c","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis schwackei é uma espécie raríssima, representada por um baixo número de registros esparsamente distribuídos entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espécie ocorre em Florestas Semidecíduas e Cerrados, ambos habitats gravemente afetados pela ação humana. No município de Campos dos Goytacazes (RJ), no qual a espécie foi coletada há mais de 30 anos, 94% da cobertura original da Mata Atlântica encontram-se desmatados, o que permite suspeitar que L. schwackei tenha sido extinta localmente. Suspeita-se também que a espécie apresente crescimento lento, à semelhança de outras espécies da família Lecythidaceae, o que permite estimar seu tempo de geração em pelo menos 50 anos. Assim, considerando a grave e contínua degradação dos seus habitats, é possível suspeitar que L. schwackei tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 50% nos últimos 150 anos.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20schwackei","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2455,"LECYTHIDACEAE","Lecythis serrata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis serrata é conhecida em apenas duas localidades na Amazônia brasileira. Entretanto, é possível suspeitar que a espécie ocorra em toda a área entre esses dois pontos de ocorrência, o que inclui vastas áreas de florestas minimamente perturbadas pela ação humana.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20serrata","Amazônia"],
    [2456,"LEJEUNEACEAE","Blepharolejeunea securifolia","(Steph.) R.M.Schust.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, e no país ocorre em Floresta Ombrófila apenas no Parque Nacional de Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. Apesar de não haver informação sobre a distribuição das subpopulações, suspeita-se que esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça por apresentar EOO restrita a 273,88 km² e estar sujeita às frequentes queimadas que acometem a região. Recomendam-se mais estudos e coleta para a espécie.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharolejeunea%20securifolia","Mata Atlântica"],
    [2457,"LEJEUNEACEAE","Bromeliophila natans","(Steph.) R.M.Schust.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e da Mata Atlântica, ocorrendo nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Tem AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As três localidades onde foi coletada (municípios de Cananéia, Ubatuba e Mauá), sofrem pressão antrópica causada principalmente pela especulação imobiliária e pelo turismo, responsáveis pelo declínio na AOO e na qualidade do hábitat da espécie. Além disso, suspeita-se que a subpopulação do Estado do Rio de Janeiro esteja extinta, uma vez que, depois de extensivas buscas empreendidas para a espécie, não foi possível reencontrá-la.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromeliophila%20natans","Mata Atlântica"],
    [2458,"LEJEUNEACEAE","Bryopteris diffusa","(Sw.) Nees","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição neotropical e no Brasil é amplamente distribuída.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bryopteris%20diffusa","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2459,"LEJEUNEACEAE","Bryopteris filicina","(Sw.) Nees","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição neotropical e no Brasil é amplamente distribuída.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bryopteris%20filicina","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [2460,"LEJEUNEACEAE","Drepanolejeunea aculeata","Bischl.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e da Mata Atlântica, ocorrendo no Estado de São Paulo e, possivelmente, Rio de Janeiro. Tem EOO de 276,62 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O desmatamento histórico do bioma Mata Atlântica em São Paulo é um fator-chave para a perda da qualidade do hábitat da espécie, assim como para o declínio em sua EOO e AOO. Recomendam-se estudos mais detalhados abordando a distribuição da espécie, que teve sua última coleta no ano de 1922.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drepanolejeunea%20aculeata","Mata Atlântica"],
    [2461,"LEJEUNEACEAE","Leptolejeunea obfuscata","(Spruce) Steph.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptolejeunea%20obfuscata","Amazônia, Cerrado"],
    [2462,"LEJEUNEACEAE","Myriocoleopsis fluviatilis","(Steph.) E.Reiner & Gradst.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é de Floresta Ombrófila Densa do Brasi Brasil, ocorrendo nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Tem EOO de 5.712,06 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Seus municípios de ocorrência, como Iporanga (SP) e Blumenau (SC), apresentam áreas severamente fragmentadas por atividades agrícolas e de pecuária, que impossibilitam a reprodução da espécie, causam declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myriocoleopsis%20fluviatilis","Mata Atlântica"],
    [2463,"LEJEUNEACEAE","Pycnolejeunea papillosa","X.-L. He","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição no Brasil.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pycnolejeunea%20papillosa","Amazônia"],
    [2464,"LEJEUNEACEAE","Verdoornianthus griffinii","Gradst.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verdoornianthus%20griffinii","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2465,"LEJEUNEACEAE","Vitalianthus bischlerianus","(Porto & Grolle) R.M.Schust. & Giancotti","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vitalianthus%20bischlerianus","Mata Atlântica"],
    [2466,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea aurea","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea aurea caracteriza-se por ervasaquáticas ou rupícolas, anuais, hermafroditas, e apresentam síndrome depolinização entomófila. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e MataAtlântica, em Campos Rupestres, Campos de Altitude, áreas pantanosas e margensde córregos, formando pequenos agrupamentos descontínuos, distribuindo-seamplamente pelo território brasileiro, entre 1.300 e 1.500 m de altitude. ApresentaEOO de 824.027,8 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Apesar de seushabitats de ocorrência estarem em constante supressão, não existe uma ameaçadireta que coloque a espécie em risco. Devido a sua distribuição disjunta epontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaçaem avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20aurea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2467,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea filiformis","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea filiformis caracteriza-sepor ervas aquáticas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaçãoentomófila. Não é endêmica do Brasil. Amplamente distribuída, ocorre nos biomasAmazônia, Cerrado e Caatinga, em Campos Úmidos e Campos Rupestres, entre100 e 900 m de altitude. Apresenta EOO de 1.763.680,7 km². Protegida por unidadesde conservação (SNUC). Apesar da fragmentação intensiva que seus habitats vêm sofrendoao longo dos anos, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco deextinção. Bem representada em coleções científicas, inclusive por coletasrecentes. Sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20filiformis","Amazônia, Cerrado, Caatinga"],
    [2468,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea lobata","Fromm","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea lobata se caracteriza por ervas, anuais, hermafroditas, e apresenta polinização provavelmente entomófila. É endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, restrita aos biomas Cerrado e Mata Atlântica, habitando preferencialmente Campos de Altitude e afloramentos rochosos (inselbergues). Tem AOO de 36 km² e encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça: exploração madeireira, prática de monoculturas, pecuária com a consequente invasão de espécies exóticas, reflorestamentos homogêneos e, particularmente no Parque Nacional do Caparaó, os constantes incêndios que acometem a região. Apresenta distribuição restrita e pontual. É pouco representada em coleções científicas. São necessários investimentos em pesquisa científica e maior esforço de coleta nas suas áreas de ocorrência.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20lobata","Mata Atlântica"],
    [2469,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea repens","Benj.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea repens caracteriza-sepor ervas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinização entomófila. Não éendêmica do Brasil. Apesar de sua distribuição disjunta e pontual, sua área deocorrência é extremamente ampla, ocorrendo do Estado do Tocantins até o Paraná,nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, em Savanas úmidas, banhados,campos brejosos, leito de rios e alagados. Apresenta EOO de 1.622.824,1 km².Devido a sua ampla distribuição em território nacional, a diversidade dehabitat onde se desenvolve, estar protegida por unidades de conservação (SNUC), e pornão haver ameaça direta que a coloque em risco de extinção, não encontra-se ameaçada noâmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20repens","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2470,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea violacea","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea violacea caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou rupícolas, anuais,hermafroditas, e apresentam polinização entomófila. Ocorre desde o município dePalmeiras, na região central do Estado da Bahia até a porção sul do Paraná, nosbiomas Mata Atlântica e Cerrado, em Campo Rupestre, Cerrados, áreas alagadas emargens de rios, entre 400 e 2.000 m. Apresenta EOO de 187.133,3 km². Protegidapor unidades de conservação (SNUC). Apesar de seus habitats estarem em constantesupressão, não há uma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20violacea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2471,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia biovularioides","(Kuhlm.) P.Taylor","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utriculariabiovularioides caracteriza-se por ervas aquáticas,anuais, hermafroditas. Endêmica do Brasil. Segundo Forzza et al. (2012) ocorre na Amazônia, Cerrado e Pantanal, nos Estadosdo Amazonas, Mato Grosso e Goiás, porém existe apenas um registro de coleta (H.S.Irwin et al. 32717) para Goiás,próximo a Alto Paraíso, Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, semlocalidade definida. O material tipo da espécie foi perdido, mas faziareferência para o Amazonas. Com os dados disponíveis para a espécie não épossível elaborar uma avaliação de risco confiável.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20biovularioides","Cerrado"],
    [2472,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia erectiflora","A.St.-Hil. & Girard","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utriculariaerectiflora caracteriza-se por ervas aquáticas outerrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentam síndrome de polinizaçãoentomófila. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado e MataAtlântica, distribuindo-se amplamente no Estado de Roraima até Santa Catarina, preferencialmenteem áreas campestres úmidas de Cerrado, e zona litorânea, entre 100 e 800 m dealtura. Apresenta EOO de 4.486.633 km². Protegida por unidades de conservação (SNUC). Devidoa sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmentelevará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20erectiflora","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2473,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia flaccida","A.DC.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia flaccida caracteriza-se por ervas aquáticas ou rupícolas, perenes, e apresentamsíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Estado da Bahia. Ocorre nosbiomas Caatinga e Cerrado, em Campos Rupestres úmidos, nas cercanias do Morrodo Chapéu, Pico das Almas e Jacobina, entre 850 e 1.850 m de altitude. ApresentaAOO de 152 km². Apesar de bem representada em coleções científicas, ampladistribuição na Bahia, e protegidapelas unidades de conservação (SNUC), Parque Nacional da Chapada Diamantina e ParqueEstadual do Morro do Chapéu, encontra-se em constante ameaça devido a intensaatividade agrícola, formação de pastagens, queimadas, extração irregular demadeira e ocupação desordenada de terras, sendo necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de monitorar as subpopulações, certificar a viabilidade populacional eevitar que se torne uma espécie ameaçada em um futuro próximo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20flaccida","Caatinga, Cerrado"],
    [2474,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia foliosa","L.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia foliosa caracteriza-se por ervas aquáticas, flutuantes, perenes, hermafroditas, eapresenta síndrome de polinização entomófila. Ocorre nos biomas Amazônia, MataAtlântica, Caatinga, Pantanal, Cerrado e Campos Sulinos. Amplamente distribuídaem todo o território brasileiro. Apresenta EOO de 5.987.952 km². Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20foliosa","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2475,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia hydrocarpa","Vahl","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia hydrocarpacaracteriza-se por ervas aquáticas, perenes, hermafroditas, e apresentamsíndrome de polinização entomófila. Não é endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasCerrado, Mata Atlântica e Pantanal, em lagoas e corpos d?água, até 700 m dealtitude. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de 841.347,5 km². Protegida por unidade de conservação (SNUC). Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20hydrocarpa","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [2476,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia longifolia","Gardner","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia longifoliacaracteriza-se por ervas, perenes, hermafroditas, e apresentam polinizaçãoentomófila. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e MataAtlântica, distribui-se desde o norte do Estado da Bahia até o litoral sul deSão Paulo, desenvolve-se em Campos Rupestres, Campos de Altitudes, inselberguese em ambientes rochosos úmidos associada à Sphagnum, entre 0 e 1.000 m dealtitude. Apresenta EOO de 494.997 km². Não ameaçada no âmbito nacional. Apresentaampla distribuição, está protegida por unidades de conservação (SNUC), é bemrepresentada em coleções científicas, e não há nenhuma ameaça direta a espécie.Sua distribuição disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20longifolia","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2477,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia nigrescens","Sylvén","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia nigrescens caracteriza-se por ervas aquáticas ou terrícolas,perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinização entomófila.Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, emcampos arenosos úmidos, até 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de1.115.612,9 km². Amplamente distribuída. Não apresenta ameaça direta que possacolocá-la em risco de extinção. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20nigrescens","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2478,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia trichophylla","Spruce ex Oliv.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia trichophylla caracteriza-sepor ervas aquáticas ou terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentamsíndrome de polinização entomófila. Não é endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasAmazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, em áreas pantanosas, entre50-1.400 m de altitude. Apresenta EOO de 4.143.295,7 km². Amplamentedistribuída. Protegida por unidade de conservação (SNUC). Não apresenta ameaça direta que possacolocá-la em risco de extinção. Devido a sua distribuiçãodisjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categoriasde ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20trichophylla","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [2479,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia tridentata","Sylvén","VU","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utriculariatridentata é caracterizada por ervas terrestres, perenes, e apresenta síndrome de polinização provavelmente entomófila. Não é endêmica do Brasil. Ocorre nos Estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Rio de Janeiro e Paraná, em Campos Úmidos, banhados, em beira de regatos e cachoeiras, preferencialmente em áreas alagadas da região Sul do Brasil, entre 1.100 e 2.000 m de altitude. Tem EOO de 8.941,18 km² e seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. É protegida pelo Parque Nacional do Caparaó e Parque Nacional de Itatiaia. Embora pouco representada em coleções científicas, apresenta coletas recentes no Rio Grande do Sul. São necessários investimentos em pesquisa científica e maior esforço de coleta nas áreas de ocorrência da espécie a fim de se certificar a existência de suas subpopulações.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20tridentata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2480,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia warmingii","Kamienski","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia warmingii caracteriza-se por ervasaquáticas e/ou rupícolas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaçãoentomófila. Não endêmica do Brasil. Restrita do bioma Cerrado. Segundo Forzza etal. (2012) ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul eMinas Gerais, porém existem algumas incongruências: não há nenhum registro decoleta da espécie para o Estado de Minas Gerais, os dados de coleta dosexemplares de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão incompletos e comlocalidade de coleta indefinida, e existe ainda um exemplar para São Paulo (M.Kuhlmann s.n.) datado de 1939 coletado no município de Lorena. Devido aincongruências na distribuição geográfica da espécie e a incerteza dos dadosexistentes, necessita-se de investimento em pesquisa científica e esforços de coleta afim de certificar da existência de subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção, para uma avaliação de risco robusta e confiável.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20warmingii","Cerrado"],
    [2481,"LEPIDOZIACEAE","Paracromastigum dusenii","(Steph.) R.M.Schust.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, e no país sua distribuição se limita ao Estado do Rio de Janeiro, tendo sido encontrada em altitudes que variam entre 2.350 e 2.400 m. Tem EOO de 273,94 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando que sua região de ocorrência sofre com as frequentes queimadas, responsáveis pelo declínio na área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paracromastigum%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [2482,"LIMNOCHARITACEAE","Limnocharis laforesti","Griseb.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Limnocharis laforesti não é endêmica do Brasil. Aqui, ocorre amplamente distribuída em ambientes úmidos e alagados, nos Estados do Amapá, Pará, Acre, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foi registrada em diversas fitofisionomias ao longo dos domínios fitogeográficos Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal. Por sua ampla distribuição, em diversas tipologias de vegetação ao longo de quatro grandes domínios fitogeográficos brasileiros, L. laforesti foi considerada como \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Limnocharis%20laforesti","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [2483,"LINACEAE","Cliococca selaginoides","(Lam.) Rogers & Mildner","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. selaginoides é uma herbácea do Sul do Brasil. Apresenta tolerância a grande variação altitudinal, ocorrendo em ambientes abertos como a Restinga e os Campos de Altitude. Embora a espécie esteja ameaçada pela invasão de espécies exóticas e o pastejo, possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cliococca%20selaginoides","Mata Atlântica"],
    [2484,"LINACEAE","Linum carneum","A.St.-Hil.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. carneum é uma herbácea com ocorrência em formações campestres da Mata Atlântica do Sul e Sudeste. Embora a EOO seja grande, as coletas botânicas são bastante antigas, com exceção da mais recente feita em 1991. Não foi obtido informações sobre o tamanho e estrutura populacional, assim a espécie é categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20carneum","Mata Atlântica"],
    [2485,"LINACEAE","Linum erigeroides","A.St.-Hil.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. eringeroides é uma herbácea com ocorrência em formações campestres de três Estados brasileiros, porém são conhecidas poucas coletas botânicas. Foi possível obter informações sobre o habitat da espécie, porém não há informações sobre o tamanho e a estrutura populacional, de modo que a espécie é categorizada como \"Deficiente de dados\".","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20erigeroides","Mata Atlântica"],
    [2486,"LINACEAE","Linum littorale","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. littorale é uma herbácea com ocorrência em formações campestres da Mata Atlântica e Cerrado. Os registros botânicos mostram sua distribuição desde a região Sul até o Sul da Bahia. Assim, a espécie possui EOO superior que 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20littorale","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2487,"LINACEAE","Linum smithii","Mildner","EN","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Linum smithii é uma herbácea da região Sul do Brasil, que se desenvolve em locais úmidos das Formações Campestres. Com um único registro botânico conhecido, a espécie foi considerada rara em avaliação de risco publicada para o Estado de Santa Catarina. Tem EOO de 287,28 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Sua região de ocorrência encontra-se sob forte pressão antrópica, causada especialmente pela atividade agropecuária. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20smithii","Mata Atlântica"],
    [2488,"LINDERNIACEAE","Micranthemum umbrosum","(Walter ex J.F.Gmel.) S.F.Blake","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Micranthemum umbrosum não é endêmica do Brasil, ocorrendo aqui amplamente distribuída (EOO=2.763.794,5 Km²) nos domínios fitogeográficos Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos). Possui registros nos Estados do Pará, Amazonas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Praná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com populações protegidas em unidades de conservação (SNUC) e pela sua ampla distribuição em quatro grandes domínios fitogeográficos brasileiros, M. umbrosum foi considerada nesse momento \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthemum%20umbrosum","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2489,"LOASACEAE","Aosa parviflora","(Schrad. ex DC.) Weigend","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Aosa parviflora é uma espécie ruderal, invasora em diversas regiões do Brasil. Conhecida popularmente como \"cansação\", ocorre com frequência em ambientes degradados, formando populações enormes e dominantes na paisagem, como reporta o especialista M. Bovini para a Ilha das Cagarras, no Rio de Janeiro. Seu aparente diminuto esforço de coleta pode ser atribuído principalmente ao fato de ser uma planta invasora e difícil de ser coletada por ser altamente urticante, com uma ampla distribuição entre os Estados da Bahia e São Paulo, em diversas tipologias vegetacionais, a espécie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aosa%20parviflora","Mata Atlântica"],
    [2490,"LOASACEAE","Aosa uleana","(Urb. & Gilg) Weigend","CR","B2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Aosa uleana é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente dentro dos limites do Parque Nacional de Itatiaia (RJ). A única subpopulação hoje conhecida desta espécie foi reencontrada às margens de uma trilha muito frequentada por turistas, em Floresta Ombrófila Densa a cerca de 1.500 m de altitude, depois de mais de 50 anos sem coleções. De ocorrência extremamente pontual, A. uleana apresenta AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. Mesmo legalmente protegida por uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, a subpopulação da espécie sofre com a proximidade de uma das trilhas mais movimentadas do Parque, estando suscetível ao declínio contínuo na qualidade de seu hábitat. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aosa%20uleana","Mata Atlântica"],
    [2491,"LOASACEAE","Blumenbachia eichleri","Urb.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Blumenbachia eichleri é endêmica do Brasil, com registros em Florestas Ombrófilas Densas e áreas alteradas nos Estados da região Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Aparentemente, não é uma espécie abundante, uma vez que seu último registro de coleta foi feito a cerca de 16 anos, e as fitofisionomias florestais nos estados em que ocorrem estão altamente fragmentadas e descaracterizadas. Contudo, informações de herbário informam que a espécie pode ser encontrada em áreas alteradas, porém com uma baixa frequência. Pelo atual estado de conservação das florestas nos Estados de sua ocorrência, aliada a  escassez de registros recentes, B. eichleri  foi considerada \"Quase Ameaçada\" (NT). Recomenda-se o empreendimento de pesquisas relacionadas a sua distribuição e dinâmica populacional, a fim de se obter dados quantitativos que auxiliem em uma avaliação de risco mais precisa.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blumenbachia%20eichleri","Mata Atlântica"],
    [2492,"LOASACEAE","Blumenbachia scabra","(Miers) Urb.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Blumenbachia scabra ocorre amplamente distribuída nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em Florestas Ombrófilas Densas, Mistas e Formações Campestre, além de ambientes alterados, parece ocorrer em bordas de florestas, ao longo de estradas e clareiras na Floresta Pluvial. Foi considerada \"Extinta\" (EX) em São Paulo, porém isso pode ser atribuído a um baixo esforço de coleta direcionado as espécies desta família, muitas vezes ruderais e altamente urticantes. Subpopulações deste táxon se encontram protegidas por unidade de conservação (SNUC) ao longo de sua distribuição,e a espécie parece formar densos agrupamentos. Por estes motivos, B. scabra foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blumenbachia%20scabra","Mata Atlântica"],
    [2493,"LOGANIACEAE","Spigelia aceifolia","Woodson","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia aceifolia é uma planta herbácea encontrada apenas na região da Serra do Cipó (MG), portanto, com uma distribuição restrita (EOO=3.210,39 km² e AOO=40 km²). Suspeita-se que seja rara, uma vez que, apesar de a serra ser bastante estudada por taxonomistas, há poucos registros da espécie e apenas uma coleta nos últimos 10 anos. O registro da espécie para o município de Diamantina (MG), distante do restante das coletas, indica a suspeita de que S. aceifolia tem uma população severamente fragmentada e, além disso, está ameaçada pelo turismo descontrolado na região da Serra do Cipó. Dessa maneira, S. aceifolia é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20aceifolia","Cerrado"],
    [2494,"LOGANIACEAE","Spigelia amplexicaulis","E.F.Guim. & Fontella","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie herbácea encontrada de maneira disjunta na região de Itatiaia (RJ), e nos Estados do Espírito Santo, Bahia e, possivelmente, São Paulo, com AOO de 28 km². Por ter distribuição disjunta, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada. Além disso, ocorre em áreas que sofrem diversas ameaças, como a alta frequência de incêndios no Parque Nacional de Itatiaia. Tais ameaças poderiam levar ao declínio populacional da espécie até sua extinção, o que é evidenciado pela ausência de coletas nos últimos 20 anos. Dessa maneira, S. amplexicaulis é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20amplexicaulis","Mata Atlântica"],
    [2495,"LOGANIACEAE","Spigelia cipoensis","Zappi","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. cipoensis é uma espécie herbácea endêmica da região da Serra do Cipó (MG), conhecida apenas pela coleta-tipo. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça: o turismo desordenado. Suspeita-se que seja bastante rara, uma vez que foi coletada apenas uma vez e há mais de 20 anos. Dessa maneira, S. cipoensis é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20cipoensis","Cerrado"],
    [2496,"LOGANIACEAE","Spigelia flava","Zappi & Harley","VU","D2","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia flava é uma espécie endêmica da região de Pico das Almas (BA). Está sujeita a uma situação de ameaça: a alta frequência de fogo na região associada a atividades agropecuárias. Dessa maneira, S. flava é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20flava","Caatinga, Cerrado"],
    [2497,"LOGANIACEAE","Spigelia kleinii var. paranaensis","E.F.Guim. & Fontella","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa variedade é endêmica do Estado do Paraná, encontrada em campos associados à Mata Atlântica. Apesar disso, não há registros de ocorrência para a espécie, de maneira que não é possível avaliar seu risco de extinção. Dessa maneira, essa espécie é considerada como \"Deficiente de dados\" (DD). Futuros estudos devem verificar os locais onde a espécie ocorre e seu estado atual de conservação.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20kleinii%20var.%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [2498,"LOGANIACEAE","Spigelia kuhlmannii","E.F.Guim. & Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. kuhlmannii é uma espécie encontrada na Caatinga baiana, com uma distribuição bastante restrita (EOO=1.832,08 km² e AOO=32 km²). Tem uma distribuição disjunta entre os municípios de Senhor do Bonfim e Ruy Barbosa, de maneira que se suspeita que a população seja severamente fragmentada. Além disso, a Caatinga vem sofrendo diversas ameaças, como a perda de hábitat para a agropecuária. Dessa maneira, S. kuhlmannii é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20kuhlmannii","Caatinga"],
    [2499,"LOGANIACEAE","Spigelia lundiana","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia lundiana é uma espécie endêmica da Serra da Piedade (MG), com distribuição bastante restrita (AOO=12 km²). Está sujeita a três situações de ameaça, sendo uma delas a perda de hábitat para a agropecuária. Além de não ter registro em unidades de conservação (SNUC), não é coletada há mais de 20 anos, o que pode evidenciar sua raridade. Dessa maneira, S. lundiana é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20lundiana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2500,"LOGANIACEAE","Spigelia reitzii","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia reitzii é uma espécie herbácea encontrada na Mata Atlântica dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Apesar disso, tem poucas coletas, indicando sua raridade, sua AOO é de 28 km² e sua população é severamente fragmentada. Ademais, ocorre em uma região que sofre intensa pressão antrópica e perda de hábitat. Dessa maneira, S. reitzii é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [2501,"LOGANIACEAE","Spigelia sellowiana","Cham. & Schltdl.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada apenas em Minas Gerais, nas Serras da Canastra e da Serra do Cipó. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante  devido ao grande número de coletas. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20sellowiana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2502,"LOGANIACEAE","Spigelia vestita","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie endêmica da Mata Atlântica do Estado do Paraná, com distribuição bastante restrita (EOO=801,76 km² e AOO=12 km²). Está sujeita a três situações de ameaça, sendo uma delas espécies exóticas invasoras nos Campos de Altitude. Dessa maneira, S. vestita é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20vestita","Mata Atlântica"],
    [2503,"LOGANIACEAE","Strychnos bicolor","Progel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em regiões de maiores altitudes de Cerrado. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20bicolor","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2504,"LOGANIACEAE","Strychnos gardneri","A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, a espécie é amplamente distribuída, sendo encontrada em Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, por ser uma espécie medicinal, novos estudos devem ser feitos para se avaliar o impacto da sobre-exploração em suas subpopulações.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20gardneri","Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2505,"LOGANIACEAE","Strychnos nigricans","Progel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie afrodisíaca amplamente distribuída encontrada em diversos Estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20nigricans","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [2506,"LOGANIACEAE","Strychnos rubiginosa","A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em diversos Estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20rubiginosa","Caatinga, Cerrado"],
    [2507,"LOGANIACEAE","Strychnos trinervis","(Vell.) Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie medicinal amplamente distribuída encontrada na Mata Atlântica e no Cerrado do Nordeste ao Sul do Brasil. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica e ter sofrido redução populacional na Paraíba, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20trinervis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2508,"LYCOPODIACEAE","Huperzia aqualupiana","(Spring) Rothm","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Huperzia aqualupiana não é endêmica do Brasil. Em território nacional, sua ocorrência é restrita (EOO=265,22 km²) às áreas de Floresta Ombrófila Densa do município de Santa Maria do Salto, no Estado de Minas Gerais. A localidade foi considerada como única situação de ameaça. A região sofre com os efeitos da perda e degradação de hábitat que afetam diretamente a sobrevivência da espécie na natureza. Assim, H. aqualupiana foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2013-06-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20aqualupiana","Mata Atlântica"],
    [2509,"LYCOPODIACEAE","Huperzia biformis","(Hook.) Holub","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. biformis é uma pteridófita epífita, encontrada apenas em florestasmontanas, geralmente em locais úmidos. Apesar de ocorrer em áreas que sofremameaças como incêndio e perda de habitat, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC).A espécie possui diversas coletas, o que poderia indicar uma alta densidadeabsoluta. Dessa maneira H. biformis é considerada como uma espécie \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20biformis","Mata Atlântica"],
    [2510,"LYCOPODIACEAE","Huperzia catharinae","(Christ) Holub","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. catharinae é uma pteridófita conhecida apenas pelo material tipo, coletado na Serra do Oratório, Santa Catarina. Atualmente a paisagem da região encontra-se bastante fragmentada pela atividade agropecuária e agricultura. Supõe-se até que a espécie possa estar extinta, de maneira que novos estudos devem ser realizados com o objetivo de se buscar novos registros para espécie. Dessa maneira, H. catharinae é considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20catharinae","Mata Atlântica"],
    [2511,"LYCOPODIACEAE","Huperzia christii","(Silveira) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma pteridófita encontrada em diversos Estados, sempre em locais abertos e úmidos. Dispõe de poucos registros de coleta, de maneira que se suspeita que tenha subpopulações pequenas. Por ocorrer em um ambiente bastante específico, a espécie não somente tem uma AOO restrita (48 km²), como também suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada. Além disso, os Campos de Altitude das Regiões Sul e Sudeste do Brasil são alvos de constantes ameaças. Por exemplo, os campos do Parque Nacional de Itatiaia sofrem constantes incêndios, que podem causar declínio de qualidade do hábitat da espécie. Dessa maneira, H. christii é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20christii","Mata Atlântica"],
    [2512,"LYCOPODIACEAE","Huperzia flexibilis","(Fée) B.Ollg.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma epífita encontrada em diversos pontos próximos ao litoral brasileiro. Apesar de ocorrer em áreas que sofreram e sofrem  intensa pressão antrópica, H. flexibilis é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Seu grande número de coletas poderia indicar que é uma espécie frequente na Mata Atlântica. Dessa maneira, H. flexibilis é considerada como uma espécie \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20flexibilis","Mata Atlântica"],
    [2513,"LYCOPODIACEAE","Huperzia fontinaloides","(Spring) Trevis.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma pteridófita epífita ou rupícola, encontrada em diversas fisionomias florestais, geralmente em altas altitudes. Apesar de ocorrer em uma região que sofre intensa atividade antrópica, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas no Paraná e em Santa Catarina, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações de Minas Gerais e de São Paulo devem ser melhor avaliadas, pois podem ser reprodutivamente isoladas das demais.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20fontinaloides","Mata Atlântica"],
    [2514,"LYCOPODIACEAE","Huperzia hemleri","(Nessel) B. Ollg.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia hemleri é uma espécie endêmica do município de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro, onde há apenas duas coletas sem data, uma das quais realizada em uma unidade de conservação (SNUC). Entretanto, o município onde a espécie ocorre perdeu 75% de suas áreas nativas de Mata Atlântica, que hoje é encontrada em forma de poucos fragmentos. A AOO é 4 km². Dessa maneira, H. hemleri é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20hemleri","Mata Atlântica"],
    [2515,"LYCOPODIACEAE","Huperzia hexasticha","B.Ollg. & P.G.Windisch","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20hexasticha","Mata Atlântica"],
    [2516,"LYCOPODIACEAE","Huperzia itambensis","B. Ollg. & P.G.Windisch","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. itambensis, como o epíteto específico sugere, ocorre nas imediações do Pico do Itambé, na Cadeia do Espinhaço (MG). Tem, portanto, EOO restrita (384,33 km²). Essa região vem sofrendo diversas ameaças, como a especulação imobiliária e o turismo desordenado, configurando declínio da qualidade de hábitat da espécie. H. itambensis está sujeita a quatro situações de ameaça, sugeridas pelo número de subpopulações encontradas. Dessa maneira, H. itambensis é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20itambensis","Mata Atlântica"],
    [2517,"LYCOPODIACEAE","Huperzia martii","(Wawra) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia martii é uma pteridófita rara, encontrada apenas em Ilhéus (BA), Cachoeira do Itapemirim e Castelo (ES) e, possivelmente, Serra do Cipó (MG). Tem uma área de ocupação bastante pequena (AOO=28 km²), que possivelmente reflete sua raridade. Por ocorrer em áreas distantes entre si, suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada. Apesar de estar presente em duas unidades de conservação (SNUC), os demais locais onde a espécie foi registrada sofrem com diversas ameaças, como a perda de hábitat. Dessa maneira, H. martii é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20martii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2518,"LYCOPODIACEAE","Huperzia mollicoma","(Spring) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia mollicoma é encontrada em áreas montanas das regiões Sudeste e Sul do Brasil. Entretanto tem poucas coletas, o que pode refletir sua raridade. Sua AOO é de 28 km². Devido ao fato de as subpopulações estarem distantes entre si, suspeita-se que sejam severamente fragmentadas. Apesar de aparecer em duas unidades de conservação (SNUC), H. mollicoma ocorre em locais que sofrem intensas ameaças, como o turismo desordenado nos Campos de Altitude do Estado do Paraná. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20mollicoma","Mata Atlântica"],
    [2519,"LYCOPODIACEAE","Huperzia mooreana","(Baker) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia mooreana é uma pteridófita que, até 2005, era conhecida apenas dos Campos Rupestres da região da Chapada Diamantina (BA). Entretanto, recentemente, foi coletada em Biritiba Mirim (SP). Novos estudos devem ser feitos para se verificar o estado de conservação dessa subpopulação, uma vez que se suspeita que ela seja isolada geneticamente das subpopulações baianas. Tem AOO de 76 km² e suas subpopulações sofrem com o declínio da qualidade do hábitat, em consequência de queimadas frequentes no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Dessa maneira, H. mooreana é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20mooreana","Mata Atlântica"],
    [2520,"LYCOPODIACEAE","Huperzia nuda","(Nessel) B.Ollg. & P.G.Windisch","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia nuda é uma espécie não endêmica do Brasil, encontrada também nas regiões andinas. No Brasil, ocorre em altitudes superiores a 1.000 m, na região de Itatiaia (RJ, MG), Serra da Bocaina (SP) e Ibitiraquire (PR). Tem poucas coletas, indicando que é rara, e AOO de 28 km². Por ocorrer em altas altitudes, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gênico entre as subpopulações deve ser quase nulo. As áreas de altitude no Sul e no Sudeste do Brasil sofrem com intensas ameaças, como os incêndios frequentes e de origem antrópica e o turismo desordenado, configurando declínio da qualidade do hábitat. Dessa maneira, H. nuda é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20nuda","Mata Atlântica"],
    [2521,"LYCOPODIACEAE","Huperzia quadrifariata","(Bory) Rothm.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie encontrada em diversos municípios da região Sudeste e Sul do Brasil. Suspeita-se que seja uma espécie abundante devido ao seu alto número de coletas. Apesar de ocorrer em locais que sofrem intensa pressão antrópica, a espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, essa pteridófita é considerada \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20quadrifariata","Mata Atlântica"],
    [2522,"LYCOPODIACEAE","Huperzia regnellii","(Maxon) B.Ollg. & P.G.Windisch","CR","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia regnellii é uma pteridófita conhecida apenas por um registro de coleta, feito há mais de 140 anos, na região da Serra de Caldas, município de Caldas (MG). Atualmente, essa serra encontra-se bastante deteriorada, com perda de hábitat e exploração de recursos minerais. A espécie tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. O município de Caldas sofreu perda de hábitat considerável, de maneira que restam menos de 10% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 80% nos últimos seis anos, considerando tempo de geração de dois anos para espécie herbácea. Dessa maneira, H. regnellii é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, devido ao fato de o registro da espécie ser antigo, H. regnellii pode até mesmo estar extinta na natureza. Novos estudos devem ser realizados com o objetivo de encontrá-la na natureza e se avaliar seu estado atual de conservação.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20regnellii","Mata Atlântica"],
    [2523,"LYCOPODIACEAE","Huperzia rubra","(Cham. & Schltdl.) Rothm.","CR","A2b,B2ab(ii,iii,iv,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia rubra é uma pteridófita extremamente rara encontrada em Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Das dez localidades em que a espécie ocorria originalmente, acredita-se que esteja extinta em seis. Atualmente é encontrada apenas no Pico do Inficionado, na região do Pico do Sol (ambos na Serra do Caraça), em um afloramento rochoso da Serra do Batatal e, possivelmente, na Serra de Caldas. Nas três primeiras localidades, as subpopulações são bastante pequenas, e na Serra do Batatal foi encontrado apenas um indivíduo. As maiores ameaças são o turismo desordenado e os incêndios frequentes. Suspeita-se que a redução populacional da espécie tenha sido maior do que 80% nos últimos dez anos (considerando tempo de geração igual a dois anos para espécie herbácea e mínimo de 10 anos recomendado pela IUCN), devido às extinções de seis subpopulações e à baixa densidade daquelas remanescentes. Sua área de ocupação é bastante pequena (AOO=8 km²) e suspeita-se que a população seja severamente fragmentada, uma vez que as subpopulações remanescentes têm baixa densidade e estão distantes entre si. Dessa maneira, H. rubra é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20rubra","Cerrado"],
    [2524,"LYCOPODIACEAE","Huperzia sellowiana","(Herter) B.Ollg.","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia sellowiana é uma pteridófita encontrada em regiões montanas da Serra dos Órgãos (RJ), da Serra do Mar (SP e SC) e, provavelmente, do município de Caldas (MG). Tem EOO de 11.681,97 km². Por ocorrer em área altamente degradada, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada. Os locais de ocorrência da espécie sofreram e sofrem intensa pressão antrópica, como a extração de palmito e incêndios na Serra dos Órgãos. Dessa maneira, H. sellowiana é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20sellowiana","Mata Atlântica"],
    [2525,"LYCOPODIACEAE","Huperzia taxifolia","(Sw.) Trevis.","EN","B2b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia taxifolia é uma pteridófita não endêmica do Brasil. Em território nacional, há registros para Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo. Tem AOO de 52 km². Ocorre em uma região sob intensa pressão antrópica, como a especulação imobiliária, desmatamento e perda de hábitat para a agricultura. Suspeita-se que as subpopulações sejam severamente fragmentadas, uma vez que o fluxo gênico entre elas deve ser dificultado pela perda de hábitat. Dessa maneira, H. taxifolia é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20taxifolia","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2526,"LYCOPODIACEAE","Huperzia treitubensis","(Silveira) B.Ollg.","CR","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia treitubensis é uma espécie terrícola encontrada apenas nas regiões montanas do Estado de Minas Gerais, com registros no Parque Estadual do Ibitipoca e no município de São Tomé das Letras. Tem EOO de 69,11 km². Suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que a região vem sofrendo intensa pressão antrópica, que dificulta o fluxo gênico entre as subpopulações. Dessa maneira, H. treitubensis é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20treitubensis","Mata Atlântica"],
    [2527,"LYCOPODIACEAE","Lycopodiella benjaminiana","P.G.Windisch","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa é uma pteridófita com três subpopulações conhecidas que ocorrem de forma disjunta nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais e, possivelmente, Goiás. Devido à distância entre os registros, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada, dificultando o fluxo gênico entre as subpopulações. Além disso, a espécie é bastante rara no complexo da Chapada dos Guimarães e, pelo baixo número de coletas nas demais localidades, suspeita-se que a população seja rara como um todo. Tem AOO de 12 km² e é encontrada em locais sob intensa pressão antrópica, como o turismo descontrolado. Dessa maneira, L. benjaminiana é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodiella%20benjaminiana","Cerrado"],
    [2528,"LYCOPODIACEAE","Lycopodiella bradei","(Herter) B.øllg.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lycopodiella bradei é uma pteridófita terrícola, encontrada em áreas úmidas de Campos de Altitude do Parque Nacional do Caparaó (ES) e do Parque Nacional do Itatiaia, na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Apesar de ocorrer em unidades de conservação (SNUC), a espécie está sujeita a ameaças, como aumento na frequência de incêndios. Tem AOO de 12 km² e suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que a distância entre as subpopulações dos dois Parques deve dificultar o fluxo gênico entre elas. Dessa maneira, L. bradei é considerada \"Em perigo\" (EN). Suspeita-se que a espécie seja extinta na natureza, uma vez que a última coleta foi feita há 90 anos. Portanto, recomendam-se planos de ação para se verificar se a espécie ainda ocorre na natureza e seu estado atual de conservação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodiella%20bradei","Mata Atlântica"],
    [2529,"LYCOPODIACEAE","Lycopodium jussiaei","Poir.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lycopodium jussiaei é uma pteridófita encontrada apenas em duas localidades: Parque Nacional do Itatiaia, nas divisas entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo e na Estação Ecológica Itapeva, em São Paulo. Suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que a distância entre as duas unidades de conservação (SNUC) deve dificultar o fluxo gênico entre suas subpopulações. Apesar de ocorrer em áreas protegidas, tais unidades de conservação sofrem ameaças como a frequência alta de incêndios no Parque Nacional de Itatiaia. Tem AOO de 12 km², um reflexo do baixo número de coletas e, provavelmente, da baixa densidade populacional da espécie. Dessa maneira, L. jussiaei é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodium%20jussiaei","Mata Atlântica"],
    [2530,"LYTHRACEAE","Cuphea acinifolia","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C.acinifolia é uma herbácea queocorre em três biomas brasileiros. Considerada rara, habita fitofisionomiasdesde Florestas Úmidas a Campos Rupestres. Por ter EOO bastante superior a 20.000 km² a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20acinifolia","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [2531,"LYTHRACEAE","Cuphea adenophylla","T.B.Cavalc.","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea adenophylla é um arbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, com ocorrência em florestas arbustivas dos Campos Rupestres. As duas subpopulações estão representadas por AOO de 8 km². Dessa forma, a espécie é categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Na região da Serra do Cipó, os incêndios são bastante comuns, causando declínio da qualidade do hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20adenophylla","Cerrado"],
    [2532,"LYTHRACEAE","Cuphea aperta","Koehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. aperta é uma herbácea que ocorre nas restingas ao longo da costa atlântica. Possui EOO superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20aperta","Mata Atlântica"],
    [2533,"LYTHRACEAE","Cuphea arenarioides","A.St.-Hil.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea arenarioides é uma herbácea dos Campos Úmidos e Restinga da Mata Atlântica e Cerrado. A espécie vem sendo coletada desde 1983, dados mostram ser uma população pequena e identificam quatro subpopulações isoladas. Os Campos Úmidos e as Restingas são formações vegetacionais bastante vulneráveis às ações antrópicas. Sabendo que os Campos Úmidos são áreas ameaçadas pela atividade agrícola de diversas monoculturas, e que a Restinga sofre pressão da ocupação humana com alteração das paisagens desde o período de colonização, é possível inferir que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça que podem elevá-la à categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20arenarioides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2534,"LYTHRACEAE","Cuphea bahiensis","(Lour.) T.B.Cavalc. & S.A.Graham","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea bahiensis é um subarbusto endêmico do Estado da Bahia, ocorrendo em formações rupestres da Chapada Diamantina. Tem AOO de 64 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). A principal ameaça aos Campos Rupestres da Chapada Diamantina é a incidência de queimadas que declinam a qualidade de seu hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20bahiensis","Caatinga, Cerrado"],
    [2535,"LYTHRACEAE","Cuphea cipoensis","T.B.Cavalc.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea cipoensis é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, com população conhecida na Serra do Cipó. Sabendo que a espécie é pouco frequente, tem EOO de 389,91 km² e AOO de 20 km², e está sujeita a uma situação de ameaça, pode-se categorizá-la como \"Em perigo\" (EN). O fogo é principal ameaça à Serra do Cipó.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20cipoensis","Cerrado"],
    [2536,"LYTHRACEAE","Cuphea cuiabensis","Koehne","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea cuiabensis é um subarbusto endêmico do Estado do Mato Grosso. Tem distribuição restrita à Chapada dos Guimarães e AOO de 12 km², sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Apresenta três subpopulações que estão ameaçadas pelos mesmos fatores, a incidência de queimadas e a expansão da agropecuária, estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que declinam a qualidade do hábitat até mesmo nas áreas protegidas do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20cuiabensis","Cerrado"],
    [2537,"LYTHRACEAE","Cuphea glaziovii","Koehne","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea glaziovii é um arbusto de pequeno porte que ocorre em Florestas Úmidas com presença de afloramentos rochosos da região Sul do Brasil. As três subpopulações conhecidas perfazem AOO de 16 km². As ameaças incidentes, tais como atividade agropecuária e queimadas, sujeitam a espécie a duas situações de ameaça. Sabendo que os municípios Laranjeiras do Sul e Palmital apresentam apenas 5% dos remanescentes de Mata Atlântica e que o Estado de Santa Catarina apresenta 23% de remanescentes florestais, a espécie está ameaçada por declínio de EOO, AOO e qualidade do hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [2538,"LYTHRACEAE","Cuphea linarioides","Cham. & Schltdl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. linarioides é um arbusto que ocorre em Florestas Úmidas Mistas e formações campestres, dentro dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. Possui EOO bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20linarioides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2539,"LYTHRACEAE","Cuphea lindmaniana","Bacig.","EN","B2b(i,ii,iii)c(ii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea lindmaniana é uma herbácea que ocorre nos banhados das formações campestres dos Estados do Paraná e Santa Catarina. Apresenta AOO de 40 km², sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). As atividades agrícolas e pastagens são intensas e causam perda de hábitat, reduzindo a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat. Na região, também é frequente a incidência de queimadas como forma de eliminar a vegetação herbácea, um fator que causa flutuação extrema no número de subpopulações da espécie, reduzindo a área de ocupação e o número de indivíduos maduros.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20lindmaniana","Mata Atlântica"],
    [2540,"LYTHRACEAE","Cuphea lutescens","Koehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. lutescens é um arbusto com ampla distribuição pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km², a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20lutescens","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2541,"LYTHRACEAE","Cuphea melvilla","Lindl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. melvilla é um arbusto com ocorrência pelos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km², a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20melvilla","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2542,"LYTHRACEAE","Cuphea repens","Koehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. repens é uma herbácea com ocorrência pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km², a espécie não está em risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20repens","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2543,"LYTHRACEAE","Cuphea rubro-virens","T.B.Cavalc.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea rubro-virens é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo nos Campos Rupestres associados ao bioma Cerrado. Com população conhecida somente no município de Itacambira, tem EOO de 15,66 km², categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). As ameaças conhecidas para a região da Serra do Espinhaço podem eliminar a única população de C. rubro-virens, visto que as mesmas causam declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20rubro-virens","Cerrado"],
    [2544,"LYTHRACEAE","Cuphea teleandra","Lourteig","CR","B1ab(i,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea teleandra é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, com população conhecida somente no município de Grão Mogol. Tem EOO de 37,03 km², sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). O município de ocorrência apresenta atividades de mineração, agropecuária e queimadas, sendo possível identificar uma situação de ameaça que reduz a extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20teleandra","Caatinga, Cerrado"],
    [2545,"LYTHRACEAE","Diplusodon aggregatifolius","T.B.Cavalc.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon aggregatifolius é uma planta subarbustiva, com distribuição endêmica no Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuição restrita. Considerada rara, tem AOO de 12 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Levando-se em consideração que os registros de ocorrência da espécie foram realizados em beira de estrada, pode-se assumir que D. aggregatifolius esteja sujeita ao declínio em sua EOO, AOO e qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20aggregatifolius","Cerrado"],
    [2546,"LYTHRACEAE","Diplusodon argyrophyllus","T.B.Cavalc.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon argyrophyllus é um subarbusto conhecido apenas no Estado da Bahia, em vegetação de Campo Rupestre. Devido à distribuição restrita, a espécie tem EOO de 34 km², sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). As queimadas incidentes na Chapada Diamantina são bastante frequentes e de ampla extensão, identificando uma situação de ameaça às subpopulações conhecidas, o que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20argyrophyllus","Caatinga, Cerrado"],
    [2547,"LYTHRACEAE","Diplusodon ericoides","Lourteig","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon ericoides é um subarbusto endêmico do Estado de Goiás, ocorrendo nos Campos Rupestres. Considerado raro devido à distribuição restrita, tem EOO de 15,20 km², sendo categorizado como \"Criticamente em perigo\" (CR). A monocultura de soja é predominante na região e ocupa grandes extensões, de modo que D. ericoides está sob uma situação de ameaça que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20ericoides","Cerrado"],
    [2548,"LYTHRACEAE","Diplusodon glaziovii","Koehne","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon glaziovii é um subarbusto com ocorrência restrita ao município de Diamantina (MG). Apenas um registro botânico é conhecido para a espécie, apresentando AOO de 4 km², o que a categoriza a espécie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A região da Cadeia do Espinhaço tem como principais ameaças a expansão de áreas urbanas, a invasão de espécies exóticas e a incidência de queimadas. Tais ameaças submetem os Campos Rupestres ao declínio da qualidade do hábitat e identificam uma situação de ameaça à qual a espécie está sujeita.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20glaziovii","Cerrado"],
    [2549,"LYTHRACEAE","Diplusodon gracilis","Koehne","CR","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon gracilis é um subarbusto endêmico do Cerrado do Estado do Tocantins. Tem apenas uma coleta que perfaz AOO de 4 km², categorizando a espécie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A região de ocorrência da espécie apresenta grandes áreas agrícolas destinadas ao plantio de soja e outras monoculturas, sendo, portanto, identificada uma situação de ameaça que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20gracilis","Cerrado"],
    [2550,"LYTHRACEAE","Diplusodon hatschbachii","Lourteig","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon hatschbachii é um subarbusto endêmico do Estado de Goiás, com distribuição muito restrita pelas áreas úmidas do Cerrado. Foi identificada sua ocorrência nos municípios de Alto Paraíso de Goiás e Água Fria de Goiás que, em dois anos (2008 e 2009), apresentaram 2,88 km² e 6,25 km² desmatamento, respectivamente. Sabendo que a espécie tem AOO de 12 km² e que a taxa de desmatamento nos municípios de ocorrência pode levá-la à categoria \"Criticamente em perigo\" ou \"Extinção\", D. hatschbachii é categorizada como \"Vulnerável\" (VU) pelo critério D2.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2551,"LYTHRACEAE","Diplusodon kielmeyeroides","A.St.-Hil.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. kielmeyeroides é um subarbusto com distribuição muito restrita e endêmica de Minas Gerais, porém, existe incerteza taxonômica em relação a uma variedade da espécie que ocorre em Goiás. Os registros botânicos são recentes (15 anos) e não fornecem dados sobre a estrutura e tamanho populacional, de modo que a espécie esta categorizada em \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20kielmeyeroides","Cerrado"],
    [2552,"LYTHRACEAE","Diplusodon minasensis","Lourteig","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon minasensis é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo em vegetação com presença de afloramentos rochosos. Considerada rara, com EOO de 538,67 km² e AOO de 16 km², a espécie é categorizada como \"Em perigo\" (EN). As ameaças incidentes na Cadeia do Espinhaço identificam menos de cinco situações de ameaça, que causam declínio da extensão de ocorrência, a área de ocupação e a qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20minasensis","Cerrado"],
    [2553,"LYTHRACEAE","Diplusodon orbicularis","Koehne","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon orbicularis é um subarbusto endêmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo nos campos da Serra do Cipó. Sabendo que o fogo é uma ameaça histórica à região, é possível identificar uma situação de ameaça a todas as subpopulações, categorizando a espécie como \"Vulnerável\" (VU) pelo critério D2.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20orbicularis","Cerrado"],
    [2554,"LYTHRACEAE","Diplusodon ovatus","Pohl","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon ovatus é um subarbusto com ocorrência nos campos do Cerrado. A espécie tem subpopulações isoladas e AOO de 28 km², sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). A expansão do cultivo de soja e de outras monoculturas é a principal ameaça aos campos do Cerrado. Considerando o isolamento entre as subpopulações, é possível identificar menos de cinco situações de ameaça, que diminuem a extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20ovatus","Cerrado"],
    [2555,"LYTHRACEAE","Diplusodon panniculatus","Koehne","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon panniculatus é um subarbusto raro e endêmico do Estado de Goiás. Tem EOO restrita de 18,33 km², sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Tem distribuição restrita ao município de Cristalina, onde a expansão do cultivo de soja é a principal ameaça à espécie, causando diminuição da extensão de ocorrência, da área de ocupação e da qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20panniculatus","Cerrado"],
    [2556,"LYTHRACEAE","Diplusodon retroimbricatus","Koehne","CR","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon retroimbricatus é um subarbusto endêmico do Estado de Goiás, ocorrendo nos campos associados ao bioma Cerrado. As coletas botânicas indicam AOO de 4 km², categorizando a espécie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A única população conhecida identifica uma situação de ameaça no município de Formosa que, devido ao desmatamento, apresenta declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação e da qualidade do hábitat. A subpopulação do município de Cavalcante está inserida em uma unidade de conservação (SNUC), não representando uma situação de ameaça.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20retroimbricatus","Cerrado"],
    [2557,"LYTHRACEAE","Diplusodon vidalii","Lourteig","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. vidalii é um subarbusto endêmico de Minas Gerais, ocorrendo em diversas fitofisionomias do Cerrado. A população da espécie é conhecida somente por uma localidade e os dados disponíveis não apresentam informações quanto a estrutura, tamanho e tendência populacional, sendo categorizada em \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20vidalii","Cerrado"],
    [2558,"LYTHRACEAE","Diplusodon villosissimus","Pohl","VU","B2ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon villosissimus é um subarbusto com ocorrência nos Estados de São Paulo e Minas Gerais. Tem AOO de 52 km², e está sujeita a menos de 10 situações de ameaças, sendo categorizada como \"Vulnerável\" (VU). No interior de São Paulo e na porção sul de Minas Gerais, o desmatamento é praticado para destinar grandes áreas ao plantio de diversas culturas, sendo a atividade agrícola um fator que diminui a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20villosissimus","Cerrado, Caatinga"],
    [2559,"LYTHRACEAE","Lafoensia nummularifolia","A.St.-Hil.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Lafoensia nummularifolia é um subarbusto que ocorre em formações campestres da Mata Atlântica e Cerrado dos Estados de São Paulo e Paraná. Tem EOO de 8.686,92 km², sendo categorizada como \"Vulnerável\" (VU). Na região em que a espécie ocorre, a agropecuária é extensiva e elimina a vegetação campestre para o cultivo de monoculturas e pastagem. Considerando que as subpopulações em áreas protegidas (SNUC) devem estar sob ameaças distintas das demais subpopulações, é possível identificar menos de 10 situações de ameaça que declinam a extensão de ocorrência e área de ocupação da espécie. Ademais, tais ameaças somadas à presença de espécies exóticas são fatores que também declinam a qualidade do hábitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20nummularifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2560,"LYTHRACEAE","Lafoensia pacari","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. pacari é uma árvore que ocorre em quatro biomas brasileiros, sempre em formações florestais. A EOO da espécie é bastante superior a 20.000 km², sendo considerada sem risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20pacari","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Amazônia"],
    [2561,"LYTHRACEAE","Lafoensia vandelliana subsp. replicata","(Pohl) Lourteig","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. vandelliana é uma planta arbustiva ou arbórea. As coletas botânicas disponíveis indicam uma ampla distribuição por quatro biomas brasileiros, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal. No entanto, a espécie já foi considerada \"Vulnerável\" (VU) pela Lista de Espécies Ameaçadas da IUCN e endêmica do Pará, o que não confere com os dados disponíveis. Desse modo, existe incerteza quanto a real distribuição da espécie, sendo categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20vandelliana%20subsp.%20replicata","Amazônia"],
    [2562,"LYTHRACEAE","Physocalymma scaberrimum","Pohl","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. scaberrimum é uma árvore com distribuição em dois biomas brasileiros bastante extensos. A EOO da espécie é superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalymma%20scaberrimum","Amazônia, Cerrado"],
    [2563,"MAGNOLIACEAE","Magnolia ovata","(A.St.-Hil.) Spreng.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. ovata é uma árvore com distribuição pelas florestas paludosas do Cerrado e Mata Atlântica. Possui EOO bastante superior a 20.000 km² e são conhecidas subpopulações em áreas de proteção integral, assim, a espécie não esta em risco de extinção.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magnolia%20ovata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2564,"MALPIGHIACEAE","Aspicarpa harleyi","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Aspicarpa harleyi é uma espécie amplamente distribuídano estado da Bahia, com EOO acima de 128.000 km². Na atualfase do conhecimento não enquadra-se nas categorias instituídas para os níveisde ameaça de extinção, porém as subpopulações conhecidas apresentam númeroinferior a 50 indivíduos e os empreendimentos de mineradoras em suas áreas deocorrência representam um grande potencial de ameaça para esta espécie. Muitos dos pontos de coleta são datados dos anos 70, do século XXI, com poucas coletas mais recentes. Necessita de maior avaliação da área de extensão com informações de ocorrência recente nessas áreas, para confirmar a redução populacional total. Emvirtude disso foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspicarpa%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [2565,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis andersonii","B.Gates","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis andersonii apresenta forma de vida subarbustiva, podendo atingir até dois metros de altura. A espécie é endêmica da porção sul da Serra do Espinhaço (MG), com EOO de 7.591,20 km². O histórico de mineração de ouro no município de Diamantina data do final do século XVII. Além disso, os incêndios são regulares nas áreas de ocorrência das subpopulações da espécie. Coletas botânicas são, na grande maioria, antigas, com apenas um registro de 2003. Estima-se que esteja ocorrendo um declínio contínuo em extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. B. andersonii foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20andersonii","Cerrado"],
    [2566,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis basifixa","B.Gates","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis basifixa ocorre de forma fragmentada em Floresta Ombrófila Densa nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Tem EOO de 6.689,24 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaças. A espécie é representada por coleções antigas das regiões serranas dos dois Estados. Suspeita-se que algumas subpopulações da espécie tenham se extinguido por ocorrerem em áreas que hoje estão urbanizadas. Estima-se que a espécie ainda enfrente um declínio contínuo em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat, principalmente por ocorrer em ambientes antropizados. B. basifixa foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20basifixa","Mata Atlântica"],
    [2567,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis cipoensis","B.Gates","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis cipoensis apresenta AOO de 52 km² e ocorre em áreas com grande incidência de fogo. A espécie está sujeita a duas situações de ameaças, estimando-se que esteja ocorrendo declínio contínuo de sua área de ocupação, do número de subpopulações e perda da qualidade do hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20cipoensis","Cerrado"],
    [2568,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis hatschbachii","B.Gates","EN","B1ab(i,ii,iii)c(ii,iv)+2ab(i,ii,iii)c(ii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie subarbustiva endêmica do Estado de Goiás, encontrada em campos rochosos da Chapada dos Veadeiros. B. hatschbachii é dependente de ambientes florestados para manter suas subpopulações, com EOO de 1.573,14 km² e AOO de 36 km². O histórico de exploração mineral na sua área de ocorrência data do século XVIII. O município de Cavalcante sempre atraiu exploradores por ter uma mina imensa de ouro. Além disso, incêndios são comuns no Parque Nacional dos Veadeiros. Em 2010, o fogo consumiu aproximadamente 50% da área total do Parque. Dessa forma, conclui-se que a espécie venha sofrendo com o declínio em sua extensão de ocorrência e área de ocupação, assim como em qualidade de hábitat. Suspeita-se que o fogo influencie a dinâmica das subpopulações, causando uma flutuação extrema no número de indivíduos maduros presentes nessas subpopulações. Portanto, B. hatschbachii foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2569,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis hirsuta","B.Gates","EN","B1ab(i,ii,iii)c(ii,iv)+2ab(i,ii,iii)c(ii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie arbustiva endêmica do Estado de Goiás, encontrada em encostas rochosas de Campos Rupestres da Chapada dos Veadeiros. Banisteriopsis hirsuta é dependente de ambientes florestados para manter suas subpopulações. Tem EOO de 626,62 km² e AOO de 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaças. Em 2010, o fogo consumiu aproximadamente 50% da área total do Parque Nacional dos Veadeiros. Pode-se inferir que a espécie sofra flutuações extremas em sua área de ocupação e no número de indivíduos maduros de suas subpopulações. Da mesma forma, suspeita-se que a espécie sofra com o declínio contínuo em sua extensão de ocorrência e área de ocupação, assim como em qualidade de hábitat. B. hirsuta foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20hirsuta","Cerrado"],
    [2570,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis magdalenensis","B.Gates","EN","B1ab(i,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis magdalenensis é uma espécie endêmica da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, no município de Santa Maria Madalena. Apresenta EOO de 536,37 km² e as últimas coletas desta espécie datam da década de 1930. O ambiente restrito e a acelerada redução da Mata Atlântica nessa região são fatores que caracterizam a ameaça e a categorização da espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20magdalenensis","Mata Atlântica"],
    [2571,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis parviflora","(A.Juss.) B.Gates","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. parviflora é uma liana que se distribui pelos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e, possivelmente, Bahia em Floresta Ombrófila Densa. Esta fitofisionomia está associada ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica, que vem desaparecendo ao longo dos anos. Os remanescentes de Mata Atlântica para os Estados de distribuição da espécie eram até 2010: Rio de Janeiro (20%), São Paulo (15%), Paraná (10%). A especulação imobiliária e o crescimento urbano são os principais responsáveis pela perda deste domínio. A espécie apresenta EOO de 31.407 Km². No entanto, com a perda de habitat a espécie pode vir a apresentar algum grau de risco de extinção em um futuro breve. Desta forma, B. parviflora foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20parviflora","Mata Atlântica"],
    [2572,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis pseudojanusia","(Nied.) B.Gates","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis pseudojanusia é uma espécie conhecida apenas por uma coleta proveniente do município de São Mateus do Sul e outra do município de Turma, ambos no Estado do Paraná. A espécie ocorre exclusivamente em Floresta Ombrófila Densa, associada ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. A perda de Mata Atlântica no Estado do Paraná chega a aproximadamente 90%. Hoje em dia, a atividade econômica do município de São Mateus do Sul baseia-se numa agricultura moderna e diversificada, na pecuária, na produção e industrialização de erva-mate e madeira, na cerâmica e na industrialização do xisto, que gera insumos energéticos (gás, óleo, nafta, enxofre) e subprodutos de larga aplicação nos ramos químicos da construção civil e de fertilizantes. A espécie está sujeita a uma situação de ameaça, apresentando AOO de 4 km². Estima-se que ocorra um declínio contínuo da área de ocupação e da qualidade do hábitat da espécie. B. pseudojanusia foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar possivelmente extinta na natureza.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20pseudojanusia","Mata Atlântica"],
    [2573,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis salicifolia","(DC.) B.Gates","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. salicifolia foi considerada \"Possivelmente Extinta\" (PE) na lista de Minas Gerais de 1997. No entanto, a espécie foi recoletada em 2004 no Parque Estadual do Brigadeiro. O material disponível para avaliação é insuficiente, tendo em vista as dúvidas quanto à real distribuição da espécie. O especialista não teve acesso à este material e coletas foram invalidadas. A espécie foi considerada \"Deficiente de Dados\" (DD) e sugere-se um revisão do material disponível para a espécie. Da mesma forma, um esforço de procura pela espécie também deve ser prioridade.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20salicifolia","Cerrado"],
    [2574,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis sellowiana","(A.Juss.) B.Gates","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis sellowiana é uma espécie restrita à costa arenosa dos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e, possivelmente, Bahia, embora não tenha coleta registrada neste Estado. Apresenta área de ocupação de 28 km², tendo como principais fatores de ameaça a ocorrência em ambientes já altamente degradados por ação antrópica e redução extrema do ambiente. Além disso, a espécie está sujeita a duas situações de ameaças, sendo categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20sellowiana","Cerrado"],
    [2575,"MALPIGHIACEAE","Barnebya dispar","(Griseb.) W.R.Anderson & B.Gates","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. dispar apresenta forma de vida arbórea, atingindo até 12 m de altura. Se distribui amplamente em EOO de 62.215 Km². A espécie é característica de Floresta Ombrófila Densa associada ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Apresenta centro de distribuição no Estado do Rio de Janeiro e em áreas fortemente impactadas por ações antrópicas, principalmente causadas pela expansão urbana. Além disso, suspeita-se que a espécie esteja associada a menos de 10 situações de ameaça. Devido à este fato, suspeita-se que a espécie esteja \"Quase ameaçada\" (NT), pois as taxas de perda de Mata Atlântica para os Estados de ocorrência da espécie são altas.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barnebya%20dispar","Mata Atlântica"],
    [2576,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia acuminata","Dobson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. acuminata se distribui de forma ampla e disjunta pelos Estados da Bahia, Espírito Santo e Paraná. Apresenta EOO de 271.564 Km², ocorrendo principalmente em Floresta Ombrófila Densa. Seu centro de distribuição é a porção sul do Estado da Bahia, onde ocorre em áreas fortemente impactadas. Essas áreas apresentam forte histórico de cultivo de cacau. Além disso, a especulação imobiliária e o crescimento urbano colaboraram e colaboram muito para a perda de habitat. A espécie foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT) por não ocorrer de forma frequente em unidades de conservação (SNUC). Medidas conservacionistas devem ser tomadas com o intuito de manter a representatividade genética das subpopulações da espécie.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20acuminata","Mata Atlântica"],
    [2577,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia itacarensis","W.R.Anderson","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Bunchosia itacarensis se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva, atingindo não mais do que três metros de altura. A espécie é endêmica de região de Itacaré no Estado da Bahia, tem AOO de 8 km², e está sujeita a uma situação de ameaça. A monocultura de cacau na porção sul da Bahia foi responsável por grande parte da perda de áreas naturais da região. O sistema de cabruca normalmente dizima espécies arbustivas, e apenas espécies arbóreas são poupadas. Além disso, a região de Itacaré sempre sofreu com a intensa especulação imobiliária. A espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) e suspeita-se que esteja possivelmente extinta, tendo em vista a perda extrema de hábitat ao longo dos anos.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20itacarensis","Mata Atlântica"],
    [2578,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia macilenta","Dobson","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Bunchosia macilenta apresenta distribuição ampla (EOO = 87.227,22 km²) e tem preferência por áreas Estacionais e Tabuleiros nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. Essas formações encontram-se bastante reduzidas nos dias atuais, principalmente no Estado da Bahia. Os ambientes de ocorrência da espécie estão severamente fragmentados e as subpopulações da espécie têm sofrido com a perda de hábitat. O Estado do Espírito Santo conta com apenas 11% de remanescentes de Mata Atlântica, o Estado de Minas Gerais 10% e a Bahia 9%. As taxas de perda desse domínio fitogeográfico continuam crescentes. Considera-se que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaças, e suspeita-se que possa ser enquadrada em uma categoria de risco de extinção mais crítica se medidas conservacionistas não forem adotadas. B. macilenta foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20macilenta","Mata Atlântica"],
    [2579,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia maritima","(Vell.) J.F.Macbr.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. maritima é uma espécie de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo principalmente em Floresta Ombrófila Densa e ambientes litorâneos. A espécie apresenta EOO de 541.493 Km² e foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20maritima","Mata Atlântica"],
    [2580,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia pallescens","Skottsb.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída pelos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. B. pallescens apresenta EOO de 925.004 Km² e aparentemente não possui uso. Foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20pallescens","Mata Atlântica"],
    [2581,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia pernambucana","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie descrita recentemente, é conhecida por poucas coleções botânicas. Bunchosia pernambucana ocorre em Caatinga e, possivelmente, Mata Atlântica, nos Estados de Alagoas, Bahia e Pernambuco, com EOO de 2.784,57 km² e AOO de 16 km². A espécie foi registrada em apenas uma unidade de conservação (SNUC), a Reserva Biológica de Serra Negra, que vem sofrendo degradação por falta de fiscalização. Da mesma forma, os remanescentes de Floresta Úmida nos Brejos de Altitude das Serras Negra e Verde são raros. Além disso, a população da espécie encontra-se severamente fragmenta, dificultando a manutenção genética entre as subpopulações. Estima-se que haja declínio contínuo de extensão de ocorrência, área de ocupação e perda da qualidade do hábitat. B. pernambucana foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20pernambucana","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2582,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima alvimii","W.R.Anderson","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima alvimii é uma espécie arbórea, atingindo até 20 metros de altura. Sua população ocorre de forma fragmentada, em Floresta Ombrófila Densa Montana e na Mata Higrófila da região sul da Bahia e norte do Espírito Santo. O sul do Estado da Bahia é conhecido por abrigar as maiores plantações de cacau do Brasil. O sistema de cabruca foi responsável pela perda drástica de vegetação nativa na região. Além disso, árvores nativas sempre foram abatidas em grandes quantidades para a produção de lenha e carvão. A espécie apresenta EOO de 14.336,63 km² e foi considerada \"Vulnerável\" (VU). B. alvimii foi identificada em apenas uma unidade de conservação (SNUC)e está sujeita a duas situações de ameaças. Suspeita-se que o declínio contínuo em extensão de ocorrência e área de ocupação ainda ocorra, assim como a perda da qualidade do hábitat.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20alvimii","Mata Atlântica"],
    [2583,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima bahiana","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie arbórea, com ampla distribuição (EOO=50.351 Km²), nos Estados da região Nordeste e Sudeste. B. bahiana ocorre em Florestas Ombrófilas não-inundáveis e matas de Restinga. Existem registros de coleta botânica da espécie para unidades de conservação (SNUC). No entanto, os ambiente de ocorrência da espécie vêm sofrendo intensa ação antrópica causada, principalmente, pela especulação imobiliária. Subpopulações da espécie são contempladas por unidades de conservação. Porém, as subpopulações que não se encontram protegidas por unidades de conservação estão sujeitas a constante perda de habitat. Desta forma, é importante que a manutenção das subpopulações seja mantida, evitando a perda de representatividade genética de espécie. B. bahiana foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT), podendo estar sob algum grau de ameaça em um futuro próximo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20bahiana","Mata Atlântica"],
    [2584,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima blanchetiana","Miq.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída por vários Estados do Sudeste e Nordeste do Brasil. B. blanchetiana apresenta EOO de 1.173.913 Km², não possui uso e suas subpopulações vêm se mantendo estáveis. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20blanchetiana","Caatinga, Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2585,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima brachybotrya","Nied.","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima brachybotrya se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva, distribuindo-se em áreas de Campo Limpo, Campo Sujo e Campo Rupestre, principalmente no Estado do Paraná (EOO=19.857,85 km²). A espécie vem sendo coletada com frequência, inclusive em unidades de conservação (SNUC). No entanto, as regiões de Savana gramíneo-lenhosa do Estado do Paraná atualmente estão em declínio. O agronegócio e a expansão dos florestamentos com espécies exóticas são as principais causas de perda de hábitat para a espécie. Estima-se que ela ainda sofra perda contínua de sua área de ocupação, extensão de ocorrência e de qualidade do hábitat. A espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20brachybotrya","Cerrado"],
    [2586,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima cacaophila","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. cacaophila se caracteriza por ser uma árvore de grande porte, podendo atingir até 20 metros de altura. A espécie ocorre nos Estados da Bahia e Espírito Santo em Cabrucas e Floresta Estacional Semidecidual. Aparentemente B. cacaophila não apresenta usos e está representada por unidades de conservação (SNUC). No entanto, as taxas de perda de Mata Atlântica nos Estados da Bahia e Espírito Santo são altas, principalmente para o sul do Estado da Bahia, onde o sistema de cabrucas foi implementado a muitos anos atrás. Suspeita-se que a espécie esteja sofrendo com perda de habitat e consequentemente declínio de sua EOO e AOO. A espécie foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT) e se medidas conservacionistas não forem tomadas para frear a perda de habitat, a espécie poderá se encontrar ameaçada em um futuro breve.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20cacaophila","Mata Atlântica"],
    [2587,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima cipoensis","Mamede","EN","B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)c(ii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie subarbustiva característica de Campos Rupestres e endêmica da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 917,81 km², estando susceptível, principalmente, às queimadas regulares que ocorrem na área. Esses eventos são responsáveis pelas flutuações extremas no número de indivíduos maduros das subpopulações em determinados períodos de tempo, provavelmente em uma escala anual. Além disso, no passado, a mineração dizimou grandes áreas nativas da região e, atualmente, o turismo desordenado vem causando fortes impactos ambientais no Parque. Dessa forma, suspeita-se que a espécie esteja enfrentando declínio contínuo em sua área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20cipoensis","Cerrado"],
    [2588,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima coccolobifolia","Kunth","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de apresentar diversos usos, B. coccolobifolia ocorre em inúmeras unidades de conservação (SNUC) e suas subpopulações têm se mantido estáveis ao logo dos anos. A espécie é muito abundante em diversas áreas de ocorrência, ocorrendo com grande frequência. Foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20coccolobifolia","Amazônia, Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2589,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima fonsecae","W.R.Anderson","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima fonsecae se caracteriza por apresentar forma de vida arbórea, atingindo até cinco metros de altura. A espécie é endêmica restrita às Matas Ciliares e aos Campos Rupestres da região da Serra do Cipó, no Estado de Minas Gerais, apresentando AOO de 8 km². As queimadas na Serra do Cipó são regulares e, normalmente, destroem vastas áreas. Além disso, o turismo desordenado vem gerando graves impactos ambientais na região. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com o declínio contínuo de sua área de ocupação e qualidade do hábitat, causados em especial pelos incêndios frequentes. A espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20fonsecae","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2590,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima japurensis","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição pelo território brasileiro. B. japuransis ocorre na Amazônia e Mata Atlântica em diversos estados. Apesar de sua casca ser utilizada para fins medicinais, as subpopulações da espécie encontram-se estáveis. Foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20japurensis","Amazônia, Mata Atlântica (Mamede, 2010)."],
    [2591,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima lanulosa","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima lanulosa é encontrada na Amazônia e, possivelmente, no Cerrado nos Estados de Rondônia e Mato Grosso. As subpopulações da espécie ocorrem de forma disjunta, estando sujeitas a duas situações de ameaças. A espécie apresenta EOO de 1.118,94 km², tendo sido registrada em apenas quatro ocasiões. Estima-se que sua extensão de ocorrência esteja em declínio contínuo, assim como sua área de ocupação e qualidade do hábitat. O município de Reserva do Cabaçal (MT) tem como principal atividade econômica a pecuária de leite e corte, o que configura uma ameaça para as subpopulações dessa localidade. Da mesma forma, no município de Vilhena (RO), a construção de estradas desmatou áreas de mata nativa, causando impactos ambientais e influenciando negativamente essa localidade de ocorrência de subpopulações da espécie. B. lanulosa foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20lanulosa","Amazônia, Cerrado (Mamede, 2010)."],
    [2592,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima macrophylla","(Pers.) W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. macrophylla ocorre de forma ampla, apresentando EOO de 51.143 Km². Também é bem representada por coleções em herbários, tendo sido registrada inclusive para o Parque Nacional da Serra do Cipó. No entanto, a perda de habitat causada, principalmente, pela mineração no centro de ocorrência da espécie, causou impactos irreversíveis sobre as subpopulações da espécie. Suspeita-se que a espécie esteja ameaçada em um futuro breve, se medidas para sua conservação não forem tomadas. A espécie foi considerada \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20macrophylla","Cerrado (Mamede, 2010)."],
    [2593,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima microphylla","A.Juss.","EN","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima microphylla se caracteriza por ser uma espécie arbustiva de ocorrência principalmente em Restingas da região Nordeste do Brasil. Apresenta ampla distribuição, porém sua área de ocupação tem se reduzido drasticamente ao longo dos anos, em especial em função da especulação imobiliária. B. microphylla tem AOO de 116 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaças. A redução extrema de hábitat causada pela expansão urbana nas áreas de restinga habitadas pela espécie contribui para o declínio de área de ocupação e qualidade do hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20microphylla","Caatinga, Mata Atlântica (Mamede, 2010)"],
    [2594,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima morii","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. morri apresenta ampla distribuição (EOO=633.195 km²), com centro de distribuição no Estado da Bahia e registros para os Estados de Minas Gerais, Ceará e Goiás. Apesar da espécie apresentar ampla distribuição e estar representada por inúmeras coleções, acredita-se que suas subpopulações estejam sofrendo principalmente com a perda de habitat causada pela erradicação da vegetação original. Suspeita-se que poderá se encontrar ameaçada em um futuro próximo se providências não forem tomadas para a conservação de sua área de ocorrência e de suas subpopulações. A espécie foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20morii","Caatinga"],
    [2595,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima onishiana","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima onishiana se caracteriza por ser uma espécie subarbustiva endêmica dos Campos Rupestres da Serra do Caraça (MG), em altitudes superiores a 1.050 m. A espécie tem EOO de 1.936,87 km² estando sujeita, principalmente, a queimadas regulares. Além disso, a mineração de ferro no município de Catas Altas foi, e continua sendo, a principal causa de degradação ambiental na área. No município de Santa Bárbara, destaca-se a exploração histórica de ouro. Dessa forma, suspeita-se que a espécie sofra declínio contínuo de sua extensão de ocorrência e área de ocupação. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20onishiana","Cerrado"],
    [2596,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima rigida","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. rigida ocorre amplamente no Brasil central, região Centro-oeste e Sudeste. Muitas subpopulações da espécie são contempladas por unidades de conservação (SNUC). Desta forma a espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20rigida","Cerrado"],
    [2597,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima variabilis","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-oeste. Encontrada em inúmeras unidades de conservação (SNUC). A espécie foi categorizada como \"Menos preocupantes\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20variabilis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Mamede, 2010)"],
    [2598,"MALPIGHIACEAE","Camarea affinis","A.St.-Hil.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que a espécieé de ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20affinis","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2599,"MALPIGHIACEAE","Camarea axillaris","A.St.-Hil.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO (243.110 Km²) e aparentemente suas subpopulações têm se mantido estáveis. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20axillaris","Cerrado"],
    [2600,"MALPIGHIACEAE","Camarea elongata","Mamede","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Camarea elongata é uma espécie bem amostrada em sua área de ocorrência. É endêmica dos Campos Rupestres da região central do Estado da Bahia, com EOO de 16.303,61 km². Na região do Morro do Chapéu, o desmatamento causado por atividades agriculturais e retirada de lenha, as queimadas, a retirada ilegal de areia, a regularização fundiária e a ocupação irregular de terras são os principais conflitos ambientais e devem contribuir para a perda de qualidade de hábitat da espécie. Livramento de Nossa Senhora, além de fazer parte do circuito do ouro, é uma região onde a agropecuária sempre foi uma atividade rentável. Estima-se que a EOO e a AOO estejam em declínio contínuo. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20elongata","Cerrado (Mamede, 2010)."],
    [2601,"MALPIGHIACEAE","Camarea ericoides","A.St.-Hil.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e presente em diversas unidade de conservação (SNUC). A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20ericoides","Cerrado"],
    [2602,"MALPIGHIACEAE","Camarea hirsuta","A.St.-Hil.","LC","","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Camarea hirsuta é um subarbusto que ocorre em ambientes de Campos Rupestres e Cerrados nos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. ?A espécie apresenta EOO de 652.863,2 km² e é abundante em sua área de ocorrência. Portanto, a espécie é \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20hirsuta","Cerrado"],
    [2603,"MALPIGHIACEAE","Camarea humifusa","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Camarea humifusa é uma erva perene de ocorrência restrita em Campos Rupestres do Estado de Goiás e do Distrito Federal. A espécie tem EOO de 2.184,48 km² e está altamente susceptível às queimadas constantes que acontecem em sua área de ocorrência. Além disso, o turismo, o setor agropecuário e a criação de gado para abate são outras atividades antrópicas que podem estar influenciando negativamente na estabilidade das subpopulações da espécie, contribuindo para um declínio contínuo em qualidade do hábitat, extensão de ocorrência e área de ocupação. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20humifusa","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2604,"MALPIGHIACEAE","Camarea linearifolia","A.St.-Hil.","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Camarea linearifolia é uma espécie endêmica restrita de remanescentes de Cerrado no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Goiás. Apresenta AOO de 4 km² e, aparentemente, não ocorre em unidades de conservação (SNUC). Duas coletas realizadas no limite do Parque Nacional de Serra da Canastra e uma na Serra da Mesa são os únicos registros da espécie. Suspeita-se que esteja sofrendo declínio de AOO e EOO causados, especialmente, pela cultura de café e pecuária para produção de queijo em Minas Gerais. Já em Minaçu (GO), as grandes ameaças incidentes sobre subpopulações da espécie são as mineradoras. O amianto vem sendo explorado na região há várias décadas. Dessa forma, estima-se que as subpopulações da espécie estejam sofrendo, também, a perda da qualidade de hábitat, além de se encontrarem severamente fragmentadas. C. linearifolia foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20linearifolia","Cerrado"],
    [2605,"MALPIGHIACEAE","Carolus chlorocarpus","(A.Juss.) W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","C. chlorocarpus apresenta ampla distribuição no Brasil não se enquadrando em categorias de ameaça. Além disso, a espécie é adaptada a ambiente perturbados. Desta forma, a espécie foi categorizada como\"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Carolus%20chlorocarpus","Mata Atlântica (Mamede, 2010)"],
    [2606,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys amplectens","(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. amplectens apresenta ampla EOO (235.327 Km²), ocorrendo em Cerrado nos Estados do Centro-oeste e porção oeste do Estado da Bahia. Suspeita-se que as subpopulações do oeste da Bahia estejam altamente impactadas e vulneráveis, principalmente pelas imensas áreas tomadas pela monocultura da soja. Desta forma, estima-se que a espécie esteja sofrendo com o declínio contínuo de sua AOO e EOO. A espécie pode estar ameaçada em um futuro próximo se medidas conservacionistas não forem tomadas. D. amplectens foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20amplectens","Cerrado"],
    [2607,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys cachimbensis","(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de não apresentar distribuição muito restrita (EOO=50.239 Km²), D. cachimbensis ocorre em áreas que sofrem pressões antrópicas ligadas ao extrativismo mineral, à pecuária pelo sistema de cria, recria e corte e à agricultura perene e de subsistência, como no município de Guarantã do Norte. Suspeita-se que a AOO da espécie, assim como sua EOO, estejam em declínio e, portanto, a especie esteja \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20cachimbensis","Amazônia (Mamede, 2010)"],
    [2608,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys patula","(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. patula ocorre de forma esparsa entre o sul do Estado da Bahia e o norte do Estado do Rio de Janeiro. Apesar de apresentar uma grande EOO (150.911 Km²), a espécie ocorre exclusivamente formações florestais de baixada, associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Os remanescentes de Mata Atlântica nos Estados onde a espécie ocorre são mínimos (Bahia=8,97%, Espírito Santo=11,07% e Rio de Janeiro=19,61%). A principal ameaça incidente sobre as subpopulações estão ligadas a perda de habitat causada pelo crescimento urbano e pela especulação imobiliária que as áreas costeiras estão sujeitas. Desta forma, a espécie foi considerada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20patula","Mata Atlântica (Mamede, 2010)"],
    [2609,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys sepium","(A.Juss.) W.R.Anderson & C.C.Davis","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Diplopterys sepium ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, restrita (EOO=4.912,27 km²) às formações de Mata de Cipó. Essas formações estão reduzidas a 5% de suas áreas naturais e continuam sob enorme pressão, causada, em especial, pelas carvoarias. Além disso, aparentemente as subpopulações da espécie não se encontram em unidades de conservação (SNUC) estaduais ou federais. Estima-se que essas subpopulações estejam sujeitas a essas ações antrópicas e, possivelmente, desaparecendo. Também suspeita-se que a extensão de ocorrência, a área de ocupação e a qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20sepium","Caatinga (Mamede, 2010)."],
    [2610,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys virgultosa","(A.Juss.) W.R.Anderson & C.C.Davis","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. virgultosa apresenta ampla distribuição (EOO=350.825 Km²) no Brasil. A espécie não se enquadra em nenhuma categoria de ameaça. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20virgultosa","Caatinga, Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2611,"MALPIGHIACEAE","Heladena multiflora","(Hook. & Arn.) Nied.","EN","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heladena multiflora apresenta ampla EOO (115.219,12 km²) por ocorrer de forma disjunta nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. No entanto, a espécie tem AOO de 16 km², sendo representada por apenas quatro coleções. Estima-se que registros antigos como, por exemplo, o proveniente do município de Belo Horizonte já não correspondam à real distribuição da espécie. Portanto, pode-se concluir que a área de ocupação vem sofrendo um declínio contínuo. Da mesma forma, as subpopulações da espécie ocorrem de forma muito fragmentada, dificultando a troca genética e, consequentemente, a perpetuação da espécie. H. multiflora foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heladena%20multiflora","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2612,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys admirabilis","Amorim","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys admirabilis é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem restrita EOO (1.304,18 km²). A espécie ocorre em floresta primária e secundária avançada, entre 600 e 900 m de altitude. Vem sendo coletada nos últimos anos até mesmo em unidade de conservação (SNUC). No entanto, apenas 11% das áreas originais de Mata Atlântica do Estado ainda existem e o município de Santa Teresa apresenta cerca de 20% de remanescentes do bioma. Estima-se que as taxas de desmatamento continuam ascendentes e, portanto, a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat da espécie encontram-se em declínio contínuo. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20admirabilis","Mata Atlântica (Amorim, 2010)."],
    [2613,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys aliciae","W.R.Anderson","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys aliciae é uma liana endêmica da região oeste do Estado da Bahia. A espécie tem AOO de 8 km², estando sujeita a uma situação de ameaça. A perda e a degradação do hábitat configuram ameaças para a estabilidade de suas subpopulações. Além disso, a expansão agrícola, principalmente da soja, na região oeste da Bahia tem devastado imensas áreas de Cerrado.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20aliciae","Cerrado (Amorim, 2010)"],
    [2614,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys alternifolia","W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. alternifolia se distribui pelos Estados da Bahia e Espírito Santo, apresentando ampla EOO (54.943 Km²). A espécie tem sido coletada recentemente em unidades de conservação (SNUC). Os critério e categorias não são aplicáveis à espécie.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20alternifolia","Mata Atlântica"],
    [2615,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys bahiensis","Nied.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Após sua descrição, Heteropterys bahiensis não foi recoletada por mais de 160 anos, até recentemente. O material-tipo é proveniente do Estado da Bahia, porém a espécie tem sido encontrada apenas no Estado do Espírito Santo. H. bahiensis apresenta AOO de 8 km², estando sujeita a uma situação de ameaça. Ocorre em Floresta Ombrófila Densa Montana, Floresta Ombrófila sob Tabuleiro e Floresta Estacional Semidecidual onde cresce no sub-bosque, preferencialmente em áreas próximas a córregos e rios. A Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo foi reduzida a aproximadamente 11% de sua área original e as taxas de redução continuam crescentes. Dessa forma, suspeita-se que a espécie esteja sujeita ao declínio contínuo de sua área de ocupação, qualidade de hábitat e também no número de subpopulações. A espécie foi categorizada como \"Criticamente ameaçada\" (CR).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bahiensis","Mata Atlântica"],
    [2616,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys bicolor","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. bicolor ocorre em diversos Estados do Brasil, apresentando ampla EOO. Os critérios e categorias não são aplicáveis à espécie.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bicolor","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2617,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys brasiliensis","Regnell & Körn.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Liana endêmica das florestas montanas da Serra do Mar, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC). H. brasiliensis tem EOO de 375,22 km² e suas subpopulações estão sujeitas a pressões antrópicas mesmo nas unidades de conservação onde habitam. A Área de Preservação Ambiental Capivari-Monos sofre pressão urbana, o que causa supressão de vegetação, fragmentação florestal, poluição e contaminação do ambiente. Suspeita-se que a extensão de ocorrência da espécie esteja em declínio contínuo, assim como sua área de ocupação e a qualidade do hábitat de ocorrência. H. brasiliensis foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20brasiliensis","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2618,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys bullata","Amorim","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys bullata caracteriza-se por ser uma liana de grande porte, com distribuição restrita (EOO = 2.018,57 km²) no sul do Estado da Bahia em Florestas Montanas Úmidas. Ocorre em unidades de conservação (SNUC), no entanto, o histórico de intervenções humanas nessas áreas é intenso e até mesmo as unidades de conservação encontram-se sob pressão antrópica. As plantações de cacau, pastagens e cultivos de subsistência representam as principais ameaças para a espécie e suspeita-se que suas subpopulações estejam severamente fragmentadas. Também estima-se que a área de ocupação da espécie, assim como sua extensão de ocorrência e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. Dessa forma, H. bullata foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bullata","Mata Atlântica (Amorim, 2002)."],
    [2619,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys capixaba","Amorim","EN","B1ab(i,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, tem distribuição restrita (EOO=326,48 km²), e ocorre em Mata Atlântica costeira, entre 600 e 800 m de altitude. Liana, desenvolve-se em floresta primária sombreada e remanescentes florestais próximos às plantações de café, nos municípios de Santa Teresa e Cariacica (20% e 22% remanescentes de Mata Atlântica, respectivamente). H. capixaba apresenta grande especificidade ambiental, encontrando-se sob forte pressão antrópica ocasionada, sobretudo, pela cultura de café. A espécie está sujeita a duas situações de ameaças, sofrendo declínio contínuo em extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20capixaba","Mata Atlântica"],
    [2620,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys conformis","W.R.Anderson","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie endêmica do Estado da Bahia, com distribuição extremamente restrita (EOO=1,68 km²). Registros de ocorrência de H. conformis são exclusivos do município de Itaju do Colônia, que apresentava, até 2010, 8% de áreas remanescentes de Mata Atlântica. A principal causa de perda de hábitat na região é a monocultura de cacau e, por apresentar hábito trepador, a espécie é fortemente influenciada pelas alterações causadas pelo sistema de cabruca, empregado nessa monocultura. O declínio contínuo da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat em conjunto com o endemismo restrito e as ameaças incidentes sobre a espécie a caracterizam como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20conformis","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2621,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys crinigera","Griseb.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys crinigera apresenta distribuição restrita (EOO=6.689,51 km²) ao sul do Estado do Rio de Janeiro e litoral norte do Estado de São Paulo. Apresenta ocorrência em unidade de conservação (SNUC), mas suspeita-se que as subpopulações que se encontram fora delas estejam sofrendo pressões antrópicas, principalmente ocasionadas pelo crescimento urbano e pela especulação imobiliária. Estima-se que a área de ocupação da espécie, assim como sua extensão de ocorrência e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. Desse modo, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20crinigera",""],
    [2622,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys dusenii","Nied.","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys dusenii apresenta distribuição restrita ao Sul do Brasil, nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estando, por consequência, susceptível a três situações de ameaças. As áreas de Cerrado e Savana Gramíneo Lenhosa da região sul do Brasil vêm sofrendo forte pressão antrópica ao longo dos anos, principalmente decorrente da expansão agrícola. Além disso, o Estado do Paraná apresenta uma redução de cerca de 90% de área total de Mata Atlântica, sendo que o Estado tem 98% de sua área inseridos neste mesmo domínio fitogeográfico. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU) podendo estar severamente ameaçada em um futuro próximo.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20dusenii","Cerrado, Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2623,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys fragilis","Amorim","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys fragilis é uma liana endêmica de Floresta Densa Montana do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta distribuição restrita (EOO=118,30 km² e AOO=16 km²), e está sujeita a duas situações de ameaças. A especulação imobiliária e a ocupação desordenada de terras configuram ameaças iminentes para a sobrevivência das subpopulações da espécie, contribuindo para a perda de qualidade de hábitat e o declínio da extensão de ocorrência da espécie. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20fragilis","Mata Atlântica"],
    [2624,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys hatschbachii","W.R.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys hatschbachii ocorre em áreas de Cerrado com solos arenosos ou rochosos do Estado do Mato Grosso do Sul. A espécie é endêmica da região de Rio Verde, que está entre as áreas com maior índice de desmatamento no Estado. Somente no ano de 2000, o Pantanal brasileiro perdeu 8,8% de sua área total. A principal razão da perda de hábitat é a pecuária. As taxas alarmantes de desmatamento indicam declínio na área de ocupação da espécie (AOO=4 km²) e na qualidade dohábitat da espécie. H. hatschbachii foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2625,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys marginata","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys marginata é endêmica do Estado do Mato Grosso, com EOO de 528,85 km². A espécie apresenta uma alta especificidade ecológica com o ambiente, ocorrendo exclusivamente em campos de murunduns e solos periodicamente alagados. Apenas no ano 2000, 8,8% da área total do Pantanal foi desmatada e as taxas continuam crescentes. O município de Santo Antônio de Leverger (MT) apresenta uma das maiores taxas de desmatamento, causado principalmente pela pecuária e Poconé (MT) tem um histórico de devastação causado pela lavra de ouro. Suspeita-se que as áreas de ocupação da espécie estejam em declínio contínuo, assim como sua extensão de ocorrência. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN) e estima-se que se providências não forem tomadas, a espécie poderá estar severamente ameaçada em um futuro próximo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20marginata","Cerrado (Amorim, 2010)"],
    [2626,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys megaptera","A.Juss.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys megaptera é uma liana de grande porte que ocorre nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Tem AOO de 24 km² e suas subpopulações encontram-se muito fragmentadas, desenvolvendo-se exclusivamente em Florestas Úmidas Submontanas e dependendo de remanescentes florestais bem preservados. Apesar de a espécie ocorrer em unidades de conservação (SNUC), as Florestas Úmidas do sul da Bahia estão fragmentadas como resultado das atividades madeireiras, implementação da agricultura, cultura de cacau, seringa, piaçava e dendê. Sendo assim, estima-se que sua EOO, assim como a AOO e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo. A espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20megaptera","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2627,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys oberdanii","Amorim","VU","B1ab(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys oberdanii é endêmica das Florestas de Restinga do Estado do Espírito Santo. Tem distribuição restrita, com EOO de 5.844,65 km². O Espírito Santo, até 2010, já havia perdido cerca de 90% de área original de Mata Atlântica. Cinco por cento dos remanescentes de Mata Atlântica do Estado são vegetação de Restinga. Suspeita-se que essas áreas estejam sob constante pressão, principalmente pela especulação imobiliária. Por esse motivo, estima-se que a área de ocupação, a extensão de ocorrência e a qualidade do hábitat da espécie estejam em declínio contínuo. Dessa forma a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-11-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20oberdanii","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2628,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys occhionii","Amorim","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys occhionii é endêmica do Parque Nacional do Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. A espécie tem AOO de 4 km², tendo sido coletada uma única vez. As queimadas constantes no parque configuram uma ameaça iminente a sua existência, além de causar perda de qualidade do hábitat. A espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR) e, se suas subpopulações não forem monitoradas, poderá entrar em extinção em um futuro muito próximo.","2012-01-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20occhionii","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2629,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys patens","(Griseb.) A.Juss.","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. patens é restrita aos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 17.385 Km² e esta contemplada por unidades de conservação (SNUC). É uma liana gigante que necessita de grandes áreas florestadas para manter sua população estável. As subpopulações que não se encontram em unidades de conservação (SNUC) podem estar vulneráveis e a espécie pode estar ameaçada de extinção em um futuro próximo se as taxas de perda de Mata Atlântica dos dois Estados não decaírem. Portanto, a espécie foi categorizada como \"Quase ameaçada\" (NT).","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20patens","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2630,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys pauciflora","(A.Juss.) A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. pauciflora apresenta ampla distribuição, desde o Estado do Santa Catarina até o sul do Estado da Bahia. Apesar de ocorrer em área com altas taxas de perda de Mata Atlântica, suspeita-se que suas subpopulações estejam estáveis. Portanto, a espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20pauciflora","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2631,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys perplexa","W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. perplexa é amplamente distribuída, principalmente no Nordeste do Brasil. As categorias de ameaça não são aplicáveis à espécie. Portanto, foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20perplexa","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2632,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys sanctorum","W.R.Anderson","CR","B1ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys sanctorum é endêmica do Estado da Bahia, restrita às Matas Higrófilas do município de Una (EOO=10,42 km²) ao sul do Estado, cujo histórico de desmatamento é alarmante, principalmente devido ao cultivo de cacau por meio dos sistemas de cabruca, que exterminam o sub-bosque das áreas plantadas, deixando apenas árvores de grande porte. Por ser uma liana e apresentar seu centro de ocorrência em áreas de grandes plantações de cacau, estima-se que sua AOO, assim como a EOO e a qualidade de hábitat estejam em declínio contínuo. Desse modo, a espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20sanctorum","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2633,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys ternstroemiifolia","A.Juss.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys ternstroemiifolia é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, restrita às áreas de topo de serra, geralmente próximas a centros urbanos. A espécie tem EOO de 549,96 km². Suspeita-se que sua extensão de ocorrência, assim como a área de ocupação e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo, principalmente, pela expansão urbana. A espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20ternstroemiifolia","Mata Atlântica (Mamede, 2010)"],
    [2634,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys thyrsoidea","(Griseb.) A.Juss.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys thyrsoidea é endêmica do Estado de São Paulo, com ocorrência restrita (EOO=1.634,23 km² e AOO=44 m²), principalmente em áreas de altitude no domínio fitogeográfico Mata Atlântica. A perda de Mata Atlântica no Estado de São Paulo é severa e as florestas foram reduzidas a aproximadamente 15% das áreas originais. A espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC), mas suspeita-se que as subpopulações estejam fragmentadas pelo intenso histórico de perda de hábitat. Estima-se que as taxas de desmatamento continuem ascendentes causando o declínio de extensão de ocorrência e área de ocupação.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20thyrsoidea","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2635,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys trigoniifolia","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição (EOO=1.055.041 Km²), estando normalmente associada a afloramentos rochosos em grande altitudes. H. trigoniifolia também é contemplada por unidades de conservação (SNUC), tendo sido coletada recentemente no Parque Estadual do Ibitipoca. Desta forma a espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20trigoniifolia","Mata Atlântica (Amorim, 2010)"],
    [2636,"MALPIGHIACEAE","Hiraea bullata","W.R.Anderson","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Hiraea bullata é uma liana de grande porte, altamente dependente de grandes áreas florestadas para manter suas populações estáveis. A espécie está sujeita a duas situações de ameaças e apresenta AOO de 8 km², estando diretamente ameaçada pela expansão imobiliária. O município de Linhares (ES) perdeu cerca de 80% de área original de Mata Atlântica até 2010. A espécie poderá ser transferida para a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR), em um futuro próximo, caso as taxas de perda de hábitat não cessem.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20bullata","Mata Atlântica"],
    [2637,"MALPIGHIACEAE","Hiraea cuiabensis","Griseb.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. cuiabensis é contemplada por unidades de conservação (SNUC) e ocorre de forma ampla no Sudeste e Centro-oeste do país. A espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20cuiabensis","Cerrado"],
    [2638,"MALPIGHIACEAE","Hiraea cuneata","Griseb.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. cuneata se distribui amplamente no Sul e Sudeste do Brasil. A espécie apresenta EOO do 563.850 Km², não é explorada e é contemplada por unidades de conservação (SNUC). Deste modo, a espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20cuneata","Mata Atlântica, Cerrado (Vieira et al. 2008)"],
    [2639,"MALPIGHIACEAE","Hiraea wiedeana","A.Juss.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Hiraea wiediana tem ocorrência restrita ao Sul do Brasil, exclusivamente no Estado do Paraná. Apesar de especialistas afirmarem que a espécie é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, os registros de ocorrência da espécie apontam o centro de distribuição para o Estado do Paraná. A espécie tem EOO de 461,82 km², e possivelmente sua subpopulação se encontre muito fragmentada, principalmente pela perda de Mata Atlântica (10% restantes) no Estado de ocorrência, causada pelo crescimento urbano. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN). Sugerem-se estudos mais detalhados direcionados à distribuição da espécie.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20wiedeana","Mata Atlântica"],
    [2640,"MALPIGHIACEAE","Janusia occhionii","W.R.Anderson","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de Janusia occhionii apresentar distribuição não muito restrita (EOO=57.506,54 km²), as subpopulações da espécie vêm sofrendo extrema redução de hábitat. Estima-se que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaças. Segundo a literatura o Estado do Paraná perdeu cerca de 90% de sua área natural de Mata Atlântica. Da mesma forma, suspeita-se que o Cerrado central tenha 34% de sua área original, apresentando aproximadamente 1,1% de desmatamento anual. Portanto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN), tendo em vista sua restrita AOO (24 km²), e o declínio contínuo de área de ocupação, qualidade de hábitat e o número de subpopulações.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Janusia%20occhionii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2641,"MALPIGHIACEAE","Janusia schwannioides","W.R.Anderson","EN","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Janusia schwannioides é uma espécie amplamente distribuída no Nordeste do Brasil (EOO=151.363,27 km²). No entanto, os ambientes de ocorrência da espécie são altamente influenciados por ações antrópicas causando instabilidade em suas subpopulações, que são, geralmente, pouco abundantes. Apresenta AOO de 84 km² e estima-se que a EOO, assim com sua AOO estejam em declínio contínuo. A perda de hábitat e a perda de qualidade de hábitat configuram séria ameaça para J. schwannioides.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Janusia%20schwannioides","Caatinga"],
    [2642,"MALPIGHIACEAE","Lophopterys floribunda","W.R.Anderson & C.C.Davis","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","As categorias deameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que é de ampladistribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophopterys%20floribunda","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2643,"MALPIGHIACEAE","Mezia araujoi","Nied.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Mezia araujoi apresenta AOO de 28 km², ocorrendo nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e, possivelmente, Rio de Janeiro. Caracteriza-se por ser uma liana de grande porte, bastante vulnerável a alterações no hábitat. Em decorrência das altas taxas de desmatamento da Mata Atlântica nos Estados da Bahia (9% de remanescentes), Minas Gerais (10%) e Espírito Santo (11%), a espécie tem sofrido declínio contínuo de sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. As principais causas do desmatamento e, consequentemente, perda de hábitat estão ligadas à forte especulação imobiliária e ao desenvolvimento urbano. M. araujoi ocorre exclusivamente em remanescentes de Floresta Úmida e, portanto, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezia%20araujoi","Mata Atlântica"],
    [2644,"MALPIGHIACEAE","Niedenzuella poeppigiana","(A.Juss.) W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuída pelo Sudeste do Brasil, apresentando EOO de 53.792 Km². Além disso, N. poeppigiana ocorre em unidades de conservação (SNUC). Desta forma, a espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Niedenzuella%20poeppigiana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2645,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa adenopoda","C.E.Anderson","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa adenopoda ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, apresenta AOO de 32 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaças. Segundo especialistas, apesar de novas amostras terem sido documentadas recentemente, a ocorrência da espécie se mostra restrita aos remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual, áreas que se encontram fortemente ameaçadas pela redução de hábitat causada pelo avanço de carvoarias e de atividade agrícola. O declínio contínuo em extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do hábitat e no número de subpopulações classificam esta espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20adenopoda","Caatinga, Cerrado"],
    [2646,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa andersonii","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa andersonii é conhecida apenas pelo material-tipo coletado em 1975. É endêmica da região do Vale de Biribiri, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 4 km² e não ocorre em unidades de conservação (SNUC). Biribiri apresenta várias áreas degradadas por ação antrópica, tais como chácaras e sítios, queimadas e desmatamentos. Foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR) e suspeita-se que sua extensão de ocorrência, assim como a área de ocupação e qualidade do hábitat estejam em declínio contínuo, tendo em vista que a espécie não está contemplada por unidades de conservação.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20andersonii","Cerrado"],
    [2647,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa bahiana","C.E.Anderson","CR","A2c","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa bahiana é endêmica da Bahia, com centro de ocorrência no oeste do Estado. A divisa da Bahia com os Estados de Goiás e Tocantins apresenta altíssima taxa de desmatamento, principalmente devido à monocultura de soja, produção de carvão e pecuária. Cerca de 50% das áreas de Cerrado originais já não existem e, hoje, aproximadamente 20 mil km² são desmatados por ano. Estima-se que P. bahiana tenha sofrido uma redução populacional de cerca de 80% nos últimos dez anos (estimativa de tempo de geração de dois anos para a espécie). Os danos nas áreas de ocorrência da espécie são irreversíveis e perduram. Foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) pelo declínio abrupto em área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade de hábitat e pela redução populacional extrema.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20bahiana","Cerrado"],
    [2648,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa barnebyi","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa barnebyi apresenta restrita distribuição (EOO=260,50 km²), sendo endêmica da porção mineira da Serra do Espinhaço. Estima-se que suas subpopulações estejam sujeitas a, no máximo, três situações de ameaças. A Serra do Espinhaço tem sofrido com o turismo desordenado e intenso, desmatamento por carvoarias e, em certas áreas, com a mineração. Além disso, as queimadas constantes podem influenciar a estabilidade das subpopulações. Devido às intensas ameaças incidentes sobre a AOO e a EOO, e pela perda da qualidade do hábitat, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20barnebyi","Cerrado"],
    [2649,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa catarinensis","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa catarinensis ocorre exclusivamente em área de Restinga do Estado de Santa Catarina. Tem EOO de 2.167,65 km² e AOO de 28 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaças. Segundo dados de herbários, 50% das coletas botânicas desta espécie datam da década de 50. Estima-se que restem apenas 23% da cobertura original de Mata Atlântica no Estado de Santa Catarina. Da mesma forma, a especulação imobiliária no Estado vem crescendo ao longo dos anos. Desse modo, suspeita-se que a extensão de ocorrência, a área de ocupação e a qualidade de hábitat da espécie venham declinando continuamente no passar dos anos, o que a caracteriza como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20catarinensis","Mata Atlântica"],
    [2650,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa cipoana","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa cipoana apresenta distribuição restrita (EOO=1.881,33 km²), sendo endêmica da Serra do Cipó, Estado de Minas Gerais. Apesar de estar contemplada por unidades de conservação (SNUC), principalmente o Parque Nacional da Serra do Cipó, o habitat da espécie sofre com a especulação imobiliária, o turismo desordenado, construção de rodovias e com o surgimento de espécies invasoras. Tais fatos colaboram para o declínio de extensão de ocorrência, área de ocupação e a qualidade do hábitat da espécie. Desse modo, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20cipoana","Cerrado"],
    [2651,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa glabra","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","P. glabra ocorre de forma ampla no território brasileiro e apresenta EOO de 182.170 Km². A espécie é bem representada em herbários, tendo sido documentada para unidades de conservação (SNUC). Portanto, P. glabra foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC). ","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20glabra","Cerrado"],
    [2652,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa jussieuana","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","P. jussieuana ocorre amplamente no Nordeste do Brasil, apresentando EOO de 395.347 Km². A espécie é bem representada por registros de coleta e suspeita-se que suas populações estejam estáveis. Além disso, P. jussieuana ocorre em unidades de conservação (SNUC). Desta forma, a espécie enquadra-se no categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20jussieuana","Caatinga, Cerrado"],
    [2653,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa psilophylla","C.E.Anderson","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","As subpopulações de Peixotoa psilophylla ocorrem de forma disjunta, em áreas de Cerrado do Estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A espécie apresenta EOO de 14.395,15 km² em regiões com alto índice de desmatamento, principalmente ocasionados pela agropecuária. Além disso, espécies invasoras e mudanças no regime do fogo também contribuem para a degradação dos remanescentes. Estima-se que hoje existam 51% de áreas nativas remanescentes de Cerrado e sua perda continua acelerada. Tais fatos evidenciam o declínio em extensão de ocorrência, área de ocupação e a perda de qualidade de hábitat da espécie. A espécie enquadra-se na categoria \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20psilophylla","Cerrado"],
    [2654,"MALPIGHIACEAE","Peregrina linearifolia","(A.St.-Hil.) W.R.Anderson","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peregrina linearifolia é uma espécie que, apesar de apresentar ampla distribuição, está sujeita a cinco diferentes situações de ameaças. As subpopulações do Sul do Brasil vêm sofrendo intensa pressão devido às grandes taxas de perda de hábitat nessa região. A espécie demonstra especificidade biológica e ocorre em Campo Limpo e Campo Rochoso. Os Campos Gerais do Estado do Paraná se encontram sob forte pressão da expansão do agronegócio e, de acordo com especialistas, é bem possível que em muitos ambientes de ocorrência no Sul do país, as subpopulações estejam localmente extintas. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peregrina%20linearifolia","Cerrado"],
    [2655,"MALPIGHIACEAE","Pterandra andersonii","C.E.Anderson","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","S. andersonii é conhecida apenas por duas coletas provenientes do Estado do Maranhão. No entanto, os registros para a espécie não são suficientes para que uma avaliação de risco de extinção seja realizada com precisão. O habitat da espécie é desconhecida, e os acervos do Maranhão pouco visitados. Desta forma, sugere-se pesquisas focadas na distribuição, ecologia e biologia da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterandra%20andersonii","Amazônia"],
    [2656,"MALPIGHIACEAE","Pterandra pyroidea","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","As categorias de ameaça não são aplicáveis paraessa espécie uma vez que é de ampla distribuição e não apresentaameaças diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterandra%20pyroidea","Cerrado"],
    [2657,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon angustilobum","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","S. angustilobum apresenta EOO de 53.072 Km², ocorrendo em áreas disturbadas como perto de rodovias. Aparentemente sua população está se mantendo estável e registros de ocorrência da espécie têm sido feitos, ampliando a distribuição da espécie. Deste modo, a espécie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20angustilobum","Mata Atlântica"],
    [2658,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon bradei","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon bradei apresenta baixa frequência de coleta, tendo sido registrada apenas duas vezes (1964 e 1994). A espécie apresenta padrão de raridade e AOO de 8 km². A coleta de 1964 é proveniente de área com alto índice de desmatamento e fragmentação, indicando perda de área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade de hábitat e número de subpopulações. Apesar de o outro registro ter sido feito no Parque Estadual de Jucupiranga, o histórico de ocupação, uso indevido do solo, proximidade de rodovias e turismo desordenado colaboram para a perda de qualidade de hábitat e configuram ameaça incidente sobre a área de ocorrência da espécie. Desse modo, a espécie é categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20bradei","Mata Atlântica"],
    [2659,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon carautae","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon carautae é conhecia apenas pelo holótipo, que foi coletado em área com alto índice de desmatamento, principalmente decorrente da pecuária extensiva. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Até 2010, 96% da área total de Mata Atlântica do município de Bom Jesus de Itabapoana havia sido desmatada, evidenciando o grande declínio em extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de hábitat. Sendo assim, a espécie encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20carautae","Mata Atlântica"],
    [2660,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon crenatum","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon crenatum é uma liana endêmica do Estado do Espírito Santo, de ocorrência em afloramentos rochosos, apresentando distribuição restrita (EOO=1.437,16 km²). Atualmente, os remanescentes de Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo representam apenas 11% da área total do domínio fitogeográfico no Estado. Além disso, os Campos de Altitude do Estado do Espírito Santo vêm sofrendo pressões antrópicas, principalmente devido ao que é chamado de \"agricultura de altitude\", como por exemplo o cultivo de café. Dessa forma, suspeita-se que a área de ocupação da espécie, assim como sua extensão de ocorrência e qualidade de hábitat, estejam em declínio contínuo. A espécie enquadra-se na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20crenatum","Mata Atlântica"],
    [2661,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon glabrum","C.E.Anderson","CR","B1ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon glabrum é endêmica do Estado do Espírito Santo. Tem distribuição muito restrita (EOO=21,73 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça. Sua extensão de ocorrência, assim como sua área de ocupação, está em declínio contínuo, tendo em vista as altas taxas de perda de Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo. O município de Castelo, local de registro das coletas, apresenta apenas 17% de Mata Atlântica remanescente. Os registros de mineração do município datam de 1771 e, a partir de 1845, iniciou-se a exploração agrícola. Dessa forma, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) e medidas de conservação devem ser adotadas com urgência.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20glabrum","Mata Atlântica"],
    [2662,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon harleyi","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon harleyi é endêmica do Estado da Bahia, apresentando restrita distribuição (EOO=4.772,11 km²). A espécie era conhecida apenas pelo material-tipo mas, em 1997 e 2005, foi recoletada. Suspeita-se que suas subpopulações estejam sofrendo pressões antrópicas, causadas principalmente por atividades agriculturais, retirada de madeira para lenha, queimadas, retirada ilegal de areia, regularização fundiária e ocupação irregular de terras. Desse modo, o declínio contínuo da EOO, AOO e da qualidade de hábitat é evidente, caracterizando a espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20harleyi","Cerrado"],
    [2663,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon hatschbachii","C.E.Anderson","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para uma avaliação precisa do real status de conservação da espécie. Recomenda-se estudos mais detalhados sobre a distribuição da espécie. A espécie foi categorizada como \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [2664,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon macedoanum","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon macedoanum é uma espécie exclusiva de Cerrado e endêmica da região oeste do Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 km², em área muito explorada, principalmente para o cultivo de cana-de-açúcar e atividade agropecuária. Em função disso, estima-se que a extensão de ocorrência da espécie, assim como, sua área de ocupação, estejam em declínio contínuo. Da mesma forma, suspeita-se que a espécie ocorra em apenas uma situação de ameaça influenciada, especialmente, pelo cultivo de cana-de-açúcar. Portanto enquadra-se na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20macedoanum","Cerrado"],
    [2665,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon mattogrossense","C.E.Anderson","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon mattogrossense é conhecida apenas pelo material-tipo, proveniente de coleta realizada na região do município de Cáceres (MT), mais precisamente na beira da BR-174. A espécie apresenta AOO de 4 km². Estima-se que a sua AOO esteja em declínio contínuo, assim como a qualidade do hábitat, principalmente pelo fato de apenas 4,07% do território do bioma Pantanal estar protegido em unidades de conservação (SNUC). Segundo a literatura a pecuária é a principal atividade econômica de Cáceres, que tem um dos maiores rebanhos de gado do Brasil. Esses fatos associados caracterizam forte ameaça à perpetuação da espécie. S. mattogrossense foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20mattogrossense","Pantanal"],
    [2666,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon vitifolium","A.Juss.","CR","B1ab(i,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon vitifolium está representada em coleções apenas por registros antigos (século XVIII). É endêmica do Estado do Rio de Janeiro, apresentando EOO de 61,96 km². A maioria dos registros de coleta é proveniente da região metropolitana do município do Rio de Janeiro, o que demonstra o grau de fragilidade em que a espécie se encontra. O crescimento urbano foi intenso nos últimos séculos, o que pode ter exterminado as subpopulações naturais. S. vitifolium foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar possivelmente extinta na natureza.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20vitifolium","Mata Atlântica"],
    [2667,"MALPIGHIACEAE","Tetrapterys cordifolia","W.R.Anderson","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","T. cordifolia é representada por pouco registros de coleta, todo provenientes do Parque Estadual da Serra do Aracá. Evidentemente, o baixo esforço de coleta na região restringe o conhecimento sobre a real distribuição da espécie. Suspeita-se, também, que a espécie não esteja sofrendo forte pressão antrópica, considerando-se seu isolamento geográfico. Desta Forma, recomenda-se pesquisa científica com ênfase em distribuição e demografia populacional para T. cordifolia.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapterys%20cordifolia","Amazônia"],
    [2668,"MALPIGHIACEAE","Tetrapterys microphylla","(A.Juss.) Nied.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de T. microphylla estar sofrendo com a pressão causada pela mineração no Quadrilátero Ferrífero, a espécie apresenta ampla distribuição com EOO de 932.906 Km². Desta forma, conclui-se que a espécie se enquadra na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapterys%20microphylla","Caatinga, Cerrado (Mamede, 2011)"],
    [2669,"MALPIGHIACEAE","Thryallis brachystachys","Lindl.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","T. brachystachys apresenta ampla distribuição em Estados do Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. A espécie é bem coletada e suspeita-se que sua população esteja se mantendo estável. Portanto a espécie enquadra-se na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20brachystachys","Caatinga, Mata Atlântica (Mamede, 2011)."],
    [2670,"MALPIGHIACEAE","Thryallis laburnum","S.Moore","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Thryallis laburnum é uma espécie liana ou arbustiva, endêmica da região Centro-Oeste do país, com EOO de 14.189,33 km². Ocorre em altitudes entre 100 e 300 m em Floresta Estacional Semidecidual ribeirinha. Sua especificidade ecológica, em conjunto com as três situações de ameaças às quais suas subpopulações encontram-se sujeitas, possibilita enquadrá-la na categoria \"Vulnerável\" (VU). Além disso, queimadas regulares, retirada de madeira, presença de espécies invasoras e de carvoarias indicam haver perda de qualidade de hábitat e declínio da área de ocupação da espécie.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20laburnum","Cerrado"],
    [2671,"MALPIGHIACEAE","Thryallis parviflora","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Thryallis parviflora é restrita à região Centro-Oeste do Brasil (EOO=503,31 km²), ocorrendo em Floresta de Galeria, Capoeiras, Florestas Secundárias e Cerrado entre 900 e 950 m de altitude. Estima-se que a extensão de ocorrência e a área de ocupação estejam em declínio contínuo. Da mesma forma, a qualidade de hábitat da espécie vem declinando, levando-se em consideração as grandes áreas de Cerrado que deram espaço às culturas agrícolas e aos espaços urbanos. Desse modo, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20parviflora","Cerrado (Mamede, 2011)"],
    [2672,"MALVACEAE","Abutilon anodoides","A.St.-Hil. & Naudin","CR","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Espécie ocorre no município de Niterói, em área de alta especulação imobiliária e portanto com declínio em extensão de ocorrência e qualidade de habitat. Possui EOO de 4,49 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. É possível que a espécie esteja extinta. Buscas exaustivas devem ser empreendidas a fim de verificar se a espécie ainda existe na natureza.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20anodoides","Mata Atlântica"],
    [2673,"MALVACEAE","Abutilon costicalyx","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência em unidades de conservação (SNUC), sem informação de ameaça. EOO acima de 20.000 km² e mais de 10 situações de ameaça.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20costicalyx","Mata Atlântica"],
    [2674,"MALVACEAE","Abutilon monteiroi","Krapov.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de três registros somente, a espécie não apresenta dados de ameaça. A frutificação ocorre o ano todo, teoricamente um facilitador para a expansão do taxon. É necessário mais informação para uma melhor qualificação da espécie. Também são necessários mais estudos de campo para conformar a distribuição da mesma. As coletas foram realizadas por pesquisadores que não eram especialistas no grupo, portanto acredita-se que o trabalho realizado naquelas áreas não tinham o objetivo de coletar espécies da família Malvaceae em particular, concluindo-se que as coletas da espécie em questão foram ao acaso. O autor da indicação da espécie não considera qualquer tipo de ameaça nas áreas de ocorrência dos indivíduos.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20monteiroi","Cerrado"],
    [2675,"MALVACEAE","Abutilon nigricans","G.L.Esteves & Krapov.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","O município de ocorrência da espécie sofre com a perda de vegetação nativa, causando um declínio na área de ocupação, na qualidade do habitat e no número de subpopulações. A espécie possui poucos registros conhecidos de um único local, apresentando AOO de 4 Km². Foi categorizada como \"Criticamente  em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20nigricans","Mata Atlântica"],
    [2676,"MALVACEAE","Abutilon venosum","K.Schum.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie sem informações úteis. Segundo Esteves (2011) o taxon ocorre nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, porém os registros de ocorrência apontam somente para São Paulo. Dos quatro registros apresentados, um é cultivado, outro apontado para área nativa do IAC e as outras duas sem indicação. Não há informação de ameaça.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20venosum","Mata Atlântica"],
    [2677,"MALVACEAE","Akrosida macrophylla","(Ulbr.) Fryxell &  Fuertes","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie apresentar EOO menor que 5.000 km², a mesma possui informações desencontradas. No mapa, a espécie apresenta distribuição nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, porém no \"resumo dos dados de distribuição\" existe a indicação de ocorrência no Estado de São Paulo. Não há dados sobre ameaça.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Akrosida%20macrophylla","Mata Atlântica"],
    [2678,"MALVACEAE","Byttneria catalpifolia subsp. sidaefolia","(A.St.-Hil.) Cristóbal","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO acima de 20.000 km². Segundo o mapa de ocorrências a distribuição do taxon é limitado aos Estados de São Paulo e Paraná, porém, segundo o \"resumo dos dados de distribuição\" é encontrada nas regiões Centro-Oeste (Goiás), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná) (Esteves, 2011).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20catalpifolia%20subsp.%20sidaefolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2679,"MALVACEAE","Byttneria implacabilis","Cristóbal","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Não existe dados sobre ameaça e ocorre uma dúvida quanto a distribuição da espécie: segundo Esteves (2011) a espécies é endêmica de Santa Catarina. Já o banco de dados do CNCFlora (2011) registra ocorrência da espécie somente para o Paraná.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20implacabilis","Mata Atlântica"],
    [2680,"MALVACEAE","Byttneria oblongata","Pohl","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição em várias regiões do Brasil. Segundo o resumo dos dados de distribuição a espécie ocorre, também, no Estado da Bahia. Essa informação não consta do mapa de ocorrências.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20oblongata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2681,"MALVACEAE","Byttneria scabra","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distrtibuição no território brasileiro. Sem informações sobre ameaças.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20scabra","Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2682,"MALVACEAE","Calyculogygas uruguayensis","Krapov.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie ocorre exclusivamente em Campos Sulinos do estado do Rio Grande do Sul, apresentando EOO de 290,39 km². C. uruguayensis vem sofrendo com o declínio de extensão de ocorrência, de área de ocupação e declínio de habitat, principalmente causados pela agropecuária. Foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyculogygas%20uruguayensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2683,"MALVACEAE","Calyptraemalva catharinensis","Krapov.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos Campos de Altitude do estado de Santa Catarina. A espécie possui EOO de 574,07 Km², estando sujeita a duas situações de ameaça. Os municípios de ocorrência da espécie (São Joaquim e Grão Pará) apresentam alto grau de perda de Mata Atlântica (2,7% e 28,7% remanescentes), comprovando a perda da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Desta forma, a espécie foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptraemalva%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [2684,"MALVACEAE","Cavanillesia umbellata","Ruiz & Pav.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO maior que 20.000 km², sendo largamente distribuída no Nordeste, Sudeste e Centro-oeste.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cavanillesia%20umbellata","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2685,"MALVACEAE","Ceiba jasminodora","(A.St.-Hil.) K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO maior que 20.000 km², sem informação sobre ameaça e bem distribuída na área de ocorrência (Minas Gerais e São Paulo).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceiba%20jasminodora","Cerrado"],
    [2686,"MALVACEAE","Cienfuegosia drummondii","(A.Gray) Lewton","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de apresentar EOO menor que 5.000 km² e duas localidades de ocorrência, a espécie não possui informações sobre ameaças. Observa-se nessa situação uma clara falta de esforço de coleta. As coletas não foram realizadas por especialistas no grupo em questão, portanto, sem a pretensão de se realizar um trabalho intensivo com a família Malvaceae, concluindo que os trabalhos de coleta foram ao acaso. O autor da inclusão não informa qualquer ameaça direta ou indireta nos indivíduos citados. Nessa visão os dados são deficientes para uma avaliação precisa.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cienfuegosia%20drummondii","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2687,"MALVACEAE","Cienfuegosia sulfurea","(A.St.-Hil.) Garcke","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie sem dados sobre ameaça, mas com EOO menor que 5.000 km² e uma situação de ameaça. São necessários mais estudos de campo para conformar a distribuição da mesma. A coleta foi realizada por pesquisador que não é especialista no grupo, portanto acredita-se que o trabalho realizado naquela área não tinha o objetivo de coletar espécies da família Malvaceae, concluindo-se que a coleta da espécie em questão foi ao acaso. O autor da indicação da espécie não considera qualquer tipo de ameaça na área de ocorrência do indivíduo.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cienfuegosia%20sulfurea","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2688,"MALVACEAE","Eriotheca pubescens","(Mart. & Zucc.) Schott & Endl.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Possui EOO maior que 20.000 km². Sem informações sobre ameaça e com vários registros em unidades de conservação (SNUC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriotheca%20pubescens","Cerrado"],
    [2689,"MALVACEAE","Gaya domingensis","Urb.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no Sudeste e Nordeste, sem informações sobre ameaças e com ocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20domingensis","Caatinga, Cerrado"],
    [2690,"MALVACEAE","Gaya guerkeana","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui uma distribuição nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a mesma possui EOO acima de 20.000 km², sem informações sobre ameaças.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20guerkeana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2691,"MALVACEAE","Gaya pilosa","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sem informação sobre ameaça e considerada como invasora.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20pilosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2692,"MALVACEAE","Herissantia nemoralis","(A.St.-Hil.) Brizicky","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em todas as regiões brasileiras, sem informação sobre ameaça.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herissantia%20nemoralis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2693,"MALVACEAE","Hibiscus bifurcatus","Cav.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição em todas as regiões brasileiras, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) e sem informação sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20bifurcatus","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2694,"MALVACEAE","Hibiscus diversifolius","Jacq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição nas regioões Sudeste e Sul, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informação de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20diversifolius","Mata Atlântica"],
    [2695,"MALVACEAE","Hibiscus furcellatus","Desr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição em todo o território brasileiro, sem informação sobre ameaça e com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20furcellatus","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [2696,"MALVACEAE","Hibiscus sororius","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição em todas as regiões brasileiras, ocorrendo em unidades de conservação (SNUC) e sem informação sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20sororius","Amazônia, Cerrado"],
    [2697,"MALVACEAE","Hochreutinera hasslerana","(Hochr.) Krapov.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com AOO de 16 km², severamente fragmentada, em consequência da perda de vegetação do domínio fitogeográfico Pampa, um dois mais afetados do território nacional. A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, apresentando declínio continuado de extensão de ocorrência, área de ocupação e extensão de habitat. Foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hochreutinera%20hasslerana","Pantanal, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2698,"MALVACEAE","Krapovickasia urticifolia","(A.St.-Hil.) Fryxell","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e sem informação sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krapovickasia%20urticifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2699,"MALVACEAE","Luehea candicans","Mart. & Zucc.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de possuir potencial madeireiro, a espécie é amplamente distribuida no território brasileiro, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luehea%20candicans","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [2700,"MALVACEAE","Luehea conwentzii","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição nas regiões Sul e Sudeste, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informação de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luehea%20conwentzii","Mata Atlântica"],
    [2701,"MALVACEAE","Malachra radiata","(L.) L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, sem informação sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malachra%20radiata","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2702,"MALVACEAE","Malvastrum americanum","(L.) Torr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie considerada invasora, distribuindo-se amplamente nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Sem informação sobre ameaça e com ocorrência em unidade de conservação (SNUC).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malvastrum%20americanum","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2703,"MALVACEAE","Monteiroa bullata","(Ekman) Krapov.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie bem distribuída nos Estados da região Sul, sem informação sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20bullata","Mata Atlântica"],
    [2704,"MALVACEAE","Monteiroa ptarmicifolia","(A.St.-Hil. & Naudin) Krapov.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Sem informações de dados populacionais, com EOO maior que 20.000 km², com distribuição no Sul do Brasil. Não possui dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20ptarmicifolia","Mata Atlântica"],
    [2705,"MALVACEAE","Monteiroa smithii","Krapov.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, encontrada em áreas brejosas dos estados de Santa Catarina e Paraná. Possui EOO de 716,41 e está sujeita a duas situações de ameaça, e não foi registrada em unidades de conservação. M. smithii apresenta especificidade de habitat e está sujeita a declínio em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat, causados pela perda de Mata Atlântica no sul do país. Desta forma, a espécie foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20smithii","Mata Atlântica"],
    [2706,"MALVACEAE","Pavonia almasana","Ulbr.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência exclusiva em Campos Rupestre do estado da Bahia. Apresenta EOO de 2.191,12 Km² e está sujeita a três situações de ameaça, considerando-se os municípios de ocorrência da espécie. P. almasana  apresenta especificidade de habitat, ocorrendo em Campos Rupestres entre 1.000 e 1.400 m de altitude. A espécie vem sofrendo com o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat causados, principalmente, pela transformação de áreas naturais em áreas de pastagem, o cultivo de frutas, além de queimadas e extração de madeira e lenha. Foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20almasana","Cerrado"],
    [2707,"MALVACEAE","Pavonia alnifolia","A.St.-Hil.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) sendo ocasionalmente utilizada em cultivo. Possui EOO maior do que 20.000 km². Apesar da área de ocorrência da espécie sofrer com atividades imobiliárias, somente informações sobre declínio de ocupação e habitat é informado, faltando mais dados para o correto enquadramento da espécie dentro das categorias.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20alnifolia","Mata Atlântica"],
    [2708,"MALVACEAE","Pavonia biflora","Fryxell","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie sem dados populacionais, com distribuição nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Com EOO maior que 20.000 km², não possui dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20biflora","Cerrado"],
    [2709,"MALVACEAE","Pavonia distinguenda","A.St.-Hil. & Naudin","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição no Sul do Brasil e registro no Sudeste. Não possui informações sobre dados populacionais e de ameaças, com EOO maior que 20.000 km².","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20distinguenda","Mata Atlântica"],
    [2710,"MALVACEAE","Pavonia garckeana","Gürke","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, com registros em unidade de conservação (SNUC). Com EOO maior que 20.000 km², florescendo e frutificando o ano todo e sem dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20garckeana","Cerrado"],
    [2711,"MALVACEAE","Pavonia grazielae","Krapov.","VU","D2","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos Campos Rupestres dos municípios de Grão Mogol e Cristália, estado de Minas Gerais. A espécie está sujeita a duas situações de ameaça, considerando-se os municípios de sua ocorrência. Foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20grazielae","Cerrado"],
    [2712,"MALVACEAE","Pavonia hastata","Cav.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição nas regiões Sul e Sudeste, com ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Possui EOO maior que 20.000 km², sem dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hastata","Mata Atlântica"],
    [2713,"MALVACEAE","Pavonia hatschbachii","Krapov.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica com ocorrência também no Uruguai. No Brasil, a espécie ocorre exclusivamente no extremo sul do estado do Paraná em áreas brejosas associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Possui EOO de 99,11 Km² e está sujeita a duas situações de ameça de acordo com os municípios de ocorrência da espécie. Suspeita-se que a área de ocorrência da espécie esteja em declínio contínuo devido, principalmente, ao crescimento urbano na região. Fato este que afeta também a extensão de ocorrência e a qualidade do habitat da espécie. Além disto, a espécie demonstra certo padrão de raridade. Foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [2714,"MALVACEAE","Pavonia hexaphylla","(S.Moore) Krapov.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, ocorrendo em unidade de conservação (SNUC). Com EOO maior que 20.000 km² e sem dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hexaphylla","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2715,"MALVACEAE","Pavonia kleinii","Krapov. & Cristóbal","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência em unidade de conservação (SNUC), com oito registros de coleta, sem dados populacionais, EOO maior que 20.000 km². Existe um espaço sem registro de coleta entre Santa Catarina e Minas Gerais, provavelmente falta de coleta. Os dados de ameaça apresentados referem-se, somente, a área de mata nativa atual do município de São José do Barreiro, São Paulo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [2716,"MALVACEAE","Pavonia lanata","R.E.Fr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição nas regiões Sul e Sudeste, porém nessa última somente no Estado de Minas Gerais. Provavelmente ocorre uma falta de esforço de coleta, o que, certamente, aumentaria os pontos de registros para a espécie. Possui EOO maior que 20.000 km², sem informações sobre dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20lanata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2717,"MALVACEAE","Pavonia multiflora","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar do Estado do Espírito Santo possuir apenas, aproximadamente, 10% da área vegetal original, a espécie é amplamente distribuída no Estado, com ocorrência em unidades de conservação (SNUC) e EOO maior que 20.000 km².","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20multiflora","Mata Atlântica"],
    [2718,"MALVACEAE","Pavonia reticulata","Garcke","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída na região Sul, com um único registro em São Paulo. Possui EOO maior que 20.000 km², sem dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20reticulata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2719,"MALVACEAE","Pavonia spiciformis","Krapov.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A região de ocorrência sofre com a implantação de pastagens e cultura do cacau, com diminuição da área de vegetação nativa, provocando o declínio continuado de extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. A espécie possui EOO de 261,12 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20spiciformis","Mata Atlântica"],
    [2720,"MALVACEAE","Pavonia tricalycaris","A.St.-Hil.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO menos que 5.000 km², sendo que os indivíduos existentes ocorrem em disjunção, entre as cidades de Vila Velha (ES) e Teixeira de freitas (BA). Possui três registros de localidades, porém presume-se a falta de esforço de coleta. Esteves (2011) comenta mais um registo no Rio de Janeiro.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20tricalycaris","Mata Atlântica"],
    [2721,"MALVACEAE","Pseudobombax grandiflorum","(Cav.) A.Robyns","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km². Possui ocorrência em unidades de conservação (SNUC). O fato das sementes da espécie serem alimento esporádico para aves, não consiste em ameaça, sendo um fenômeno natural.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20grandiflorum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2722,"MALVACEAE","Pseudobombax marginatum","(A.St.-Hil.) A. Robyns","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com larga distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km² e sem dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20marginatum","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2723,"MALVACEAE","Pseudobombax tomentosum","(Mart. & Zucc.) A.Robyns","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com presença em diversas unidades de conservação (SNUC) e distribuindo-se nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. Com EOO maior que 20.000 km² e sem informações sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20tomentosum","Caatinga, Cerrado"],
    [2724,"MALVACEAE","Rhynchosida physocalyx","(A.Gray) Fryxell","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie sem informação sobre EOO e sem registro de coleta, apesar de informar a ocorrência em mata atlântica.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosida%20physocalyx","Mata Atlântica"],
    [2725,"MALVACEAE","Sida rufescens","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, com EOO maior que 20.000 km². Sem dados de ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sida%20rufescens","Cerrado, Pantanal"],
    [2726,"MALVACEAE","Spirotheca rivieri","(Decne.) Ulbr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Ampla distribuição na costa atlântica, entre os Estados de Santa Catarina e Espírito Santo. Com EOO maior que 20.000 km² e ocorrência em unidade de conservação (SNUC). Sem informações sobre ameaças.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spirotheca%20rivieri","Mata Atlântica"],
    [2727,"MALVACEAE","Triumfetta grandiflora","Vahl","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ocorrência em unidade de conservação (SNUC), com EOO maior que 20.000 km² e sem dados de ameaça. Com distribuição na região Sudeste e em Rondônia.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triumfetta%20grandiflora","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2728,"MALVACEAE","Waltheria communis","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no território brasileiro, com EOO maior que 20.000 km², ocorrência em unidade de conservação (SNUC) e sem informação sobre ameaça.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Waltheria%20communis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2729,"MARANTACEAE","Calathea aemula","Körn.","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com EOO de 76.681 km² e AOO de 44 km². Habita a Mata Atlântica em mais de 10 locais em situação de ameaça, e em duas unidades de conservação (SNUC). Embora esteja fora do limite de vulnerabilidade, por sofrer pressão em seu habitat e não estar assegurada sua sobrevivência, sugerimos mais estudos sobre a espécie e possível mudança de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20aemula","Mata Atlântica"],
    [2730,"MARANTACEAE","Calathea bella","(W.Bull) Regel","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A distribuição da espécie édesconhecida. A avaliação não pode ser conduzida por falta de dados.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20bella",""],
    [2731,"MARANTACEAE","Calathea brasiliensis","Körn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre em quatroEstados, em unidades de conservação (SNUC), e nãosofre ameaça direta.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [2732,"MARANTACEAE","Calathea cylindrica","(Roscoe) K.Schum.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica de MataAtlântica ocorre em cinco Estados, em unidades de conservação (SNUC).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20cylindrica","Mata Atlântica"],
    [2733,"MARANTACEAE","Calathea fatimae","H.Kenn. & J.M.A.Braga","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie foi descrita a partirde indivíduo cultivado no Sitio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba,Município do Rio de Janeiro e coletado em Morro do Coco, a 40 km ao Norte dacidade de Campos, Município de Campos dos Goytacazes. O Distrito de Morro doCoco hoje é totalmente ocupado por fazendas de plantação de cana-de-açúcar epecuária. Além dos exemplares cultivados em coleção particular, não existeregistro de outra coleta na natureza. Pela falta de dados, sugerimos um esforço de coleta e mais estudos sobre a espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20fatimae","Mata Atlântica"],
    [2734,"MARANTACEAE","Calathea longibracteata","(Sweet) Lindl.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre em quatroEstados, não sofre ameaça direta e se reproduz com facilidade.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20longibracteata","Mata Atlântica"],
    [2735,"MARANTACEAE","Calathea monophylla","(Vell.) Körn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre em oito Estadosdo Nordeste, Sudeste e Sul, em diferentes ambientes.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20monophylla","Mata Atlântica"],
    [2736,"MARANTACEAE","Calathea sciuroides","Petersen","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é encontrada na Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com possíveis ocorrências no Mato Grosso, nas Guianas e em Trinidad.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20sciuroides","Mata Atlântica"],
    [2737,"MARANTACEAE","Calathea singularis","H.Kenn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no bioma MataAtlântica exclusivamente no Estado do Espírito Santo, com apenas doisregistros de ocorrência, sendo um deles em unidade de conservação (SNUC) e o outro emsituação de ameaça pela degradação do habitat. Recomendamos mais estudos sobre a espécie e que a EOO seja recalculada.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20singularis","Mata Atlântica"],
    [2738,"MARANTACEAE","Calathea tuberosa","(Vell.) Körn.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e está sujeita a cinco situações de ameaça. A região do Distrito de Morro do Coco, sul do Estado do Rio de Janeiro, há muito vem sendo alterada pela agricultura e pecuária, assim como Armação de Búzios, onde o hábitat da espécie está sujeito às ameaças do alto apelo turístico da região, com a construção de grandes condomínios. Segundo informações, a espécie é rara, foi coletada em 1890 em Copacabana, no município do Rio de Janeiro, e no município de Itapemirim, Estado do Espírito Santo, e só voltou a ser coletada na natureza em 1997. Considerando que a AOO (24 km²) vem sofrendo degradação, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN). Estudos populacionais são recomendados.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20tuberosa","Mata Atlântica"],
    [2739,"MARANTACEAE","Calathea widgrenii","Körn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","","A espécie ocorre no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro e, possivelmente, no Espírito Santo, com EOO de 788,22 km² e AOO de 16 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Devido à baixa extensão de ocorrência e degradação de seu hábitat, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN). Recomendam-se estudos de distribuição e o levantamento de dados populacionais para uma categorização mais precisa.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20widgrenii","Mata Atlântica"],
    [2740,"MARANTACEAE","Calathea wiotii","(E.Morren) Regel","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A avaliação não pode serconduzida por falta de dados.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20wiotii","Mata Atlântica"],
    [2741,"MARANTACEAE","Calathea zebrina","(Sims) Lindl.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, com EOO de 159.313 km². Encontrada em unidades de conservação (SNUC) e em cultivo ex situ.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20zebrina","Mata Atlântica"],
    [2742,"MARANTACEAE","Ischnosiphon gracilis","(Rudge) Körn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição,com EOO de 2.956.720 km². É encontrada em unidades de conservação (SNUC) e em cultivoex situ.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ischnosiphon%20gracilis","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2743,"MARANTACEAE","Ischnosiphon ovatus","Körn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e, possivelmente, São Paulo e Paraná, com EOO de 4.453,11 km² e AOO de 16 km². Dos cinco registros de ocorrência, dois são em unidades de conservação. Pela extensão de ocorrência, área de ocupação e pelas três localidades fragmentadas nas quais a espécie está sujeita a ameaças pela deterioração do hábitat, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ischnosiphon%20ovatus","Mata Atlântica"],
    [2744,"MARANTACEAE","Maranta bicolor","Ker Gawl.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, com EOO de 1.019.192 km², nas regiões Nordeste e Sudeste, em Caatinga e Mata Atlântica.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20bicolor","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2745,"MARANTACEAE","Maranta subterranea","J.M.A.Braga","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","","A espécie ocorre na Mata Atlântica nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia. Tem EOO de 8.482,35 km² e AOO de 20 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora duas localidades sejam em unidades de conservação (SNUC), o ambiente de Mata de Planície, onde a espécie ocorre, é altamente vulnerável, sujeito a fogo e vem sofrendo degradação por pressão de pastagem, agricultura e empreendimentos imobiliários. Por esses motivos, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20subterranea","Mata Atlântica"],
    [2746,"MARANTACEAE","Maranta zingiberina","L.Andersson","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, com EOO de 119.892 km² em Caatinga e Mata Atlântica.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20zingiberina","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2747,"MARANTACEAE","Monotagma plurispicatum","(Körn.) K.Schum.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, com EOO de 4.976.429 km², emCaatinga, Cerrado e Mata Atlântica.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monotagma%20plurispicatum","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2748,"MARANTACEAE","Saranthe composita","(Link) K. Schum.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, com EOO de 13.761,28 km², em Mata Atlântica de baixada. Está sujeita a oito situações de ameaça, sendo apenas uma em unidade de conservação (SNUC). Pela dimensão da extensão de ocorrência e pela contínua degradação de seu hábitat, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saranthe%20composita","Mata Atlântica"],
    [2749,"MARANTACEAE","Saranthe klotzschiana","(Körn.) Eichler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","","A espécie ocorre nos Estados doNordeste, em grande subpopulação dentro de Parque Ecológico em Pernambuco, e no Sudeste ocorre no Espírito Santo e Rio de Janeiro.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saranthe%20klotzschiana","Mata Atlântica"],
    [2750,"MARANTACEAE","Stromanthe porteana","Gris","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre emoito Estados do Nordeste e Sudeste e em algumas unidades de conservação (SNUC).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stromanthe%20porteana","Mata Atlântica"],
    [2751,"MARANTACEAE","Stromanthe schottiana","(Körn.) Eichler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre em quatroEstados do Nordeste e Sudeste, com EOO de 79.347 km², inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stromanthe%20schottiana","Mata Atlântica"],
    [2752,"MARANTACEAE","Thalia multiflora","Horkel ex Körn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie é herbácea aquática,não endêmica do Brasil. Ocorre na Argentina, nos alagados de Iberá, na regiãode Corrientes, área protegida desde 1985, onde a espécie é tida como comum,ocorre também nos Pampas do Rio Grande do Sul onde é considerada \"Vulnerável\" (VU), eno Rio de Janeiro sem informação. Pela falta de dados de coleta não é possívelrealizar a avaliação.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thalia%20multiflora","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2753,"MARCGRAVIACEAE","Marcgravia polyantha","Delpino","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. polyantha é uma liana ou arbustiva ocorrente nas regiões Sudeste, Sul e no Estado Goiás. Assim, a EOO é superior a 20.000 km², sendo categorizada como sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcgravia%20polyantha","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2754,"MARCHANTIACEAE","Marchantia berteroana","Lehm. & Lindenb.","EN","B2ab(i,ii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorre na Mata Atlântica dos Estados das regiões Sudeste (Minas Gerais, Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Apresenta AOO de 16 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça considerando os Estados de ocorrência da espécie e sua vulnerabilidade às queimadas e fragmentação do hábitat, que afetam diretamente a sua dispersão e reprodução. Suspeita-se de baixo esforço de coleta para a espécie, que apresenta uma disjunção que pode estar refletindo a falta de estudos empreendidos. Sendo assim, fazem-se necessários o direcionamento de estudos e a coleta de dados em campo, a fim de se verificar a situação das subpopulações e de suas áreas de ocorrência. M. berteroana foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marchantia%20berteroana","Mata Atlântica"],
    [2755,"MARSILEACEAE","Pilularia americana","A.Braun","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação da espécie uma vez que possui apenas um registro sem data e informações sobre a espécie. Além disso, com as informações disponíveis não é possivel fazer estimativas a respeito do estado de conservação da espécie no Brasil.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilularia%20americana","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2756,"MARSILEACEAE","Regnellidium diphyllum","Lindm.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem hábito aquático em corpos de água rasos, ocorre no Estado do Rio Grande do Sul e, possivelmente, em Santa Catarina, em Formações Campestres e Florestas de Restinga. Tem cinco subpopulações conhecidas que foram consideradas situações de ameaça. Considerando o declínio da qualidade do hábitat decorrente da constante modificação ambiental das zonas úmidas pelo homem, que caso não sejam controladas podem vir a elevar a espécie para uma categoria de maior risco em futuro próximo, R. diphyllum foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Regnellidium%20diphyllum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2757,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia angustifolia","Cogn.","CR","C2a(i,ii),D","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie possui distribuição restrita (EOO=277,03 Km²) a um único município e não é coletada a cerca de 120 anos. A coleta foi realizada no município de Santos, no estado de São Paulo região que sofre com a antropização dos ambientes naturais desde a colonização, e por isso, suspeita-se que a espécie esteja possivelmente extinta por não ter sido recoletada, apesar da região ter um alto esforço de coleta. Por isso, acredita-se que não haja mais de 50 indivíduos na natureza.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20angustifolia","Mata Atlântica"],
    [2758,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia formosa","Brade","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia formosa Brade possui distribuição restrita e está sujeita a declínio constante da qualidade de habitat. A espécie possui uma extensão de ocorrência extremamente pequena (EOO=10,47 km²). Sua população encontra-se severamente fragmentada, devido a transformação da paisagem no entorno das três subpopulações existentes. Além disso a construção de estradas e a expansão de áreas urbanas e agrícolas representam uma barreira para a manutenção de fluxo gênico entre os remanescentes. Assim, a espécie foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20formosa","Mata Atlântica"],
    [2759,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia foveolata","Brade","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia foveolata é endêmica do estado do Espirito Santo, possui distribuição restrita (EOO=541,12 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie sofre devido as transformações da paisagem e está sujeita a declínio constante da qualidade do habitat. Assim, a espécie foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20foveolata","Mata Atlântica"],
    [2760,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia hoehneana","Brade","CR","B2ab(iii),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia hoehneana Brade é endêmica do estado de São Paulo, onde foi considerada uma espécie \"Criticamente em Perigo\" (CR) de extinção. Os poucos espécimes de herbário conhecidos representam coleções históricas, com mais de 120 anos, não havendo até o momento qualquer coleta recente nessas regiões (Baumgratz 2009). Entretanto, Bertolonia hoehneana Brade ocorrem em apenas uma localidade do município de São Paulo e apresenta uma AOO de apenas 8 Km². A região sofreu sérios impactos antropogênicos, devido a transformação da paisagem. E hoje está sujeita a declínio constante na qualidade de habitat. Se a espécie ainda puder ser encontrada na natureza, provavelmente será dentro de unidades de conservação. Assim, estima-se que existam menos de 250 indivíduos vivos, todos concentrados em uma única subpopulação. Por estas razões, a espécie foi considerada como \"Criticamente em Perigo\" (CR), Possivelmente \"Extinta na natureza\" (EW).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20hoehneana","Mata Atlântica"],
    [2761,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia leuzeana","(Bonpl.) DC.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem EOO restrito calculado em 274,50 km² e sua população encontra-se severamente fragmentada devido a perda de habitat. De acordo com o especialista a espécie ocorre em subpopulações pequenas e muito restritas, em áreas com forte influência antrópica e que ainda se mostram alteradas.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20leuzeana","Mata Atlântica"],
    [2762,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia paranaensis","(Wurdack) Baumgratz","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia paranaensis ocorre nos estados de São Paulo e Paraná. Neste estado acredita-se que esteja em perigo de extinção, pois a última coleta foi realizada há mais de 110 anos (Baumgratz 2009, com. pessoal). No estado do Paraná, a espécie é conhecida a partir de registros coletados em dois municípios, Antonina e Guaraqueçaba. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 2.111,22 km² e sua área de ocupação em 16 Km². Considerando que a distribuição da espécie hoje está restrita a apenas duas localidades e que a região sofre declínio constante de qualidade de habitat, Bertolonia paranaensis foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [2763,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia atropurpurea","A.B.Martins","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia atropurpurea A.B.Martins é conhecida a partir de registros de coleta realizados em duas localidades, e sua população encontra-se severamente fragmentada devido a perda de habitat. A espécie não é coletada a quase 30 anos. Com base nos registros conhecidos a extensão de ocorrência foi estimada em menos do que 20.000 km². Além disso, a espécie está sujeita ao declínio constante de qualidade de habitat. Assim, Cambessedesia atropurpurea foi classificada como Vulnerável (VU).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20atropurpurea","Cerrado"],
    [2764,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia eichleri","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia eichleri Cogn. é endêmica do Brasil e possui ampla distribuição (EOO=574.574,65 km²). A espécie ocorre desde a região nordeste até o sudeste brasileiro, em áreas dos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Assim, a espécie foi classificada como Least Concern (LC).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20eichleri","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2765,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia glaziovii","Cogn. ex A.B.Martins","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Esta espécie pode ser confundida com C. espora e por falta de certeza de registros e identificação não apresenta dados suficientes para uma avaliação consistente de risco. Recomenda-se um maior esforço de coleta e estudos taxonômicos.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20glaziovii","Cerrado"],
    [2766,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia gracilis","Wurdack","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia gracilis  é endêmica do estado da Bahia. A espécie ocorre na Chapada Diamantina, mais precisamente em três diferentes situações de ameaça: nos Campos Rupestres do município de Andaraí (Campo do Queiroz, Campo de Ouro Fino e Serra do Bicota), no município de Rio de Contas (Serra do Porco Gordo, Serra da Mesa e Serra do Porco Gordo) e no município de Água Quente (Pico das Almas). Com EOO menor que 5.000 Km², a espécie está sujeita a declínio constante da qualidade de habitat, devido a sobre pastejo e impactos negativos do turismo. Por estas razões, Cambessedesia gracilis  foi considerada Em Perigo (EN).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20gracilis","Caatinga"],
    [2767,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia hermogenesii","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia hermogenesii A.B.Martins é endêmica do estado da Bahia, na região do Pico das Almas, Chapada Diamantina. Sua distribuição é restrita (EOO=1.439,26 km²) e a espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sendo o sobre pastejo, o turismo, o fogo e, principalmente a agroindústria, ameaças que influenciam a sobrevivência da espécie nesta região. Assim a espécie está sujeita ao declínio constante da qualidade de habitat e foi considerada como Em Perigo (EN).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20hermogenesii","Caatinga"],
    [2768,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia hilariana","(Kunth) DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. possui ampla distribuição. A espécie é considerada frequente e muito bem representada em coleções de herbários. Habita preferencialmente os campos rupestres ao longo da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais e Bahia. Campos (2005) cita a ocorrência de C. hilariana para a Bolívia. Assim a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20hilariana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2769,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia striatella","Naudin","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia striatella não possui registros de ocorrência nem informações sobre a biologia e ecologia da espécie. Assim, a espécie foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20striatella","Cerrado"],
    [2770,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia weddellii","Naudin","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil, ocorre no estado de Minas Gerais e possivelmente São Paulo, em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, ambientes severamente alterado pela urbanização, atividades agrícolas e pastagens. Apresenta apenas duas situações de ameaça e recomenda-se estudos aprofundados a fim de verificar o estado das populações da espécie.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20weddellii","Cerrado"],
    [2771,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia wurdackii","A.B.Martins","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem EOO calculado em 6.777,79km², está sujeita a menos de 10 situações de ameaça e a declínio na qualidade do habitat. Endêmica de áreas de Caatinga no estado da Bahia, está sujeita a ameaças como turismo descontrolado, fogo, abertura de pastos e agricultura.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20wurdackii","Caatinga, Cerrado"],
    [2772,"MELASTOMATACEAE","Chaetostoma fastigiatum","Naudin","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Chaetostoma fastigiatum possui EOO de 33.253,190 km² e  foi considerada uma provável espécie em extinção devido as poucas e antigas coletas feitas principalmente no final do século XIX. Uma revisão feita por  Koschnitzke (2006) mostra que essa espécie também possui ocorrência nas Serras da Mantiqueira e da Canastra (Baumgratz, com. pess.). Portanto faz-se necessário um maior esforço de coleta a fim de verificar o real estado de conservação da espécie que ocorre em áreas alteradas.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaetostoma%20fastigiatum","Cerrado"],
    [2773,"MELASTOMATACEAE","Clidemia capilliflora","(Naudin) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de ser considerada rara no estado do Rio de Janeiro, a espécie Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. possui ampla distribuição e ocorre desde o norte do estado da Bahia ao litoral sul do estado do Rio de Janeiro. Este arbusto ocorre na Mata Atlântica  (Michelangi, Reginato, 2010), em Florestas Pluviais e de baixada (Braumgratz et al., 2006). Na Reserva Poço das Antas possui distribuição muito restrita, sendo encontrada somente no interior da Floresta Submontana (Braumgratz et al., 2006). Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. está protegida por unidades de conservação (SNUC) e não possui ameaças específicas descritas para a espécie. Assim, Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clidemia%20capilliflora","Mata Atlântica"],
    [2774,"MELASTOMATACEAE","Clidemia rubra","(Aubl.) Mart.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Clidemia rubra (Aubl.) Mart. possui ampla distribuição no Brasil (EOO=5.378.572,290 km²) e ocorre desde a região norte (Roraima, Amapá, Pará, Amazonas, Acre), até a região centro-Oeste (Mato Grosso) (Michelangeli, Reginato, 2010).  A espécie ocorre áreas de Cerrado (Michelangeli, Reginato 2010), e é consumida por aves (Tienne et al., 2005, Orians, 1983). Na Amazônia, a espécie ocorre como secundária inicial (Tienne et al. 2005). Há registros de ocorrência dessa planta na Colômbia, onde é encontrada em áreas com atividade de mineração (Porras et al., 2010), e usada como pasto junto com braquiária (Valencia 2009). Clidemia rubra (Aubl.) Mart. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clidemia%20rubra","Cerrado"],
    [2775,"MELASTOMATACEAE","Dolichoura spiritusanctensis","Brade","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Dolichoura spiritusanctensis Brade é uma espécie endêmica do Espírito Santo (Chiavegatto 2010) e possui distribuição restrita (EOO ca.1.168  km²).Apesar disso especialistas apontam que a espécie vem sendo coletada frequentemente. A espécie esta protegida por algumas unidades de conservação (SNUC), e foi categorizada como NT pelo fato de não ter ameaças pontuais, uso e de ser encontrada frequentemente, porém sua distribuição restrita merece atenção.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dolichoura%20spiritusanctensis","Mata Atlântica"],
    [2776,"MELASTOMATACEAE","Eriocnema acaulis","Triana","EN","B1b(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Eriocnema acaulis Triana é endêmica do estado de Minas Gerais e possui distribuição restrita (EOO=27,89 Km², AOO=12 Km²), além de estar sujeita a três situações de ameaça, todas localizadas em áreas do quadrilátero ferrífero, tendo a mineração como principal ameaça. A espécie está sujeita a declínio constante da qualidade de habitat. Assim, Eriocnema acaulis Triana foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocnema%20acaulis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2777,"MELASTOMATACEAE","Eriocnema fulva","Naudin","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica do estado de Minas Gerais, está distribuída em áreas de mineração e com ocorrência de fogo, sendo essas duas ameaças citadas pelo especialista como mais significativas. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que caso não sejam controladas podem exterminar subpopulações diminuindo drasticamente o número de indivíduos da espécie.","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocnema%20fulva","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2778,"MELASTOMATACEAE","Fritzschia anisostemon","Cham. & Schltdl.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Fritzschia anisostemon apresenta apenas um registro de coleta, e não há mais nenhuma informação a respeito da espécie. Portanto a espécie foi considerada deficiente de dados.","2011-10-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fritzschia%20anisostemon","Cerrado"],
    [2779,"MELASTOMATACEAE","Fritzschia integrifolia","Cham. & Schltdl.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Fritzschia integrifolia possui apenas a informação de que é endêmica do Estado de Minas Gerais. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como Deficiente de Dados (DD) para o calculo do risco de extinção.","2011-10-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fritzschia%20integrifolia","Cerrado"],
    [2780,"MELASTOMATACEAE","Henriettea gomesii","Brade","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Henriettea gomesii possui apenas a informação sobre e uma coleta e de que é endêmica do Estado do Espírito Santo. Portanto não conta com informações suficientes para o entendimento do real estado de conservação da espécie na natureza, sendo classificada como Deficiente de Dados (DD).","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Henriettea%20gomesii","Mata Atlântica"],
    [2781,"MELASTOMATACEAE","Huberia carvalhoi","Baumgratz","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Ocorre na região costeira do estado da Bahia. Tem EOO restrito calculado em 2.375,98 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie apresenta declínio na qualidade do habitat por perturbação antrópica.","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20carvalhoi","Mata Atlântica"],
    [2782,"MELASTOMATACEAE","Huberia espiritosantensis","Baumgratz","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","De acordo com as informações científicas disponíveis, a espécie é endêmica da Estação Biológica de Santa Lúcia, município de Santa Teresa, Espírito Santo. A espécie tem EOO calculado em menos de 20.000 Km² estando a população total agrupada nessa região. Por isso, é vulnerável a eventos estocásticos. A espécie está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, tendo em vista que a Estação foi incorporada ao governo federal em 1983, e estudos apontam ineficácia na fiscalização do local, a ocorrência de incêndios para \"limpeza de terreno\" e caça ilegal, diretamente na qualidade do habitat e causando o declínio desta.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20espiritosantensis","Mata Atlântica"],
    [2783,"MELASTOMATACEAE","Huberia laurina","DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Existe a dúvida  em relação a ocorrência exata da espécie. Além disso não há dados populacionais, de ameaça ou ecológicos suficientes para a categorização da espécie. Faz-se necessária a implementação de pesquisas científicas para colta de dados relativos a espécie e sua distribuição.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20laurina","Mata Atlântica"],
    [2784,"MELASTOMATACEAE","Huberia nettoana","Brade","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem EOO de 15.434,320 Km², tendo sido encontrada em  diversas das áreas amostradas e com ocorrência descrita em áreas protegidas consideradas eficazes, como Ibitipoca e Itatiaia, por exemplo. Suspeita-se que a população total da espécie esteja estável, mas o fato  da espécie ter a EOO menor que 20.000 Km², o que poderia classificá-la como VU, deve nortear planos de ação para a espécie como intuito de monitorar as subpopulações.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20nettoana","Mata Atlântica"],
    [2785,"MELASTOMATACEAE","Huberia pirani","Baumgratz","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem EOO calculado em menos de 500 km² e AOO de 32 Km², sendo endêmica do estado de Minas Gerais, mais precisamente da região do município de Diamantina. Ocorre em manchas de Mata de Galeria e em Campos Rupestres, nas encostas ou cumes de morros rochosos com arenito (Baumgratz 2004). A região tem sido fortemente antropizada e é roteiro para turismo e grandes eventos culturais como o carnaval, que afetam diretamente a qualidade do habitat. Considerando o distúrbio humano como principal ameaça, foram identificadas cinco situações de ameaça. Além disso, foi indicado pelo especialista a estimativa de duas subpopulações, que associada a distribuição restrita da espécie poderá resultar no desaparecimento da espécie em futuro próximo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20pirani","Cerrado"],
    [2786,"MELASTOMATACEAE","Huberia semiserrata","DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuição e foram encontrados 39 indivíduos em 0,8 ha amostrados. A espécie é endemica da Mata Atlântica, ambiente severamente transformado porém sua ampla distribuição nos leva a inferir que a espécie esteja fora de perigo.","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20semiserrata","Mata Atlântica"],
    [2787,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera cordata","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre preferencialmente em Campos Rupestres e outras áreas campestres. No entanto, a vulnerabilidade da espécie é atestada pelo número de situações de ameaça (","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20cordata","Cerrado"],
    [2788,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera imbricata","(Thunb.) DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é de ampla distribuição, incluindo áreas protegidas. Estimada com até 50 subpopulações. Ocorre em diferentes domínios fitogeográficos e não possui uso nem valor econômico.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20imbricata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2789,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera itambana","Mart. & Schrank ex DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição restrita, no entanto, não há dados populacionais, de ameaça ou de uso que possibilitem a avaliação do risco de extinção da espécie. Portanto, recomenda-se o direcionamento de pesquisas e um maior esforço de coleta para a espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20itambana","Cerrado"],
    [2790,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera mello-barretoi","Markgr.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Lavoisiera mello-barretoi é de distribuição restrita ao Cerrado do Estado de Minas Gerais. No entanto, não há maiores dados populacionais e ecológicos, ou informações sobre ameaças, impossibilitando a avaliação do risco de extinção da espécie. Por isso, faz-se necessário o direcionamento de pesquisas e um maior esforço de coleta para a espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20mello-barretoi","Cerrado"],
    [2791,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera pulchella","Cham.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Lavoisiera pulchella de ampla distribuição e com até 18 subpopulações distribuídas em sua EOO. Está presente em áreas protegidas e apesar das ameaças existentes ao bioma de ocorrência da espécie, a espécie não está ameaçada de extinção.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20pulchella","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2792,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera quinquenervis","Wurdack","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie não apresenta dados suficientes para a avaliação do risco de extinção.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20quinquenervis","Cerrado"],
    [2793,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera rigida","Cogn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta apenas dados de distribuição, não tendo sido apontada nenhuma ameaça, dados populacionais ou de uso, portanto não foi possível fazer a avaliação do risco de extinção da espécie. No entanto, faz-se necessário o direcionamento de esforços para pesquisa e coleta da espécie, uma vez que esta ocorre na região de Diamantina conhecida como uma região de turismo intenso, podendo configurar uma ameaça para a espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20rigida","Cerrado"],
    [2794,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera sampaioana","Barreto","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie não apresenta dados, além dos de distribuição, impossibilitando a avaliação do risco de extinção. Faz-se necessário o investimento em pesquisa e o aumento do esforço amostral da espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20sampaioana","Cerrado"],
    [2795,"MELASTOMATACEAE","Leandra adenothrix","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, sem ameaças ou uso apontados pelo especialista. Apesar de ocorrer em Cerrado, a espécie também ocorre em borda de mata, e estima-se que hajam até 8 subpopulações da espécie. A espécie não está em risco de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20adenothrix","Cerrado"],
    [2796,"MELASTOMATACEAE","Leandra catharinensis","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie bem distribuída. Apesar da antropização da região impedir a expansão da mata, estudos mostram que os Campos nas área dos \"Campos dos Padres\" apresentam-se em bom estado de conservação. Nestes, foi observada a ocorrência de espécies nativas comumente presentes em locais pouco alterados e uma baixa quantidade de espécies exóticas (Zanin et al. 2009). Portanto a espécie não está em risco de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20catharinensis","Mata Atlântica"],
    [2797,"MELASTOMATACEAE","Leandra echinata","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie bem distribuída e adaptada a cenários de estresse. Os arbustos da espécie são encontrados em locais ensolarados, beira de trilhas e estradas, e às vezes em barrancos (Camargo 2008). Também não há ameaças ou uso direto apontados pelo especialista, portanto a espécie não está ameaçada de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20echinata","Mata Atlântica"],
    [2798,"MELASTOMATACEAE","Leandra hatschbachii","Brade","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do estado do Paraná e Santa Catarina, e está restrita apenas a três situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie foi altamente alterada pela urbanização causando declínio contínuo na qualidade do habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [2799,"MELASTOMATACEAE","Leandra humilis var. glabrata","(Cogn.) Wurdack","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a categorização da espécie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20humilis%20var.%20glabrata","Mata Atlântica"],
    [2800,"MELASTOMATACEAE","Leandra parvifolia","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais e Paraná e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, considerando sua presença e ausência em unidades de conservação. Muitas das regiões de ocorrência da espécie sofrem com a transformação da vegetação em áreas para atividades agrícolas e pastagem, causando declínio na qualidade do habitat. A espécie ainda é considerada rara, e caso as ameaças não sejam cessadas, poderão transferir a espécie a uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20parvifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2801,"MELASTOMATACEAE","Lithobium cordatum","Bong.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais, onde é encontrada em algumas fendas na rochas, em locais sombreados, nos Campos Rupestres, e Mata de Galeria nas serras do município de Delfinópolis e na serra do Espinhaço. Tem área de ocupação calculada em 32 Km², e está sujeita a uma situação de ameaça e a declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lithobium%20cordatum","Cerrado"],
    [2802,"MELASTOMATACEAE","Marcetia alba","Ule","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado da Bahia, onde é encontrada em entre rochas e escarpas íngremes nos Campos Rupestres, na Serra do Sincorá, a 1100 m de altitude. Tem AOO calculado em 32 Km², e está sujeita a uma situação de ameaça. A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20alba","Caatinga, Cerrado"],
    [2803,"MELASTOMATACEAE","Marcetia bahiana","(Ule) A.B.Martins","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do estado da Bahia, e é conhecida apenas pela coleção tipo feita em 1906. Tem AOO calculado em 12 Km², está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A espécie pode estar \"Extinta na natureza\" (EW). A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20bahiana","Cerrado"],
    [2804,"MELASTOMATACEAE","Marcetia bracteolaris","(Schrank & Mart. ex DC.) O.Berg. ex Cogn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a categorização da espécie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20bracteolaris","Mata Atlântica"],
    [2805,"MELASTOMATACEAE","Marcetia formosa","Wurdack","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado da Bahia, no Pico das Almas, a cerca de 1600 m de altitude (Martins, 1989). Tem AOO calculado em 76 Km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade do habitat. A espécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20formosa","Cerrado"],
    [2806,"MELASTOMATACEAE","Marcetia hatschbachii","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado de Minas Gerais e da Bahia. Possui distribuição restrita (EOO=4.038,32 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar da área em que a espécie ocorre ter sido muito visitada por especialistas botânicos, há poucas coletas depositadas em herbários, sugerindo que a espécie seja rara.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2807,"MELASTOMATACEAE","Marcetia luetzelburgii","Markgr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie endêmica do estado da Bahia, no Pico das Almas, a cerca de 1700 m de altitude, com AOO calculado em 24 Km². está sujeita a apenas uma situação de ameaça. A região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da qualidade dohabitat. Aespécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20luetzelburgii","Caatinga, Cerrado"],
    [2808,"MELASTOMATACEAE","Marcetia lychnophoroides","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da chapada Diamantina, no estado da Bahia. Apresenta área de ocupação de 20 Km², EOO de 1.597,94 Km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Sua região de ocorrência é restrita, recebe visitantes o ano inteiro e sofre com incêndios.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20lychnophoroides","Cerrado, Caatinga"],
    [2809,"MELASTOMATACEAE","Marcetia nummularia","Markgr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie endêmica do estado da Bahia, possui distribuição restrita (EOO=733,80 Km², AOO=36 km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. As regiões onde a espécie ocorre tiveram sua vegetação transformada em cabrucas, plantações de abacaxi, entre outras atividades agropecuárias, causando declínio contínuo da qualidade de habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20nummularia","Cerrado, Caatinga"],
    [2810,"MELASTOMATACEAE","Marcetia oxycoccoides","Wurdack & A.B.Martins","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Endêmica do estado da Bahia, mais precisamente da região do Pico das Almas entre 1300 e 1600 m de altitude. Tem AOO de 24 Km² e EOO de 207,66 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região passa por um processo de antropização que causa declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie. Aespécie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20oxycoccoides","Caatinga, Cerrado"],
    [2811,"MELASTOMATACEAE","Marcetia semiriana","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","É uma espécie endêmica da Serra do Cipó no estado de Minas Gerais, entre 1200 e 1400 m de altitude. Apesar de ser encontrada em área bastante visitada por botânicos, há poucas coletas, evidenciando sua raridade e endemismo. Além disso, possui EOO restrito (309,58 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram o fogo e o turismo na região como principais ameaças.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20semiriana","Cerrado"],
    [2812,"MELASTOMATACEAE","Marcetia shepherdii","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado da Bahia, ocorre no município de Maraú, em áreas de Restinga. Entretanto, coletas mais recentes indicam a ocorrência da espécie na região do município de Mucugê, interior do estado da Bahia. Possui distribuição restrita (EOO=2.831,23 Km²). A espécie está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram o fogo e a perda de habitat como ameaças principais.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20shepherdii","Mata Atlântica"],
    [2813,"MELASTOMATACEAE","Marcetia viscida","Wurdack","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre de forma esparsa no estado da Bahia, tendo sido encontrada em três municípios diferentes, que foram considerados como situações de ameaça distintas. A sua região de ocorrência encontra-se altamente perturbada devido a incidência de fogo. Foi categorizada como Vulnerável, pois caso as ameaças não sejam controladas a espécie poderá ser transferida para CR em futuro próximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20viscida","Caatinga"],
    [2814,"MELASTOMATACEAE","Meriania callophylla","(Cham.) Triana","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos estados do Espírito Santo e da Bahia. Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A incidência de fogo decorrente do processo de antropização da região foi identificada como principal ameaça causadora de declínio contínuo na qualidade de habitat da espécie. Deve ser monitorada uma vez que pode vir a ser transferida para uma categoria mais alta em futuro próximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Meriania%20callophylla","Mata Atlântica"],
    [2815,"MELASTOMATACEAE","Meriania tetramera","Wurdack","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está presente em unidades de conservação (SNUC) e EOO calculado em  27.439,410 km². No entanto sua população deve ser monitorada uma vez que há indícios de ameaças que possam estar afetando as subpopulações diretamente.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Meriania%20tetramera","Mata Atlântica"],
    [2816,"MELASTOMATACEAE","Merianthera burlemarxii","Wurdack","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica da Mata Atlântica dos estado do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espécie apresenta EOO de 5.555,57 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As regiões onde a espécie ocorre sofrem com o declínio constante da qualidade do habitat e historicamente, da AOO e EOO. A transformação da vegetação em campos agrícolas e pastagens são as principais ameaças a espécie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merianthera%20burlemarxii","Mata Atlântica"],
    [2817,"MELASTOMATACEAE","Merianthera pulchra","Kuhlm.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica dos estados da Bahia, do Espirito Santo, e de Minas Gerais. A espécie ocorre em áreas de plantação de cacau no sul da Bahia e no Espírito Santo sofre com a transformação da paisagem em áreas para atividades agrícolas e pastagem, que causam declínio contínuo da qualidade de habitat. Foram identificadas duas situações de ameaça distintas.  Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações pois caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merianthera%20pulchra","Mata Atlântica"],
    [2818,"MELASTOMATACEAE","Miconia amoena","Triana","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, presente em unidades de conservação (SNUC) e apresenta boa capacidade de dispersão de sementes.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20amoena","Mata Atlântica"],
    [2819,"MELASTOMATACEAE","Miconia angelana","R.Romero & R.Goldenb.","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem ocorrência restrita (EOO=94,05 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie passa por um processo de antropização que vem causando declínio contínuo na qualidade de habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20angelana","Cerrado"],
    [2820,"MELASTOMATACEAE","Miconia capixaba","R.Goldenb.","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado do Espírito Santo. A espécie ocorre na Estação Biológica de Santa Lúcia, em Mata de Encosta na beira do rio a 800 m de altitude. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, possui EOO de 64,29 km² e AOO 32 km², em área com presença de fogo e agricultura.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20capixaba","Mata Atlântica"],
    [2821,"MELASTOMATACEAE","Miconia carvalhoana","Baumgratz & Souza","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do estado da Bahia, sujeita a apenas uma situação de ameaça. Possui distribuição restrita (EOO=61,64 km², AOO=12 km²). A região de ocorrência sofre com as constantes queimadas que alteram o habitat podendo causar declínio da qualidade do habitat da espécie e levar a extinções locais.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20carvalhoana","Cerrado"],
    [2822,"MELASTOMATACEAE","Miconia cipoensis","R.Goldenb.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais. Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, possui AOO de 16 km², e EOO de 224,58 Km². Sua região de ocorrência sofre com o declínio na qualidade do habitat decorrente do turismo e queimadas na região.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20cipoensis","Cerrado"],
    [2823,"MELASTOMATACEAE","Miconia doriana","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20doriana","Mata Atlântica"],
    [2824,"MELASTOMATACEAE","Miconia eichleri","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20eichleri","Mata Atlântica"],
    [2825,"MELASTOMATACEAE","Miconia fasciculata","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20fasciculata","Mata Atlântica"],
    [2826,"MELASTOMATACEAE","Miconia glazioviana","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos estados do Rio de Janeiro e Paraná, com distribuição restrita (EOO=54,38 km², AOO=8 Km²), está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e ocorre em área fortemente antropizada, que já perdeu boa parte de sua cobertura vegetal original e apresenta declínio na qualidade do habitat. Portanto, foi avaliada como Vulnerável e recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação da população da espécie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20glazioviana","Mata Atlântica"],
    [2827,"MELASTOMATACEAE","Miconia johnwurdackiana","Baumgratz & Souza","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Endêmica dos Campos Rupestres do estado da Bahia. Possui EOO restrita (2.085,50 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, que consideram  o fogo e o turismo como principal ameaça causadoras de declínio na qualidade do habitat da espécie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20johnwurdackiana","Cerrado"],
    [2828,"MELASTOMATACEAE","Miconia longicuspis","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição, no entanto pode vir a ser categorizada como ameaçada em futuro próximo, caso o habitat da espécie não seja controlado em relação as ameaças incidentes, como fogo, por exemplo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20longicuspis","Mata Atlântica"],
    [2829,"MELASTOMATACEAE","Miconia mendoncae","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica dos estados de São Paulo e Minas Gerais (AOO=16 Km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça que consideram  a perda de habitat decorrente das atividades industriais e urbanas como principais ameaças que causam declínio na qualidade do habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20mendoncae","Mata Atlântica"],
    [2830,"MELASTOMATACEAE","Miconia octopetala","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20octopetala","Mata Atlântica"],
    [2831,"MELASTOMATACEAE","Miconia paucidens","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20paucidens","Cerrado"],
    [2832,"MELASTOMATACEAE","Miconia penduliflora","Cogn.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro e possui distribuição restrita (EOO=2.905,64 km²). Considerando que o Rio de Janeiro apresentava em 2010 menos de 20% de sua cobertura vegetal original, suspeita-se que o declínio na qualidade do habitat esteja afetando a espécie diretamente. Foram identificadas três situações de ameaça distintas.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20penduliflora","Mata Atlântica"],
    [2833,"MELASTOMATACEAE","Miconia petroniana","Cogn. & Saldanha","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20petroniana","Mata Atlântica"],
    [2834,"MELASTOMATACEAE","Miconia picinguabensis","R.Goldenb. & A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica da Mata Atlântica do estado de São Paulo, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e possui EOO restrita a 152,20 km². O estado de São Paulo foi severamente degradado no passado, e ainda hoje sofre com a perda e fragmentação de habitat, o que leva a declínio na qualidade do habitat da espécie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20picinguabensis","Mata Atlântica"],
    [2835,"MELASTOMATACEAE","Miconia polyandra","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20polyandra","Mata Atlântica"],
    [2836,"MELASTOMATACEAE","Miconia ramboi","Brade","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20ramboi","Mata Atlântica"],
    [2837,"MELASTOMATACEAE","Miconia rimalis","Naudin","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20rimalis","Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2838,"MELASTOMATACEAE","Miconia robustissima","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20robustissima","Mata Atlântica"],
    [2839,"MELASTOMATACEAE","Miconia setosociliata","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica do estado do Rio de Janeiro, Minas Gerais e do Espirito Santo, a espécie está sujeita a duas situações de ameaça, que consideram a perda de habitat decorrente de atividades antrópicas como principal ameaça. A espécie ocorre em regiões onde a transformação da paisagem em áreas para atividades agrícolas e pastagem é historicamente relevante e até hoje impacta a flora local. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações pois caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20setosociliata","Mata Atlântica"],
    [2840,"MELASTOMATACEAE","Miconia willdenowii","Klotzsch ex Naudin","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída, inclusive em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20willdenowii","Mata Atlântica"],
    [2841,"MELASTOMATACEAE","Microlicia canastrensis","Naudin","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem distribuição restrita, é endêmica do estado de Minas Gerais, e ocorre no Parque Nacional da Serra da Canastra. Especialistas apontam apresença de grandes subpopulações que ocorrem entre as rochas dos camposrupestres por todo o Parque. Desta forma, a vulnerabilidade da espécie está na possibilidade da ocorrência de eventos estocásticos e de fogo. Foram consideradas menos de 5 situações de ameaça, identificadas a partir da principal ameaça, o fogo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20canastrensis","Cerrado"],
    [2842,"MELASTOMATACEAE","Microlicia cardiophora","Naudin","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie não possui informações suficientes para avaliação do risco de extinção.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20cardiophora","Cerrado"],
    [2843,"MELASTOMATACEAE","Microlicia cuspidifolia","Mart. ex Naudin","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie possui AOO de 12 Km² e sua ocorrência está restrita ao quadrilátero ferrífero, região severamente afetada pelo declínio da qualidade do habitat. A atividade mineradora representa uma ameaça para as comunidades vegetais sobre canga. Considerando esta, como a principal ameaça para a espécie, foram estimadas menos de cinco situações de ameaça. Além disso, não há registros de ocorrência para a espécie dentro de áreas protegidas.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20cuspidifolia","Cerrado"],
    [2844,"MELASTOMATACEAE","Microlicia doryphylla","Naudin","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuida e esta protegida por unidade de conservação (SNUC). No entanto, estudos conduzidos na Estação Ecológica do Panga (MG) identificaram baixa frequência relativa (0.485) e cobertura relativa (0.068) (Guimaraes et al. 2002). Além disso a espécie ocorre em dois hotsposts, Cerrado e Mata Atlântica, em Veredas às margens de estradas em Uberlândia (MG, Araújo et al. 2002).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20doryphylla","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2845,"MELASTOMATACEAE","Microlicia elegans","Naudin","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Não há informações suficientes para avaliação do risco de extinção da espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20elegans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2846,"MELASTOMATACEAE","Microlicia fasciculata","Mart. ex Naudin","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e ocorre em diferentes domínios fitogeográficos. Está presentes em diversas unidades de conservação (SNUC) e apesar das ameaças apontadas para dentro de algumas dessas unidades de conservação, o especialista estima a existência de até 30 subpopulações para a espécie. Portanto a espécie não está ameaçada de extinção.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20fasciculata","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2847,"MELASTOMATACEAE","Microlicia flava","R.Romero","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é rara e endêmica restrita do estado de Minas Gerais, mais precisamente da Serra da Canastra, região com alto esforço de coleta. O declínio na qualidade do habitat da espécie e a identificação de menos de cinco situações de ameaça, configuram um cenário de vulnerabilidade. Portanto, faz-se necessário o direcionamento de pesquisas e um aumento no esforço de  coleta da espécie a fim de verificar o atual estado das subpopulações da espécie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20flava","Cerrado"],
    [2848,"MELASTOMATACEAE","Microlicia fulva","(Spreng.) Cham.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e presente em diferentes domínios fitogeográficos. Apesar da baixa cobertura média, de 0.02 a 0.11 na Serra do Ouro Preto (Messias et al. 2011) descrita em estudo,  a espécie é considerada  comum em Campos Rupestre Arbustivos e Cerrados de Altitude (Campos 2005). Além disso o especialista estimou cerca de 45 subpopulações para a espécie, que é encontrada em diferentes unidades de conservação (SNUC). Portanto, a espécie não está ameaçada.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20fulva","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2849,"MELASTOMATACEAE","Microlicia glazioviana","Cogn.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem EOO=347,27 km² e AOO=12 Km². É endêmica do estado de Minas Gerais, da região do município de Ouro Preto. A espécie ocorre no quadrilátero ferrífero em áreas de Cangas, onde há declínio da qualidade do habitat e da EOO. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20glazioviana","Cerrado"],
    [2850,"MELASTOMATACEAE","Microlicia humilis","Naudin","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do estado de SP, e até 1990 havia sido coletada apenas na região do município de Itirapina (centro do estado), porém coletas recentes foram efetuadas também no município de Águas de Santa Bárbara (sudoeste do estado), onde M. humilis foi observada formando grandes populações. M. humilis é delicada e foram identificadas menos de cinco situações de ameaça para a espécie que ocorre em áreas antropizadas.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20humilis","Cerrado"],
    [2851,"MELASTOMATACEAE","Microlicia juniperina","A.St.-Hil.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta apenas dados de distribuição, não sendo possível fazer a avaliação do risco de extinção da espécie.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20juniperina","Cerrado"],
    [2852,"MELASTOMATACEAE","Microlicia macedoi","L.B.Sm. & Wurdack","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do estado de Goiás, com EOO calculado em 1.014,94 Km², tendo sido citada pelo especialista como dominante no município de Niquelândia. Apesar disso, a região passa por um processo de antropização que resulta em declínio da EOO e na qualidade do habitat da espécie. As subpopulações onde a espécie foi coletada estão fragmentadas. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20macedoi","Cerrado"],
    [2853,"MELASTOMATACEAE","Microlicia melanostagma","Pilg.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie não apresenta dados sufucientes para a avaliação do risco de extinção.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20melanostagma","Cerrado"],
    [2854,"MELASTOMATACEAE","Microlicia microphylla","(Naudin) Cogn.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre em áreas com forte pressão de mineração, em apenas uma situação de ameaça e possui AOO menor que 10 Km². A área de ocorrência da espécie também é alvo de declínio de habitat e de sua qualidade, pois a região é bastante antropizada e com turismo intenso.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20microphylla","Cerrado"],
    [2855,"MELASTOMATACEAE","Microlicia myrtoidea","Cham.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuição, no entanto, ocorre em áreas de Cerrado, e considerando-se a expansão imobiliária como principal ameaça, menos de cinco situações de ameaça seriam identificadas. Portanto a espécie requer monitoramento e coleta de dados populacionais a fim de acompanhar a estabilidade das subpopulações.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20myrtoidea","Cerrado"],
    [2856,"MELASTOMATACEAE","Microlicia obtusifolia","Cogn. ex R.Romero","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie possui EOO de 116,32 Km², e é endêmica do estado de Minas Gerais, mais precisamente dos Campos Rupestres do município de Diamantina. A região sofre intenso turismo e expansão antrópica, podendo ser suspeitado o declínio na qualidade do habitat e da EOO, principalmente pelo fato da espécie não ocorrer em unidades de conservação. Além disso o especialista aponta que a região é severamente fragmentada e foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando o declínio da qualidade do habitat como principal ameaça.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20obtusifolia","Cerrado"],
    [2857,"MELASTOMATACEAE","Microlicia psammophila","Wurdack","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie possui EOO de 2.528,91 Km², e considerando a degradação do habitat como principal ameaça à espécie, foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, levando em conta que algumas das subpopulações ocorrem dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e que outras dessas subpopulações estão desprotegidas, em região de intenso turismo e que recebe festivais anuais. Além disso, a espécie apresenta baixa frequência de ocorrência e cobertura relativa, de acordo com estudo realizado por Munhoz, em 2003.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20psammophila","Cerrado"],
    [2858,"MELASTOMATACEAE","Mouriri megasperma","Morley","CR","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do estado do Espirito Santo, possui AOO de 4 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça, conhecida por um registro de coleta de 1950. A região de ocorrência da espécie sofreu intensa degradação ambiental, tendo diversas das áreas de vegetação transformadas em campos agrícolas e pastos. Portanto, além do declínio da qualidade do habitat, suspeita-se do declínio das subpopulações da espécie e recomenda-se buscas extensivas a fim de verificar se a espécie ainda pode ser encontrada na natureza.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mouriri%20megasperma","Mata Atlântica"],
    [2859,"MELASTOMATACEAE","Ossaea warmingiana","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no Distrito Federal e no estado de Minas Gerais, e estima-se que tenha sofrido um declínio de EOO e da qualidade do habitat uma vez que em um dos locais de ocorrência da espécie (município de Lagoa Santa) não foi possível encontrar a espécie, que anteriormente era encontrada na região. A região de Lagoa Santa é uma Área de Preservação Ambiental desde 1980, porém a região continua sendo severamente devastada. Além disso, considerando o desmatamento como principal ameaça, foram identificadas menos de cinco situações de ameaça.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ossaea%20warmingiana","Cerrado"],
    [2860,"MELASTOMATACEAE","Pleiochiton blepharodes","(DC.) Reginato et al.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, presente em unidades de conservação (SNUC) e com diversas subpopulações distribuídas em Estados das regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. Portanto a espécie não está em risco de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleiochiton%20blepharodes","Mata Atlântica"],
    [2861,"MELASTOMATACEAE","Pterolepis glomerata","(Rottb.) Miq.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no Brasil e em outros países e ocorre em  diferentes fitofisionomias. A espécie não está ameaçada de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterolepis%20glomerata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2862,"MELASTOMATACEAE","Pterolepis perpusilla","(Naudin) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída pelo país e em diferentes fitofisionomias. Não está ameaçada de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterolepis%20perpusilla","Amazônia"],
    [2863,"MELASTOMATACEAE","Rhynchanthera grandiflora","(Aubl.) DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e com ocorrência em diferentes fitofisionomia. Não está ameaçada de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchanthera%20grandiflora","Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2864,"MELASTOMATACEAE","Rhynchanthera latifolia","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no estado de São Paulo e, possivelmente, Paraná e Rio de Janeiro. Está sujeita a três situações de ameaça, levando-se em consideração os estados de sua ocorrência. Além disso, a espécie é considerada rara e as regiões de ocorrência sofrem com a intensa urbanização e industrialização. Recomenda-se buscas extensivas a fim de verificar se a espécie ainda pode ser encontrada na natureza. Além disso, sugere-se estudos taxonômicos abordando a espécie e suas variedades.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchanthera%20latifolia","Cerrado"],
    [2865,"MELASTOMATACEAE","Svitramia integerrima","R.Romero & A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica restrita de Campos Rupestres da região de Delfinópolis, Minas Gerais. Possui EOO de 537,60 Km². A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da qualidade do habitat, que além de ter uma represa construída em 1998, está cercada de plantações e indústrias. Tendo como principal ameaça o declínio na qualidade do habitat, foram identificadas duas situações de ameaça.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20integerrima","Cerrado"],
    [2866,"MELASTOMATACEAE","Svitramia minor","R.Romero & A.B.Martins","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar da região ser uma unidade de conservação, sofre com o declínio da qualidade do habitat decorrente das queimadas frequentes e do intenso turismo da região. Caso as ameaças não sejam controladas, por ter ocorrência restrita, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de risco mais alta em futuro próximo.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20minor","Cerrado"],
    [2867,"MELASTOMATACEAE","Svitramia petiolata","R.Romero & A.B.Martins","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie não possui dados suficientes para a avaliação do risco de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20petiolata","Cerrado"],
    [2868,"MELASTOMATACEAE","Svitramia wurdackiana","R.Romero & A.B.Martins","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Apresenta AOO de 12 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apesar da região ser uma unidade de conservação, sofre com o declínio da qualidade do habitat decorrente das queimadas frequentes e do intenso turismo da região. Caso as ameaças não sejam controladas, por ter ocorrência restrita, a espécie poderá ser transferida a uma categoria de risco mais alta em futuro próximo.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20wurdackiana","Cerrado"],
    [2869,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina aegopogon","(Naudin) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina aegopogon (Naudin) Cogn. ocorre em formações campestres do Cerrado, nas regiões Norte (Tocantins), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal) e Sudeste (Minas Gerais) (Guimarães 2010). A espécie é amplamente distribuída e de acordo com a literatura a espécie apresentou baixa frequência (FR) e cobertura relativa (CR)  ao longo do ano (Munhoz & Felfili 2006). Entretanto, apesar de efeitos diretos e indiretos da ocupação antrópica, como a ocorrência de incêndios, não existem ameaças incidentes específicas descritas para T. aegopogon (Naudin) Cogn. Além disso, a espécie se encontra protegida por unidades de conservação (SNUC). Portanto, mesmo presente na lista vermelha do Estado de São Paulo, nacionalmente a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20aegopogon","Cerrado"],
    [2870,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina apparicioi","Brade","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina apparicioi Brade é uma espécie endêmica do estado do Espírito Santo, conhecida a partir de coletas realizadas nos municípios de Itaguaçu, Santa Teresa e São Roque do Canaã. T. apparicioi  possui distribuição restrita a uma EOO de 2.287,50 km². Além disso, são conhecidas apenas 3 ou 4 subpopulações, consideradas sob a diferentes situações de ameça. Todas sujeitas a declínio contínuo em área de ocupação e qualidade do habitat. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, os municípios citados possuíam menos de 20% da cobertura vegetal original, especialmente São Roque do Canaã, que reduziu a cobertura original da vegetação a apenas 5%. Assim, T. apparicioi foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20apparicioi","Mata Atlântica"],
    [2871,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina asperior","(Cham.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina asperior (Cham.) Cogn. ocorre nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, nos Estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Devido a sua ampla distribuição espacial e por estar protegida por unidades de conservação (SNUC) foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20asperior","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2872,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina bergiana","Cogn.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina bergiana Cogn. é uma espécie endêmica restrita ao município de São Roque de Minas, no estado de Minas Gerais. A espécie possui EOO de 540,08 km² e AOO de 8 km². É conhecida a partir de registros de coleta realizados em apenas duas localidades e se restringe a Formações Campestres da região da Serra da Canastra. A região é constantemente atingida por incêndios, devido a práticas impróprias de manejo do solo no entorno do Parque Nacional da Serra da Canastra. Foram consideradas apenas duas situações de ameaça. Desse modo, a espécie está sujeita a declínio constante em área de ocupação e qualidade de habitat. Portanto, a espécie foi classificada como Em Perigo (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20bergiana","Cerrado"],
    [2873,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina boudetii","P.J.F.Guim. & R.Goldenb.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina boudetii P.J.F.Guim. & R.Goldenb. é uma espécie endêmica do estado do Espírito Santo (Guimarães, 2010), conhecida a partir de quatro municípios: Santa Teresa, Venda Nova dos Imigrantes, São Roque do Canaã e Santa Maria do Jetibá. Cada localidade foi considerada como uma situação de ameaça distinta. A espécie possui EOO de 13.775,66 km² e é considerada pela literatura como um caso de endemismo extremo. Os municípios onde a espécie ocorre apresentam altas taxas de transformação da paisagem. Segundo dados da SOS Mata Atlântica restam apenas de 5 a 25% da cobertura original de vegetação. Esta perda não cessou e os efeitos são irreversíveis e ainda causam declínio continuo de qualidade do habitat. Assim, a espécie foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20boudetii","Mata Atlântica"],
    [2874,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina candolleana","(Mart. ex DC.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina candolleana (Mart. ex DC.) Cogn. é amplamente distribuída em território nacional  e ocorre em diferentes fisionomias vegetacionais do Cerrado. Segundo Oliveira-Filho e Fontes (2000) a espécie pertence à formação florestal Atlântica Semi-Decídua Montana e Sub-Montana do oeste. Existem registros de ocorrência em Matas Ciliares (Guimarães 1997), Veredas em Uberlândia (Araújo et al. 2002), Floresta Semidecíduas em RPPN Fazenda Carneiro (MG, Siqueira et al. 2006), áreas de Cerrado Típico e Cerrado Sujo na Estação ecológica de Águas Emendadas (SNUC, Silva 2007) e Campos Rupestres na Serra de Delfinópolis (MG, Oliveira & Romero 2008). A espécie está protegida por outras unidades de conservação e é cultivada em Jardins Botânicos, além de ser utilizada na arborização urbana (Guizzo & Jasper 2005, Kurihara et al. 2005, Bertoldo et al. 2007). Por estas razões, Tibouchina candolleana (Mart. ex DC.) Cogn. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20candolleana","Cerrado"],
    [2875,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina castellensis","Brade","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina castellensis Brade é endêmica a duas localidades no estado do Espírito Santo. Possui EOO de 54,35 km². As duas localidades de ocorrência são Inselbergs graníticos inseridos em uma região de intensa atividade agrícola, que nos últimos anos promoveu modificações irreversíveis na paisagem. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, restavam 23,61% da cobertura vegetal original do município de Domingos Martins e apenas 16,96% em Castelo. As ameaças ainda incidem sobre a espécie causando declínio constante da qualidade de habitat. As duas localidades foram consideradas sob uma mesma situação de ameaça. Assim, T. castellensis foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20castellensis","Mata Atlântica"],
    [2876,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina dubia","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina dubia Cogn. ocorre em Florestas Ombrófilas, especialmente no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, nas regiões Sudeste (São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (Guimarães 2010). Martins et al. (2009) registra a ocorrência da espécie em Grão-Mogol (MG). A espécie é amplamente distribuída e apesar das florestas na Mata Atlântica terem sofrido significativa perda de cobertura, ao longo do último século, T. dubia está presente em unidades de conservação (SNUC) e foi considerada sob baixo risco de extinção, na categoria Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20dubia","Mata Atlântica"],
    [2877,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina dusenii","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina dusenii Cogn. ocorre na região sul do Brasil, nos Estados de Paraná e Santa Catarina. A espécie cresce em Floresta Ombrófila Densa Alto-montana, em refúgio vegetacional alto-montano, e em Estepe Gramíneo-lenhosa (Meyer 2008). T.dusenii possui uma extensão de ocorrência ampla. A região sofre perda e fragmentação de habitat e os danos são irreversíveis. Existe um registro de ocorrência para o Município de Tibagi (PR), que, segundo dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, possuía apenas 6,45% da cobertura de vegetação original. A extinção local da espécie neste município levaria Tibouchina dusenii Cogn. a categoria Vulnerável (VU). Por estas razões, a espécie foi considerada Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [2878,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina eichleri","Cogn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina eichleri Cogn. possui apenas um registro de ocorrência no Paraná, apesar de ser indicada como endêmica de São Paulo. Portanto, maiores informações a respeito da espécie são necessárias para uma avaliação de risco consistente.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20eichleri","Mata Atlântica"],
    [2879,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina frigidula","(DC.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina frigidula (DC.) Cogn. ocorre em formações campestres do Cerrado e da Mata Atlântica. A espécie é amplamente distribuída  e segundo Campos (2005) é considerada \"espécie comum a Campos Rupestres Arbustivos e ao Cerrado de Altitude\". Apesar de efeitos indiretos do garimpo de quartzo sobre a disponibilidade de habitat para a espécie, a T. frigidula foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20frigidula","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2880,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina gardneriana","(Triana) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina gardneriana (Triana) Cogn. ocorre em formações campestres, predominantemente herbáceo-arbustivas da Mata Atlântica e do Cerrado. A espécie é amplamente distribuída e apesar das transformações históricas na paisagem da região, a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20gardneriana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [2881,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina kleinii","Wurdack","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina kleinii Wurdack ocorre em Florestas Ombrófilas da Mata Atlântica e é endêmica aos Estados de Santa Catarina e Paraná. A espécie possui distribuição maior que 20.000 km², porém  está estruturada em menos de 7 localidades, consideradas como diferentes situações de ameaça. Deve ser monitorada a fim de garantir que não esteja havendo declínio de habitat e redução populacional.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [2882,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina papyrus","(Pohl) Toledo","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é amplamente distribuída no Estado de Goiás e considerada por lei a planta símbolo do Estado. Endêmica do Cerrado, está protegida por um Parque Estadual (SNUC) e aparentemente, a vegetação mantêm características originais de Cerrado. No entanto,  esporadicamente, também são encontrados equinos e bovinos no local (Moura et al., 2007). Portanto faz-se necessário o monitoramento das subpopulações da espécie, principalmente fora do domínio da unidade de conservação.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20papyrus","Cerrado"],
    [2883,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina quartzophila","Brade","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina quartzophila Brade é uma espécie endêmica, conhecida apenas da coleta tipo, realizada no município de Cachoeiro do Itapemirim, no estado do Espírito Santo. A distribuição da espécie se restringe a uma EOO de 119,66 km². Além disso a espécie está sujeita a transformações irreversíveis da paisagem. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica, em 2010, restavam apenas 10,80% da cobertura original do município de ocorrência. Com base nos dados estudados, suspeita-se que os efeitos da ocupação vêem causando declínio continuo da área de ocupação e qualidade de habitat. Assim, consideramos a espécie como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20quartzophila","Mata Atlântica"],
    [2884,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina riedeliana","Cogn.","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina riedeliana Cogn.é conhecida a partir de coletas realizadas em três municípios brasileiros. A espécie possui distribuição restrita, com EOO de 546,47 Km² e AOO de 8 Km². As localidades conhecidas estão sujeitas a um processo contínuo de perda e fragmentação de habitat. De acordo com dados da SOS Mata Atlântica restam apenas cerca de 17% da cobertura de vegetação original deste municípios. Suspeita-se que mais de 50% desta redução tenha ocorrido nos últimos 10 anos causando efeitos irreversíveis. Assim T. riedeliana está sujeita a um processo contínuo de declínio da qualidade de habitat. Por estas razões a espécie foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20riedeliana","Mata Atlântica"],
    [2885,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina schenckii","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de Tibouchina schenckii Cogn. possuir uma distribuição ampla e estar presente em unidades de conservação (SNUC), ocorre em regiões antropizadas como no Município de Resende, no Rio de Janeiro. São identificadas menos de 10 situações de ameaça e as coletas são antigas. Portanto recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o real estado de conservação da espécie na natureza.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20schenckii","Mata Atlântica"],
    [2886,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina thereminiana","(DC.) Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina thereminiana (DC.) Cogn. é endêmica do sudeste do Brasil e está limitada a menos de 10 situações diferentes de ameaça (Location). Sua região de ocorrência está sujeita a declínio constante de qualidade de habitat devido a pressões antrópicas. Extinções locais de subpopulações localizadas nas extremidades de sua distribuição podem facilmente colocar a espécie em situação de ameaça. Assim a espécie foi considerada como Near Threataened (NT).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20thereminiana","Mata Atlântica"],
    [2887,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina trichopoda","(DC.) Baill.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina trichopoda (DC.) Baill. é amplamente distribuída  na Mata Atlântica brasileira. Apesar das altas taxas de perda e fragmentação de habitat neste domínio fitogeográfico a espécie foi considerada sob baixo riso de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20trichopoda","Mata Atlântica"],
    [2888,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina urvilleana","(DC.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina urvilleana (DC.) Cogn. é amplamente distribuída na Mata Atlântica brasileira, em Restingas e cordões arenosos do sul. Apesar das altas taxas de perda e fragmentação de habitat neste domínio fitogeográfico a espécie foi considerada sob baixo riso de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20urvilleana","Mata Atlântica"],
    [2889,"MELASTOMATACEAE","Trembleya calycina","Trembleya","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais e ocorre nas Serras de Capanema e Ouro Preto, onde ocupa ambientes Rupestres (Martins, 1997). Possui EOO de 1.472,62 km² e AOO de 16 Km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da qualidade do habitat, sendo bastante visitada por turistas o ano todo. Desta forma, T. calycina foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20calycina","Cerrado"],
    [2890,"MELASTOMATACEAE","Trembleya chamissoana","Naudin","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do estado de Minas Gerais, com EOO de 1.151,66 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A área de ocupação da espécie encontra-se bastante degradada pela ação antrópica, pois sofre com a perda e declínio da qualidade do habitat. Além disso, apenas uma subpopulação foi encontrada, com poucos indivíduos.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20chamissoana","Cerrado"],
    [2891,"MELASTOMATACEAE","Trembleya hatschbachii","Wurdack & E.Martins","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica dos Campos Rupestres da Serra de Grão Mogol, na Cadeia do Espinhaço (MG). Possui AOO de 24 Km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie sofre com o declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação e da qualidade do habitat, decorrente de atividades atrópicas e queimadas presentes na região.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2892,"MELASTOMATACEAE","Trembleya phlogiformis","DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e com ocorrência em diferentes fitofisionomias. Não está ameaçada de extinção.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20phlogiformis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2893,"MELASTOMATACEAE","Trembleya pityoides","Cham.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Endêmica dos Campos Rupestres da região de Diamantina (MG), possui AOO de 4 Km² e está sujeita a uma situação de ameaça. A região de ocorrência da espécie sofre com o declínio da qualidade do habitat decorrente do turismo desordenado e da transformação de áreas naturais em campos agrícolas e pastagem. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação da população.","2011-03-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20pityoides","Cerrado"],
    [2894,"MELIACEAE","Cedrela fissilis","Vell.","VU","A2cd","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cedrela fissilis é uma espécie amplamente distribuída em todo o Brasil, sendo particularmente mais frequente nas regiões sul e sudeste do país. A espécie historicamente vem sofrendo com a exploração madeireira ao longo de toda a sua ocorrência, o que levou muitas das subpopulações à extinção. Além disso, grande parte dos seus habitats foram completamente degradados, tendo sido convertidos em áreas urbanas, pastagens, plantações, entre outros. Suspeita-se, devido a esses fatores, que Cedrela fissilis tenha sofrido um declínio populacional de pelo menos 30% ao longo das últimas três gerações.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20fissilis","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2895,"MELIACEAE","Cedrela lilloi","C.DC.","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cedrela lilloi ocorre do Peru à Argentina, tendo no sul do Brasil um de seus limites de ocorrência. O baixo número de registros distribuídos pela região sul indica que a espécie ocorre de maneira esparsa, o que é esperado por se tratar das margens da sua distribuição e, teoricamente, serem áreas em que a espécie não encontra as condições ótimas para se estabelecer e se reproduzir. Possui AOO de 20 km², e portanto muito inferior ao limite estabelecido para a categoria Em Perigo (EN), de acordo com o critério B. A espécie está sujeita a cinco situações de ameaça, e os dados de desmatamento de alguns dos municípios em que C. lilloi foi coletada indicam que vem havendo uma redução na área e qualidade do habita da espécie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20lilloi","Mata Atlântica"],
    [2896,"MELIACEAE","Cedrela odorata","L.","VU","A2d","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cedrela odorata é uma espécie madeireira com alto valor comercial, que vem sendo excessivamente explorada ao longo de toda a sua distribuição há dois séculos. As informações disponíveis apontam para um altíssimo ritmo de extração da espécie ainda hoje, e por isso suspeita-se que a população de C. odorata já tenha declinado ao menos 30% ao longo de três gerações.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20odorata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2897,"MELIACEAE","Guarea convergens","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição na Amazônia brasileira. A EOO é de 78.991,5 km² e a espécie ocorre em unidades de conservação (SNUC), como a Reserva Ducke.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20convergens","Amazônia"],
    [2898,"MELIACEAE","Guarea crispa","T.D.Penn.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea crispa apresenta, segundo as informações disponíveis, ocorrência pontual ao norte de Manaus. Suspeita-se que a espécie apresente distribuição mais ampla na Amazônia, mas devido à sua raridade e ao baixo esforço de coletas na região, novos exemplares ainda não foram encontrados.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20crispa","Amazônia"],
    [2899,"MELIACEAE","Guarea cristata","T.D.Penn.","DD","","Pablo Viany Prieto","","Guarea cristata foi descrita em 1981 e até hoje é conhecida no Brasil apenas pelo material tipo. A espécie ocorre numa região bastante isolada da amazônia brasileira. Encontrada também no Peru, Equador e Colômbia. Suspeita-se que a distribuição da espécie na Amazônia brasileira possa ser mais ampla do que as informações disponíveis indicam. Dessa maneira, são necessários maiores estudos e o aumento de esforço amostral da espécie, a fim de se determinar seu real estado de conservação.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20cristata","Amazônia"],
    [2900,"MELIACEAE","Guarea humaitensis","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea humaitensis apresenta distribuição geográfica ampla na Amazônia brasileira, tendo EOO de 164.371,9 km². A espécie é frequente na região de Manaus, e suspeita-se que possa ser comum em outros trechos da região. Ocorre na Reserva Ducke (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20humaitensis","Amazônia"],
    [2901,"MELIACEAE","Guarea juglandiformis","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea juglandiformis apresenta distribuição ampla na Amazônia brasileira, e ocorre também no Peru. Sua EOO é de 311.543,5 km². Não há registro de que a espécie esteja representada em alguma unidade de conservação (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20juglandiformis","Amazônia"],
    [2902,"MELIACEAE","Guarea sprucei","C.DC.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie conhecida a partir de poucos registros em áreas isoladas, nas quais o esforço de coleta é muito baixo. Dessa forma, não é possível avaliar seu risco de extinção.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20sprucei","Amazônia"],
    [2903,"MELIACEAE","Guarea trunciflora","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea trunciflora é amplamente distribuída no Brasil, desde o norte do Mato Grosso até a fronteira do Pará com a Guiana. Coletada também no Peru.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20trunciflora","Amazônia"],
    [2904,"MELIACEAE","Guarea velutina","A.Juss.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Guarea velutina é uma árvore amplamente distribuída na Amazônia brasileira. Sua EOO é de 912.896,70 km². Embora representada por registros esparsos, suspeita-se que a espécie seja frequente dentro da sua área de distribuição. Ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20velutina","Amazônia"],
    [2905,"MELIACEAE","Guarea venenata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea venenata ocorre no Brasil, Colômbia, Venezuela e Peru. Sua distribuição geográfica abrange uma vasta área de florestas bem preservadas, sendo frequente no sub-bosque das florestas ao longo do Rio Javari, na fronteira Brasil-Peru.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20venenata","Amazônia"],
    [2906,"MELIACEAE","Swietenia macrophylla","King","VU","A2cd","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Swietenia macrophylla é atualmente a espécie madeireira mais valiosa e explorada do Brasil, já tendo sido extraída de forma predatória até mesmo em alguns locais remotos da Amazônia. A espécie apresenta baixas densidades populacionais, e sua distribuição coincide em grande parte com a região em que se concentram as mais altas taxas de desmatamento da Amazônia brasileira. Devido a esses fatores, suspeita-se que ao longo das últimas três gerações a população da espécie tenha declinado no mínimo em 30%.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swietenia%20macrophylla","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2907,"MELIACEAE","Trichilia areolata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia areolata apresenta distribuição ampla na Amazônia brasileira, tendo uma EOO de 208.280,7 km². A espécie ocorre na Reserva Ducke.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20areolata","Amazônia"],
    [2908,"MELIACEAE","Trichilia blanchetii","C.DC.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia blanchetti apresenta em sua distribuição geográfica uma forte disjunção entre o sul da Bahia e o Pará/Amazonas. A espécie é representada por apenas um registro no estado do Pará, próximo à fronteira com o Amazonas, e segundo a Flora do Brasil ocorre também neste último, supostamente próximo à fronteira entre os dois estados. O esforço de coleta empreendido nessa região isolada da Amazônia é extremamente baixo, dessa forma, não é possível suspeitar se T. blanchetti é localmente rara ou abundante ao longo de uma área vasta e pouco perturbada pelo homem. Por outro lado, no sul da Bahia a espécie é bastante ameaçada, no município de Jussari, cerca de 98% da extensão original da Mata Atlântica encontram-se desmatados devido à atividade pecuária que aí se desenvolve. Ainda que a espécie, segundo Pennington (1981), também ocorra nos municípios de Guaratinga e Ilhéus, a região como um todo é bastante ameaçada por atividades agropecuárias e silviculturais. Dessa forma, considera-se que a espécie esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20blanchetii","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2909,"MELIACEAE","Trichilia bullata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída na região Norte do país, possuindo EOO de 31.642,627 km². Não está ameaçada de extinção.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20bullata","Amazônia"],
    [2910,"MELIACEAE","Trichilia casaretti","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Trichilia casaretti é amplamente distribuída e frequente no domínio da Mata Atlântica. Ocorre em diferentes fisionomias florestais e é localmente abundante. Além disso, está representada em diversas unidades de conservação (SNUC) ao longo da sua distribuição.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20casaretti","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2911,"MELIACEAE","Trichilia elsae","Harms","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia elsae possui uma distribuição geográfica ampla na Amazônia brasileira, onde ocorre em Florestas Inundáveis. Suspeita-se que a espécie seja frequente ao menos em parte da sua distribuição, particularmente no Estado do Acre. Não há registros indicando a ocorrência de T. elsae em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20elsae","Amazônia"],
    [2912,"MELIACEAE","Trichilia emarginata","(Turcz.) C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, onde ocorre em Florestas Ombrófilas e Estacionais. Está representada em algumas unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20emarginata","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2913,"MELIACEAE","Trichilia fasciculata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia fasciculata se distribui de forma ampla na Amazônia brasileira ao sul do rio Amazonas. Suspeita-se que a espécie seja frequente ao menos em alguns setores da sua distribuição, como no Estado do Acre. As informações disponíveis indicam a ocorrência da espécie em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, o Parque estadual do Cristalino no Estado do Mato Grosso.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20fasciculata","Amazônia"],
    [2914,"MELIACEAE","Trichilia florbranca","T.D.Penn.","CR","B2ab(iii,v),C2a(ii)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia florbranca foi descrita em 1981 a partir de alguns espécimes coletados três anos antes em uma área de Floresta Pluvial no município baiano de Jussari. A Mata Atlântica nesse município foi drasticamente devastada, devido à atividade pecuária que lá é desenvolvida, de modo que cerca de 98% da cobertura original encontram-se desmatados. Suspeita-se, devido a isso, que além de um declínio na área e qualidade do habitat, também esteja havendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da espécie. A única subpopulação conhecida ocorre em um fragmento de cerca de 200 hectares situado em uma Reserva Particular do Patrimônio Nacional. O levantamento fitossociológico realizado na área indicou que a espécie possui uma densidade de apenas um indivíduo por hectare. Assim, suspeita-se que aí possa haver 200 indivíduos da espécie. A AOO é de 4 km².","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20florbranca","Mata Atlântica"],
    [2915,"MELIACEAE","Trichilia hirta","L.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia hirta se distribui por todas as regiões brasileiras. É bastante frequente no domínio das Florestas Secas do Estado de Minas Gerais e do interior da Bahia, mas ocorre também em Floresta Ombrófila Densa e de Terra Firme, além de áreas perturbadas e secundárias. Presente em inúmeras unidades de conservação (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20hirta","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2916,"MELIACEAE","Trichilia hispida","T.D.Penn.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia hispida é conhecida a partir poucos exemplares, coletados em regiões bastante isoladas do leste do Amazonas. É necessário que se conheça melhor a distribuição geográfica da espécie para avaliar seu risco de extinção.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20hispida","Amazônia"],
    [2917,"MELIACEAE","Trichilia lecointei","Ducke","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia lecointei apresenta distribuição ampla na região amazônica, ocorrendo do leste do Pará ao Equador. Suspeita-se que seja frequente ao longo da sua distribuição. Não há informações sobre a ocorrência da espécie em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, sendo, portanto, necessário verificar se ao menos um dos pontos de ocorrência da espécie corresponde a uma área protegida.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20lecointei","Amazônia"],
    [2918,"MELIACEAE","Trichilia lepidota","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia lepidota é amplamente distribuída e frequente ao longo da costa Atlântica. Ocorre em várias fisionomias vegetais, desde Restingas a Florestas de Araucária, e está representada em diversas unidades de conservação (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20lepidota","Mata Atlântica"],
    [2919,"MELIACEAE","Trichilia magnifoliola","T.D.Penn.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia magnifolia é uma espécie raríssima representada por um número muito baixo de registros de herbário, todos ocorridos há mais de 30 anos e em locais altamente desmatados. Nos municípios mineiros de Viçosa e Rio Casca, onde T. magnifolia foi coletada nos anos de 1934 e 1935, respectivamente, cerca de 90% da cobertura original da Mata Atlântica encontram-se desmatados. No município capixaba de Cachoeiro do Itapemirim, em que o registro da espécie data de 1972, o percentual de redução florestal é o mesmo. No município baiano de Itamaraju, onde a espécie foi coletada em 1978, o percentual de Mata Atlântica remanescente chega a 20%. Devido a esses fatores, que apontam para uma drástica redução na extensão e qualidade do habitat de T. magnifolia, suspeita-se que pode estar havendo um declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação, do número de subpopulações e de indivíduos maduros. Suspeita-se também que as subpopulações ainda existentes sejam muito pequenas e estejam bastante isoladas umas das outras. A AOO é de 24 km².","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20magnifoliola","Mata Atlântica"],
    [2920,"MELIACEAE","Trichilia micropetala","T.D.Penn.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica doBrasil, ocorre na região norte do país, nos estados do Amapá, Pará e Amazonas (AOO = 36 km²). Encontradano domínio Amazônia, em Floresta de Terra-Firme e Floresta de Várzea. Conhecidaaté então apenas de uma pequena área do rio Amazonas. Trata-se de uma árvore ouarvoreta de até 20 m de altura. Encontra-se ameaçada principalmente pelodesmatamento que destruiu uma grande porção de seu habitat.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20micropetala","Amazônia"],
    [2921,"MELIACEAE","Trichilia pallens","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Trichilia pallens é amplamente distribuída e frequente no domínio da Mata Atlântica. De acordo com as informações disponíveis, a espécie habita desde Restingas até Florestas Montanas, e está representada em várias unidades de conservação.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20pallens","Mata Atlântica"],
    [2922,"MELIACEAE","Trichilia pseudostipularis","(A.Juss.) C.DC.","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia pseudostipularis apresenta uma ampla distribuição geográfica no domínio da Mata Atlântica. Entretanto, suspeita-se que localmente a espécie seja extremamente rara. Nos Estados de São Paulo e Paraná, a espécie é representada por apenas um registro. Em Santa Catarina há quatro registros, sendo três deles em um pequeno parque situado em meio à cidade de Blumenau. No Rio de Janeiro, onde foi coletado o material tipo, a espécie não é coletada desde 1911. No Espírito Santo, T. pseudostipularis foi coletada predominantemente em locais altamente desmatados, como os municípios de Cachoeiro do Itapemirim, Piúma, Vitória e Marilândia. É possível que a Reserva Natural Vale (SNUC) seja o único fragmento mais extenso em que a espécie está representada. Na Bahia, embora aparentemente seja mais frequente, a espécie ocorre em alguns locais fortemente desmatados, como os municípios de Mascote, Jussari e Uruçuca. Suspeita-se que, além da redução na extensão e qualidade do seu habitat, a espécie esteja sofrendo declínio no número de indivíduos maduros e de subpopulações. Há uma grande possibilidade de que T. pseudostipularis venha a ser ameaçada no futuro.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20pseudostipularis","Mata Atlântica"],
    [2923,"MELIACEAE","Trichilia ramalhoi","Rizzini","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de possuir uma distribuição ampla, Trichilia ramalhoi é representada por poucas coletas, a maioria delas esparsamente distribuídas na sua região de ocorrência. Suspeita-se, devido a isso, que a espécie seja naturalmente rara, e também que a degradação dos habitats em que ocorre, como as Restingas, Florestas Estacionais e Florestas Litorâneas do sul da Bahia, pode estar levando à diminuição do número de indivíduos maduros. Ocorre em ao menos uma unidade de conservação (SNUC) de proteção integral, o Parque Estadual da Serra do Conduru, na Bahia. Entretanto,T. ramalhoi pode vir a ser ameaçada em um futuro próximo devido à sua raridade e à perda de habitat incidindo sobre boa parte de suas subpopulações.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20ramalhoi","Mata Atlântica"],
    [2924,"MELIACEAE","Trichilia silvatica","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia silvatica é amplamente distribuída, e relativamente frequente em alguns trechos da costa Atlântica brasileira. A espécie é representada em várias unidades de conservação (SNUC) ao longo da sua distribuição.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20silvatica","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2925,"MELIACEAE","Trichilia solitudinis","Harms","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia solitudinis é amplamente distribuída nas regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil. Coletada em algumas regiões bastante isoladas, onde provavelmente não está submetida a nenhuma ameaça grave. Não há dados sobre a ocorrência da espécie em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20solitudinis","Amazônia"],
    [2926,"MELIACEAE","Trichilia stellato-tomentosa","Kuntze","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia stellato-tomentosa ocorre em Florestas Estacionais dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A espécie foi registrada em apenas três localidades, que são consideradas três situações de ameaça distintas. A espécie está sujeita a uma série de ameaças em potencial, como a expansão de atividades agropecuárias.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20stellato-tomentosa","Cerrado, Pantanal"],
    [2927,"MELIACEAE","Trichilia surumuensis","C.DC.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20surumuensis","Amazônia"],
    [2928,"MELIACEAE","Trichilia tetrapetala","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia tetrapetala se distribui de forma ampla, embora aparentemente descontínua, ao longo do domínio da Mata Atlântica, chegando a ocorrer no Estado do Maranhão. Suspeita-se que a espécie seja frequente em alguns trechos da sua distribuição, particularmente entre os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ocorre em alguns trechos ainda bem preservados da Mata Atlântica, e está representada no Parque Nacional da Tijuca e na Reserva Natural Vale (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20tetrapetala","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2929,"MENISPERMACEAE","Abuta selloana","Eichler","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km², sem informação sobre ameaças.","2012-02-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abuta%20selloana","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2930,"MENISPERMACEAE","Anomospermum reticulatum subsp. nitidum","(Miers) Krukoff & Barneby","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A espécie possui como informação de ameaça a utlização das raízes para veneno-flecha, porém não contém dados de distribuição, populacionais, espaciais, ecológicos, sendo considerada, portanto, \"Dados insuficientes\" (DD).","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anomospermum%20reticulatum%20subsp.%20nitidum","Mata Atlântica"],
    [2931,"MENISPERMACEAE","Chondrodendron platiphyllum","(A.St.-Hil.) Miers","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A única informação apresentada é a extensão de ocorrência superior a 50.000 km². A espécie possui dados duvidosos de distribuição e carece de dados populacionais, área de ocupação e número de indivíduos.","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chondrodendron%20platiphyllum","Mata Atlântica"],
    [2932,"MENISPERMACEAE","Cissampelos pareira","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A espécie possui distribuição ampla com extensão de ocorrência maior que 4.600.000 km². As informações referentes à números de subpopulações é pontual, não refletindo a abrangência nacional. Quanto as ameaças, a utilização medicinal da espécie parece ser local e não industrial. O dado sobre \"Extinta\" (EX) em São Paulo é duvidoso, levando-se em conta diversos registros realizados no estado. Considerando, também, a falta de informações sobre redução populacional, flutuação e/ou fragmentação populacional, tamanho da população como um todo, a espécie é considerada \"Menos procupante\" (LC).","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissampelos%20pareira","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [2933,"MENISPERMACEAE","Disciphania hernandia","(Vell.) Barneby","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A informação sobre ocorrência no estado do Paraná foi invalidada pelo especialista, e apesar da pequena EOO da espécie (450 km²) e a agricultura, pecuária, urbanismo e linhas de energia como ameaças, a mesma não apresenta dados sobre declínio populacional, área de ocupação, flutuação ou fragmentação populacional e número de indivíduos maduros, portanto sendo considerada \"Dados insuficientes\" (DD).","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disciphania%20hernandia","Mata Atlântica"],
    [2934,"MENISPERMACEAE","Odontocarya vitis","(Vell.) J.M.A.Braga","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar das informações sobre o número de localidades (5 a 10, porém constata-se no mapa mais de 20), EOO (maior que 50.000 km²) e ameaças (agricultura, mineração, urbanismo e turismo), a espécie não apresenta dados consistentes sobre redução da população, AOO, tamanho da população e número de indivíduos maduros. As localidades registradas para a espécie não reflete fragmentação severa (Braga, 2010 acrescenta outra localidade no estado da Bahia). Não estão claras as informações sobre declínio contínuo. Portanto, ações de pesquisas deverão ser consideradas no futuro.","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Odontocarya%20vitis","Mata Atlântica"],
    [2935,"MENISPERMACEAE","Sciadotenia acutifolia","Krukoff & Barneby","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Apesar de ser endêmica do Estado do Espírito Santo, a espécie não apresenta informações referentes a tamanho e redução populacional, AOO e fragmentação, diminuição e/ou flutuação populacional, população e tamanho da população, recomendando-se, então, a espécie na categoria \"Dados deficientes\" (DD).","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sciadotenia%20acutifolia","Mata Atlântica"],
    [2936,"MENISPERMACEAE","Ungulipetalum filipendulum","(Mart.) Moldenke","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie apresentar, somente, dois registros de coletas, consequentemente com uma extensão de ocorrência de 546 km2, a mesma não informa dados referentes a redução populacional, área de ocupação com flutuação ou fragtmentação da população, tamanho da população e número de indivíduos maduros. Com a falta das informações acima, considera-se a mesma Dados Deficientes (DD)","2011-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ungulipetalum%20filipendulum","Mata Atlântica"],
    [2937,"METZGERIACEAE","Metzgeria brasiliensis","Schiffn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída ( EOO = 226.147,218 km²) e ocorre dentro de unidade de conservação (SNUC).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [2938,"METZGERIACEAE","Metzgeria hegewaldii","Kuwah.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil, no entanto, é endêmica da Mata Atlântica, considerada rara e tem ocorrência disjunta. No Brasil, era conhecida apenas no Estado do Rio Grande do Sul, contudo, novos registros foram feitos em São Paulo e confirmados por especialistas. Apresenta EOO de 570,11 km² e está sujeita a duas situações de ameaça considerando os Estados em que ocorre. Apesar de ter sido encontrada em unidade de conservação (SNUC), a espécie está susceptível às alterações do hábitat causadas pelas queimadas. Fora das áreas protegidas, suspeita-se que esteja sofrendo declínio da área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat em virtude das transformações antrópicas no Estado do Rio Grande do Sul, como introdução de monoculturas de espécies exóticas e transformação de áreas naturais para atividades agropastoris.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20hegewaldii","Mata Atlântica"],
    [2939,"METZGERIACEAE","Metzgeria liebmanniana","Lindenb. & Gottsche","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e aqui é amplamente distribuída.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20liebmanniana","Mata Atlântica"],
    [2940,"METZGERIACEAE","Metzgeria psilocraspeda","Schiffn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição (EOO= 245.385,73 km²).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20psilocraspeda","Mata Atlântica"],
    [2941,"METZGERIACEAE","Metzgeria subaneura","Schiffn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição. Recomenda-se estudos a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie e incidência das ameaças nas regiões de ocorrência da mesma.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20subaneura","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2942,"MOLLUGINACEAE","Glinus radiatus","(Ruiz & Pav.) Rohrb.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Glinus radiatus é uma espécie herbácea ocorrente em todas as regiões do Brasil, possuindo uma EOO de 6.314.476 km². A espécie se desenvolve na no domínios Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Campos Sulinos. Além disso, está bem representada em áreas protegidas. Desta forma, Glinus radiatus é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Glinus%20radiatus","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2943,"MONIMIACEAE","Macropeplus friburgensis","(Perkins) I.Santos & Peixoto","EN","B1ab(i,ii,v)+2ab(i,ii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Macropeplus friburgensis é uma arbórea com ocorrência em florestas e Campos de Altitude do Estado do Rio de Janeiro. Tem EOO de 682,42 km² e AOO de 20 km². As duas subpopulações conhecidas foram encontradas em áreas de proteção integral. As florestas e os Campos de Altitude são regiões de ocupação humana onde os habitantes usam os recursos naturais de diversas formas, tal como o corte madeireiro, sendo esta a principal ameaça à população da espécie. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça que causam o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação e número de indivíduos maduros. A espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macropeplus%20friburgensis","Mata Atlântica"],
    [2944,"MONIMIACEAE","Macrotorus utriculatus","(Mart.) Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla ocorrência, EOO = 94.221,94 km². Ocorre em várias localidades dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Bem representada em unidades de conservação (SNUC) e coleções de herbários.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrotorus%20utriculatus","Mata Atlântica"],
    [2945,"MONIMIACEAE","Mollinedia argyrogyna","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Amplamente distribuída na região Sudeste do Brasil, ocorre em unidades de conservação (SNUC) e bem representada em herbários.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20argyrogyna","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2946,"MONIMIACEAE","Mollinedia blumenaviana","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apesar de possuir EOO de 307.513,6 km², a espécie é endêmica do Brasil e possui seu centro de ocorrência no Estado do Paraná. Algumas populações já foram encontradas no Estado de São Paulo, porém os locais de ocorrência neste Estado já estão totalmente fragmentados. Há necessidade de cuidados em curto prazo de tempo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20blumenaviana","Mata Atlântica"],
    [2947,"MONIMIACEAE","Mollinedia boracensis","Peixoto","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ocorre com mais frequência no litoral paulista, em alguns casos em áreas de grande especulação imobiliária. Existem apenas duas situações de ameaça. À curto prazo, precisa de atenção.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20boracensis","Mata Atlântica"],
    [2948,"MONIMIACEAE","Mollinedia engleriana","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 442.954,96 km². Ocorre em várias unidades de conservação (SNUC) e é bem distribuída pela região Sudeste do Brasil. O exemplar de Pernambuco pode demonstrar a falta de coleta na Bahia.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20engleriana","Mata Atlântica"],
    [2949,"MONIMIACEAE","Mollinedia eugeniifolia","Perkins","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Mollinedia eugeniifolia é tida, segundo literatura especializada, como uma espécie com distribuição pontual no Estado de Santa Catarina. Entretanto, há relatos de que ocorra também no Rio Grande do Sul. De qualquer forma, o número muito baixo de registros de herbário permite suspeitar que a espécie seja bastante rara em seus locais de ocorrência. Tem EOO de 285,84 km², e o número de situações de ameaça às quais encontra-se submetida não ultrapassa cinco. M. eugeniifolia vem sofrendo declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat, devido, principalmente, à expansão do município de Blumenau. Suspeita-se que a perda e a degradação do seu hábitat estejam acarretando uma diminuição do número de indivíduos da população.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20eugeniifolia","Mata Atlântica"],
    [2950,"MONIMIACEAE","Mollinedia gilgiana","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre amplamente pelos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral paulista. EOO de 113.202 km² é encontrada em várias unidades de conservação (SNUC) destes Estados. Em todos os trabalhos florísticos analisados, sempre foi encontrada nas áreas trabalhadas.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20gilgiana","Mata Atlântica"],
    [2951,"MONIMIACEAE","Mollinedia glabra","(Spreng.) Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie bem distribuída na região Sudeste, ocorrendo também na Bahia. Bem representada em coleções de herbários e com EOO de 231.273,57 km². Encontrada em várias unidade de conservação (SNUC).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20glabra","Mata Atlântica"],
    [2952,"MONIMIACEAE","Mollinedia lamprophylla","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de EOO de 24.209,205 km², a espécie é restrita a apenas dois Estados brasileiros. As coletas estão concentradas nos mesmos pontos ao longo dos anos. Na Apa-Cairuçú (SNUC) em Paraty, a espécie foi encontrada na região de Laranjeiras, local explorado para o turismo. Espécie que corre perigo em curto espaço de tempo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20lamprophylla","Mata Atlântica"],
    [2953,"MONIMIACEAE","Mollinedia longicuspidata","Perkins","EN","B1ab(i,ii)","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica do município de Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Considerada rara, apresenta EOO de 273,39 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Apesar da sua área de ocorrência ser bem coletada, M. longicuspidata é conhecida apenas pelo material-tipo, registrado em 1888. Acredita-se que venha sofrendo com o declínio em sua extensão de ocorrência e área de ocupação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20longicuspidata","Mata Atlântica"],
    [2954,"MONIMIACEAE","Mollinedia luizae","Peixoto","VU","D2","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de a espécie apresentar ampla distribuição (EOO=56.083,71 km²), suas subpopulações ocorrem de forma fragmentada. No Estado do Paraná, ocorre apenas em três áreas e, em São Paulo, em apenas uma, que é unidade de conservação (SNUC). Dessa forma, pode-se considerar que a espécie esteja sujeita a quatro situações de ameaça. A documentação em herbários aponta para uma maior concentração de espécimes no Paraná, próximo às cidades com grande desenvolvimento. Há necessidade de medidas para a conservação de áreas onde a espécie ocorre.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20luizae","Mata Atlântica"],
    [2955,"MONIMIACEAE","Mollinedia marqueteana","Peixoto","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Encontrado 11 indivíduos em apenas 1 ha na Reserva de Sooretama e com EOO de 52.539,67 km², a espécie é bem representada em coleções de herbários e populosa em unidades de conservação (SNUC).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20marqueteana","Mata Atlântica"],
    [2956,"MONIMIACEAE","Mollinedia ovata","Ruiz & Pav.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição no Brasil. Possui EOO de 6.216.141,71 km² e ocorre em outros países da América do Sul. Encontrada em todos os domínios brasileiros e bem representada em herbários.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20ovata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2957,"MONIMIACEAE","Mollinedia pachysandra","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com EOO de 56.321,42 km.² Apesar de ocorrer somente no Brasil, nos Estados da região Sudeste (exceto Minas Gerais), é encontrada frequentemente em unidades de conservação (SNUC) bem protegidas e sem nenhuma situação de ameaça.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20pachysandra","Mata Atlântica"],
    [2958,"MONIMIACEAE","Mollinedia salicifolia","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Praticamente com uma ocorrência restrita aos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, é encontrada em duas unidades de conservação (SNUC). Sua EOO é de 170.653,41 km² é extensa devido a uma coleta da Bahia. Por estar restrita a estes dois Estados, há necessidade de atenção em futuro próximo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20salicifolia","Mata Atlântica"],
    [2959,"MONIMIACEAE","Mollinedia stenophylla","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 44.432,116 km² a espécie ocorre em Mata Atlântica da região Sudeste e preferencialmente em altitude de 1000 m. Endêmica do Brasil e há registro em poucas unidades de conservação (SNUC). Há um risco em futuro próximo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20stenophylla","Mata Atlântica"],
    [2960,"MORACEAE","Brosimum glaucum","Taub.","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Área de ocorrência ampla. Alguns indivíduos foram coletados em unidades de conservação (SNUC), porém poucos indivíduos por hectare. Pode haver flutuações entre gerações. Precisa ser monitorada.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20glaucum","Mata Atlântica"],
    [2961,"MORACEAE","Brosimum glaziovii","Taub.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla ocorrência, sendo algumas localidades protegidas por unidades de conservação (SNUC), mas apesar disso, a espécie possui potencial madeireiro  e portanto, deve ser monitorada.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20glaziovii","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2962,"MORACEAE","Brosimum lactescens","(S.Moore) C.C.Berg","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ampla distribuição no neotrópico. A espécie ocorre em todos os domínios brasileiros e protegida em unidades de conservação (SNUC). Ocorre também fora do Brasil.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20lactescens","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2963,"MORACEAE","Dorstenia albertii","Carauta et al.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apenas uma coleta em área pouco conhecida. São necessário maiores estudos a fim de se determinar o real estado de conservação da espécie.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20albertii","Mata Atlântica"],
    [2964,"MORACEAE","Dorstenia arifolia","Lam.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO sendo enquadrada como LC, porém estudos indicam ocorrência em locais sujeitos ao pastoreio ou próximos a cidades. O monitoramento é importante, para que a espécie não entre em risco de extinção.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20arifolia","Mata Atlântica"],
    [2965,"MORACEAE","Dorstenia bonijesu","Carauta & C.Valente","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO grande, indicando ainda como fora de perigo. Coleções de herbários demonstram coletas numerosas nas regiões de ocorrência.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20bonijesu","Mata Atlântica"],
    [2966,"MORACEAE","Dorstenia brasiliensis","Lam.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","D. brasiliensis apresenta amplo EOO além de não ser endêmica do Brasil. Espécie fora de perigo.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20brasiliensis","Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2967,"MORACEAE","Dorstenia cayapia","Vell.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO amplo. É endêmica do país, porém encontrada em vários Estados brasileiros, em diferentes unidades de conservação (SNUC).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20cayapia","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2968,"MORACEAE","Dorstenia conceptionis","Carauta","EN","B1ab(i,ii,iii)","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, com EOO de 536,47 km². Está sujeita a duas situações de ameaça de acordo com os municípios de sua ocorrência. Apesar da coleta proveniente do município de Uberlândia (MG) ser recente, a urbanização é uma séria ameaça à sobrevivência da espécie em seu meio natural. Considera-se, dessa forma, que D. conceptionis esteja sujeita ao declínio em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20conceptionis","Mata Atlântica"],
    [2969,"MORACEAE","Dorstenia elata","Hook.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","A espécie possui EOO de 174.069,29 km². Apesar de possuir uma concentração grande no Estado do Espírito Santo, tudo indica que sua extensão pode ser maior ainda, pois o único material coletado no Estado do Paraná foi determinado pelo especialista. Existe uma carência de coletas em outros Estados da Mata Atlântica.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20elata","Mata Atlântica"],
    [2970,"MORACEAE","Dorstenia fischeri","Bureau","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Única coleta sem determinador. Nenhum estudo aprofundado para a espécie.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20fischeri","Mata Atlântica"],
    [2971,"MORACEAE","Dorstenia gracilis","Carauta et al.","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com um EOO de 36.701,82 km². Endêmica do Brasil e, onde foi coletada nos Estados do Espírito Santo e na Bahia. Como ocorre próxima ao litoral brasileiro, pode ser enquadrada em NT.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20gracilis","Mata Atlântica"],
    [2972,"MORACEAE","Dorstenia hildegardis","Carauta et al.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dorstenia hildegardis é uma herbácea com ocorrência em florestas de encostas do Estado do Espírito Santo. Tem EOO inferior a 100 km², sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). O município de Domingos Martins e entorno apresentam histórico de desmatamento que reduziu as florestas de Mata Atlântica a menos de 30%, configurando declínio em área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20hildegardis","Mata Atlântica"],
    [2973,"MORACEAE","Dorstenia milaneziana","Carauta et al.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO (76.127,64 km²)  e encontrada em unidades de conservação (SNUC). Há uma provável sinonímia com outra espécie com distribuição bem ampla no Brasil (D. gracilis ).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20milaneziana","Mata Atlântica"],
    [2974,"MORACEAE","Dorstenia sucrei","Carauta","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, porém apresenta poucas coletas e estudos mais específicos para caracterizar seu real estado de conservação.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20sucrei","Mata Atlântica"],
    [2975,"MORACEAE","Dorstenia tenuis","Bonpl. ex Bureau","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO de 552.471 km². Ocorre em outros países da América do Sul e cultivada no Jardim Botânico de Curitiba (PR).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20tenuis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2976,"MORACEAE","Ficus albert-smithii","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie amazônica. Poucas coletas registradas, talvez por estar representada em um bioma pouco conhecido e coletado. Ocorre também fora do Brasil.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20albert-smithii","Amazônia"],
    [2977,"MORACEAE","Ficus amazonica","(Miq.) Miq.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO bastante amplo, com ocorrência em toda a região Amazônica, inclusive fora do Brasil. Sua representação em herbários é significativa.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20amazonica","Amazônia, Cerrado"],
    [2978,"MORACEAE","Ficus aripuanensis","C.C.Berg & Kooy","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apesar de ocorrer em um grande EOO, a espécie é pouco coletada e Carauta (1989) sugere a necessidade de mais estudos para a espécie. Difícil avaliar um status de conservação atual.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20aripuanensis","Amazônia, Cerrado"],
    [2979,"MORACEAE","Ficus blepharophylla","Vázq.Avila","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas pelo material tipo (1909), porém não endêmica do Brasil. Apesar de alguns estudos de inventários na Amazônia, não foi novamente encontrada. Há necessidade de esforços para encontrá-la.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20blepharophylla","Amazônia"],
    [2980,"MORACEAE","Ficus broadwayi","Urb.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída pelo Brasil e neotrópico (Carauta 1989). Ocorre em todos os biomas brasileiros.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20broadwayi","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2981,"MORACEAE","Ficus calyptroceras","(Miq.) Miq.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO de 2.357.606,053km². Amplamente distribuída pela América Latina. Seus frutos são dispersados por aves e frutifica o ano inteiro.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20calyptroceras","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2982,"MORACEAE","Ficus castellviana","Dugand","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com amplo EOO, sendo muito comum na Mata Atlântica. Na Amazônia, foi encontrada um indivíduo. Coletas também na Bolívia, Colômbia e Perú (Carauta 1989). Suspeita-se que haja um baixo esforço de coleta para a espécie no Brasil.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20castellviana","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2983,"MORACEAE","Ficus catappifolia","Kunth & C.D.Bouché","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apesar de possuir um EOO amplo, há poucos registros em herbários, o que pode indicar falta de esforço de coleta. Espécie não é endêmica do Brasil é usada em arborização no cerrado.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20catappifolia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2984,"MORACEAE","Ficus cyclophylla","(Miq.) Miq.","VU","A2c","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ficus cyclophylla ocorre em diversos Estados brasileiros, apresentando ampla distribuição (EOO=792.507,43 km²). No entanto, a espécie tem grande parte das subpopulações em áreas de Restinga, que vêm sendo seriamente impactadas, principalmente pela especulação imobiliária. Da mesma forma, suspeita-se que as subpopulações da espécie estejam severamente fragmentadas por ocorrerem de forma disjunta. Estima-se que tenha havido um declínio populacional de pelo menos 30% em um período de 10 anos. Isso pode ser justificado pela grande perda de qualidade de hábitat, extensão de ocorrência e área de ocupação à qual a espécie foi submetida. Foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20cyclophylla","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2985,"MORACEAE","Ficus eximia","Schott","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída pelo Brasil e encontrada em unidades de conservação (SNUC). Apesar de ser polinizada por uma única espécie de abelha, o pólen é levado a grandes distâncias.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20eximia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2986,"MORACEAE","Ficus greiffiana","Dugand","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie não endêmica do Brasil, e possui ampla EOO (624.107,035 km²). Porém é polinizada por uma única espécie de vespa e possui poucas coletas ao longo do tempo. Necessita de atenção em futuro próximo.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20greiffiana","Amazônia"],
    [2987,"MORACEAE","Ficus hirsuta","Schott","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com amplo EOO. Muito comum na Restinga  e Mata Atlântica, preservada em muitas unidades de conservação (SNUC).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20hirsuta","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2988,"MORACEAE","Ficus krukovii","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição no Brasil e na América do Sul, com EOO superior a 2.000.000 km². Além disso, possui muitos exemplares em coleções e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20krukovii","Amazônia, Cerrado"],
    [2989,"MORACEAE","Ficus lauretana","Vázq.Avila","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ocorre na Amazônia brasileira e de países vizinhos. Não há muitos exemplares em coleções de herbários, ressalta-se, portanto, a necessidade de um aumento de esforço de coleta.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20lauretana","Amazônia"],
    [2990,"MORACEAE","Ficus malacocarpa","Standl.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com poucas coletas e estudos. Sua distribuição atual é nitidamente resultado de falta de coleta.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20malacocarpa","Amazônia, Cerrado"],
    [2991,"MORACEAE","Ficus mathewsii","(Miq.) Miq.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie amplamente dispersa pela América do Sul e com um número representativo em coleções de herbário. Não apresenta situação de ameaça.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20mathewsii","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2992,"MORACEAE","Ficus matiziana","Dugand","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO 1.157.689,774km², e não endêmica do Brasil. Conhecida para a região Amazônica, onde é muito bem distribuída.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20matiziana","Amazônia"],
    [2993,"MORACEAE","Ficus mexiae","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com amplo EOO (917.695,854 km2), sem nenhuma ameaça direta. Ocorre praticamente em toda a Mata Atlântica à excessão do Sul.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20mexiae","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2994,"MORACEAE","Ficus monckii","Hassl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie encontrada no Sul do Brasil. Na Argentina a dispersão por macacos facilita sua amplitude e posteriormente passando pelo trato digestivo, facilita a germinação. Há dúvidas quanto a sua ocorrência no Ceará.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20monckii","Mata Atlântica"],
    [2995,"MORACEAE","Ficus pakkensis","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie que ocorre na Amazônia, Caatinga e Mata Atlântica e também fora do Brasil. Encontrada em algumas unidades de conservação (SNUC).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20pakkensis","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [2996,"MORACEAE","Ficus pulchella","Schott","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição na América do Sul. Ocorre em várias unidades de conservação (SNUC) e há também produção de mudas. Vasta coleção em herbários.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20pulchella","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [2997,"MORACEAE","Ficus roraimensis","C.C.Berg","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil e com apenas dois registros em herbários brasileiros na mesma localidade. Nenhum estudo.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20roraimensis","Amazônia"],
    [2998,"MORACEAE","Ficus salzmanniana","(Miq.) Miq.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie que ocorre somente no Estado da Bahia, sendo preferencialmente na Mata Atlântica. Encontrada em ambiente de Restinga, podendo representar uma situação de ameaça em futuro próximo.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20salzmanniana","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [2999,"MORACEAE","Ficus schippii","Standl.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Não há informações sobre a espécie.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schippii","Amazônia"],
    [3000,"MORACEAE","Ficus schultesii","Dugand","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie pouco coletada e não há estudos ainda consistentes. Ocorre na região Amazônica brasileira e Colombiana. A falta de coletas pode ser reflexo da dificuldade no acesso ao local.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schultesii","Amazônia"],
    [3001,"MORACEAE","Ficus schumacheri","(Liebm.) Griseb.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie pouco coletada e representada em herbários brasileiros. Apesar de ocorrer também fora do Brasil, há apenas duas coletas no Brasil e pouco recentes. Há necessidade de mais estudos e informações.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schumacheri","Amazônia, Cerrado, Pantanal"],
    [3002,"MORACEAE","Ficus sphenophylla","Standl.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO e não endêmica do Brasil. Ocorre apenas em poucos estados da região amazônica e estudos indicam que poucas sementes germinam após passarem no trato digestivo da ave dispersora. Necessita atenção.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20sphenophylla","Amazônia"],
    [3003,"MORACEAE","Ficus trigonata","L.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie pouco preocupante. Ocupa um EOO 2.814.507,243 km² e em coleções de herbários seus representantes são significativos. Apesar de registros indicarem ser endêmica do Brasil, suspeita-se que ocorra também nas Guianas.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20trigonata","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3004,"MORACEAE","Ficus ursina","Standl.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Encontrada apenas na Amazônia com EOO bastante reduzido. Não há estudos sobre a espécie e encontrada raramente em coleções.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20ursina","Amazônia"],
    [3005,"MORACEAE","Ficus velutina","Humb. & Bonpl. ex Willd.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com uma aparente disjunção. Estende-se até a América Central, sendo no Brasil uma nítida falta de coleta nas áreas entre os locais onde a registro da espécie. No momento sem dados suficientes para uma avaliação mais precisa.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20velutina","Amazônia"],
    [3006,"MORACEAE","Helicostylis heterotricha","Ducke","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Poucas coletas. Além de ser dióica, o que causa uma maior seleção na polinização. Coletada em uma unidade de conservação (SNUC), mas sofre muito com alagamentos. Há necessidade de mais estudos.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helicostylis%20heterotricha","Amazônia"],
    [3007,"MORACEAE","Helicostylis tomentosa","(Poepp. & Endl.) Rusby","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","?Espécie amplamente distribuída no Brasil como em outros países limítrofes. Ocorre em quase todas as regiões brasileiras, concentrando-se na Amazônia.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helicostylis%20tomentosa","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3008,"MORACEAE","Maclura brasiliensis","(Mart.) Endl.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","No Brasil a espécie é encontrada nas Restingas do município de Cabo Frio, Rio de Janeiro. Tem EOO de 399,33 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. As Restingas da região Sudeste do Brasil apresentam alto grau de impacto por ações antrópicas causado, principalmente, pela especulação imobiliária. Dessa forma, pode-se afirmar que a espécie vem sofrendo drástico declínio em sua área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Sugerem-se medidas de conservação urgentes para M. brasiliensis.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maclura%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [3009,"MORACEAE","Naucleopsis oblongifolia","(Kuhlm.) Carauta","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil. No país, ocorre nos domínios Amazônia, Mata Atlântica e Pantanal. Encontrada em unidades de conservação (SNUC).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Naucleopsis%20oblongifolia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3010,"MORACEAE","Perebea rubra subsp. glabrifolia","(Ducke) C.C.Berg","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com poucos representantes em coleções, com exemplares já antigos. Nenhum estudo recente.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perebea%20rubra%20subsp.%20glabrifolia","Amazônia"],
    [3011,"MORACEAE","Pseudolmedia hirtula","Kuhlm.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil e ocorre em unidades de conservação (SNUC).","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolmedia%20hirtula","Mata Atlântica"],
    [3012,"MORACEAE","Sorocea guilleminiana","Gaudich.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no Brasil e em alguns países limítrofes.","2012-12-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sorocea%20guilleminiana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3013,"MYRISTICACEAE","Iryanthera campinae","W.A.Rodrigues","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Iryanthera campinae é endêmica do Brasil, de ocorrência exclusiva nas formações sobre areia branca (Campinas e Campinaranas) localizadas entre os municípios de Manaus (AM) e Caracaraí (RR). Tem EOO menor que 5.000 km² e não se encontra protegida por nenhuma categoria de unidade de conservação (SNUC). Além disso, é considerada rara, com último registro realizado em 1987. I. campinae está sujeita ao menos a três situações de ameaça identificadas. Há evidências de que a espécie foi muito utilizada para a confecção de caixotes e marcenaria em geral pela população local até a década de 1990. Há indicações do potencial uso de sua madeira para fins comerciais por suas características físicas, o que pode configurar uma ameaça futura à espécie. Assim, pelos motivos expostos, I. campinae foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iryanthera%20campinae","Amazônia"],
    [3014,"MYRISTICACEAE","Iryanthera obovata","Ducke","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Iryanthera obovata Ducke não é endêmica do Brasil, com registros efetuados na Venezuela e na Colômbia. No Brasil, foi registrada em ambientes xéricos, como as Campinas, e em Florestas Úmidas, no Estado do Amazonas. Seu baixo número de coletas (8) parece ilustrar o baixo esforço amostral na região, uma vez que é apontada por alguns autores como uma espécie característica do Alto Rio Negro e adjascências. Apresenta EOO maior que 20.000 Km², em uma área que abriga extensões consideráveis de vegetação nativa intacta. Aliado a isso, possui populações protegidas por unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Por esses motivos, foi categorizada como Baixo Risco (LC) de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iryanthera%20obovata","Amazônia"],
    [3015,"MYRISTICACEAE","Virola bicuhyba","(Schott ex Spreng.) Warb.","EN","A4acd","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Virola bicuhyba (Schott ex Spreng.) Warb., conhecida popularmente como Bicuíba, apresenta um endemismo brasileiro, com ocorrência em Florestas Ombrófilas e Estacionais associadas ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Possui preferência por florestas em estágio avançado de regeneração ou clímax, com registros efetuados em unidades de conservação ao longo de sua distribuição. Com registros de coleta desde o sul do estado da Bahia até o norte do Rio Grande do Sul, V. bicuhyba é considerada uma espécie de uso estratégico para agricultura familiar no Brasil, sendo uma das madeiras mais utilizadas pela construção civil. Além disso, o potencial medicinal desta planta começa a ser explorado pela industria farmacêutica, e seus extratos vem sendo utilizados na medicina popular de diversas localidades onde ocorre. Desempenha papel ecológico importante nos ambientes florestais em que ocorre, fornecendo alimentos para uma grande variedade de pássaros, apesar de apresentar uma densidade de indivíduos relativamente alta para espécies arbóreas (em média, 25 indivíduos/ ha em áreas pouco alteradas e que não sofreram corte seletivo), a espécie vêm enfrentando severa redução populacional histórica, não cessada até os dias atuais e prevista para o futuro. Estimativas empreendidas durante este trabalho evidenciam uma perda de mais de 65% de cobertura florestal potencial para a ocorrência de V. bicuhyba, dentro de sua conhecida extensão de ocorrência, a partir desses dados, verificou-se uma redução populacional bruta maior que 60% nas últimas três gerações do táxon (estimada em cerca de 30 anos), causada principalmente por extrativismo seletivo e conversão de habitat, que continuarão a causar declínio futuro se nada for feito a fim de se reduzir ou cessar as ameaças descritas. Por esse motivos, a espécie Virola bicuhyba  foi considerada Em Perigo (EN) de extinção, demandando a criação de áreas protegidas para garantir sua sobrevivência e o desenvolvimento de legislação específica que regulamente e controle o seu uso de maneira apropriada, uma vez que a espécie possui grande importância para diversos segmentos da economia e sua integral restrição poderá causar impactos.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20bicuhyba","Mata Atlântica"],
    [3016,"MYRISTICACEAE","Virola parvifolia","Ducke","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Virola parvifolia Ducke não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Venezuela. Era conhecida até pouco tempo somente pela coleta tipo, realizada em 1932, nas proximidades do município de São Gabriel da Cachoeira, Amazonas. Foi registrada em \" Caatingas\" as margens do Rio Negro. Para a população conhecida, foi identificada ao menos uma situação de ameaça (área portuária do município citado), que na ocasião de sua construção suprimiu a vegetação nativa da localidade, mesmo com o baixo esforço amostral na região onde V. parvifolia foi primeiramente coletada, algumas expedições botânicas foram empreendidas e não identificaram novas populações.  Devido a sua área de ocupação restrita (AOO = 4 Km²), aliada a carência de novos registros e com ameaças plausíveis incidindo sobre a população da espécie que podem aumentar sua categoria de ameaça em um futuro próximo, a espécie foi considerada Vulnerável (VU).","2012-07-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20parvifolia","Amazônia"],
    [3017,"MYRISTICACEAE","Virola surinamensis","(Rol. ex Rottb.) Warb.","VU","A4cd","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Virola surinamensis (Rol. ex Rottb.) Warb., conhecida popularmente como mucuíra, ucuúba (do baixio ou do igapó) e virola, ocorre amplamente distribuída nos neotrópicos, desde a Costa Rica até o norte do Brasil, predominantemente em floretas alagadas (matas de igapó, matas de várzea, margem de rios e igarapés), associadas aos domínios fitogeográficos Amazônia, Caatinga e, possivelmente, Cerrado, no Brasil, a espécie foi registrada majoritariamente nos estados inseridos dentro do contexto da bacia amazônica, com registros efetuados também nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará. É considerada uma árvore de grande valor econômico, tanto para as industrias madeireiras e farmacêuticas como para populações ribeirinhas e indígenas, que utilizam os amplos recursos oferecidos por este táxon para gerar produtos negociáveis e assim compor até 50% de suas rendas a partir de sua comercialização. Mesmo sendo muito abundante ao longo de sua distribuição (especialmente na bacia do Rio Negro), a exploração exagerada em 5 anos resultou em reduções populacionais de até 90%, com algumas extinções locais reportadas (Piña-Rodrigues, 2000). O tempo de geração de V. surinamensis foi estimado em cerca de 30 anos, com seus indivíduos atingindo a maturidade aos 6 (em cultivo), dados recentemente trabalhados apontam para uma retirada anual de cerca de 10.044 indivíduos (com até 9 m de altura e DAP = 25 cm) (CNCFlora, 2012). Mesmo ocorrendo em unidades de conservação, com grande abundância de indivíduos verificada e possuindo legislação específica que regulamenta seu uso em alguns estados de ocorrência, extinções locais foram registradas para este táxon e a atividade de madeireiras, legais e ilegais, continuam sendo empreendidas. Com base nesses dados, suspeita-se que as subpopulações de Virola bicuhyba tenham sofrido redução maior que 30% nas últimas 3 gerações (90 anos), e as causas dessas redução (redução na qualidade do habitat e altos níveis de exploração) não cessaram e não são reversíveis. Por esse motivos, a espécie foi considerada Vulnerável (VU) em relação ao seu risco de extinção.     ","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20surinamensis","Amazônia, Caatinga"],
    [3018,"MYRSINACEAE","Anagallis alternifolia","Cav.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anagallis alternifolia caracteriza-se por ervas estoloníferas ou eretas, terrícolas e apresenta síndrome de polinização entomófila. Ocorre em Mata Atlântica e, possivelmente, Cerrado, dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, onde se desenvolve próximo a cachoeiras e riachos. Apresenta AOO de 12 km², e encontra-se sujeita a três situações de ameaça: expansão urbana desordenada, especulação imobiliária e atividades agropecuárias. A espécie tem distribuição restrita, o último registro foi realizado no município de Cunha (SP), no ano de 1996. Seus municípios de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. Por exemplo, Caldas (MG) tem apenas 6,7% de cobertura original remanescente e Cunha (SP) apenas 15,3%. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anagallis%20alternifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3019,"MYRSINACEAE","Anagallis barbata","(P.Taylor) Kupicha","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anagallis barbata caracteriza-se por ervas estoloníferas, terrícolas. Endêmica do Estado de São Paulo, é conhecida apenas no município de Apiaí. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Ombrófila Mista e Floresta de Araucária. Apresenta AOO de 12 km², e encontra-se sujeita a três situações de ameaça: expansão urbana desordenada, especulação imobiliária e implementação de atividades agropecuárias. Dispõe de escassos registros em coleções científicas. Ocorre em uma região ainda não intensamente fragmentada, tendo em vista que o município de Apiaí ainda tem 41% de remanescentes originais de Mata Atlântica. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anagallis%20barbata","Mata Atlântica"],
    [3020,"MYRSINACEAE","Cybianthus densicomus","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Cybianthusdensicomus caracteriza-sepor arbustos, raramente arvoretas, terrícolas, e apresenta síndrome dedispersão zoocórica. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e MataAtlântica, neste último em Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta EOO de863.906,65 km² e é amplamente distribuída. Protegida por unidades de conservação (SNUC), como o Parque Nacional daChapada dos Veadeiros (GO), Parque Estadual da Serra do Mar, Parque Estadual Xixová-Japuí,Estação Ecológica da Paranapanema e Estação Ecológica de Itapeva (SP). Devido asua ampla distribuição, não há ameaça direta que a coloque em alguma categoriade ameaça.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cybianthus%20densicomus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3021,"MYRSINACEAE","Myrsine congesta","(Sw.) Pipoly","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myrsine congesta caracteriza-se por subarbustos a arbustos, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia. Encontrada em afloramentos rochosos, apresenta AOO de 52 km², e encontra-se sob quatro situações de ameaça: expansão urbana, agricultura, mineração e expansão industrial. A espécie está protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, Parque Estadual do Ibitipoca (MG) e Parque Estadual do Desengano (RJ). Ocorre em região com um processo histórico de fragmentação e redução da cobertura original de Mata Atlântica. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20congesta","Mata Atlântica"],
    [3022,"MYRSINACEAE","Myrsine glazioviana","Warm.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myrsine glazioviana caracteriza-se por arbustos de 3 a 4 m de altura. Endêmica do Brasil, é restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, em afloramentos rochosos. Apresenta AOO de 32 km², e seus hábitats de ocorrência encontram-se severamente fragmentados. A espécie está protegida pelo Parque Estadual do Ibitipoca (MG), Parque Estadual Serra do Papagaio (MG) e Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), onde se encontra sob ameaça de atividades turísticas. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie na natureza, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20glazioviana","Mata Atlântica"],
    [3023,"MYRSINACEAE","Myrsine villosissima","A.DC.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myrsinevillosissima caracteriza-se por arbustos ou arvoretas, rupícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e, possivelmente, Espírito Santo. É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde se desenvolve em Floresta Ombrófila Densa, em afloramentos rochosos. Apresenta AOO de 68 km², e encontra-se sob quatro situações de ameaça: expansão urbana, agricultura, pecuária e queimadas. A espécie está protegida pelo Parque Nacional do Itatiaia, Parque Estadual do Desengano (RJ), Parque Estadual da Serra do Mar, Parque Estadual da Serra da Bocaina (SP) e Parque Estadual do Itacolomi (MG). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência da espécie, bem como, novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20villosissima","Mata Atlântica"],
    [3024,"MYRTACEAE","Accara elegans","(DC.) Landrum","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. elegans é uma espécie basal dentro da família Myrtaceae e que possui uma distribuição restrita (EOO = 4.707,81 km²). Ocorre principalmente na Serra do Caraça e na Serra do Cipó, no estado de Minas Gerais, onde podemos identificar de duas a cinco situações de ameaça. A maior ameaça à sobrevivência da espécie é a mineração na Serra do Caraça, o que configura também perda da área de ocupação e da qualidade do habitat. Dessa maneira a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Accara%20elegans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3025,"MYRTACEAE","Blepharocalyx salicifolius","(Kunth) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  2.897.704,710 km²) encontrada em diferentes domínios fitogeográficos brasileiros e diferentes formações vegetacionais. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharocalyx%20salicifolius","Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [3026,"MYRTACEAE","Calycolpus legrandii","Mattos","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espécie é encontrada nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas, possuindo uma distribuição relativamente restrita (EOO = 14.155,89 km²) e ocorrendo em Restingas. Esse tipo de formação vem diminuindo de área devido à ocupação humana, de maneira que o número de Unidades de Conservação (duas) é insuficiente para proteger as subpopulações da espécie. Além disso, suspeita-se que as subpopulações de Alagoas sejam isoladas das subpopulações mais ao sul, indicando que a população de C. legrandii é severamente fragmentada. Dessa maneira, essa espécie é considerada como Vulnerável (VU) à extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calycolpus%20legrandii","Mata Atlântica"],
    [3027,"MYRTACEAE","Calyptranthes concinna","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   1.538.752,83 km²) encontrada em diferentes fisionomias florestais da Mata Atlântica. Ocorre em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional, sendo considerada uma espécie comum. Dessa maneira a espécie é classificada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20concinna","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3028,"MYRTACEAE","Calyptranthes dryadica","M.L.Kawas.","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. dryadica é uma espécie endêmica da Reserva Ecológica Juréia-Itatins, São Paulo. Apesar de protegida pela Unidade de Conservação, a espécie não foi coletada nos últimos 17 anos e não é possível saber o estado atual de conservação da população. Sabe-se que a Reserva é bastante visitada por turistas. Entretanto, não é possível estimar o impacto do turismo na população de C. dryadica. Dessa maneira, a espécie é considerada como deficiente de dados (DD) para colocá-la em uma categoria de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20dryadica","Mata Atlântica"],
    [3029,"MYRTACEAE","Calyptranthes fusiformis","M.L.Kawas.","VU","B1b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa é uma espécie de distribuição restrita (EOO = 10.161,07 km²) encontrada em Florestas Ombrófilas Densas dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses estados, esse tipo de formação sofreu forte desmatamento, o que suspeita-se ter diminuído a área do habitat da espécie. Da mesma forma, C. fusiformis ocorre em apenas uma unidade de conservação, Estação Ecológica de Boracéia (SP). Podemos considerar de quatro a oito situações de ameaça à espécie. Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20fusiformis","Mata Atlântica"],
    [3030,"MYRTACEAE","Calyptranthes hatschbachii","D.Legrand","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea, encontrada próxima à cidade de Curitiba, Paraná. Além de não haver registro da espécie para unidade de conservação, a espécie não é coletada há mais de 20 anos. Sua EOO é 565,27 km² e a espécie possui de uma a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças é o fato da espécie estar localizada próxima a uma capital do país, área que sofreu grande perda de habitat. Dessa maneira a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [3031,"MYRTACEAE","Calyptranthes pereireana","Mattos & D.Legrand","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. pereireana é uma espécie que foi somente coletada nas matas do Horto Florestal (RJ). Apesar de protegida, a espécienão foi coletada há quase 40 anos e não é possível saber o estado atual deconservação da população. Sabe-se que a área do Horto é bastante visitada porturistas. Entretanto, não é possível estimar o impacto do turismo na populaçãode C. pereireana. Além disso, a espécie sofre de incerteza taxonômica, uma vez que ela está sendo transferida para o gênero Neomitranthes. Dessa maneira, a espécie é considerada comodeficiente de dados (DD) para colocá-la em uma categoria de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20pereireana","Mata Atlântica"],
    [3032,"MYRTACEAE","Calyptranthes pileata","D.Legrand","VU","C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. pileata é uma espécie arbórea encontrada em Mata Atlântica e Pampa. É considerada uma espécie rara, com cerca de 1 indivíduo por hectare (0,01 Km²). Considerando a área de ocorrência (AOO = 76 Km²), estima-se que haja cerca de 4.000 indivíduos maduros no total. Como a maioria das subpopulações em áreas com forte pressão antrópica, suspeita-se que haja um declínio populacional de pelo menos 10% nos próximos 30 anos (considerando tempo de geração de 10 anos para espécie arbórea). Além disso, considerando a raridade da espécie, é possível supor que em cada subpopulação não haja mais do que 1.000 indivíduos maduros.  Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20pileata","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3033,"MYRTACEAE","Calyptranthes restingae","Sobral","VU","B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ocorrer em dois estados, as subpopulações localizadas no estado de Sergipe encontram-se bastantes distantes das subpopulações da Bahia. Isso confere não apenas uma ampla EOO (7.917,45 km²), mas também há a suspeita de que a população é severamente fragmentada. Além disso, a espécie ocorre apenas em Restinga, vegetação que sofre grande impacto antrópico. A espécie foi coletada próxima a estradas, que podem impactar de maneira negativa a subpopulação. Somado a isso, o óleo essencial dessa espécie possui propriedades medicinais. Caso haja extrativismo predatório de C. restingae, a espécie pode sofrer também declínio populacional. Esse declínio pode afetar indivíduos maduros, tornando difícil a reprodução e, portanto, a recuperação populacional da espécie. Dessa maneira, a espécie é considerada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20restingae","Mata Atlântica"],
    [3034,"MYRTACEAE","Calyptranthes rubella","(O.Berg) D.Legrand","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. rubella éuma espécie arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa Atlântica e Restinga, nos Estados de São Paulo a Rio Grande do Sul e possuindo uma extensão deocorrência de 30.115,480 km². No litoral de Santa Catarina, a Restinga vem sendo suprimida pela expansão urbana e pela invasão de espécies exóticas. É umaespécie com menos de 10 situações de ameaça, e ocorre em apenas três unidades de conservação (SNUC). A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção. Entretanto, devido à sua extensão deocorrência ser um pouco maior do que 20.000 km² não é possível considerá-la comoameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como quase ameaçada deextinção (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperaçãode habitat na região, a espécie poderá ser consideradacomo ameaçada de extinção futuramente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20rubella","Mata Atlântica"],
    [3035,"MYRTACEAE","Campomanesia aromatica","(Aubl.) Griseb.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.136.107,13  km²) encontrada em Estados da região Nordeste e Norte do Brasil. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas em que houve intensa perda de habitat, a espécie é relativamente abundante em alguns locais. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20aromatica","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3036,"MYRTACEAE","Campomanesia espiritosantensis","Landrum","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Campomanesia espiritosantensis, como o epíteto específico sugere, é endêmica do estado do Espírito Santo. Foi coletada em apenas uma localidade, na Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce (AOO = 4 Km²). Apesar de ser uma reserva, a região de ocorrência da espécie é ocupada por plantações de cacau. Nesse sistema de cultivo, espécies de estádios sucessionais avançados, como C. espiritosantensis, possuem declínio populacional em favorecimento a espécies de estádios iniciais de sucessão. Dessa maneira, a espécie é considerada como Criticamente (CR) ameaçada de extinção. Entretanto, caso  três novos registros de ocorrência da espécie para o Espírito Santo sejam confirmados, a espécie poderia ser considerada como em perigo ou vulnerável de extinção. Dessa maneira, novos estudos devem ser feitos para se verificar essas novas ocorrências para a espécie o estado atual de conservação para cada subpopulação.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20espiritosantensis","Mata Atlântica"],
    [3037,"MYRTACEAE","Campomanesia eugenioides","(Cambess.) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no Brasil (EOO =   3.048.827 km² ) encontrada em três biomas: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20eugenioides","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3038,"MYRTACEAE","Campomanesia hirsuta","Gardner","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. hirsuta é uma espécie considerada rara na Mata Atlântica, sendo encontrada nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Possui AOO de 40 Km² e suspeita-se que sua população encontra-se severamente fragmentada. Isso porque é uma espécie polinizada e dispersa por animais, que supostamente não migrariam longas distâncias em locais severamente alterados pela ação humana. Além disso, há registro de declínio de área e de qualidade do habitat devido à expansão urbana. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20hirsuta","Mata Atlântica"],
    [3039,"MYRTACEAE","Campomanesia laurifolia","Gardner","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  515.854,48 km² ) encontrada em Mata Atlântica. Apesar de haver registro de ameça à espécie no sul da Bahia e no Rio de Janeiro, C. laurifolia ocorre em pelomenos onze unidades de conservação. Os poucos estudos mostram que a densidade populacional é localmente baixa, mas o tamanho populacional estimado é maior do que 10000 indivíduos. Além disso, não há evidência direta de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20laurifolia","Mata Atlântica"],
    [3040,"MYRTACEAE","Campomanesia lundiana","(Kiaersk.) Mattos","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. lundiana é conhecida apenas pelo material tipo, coletado em 1825 no Estado do Rio de Janeiro por Lund e uma coleta mais recente feita em 1952 (RB 79096). Infelizmente os coletores não especificaram os municípios ou locais de coleta, o que permitiria a realização de expedições para se verificar se a espécie ainda ocorre na natureza. O Rio de Janeiro é um Estado que possui apenas 18,38% de sua vegetação nativa em 2010 (dados fornecidos pelo SOS Mata Atlântica), de maneira que a espécie pode ter sofrido com essa perda de habitat e poderia estar extinta. Novos estudos devem ser realizados para se verificar se ainda há espécimes vivos de C. lundiana nas matas fluminenses.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20lundiana","Mata Atlântica"],
    [3041,"MYRTACEAE","Campomanesia macrobracteolata","Landrum","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. macrobracteolata é uma espécie endêmica do estado do Espírito Santo, sendo encontrada em diferentes fisionomias do domínio fitogeográfico Mata Atlântica. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 9.322,70 km² ) e até nove situações de ameaça, sugeridas pelo número de subpopulações. Uma das ameaças é o cultivo de cacau na região do Rio Doce, que altera a estrutura da floresta e favorece espécies de estádios iniciais de sucessão ecológica. Além disso, há registro de ocorrência da espécie apenas para uma unidade de conservação. Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20macrobracteolata","Mata Atlântica"],
    [3042,"MYRTACEAE","Campomanesia neriiflora","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  145.606,86  km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Estacional na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em uma região com forte pressão antrópica, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC).  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20neriiflora","Mata Atlântica"],
    [3043,"MYRTACEAE","Campomanesia phaea","(O.Berg) Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O cambuci é uma espécie amplamente distribuída, encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecídua dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Apesar de ter os frutos bastante apreciados como alimento, não há registro de que a coleta do fruto leve ao declínio populacional da espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20phaea","Mata Atlântica"],
    [3044,"MYRTACEAE","Campomanesia prosthecesepala","Kiaersk.","EN","A1c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. prosthecesepala é uma espécie arbustiva com apenas quatro coletas, três delas feitas no estado de Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro. Possui AOO menor do que 500 Km² e está sujeita a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat de no mínimo 67% nos municípios em que a espécie foi coletada (SOS Mata Atlântica/INPE, 2011). Supõe-se, portanto que houve uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 15 anos (considerando o tempo de geração como de 5 anos). Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20prosthecesepala","Mata Atlântica"],
    [3045,"MYRTACEAE","Campomanesia pubescens","(DC.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.652.695 km² ) encontrada principalmente em Cerrado. Possui muitas coletas, inclusive em áreas perturbadas como beira de estrada. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20pubescens","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3046,"MYRTACEAE","Campomanesia reitziana","D.Legrand","VU","C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. reitziana é uma espécie arbórea de distribuição restrita aos estados de Santa Catarina e Paraná, sendo encontrada apenas em Florestas Ombrófilas. Possui uma baixa densidade populacional, uma vez que, baseando-se em dados fitossociológicos, estima-se que existam cerca de 5.000 indivíduos na natureza. Devido à baixa densidade populacional, suspeita-se também que o número de indivíduos maduros em cada subpopulação não seja maior do que 1.000. Como ocorre em uma região que sofreu forte pressão antrópica, com perda de habitat para atividades agrícolas e mineração, estima-se que houve um declínio populacional de pelo menos 10% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração como 10 anos para espécie arbórea). Dessa maneira, C. reitziana  é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20reitziana","Mata Atlântica"],
    [3047,"MYRTACEAE","Campomanesia rufa","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. rufa é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada em Mata Atlântica e Cerrado do Estado de Minas Gerais. Possui diversos registros de coleta, alguns bastante recentes. Apesar de ocorrer em área de intensa atividade de mineração, sua presença em outros locais indica que a espécie é menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20rufa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3048,"MYRTACEAE","Campomanesia schlechtendaliana","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A gabiroba-verde é uma espécie encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica, da Bahia ao Paraná. ?Apesar de ser considerada uma espécie rara na Mata Atlântica, estima-se que haja cerca de 16000 indivíduos na natureza, valor acima do usado para acessar as categorias de risco de extinção. Dessa maneira, a gabiroba-verde é considerada como pouco preocupante quanto ao risco de extinção (LC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20schlechtendaliana","Mata Atlântica"],
    [3049,"MYRTACEAE","Campomanesia sessiliflora","(O.Berg) Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.187.196,44 km²) encontrada em três domínios fitogeográficos brasileiros: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. Ocorre em pelomenos quatro unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20sessiliflora","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3050,"MYRTACEAE","Campomanesia viatoris","Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. viatoris é uma espécie amplamente distribuída (EOO =  384.263,79 km²) na região Nordeste, encontrada em Mata Atlântica e na Caatinga. Possui diversos registros de coletas, alguns bem recentes e não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20viatoris","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3051,"MYRTACEAE","Campomanesia xanthocarpa","(Mart.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A guavirova é uma espécie amplamente distribuída na Mata Atlântica e Cerrado, sendo encontrada em diferentes fitofisionomias. Possui diversas coletas, várias em unidades de conservação (SNUC) e é considerada uma espécie comum na Mata Atlântica. Dessa maneira, a espécie é considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-04-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20xanthocarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3052,"MYRTACEAE","Eugenia angustissima","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  1.284.505,900 km² ) encontrada em diferentes fisionomias de Cerrado. É relativamente abundante em pelo menos uma localidade na estação chuvosa, protegida por unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional das Emas, no Estado de Goiás. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20angustissima","Caatinga, Cerrado"],
    [3053,"MYRTACEAE","Eugenia anomala","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. anomala é uma e?spécie amplamente distribuída (EOO =  712.186,490  km²) encontrada em formações campestres de Cerrado, Mata Atlântica e Campos Sulinos. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20anomala","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3054,"MYRTACEAE","Eugenia arenosa","Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=495.456,77 km²), coletada principalmente nos Estados do Paraná, mas com subpopulações disjuntas no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Encontrada em pelomenos três unidades de conservação (SNUC) e não há evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira E. arenosa  é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20arenosa","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [3055,"MYRTACEAE","Eugenia aurata","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. aurata é amplamente distribuída (EOO =   3.180.444,58 km²) encontrada em todas as regiões e em todos os domínios fitogeográficos brasileiros, com exceção dos Pampas. Não há  evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20aurata","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3056,"MYRTACEAE","Eugenia bahiensis","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   304.053,740 km² ) encontrada em áreas de Restinga e Florestal Ombrófila Densa Atlântica. Apesar de ter sofrido intensa perturbação, essa espécie ocorre em pelo menos 10 unidades de conservação (SNUC).  Não há registro de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira E. bahiensis é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bahiensis","Mata Atlântica"],
    [3057,"MYRTACEAE","Eugenia blanda","Sobral","EN","B1ab(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. blanda é uma espécie de distribuição restrita (EOO = 528,43 km²) encontrada apenas nos Cerrados e Campos Rupestres de Grão Mogol (MG). Podemos identificar de duas a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças à espécie é a pecuária, caracterizando como perda contínua de habitat. Entretanto, não há registro de unidade de conservação na área, o que poderia minimizar as ameças à espécie.Dessa maneira E. blanda é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20blanda","Cerrado"],
    [3058,"MYRTACEAE","Eugenia bocainensis","Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  99.862,960  km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa  na Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de declínio populacional, apesar da espécie ocorrer em área de intensa atividade antrópica. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bocainensis","Mata Atlântica"],
    [3059,"MYRTACEAE","Eugenia brasiliensis","Lam.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   1.210.649,930  km²) encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica, desde o Estado de Santa Catarina à Bahia. Apesar da espécie ocorrer em áreas onde houve intensa pressão antrópica, ela é considerada comum no domínio. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brasiliensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3060,"MYRTACEAE","Eugenia brevistyla","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Encontrada desde o Estado de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. Possui diversos registros de coleta, alguns bastante recentes e outros em unidades de conservação (SNUC).  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, a espécie ocorre em áreas com forte pressão antrópica e novos estudos devem ser feitos de maneira a se verificar o estado de conservação de subpopulações ameaçadas.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brevistyla","Mata Atlântica"],
    [3061,"MYRTACEAE","Eugenia brunoi","Mattos","EN","B1ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. brunoi possui distribuição restrita (EOO = 725,24 km²), ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa. Está sujeita a cerca de três situações de ameaça, sendo uma delas a perda de habitat. Por exemplo, o município de Antonina (PR) perdeu 5,5% de vegetação nativa entre 2008 e 2010 (SOS Mata Atlântica), caracterizando perda de habitat que pode ser considerado contínua caso nenhuma medida de conservação seja tomada no município. Por outro lado, a espécie ocorre em pelo menos uma unidade de conservação: Reserva Ecológica de Juréia (SP). Dessa maneira, E. brunoi é considerada como uma espécie Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brunoi","Mata Atlântica"],
    [3062,"MYRTACEAE","Eugenia bunchosiifolia","Nied.","VU","D1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espécie ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa na Mata Atlântica, área de intensa pressão antrópica, como queimadas e atividades agrícolas. Além disso, um estudo mostra que a espécie possui baixa densidade em uma das localidades, com apenas 0,015 indivíduos por Km². Estimativas de tamanho populacional sugerem que há apenas cerca de 743,8 indivíduos adultos na população como um todo. Dessa maneira a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bunchosiifolia","Mata Atlântica"],
    [3063,"MYRTACEAE","Eugenia burkartiana","(D.Legrand) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ser uma espécie rara localmente, é amplamente distribuída, sendo encontrada na região Sul e em algumas localidades na região Sudeste brasileira. Ocorre em Mata Atlântica, em diversas fisionomias? e há registros recentes de coleta para a espécie. Dessa maneira, E. burkartiana é considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20burkartiana","Mata Atlântica"],
    [3064,"MYRTACEAE","Eugenia cerasiflora","Miq.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. cerasiflora é amplamente distribuída (EOO =   804.344,730  km²), encontrada em três biomas: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20cerasiflora","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3065,"MYRTACEAE","Eugenia cereja","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  244.586,150 km²) encontrada em áreas de Floresta Úmida na Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservação (SNUC). Apesar de ser encontrada em locais com alta pressão antrópica, não há evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20cereja","Mata Atlântica"],
    [3066,"MYRTACEAE","Eugenia copacabanensis","Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   572.575,59  km²) encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. Encontrada em pelomenos oito unidades de conservação (SNUC). Não há  evidência diretade declínio populacional para a espécie. E. copacabanensis pode ser utilizada para restauração de áreas de Restinga. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20copacabanensis","Mata Atlântica"],
    [3067,"MYRTACEAE","Eugenia dimorpha","O.Berg","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. dimorpha éuma espécie herbácea considerada endêmica do Estado do Rio Grande do Sul e possuindo uma extensão deocorrência de 170.556,74 km². Encontrada em Floresta Ombrófila Densa e em Campos Sulinos, domínio que sofregrande perda de habitat e invasão de espécies exóticas.  Possui entre oito a 10 situações de ameaça. A ocorrência da espécie para o Estado do Paraná precisa ser melhor investigada. A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção, entretanto, devido à sua EOO, não é possível considerá-la comoameaçada. A espécie é considerada como quase ameaçada deextinção (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20dimorpha","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3068,"MYRTACEAE","Eugenia disperma","Vell.","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. disperma é uma espécie de distribuição restrita (EOO = 6.901,18 km²) encontrada em Floresta Ombrófila Densa e em Restingas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Apesar de haver registrode ocorrência para a espécie em unidades de conservação, E. disperma ocorre em áreas com intensa pressão antrópica. Essa intensa pressão antrópica pode vir a configurar umadiminuição na qualidade do habitat. Essa espécie está sujeita a até cinco situações de ameaça e sua população pode ser considerada severamente fragmentada devido à subpopulação encontrada em São Paulo. Dessamaneira a espécie é considerada como Vulnerável (VU).","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20disperma","Mata Atlântica"],
    [3069,"MYRTACEAE","Eugenia excelsa","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. excelsa é amplamente distribuída (EOO=4.395.729,5 km²) e encontrada de maneira disjunta na Mata Atlântica e na Amazônia. Ocorre em pelomenos 15 unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça paraa espécie ou evidência direta de declínio populacional. É considerada uma espécie comum na Mata Atlântica. Dessa maneira E. excelsa  é considerada como menos preocupante (LC) emrelação ao risco de extinção. Entretanto futuros trabalhos devem confirmar se as subpopulações da Mata Atlântica e da Amazônia podem ser consideradas disjuntas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20excelsa","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3070,"MYRTACEAE","Eugenia florida","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   8.294.307,46  km²) bastante coletada e encontrada praticamente em todo o território brasileiro. É uma espécie comum na Mata Atlântica. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20florida","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3071,"MYRTACEAE","Eugenia gracillima","Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada do Nordeste ao Sul do Brasil, em áreas de Caatinga e Mata Atlântica. Possui diversos registros de coleta e não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20gracillima","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [3072,"MYRTACEAE","Eugenia hamiltonii","(Mattos) Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   99.382,275  km²) encontrada em áreas de Cerrado sensu stricto e formações Campestres. Encontrada em pelomenos três unidades de conservação (SNUC). Não há registro de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Futuros trabalhos devem confirmar a disjunção das subpopulações no Rio Grande do Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hamiltonii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3073,"MYRTACEAE","Eugenia hermesiana","Mattos","CR","B1ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. hermesiana é uma espécie endêmica do estado de São Paulo, coletada apenas na região do município de Salesópolis. Possui uma distribuição bastante restrita (EOO = 81,16 km²) e apenas uma situação de ameaça: apesar de ser encontrada em uma unidade de conservação (Estação Biológica de Boracéia), a região sofreu grande perda de habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada como Criticamente (CR) ameaçada de extinção. Além disso, a espécie não é coletada há mais de 20 anos e, portanto, novos estudos devem ser feitos para ver se a espécie ainda ocorre na região e o estado atual de conservação da sua população.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hermesiana","Mata Atlântica"],
    [3074,"MYRTACEAE","Eugenia hiemalis","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  3.696.330,21 km²) e bastante coletada. Encontrada praticamente em todos os domínios fitogeográficos do Brasil. Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hiemalis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [3075,"MYRTACEAE","Eugenia imaruiensis","D.Legrand","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. imaruiensis é uma espécie arbórea com apenas três registros de coleta e, consequentemente três subpopulações e situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, que é cerca de 70% no município em que foi feita a coleta tipo da espécie, município de Imaruí (SC). Baseando-se na perda de habitat, supõe-se que houve declínio populacional maior do que 50% para E. imaruiensis. Além disso, a extensão de ocorrência é restrita (EOO = 565,64 km² ), de maneira que a espécie pode ser considerada como Em Perigo (EN) de extinção. A espécie pode ser considerada rara ou até mesmo extinta, uma vez que a última coleta foi feita há 25 anos.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20imaruiensis","Mata Atlântica"],
    [3076,"MYRTACEAE","Eugenia itacarensis","Mattos","EN","A2c,B1ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. itacarensis é uma espécie endêmica do estado da Bahia, encontrada em Floresta Ombrófila Densa próxima ao litoral. Possui uma extensão de ocorrência bastante reduzida (EOO = 4.197,82 Km²) e de três a quatro situações de ameaça. Apesar de ocorrer em duas unidades de conservação, a região em que foi coletada sofreu grande perda de habitat e suspeita-se que houve redução maior do 50% na área de ocupação da espécie nos últimos 30 anos. Dessa maneira, E. itacarensis  é considerada como Em Perigo (EN) de extinção. As coletas da espécie ocorreram há mais de 20 anos e novos estudos devem ser feitos para se verificar se a espécie ainda ocorre na região e o estado atual de conservação de sua população.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20itacarensis","Mata Atlântica"],
    [3077,"MYRTACEAE","Eugenia joenssonii","Kausel","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie de Myrtaceae encontrada apenas nos estados de Santa Catarina e Paraná, possuindo uma extensão de ocorrência bastante reduzida (EOO =  14.033,66 Km²). Está sujeita a até dez situações de ameaça. É encontrada em apenas uma unidade de conservação,  Reserva Biológica de Sapindatuva, que sofre com corte seletivo de madeira e extração de madeira, configurando declínio na qualidade do habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20joenssonii","Mata Atlântica"],
    [3078,"MYRTACEAE","Eugenia klotzschiana","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  545.361,88  km²) encontrada principalmente em áreas de Cerrado. Possui crescimento clonal, formando grandes touceiras. Ocorre em pelo menos seis unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência diretade declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Possui potencial uso como frutífera, uma vez que seus frutos são comestíveis.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20klotzschiana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3079,"MYRTACEAE","Eugenia leonorae","Mattos","EN","A4c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. leonorae é um espécie arbustiva-arbórea encontrada no estado do Rio de Janeiro, em Floresta Ombrófila Densa e Restinga. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 944,65  Km²) e até cinco situações de ameaça. Os locais em que a espécie foi coletada sofreram grande perda de habitat. Por exemplo, os municípios de Cabo Frio e São Pedro d'Aldeia perderam mais de 90% da vegetação. Portanto, suspeita-se que houve mais do que 50% de perda de área de ocupação da espécie nos últimos 30 anos. Como a espécie ocorre fora de unidade de conservação, suspeita-se que esse declínio de habitat deve continuar no futuro. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20leonorae","Mata Atlântica"],
    [3080,"MYRTACEAE","Eugenia macrobracteolata","Mattos","EN","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada no litoral dos estados do Rio de Janeiro e Paraná, e possivelmente ocorre no Espírito Santo e São Paulo com poucos registros de ocorrência. Esse fato pode evidenciar que a espécie seja rara. Os poucos registros indicam uma pequena AOO (menor do que 500 Km²) e até cinco situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, maior do que 60% em alguns locais, de maneira que se suspeita de uma redução populacional maior do que 50% no passado. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20macrobracteolata","Mata Atlântica"],
    [3081,"MYRTACEAE","Eugenia malacantha","D.Legrand","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espécie é encontrada em Floresta Ombrófila nos estados do Paraná e Santa Catarina. A Mata Atlântica nesses estados sofreu desmatamento de mais de 75%, no qual se suspeita que houve perda de área de ocupação da espécie maior do que 50%. Das subpopulações existentes, apenas três ocorrem em unidades de conservação, estando as demais sujeitas à perda de habitat no futuro. Além disso há a perda de qualidade de habitat, com o alto nível de perturbação antrópica onde a espécie ocorre, como mineração e atividade agropecuária. Dessa maneira, E. malacantha é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20malacantha","Mata Atlântica"],
    [3082,"MYRTACEAE","Eugenia mattosii","D.Legrand","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie arbustiva encontrada em Floresta Ombrófila Densa nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com poucos registros de ocorrência. Esse fato pode evidenciar que a espécie seja rara. Os poucos registros indicam uma pequena AOO (menor do que 500 Km²) e até cinco situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, maior do que 35% em alguns locais. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20mattosii","Mata Atlântica"],
    [3083,"MYRTACEAE","Eugenia myrciariifolia","Soares-Silva & Sobral","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada em Floresta Estacional Semidecídua do estado do Paraná. A Mata Atlântica nesse estado sofreu desmatamento de cerca de 90%, no qual se suspeita que houve redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Das subpopulações existentes,apenas uma ocorre em unidades de Conservação, estando as demais sujeitas àperda de habitat no futuro. Somado a isso, não há coletas da espécie há mais de 15 anos, indicando que ela pode ser rara nas área em que ocorre. Dessa maneira, aespécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção. Novos estudos devem ser feitos para se verificar o estado atual de conservação das subpopulações de  E. myrciariifolia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20myrciariifolia","Mata Atlântica"],
    [3084,"MYRTACEAE","Eugenia neosericea","Morais & Sobral","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustiva endêmica da Serra do Caraça (MG). Tem uma distribuição bastante reduzida(EOO=269,66 km², AOO=4 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de ser encontrada em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, esse fato não garante que a espécie não tenha sofrido redução populacional no passado, devido à atividade de mineração na Serra do Caraça. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20neosericea","Mata Atlântica"],
    [3085,"MYRTACEAE","Eugenia neotristis","Sobral","EN","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. neotristis é um espéciearbustiva-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila e em Restingas dos estados do Paraná e Santa Catarina. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO= 731,56 Km²) e está sujeita a até quatro situações de ameaça. Oslocais em que a espécie foi coletada sofreram grande perda de habitat, como o município de Itajaí, que perdeu 72% de Mata Atlântica até 2010 e as restingas de Santa Catarina, altamente ameaçadas pela especulação imobiliária. Dessa forma, suspeita-se que houve declínio populacional de mais de 50% nos últimos 30 anos. Como apenas uma subpopulação ocorre em unidade de conservação, suspeita-se queesse declínio de habitat deve continuar nofuturo. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20neotristis","Mata Atlântica"],
    [3086,"MYRTACEAE","Eugenia nutans","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  232.170,55 km²) encontrada em diferentes fisionomias de Mata Atlântica. Apesar de haver registro de ameaça à espécie, E. nutans é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, um estudo indica que a espécie pode ser rara localmente, o que poderia ser verificado em futuras pesquisas sobre a estrutura e a dinâmica da população de E. nutans.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20nutans","Mata Atlântica"],
    [3087,"MYRTACEAE","Eugenia oxyoentophylla","Kiaersk.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea endêmica de Restingas e Florestas Secas do estado do Rio de Janeiro, locais que sofreram e sofrem intensa redução e qualidade de habitat. Possui uma distribuição restrita (EOO = 2.095,32  Km²) e a espécie não é coletada há mais de 15 anos, ressaltando sua raridade. Além disso, suas subpopulações são isoladas por cidades, o que supostamente torna a população da espécie severamente fragmentada, uma vez que o dispersor teria dificuldades em se deslocar entre as subpopulações. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20oxyoentophylla","Mata Atlântica"],
    [3088,"MYRTACEAE","Eugenia pachyclada","D.Legrand","EN","A2bc","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. pachyclada é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa dos estados de Santa Catarina e Paraná. A espécie está sujeita a até quatro situações de ameaça, sendo a principal ameaça a perda de habitat. Como E. pachyclada não é encontrada em nenhuma unidade de conservação, suspeita-se que a perda de habitat poderá continuar em um futuro próximo. É uma espécie bastante rara, o que reflete em um baixo número de coletas da mesma e em apenas uma coleta recente. Dessa maneira, suspeita-se que não somente a redução populacional foi maior do que 50% nos últimos 30 anos, o que coloca E. pachyclada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pachyclada","Mata Atlântica"],
    [3089,"MYRTACEAE","Eugenia peruibensis","Mattos","EN","B1b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. peruibensis  é um espécie arbórea encontrada apenas em Floresta Ombrófila no município de Peruíbe, São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 555,56 Km²) e até duas situações de ameaça. É encontrada na Estação Ecológica de Juréia-Itatins, mas há também registro da espécie fora da unidade de conservação. O município de Peruíbe sofre grande perda de habitat e hoje restam apenas cerca de 30% de vegetação nativa. Como a espécie ocorre fora de unidade de conservação, suspeita-se queesse declínio de habitat deve continuar nofuturo. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo (EN) de extinção. A última coleta foi feita há mais de 15 anos e são necessários estudos para se verificar o estado atual de conservação da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20peruibensis","Mata Atlântica"],
    [3090,"MYRTACEAE","Eugenia pisiformis","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  2.024.234,60 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Semidecídua na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto a ocorrência em Manaus deve ser re-avaliada, uma vez que é uma localidade muito distante do restante das coletas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pisiformis","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3091,"MYRTACEAE","Eugenia platysema","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Mista na Mata Atlântica. Possui uma distribuição disjunta, com a maioria das subpopulações encontradas desde o Estado de São Paulo até Santa Catarina e com algumas subpopulações no Estado do Espírito Santo. Apesar de ocorrer em áreas com intensa pressão antrópica, há diversos registros de coleta para a espécie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20platysema","Mata Atlântica"],
    [3092,"MYRTACEAE","Eugenia pluriflora","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  3.871.069  km²) encontrada em diversos biomas e em diversas unidades de conservação (SNUC).  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, a ocorrência e o estado de conservação da subpopulação no Estado de Rondônia devem ser melhor estudados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pluriflora","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Amazônia"],
    [3093,"MYRTACEAE","Eugenia prasina","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ser pouco abundante nos locais onde ocorre, E. prasina possui ampla distribuição no Brasil (EOO =  1.054.053,72  km² ), ocorrendonos domínios fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga e em várias de suas fitofisionomias. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, há diversos registros em unidade de conservação (SNUC) e coletas recentes para a espécie. Dessa maneira, essa é considerada como uma espéciepouco preocupante (LC) em relação a sua ameaça de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20prasina","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [3094,"MYRTACEAE","Eugenia pruinosa","D.Legrand","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. pruinosa é uma espécie encontrada apenas em Floresta Ombrófila Densa Atlântica. Encontrada próxima à costa brasileira, ocorre em áreas que sofreram grande pressão antrópica. Considerando que a perda de habitat pode ter sido de até 90% no Espírito Santo, é possível supor que a redução populacional foi de até 50%. Apesar da espécie ocorrer em algumas unidades de conservação, a sua perda populacional do passado coloca-a como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pruinosa","Mata Atlântica"],
    [3095,"MYRTACEAE","Eugenia pseudomalacantha","D.Legrand","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. pseudomalacantha é um espécie arbórea encontrada nos estados do Paraná e de Santa Catarina, em Floresta OmbrófilaDensa. Possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO= 2.370,17  Km²) e está sujeita a quatro situações de ameaça. Uma das ameaças é a  perda de habitat. Por exemplo, os municípios de Florianópolis e Itajaí perderam mais de 70% da vegetação. Portanto, suspeita-se que houvemais do que 50% de perda de área de ocupação da espécie nos últimos 30 anos. Suspeita-se que essa perda de habitat pode ter levado à extinção da espécie, uma vez que a última coleta foi realizada há 30 anos. Dessa maneira, a espécie é considerada Em Perigo deextinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pseudomalacantha","Mata Atlântica"],
    [3096,"MYRTACEAE","Eugenia reitziana","D.Legrand","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. reitziana é uma espécie arbustiva encontrada em formações campestres dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Possui apenas cinco coletas, a última feita há mais de 20 anos e uma pequena área de ocupação (AOO = 16 Km²). Além de ser rara, sua população ocorre em uma região que sofre intensa pressão antrópica e, portanto, suspeita-se que seja severamente fragmentada. Alguns municípios em que a espécie ocorre sofreram intensa perda de habitat, como Cubatão (SP), que perdeu mais da metade de sua vegetação nativa (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Dessa maneira E. reitziana é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20reitziana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3097,"MYRTACEAE","Eugenia rotundicosta","D.Legrand","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. rotundicosta é uma espécie arbórea encontrada apenas nos estados do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Possui poucas coletas, todas feitas em uma região que sofre intensa pressão antrópica. Por esse motivo, sua população pode ser considerada como severamente fragmentada. Uma das pressões antrópicas é a perda de habitat, que pode ser maior do que 80% em algumas localidades, como são Francisco de Paula, no estado do Rio Grande do Sul (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Dessa maneira, E. rotundicosta pode ser considerada como uma espécie criticamente ameaçada de extinção 9CR).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20rotundicosta","Mata Atlântica"],
    [3098,"MYRTACEAE","Eugenia sclerocalyx","D.Legrand","VU","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. sclerocalyx é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada em municípios próximos à costa dos estados de Santa Catarina e Paraná, ocupando principalmente áreas de Floresta Úmida. Essas florestas sofreram grande desmatamento no passado, chegando a quase 50% de perda de habitat. É encontrada também no interior do estado de Santa Catarina, em Faxinal dos Guedes, município que perdeu mais de 90% de vegetação (SOS Mata Atlântica/ INPE, 2011). Dessa maneira, baseando-se em declínio de área de habitat, podemos supor que o declínio populacional nos últimos 30 anos (3 gerações) foi de maior do que 30%, o que coloca a espécie como Vulnerável (VU) de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20sclerocalyx","Mata Atlântica"],
    [3099,"MYRTACEAE","Eugenia subterminalis","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.Apesar de ser encontrada em áreas com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.","2012-04-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20subterminalis","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3100,"MYRTACEAE","Eugenia vattimoana","Mattos","VU","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustivo-arbórea encontrada em municípios próximos à costa do Estado do EspíritoSanto e Santa Catarina, ocupando Floresta Ombrófila Densa. Esses locais também sofreram com a redução da qualidade do hábitat, pela atividade de mineração, por exemplo. A Mata Atlântica na costa brasileira sofreu grande desmatamento no passado, chegando a quase 80% de perda de hábitat no Estado do Rio de Janeiro. Dessa maneira, baseando-se no declínio de área de hábitat, podemossupor que o declínio populacional nos últimos 30 anos (três gerações) tenha sido maior do que 30%, o que coloca a espécie como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20vattimoana","Mata Atlântica"],
    [3101,"MYRTACEAE","Eugenia villaenovae","Kiaersk.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. villaenovae é uma espécie arbustiva-arbórea endêmica da Mata Atlântica, encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Restinga. Possui uma distribuição bastante restrita (EOO = 3.550,088 km²) e está sujeita a cinco situações de ameaça, de acordo com o número de subpopulações. Uma das ameaças é a mineração que resulta em perda da qualidade de habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada como Em Perigo (EN) de extinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20villaenovae","Mata Atlântica"],
    [3102,"MYRTACEAE","Gomidesia cambessedeana","O.Berg","CR","B2ab(ii,iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie com apenas duas coletas, a última feita há mais de 15 anos. Em uma das localidades houveintenso desmatamento associado à diminuição da qualidade do habitat, pela drenagem de rios, por exemplo. Sua área de ocupação é muito pequena (AOO=8 km²) e é possível supor que a estrutura populacional da espécie seja severamente fragmentada. Isso porque a dispersão de diásporos pode ser dificultada pela distância entre as subpopulações e pelo ambiente altamente degradado entreelas. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomidesia%20cambessedeana","Mata Atlântica"],
    [3103,"MYRTACEAE","Marlierea krapovickae","D.Legrand","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie bastante rara, encontrada em Florestas Ombrófilas Densas próximo à costa de SantaCatarina. Sua distribuição é muito restrita, com EOO de 571,11 km² e apenas registro para quatro localidades. Cada localidade é considerada uma situação de ameaça, sendo que a ameaça mais importante é a perda de habitat, que pode alcançar 75% em alguns municípios. Além disso, a última coleta foi realizada há quase 40 anos, o que evidencia que essa espécie é rara ou pode estar extinta.Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20krapovickae","Mata Atlântica"],
    [3104,"MYRTACEAE","Marlierea lealcostae","G.M.Barroso & Peixoto","CR","A2c,B2ab(ii,iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica da região de Salvador, que sofreu intensa perda de hábitat, de maneira querestam apenas cerca de 5% de vegetação nativa. Suspeita-se, então, que tenha havido uma redução populacional maior do que 80% nos últimos 15 anos, considerando tempo de geração de cerca de cinco anos, e que esteja extinta ou extremamente rara na região, uma vez que a coleta mais recente foi há mais de 25 anos. Sua AOO é muito pequena, com apenas 4 km², e tem apenas uma situação de ameaça, a perda de hábitat. Por essas razões, é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20lealcostae","Mata Atlântica"],
    [3105,"MYRTACEAE","Marlierea regeliana","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  613.190,88  km²) encontrada desde o Estado de Pernambuco até Santa Catarina. Apesar de poucas coletas, a espécie é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) e não é rara localmente. Não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20regeliana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3106,"MYRTACEAE","Marlierea reitzii","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  70.376,75  km²) encontrada em Florestas Ombrófilas Densas e Restingas, desde o Estado de São Paulo ao de Santa Catarina. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, é considerada localmente abundante e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [3107,"MYRTACEAE","Marlierea skortzoviana","Mattos","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É endêmica da Serra de Paranapiacaba, próximo à cidade de São Paulo, em Santo André. A área deocorrência é extremamente pequena (AOO=4 km²) e está sujeita a uma situação de ameaça: apesar das coletas terem sido feitas em unidades de conservação, a espécie ocorre na região de maior adensamento populacional do país, o que pode ter levado a uma perda de qualidade do habitat nos últimos anos ocasionada pela poluição, por exemplo. Além disso, a última coleta foi feita há quase30 anos e supostamente a espécie está pode estar extinta. Dessa maneira, M. skortzoviana pode ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20skortzoviana","Mata Atlântica"],
    [3108,"MYRTACEAE","Marlierea suaveolens","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. suaveolens é uma espécie arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Atlântica, amplamente distribuída (EOO = 176.312,11km²) e ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC). Apesar de ser encontrada em áreas que sofreram grande pressão antrópica, a espécie possui densidade relativamente alta. Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante (LC) quanto ao perigo de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20suaveolens","Mata Atlântica"],
    [3109,"MYRTACEAE","Marlierea sucrei","G.M.Barroso & Peixoto","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica da Floresta Ombrófila Densa da Bahia e Espírito Santo, em áreas com forte pressão antrópica. M. sucrei possui uma extensão de ocorrência relativamente pequena (EOO = 22.041,72 km²) e cerca de oito situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de qualidade de habitat na região do rio Doce devido à plantação de cacau. Além disso há poucas coletas, todas feitas há mais de 10 anos, o que indica que a espécie é supostamente rara. Se a extensão de ocorrência fosse menor do que 20.000 Km², a espécie seria considerada como vulnerável de extinção. Dessa maneira a espécie é considerada como quase ameaçada de extinção (NT).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20sucrei","Mata Atlântica"],
    [3110,"MYRTACEAE","Myrceugenia alpigena","(DC.) Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. alpigena é uma árvore amplamente distribuída no Brasil (EOO =  628.617,19 km²) e que, apesar de ocorrer em alguns locais bastante ameaçados, é encontrada em diferentes biomas fitofisionomias e em pelo menos quatro unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20alpigena","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3111,"MYRTACEAE","Myrceugenia bracteosa","(DC.) D.Legrand & Kausel","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de a espécie ser amplamente distribuída, ela tem uma área de ocupação relativamente pequena (AOO=148 km²) e uma estimativa de densidade populacional baixa (cerca de três indivíduos adultos por hectare). Além disso, supõe-se que sua população seja severamente fragmentada, uma vez que as subpopulações do sul do Estado de Minas Gerais e do Rio de Janeiro estão distantes das subpopulações do Paraná, de maneira que o fluxo gênico entre elas pode ser praticamente nulo.M. bracteosa ocorre em diversas fitofisionomias, mas foi encontrada em poucas unidades de conservação, estando sujeita à diminuição de área e de qualidade de habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20bracteosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3112,"MYRTACEAE","Myrceugenia brevipedicellata","(Burret) D.Legrand & Kausel","EN","A2c,B2ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustivo-arbórea que até recentemente se acreditava ser endêmica de Campos doJordão (SP). Entretanto, em 2007, foi coletada no município de Lima Duarte (MG), ampliando sua AOO para 32 km². Há registro de uma subpopulação grande em Camanducaia, sul de Minas Gerais, com mais de 100 indivíduos por hectare, contrastando com a baixa densidade populacional em Campos do Jordão (cerca de quatro indivíduos por hectare). Apesar de a espécie ocorrer em unidade de conservação em Campos do Jordão, não há registro que o mesmo aconteça em Camanducaia eLima Duarte, locais que sofreram redução de habitat. Por exemplo, Camanducaia perdeu 85% de vegetação nativa até 2010, de maneira que se imagina que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Além disso, a dispersão é feita por animais e a distância entre as subpopulações leva à suspeita de que a população da espécie esteja severamente fragmentada.Dessa maneira, M. brevipedicellata é considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20brevipedicellata","Mata Atlântica"],
    [3113,"MYRTACEAE","Myrceugenia campestris","(DC.) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  237.367,98  km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila e Restinga  na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em uma região com grande pressão antrópica, o número relativamente grande de coletas recentes indica que a espécie ainda ocorre nos remanescentes florestais da região. Além disso, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20campestris","Mata Atlântica"],
    [3114,"MYRTACEAE","Myrceugenia foveolata","(O.Berg) Sobral","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustiva encontrada apenas na região nordeste do Estado do Rio Grande do Sul esudeste do Estado de Santa Catarina, em áreas de Floresta Ombrófila. Tem EOO de 1.781,32 km², em uma região que vem sofrendo intensa redução de habitat devido ao corte seletivo. Está sujeita a cinco situações de ameaças, indicadas pelo número de subpopulações. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20foveolata","Mata Atlântica"],
    [3115,"MYRTACEAE","Myrceugenia franciscensis","(O.Berg) Landrum","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustivo-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila e Campo de Altitude no domíniofitogeográfico Mata Atlântica, e com provável ocorrência em Cerrado. Tem registros também nos Estados de São Paulo e Paraná. Está presente em poucas regiões (AOO=60 km²), basicamente nos município de Campos do Jordão (SP), Jaguariaíva (PR) e Bacia de Paranaguá (PR). É uma espécie polinizada por abelhas e dispersa por animais, cresce em uma região sob forte pressão antrópica e, portanto, tem supostamente uma população muito fragmentada. Além disso, há registro de coleta próximo à rodovia, indicando redução da qualidade do habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20franciscensis","Mata Atlântica"],
    [3116,"MYRTACEAE","Myrceugenia gertii","Landrum","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustivo-arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Mista no domínio fitogeográfico Mata Atlântica, com registros de ocorrência nos Estados de São Paulo e Paraná. Tem uma pequena área de ocupação (AOO=48 km²), estando presente basicamente próximo ao município de Curitiba (PR), sul de São Paulo e de forma disjunta em Campos do Jordão (SP). Devido a essa subpopulação disjunta, supõe-se que a espécie tenha uma população severamente fragmentada.Além disso, é encontrada em uma região sob forte pressão antrópica, o que leva à redução da qualidade do habitat. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20gertii","Mata Atlântica"],
    [3117,"MYRTACEAE","Myrceugenia glaucescens","(Cambess.) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  656.246,78 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e formações campestres na Mata Atlântica. Possui alta densidade populacional, com mais de 1.000 indivíduos por hectare e não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20glaucescens","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [3118,"MYRTACEAE","Myrceugenia hatschbachii","Landrum","VU","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","uma espécie endêmica do Estado do Paraná, encontrada tanto em Mata Atlântica quanto em Cerrado. Esse Estado perdeu cerca de 90% de Mata Atlântica e cerca de 70% de Cerrado até 2010, o que leva à suspeita de que tenha havido um declínio populacional de até 30% nos últimos 30 anos. Essa espécie tem poucas coletas e uma EOO de 15.675,77 km², além de ocorrer em uma região sob forte pressão antrópica e, portanto, com declínio na qualidade do habitat. Além disso, está sujeita a até oito situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações. Apesar disso, ocorre em apenas uma unidade de conservação. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20hatschbachii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3119,"MYRTACEAE","Myrceugenia hoehnei","(Burret) D.Legrand & Kausel","VU","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie encontrada em Florestas Ombrófilas dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em áreas próximo à costa. Tem EOO de 17.541,02 km² e poucas coletas. Está sujeita a cerca de oito situações de ameaças, baseadas no número de subpopulações. A ameaça mais importante é o desmatamento, uma vez que os municípios em que a espécie foi coletada tiveram perda de habitat maior do que 80% até 2010. Baseados nessa perda, podemos supor que tenha havido declínio populacional maior do que 30% nos últimos 15 anos. Apesar de existirem coletas recentes, a espécie é encontrada em apenas duas unidades de conservação. Dessa maneira, é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20hoehnei","Mata Atlântica"],
    [3120,"MYRTACEAE","Myrceugenia kleinii","D.Legrand & Kausel","VU","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma árvore encontrada em Florestas Ombrófilas do Rio de Janeiro a Santa Catarina, em regiõessob forte pressão antrópica. Apesar de ocorrer em uma região bastante estudada, tem poucos registros de coletas e AOO de 44 km². Isso possivelmente se deve à sua baixa densidade populacional, com cerca de dois indivíduos por hectare, e ao intenso desmatamento sofrido na região, o que supostamente diminuiu sua área e qualidade do habitat. Tem cerca de oito subpopulações,o que nos leva a supor que esteja sujeita a oito situações de ameaça. Apesar de a espécie ser encontrada em quatro unidades de conservação e contar com coletas relativamente recentes, isso não é suficiente para não considerá-la \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20kleinii","Mata Atlântica"],
    [3121,"MYRTACEAE","Myrceugenia miersiana","(Gardner) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O habitat dessa espécie éamplamente distribuída (EOO =  865.042,89 km²), sendo encontrada em Florestas Estacional Semidecídua e Ombrófila na Mata Atlântica. Além de ser considerada uma espécie comum na Mata Atlântica, ela ocorre em diversas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de situação de ameaça para a espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretantohá  subpopulações disjuntas no Estado da Bahia,que merecem ser estudadas para se avaliar seus estados de conservação.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20miersiana","Mata Atlântica"],
    [3122,"MYRTACEAE","Myrceugenia myrcioides","(Cambess.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =   769.775,38  km²) encontrada em em diferentes fitofisionomias e em diversas unidades de conservação (SNUC). Considerada uma espécie comum na Mata Atlântica, informação corroborada pelo alto número de coletas da espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20myrcioides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3123,"MYRTACEAE","Myrceugenia oxysepala","(Burret) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  211.340,23 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila na Mata Atlântica. É uma espécie com alta densidade populacional e encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira M. oxypetala é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto há duas subpopulações disjuntas, uma no Estado de São Paulo eoutra, em Minas Gerais, que merecem ser estudadas para se avaliar seus estados deconservação.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20oxysepala","Mata Atlântica"],
    [3124,"MYRTACEAE","Myrceugenia pilotantha","(Kiaersk.) Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. politantha é uma espécie amplamente distribuída (EOO =  436.596,62 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa, Estacional Semidecídua e Campos de Altitude na Mata Atlântica. Possui uma baixa densidade populacional, mas é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC). Apesar de ocorrer em áreas que sofrem ameaça de corte seletivo e espécies invasoras, não há registro de ameaça direta  para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20pilotantha","Mata Atlântica"],
    [3125,"MYRTACEAE","Myrceugenia reitzii","D.Legrand","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. reitzii é uma espécie arbórea encontrada próxima à costa dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Apesar de ter muitas coletas, possui uma distribuição geográfica restrita (EOO = 21.876,34  Km²) e é encontrada apenas em Florestas Ombrófilas. Essa fitofisionomia sofreu forte pressão antrópica, como mineração e desmatamento para atividades agropecuárias, o que diminuiu a área do habitat, bem como sua qualidade. É considerada rara devido à baixa densidade populacional. Por ocorrer em uma paisagem altamente fragmentada e ser dispersa e polinizada por animais, os quais teriam dificuldade em se deslocar nessa paisagem, podemos considerar a espécie como severamente fragmentada. Caso a extensão de ocorrência fosse menor do que 20.000 Km², seria possível considerar a espécie como vulnerável à extinção. Entretanto, com os dados disponíveis é possível considerá-la como quase ameaçada (NT) de extinção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [3126,"MYRTACEAE","Myrceugenia rufescens","(DC.) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  185.202,80  km²) encontrada em Mata Atlântica de Minas Gerais a Santa Catarina. Apesar de ser encontrada em pelo apenas duas unidades de conservação (SNUC), a densidade populacional é alta. Ocorre em uma região que sofreu grande perda de habitat, entretanto não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira M. rufescens é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20rufescens","Mata Atlântica"],
    [3127,"MYRTACEAE","Myrceugenia scutellata","D.Legrand","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. scutellata é uma espécie arbórea, encontrada em Florestas Ombrófilas no domínio Mata Atlântica. É uma espécie amplamente distribuída e considerada localmente abundante em algumas localidades. Entretanto, ocorre em áreas que sofreram intensa pressão antrópica, com perda de habitat de mais de 70%. Baseando-se nesses dados, suspeita-se que tenha havido um declínio populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração como 10 anos). Além disso a espécie ocorre em poucas unidades de conservação (SNUC). Entretanto, devido à ampla distribuição geográfica, não é possível incluí-la como ameaçada de extinção. Dessa maneira, M. scutellata é considerada uma espécie quase ameaçada de extinção (NT). Novos estudos devem ser feitos para se estimar com mais precisão o tamanho populacional, bem como registrar possíveis novas localidades ocorrências para a espécie.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20scutellata","Mata Atlântica"],
    [3128,"MYRTACEAE","Myrceugenia smithii","Landrum","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustiva encontrada em beira de rios de Floresta Ombrófila na Mata Atlântica dosEstados de São Paulo e de Santa Catarina. A especificidade de habitat é refletida na pequena área de ocupação (AOO=32 km²) e nas poucas coletas existentes, apesar de a espécie ocorrer em uma região muito estudada. A longa distância entre as subpopulações e a perda de habitat sofrida na região indicam que a população da espécie é severamente fragmentada. Além disso, a região perdeucerca de 80% de Mata Atlântica, de maneira que é possível que tenha sofrido um declínio populacional maior do que 30% nos últimos 15 anos. Apesar disso, não há indício de que a espécie tenha se extinguido na natureza. Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20smithii","Mata Atlântica"],
    [3129,"MYRTACEAE","Myrceugenia venosa","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. venosa é uma espécie arbustiva-arbórea encontrada desde o Estado do Rio de Janeiro ao de Santa Catarina, com EOO = 97.905,7 km². Apesar de ocorrer em uma região com forte pressão antrópica, há coletas recentes para a espécie. Além disso, ela ocorre em duas unidades de conservação (SNUC) e não há registro de ameaça direta sobre a espécie. Dessa maneira, ela é considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20venosa","Mata Atlântica"],
    [3130,"MYRTACEAE","Myrcia almasensis","NicLugh.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustiva endêmica da Chapada Diamantina (BA), com distribuição bem restrita (EOO=645,66 km²). Foi coletada apenas em três locais e, portanto, supõe-se que esteja sujeita a três situações de ameaça, sendo uma delas a expansão agropecuária na região, agravada pelo fato de a espécie não ter registro um sem data e outro em 1972. Entretanto, um trabalho de 1995 estima sua densidade populacional em cerca de 20 indivíduos por hectare ou cerca de 4.000 indivíduosno total, considerando sua área de ocupação. Como é conhecida apenas uma subpopulação da espécie, supõe-se que haja apenas uma situação de ameaça. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20almasensis","Caatinga, Cerrado"],
    [3131,"MYRTACEAE","Myrcia cordiifolia","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espécie possui ampla distribuição (EOO = 252.582 km²), sendo encontrada na região Sul e Sudeste do Brasil. Apesar de não haver registro em unidade de conservação (SNUC), possui diversas coletas, principalmente nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção. Entretanto, as subpopulações de São Paulo e do Espírito Santo devem ser melhor estudadas quanto à sua conservação, uma vez que parecem estar severamente fragmentadas.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20cordiifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3132,"MYRTACEAE","Myrcia diaphana","(O.Berg) N.Silveira","VU","B2ab(ii,iii,iv)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea que, apesar de ser encontrada em cinco Estados brasileiros, tem apenas dezsubpopulações, indicando que está sujeita a dez situações de ameaça, sendo uma delas a perda de habitat, que pode ser de até 90% em algumas localidades, como no município de Caldas (MG). O baixo número de registros de coleta indica que a espécie pode ser rara, além de estar potencialmente extinta em alguns locais, o que diminui sua área de ocorrência. M. diaphana também tem pequenaárea de ocupação (AOO=40 km²) e é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20diaphana","Mata Atlântica"],
    [3133,"MYRTACEAE","Myrcia dichrophylla","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  920.939,61 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa e Restinga na Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões com forte pressão antrópica, há muitos registros de coleta para M. dichrophylla. Encontrada em pelo menosseis unidades de conservação (SNUC) e não há registro de ameaça  direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações dos Estados do Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais precisam ser melhor estudados, pois pode indicar que a espécie é severamente fragmentada.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20dichrophylla","Mata Atlântica"],
    [3134,"MYRTACEAE","Myrcia eriopus","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  267.042,19 km²) encontrada em Cerrado e Mata Atlântica. Há muitas coletas da espécie e alguns registros para unidades de conservação (SNUC). Não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto a ocorrência no Estado do Pará deve ser melhor verificada de forma a melhor estudar o estado de conservação dessa subpopulação.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20eriopus","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3135,"MYRTACEAE","Myrcia flagellaris","(D.Legrand) Sobral","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. flagellaris éuma espécie arbórea encontrada em Floresta Ombrófila Densa Submontana Atlântica, nos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo e possuindo uma EOO de 36.387,1  km². Essa formação florestal sofreu e ainda sofregrande perda de habitat, e de qualidade do habitat, devido, entre outras razões, ao corte raso de madeira para produção de cavão.  É umaespécie severamente fragmentada por depender de dispersores e polinizadores animais que supostamente têm dificuldade em se locomover na paisagem altamente fragmentada em que M. flagellaris ocorre. A espécie poderia serconsiderada como ameaçada de extinção. Entretanto, devido à sua extensão deocorrência ser um pouco maior do que 20.000 Km² não é possível considerá-lacomo ameaçada. Dessa maneira, a espécie é considerada como quase ameaçada deextinção (NT). Se medidas de conservação não forem tomadas para a recuperaçãode habitat de floresta ombrófila na região, a espécie poderá ser consideradacomo ameaçada de extinção futuramente.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20flagellaris","Mata Atlântica"],
    [3136,"MYRTACEAE","Myrcia follii","G.M.Barroso & Peixoto","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea endêmica do Estado do Espírito Santo, encontrada em apenas duas localidades: na Reserva Estadual da Vale do Rio Doce e no município de Santa Maria do Jetibá, esta amostra coletada mais recentemente. Tem uma área de ocorrência bastante reduzida (AOO=8 km²). A grande perda de habitat sofrida no Estado indica que a população de M. follii é severamente fragmentada. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20follii","Mata Atlântica"],
    [3137,"MYRTACEAE","Myrcia gilsoniana","G.M.Barroso & Peixoto","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica da Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce (ES), com distribuiçãobastante restrita (AOO=4 km²). A região sofreu grande perda de habitat, principalmente com o cultivo de cacau. A espécie tem apenas dois registros de coleta, um sem data e outro em 1972. Entretanto, um trabalho de 1995 estima sua densidade populacional em cerca de 20 indivíduos por hectare ou cerca de 4.000 indivíduos no total, considerando sua área de ocupação. Como é conhecida apenas uma subpopulação da espécie, supõe-se que haja apenas uma situação de ameaça. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20gilsoniana","Mata Atlântica"],
    [3138,"MYRTACEAE","Myrcia guianensis","(Aubl.) DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinção, ocorrendo em todas as regiões do Brasil, em todos os domínios fitogeográficos e em todas as fitofisionomias.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20guianensis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3139,"MYRTACEAE","Myrcia heringii","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie amplamente distribuída (EOO =  46.195,51 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa na Mata Atlântica, de São Paulo a Santa Catarina. Apesar de ocorrer em uma região com forte pressão antrópica, é encontrada em três unidades de conservação (SNUC) e possui vários registros de coleta. Não há registro de ameaça direta para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20heringii","Mata Atlântica"],
    [3140,"MYRTACEAE","Myrcia hexasticha","Kiaersk.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea encontrada no Pontal do Paraná, no sul do Estado de São Paulo e tem umasubpopulação disjunta em Silva Jardim (RJ). Devido a essa disjunção, a população da espécie pode ser considerada considerada severamente fragmentada. Além disso, em razão dos poucos registros de coleta, a espécie tem uma pequena área de ocupação (AOO=32 km²) e está sujeita a cerca de cinco situações de ameaça, sendo uma delas a pressão imobiliária no litoral do Estado do Paraná. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20hexasticha","Mata Atlântica"],
    [3141,"MYRTACEAE","Myrcia insularis","Gardner","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  535.556,82 km²) encontrada em áreas de Floresta Ombrófila Densa, Restinga e Floresta Paludosa na Mata Atlântica. Apesar de supostamente apresentar subpopulações fragmentadas, é encontrada em diversas unidades de conservação (SNUC) e possui uma alta densidade populacional. Além disso, não há registro de ameaça ou evidência direta dedeclínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20insularis","Mata Atlântica"],
    [3142,"MYRTACEAE","Myrcia isaiana","G.M.Barroso & Peixoto","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie que, apesar de ocorrer em diversos locais no Brasil, tem subpopulações disjuntas eapenas em determinadas regiões: costa do Estado do Paraná e sul de São Paulo, Linhares (ES), Porto Seguro (BA) e no interior de Pernambuco. Dessa maneira, podemos considerar sua população severamente fragmentada. Em todas as regiões em que a espécie ocorre, há declínio na qualidade do hábitat, como nas proximidades do Rio Doce, em que há plantação de cacau. Além disso, não somente a área de ocupação é pequena (AOO=34 km²), como também a densidade populacional é baixa. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20isaiana","Mata Atlântica"],
    [3143,"MYRTACEAE","Myrcia limae","G.M.Barroso & Peixoto","EN","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustiva encontrada apenas no Estado do Espírito Santo, em duas localidades: municípios de Linhares e Santa Teresa e, portanto, com uma restrita EOO (537,36 km²). Cada localidade configura uma situação de ameaça, como perda de habitat em Linhares e espécies invasoras na Reserva Biológica de Sooretama. A perda de habitat nas localidades onde a espécie ocorre é de cerca de 80%, de maneira que se suspeita de redução populacional maior do que 50% nos últimos 15anos, considerando tempo de geração de cinco anos para espécie arbustiva. As últimas coletas foram feitas há mais de 25 anos, o que poderia indicar que a espécie é rara na região. Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20limae","Mata Atlântica"],
    [3144,"MYRTACEAE","Myrcia lineata","(O.Berg) Nied.","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie rara, encontrada na Mata Atlântica dos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santoe Minas Gerais. Sua raridade é evidenciada pelo baixo número de coletas, com uma AOO de 32 km². Ocorre em uma região altamente alterada pelo desmatamento e, portanto, suspeita-se que as subpopulações estejam muito fragmentadas. Muitos municípios sofreram severo desmatamento, como Linhares (ES), que perdeu quase 80% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, levando em conta o tempo de geração de dez anos para espécie arbórea. Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20lineata","Mata Atlântica"],
    [3145,"MYRTACEAE","Myrcia magnifolia","(O.Berg) Kiaersk.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica do Estado do Rio de Janeiro, com registro apenas para Silva Jardim e o município de Rio de Janeiro. Apesar de ocorrer em uma região bastante estudada, a coleta mais recente foi há mais de 15 anos, o que evidencia sua raridade. Tem uma distribuição bastante restrita, com AOO de 8 km². Por ocorrer em uma região que sofreu e sofre grande pressão antrópica, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada. Uma das localidades, a Reserva Biológica Poço das Antas, enfrentou o corte seletivo e a incidência de queimadas, ameaças que diminuem a qualidade do habitat. Dessa maneira, é considerada uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20magnifolia","Mata Atlântica"],
    [3146,"MYRTACEAE","Myrcia oblongata","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O guamirim é uma espécie encontrada nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Possui ampla distribuição e diversas coletas, além de não ser considerada rara em algumas localidades. Dessa maneira, M. oblongata é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20oblongata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3147,"MYRTACEAE","Myrcia obovata","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada em áreas de Mata Atlântica e Cerrado de norte ao sul do Brasil. Encontrada em pelomenos oito unidades de conservação (SNUC). Apesar de haver registro de ameaça  para a espécie, sua ampla distribuição e grande número de coletas indicam que ela é considerada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20obovata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3148,"MYRTACEAE","Myrcia ovata","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e estima-se que seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20ovata","Mata Atlântica"],
    [3149,"MYRTACEAE","Myrcia plusiantha","Kiaersk.","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. plusiantha é uma espécie encontrada em Cerrado e Mata Atlântica de estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste brasileiro. Apesar da ampla distribuição possui apenas 12 situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, uma vez que a espécie ocorre em áreas que sofrem intenso desmatamento. Caso o número de situações de ameaça fosse menor do que 10, a espécie seria considerada como vulnerável de extinção. Devido a isso, entretanto, M. plusiantha é considerada como quase ameaçada de extinção (NT).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20plusiantha","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3150,"MYRTACEAE","Myrcia pubipetala","Miq.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e estima-se que seja abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.","2012-04-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20pubipetala","Mata Atlântica"],
    [3151,"MYRTACEAE","Myrcia pulchra","(O.Berg) Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em diferentes fisionomias da Mata Atlântica.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC). Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).","2012-04-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20pulchra","Mata Atlântica"],
    [3152,"MYRTACEAE","Myrcia riodocensis","G.M.Barroso & Peixoto","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea endêmica do Estado do Espírito Santo, com apenas duas coletas, a maisrecente feita há mais de 20 anos. Tem uma área de ocupação bastante pequena (AOO=8 km²) e suspeita-se que sua população seja severamente fragmentada, por ocorrer em uma região que sofreu intenso desmatamento. Por exemplo, o município de Linhares perdeu quase 80% de vegetação nativa. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20riodocensis","Mata Atlântica"],
    [3153,"MYRTACEAE","Myrcia rupicola","D.Legrand","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie encontrada principalmente nos Estados do Paraná e de Santa Catarina, mas com subpopulações severamente fragmentadas em São Paulo e Rio Grande do Sul. Apesar do grande número de coletas, sua distribuição restrita reflete em uma pequena área de ocupação (AOO=72 km²). É encontrada em uma área sob intensa pressão antrópica, com perda de cerca de 80% de vegetação nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, considerando o tempo de geração de dez anos para espécie arbórea.Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20rupicola","Mata Atlântica"],
    [3154,"MYRTACEAE","Myrcia tijucensis","Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e abundante, encontrada em áreas de florestaombrófila densa e restinga  na Mata Atlântica. Encontrada em diversas unidades de conservação. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Entretanto o estado de conservação das subpopulações supostamente disjuntas na Paraíba e na Bahia deve ser investigado.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20tijucensis","Mata Atlântica"],
    [3155,"MYRTACEAE","Myrcia undulata","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie encontrada em  Mata Atlântica dos Estados de Santa Catarina e do Paraná, com um registro no Estado de Minas Gerais. Apesar de distribuição não ser ampla, há muitos registros de coletas, alguns recentes, indicando que a espécie pode ser abundante. De fato, a estimativa de tamanho populacional é de cerca de 50.000 indivíduos. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto, estudos relacionados à conservação da espécie devem ser feitos, uma vez que ela ocorre em uma região que sofre forte pressão antrópica e devido à subpopulação disjunta em Minas Gerais, indicando que a população pode ser severamente fragmentada.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20undulata","Mata Atlântica"],
    [3156,"MYRTACEAE","Myrcia variabilis","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Arvoreta amplamente distribuída (EOO =  1.968.528,497 km²) encontrada principalmente em ambientes abertos, como Cerrado sensu stricto. O grande número de coletas indica que a espécie deve ser comum. Não há registro de ameaça ou evidênciadireta de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20variabilis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3157,"MYRTACEAE","Myrcia venulosa","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação e estima-se que seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).","2012-04-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20venulosa","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3158,"MYRTACEAE","Myrcianthes cisplatensis","(Cambess.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie  encontrada em áreas de Floresta, Restinga e Campo no Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em uma região com intensa pressão antrópica, a espécie possui muitos registros de coleta, indicando que ela deve ser comum na região. De fato, ela é considerada comum em matas ciliares no sudoeste do Rio Grande do Sul. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcianthes%20cisplatensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3159,"MYRTACEAE","Myrcianthes pungens","(O.Berg) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada em formações campestres e florestais da Mata Atlântica e Cerrado. Além de ser amplamente distribuída, é abundante em alguns locais, apesar de ocorrer em áreas que sofrem forte pressão antrópica. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcianthes%20pungens","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3160,"MYRTACEAE","Myrciaria cuspidata","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada do Norte ao Sul do país e em quatro biomas diferentes. Não há registro de ameaça ou evidênciadireta de declínio populacional para a espécie. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20cuspidata","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3161,"MYRTACEAE","Myrciaria floribunda","(H.West ex Willd.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O Cambuí-vermelho é uma espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Caatinga, Amazônia  e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e é comum na Mata Atlântica. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.","2012-04-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20floribunda","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3162,"MYRTACEAE","Myrciaria plinioides","D.Legrand","VU","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea encontrada em florestas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. É rara,não somente pela distribuição geográfica distinta, como também por ter uma estimativa de cerca de 7.200 indivíduos maduros. Suspeita-se que venha a sofrer uma redução populacional de pelo menos 10% nos próximos 30 anos, considerando o tempo de geração de dez anos para espécie arbórea, uma vez que muitas coletas foram feitas fora de unidades de conservação, estando essas localidades,portanto, sujeitas à redução de cobertura florestal. Suspeita-se também que a ação antrópica nos municípios onde a espécie ocorre tenha levado a uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos. Dessa maneira, é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20plinioides","Mata Atlântica"],
    [3163,"MYRTACEAE","Myrciaria tenella","(DC.) O.Berg","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. tenella é uma espécie, que apesar de aparentemente ter ampla distribuição no Brasil, pode se referir a mais de uma espécie. Por exemplo, no Sul do Brasil, as espécies anteriormente identificadas como M. tenella são consideradas atualmente como M. delicatula. Por indicação do especialista botânico na família, recomenda-se que sejam feitos estudos para se identificar melhor os registros considerados aqui como M. tenella. Dessa maneira, a espécie é considerada como deficiente de dados (DD).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20tenella","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3164,"MYRTACEAE","Neomitranthes amblymitra","(Burret) Mattos","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea rara, encontrada em Florestas Ombrófilas de São Paulo e do Rio de Janeiro,com uma distribuição restrita (EOO=6.572,07 km²). Suas subpopulações estão sujeitas a sete situações de ameaça. Todas as coletas, exceto uma, feita em Alto Macaé (RJ), foram realizadas em unidades de conservação. Entretanto, isso não significa que a espécie esteja protegida, uma vez que algumas unidades de conservação sofrem ameaças, como a ocupação humana indiscriminada queocorre no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ). Dessa maneira, N. amblymitra foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20amblymitra","Mata Atlântica"],
    [3165,"MYRTACEAE","Neomitranthes capivariensis","(Mattos) Mattos","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","N. capivarensis é conhecida apenas pela coleta tipo feita há mais de 100 anos em Capivari, no interior do estado de São Paulo. Desde então, nunca mais foi coletada e suspeita-se que a espécie seja uma variação de N. glomerata. Dessa maneira, N. capivarensis deve ser considerada como deficiente de dados para avaliação de risco de extinção (DD).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20capivariensis","Mata Atlântica"],
    [3166,"MYRTACEAE","Neomitranthes cordifolia","(D.Legrand) D.Legrand","VU","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea, encontrada principalmente em Restingas da Região Sul do Brasil. Baseando-se no único trabalho com o tamanho populacional em uma localidade, estima-se que não haja mais doque 10.000 indivíduos maduros da espécie. Além disso, as Restingas são áreas bastante visadas pela especulação imobiliária, o que tem diminuído cada vez mais sua extensão. Somado a isso, a espécie ocorre principalmente fora de unidades de conservação, de maneira que é possível estimar que haverá um declínio populacional de pelo menos 10% nos próximos 30 anos. Alguns municípios, entretanto, já perderam mais de 90% da vegetação nativa, sendo possível supor, portanto, que tenha havido umdeclínio populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos. Dessa maneira, é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20cordifolia","Mata Atlântica"],
    [3167,"MYRTACEAE","Neomitranthes gemballae","(D.Legrand) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","N. gemballae é uma espécie arbórea encontrada em florestas da região sul do Brasil. Apesar de ocorrer em locais com intensa pressão antrópica, há registros recentes para espécie em fragmentos florestais, além do fato da espécie ser abundante em pelo menos uma localidade. Dessa maneira, N. gemballae é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20gemballae","Mata Atlântica"],
    [3168,"MYRTACEAE","Neomitranthes glomerata","(D.Legrand) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação (SNUC) e é abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante (LC) em relaçãoao risco de extinção.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20glomerata","Mata Atlântica"],
    [3169,"MYRTACEAE","Neomitranthes gracilis","(Burret) N.Silveira","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea encontrada apenas em Florestas Estacionais Semidecíduas nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. A região em que a espécie ocorre sofreu severa perda de habitat, uma vez que alguns municípios perderam quase 90% de vegetação nativa. Além do fato de não ter sido coletada nos últimos dez anos, a espécie conta com poucos registros de coleta, o que se reflete em seu baixo valor de AOO (40 km²). Por ocorrer em uma paisagem fragmentada por atividades antrópicas, suspeita-se que as subpopulações da espécie possam ser consideradas severamente fragmentadas, ou seja, é pouco provável que haja fluxo gênico entre elas. Dessa maneira, N. gracilis foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20gracilis","Mata Atlântica"],
    [3170,"MYRTACEAE","Neomitranthes langsdorffii","(O.Berg) Mattos","EN","B2b(ii,iii,iv)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie que ocorre próximo à costa da Bahia, com subpopulações se estendendo até a regiãocosteira do Estado do Rio de Janeiro, em áreas de Floresta e Restinga. Apesar de ser abundante em alguns locais, seu habitat foi bastante reduzido pelas atividades antrópicas, o que pode ter levado à extinção uma de suas subpopulações. A AOO desse táxon foi calculada em 72 km², sendo que suas subpopulações encontram-se supostamente severamente fragmentadas, uma vez que algumas estãodistantes de outras, o que dificultaria o fluxo gênico entre elas. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20langsdorffii","Mata Atlântica"],
    [3171,"MYRTACEAE","Neomitranthes obscura","(DC.) N.Silveira","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A pitanga-da-restinga é uma espécie abundante das Restingas do Rio de Janeiro, mas parece ser rara em outros locais. Apesar da restinga sofrer com intensa pressão antrópica, a espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC) e é amplamente distribuída. Dessa maneira, ela é considerada menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinção.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20obscura","Mata Atlântica"],
    [3172,"MYRTACEAE","Neomitranthes obtusa","Sobral & Zambom","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É um subarbusto encontrado principalmente em Restingas, de Alagoas ao Espírito Santo, com AOOde 64 km². A Restinga é constantemente ameaçada, em geral pelas fortes pressões promovidas pela intensa especulação imobiliária nas áreas de sua ocorrência. Além de ocorrer em um habitat bastante ameaçado, N. obtusa tem poucas coletas, a maioria feita fora de unidade de conservação. Isso é particularmente preocupante, uma vez que alguns municípios onde a espécie está presente perderammais de 90% da cobertura nativa. Algumas subpopulações são ainda muito distantes de outras, de maneira que é possível supor que se encontrem atualmente muito fragmentadas. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20obtusa","Mata Atlântica"],
    [3173,"MYRTACEAE","Neomitranthes pedicellata","(Burret) Mattos","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea endêmica do Estado de São Paulo, coletada em apenas dois municípios.As coletas mais antigas foram feitas há mais de 70 anos na cidade de São Paulo, no Jardim Botânico. Apesar da intensa urbanização na cidade, é possível que a espécie ainda ocorra nesse local. As coletas mais recentes, feitas há mais de 15 anos, são de Pedra Bela. Considerando as poucas coletas, a AOO foi calculada em 12 km². Podemos supor também que as subpopulações ainda existentes da espécie sejam severamente fragmentadas, uma vez que os dois municípios onde o táxon ainda pode ocorrer estão distantes entre si, o que acaba comprometendo o fluxo gênico. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20pedicellata","Mata Atlântica"],
    [3174,"MYRTACEAE","Plinia callosa","Sobral","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie encontrada no sul da Bahia, com distribuição restrita e bastante rara. Apesar do grandenúmero de coletas, ocorre em uma região que sofreu grande perda de habitat, maior do que 80% em alguns municípios. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Essa estimativa pode ser embasada pelo fato da última coleta ter sido feita há mais de dez anos. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20callosa","Mata Atlântica"],
    [3175,"MYRTACEAE","Plinia complanata","M.L.Kawas. & B.Holst","EN","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea rara encontrada em Floresta Ombrófila Densa. Tem uma baixa densidade absoluta e uma estimativa de cerca de 530 indivíduos maduros na natureza. Apesar de contar com algumas coletas, a maior parte foi feita há mais de dez anos. Além disso, alguns municípios perderam mais de 80% da vegetação nativa, como São Miguel Arcanjo (SP), de maneira que se suspeita que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, considerando o tempode geração igual a dez anos. Suspeita-se ainda que o declínio populacional possa ser de pelo menos 20% nos próximos 20 anos. Dessa maneira, P. complanata foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20complanata","Mata Atlântica"],
    [3176,"MYRTACEAE","Plinia cordifolia","(D.Legrand) Sobral","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","P. cordifolia é uma espécie encontrada em Santa Catarina e Paraná, com uma distribuição bastante restrita (EOO = 8.930,929 km²). É uma espécie rara, com cerca de 12 situações de ameaça. Uma das ameaças é a perda de habitat, que pode chegar a quase 60% em alguns Municípios. Entretanto, devido ao fato da espécie possuir mais de 10 situações de ameaça, ela é considerada como quase ameaçada de extinção (NT). Caso nenhuma medida de conservação seja tomada, a espécie pode ser considerada ameaçada em um futuro próximo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20cordifolia","Mata Atlântica"],
    [3177,"MYRTACEAE","Plinia edulis","(Vell.) Sobral","VU","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O cambucá (Plinia edulis) é uma espécie com frutos comestíveis e bastante apreciados e, por esse motivo, é muito cultivada. Entretanto, é bastante rara na natureza, com estimativa populacional de cerca de 10.000 indivíduos adultos. É encontrada fora de unidades de conservação e, portanto, supõe-se que venha a enfrentar uma redução populacional maior do que 10% nos próximos 30 anos, considerando tempo de geração de cerca de dez anos. Além disso, a espécie ocorre em locais sobforte pressão antrópica e que sofreram perda de habitat maior do que 80%. Supõe-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos. Dessa maneira, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20edulis","Mata Atlântica"],
    [3178,"MYRTACEAE","Plinia hatschbachii","(Mattos) Sobral","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica de Florestas Ombrófilas do Estado do Paraná, tendo uma distribuiçãobastante restrita (EOO=1.378,17 km²). Encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça, e uma das principais incidentes sobre suas subpopulações é a perda de habitat, que pode ser maior do que 60%, como em Campina Grande do Sul. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Além disso, as poucas coletas indicam que pode ser rara. Dessa maneira, P. hatschbachii foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [3179,"MYRTACEAE","Plinia ilhensis","G.M.Barroso","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbustiva endêmica do Estado do Rio de Janeiro, em Floresta Ombrófila Densa eRestinga, com EOO de 1.469,06 km². É encontrada em uma região sob intensa pressão antrópica e que sofreu grande perda de habitat. Essa perda foi maior do que 70% em alguns municípios, de maneira que se suspeita que tenha havido mais do que 50% de perda de área de ocupação da espécie nos últimos 15 anos. Por estar presente em uma região que sofreu intensa modificação humana, suspeita-se que a população de P. ilhensis seja severamente fragmentada. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20ilhensis","Mata Atlântica"],
    [3180,"MYRTACEAE","Plinia muricata","Sobral","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie rara, encontrada apenas no litoral sul da Bahia. Tem uma distribuição bastante restrita,com EOO de 303,35 km², e também poucas coletas, a mais recente feita há 20 anos. As poucas coletas indicam que há três situações de ameaça à espécie, uma delas é a perda de habitat, maior do que 70%. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos, considerando o tempo de geração de dez anos. Dessa maneira, P. muricata é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20muricata","Mata Atlântica"],
    [3181,"MYRTACEAE","Plinia rara","Sobral","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Como o epíteto específico sugere, é uma espécie rara, encontrada apenas no litoral sul da Bahia, comuma distribuição bastante restrita, com EOO de 545,54 km². Tem também poucas coletas, de maneira que pode ser considerada rara na região. As poucas coletas indicam que há cinco situações de ameaça à espécie. Uma das ameaças é a perda de habitat, que pode ser de quase 100%(município de Camacã). Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional de indivíduos maduros maior do que 50% para essa espécie. Dessa maneira, P. rara foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20rara","Mata Atlântica"],
    [3182,"MYRTACEAE","Plinia renatiana","G.M.Barroso & Peixoto","EN","A2c,B1ab(iii,v),C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea endêmica do Espírito Santo, encontrada em Floresta ombrófila Densa, comEOO relativamente baixa (EOO=1.741,96 km²) e sujeita a cinco situações de ameaça, indicadas pelo número de subpopulações. Uma das ameaças é a perda de habitat, maior do que 75%. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido um declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Como há registro de coleta para locais fora de unidade de conservação, suspeita-se que o declínio populacional possa continuar nos próximos 20 anos devido à perda de habitat ou ao declínio de sua qualidade. Baseando-se no único estudo que registra a densidade populacional da espécie, estima-se que seja rara e que cerca de 1.000 indivíduos adultos estejam presentes na natureza e cerca de 200 em cada subpopulação. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20renatiana","Mata Atlântica"],
    [3183,"MYRTACEAE","Plinia stictophylla","G.M.Barroso & Peixoto","EN","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea encontrada em Florestas Ombrófilas Densas do Espírito Santo e da Bahia.Tem apenas três locais de coleta, duas em unidades de conservação. Em Águia Branca (ES), único registro não localizado em unidade de conservação, houve redução de habitat maior do que 90%. Em outros municípios onde a espécie foi coletada, houve redução de habitat maior do que 70%. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declínio populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos. Sua AOO é menor do que 500 km² e sujeita a três situações de ameaças, indicadas pelo número de subpopulações. Dessa maneira, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20stictophylla","Mata Atlântica"],
    [3184,"MYRTACEAE","Psidium giganteum","Mattos","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica do Estado de São Paulo, com apenas três registros de coletas, dois com mais de 40 anos. Cada coleta representa uma situação de ameaça. Apesar de todas as coletas terem sido feitas em unidades de conservação, as regiões em que a espécie ocorre sofreram intenso desmatamento. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido uma redução populacionalou até que esteja extinta fora das unidades de conservação. Além disso, a EOO da espécie é relativamente baixa (EOO=510,3 km²). Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20giganteum","Mata Atlântica"],
    [3185,"MYRTACEAE","Psidium grandifolium","Mart. ex DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O araçá é um arbusto amplamente distribuído no Brasil, encontrado  da Bahia à Santa Catarina, em formações campestres e savânicas. O grande número de registros de coleta indica que a espécie é frequente. Dessa maneira, P. grandifolium é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC). Entretanto, pelo fato de ocorrer em locais de intensa ação antrópica e seus frutos serem apreciados para consumo humano, a espécie pode estar sujeita ao declínio populacional. Portanto, estudos devem ser feitos para se verificar o real estado de conservação da espécie.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20grandifolium","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3186,"MYRTACEAE","Psidium longipetiolatum","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, dos Estados do Rio de Janeiro a Santa Catarina.Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, há diversas coletas para a espécie e suspeita-se que seja uma espécie frequente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC). Entretanto deve-se estudar a subpopulação do Rio de Janeiro de maneira a  se verificar seu real estado de conservação, uma vez que pode estar severamente fragmentada.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20longipetiolatum","Mata Atlântica"],
    [3187,"MYRTACEAE","Psidium ovale","(Spreng.) Burret","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica. Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre emdiversas unidades de conservação. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20ovale","Mata Atlântica"],
    [3188,"MYRTACEAE","Psidium reptans","(D.Legrand) Soares-Silva & Proença","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica dos Campos de Altitude do Paraná. Tem apenas três coletas conhecidasem dois municípios, resultando em uma EOO de 559,25 km² e duas situações de ameaça, uma delas a perda de habitat nos municípios em que P. reptans ocorre: Palmeira perdeu mais de 90% e Tibagi, 70% de vegetação nativa até 2010. Portanto, suspeita-se que tenha havido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 15 anos, considerando tempo de geração como cinco anos. A espécie deve ser rara ou até mesmo estar extinta na natureza, uma vez que coletas intensas recentes na bacia do Rio Tibagi não a encontraram. Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20reptans","Mata Atlântica"],
    [3189,"MYRTACEAE","Psidium salutare","(Kunth) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Mata Atlântica, Amazônia e Cerrado e em diversas fitofisionomias. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relaçãoao risco de extinção (LC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20salutare","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3190,"MYRTACEAE","Psidium sartorianum","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O cambuí ou araçá é uma espécie que ocorre em todo o território nacional e possui uma alta densidade absoluta em alguns locais.  É encontrada em diversas unidades de conservação e ocorre em áreas cujo desmatamento não é muito elevado.  Dessa maneira, a espécie é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção (LC). Entretanto, apesar de seus frutos serem apreciados para consumo humano, não há indicativo que haja coleta predatória dos frutos.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20sartorianum","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3191,"MYRTACEAE","Siphoneugena densiflora","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída  encontrada em Mata Atlântica e Cerrado. Apesar de ser encontrada em uma região com intensa ação antrópica, ocorre em diversas Unidades de Conservação (SNUC) e estima-se que seja abundante localmente.  Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20densiflora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3192,"MYRTACEAE","Siphoneugena kuhlmannii","Mattos","VU","A2c,C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie arbórea encontrada em diversas fitofisionomias da Mata Atlântica de São Paulo, MinasGerais e Espírito Santo. Tem poucas coletas, mesmo estando presente em uma região bastante estudada. Com base em dados de amostragem de vegetação, estima-se que o número de indivíduos maduros seja de aproximadamente 4.000 e que cada subpopulação não tenha mais do que 200 indivíduos. É encontrada em uma região que sofreu intenso desmatamento, uma vez que algunsmunicípios perderam mais de 70% de habitat até 2010. Dessa maneira, suspeita-se que tenha havido uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos, considerando o tempo de geração igual a dez anos. A espécie é considerada, portanto, \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [3193,"MYRTACEAE","Siphoneugena reitzii","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO =  681.542,16  km²) encontrada principalmente em  Mata Atlântica da região sul do Brasil. Apesar de ocorrer em áreas com grande perda de habitat, é encontrada em pelo menosseis unidades de conservação (SNUC) e é uma espécie abundante localmente. Dessa maneira a espécie é consideradacomo menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Entretanto deve-se verificar o estado de conservação das subpopulações dos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, que se suspeita estarem severamente fragmentadas.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [3194,"MYRTACEAE","Siphoneugena widgreniana","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina"," S. widgreniana possui ampla distribuição no Brasil (EOO =  149.058,36  km² ), sendo encontrada desde o Estado de Minas Gerais ao do Paraná. Apesar de ocorrer em áreas com forte pressão antrópica, a espécie ocorre em algumas unidades de conservação (SNUC) e possui muitas coletas, evidenciando que dever ser uma espécie relativamente frequente. Dessa maneira, essa é considerada como uma espéciepouco preocupante em relação a sua ameaça de extinção (LC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20widgreniana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3195,"NOTOTHYLADACEAE","Notothylas breutelii","(Gottsche) Gottsche","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Notothylas%20breutelii","Mata Atlântica, Pantanal"],
    [3196,"NYCTAGINACEAE","Andradaea floribunda","Allemão","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andradaea%20floribunda","Mata Atlântica"],
    [3197,"NYCTAGINACEAE","Belemia fucsioides","Pires","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informaçõessuficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Belemia%20fucsioides","Mata Atlântica"],
    [3198,"NYCTAGINACEAE","Guapira hirsuta","(Choisy) Lundell","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20hirsuta","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3199,"NYCTAGINACEAE","Guapira nitida","(Mart. ex J.A.Schmidt) Lundell","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída na Mata Atlântica.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20nitida","Mata Atlântica"],
    [3200,"NYCTAGINACEAE","Guapira obtusata","(Jacq.) Little","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20obtusata","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3201,"NYCTAGINACEAE","Neea verticillata","Ruiz & Pav.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neea%20verticillata","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3202,"NYCTAGINACEAE","Pisonia ambigua","Heimerl","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamentedistribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pisonia%20ambigua","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3203,"OCHNACEAE","Luxemburgia angustifolia","Planch.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","L. angustifolia caracteriza-se por arbustos ou árvores, de até 5 m de altura. É considerada endêmica do Estado de Minas Gerais. Restrita ao bioma Cerrado, desenvolve-se em Campos Rupestres e Floresta Ciliar, tendo distribuição restrita à Cadeia do Espinhaço. Apesar de pouco representada em coleções científicas, é uma espécie frequente em suas áreas de ocorrência. Encontra-se sob quatro situações de ameaça: invasão de espécies exóticas, ocorrência de incêndios, expansão urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a região em um passado recente. Foi, portanto, considerada \"Vulnerável\" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20angustifolia","Cerrado"],
    [3204,"OCHNACEAE","Luxemburgia corymbosa","A.St.-Hil.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Luxemburgia corymbosa apresenta forma de vida predominantemente arbustiva. Endêmica do Estado de Minas Gerais é uma espécie de ocorrência exclusiva nos Campos Rupestres associados ao Cerrado. Apresenta distribuição restrita à Serra do Caraça, sendo conhecida apenas pela RPPN Santuário do Caraça, sempre em altitudes superiores a 1.800 m. Encontra-se sob quatro situações de ameaça: invasão de espécies exóticas, ocorrência de incêndios, expansão urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a região em um passado recente. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20corymbosa","Cerrado"],
    [3205,"OCHNACEAE","Luxemburgia flexuosa","Sastre","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Luxemburgia flexuosa caracteriza-se pelo hábito arbustivo, de 2 a 3 m de altura. Endêmica do Estado de Minas Gerais é restrita ao bioma Cerrado. Encontrada na região de Diamantina e da Serra do Cipó, desenvolve-se em Campos Rupestres e em áreas de afloramentos rochosos. Apresenta distribuição restrita e pontual. Encontra-se sob quatro situações de ameaça: invasão de espécies exóticas, ocorrência de incêndios, expansão urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a região em um passado recente. Por esses motivos, este táxon foi considerado \"Vulnerável\" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20flexuosa","Cerrado"],
    [3206,"OCHNACEAE","Ouratea cuspidata","(A.St.-Hil.) Engl.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ouratea cuspidatacaracteriza-se por arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Ocorre nosdomínios fitogeográficos Cerrado e Mata Atlântica, encontrada em Floresta Ombrófila Densa, em Florestas de Restinga. Apresenta EOO de 420.988,661km². Amplamente distribuídana região litorânea, comumente encontrada em áreas abertas de Restinga, Nativose Mussunungas, ocupando também áreas antropizadas e bordas de matas. Apesar daintensa degradação de seus habitats de ocorrência, não há ameaça direta que acoloque em alguma categoria de risco. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20cuspidata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3207,"OCHNACEAE","Ouratea hatschbachii","K.Yamam.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ouratea hatschbachii caracteriza-se pelo hábito arbustivo, chegando até 1 m de altura. Endêmica do Brasil ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia. É encontrada nos biomas Cerrado e Caatinga, onde se desenvolve em vegetação arbustiva com afloramentos rochosos, preferencialmente sobre substrato arenoso. Apresenta AOO de 40 km² e está sujeita a quatro situações de ameaça: queimadas, mineração, agricultura e pecuária. Conhecida por escassos registros de coleta, as últimas coletas foram realizadas em 2009, nos municípios de Mucugê e Barra da Estiva (BA). É protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina e Parque Estadual de Grão-Mogol. Dado esse panorama e sua distribuição restrita, esta espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20hatschbachii","Cerrado, Caatinga"],
    [3208,"OCHNACEAE","Ouratea spectabilis","(Mart.) Engl.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ouratea spectabilis caracteriza-sepor arbustos ou árvores. Endêmica do Brasil. Encontrada em praticamente todosos domínios fitogeográficos brasileiros, em Mata Atlântica, especificamente, ocorre em FlorestaEstacional Semidecidual. Amplamente distribuída. Apresenta EOO de3.208.024,295 km². Suadistribuição disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente a levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20spectabilis","Cerrado"],
    [3209,"OCHNACEAE","Sauvagesia nitida","Zappi & E.Lucas","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Sauvagesia nitida caracteriza-se pelo hábito arbustivo ou arvoretas, de até 2,5 m. Restrita ao bioma Cerrado e endêmica do Estado da Bahia, é encontrada nos Campos Rupestres da região de Catolés, entre 1.100 e 1.900 m de altitude. Protegida pela Área de Proteção Ambiental da Serra do Barbado, a espécie foi descrita recentemente e é conhecida por escassas coletas realizadas no início da década de 1990, a última delas em 2006, no município de Mucugê. Encontra-se sob uma situação de ameaça: as constantes queimadas que assolam sua área de ocorrência. Pelo exposto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sauvagesia%20nitida","Cerrado"],
    [3210,"OLEACEAE","Chionanthus filiformis","(Vell.) P.S.Green","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20filiformis","Mata Atlântica"],
    [3211,"OLEACEAE","Chionanthus fluminensis","(Miers) P.S.Green","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita (EOO=31,05 km²) e encontra-se sujeita a uma situação de ameaça. Apesar de ter sido coletada no passado, hoje já é tida como um táxon raro, principalmente pela acentuada perda do hábitat ocasionada pela expansão urbana na região de ocorrência da espécie. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20fluminensis","Mata Atlântica"],
    [3212,"OLEACEAE","Chionanthus micranthus","(Mart.) Lozano & Fuertes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de estar em Unidades de Conservação a espécie ocorre em áreas muito degradas e por isso deve ser monitorada, a fim de verificar-se a estabilidade populacional. Além disso, a região de ocorrência da espécie é alvo de queimadas e de declínio da qualidade do habitat proveniente de atividades antrópicas.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20micranthus","Mata Atlântica"],
    [3213,"OLEACEAE","Chionanthus subsessilis","(Eichler) P.S.Green","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é restrita aos Estados de Minas Gerais e São Paulo, e está sujeita a uma série de ameaças como queimadas, declínio de qualidade e tamanho do hábitat. Essas situações são decorrentes principalmente de atividades agropecuárias. Tem menos de cinco situações de ameaça e poderá ser transferida para uma categoria de maior risco, em futuro próximo, caso elas não sejam controladas e cessem. Por hora, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20subsessilis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3214,"OLEACEAE","Chionanthus tenuis","P.S.Green","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do município do Rio de Janeiro, e conhecida por uma única coleta, do material-tipo, feita há mais de mais 60 anos. Encontra-se sujeita a uma situação de ameaça. A AOO foi calculada em 10 km², o que evidencia sua distribuição muito restrita. São ameaças constantes os incêndios provocados por balões, a especulação imobiliária e a pressão antrópica provocada pelas favelas nas áreas do entorno. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20tenuis","Mata Atlântica"],
    [3215,"OLEANDRACEAE","Oleandra articulata","(Sw.) C.Presl","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação. Foi categorizada como fora de risco de extinção.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oleandra%20articulata","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3216,"ONAGRACEAE","Fuchsia regia","(Vell.) Munz","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espécie ocorre amplamente distribuída no Brasil, sendo frequentemente coletada dentro dos limites de diversas Unidades de Conservação e também áreas degradadas ou em diferentes estágios sucessionais, Fucshia regia foi registrada em Florestas Nebulares, Campos de Altitude, Florestas Ombrófilas Densas e Mistas associadas ao Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica. Parece ser muito abundante ao longo de sua distribuição, estando muito bem representada nos principais herbários do país. Por esse motivos, a espécie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-12-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fuchsia%20regia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3217,"ONAGRACEAE","Ludwigia anastomosans","(DC.) H.Hara","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Ludwigia anastomosans (DC.) H. Hara era considerada endêmica do estado de Minas Gerais, porém, há coletas históricas validadas indicando sua ocorrência nos estados de São Paulo (Campinas) e Paraná (Arapongas) e coletas recentes realizadas no estado de Goiás (Caiapônia). Vem sendo considerada na literatura e em avaliações de risco de extinção empreendidas anteriormente como uma espécie rara, porém, na localidade recentemente encontrada no estado de Goiás, a população de L. anastomosans foi descrita como muito abundante. O diminuto número de coleções parece ser reflexo de seu hábito escandente, uma vez que ocorre na copa das árvores, associadas a ambientes alagados e usualmente as margens de córregos de águas escuras, o que dificulta sua localização/ coleta em campo. Devido as incongruências apresentadas, a espécie foi considerada nesse momento \"Dados Insuficientes\" (DD), demandando estudos biogeográficos e populacionais mais detalhados para se estabelecer uma categoria de ameaça adequada.","2012-12-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ludwigia%20anastomosans","Cerrado"],
    [3218,"OPHIOGLOSSACEAE","Botrychium virginianum","(L.) Sw.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída no Sul e Sudeste e não é endêmica do Brasil.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Botrychium%20virginianum","Mata Atlântica"],
    [3219,"OPHIOGLOSSACEAE","Ophioglossum palmatum","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída e está em Unidades de Conservação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophioglossum%20palmatum","Mata Atlântica"],
    [3220,"ORCHIDACEAE","Acianthera adiri","(Brade) Pridgeon & M.W.Chase","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Acianthera adiri é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica exclusiva do Estado do Paraná. É restrita a uma EOO de 560,72 km² e uma AOO menor de 10 km². A espécie não ocorre em unidades de conservação e as duas localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Guarapuava, restam somente 13% dos remanescentes florestais totais e em Araucária apenas 2%. Pode-se considerar então que a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça para as duas localidades. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda acentuada de habitat, A. adiri está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20adiri","Mata Atlântica"],
    [3221,"ORCHIDACEAE","Acianthera aphthosa","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera aphtosa é uma espécie que ocorre em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 250 e 1450 m de altitude. Possui uma EOO de 394.358,54 km². É considerada comum na Serra do Japi, no Estado de São Paulo (Pansarin, Pansarin, 2008) e no Cinturão Verde do Município de Santa Cruz do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, uma área protegida (Ribeiro et al., 2006). Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, é encontrada em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. aphtosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20aphthosa","Mata Atlântica"],
    [3222,"ORCHIDACEAE","Acianthera auriculata","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera auriculosa é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 600 e 1300 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 436.333,24 km². É considerada comum na Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro, e ocorre em várias unidades de conservação (SNUC) nos Estados onde se distribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. auriculosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20auriculata","Mata Atlântica"],
    [3223,"ORCHIDACEAE","Acianthera bragae","(Ruschi) F.Barros","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera bragae é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Possui EOO de226.410 km². Apesar de ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, a espécie é encontrada também em diferentestipos florestais e apresenta uma ampla distribuição. Desta forma, A. bragae é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20bragae","Mata Atlântica"],
    [3224,"ORCHIDACEAE","Acianthera crinita","(Barb.Rodr.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera crinita é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná entre 800 m e 900 m dealtitude. Possui uma EOO de 180.195 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. crinita é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, são necessários maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20crinita","Mata Atlântica"],
    [3225,"ORCHIDACEAE","Acianthera glumacea","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera glumacea é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma EOO de 133.029 km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. glumacea é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20glumacea","Mata Atlântica"],
    [3226,"ORCHIDACEAE","Acianthera heringeri","(Hoehne) F.Barros","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Acianthera heringeri é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica nos Estados de Minas Gerais e EspíritoSanto. É restrita a uma EOO de 539,53 km² e a uma AOO menor de 10 km², usualmente entre 900 e 1.200 m de altitude. As duas localidades em que a espécie é encontrada estão altamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Santa Maria do Jetibá (ES), restam somente 26% dos remanescentes florestais totais e, em Alto Caparaó (MG), apenas 17%. Pode-se considerar que a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça para as duas localidades. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda de habitat, A. heringeri está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20heringeri","Mata Atlântica"],
    [3227,"ORCHIDACEAE","Acianthera karlii","(Pabst) C.N.Conç. & Waechter","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera karlii é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, sendo quea ausência da espécie em Santa Catarina é devido, provavelmente, a falta de coletas. Possui uma EOO de 115.093 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em áreas protegidas e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. karlii é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20karlii","Mata Atlântica"],
    [3228,"ORCHIDACEAE","Acianthera langeana","(Kraenzl.) Pridgeon & M.W.Chase","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera langeana é uma espécie ocorrente em ambientes florestais com influência fluvial em MataAtlântica, nos Estados do Paraná e Espírito Santo. É restrita a uma EOO de 19.290,31 km² e uma AOO menor de 16 km², devido à sua especificidade de habitat. As localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Lapa (PR), por exemplo, restam somente 9% dos remanescentes florestais totais e em Araucária apenas 2%.Considerando que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça para as suas localidades e considerando ainda a sua raridade e sua distribuição extremamente restrita, A. langeana está categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20langeana","Mata Atlântica"],
    [3229,"ORCHIDACEAE","Acianthera ophiantha","(Cogn.) Pridgeon & M.W.Chase","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera ophiantha éuma espécie ocorrente em cerrado restrita ao Estado de Minas Gerias. A inconsistência sobre sua distribuição, e a falta de informações sobre sua biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20ophiantha","Cerrado"],
    [3230,"ORCHIDACEAE","Acianthera papillosa","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera papillosa é uma espécie epífita com no máximo 3 cm, ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, tendo, desta forma, uma EOO de 272.673,55 km². Os registros da espécie se concentram em três localidades. No Rio Grande do Sul, o habitat da espécie está ameaçado pela fragmentação. Em Torres, por exemplo, restam somente 2% dos remanescentes florestais totais. Na Bahia, a região do município de Cachoeira temum histórico de desmatamento para o desenvolvimento da agricultura. E no Espírito Santo, no município de Santa Maria do Jetibá, o turismo é uma ameaça iminente. Diante do exposto, considera-se que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaça distintas. Dessa forma, apesar de uma EOO ampla, A. papillosa tem menos de cinco situações de ameaça, sendo assim, categorizada como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, por ser uma espécie de pequeno tamanho, sugere-se um maior esforço de coleta a fim de se identificar novas subpopulações.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20papillosa","Mata Atlântica"],
    [3231,"ORCHIDACEAE","Acianthera pectinata","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera pectinata é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 64.131 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, foi coletada em Áreas Protegidas e apresenta uma ampla distribuição. Desta forma, A. pectinata é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, são necessários maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20pectinata","Mata Atlântica"],
    [3232,"ORCHIDACEAE","Acianthera pernambucensis","(Rolfe) F.Barros","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Acianthera pernambucensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica restrita ao Estado de Pernambuco. A falta de informações sobre sua distribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20pernambucensis","Mata Atlântica"],
    [3233,"ORCHIDACEAE","Acianthera saurocephala","(Lodd.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera saurocephala é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nosEstados do Sul e Sudeste do Brasil e uma ocorrência na Bahia, entre 500 e 1300 m de altitude. Possui umaEOO de 636.296,51 km². Ocorre em várias Áreas de Preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em regiões de grandeinterferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, A. saurocephala é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e biológicos poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20saurocephala","Mata Atlântica"],
    [3234,"ORCHIDACEAE","Acianthera strupifolia","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera strupifolia é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Possui uma EOO de 158.589km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. strupifolia é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20strupifolia","Mata Atlântica"],
    [3235,"ORCHIDACEAE","Acianthera teres","(Lindl.) Borba","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera teres é uma espécie rupícola ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica nosEstados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Possui uma EOO de 101.604,86 km². É considerada bastante comum em toda a extensão da Cadeia do Espinhaço. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos vegetacionais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, A. teres é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20teres","Cerrado"],
    [3236,"ORCHIDACEAE","Acianthera translucida","(Barb.Rodr.) Luer","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aciathera translucida (Barb. Rodr.) Luer é endêmica do Brasil e possui ocorrência ocasional nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Entretanto, é localmente abundante em partes de sua distribuição. Não existem ameaças específicas descritas para a espécie, que se encontra protegida por unidades de conservação (SNUC). Assim foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20translucida","Mata Atlântica"],
    [3237,"ORCHIDACEAE","Acianthera tricarinata","(Poepp. & Endl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera tricarinata é uma espécie epifítica ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, e possui uma extensão de ocorrência de 109.437,81 km². A espécie ocorre em várias Áreas de Preservação nos Estados onde se distribui. Apesarde ocorrer em áreas de interferência antrópica, esta ocorre emdiferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, A. tricarinata é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20tricarinata","Mata Atlântica"],
    [3238,"ORCHIDACEAE","Adamantinia miltonioides","van den Berg & C.N.Gonç.","CR","B2ab(ii,iii,iv),C2a(i),D","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Adamantinia miltonioides é uma espécie epífita, rara, com ocorrência restrita a um habitat específicono Estado da Bahia. Tem uma EOO de 260,06 km² e uma AOO de 4 km². Sua população está restrita a sete subpopulações pequenas e próximas, ocorrentes no Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA). Considerando que a espécie tenha menos de 50 indivíduos maduros em sua população, que esta ocorra em somente uma situação de ameaça e sua distribuição conhecida seja extremamente restrita, A. miltonioides está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adamantinia%20miltonioides","Caatinga"],
    [3239,"ORCHIDACEAE","Alatiglossum barbatum","(Lindl.) Baptista","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alatiglossum barbatum é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Minas Gerais. Possui umaEOO de 1.264.515,17 km². É encontrada em várias Áreas de Preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de interferência antrópica, esta possui uma distribuição ampla e abundante. Desta forma, A. barbatum é umaespécie Menos preocupante (LC).","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20barbatum","Mata Atlântica"],
    [3240,"ORCHIDACEAE","Alatiglossum croesus","(Rchb.f.) Baptista","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alatiglossum croesus é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro. É restrita a uma EOO de 272,53 km² e uma AOO menor de 4 km². A região de ocorrência da espécie encontra-se bastante fragmentada devido ao desenvolvimento de atividades agropecuárias que ocorrem na região desde a colonização, principalmente pelo plantio de cana-de-açúcar e pastagem. Devido à sua distribuição extremamente restrita, por ocorrer em somente uma situação de ameaça,e pelo habitat fragmentado, A. croesus está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20croesus","Mata Atlântica"],
    [3241,"ORCHIDACEAE","Alatiglossum longipes","(Lindl.) Baptista","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alatiglossum longipes é uma espécie herbácea ocorrente nosEstados do Sul e Sudeste do Brasil entre 100 e 1200 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 357.842 km². Desenvolve-se em diversos ambientes de Mata Atlântica e ocorre em várias Áreas de Preservação nos Estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, A. longipes é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração da espécie poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20longipes","Mata Atlântica"],
    [3242,"ORCHIDACEAE","Anathallis adenochila","(Loefgr.) F.Barros","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis adenochila é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma EOO de 313.817 km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais, e é bem representada em Áreas Protegidas nos Estados onde ocorre, além de presentar uma distribuição ampla. Desta forma, A. adenochila é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20adenochila","Mata Atlântica"],
    [3243,"ORCHIDACEAE","Anathallis bleyensis","(Pabst) F.Barros","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis bleyensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, possui relatos de ocorrência nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Porém, os dados disponíveis a restringe ao Estado do Paraná. A falta de informaçõessobre sua distribuição, biologia e status populacional, torna inadequada acategorização da espécie em algum risco de extinção, sendo desta formaDeficiente de Dados (DD). Maiores estudos sobre Anathallis bleyensis são necessários para que futuramente a espécie possa ser reavaliada.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20bleyensis","Mata Atlântica"],
    [3244,"ORCHIDACEAE","Anathallis colnagoi","(Pabst) F.Barros & L.Guimaraes","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis colnagoi é uma espécie exclusiva do Estado do Espírito Santo, conhecida por somenteuma coleta. A espécie tem uma EOO de 269,87 km² e AOO de 4 km². Em Domingos Martins (ES), local de registro da espécie, o que restou da Mata Atlântica e as capoeiras cobrem, hoje, cerca de 20% do território do município. O restante é formado principalmente por plantações de café, culturas temporárias (milho, feijão, morango, entre outras) e pelo plantio de pinheiros e eucaliptos. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda acentuada de habitat, A. colnagoi está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20colnagoi","Mata Atlântica"],
    [3245,"ORCHIDACEAE","Anathallis crebrifolia","(Barb.Rodr.) Luer","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathalis crebrifolia é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, sendo indicada sua ocorrência nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Entretanto, o registro disponível é do estado do Paraná, o qual não consta na distribuição da espécie. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãode Anathalis crebrifolia em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD). Maiores estudos sobre a espécie são necessários para que esta possa ser futuramente reavaliada.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20crebrifolia","Mata Atlântica"],
    [3246,"ORCHIDACEAE","Anathallis gehrtii","(Hoehne & Schltr.) F.Barros","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis gehrtii é uma espécie epífita, ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados deSão Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com uma EOO de 25.388,54 km². Os registros da espécie se concentram em três localidades. Em Santo André (SP), o habitat da espécie tem um histórico de impactos oriundos dos polos industriais, cujos danos alteraram a fisionomia e a diversidade da floresta em uma sequência de eventos, primeiramente causando o desaparecimento das plantas mais sensíveis aos poluentes, em especial as epífitas, que foram quase dizimadas em grandes trechos da Reserva do Alto da Serra, área de registro da espécie. O município de Santa Teresa (ES) tem como principal ameaça às suas áreas florestais o desenvolvimento de atividades agriculturais e a crescente expansão urbana. No Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), atividades como a extração de espécies madeireiras (cedro e canela) e árvores de sub-bosque, como o palmito, são as mais preocupantespara conservação. Além disso, nos meses entre junho e setembro, é comum a origem de focos de incêndio promovidos pelos moradores para eliminar ervas daninhas ou mesmo por vândalos e baloeiros. Diante do exposto, a espécie se encontra sujeita a três situações de ameaça e, apesar de ter uma extensão de ocorrência ampla, A. gehrtii apresenta menos de cinco situações de ameaça, sendoassim, categorizada como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, por ser uma espécie de tamanho reduzido, recomenda-se um maior esforço de coleta.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20gehrtii","Mata Atlântica"],
    [3247,"ORCHIDACEAE","Anathallis kautskyi","(Pabst) Pridgeon & M.W.Chase","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis kautiskyi é uma espécie ocorrente na Mata Atlânticarestrita ao Estado do Espírito Santo. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3248,"ORCHIDACEAE","Anathallis montipelladensis","(Hoehne) F.Barros","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis montipelladensis é umaespécie rupícola de pequeno porte com somente 10-20mm. A espécie ocorre na Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nos Estadosda Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo entre 1100 e 1400 mde altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 357.729 km². A espécie ocorre em áreas protegidas, diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, A. montipelladensis é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20montipelladensis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3249,"ORCHIDACEAE","Anathallis pabstii","(Garay) Pridgeon & M.W.Chase","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis pabstii é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica com registros para os Estados doParaná e Rio de Janeiro. Apresenta AOO de 16 Km², com registros concentrando-se em duas diferentes situações de ameaça. Sua população está sujeita à severa fragmentação, devido ao desenvolvimento agropecuário e crescimento urbano. Considerando que a espécie esteja sujeita a duas diferentes situações de ameaça, que decorrem do declínio de habitat e a sua restrita AOO, A. pabstii encontra-se \"Em perigo\" (EN). Entretanto, recomendam-se maior esforço de coleta e estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20pabstii","Mata Atlântica"],
    [3250,"ORCHIDACEAE","Anathallis radialis","(Porto & Brade) Pridgeon & M.W.Chase","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis radialis é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica com registros nos Estados do sudeste do Brasil, a 1200 e 1700 m de altitude. Possui um extensão de ocorrência de 27.583 km². Os registros da espécie se concentram em áreas de grande interferência antrópica devido ao desenvolvimento agropecuário e crescimento urbano. Além disso, a espécie encontra-se no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Diante do exposto, pode-se dizer que Anathallis radialis é uma espécie Quase ameaçada (NT). Entretanto, recomenda-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20radialis","Mata Atlântica"],
    [3251,"ORCHIDACEAE","Anathallis tigridens","(Loefgr.) F.Barros & Barberena","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis tigridens é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estadosdo Rio de Janeiro e Espírito Santo, com uma EOO de 26.246,90 km². Os registros da espécie se concentram em três localidades. No Parque Nacional da Tijuca (RJ), são ameaças iminentes os incêndios provocados por balões, especulação imobiliária, pressão antrópica causada pelas favelas nas áreas do entorno e o extrativismo de espécies nativas ornamentais (principalmente broméliase orquídeas). No Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), a extração de espécies madeireiras (cedro e canela) e árvores de sub-bosque, como o palmito, são as que mais ameaçam a biota local. O município de Santa Teresa (ES) tem como principal ameaça às suas áreas florestais o desenvolvimento de atividades agriculturais e expansão urbana. Diante do exposto, a espécie está sujeita a três situações de ameaça e apesar de uma EOO ampla, A. tigridens tem menos de cinco situações de ameaça, sendo assim, foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, sugerem-se maior esforço de coleta e estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20tigridens","Mata Atlântica"],
    [3252,"ORCHIDACEAE","Anneliesia candida","(Lindl.) Brieger & Lückel","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia candida é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio deJaneiro, com uma extensão de ocorrência de 24.716km². Os registros da espécie se concentram em áreas de grande interferência antrópica devido ao desenvolvimento agropecuário e crescimento urbano (SOS Mata Atlântica, 2009). Além disso, a espécie encontra-se no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Diante do exposto, pode-se dizer que Anneliesia candida é uma espécie Quase ameaçada (NT). Entretanto, recomenda-se um maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20candida","Mata Atlântica"],
    [3253,"ORCHIDACEAE","Anneliesia cuneata","(Lindl.) Senghas & Lückel","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia cuneata é uma espécie epífita ocorrente em ambiente de Mata Atlântica nos estados do Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro a 1000 e 1500m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 41.093km². A espécie ocorre normalmente em florestas originais com umidade intensiva, sobre árvores antigas. Apesar de possuir distribuição ampla e ocorrer em algumas Áreas Protegidas, a espécie possui potencial ornamental. Desta forma, A. cuneata é uma espécie Quase ameaçada (NT), porém maiores estudos populacionais e de extração poderão qualificá-la para uma categoria de ameaça em um futuro próximo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20cuneata","Mata Atlântica"],
    [3254,"ORCHIDACEAE","Anneliesia kayasimae","(Pabst) Senghas & Lückel","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia kayasimae é uma espécie de Mata Atlântica exclusiva do Estado de São Paulo. O único registro da espécie é do município de Rio Claro, coletado por G. Vert em 1901. Sabendo-se que a região de Rio Claro tem vegetação entre as mais ameaçadas do Estado, com somente 4% dos remanescentes florestais restantes, e que a espécie tenha distribuição altamente restrita e queesta não foi novamente coletada, pode-se dizer que A. kayasimae está \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar extinta na natureza.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20kayasimae","Mata Atlântica"],
    [3255,"ORCHIDACEAE","Anneliesia russelliana","(Lindl.) Senghas & Lückel","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia russelliana é uma espécie epífita ocorrente em ambientes deMata Atlântica com registros nos estados de São Paulo, Espírito Santo e SantaCatarina possuindo uma extensão de ocorrência de 66.443km². Os registros da espécie se concentram em seis localidades. Noestado de São Paulo, o habitat da espécie tem um histórico de impactos oriundosdos pólos industriais, cujos danos alteraram a fisionomia e a diversidade dafloresta em uma sequência de eventos, primeiramente causando o desaparecimentodas plantas mais sensíveis aos poluentes, especialmente as epífitas, que forampraticamente dizimadas em grandes trechos da Reserva do Alto da Serra, onde aespécie ocorre (Lima, 2010). No Litoral norte paulista, a vegetação originalestá reduzida a um total de 8% (Barbosa et al., 2009). E no Espírito Santo, em SantaMaria do Jetibá, o turismo é uma ameaça ao ambiente. Devido ao fato de Anneliesia russelliana possuir umaextensão de ocorrência ampla e possuir mais de 5 situações de ameaça, asameaças iminentes ao habitat poderão levar a espécie a uma categoria de ameaça emum futuro próximo, sendo desta forma Quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20russelliana","Mata Atlântica"],
    [3256,"ORCHIDACEAE","Aspasia lunata","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aspasia lunata é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 200 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 251.707km². Apesar de a espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, A. lunata é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspasia%20lunata","Mata Atlântica"],
    [3257,"ORCHIDACEAE","Aspidogyne commelinoides","(Barb.Rodr.) Garay","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aspidogyne commelinoides é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui umaextensão de ocorrência de 276.336km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Aspidogyne commelinoides é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidogyne%20commelinoides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3258,"ORCHIDACEAE","Aspidogyne kuczynskii","(Porsch) Garay","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aspidogyne kuczynskii é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrênciade 249.286km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Aspidogyne kuczynskii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidogyne%20kuczynskii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3259,"ORCHIDACEAE","Baptistonia cornigera","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia cornigera é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados do Sudeste e Sul do Brasil.Possui uma extensão de ocorrência de 453.424km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nos estadosonde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiçãoampla. Desta forma, Baptistonia cornigera é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20cornigera","Mata Atlântica"],
    [3260,"ORCHIDACEAE","Baptistonia cruciata","(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia cruciata é uma espécieocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo entre 600 e 1200 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 245.187km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, Baptistonia cruciata é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, recomenda-se um maior esforço de coleta, estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20cruciata","Mata Atlântica"],
    [3261,"ORCHIDACEAE","Baptistonia kautskyi","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia kautskyi é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, exclusivamente no Estado do Espírito Santo. É restrita a uma EOO de 1.082,72 km², a uma altitude com cerca de 1.400 m. Considerando a perda e degradação de habitats da Mata Atlântica no Espírito Santo, considerando ainda o potencial ornamental da espécie e sua distribuição extremamente restrita, B. kautskyi está \"Em perigo (EN)\".","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3262,"ORCHIDACEAE","Baptistonia lietzei","(Regel) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia lietzei tem ocorrência registrada para os estados da Região Sudeste eParaná e um registro para a Bahia, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica a 800 e 1100m de altitude.Possui uma extensão de ocorrência de 499.133km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma,?Baptistonia lietzei  é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20lietzei","Mata Atlântica"],
    [3263,"ORCHIDACEAE","Baptistonia pubes","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia pubes tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná , desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 447.876km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Baptistonia pubes é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20pubes","Mata Atlântica"],
    [3264,"ORCHIDACEAE","Baptistonia sarcodes","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia sarcodes é uma espécie epífita ocorrente em ambiente deMata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Possui umaextensão de ocorrência de 45.909km². Apesar depossuir distribuição ampla e ocorrer em algumas Áreas Protegidas, o habitat da espécie vem sendo degradado pela ação humana, além disso a espécie possui potencial ornamental. Desta forma, B. sarcodes é uma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais ede extração poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20sarcodes","Mata Atlântica"],
    [3265,"ORCHIDACEAE","Baptistonia truncata","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia truncata é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica com registros para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. É restrita a uma EOO de somente 76,91 km², e as localidades em que a espécie é encontrada estão ameaçadas pela fragmentação dos ambientes naturais. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à perda de habitat, B. truncata está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20truncata","Mata Atlântica"],
    [3266,"ORCHIDACEAE","Baptistonia venusta","(Drapiez) Chiron","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia venusta tem ocorrência registrada para os estados da Região Sul e Sudeste, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 198.718km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Baptistonia venusta é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20venusta","Mata Atlântica"],
    [3267,"ORCHIDACEAE","Barbosella dusenii","(A.Samp.) Schltr.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Barbosella dusenii é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.Possui uma extensão de ocorrência de 48.322km². A espécie ocorre em áreas de grandeinterferência antrópica que ameaça seu habitat, além disso, a espécie é visada pelo seu valor ornamental. Apesar de Barbosella dusenii possuir uma extensão de ocorrência ampla, ocorrer em áreas protegidas e em diferentes tipos vegetacionais, as ameaças iminentes ao habitat e o risco de coleta indiscriminada, poderãolevar a espécie a uma categoria de ameaça em um futuro próximo, sendo destaforma Quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-se um maior esforço de coleta,estudos populacionais e de extração.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20dusenii","Mata Atlântica"],
    [3268,"ORCHIDACEAE","Barbosella spiritusanctensis","(Pabst) F.Barros & Toscano","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Barbosella spiritusanctensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlânticarestrita ao estado do Espírito Santo. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20spiritusanctensis","Mata Atlântica"],
    [3269,"ORCHIDACEAE","Barbosella trilobata","Pabst","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Barbosella trilobata é um espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, com registros para o Estado do Paraná e Rio de Janeiro, com uma AOO de 12 km². Os registros da espécie se concentram em duas diferentes situações de ameaça, suas subpopulações estão sob severa fragmentação, devido ao desenvolvimento agropecuário e intenso crescimento urbano nessas regiões.Além disso, a espécie encontra-se no anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Considerando que a espécie esteja sujeita a duas diferentes situações de ameaça, as quais decorrem do declínio de habitat, a sua restrita AOO e a pressão de coleta, B. trilobata encontra-se \"Em perigo\" (EN). Entretanto, recomendam-se maior esforço de coleta e estudos populacionais.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20trilobata","Mata Atlântica"],
    [3270,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria aureofulva","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria aureofulva é uma espécie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica nosestados da Bahia, e Sul e Sudeste do Brasil entre 300 e 1700 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 508.886km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em váriasÁreas de Preservação nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos vegetais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria aureofulva é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20aureofulva","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3271,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria calcarata","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria calcarata é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados da Bahia, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais entre 500 e 1500m de altitude.Possui uma extensão de ocorrência de 80.864km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grandeinterferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nos estadosonde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiçãoampla. Desta forma, Bifrenaria calcarata é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20calcarata","Mata Atlântica"],
    [3272,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria harrisoniae","(Hook.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria harrisoniae é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nosestados do Sul e Sudeste do Brasil entre 750 e 1800 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 373.730km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em várias Áreas de Preservação nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, ?Bifrenaria harrisoniae é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20harrisoniae","Mata Atlântica"],
    [3273,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria inodora","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria inodora é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado nos estados da Bahia e do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 662.113km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas de Preservação nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Bifrenaria inodora é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20inodora","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3274,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria leucorrhoda","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria leucorrhoda é uma espécieepífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a 500e 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 68.113km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria leucorrhoda éuma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20leucorrhoda","Mata Atlântica"],
    [3275,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria racemosa","(Hook.) Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria racemosa é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Paraná a 300 e 1000 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 101.009km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria racemosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, recomenda-se um maior esforço de coleta,estudos populacionais e de extração.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20racemosa","Mata Atlântica"],
    [3276,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria silvana","V.P.Castro","CR","A3cd,B2ab(ii,iii,iv,v),C2a(i,ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria silvana é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica exclusiva do Estado da Bahia. É restrita auma EOO de 262,47 km² e uma AOO de 4 km², entre 500 e 700 m de altitude. A espécie é conhecida somente de sua localidade-tipo, região que sofreu uma redução vegetacional de 88% ao longo dos últimos anos, além disso a espécie sofre pressão de coleta pelo seu valor ornamentale no mercado de colecionadores de plantas. Diante do exposto, suspeita-se que haja somente 50 indivíduos na maior subpopulação e uma possível redução populacional de 80% dos indivíduos maduros nos próximos 10 anos, devido ao declínio intenso da qualidade do habitat e à continuação da coleta indiscriminada. Dessa forma, B. silvana está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20silvana","Mata Atlântica"],
    [3277,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria tetragona","(Lindl.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria tetragona é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde Mata Atlântica nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a 500 e 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 132.015 m². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria tetragona é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20tetragona","Mata Atlântica"],
    [3278,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria tyrianthina","(Lodd.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria tyrianthia é uma espécie rupícola ocorrente em ambientesde Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica nos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a 100 e 1300 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 151.289km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bifrenaria tyrianthia é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, recomenda-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20tyrianthina","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3279,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria wittigii","(Rchb.f.) Hoehne","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria wittigii é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, exclusivamente nos Estados do EspíritoSanto e Rio de Janeiro, entre 800 e 1.200 m de altitude. A espécie tem distribuição restrita, com uma EOO de 543,66 m². A região onde B. wittigii ocorre sofre com a fragmentação: no município de Domingos Martins (ES), restam somente cerca de 20% de remanescentes de Mata Atlântica em seu território. O restante é formado principalmente por plantações de café, culturas temporárias (milho, feijão, morango, etc.) e pelo plantio de pinheiros e eucaliptos. Considerando que a espécie esteja sujeita a somente duas situações de ameaça, considerando ainda a fragmentação de seu hábitat e sua ocorrência extremamente restrita, B.wittigii está \"Em perigo\" (EN).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20wittigii","Mata Atlântica"],
    [3280,"ORCHIDACEAE","Bipinnula biplumata","(L.f.) Rchb.f.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bipinnula biplumata é uma espécie ocorrente em Formações Campestres nos Estados do Paraná eRio Grande do Sul. É restrita a uma EOO de 281 km² e uma AOO de 4 km². A única localidade em que se tem registro da espécie está extremamente ameaçada pela fragmentação, tendo sofrido uma perda vegetacional de 90,8%. Devido à sua distribuição muito restrita e à perda de habitat, B. biplumata está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bipinnula%20biplumata","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3281,"ORCHIDACEAE","Bipinnula montana","Arechav.","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bipinnula montana é uma espécie ocorrente em formações campestres nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bipinnula%20montana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3282,"ORCHIDACEAE","Brachionidium restrepioides","(Hoehne) Pabst","VU","B1(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brachionidium restrepioides é uma espécie epífita ocorrente em ambientes florestais de Mata Atlântica, com registros para os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro e também com observações nos Estados do Paraná e Minas Gerais. Tem uma EOO de 11.974,8 km², e o ambiente onde a espécie ocorre sofreu uma drástica redução com a degradação, e sua EOO mostra que a espécie tem distribuição restrita. Pode-se dizer, então, que B. restrepioides é uma espécie \"Vulnerável\" (VU), porém recomenda-se um maior esforço de coleta futuro, o que poderá confirmar sua ocorrência em outros Estados e levá-la a uma nova avaliação.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachionidium%20restrepioides","Mata Atlântica"],
    [3283,"ORCHIDACEAE","Brachystele camporum","(Lindl.) Schltr.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brachystele camporum é uma espécie ocorrente em áreas campestres de Mata Atlântica, com registros para os Estados do Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Apesar de ter uma EOO ampla (81.667,02 km²), a espécie está sujeita a três situações de ameaça, onde a retirada da cobertura vegetal para a agricultura, pastagem, extração de madeira e ocupação humana são ameaças constantes para o ambiente onde a espécie se desenvolve. A espécie foi categorizada como\"Vulnerável\" (VU). Recomendam-se mais estudos populacionais e maior esforço de coleta para espécie, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachystele%20camporum","Mata Atlântica"],
    [3284,"ORCHIDACEAE","Brasilidium concolor","(Hook.) F.Barros &  V.T.Rodrigues","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium concolor é uma espécie epífita ocorrente emambientes de Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui umaextensão de ocorrência de 322.989km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium concolor é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20concolor","Mata Atlântica"],
    [3285,"ORCHIDACEAE","Brasilidium crispum","(Lodd.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium crispum é uma espécie epífita ocorrente emambientes de Mata Atlântica nos estados do Sudeste e no Paraná a 800 e 1400 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 204.167km². É considerada comum na Serra dos Órgão onde ocorre em florestas originais e em regeneração. Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, ?Brasilidium crispum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20crispum","Mata Atlântica"],
    [3286,"ORCHIDACEAE","Brasilidium gardneri","(Lindl.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium gardneri tem ocorrência registrada para os estados da Região Sudeste e Paraná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica a 200 e 1000m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 257.846km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas degrande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium gardneri é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20gardneri","Mata Atlântica"],
    [3287,"ORCHIDACEAE","Brasilidium gravesianum","(Rolfe) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium gravesianum tem ocorrência registradapara os estados da Região Sudeste e Sul, além da Paraíba e Pernambuco, desenvolve-se em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica. Possui uma extensão de ocorrência de 606.930km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium gravesianum é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20gravesianum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3288,"ORCHIDACEAE","Brasilidium marshallianum","(Rchb.f.) Campacci","CR","A3d,B2ab(ii,iii,iv,v),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium marshallianum é uma espécie de Mata Atlântica restrita aos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, ocorrendo entre 900 e 1.500 m de altitude. Seu registro de ocorrência é restrito, com 273,87 km² de EOO e 4 km² de AOO. Sua exuberância garante à espécie um alto valor ornamental, sendo intensamente coletada por colecionadores em sua época de floração. Em função desse fato, suspeita-se que haja somente 50 indivíduos na maior subpopulação, e que ocorrerá uma redução populacional de 80% dos indivíduos maduros nos próximos 10 anos, caso a pressão intensiva de coleta não cesse. Diante do exposto, B. marshallianum está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20marshallianum","Mata Atlântica"],
    [3289,"ORCHIDACEAE","Brasilidium pectorale","(Lindl.) Campacci","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium pectorale é uma espécie de Mata Atlântica com ocorrência confirmada para o Estado deSão Paulo, mas possivelmente presente nos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. Seu registro de ocorrência é restrito, com 273,34 km² de EOO e 4 km² de AOO. A localidade em que a espécie é encontrada está extremamente ameaçada pela fragmentação: no município de Atibaia (SP), restam somente 9% dos remanescentes florestais totais. Devido à sua distribuição extremamente restrita e à intensa perda de habitat histórica em sua região de ocorrência, B. pectorale está \"Criticamente emperigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20pectorale","Mata Atlântica"],
    [3290,"ORCHIDACEAE","Brasilidium praetextum","(Rchb.f.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium praetextum tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de407.421km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasilidium praetextum é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20praetextum","Mata Atlântica"],
    [3291,"ORCHIDACEAE","Brasiliorchis consanguinea","(Klotzsch) R.B.Singer et al.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasiliorchis consanguinea é uma espécie ocorrente em ambiente deMata Atlântica nos estados do Sudeste do Brasil a 1000 e 1200m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 43.871km². Apesar depossuir distribuição ampla, o habitat da espécie vem sofrendo com a degradação, além disso, a espéciepossui potencial ornamental. Desta forma, Brasiliorchis consanguinea  é uma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais ede extração poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20consanguinea","Mata Atlântica"],
    [3292,"ORCHIDACEAE","Brasiliorchis phoenicanthera","(Barb.Rodr.) R.B.Singer et al.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasiliorchis phoenicanthera tem ocorrência registrada para os estados da Região Sudeste eParaná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica a 200 e 1200m de altitude.Possui uma extensão de ocorrência de 192.386km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas eapresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Brasiliorchis phoenicanthera é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20phoenicanthera","Mata Atlântica"],
    [3293,"ORCHIDACEAE","Brasiliorchis schunkeana","(Campacci & Kautsky) R.B.Singer et al.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasiliorchis schunkeana é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, exclusiva do Estado do Espírito Santo. Suas subpopulações ocorrem entre 500 e 800 m de altitude. É restrita a uma AOO de 12 km². Considerando que na região em que a espécie ocorre existam cerca de somente 20% de remanescentes florestais totais, e que dessa forma a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça e considerando ainda a sua raridade e sua distribuição extremamente restrita, B. schunkeana está \"Em perigo\" (EN).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20schunkeana","Mata Atlântica"],
    [3294,"ORCHIDACEAE","Brassia arachnoidea","Barb.Rodr.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brassia arachnoidea é uma espécie ocorrente em ambientes associados à Amazônia e à Mata Atlântica,segundo literatura especializada pode ser encontrada nos Estados de Roraima, Amazonas, Acre e Espírito Santo. Entretanto, a espécie tem registros de coleta somente para os Estados da Bahia e do Espírito Santo. B. arachnoidea tem valor ornamental, está no Anexo II da CITES e é facilmente encontrada em orquidários para venda, sendo essa uma de suas maiores ameaças. Alguns de seus registros estão dentro de unidades de conservação e os demais fora de áreas protegidas, deixando-a propensa à exploração indiscriminada. Dessa forma, considera-se que a espécie se encontre sujeita a duas situações de ameaça e conclui-se que B. arachnoidea esteja \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, a grande disjunção de distribuição da espécie nos Estados brasileiros e a falta de registros de coleta paraos Estados amazônicos sugerem baixo esforço de coleta, recomendam-se, portanto, mais estudos de distribuição, populacionais e de exploração, que poderão levá-la futuramente a uma nova categorização.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brassia%20arachnoidea","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3295,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum arianeae","Fraga & E.C.Smidt","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum arianeae é uma espécie epífita com uma única coleta no Estado do Espírito Santo, a cerca de 600 m de altitude. Sua distribuição é restrita com somente 269,33 km² de EOO e 4 km² de AOO. A região onde a espécie ocorre tem menos de 8% da vegetação remanescente natural, estando suas subpopulações severamente fragmentadas. Devido à sua distribuição bastante restrita e à severa perda de habitat verificada na região, B. arianeae está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20arianeae","Mata Atlântica"],
    [3296,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum boudetianum","Fraga","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","B. boudetianum ?é umaespécie ocorrente na Mata Atlântica, exclusivamente no estado do Espírito Santo, a cerca de 300 m de altitude. A espécie possui distribuição restrita, com EOO de 1.301,7 km². A região onde B. boudetianum ocorre sofre com a fragmentação: segundo dados da SOS Mata Atlântica (2009), os municípios de ocorrência possuem menos de 10% de vegetação remanescente. Considerando que a espécie possua quatro situações de ameaça, considerando ainda a fragmentação de seu habitat e sua ocorrência extremamente restrita, B. boudetianum está Em Perigo (EN), com um risco muitoalto de extinção na natureza.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20boudetianum","Mata Atlântica"],
    [3297,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum campos-portoi","Brade","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum campos-portoi é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados do Sudeste do Brasil entre 600 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 52.482km². Éconsiderada comum na Serra dos Órgãos, RJ, e ocorre em Unidades de Conservação. A espécie é abundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta. Desta forma, Bulbophyllum campos-portoi é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20campos-portoi","Mata Atlântica"],
    [3298,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum cantagallense","(Barb.Rodr.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum cantagallense é uma espécie epífita ocorrente em ambientesde Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro a 400 e 850 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 112.297km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, a espécie habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Bulbophyllum cantagallense é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20cantagallense","Mata Atlântica"],
    [3299,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum chloroglossum","Rchb.f. & Warm.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum chloroglossum é uma espécie ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estadosde Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná entre 450 e 1300 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 423.360km². A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum chloroglossum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, a perda de habitat poderá ser uma ameaça direta futuramente.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20chloroglossum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3300,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum exaltatum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum exaltatum éuma espécie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina e Roraima. Possui uma extensão de ocorrênciade 2.800.921km². É considerada comum no Parque Estadual do Ibitipoca , MG, e está bem representada em outras Unidades de Conservação. A espécie ocorre em diferentes ambientes vegetacionais, é abundante, de ampla distribuição eaparentemente não sofre pressão de coleta. Desta forma, Bulbophyllum exaltatum é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20exaltatum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3301,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum gladiatum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum gladiatum é uma espécie epífita ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estados da Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná entre 600 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 770.549 Km². A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum gladiatum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, a perda de habitat poderá ser uma ameaça direta futuramente.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20gladiatum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3302,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum kautskyi","Toscano","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum kautskyi é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados daBahia e Espírito Santo, entre 400 e 700 m de altitude. A espécie tem uma EOO de 17.079,66 km² e ocorre em somente duas localidades que são bem coletadas, confirmando sua raridade. Os Estados de distribuição da espécie possuem vegetação severamente fragmentada: na Bahia, por exemplo, restam intactos somente 0,4% da vegetação original, e o corredor Bahia-Espírito Santo sofre com o corte madeireiro e desenvolvimento da agropecuária. Diante do exposto, pode-se dizer que B. kautskyiesteja \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3303,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum plumosum","(Barb.Rodr.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum plumosum é uma espécie amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo em Cerrado, Mata Atlântica e no Semi-árido como rupícula em ambiente de campo rupestre ou com oepífit em matas de galeria em altitudes que variam de 600 e 1100 m. Possui uma extensão de ocorrência de 770.184 km² e ocorre em diversas Áreas Protegidas. A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum plumosum é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20plumosum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3304,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum tripetalum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum tripetalum é uma espécie ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná entre 500 e 1300 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 369.894km² e ocorre em Áreas Protegidas. A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Bulbophyllum tripetalum é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20tripetalum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3305,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum weddellii","(Lindl.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum weddellii é uma espécie rupícola ocorrente em área de Mata Atlântica no estado do Espírito Santo e de Cerrado desde o estado de Minas Gerais até a região central do estado da Bahia entre 900 e 2000 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 331.911km² e ocorre em Áreas Protegidas. A espécie éabundante e de ampla distribuição.Desta forma, Bulbophyllum weddellii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, a coleta indiscriminada da espécie por colecionadores pode ser uma ameaça a sua população, maiores estudos sobre essas ações são necessários para que a espécie possa ser reavaliada futuramente.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20weddellii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3306,"ORCHIDACEAE","Camaridium micranthum","M.A.Blanco","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Camaridium micranthum é uma espécie ocorrente em ambientesda Amazônia e Mata Atlântica nos estados de Roraima, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a cerca de 550 m dealtitude. A espécie é abundante, de ampla distribuição, se desenvolve em diversos ambientes florestais e ocorre em várias Unidades de Conservação. Desta forma, Camaridium micranthum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, a coleta indiscriminada da espécie pode ser uma ameaça a sua população, estudos sobre essas ações são necessários para que futuramente possam direcionar uma nova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camaridium%20micranthum","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3307,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum crassirhizum","Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum crassirhizum é uma espécie epífita ocorrente em ambientesde Caatinga e Mata Atlântica nos estados da Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Possui uma extensão de ocorrênciade 860.981km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Campylocentrum crassirhizum é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se maiores estudos populacionais e de extração.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20crassirhizum","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3308,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum densiflorum","Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum densiflorum é uma espécie ocorrente em ambientesde Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrênciade 152.400km². A espécie habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma,Campylocentrum densiflorum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20densiflorum","Mata Atlântica"],
    [3309,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum neglectum","(Rchb.f. & Warm.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum neglectum é uma espécie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nos estados do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul.Possui uma extensão de ocorrência de 1.387.897km². É considerada comum no Distrito Federal, DF, e ocorre é bem representada em Áreas Protegidas. A espécie éabundante, de ampla distribuição e aparentemente não sofre pressão de coleta.Desta forma, Campylocentrum neglectum é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20neglectum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3310,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum parahybunense","(Barb.Rodr.) Rolfe","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum parahybunense é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.Possui uma extensão de ocorrência de 894.120km². A espécie está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla.Desta forma, ?Campylocentrum parahybunense é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20parahybunense","Mata Atlântica"],
    [3311,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum pernambucense","Hoehne","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum pernambucense é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, com registros para osEstados de Alagoas e Pernambuco, entre 700 e 800 m de altitude. A espécie tem distribuição restrita, com uma EOO de 511,84 km². A região onde ocorre sofre com a fragmentação. No município de Caruaru (PE), a localidade do Brejo dos Cavalos vem sofrendo ao longo dos anos grande pressão antrópica, caracterizada, sobretudo, pela substituição gradativa da mata, através da expansãoda agricultura e pela exploração de argila com desmonte de morros periféricos. Considerando que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça, considerando ainda a fragmentação de seu habitat e sua ocorrência extremamente restrita, C. pernambucense está \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20pernambucense","Mata Atlântica"],
    [3312,"ORCHIDACEAE","Capanemia adelaidae","Brade","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia adelaidae é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de ?Mata Atlântica, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro em altitudes entre 633 e 1.736m. Possui extensão de ocorrência de 134.059km². A espécie tem sido pouco coletada, possivelmente por sua pequena dimensão e, quando estéril, por ser de difícil visualização entre líquens e musgos (Buzatto et al., 2010). Apesar de a espécie ocorrer em áreas degrande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Capanemia adelaidae é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20adelaidae","Mata Atlântica"],
    [3313,"ORCHIDACEAE","Capanemia fluminensis","Pabst","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia fluminensis éuma espécie ocorrente na Mata Atlântica restrita ao estado do Rio de Janeiro. As inconsistências taxonômicas e a falta de informações sobre sua distribuição, biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20fluminensis","Mata Atlântica"],
    [3314,"ORCHIDACEAE","Capanemia gehrtii","Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia gehrtii é uma espécie terrestre ocorrente em ambientesde  ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a 25m e 1489m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade447.943km². Apesar de aespécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Capanemia gehrtii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.?","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20gehrtii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3315,"ORCHIDACEAE","Capanemia micromera","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia micromera ?tem ocorrência registrada paraos estados da Região Sudeste e Sul do Brasil, desenvolve-se em ambientes de MataAtlântica de 10 a 1389m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 614.813km². Apesar de a espécie ocorrer emáreas de grande interferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre, habita diferentes tipos florestais, é abundante e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Capanemia micromera é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20micromera","Mata Atlântica"],
    [3316,"ORCHIDACEAE","Capanemia superflua","(Rchb.f.) Garay","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia superflua tem ocorrência em ambientes de Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie está amplamente distribuídacom uma extensão de ocorrência de 465.539km². A espécie está entre as mais comuns no estrato epifítico do Parque Estadual Fritz Plaumann, Concórdia-SC , além disso, ocorre em outras ÁreasProtegidas e apresenta grandeplasticidade ecológica, podendo ocorrer em diferentes ambientes florestais. Desta forma, Capanemia superflua é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20superflua","Mata Atlântica"],
    [3317,"ORCHIDACEAE","Capanemia thereziae","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia thereziae é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 600 e 1260 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 975.556km². Ocorre em várias Áreas de Preservação nos estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Capanemia thereziae é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20thereziae","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3318,"ORCHIDACEAE","Catasetum atratum","Lindl.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum atratum é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão deocorrência de 82.185km². Apesar de Catasetum atratum possuiruma extensão de ocorrência ampla, ocorrer em áreas protegidas e emdiferentes tipos vegetacionais, as ameaças decorrentes do riscode coleta indiscriminada devido ao seu valor medicinal, poderão levar a espécie a uma categoria de ameaça emum futuro próximo, sendo desta forma Quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20atratum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3319,"ORCHIDACEAE","Catasetum cernuum","(Lindl.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum cernuum é uma espécie ocorrente no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 300 e 1200 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 347.124 km². É considerada comumna Serra do Japi, SP, e ocorre em várias Áreas de Preservação nos estados onde sedistribui. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, C. cernuum é umaespécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20cernuum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3320,"ORCHIDACEAE","Catasetum fimbriatum","(C.Morren) Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum fimbriatum tem ocorrência em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados do Pará, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 600 e 1000m de altitude. A espécieestá amplamente distribuída com uma extensão de ocorrência de 1.669.952km². A espécie ocorre em ÁreasProtegidas, possui algumas ações de conservação, e apresenta grandeplasticidade ecológica ocorrendo em diferentes tipos vegetacionais. Desta forma, ?Catasetum fimbriatum é umaespécie Menos preocupante (LC).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20fimbriatum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3321,"ORCHIDACEAE","Catasetum mattosianum","Bicalho","EN","B1ab(i,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Catasetum mattosianum é endêmica do Brasil, com distribuição restrita a Mata Atlântica, nos Estadosda Bahia e Espírito Santo. Tem EOO de 2.069,78 km² e AOO de 12 km². Além disso, a espécie está restrita a três situações de ameaça distintas e apresenta estrutura populacional severamente fragmentada. Sua região de ocorrência sofreu significativas perdas da cobertura vegetal original devido à agricultura intensiva, especialmente a silvicultura. Diversas ameaças decorrentes de atividades humanas colocam a espécie em risco. Assim, C. mattosianum foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20mattosianum","Mata Atlântica"],
    [3322,"ORCHIDACEAE","Catasetum purum","Nees & Sinnings","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum purum tem ocorrência registrada nos estados do Espírito Santo a Pernambuco, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 233.092km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, ?Catasetum purum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20purum","Mata Atlântica"],
    [3323,"ORCHIDACEAE","Catasetum uncatum","Rolfe","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum uncatum éuma espécie epífita ocorrente em ambiente de Mata Atlântica nos estadosdo Pernambuco, Alagoas e Bahia a 600 e 1000m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 83.317km². Apesar de possuir distribuição amplae ocorrer em algumas Áreas Protegidas, a espécie sofre com perda de habitat e coleta predatória.Desta forma, Catasetum uncatum éuma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais e de extraçãopoderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20uncatum","Mata Atlântica"],
    [3324,"ORCHIDACEAE","Cattleya aclandiae","Lindl.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya aclandiae é uma espécie epífita ocorrente na Caatinga, exclusivamente no Estado da Bahia.Tem uma EOO de 19.668,36 km². Apresenta como maior ameaça seu alto valor ornamental. Devido à sua distribuição restrita e ao risco iminente de coletas indiscriminadas, a espécie é \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, mais estudos populacionais e relacionados a sua extração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20aclandiae","Caatinga"],
    [3325,"ORCHIDACEAE","Cattleya amethystoglossa","Linden & Rchb.f.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya amethystoglossa é uma espécie epífita ocorrente em ambiente deMata Atlântica e Caatinga exclusivamente no estado da Bahia a 600m e 1200m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 81.139km². Apesar depossuir distribuição ampla e algumas ações de conservação, a espéciepossui potencial ornamental e aparentemente não ocorre em áreas protegidas. Desta forma, Cattleya amethystoglossa é uma espécie Quase ameaçada (NT), maiores estudos populacionais ede extração poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20amethystoglossa","Mata Atlântica"],
    [3326,"ORCHIDACEAE","Cattleya bicolor","Lindl.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cattleya bicolor não é endêmica do Brasil. Em território nacional é uma espécie que ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Possui ampla extensão de ocorrência de 203.837 km². A espécie possui um histórico de ameaças às suas subpopulações. Os distúrbios de origem antrópica vem causando fragmentação a seu habitat, há mais de 90 anos em alguns locais e atualmente suas subpopulações estão restritas a locais inacessíveis ou inexplorados. Outro fator é a dinâmica natural da vegetação, principalmente a retração de áreas de campo limpo inundável e campo limpo estacionalmente úmido e sua substituição por capoeiras, o resultado é que as espécies desta família que normalmente ocorrem no campo inundável tendem a desaparecer. Além destas ameaças, a coleta predatória vem ocorrendo há décadas e tem contribuído significativamente para a redução de sua população devido seu alto valor ornamental. Caso as ameaças ao habitat e a coleta indiscriminada nãocessem, a espécie poderá, em um futuro próximo, se tornar ameaçada de extinção. Diante do exposto, Cattleya bicolor foi avaliada como Quase Ameaçada","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20bicolor","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3327,"ORCHIDACEAE","Cattleya dormaniana","Rchb.f.","EN","B1ab(i,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya dormaniana é uma espécie exclusiva da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, encontrada somente na Serra dos Órgãos. Tem uma EOO de 547,18 km², com registros efetuados entre 700 e 900 m de altitude. A espécie é restrita a um tipo muito específico de habitat: florestas originais de arbustos em declives de escarpas e luminosidade mosqueada, usualmente sobreClusia ornagensis. Tem valor ornamental, mas sua coleta é dificultada pelo difícil acesso às subpopulações. Dessa forma, em função de sua distribuição ser muito restrita e à possível pressão de coleta, C. dormaniana está \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20dormaniana","Mata Atlântica"],
    [3328,"ORCHIDACEAE","Cattleya granulosa","Lindl.","VU","A3cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya granulosa tem registros de ocorrência nos Estados da Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte,porém há indicações de sua existência também em Pernambuco, Alagoas e Espírito Santo. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorânea, em áreas de Restinga. A espécie tem como ameaças a fragmentação do habitat onde ocorre, ocasionada principalmente pelo desenvolvimento imobiliário, e pressão de coleta predatória, pelo seu valor ornamental. Encontra-se no Anexo II da CITES, alguns projetos de reintrodução estão sendo desenvolvidos. Devido às ameaças incidentes sobre a espécie, suspeita-se que haja uma redução populacional de 30% dos indivíduos maduros nos próximos 30 anos, caso a diminuição do habitat e a coleta intensiva não cessem. Diante do exposto, C. granulosa está \"Vulnerável\" (VU).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20granulosa","Mata Atlântica"],
    [3329,"ORCHIDACEAE","Cattleya guttata","Lindl.","VU","A4cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya guttata é uma espécie que ocorre em Mata Atlântica, nos Estados da Bahia, Goiás, MatoGrosso, Mato Grosso do Sul e Estados do Sul e Sudeste do país. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorânea em áreas de Restinga. A espécie tem como ameaças a fragmentação do habitat onde ocorre, e a pressão de coleta predatória pelo seu valor ornamental, o que tem levado a uma redução populacional, a espécie encontra-se no Anexo II da CITES. Diante do expostoe de acordo com os estudos apontados, suspeita-se que a espécie tenha sofrido nos últimos 50 anos uma redução de 30% de sua população total e caso não haja ações efetivas de proteção à espécie que cessem sua diminuição, essa poderá perder mais 30% de sua população nos próximos 50 anos. Diante do exposto, C. guttata está \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20guttata","Mata Atlântica"],
    [3330,"ORCHIDACEAE","Cattleya harrisoniana","Batem. ex Lindl.","VU","A4cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya harrisoniana é uma epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos Estados do EspíritoSanto, São Paulo e Rio de Janeiro e Minas Gerais. Cresce sobre árvores retorcidas em áreas saturadas de água, e bem abafadas, sob alta luminosidade e moderado movimento de ar. A espécie tem valor ornamental e é coletada indiscriminadamente para venda, o que acarretou em diminuição drástica de algumas subpopulações. Além disso, o seu habitat tem sido degradado para o desenvolvimentode atividades agriculturais. Dessa forma, suspeita-se que houve uma diminuição de 30% na população total em um período de 30 anos, e que se não houver fiscalização e ações de conservação que cessem a pressão sobre a espécie, sua população poderá sofrer uma redução de mais 30% nos próximos 30 anos. Assim, C. harrisoniana está \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20harrisoniana","Mata Atlântica"],
    [3331,"ORCHIDACEAE","Cattleya intermedia","Grah.","VU","A4cde","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya intermedia é uma espécie distribuída nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil em ambientes de Mata Atlântica. Tem alto valor ornamental, o que a tem levado à pressão de coleta para fins lucrativos desde a década de 1940. Além disso, tem distribuição dentro de uma das áreas mais desenvolvidas economicamente do Brasil e, dessa forma, a perda e fragmentação de habitat são ameaças à sua população. Estudos genéticos indicaram que a hibridização da espécie também tem sido uma ameaça, alterando drasticamente o fluxo gênico entre subpopulações. A espécie tem algumas ações de conservação regionais como estudos de cultivo ex situ, e preservação e reintrodução in situ. Apesar disso, suspeita-se que já tenha sofrido uma redução de 30% de sua população nos últimos 50 anos devido à coleta indiscriminada, e caso não haja ações de monitoramento, proteção e conservação da espécie em nível nacional, esta poderá sofrer um declínio de mais 30% de sua população nos próximos 50 anos. Dessa forma, C. intermedia encontra-se \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20intermedia","Mata Atlântica"],
    [3332,"ORCHIDACEAE","Cattleya labiata","Lindl.","VU","A2cd+3cd","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cattleya labiata é uma espécie de ocorrência em Caatinga e Mata Atlântica, nos Estados do Ceará,Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Espírito Santo e Rio de Janeiro, em altitudes entre 500 e 1.000 m. A espécie foi introduzida na floricultura há quase 200 anos, e desde então tem sido umas das espécies mais visadas para cultivo, sendo muito explorada para fins comerciais, a espécie tem quase 12.000 híbridos, sendo essa uma grande ameaça às populações naturais. Além disso, o habitat onde C. labiata ocorre tem um histórico de devastação, e observou-se que alguns relictos onde a espécie ocorre têm sofrido severa redução nas últimas décadas. A Caatinga brasileira vem sendo devastada para a extração de madeira que alimenta as carvoarias. Diante do exposto, suspeita-se que a espécie tenha sofrido uma redução populacional de 30% nos últimos dez anos e caso as ameaças incidentes não cessem, a população pode vir a sofrer uma redução de mesmo valor nos próximos dez anos. A espécie, por isso, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20labiata","Mata Atlântica"],
    [3333,"ORCHIDACEAE","Cattleya nobilior","Rchb.f.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya nobilior é uma espécieocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados do Pará, Tocantins, Rondônia, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. Possui uma extensão deocorrência de 534.792km². Aespécie ocorre em áreas de grande interferência antrópica que ameaça seuhabitat, e é muito suscetível a modificações ambientais, além disso, é visada pelo seu valor ornamental. Apesarde ?Cattleya nobilior possuiruma extensão de ocorrência ampla e ocorrer emdiferentes tipos vegetacionais, as ameaças iminentes ao habitat e o riscode coleta indiscriminada, poderão levar a espécie a uma categoria de ameaça emum futuro próximo, sendo desta forma quase ameaçada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração.","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20nobilior","Cerrado"],
    [3334,"ORCHIDACEAE","Cattleya porphyroglossa","Linden & Rchb.f.","CR","A2cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya porphyroglossa é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica com registros nos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina e, de acordo com o orquidófilo Wladyslaw Zaslawski, em Minas Gerais. Das três localidades onde pode ser encontrada, duas não têm coletas há mais de 60 anos, segundo dados do especialista, a maior subpopulação conhecida dessa espéciesituava-se no município de Nova Era (MG), principalmente sobre as grandes populações de Vellozia sp. que recobriam os afloramentos graníticos da região do Rio das Velhas. Após anos de coletas indiscriminadas, os dados disponíveis sugerem uma redução populacional severa no número de indivíduos de C. porphyroglossa, com remanescentes populacionais somente em áreas de difícil acesso.Diante dos dados apresentados, considerando-se a distribuição restrita, reduzida quantidade de subpopulações e intensa pressão de coleta, e ainda suspeitando-se uma redução populacional de 80% nos últimos 20 anos, pode-se dizer que C. porphyroglossa encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR). Recomendam-se maior esforço de coleta e estudos populacionais e relacionados à extração, que poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20porphyroglossa","Mata Atlântica"],
    [3335,"ORCHIDACEAE","Cattleya schilleriana","Rchb.f.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","C. schilleriana é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica nos estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Possui AOO menor que 500 km². A espécie se desenvolve em matas de galeria e de encosta, e possui alto valor ornamental. Está presente no apêndice II da Cites, que indica pressão de coleta e valor no mercado de plantas ornamentais. Além disso, o habitat onde se desenvolve está severamente fragmentado: os municípios onde ocorre no estado do Bahia possuem menos de 90% de remanescentes florestais e nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro a situação é similar. Desta forma, suspeita-se que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaça distintas. Diante do exposto, ?C. schilleriana está Em Perigo (EN), com um risco muito alto de extinção na natureza devido à coleta indiscriminada e ao declínio de seu habitat.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20schilleriana","Mata Atlântica"],
    [3336,"ORCHIDACEAE","Cattleya schofieldiana","Rchb.f.","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya schofieldiana é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica no Rio de Janeiro e EspíritoSanto, com uma AOO menor que 10 km². No Parque Nacional de Itatiaia (RJ), a espécie foi coletada apenas uma vez há quase 95 anos, na região de Benfica, a cerca de 600 m de altitude. Em função da coleta predatória, do elevado valor ornamental e da distribuição restrita e distúrbios locais, C. schofieldiana é considerada provavelmente extinta nessa área. O único local com registro atualda espécie é em Santa Leopoldina (ES), onde restam 73% dos remanescentes florestais originais. Diante do exposto, C. schofieldiana está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20schofieldiana","Mata Atlântica"],
    [3337,"ORCHIDACEAE","Cattleya tenuis","Campacci & Vedovello","EN","A3c,C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya tenuis é uma espécie terrícola, rupícola ou epífita, ocorrente em ambientes de Caatinga. Foiregistrada até o momento somente no Estado da Bahia. A espécie se desenvolve em Campo Rupestre e em formações de Carrasco, indicando grande especificidade de habitat, além disso, apresenta baixa produtividade natural de frutos e é autocompatível, apresentando depressãogenética por endogamia e baixa viabilidade de sementes quando autopolinizadas, em comparação à polinização cruzada. Possui valor ornamental e sofre com coletas indiscriminadas, sendo esse um risco à sua população, formada majoritariamente por pequenas subpopulações que não têm mais de 250 indivíduos cada. Estudos revelaram que uma dessas subpopulações já se extinguiu no Morro do Chapéu. Diante dessas informações, suspeita-se que a espécie possa apresentar uma redução de 50% de sua população nos próximos 20 anos, caso as ameaças não cessem. C. tenuis encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20tenuis","Cerrado"],
    [3338,"ORCHIDACEAE","Cattleya tigrina","A.Rich.","VU","A3cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya velutina é uma epífita conhecida nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo eBahia. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas. É muito visada por colecionadores e orquidófilos pelo seu valor ornamental, o que tem posto a espécie em sérios riscos. Apesar de recentes esforços de coleta, subpopulações conhecidas não estão mais sendo encontradas no campo, o que vem sendo atribuído à intensa pressão de coleta que este táxon sofre. A espécieestá listada no anexo II da Cites e em listas vermelhas estaduais. Além da ameaça de coleta, o habitat em que a espécie ocorre está bastante fragmentado: Mucugê (BA) perdeu 95,41% de Mata Atlântica até 2011, Santa Teresa (ES), 79,56% e Mimoso do Sul (ES), 86,37% de Mata Atlântica até 2011. Diante do exposto, suspeita-se que sua população esteja em declínio e que a espécie possa sofrer com a incidência contínua de ameaças no futuro. C. velutina foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20tigrina","Mata Atlântica"],
    [3339,"ORCHIDACEAE","Cattleya velutina","Rchb.f.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","C. velutina é uma espécie epífita conhecida para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas. A espécie é muito visada por colecionadores e orquidófilos pelo seu valor ornamental, o que tem posto a espécie em sérios riscos. Apesar de recentes esforços de coleta, subpopulações conhecidas da espécie não estão mais sendo encontradas no campo, o que vem sendo atribuído à intensa pressão de coleta que este táxon sofre. C. velutina encontra-se listada no anexo II da Cites e em listas vermelhas estaduais. Além da ameaça de coleta, o habitat em que a espécie ocorre está bastante fragmentado: Mucugê (BA), perdeu 95,41% de Mata Atlântica até 2011, Santa Teresa (ES) perdeu 79,56% e Mimoso do Sul (ES) perdeu 86,37% de Mata Atlântica até 2011 (SOS Mata Atlântica, INPE, 2012). Diante do exposto, suspeita-se que sua população está em declínio e que a espécie possa sofrer com a incidência contínua de ameaças no futuro. Desta forma, C. velutina foi avaliada como Vulnerável (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20velutina","Mata Atlântica"],
    [3340,"ORCHIDACEAE","Cattleya walkeriana","Gardner","VU","A2cd","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Cattleya walkeriana é uma orquídea epífita ou rupícola, que ocorre em diferentes tipos de ambientes(Floresta Ripícola, Estacional Semidecidual e Cerradão). Por ser uma planta bastante ornamental, tem elevado valor econômico. Por esse motivo sofre muita exploração e foi documentado que muitas subpopulações já foram praticamente dizimadas em seu ambiente natural. Além disso, muitas de suas áreas de ocorrência estão pressionadas pelo crescimento urbano. Suspeita-se que sua população tenha sofrido uma redução de cerca de 30% nos últimos 10 anos. Portanto, a espécie é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20walkeriana","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3341,"ORCHIDACEAE","Cattleya warneri","T.Moore","VU","A3cd,B1b(i,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya warneri é uma espécie com ocorrência em Mata Atlântica, com registros nos Estados daBahia e Espírito Santo, tem uma EOO de 20.021,30 km². É uma espécie epífita com uma das maiores flores do gênero, e por isso muito visada como ornamental com um elevado valor de mercado. Há muito tempo vem sofrendo grande extrativismo da natureza para fins lucrativos, além disso, tem como ameaça a destruição de seu habitat. Diante do exposto, suspeita-se que se não houver fiscalização e ações de conservação, ela poderá sofrer uma redução populacional de 30% nos próximos 30 anos. Levando-se em conta sua distribuição restrita e seu habitat fragmentado, a espécie encontra-se \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20warneri","Mata Atlântica"],
    [3342,"ORCHIDACEAE","Centroglossa castellensis","Brade","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Centroglossa castellensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica, exclusiva do Estado do EspíritoSanto, com registros efetuados a cerca de 1.100 m de altitude, usualmente em florestas originais da Mata Atlântica. É restrita a uma EOO de 539,58 km² e a uma AOO menor que 10 km². As duas localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação: no município de Castelo restam somente 17% dos remanescentes florestais totais e em Fundão apenas 8%. Pode-se considerar que a espécie esteja sujeita, assim, a uma situação de ameaça para as duaslocalidades. Devido à sua distribuição bastante restrita e à perda de habitat, C. castellensis está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20castellensis","Mata Atlântica"],
    [3343,"ORCHIDACEAE","Centroglossa macroceras","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Centroglossa macroceras é uma espécieepífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do sudeste do Brasil a 400e 1200 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 110.393km². A espécie está bem representada em Áreas Protegidasnos estados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Centroglossa macroceras éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20macroceras","Mata Atlântica"],
    [3344,"ORCHIDACEAE","Centroglossa tripollinica","(Barb.Rodr.) Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Centroglossa tripollinica é uma espécieepífita ocorrente em ambientes deMata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo a 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 85.453km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Centroglossa tripollinica éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20tripollinica","Mata Atlântica"],
    [3345,"ORCHIDACEAE","Chaubardia surinamensis","Rchb.f.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Não é endêmica do Brasil. É considerada comum por toda a Amazônia brasileira, crescendo nos troncos e galhos de árvores cobertas por musgos (Menini Neto com. pess.)","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaubardia%20surinamensis","Mata Atlântica"],
    [3346,"ORCHIDACEAE","Chloraea membranacea","Lindl.","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Chloraea membranacea é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica com registros noEstado do Paraná. É restrita a uma EOO de 3.369,33 km². A região em que a espécie ocorre está ameaçada pela fragmentação: no município de Curitiba (PR), por exemplo, resta somente 1% da vegetação original total, e em Clevelândia (PR), a principal causa de extinção de espécies foi o intenso desmatamento resultante do processo de colonização da região e do extrativismo madeireiro. Atualmente, são ameaças o desenvolvimento de monoculturas agrícolas e a pecuária. Diante do exposto, considerando que a espécie esteja sujeita a três situações de ameaça, considerando ainda a sua raridade e potencial ornamental e sua distribuição extremamente restrita, C. membranacea está \"Em perigo\" (EN).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloraea%20membranacea","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3347,"ORCHIDACEAE","Christensonella pumila","(Hook.) Szlach. et al.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Christensonella pumila é uma espécie ocorrente em ambientes de MataAtlântica e Amazônia nos estados do Amapá, Amazonas, Rondônia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina entre 0 e 900 m dealtitude. Possui uma extensão de ocorrência de 2.690.154km². Éconsiderada comum na Serra do Japi, SP e nos inselbergues do Rio de Janeiro, pode ser encontrada também em diversas Áreas Protegidas nos estados onde ocorre. Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Christensonella pumila é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Christensonella%20pumila","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3348,"ORCHIDACEAE","Chytroglossa paulensis","Edwall","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Chytroglossa paulensis é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica restrita ao estado deSão Paulo. As inconsistências sobre sua distribuição, e a falta de informações de sua biologia e statuspopulacional, torna inadequada a categorização da espécie em algum risco deextinção, sendo desta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chytroglossa%20paulensis","Mata Atlântica"],
    [3349,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea dependens","(Lodd.) Loudon","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cirrhaea dependens possui umaampla distribuição no Brasil ocorrendo em ambientes de MataAtlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina, com uma extensão de ocorrência de211.027,415km², entre 400m e 1300m. A espécie está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre e desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais. Destaforma, pode-se dizer que?Cirrhaea dependens  é uma espécie Menos preocupante (LC). Entretanto, maiores dados populacionais e de extração poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20dependens","Mata Atlântica"],
    [3350,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea fuscolutea","Lindl.","EN","B2ab(ii,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cirrhaea fuscolutea é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica dos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul, entre 200 e 600 m de altitude, com uma AOO menor que 500 km². Tem valor ornamental, sendo vendida em orquidários e floriculturas, a Mata Atlântica do Sul e Sudeste do Brasil, ambiente em que se desenvolve, está severamente fragmentada pelo desmatamento e urbanização, o que amplia seu risco de extinção. Devido à baixa AOO, à severidade de fragmentação de seu ambiente e ao seu valor ornamental, C. fuscolutea está \"Em perigo\" (EN).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20fuscolutea","Mata Atlântica"],
    [3351,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea loddigesii","Lindl.","CR","B1ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cirrhaea loddigesii é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica com registros para os Estados do Rio deJaneiro e São Paulo. É restrita a uma EOO de 58 km², e as localidades em que a espécie é encontrada estão extremamente ameaçadas pela fragmentação, além disso, a espécie está presente no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta e valor de mercado. Devido à sua distribuiçãoextremamente restrita, à perda de habitat e à pressão de coleta, C. loddigesii está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20loddigesii","Mata Atlântica"],
    [3352,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea longiracemosa","Hoehne","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cirrhaea longiracemosa é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espírito Santo, São Paulo e, possivelmente, Santa Catarina. A espécie tem distribuição restrita (EOO=11.839,09 km²) e foram identificadas cinco situações de ameaça distintas, considerando as localidades onde ocorre. A região de ocorrência da espécie encontra-se altamente deteriorada devido à redução da cobertura vegetal original. A agricultura intensiva vem causando efeitos irreversíveis na dinâmica dos ecossistemas, ameaçando a sobrevivência de diversas espécies. Assim, C. longiracemosa foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20longiracemosa","Mata Atlântica"],
    [3353,"ORCHIDACEAE","Cleistes aphylla","(Barb.Rodr.) Hoehne","EN","B2b(ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleistes aphylla é uma espécie ocorrente em ambiente de Cerrado nos Estados de Goiás, DistritoFederal, Minas Gerais e Paraná. Tem uma EOO de 331.249,93 km² e AOO menor que 500 km². A espécie é terrestre e ocorre normalmente em Campos Úmidos associados ao Cerrado, o habitat-tipo da espécie deixou de existir, cedendo lugar a extensas lavouras e pastagens. Apesar de ter distribuição ampla, o ambiente em que ocorre está em declínio e a espécie está presente no Anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Diante do exposto, C. aphylla é uma espécie \"Em perigo\" (EN), devido à sua especificidade de habitat, área de ocupação restrita, coleta indiscriminada e diminuição de habitat.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20aphylla","Cerrado"],
    [3354,"ORCHIDACEAE","Cleistes exilis","Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites exilis é uma espécie terrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais a 500 e 1500 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrênciade 597.707km². Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bem representada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Destaforma, Cleites exilis é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20exilis","Cerrado"],
    [3355,"ORCHIDACEAE","Cleistes gracilis","(Barb.Rodr) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites gracilis é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sudeste do Brasil. Possui umaextensão de ocorrência de 741.262km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites gracilisé uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20gracilis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3356,"ORCHIDACEAE","Cleistes libonii","(Rchb.f.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites libonii é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil a 800 e 1400 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 653.327km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, é bem frequente nos estados onde ocorre, inclusive em áreas perturbadas, é bemrepresentada em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites libonii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20libonii","Mata Atlântica"],
    [3357,"ORCHIDACEAE","Cleistes mantiqueirae","(Rchb.f. & Warm.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites mantiqueirae é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Possui umaextensão de ocorrência de 442.641km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites mantiqueirae é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20mantiqueirae","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3358,"ORCHIDACEAE","Cleistes paranaensis","(Barb.Rodr.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites paranaensis é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados da Bahia, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná a 900 e 1300 m de altitude. Possui umaextensão de ocorrência de 1.156.722km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, é considera muito abundante no estado de Minas Gerais e comum na Serra da Caraça, além disso, está bemrepresentada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites paranaensis é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20paranaensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3359,"ORCHIDACEAE","Cleistes ramboi","Pabst","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites ramboi é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste e ainda Bahia, Goiás e Distrito Federal. Possui umaextensão de ocorrência de 578.521km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites ramboi é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20ramboi","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3360,"ORCHIDACEAE","Cleistes tenuis","(Rchb.f. ex Griseb.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites tenuis é uma espécie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados da região Nordeste, além de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná. Possui umaextensão de ocorrência de689.468km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Cleites tenuis é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém,maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a umanova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20tenuis","Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3361,"ORCHIDACEAE","Codonorchis canisioi","Mansf.","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Codonorchis canisioi é uma espécie ocorrente no Pampa, exclusiva do Estado do Rio Grande do Sul. A espécie é conhecida apenas pelo tipo que foi coletado, em 1935, no Morro Sapucaia, que teve sua vegetação original quase completamente devastada, e a área entre esse morro e outros morros da região é separada por áreas urbanas, diminuindo a probabilidade de dispersão da espécie. Por apresentar somente uma localidade de ocorrência, e suspeitando que de 90% a 100% dos indivíduosde sua população encontrem-se restritos a essa área e em declínio, pode-se dizer que C. canisioi está \"Criticamente em perigo\" (CR), ou \"Possivelmente extinta\" (PE) na natureza.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonorchis%20canisioi","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3362,"ORCHIDACEAE","Cohniella jonesiana","(Rchb.f.) Christenson","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Clohniella jonesiana é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência de 610.280km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Clohniella jonesiana éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cohniella%20jonesiana","Cerrado"],
    [3363,"ORCHIDACEAE","Comparettia falcata var. paulensis","(Cogn.) I.Bock","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Comparettia falcata var. paulensis é uma espécie ocorrente naMata Atlântica restrita ao estado de São Paulo. A falta de informações sobresua distribuição, biologia e status populacional, torna inadequada acategorização da espécie em algum risco de extinção, sendo desta formaDeficiente de Dados (DD).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comparettia%20falcata%20var.%20paulensis","Mata Atlântica"],
    [3364,"ORCHIDACEAE","Constantia cipoensis","Porto & Brade","CR","A3cd,B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Constantia cipoensis é uma espécie ocorrente em Campos Rupestres, exclusiva do Estado de MinasGerais. É restrita a uma EOO de 17,42 km², e ocorre entre 900 e 1.300 m de altitude. Sua biologia reprodutiva indica uma estreita interação com seu agente polinizador, a abelha carpinteira Xylocopa artifex, o que sugere uma coevolução entre eles, entretanto, essa associação restringe o sucesso reprodutivo da espécie. Além disso, C. cipoensis tem uma estreita associação com seus forófitos Vellozia compacta Mart. ex. Schult. f. e Vellozia piresiana L.B. Smith. Por seu valor ornamental, C. cipoensis foi amplamente coletada e restam pequenas subpopulações com número reduzido de indivíduos, essas subpopulações são susceptíveis a súbito desaparecimento por coleta predatória e/ou incêndios intensos em áreas de Campos Rupestres em Minas Gerais. A espécie está ameaçada pela coleta predatória, que geralmente, está acompanhada pelo desbaste da planta hospedeira, resultando na redução do número de indivíduos e na destruição do seu habitat. Diante do exposto, suspeita--se que haverá uma redução populacional de 80% dos indivíduos maduros nos próximos 10 anos, devido à biologia reprodutiva intrínseca da espécie, ao declínio da qualidade do habitat e à coleta indiscriminada. Dessa forma, C. cipoensis está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20cipoensis","Cerrado"],
    [3365,"ORCHIDACEAE","Constantia cristinae","F.E.L.Miranda","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação criteriosa do risco de extinção da espécie.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20cristinae","Cerrado"],
    [3366,"ORCHIDACEAE","Constantia microscopica","F.E.L.Miranda","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Constantia microscopica éuma espécie ocorrente em área de cerrado restrita ao estado de Minas Gerais. Afalta de informações sobre sua distribuição, biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20microscopica","Cerrado"],
    [3367,"ORCHIDACEAE","Constantia rupestris","Barb.Rodr.","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Constantia rupestris é uma espécie ocorrente na Mata Atlântica nos estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. A falta de informações sobre suadistribuição, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaçãoda espécie em algum risco de extinção, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20rupestris","Mata Atlântica"],
    [3368,"ORCHIDACEAE","Coppensia doniana","(Batem. ex W.Baxter) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cloppensia doniana é uma espécieterrestre ou rupícola ocorrente em ambientes de Mata Atlântica, nos estados do Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina a 1200e 2100 m de altitude. Possui uma extensão de ocorrência de 364.893km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Cloppensia doniana éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20doniana","Mata Atlântica"],
    [3369,"ORCHIDACEAE","Coppensia hydrophila","(Barb.Rodr.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia hydrophila é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado e MataAtlântica nos estados do Centro-oeste, Sul e Sudeste, ainda Tocantins e Roraima. Possui uma extensão de ocorrência de 3.237.956km². Apesar da espécieocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentestipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, Coppensia hydrophila é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20hydrophila","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3370,"ORCHIDACEAE","Coppensia macronyx","(Rchb.f.) F.Barros & V.T.Rodrigues","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Coppensia macronyx não é endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie ocorre nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Apesar de ampla distribuição em região bastante estudada, existem poucos registros em herbários deste táxon. Os municípios onde a espécie foi coletada sofreram perda de mais de 75% da cobertura vegetal original no passado. E ainda estão sujeitos a efeitos de processos antrópicos que causam declínio da qualidade de habitat disponível. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas que afetam a perpetuação da espécie na natureza. Além disso, a espécie tem AOO menor que 20 km². Os efeitos da expansão de áreas urbanas e agrícolas representam uma ameaça futura plausível, o que torna a espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20macronyx","Mata Atlântica"],
    [3371,"ORCHIDACEAE","Coppensia majevskyi","(Toscano & V.P.Castro) Campacci","EN","B1ab(i,ii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia majevskyi ocorre em ambientes campestres de Mata Atlântica, exclusivamente no Estadodo Espírito Santo. Tem uma EOO de 2.436,47 km², com registros efetuados entre 850 e 1.143 m de altitude. A área no entorno do Alto Misterioso, local onde a espécie ocorre, é ocupada por pastagens e monoculturas de café e eucalipto. Na região de Santa Maria do Jetibá, o turismo é uma ameaça iminente ao ambiente. E em Mimoso do Sul, a vegetação nativa tem sido reduzida em função dasatividades agrícolas. Dessa forma, devido à especificidade de habitat da espécie, à sua distribuição restrita e à identificação de menos de cinco situações de ameaça, pode-se dizer que C. majevskyi está \"Em perigo\" (EN).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20majevskyi","Mata Atlântica"],
    [3372,"ORCHIDACEAE","Coppensia montana","(Barb.Rodr.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia montana é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica, nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 86.243km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Coppensia montana éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20montana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3373,"ORCHIDACEAE","Coppensia ramosa","(Lindl.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia ramosa é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, em altitudes que variam entre 300 e 1100m. Possui uma extensão de ocorrência de 303.553,013km². A espécie possui grande plasticidade ecológica podendo ocorrer como erva, terrícola, rupícola ou epífita em ambientes de campo de altitude, campos rupestres e floresta estacional semidecidual. Por possuir distribuição ampla e por sua plasticidade ecológica, Coppensia ramosa pode ser considerada Menos preocupante (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20ramosa","Cerrado"],
    [3374,"ORCHIDACEAE","Coppensia varicosa","(Lindl.) Campacci","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Apesar de seu valor ornamental, a espécie é cultivada e está protegida por Unidades de Conservação.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20varicosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3375,"ORCHIDACEAE","Coppensia warmingii","(Rchb.f.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia warmingii tem ocorrência em ambientesde Cerradoe Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro entre600 e 1000m de altitude. A espécie está amplamente distribuída comuma extensão de ocorrência de 161.053km². A espécie possuipopulações grandes e amplamente distribuídaspela área do Parque Estadual de Ibitipoca, além disso, ocorre emoutras Áreas Protegidas, possui algumas ações de conservação, e apresenta grandeplasticidade ecológica. Desta forma, Coppensia warmingii é uma espécie Menospreocupante (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20warmingii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3376,"ORCHIDACEAE","Coryanthes speciosa","Hook.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coryanthes speciosa na Amazônia e Mata Atlântica nos estados deRoraima, Pará, Amazonas, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro.Possui uma extensão de ocorrência de 1.330.047km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Coryanthes speciosa é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coryanthes%20speciosa","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3377,"ORCHIDACEAE","Corymborkis flava","(Sw.) Kuntze","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Corymborkis flava ocorre em Mata Atlântica, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais (Menini Neto, com. pess.), em altitudes que variam entre 0 e 1800m. É amplamente distribuída com uma extensão de ocorrência de 496.253km². A espécie ocorre em Áreas Protegidas, em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuição ampla. Desta forma, Corymborkis flava é uma espécie Menospreocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderãofuturamente levá-la a uma nova avaliação.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Corymborkis%20flava","Mata Atlântica"],
    [3378,"ORCHIDACEAE","Cranichis candida","(Barb.Rodr.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cranichis candida é uma espécieocorrente em ambientes de Cerrado e Mata Atlântica nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Possui uma extensão de ocorrênciade 1.418.477km². Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, estaocorre em diferentes tipos florestais, é bem representada em Áreas Protegidas nos estados onde ocorre, além de possuir uma distribuição bastante ampla. Destaforma, Cranichis candida é uma espécie Menos preocupante (LC).Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramentelevá-la a uma nova avaliação.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cranichis%20candida","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3379,"ORCHIDACEAE","Cranichis muscosa","Sw.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional apresenta ampla distribuição com registros de ocorrência nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Existem referências na literatura que sugerem que a espécie também ocorre na Amazônia brasileira. Entretanto, são necessários maiores estudos para confirmar detalhes sobre a distribuição da espécie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cranichis%20muscosa","Mata Atlântica"],
    [3380,"ORCHIDACEAE","Cyanaeorchis arundinae","(Rchb.f.) Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyanaeorchis arundinae é uma espécie ocorrente em ambientes de Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, nos estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 859.590km²e ocorre em Áreas Protegidas. Apesar da espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuição ampla. Desta forma, C. arundinae é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyanaeorchis%20arundinae","Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3381,"ORCHIDACEAE","Cyclopogon dutrae","Schltr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyclopogon dutrae não é endêmica do Brasil. Mas sua ocorrência no país está restrita ao Estado doParaná. Foram realizados dois registros de ocorrência da espécie, um próximo ao litoral e o outro próximo à fronteira com o Paraguai, identificando-se assim, duas situações de ameaça distintas. A espécie possui distribuição restrita (EOO=560,51 km², AOO=8 km²) a Formações Campestres. Este tipo vegetacional sofreu alterações significativas devido a práticas agrícolas que vem causandodeclínio contínuo da qualidade do habitat. Desta forma, C. dutrae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyclopogon%20dutrae","Mata Atlântica"],
    [3382,"ORCHIDACEAE","Cycnoches pentadactylum","Lindl.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cycnoches pentadactylum é uma espécie ocorrente em Cerrado, com registros para os Estadosde Goiás, Tocantins e Distrito Federal. A espécie tem distribuição restrita com somente 523,03 km² de EOO. Ocorre em área protegida (Reserva do Guará, DF), que embora constitua uma unidade de conservação, não garante sua proteção integral: a pressão humana é intensa, tanto por sua localização como pelo tamanho reduzido de sua área. O principal problema enfrentado é a ocupação da Reserva como local de moradia por famílias de baixa renda, que consequentemente levam a destruição de áreas de Campo Úmido para implantação de lavouras de subsistência e à retirada de madeira no interior da mata. Além disso, é preocupante a coleta de espécies ornamentais, como C. pentadactylum. Já o município de Arraias (GO) tem um histórico de mineração aurífera. Assim, a espécie encontra-se sujeita a duas situações de ameaça distintas. Considerando a AOO restrita da espécie e a degradação de seu habitat, C. pentadactylum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cycnoches%20pentadactylum","Mata Atlântica"],
    [3383,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium blanchetii","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium blanchetii tem ocorrência registrada para os estados doCeará, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, desenvolve-se em ambientes de Caatinga e Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de 1.653.721km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium blanchetii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20blanchetii","Caatinga, Cerrado"],
    [3384,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium braemii","L.C.Menezes","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Clyrtopodium braemii é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás e São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência de 573.464km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Clyrtopodium braemii éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20braemii","Cerrado"],
    [3385,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium brandonianum","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium brandonianum tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, desenvolve-se em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.Possui uma extensão de ocorrência de 936.969km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma,Cyrtopodium brandonianum  é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20brandonianum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3386,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium caiapoense","L.C.Menezes","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium caiapoense é uma orquídea terrestre, com pseudobulbos enterrados. A AOO é de 16km² e está sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. Os registros disponíveis estão em áreas que sofrem ameaças intensas, como urbanização, efeitos de introdução de Pinus sp., fragmentação, agricultura e/ou pecuária e mineração para extração de níquel. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerável\" (VU). Além disso, a espécie não está registrada em unidade de conservação e caso nãoseja realizada nenhuma ação de conservação, a espécie pode ser avaliada em uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20caiapoense","Cerrado"],
    [3387,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium dusenii","Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium dusenii é uma espécieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Possui uma extensão de ocorrência de 39.287km². Apesar de a espécie ocorrer em áreasde grande interferência antrópica, ocorre em Áreas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais, possui capacidade de rebroto após passagem de fogo e apresenta umadistribuição ampla. Desta forma, Cyrtopodium dusenii éuma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudos populacionais e deexploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.?","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20dusenii","Cerrado"],
    [3388,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium flavum","Link & Otto ex Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium flavum possui umaampla distribuição no Brasil ocorrendo em ambientes de Cerrado e MataAtlântica, nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe,Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarinae Rio Grande do Sul. A espécie está bem representada em Áreas Protegidas nosestados onde ocorre e desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais. Destaforma, pode-se dizer que Cyrtopodiumflavum é uma espécie Menos preocupante (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20flavum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3389,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium fowliei","L.C.Menezes","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium fowliei tem ocorrência registrada para os estados de Roraima, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, desenvolve-se em ambientes de Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de 350.875km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium fowliei é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20fowliei","Cerrado"],
    [3390,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium gigas","(Vell.) Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium gigas tem ocorrência registrada para os estados da Região Sul e Sudeste, além de Alagoas,   Paraíba, Pernambuco e Bahia, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de 862.418km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium gigas é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20gigas","Mata Atlântica"],
    [3391,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium hatschbachii","Pabst","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium hatschbachii é endêmica do Brasil e ocorre nos Estados de Goiás, Minas Gerais, São Pauloe, possivelmente, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de amplamente distribuída, sua ocorrência está restrita a áreas brejosas ou permanentemente alagadas associadas aos biomas Cerrado e Mata Atlântica. A espécie apresenta uma AOO de apenas 16 km². Foram identificadas ao menos três situações de ameaça, com base na distribuição dos pontos deocorrência do táxon: região metropolitana de São Paulo (SP), Uberlândia (MG) e Jataí (GO). Todas sofrem efeitos significativos da expansão urbana, que representam ameaças para a sobrevivência da espécie. Assim, C. hatschbachii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20hatschbachii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3392,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium holstii","L.C.Menezes","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium holstii tem ocorrência registrada para os estados do Pará, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas e Espírito Santo, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica e Caatinga.Possui uma extensão de ocorrência de 1.517.105km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas e é amplamente distribuída.Desta forma, Cyrtopodium holstii é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20holstii","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3393,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium lamellaticallosum","J.A.N.Bat. & Bianch.","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium lamellaticallosum é uma espécie exclusiva do Estado de Minas Gerais, com registros efetuados a cerca de 1.400 m de altitude. Ocorre em Campos Rupestres na Serra da Moeda. É restrita a uma EOO de 30,70 km², e a localidade em que a espécie é encontrada está extremamente ameaçada por atividades mineradoras altamente impactantes. Devido à sua distribuição extremamenterestrita, à sua raridade e à acentuada perda de habitat verificada, C. lamellaticallosum está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20lamellaticallosum","Cerrado"],
    [3394,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium latifolium","Bianch. & J.A.N.Bat.","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium latifolium tem registros exclusivos do Distrito Federal, ocorrendo em Campos Secosassociados ao bioma Cerrado, no município de Brasília. É restrita a uma EOO de 74,36 km². A localidade em que a espécie é encontrada está bastante ameaçada pela fragmentação resultante do desenvolvimento urbano. Devido à sua distribuição extremamente restrita, à sua raridade e à perda de hábitat, C. latifolium está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20latifolium","Cerrado"],
    [3395,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium linearifolium","J.A.N.Batista & Bianchetti","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium linearifolium tem registros exclusivos para o Estado de Goiás, ocorrendo em CamposRupestres em altitudes elevadas. É extremamente restrita e tem a EOO menor do que 10 km². A localidade em que a espécie é encontrada está extremamente ameaçada pelos incêndios indiscriminados, que assolam a região ano após ano sem nenhum controle. Devido à sua distribuição restrita, à sua raridade e ao iminente risco de queimadas potencialmente destruidoras, C. linearifoliumestá \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20linearifolium","Cerrado"],
    [3396,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium lissochiloides","Hoehne & Schltr.","VU","A2c","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Cyrtopodium lissochiloides é uma orquídea terrestre, com pseudobulbos aparentes que ocorre em terrenos brejosos nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, dos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo e Distrito Federal. A coleta-tipo foi realizada em 1917 no Butantã, em São Paulo, e nunca mais foi localizada na região, apesar de buscas extensivas no local. Outra coleta em São Paulo do mesmo ano está em um local que hoje já foi totalmente descaracterizado, convertido em área urbana.Então, a espécie tem duas subpopulações desaparecidas de um total de seis conhecidas, representando uma redução populacional de aproximadamente 30%. Portanto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU), apesar de serem necessários maiores esforços de coleta direcionados, a fim de se obter informações mais detalhadas para sua melhor avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20lissochiloides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3397,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium pallidum","Rchb.f. & Warm.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium pallidum tem ocorrência registrada para os estados da Bahia, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, desenvolve-se em ambientes de Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.Possui uma extensão de ocorrência de703.658km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma,Cyrtopodium pallidum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20pallidum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3398,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium palmifrons","Rchb.f. & Warm.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium palmifrons não é endêmica do Brasil. De acordo com dados de literatura, a espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No entanto, só foi possível acessar registros de herbário que comprovam sua ocorrência em Minas Gerais e na fronteira entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie tem uma EOO de apenas 552,93 km² e apresenta estrutura populacional severamente fragmentada. A espécie apresenta ainda AOO menor do que 20 km². Foram identificadas duas situações de ameaça distintas que afetam a perpetuação deste táxon na natureza. A região de ocorrência da espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade do habitat, sendo esta uma situação com grandes chances de perdurar no futuro. Assim, C. palmifrons foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20palmifrons","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3399,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium paludicolum","Hoehne","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie não é endêmica do Brasil. Em território nacional apresenta ampla distribuição. Assim, foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20paludicolum","Cerrado"],
    [3400,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium parviflorum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium parviflorum tem ocorrência registrada para os estados do Pará, Amazonas, Tocantins, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e Paraná , sendo a espécie de maior distribuição do gênero no Brasil possuindo uma extensão de ocorrência de 850.639km². Apesarde a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta ocorre emÁreas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuição ampla.Desta forma, Cyrtopodium parviflorum é uma espécie Menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20parviflorum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3401,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium poecilum var. roseum","Bianch. & J.A.N.Bat.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium poecilum var. roseum é uma espécie endêmica do Brasil, que ocorre em Minas Gerais e,possivelmente, na fronteira entre os Estados de Tocantins e Bahia. Ambas as regiões sofrem reduções significativas de cobertura vegetal devido à agricultura e foram consideradas como situações de ameaça distintas que incidem sobre a população da espécie. O município de Luís Eduardo Magalhães (BA) é um dos municípios brasileiros com maior atividade neste segmento, sendo a cultura da soja e do algodão as principais razões para o desmatamento intensivo verificado na região. Desse modo, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat, o que constitui uma ameaça à sua sobrevivência. Assim, C. poecilum var. roseum foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20poecilum%20var.%20roseum","Cerrado"],
    [3402,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium triste","Rchb.f. & Warm.","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium triste é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo. Entretanto, só foi possível acessar testemunhos para os Estados de Minas Gerais e Goiás. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, com base na distribuição dos pontos de ocorrência. A espécie tem distribuição restrita (EOO=10.339,43 km², AOO=24 km²) a Formações Campestres e está sujeita a declínio da qualidade de habitat. Assim, C. triste foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20triste","Cerrado"],
    [3403,"ORCHIDACEAE","Dichaea anchorifera","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dichaea anchorifera apresenta distribuição relativamente ampla na Mata Atlântica, ao longo da qual suspeita-se que seja frequente. A espécie é localmente abundante, ocorre em trechos extensos e bem preservados de floresta, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichaea%20anchorifera","Mata Atlântica"],
    [3404,"ORCHIDACEAE","Dichaea mosenii","Cogn.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dichaea mosenii é uma espécie rara da Mata Atlântica, cuja ocorrência é praticamente restrita a unidades de conservação. A espécie habita áreas de floresta em altitudes intermediárias, muitas das quais foram afetadas em maior ou menor grau pela ação humana, dependendo da região. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio populacional ou mesmo extinção local em algumas áreas, devido ao desmatamento e à degradação do seu habitat, o que pode ter levado as subpopulaçõesremanescentes a estarem confinadas em áreas protegidas atualmente. D. mosenii está sujeita a cinco situações de ameaça distintas, e pelo exposto, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichaea%20mosenii","Mata Atlântica"],
    [3405,"ORCHIDACEAE","Dimerandra emarginata","(G.Mey.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dimerandra emarginata apresenta distribuição geográfica bastante ampla e é localmente muito abundante.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerandra%20emarginata","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3406,"ORCHIDACEAE","Dryadella auriculigera","(Rchb.f.) Luer","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dryadella auriculigera foi descrita a partir de um espécime coletado em um local que atualmente seencontra altamente urbanizado. Sendo esse o único registro de ocorrência conhecido desta espécie, o habitat em sua localidade-tipo, portanto, declinou quase completamente em extensão. Devido a isso, suspeita-se que também possa ter ocorrido declínio na EOO e AOO, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO é de 4 km², o que evidencia a distribuição restritadeste táxon, podendo ser considerada possivelmente extinta na natureza. Recomenda-se que se tente localizar indivíduos de D. auriculigera nos remanescentes de floresta que ainda existem próximos à localidade-tipo para que seja possível uma avaliação de risco de extinção mais precisa, pelo exposto, a espécie está atualmente \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20auriculigera","Mata Atlântica"],
    [3407,"ORCHIDACEAE","Dryadella gomesferreirae","(Pabst) Luer","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas pelo material tipo, que não possui localidade definida. Espécie possivelmente extinta, de modo que sua existência na natureza deve ser verificada.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20gomesferreirae","Mata Atlântica"],
    [3408,"ORCHIDACEAE","Dryadella kautskyi","(Pabst) Luer","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Não há registros de ocorrência da espécie. Dados insuficientes para avaliação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3409,"ORCHIDACEAE","Dryadella lilliputiana","(Cogn.) Luer","VU","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dryadella lilliputiana é uma espécie epifítica ocorrente em florestas com Araucária. Seu hábitat foialvo de um intenso desmatamento ao longo do último século, de onde se suspeita que a espécie venha sofrendo declínio na AOO, na EOO e na qualidade do habitat e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Também é possível suspeitar que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. A espécie está sujeita a seis situações de ameaça, esua AOO de 24 km² possibilitou sua categorização como \"Vulnerável\" (VU).","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20lilliputiana","Mata Atlântica"],
    [3410,"ORCHIDACEAE","Dryadella susanae","(Pabst) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dryadella susanae é uma planta extremamente rara, conhecida apenas pelo material-tipo. A espécie foi coletada em uma região em que a Mata Atlântica foi bastante alterada pela ação humana, o que permite suspeitar que esteja havendo declínio na extensão e na qualidade de seu habitat, assim como no número de indivíduos maduros da população. Com AOO de 4 km², a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20susanae","Mata Atlântica"],
    [3411,"ORCHIDACEAE","Dungsia harpophylla","(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dungsia harpophylla é uma espécie extremamente ornamental, que apresenta distribuição geográficarestrita. Sua EOO é de 6.541,76 km², e o número de situações de ameaça a qual está sujeita é inferior a dez. A espécie sofre com a coleta de plantas para fins ornamentais, e também com o desmatamento das florestas que habita, incidente em todos os municípios nos quais sua ocorrência foi registrada. Devido a esses fatores, suspeita-se que esteja havendo declínio na extensão e na qualidade de seu habitat, e também no número de indivíduos maduros da espécie. Por esses motivos, encontra-se \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dungsia%20harpophylla","Mata Atlântica"],
    [3412,"ORCHIDACEAE","Dungsia kautskyi","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dungsia kautskyii é uma espécie extremamente ornamental com ocorrência pontual, sendo conhecidapor apenas uma subpopulação. A espécie habita florestas entre 600 e 800 m de altitude no município de Domingos Martins (ES), onde mais de 75% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Suspeita-se que seu habitat venha declinando em extensão e qualidade, assim como o número de indivíduos maduros,que sofrem também com a coleta para fins ornamentais. A AOO é de 4 km², o que aliado aos outros dados permitem categorizar D. kautski como \"Criticamente emperigo\" (CR). O empreendimento de ações de conservação direcionadas à espécie, tanto in situ quanto ex situ, é fortemente recomendado.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dungsia%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3413,"ORCHIDACEAE","Elleanthus linifolius","C.Presl","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Elleanthus linifolius apresenta distribuição muito ampla, ocorrendo inclusive em áreas isoladas na Amazônia, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elleanthus%20linifolius","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3414,"ORCHIDACEAE","Eltroplectris calcarata","(Sw.) Garay & Sweet","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eltroplectris calcarata é uma espécie amplamente distribuída, ocorrendo principalmente ao longo do litoral mas também na Chapada Diamantina. A espécie não possui apelo ornamental e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eltroplectris%20calcarata","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3415,"ORCHIDACEAE","Eltroplectris kuhlmanniana","(Hoehne) Pabst","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eltroplectris kuhlmanniana é conhecida apenas pelo material-tipo, cuja localidade de coleta é incerta.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eltroplectris%20kuhlmanniana","Mata Atlântica"],
    [3416,"ORCHIDACEAE","Encyclia advena","(Rchb.f.) Porto & Brade","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Encyclia advena apresenta distribuição muito ampla no Brasil, podendo ocupar diversos tipos de habitat. Está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20advena","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3417,"ORCHIDACEAE","Encyclia argentinensis","(Speg.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Encyclia argentinensis apresenta distribuição bastante ampla, ocorrendo em distintos tipos de habitat. Entretanto, não há informações sobre a ocorrência da espécie em Unidades de Conservação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20argentinensis","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3418,"ORCHIDACEAE","Encyclia bragancae","Ruschi","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Encyclia bragancae é uma espécie rara que apresenta distribuição restrita, tendo uma EOO de 539,31 km². O número de situações de ameaça é inferior a cinco, além disso, os locais onde a espécie foi registrada estão sujeitos a uma série de ameaças. No município de Santa Teresa (ES), 80% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. No Caparaó, a incidência de incêndios causados pelo homem é frequente e ocorrem de maneira intensa, nessa área, a espécie não é coletada há quase 40 anos, apesar de buscas terem sido realizadas recentemente. Devido a esses fatores e à provável coleta de indivíduos para fins ornamentais, suspeita-se que E. bragancae venha sofrendo com o declínio tanto na extensão e na qualidade de seu habitat quanto no número de indivíduos maduros, suspeita-se ainda que suas subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Por esses motivos, E. bragancae encontra-se em \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20bragancae","Mata Atlântica"],
    [3419,"ORCHIDACEAE","Encyclia fowliei","Duveen","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Não há registros de ocorrência da espécie. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20fowliei","Mata Atlântica"],
    [3420,"ORCHIDACEAE","Epidendrum addae","Pabst","VU","B1ab(v),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum addae apresenta distribuição não muito ampla ao longo da costa Atlântica e é conhecidapor um pequeno número de coletas. A EOO da espécie é de 11.681,58 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. A espécie apresenta especificidade de habitat, dependendo de florestas bem conservadas situadas em uma faixa altitudinal bastante estreita. Suspeita-se que a espécie esteja sujeita à coleta para fins ornamentais, o que pode estar causando declínio no número de indivíduos maduros da população. Por esses motivos, E. addae foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20addae","Mata Atlântica"],
    [3421,"ORCHIDACEAE","Epidendrum ansiferum","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum ansiferum é amplamente distribuída, não apresenta especificidade de habitat e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20ansiferum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3422,"ORCHIDACEAE","Epidendrum caldense","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum caldense apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica, onde ocorre em diferentes fisionomias florestais. Entretanto, a espécie é pobremente representada em Unidades de Conservação, o que aponta para a necessidade de se estabelecer áreas protegidas que contemplem os seus habitats.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20caldense","Mata Atlântica"],
    [3423,"ORCHIDACEAE","Epidendrum carpophorum","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum carpophorum apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorre em diversas fisionomias florestais, inclusive em áreas  isoladas na Amazônia, e está representada em Unidades de Conservação.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20carpophorum","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3424,"ORCHIDACEAE","Epidendrum chlorinum","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum chlorinum apresenta distribuição geográfica relativamente ampla na região Sudeste, dentro da qual suspeita-se que seja frequente. A espécie ocorre em diversas fitofisionomias, pode formar grandes subpopulações e está representada em algumas Unidades de conservação de proteção integral.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20chlorinum","Mata Atlântica"],
    [3425,"ORCHIDACEAE","Epidendrum coronatum","Ruiz & Pav.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum coronatum apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20coronatum","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3426,"ORCHIDACEAE","Epidendrum cristatum","Ruiz & Pav.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum cristatum apresenta distribuição geográfica bastante ampla, ocorre em diferentes fitofisionomias e está representada em ao menos uma Unidade de Conservação de proteção integral.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20cristatum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3427,"ORCHIDACEAE","Epidendrum dendrobioides","Thunb.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum dendrobioides apresenta distribuição geográfica muito ampla, sendo bastante frequente em boa parte das regiões em que ocorre. A espécie habita diversas fitofisionomias e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20dendrobioides","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3428,"ORCHIDACEAE","Epidendrum ecostatum","Pabst","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum ecostatum tem sua população sujeita a cinco situações de ameaça e tem sido exposta àcoleta de plantas para fins ornamentais, o que pode acarretar um declínio populacional da espécie. Tem distribuição relativamente ampla (EOO=73.779,13 km²), porém encontra-se \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20ecostatum","Mata Atlântica"],
    [3429,"ORCHIDACEAE","Epidendrum filicaule","(Sw.) Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendum filicaule apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20filicaule","Mata Atlântica"],
    [3430,"ORCHIDACEAE","Epidendrum geniculatum","Barb.Rodr.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum geniculatum é uma espécie que habita florestas em altitudes intermediárias ao longo de um trecho razoavelmente extenso da costa Atlântica do Brasil, entre o Espírito Santo e Santa Catarina. Entretanto, o habitat da espécie vem declinando em extensão e qualidade em alguns locais, principalmente nas cidades de Florianópolis e Rio de Janeiro, devido a uma série de fatores como a expansão urbana, a incidência de incêndios, entre outras. Além disso, E. geniculatum ocorre em menos de 10 situações de ameaça. Assim, é possível suspeitar que a espécie venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20geniculatum","Mata Atlântica"],
    [3431,"ORCHIDACEAE","Epidendrum henschenii","Barb.Rodr.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum henschenii tem AOO de 24 km² e está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Emalguns dos locais onde foi encontrada, seu habitat vem declinando drasticamente em extensão e qualidade. No município de Angatuba (SP), onde desde 1966 a espécie não é coletada, mais de 97% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido a isso, é possível suspeitar que a espécie tenha se extinguido localmente, acarretando declínio na EOO, na AOO e no número de localidades, de subpopulações e de indivíduos maduros. Na região da Serra do Japi (SP), a espécie também está sujeita a uma série de ameaças, que levaram ao desmatamento de quase 85% da Mata Atlântica no município de Jundiaí, no qual a serra se encontra. Segundo informações, a espécie também ocorre no Estado do Paraná, porém registros de ocorrência não foram localizado.Pelo exposto, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomenda-se a realização de ações de conservação insitu direcionadas a E. henschenii, como a restauração de habitats e a seleção de áreas para o estabelecimento de novas áreas protegidas.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20henschenii","Mata Atlântica"],
    [3432,"ORCHIDACEAE","Epidendrum hololeucum","Barb.Rodr.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum hololeucum apresenta distribuição relativamente ampla ao longo da costa Atlântica e ocorre em alguns locais que abrigam remanescentes expressivos de floresta, inclusive em algumas Unidades de Conservação. Entretanto, alguns locais onde a espécie foi coletada são bastante desmatados, o que, somado à coleta de plantas para fins ornamentais, permite suspeitar que E. hololeucum possa estar sofrendo declínio na extensão e qualidade do habitat e no número de indivíduos maduros. Devido a isso, a espécie pode vir a ser ameaçada no futuro.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20hololeucum","Mata Atlântica"],
    [3433,"ORCHIDACEAE","Epidendrum infaustum","Rchb.f.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informações disponíveis sobre a distribuição gegráfica de Epidendrum infaustum são um tanto desencontradas. Dados insuficientes para avaliação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20infaustum","Mata Atlântica"],
    [3434,"ORCHIDACEAE","Epidendrum kautskyi","Pabst","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Não há registros de ocorrência de Epidendrum kautskyi. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3435,"ORCHIDACEAE","Epidendrum macrocarpum","Rich.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum macrocarpum apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em áreas bastante isoladas da Amazônia.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20macrocarpum","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3436,"ORCHIDACEAE","Epidendrum martianum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum martianum apresenta distribuição geográfica ampla, habita diferentes tipos de vegetação e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20martianum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3437,"ORCHIDACEAE","Epidendrum paranaense","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum paranaense é amplamente distribuída ao longo de boa parte da costa Atlântica e também na cadeia do Espinhaço. A espécie está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20paranaense","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3438,"ORCHIDACEAE","Epidendrum polyanthum","Lindl.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Embora a flora do Brasil indique uma distribuição geográfica relativamente ampola para E. polyanthum, não há registros de herbário da espécie, e praticamente nenhum informação disponível sobre ela. Dados insuficientes para avaliação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20polyanthum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3439,"ORCHIDACEAE","Epidendrum proligerum","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum proligerum apresenta distribuição ampla, habita diferentes fisionomias florestais e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20proligerum","Mata Atlântica"],
    [3440,"ORCHIDACEAE","Epidendrum robustum","Cogn.","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum robustum é uma espécie com distribuição não muito ampla no bioma Mata Atlântica.A EOO é de 10.638,77 km² e o número de situações de ameaça é inferior a dez. Suspeita-se que, devido ao elevado grau de desmatamento dos municípios capixabas em que a espécie foi coletada, esteja havendo um declínio contínuo na qualidade de seu habitat, uma vez que a vegetação rupícola depende das florestas que compõem a zona tampão do entorno dos afloramentos rochosos. Por esses motivos, E. robustum foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20robustum","Mata Atlântica"],
    [3441,"ORCHIDACEAE","Epidendrum saxatile","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum saxatile apresenta distribuição geográfica ampla, ocorre em diferentes tipos de vegetação e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20saxatile","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3442,"ORCHIDACEAE","Epidendrum secundum","Jacq.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum secundum é amplamente distribuída no Brasil, e muito frequente ao longo de quase toda a costa Atlântica.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20secundum","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3443,"ORCHIDACEAE","Epidendrum tridactylum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum tridactylum apresenta distribuição geográfica bastante ampla, ocorre em diversos tipos de habitat e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20tridactylum","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3444,"ORCHIDACEAE","Epidendrum vesicatum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum vesicatum apresenta distribuição bastante ampla ao longo da costa Atlântica, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20vesicatum","Mata Atlântica"],
    [3445,"ORCHIDACEAE","Epidendrum zappii","Pabst","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum zappii é uma epífita com distribuição muito restrita, ocorrendo em apenas duas localidadesdistantes cerca de 50 km entre si. Em uma delas, no município de Alegre (ES), mais de 90% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo um forte declínio no número de indivíduos maduros da espécie, e que apenas no ParqueNacional do Caparaó exista uma subpopulação viável de E. zappii. A EOO é de 234,09 km², portanto, pelo exposto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20zappii","Mata Atlântica"],
    [3446,"ORCHIDACEAE","Erycina pusilla","(L.) N.H.Williams & M.W.Chase","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erycina pusilla é muito amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erycina%20pusilla","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3447,"ORCHIDACEAE","Eulophia ruwenzoriensis","Rendle","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eulophia ruwenzoriensis é representada por um pequeno número de coletas. Entretanto, trata-se de uma espécie sem valor ornamental amplamente distribuída no Brasil. Suspeita-se que esse baixo esforço se deva ao fato de D. ruwenzoriensis ser inconspícua e por isso dificilmente visualizada em meio à vegetação campestre onde ocorre. De qualquer forma, considera-se que as informações disponíveis sejam insuficientes para avaliação de risco.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eulophia%20ruwenzoriensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3448,"ORCHIDACEAE","Eurystyles lorenzii","(Cogn.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eurystyles lorenzii é uma pequena erva epífita sem grande apelo ornamental. A espécie é localmente rara, mas apresenta distribuição no domínio da Mata Atlântica. Ocorre em remanescentes expressivos de floresta ombrófila densa, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eurystyles%20lorenzii","Mata Atlântica"],
    [3449,"ORCHIDACEAE","Galeandra beyrichii","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galeandra beyrichii ocorre em todas as regiões do Brasil e é bastante frequente em alguns setores da sua distribuição, principalmente nas regiões Sudeste e Sul.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20beyrichii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3450,"ORCHIDACEAE","Galeandra cristata","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galendra cristata é amplamente distribuída na Amazônia brasileira. Suspeita-se que a espécie ocorra ao longo de toda a fronteira norte do país, o que inclui vastas áreas de floresta praticamente inalteradas pela ação humana.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20cristata","Amazônia"],
    [3451,"ORCHIDACEAE","Galeandra paraguayensis","Cogn.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galeandra paraguayensis apresenta distribuição ampla no domínio do Cerrado. Entretanto, devido à acelerada destruição dos seus habitats e ao seu potencial uso ornamental, suspeita-se que a espécie possa vir a ser ameaçada no futuro.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20paraguayensis","Cerrado"],
    [3452,"ORCHIDACEAE","Galeandra styllomisantha","(Vell.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galeandra styllomisantha ocorre em todas as regiões brasileiras, incluindo áreas remotas da Amazônia, e é bastante frequente na região Centro-Oeste.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20styllomisantha","Amazônia, Cerrado"],
    [3453,"ORCHIDACEAE","Galeottia ciliata","(Morel) Dressler & Christenson","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de estar representada por poucos registros de herbário, Galeottia ciliata apresenta distribuição bastante ampla no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiões do país.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeottia%20ciliata","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3454,"ORCHIDACEAE","Geoblasta penicillata","(Rchb.f.) Hoehne ex M.N.Correa","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Geoblasta penicillata é uma espécie terrestre muito rara, ocorrente em Formações Campestres daregião Sul do Brasil. Os habitats da espécie vêm sendo continuamente degradados devido à rápida expansão de atividades agropecuárias e silviculturais, o que permite suspeitar que G. penicillata esteja sofrendo declínio no número de indivíduos maduros. Em Curitiba (PR), onde a espécie é representada apenas por coletas muito antigas, é possível suspeitar que a mesma tenha sido extinta localmente,levando a um declínio também na AOO e no número de subpopulações. A EOO é de 559,84 km², eo número de situações de ameaça que incidem sobre a espécie é inferior a cinco, portanto, G. penicillata foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geoblasta%20penicillata","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3455,"ORCHIDACEAE","Gomesa doeringii","(Hoehne) Pabst","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gomesa doeringii é uma espécie sobre a qual existe pouquíssima informação. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20doeringii","Mata Atlântica"],
    [3456,"ORCHIDACEAE","Gomesa glaziovii","Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gomesa glaziovii é amplamente distribuída no domínio da Mata Atlântica, ocorrendo da Bahia a Santa Catarina. A espécie está representada em várias Unidades Unidades de Conservação de proteção integral, algumas delas abrigando remanescentes expressivos de florestas.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [3457,"ORCHIDACEAE","Gomesa gomezoides","(Barb.Rodr.) Pabst","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gomesa gomezoides apresenta uma ampla distribuição geográfica e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20gomezoides","Mata Atlântica"],
    [3458,"ORCHIDACEAE","Gongora bufonia","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gongora bufonia apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica, e ocorre em alguns dos remanescentes florestais mais expressivos do Bioma, incluindo Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongora%20bufonia","Mata Atlântica"],
    [3459,"ORCHIDACEAE","Gongora quinquenervis","Ruiz & Pav.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gongora quinquenervis é uma espécie com ampla distribuição nas regiões Norte e Nordeste. Suspeita-se que a espécie ocorra em boa parte da Amazônia brasileira.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongora%20quinquenervis","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3460,"ORCHIDACEAE","Govenia utriculata","(Sw.) Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Govenia uticulata é amplamente distribuída, habita diversas fitofisionomias e é bastante frequente em algumas das suas regiões de ocorrência.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Govenia%20utriculata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3461,"ORCHIDACEAE","Grandiphyllum divaricatum","(Lindl.) Docha Neto","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grandiphyllum divaricatum apresenta distribuição não muito ampla na Mata Atlântica da regiãoSudeste. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio populacional contínuo em função da coleta de plantas para fins ornamentais. É possível também suspeitar que G. divaricatum tenha se extinguido localmente na cidade de São Paulo, onde foi coletada há quase 100 anos, levando a um declínio na AOO e no número de subpopulações. Somado a isso, vários dos locais de ocorrênciaencontram-se gravemente desmatados e fragmentados, acarretando um forte declínio na qualidade do habitat remanescente. Devido ao seu hábito epifítico, é possível suspeitar que G. divaricatum apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma e levando em conta as ameaças às quais está submetida, é possível suspeitar que a espécie possa sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos caso nenhuma medida de conservação necessária seja executada. Pelo exposto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grandiphyllum%20divaricatum","Mata Atlântica"],
    [3462,"ORCHIDACEAE","Grandiphyllum hians","(Lindl.) Docha Neto","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grandiphyllum hians ocorre no bioma Mata Atlântica, onde é representada por registros bastante esparsos Suspeita-se que a espécie seja localmente rara, e esteja sofrendo um declínio populacional contínuo devido à coleta para fins ornamentais e à acentuada perda e degradação de seu habitat em alguns dos locais de ocorrência, como Jundiaí e Piracicaba (SP). Levando em conta seu hábito epifítico, é possível suspeitar também que a espécie apresente um crescimento lento, de forma queseu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Assim, considerando a sua raridade e as ameaças às quais se encontra submetida, suspeita-se que G. hians possa sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos, caso nenhuma das ações de conservaçãonecessárias seja executada. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grandiphyllum%20hians","Mata Atlântica"],
    [3463,"ORCHIDACEAE","Grobya cipoensis","F.Barros & Lourenço","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grobya cipoensis é uma espécie com distribuição pontual (AOO=4 Km²) e habitat altamente específico, ocorrendo apenas na Serra do Cipó, MG, como epífita sobre a Canela-de-ema Vellozia gigantea N.L.Menezes & Mello-Silva. O habitat da espécie é ameaçado pela incidência frequente de incêndios e pela invasão por gramíneas exóticas invasoras de alto poder competitivo. Além disso, G. cipoensis tem potencial ornamental, sendo, portanto, possível suspeitar que a coleta de plantas, junto com a degradação do seu habitat, esteja contribuindo para o declínio do número de indivíduos maduros. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grobya%20cipoensis","Cerrado"],
    [3464,"ORCHIDACEAE","Grobya fascifera","Rchb.f.","VU","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grobya fascifera é uma epífita endêmica das florestas pluviais da costa Atlântica, ocorrendo entre SãoPaulo e o nordeste do Rio Grande do Sul. A espécie é representada por poucos registros esparsos, praticamente todos feitos há mais de 40 anos. O habitat de G. fascifera vem sofrendo declínio em extensão e qualidade em alguns dos locais de coleta, como por exemplo, nas cidades de Florianópolis e São Paulo. Nesta última, a espécie não é coletada há quase 80 anos, o que permite suspeitar quea mesma tenha sido localmente extinta, ocasionando assim declínio na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Com AOO de 40 km² e número de situações de ameaça inferior a dez, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grobya%20fascifera","Mata Atlântica"],
    [3465,"ORCHIDACEAE","Habenaria achalensis","Kraenzl.","VU","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria achalensis é uma espécie campestre que apresenta distribuição ampla no Brasil, que abrange parte dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Entretanto, a espécie é representada por um número relativamente baixo de registros esparsamente distribuídos, a maioria deles em locais sujeitos a uma ou mais ameaças. Nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Poços de Caldas (MG) e Campos do Jordão (SP), o habitat da espécie é bastante ameaçado principalmente pela expansão urbana. Em Linhares (ES), e nos Campos de Altitude de Santa Catarina, as principais ameaças são atividades agropecuárias e silviculturais, que vêm suprimindo grandes áreas de habitat potencial deste táxon. Todos esses fatores indicam uma clara redução na extensão e qualidade do habitat, a qual permite suspeitar que esteja ocorrendo um declínio no número de indivíduos maduros da população. A AOO é de 44 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20achalensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3466,"ORCHIDACEAE","Habenaria aphylla","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Em uma revisão muito recente do gênero, Habenaria aphylla foi considerada sinônimo de H. crucifera, espécie considerada válida na Lista do Brasil, mas com distribuição pouco compreendida nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. É necessária uma melhor delimitação da ocorrência do táxon para realizar a avaliação de risco de extinção.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20aphylla","Cerrado"],
    [3467,"ORCHIDACEAE","Habenaria armata","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria armata apresenta distribuição geográfica muito ampla, ocorrendo inclusive em áreas remotas da Amazônia brasileira.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20armata","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3468,"ORCHIDACEAE","Habenaria brachyplectron","Hoehne & Schltr.","CR","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria brachyplectron habita Formações Campestres em uma única localidade da Serra do Mar,próxima à cidade de São Paulo. A espécie apresenta uma AOO de 4 km² e está sujeita à degradação do seu habitat devido à enorme emissão de poluentes que ocorre em várias cidades do entorno, além da pressão exercida pela expansão urbana desordenada. H. brachyplectron não é coletada há 86 anos, de onde se suspeita que possa estar extinta na natureza, por esses motivos, foi considerada\"Criticamente em perigo\" (CR). Esta espécie demanda esforços de coleta direcionados, que possibilitem o encontro de subpopulações viáveis e que forneçam mais dados que permitam uma avaliação de risco de extinção mais precisa.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20brachyplectron","Mata Atlântica"],
    [3469,"ORCHIDACEAE","Habenaria culicina","Rchb.f. & Warm.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria culicina é uma espécie sem apelo ornamental com distribuição geográfica ampla no território brasileiro, ocorrendo desde o Paraná até o Tocantins.","2012-12-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20culicina","Amazônia, Cerrado"],
    [3470,"ORCHIDACEAE","Habenaria ernestulei","Hoehne","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria ernestulei é uma espécie de ocorrência em ambientes campestres, sendo considerada umendemismo da Serra da Mantiqueira. Apenas duas subpopulações são conhecidas, e ambas estão sujeitas a ameaças. Em Campos do Jordão (SP), a expansão urbana desordenada e a especulação imobiliária vem levando à redução dos ecossistemas naturais, como os Campos de Altitude e florestas de Araucária (Florestas Ombrófilas Mistas). Já nos Campos de Altitude do Planalto do Itatiaia, a incidência frequente de incêndios vem constituindo uma ameaça constante à vegetação. Devido a esses fatores, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio contínuo no número de indivíduos de H. ernestulei. Com EOO de 548,42 km² e número de situações de ameaça inferior a cinco, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20ernestulei","Mata Atlântica"],
    [3471,"ORCHIDACEAE","Habenaria exaltata","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria exaltata é uma espécie com ampla distribuição em áreas campestres, ocorrendo do Rio Grande do Sul a Minas Gerais. Não há informações sobre a ocorrência da espécie em Unidades de Conservação, o que aponta para a necessidade do estabelecimento de áreas protegidas que protejam os habitats de H. exaltata.","2012-05-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20exaltata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3472,"ORCHIDACEAE","Habenaria galeandriformis","Hoehne","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria galeandriformis é uma espécie de ocorrência em áreas de fisionomia predominantementecampestre, cujo único registro de herbário disponível localiza-se em uma região de Cerrado do Estado de São Paulo. Essa vegetação foi quase completamente destruída no Estado, e as poucas áreas remanescentes são pequenas e estão sujeitas a uma série de ameaças, como a invasão por gramíneas nativas, pastejo pela criação de gado extensiva, desmatamento e incidência de incêndios. Devidoa isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na EOO e AOO (EOO=273,19 km², AOO=4 km²), e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20galeandriformis","Mata Atlântica"],
    [3473,"ORCHIDACEAE","Habenaria gourlieana","Gill. ex Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria gourlieana é amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país. Está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20gourlieana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3474,"ORCHIDACEAE","Habenaria hexaptera","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria hexaptera apresenta distribuição bastante ampla no Brasil e ocorre em diversas fitofisionomias. Está representada em ao menos uma Unidade de Conservação de proteção integral.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20hexaptera","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3475,"ORCHIDACEAE","Habenaria hydrophila","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Segundo a revisão taxonômica do gênero publicada recentemente, Habenaria hydrophila é muito próxima de H. brevidens, e a distinção entre elas não é clara. É necessário que os taxa em questão sejam melhor delimitados para que se possa avaliar adequadamente o risco de extinção.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20hydrophila","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3476,"ORCHIDACEAE","Habenaria itaculumia","Garay","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria itaculumia é uma espécie com distribuição pontual na Serra de Itacolomi (MG), de distribuição extremamente restrita (EOO=313,67 km², AOO=8 km²). A região do Quadrilátero Ferrífero, onde a referida serra está situada, vem sendo continuamente degradada devido a atividades de mineração a céu aberto, que exploram principalmente o ferro dos Campos Rupestres ferruginosos que aí ocorrem. Além disso, o Parque Estadual do Itacolomi foi atingido recentemente por um incêndio de grandes proporções, que afetou quase toda a área da unidade de conservação. Devido aisso, suspeita-se que, além de um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu habitat, H. itaculumia esteja sofrendo também declínio no número de indivíduos maduros. Por não ter registros de coleta recentes, é possível suspeitar que a espécie esteja extinta na natureza, por esses motivos, considera-se este táxon \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20itaculumia","Cerrado"],
    [3477,"ORCHIDACEAE","Habenaria jordanensis","(J.E.Leite) Garay","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","H. jordanensis, de acordo com a revisão recentemente publicada sore o gênero, provavelmente é uma forma pelórica (ou seja, com as pétalas laterais modificadas, semelhantes ao labelo) de H. edwallii. A circunscrição do taxon deve ser melhor estabelecida, para que ser possa avaliar seu risco de extinção.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20jordanensis","Mata Atlântica"],
    [3478,"ORCHIDACEAE","Habenaria leucosantha","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria leucosantha apresenta distribuição bastante ampla no Brasil, ocorrendo desde o Rio Grande do Sul até Tocantins.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20leucosantha","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3479,"ORCHIDACEAE","Habenaria macronectar","(Vell.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria macronectar apresenta distribuição ampla no domínio da Mata Atlântica, dentro da qual suspeita-se que seja bastante frequente. Está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20macronectar","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3480,"ORCHIDACEAE","Habenaria novaesii","Edwall & Hoehne","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria novaesii é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1909 em Campinas (SP). Alocalidade-tipo e toda a região do entorno encontram-se completamente modificadas pela ação humana, seja pela expansão urbana, seja por atividades agropecuárias altamente impactantes. Devido a isso, é possível suspeitar que tenha ocorrido declínio na EOO e AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO de apenas 4 km² é mais um indicativo de sua distribuição extremamente restrita, o que aliado à ausência de coletas recentes, permite-se suspeitar que a espécie esteja possivelmente extinta. Por esses motivos, H. novaesii foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando esforços de coleta direcionados com o intuito de se encontrar novas subpopulações.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20novaesii","Mata Atlântica"],
    [3481,"ORCHIDACEAE","Habenaria nuda","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria nuda apresenta distribuição bastante ampla no Brasil, abrangendo quase todas as regiões do país.","2012-05-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20nuda","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3482,"ORCHIDACEAE","Habenaria piraquarensis","Hoehne","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria piraquarensis apresenta distribuição muito restrita e é conhecida por apenas duas coletas. A EOO é de 557,79 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco, na localidade-tipo (município de Piraquara, SP), o habitat da espécie vem declinando em extensão e qualidade devido à expansão urbana. Pelo exposto, H. piraquarensis está \"Em perigo\" (EN).","2012-05-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20piraquarensis","Mata Atlântica"],
    [3483,"ORCHIDACEAE","Habenaria regnellii","Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria regnellii apresenta uma ampla distribuição no Brasil, que abrange várias regiões do país.","2012-05-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20regnellii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3484,"ORCHIDACEAE","Habenaria rodeiensis","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria rodeiensis apresenta distribuição ampla no Brasil e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20rodeiensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3485,"ORCHIDACEAE","Habenaria santensis","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informações disponíveis sobre Habenaria santensis são muitos limitadas. Dados insuficientes para uma avaliação de risco de extinção.","2012-10-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20santensis","Cerrado"],
    [3486,"ORCHIDACEAE","Habenaria schwackei","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria schwackei é uma espécie não-endêmica, sem valor ornamental e amplamente distribuída no território brasileiro. As informações disponíveis indicam que H. schwackei ocorre em pelo menos uma Unidade de Conservação de proteção integral.","2012-12-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20schwackei","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3487,"ORCHIDACEAE","Habenaria trifida","Kunth","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria trifida apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiões do país.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20trifida","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3488,"ORCHIDACEAE","Habenaria umbraticola","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria umbraticola apresenta distribuição relativamente ampla no domínio da Mata Atlântica, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20umbraticola","Mata Atlântica"],
    [3489,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia alaori","(Brieger & Bicalho) Chiron & V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia alaori é uma espécie bastante distinta e muito ornamental, com ocorrência pontual nas Florestas Úmidas do litoral sul baiano. A AOO é inferior a 10 km², e há uma situação de ameaça identificada para a espécie. A Mata Atlântica nessa região vem, desde o período colonial, sofrendo com o desmatamento e a consequente degradação de hábitats, estes são resultantes das diversas atividades econômicas que aí foram ou ainda são desenvolvidas. No município de Santa Luzia, por exemplo, foram desmatados 82% da cobertura original de floresta. Além disso, é possível suspeitar que a espécie sofra com a coleta para fins de cultivo e comercialização, acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. Sendo assim, H. alaori encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20alaori","Mata Atlântica"],
    [3490,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia brevipedunculata","(Cogn.) Chiron & V.P.Castro","VU","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia brevipedunculata é uma bela espécie de orquídea com distribuição restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço. Sua EOO é de 6.187,52 km², e o número de situações de ameaça é inferior a 10. Recentemente, um incêndio de grandes proporções atingiu quase todo o Parque Estadual do Itacolomi, no qual a espécie foi coletada na década de 1970. Devido a isso, suspeita-se que H. brevipedunculata possa ter sido localmente extinta, acarretando declínio na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Além disso, a espécie sofre com a perda e a degradação de seu habitat na maioria dos locais em que ocorre fora de unidades de conservação. Também é possível suspeitar que a coleta de indivíduos para fins ornamentais contribua diretamente para o declínio do número de indivíduos maduros de H. brevipedunculata, sendo assim, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20brevipedunculata","Cerrado"],
    [3491,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia coccinea","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia coccinea apresenta distribuição relativamente ampla no domínio Atlântico, ao longo da qual é bastante frequente, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20coccinea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3492,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia crispa","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A3d","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia crispa é uma espécie extremamente ornamental com distribuição geográfica restrita à Mata Atlântica. Suspeita-se que a espécie sofra uma pressão muitoforte de coleta para fins de cultivo e comercialização. Também é possível suspeitar, devido ao seu hábito epifítico, que a espécie apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de dez anos. Dessa forma, considerando o forte declínio populacional da espécie acarretado pelo extrativismo predatório, é possível suspeitar que H. crispa venha a sofrer uma redução no número total de indivíduos de pelo menos 30% nos próximos 30 anos. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20crispa","Mata Atlântica"],
    [3493,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia grandis","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A4cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia grandis é uma espécie de orquídea extremamente ornamental, com distribuição geográfica relativamente ampla ao longo da costa Atlântica. Seus habitats florestais litorâneos vêm sendo rapidamente desmatados ao longo de toda a sua ocorrência, e os remanescentes sofrem com várias formas de perturbação, além dos efeitos negativos da própria fragmentação da mata a que estão submetidos. Suspeita-se que H. grandis sofra uma forte pressão de coleta para fins ornamentais,acarretando um declínio populacional em praticamente todas as suas subpopulações. Também é possível suspeitar que a espécie tenha sido localmente extinta em áreas muito desmatadas, como o município de Pinheiros (ES), no qual mais de 95% da cobertura original de Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido ao seu hábito epifítico adaptado à áreas bastante sombreadas, suspeita-se que a espécie apresente crescimento lento. Além disso, sua capacidade de formar grandes colônias sugereque possa haver indivíduos bastante longevos, de onde se estima que o tempo de geração seja de pelo menos 10 anos. Assim, considerando o conjunto de ameaças às quais H. grandis está submetida e seu tempo de geração, é possível suspeitar que um período de 30 anos abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos seja suficiente para que a espécie sofra uma redução populacional de pelo menos 30%. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20grandis","Mata Atlântica"],
    [3494,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia jongheana","(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro","EN","A4acd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia jongheana é uma espécie muito ornamental submetida a uma fortíssima pressão de coleta para fins de cultivo e comercialização. Esse extrativismo predatório já levou à extinção de algumas subpopulações. Além disso, H. jongheana ocorre em locais severamente desmatados e degradados pela ação humana, como a Zona da Mata Mineira e o Quadrilátero Ferrífero. Suspeita-se que, devido ao seu hábito epifítico/rupícola e ao fato de ocorrer em ambientes com certo grau de sazonalidade, H. jongheana apresente um crescimento bastante lento, de forma que o tempo de geração da espécie é estimado em cerca de 10 anos. Considerando, portanto, as intensas ameaças às quais vem sendo submetida, é possível suspeitar que em um período de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espécie sofra um declínio populacional de pelo menos 50%, o que a leva a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20jongheana","Cerrado"],
    [3495,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia lobata","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","?Hadrolaelia lobata é uma espécie extremamente ornamental com distribuição geográfica restrita a alguns poucos afloramentos rochosos do litoral do Estado do Rio de Janeiro. A EOO é de apenas 1.287,53 km², e tem quatro situações de ameaça às quais a espécie se encontra submetida. Vem sofrendo um drástico declínio na extensão e qualidade do seu hábitat, altamente específico, devido principalmente à expansão urbana e à incidência de incêndios severos sobre a vegetação rupícola/saxícola dos afloramentos em que ocorre. Além disso, uma enorme pressão de coleta para fins de cultivo e comercialização nas suas subpopulações permite suspeitar que a espécie esteja sofrendo um forte declínio no número de indivíduos maduros. Assim sendo, H. lobata foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20lobata","Mata Atlântica"],
    [3496,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia perrinii","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia perrinii é uma espécie bastante ornamental com distribuição geográfica não muito amplano bioma Mata Atlântica, foi submetida a uma intensa pressão de coleta para fins ornamentais no passado, sendo inclusive considerada ameaçada de extinção pelos próprios colecionadores de orquídeas. Além disso, a espécie ocorre em alguns municípios severamente desmatados. Nos municípios de Queimados e São Fidélis (RJ), respectivamente 98% e 95% da cobertura original de Mata Atlântica encontram-se desmatadas. Em Cantagalo e Porciúncula (RJ) e Carangola e Coronel Pacheco (MG), esse percentual é igual ou superior a 90%. Devido ao seu hábito epifítico, suspeita-se que a espécie apresente um crescimento bastante lento, de forma que o tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, considerando o forte declínio populacional ocorrido nopassado e todas as ameaças às quais H. perrinii está submetida, é possível suspeitar que a espécie venha a sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos. Pelo exposto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20perrinii","Mata Atlântica"],
    [3497,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia pumila","(Hook.) Chiron & V.P.Castro","VU","A4cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Uma das espécies mais ornamentais do gênero, Hadrolaelia pumila é representada por registros esparsos, que abrangem parte dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Devido ao enorme apelo de suas flores, suspeita-se que H. pumila venha sofrendo, desde tempos históricos até os dias de hoje, uma fortíssima pressão de coleta para fins ornamentais. Além disso, a maioria dos seus locais de ocorrência encontra-se fortemente desmatada e perturbada pela ação humana. Mesmo no interior de unidades de conservação (SNUC), como no Parque Nacional da Serra da Canastra (MG), a espécie sofre com ameaças como a incidência de incêndios e a mineração. Devido ao seu hábito epifítico, é possível suspeitar que H. pumila apresente um crescimento bastante lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, e considerando as fortes ameaças às quais está submetida, é possível suspeitar que um período de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espécie sofra um declínio populacional de pelo menos 30%, sendo considerada, portanto, uma espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20pumila","Mata Atlântica"],
    [3498,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia purpurata","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A4acd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia purpurata é uma espécie extremamente ornamental, com distribuição restrita à Mata Atlântica. As informações disponíveis indicam claramente que a espécie vem sofrendo declínio populacional, sendo considerada extinta nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde não é coletada há respectivamente 94 e 114 anos. Muitos dos seus locais de coleta encontram-se fortemente antropizados, devido principalmente à expansão urbana. Além disso, suspeita-se que H. purpurata sofra uma fortíssima pressão de coleta em praticamente todas as suas subpopulações, com o intuito de cultivo e comercialização dos indivíduos. Estima-se que, devido ao seu hábito epifítico, apresente crescimento bastante lento e por conta disso tenha um tempo de geração de cerca de 10 anos. Considerando, portanto, todos os fatores citados, é possível suspeitar que em um período de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espécie sofra um declínio populacional de ao menos 30%, sendo considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20purpurata","Mata Atlântica"],
    [3499,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia pygmaea","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia pygmaea é uma espécie de orquídea com distribuição restrita a uma pequena região do Estado do Espírito Santo (AOO=10 km²), com duas situações de ameaças identificadas. A espécie vem sofrendo com a perda e degradação de seu hábitat em seus locais de ocorrência, particularmente no município de Fundão (ES), onde 93% da cobertura original de Mata Atlântica encontra-se desmatada. Além disso, é possível suspeitar que haja uma pressão de coleta para fins ornamentais, acarretando um declínio do número de indivíduos maduros. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20pygmaea","Mata Atlântica"],
    [3500,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia sincorana","(Schltr.) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia sincorana é uma espécie bastante ornamental com distribuição restrita à Chapada Diamantina (BA). Apresenta EOO=4.111,56 km² e número de situações de ameaça inferior a cinco. A espécie sofre com um declínio na qualidade de seu habitat, devido à incidência de incêndios periódicos intensos, e também com uma forte pressão extrativista, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20sincorana","Cerrado"],
    [3501,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia tenebrosa","(Rolfe) Chiron & V.P.Castro","EN","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia tenebrosa é uma espécie extremamente ornamental com distribuição geográfica restrita à Mata Atlântica, na qual ocorre em locais gravemente afetados pela ação humana. A espécie sofre uma intensa pressão de coleta para fins de cultivo e comercialização, o que acarretou em forte declínio populacional no passado. Suspeita-se que, devido ao seu hábito epifítico, H. tenebrosa apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, considerando as sérias ameaças às quais está submetida, é possível suspeitar que a espécie venha a sofrer um declínio populacional de pelos menos 50% nos próximos 30 anos, sendo considerada, portanto \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20tenebrosa","Mata Atlântica"],
    [3502,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia virens","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia virens é uma espécie sem muito apelo ornamental, distribuída de forma razoavelmente ampla na região Sudeste. A espécie ocorre em alguns remanescentes expressivos da Mata Atlântica, inclusive em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20virens","Mata Atlântica"],
    [3503,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia wittigiana","(Barb.Rodr.) Chiron & V.P.Castro","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia wittigiana é uma bela espécie de orquídea representada por um pequeno número de registros, esparsamente distribuídos em áreas de Florestas Montanas na região Sudeste. A AOO é de 14 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. No município de Passa Quatro (MG), onde a Mata Atlântica foi reduzida a cerca de 20% da sua área original, a espécie foi coletada apenas uma vez, em 1948. Devido a isso, suspeita-se que H. wittigiana possa ter sido localmente extinta, acarretando um declínio na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Também é possível suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais venha contribuindo para o declínio populacional da espécie, principalmente fora de unidades de conservação (SNUC). Pelo exposto, portanto, acredita-se que H. wittigiana esteja \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20wittigiana","Mata Atlântica"],
    [3504,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia xanthina","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","EN","C2a(i)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia xanthina é uma espécie muito ornamental, com distribuição geográfica restrita ao Estado do Espírito Santo. Buscas intensivas realizadas recentemente encontraram apenas 101 indivíduos da espécie, sendo cerca de 70 desses no município de Santa Teresa. Portanto, é perfeitamente possível suspeitar que haja menos de 2.500 indivíduos maduros da espécie no total, e que o número de indivíduos na maior subpopulação seja inferior a 250. Também se suspeita que, devido à coleta para fins ornamentais e ao desmatamento e degradação das florestas que habita, esteja havendo um declínio contínuo de sua população, por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20xanthina","Mata Atlântica"],
    [3505,"ORCHIDACEAE","Hapalorchis lineatus","(Lindl.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e sem apelo ornamental.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hapalorchis%20lineatus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3506,"ORCHIDACEAE","Heterotaxis sessilis","(Sw.) F.Barros","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Heterotaxis sessilis é uma espécie sem muito apelo ornamental amplamente distribuída nos neotrópicos. Suspeita-se que ocorra em boa parte da Amazônia brasileira.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterotaxis%20sessilis","Amazônia"],
    [3507,"ORCHIDACEAE","Heterotaxis valenzuelana","(A.Rich.) F.Barros","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Heterotaxis valenzuelana é uma espécie com distribuição relativamente ampla abrangendo parte das regiões Sudeste e Sul. Ocorre em remanescentes expressivos de Mata Atlântica, incluindo algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterotaxis%20valenzuelana","Mata Atlântica"],
    [3508,"ORCHIDACEAE","Hoehneella heloisae","Ruschi","CR","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoehneella heloisae apresenta distribuição geográfica pontual, ocorrendo apenas nas florestas do município de Santa Teresa (ES). A EOO é de 21,53 km² e o número de situações de ameaça é um. Devido ao desmatamento em Santa Teresa, onde cerca de 80% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio na extensão e na qualidade de seu hábitat. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehneella%20heloisae","Mata Atlântica"],
    [3509,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella briegeri","(Blumensch. ex Pabst) V.P.Castro & Chiron","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella briegeri é uma espécie bastante ornamental com distribuição restrita à Cadeia do Espinhaço (MG). Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio na qualidade do seu hábitat devido à ocorrência de incêndios anuais severos, à expansão urbana, ao turismo desordenado e a atividades agropecuárias altamente impactantes. Também é possível suspeitar que esteja ocorrendo um declínio no número de indivíduos maduros de H. briegeri devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Com EOO de 2.699,21 km² e pelas ameaças incidentes em suas subpopulações, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20briegeri","Cerrado"],
    [3510,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella caulescens","(Lindl.) H.G.Jones","EN","B2ab(ii,iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella caulescens é uma espécie muito ornamental ocorrente em Campos Rupestres quartzíticos e ferruginosos. A espécie encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça, sendo uma delas a região do Quadrilátero Ferrífero, que vem sendo devastada por atividades de mineração a céu aberto. Devido a isso e também à coleta de plantas para fins ornamentais, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na AOO, já restrita (AAO=64 km²), na área e qualidade do hábitat e no número de indivíduos maduros. Por isso, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20caulescens","Cerrado"],
    [3511,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella cinnabarina","(Batem. ex Lindl.) H.G.Jones","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella cinnabarina apresenta uma distribuição geográfica razoavelmente ampla na região Sudeste do Brasil, incluindo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado. A espécie habita diferentes tipos de habitat, incluindo campos rupestres, campos de altitude e florestas nebulares, e ocorre em um dos remanescentes mais expressivos de Mata Atlântica, na Serra do Mar fluminense. Também está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20cinnabarina","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3512,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella crispata","(Thunb.) H.G.Jones","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella crispata é uma espécie rupícola e ornamental com distribuição geográfica relativamente ampla no estado de Minas Gerais. A espécie ocorre em campos rupestres, inclusive no Quadrilátero Ferrífero, região que vem sendo devastada pela mineração de ferro a céu aberto. Além disso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio populacional decorrente da coleta de plantas para fins ornamentais. Entretanto, as informações disponíveis não permitem incluí-la em nenhuma categoria de ameaça, mas é possível que a espécie venha a ser ameaçada no futuro.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20crispata","Cerrado"],
    [3513,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella endsfeldzii","(Pabst) V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella endsfeldzii é uma espécie ornamental com distribuição geográfica pontual em Minas Gerais (AOO=4 km²). O município de Itutinga, onde a espécie ocorre, encontra-se extremamente desmatado, com 96% da cobertura original da Mata Atlântica destruída. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais, junto com a perda e degradação do hábitat da espécie, esteja levando a um declínio no número de indivíduos maduros da população. Aliado aos efeitos da fragmentação de seus hábitats naturais, os fatores expostos levam a espécie a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20endsfeldzii","Cerrado"],
    [3514,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella ghillanyi","(Pabst) H.G.Jones","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella ghillanyi é uma espécie rupícola com bastante apelo ornamental e distribuição geográfica restrita à Serra do Cipó (MG). Suspeita-se que a expansão urbana, atividades turísticas desordenadas e a ocorrência de queimadas severas estejam levando a um declínio na qualidade do hábitat da espécie, afetando sua perpetuação na natureza. Também é possível suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais esteja causando um declínio no número de indivíduos maduros. Com EOO de 516,38 km² e o número de situações de ameaça inferior e cinco, H. ghillanyi foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20ghillanyi","Cerrado"],
    [3515,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella gloedeniana","(Hoehne) Chiron & V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella gloedeniana é uma espécie bastante ornamental com distribuição pontual no Espírito Santo (AOO=4 km²). O município em que ocorre, Cachoeiro do Itapemirim, encontra-se severamente desmatado, com quase 90% da cobertura original da Mata Atlântica destruída. Devido a isso, é possível suspeitar que o hábitat da espécie venha declinando em qualidade, uma vez que a vegetação rupícola depende da manutenção das florestas ocorrentes no entorno dos afloramentos. Também se suspeita que a espécie venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros em função da coleta de plantas para fins ornamentais. Pelo exposto, encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20gloedeniana","Mata Atlântica"],
    [3516,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella kautskyana","V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella kautskyana é uma espécie muito ornamental com distribuição restrita no Espírito Santo (AOO=4 km²). No município de Domingos Martins, onde foi coletada, mais de 75% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio na qualidade do seu hábitat devido à eliminação das florestas do entorno dos afloramentos rochosos. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha causando declínio no número de indivíduos maduros. Sendo assim, encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20kautskyana","Mata Atlântica"],
    [3517,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella milleri","(Blumensch. ex Pabst) V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella milleri é uma espécie bastante ornamental com distribuição pontual (AOO=4 km²) na região do Quadrilátero Ferrífero (MG). Os Campos Rupestres ferruginosos em que H. milleri ocorre vêm sendo irreversivelmente degradados devido à mineração, e a espécie sofre com a coleta para fins ornamentais. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros da população. Por essas razões, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), com grandes chances de desaparecer na natureza em futuro próximo.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20milleri","Cerrado"],
    [3518,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella mixta","(Hoehne) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella mixta é uma espécie muito ornamental com distribuição restrita ao Estado do Espírito Santo. A maioria dos municípios onde a espécie foi coletada encontra-se severamente desmatada, com 90% ou mais da cobertura original de Mata Atlântica destruída, em Nova Venécia, esse percentual chega a 96%. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um forte declínio na qualidade do seu hábitat, uma vez que a vegetação rupícola depende em grande parte da manutenção das florestas presentes no entorno dos afloramentos rochosos. Também é possível suspeitar que a espécie sofra uma forte pressão de coleta para fins ornamentais, o que acarretaria em um declínio contínuo do número de indivíduos maduros da população. Com EOO de 1.623,71 km², e número de situações de ameaça igual a cinco, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-12-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20mixta","Mata Atlântica"],
    [3519,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella munchowiana","(F.E.L.Miranda) V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella munchowiana é uma espécie extremamente ornamental ocorrente em apenas uma localidade. Apresenta distribuição muito restrita (EOO=268,79 km², AOO=4 km²), sendo que o município onde foi encontrada, Baixo Guandu (ES), encontra-se muito desmatado, com mais de 94% da cobertura original da Mata Atlântica derrubada. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo um declínio na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a vegetação sobre afloramentos rochosos depende da manutenção das florestas do entorno. Também é possível suspeitar que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros da espécie, em função da coleta de plantas para fins ornamentais, portanto, H. munchowiana pode ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20munchowiana","Mata Atlântica"],
    [3520,"ORCHIDACEAE","Homalopetalum hypoleptum","(Lindl.) Soto-Arenas","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Não há registros de ocorrência de Homalopetalum hypoleptum. Dados insuficientes para avaliação de risco.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Homalopetalum%20hypoleptum","Mata Atlântica"],
    [3521,"ORCHIDACEAE","Houlletia brocklehurstiana","Lindl.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Houlletia brocklehurstiana é uma planta terrestre com bastante apelo ornamental conhecida por um baixo número de registros em herbários. A espécie habita Florestas Úmidas ao longo de um trecho não muito extenso da costa Atlântica. Suspeita-se que H. brocklehurstiana venha sofrendo com a perda da qualidade do seu hábitat em locais como o Parque Nacional da Tijuca (RJ), e também com o declínio no número de indivíduos adultos devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Com AOO de 32 km² e número de situações de ameaça igual a cinco, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-06-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Houlletia%20brocklehurstiana","Mata Atlântica"],
    [3522,"ORCHIDACEAE","Huntleya meleagris","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Huntleya meleagris apresenta distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, e ocorre em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huntleya%20meleagris","Mata Atlântica"],
    [3523,"ORCHIDACEAE","Ionopsis utricularioides","(Sw.) Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Ionopsis utricularioides apresenta distribuição geográfica muito ampla no Brasil, ocorrendo em todas as regiões do país.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ionopsis%20utricularioides","Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia"],
    [3524,"ORCHIDACEAE","Isabelia violacea","(Lindl.) van den Berg & M.W.Chase","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Isabelia violacea é uma pequena orquídea bastante ornamental com ampla distribuição no Brasil, ocorrendo do Rio Grande do Sul à Bahia. A espécie ocorre em vários habitats e está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isabelia%20violacea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3525,"ORCHIDACEAE","Isabelia virginalis","Barb.Rodr.","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Isabelia virginalis é uma planta muito ornamental, dependente de florestas bem preservadas, apresenta distribuição geográfica não muito ampla no bioma Mata Atlântica. Na Serra do Japi, o hábitat da espécie vem sendo severamente modificado pela ação antrópica, levando a uma redução na extensão e qualidade das florestas em que a planta ocorre. Nessa área, I. virginalis é localmente rara, de onde se suspeita que esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros devido à perda e degradação do seu hábitat e à coleta para fins ornamentais. As informações disponíveis indicam que na cidade de São Paulo, a espécie não é coletada há quase 100 anos. Por causa disso, é possível suspeitar que esteja localmente extinta, ocasionando declínio na AOO e no número de subpopulações. Considerando seu hábito epifítico, suspeita-se que a espécie tenha um crescimento lento, de forma que o tempo de geração é estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, levando em conta todas as ameaças às quais se encontra submetida, é possível suspeitar que I. virginalis venha a sofrer um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos, o que a posiciona como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isabelia%20virginalis","Mata Atlântica"],
    [3526,"ORCHIDACEAE","Jacquiniella globosa","(Jacq.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Jacquiniella globosa é uma espécie que apresenta distribuição muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em aéreas bastantes isoladas da região Amazônica.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquiniella%20globosa","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3527,"ORCHIDACEAE","Koellensteinia tricolor","(Lindl.) Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de ser uma espécie terrestre com grande apelo ornamental, Koellensteinia tricolor apresenta distribuição geográfica muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em regiões isoladas do norte da Amazônia.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Koellensteinia%20tricolor","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3528,"ORCHIDACEAE","Lankesterella ceracifolia","(Barb.Rodr.) Mansf.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lankesterella ceracifolia (Barb.Rodr.) Mansf. não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território brasileiro a espécie é amplamente distribuída em formações florestais de diferentes biomas. A espécie ocorre como epífita e apresenta baixa densidade de indivíduos na maioria dos locais onde foi estudada. Apesar de estar protegida por Unidades de Conservação, L. ceracifolia é cultivada. A espécie foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lankesterella%20ceracifolia","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [3529,"ORCHIDACEAE","Lepanthopsis densiflora","(Barb.Rodr.) Ames","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica do Brasil, encontrada em Minas gerais e em São Paulo. Apesar de sua distribuição restrita, conhecida através de dados de literatura, não existem informações suficientes para a avaliação de risco de extinção da espécie.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepanthopsis%20densiflora","Mata Atlântica"],
    [3530,"ORCHIDACEAE","Lepanthopsis floripecten","(Rchb.f.) Ames","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil, encontrada na América Central, Venezuela, Colômbia, Equador e Peru. No Brasil a espécie ocorre como epífita cespitosa, amplamente distribuída nas regiões nordeste, sudeste e sul. Apesar de possuir valor ornamental, a espécie está protegida por Unidades de Conservação. Foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepanthopsis%20floripecten","Mata Atlântica"],
    [3531,"ORCHIDACEAE","Leptotes bicolor","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil, encontrada também no Paraguai. Em território nacional a espécie ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Apesar de possuir valor ornamental e ser comercializada, a espécie é amplamente distribuída e está protegida por Unidades de Conservação. Assim, Leptotes bicolor Lindl. foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptotes%20bicolor","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3532,"ORCHIDACEAE","Liparis vexillifera","(Llave & Lex.) Cogn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil, encontrada da Costa Rica a região Sul do Brasil. Em território nacional a espécie pode ser encontrada na região Norte (Pará, Tocantins), Nordeste (Bahia, Pernambuco, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e região Sul (Paraná e Rio Grande do Sul). Ocorre principalmente em vegetações arbustivas e campestres. Apesar de ser considerada presumivelmente extinta no estado de São Paulo, nacionalmente a espécie não está ameaçada e foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Liparis%20vexillifera","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3533,"ORCHIDACEAE","Loefgrenianthus blanche-amesii","(Loefgr.) Hoehne","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Brasil e ocorre somente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A espécie ocorre como epífita, quase que exclusivamente, nas matas das regiões altas das serras da Mantiqueira e do Mar. Apesar de sofrer com a perda de habitat na Mata Atlântica, Loefgrenianthus blanche-amesii (Loefgr.) Hoehne é cultivada, possui ampla distribuição (EOO=279.055,569km²) e foi avaliada como Least Concern (LC). Entretanto, ações de conservação são necessárias para minimizar os efeitos da incidência de ameaças como a perda e degradação do habitat.","2012-04-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Loefgrenianthus%20blanche-amesii","Mata Atlântica"],
    [3534,"ORCHIDACEAE","Lophiaris schwambachiae","(V.P.Castro & Toscano) Braem","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lophiaris schwambachiae é uma espécie endêmica do Brasil que tem distribuição disjunta. A espécie ocorre como epífita na Amazônia e na Mata Atlântica. Entretanto, são necessários mais dados sobre sua distribuição, estrutura das subpopulações e ameaças incidentes. Na região Sudeste, a espécie ocorre no município de Alfredo Chaves (ES), que havia perdido cerca de 70% de sua cobertura vegetal original até 2010. A região continua sujeita a declínio contínuo da qualidade de hábitat, pois as atividades impactantes ainda não cessaram. Foram identificadas, portanto, duas situações de ameaça distintas. Além disso, a AOO conhecida da espécie é menor do que 20 km². Assim, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophiaris%20schwambachiae","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3535,"ORCHIDACEAE","Lyroglossa grisebachii","(Cogn.) Schltr.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orquídea terrestre encontrada em campos úmidos, nos domínios fitogeográficos do Cerrado e da Mata Atlântica. Espécie amplamente distribuída e protegida por Unidades de Conservação.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lyroglossa%20grisebachii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3536,"ORCHIDACEAE","Macradenia multiflora","(Kraenzl.) Cogn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica do Brasil, amplamente distribuída em território nacional.","2012-06-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20multiflora","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3537,"ORCHIDACEAE","Macradenia paulensis","Cogn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Não existem dados disponíveis suficientes para uma avaliação consistente.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20paulensis","Mata Atlântica"],
    [3538,"ORCHIDACEAE","Macradenia rubescens","Barb.Rodr.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Macradenia rubescens é uma espécie com registros para os estados do Amazonas, Pará e Espírito Santo. Possui ampla extensão de ocorrência 1.265.657km², entretanto, apresenta poucas coletas. Ocorre em copas de árvores em Mata Atlântica e Amazônia onde ocorre em Mata de Igapó. Possui coletas em duas áreas protegidas, porém ?na APA Iha do Combu (PA) há plantações de subsistência de açaí e de cacau. Além disso, está presente no apêndice II da CITES indicando pressão de coleta. Diante do exposto, por Macradenia rubescens possuir ampla extensão de ocorrência, mas por possuir poucas coletas e em alguns locais apresentar ameaças, pode-se dizer que está quase ameaçada (NT). Porém, recomenda-se maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20rubescens","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3539,"ORCHIDACEAE","Malaxis cogniauxiana","(Schltr.) Pabst","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Malaxis cogniauxiana (Schltr.) Pabst é endêmica do Brasil e ocorre somente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A espécie possui EOO>20.000km² entretanto está sujeita a diversas ameaças relacionadas a perda e degradação do habitat. A espécie é terrestre e pode ser encontrada em florestas alto-montana do domínio Mata Atlântica. Caso medidas não sejam tomadas para minimizar ou controlar ameaças incidentes a espécie pode, em um futuro próximo, se tornar ameaçada de extinção.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20cogniauxiana","Mata Atlântica"],
    [3540,"ORCHIDACEAE","Malaxis excavata","(Lindl.) Kuntze","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica, amplamente distribuída em território nacional. Orquídea terrestre ou rupícola encontrada na Mata Atlântica e no Cerrado. Apesar de estar sujeita a ameaças relacionadas a estes biomas a espécie está protegida por Unidades de Conservação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20excavata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3541,"ORCHIDACEAE","Malaxis jaraguae","(Hoehne & Schltr.) Pabst","VU","A2c,B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Malaxis jaraguae é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre somente nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Foram identificadas três situações de ameaça que incidem sobre a população da espécie, com base nas localidades de ocorrência. Até hoje, desde a primeira coleta realizada em 1921, a espécie só foi coletada em três municípios diferentes. Até 2010, em São Paulo restavam apenas 16,35% da cobertura vegetal original. Enquanto em São Carlos 5,05% e em Florianópolis 24,85%. Considerando esses números, acredita-se que a espécie tenha perdido 30% de seu hábitat original nos últimos 10 anos, e que essas perdas tenham resultado em um declínio populacional proporcional. M. jaraguae é uma espécie terrestre, encontrada em fragmentos de Floresta Ombrófila Densa e está sujeita à perda e degradação do hábitat, ocasionadas principalmente por atividades agrícolas e pelo intensivo desmatamento que afetaram a região. Sua distribuição conhecida se restringe a uma AOO de apenas 12 km². Assim, foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20jaraguae","Mata Atlântica"],
    [3542,"ORCHIDACEAE","Malaxis parthonii","C.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica, amplamente distribuída. Apesar de estar sujeita a perda e fragmentação de habitat a espécie está protegida por Unidades de Conservação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20parthonii","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3543,"ORCHIDACEAE","Mapinguari desvauxianus","(Rchb.f.) Carnevali & R.Singer","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica, amplamente distribuída. Está protegida por Unidades de Conservação.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mapinguari%20desvauxianus","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3544,"ORCHIDACEAE","Masdevallia discoidea","Luer & Würstle","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Masdevallia discoidea é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espírito Santo. A espécie é conhecida de apenas uma localidade, situada nos limites da Estação Biológica de Santa Lúcia (EBSL), no município de Santa Teresa, foi identificada uma única situação de ameaça incidindo sobre a população de M. discoidea. A espécie tem distribuição restrita (AOO=8 km²) e está sujeita à incidência de ameaças diversas. A vegetação da EBSL apresenta estágios avançados de sucessão ecológica, com indícios de perturbações antrópicas e ocorrência de espécies invasoras em alguns locais. Nos anos mais secos, os incêndios podem ser frequentes, provocados por fazendeiros que moram no entorno da EBSL. Essas ameaças se agravam pelo fato de a EBSL ter uma fraca fiscalização. Dessa forma, a espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade de hábitat. Assim sendo, a espécie foi avaliada como ameaçada de extinção, sob a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Masdevallia%20discoidea","Mata Atlântica"],
    [3545,"ORCHIDACEAE","Maxillaria robusta","Barb.Rodr.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída (EOO=1.991.358,781km²), ocorre desde o estado do Amazonas, no domínio fitogeográfico da Amazônia, até o estado do Espírito Santo, no domínio da Mata Atlântica. Sua baixa área de ocupação deve-se provavelmente a um baixo esforço de coleta, principalmente na região Amazônica, já que a espécie é epífita. Apesar de seu valor ornamental, a espécie está protegida por Unidades de Conservação. Porém são necessários estudos mais aprofundados para avaliar o efeito do extrativismo sobre a estrutura das populações naturais da espécie.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maxillaria%20robusta","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3546,"ORCHIDACEAE","Mesadenella atroviridis","(Barb.Rodr.) Garay","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mesadenella atroviridis é uma espécie com registros para os estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Possui ampla extensão de ocorrência 199.099km², entretanto, apresenta poucas coletas. Ocorre em floresta estacional semidecídua em Mata Atlântica. Os locais onde ocorre sofreram redução vegetacional pelo intenso desmatamento. Além disso, está presente no apêndice II da CITES indicando pressão de coleta. Diante do exposto, por Mesadenella atroviridis possuir ampla extensão de ocorrência, mas por possuir poucas coletas e sofrer redução em seu habitat , pode-se dizer que está quase ameaçada (NT). Porém, recomenda-se maior esforço de coleta, estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mesadenella%20atroviridis","Mata Atlântica"],
    [3547,"ORCHIDACEAE","Microchilus arietinus","(Rchb.f. & Warm.) Ormerod","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Microchilus arietinus é uma espécieocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado nos estados do Sul e Sudeste, além de Minas Gerais e Distrito Federal. Possui uma extensão de ocorrênciade 696.125km². Desenvolve-se em mata de galeria e floresta ombrófila densa. Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferênciaantrópica, esta ocorre em diferentes tipos florestais, apresenta umadistribuição ampla e é bem representada em áreas protegidas. Desta forma, M. arietinus é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, maiores estudospopulacionais e de exploração poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microchilus%20arietinus","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3548,"ORCHIDACEAE","Miltonia clowesii","Lindl.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Miltonia clowesii é uma espécie epífita ocorrente em Mata Atlântica dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Possui uma extensão de ocorrência de 22.765km². Os locais onde a espécie ocorre perderam grande parte de sua vegetação original, além disso M. clowesii tem valor ornamental e está presente no apêndice II da CITES. Apesar disso, a espécie está presente em áreas protegidas e possui ampla distribuição. Desta forma, Miltonia clowesii é uma espécie quase ameaçada (NT). Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20clowesii","Mata Atlântica"],
    [3549,"ORCHIDACEAE","Miltonia flavescens","(Lindl.) Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Miltonia flavescens é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Caatinga nos estados do sudeste e sul do Brasil, além de Pernambuco, Bahia e Mato Grosso do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 794.653km². A espécie é amplamente distribuída, abundante e bem representada em áreas protegidas, desta forma, ?Miltonia flavescens é uma espécie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apêndice II da CITES, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20flavescens","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [3550,"ORCHIDACEAE","Miltonia regnellii","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Miltonia regnellii é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do sudeste e sul do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 271.966km². Desenvolve-se em vegetação secundária, mata de galeria, floresta estacional semidecídua e floresta ombrófila densa. A espécie é amplamente distribuída, abundante e bem representada em áreas protegidas, além disso, se desenvolver em diferentes tipos vegetacionais, desta forma, Miltonia regnellii é uma espécie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apêndice II da CITES e ter valor ornamental, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20regnellii","Mata Atlântica"],
    [3551,"ORCHIDACEAE","Miltonia spectabilis","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Miltonia spectabilis é uma espécie epífita ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados do Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Possui uma extensão de ocorrência de 340.226km². A espécie é amplamente distribuída, abundante e bem representada em áreas protegidas, desta forma, Miltonia spectabilis é uma espécie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apêndice II da CITES e possuir valor ornamental, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20spectabilis","Mata Atlântica"],
    [3552,"ORCHIDACEAE","Mormolyca cleistogama","(Brieger & Illg) M.A.Blanco","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mormolyca cleistogama é uma espécie ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Amazônia nos estados de Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Roraima, Pará e Acre. Possui uma extensão de ocorrência de 2.579.242km². Desenvolve-se em floresta ombrófila densa. Apesar de a espécie ocorrer em áreas de grande interferência antrópica, esta apresenta uma distribuição ampla e é bem representada em áreas protegidas. Desta forma, M. cleistogama é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, por estar presente no apêndice II da CITES, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploração, os quais poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mormolyca%20cleistogama","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3553,"ORCHIDACEAE","Mormolyca galeata","(C.Schweinf.) Garay & Wirth","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mormolyca galeata éuma espécie com suposta ocorrente na Mata Atlântica no estado de São Paulo. Afalta de informações sobre distribuição, biologia e status populacional,torna inadequada a categorização da espécie em algum risco de extinção, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mormolyca%20galeata","Mata Atlântica"],
    [3554,"ORCHIDACEAE","Myoxanthus ruschii","Fraga & L.Kollmann","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myoxanthus ruschii é uma espécie epífita restrita ao Estado do Espírito Santo, com uma EOO de 51,45 km², os dois municípios em que a espécie ocorre foram intensamente desmatados para o estabelecimento de culturas agropastoris. E apesar de ocorrer em áreas protegidas, estas sofrem com a incidência de ameaças de origem antrópica, como incêndios e ocupação desordenada. Dessa forma, em razão de os locais onde a espécie ocorre terem as mesmas ameaças e serem muito próximos, considera-se que a sua população esteja sujeita a uma situação de ameaça. Diante do exposto, M. ruschii é uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myoxanthus%20ruschii","Mata Atlântica"],
    [3555,"ORCHIDACEAE","Myoxanthus seidelii","(Pabst) Luer","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Myoxanthus seidelii é uma espécie epífita restrita à Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo, com uma AOO menor que 10 km². A espécie não tem registros em áreas protegidas e os dois municípios em que ocorre foram intensamente desmatados. O município de Pedro Canário, por exemplo, perdeu 98,15% de sua cobertura vegetal original, enquanto Marechal Floriano, 66% até 2010. Atividades relacionadas à agricultura intensiva continuam representando uma ameaça para a flora local. Dessa forma, pelos locais onde a espécie ocorre terem as mesmas ameaças e serem muito próximos, considera-se que a espécie esteja sujeita a uma única situação de ameaça, o que agrava ainda mais seu risco de extinção. Diante do exposto, M. seidelii foi considerada uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myoxanthus%20seidelii","Mata Atlântica"],
    [3556,"ORCHIDACEAE","Neogardneria murrayana","(Gardner ex Hook.) Schltr.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neogardneria murrayana é uma espécie ocorrente em Mata Atlântica com registros somente para os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, em altitudes que variam entre 1.200 m e 1.600 m, com uma EOO de 548,37 km² e AOO de 8 km². Na Serra dos Órgãos (RJ), tem como ameaças o desmatamento, queimadas e pressão urbana. Na Serra da Bocaina, as principais ameaças incidentes são os desmatamentos descontrolados, queimadas e erosão do solo acarretada pela retirada da cobertura vegetal. Dessa forma, a população de N. murrayana encontra-se sujeita a duas situações de ameaça distintas. Além disso, está presente no anexo II da CITES, indicando pressão de coleta. Devido à reduzida EOO, à restrição de hábitat e por ter duas situações de ameaça, N. murrayana está \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neogardneria%20murrayana","Mata Atlântica"],
    [3557,"ORCHIDACEAE","Notylia microchila","Cogn.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Notylia microchila é uma espécie ocorrente em Mata Atlântica com registros somente para os Estados do Espírito Santo e Bahia, com uma EOO menor que 500 km². O ambiente onde ocorre sofreu redução vegetacional severa: Linhares (ES) perdeu 78,90% e Itagibá (BA), 83,97% de vegetação nativa. Dessa forma, a população da espécie está sujeita a duas situações de ameaça distintas. Além disso, está presente no anexo II da CITES, indicando pressão de coleta para fins ornamentais. Devido à reduzida EOO, o fato de ter duas situações de ameaça incidentes e indicação de pressão de coleta, N. microchila está \"Em perigo\" (EN).","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Notylia%20microchila","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3558,"ORCHIDACEAE","Octomeria alexandri","Schltr.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria alexandri é uma espécie endêmica do Brasil, de ocorrência nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Tem ampla distribuição (EOO=400.590,01 km²), mas devido à especificidade de hábitat com uma AOO de apenas 40 km², foram identificadas três situações de ameaça incidindo sobre sua população, tendo como base o padrão de uso do solo e principais ameaças de cada região do Brasil onde a espécie ocorre. Além disso, apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada, sendo encontrada em três regiões distantes entre si e com pouca probabilidade de intercâmbio genético entre as subpopulações. As áreas de vegetação campestre sobre afloramentos rochosos são bastante sensíveis a modificações da vegetação do seu entorno e as atividades agrícolas nessas regiões vêm causando declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Assim sendo, O. alexandri foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20alexandri","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3559,"ORCHIDACEAE","Octomeria chamaeleptotes","Rchb.f.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria chamaeleptotes não é uma espécie endêmica do Brasil. Em território nacional, a espécie ocorre nas regiões Sul e Sudeste. De acordo com seus registros de ocorrência, a espécie apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada. Foram identificadas três situações de ameaça distintas, tendo como base a presença ou ausência da espécie em unidades de conservação (SNUC). A AOO da espécie totaliza menos de 20 km², além disso, apesar de ter subpopulações nas áreas protegidas, ameaças como o fogo continuam representando riscos para a sobrevivência da espécie na natureza. Assim, a espécie foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20chamaeleptotes","Mata Atlântica"],
    [3560,"ORCHIDACEAE","Octomeria decumbens","Cogn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de 10 registros de herbários no banco de dados, a maioria dos exemplares (70%) foi coletado a mais de 50 anos. Além disso, não existem dados ou informações sobre os tipos vegetacionais onde a espécie ocorre na Mata Atlântica para que possamos avaliar os parâmetros espaciais de forma criteriosa. Dessa forma, são necessários mais dados para conduzir uma avaliação do risco de extinção da espécie.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20decumbens","Mata Atlântica"],
    [3561,"ORCHIDACEAE","Octomeria diaphana","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica encontrada nas regiões sudeste e sul do Brasil. Possui ampla distribuição. Apesar de possuir valor ornamental está protegida por Unidades de Conservação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20diaphana","Mata Atlântica"],
    [3562,"ORCHIDACEAE","Octomeria estrellensis","Hoehne","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria estrellensis Hoehne é endêmica do Brasil e ocorre nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo nas florestas da região serrana. Apesar de estar amplamente distribuída na região sudeste a espécie é comercializada devido a seu valor ornamental. Além disso, as florestas da região serrana destes estados vem sofrendo declínio contínuo da qualidade do habitat. Estes fatores podem levar a espécie a uma situação de risco de extinção, em futuro próximo.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20estrellensis","Mata Atlântica"],
    [3563,"ORCHIDACEAE","Octomeria geraensis","Barb.Rodr.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria geraensis é endêmica do Brasil e é encontrada nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, apesar de existir na literatura a informação que a espécie também ocorra no Espírito Santo e em São Paulo. Neste último, inclusive, é considerada \"Presumivelmente extinta\" (PE) de acordo com a Lista Vermelha oficial do Estado. Apesar de ampla distribuição (EOO=141.681,99 km²), a espécie ocorre apenas em regiões serranas e tem AOO de 20 km². Foram identificadas três situações de ameaça distintas, as atividades agrícolas desenvolvidas nas regiões serranas rurais representam ameaça presente e futura, e constituem um risco direto à sobrevivência da espécie na natureza. Assim, O. geraensis foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20geraensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3564,"ORCHIDACEAE","Octomeria hatschbachii","Schltr.","VU","B1ab(i,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria hatschbachii é endêmica do Brasil e tem indicações na literatura de que ocorra nas regiões Nordeste (Bahia), Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina). Entretanto, só foi possível acessar testemunhos de ocorrência para o Estado do Paraná. Com base nesses dados, a espécie tem EOO de 7.621,93 km², além disso, os municípios onde a espécie ocorre estão sujeitos à perda e degradação do hábitat. Em 2010, Lapa havia perdido mais de 90% de sua cobertura vegetal original, enquanto Turvo 85% e Campina Grande cerca de 60%. Cada localidade foi considerada sob uma situação de ameaça distinta. A espécie está sujeita a declínio contínuo da qualidade do hábitat e de seus valores de EOO, assim, foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU), demandando esforços de coleta e estudos focados em estabelecer sua real distribuição geográfica.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20hatschbachii","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3565,"ORCHIDACEAE","Octomeria hoehnei","Schltr.","EN","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria hoehnei é endêmica do Brasil, conhecida apenas pelo material-tipo realizada em 1920 no Estado de São Paulo. A espécie tem distribuição restrita a uma AOO de 12 km², com sua população podendo ser considerada severamente fragmentada. O município de Santo André, onde a espécie foi coletada, havia perdido 64% de sua cobertura vegetal original até 2010. Entretanto, boa parte da porcentagem remanescente está protegida por unidades de conservação (SNUC). Mesmo sob proteção legal, a expansão da região metropolitana e o aumento da atividade industrial na região continuam representando ameaças para a sobrevivência das espécies da flora e conservação de seus hábitats. Por esses motivos, O. hoehnei foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20hoehnei","Mata Atlântica"],
    [3566,"ORCHIDACEAE","Octomeria lichenicola","Barb.Rodr.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria lichenicola é endêmica do Brasil e segundo informações da literatura pode ser encontrada nas regiões Sudeste (Rio de Janeiro e São Paulo) e Sul (Paraná e Rio Grande do Sul) do Brasil. Entretanto, só foi possível acessar dados de herbário que comprovam a ocorrência da espécie nos Estados do Espírito Santo e de São Paulo. A espécie tem distribuição restrita (AOO=8 km²) a uma EOO de 547,10 km², mesmo que os parâmetros ambientais estejam subestimados devido à ausência de registros, a espécie continuará apresentando valores abaixo dos limites estabelecidos como críticos (EOO menor que 5.000 km², AOO menor que 500 km²). Dado o atual panorama de sua região de ocorrência, a população de O. lichenicola está sujeita a processos de perda e degradação do habitat que já duram mais de 100 anos. Cada localidade (2) foi considerada como situação de ameaça distinta. Assim, O. lichenicola foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20lichenicola","Mata Atlântica"],
    [3567,"ORCHIDACEAE","Octomeria praestans","Barb.Rodr.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria praestans Barb. Rodr. é endêmica do Brasil e ocorre em diversos estados da região sudeste e sul.  Apesar de ampla distribuição, a espécie ocorre me áreas de intensa pressão antrópica, como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. Em outras áreas como o município de Fundão (Espírito Santo) a degradação ambiental já foi responsável pela perda de mais de 90% da cobertura vegetal original. Assim, se não forem tomadas medidas para reduzir as ameaças incidentes, em um futuro próximo a espécie pode vir a se tornar ameaçada de extinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20praestans","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3568,"ORCHIDACEAE","Octomeria rotundiglossa","Hoehne","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída. Além disso, está protegida por diversas Unidades de Conservação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20rotundiglossa","Mata Atlântica"],
    [3569,"ORCHIDACEAE","Octomeria sancti-angeli","Kraenzl.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria sancti-angeli Kraenzl. é endêmica do Brasil e pode ser encontrada no estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A espécie ocupa áreas de floresta ombrófila mista, como epífita nas áreas altas do dossel. A região de ocorrência da espécie sofre efeitos de perda e degradação de habitat. Se medidas não forem tomadas para controlar as ameaças incidentes a espécie pode se tornar ameaçada em um futuro próximo.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20sancti-angeli","Mata Atlântica"],
    [3570,"ORCHIDACEAE","Octomeria truncicola","Barb.Rodr.","VU","B1ab(iii)+2ab(iii),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria truncicola é endêmica do Brasil e de acordo com a literatura pode ser encontrada nos Estado de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Entretanto, só foi possível acessar registros para São Paulo e Espírito Santo. Foram identificadas duas situações de ameaça. No primeiro caso, a espécie foi coletada na região onde hoje está a área metropolitana da maior cidade do país, e a urbanização representa uma ameaça para a sobrevivência da espécie. No segundo caso, a espécie ocorre em áreas da região serrana, onde a agricultura intensiva resultou em perda de boa parte da cobertura vegetal original e continua representando uma ameaça para a espécie, que, além disso, ocupa uma área (AOO) de menos de 20 km². Assim, O. truncicola foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20truncicola","Mata Atlântica"],
    [3571,"ORCHIDACEAE","Octomeria warmingii","Rchb.f.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie não endêmica, amplamente distribuída. Além disso, está protegida por diversas Unidades de Conservação","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20warmingii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3572,"ORCHIDACEAE","Octomeria wawrae","Rchb.f.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria wawrae é endêmica do Brasil e de acordo com a literatura pode ser encontrada nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Entretanto, só tivemos acesso a testemunhos para Minas Gerais, permitindo assim a definição de duas situações de ameaça distintas, de acordo com as localidades de coleta. A espécie tem distribuição restrita (EOO=544,80 km²) a Matas Ciliares e Campos Rupestres e apresenta AOO de 4 km². A região de ocorrência está sujeita a efeitos de atividades agrícolas que representam uma ameaça para espécie. Mesmo em áreas protegidas, incêndios causam danos graves à estrutura da vegetação, causando declínio contínuo na qualidade de hábitat. Assim, O. wawrae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20wawrae","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3573,"ORCHIDACEAE","Octomeria wilsoniana","Hoehne","CR","B2ab(iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria wilsoniana é endêmica do Brasil e é conhecida apenas de sua coleta-tipo, realizada em 1926 na região metropolitana da cidade de São Paulo. Tem distribuição extremamente restrita a uma única situação de ameaça (EOO=276,01 km², AOO=4 km²) e está sujeita à urbanização que causou declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação, número de localidades e indivíduos maduros. Todo o entorno está ocupado por áreas urbanas e provavelmente a espécie encontra-se extinta. São necessários esforços de coleta em todas as áreas verdes da região para assegurar se a espécie ainda ocorre na natureza. Assim, O. wilsoniana foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20wilsoniana","Mata Atlântica"],
    [3574,"ORCHIDACEAE","Ornithocephalus myrticola","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída e presente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ornithocephalus%20myrticola","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3575,"ORCHIDACEAE","Ornithophora radicans","(Rchb.f.) Garay & Pabst","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro, ocorrendo desde o Pará até o Rio Grande do Sul.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ornithophora%20radicans","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3576,"ORCHIDACEAE","Pabstia jugosa","(Lindl.) Garay","EN","B2ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pabstia jugosa é uma planta muito ornamental com distribuição restrita a uma pequena porção do domínio Atlântico, na região Sudeste do Brasil, onde é representada por um baixo número de coletas esparsamente distribuídas. A espécie apresenta um hábitat relativamente específico, ocorrendo exclusivamente em locais muito úmidos em áreas bem preservadas de Florestas Montanas. Sua AOO é de 28 km², e o número de situações de ameaça é cinco. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros devido à coleta indiscriminada de plantas para fins ornamentais. Portanto, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pabstia%20jugosa","Mata Atlântica"],
    [3577,"ORCHIDACEAE","Pabstia schunkiana","V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pabstia schunkiana é uma espécie ornamental com distribuição geográfica pontual na Mata Atlântica do Estado do Espírito Santo. Conhecida por uma única coleta, sua AOO é de 4 km² e o número de situações de ameaça é um. O hábitat da espécie vem declinando continuamente em qualidade e extensão, uma vez que o município de Domingos Martins, onde P. schunkiana foi coletada, já perdeu mais de 75% da sua cobertura original de Mata Atlântica. Além disso, é possível suspeitar que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros devido à coleta indiscriminada de plantas para fins ornamentais. Sem nenhum registro de herbário há quase 20 anos, P. schunkiana é uma espécie possivelmente extinta na natureza, portanto, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Buscas intensivas devem ser realizadas nos remanescentes de hábitat em Domingos Martins e adjacências a fim de se localizar novas subpopulações da espécie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pabstia%20schunkiana","Mata Atlântica"],
    [3578,"ORCHIDACEAE","Pelexia laxa","(Poepp. & Endl.) Lindl.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com um certo grau de incerteza taxonômica associado, e cuja distribuição geográfica aparentemente não é bem compreendida.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20laxa","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3579,"ORCHIDACEAE","Pelexia oestrifera","(Rchb.f. & Warm.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie sem apelo ornamental, é amplamente distribuída no Leste do Brasil.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20oestrifera","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3580,"ORCHIDACEAE","Pelexia orthosepala","(Rchb.f. & Warm.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie sem apelo ornamental, amplamente distribuída e ocorrente em diversos tipos de habitat.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20orthosepala","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3581,"ORCHIDACEAE","Phragmipedium lindleyanum","(M.R.Schomb. ex Lindl.) Rolfe","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Distribuição geográfica e características ecológicas muito pouco conhecidas. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phragmipedium%20lindleyanum","Amazônia"],
    [3582,"ORCHIDACEAE","Phragmipedium vittatum","(Vell.) Rolfe","VU","A4cd","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Phragmipedium vittatum é uma orquídea terrestre ou rupícola, é uma planta ornamental e por isso, bastante visada pelos colecionadores, sendo que sua coleta predatória tem contribuído significativamente para sua redução populacional. Além disso, apenas um registro foi feito em unidade de conservação (Reserva do Guará, no Distrito Federal), que é considerada local pouco protegido de ocupação humana e incidência de incêndios anuais severos. A espécie é tida como de difícil cultivo, o que a torna mais vulnerável à exploração atual e futura. Então, suspeita-se que a população tenha sofrido uma redução de 30% nos últimos 50 anos e projeta-se que possa sofrer 30% de redução nos próximos 50 anos. Pelo exposto, portanto, P. vittatum foi considerada \"Vulnerável\" (VU). Recomenda-se que sejam empreendidas ações de conservação para a espécie, como a criação de reserva de proteção integral e estudos de cultivo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phragmipedium%20vittatum","Cerrado"],
    [3583,"ORCHIDACEAE","Phymatidium aquinoi","Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla ao longo da costa Atlântica. É ocasional dentro de seus habitas, e chega a ocorrer em áreas antrópicas. Suspeita-se que esteja ameaçada em algumas das localidades de ocorrência, mas no conjunto de sua distribuição, P. aquinoi não corre o risco de se extinguir.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20aquinoi","Mata Atlântica"],
    [3584,"ORCHIDACEAE","Phymatidium falcifolium","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla ao longo da costa Atlântica, e bastante frequente em toda sua área de ocorrência. Está presente em diversas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20falcifolium","Mata Atlântica"],
    [3585,"ORCHIDACEAE","Phymatidium geiselii","Ruschi","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Phymatidium geiselii é uma micro-orquídea conhecida apenas para o Parque Nacional do Caparaó, na divisa entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A EOO da espécie é inferior a 5.000 km², e sujeita a uma única situação de ameaça. A espécie está suscetível à degradação do seu hábitat devido à ocorrência de incêndios que acometem o parque e também ao impacto da presença de turistas, que frequentam as trilhas do parque sem maiores precauções com a flora em risco. Por esses motivos, P. geiselii encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20geiselii","Mata Atlântica"],
    [3586,"ORCHIDACEAE","Phymatidium glaziovii","Toscano","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Phymatidium glaziovii é uma pequena epífita recentemente descrita, e que em coleções de herbário é com frequência confundida com outras espécies. Suspeita-se que o pequeno número de registros se deva a erros de identificação e a um baixo esforço de coleta, que caracteriza algumas espécies inconspícuas de Orchidaceae. P. glaziovii apresenta uma distribuição geográfica restrita (EOO=5.495,20 km²), e está submetida a três situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat devido, principalmente, ao desmatamento e à expansão urbana desordenada. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [3587,"ORCHIDACEAE","Phymatidium vogelii","Pabst","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Phymatidium vogelii foi descrita a partir de um único espécime precariamente herborizado. Há relatos de que ocorre também na Serra dos Órgãos (RJ). De qualquer forma, é possível suspeitar que P. vogelii esteja submetida a não mais que cinco situações de ameaça, e também que esteja sujeita à incidência de fatores que podem levar à perda e à degradação de seus hábitats, como a ocorrência de incêndios. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20vogelii","Mata Atlântica"],
    [3588,"ORCHIDACEAE","Pogoniopsis schenckii","Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, sem apelo ornamental e ocorrente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pogoniopsis%20schenckii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3589,"ORCHIDACEAE","Polystachya rupicola","Brade","CR","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Polystachya rupicola apresenta distribuição pontual na Mata Atlântica, ocorrendo em apenas uma localidade bastante afetada por atividades humanas. A EOO é de 0,36 km², com apenas uma situação de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade de seu hábitat, uma vez que o município de Castelo (ES), onde ocorre, já perdeu mais de 80% da cobertura original de Mata Atlântica. Sendo assim, P. rupicola encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polystachya%20rupicola","Mata Atlântica"],
    [3590,"ORCHIDACEAE","Promenaea fuerstenbergiana","Schltr.","EN","B1ab(iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Promenaea fuerstenbergiana é uma espécie bastante ornamental descrita a partir de um espécime coletado em Santa Catarina há 40 anos. Acredita-se que ocorra em São Paulo e também, possivelmente, na região Nordeste. Entretanto, não há registros de herbário confirmando a ocorrência da espécie para além do território catarinense. A EOO é de 285,60 km², com população submetida a menos de cinco situações de ameaça. P. fuerstenbergiana vem sofrendo um declínio contínuo na extensão e na qualidade de seu hábitat na localidade-tipo, uma vez que o município de Palhoça já perdeu mais de 50% da sua cobertura florestal original. Além disso, é possível suspeitar que P. fuerstenbergiana venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros, devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Promenaea%20fuerstenbergiana","Mata Atlântica"],
    [3591,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia brejetubensis","M.Frey","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia brejetubensis é uma espécie ornamental conhecida apenas pelo material-tipo, coletado há pouco mais de 10 anos em um afloramento rochoso no Espírito Santo. O município de Brejetuba já perdeu mais de 90% da sua cobertura original de Mata Atlântica, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a vegetação rupícola depende em certo grau da floresta circundante aos afloramentos. Atividades recreativas também vêm contribuindo para a degradação da vegetação da área. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha causando um declínio no número de indivíduos de P. brejetubensis. Buscas recentes pela espécie em sua localidade típica não tiveram êxito, de onde se suspeita que seja localmente rara. Pelo exposto, portanto, a espécie encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR). Buscas intensivas na área e em seu entorno devem ser empreendidas para se localizar novas subpopulações.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20brejetubensis","Mata Atlântica"],
    [3592,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia canaanensis","(Ruschi) F.Barros","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia canaanensis é uma espécie com distribuição restrita, ocorrendo em parte do Espírito Santo e na porção leste de Minas Gerais, no vale do Rio Doce. A EOO é de 4.338,61 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez. A maioria dos municípios de ocorrência da espécie encontram-se gravemente desmatados, muitos deles com menos de 10% da cobertura original de Mata Atlântica remanescente. Por causa disso, suspeita-se que esteja havendo um declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a vegetação rupícola depende em certo grau das florestas que circundam os afloramentos. Embora apresente uma distribuição geográfica restrita, P. canaanensis forma extensas subpopulações, motivo pelo qual foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20canaanensis","Mata Atlântica"],
    [3593,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia cipoensis","Pabst","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia cipoensis é uma espécie ornamental muito rara, com distribuição restrita à Serra do Cipó (MG), onde apresenta uma AOO de 8 km². A espécie é conhecida por poucas coletas, todas realizadas fora do Parque Nacional existente na região. Devido a isso, considera-se que P. cipoensis está submetida a uma única situação de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu hábitat, em função da expansão urbana, da atividade turística desordenada e da ocorrência de incêndios periódicos severos. Além disso, é possível suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais venha acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20cipoensis","Cerrado"],
    [3594,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia citrina","Pabst","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia citrina é uma espécie ornamental com distribuição restrita no bioma Mata Atlântica, ocorrendo no centro-norte do Espírito Santo e no extremo leste de Minas Gerais. A AOO é de 60 km². A espécie habita exclusivamente afloramentos rochosos entre 700 e 1.200 m de altitude, que outrora eram circundados por florestas, mas que atualmente encontram-se em sua maioria imersos em paisagens extremamente desmatadas. Devido a isso, é possível suspeitar que o hábitat da espécie como um todo venha declinando em qualidade, uma vez que a integridade da vegetação rupícola desses afloramentos dependa das florestas que tipicamente os circundam. Outras ameaças como o pisoteio, a abertura de trilhas e a invasão por gramíneas exóticas de alto poder competitivo também venham contribuindo para a degradação do hábitat de P. citrina, que corre grande risco de se extinguir em sua localidade-tipo. Além disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha acarretando um declínio no número de indivíduos maduros da população. Todos esses fatores provavelmente contribuíram para que as subpopulações remanescentes sejam atualmente compostas de poucos indivíduos isolados. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomenda-se a criação de uma ou mais unidades de conservação (SNUC) de proteção integral que contemplem algumas localidades de ocorrência da espécie, particularmente no Espírito Santo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20citrina","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3595,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia dutrae","Ruschi","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia dutrae é uma espécie ornamental com distribuição restrita no bioma Mata Atlântica, ocorrendo no extremo leste de Minas Gerais e na região serrana do Espírito Santo. A EOO é de 13.045,18 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio generalizado na qualidade de seu hábitat, devido ao elevado grau de desmatamento em praticamente todas as localidades de ocorrência, o que compromete a integridade da vegetação rupícola que habita. Além disso, é possível suspeitar que a população de P. dutrae venha declinando continuamente devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Por esses motivos, a espécie encontra-se \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20dutrae","Mata Atlântica"],
    [3596,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia vellozicola","(Hoehne) Porto & Brade","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição bastante ampla, abrangendo parte dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. Ocorre em uma variedade de tipos vegetacionais. Suspeita-se que esteja bastante ameaçada em algumas das localidades de ocorrência, como o Morro do itaoca-RJ. Mas, considerando a distribuição da espécie como um todo, P. vellozicola não pode ser considerada ameaçada de extinção.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20vellozicola","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3597,"ORCHIDACEAE","Pteroglossa glazioviana","(Cogn.) Garay","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie muito amplamente distribuída. Ocorre em Unidade de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20glazioviana","Mata Atlântica"],
    [3598,"ORCHIDACEAE","Pteroglossa hilariana","(Cogn.) Garay","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pteroglossa hilariana é uma espécie terrestre de Campos Secos do Cerrado, representada por um número muito baixo de registros. Suspeita-se que a espécie originalmente ocorresse em toda a região entre Itirapina e o Distrito Federal, mas a degradação generalizada do Cerrado, aliada a um baixo esforço de coleta de herbáceas campestres inconspícuas, como P. hilariana, impede que sua distribuição geográfica seja mais bem conhecida. As informações disponíveis indicam que a espécie apresenta uma EOO de 536,10 km², e está submetida a duas situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu hábitat no Distrito Federal devido à expansão urbana acelerada e à ocorrência frequente de queimadas. Além disso, suspeita-se que em São Paulo, onde foi coletada há mais de 90 anos, a espécie tenha sido localmente extinta, acarretando declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Por esses fatores, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20hilariana","Cerrado"],
    [3599,"ORCHIDACEAE","Pteroglossa macrantha","(Rchb.f.) Schltr.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pteroglossa macrantha é uma orquídea terrestre bastante ornamental com ocorrência predominante no Cerrado. Apesar de se distribuir de forma ampla dentro do Bioma, a espécie vem sofrendo um declínio bastante acelerado na extensão do seu habitat devido à expansão agropecuária desordenada. Além disso, suspeita-se que P. macrantha venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros devido à coleta de plantas para fins ornamentais. Devido a esses fatores, é possível suspeitar que a espécie venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20macrantha","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3600,"ORCHIDACEAE","Rauhiella silvana","Toscano","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Rauhiella silvana é uma espécie rara conhecida por um baixo número de registros de herbário. As informações disponíveis incluem coletas para os Estados da Bahia e Espírito Santo, com indicações de ocorrência pela literatura também no Rio de Janeiro. De qualquer forma, é possível suspeitar que a espécie apresente uma AOO inferior a 500 km², e também que esteja submetida a menos de cinco situações de ameaça. As Restingas florestais em que R. silvana ocorre são altamente ameaçadas, devido a uma série de fatores como a expansão urbana desordenada, mineração e atividades agropecuárias. De fato, os municípios de Planalto (BA) e Linhares (ES), já perderam respectivamente 95% e 79% da sua cobertura florestal original. Suspeita-se que a perda e a degradação do hábitat da espécie estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos da população, o que permite categorizar a espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rauhiella%20silvana","Mata Atlântica"],
    [3601,"ORCHIDACEAE","Rodriguezia obtusifolia","(Lindl.) Rchb.f.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Rodriguezia obtusiflia é uma espécie muito ornamental com distribuição geográfica ampla, abrangendo parte dos biomas da Mata Atlântica e Caatinga. A espécie ocorre em pelo menos duas Unidades de Conservação de proteção integral, e é possível suspeitar que esteja presente em outras áreas protegidas. Entretanto, é representada em algumas localidades por coletas antigas. Na cidade de são Paulo, por exemplo, foi coletada apenas uma vez em 1931, o que permite suspeitar que esteja localmente extinta. Situação semelhante se repete em Cachoeiro do Itapemirim, município fortemente desmatado onde R. obtusifolia foi coletada no passado apenas por Brade. Assim, considera-se que a espécie pode vir a a ser ameaçada em um futuro próximo.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20obtusifolia","Mata Atlântica"],
    [3602,"ORCHIDACEAE","Rodriguezia rigida","(Lindl.) Rchb.f.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Há apenas dois registros de herbário da espécie, sendo que um deles apresenta informações contraditórias. Também não há informações sobre fitofisionomias de ocorrência. Dados insuficientes para a avaliação.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20rigida","Mata Atlântica"],
    [3603,"ORCHIDACEAE","Rodriguezia venusta","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie bastante ornamental, distribuída de forma ampla ao longo da Costa Atlântica. Está representada em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20venusta","Mata Atlântica"],
    [3604,"ORCHIDACEAE","Sarcoglottis alexandri","Schltr. ex Mansf.","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Sarcoglottis alexandri é uma orquídea terrestre sem apelo ornamental, conhecida por poucos registros de herbário. As informações disponíveis indicam coletas para os Estados do Rio de Janeiro e Paraná, e com indicação pela literatura também no Estado de São Paulo. A AOO é de 8 km² e suspeita-se que o número de situações de ameaça seja inferior a cinco. S. alexandri vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu hábitat, principalmente no Parque Nacional da Tijuca (RJ), devido a uma série de ameaças incidentes, como a ocorrência de queimadas, a expansão urbana desordenada, o pisoteio por turistas, a elevada deposição de poluentes, entre outras. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcoglottis%20alexandri","Mata Atlântica"],
    [3605,"ORCHIDACEAE","Saundersia mirabilis","Rchb.f.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Saundersia mirabilis é uma espécie conhecida por poucas coletas, todas realizadas em localidades muito afetadas pela ação humana. As informações disponíveis incluem registros de herbário para o Espírito Santo e São Paulo, e com indicações por especialistas também para Minas Gerais e Rio de Janeiro. De qualquer forma, é possível suspeitar que a AOO seja inferior a 500 km², e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Também é possível suspeitar que a perda e a degradação do hábitat de S. mirabilis estejam acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população, portanto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saundersia%20mirabilis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3606,"ORCHIDACEAE","Saundersia paniculata","Brade","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Saundersia paniculata é uma pequena epífita ocorrente em florestas bem preservadas a altitudes intermediárias no bioma Mata Atlântica. A espécie apresenta uma EOO de 6.440,04 km², e está submetida a menos de dez situações de ameaça. Seu hábitat vem declinando em qualidade e extensão em algumas das localidades de ocorrência, como Cariacica (ES), onde quase 80% da cobertura original de Mata Atlântica encontra-se desmatada. Por esses fatores, é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saundersia%20paniculata","Mata Atlântica"],
    [3607,"ORCHIDACEAE","Scaphyglottis prolifera","(R.Br.) Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não-endêmica de distribuição muito ampla, ocorre em quase todas as regiões brasileiras.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scaphyglottis%20prolifera","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3608,"ORCHIDACEAE","Schomburgkia gloriosa","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não-endêmica de distribuição muito ampla. Ocorre em todas as regiões do Brasil.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schomburgkia%20gloriosa","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3609,"ORCHIDACEAE","Scuticaria irwiniana","Pabst","EN","B1ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria irwiniana é uma planta bastante ornamental ocorrente em Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço (MG). A espécie foi descrita há cerca de 40 anos, mas é conhecida em apenas duas localidades. A EOO é de 536,55 km², com duas situações de ameaça. Apesar de estar incluída em áreas protegidas nos seus locais de ocorrência, é possível suspeitar que S. irwiniana venha sofrendo um declínio populacional devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20irwiniana","Cerrado"],
    [3610,"ORCHIDACEAE","Scuticaria itirapinensis","Pabst","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria itirapinensis é uma planta muito ornamental com distribuição geográfica pontual no Cerrado do Estado de São Paulo. Os remanescentes desse bioma na região são bastante escassos atualmente, e ainda sofrem com o impacto de atividades agropecuárias e com a invasão de gramíneas exóticas. Além disso, a espécie sofreu com uma fortíssima pressão de coleta para fins ornamentais no passado, podendo inclusive estar extinta devido ao extrativismo predatório. A AOO é inferior a 10 km², e o número de situações de ameaça é um, portanto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20itirapinensis","Cerrado"],
    [3611,"ORCHIDACEAE","Scuticaria kautskyi","Pabst","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria kautskyi é uma espécie muito ornamental conhecida por apenas uma coleta, realizada há mais de 40 anos em um grande afloramento rochoso no Estado do Espírito Santo. A AOO é de 8 km², com uma única situação de ameaça. O entorno da Pedra Azul, localidade-tipo de S. kautiskyi, encontra-se bastante alterado pela ação humana, e o município de Domingos Martins, onde a pedra está localizada, já perdeu mais de 75% da sua cobertura original de Mata Atlântica. Assim, é possível suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na qualidade do hábitat da espécie, uma vez que a integridade da vegetação rupícola depende da manutenção das florestas que circundam os afloramentos rochosos na região. Além disso, suspeita-se que S. kautskyi esteja sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população, em razão da coleta indiscriminada de plantas para fins de comercialização e cultivo. Espécie possivelmente extinta na natureza. Recomenda-se a realização de buscas intensivas na localidade-tipo e em outros afloramentos rochosos na região a fim de se localizar novas subpopulações.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20kautskyi","Mata Atlântica"],
    [3612,"ORCHIDACEAE","Scuticaria strictifolia","Hoehne","EN","B1ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria strictifolia é uma espécie bastante ornamental conhecida por apenas dois registros de herbário. A EOO é de 548 km², onde foram identificadas duas situações de ameaça. Há relatos de que ocorra também na Serra dos Órgãos (RJ), mas não há coletas botânicas atestando sua presença nessa área. Suspeita-se que S. strictifolia venha sofrendo um declínio contínuo do número de indivíduos maduros, devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Foi considerada, então, \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20strictifolia","Mata Atlântica"],
    [3613,"ORCHIDACEAE","Selenipedium isabelianum","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie conhecida por apenas um registro cuja localização é incerta. Dados insuficientes para avaliação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selenipedium%20isabelianum","Amazônia"],
    [3614,"ORCHIDACEAE","Selenipedium palmifolium","(Lindl.) Rchb.f. & Warsz.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica de distribuição bastante ampla na Amazônia brasileira.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selenipedium%20palmifolium","Amazônia"],
    [3615,"ORCHIDACEAE","Sobralia liliastrum","Salzm. ex Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro, incluindo boa parte da região amazônica.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sobralia%20liliastrum","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3616,"ORCHIDACEAE","Sophronitis cernua","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição muito ampla, habita diversas formações vegetais e está presente em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sophronitis%20cernua","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3617,"ORCHIDACEAE","Specklinia bacillaris","(Pabst) Luer","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia bacillaris é uma micro-orquídea com distribuição restrita e especificidade de hábitat, ocorrendo exclusivamente em Florestas Aluviais com araucária (Florestas Ombrófilas Mistas) no Estado do Paraná. A AOO é de 20 km², e o número de situações de ameaça é cinco. A espécie vem sofrendo um acentuado declínio na qualidade e extensão de seu hábitat, devido ao gravíssimo desmatamento que as florestas com araucária vêm sendo submetidas desde as primeiras décadas do século passado. Devido às exigências microclimáticas característica da maior parte das micro-orquídeas, e particularmente daquelas que apresentam especificidade de hábitat, é possível suspeitar que a perda e a degradação do hábitat estejam acarretando um forte declínio no número de indivíduos maduros da população.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20bacillaris","Mata Atlântica"],
    [3618,"ORCHIDACEAE","Specklinia carinifera","(Barb.Rodr.) Luer","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia carinifera é uma micro-orquídea com distribuição geográfica restrita na Mata Atlântica. A espécie apresenta uma EOO de 5.802,88 km², e está submetida a quatro situações de ameaça. Apesar de ocorrer em alguns dos mais representativos e bem preservados remanescentes de Mata Atlântica, P. carinifera vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu hábitat em algumas localidades de ocorrência, como São Miguel Arcanjo, município paulista no qual mais de 85% da cobertura florestal original encontra-se desmatada. Por essas razões, a espécie é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20carinifera","Mata Atlântica"],
    [3619,"ORCHIDACEAE","Specklinia castellensis","(Brade) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia castellensis é uma micro-orquídea com distribuição pontual em uma região severamente desmatada no Espírito Santo. A AOO é inferior a 10 km², com uma única situação de ameaça. O município de Castelo, onde o material-tipo da espécie foi coletado há mais de 64 anos, já perdeu 83% da sua cobertura florestal original. Devido a isso, é possível suspeitar que P. castellensis venha sofrendo um acentuado declínio no número de indivíduos da população, uma vez que a maioria das espécies de micro-orquídeas é bastante sensível a alterações microclimáticas causadas pela degradação e fragmentação dos seus hábitats florestais. Considerando o longo tempo transcorrido desde a coleta do material-tipo e as ameaças incidentes sobre seu hábitat, suspeita-se que a espécie esteja extinta na natureza. A espécie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), devendo ser exaustivamente procurada tanto na localidade-tipo quanto em remanescentes florestais do entorno. Espécie prioritária para ações de conservação ex situ.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20castellensis","Mata Atlântica"],
    [3620,"ORCHIDACEAE","Specklinia conspersa","(Hoehne) Luer","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia conspersa é um micro-orquídea rara da Mata Atlântica, conhecida por um baixíssimo número de registros de herbário. As informações disponíveis incluem apenas uma coleta no Espírito Santo, onde a espécie é considerada \"Criticamente em perigo\", e outra em Petrópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Existem indicações de especialistas de sua ocorrência também em São Paulo. De qualquer forma, é possível suspeitar que S. conspersa apresente uma AOO inferior a 500 km², e esteja submetida a menos de cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e na extensão de seu hábitat, principalmente no município capixaba de Castelo, onde 83% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Suspeita-se que a perda e a degradação do hábitat esteja acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população, sendo assim, S. conspersa encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20conspersa","Mata Atlântica"],
    [3621,"ORCHIDACEAE","Specklinia garayi","(Pabst) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia garayi é uma micro-orquídea com distribuição pontual em uma região fortemente desmatada no Espírito Santo. A AOO é de 8 km², com uma única situação de ameaça. A espécie é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado há quase 40 anos no município de Castelo. Nesse município, a Mata Atlântica já perdeu 83% da sua cobertura original. Devido a isso, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da espécie, sendo assim, S. garay encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20garayi","Mata Atlântica"],
    [3622,"ORCHIDACEAE","Specklinia gomesferreirae","(Pabst) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","S. gomesferreirae é uma micro-orquídea com distribuição pontual em um dos setores mais devastados da Mata Atlântica nordestina. A espécie é conhecida apenas pelo seu material-tipo, coletado há quase 40 anos no município pernambucano de Ipojuca. Nesse município, a Mata Atlântica já perdeu mais de 90% da sua cobertura original, o que permite possível suspeitar que S. gomesferreirae venha sofrendo um  declínio acentuado no número de indivíduos maduros. Espécie possivelmente extinta na natureza, pelo exposto, portanto, foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR). Recomenda-se a realização de buscas intensivas por indivíduos tanto na localidade-tipo quanto em remanescentes florestais no entorno.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20gomesferreirae","Mata Atlântica"],
    [3623,"ORCHIDACEAE","Specklinia lingua","(Lindl.) Luer","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia lingua é uma micro-orquídea com distribuição ampla na Mata Atlântica, onde ocorre quase exclusivamente em áreas protegidas. Entretanto, a espécie é muito ameaçada em alguns setores da sua distribuição, sendo considerada \"Criticamente em Perigo\" no Espírito Santo. Já no município pernambucano de Barreiros, onde a espécie foi coletada há 26 anos, a Mata Atlântica já perdeu cerca de 90% da sua área original. Devido a isso, é possível suspeitar que S. lingua venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. A AOO é de 20 km², e o número de situações de ameaça é quatro, portanto, a espécie foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20lingua","Mata Atlântica"],
    [3624,"ORCHIDACEAE","Specklinia ruschii","(Hoehne) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","S. ruschii é uma micro-orquídea com distribuição pontual no Espírito Santo. A AOO é de 4 km², com uma única situações de ameaça. O município de Santa Teresa, do qual a espécie é endêmica, já perdeu cerca de 80% da sua cobertura florestal original. Devido a isso, é possível suspeitar que esteja ocorrendo um declínio contínuo do número de indivíduos da espécie. Sendo assim, S. ruschii foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20ruschii","Mata Atlântica"],
    [3625,"ORCHIDACEAE","Stanhopea insignis","Frost ex Hook.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A distribuição geográfica da espécie não é bem compreendida. Dados insuficientes para avaliação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stanhopea%20insignis","Mata Atlântica"],
    [3626,"ORCHIDACEAE","Stanhopea lietzei","(Regel) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie de distribuição muito ampla, abrangendo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado. Ocorre em diversas fisionomias florestais e está presente em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stanhopea%20lietzei","Mata Atlântica"],
    [3627,"ORCHIDACEAE","Stigmatosema hatschbachii","(Pabst) Garay","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","S. hatschbachii é uma orquídea campestre conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1970 no município paranaense de Balsa Nova. Os Campos Gerais do Paraná, de onde provém o único registro da espécie, vêm sendo rapidamente desmatados para dar lugar a monoculturas de soja, inclusive no município da localidade-tipo. Outras ameaças, como a expansão de atividades silviculturais e a invasão por espécies exóticas de alto poder competitivo também incidem sobre os campos da região. Dessa forma, é possível suspeitar que a acelerada perda e degradação do habitat de S. hatschbachii esteja levando a um forte declínio no número de indivíduos da população. A AOO é inferior a 10 km², com uma única situações de ameaça. Considerando o tempo transcorrido desde a única coleta e as ameaças incidentes, aliada a sua distribuição restrita, a espécie é considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR), com possibilidades de estar extinta na natureza.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmatosema%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [3628,"ORCHIDACEAE","Thelyschista ghillanyi","(Pabst) Garay","VU","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","T. ghillanyi é uma orquídea terrestre ocorrente em Campos Rupestres, cuja distribuição é quase totalmente restrita à Chapada Diamantina. BA. Um único registro indica a ocorrência da espécie em Goiás, no município de Colinas do Sul, na Chapada dos Veadeiros. A AOO é de 40 km², e o número de situações de ameaça é inferior a dez, mas superior a cinco. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade do seu habitat devido a uma série de fatores, como a expansão agropecuária e a ocorrência de incêndios, por isso, é considerada uma espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelyschista%20ghillanyi","Caatinga, Cerrado"],
    [3629,"ORCHIDACEAE","Thysanoglossa jordanensis","Porto & Brade","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Thysanoglossa jordanensis é uma micro-orquídea muito rara e bastante exigente em termos de habitat. Até recentemente considerada extinta no estado de São Paulo, foi redescoberta em São José dos Campos e também registrada na Serra do Cipó, MG. A AOO é de apenas 16 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão de seu habitat, principalmente no Estado de São Paulo, devido à expansão urbana. Suspeita-se que a perda e degradação de seu habitat venham acarretando um declínio contínuo no número de indivíduos maduros da população.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thysanoglossa%20jordanensis","Mata Atlântica"],
    [3630,"ORCHIDACEAE","Trichocentrum albococcineum","Linden","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não endêmica de distribuição muito ampla no território brasileiro, incluindo boa parte da Amazônia.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocentrum%20albococcineum","Amazônia, Cerrado"],
    [3631,"ORCHIDACEAE","Trichocentrum fuscum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie muito amplamente distribuída no território brasileiro, ocorre em todas as regiões do país.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocentrum%20fuscum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3632,"ORCHIDACEAE","Trichopilia santoslimae","Brade","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Trichopilia santoslimae é uma espécie ornamental conhecida por um baixo número de registros de herbário. As informações disponíveis incluem coletas para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, sendo que neste último, T. santoslimae é considerada \"Criticamente em Perigo\". Especialistas indicam que a espécie ocorre também no Estado do Pernambuco, o qual abrange um dos setores mais severamente desmatados da Mata Atlântica. Suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros devido à coleta para fins de comercialização e cultivo. A AOO é de 8 km² e o número  de situações de ameaça é um, por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichopilia%20santoslimae","Mata Atlântica"],
    [3633,"ORCHIDACEAE","Trichosalpinx bradei","(Schltr.) Luer","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição relativamente ampla no domínio da Mata Atlântica, e ocorre em alguns dos mais expressivos remanescentes florestais do Bioma.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichosalpinx%20bradei","Mata Atlântica"],
    [3634,"ORCHIDACEAE","Trigonidium acuminatum","Batem. ex Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro, ocorrendo, inclusive, na região amazônica.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonidium%20acuminatum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3635,"ORCHIDACEAE","Trigonidium latifolium","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla no domínio Atlântico, foi coletada recentemente em várias localidades  e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonidium%20latifolium","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3636,"ORCHIDACEAE","Trizeuxis falcata","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie de distribuição muito ampla no território brasileiro.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trizeuxis%20falcata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3637,"ORCHIDACEAE","Vanilla chamissonis","Klotzsch","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie muito amplamente distribuída no território brasileiro. Ocorre em quase todas as regiões do país e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20chamissonis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3638,"ORCHIDACEAE","Vanilla dietschiana","Edwall","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vanilla dietschiana é uma espécie muito rara, conhecida por poucas coletas no bioma Mata Atlântica. A espécie está sujeita a cerca de cinco situações de ameaça, e enfrenta uma série de fatores que podem levar à degradação do seu habitat, como a expansão urbana, o desmatamento e a fragmentação das florestas em que ocorre. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20dietschiana","Mata Atlântica"],
    [3639,"ORCHIDACEAE","Vanilla dubia","Hoehne","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vanilla dubia é uma espécie com distribuição bastante restrita na região Sudeste do Brasil. A EOO é de3.643,83 km², e o número de situações de ameaça é inferior a cinco. Nos municípios de Santa Teresa e Leopoldina, respectivamente 80% e 74% da cobertura original de Mata Atlântica encontram-se desmatados. Devido a isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo com um declínio contínuo na qualidade de seu hábitat, decorrente do desmatamento das florestas que compõem a zona tampão do entorno dos afloramentos rochosos que habita, sendo considerada, portanto, \"Em perigo\" (EN).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20dubia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3640,"ORCHIDACEAE","Vanilla edwallii","Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição bastante ampla no território brasileiro. Habita diversas fitofisionomias, e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20edwallii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3641,"ORCHIDACEAE","Vanilla organensis","Rolfe","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vanilla organensis é uma espécie conhecida por um número muito baixo de registros de herbário. As informações disponíveis indicam a ocorrência da espécie nos estados do Rio de Janeiro e Paraná, mas segundo a Flora do Brasil, a espécie ocorre também no Mato Grosso e em São Paulo. Dados insuficientes para avaliação de risco de extinção.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20organensis","Mata Atlântica"],
    [3642,"ORCHIDACEAE","Warczewiczella candida","(Lindl.) Rchb.f.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Há registros de herbário da espécie apenas para o Espírito Santo, o que não representa adequadamente sua distribuição geográfica. Dados insuficientes para avaliação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warczewiczella%20candida","Mata Atlântica"],
    [3643,"ORCHIDACEAE","Warczewiczella wailesiana","(Lindl.) Rchb.f. ex E.Morren","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dados insuficientes para avaliação.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warczewiczella%20wailesiana","Mata Atlântica"],
    [3644,"ORCHIDACEAE","Warmingia eugenii","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não-endêmica de distribuição ampla, ocorrendo desde Pernambuco até o Rio Grande do Sul. Habita diferentes fisionomias florestais, e está presente em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warmingia%20eugenii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3645,"ORCHIDACEAE","Wullschlaegelia aphylla","(Sw.) Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie não-endêmica de distribuição muito ampla. Ocorre em todas as regiões brasileiras.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wullschlaegelia%20aphylla","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3646,"ORCHIDACEAE","Xylobium colleyi","(Batem. ex Lindl.) Rolfe","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informações disponíveis indicam que se trata de uma espécie muito amplamente distribuída, ocorrendo em quase todas as regiões do Brasil. Está presente em várias Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylobium%20colleyi","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3647,"ORCHIDACEAE","Zootrophion atropurpureum","(Lindl.) Luer","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zootrophion atropurpureum é uma micro orquídea endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o Espírito Santo e Santa Catarina. A espécie ocorre em vários remanescentes bastante expressivos de Mata Atlântica ao longo da Serra do Mar, e está representada em algumas Unidades de Conservação de proteção integral. Entretanto, Z. atropurpureum é considerada Criticamente em Perigo de extinção no Espírito Santo, e por isso suspeita-se que a espécie como um todo possa estar ameaçada em um futuro próximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zootrophion%20atropurpureum","Mata Atlântica"],
    [3648,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum brachypetalum","Lindl.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de se distribuir de forma relativamente ampla, abrangendo parte dos domínios da Mata Atlântica e do Cerrado, e de estar presente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral, a espécie é bastante ameaçada em alguns setores da sua distribuição, como o Quadrilátero Ferrífero.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20brachypetalum","Mata Atlântica"],
    [3649,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum maculatum","(Kunth) Garay","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente na sua área de ocorrência.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20maculatum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3650,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum maxillare","Lodd.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, e bastante frequente dentro da sua área de ocorrência.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20maxillare","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3651,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum pabstii","Toscano","EN","B1ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygopetalum pabstii é uma espécie bastante ornamental conhecida em apenas duas localidades no Espírito Santo. A EOO é de 537,69 km², e o número de situações de ameaça é dois. Suspeita-se que Z. pabstii venha sofrendo um declínio contínuo no número de indivíduos maduros, devido à coleta de plantas para fins de comercialização e cultivo. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20pabstii","Mata Atlântica"],
    [3652,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum pedicellatum","(Thunb.) Garay","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informações disponíveis indicam que Zygopetalum pedicellatum ocorre principalmente em Unidades de Conservação e em áreas bem preservadas. Entretanto, a espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade do seu habitat no Parque Nacional da Tijuca, o que,  junto com sua distribuição geográfica não muito ampla, permite suspeitar que venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20pedicellatum","Mata Atlântica"],
    [3653,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum sellowii","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie de distribuição ampla, e bastante frequente em algumas regiões. Presente em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20sellowii","Caatinga, Cerrado"],
    [3654,"ORCHIDACEAE","Zygostates bradei","(Schltr.) Garay","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygostates bradei é uma espécie ornamental que se distribui de forma ampla, porém marcadamente disjunta, na Mata Atlântica. A espécie ocorre em um dos setores mais devastados da Mata Atlântica, entre Pernambuco e Alagoas, mas também está presente em remanescentes florestais expressivos entre São Paulo e Santa Catarina. Assim, considerando sua distribuição disjunta e a perda e degradação de seu habitat na região nordeste, é possível suspeitar que Z. bradei venha a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20bradei","Mata Atlântica"],
    [3655,"ORCHIDACEAE","Zygostates cornuta","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída ao longo da costa Atlântica, frequente em algumas de suas áreas de ocorrência, e presente em algumas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20cornuta","Mata Atlântica"],
    [3656,"ORCHIDACEAE","Zygostates kuhlmannii","Brade","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygostates kuhlmannii foi descrita em 1951 a partir de um espécime coletado no Espírito Santo em 1943. Desde então, a espécie não foi mais encontrada na localidade-tipo, sendo por isso considerada extinta nessa região. O elevado grau de desmatamento no município de Colatina, no qual 94% da área original de Mata Atlântica encontra-se desmatada, corrobora a suspeita da extinção local de Z. kuhlmannii, o que necessariamente acarreta em um declínio na sua EOO, AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Os brejos nordestinos onde a espécie foi registrada também são fortemente ameaçados pela ação humana, principalmente devido à expansão agropecuária. Com AOO de 24 km² e número de situações de ameaça inferior a cinco, Z. kuhlmannii é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [3657,"ORCHIDACEAE","Zygostates linearisepala","(Senghas) Toscano","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygostates linearisepala foi descrita há 15 anos e é conhecida apenas pelo material-tipo, coletado menosde 10 anos antes da publicação. A espécie apresenta uma AOO de 4 km², e está submetida a uma única situação de ameaça. Suspeita-se que, devido ao desmatamento no município de Santa Teresa (ES), que já perdeu cerca de 80% da sua cobertura original de Mata Atlântica, esteja ocorrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do habitat de Z. linearisepala, acarretando também um declínio no número de indivíduos maduros da espécie, sendo assim, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20linearisepala","Mata Atlântica"],
    [3658,"ORCHIDACEAE","Zygostates pellucida","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie com distribuição ampla, ocorrendo ao longo de boa parte da Costa Atlântica brasileira.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20pellucida","Mata Atlântica"],
    [3659,"OROBANCHACEAE","Agalinis angustifolia","(Mart.) D Arcy","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie hemiparasita encontrada em Campos Rupestres na Cadeia do Espinhaço. Possui uma especifidade de habitat e uma extensão de ocorrência pequena (EOO = 9.766,573km²), sendo encontrada em áreas que sofrem com o turismo desordenado e a especulação imobiliária. Caso possuísse menos de 10 situações de ameaça, a espécie seria considerada como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, por possuir cerca de 15 situações de ameaça, A. angustifolia é considerada como \"Quase ameaçada\" (NT) de extinção.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20angustifolia","Cerrado"],
    [3660,"OROBANCHACEAE","Agalinis bandeirensis","Barringer","CR","B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Como o epíteto específico sugere, Agalinis bandeirensis é endêmica da Serra do Caparaó (ES, MG), sendo coletada principalmente nas imediações do Pico da Bandeira. Esse pico é bastante visitado por turistas, que podem diminuir a densidade populacional da espécie devido ao pisoteamento. Dessa maneira, A. bandeirensis tem apenas uma situação de ameaça e uma EOO de cerca de 60 km², configurando-a como uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20bandeirensis","Mata Atlântica"],
    [3661,"OROBANCHACEAE","Agalinis brachyphylla","(Chdo am. & Schltdl.) D'Arcy","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica da Cadeia do Espinhaço, encontrada em vegetações de fisionomia campestre em altitudes elevadas. Tem distribuição restrita (EOO=10.973,92 Km²) e ocorre apenas em uma unidade de conservação (SNUC). Além disso, a Cadeia do Espinhaço sofre com queimadas frequentes e o turismo descontrolado. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Vulnerável\" (VU) em relação ao seu risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20brachyphylla","Cerrado"],
    [3662,"OROBANCHACEAE","Agalinis communis","(Cham. & Schltdl.) D Arcy","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie medicinal, amplamente distribuída, encontrada de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades de conservação. Devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20communis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3663,"OROBANCHACEAE","Agalinis itambensis","V.C.Souza & S.I.Elias","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Agalinis itambensis é uma espécie endêmica dos Campos Rupestres da região do Pico do Itambé (MG), com uma baixa EOO (450,12 km²). Encontra-se sujeita a duas situações de ameaça distintas. As ameaças que causam declínio do hábitat e, portanto, podem levar a espécie à extinção, são o turismo desordenado e a especulação imobiliária. Dessa maneira, A. itambensis é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20itambensis","Cerrado"],
    [3664,"OROBANCHACEAE","Agalinis nana","S.I.Elias & V.C.Souza","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Agalinis nana é uma planta endêmica da Serra da Canastra (MG), com uma distribuição geográfica bastante restrita (EOO=262,64 km², e AOO=12 km²). Suspeita-se que esteja sujeita a três situações de ameaça distintas, mesmo número de subpopulações. Uma das ameaças é a alta frequência de incêndios que ocorrem no Parque Nacional da Serra da Canastra. Dessa maneira, A. nana é considerada \"Em perigo\" (EN). Novos estudos sobre o estado atual de conservação das subpopulações de A. nana devem ser feitos na região, uma vez que a última coleta da espécie foi feita há 15 anos.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20nana","Cerrado"],
    [3665,"OROBANCHACEAE","Agalinis ramulifera","Barringer","EN","B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Agalinis ramulifera é uma espécie com subpopulações disjuntas nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, suspeita-se, portanto, que as subpopulações sejam severamente fragmentadas. Tem uma AOO pequena (AOO=44 km²) e é encontrada em áreas que sofrem intensas pressões antrópicas. Uma das ameaças a sua sobrevivência é o turismo desordenado em áreas de Campos de Altitude no Estado do Paraná, além disso, suspeita-se que a espécie tenha tido um declínio populacional, uma vez que há poucas coletas recentes. Dessa maneira, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20ramulifera","Mata Atlântica"],
    [3666,"OROBANCHACEAE","Agalinis schwackeana","(Diels) V.C.Souza & Giul.","CR","B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie endêmica da Serra do Cipó (MG), com distribuição bastante restrita (AOO=4 km²). Apenas uma situação de ameaça incide sobre sua população. Uma das ameaças à sobrevivência da espécie é o turismo desordenado na Serra do Cipó. Tem apenas duas coletas no local, o que evidencia sua raridade e seu declínio populacional. A coleta mais recente foi feita há 50 anos, de maneira que novos estudos devem ser efetuados no local para se encontrar novas subpopulações e avaliar o seu estado atual de conservação. Assim, é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20schwackeana","Cerrado"],
    [3667,"OROBANCHACEAE","Buchnera amethystina","Cham. & Schltdl.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie hemiparasita amplamente distribuída encontrada em formações campestres de Santa Catarina ao Espírito Santo. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que seja uma espécie resistente às ameaças, uma vez que ocorre em beira de estradas. Devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação das subpopulações de São Paulo e do Espírito Santo devem ser estudadas, uma vez que podem ser isoladas geneticamente das subpopulações do sul do país.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20amethystina","Mata Atlântica"],
    [3668,"OROBANCHACEAE","Buchnera integrifolia","Larrañaga","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada principalmente no sul do país. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que seja uma espécie abundante devido ao seu grande número de coletas.  Dessa maneira, a espécie éconsiderada \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto o estado de conservação da subpopulação de Roraima deve ser melhor estudado, uma vez que pode ser geneticamente isolada do restante das subpopulações.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20integrifolia","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3669,"OROBANCHACEAE","Buchnera juncea","Cham. & Schltdl.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes biomas brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas,  suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20juncea","Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Cerrado"],
    [3670,"OROBANCHACEAE","Buchnera longifolia","Kunth","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes biomas brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas, principalmente na região Sul. Dessa maneira a espécie éconsiderada como \"Menos preocupante\" (LC) em relação ao risco de extinção. Entretanto algumas subpopulações podem estar isoladas geneticamente de outras, como aquelas da região Norte do Brasil. Recomenda-se, portanto, o estudo do estado atual de conservação dessas subpopulações.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20longifolia","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [3671,"OROBANCHACEAE","Escobedia grandiflora","(L.f.) Kuntze","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie medicinal, usada contra doenças respiratórias, por exemplo. É amplamente distribuída encontrada em todos os biomas brasileiros, com exceção da Amazônia. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escobedia%20grandiflora","Mata Atlântica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [3672,"OROBANCHACEAE","Esterhazya caesarea","(Cham. & Schltdl.) V.C.Souza","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Esterhazya caesarea é uma espécie hemiparasita, com registros para Campos Rupestres de Minas Gerais, com uma pequena EOO (18.117,69 km²). Está sujeita a nove situações de ameaça, dentre as quais o turismo desordenado e a especulação imobiliária, que levam ao declínio da qualidade do hábitat. Esses fatos, aliados à informação de que a espécie é rara na natureza, indicam que E. caesarea é \"Vulnerável\" (VU). Mesmo que o registro em uma restinga na Bahia se confirme, a espécie ainda assim seria considerada ameaçada, devido à sua baixa densidade absoluta e número de situações de ameaça.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esterhazya%20caesarea","Cerrado"],
    [3673,"OROBANCHACEAE","Magdalenaea limae","Brade","CR","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Magdalenaea limae é uma espécie com registro apenas para a Pedra Dubois, em Santa Maria Madalena (RJ), com uma área de ocupação bastante reduzida (AOO=4 km²) e apenas uma situação de ameaça. Ocorre em uma região que sofre com intensa perda de hábitat, uma vez que Santa Maria Madalena tinha apenas 15% de vegetação nativa até 2009. A última coleta da espécie foi feita em 1935 e tentativas posteriores para encontrar subpopulações na natureza não foram bem-sucedidas. Suspeita-se, portanto, que a espécie tenha sofrido um declínio populacional maior do que 80% nos últimos 15 anos (considerando tempo de geração de cinco anos para espécie arbustiva). Entretanto, é possível que M. limae ocorra também na Serra dos Órgãos (RJ) e novos estudos devem ser feitos para se localizar subpopulações na natureza. Dessa maneira, é considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magdalenaea%20limae","Mata Atlântica"],
    [3674,"OROBANCHACEAE","Melasma rhinanthoides","(Cham.) Benth.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emformações campestres de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC). Entretanto as subpopulações de São Paulo e do Rio Grande do Sul devem ser melhor estudadas, uma vez que podem estar isoladas geneticamente das demais subpopulações.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melasma%20rhinanthoides","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3675,"OROBANCHACEAE","Nothochilus coccineus","Radlk.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v),C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Nothochilus coccineus é uma espécie hemiparasita endêmica da Serra do Caparaó, na divisa de Minas Gerais e Espírito Santo. Tem uma AOO pequena (12 km²), bem como uma baixa EOO (107,88 km²). Foram registradas oito subpopulações, com uma estimativa de 1.500 a 2.000 indivíduos no total. A capacidade de dispersão de N. coccineus é limitada, de maneira que suas sementes se dispersam a no máximo 60 cm de distância da planta mãe, considerando que a distância média entre subpopulações seja de 2,3 km, supõe-se que a população dessa espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, apesar da espécie ocorrer no Parque Nacional do Caparaó, essa unidade de conservação (SNUC) sofre de algumas ameaças, como o pastejo de gado na maior subpopulação e herbivoria por cavalos em bambus do gênero Chusquea, que são parasitados por N. coccineus. Supõe-se, portanto, que tenha havido um declínio populacional de cerca de 20% nos últimos 10 anos (considerando-se tempo de geração de cinco anos para espécie arbustiva). Dessa maneira, é categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nothochilus%20coccineus","Mata Atlântica"],
    [3676,"OROBANCHACEAE","Physocalyx aurantiacus","Pohl","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie endêmica de campos rupestres e campos limpos de Minas Gerais, possuindo uma distribuição bastante restrita (AOO = 156Km²) e fragmentada. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, como mineração, supõe-se que a espécie seja abundante devido ao grande número de coletas feitas na Cadeia do Espinhaço. Entretanto, a Cadeia do Espinhaço sofre com intensas pressões antrópicas, como o fogo frequente de origem humana e o turismo descontrolado. Dessa maneira a espécie é considerada como quase ameaçada em relação ao risco de extinção (NT).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalyx%20aurantiacus","Caatinga, Cerrado"],
    [3677,"OROBANCHACEAE","Physocalyx major","Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em cerrados de Minas Gerais e de Goiás. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em algumas unidades de conservação. Devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalyx%20major","Cerrado"],
    [3678,"OXALIDACEAE","Oxalis arachnoidea","Progel","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis arachnoidea é uma erva rupícola, ocorre em afloramentos rochosos, restrita aos Campos de Altitude da Serra da Bocaina, no Estado de São Paulo. Apresenta um AOO de apenas 4 km² e encontra-se constantemente sujeita à pressão proveniente de atividades ecoturísticas desordenadas, intensa na região, e dos incêndios esporádicos que acometem esse tipo de fitofisionomia. Por esse motivo, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). São necessários investimentos em pesquisas e esforços de coleta na região, a fim de conhecer a real situação da espécie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20arachnoidea","Mata Atlântica"],
    [3679,"OXALIDACEAE","Oxalis bela-vitoriae","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis bela-vitoriae é uma erva terrícola, endêmica da Floresta Ombrófila Densa, na região sul do Estado da Bahia. Apresenta uma AOO de apenas 4 km², sendo que a região onde ocorre está sujeita à intensa cultura de cacau e, ultimamente, à pecuária extensiva, à cultura do café, pupunha e à exploração madeireira, atividades fortemente associadas à intensa perda de hábitat observada na localidade. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Investimento em pesquisa científica e esforços de coleta são necessários a fim de se certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20bela-vitoriae","Mata Atlântica"],
    [3680,"OXALIDACEAE","Oxalis blackii","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis blackii caracteriza-se por ervas ou subarbustos, terrícolas. Apresenta uma AOO de apenas 8 km². Endêmica do Estado do Espírito Santo. Está ameaçada devido à exploração madeireira, à cultura do café, aos reflorestamentos homogêneos e à incidência de plantas exóticas invasoras, sofre constantes ameaças. Pelo exposto a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20blackii","Mata Atlântica"],
    [3681,"OXALIDACEAE","Oxalis clausenii","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis clausenii apresenta EOO de apenas 1,06 km², é considerada um endemismo do Estado do Espírito Santo, restrita à região do Vale do Rio Doce, em áreas de cabruca, no município de Linhares, onde apenas 21% da cobertura original de Mata Atlântica permanece íntegra, no mesmo município, concentram-se 38,7% do total de pastagens da mesorregião do Estado, sendo estas as duas ameaças diretas à espécie. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20clausenii","Mata Atlântica"],
    [3682,"OXALIDACEAE","Oxalis cratensis","Oliv. ex Hook.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis cratensis caracteriza-sepor ervas ou subarbustos, terrícolas. Não endêmica do Brasil. Não ameaçada nocontexto nacional, apresentando ampla extensão de ocorrência. Presente em cincodomínios fitogeográficos, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Amazônia e MataAtlântica, neste último ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa e FlorestaEstacional Semidecidual. Desenvolve-se também em áreas antropizadas. Bemrepresentada em coleções científicas, apresenta coletas recentes. Não atribuivalor comercial.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20cratensis","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [3683,"OXALIDACEAE","Oxalis cytisoides","Mart. ex Zucc.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20cytisoides","Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3684,"OXALIDACEAE","Oxalis diamantinae","Knuth","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis diamantinae é uma erva rupícola exclusiva dos Campos Rupestres do bioma Cerrado. É considerada endêmica, restrita ao Estado de Minas Gerais, conhecida apenas do Planalto de Diamantina, região de Biri-Biri. Apresenta EOO de 230,82 km² e AOO de 12 km², e sofre constante pressão do ecoturismo desordenado, queimadas e criação de gado. Representada por apenas duas coleções, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (CR), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20diamantinae","Cerrado"],
    [3685,"OXALIDACEAE","Oxalis doceana","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis doceana é uma erva exclusiva da Floresta Ombrófila Densa do bioma Mata Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo, o qual apresenta apenas 10% de remanescentes florestais originais, sendo conhecida apenas da região do Rio Doce, no município de Linhares. Representada por apenas duas coleções, não recoletada há 41 anos, a espécie apresenta AOO de 4 km². Encontra-se constantemente ameaçada pela cultura do cacau, que é secular na região norte do Estado e utiliza mais de 80% (17 mil ha) das florestas às margens do Rio Doce. Pelas razões expostas, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20doceana","Mata Atlântica"],
    [3686,"OXALIDACEAE","Oxalis hedysarifolia","Raddi","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis hedysarifolia caracteriza-se por ervas, subarbustos ou arbustos, terrícolas. Nãoendêmica do Brasil. Ocorre da região norte a sul do país, não estando ameaçadano contexto nacional. Apresenta ampla extensão de ocorrência, e ocorre em amplafaixa altitudinal, variando do nível do mar até 1000m de altitude. Presente emtrês domínios fitogeográficos, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, neste últimoocorre em Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual, formaçõescampestres e restinga. Protegida por Unidades de Conservação. Bem representadaem coleções científicas, inclusive por coletas recentes. Não atribui valorcomercial.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20hedysarifolia","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3687,"OXALIDACEAE","Oxalis hyalotricha","Lourteig","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis hyalotricha é uma erva ereta ou subarbustiva, terrícola. Ocorre nos Estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, em Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres, habita matas ciliares e/ou orla de matas. Espécie pouco representada em coleções científicas, sendo mais presente no Paraná, onde restam apenas 3,4% de cobertura florestal original. Apesar de ocorrer em unidades de conservação (SNUC), como no Parque Nacional do Iguaçu e Parque Nacional das Sete Quedas, sofre constante ameaça do turismo, expansão urbana desordenada e expansão da agricultura tradicional. A construção das Usinas Hidrelétricas de Ilha Grande e Itaipu, aproveitando o grande aporte do Rio Paraná, influenciou uma grande área de ocorrência da espécie, havendo inclusive registros em áreas a serem inundadas para a construção das barragens. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20hyalotricha","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3688,"OXALIDACEAE","Oxalis impatiens","Vell.","EN","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis impatiens caracteriza-se por ervas ou subarbustos, terrícolas. Endêmica do Brasil, exclusiva do bioma Mata Atlântica, restrita aos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, ocorrendo respectivamente no município de Vargem Alta (ES), onde restam 27% da cobertura original de Mata Atlântica, e Itaperuna (RJ), onde restam apenas 4%. Conhecida por duas coleções, não sendo recoletada há 56 anos. Tem EOO de 542 km². A fragmentação de seu hábitat, devido principalmente à expansão urbana, é uma constante ameaça à espécie, assim, O. impatiens encontra-se \"Em perigo\" (EN), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20impatiens","Mata Atlântica"],
    [3689,"OXALIDACEAE","Oxalis kuhlmannii","Lourteig","CR","B2ab(iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis kuhlmannii caracteriza-se por ervas terrícolas. Endêmica do Brasil, a espécie é restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, porém segundo dados de coleções de herbário, sua distribuição é mais restrita, estando confinada ao Estado do Espírito Santo, havendo apenas dois registros de coleta: um no município de Cachoeiro do Itapemirim, outro em Colatina, que apresentam, respectivamente, apenas 11% e 6% de remanescentes da sua cobertura florestal original. Apresenta AOO de 8 km². Apesar de estar protegida pela Reserva Florestal de Bananal do Norte, sua área de ocorrência coincide com regiões bastante antropizadas e sujeitas principalmente à expansão urbana e à consequente fragmentação de hábitat. Devido às ameaças incidentes na região e levando-se em consideração o grande período com ausência de coletas, pode-se suspeitar que ocorreu declínio no número de indivíduos maduros, bem como no número de subpopulações da espécie. Portanto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações, tendo em vista a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [3690,"OXALIDACEAE","Oxalis mandioccana","Raddi","VU","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis mandioccana é endêmica do Brasil, restrita à Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, ocorre em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Apresenta uma EOO de 17.419,64 km². Protegida pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos e Reserva Ecológica Estadual do Paraíso, no Rio de Janeiro, a espécie também pode ser encontrada no município de Itaguaçu (ES) e Matias Barbosa (MG), onde remanescem respectivamente 10% e 24% da cobertura florestal original. A última coleção registrada data de 2007, coletada em área recém-incorporada ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no distrito de Santo Aleixo, município de Magé (RJ), o que infere na ocorrência de novas subpopulações nos arredores do Parque. Pelo exposto, portanto, a espécie encontra-se \"Vulnerável\" (VU) em relação ao seu risco de extinção, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20mandioccana","Mata Atlântica"],
    [3691,"OXALIDACEAE","Oxalis neuwiedii","Zucc.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis neuwiedii compreende duas subespécies, subsp. neuwiedii e pardoensis, esta será elevada à nível de espécie (Fiaschi, P., com. pessoal), logo a avaliação de risco restringe-se a subsp. neuwedii.  Caracteriza-se por ervas eretas, terrícolas. Endêmica do Brasil. Apresenta ampla extensão de ocorrência, ocorre em Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, nesta em Floresta Estacional Semidecidual, no interior e borda de matas. Ocorre nos estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Apresenta um EOO de 42.000km². Protegida pela Reserva Biológica de Sooretama e Reserva Biológica da Cia Vale do Rio Doce, nesta com abundante ocorrência, com subpopulações consistentes e viáveis. Bem representada em coleções biológicas, e com registros recentes de coleta. Não ameaçada.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20neuwiedii","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3692,"OXALIDACEAE","Oxalis niederleinii","Knuth","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis niederleinii caracteriza-se por ervas, terrícolas. Não endêmica do Brasil. Considerada Vulnerável (VU) pela Lista vermelha da flora de São Paulo (SMA-SP, 2004), porém é amplamente distribuída na região sul do Brasil, sendo uma das espécies mais comuns nos estado do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Não ameaçada.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20niederleinii","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3693,"OXALIDACEAE","Oxalis paranaensis","Lourteig","CR","B2ab(iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis paranaensis é endêmica do Brasil, restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorre em Floresta Ombrófila Mista, no Estado do Paraná, onde resta apenas 1% de sua cobertura florestal original. Encontrada nos municípios de São José dos Pinhais e Piraquara, habita áreas brejosas nos Campos de Altitude. Apresenta EOO de 151,18 km² e AOO de 12 km², e não está protegida por nenhuma unidade de conservação (SNUC). Sua EOO sofre intensa pressão da extração madeireira, queimadas, invasão de espécies exóticas através de culturas agrícolas ou florestais, expansão urbana, além da ocupação de terras por movimentos sociais. Pouco representada em coleções científicas, e raras coletas recentes, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (CR), o que demanda investimento em pesquisa científica e em esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [3694,"OXALIDACEAE","Oxalis praetexta","Progel","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis praetexta é endêmica do Brasil, restrita ao bioma Mata Atlântica. Ocorre em Campos de Altitude e Formações Campestres, no município de Palmeira e Ponta Grossa, neste, remanescem apenas 8% da cobertura florestal original, no Estado do Paraná. Apresenta EOO de 797,90 km². Apesar de estar supostamente protegida por unidade de conservação (SNUC) (Parque Estadual de Vila Velha), seu hábitat é constantemente ameaçado, havendo supressão da AOO e no número de subpopulações, que pode ser atribuída principalmente à expansão das atividades agropecuárias e silviculturais. Essas atividades favorecem ainda a invasão de espécies exóticas de alto poder competitivo, além disso, a instalação de infraestrutura de telecomunicações e o turismo desordenado configuram ameaças diretas à perpetuação da espécie. Sendo pouco representada em coleções científicas, O. praetexta foi considerada \"Em perigo\" (EN), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, tendo em vista a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20praetexta","Mata Atlântica"],
    [3695,"OXALIDACEAE","Oxalis rhombeo-ovata","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis rhombeo-ovata caracteriza-se por subarbustos. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída na região sudeste e sul, chegando até a região centro-oeste no estado de Goiás. Apresenta EOO de 839.288,002km². Ocorre nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Densa, associada a afloramentos rochosos e sub- bosques. Protegida pelo Parque Nacional do Iguaçú, Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, Parque Estadual de Ibiporã, Parque Estadual Mata dos Godoy, Parque Municipal Arthur Thomas, RPPN Mata São Pedro, Parque Estadual Cantareira e Parque Estadual Morro do Diabo. Bem representada em coleções científicas, inclusive com registros recentes. Espécie não ameaçada no contexto nacional, porém sua distribuição disjunta e pontual entre os estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20rhombeo-ovata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3696,"OXALIDACEAE","Oxalis sellowii","Spreng.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis sellowii caracteriza-se por ervas ou subarbustos terrícolas. Não endêmica do Brasil. Restrita aos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás, abrange os biomas Cerrado e Mata Atlântica, nesta em Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta um EOO de 165.080, 752km². Apesar de estar protegida por Unidade de Conservação,  Parque Nacional das Emas, a região onde ocorre encontra-se sob constante ameaça, não só pela acelerada antropização de seus habitats,  como também pela constante incidência de incêndios, o que pode colocá-la em risco em um futuro próximo.\"","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20sellowii","Cerrado"],
    [3697,"OXALIDACEAE","Oxalis umbraticola","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis umbraticola é uma espécie endêmica da flora brasileira, amplamente distribuída no âmbito nacional, ocorre na Mata Atlântica, em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, Cerrado e Caatinga. Apresenta EOO de 851.889,936km². Protegida por Unidades de Conservação. Espécie não ameaçada no contexto nacional, porém sua distribuição disjunta e pontual entre os estados brasileiros de ocorrência possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20umbraticola","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3698,"PALLAVICINIACEAE","Jensenia difformis","(Nees) Grolle","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorre no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Espírito Santo (EOO=269,87 km²) e é endêmica da Mata Atlântica. Embora presente em unidades de conservação (SNUC), a espécie está suscetível a queimadas. Além disso, as regiões de ocorrência de J. difformis fora de áreas protegidas podem ser consideradas severamente fragmentadas por atividades agrícolas e de pecuária, que impossibilitam a reprodução da espécie, causam declínio na EOO, na AOO e na qualidade do hábitat. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jensenia%20difformis","Mata Atlântica"],
    [3699,"PALLAVICINIACEAE","Pallavicinia lyellii","(Hook.) S.F.Gray","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pallavicinia%20lyellii","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [3700,"PASSIFLORACEAE","Passiflora actinia","Hook.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora actínia caracteriza-se por lianas hermafroditas, terrícolas, perenes. Endêmica do Brasil. Ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul.  Restrita ao bioma Mata Atlântica, habita interior de mata com luz difusa, raramente na orla, capoeiras ou capoeirões. Apresenta EOO de 315.511,871km². Amplamente representada em coleções científicas. Protegida por Unidades de Conservação. Apesar de ser uma espécie com frutos comestíveis, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20actinia","Mata Atlântica"],
    [3701,"PASSIFLORACEAE","Passiflora amethystina","J.C.Mikan","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora amethystina caracteriza-se por trepadeiras lenhosas. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Amplamente distribuída nas regiões nordeste, centro-oeste, sudeste e sul. Apresenta EOO de 4.455.020,565km². Protegida por Unidades de Conservação. Apesar de possuir potencial ornamental, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20amethystina","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3702,"PASSIFLORACEAE","Passiflora campanulata","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora campanulata caracteriza-se por trepadeiras hermafroditas, perenes, terrícolas. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída nas regiões sudeste e sul. Ocorre em Mata Atlântica e Cerrado, habita preferencialmente em orla de mata em áreas montanhosas, e campos rupestres, em altitudes entre 1390-2100m. Apresenta EOO de 304.353,437km². Protegida por Unidades de Conservação. Bem representada em coleções cientícas. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20campanulata","Mata Atlântica"],
    [3703,"PASSIFLORACEAE","Passiflora edulis","Sims","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora eduliscaracteriza-se por trepadeiras hermafroditas, perenes, terrícolas. Não endêmicado Brasil. Amplamente distribuída por todo o território brasileiro, excetoregião norte. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Pantanal,onde ocorre em florestas, cerrados, escrube, capoeiras e locais antropizados,em solos úmidos ou bem drenados. Apresenta EOO de 3.656.123,303km². Protegidapor Unidade de Conservação. Apesar de ser utilizada para fins medicinais eornamentais, além de possuírem frutos comestíveis, é amplamente cultivada, nãohavendo nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçadano âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20edulis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3704,"PASSIFLORACEAE","Passiflora eichleriana","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora eichleriana caracteriza-se por trepadeiras herbáceas, hermafroditas, perenes, terrícolas. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída na região sul, ocorrendo também nas regiões centro-oeste e sudeste. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, habita borda de mata, capoeiras e capoeirões. Apresenta EOO de 809.197,070km². Protegida por Unidades de Conservação. Bem representada em coleções científicas. Apesar da Mata Atlântica estar severamente fragmentada na região sul do Brasil, não há nenhuma ameaça direta que a coloque em risco de extinção. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20eichleriana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3705,"PASSIFLORACEAE","Passiflora elegans","Mast.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora elegans caracteriza-se por trepadeiras lenhosas, hermafroditas, terrícolas. Endêmicado Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa. Ocorredesde o litoral do estado de São Paulo até o interior do Rio Grande do Sul, em interiorou borda de mata, também em capoeiras. Apresenta EOO e AOO de 314.270,030km² e36km² respectivamente. Devido a sua área de ocorrência estar severamentefragmentada, seus habitats em constante ameaça principalmente pela expansãourbana e a pouca representatividade da espécie em coleções científicas, podemosinferir que trata-se de uma espécie que poderá estar ameaçada em um futuropróximo.  Torna-se necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de novassubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20elegans","Mata Atlântica"],
    [3706,"PASSIFLORACEAE","Passiflora hatschbachii","Cervi","EN","B2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora hatschbachii caracteriza-se por trepadeiras robustas, andróginas, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais e, possivelmente, Bahia, entre 150 e 250 m de altitude. Restrita ao bioma Mata Atlântica, em Floresta Estacional Semidecidual, habita a copa das árvores em orla de mata. Apresenta AOO de 12 km². Não recoletada desde 1998, é conhecida apenas por coletas pontuais, nos municípios de Leopoldina, Manga e Jaíba, região centro-norte de Minas Gerais, onde apresenta baixa densidade populacional, e está sob constante ameaça devido à existência da rodovia BR-101 e seus impactos indiretos. Por essas razões, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Não há estudos populacionais sobre a espécie, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [3707,"PASSIFLORACEAE","Passiflora imbeana","Sacco","EN","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora imbeana é endêmica do Estado do Rio de Janeiro, restrita ao bioma Mata Atlântica, ocorrendo em Floresta Ombrófila Densa, nos Campos de Altitude e Matas Nebulares. Apresenta EOO de 1.499,63 km². Pouco representada em coleções científicas, foi coletada pela última vez no município de Cardoso Moreira, em 2008. Apesar de protegida por unidades de conservação (SNUC), seu hábitat é bastante restrito, e encontra-se sob constante ameaça, como é o caso do Parque Estadual do Desengano, onde hoje remanescem apenas as florestas em encosta de grande declividade e nos topos mais altos, além da acelerada expansão urbana no Estado do Rio de Janeiro e dos constantes incêndios que acometem as regiões de Campos de Altitude. Não existem estudos populacionais sobre a espécie, sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20imbeana","Mata Atlântica"],
    [3708,"PASSIFLORACEAE","Passiflora ischnoclada","Harms","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora ischnoclada é restrita ao bioma Mata Atlântica, sendo considerada endêmica do Estado de São Paulo, onde ocorre em Floresta Ombrófila Densa, entre 800 m e 1.000 m de altitude. Apresenta AOO de 8 km². Por ter seu material-tipo destruído (A. Loefgren 5754, 10/1901, município de Rio Claro, Santa Branca, São Paulo), a espécie é conhecida atualmente por apenas três registros de coleta, realizados nos municípios de Salesópolis e Paraibuna, onde remanescem apenas 29% e 13,7% da cobertura original de Mata Atlântica. Apesar de protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar, encontra-se sob ameaça da ocupação desordenada das encostas, especulação imobiliária, mineração e extrativismo vegetal clandestino, além do plantio comercial de eucalipto. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Como não há estudos populacionais sobre a espécie, são necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20ischnoclada","Mata Atlântica"],
    [3709,"PASSIFLORACEAE","Passiflora malacophylla","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora malacophylla caracteriza-sepor lianas, perenes, hermafroditas. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasCaatinga e Mata Atlântica, distribuindo-se do sul do estado da Bahia até SãoPaulo. Apresenta EOO de 94.043,001km².  Apesarda região onde ocorre estar bastante fragmentada, encontra-se protegida porUnidades de Conservação, além de ser uma espécie característica de florestasperturbadas e matas secundárias. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20malacophylla","Mata Atlântica"],
    [3710,"PASSIFLORACEAE","Passiflora margaritae","Sacco","EN","B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora margaritae apresenta síndrome de dispersão zoocórica, sendo considerada endêmica do Estado do Espírito Santo (municípios de Linhares, Pancas e Santa Teresa). É restrita ao bioma Mata Atlântica, onde ocorre em Floresta Ombrófila Densa montana e Mata de Tabuleiro. Tem EOO de 2.694,65 km² e AOO de 12 km². Encontra-se sujeita a quatro situações de ameaça: a implementação de lavouras permanentes, a exploração madeireira, os reflorestamentos homogêneos e a abertura de pastagens com a consequente invasão de espécies exóticas. Protegida pela Reserva Florestal de Sooretama, é conhecida por apenas três registros de coleta, sendo o último datado de 1965. Com base nessas informações, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN), sendo necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a distribuição geográfica, a existência de subpopulações e o seu real estado de conservação.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20margaritae","Mata Atlântica"],
    [3711,"PASSIFLORACEAE","Passiflora miersii","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora miersii caracteriza-se por trepadeiras lenhosas, hermafroditas, perenes, terrícolas. Endêmica do Brasil. Ocorre no Bioma Mata Atlântica, em floresta ombrófila e estacional, em locais úmidos de mata, Cerrado e cerradão. Amplamente distribuída na região sudeste, chegando até o estado do Paraná, ao sul e Pernambuco, a norte. Apresenta EOO de 983.046,271km². Protegida por Unidades de Conservação. Bem representada em coleções científicas, apresenta coletas recentes. Devido a sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20miersii","Mata Atlântica"],
    [3712,"PASSIFLORACEAE","Passiflora organensis","Gardner","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora organensis caracteriza-se por trepadeiras perenes, hermafroditas, terrícolas. Endêmica do Brasil. Amplamente distribuída pela costa sudeste e sul, no bioma Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa montana e sub-montana, ocorre também no Cerrado. Distribui-se do estado de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, chegando até o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 2.145.785,456km². Protegida por Unidades de Conservação. Espécie bem representada em coleções científicas. Devido a sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20organensis","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3713,"PASSIFLORACEAE","Passiflora racemosa","Brot.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora racemosa caracteriza-sepor trepadeiras, perenes, hermafroditas, terrícolas. Endêmica do Brasil.Distribui-se nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, neste último éamplamente distribuída. Restrita do bioma Mata Atlântica, ocorre em restingas efloresta ombrófila densa, preferencialmente no interior de matas de encosta.Apresenta EOO de 25.655,399km². Protegida por Unidades de Conservação.Amplamente representada em coleções científicas, inclusive por coletasrecentes. Sua área de ocorrência, apesar de bastante alterada pela expansãourbana, especulação imobiliária e atividades turísticas e de lazer, não representamameaças diretas a espécie. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20racemosa","Mata Atlântica"],
    [3714,"PASSIFLORACEAE","Passiflora saccoi","Cervi","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora saccoi caracteriza-se por trepadeiras, hermafroditas, terrícolas. Endêmica doBrasil. Segundo Forzza et al. (2012)ocorre nos estados do Pará e Minas Gerais, nos biomas Amazônia, Caatinga,Cerrado e Mata Atlântica, porém baseando-se em dados disponíveis para aespécie, existem incongruências quanto a sua distribuição. Segundo dadosdisponíveis no Species Link (http://www.splink.org.br/index)ocorre no estado doEspírito Santo, município de Linhares (T.S. Santos 2033), no Paraná, municípiode Campina Grande do Sul (E. Melo 2528) e Minas Gerais, às margens do RioParaopeba (E.P. Heringer 6467). É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar a real distribuição geográfica,a existência de subpopulações, e o real estado de conservação da espécie.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20saccoi","Mata Atlântica"],
    [3715,"PASSIFLORACEAE","Passiflora setulosa","Killip","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora setulosa é endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de São Paulo e Paraná, nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, em Campos Limpos e bordas de mata. Apresenta AOO de 40 km². As regiões onde ocorre vêm sofrendo intenso processo de desflorestamento, principalmente devido à agricultura e pecuária intensivas. Por exemplo, os municípios de Curitiba e Jaguariaíva (PR) têm somente 1,2% e 2,6% da cobertura florestal original, respectivamente. Pouco representada em coleções científicas, sendo o último registro datado de 1993, em Jaguariaíva, a espécie é pouco conhecida. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Como não há estudos populacionais sobre a espécie, são necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações, tendo em conta a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20setulosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3716,"PASSIFLORACEAE","Passiflora tricuspis","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora tricuspis caracteriza-se por trepadeiras herbáceas, hermafroditas, terrícolas. Não endêmica do Brasil. Amplamente distribuída entre 200-1100m de altitude no território brasileiro, sendo mais abundante nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Pantanal. Apresenta EOO de 3.602.468,173km². Protegida por Unidades de Conservação. Devido a sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20tricuspis","Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga"],
    [3717,"PASSIFLORACEAE","Passiflora urubiciensis","Cervi","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora urubiciensis é uma espécie recém-descrita, caracterizada por plantas trepadeiras herbáceas, terrícolas andróginas e perenes. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Restrita ao bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Ombrófila Densa, em Mata de Galeria, entre 900 m e 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de 1.075,22 km² e AOO de 20 km², estando sujeita a três situações de ameaça: agricultura, expansão urbana desordenada e extração de carvão mineral. Nos municípios onde foi coletada, em Urubici (SC) e Morro Reuter (RS), remanescem 41% e 31% da cobertura vegetal original, respectivamente. Está representada por poucos registros de coleta em coleções científicas. Foi considerada \"Em perigo\" (EN). São necessários, portanto, investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a real distribuição geográfica, a existência de subpopulações e o estado de conservação da espécie.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20urubiciensis","Mata Atlântica"],
    [3718,"PELLIACEAE","Noteroclada confluens","Taylor ex Hook. & Wilson","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não é endêmica do Brasil e no país apresenta ampla distribuição.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noteroclada%20confluens","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3719,"PENTAPHYLACACEAE","Ternstroemia brasiliensis","Cambess.","LC","","","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição no Brasil pela floresta pluvial Atlântica e matas nebulares e alto-montanas. Base de dados dos registros de ocorrência está incompleta.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ternstroemia%20brasiliensis","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3720,"PENTAPHYLACACEAE","Ternstroemia cuneifolia","Gardner","VU","B2ab(i,iii,v)","","Tainan Messina","Espécie arbórea baixa, da Mata Atlântica, ocorre em Florestas Nebulares, Campos de Altitude e Campos Rupestres. Tem ampla distribuição, com EOO de 365.89 km², mas é rara com distribuição esparsa em 40 km² de AOO. Está sujeita a sete situações de ameaça: em Alto Caparaó, Catas Altas, Diamantina, Santa Luzia (MG), Morro do Chapéu (BA), Teresópolis (RJ), Alto Paraíso de Goiás (GO). Encontra-se ameaçada pela perda de hábitat, pelo declínio na EOO e pelo número de situações de ameaça, em decorrência do aumento da frequência de incêndios, sobretudo nas áreas mais interiores, que afetam as subpopulações mais raras de Goiás e Bahia, onde não é coletada desde 1975 e 1986, respectivamente. Diante do exposto, a espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ternstroemia%20cuneifolia","Mata Atlântica"],
    [3721,"PHYLLANTHACEAE","Margaritaria nobilis","L.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Margaritaria nobilis é uma espécie arbustiva ocorrente em todo o Brasil. Habita diferentes tipos de habitat como floresta ciliar e/ou de galeria, floresta de várzea, floresta estacional semidecidual, floresta ombrófila e floresta ombrófila mista. Possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Margaritaria%20nobilis","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [3722,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus angustissimus","Müll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phillanthus angustissimus é uma espécie ocorrente nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. Possui uma extensão de ocorrência de 242.027km² em altitudes entre 640m e 2075m. Habita campos rupestres e restingas. Apesar de ocorrer em áreas ameaçadas, a espécie possui ampla distribuição e abundância, ocorre em diferentes tipos altitudinais e vegetacionais e possui registros em áreas protegidas. Desta forma, Phillanthus angustissimus é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20angustissimus","Cerrado"],
    [3723,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus choretroides","Müll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phillanthus choretroides é uma espécie ocorrente nos estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás. Possui uma extensão de ocorrência de 222.154km² em altitudes entre 750m e 1820m. Habita campos rupestres sobre solos arenosos ou pedregosos. Apesar de ocorrer em áreas ameaçadas, a espécie possui ampla distribuição e abundância, ocorre em diferentes tipos altitudinais, além de possuir registros em áreas protegidas. Desta forma, Phillanthus choretroides é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20choretroides","Cerrado"],
    [3724,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus claussenii","Müll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus clauseniié uma espécie herbácea ocorrente nos estados do nordeste, centro-oeste e sudeste do Brasil. Habita diferentes tipos de habitat como Cerrado, Campo Rupestre, Carrasco e Caatinga, e Floresta Estacional Semidecidual. Possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20claussenii","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3725,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus gladiatus","Müll.Arg.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus gladiatus é uma espécie arbustiva ocorrente nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, em altitudes de até 1.300 m. Ocupa uma AOO de 20 km². Estudos revelaram que a espécie tem germinação e propagação vegetativa difícil. Ocorre somente em solos arenosos a argilosos e é restrita a ambientes com floresta sombreada de Restinga. Os ambientes de Restinga sofrem atualmente drástica influência antropogênica, devido à ocupação desordenada, mineração e agricultura, havendo somente pequenas manchas remanescentes. Em razão de sua distribuição restrita, da especificidade e da redução de hábitat, P. gladiatus foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20gladiatus","Mata Atlântica"],
    [3726,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus retroflexus","Brade","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus retroflexus é uma espécie ocorrente nos Estados da Bahia e Espírito Santo, em altitudes que variam entre 577 m e 800 m, com uma EOO de 6.839,13 km². Desenvolve-se em ambientes de Campos Rupestres e Floresta Ombrófila Montana. Os locais onde ocorre têm um histórico de destruição que seguiu os ciclos econômicos regionais e, atualmente, sofrem com a expansão urbana e de áreas para agricultura e com a pressão imobiliária, resultando em uma severa fragmentação do hábitat da espécie. Em razão de uma EOO menor que 20.000 km² e por esta estar em declínio, P. retroflexus foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20retroflexus","Mata Atlântica"],
    [3727,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus rosellus","(Müll.Arg.) Müll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus rosellus é uma espécie arbustiva ocorrente em campos rupestres de Cerrado e Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, com uma extensão de ocorrência de 379.360km². Apesar de ocorrer em áreas com impactos ambientais, a espécie possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20rosellus","Mata Atlântica"],
    [3728,"PHYLLANTHACEAE","Savia dictyocarpa","Müll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Savia dictyocarpa é uma espécie arbustiva ocorrente nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina, Sergipe, Ceará e Rio Grande do Norte. Habita Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Possui ampla distribuição e abundância, além de ser bem representada em áreas protegidas. Desta forma, a espécie é considerada menos preocupante (LC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Savia%20dictyocarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3729,"PHYTOLACCACEAE","Microtea bahiensis","Marchior. & J.C.Siqueira","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. bahiensis é uma herbácea endêmica da Bahia, ocorrendo em vegetação arbustiva e Floresta Semidecídua da Caatinga. As subpopulações conhecidas estão isoladas, representam tamanho populacional pequeno e perfazem AOO de 20 km². A espécie foi categorizada, em função desses fatores, como \"Em perigo\" (EN). As ameaças incidentes nas áreas em que M. bahiensis ocorre são o crescimento de áreas urbanas e as atividades agropecuárias, fatores que identificam quatro situações de ameaça incidentes sobre a espécie, determinadas pela perda de hábitat, que causa declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20bahiensis","Caatinga"],
    [3730,"PHYTOLACCACEAE","Microtea maypurensis","(Kunth) G.Don","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. maypurensis é uma herbácea não endêmica do Brasil e com ampla distribuição, ocorrendo nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Possui Extensão de Ocorrência superior à 20.000, sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20maypurensis","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3731,"PHYTOLACCACEAE","Microtea papilosa","Marchior. & J.C.Siqueira","VU","B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. papilosa é uma herbácea com ocorrência no Cerrado, conhecida por coletas botânicas recentes na Bahia e outras mais antigas em Minas Gerais. A EOO é menor que 20.000 km², e a vegetação de áreas arenosas como aquelas onde M. papilosa ocorre é bastante vulnerável às atividades antrópicas incidentes, tais como a expansão das áreas urbanas, a retirada ilegal de areia e a extração de minérios. Assim, a região de ocorrência está ameaçada pelo declínio da qualidade do hábitat e por estar sujeita a duas situações de ameaça distintas, o que possibilitou considerar M. papilosa \"Vulnerável\" (VU).","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20papilosa","Cerrado"],
    [3732,"PHYTOLACCACEAE","Microtea scabrida","Urb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. scabrida é uma herbácea não endêmica do Brasil, com distribuição em 5 biomas. Ocorre associada a ambientes com alta luminosidade como os orlas e clareiras de mata. Possui Extensão de Ocorrência superior à 20.000, sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20scabrida","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3733,"PHYTOLACCACEAE","Seguieria americana","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. americana é uma arbórea ou liana não endêmica do Brasil, habitando em 3 biomas brasileiros com ampla variedade fitofisionômicas. Possui Extensão de Ocorrência superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seguieria%20americana","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3734,"PHYTOLACCACEAE","Seguieria langsdorffii","Moq.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. langsdorffii é uma arbórea com ocorrência pelos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Diversos estudos amostraram a ocorrência da espécie, sendo considerada comum e com baixa densidade. Possui Extensão de Ocorrência estimada superior à 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seguieria%20langsdorffii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3735,"PHYTOLACCACEAE","Trichostigma octandrum","(L.) H.Walter","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. octandrum é uma liana arbustiva com distribuição em 3 biomas brasileiros. Ocorre em diferentes fitofisionomias como as florestas primarias úmidas, secundárias e alteradas. Embora tenha usos artesanais e medicinais, a espécie não está em risco de extinção por possuir Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km².","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichostigma%20octandrum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3736,"PICRAMNIACEAE","Picramnia coccinea","W.W.Thomas","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva do sub-bosque da Mata Atlântica do sul da Bahia. Seu EOO é calculado em 464,2 km² e AOO em 16 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça distintas. As subpopulações dos municípios de Itacaré, Ilhéus, Una e Uruçuca encontram-se ameaçadas principalmente pela perda de área e da qualidade do hábitat, em consequência do desmatamento para produção de coco, banana, borracha, dendê, além do tradicional cultivo de cacau, o principal produto da região, e da extração de piaçava. Por isso, P. coccinea foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20coccinea","Mata Atlântica"],
    [3737,"PICRAMNIACEAE","Picramnia parvifolia","Engl.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbórea baixa com distribuição na Mata Atlântica, do estado de São Paulo ao norte do Rio Grande do Sul, nas formações pluvial, semidecídua e mista de Araucária. Extensão de ocorrência de 283.321km². Sem uso significativo ou pressão de coleta.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20parvifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3738,"PICRAMNIACEAE","Picramnia sellowii","Planch.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea baixa, não é endêmica do Brasil e ocorre amplamente distribuída em todas as regiões do país, nas florestas dos domínios da Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Sem usos específico, embora o gênero possua propriedades medicinais.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20sellowii","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3739,"PIPERACEAE","Ottonia sampaioi","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas do material tipo. A ausência de informações sobre o local de coleta pode inviabilizar ações voltadas para a redescoberta da espécie na natureza. As informações disponíveis são insuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ottonia%20sampaioi","Mata Atlântica"],
    [3740,"PIPERACEAE","Peperomia adsurgens","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, EOO  menor que 5.000 km². Foi encontrada, até o momento, em apenas duas localidades ambas com um registro somente. Há necessidade de estudos complementares para a avaliação de risco do taxon.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20adsurgens","Mata Atlântica"],
    [3741,"PIPERACEAE","Peperomia apiahyensis","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie possui apenas dois registros, sendo que para um deles as informações disponíveis não permitem a recoleta do material. O outro registro aponta a restrição da população a determinado habitat. Apesar de estar dentro de Unidade de Conservação, estima-se que esta especificidade de habitat possa limitar a ocorrência da espécie. Portanto os dados disponíveis são insuficientes para a avaliação de risco da espécie.","2011-01-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20apiahyensis","Mata Atlântica"],
    [3742,"PIPERACEAE","Peperomia clivicola","Yunck.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição e ocorrendo em áreas de Unidade de Conservação. Embora o número de registros da espécie não seja significativo a presença em unidades de conservação permite a classificação da espécie como menos preocupante - LC.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20clivicola","Mata Atlântica"],
    [3743,"PIPERACEAE","Peperomia cooperi","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas do material tipo, coletada a mais de 100 anos. A ausênciade informações sobre o local de coleta pode inviabilizar ações voltadas para aredescoberta da espécie na natureza. As informações disponíveis são inadequadaspara a avaliação de risco da espécie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20cooperi","Mata Atlântica"],
    [3744,"PIPERACEAE","Peperomia cordigera","Dahlst.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. cordigera é uma espécie herbácea ocorrente nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Desenvolve-se em Formações Campestres rupestres e Floresta Ombrófila Densa. A espécie apresenta AOO menor que 20 km² e tem somente cinco registros de coleta, a maioria realizada há mais de 50 anos, com apenas uma efetuada recentemente. A perda de cobertura vegetal, significando diminuição na qualidade do hábitat e/ou redução de hábitat, é uma ameaça bastante presente para todas as subpopulações remanescentes. É considerada \"Vulnerável\" (VU). Sugere-se a implantação de estudos para subsidiar nova avaliação no futuro.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20cordigera","Mata Atlântica"],
    [3745,"PIPERACEAE","Peperomia diaphanoides","Dahlst.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Peperomia diaphanoides é uma espécie de ampla distribuição geográfica, ocorrendo nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, possui uma extensão de ocorrência de 409.559,968 km². Desenvolve-se em diferentes fitofisionomias do cerrado e Mata Atlântica. Algumas subpopulações estão ameaças por atividades de mineração, apesar disso pesquisas sobre a restauração da vegetação de campos rupestres ferruginosos vêm sendo conduzidas, além da espécie ocorrer em áreas protegidas. Desta forma, Peperomia diaphanoides é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, sugere-se acoleta de maiores informações populacionais as quais poderão levá-la futuramente a uma nova avaliação.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20diaphanoides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3746,"PIPERACEAE","Peperomia distachya","(L.) A.Dietr.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica restrita, encontrada na faixalitorânea dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Registrada a mais de 130anos em uma localidade entre Santos e Sorocaba e mais recentemente em Ubatuba,São Paulo e em uma localidade no Parque Estadual da Ilha Grande, estado do Riode Janeiro. Transformações na cobertura vegetal original devido ao desmatamentoe expansão urbana colocam a espécie em contínuo declínio em EOO, AOO, qualidadedo habitat e número de populações para a região de Santos/Sorocaba. Nas demais localidades a espécie ocorre em áreas protegidas, portanto, resguardadas. A espécie foi categorizada como DD.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20distachya","Mata Atlântica"],
    [3747,"PIPERACEAE","Peperomia emarginella","(Sw.) C.DC.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica, EOO de 213.982,847 km². Ocorrenos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais e é considerada uma espécie-alvo para ações de conservação no Estado de São Paulo. Emtodos os estados a espécie é registrada em ao menos uma unidade de conservação. Desta forma, Peperomia emarginella é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20emarginella","Mata Atlântica"],
    [3748,"PIPERACEAE","Peperomia gardneriana","Miq.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica, EOO de 351.976,261 km²,ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Nos estados de São Paulo e Rio deJaneiro a espécie foi registrada, uma única vez, a mais de 70 anos nas unidadesde conservação, Parque Nacional da Bocaina e Parque Nacional da Tijuca. Para osdemais estados onde a espécie pode ser encontrada, Goiás, Minas Gerais e oDistrito Federal existem ameaças sobre a espécie, em especial o desmatamento.No entanto, a totalidade das informações disponíveis qualificam a espécie como menos preocupante (LC).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20gardneriana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3749,"PIPERACEAE","Peperomia gracilis","Dahlst.","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica restrita, EOO de 556,12 km², é registrada em três localidades, duas no Estado de São Paulo e uma no Paraná, todas efetuadas há mais de 40 anos. Nesses locais, a ação de desmatamento é muito intensa, significando forte pressão sobre as populações remanescentes da espécie que, aliada ao declínio na qualidade do hábitat e nos valores de EOO e AOO do táxon, tem sua perpetuação na natureza comprometida. No Paraná, o desmatamento na localidade onde a espécie pode ser encontrada foi responsável pela diminuição de 75% na cobertura vegetal original. P. gracilis foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20gracilis","Mata Atlântica"],
    [3750,"PIPERACEAE","Peperomia guarujana","C.DC.","CR","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie endêmica, é conhecida apenas pelo material tipo coletado no Guarujá (SP), provavelmente no ano de 1907, época em que o coletor realizou viagens nessa localidade. Nos últimos 50 anos, a região tem estado sob forte pressão da expansão urbana e dados recentes apontam a perda de 57% da cobertura vegetal original. É muito provável que a espécie não mais exista, considerando a perda do hábitat original e ausência de outros registros posteriores. Por esses fatores, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20guarujana","Mata Atlântica"],
    [3751,"PIPERACEAE","Peperomia hemmendorffii","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica restrita com EOO de 540,71 km². É conhecida apenas em duas regiões situadas nos Estados de São Paulo e de Minas Gerais. Na região no Estado de São Paulo, onde um único registro ocorreu há 114 anos, atualmente existem apenas 5% de remanescentes da vegetação original. Uma nova coleta foi realizada há cerca de oito anos em Minas Gerais. Porém, a despeito de um possível aumento na EOO considerando a nova coleta, as áreas naturais nessa região também têm sido reduzidas, principalmente devido ao desmatamento. Assim, é plausível supor que a espécie não mais ocorra na região de São Paulo e que as populações presentes em Minas Gerais estejam em declínio. Esses fatores foram considerados para a classificação da espécie como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hemmendorffii","Mata Atlântica"],
    [3752,"PIPERACEAE","Peperomia hernandiaefolia","(Vahl) A.Dietr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de distribuição disjunta, ocorrendo na Amazônia ocidental e nafaixa atlântica. Esta característica confere a espécie uma ampla distribuiçãogeográfica com EOO de 2.551.977,350 km². Apesar da extensa distribuição aespécie apresenta pequeno número de registros. Para a Amazônia ocidental aespécie ocorre em 3 localidades e na faixa atlântica foi registrada em 10localidades. A localização das subpopulações amazônicas em região de difícil acessoconfere a estas um alto nível de proteção. O mesmo não pode ser ditopara as subpopulações extra-amazônicas encontradas nos estados da Bahia, MinasGerais e Espírito Santo, cujas áreas de ocorrência sofreram ou vêm sofrendo comperda de cobertura vegetal em decorrência da expansão agrícola ou queimadas. Assim, embora existam diferentes níveis de proteção para as várias subpopulações da espécie os dados acima mencionados classificam a espécie com menos preocupante (LC).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hernandiaefolia","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3753,"PIPERACEAE","Peperomia hydrocotyloides","Yunck.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica com EOO de 298.957,328 km². A espéciepossui registros para os estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paranáe Santa Catarina. Aparentemente não ocorre em áreas protegidas. Em todos os locais de ocorrência da espécie suas populações estãoexpostas à grande pressão, a perda de cobertura vegetal significa redução e comprometimento das áreas onde a espécie ocorre. A espécie está possivelmente extintano Rio de Janeiro considerando que o único registro ocorreu em Copacabana. Estas informações indicam que a espécie possui um potencial para ser categorizada em algum grau de ameaça em um futuro próximo, desta forma, considera-se que Peperomia hydrocotyloides está quase ameaçada (NT). Sugere-se maior esforço de coleta e estudos populacionais.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hydrocotyloides","Mata Atlântica"],
    [3754,"PIPERACEAE","Peperomia itatiaiana","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, com EOO de 165,63 km². Peperomia itatiaiana é registrada em uma localidade no Estado de São Paulo, Campos do Jordão, e uma localidade no Parque Nacional do Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. Em ambas, a coleta ocorreu há mais de 70 anos. Em Campos do Jordão a expansão urbana desordenada e contínua representa risco à perpetuação da espécie na natureza. A presença em uma unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional de Itatiaia, não garante proteção a P. Itatiaiana devido aos registros de ocorrência de incêndios, à presença de gado e aos desmatamentos. Portanto, há um declínio na qualidade e na extensão do hábitat em razão de diferentes ações humanas. Essas ameaças, provavelmente estão causando uma redução considerável no tamanho das populações remanescentes. Esses fatores foram considerados ameaças potenciais à espécie, que foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20itatiaiana","Mata Atlântica"],
    [3755,"PIPERACEAE","Peperomia loefgrenii","Yunck.","EN","A2c,B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita com EOO de 275,47 km², é conhecida de sua localidade-tipo no Estado de São Paulo e de outra localidade no Estado do Rio de Janeiro, onde as transformações na região de ocorrência da espécie, associadas ao desmatamento, à expansão de cidades e às mudanças de uso da terra causam declínio na qualidade, EOO e AOO. Em decorrência desses fatores, observam-se diminuição do hábitat apropriado para a espécie e consequente redução do tamanho das subpopulações remanescentes. Em São Paulo, os dados disponíveis sugerem uma grande possibilidade de extinção da espécie em seu hábitat. Esses dados indicaram P. loefgrenii como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20loefgrenii","Mata Atlântica"],
    [3756,"PIPERACEAE","Peperomia loxensis","Kunth","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Peperomia loxensis possui ampla distribuição geográfica, EOO de 1.038.554,257 km² e está bem representada em diferentes fitofisionomias. Embora seu habitatnatural possa estar sob algum tipo de pressão desfavorável em algumaslocalidades, a extensão de sua área de ocorrência, sua plasticidade ecológica e sua presença em áreas protegidas a qualificam como menos preocupante (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20loxensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3757,"PIPERACEAE","Peperomia lyman-smithii","Yunck.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Peperomia lyman-smithii é uma espécie herbácea de ampla distribuição ocorrente nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 285.914,590 km². Desenvolve-se em floresta ombrófila densa e floresta ombrófila mista. Ocorre em áreas protegidas. Desta forma, pode-se dizer que Peperomia lyman-smithii é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, como muitas das coletas realizadas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul são antigas, sugere-se um maior esforço de coleta nestas áreas e estudos populacionais, os quais poderão levar a espécie a uma nova avaliação futuramente.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20lyman-smithii","Mata Atlântica"],
    [3758,"PIPERACEAE","Peperomia mandioccana","Miq.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de extensão geográfica ampla com EOO de 295.838,824 km², ocorrendo em diferentes fitofisionomias. A espécie é registrada em seis unidades de conservação distribuídas nas diferentes unidades federativas onde ocorre. Embora algum tipo de pressão desfavorável possa estaratuando em algumas localidades a extensão de sua área de ocorrência qualifica aespécie como menos preocupante LC.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20mandioccana","Mata Atlântica"],
    [3759,"PIPERACEAE","Peperomia mosenii","Dahlst.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é dedistribuição restrita com EOO de 23.204,104 km². A espécie apresente registrospara os estados de São Paulo e Minas Gerais. Em São Paulo as coletas ocorrerama mais de 100 anos, sendo muito grandes as possibilidades de não ocorrênciaatual da espécie devido a desfiguração das áreas naturais nas regiões onde osregistros foram realizados. Em Minas Gerais a espécie foi registrada em duaslocalidades, uma unidade de conservação e em região passível de intervençãohumana. Portanto existe perda de cobertura vegetal, acarretando diminuição naquantidade e qualidade do habitat da espécie. Essas características implicam empossível ameaça em futuro próximo.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20mosenii","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3760,"PIPERACEAE","Peperomia nitida","Dahlst.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e em alguns estados representada em unidades de conservação.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20nitida","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3761,"PIPERACEAE","Peperomia oreophila","Henschen","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição ampla e em diferentes fitofisionomias. Embora alguns locais de ocorrência da espécie sofram supressão da vegetação por atividades agropecuárias ou de mineração a ampla distribuição e a presença em unidades de conservação, garantem a permanência da espécie na natureza.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20oreophila","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3762,"PIPERACEAE","Peperomia pellucida","(L.) Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e presente em diferentes fitofisionomias. Embora em alguns locais de ocorrência esteja havendo declínio da cobertura vegetal sua extensão de ocorrência permite classificá-la em menos preocupante LC.?","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20pellucida","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3763,"PIPERACEAE","Peperomia pseudoestrellensis","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de ca. 556.000 km2, além de apresentar várias coletas dentro de unidades de conservação e possuir número grande de registros de ocorrência, de onde se infere que a espécie é relativamente abundante ao longo de sua distribuição.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20pseudoestrellensis","Mata Atlântica"],
    [3764,"PIPERACEAE","Peperomia psilostachya","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição. Problemas de ameaça são relatados para duas variedades da espécie que são de distribuição restrita. Porém, como um todo, a ampla distribuição não sugere ameaça para a espécie. ?","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20psilostachya","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3765,"PIPERACEAE","Peperomia quadrifolia","(L.) Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição média, provavelmente extinta no estado de São Paulo. Porém esta grave situação não ocorre nas demais regiões onde a espécie está presente. Em algumas regiões a espécie é registrada em mais de uma unidade de conservação, garantindo a manutenção da espécie.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20quadrifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3766,"PIPERACEAE","Peperomia regelii","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Embora a espécie tenha ampla extensão de ocorrência, EOO de 655.541,466 km² apresenta número de registros bastante reduzido. A espécie é citada para 5 estados, porém em todos apresenta apenas um registro. NO estado do Espírito Santo ocorre em uma unidade de conservação, fato não anotado para os demais estados. Portanto são necessários maiores dados para uma classificação correta da espécie. ?","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20regelii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3767,"PIPERACEAE","Peperomia riparia","Yunck.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita. Foi encontrada, até o momento, em apenas três localidades, todas com um registro somente. Há necessidade de estudos complementares para aavaliação de risco do taxon.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20riparia","Mata Atlântica"],
    [3768,"PIPERACEAE","Peperomia rizzinii","Yunck.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição mediana. Presente emunidades de conservação dos estados do Paraná e Rio de Janeiro, estes fatos não qualificam a espécie para qualquer dos critérios de ameaça.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rizzinii","Mata Atlântica"],
    [3769,"PIPERACEAE","Peperomia rostulatiformis","Yunck.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita (AOO=16 km²), com o último registro de coleta realizado há quase setenta anos. A espécie é registrada em apenas duas localidades que foram consideradas duas situações de ameaça distintas, nas quais a transformação da cobertura vegetal para agricultura, pastagem e urbanização é severa. Em uma delas, a espécie nunca mais foi encontrada e, na outra, 89% da região teve sua cobertura vegetal desmatada. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rostulatiformis","Mata Atlântica"],
    [3770,"PIPERACEAE","Peperomia rufispica","Yunck.","CR","A2bc","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, endêmica, com apenas um registro de coleta realizado há mais de 80 anos. A região onde o registro foi realizado teve 97% da cobertura original desmatada. Informações sobre a posição da população em beira de estrada indicam o aumento do risco de desaparecimento. Com base nessas informações, portanto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rufispica","Mata Atlântica"],
    [3771,"PIPERACEAE","Peperomia schwackei","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição mediana porém com baixa frequência de registros nas diversas regiões de ocorrência. Presente em duas unidades de conservação. Sua extensão de ocorrência sugere ausência de preocupações com a espécie.?","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20schwackei","Mata Atlântica"],
    [3772,"PIPERACEAE","Peperomia serpens","(Sw.) Loudon","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica, com número de registros ?significativo. Estes fatores não qualificam a espécie em nenhum critério de ameaça.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20serpens","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3773,"PIPERACEAE","Peperomia suboppositifolia","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica restrita, tem EOO de 369,72 km² e é endêmica do Estado do Espírito Santo. Registros de coleta realizados há mais de 60 anos, em duas localidades naquele Estado apontam que a espécie está sujeita a duas situações de ameaça distintas. Em uma das localidades o registro de coleta situa a espécie em uma unidade de conservação (SNUC), na outra, dados informam a perda de 90% da cobertura vegetal original. Esses dados sugerem declínio na EOO e AOO, assim como na qualidade do hábitat, colocando em risco as subpopulações locais. A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20suboppositifolia","Mata Atlântica"],
    [3774,"PIPERACEAE","Peperomia subrubrispica","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica e significativo número de registros. Embora a atividade de mineração seja uma ameaça a permanência de populações da espécie em algumas localidades sua presença em unidades de conservação sugere uma minimização deste efeito sobre populações da espécie. ?","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20subrubrispica","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3775,"PIPERACEAE","Peperomia trinervis","Ruiz & Pav.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica e com ocorrência em diversas unidades de conservação. A disposição destas unidades de conservação cobrem boa parte da extensão de ocorrência da espécie, com isto sugerindo a manutenção de área e qualidade de habitat para populações da espécie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20trinervis","Mata Atlântica"],
    [3776,"PIPERACEAE","Peperomia turbinata","Dahlst.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita porém presente em unidades de conservação? distribuídas em tres das quatro unidades federativas de sua extensão de ocorrência. Embora algum tipo de pressão desfavorável possa estar atuando em algumas localidades a presença da espécie nas unidades de conservação minimiza este fator.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20turbinata","Mata Atlântica"],
    [3777,"PIPERACEAE","Peperomia velloziana","Miq.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica, com número de registros ?significativo e presença em unidades de conservação.Estes fatores não qualificam a espécie em nenhum critério de ameaça.?","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20velloziana","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3778,"PIPERACEAE","Piper abbadianum","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie conhecida apenas do material tipo sendo necessário a coleta de maiores informações para a classificação correta do taxon. ?","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20abbadianum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3779,"PIPERACEAE","Piper abutiloides","Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, ocorrendo em unidades de conservação distribuídas pela região de ocorrência da espécie.?","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20abutiloides","Mata Atlântica"],
    [3780,"PIPERACEAE","Piper alnoides","Kunth","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição e EOO estimada de374.501,7143 km². Ocorre no domínio atlântico em diferentes fitofisionomias. Emboraa espécie não apresente grande número de registros sua ampla distribuição não aqualifica para nenhum dos critérios de ameaça.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20alnoides","Mata Atlântica"],
    [3781,"PIPERACEAE","Piper amparoense","Yunck.","EN","B1ab(i,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, tem EOO de 544,632 km². É conhecida em duas localidades, uma no Estado de São Paulo, e outra em Minas Gerais, onde é registrada em área de fazenda, portanto em região de grandes transformações da paisagem associadas a mudanças de uso da terra. Estas representam declínio na qualidade do hábitat, da EOO e da AOO da espécie. Em decorrência desses fatores, foram observadas diminuição do hábitat apropriado e consequente redução do tamanho das subpopulações remanescentes. Em São Paulo, os dados disponíveis sugerem uma grande possibilidade de extinção da espécie em seu hábitat. Com base no exposto, a P. amparoense foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20amparoense","Mata Atlântica"],
    [3782,"PIPERACEAE","Piper anostachyum","Yunck.","EN","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. anostachum é uma espécie herbácea ocorrente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Tem pequena EOO, estimada em 2.981,59 km² e se desenvolve em Floresta Ombrófila Densa e Floresta de Restinga. São reconhecidos somente três locais de ocorrência para a espécie. Embora essas localidades estejam situadas em unidades de conservação (SNUC), isso não garante proteção efetiva à espécie, fato que, aliado à pequena EOO, representa situação de ameaça para suas subpopulações. P. anostachum é classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20anostachyum","Mata Atlântica"],
    [3783,"PIPERACEAE","Piper barretoi","Yunck.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","P. barretoi é uma espécie muito rara, conhecida por um número baixíssimo de registros de herbário. Considerada extinta em Minas Gerais, foi coletada apenas uma vez no Mato Grosso e uma na Bahia, sendo ambos os registros da década de 1970. No caso da Bahia, o registro provém de um município extremamente desmatado, o que permite suspeitar que P. barretoi possa ter sido extinta localmente, acarretando declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações. Recomenda-se a realização de buscas intensivas pela espécie nos remanescentes florestais do município baiano de Almadina. A EOO é de 519,44 km², e está sujeita a duas situações de ameaça. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN), mas caso as buscas em Almadina não encontrem novas subpopulações, a espécie poderá vir a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20barretoi","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3784,"PIPERACEAE","Piper bennettianum","C.DC.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","P. bennettianum é uma espécie com distribuição ampla, porém marcadamente disjunta, ocorrendo em áreas montanhosas do Estado do Rio de Janeiro e na região da Chapada Diamantina (BA). A espécie encontra-se submetida a não mais do que cinco situações de ameaça, e está sujeita a uma série de fatores que podem levar à degradação do seu hábitat, como a ocorrência de incêndios periódicos severos, por esses motivos, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20bennettianum","Mata Atlântica"],
    [3785,"PIPERACEAE","Piper carautensei","E.F.Guim. & Carv.-Silva","EN","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Espírito Santo, com pequena EOO, estimada em 2.543,58 km². Embora esteja efetivamente protegida em quatro unidades de conservação (SNUC) nesse Estado, as demais localidades onde a espécie é observada não garantem a continuidade da qualidade do hábitat e da atual EOO, devido à intensa fragmentação causada pela agricultura e à expansão urbana, que representam situações de ameaça para suas subpopulações. A espécie é classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20carautensei","Mata Atlântica"],
    [3786,"PIPERACEAE","Piper casteloense","Yunck.","EN","B1ab(i,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie endêmica do Estado do Espírito Santo, é conhecida apenas em uma localidade, com coleta realizada há cerca de 80 anos. A EOO estimada é de 468,99 km². Na região onde a espécie foi registrada, as transformações na paisagem significaram redução das áreas naturais, causadas principalmente pela expansão agrícola e urbana, com perdas significativas na qualidade e extensão de hábitat. Esses dados permitem considerar a espécie \"Em perigo\" (EN). Sugere-se a implantação de estudos urgentes, pela possibilidade de mudança imediata na categoria de ameaça da espécie.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20casteloense","Mata Atlântica"],
    [3787,"PIPERACEAE","Piper corintoanum","Yunck.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper corintoanum é uma espécie arbustiva ocorrente nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com  extensão de ocorrência de 79.184,650km². Desenvolve-se em ambientes de veredas, campo sujo e campo úmido de Cerrado e Mata Atlântica. Apesar de alguns ambientes onde se desenvolve sofrerem com impactos de origem antrópicos, estudos revelam que a espécie consegue se desenvolver em ambientes perturbados. Desta forma, Piper corintoanum é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20corintoanum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3788,"PIPERACEAE","Piper crassistilum","Yunck.","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper crassistilum não possui informações suficientes para avaliação de risco de extinção. Desta forma, a espécie é deficiente de dados (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20crassistilum",""],
    [3789,"PIPERACEAE","Piper duartei","E.F.Guim. & Carv.-Silva","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie com EOO estimada de 12.033,35 km². Embora tenha registro de ocorrência em três unidades de conservação (SNUC), fora desses locais as transformações em seus locais de ocorrência associadas ao desmatamento, à expansão de cidades e mudanças de uso da terra representam declínio na qualidade e extensão do hábitat apropriado para a espécie. Assim, é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20duartei","Mata Atlântica"],
    [3790,"PIPERACEAE","Piper edwallii","Yunck.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie com distribuição geográfica restrita, EOO de 275,56 km² e conhecida apenas em duas localidades. Em uma delas, a última coleta foi realizada há mais de 100 anos enquanto a outra está situada em região urbana que recebe grande afluxo de visitação pública. Assim, esses são fatores que colocam em risco a espécie em decorrência do contínuo declínio na EOO, AOO e na qualidade do hábitat. Sendo assim, é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20edwallii","Mata Atlântica"],
    [3791,"PIPERACEAE","Piper flavicans","C.DC.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Embora a espécie tenha EOO estimada de 372.441,654 km² a espécie parece ser circunscrita a poucas localidades dentro desta grande área de extensão. No estado da Bahia é conhecida para duas localidades, e em apenas uma para os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. No Paraná suspeita-se a extinção da subpopulação pois seu local de ocorrência deu lugar a uma hidrelétrica e no Rio de Janeiro foi coletada há mais de 100 anos sem novas coletas para ambos os locais. Estes dados nos permitem prever que a espécie em um futuro muito próximo possa ser qualificada em uma categoria de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20flavicans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3792,"PIPERACEAE","Piper fuligineum","Kunth","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper fuligineum possui ampla distribuição com extensão de ocorrência de 2.132.011,780km². Ocorre emdiferentes domínios geográficos e em fitofisionomias diversas. Embora algumas subpopulações possam estar sob constante ameaça, sua plasticidade ecológica, abundância, ampla distribuição e presença em áreas protegidas categorizam-na como menos preocupante (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20fuligineum","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3793,"PIPERACEAE","Piper hatschbachii","Yunck.","CR","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Nas duas localidades, as transformações na paisagem significaram redução das áreas naturais pela expansão agrícola e urbana, com perdas na qualidade e extensão de hábitat. Esses dados permitem considerar P. hatschbachii como \"Criticamente em perigo\" (CR). Sugerem-se um maior esforço de coleta e estudos populacionais para a espécie para uma reavaliação futura.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [3794,"PIPERACEAE","Piper hayneanum","C.DC.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição com EOO de 991.425,810km². Embora em algumas localidades o desmatamento, a expansão de atividadesagrícolas e o uso de queimadas possam significar uma ameaça às subpopulações, a espécie é bem representada em áreas protegidas e é considerada espécie-alvo para ações de conservação no estado de São Paulo. Desta forma, Piper hayneanum é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hayneanum","Mata Atlântica"],
    [3795,"PIPERACEAE","Piper hoehnei","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie com distribuição geográfica restrita, EOO de 395,38 km² e AOO inferior a 500 km². A espécie é registrada em duas localidades, distintas e geograficamente afastadas, em São Paulo e Minas Gerais. No Estado de Minas Gerais, a espécie é encontrada em uma unidade de conservação (SNUC) que no passado sofreu fortes alterações e, no Estado de São Paulo, o único registro foi realizado há mais de 70 anos em uma região sujeita a uma intensa pressão demográfica nos dias atuais. Essas condições permitem estimar um quadro de declínio na qualidade do hábitat, extensão e área de ocorrência de subpopulações desta espécie. P. hoehnei é classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hoehnei","Mata Atlântica"],
    [3796,"PIPERACEAE","Piper juliflorum","Nees & Mart.","EN","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. juliflorum tem distribuição geográfica restrita com EOO de 1.115,10 km² e é endêmica do norte do Estado do Espírito Santo. É registrada em quatro localidades, distantes e relativamente isoladas, sendo uma delas uma unidade de conservação (SNUC) privada. Nas demais localidades, a expansão de área portuária, o desmatamento, as plantações de eucalipto e a expansão urbana causaram a redução e o comprometimento das áreas onde a espécie ocorre. Assim, essas ameaças representam declínio na extensão e qualidade do hábitat e nas subpopulações remanescentes da espécie. Essas características colocam P. juliflorum como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20juliflorum","Mata Atlântica"],
    [3797,"PIPERACEAE","Piper kuhlmannii","Yunck.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie com distribuição geográfica restrita (EOO=276,38 km²), é conhecida apenas na Estação Biológica Boraceia, no Estado de São Paulo. Portanto, está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Embora P. kuhlmannii esteja presente em uma unidade de conservação, o que representaria garantia de estabilidade em EOO e qualidade do hábitat, a última coleta foi realizada há mais de 50 anos. Tendo por base essas informações, sugere-se a classificação deste táxon como \"Vulnerável\" (VU).","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20kuhlmannii","Mata Atlântica"],
    [3798,"PIPERACEAE","Piper laevicarpum","Yunck.","EN","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. laevicarpum é uma espécie com EOO restrita com somente 1.206,83 km². É conhecida apenas em algumas localidades de cinco municípios da região central do Estado do Espírito Santo. Está presente em duas unidades de conservação (SNUC) no município de Santa Teresa. Essas informações indicam que as subpopulações da espécie estão severamente fragmentadas, além de permitirem a projeção de um declínio atual e futuro da disponibilidade e qualidade de hábitat para a espécie. Por essas razões, P. laevicarpum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20laevicarpum","Mata Atlântica"],
    [3799,"PIPERACEAE","Piper lanceolatum","Ruiz & Pav.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espécie com ampla EOO (704.148,38 km2), porém este valor é provocado por uma distribuição disjunta apresentada pela espécie. A espécie ocorre no estado do Mato Grosso e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. As informações disponíveis para a espécie não permitem classificá-la em nenhum dos critérios de ameaça, porém as condições das localidades onde a espécie é encontrada indicam que em futuro próximo a espécie possa ser qualificada. As localidades onde a espécie é encontrada estão em constante ameaça de destruição, tendo como exceções apenas duas unidades de conservação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20lanceolatum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3800,"PIPERACEAE","Piper loefgrenii","Yunck.","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Tem distribuição restrita e é endêmica do Estado de São Paulo, onde as regiões de ocorrência da espécie apresentam elevado grau de degradação da cobertura original, substituída por lavouras diversas e expansão urbana acentuada. Existe, portanto, perda de hábitat, de sua qualidade e consequente declínio no número de subpopulações. A espécie é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20loefgrenii","Mata Atlântica"],
    [3801,"PIPERACEAE","Piper macedoi","Yunck.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper macedoi possui ampla distribuição com EOO de 1.595.725,860km². Ocorre em diferentes domínios geográficos e em fitofisionomias diversas. Embora esteja efetivamente protegida em Unidades de conservação apenas nos estados de Minas Gerais, São Paulo e no Distrito Federal a ampla distribuição da espécie não a qualifica para nenhum dos critérios de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20macedoi","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3802,"PIPERACEAE","Piper oblancifolium","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie com distribuição geográfica restrita (EOO=272,88 km²), é considerada endêmica do Estado de São Paulo, sendo registrada apenas em uma localidade, com um único exemplar coletado até o momento. Nessa região, o hábitat natural da espécie está altamente alterado, substituído por culturas agrícolas e pequenos aglomerados rurais. É plausível supor que as alterações ocorridas possam ter significado o desaparecimento da espécie. No caso de ainda ocorrerem subpopulações da espécie na região, as alterações sofridas implicam contínuo declínio em EOO, AOO, qualidade do hábitat e no número de subpopulações. Portanto, a espécie é classificada como \"Em perigo\" (EN), sugerindo-se a implantação de estudos pela possibilidade de mudança na categoria de ameaça.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20oblancifolium","Mata Atlântica"],
    [3803,"PIPERACEAE","Piper obliquum","Ruiz & Pav.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição. A despeito de não haverem dados de abundância o número de registros de coleta, aliado a sua distribuição não qualificam a espécie emnenhum dos critérios de ameaça.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20obliquum","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3804,"PIPERACEAE","Piper piritubanum","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição restrita aos Estados de Santa Catarina e Paraná, com EOO de 3.457,48 km². Até o momento, foi encontrada apenas em cinco localidades, todas expostas a grande pressão antrópica, à exceção das subpopulações presentes no Parque Nacional da Serra de Itajaí (SC). Essas características conferem à espécie grande possibilidade de declínio de suas subpopulações, devido à diminuição da extensão e da qualidade do hábitat. Por esses motivos, P. piritubanum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20piritubanum","Mata Atlântica"],
    [3805,"PIPERACEAE","Piper pubisubmarginalum","Yunck.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie com EOO de 44.239,420 km², porém com registros em diversas unidades de conservação nas tres unidades federativas dentro de sua extensão de ocorrência.  Esta característica assegura condições de manutenção para populações da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20pubisubmarginalum","Mata Atlântica"],
    [3806,"PIPERACEAE","Piper rioense","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie é endêmica ao Estado do Rio de Janeiro, portanto com EOO restrita (183,94 km²). O valor estimado para a EOO está abaixo do limiar de AOO (500 km²). Foi encontrada, até o momento, em apenas cinco localidades, onde o hábitat natural da espécie tem sido altamente alterado. Essas características impõem riscos à espécie e nos levam a supor possíveis reduções futuras na extensão e qualidade de seu hábitat. Portanto, é categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20rioense","Mata Atlântica"],
    [3807,"PIPERACEAE","Piper sampaioi","Yunck.","CR","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A distribuição geográfica muito restrita da espécie (EOO=52,27 km²) a posiciona na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). Aliados à pequena extensão geográfica estão o baixo número de localidades (3) onde a espécie foi encontrada e a degradação ambiental acentuada dessas áreas. P. sampaioi apresenta, portanto, subpopulações fragmentadas e declínio de EOO. A diminuição na qualidade do hábitat representa uma ameaça às populações remanescentes da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20sampaioi",""],
    [3808,"PIPERACEAE","Piper scabrellum","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica restrita (EOO=899,17 km², AOO=16 km²), é conhecida apenas em uma região do Estado de São Paulo, onde a única coleta ocorreu há cerca de 80 anos, e em duas regiões do Parque Nacional de Itatiaia (RJ), onde foi coletada há oito anos. É muito provável que não exista mais na região de São Paulo, já que ali os ambientes naturais foram substituídos por plantações de café, na época da coleta. A ocorrência em uma unidade de conservação (SNUC), o Parque Nacional do Itatiaia, não garante proteção efetiva à espécie, pois existem registros de ocorrência de incêndios, presença de gado e desmatamento para alguns pontos dessa unidade. Há um declínio na qualidade e na extensão do hábitat do táxon, em função de atividades humanas, em especial a agricultura. Essas ameaças são responsáveis pela redução no tamanho das subpopulações remanescentes, que se encontram severamente fragmentadas atualmente. P. scabrellum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20scabrellum","Mata Atlântica"],
    [3809,"PIPERACEAE","Piper scutifolium","Yunck.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie tem distribuição geográfica mediana (EOO de 45.701,474 km2), com indicações de presença nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apenas no estado do Rio de Janeiro pode ser encontrada em Unidades de Conservação. Nos outros estados os locais de ocorrência estão sujeitos a intensas transformações dos ambientais naturais pela ação humana, impondo a espécie grandes alterações, em futuro próximo, em sua extensão de ocorrência e na qualidade do habitat. Estas características nos levam a considerar a espécie Próxima de ameaça (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20scutifolium","Mata Atlântica"],
    [3810,"PIPERACEAE","Piper sprengelianum","C.DC.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espécie tem distribuição geográfica mediana (EOO de 78.030,074 km2), com indicações de presença nos estados da Bahia, Espírito Santo,Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apenas no estado do Espírito Santo  a espécie é encontrada em Unidades de Conservação Estadual. Nos outros estados seus locais de ocorrência estão sujeitos a intensa transformações as quais tem resultado em alterações dos ambientais naturais com severa perda de habitat o mesmo quadro sendo esperado em futuro próximo. Diante destes fatos a espécie é considerada Próxima de ameaça (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20sprengelianum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3811,"PIPERACEAE","Piper subcinereum","C.DC.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espécie tenha uma distribuição geográfica ampla (EOO de 842.171,001 km2) ela está protegida somente em 3 unidades de conservação, duas no estado de São Paulo e uma no estado do Rio de Janeiro. Nos demais estados espécie ocorre em uma ou duas localidades em regiões sujeitas a intensa degradação dos ambientes naturais, colocando em risco as populações da espécie presentes nestes locais. Assim o fato da presença da espécie em unidades de conservação foi considerado na classificação da espécie como LC, porém as demais condições favorecem uma futura indicação como NT.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20subcinereum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3812,"PIPERACEAE","Piper subrugosum","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie com distribuição restrita e disjunta. Registros para o estado do Espírito Santo, domínio de Mata Atlântica e para o estado de Rondônia, domínio da Mata Amazônica. Em ambas as localidades os registros, um apenas em cada local, foram realizados a mais de 25 anos. Maiores informações são necessárias para a classificação do taxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20subrugosum","Mata Atlântica"],
    [3813,"PIPERACEAE","Piper tectoniifolium","Kunth","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Esp?cie amplamente distribu?da nos estados de Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Esp?rito Santo, Rio de Janeiro e S?o Paulo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20tectoniifolium","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3814,"PIPERACEAE","Piper truncatum","Vell.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de distribuição geográfica média (EOO 68.541,859 km2). A espécie pode ser encontrada em diversas unidades de conservação nos estados do Rio de Janeiro e do Espirito Santo, além de outras localidades fora de áreas protegidas. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais é menos registrada, sendo verificada em apenas uma unidade de conservação no estado de Minas Gerais. Baseada nestes dados a espécie é considerada LC.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20truncatum","Mata Atlântica"],
    [3815,"PIPERACEAE","Piper vaginans","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita e somente dois registros de coleta. Um registro data de 1886 e o outro de 1981. Assim maiores informações são necessárias para a correta classificação do taxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20vaginans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3816,"PIPERACEAE","Piper velutinibaccum","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de distribuição restrita, porém os dados são insuficientes para uma avaliação do risco de extinção do taxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20velutinibaccum","Mata Atlântica"],
    [3817,"PIPERACEAE","Piper vicosanum","Yunck.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição geográfica, EOO de 3.385.828,930 km2 e pode ser encontrada em diferentes fitofisionomias. Embora a espécie seja encontrada em poucas áreas protegidas e seu principal habitat, a Mata Atlântica, esteja sendo constantemente destruída, a espécie também parece ocorrer em matas secundárias garantindo assim melhores chances à espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20vicosanum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3818,"PIPERACEAE","Piper viminifolium","Trel.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, com boa representatividade de registros em diferentes pontos de sua distribuição de ocorrência.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20viminifolium","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3819,"PIPERACEAE","Piper xylosteoides","(Kunth) Steud.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição, EOO de 1.605.322,390 km2, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Embora tenha ampla distribuição o habitat principal da espécie, a Mata Atlântica, encontra-se altamente fragmentado e em constante declínio. Porém a espécie parece ter populações suficientes para assegurar a classificação da mesma fora da zona de ameaça, ou seja, LC.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20xylosteoides","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3820,"PLAGIOCHILACEAE","Plagiochila boryana","Gottsche ex Steph.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil, ocorre no Rio de Janeiro e apresenta EOO de 548,64 km². Sua região de ocorrência sofre a intensa fragmentação dos ambientes naturais, ocasionada majoritariamente pelas atividades agrícolas e pecuárias e pelo crescimento urbano desordenado que assola a região. Estes impossibilitam a reprodução da espécie e causam declínio na EOO, AOO e na qualidade do hábitat. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plagiochila%20boryana","Mata Atlântica"],
    [3821,"PLAGIOGYRIACEAE","Plagiogyria fialhoi","(Fée & Glaz.) Copel.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é amplamente distribuída no Brasil e está presente em Unidades de Conservação.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plagiogyria%20fialhoi","Mata Atlântica"],
    [3822,"PLANTAGINACEAE","Achetaria caparaoense","(Brade) V.C.Souza","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Achetaria caparaoense é uma espécie com registros somente no Parque Nacional do Caparaó, nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Desenvolve-se como terrícola ou rupícola em Campos de Altitude. Tem distribuição restrita com AOO menor que 10 km². O Parque Nacional do Caparaó enfrenta como ameaças constantes queimadas ilegais intensas e o avanço de plantações de cana-de-açúcar e pastagens. Devido ao fato de haver somente dois pontos de ocorrência muito próximos, considera-se que a espécie esteja sujeita a apenas uma situação de ameaça. Diante do exposto, A. caparaoense está \"Criticamente em perigo\" (CR). Por suas coletas serem antigas, sugere-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, que poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achetaria%20caparaoense","Mata Atlântica"],
    [3823,"PLANTAGINACEAE","Achetaria latifolia","V.C.Souza","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Achetaria latifolia é uma espécie herbácea, com distribuição restrita ao município de Cabo Frio (RJ). Tem AOO de 4 km² e desenvolve-se em áreas de Restinga sobre dunas, locais que se encontram sob influência de intensa atividade humana (desenvolvimento de empreendimentos imobiliários e extração ilegal de areia), o que resulta em degradação e perda severa de hábitat. Por ter somente duas coletas muito próximas, considera-se que a espécie esteja sujeita a uma situação de ameaça. Procuras intensivas recentemente não obtiveram resultados, por isso, é uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar extinta na natureza em futuro próximo caso nenhuma ação efetiva seja empreendida.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achetaria%20latifolia","Mata Atlântica"],
    [3824,"PLANTAGINACEAE","Angelonia alternifolia","V.C.Souza","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia alternifolia é uma espécie herbácea, ocorrente nos Estados do Tocantins e de Goiás. Habita áreas de Cerrado, ambiente que tem sofrido profundas transformações pela ocupação de áreas agrícolas e consequente degradação do solo pela introdução de espécies exóticas e expansão da pecuária. A. alternifolia tem somente um registro no Tocantins, dessa forma considera-se que esteja submetida a uma situação de ameaça, além disso, sua AOO tem menos que 10 km². Devido à sua pequena distribuição, ao contínuo declínio na qualidade de seu hábitat e ao fato de estar sujeita a uma situação de ameaça, A. alternifolia foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Sugerem-se maiores esforços de coleta para espécie e estudos populacionais, que poderão futuramente levá-la a uma nova avaliação.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20alternifolia","Cerrado"],
    [3825,"PLANTAGINACEAE","Angelonia crassifolia","Benth.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia crassifolia é uma espécie herbácea ou subarbustiva ocorrente na Cadeia do Espinhaço no estado de Minas Gerais e possui uma extensão de ocorrência de 73.546km². A espécie se desenvolve em ambientes de campo rupestre, os quais sofrem com o desmatamento para carvoaria, além da degradação causada pela mineração, expansão de áreas agrícolas e para pastagens, e consequente degradação do solo. A Cadeia do Espinhaço tornou-se recentemente uma Reserva da Biosfera, sendo reconhecida a importância de sua conservação, apesar  disso atividades ilegais contra sua biodiversidade são frequentes. Desta forma, por Angelonia crassifolia se desenvolver somente em campos rupestres, pela degradação que seu ambiente vem sofrendo e por não ocorrer em áreas efetivamente protegidas, a espécie está quase em perigo (NT). Sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20crassifolia","Cerrado"],
    [3826,"PLANTAGINACEAE","Angelonia eriostachys","Benth.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia eriostachys é uma espécie herbácea ou subarbustiva ocorrente na Cadeia do Espinhaço no estado de Minas Gerais e possui uma extensão de ocorrência de 23.481km². A espécie se desenvolve em ambientes de campo rupestre, os quais sofrem com o desmatamento para carvoaria, além da degradação causada pela mineração, expansão de áreas agrícolas e para pastagens, e consequente degradação do solo. A Cadeia do Espinhaço tornou-se recentemente uma Reserva da Biosfera, sendo reconhecida a importância de sua conservação, apesar  disso atividades ilegais contra sua biodiversidade são frequentes. Desta forma, por ??Angelonia eriostachys se desenvolver somente em campos rupestres, pela degradação que seu ambiente vem sofrendo e por não ocorrer em áreas efetivamente protegidas, a espécie está quase em perigo (NT). Sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20eriostachys","Cerrado"],
    [3827,"PLANTAGINACEAE","Angelonia integerrima","Spreng.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia interrima é uma espécie herbácea ocorrente nos estados Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensão de ocorrência de 362.135km², desenvolve-se em ambientes campestres de Mata Atlântica, Cerrado e Pampas. Apesar de ocorrer em áreas de pressão antrópica a espécie é bem distribuída, ocorre em áreas protegidas e é abundante. Diante disso, Angelonia interrima é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20integerrima","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3828,"PLANTAGINACEAE","Bacopa cochlearia","(Huber) L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","A espécie é endêmica das Restingas do Estado do Ceará, estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça, sua EOO foi calculada em 377,02 km², indicando sua distribuição restrita. A prática do turismo na zona costeira do Estado de ocorrência é bastante intensa, causando declínio na AOO, EOO e na qualidade do hábitat da espécie. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bacopa%20cochlearia","Caatinga"],
    [3829,"PLANTAGINACEAE","Bacopa congesta","Chodat & Hassl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bacopa congesta é uma espécie ocorrente nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul possui uma extensão de ocorrência de 169.916km². A espécie é um arbusto ou subarbusto ocorrente em ambientes de Cerrado, Mata Atlântica e Pampas. Apesar de ocorrer em ambientes ameaçadas por atividades antrópicas a espécie possui ampla distribuição e ocorre em diferentes tipos vegetacionais. Desta forma, Bacopa congesta é uma espécie menos preocupante (LC). Porém, sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bacopa%20congesta","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3830,"PLANTAGINACEAE","Ildefonsia bibracteata","Gardner","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ildefonsia bibracteata é uma espécie herbácea restrita ao Estado do Rio de Janeiro. Tem uma EOO de 94 km² e AOO próximo a 10 km². Ocorre em Floresta Ombrófila Densa, ambiente com histórico de devastação intensa e que atualmente se encontra muito fragmentado e desconectado, com pequenas manchas florestais isoladas e, em sua maioria, perturbadas. Além disso, tem somente três registros de ocorrência, o mais recente realizado há 30 anos, por serem muito próximos, considera-se que a espécie esteja submetida a uma situação de ameaça. Devido à sua área de distribuição reduzida, à especificidade de hábitat e à fragmentação do ambiente onde ocorre, I. bibracteata está \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ildefonsia%20bibracteata","Mata Atlântica"],
    [3831,"PLANTAGINACEAE","Mecardonia grandiflora","(Benth.) Pennell","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mecardonia grandiflora é uma espécie herbácea ocorrente nos estados do Sul do Brasil. Possui 42.956km² de extensão de ocorrência. Ocorre em ambientes de campos, floresta ombrófila densa e mista, desenvolvendo-se como aquática e terrestre. A vegetação natural dos estados do Sul do país sofre com a fragmentação resultante do modelo de desenvolvimento econômico que sempre visou ampliar as fronteiras agrícolas e áreas para cultivo, através do desmatamento, exploração madeireira e queimadas. Atualmente a região ainda sofre com a expansão urbana e plantação de espécies exóticas. Apesar de Mecardonia grandiflora possuir ampla área de distribuição, ocorrer em uma área protegida e possuir plasticidade ecológica, suas coletas são antigas e o habitat da espécie está bastante fragmentado o que pode ser um risco à sobrevivência de sua população natural, desta forma M. grandiflora está quase em perigo (NT). Entretanto, sugere-se maior esforço de coleta e estudos populacionais, os quais poderão levar a uma nova avaliação futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mecardonia%20grandiflora","Mata Atlântica"],
    [3832,"PLANTAGINACEAE","Plantago australis","Lam.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago australis é uma espécie herbácea ocorrente nos estados sul e sudeste do Brasil. Desenvolve-se em  campos de altitude, campo limpo, floresta estacional decidual, floresta estacional semidecidual, floresta ombrófila densa e restinga. A espécie é amplamente distribuída possuindo extensão de ocorrência de 1.486.823km² e é bem representada em áreas protegidas. Por ocorrer em diferentes tipos vegetacionais e áreas protegidas, e por possuir ampla distribuição e ser abundante Plantago australis é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20australis","Mata Atlântica"],
    [3833,"PLANTAGINACEAE","Plantago catharinea","Decne.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago catharinea é uma espécie herbácea ocorrente nos estados do Sul brasileiro, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Possui uma extensão de ocorrência de 35.641km². Desenvolve-se preferencialmente em ambientes campestres da Mata Atlântica e restingas, os quais estão depauperados devido a atividades humanas como a agricultura, a pecuária extensiva, expansão urbana e desmatamento. A espécie ocorre em somente uma área protegida, a qual sofre com impactos do turismo. Desta forma, por Plantago catharinea se desenvolver em ambientes campestres, os quais estão degradados e fragmentados e por ocorrer em somente uma área protegida, considera-se a espécie quase em perigo (NT).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20catharinea","Mata Atlântica"],
    [3834,"PLANTAGINACEAE","Plantago commersoniana","Decne.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago commersoniana é uma espécie herbácea ocorrente nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e estados do Sul do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 313.676km². Desenvolve-se em ambientes campestres de Mata Atlântica. Por possuir ampla distribuição e abundância e ocorrer em áreas protegidas, Plantago commersoniana é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20commersoniana","Mata Atlântica"],
    [3835,"PLANTAGINACEAE","Plantago guilleminiana","Decne.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago guilleminiana é uma espécie herbácea ocorrente nos estados do Sudeste e Sul do Brasil. Possui uma extensão de ocorrência de 571.872km². Desenvolve-se em ambientes campestres e de Mata Atlântica. Por possuir ampla distribuição e abundância e ocorrer em áreas protegidas, Plantago guilleminiana é uma espécie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20guilleminiana","Mata Atlântica"],
    [3836,"PLANTAGINACEAE","Plantago turficola","Rahn","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","?Plantago turficola é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes campestres da Mata Atlântica nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tem uma EOO de menos de 5.000 km² e AOO menor que 500 km². Os Campos Limpos do sul do Brasil sofrem severa fragmentação causada pela ocupação humana, expansão agrícola e pecuária, cultivo de espécies exóticas como Pinus sp. e Eucalyptus sp. e expansão urbana, além disso, a espécie, aparentemente, não ocorre em áreas protegidas, o que a torna mais suscetível ao impacto das ameaças incidentes sobre suas subpopulações. Dessa forma, por P. turficola ter distribuição restrita a hábitats campestres, ocorrer em ambiente severamente fragmentado e em contínuo declínio e por não estar presente em áreas protegidas, pode-se dizer que está \"Em perigo\" (EN).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20turficola","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3837,"PLANTAGINACEAE","Stemodia harleyi","B.L.Turner","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Stemodia harleyi é uma espécie herbácea ocorrente somente no Estado da Bahia. De distribuição restrita, tem uma EOO de 15.378,91 km². S. harleyi é rupícola desenvolvendo-se somente em Campos Rupestres, ambientes que sofreram historicamente grande impacto devido à mineração e atualmente enfrentam a expansão da ocupação humana e frequentes queimadas, o que resulta na severa fragmentação desse ambiente. Devido à sua distribuição restrita, à especificidade de hábitat e às pressões antrópicas sobre seu ambiente, pode ser considerada uma espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stemodia%20harleyi","Caatinga"],
    [3838,"PLANTAGINACEAE","Stemodia hyptoides","Cham. & Schltdl.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Stemodia hyptoides é uma espécie herbácea com registros em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em Formações Campestres e tem AOO menor que 20 km². Os Campos do Sul do Brasil têm sofrido grande perda devido à expansão de terras agrícolas e plantações de Pinus e Eucalyptus, assim como à expansão da pecuária. Já no Sudeste, as regiões de Mata Atlântica sofreram extrema fragmentação, restando poucas áreas de remanescentes, que ainda sofrem desmatamento. Na região do Pantanal, a maior ameaça é a criação extensiva de gado. Assim, pode-se considerar que esteja sujeita a menos de cinco situações de ameaça, tem especificidade de hábitat e distribuição restrita. Dessa forma, S. hyptoides é uma espécie \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, sugere-se maior esforço de coleta nos locais de possível ocorrência da espécie.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stemodia%20hyptoides","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [3839,"POACEAE","Acroceras excavatum","(Henrard) Zuloaga & Morrone","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. excavatum apresenta distribuição extensa no Brasil e outros países da América do Sul, no entanto a espécie tem sido pouco coletada nos últimos anos, desconhecendo-se a atual situação de suas subpopulações.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acroceras%20excavatum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3840,"POACEAE","Acroceras fluminense","(Hack.) Zuloaga & Morrone","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. fluminense apresenta distribuição extensa, desde áreas de Cerrado em Minas Gerais até as florestas da Amazônia Oriental. Segundo o especialista Tarciso Filgueiras, a espécie apresenta mais indivíduos do que aparenta, já que é pouco representativa nas coleções de herbário.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acroceras%20fluminense","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3841,"POACEAE","Agenium leptocladum","(Hack.) Clayton","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. leptocladum apresenta distribuição ampla e apesar das ameaças apontadas para a espécie, esta encontra-se protegida em pelo menos 5 UCs.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agenium%20leptocladum","Cerrado"],
    [3842,"POACEAE","Agrostis lenis","Roseng. et al.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Agrostis lenis é encontrada em Campos de Altitude e outras Formações Campestres do Sudeste e Sul do Brasil, ocupa uma área menor que 2.000 km² e encontra-se sujeita ao menos a 10 situações de ameaça. As áreas de sua ocorrência têm sofrido a incidência de incêndios, plantio de pinheiros exóticos e prática de diversas atividades agrícolas, por esses motivos, é considerada uma espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20lenis","Mata Atlântica"],
    [3843,"POACEAE","Agrostis longiberbis","Hack. ex L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Agrostis longiberbis distribui-se especificamente em áreas de Campos de Altitude, Campos Turfosos e Banhados de Altitude no Sudeste e Sul do Brasil, tem AOO de 36 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Essas áreas têm sofrido principalmente com a substituição dos campos por florestas de pinheiros exóticos e diversas práticas agrícolas, além de incêndios frequentes. Pelo exposto, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20longiberbis","Mata Atlântica"],
    [3844,"POACEAE","Agrostis ramboi","Parodi","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Agrostis ramboi é endêmica dos Campos de Altitude do Sul do Brasil, em locais que perderam mais de 80% da vegetação natural nos últimos 10 anos, como os municípios de General Carneiro (PR), e São Joaquim, Lauro Muller e Urubici (SC). Pelo exposto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20ramboi","Mata Atlântica"],
    [3845,"POACEAE","Altoparadisium chapadense","Filg. et al.","CR","C2a(i)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Altoparadisium chapadense é restrita aos hábitats severamente fragmentados da Chapada dos Veadeiros e serras adjacentes, no Estado de Goiás. Nessa área, foram encontradas três subpopulações deste táxon, sendo contados menos de 50 indivíduos maduros na maior subpopulação (cada moita representa um indivíduo). As principais ameaças incidentes no momento são a expansão e o asfaltamento da rodovia entre Alto Paraíso de Goiás e Colinas de Goiás, que estão eliminando uma das subpopulações, além da presença de gado em áreas campestres e a incidência frequente de fogo. Por esses motivos, portanto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Altoparadisium%20chapadense","Cerrado"],
    [3846,"POACEAE","Andropogon carinatus","Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. carinatus possui distribuição extensa no Brasil Central, além de ocorrer na Bolívia e Costa Rica. Diversas subpopulações são conhecidas e amostradas em coleções científicas, sendo que algumas estão presentes em UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20carinatus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3847,"POACEAE","Andropogon glaucophyllus","Roseng. et al.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Andropogon glaucophyllus tem distribuição restrita às áreas litorâneas do Sul e Sudeste do Brasil. Apresenta AOO de 28 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Ademais, a espécie está presente em municípios que tiveram reduzidos mais de 50% de sua vegetação natural em menos de 10 anos, portanto, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20glaucophyllus","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [3848,"POACEAE","Andropogon hypogynus","Hack.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. hypoginus possui ampla distribuição, sendo também encontrada na Bolívia, Paraguai e Argentina, com uma amostragem representativa em diferentes locais ao longo da sua distribuição no Brasil.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20hypogynus","Cerrado, Pantanal"],
    [3849,"POACEAE","Anomochloa marantoidea","Brongn.","EN","A2c,C1","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Anomochloa marantoidea tem distribuição restrita à região de Una (BA), e está sujeita a duas situações de ameaça distintas, onde são encontrados menos de 2.500 indivíduos maduros. Essa região apresentou uma redução de sua vegetação original de aproximadamente 65%. Infere-se que tal redução reflita em uma taxa semelhante de redução populacional da espécie, que representa um valor de declínio contínuo de pelo menos 20% em cinco anos. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anomochloa%20marantoidea","Mata Atlântica"],
    [3850,"POACEAE","Anthaenantiopsis fiebrigii","Parodi","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Anthaenantiopsis fiebrigii é encontrada no Brasil, e está sujeita a uma única situação de ameaça. Tem AOO de 8 km². No município de Poços de Caldas (MG), foi verificada uma redução da vegetação nativa maior que 80%. Nesse município, a principal causa da perda de hábitat tem sido o uso do solo para pastagem de gado com o plantio de capim-gordura (Mellinis minutiflora). Considera-se, por isso, a espécie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthaenantiopsis%20fiebrigii","Cerrado"],
    [3851,"POACEAE","Apoclada simplex","McClure & L.B.Sm.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apoclada simplex ocorre exclusivamente em floresta de araucária (Floresta Ombrófila Mista) e apresenta um valor de AOO de 40 km². Foi constatado que os municípios onde a espécie ocorre tiveram uma redução da vegetação de pelo menos 50% nos últimos 10 anos. E mesmo estando presente em unidades de conservação (SNUC), há evidências de exploração ilegal para uso em construção civil e produção de papel, o que não garante sua perpetuação na natureza. Sendo assim, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apoclada%20simplex","Mata Atlântica"],
    [3852,"POACEAE","Aristida brasiliensis","Longhi-Wagner","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Aristida brasiliensis tem uma AOO de 24 km², com distribuição específica. Encontra-se sujeita a três situações de ameaça distintas. Seus hábitats (Campos Rupestres e Campos de Altitude) são constantemente ameaçados por incêndios, mineração, expansão urbana e criação de gado. Dado esse panorama, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20brasiliensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3853,"POACEAE","Aristida constricta","Longhi-Wagner","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, Aristida constricta está sujeita a uma única situação de ameaça e tem AOO de 8 km². É encontrada em áreas de Campos de Altitude, que são impactados pelo plantio de pinheiros exóticos e por outras atividades agrícolas, além de sofrerem os impactos diretos provocados pelos incêndios frequentes que assolam essas regiões em períodos de seca. Por esses motivos, A. constricta encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20constricta","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3854,"POACEAE","Aristida laevis","(Nees) Kunth","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. laevis possui ampla distribuição na América do Sul, sendo conhecida por uma amostragem representativa ao longo desta. Além disto, a espécie é bastante resistente ao fogo e tolerante ao pastejo.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20laevis","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3855,"POACEAE","Aristida oligospira","(Hack.) Henrard","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. oligospira possui ampla distribuição na América do Sul, sendo conhecida por uma amostragem representativa ao longo desta.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20oligospira","Cerrado"],
    [3856,"POACEAE","Aristida sanctae-luciae","Trin.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição extensa ao longo de campos úmidos de cerrado e campo rupestre, no entanto não são conhecidos dados populacionais e do habitat destas subpopulações para se aferir de forma precisa uma categoria de risco de extinção.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20sanctae-luciae","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3857,"POACEAE","Arthropogon villosus","Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. villosus encontra-se distribuída em diferentes biomas e formações vegetacionais, habitando grande parte do Brasil, Bolívia e México. Além disso, a importância da espécie como forrageira favorece seu cultivo.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthropogon%20villosus","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3858,"POACEAE","Arthropogon xerachne","Ekman","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Arthropogon xerachne habita áreas de Campos Úmidos no Paraná e em São Paulo, que tiveram redução de mais de 80% de sua vegetação original, supõe-se, a partir desse fato, que as subpopulações da espécie tenham sofrido redução em proporção semelhante, sendo assim consideradas \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthropogon%20xerachne","Cerrado"],
    [3859,"POACEAE","Arundinella deppeana","Nees ex Steud.","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Arundinella deppeana tem ampla distribuição no continente americano, no entanto, é conhecida no Brasil apenas por duas subpopulações, que estão sujeitas a duas situações de ameaça, por ocorrer em áreas de Cerrado com elevadas taxas de perda de hábitat atribuídas às atividades agrícolas e de urbanização. Foi considerada, portanto, \"Vulnerável\" (VU). Caso as ameaças não sejam controladas, a espécie poderá sofrer redução populacional acentuada e ser transferida para uma categoria de ameaça de maior risco em futuro próximo. Recomenda-se pesquisa cientifica.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arundinella%20deppeana","Cerrado"],
    [3860,"POACEAE","Aulonemia aristulata","(Döll) McClure","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. aristulata apresenta distribuição em diferentes regiões do Brasil, sendo encontrada em pelo menos cinco UCs de proteção integral. As subpopulações atingem altas densidades em bordas de mata e podem dominar o sub-bosque de florestas que tiveram o dossel perturbardo.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20aristulata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3861,"POACEAE","Aulonemia effusa","(Hack.) McClure","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. effusa apresenta distribuição ampla em uma área de aproximadamente 180.000 km². Apesar da perda de habitat verificada na região da Cadeia do Espinhaço, a espécie é encontrada ao longo de todo este complexo montanhoso e suas subpopulações apresentam capacidade de dispersão entre si.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20effusa","Caatinga, Cerrado"],
    [3862,"POACEAE","Aulonemia ulei","(Hack.) McClure & L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Aulonemia ulei é endêmica da região de Aparados da Serra (divisa de Santa Catarina e Rio Grande do Sul), com AOO de aproximadamente 52 km². Ocorre em hábitats severamente fragmentados, e está sujeita à incidência de ameaças como a agropecuária e incêndios frequentes. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20ulei","Mata Atlântica"],
    [3863,"POACEAE","Axonopus carajasensis","Bastos","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus carajasensis tem distribuição restrita à região da Serra de Carajás (PA), estando sujeita a duas situações de ameaça. Os valores de EOO e AOO são calculados em 737,32 km² e 12 km², respectivamente. Nessa região, as principais ameaças incidentes são a mineração e o desmatamento, que têm levado à desertificação dos ambientes onde a espécie pode ocorrer. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20carajasensis","Amazônia"],
    [3864,"POACEAE","Axonopus chrysoblepharis","(Lag.) Chase","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. chrysoblepharis possui ampla distribuição geográfica na América do Sul e Central, com subpopulações conhecidas em diferentes situações de ameaça e em áreas de Unidades de Conservação.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20chrysoblepharis","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3865,"POACEAE","Axonopus comans","(Trin. ex Döll) Kuhlm.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. comans apresenta distribuição extensa pelo Cerrado no Brasil, com subpopulações conhecidas em Unidades de Conservação e em mais de 10 situações de ameaça.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20comans","Cerrado"],
    [3866,"POACEAE","Axonopus complanatus","(Nees) Dedecca","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. complanatus possui ampla distribuição geográfica e subpopulações presentes em diferentes situações de ameaça, além de ocorrência em Unidades de Conservação.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20complanatus","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [3867,"POACEAE","Axonopus fastigiatus","(Nees ex Trin.) Kuhlm.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus fastigiatus habita principalmente áreas de Campo Rupestre no Cerrado e Caatinga, estando sujeita a menos de 10 situações de ameaça, três em Minas Gerais, duas na Bahia, duas em Goiás e uma no Mato Grosso. Com uma AOO menor que 500 km², a espécie sofre com a mineração, incêndios e o extrativismo para uso ornamental. Sendo assim, foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20fastigiatus","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3868,"POACEAE","Axonopus monticola","G.A.Black","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus monticola tem distribuição restrita aos Campos de Altitude e Campos Rupestres de São Paulo e Minas Gerais, com uma AOO de 16 km² e subpopulações encontradas sujeitas a cinco situações de ameaça. Nessas áreas, foi identificada a incidência de ameaças como incêndios, mineração e expansão urbana. Por essa razão, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20monticola","Mata Atlântica"],
    [3869,"POACEAE","Axonopus pressus","(Nees ex Steud.) Parodi","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. pressus tem ampla distribuição geográfica, sendo encontrada na maioria dos biomas brasileiros e em mais de 10 situações de ameaça. A espécie também é tolerante ao fogo.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20pressus","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3870,"POACEAE","Axonopus ramboi","G.A.Black","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus ramboi tem AOO de 12 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça entre os Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. As áreas de sua ocorrência tiveram uma redução da vegetação original de pelo menos 50%, causada pela expansão de lavouras e demais atividades agropecuárias. Dessa forma, suspeita-se que uma redução populacional em proporção semelhante tenha ocorrido nas subpopulações da espécie, o que permite categorizá-la como \"Em perigo\" (EN).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20ramboi","Mata Atlântica"],
    [3871,"POACEAE","Axonopus uninodis","(Hack.) G.A.Black","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus uninodis tem distribuição conhecida. Suas subpopulações estão sujeitas a poucas situações de ameaça e são encontradas em áreas de municípios que tiveram uma redução da vegetação original de pelo menos 80% nos últimos dez anos. Dessa forma, infere-se que tenha havido uma redução populacional da espécie em proporção semelhante, o que permite considerá-la \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20uninodis","Mata Atlântica"],
    [3872,"POACEAE","Bothriochloa laguroides","(DC.) Herter","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Bothriochloa laguroides ocorre em menos de 10 situações de ameaça e tem AOO menor que 2.000 km². Sofre a incidência de ameaças como a perda de hábitat, alteração no uso/manejo do substrato e sobrepastejo. A espécie foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bothriochloa%20laguroides","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3873,"POACEAE","Briza brasiliensis","(Nees ex Steud.) Ekman","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Briza brasiliensis tem distribuição restrita aos Campos de Altitude e Campos de Cima da Serra, ocupando uma área inferior a 500 km². Suas subpopulações estão sujeitas a menos de cinco situações de ameaça. Mesmo ocorrendo em unidades de conservação, os hábitats em que a espécie vive sofrem com a incidência de incêndios periódicos, invasão de espécies exóticas e sobrepastejo, sendo assim, B. brasiliensis foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [3874,"POACEAE","Briza itatiaiae","Ekman","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Briza itatiaiae é endêmica dos Campos de Altitude da região de Itatiaia (RJ), com subpopulações ocupando uma área de 12 km² e sujeitas a menos de cinco situações de ameaça. Nessa região, a principal ameaça incidente são os grandes incêndios, que acontecem em um padrão trienal e afetam muitas espécies da flora local, como B. Itatiaiae. Portanto, a espécie é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [3875,"POACEAE","Briza juergensii","Hack.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","B. juergensii possui distribuição extensa e subpopulações conhecidas em diferentes formações vegetacionais, sendo bem representada em amostras de herbário.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20juergensii","Mata Atlântica"],
    [3876,"POACEAE","Briza parodiana","Roseng. et al.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem AOO de 8 km² e uma única situação de ameaça, os locais em que ocorre vêm sofrendo intensa perda de hábitat, devido ao plantio de pinheiros exóticos e pastoreio intensivo, que têm levado a redução no número de subpopulações deste táxon, pelo exposto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20parodiana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3877,"POACEAE","Briza scabra","(Nees ex Steud.) Ekman","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Briza scabra é endêmica dos Campos de Altitude situados sobre afloramentos rochosos de basalto. Sua AOO é de 24 km² e encontra-se sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Atualmente, as principais ameaças incidentes sobre a espécie são a expansão urbana e o cultivo de pinheiros e gramíneas invasoras nas áreas agrícolas, o que afeta diretamente a perpetuação deste táxon na natureza. Sendo assim, B. scabra foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20scabra","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3878,"POACEAE","Canastra aristella","(Döll) Zuloaga & Morrone","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição extensa e ocorre em diferentes ambientes de Mata Atlântica, desde o nível do mar até 1300 m de altitude no sul e sudeste do Brasil, sendo encontrada em UCs de proteção integral.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canastra%20aristella","Mata Atlântica"],
    [3879,"POACEAE","Canastra lanceolata","(Filg.) Morrone et al.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Canastra lanceolata é endêmica da Serra da Canastra (MG) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua AOO é de 12 km², corroborando distribuição restrita. A maioria das subpopulações encontra-se próxima ou incluída no Parque Nacional da Serra da Canastra, no entanto, uma série de ameaças tem incidido sobre essa área e afetado sua perpetuação na natureza, como incêndios, mineração e turismo depredatório. Diante do exposto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canastra%20lanceolata","Cerrado"],
    [3880,"POACEAE","Chusquea attenuata","(Döll) L.G. Clark","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuição ampla e da ocorrência em unidades de conservação (SNUC), a espécie se encontra em diferentes áreas com redução de hábitat de pelo menos 60% da vegetação original, como nos municípios de Wenceslau Guimarães, Rio de Contas, Camacan (BA), Salesópolis, São Paulo (SP), Ouro Preto (MG) e Quatro Barras (PR). Dessa forma, supõe-se que tal redução de hábitat reflita em uma redução no número de subpopulações da espécie em proporção semelhante, o que permite categorizar esse táxon como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20attenuata","Mata Atlântica"],
    [3881,"POACEAE","Chusquea baculifera","Silveira","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea baculifera apresenta subpopulações distribuídas em dois ambientes montanhosos, que perderam mais que 80% de sua vegetação original nos últimos 60 anos ? tempo médio que corresponde a três gerações da espécie. Atualmente, apesar da coleta de indivíduos em unidades de conservação (SNUC), foram reportadas a incidência de ameaças como atividades agropecuárias e a presença de espécies invasoras. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20baculifera","Mata Atlântica"],
    [3882,"POACEAE","Chusquea erecta","L.G.Clark","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea erecta ocorre em área restrita de Campos de Altitude, com EOO calculada em 138,55 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça em um local que poderá ser antropizado em futuro próximo. Por esses motivos, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20erecta","Mata Atlântica"],
    [3883,"POACEAE","Chusquea heterophylla","Nees","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea heterophylla tem distribuição em Campos de Altitude e Campos Rupestres nos municípios de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo (RJ), que apresentam redução de ao menos 50% da vegetação original, devido principalmente à expansão urbana e à ocorrência frequente de incêndios. Por esses fatores, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20heterophylla","Mata Atlântica"],
    [3884,"POACEAE","Chusquea pinifolia","(Nees) Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. pinifolia apresenta distribuição extensa em campos de altitude do Brasil, sendo coletada em mais de 10 situações de ameaça. Apesar da incidência de ameaças, a espécie possui a rápida capacidade de se regenerar em 4-6 anos após a passagem de fogo.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20pinifolia","Mata Atlântica"],
    [3885,"POACEAE","Chusquea pulchella","L.G.Clark","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em locais de Mata Atlântica que tiveram uma redução de hábitat original de pelo menos 50% nos últimos dez anos, como os municípios de São Paulo, Serra Negra, Barra do Turvo (SP) e Boa Nova (BA). Assim, suspeita-se que as populações de C. pulchella tenham sido reduzidas em proporção semelhante, o que permite enquadrá-la na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20pulchella","Mata Atlântica"],
    [3886,"POACEAE","Chusquea tenuiglumis","Döll","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea tenuiglumis ocorre em áreas de Mata Atlântica que apresentam mais de 80% de sua cobertura original degradada nos últimos 10 anos, como os municípios de Baependi, Camanducaia, Poços de Caldas e Salto da Divisa (MG). Dessa forma, supõe-se que as subpopulações da espécie tenham sofrido uma redução em proporção semelhante, o que permite considerá-la \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20tenuiglumis","Mata Atlântica"],
    [3887,"POACEAE","Colanthelia macrostachya","(Nees) McClure","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre em ambientes florestais que se encontram em municípios com uma redução da vegetação natural maior que 50% nos últimos dez anos, como Santa Isabel e Guaratinguetá (SP), e Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo (RJ). Dessa forma, supõe-se que as subpopulações de C. macrostachya tenham sofrido uma redução de proporção semelhante. A espécie foi, por isso, considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colanthelia%20macrostachya","Mata Atlântica"],
    [3888,"POACEAE","Cryptochloa capillata","(Trin.) Soderstr.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Espécie herbácea cespitosa com colmos até 0,8 m, endêmica, não ameaçada. Grande extensão de ocorrência, coletada frequentemente em dezenas de situações de ameaça. Habita a floresta pluvial, tanto no interior quanto na borda de fragmentos da Mata Atlântica e da Amazônia.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptochloa%20capillata","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [3889,"POACEAE","Ctenium brevispicatum","J.G.Sm.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. brevispicatum possui ampla distribuição no Brasil e Bolívia, representada por grande quantidade de amostras no Cerrado e Caatinga, em áreas de altitude elevada. A espécie também foi encontrada em pelo menos 3 UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenium%20brevispicatum","Caatinga, Cerrado"],
    [3890,"POACEAE","Ctenium cirrhosum","(Nees) Kunth","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. cirrhosum possui distribuição extensa, sendo encontrada em diferentes situações de ameaça no Cerrado e Mata Atlântica. No entanto, não se sabe qual o efeito destas ameaças sobre as subpopulações, principalmente sobre aquelas localizadas em áreas de canga e campo rupestre.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenium%20cirrhosum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3891,"POACEAE","Danthonia cirrata","Hack. & Arechav.","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Danthonia cirrata habita Formações Campestres associadas aos biomas da Mata Atlântica e Pampa, em áreas de municípios que tiveram uma perda de vegetação original maior que 50% nos últimos 10 anos. Com isso, infere-se que tenha ocorrido uma redução populacional da espécie em proporção semelhante, o que permite considerá-la \"Em perigo\" (EN)\".","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Danthonia%20cirrata","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3892,"POACEAE","Deschampsia caespitosa","(L.) P.Beauv.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Deschampsia caespitosa apresenta uma AOO menor que 500 km² e encontra-se sujeita a cinco situações de ameaça, ocorre em áreas de banhados nos Campos de Altitude do Sul do Brasil. Nessas áreas, foram reportadas ameaças como a monocultura de pinheiros exóticos e outras práticas agrícolas, que muitas vezes geram incêndios severos. Pelo exposto, portanto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Deschampsia%20caespitosa","Mata Atlântica"],
    [3893,"POACEAE","Diandrolyra tatianae","Soderstr. & Zuloaga","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Diandrolyra tatianae apresenta AOO de 68 km², estando sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Habita fragmentos de Floresta Atlântica que sofrem com o desmatamento pelo uso do fogo e extrativismo de madeira para criação de áreas agrícolas e expansão urbana. Por esses motivos, D. tatianae foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diandrolyra%20tatianae","Mata Atlântica"],
    [3894,"POACEAE","Dichanthelium surrectum","(Chase ex Zuloaga & Morrone) Zuloaga","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. surrectum tem distribuição extensa no Cerrado e Mata Atlântica, sendo comumente encontrada em áreas antropizadas. A espécie também foi registrada em duas Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichanthelium%20surrectum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3895,"POACEAE","Digitaria corynotricha","(Hack.) Henrard","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. corynotricha possui distribuição extensa ao longo de áreas de Cerrado e Mata Atlântica, sendo bem representada em coleções de herbário. Ainda, a espécie foi localizada em pelo menos 3 Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digitaria%20corynotricha","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3896,"POACEAE","Digitaria neesiana","Henrard","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Digitaria neesiana tem distribuição ao longo do Cerrado, que apresenta grandes taxas de perda de hábitat devido às atividades agropecuárias. As subpopulações da espécie ocupam AOO de 76 km², e suas subpopulações estão sujeitas a pelo menos cinco situações de ameaça, representadas no cenário por pastagens, áreas agrícolas, áreas protegidas e remanescentes íntegros. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digitaria%20neesiana","Cerrado"],
    [3897,"POACEAE","Eragrostis neesii","Trin.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","E. neesi possui ampla distribuição na América do Sul, presente em diferentes habitats no Cerrado e Pampa, sendo também encontrada em ambientes antropizados e UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eragrostis%20neesii","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3898,"POACEAE","Erianthecium bulbosum","Parodi","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Erianthecium bulbosum ocupa uma área restrita (AOO=8 km²) sujeita a uma única situação de ameaça, com distribuição sobre campos dos municípios de Pelotas e Piratini (RS), que sofreram uma redução da vegetação natural de mais de 80% nos últimos 10 anos. Além disso, a principal ameaça nesses locais é o sobrepastejo intenso, que foi indicado como um impacto capaz de eliminar a espécie do ambiente.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erianthecium%20bulbosum","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3899,"POACEAE","Eriochrysis filiformis","(Hack.) Filg.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","E. filiformis ocorre em áreas úmidas, sendo extensamente distribuída na Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal. É encontrada em UCs e tem o ciclo biológico ligado ao fogo, não sendo a incidência deste uma ameaça direta à espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriochrysis%20filiformis","Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [3900,"POACEAE","Filgueirasia cannavieira","(Silveira) Guala","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","F. cannavieira apresenta distribuição extensa em áreas de cerrado de altitude de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, sendo encontradas subpopulações com muitos indivíduos. No entanto, a espécie é utilizada para alimentação de gado durante o período da seca, não se conhecendo em qual proporção é extraída, e recentemente as subpopulações do Distrito Federal foram dizimadas para o plantio de eucalipto. Dessa forma são necessários dados populacionais para se avaliar o risco de extinção desta espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Filgueirasia%20cannavieira","Cerrado"],
    [3901,"POACEAE","Glaziophyton mirabile","Franch.","EN","A2ac,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Glaziophyton mirabile apresenta distribuição restrita (EOO=403,37 km², AOO=32 km²) às áreas de Campos de Altitude no Estado do Rio de Janeiro. Sua ocorrência é exclusiva a uma tipologia de vegetação severamente fragmentada, onde já foi observada a extinção local de uma subpopulação (Morro do Cuca, RJ). Os municípios de ocorrência do táxon vêm sofrendo severa redução em suas vegetações originais: Petrópolis, onde se situa a área central de sua distribuição, teve uma redução da cobertura vegetal original maior que 70% nos últimos 10 anos, a partir daí, supõe-se que as subpopulações da espécie tenham sofrido redução em proporção semelhante e estejam sujeitas aos efeitos dos incêndios que ocorrem na região. Pelo exposto, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN), demandando ações específicas para garantir a integridade de suas subpopulações.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Glaziophyton%20mirabile","Mata Atlântica"],
    [3902,"POACEAE","Gymnopogon burchellii","(Munro ex Döll) Ekman","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","G. burchellii possui ampla distribuição geográfica no sul da América do Sul, sendo encontrada em diferentes situações de ameaça na Mata Atlântica, Cerrado e Pampa e em unidades de conservação.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnopogon%20burchellii","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3903,"POACEAE","Gymnopogon doellii","Boechat & Valls","CR","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Gymnopogon doellii é endêmica da região metropolitana de Brasília (DF), com subpopulações conhecidas sujeitas a uma situação de ameaça e EOO menor que 100 km². As principais ameaças identificadas para a espécie são a presença da gramínea invasora Melinis minutiflora, a construção de uma barragem e a expansão urbana, que permitiram sua categorização com \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnopogon%20doellii","Cerrado"],
    [3904,"POACEAE","Hymenachne donacifolia","(Raddi) Chase","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","H. donacifolia é amplamente distribuída no Brasil e outros países da América do Sul, presente em diferentes biomas. Também é registrada nas coleções científicas de grande parte dos herbários nacionais.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenachne%20donacifolia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3905,"POACEAE","Hymenachne pernambucensis","(Spreng.) Zuloaga","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição na América do Sul, ocorrendo em lagoas no Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga. Encontrada em pelo menos 3 UCs, a espécie também é favorecida pela presença de pastoreio pelo gado.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenachne%20pernambucensis","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3906,"POACEAE","Ichnanthus bambusiflorus","(Trin.) Döll","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","I. bambusiflorus possui ampla distribuição na América do Sul, sendo encontrada no Brasil em diferentes formações vegetacionais em elevada altitude do Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Ainda,possui grande amostragem ao longo de sua distribuição, sendo também encontrada em pelo menos 5 UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichnanthus%20bambusiflorus","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3907,"POACEAE","Leersia ligularis","Trin.","VU","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Leersia ligularis ocorre em diferentes locais que tiveram perda de pelo menos 30% da vegetação natural nas últimas três gerações da espécie, como nos municípios de Ortigueira, Araucária e Candói no Paraná, Viçosa, Joaquim Felício e Araponga em Minas Gerais, e Embu, Mauá e Monte Alegre do Sul, em São Paulo. Foi considerada \"Vulnerável\" (VU), principalmente pela acentuada redução de hábitat nas áreas de sua ocorrência.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leersia%20ligularis","Mata Atlântica"],
    [3908,"POACEAE","Lithachne horizontalis","Chase","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Lithachne horizontalis tem distribuição restrita a fragmentos de Floresta Atlântica, em municípios fortemente antropizados do Sudeste (São Paulo (SP), Nova Iguaçu (RJ), e Belo Horizonte (MG)), com uma AOO igual a 32 km². A espécie encontra-se sujeita, ao menos, a cinco situações de ameaça, portanto, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lithachne%20horizontalis","Mata Atlântica"],
    [3909,"POACEAE","Loudetia flammida","(Trin.) C.E.Hubb.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","L. flammida possui ampla distribuição geográfica na América do Sul, sendo conhecida em praticamente todos os biomas brasileiros e reportada em unidades de conservação.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Loudetia%20flammida","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [3910,"POACEAE","Luziola brasiliensis","(Trin.) Pilg.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Luziola brasiliensis tem AOO igual a 44 km², e suas subpopulações estão sujeitas a pelo menos 10 situações de ameaça distintas. A espécie é principalmente encontrada em fendas de rocha com água acumulada, um hábitat específico na Caatinga que sofre com a transformação para áreas agrícolas, por isso, é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luziola%20brasiliensis","Caatinga"],
    [3911,"POACEAE","Melica arzivencoi","Valls & Barcellos","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Melica arzivencoi é uma espécie típica de Campos de Altitude do Sul e Sudeste do Brasil, e tem uma AOO de aproximadamente 20 km². Encontra-se sujeita a pelo menos cinco situações de ameaça. As principais ameaças incidentes são incêndios e invasão por espécies exóticas, que levaram a espécie a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melica%20arzivencoi","Mata Atlântica"],
    [3912,"POACEAE","Merostachys abadiana","Send.","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Merostachys abadiana tem distribuição restrita a ambientes severamente fragmentados. Ocorre em municípios que tiveram uma redução da vegetação natural maior que 80%, por exemplo Paranapanema e Itatinga (SP), e Poços de Caldas (MG) perderam quase a totalidade de suas coberturas vegetais originais, com isso supõe-se que as subpopulações da espécie apresentem uma redução nas mesmas proporções. É considerada rara, com um ciclo biológico sensível, em que as plantas florescem uma só vez em intervalos de cerca de 30 anos e secam depois, abrindo clareiras nas florestas. Dado esse quadro, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando ações diretas que favoreçam sua conservação efetiva.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20abadiana","Mata Atlântica"],
    [3913,"POACEAE","Merostachys burmanii","Send.","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ocorrência em unidades de conservação (SNUC), Merostachys burmanii ocorre em municípios que tiveram, no mínimo, 50% de redução da vegetação original, como São Pedro dos Ferros (MG), São Paulo, Teresópolis (RJ) e Jaguaquara (BA). Dessa forma, supõe-se que sua população tenha sofrido uma redução em proporções semelhantes, levando a espécie a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20burmanii","Mata Atlântica"],
    [3914,"POACEAE","Merostachys caucaiana","Send.","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Merostachys caucaiana é considerada rara, sendo encontrada em ambientes severamente fragmentados, apresenta AOO de 8 km², em Florestas Nebulares. Nos locais em que ocorre, foi registrada uma redução da vegetação original de mais de 80% em 10 anos de monitoramento, supõe-se que tal redução também seja verificada nas subpopulações da espécie. Foi considerada espécie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20caucaiana","Mata Atlântica"],
    [3915,"POACEAE","Merostachys neesii","Rupr.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","M. neesii apresenta distribuição extensa ao longo da Mata Atlântica, sendo encontrada em pelo menos 3 UCs de proteção integral. No entanto, a espécie é utilizada comercialmente e sofre perda de habitat com a expansão urbana, principalmente no estado de São Paulo. Com isso, o conhecimento de dados sobre as subpopulações é fundamental para se avaliar o risco de extinção da espécie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20neesii","Mata Atlântica"],
    [3916,"POACEAE","Merostachys scandens","Send.","CR","A2c,B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Merostachys scandens apresenta valores de EOO igual a 10,23 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça. O município de São Paulo, onde a espécie ocorre, apresentou uma redução maior que 80% da vegetação original, com isso supõe-se que a população da espécie tenha sofrido uma redução em igual proporção, mesmo ocorrendo em áreas protegidas. Portanto, M. scandens foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20scandens","Mata Atlântica"],
    [3917,"POACEAE","Merostachys skvortzovii","Send.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","M. skortzovii tem distribuição extensa pela Mata Atlântica do Sul e Sudeste, com subpopulações bem amostradas e com ciclos reprodutivos monitorados nos últimos anos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20skvortzovii","Mata Atlântica"],
    [3918,"POACEAE","Mesosetum ferrugineum","(Trin.) Chase","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie que apresenta distribuição extensa em diferentes formações vegetacionais do Cerrado e Caatinga, sendo que pelo menos 3 subpopulações encontram-se em UCs.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mesosetum%20ferrugineum","Caatinga, Cerrado"],
    [3919,"POACEAE","Olyra fasciculata","Trin.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O. fasciculata possui distribuição extensa ao longo da América do Sul, segundo o padrão de distribuição do Arco Pleistocênico. As subpopulações estão bem amostradas e pelo menos 5 destas encontram-se em UCs.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Olyra%20fasciculata","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3920,"POACEAE","Olyra latispicula","Soderstr. & Zuloaga","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Olyra latispicula é uma espécie rara, com distribuição restrita a uma única situação de ameaça e com AOO de 8 km². Apesar das subpopulações conhecidas da espécie ocorrerem no Parque Nacional do Monte Pascoal, essa unidade sofre com a incidência de ameaças diretas que influenciam na perpetuação da biodiversidade, incêndios e plantio de eucalipto nos arredores são as principais ameaças que levaram a espécie a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Olyra%20latispicula","Mata Atlântica"],
    [3921,"POACEAE","Ophiochloa hydrolithica","Filg. et al.","CR","B1a+2b(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Ophiochloa hydrolithica é uma espécie rara, não sendo encontrada em unidades de conservação (SNUC), apresenta EOO de 51,41 km². A espécie sofre com a incidência de ameaças como incêndios, mineração e impactos indiretos devido à degradação do hábitat (poeira e esgotamento hídrico do solo) desde 1993, sendo assim, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophiochloa%20hydrolithica","Cerrado"],
    [3922,"POACEAE","Panicum brachystachyum","Trin.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Panicum brachystachyum tem AOO de 4 km² em uma única situação de ameaça, na Serra do Cipó (MG), há grande impacto de atividades mineradoras e provenientes da especulação imobiliária. A espécie foi, então, considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20brachystachyum","Cerrado"],
    [3923,"POACEAE","Panicum condensatum","Bertol.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. condensatum possui distribuição extensa na Mata Atlântica e Amazônia, habitando diferentes formações vegetacionais, também sendo encontrada em áreas antropizadas.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20condensatum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3924,"POACEAE","Panicum gouinii","E.Fourn.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. gouinii possui ampla distribuição na América Central e América do Sul, habitando diferentes tipos de vegetação e em áreas antropizadas.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20gouinii","Cerrado"],
    [3925,"POACEAE","Panicum hylaeicum","Mez","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. hylaeicum possui ampla distribuição do México a Argentina, habitando diferentes tipos de vegetação desde o nível do mar até 1500 m de altitude.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20hylaeicum","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [3926,"POACEAE","Panicum pedersenii","Zuloaga","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. pedersenii possui distribuição extensa no Brasil, sendo coletada em diferentes formações vegetacionais naturais e encontrada como invasora em plantações e gramados.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20pedersenii","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [3927,"POACEAE","Pariana carvalhoi","R.P.Oliveira & Longhi-Wagner","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pariana carvalhoi tem AOO de 4 km², e está sujeita a uma única situação de ameaça. A espécie apresenta poucas subpopulações, sendo considerada um endemismo dos remanescentes florestais do município de Una (BA), cujas principais ameaças são a extração de madeira e práticas de agricultura secular, por esses motivos, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pariana%20carvalhoi","Mata Atlântica"],
    [3928,"POACEAE","Pharus latifolius","L.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. latifolius possui ampla distribuição pela América do Sul, sendo suas subpopulações bem amostrada em diferentes regiões do Brasil.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pharus%20latifolius","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3929,"POACEAE","Piptochaetium alpinum","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Piptochaetium alpinum tem uma AOO de 20 km² e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, ocorre em Campos de Altitude do Sul do Brasil, cujas principais ameaças são o uso de fogo para a agricultura e a invasão por espécies exóticas de alto poder competitivo, por essas razões, a espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20alpinum","Mata Atlântica"],
    [3930,"POACEAE","Piptochaetium palustre","Muj.-Sall. & Longhi-Wagner","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Piptochaetium palustre tem AOO de 2 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, sendo endêmica dos Campos de Cima da Serra da região de Urupema (SC). A principal ameaça reportada é a alteração do ambiente campestre por atividades de silvicultura com consequentes plantios de Pinus spp. Por essas razões, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20palustre","Mata Atlântica"],
    [3931,"POACEAE","Piptochaetium ruprechtianum","Desv.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui ampla distribuição no sul da América do Sul e é frequentemente encontrada  emcampos pedregosos, pastoreados, preferencialmente entre arbustos espinhosos.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20ruprechtianum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3932,"POACEAE","Poa bradei","Pilg.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Poa bradei ocorre especificamente em Campos de Altitude e Florestas Ombrófilas Mistas do Sul e Sudeste do Brasil, ocupando uma área de aproximadamente 24 km² e estando sujeita ao menos a cinco situações de ameaça distintas. Nesses ambientes, as principais ameaças são os focos de incêndio, o desmatamento para ocupação urbana e a invasão por pinheiros exóticos cultivados. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poa%20bradei","Mata Atlântica"],
    [3933,"POACEAE","Poa reitzii","Swallen","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Poa reitzii é endêmica dos Campos de Altitude do Sul do Brasil, com AOO de 12 km². A espécie está sujeita a duas situações de ameaça distintas. No ambiente em que ocorre, as principais ameaças são a modificação do hábitat pelo plantio de pinheiros exóticos e pelas atividades agropecuárias, além do fogo. Por essas razões, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poa%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [3934,"POACEAE","Raddia angustifolia","Soderstr. & Zuloaga","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Raddia angustifolia é um bambu que habita áreas florestais do Nordeste do Brasil, que já perderam mais de 80% de sua cobertura vegetal original nos últimos 10 anos. As principais ameaças incidentes nessas áreas são a destruição do hábitat para atividades agrícolas e extração de recursos vegetais, o que levou R. angustifolia a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddia%20angustifolia","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3935,"POACEAE","Raddia distichophylla","(Schrad. ex Nees) Chase","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Raddia distichophylla é um bambu herbáceo que forma pequenas subpopulações e cresce em áreas de cabruca. A espécie é endêmica da Bahia e tem AOO de 64 km², estando sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça incidente é a perda de hábitat pela prática de atividades agrícolas, que levaram a espécie a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddia%20distichophylla","Mata Atlântica"],
    [3936,"POACEAE","Raddiella esenbeckii","(Steud.) Calderón & Soderstr.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","R. esenbeckii é uma espécie de ampla distribuição pela América do Sul, que apresenta subpopulações conhecidas em diversos tipos vegetacionais, desde o nível do mar até 1500 m de altitude.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddiella%20esenbeckii","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3937,"POACEAE","Reitzia smithii","Swallen","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Reitzia smithii ocorre em Santa Catarina e São Paulo, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça, as áreas de sua ocorrência encontram-se fortemente antropizadas, como o município de Florianópolis. A perda acentuada de hábitat compromete a perpetuação deste táxon na natureza, tornando essa espécie \"Vulnerável\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Reitzia%20smithii","Mata Atlântica"],
    [3938,"POACEAE","Schizachyrium scabriflorum","(Rupr. ex Hack.) A. Camus","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Schizachyrium scabrifolium tem AOO de 16 km² e subpopulações submetidas a menos de cinco situações de ameaça, que estão localizadas em áreas de municípios que tiveram uma perda da vegetação nativa de 50% nos últimos dez anos. Dessa forma, estima-se que as subpopulações da espécie tenham sofrido uma redução em proporção semelhante, principalmente devido à presença de espécies exóticas, ao sobrepastejo e à ocupação humana. A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schizachyrium%20scabriflorum","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3939,"POACEAE","Setaria parviflora var. pilosissima","(Hack.) Pensiero","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie encontra-se em locais que tiveram degradadas mais que 80% da vegetação natural, como os municípios de São Paulo, Jaguariaíva (PR) e Passo Fundo (RS). Essas localidades ainda sofrem com a expansão urbana e de áreas agrícolas, e estão sendo destruídas de maneira acelerada. Sendo assim, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20parviflora%20var.%20pilosissima","Mata Atlântica"],
    [3940,"POACEAE","Setaria paucifolia","(Morong) Lindm.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. paucifolia é uma espécie de ampla distribuição, ocorrendo também em outros países da América do Sul. A maioria das subpopulações desta são conhecidas e estão presentes em pelo menos 4 UCs.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20paucifolia","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [3941,"POACEAE","Setaria stolonifera","Boldrini","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do município de Mostardas (RS), ocupando uma área de 4 km² e estando sujeita a uma única situação de ameaça. A principal ameaça incidente na área é a perda de hábitat, devido à expansão urbana nos balneários litorâneos do Estado do Rio Grande do Sul. Apesar de estar próxima a uma unidade de conservação (SNUC), as ameaças identificadas para a região continuam a ocorrer sem controle. Assim sendo, Setaria stolonifera foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20stolonifera","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3942,"POACEAE","Setaria tenacissima","Schrad. ex Schult.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. tenacissima possui ampla distribuição na América Central, Caribe e nordeste da América do Sul, com subpopulações presentes em diferentes biomas e ocorrendo em áreas modificadas também.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20tenacissima","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3943,"POACEAE","Sorghastrum stipoides","(Kunth) Nash","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. stipoides possui ampla distribuição geográfica, ocorrendo também em outros países do continente americano e no continente africano. É encontrada também no Parque Nacional de Brasília.","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sorghastrum%20stipoides","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3944,"POACEAE","Sporobolus adustus","(Trin.) Roseng. et al.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. adustus é uma espécie de distribuição extensa no sul da América do Sul, com subpopulações encontradas ao longo de áreas de Cerrado e Mata Atlântica no Brasil.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20adustus","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3945,"POACEAE","Sporobolus apiculatus","Boechat & Longhi-Wagner","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sporobolus apiculatus tem distribuição restrita a áreas de Cerrado no Brasil Central, com uma AOO de 20 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais ameaças incidentes sobre as subpopulações são a perda de hábitat por incêndios, expansão urbana e mineração. A espécie foi considerada \"Em perigo\".","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20apiculatus","Cerrado"],
    [3946,"POACEAE","Sporobolus camporum","Swallen","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. camporum é uma espécie de distribuição extensa pelo sul da América do Sul, com subpopulações conhecidas em diferentes locais de campo de altitude e cerrado.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20camporum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3947,"POACEAE","Streptochaeta spicata","Schrad. ex Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. spicata possui ampla distribuição pela América Central e América do Sul, sendo encontrada em diferentes biomas brasileiros e coletada em algumas UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Streptochaeta%20spicata","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3948,"POACEAE","Sucrea maculata","Soderstr.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sucrea maculata é uma espécie endêmica da Mata Atlântica que cobre o sul da Bahia e norte do Espírito Santo, encontrada em pequenas subpopulações e com AOO de 40 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A principal ameaça incidente sobre essas áreas de Mata Atlântica é a perda de hábitat pela extração de madeira e para atividades agrícolas. Sendo assim, a espécie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sucrea%20maculata","Mata Atlântica"],
    [3949,"POACEAE","Sucrea sampaiana","Soderstr.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sucrea sampaioana é uma espécie endêmica do Brasil, que ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ocorre em ambiente de Mata Atlântica e tem poucos indivíduos por subpopulação. É conhecida em apenas duas situações de ameaça e está distribuída em uma AOO de 8 km², com subpopulações ameaçadas por área de pastagem com espécies exóticas. A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sucrea%20sampaiana","Mata Atlântica"],
    [3950,"POACEAE","Thrasyopsis juergensii","(Hack.) Soderstr. & A.G.Burm.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Thrasyopsis juergensii tem distribuição restrita aos Campos de Altitude do Sul do Brasil, distribuída em uma AOO de menos de 500 km², em locais que tiveram mais de 50% de sua vegetação original degradada, como os municípios de Ponta Grossa, no Paraná, e Soledade, no Rio Grande do Sul. Isto sugere uma redução populacional da espécie de valor semelhante durante os últimos 10 anos. A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thrasyopsis%20juergensii","Mata Atlântica"],
    [3951,"POACEAE","Thrasyopsis repanda","(Nees ex Trin.) Parodi","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Thrasyopsis repanda é encontrada em locais de Campos Rupestres, Canga e Campos de Altitude em Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que sofrem a incidência de ameaças como incêndios, pastoreio, turismo depredativo e mineração. Esses locais perderam mais de 50% de sua vegetação original, como os municípios de Ponta Grossa, Tibagi e Jaguariaíva (PR), Ouro Branco e Brumadinho (MG), e Itapetininga (SP). Isto sugere uma redução de valor semelhante à da população da espécie nos últimos 10 anos. A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thrasyopsis%20repanda","Cerrado"],
    [3952,"POACEAE","Triraphis devia","Filg. & Zuloaga","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Triraphis devia tem distribuição restrita e desenvolve-se em ambientes de campos de Cerrado na Chapada dos Veadeiros (GO). Está sujeita a uma única situação de ameaça, em que são incidentes o sobrepastejo, a erosão e a existência de estradas. A espécie tem uma AOO de 16 km², sendo que das duas subpopulações conhecidas apenas uma é protegida em unidade de conservação (SNUC). A espécie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triraphis%20devia","Cerrado"],
    [3953,"POACEAE","Zizaniopsis bonariensis","(Balansa & Poitr.) Speg.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Zizaniopsis bonariensis é uma espécie de distribuição disjunta, ocorrendo nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, sugerindo uma população fragmentada. Tem AOO menor que 500 km² e subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, em áreas de municípios que tiveram uma perda da vegetação original de 50% nos últimos 10 anos. Com isso, infere-se que as subpopulações tenham sofrido uma redução em proporção semelhante. A espécie tem sofrido com a incidência de ameaças como a mineração, o desmatamento, a invasão de espécies exóticas e atividades agrícolas e, por essas razões, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zizaniopsis%20bonariensis","Mata Atlântica"],
    [3954,"PODOCARPACEAE","Podocarpus acuminatus","Laubenf.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. acuminatus é uma arvoreta com ocorrência no Amazonas, em Unidade de Conservação bastante preservada. Mesmo sendo provável a existência de mais subpopulações naquela região, a espécie possui apenas um registro de 1985, o qual não apresenta informações sobre o tamanho e a estrutura populacional, sendo categorizada em Dados Deficientes.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20acuminatus","Amazônia"],
    [3955,"PODOCARPACEAE","Podocarpus aracensis","Laubenf. & Silba","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. aracensis é uma arbórea conhecida em 2 localidades do Amazonas, em áreas bem preservadas e com alta dificuldade de acesso. Tendo coleta botânica recente (2003) é possível inferir que a população não esta em declínio. Assim, não há ameaças incidentes que possam colocar a espécie em risco de extinção.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20aracensis","Amazônia"],
    [3956,"PODOCARPACEAE","Podocarpus barretoi","Laubenf. & Silba","CR","B2b(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Podocarpus barretoi é uma arvoreta endêmica dos Campos Rupestres da região Chapada dos Veadeiros (GO). São conhecidas três coletas botânicas para a mesma localidade, a mais recente em 1994. A espécie apresenta AOO menor que 10 km², sendo categorizada como \"Criticamente em Perigo\" (CR). Na região de ocorrência as queimadas são frequentes e ameaçam até mesmo a sobrevivência dos indivíduos dentro nas áreas protegidas. Assim, a espécie está sujeita a uma situação de ameaça que causa o declínio da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20barretoi","Cerrado"],
    [3957,"PODOCARPACEAE","Podocarpus brasiliensis","Laubenf.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Podocarpus brasiliensis é uma arbórea com ocorrência no Brasil Central. Tem coleta em três localidades e sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora a espécie ocorra em áreas protegidas, estas ainda estão ameaçadas por fatores externos que comprometem a qualidade do habitat, tais como queimadas e desmatamento. Por exemplo, a taxa de desmatamento nos municípios AltoParaíso de Goiás e Brasília em dois anos (2008 e 2009) foi de 2,88 e 1,07 km², respectivamente. Assim, a espécie é categorizada como \"Vulnerável\" (VU), podendo em futuro próximo ser elevada a uma categoria de maior risco, especialmente por ter uso potencial para a indústria de celulose","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20brasiliensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3958,"PODOCARPACEAE","Podocarpus lambertii","Klotzsch ex Endl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. lambertii é uma arbórea que ocorre em florestas e formações campestres de 3 biomas brasileiros. A espécie possui propriedades que a tornam interessante para a indústria de celulose e madeireira. Também possui usos medicinais, paisagísticos e para o reflorestamento. Apresenta Extensão de Ocorrência superior à 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20lambertii","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3959,"PODOCARPACEAE","Podocarpus sellowii","Klotzsch ex Endl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. sellowii é uma arbórea com ocorrência em 4 biomas brasileiros, em ambientes florestais úmidos. A espéciepossui propriedades de usos medicinais, paisagísticos, madeireiros e para o reflorestamento. Apresenta Extensão de Ocorrência superior à 20.000 km², sendocategorizada sem risco de extinção.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20sellowii","Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [3960,"PODOCARPACEAE","Retrophyllum piresii","(Silba) C.N.Page","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","R. piresii é uma arbórea de pequeno porte, com ocorrência em florestas úmidas da Amazônia. O único registro botânico disponível sobre a espécie foi coletado em 1976 e não possui informações sobre o tamanho e a estrutura populacional. Considerando que o esforço de coleta para a região Amazônica é pequeno, é possível inferir que a espécie ocorre em outras localidades ainda não amostradas, sendo categorizada em Dados Deficientes.","2012-01-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Retrophyllum%20piresii","Amazônia"],
    [3961,"PODOSTEMACEAE","Apinagia riedelii","(Bong.) Tul.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Apinagia riedelli caracteriza-se por ervas aquáticas, de até 21cm decomprimento. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado e MataAtlântica, encontrada em floresta ombrófila densa, vegetação aquática,preferencialmente em corredeiras de rios. Apresenta EOO de 499.004,571km².Amplamente distribuída. Protegida pelo Parque Natural do Caraça (MG). Espécienão ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apinagia%20riedelii","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3962,"PODOSTEMACEAE","Castelnavia multipartita","Tul. & Wedd.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Castelnavia multipartita caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmicado Brasil, ocorre nos estados do Pará, Mato Grosso e Goiás. Encontrada nosbiomas Amazônia e Cerrado, onde desenvolve-se em floresta ombrófila densa evegetação aquática. Apresenta EOO de 501.749,723km². Amplamente distribuída nosestados de ocorrência. Não ameaçada no território nacional (Bove, C.P., com.pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Castelnavia%20multipartita","Amazônia, Cerrado"],
    [3963,"PODOSTEMACEAE","Mourera fluviatilis","Aubl.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Mourera fluviatilis caracteriza-se por ervas aquáticas, apresentasíndrome de polinização melitófila e/ou anemofílica. Não endêmica do Brasil.Ocorre nos biomas Amazônia e Mata Atlântica, preferencialmente em rios quepossuam alto fluxo hídrico durante o ano todo. Apresenta EOO de3.805.877,590km². Amplamente distribuída. Protegida pelo Santuário Ecológico daSerra D?Água (AL). Apesar de utilizada por algumas tribos amazônicas parasalgar alimentos, não apresenta nenhuma ameaça direta que a coloque em algumacategoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com.pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mourera%20fluviatilis","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [3964,"PODOSTEMACEAE","Mourera weddelliana","Tul.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Mourera weddelliana caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, é encontrada nos biomas Amazônia e Cerrado. Apresenta distribuição restrita e pontual e AOO inferior a 20 km². Está sujeita a três situações de ameaça que incidem sobre seus hábitats de ocorrência: sobre-exploração dos recursos florestais, implementação de atividades agropecuárias, e implementação de atividades silviculturais. Pouco representada em coleções científicas, são necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mourera%20weddelliana","Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [3965,"PODOSTEMACEAE","Podostemum distichum","(Cham.) Wedd.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemum distichum caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou rupícolas, de 1-15cm decomprimento. Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Pampas e Cerrado, encontrada emfloresta ombrófila densa, floresta estacional semidecidual, floresta estacionaldecidual, preferencialmente em ambientes aquáticos, entre 60-1200m de altitude.Apresenta EOO de 598.469,417km². Amplamente distribuída na região sul doBrasil, chegando ao sudeste no estado de Minas Gerais e a centro-oeste emGoiás. Apesar da intensa supressão dos habitats originais de ocorrência daespécie, ainda hoje intensamente degradados, não há ameaça direta que a coloqueem alguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20distichum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3966,"PODOSTEMACEAE","Podostemum muelleri","Warm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemummuelleri caracteriza-sepor ervas auqáticas e/ou saxícolas, de até 2cm de comprimento, desenvolvendo-seem superfícies rochosas. Não endêmica do Brasil. Ocorre no estado de São Pauloe região sul do Brasil. Encontrada nos biomas Mata Atlântica e Pampas, emvegetação aquática. Apresenta EOO de 278.728,821km². Amplamente distribuída naregião sul do Brasil. Protegida pelo Parque Florestal do Turvo (RS). Apesar daintensa degradação dos ecossistemas aquáticas continentais brasileiros, não háuma ameaça direta que a coloque em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada noâmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20muelleri","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3967,"PODOSTEMACEAE","Podostemum ovatum","C.T.Philbrick & Novelo","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemum ovatum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, tem registros nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro. É encontrada sobre rochas e em corredeiras. Apresenta AOO de 12 km². É conhecida por escassas coleções. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), encontra-se sujeita a três principais situações de ameaça pela expansão de práticas agrícolas, pecuária e silvicultura. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20ovatum","Mata Atlântica"],
    [3968,"PODOSTEMACEAE","Podostemum rutifolium","Warm.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemumrutifolium caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou saxícolas. Não é endêmica do Brasil. Ocorre no Estado de São Paulo e, principalmente, na Região Sul do Brasil, até aproximadamente 900 m de altitude, com uma AOO próxima a 20 km². É encontrada nos biomas Mata Atlântica e Pampa, em Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual e vegetação aquática. Considerando os três Estados onde ocorre, está sujeita a três principais situações de ameaça pela implementação de práticas agrícolas, pecuária e silvicultura, as quais causam a supressão e a degradação dos ecossistemas aquáticos. De acordo com informações de coletas realizadas, a espécie é retratada como abundante ou comum nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20rutifolium","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3969,"PODOSTEMACEAE","Podostemum saldanhanum","(Warm.) C.T.Philbrick & Novelo","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemumsaldanhanum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Estado do Rio de Janeiro, é restrita ao bioma Mata Atlântica. Tem distribuição restrita com AOO de 4km², e sua principal ameaça é a silvicultura, que apresenta como consequência a degradação e a intensa fragmentação de seu hábitat, além disso, está também sujeita a eventos estocásticos, como, por exemplo, as fortes chuvas que acometeram a região num passado recente, causando intensa modificação da paisagem local.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20saldanhanum","Mata Atlântica"],
    [3970,"PODOSTEMACEAE","Podostemum scaturiginum","(Mart.) C.T.Philbrick & Novelo","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemumscaturiginum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, ocorre nosestados de Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Encontrada nosbiomas Cerrado e Mata Atlântica, em floresta ombrófila densa, florestaestacional semidecidual e vegetação aquática. Apresenta EOO de 341.0293,433km².Apesar de não ser uma espécie amplamente distribuída, segundo informações decoleta de Philbrick et al., desenvolve-se em subpopulações densas eabundantes. Apesar da intensa degradação dos ecossistemas aquáticascontinentais brasileiros, não há uma ameaça direta que a coloque em algumacategoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional (Bove, C.P., com.pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20scaturiginum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3971,"PODOSTEMACEAE","Podostemum weddellianum","(Tul.) C.T.Philbrick & Novelo","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemum weddellianum caracteriza-se por ervas aquáticas. Endêmica do Brasil, ocorre nosestados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, SantaCatarina e Rio Grande do Sul. Encontrada nos biomas Cerrado e Mata Atlântica,onde desenvolve-se em floresta ombrófila densa, floresta estacionalsemidecidual e em vegatação aquática. Segundo Bove, C.P. (com. pessoal), é uma espécie muito abundante onde ocorre, além desuportar ambientes com águas poluídas. Não há ameaça direta que a coloque emalguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20weddellianum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3972,"POLYGALACEAE","Acanthocladus brasiliensis","(Klotzsch ex A.St.-Hil. & Moq.) Hassk.","LC","","","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição no Brasil, presente em mais de dez situações de ameaça.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [3973,"POLYGALACEAE","Acanthocladus pulcherrimus","(Kuhlm.) J.F.B.Pastore & D.B.O.S.Cardoso","NT","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva da Mata Atlântica, pluvial e de tabuleiro. Extensão de ocorrência de 74.478 km² e área de ocupação de 76 km². ?Conhecida de 12 situações de ameaça. Boa Esperança, Bananal, Linhares, Santa Leopoldina, Ibiraçu, (ES), Ilhéus/Itabuna, Uruçuca, Una, Pedro Canário, Barra de São João (RJ), Caratinga, Itueta (MG). Sem pressão de uso específico. Coletada entre 1924 a 2007.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20pulcherrimus","Mata Atlântica"],
    [3974,"POLYGALACEAE","Acanthocladus santosii","(Wurdack) J.F.B.Pastore & D.B.O.S.Cardoso","NT","","","Tainan Messina","Espécie de arbusto a pequena árvore encontrada floresta pluvial atlântica da Bahia e Espírito Santo. Distribuição restrita, com extensão de ocorrência de 22.783 km² e área de ocupação de 24 km². Descrita em 2010. Conhecida de quatro situações de ameaça, em Porto Seguro, Itagimirim (BA), Linhares, Sooretama (ES), foi coletada entre 1969 e 1996. Encontrada no Parque Nacional de Monte Pascoal e Reserva Biológica de Sooretama. Quase ameaçada pela perda de habitat, em consequência do desmatamento para atividades agropecuárias e silvicultura. No entanto, como sua extensão de ocorrência é acima de 20.000 km² e a área de ocupação não é um bom parâmetro de sua distribuição uma vez que o habitat florestal é originalmente contínuo, a espécie deve ser considerada quase ameaçada.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20santosii","Mata Atlântica"],
    [3975,"POLYGALACEAE","Polygala brasiliensis","L.","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea não endêmica do Brasil, com ampla distribuição no Sul e Sudeste do país, em floresta pluvial atlântica e formações campestres. Extensão de ocorrência de 453.634 km², frequentemente coletada. Conhecida de mais de dez situações de ameaça.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20brasiliensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3976,"POLYGALACEAE","Polygala fendleri","Chodat","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea do cerrado. Ampla distribuição, extensão de ocorrência de 1.445.439 km². Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Descrita em 1826, os registros de ocorrência compilados datam de 1935 a 2008. Encontrada principalmente em Goiás (Alto Paraíso de Goiás) e Distrito Federal.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20fendleri","Cerrado"],
    [3977,"POLYGALACEAE","Polygala franchetii","Chodat","EN","B1ab(iii)","","","A espécie ocorre no Estado de Goiás e no Distrito Federal (EOO=1.401,93 km²). Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça sendo a agricultura a principal ameaça à espécie, que sofre com a perda de AOO, EOO e qualidade do hábitat. Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20franchetii","Cerrado"],
    [3978,"POLYGALACEAE","Polygala galioides","Poir.","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea de ampla distribuição, extensão de ocorrência de 5.897.052 km². Encontrada em formações campestres dos principais biomas do Brasil.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20galioides","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3979,"POLYGALACEAE","Polygala molluginifolia","A.St.-Hil. & Moq.","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea de ampla distribuição, extensão de ocorrência de 2.239.306 km². Encontrada em floresta pluvial e formações campestres no Cerrado e Mata Atlântica. Conhecida de mais de dez situações de ameaça.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20molluginifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3980,"POLYGALACEAE","Polygala moquiniana","A.St.-Hil. & Moq.","NT","","","Tainan Messina","Coletada entre ?1880 a 2005, mais frequentemente nas décadas de 70, 80 e 90, foi registrada uma única coleta após o ano 2000. Indicativo de declínio populacional. Extensão de ocorrência de 38.225 e área de ocupação de 48 km². Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Quase ameaçada pela perda de habitat. Na região central de sua distribuição, os ambientes naturais no arco de Ponta Grossa, tem sido severamente alterados por desenvolvimente de extensas áreas de agricultura, pecuária e silvicultura.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20moquiniana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3981,"POLYGALACEAE","Polygala nudicaulis","A.W.Benn.","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea de campo rupestre, com extensão de ocorrência de 105.597 km², entre Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Baixa frequência de coleta, mas conhecida de mais de dez situações de ameaça. Coletada entre 1970 e 2003.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20nudicaulis","Cerrado"],
    [3982,"POLYGALACEAE","Polygala pulchella","A.St.-Hil. & Moq.","LC","","","Tainan Messina","Espécie herbácea de ampla distribuição, conhecida de mais de 10 situações de ameaça. Extensão de ocorrência de 1.047.211 km². Encontrada tanto em floresta quanto formações campestres, em Cerrado e Mata Atlântica.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20pulchella","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3983,"POLYGALACEAE","Polygala pumila","Norlind","NT","","","Tainan Messina","Espécie herbácea, com extensão de ocorrência de 265.805 km² e área de ocupação de 52 km². Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Encontrada em floresta pluvial atlântica e formações campestres associados. Baixa frequencia de coleta, muito antigas: entre 1891,1910, 1933, 1936, 1949, 1952, 1953, 1962, 1965, 1968, 1971, 1985, 1993, 2008. Suspeita-se de redução populacional, devido a queda na frequência de coleta.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20pumila","Mata Atlântica"],
    [3984,"POLYGALACEAE","Polygala sabulosa","A.W.Benn.","NT","","","Tainan Messina","Espécie herbácea de formações campestres da Mata Atlântica, com extensão de ocorrência de 233.520 km² e área de ocupação de 82 km², no Sul do Brasil. Conhecida de mais de dez situações de ameaça. Quase ameaçada por perda de habitat.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20sabulosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3985,"POLYGALACEAE","Polygala selaginoides","A.W.Benn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea de Floresta Pluvial Atlântica de altitude no Sul do país. Tem distribuição restrita, com EOO de 2.788,64 km² e AOO de 12 km². Está sujeita a três situações de ameaça, em Vacaria (RS), Pien (PR) e Campo Alegre da Serra (SC). É ameaçada por perda de hábitat, por estabelecimento de grandes áreas de agropecuária e silvicultura.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20selaginoides","Mata Atlântica"],
    [3986,"POLYGALACEAE","Polygala stephaniana","Marques","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea de locais brejosos do Estado de Minas Gerais e, possivelmente, São Paulo. Neste último Estado é considerada vulnerável à extinção, porém não foram identificados até o momento registros de ocorrência. Tem distribuição restrita, com EOO de 909,74 km² e AOO de 12 km². No Estado de Minas Gerais é conhecida nos municípios de Ouro Branco, Entre Rios de Minas e Jacutinga, e a última coleta data de 1970. É ameaçada por declínio de hábitat, em decorrência de queimadas, mineração e manejo de pastagens.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20stephaniana","Cerrado"],
    [3987,"POLYGALACEAE","Polygala tamariscea","Mart. ex A.W.Benn.","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea de Campo Rupestre com EOO de 294.656,50 km2 e AOO de 32 km². Contudo, sua distribuição é disjunta, sugerindo a fragmentação de sua população. Está sujeita a seis situações de ameaça, na Serra do Espinhaço, em Salinas (MG) e Abaíra (BA), em Itirapina (SP), Planaltina (DF), Alto Paraíso de Goiás e Colinas do Sul (GO). É ameaçada por perda de qualidade do hábitat, em decorrência de aumento da frequência e magnitude das queimadas provocadas pelo desmatamento e manejo de pastagens em torno das serras.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20tamariscea","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [3988,"POLYPODIACEAE","Campyloneurum decurrens","(Raddi) C.Presl","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emdiversos estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campyloneurum%20decurrens","Mata Atlântica"],
    [3989,"POLYPODIACEAE","Ceradenia capillaris","(Desv.) L.E.Bishop","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Ceradenia capillaris é uma samambaia encontrada nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com distribuição relativamente restrita (EOO=18.127,53 km²). Tem também baixo número de registros de coletas, o que leva à suspeita de a espécie ser rara na natureza. Está sujeita a seis situações de ameaça, dentre as quais a exploração de minério de ferro em Minas Gerais. A espécie é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20capillaris","Mata Atlântica"],
    [3990,"POLYPODIACEAE","Ceradenia glaziovii","(Baker) Labiak","EN","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Ceradenia glaziovii é registrada em Campos do Jordão, Serra da Bocaina e Serra do Mar e está sujeita a três situações de ameaça. A intensa degradação dos seus hábitats de ocorrência, somada à distribuição restrita da espécie e ao fato de as coletas serem muito antigas, leva à suspeita de que a população de C. glaziovii tenha sofrido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos seis anos (considerando tempo de geração de dois anos para espécie herbácea). Além disso, sua distribuição é restrita (EOO=3.304,13 km²), ocorrendo em apenas uma unidade de conservação (SNUC). A espécie é considerada \"Em perigo\" (EN). Em razão das coletas terem mais de 50 anos, é possível que a espécie esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o intuito de se encontrar e avaliar o estado de conservação de subpopulações da espécie.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [3991,"POLYPODIACEAE","Ceradenia warmingii","(C.Chr.) Labiak","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie endêmica de Ouro Preto com apenas dois registros, um dos quais indica a coleta há mais de 100 anos. Ocorre em uma região que sofre intensa pressão antrópica com consequente perda de hábitat, como o turismo desordenado e a mineração. Dessa maneira, suspeita-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada, uma vez que a região alterada por atividades humanas deve dificultar o fluxo gênico entre subpopulações. Tem distribuição restrita (AOO=8 km²). É, portanto, considerada uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR). Devido ao fato de uma das coletas ser muito antiga, suspeita-se também que esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se encontrar subpopulações e de se verificar o seu estado de conservação.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20warmingii","Mata Atlântica"],
    [3992,"POLYPODIACEAE","Grammitis fluminensis","Fée","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A maior parte das coletas concentra-se no Estado do Paraná, e as subpopulações nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro sugerem que a população de G. fluminensis esteja severamente fragmentada. Tem uma AOO pequena (AOO=48 km²) e localiza-se em uma região que sofre diversas ameaças, como instalação de torres de telefonia na Serra do Capivari (PR) e a mineração em Minas Gerais. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grammitis%20fluminensis","Mata Atlântica"],
    [3993,"POLYPODIACEAE","Lellingeria brasiliensis","(Rosenst.) Labiak","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lellingeria brasiliensis é uma samambaia encontrada acima de 1.000 m de altitude nas Serras da Bocaina, do Itatiaia e dos Órgãos. Tem distribuição restrita (EOO=10.462,70 km²) e está sujeita a oito situações de ameaça. Uma das ameaças a sua sobrevivência é a alta frequência de incêndios no Parque Nacional do Itatiaia. Portanto, a ocorrência em duas unidades de conservação (SNUC) não necessariamente protege a espécie da extinção. É considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [3994,"POLYPODIACEAE","Lellingeria itatimensis","(C.Chr.) A.R.Sm. & R.C.Moran","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Tem pequena área de ocupação (AOO=8 km²) e ocorre em uma região que sofre intensa perda de hábitat para a agricultura e a silvicultura. Em razão dessa perda, suspeita-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada, uma vez que a paisagem antropizada dificultaria a troca gênica entre subpopulações. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20itatimensis","Mata Atlântica"],
    [3995,"POLYPODIACEAE","Lellingeria limula","(Christ) A.R.Sm. & R.C.Moran","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Planta epífita encontrada na porção montana da Mata Atlântica. Foi coletada em apenas quatro localidades, resultando em uma AOO de 8 km². Pelo fato de ocorrer em áreas distantes entre si, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada e sujeita a quatro situações de ameaça distintas. Uma das ameaças é a perda de hábitat, como em Itaguaçu (ES), que perdeu quase 90% de vegetação nativa até 2011. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20limula","Mata Atlântica"],
    [3996,"POLYPODIACEAE","Lellingeria pumila","Labiak","CR","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lellingeria pumila é registrada apenas nas matas de Santa Teresa (ES). Tem, portanto, pequena extensão de ocorrência (EOO=5,23 km²) e está sujeita a apenas uma situação de ameaça, sendo a maior ameaça no município a perda de hábitat para a agricultura e a pecuária: nos últimos 20 anos houve uma redução de cerca de 40% de Mata Atlântica na localidade. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20pumila","Mata Atlântica"],
    [3997,"POLYPODIACEAE","Lellingeria suspensa","(L.) A.R.Sm. & R.C.Moran","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar do baixo número de coletas para a espécie, Labiak e Prado (2005) afirmam que a espécie possui ampla distribuição geográfica, ocorrendo do Norte ao Sudeste brasileiro. Apesar do baixo número de coletas, muitas delas foram feitas em unidades de conservação. Dessa maneira, L. suspensa é considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinção. Entretanto, deve-se ampliar o número de coletas para se entender a real distribuição da espécie, bem como o estado de conservação de suas subpopulações.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20suspensa","Amazônia"],
    [3998,"POLYPODIACEAE","Lellingeria tamandarei","(Rosenst.) A.R.Sm. & R.C.Moran","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lellingeria tamandarei é uma samambaia rupícola encontrada em locais sombreados à beira de riachos, com registros nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina (AOO=52 km²). Foram identificadas quatro situações de ameaça, sendo que a distância entre elas caracteriza uma população fragmentada, tendo em vista que o fluxo gênico entre as subpopulações pode ser prejudicado por essa distância. É uma espécie que ocorre em locais sob intensa pressão antrópica, como a alta frequência de incêndios na Serra dos Órgãos e no Parque Nacional do Itatiaia (RJ). É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20tamandarei","Mata Atlântica"],
    [3999,"POLYPODIACEAE","Melpomene peruviana","(Desv.) A.R.Sm. & R.C.Moran","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","É uma espécie encontrada de Minas Gerais a Santa Catarina, em diferentes formações de Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie forma densos agrupamentos. Devido ao grande número de coletas, incomum para esse grupo de pteridófita,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melpomene%20peruviana","Mata Atlântica"],
    [4000,"POLYPODIACEAE","Microgramma crispata","(Fée) R.M.Tryon & A.F.Tryon","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em Caatinga e em diferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada algumas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que não é comum para essa família botânica,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microgramma%20crispata","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4001,"POLYPODIACEAE","Micropolypodium perpusillum","(Maxon) A.R.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Micropolypodium perpusillum é uma planta rupícola encontrada em regiões montanas da Mata Atlântica. É uma espécie rara, com apenas cinco subpopulações conhecidas. Cada subpopulação está sujeita a algum tipo de ameaça. Por exemplo, a subpopulação da Cadeia do Espinhaço está sujeita ao declínio de qualidade do hábitat pela exploração de minério de ferro na região. Já nos Estados do Sul do Brasil, o hábitat encontra-se reduzido a pequenos fragmentos, por causa da expansão de áreas para agricultura e pecuária. Devido à sua raridade, a espécie tem também uma baixa área de ocupação (AOO=24 km²). É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropolypodium%20perpusillum","Mata Atlântica"],
    [4002,"POLYPODIACEAE","Pecluma hoehnii","(A.Samp.) Salino","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pecluma hoehnii é uma pteridófita com apenas um registro de coleta e, portanto, com uma AOO de apenas 4 km². O Estado do Mato Grosso do Sul tem sofrido com a perda de hábitat para a agricultura e a pecuária. O município de Coxim (MS), onde a espécie foi coletada, perdeu 0,21% de Cerrado entre 2008 e 2009. É considerada uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, como a última coleta foi feita há 100 anos e dado o avanço da fronteira agrícola na região, é possível que a espécie esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de encontrar supostas subpopulações remanescentes e verificar o seu atual estado de conservação.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20hoehnii","Cerrado"],
    [4003,"POLYPODIACEAE","Pecluma imbeana","(Brade) Salino","CR","B2b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Há apenas uma coleta, sem data, resultando em uma pequena área de ocupação (AOO=4 km²) e uma única situação de ameaça. Uma das ameaças é a perda de hábitat para a agricultura e a exploração de madeira nos remanescentes florestais. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se verificar o estado atual de conservação da espécie.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20imbeana","Mata Atlântica"],
    [4004,"POLYPODIACEAE","Pecluma insularis","(Brade) Salino","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pecluma insularis é uma pteridófita endêmica da Ilha de Trindade (ES), o local habitado mais remoto do Brasil. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz têm, juntas, cerca de 10 km² e, consequentemente, a espécie deve ter uma AOO menor do que 10 km². Como a espécie é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que P. insularis está sujeita a uma situação de ameaça. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram totalmente erradicados pela marinha brasileira em 2005. Cientistas do Museu Nacional vêm observando a regeneração da vegetação da ilha. A espécie tem apenas um registro de coleta, sem data, indicando que seja rara nas ilhas. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20insularis","Mata Atlântica"],
    [4005,"POLYPODIACEAE","Pecluma truncorum","(Lindm.) M.G.Price","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que não é comum para essa família de samabaia,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20truncorum","Mata Atlântica"],
    [4006,"POLYPODIACEAE","Pleopeltis alborufula","(Brade) Salino","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pleopeltis alborufula é uma samambaia rupícola encontrada em locais úmidos da Mata Atlântica. Tem baixa área de ocupação (AOO=24 km²) e extensão de ocorrência (EOO=694,70 km²), uma vez que ocorre apenas em regiões montanas do Estado do Espírito Santo. Está sujeita a cinco situações de ameaça, sendo uma das mais importantes perdas de hábitat para a agricultura e o plantio de espécies madeireiras. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20alborufula","Mata Atlântica"],
    [4007,"POLYPODIACEAE","Pleopeltis monoides","(Weath.) Salino","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pleopeltis monoides é uma espécie encontrada em Florestas Estacionais Semidecíduas e Ombrófilas Densas dos Estados do Espírito Santo e da Bahia. Apesar de haver registro de ocorrência da espécie em ambientes perturbados, suspeita-se que seja rara devido ao baixo número de coletas. Apresenta pequena área de ocupação (AOO=28 km²) e está sujeita a cinco situações de ameaça distintas. Uma das ameaças é a perda de hábitat das matas do sul da Bahia para a agricultura. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20monoides","Mata Atlântica"],
    [4008,"POLYPODIACEAE","Pleopeltis trindadensis","(Brade) Salino","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pleopeltis trindadensis é uma pteridófita endêmica da Ilha de Trindade (ES), o local habitado mais remoto do Brasil. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz têm, juntas, cerca de 10 km² e, consequentemente, a espécie deve possuir uma área de ocupação menor do que 10 km². Como é endêmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que P. trindadensis esteja sujeita a apenas uma situação de ameaça. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram totalmente erradicados pela Marinha brasileira em 2005. Cientistas do Museu Nacional vêm observando a regeneração da vegetação depois da eliminação das cabras e carneiros. Por muito tempo, conhecia-se apenas a coleta feita em 1911 por Campos Porto. Entretanto, a espécie foi coletada novamente em 2011 por Faria na Floresta de Samambaias da ilha. É considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20trindadensis","Mata Atlântica"],
    [4009,"POLYPODIACEAE","Terpsichore chrysleri","(Copel.) A.R.Sm.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em diversas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que é incomum para essa família de samambaia,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20chrysleri","Mata Atlântica"],
    [4010,"POLYPODIACEAE","Terpsichore semihirsuta","(Klotzsch) A.R.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Terpsichore semihirsuta é uma samambaia encontrada apenas em regiões montanas da Mata Atlântica dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santos. Há poucos registros de coleta para a espécie, resultando em uma baixa área de ocupação (AOO=16 km²). Ocorre em uma área que sofre intensa perda de hábitat para a agricultura e o plantio de espécies madeireiras. Portanto, suspeita-se que as populações estejam severamente fragmentadas. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20semihirsuta","Mata Atlântica"],
    [4011,"POLYPODIACEAE","Terpsichore senilis","(Fée) A.R.Sm.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espécie tem distribuição disjunta entre a Amazônia e a Mata Atlântica. No Brasil, há apenas uma coleta com município determinado feita em Campos do Jordão (SP). Apesar de ocorrer em unidade de conservação (SNUC), o município de Campos do Jordão sofreu intensa perda de hábitat, permanecendo apenas os locais com maior declividade. Tem uma baixa área de ocupação (AOO=4 km²), estando sujeita a duas situações de ameaça É considerada uma espécie \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, novos esforços de coleta devem ser feitos no Brasil, de maneira a se determinar precisamente o local de ocorrência da espécie na Amazônia e identificar novas localidades onde a espécie ocorre, bem como seu estado atual de conservação.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20senilis","Mata Atlântica"],
    [4012,"POLYPODIACEAE","Terpsichore taxifolia","(L.) A.R.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Terpsichore taxifolia é encontrada do Sul da Bahia a São Paulo, em Florestas Montanas. Tem poucas coletas, resultando em uma área de ocupação pequena (AOO=40 km²). Ocorre em áreas que sofrem intensa pressão antrópica, com perda de hábitat, e suspeita-se que as populações estejam severamente fragmentadas. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20taxifolia","Mata Atlântica"],
    [4013,"POLYPODIACEAE","Zygophlebia longipilosa","(C.Chr.) L.E.Bishop","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada emdiferentes fisionomias da Mata Atlântica. Apesar de ocorrer em regiões comintensa pressão antrópica, essa espécie é encontrada em algumas unidades deconservação. Devido ao grande número de coletas, o que é incomum para essa família de petridófital,suspeita-se que a espécie seja abundante localmente. Dessa maneira a espécie éconsiderada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygophlebia%20longipilosa","Mata Atlântica"],
    [4014,"POLYTRICHACEAE","Itatiella ulei","(Broth. ex Müll. Hal.) G.L.Sm.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie está presente em Unidades de Conservação e apresenta EOO=26.141,855km². No entanto, apresenta menos de 10 situações de ameaça identificadas, o que poderá vir a colocá-la em categoria de risco em futuro próximo, uma vez que as regiões de ocorrência da espécie sofrem com a forte urbanização.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Itatiella%20ulei","Mata Atlântica"],
    [4015,"PONTEDERIACEAE","Heteranthera limosa","(Sw.) Willd.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Heteranthera limosa caracteriza-sepor ervas aquáticas e/ou terrícolas, anuais. Não é endêmica do Brasil. Ocorrenos biomas Caatinga, Panatanal e Cerrado, encontrada preferencialmente em solosargilosos férteis, em lagoas, poças temporárias e em terrenos encharcados.Apresenta EOO de 2.668.200,526km². Amplamente distribuída. Protegida pela Áreade Proteção Ambiental do Pratagy, RPPN Serra das Almas, Área de ProteçãoAmbiental das Onças, RPPN Stoessel de Brito, Estação Ecológica de Seridó,Reserva Biológica de Saltinha e Santuário Ecológico da Serra D?Água. Apesar deapresentar potencial ornamental, apícola e forrageira, não há nenhuma ameaçadireta que a coloque em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20limosa","Mata Atlântica"],
    [4016,"PONTEDERIACEAE","Heteranthera rotundifolia","(Kunth) Griseb.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Heterantherarotundifolia caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou terrícolas, perenes. Não éendêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Caatinga, em ambientesaquáticos. Apresenta EOO de 1.129.948,075km². Amplamente distribuída. Protegidapela RPPN Eco Parque de Uma (BA). Segundo Bove, C.P. (com. pessoal) nãoé uma espécie ameaçada no âmbito nacional.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20rotundifolia","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4017,"PONTEDERIACEAE","Heteranthera zosterifolia","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Heterantherazosterifolia caracteriza-se por ervas aquáticas e/ou terrícolas, submersas-fixas ouflutuantes, Ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, em formaçõesaquáticas. Apresenta EOO de 1.868.539,095km². Amplamente distribuída. Protegidapelo Parque Nacional do Iguaçú. Não há ameaça direta que a coloque em algumacategoria de ameaça. Segundo Bove, C.P. (com. pessoal), não estáameaçada no âmbito nacional.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20zosterifolia","Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4018,"PORTULACACEAE","Portulaca halimoides","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. halimoides é uma herbácea com ampla distribuição pelo Brasil, ocupando os biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Possui Extensão de Ocorrência superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portulaca%20halimoides","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4019,"PORTULACACEAE","Portulaca hatschbachii","D.Legrand","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Portulaca hatschbachii é uma herbácea com ocorrência em formações campestres do Estado do Paraná. A espécie tem AOO inferior a 500 km², sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). O Estado tem apenas 10% dos remanescentes de Mata Atlântica preservados, resultado advindo das práticas de cultivo de monoculturas, pastagem e queimadas. Tais fatores sujeitam a espécie a cinco situações de ameaças, que causam o declínio da EOO, AOO e da qualidade do hábitat.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portulaca%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [4020,"POTAMOGETONACEAE","Zannichellia palustris","L.","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zannichellia palustris caracteriza-se por ervasaquáticas, monóicas, apresenta síndrome de polinização hidrofílica. Não éendêmica do Brasil. Endêmica do estado do Mato Grosso. Restrita do bioma MataAtlântica, onde é encontrada em águas doces ou salobras. As escassas coleçõesda espécie registrada em Herbário, apresentam incongruências na localidade decoleta, o que impossibilita uma avaliação de risco confiável.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zannichellia%20palustris","Mata Atlântica"],
    [4021,"POTTIACEAE","Erythrophyllastrum andinum","(Sull.) R.H.Zander","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, a espécie tem ocorrência indicada para o Paraná e Rio Grande do Sul, no entanto apresenta registros para o Rio de Janeiro dentro de unidades de conservação. Sendo assim, recomenda-se estudos e coleta para a a espécie a fim de verificar a real ocorrência da espécie e possibilitar uma avaliação de risco mais consistente.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythrophyllastrum%20andinum","Mata Atlântica"],
    [4022,"POTTIACEAE","Leptodontium wallisii","(Müll.Hal.) Kindb.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, há registro da espécie em Florestas Ombrófilas nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro (EOO=12.534,519 km²), podendo possivelmente ocorrer no Estado de Minas Gerais. Apresenta menos de cinco situações de ameaça considerando que, apesar de estar dentro de unidades de conservação (SNUC), a espécie encontra-se sujeita ao declínio da EOO, AOO e qualidade do hábitat decorrente das queimadas frequentes nas regiões de ocorrência.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptodontium%20wallisii","Mata Atlântica"],
    [4023,"PROTEACEAE","Euplassa cantareirae","Sleumer","EN","A2cd,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa cantareirae é uma espécie encontrada em diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica, de maneira disjunta nos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Essa disjunção somada ao fato desse bioma ter sofrido intensa redução nos últimos anos, permite suspeitar que a população da espécie esteja severamente fragmentada. Considerando que a redução de hábitat é maior do que 40% nessa região, suspeita-se que a espécie tenha sofrido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos (tomando por base a suspeita de tempo de geração de 10 anos para a espécie arbórea). A redução populacional pode ter sido provocada também pelo fato da espécie ser madeireira, apesar de os dados de exploração de E. cantareirae não serem conhecidos. Apresenta ainda uma baixa área de ocupação (AOO=76 km²). E. cantareirae é considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20cantareirae","Mata Atlântica"],
    [4024,"PROTEACEAE","Euplassa incana","(Klotzsch) I.M.Johnst.","VU","C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa incana é uma espécie arbórea encontrada principalmente em áreas montanhosas do Estado de Minas Gerais. Baseando-se em estudos fitossociológicos, estima-se que haja cerca de 8.000 indivíduos adultos na natureza. Por ocorrer em uma área com intensa pressão antrópica, suspeita-se que a espécie tenha sofrido uma redução populacional de pelo menos 10% nos últimos 30 anos (considera-se a suspeita de tempo de geração de 10 anos). Euplassa incana é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20incana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4025,"PROTEACEAE","Euplassa nebularis","Rambo & Sleumer","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa nebularis, como o epíteto específico sugere, ocorre principalmente em matas nebulares do Sul do país. Tem distribuição restrita (AOO=23 km²) e disjunta: uma porção das subpopulações ocorre principalmente no Estado do Paraná, enquanto outra porção ocorre no Rio Grande do Sul. Devido a essa disjunção, suspeita-se que a população da espécie seja severamente fragmentada. Além disso, E. nebularis habita áreas com severas ameaças, como a competição com espécies exóticas invasoras. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20nebularis","Mata Atlântica"],
    [4026,"PROTEACEAE","Euplassa semicostata","Plana","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa semicostata é uma espécie encontrada de maneira disjunta nos Estados de Minas Gerais e Bahia, sempre em altas altitudes e com pequena área de ocupação (AOO=20 km²). Por ocorrer de maneira disjunta, suspeita-se que a população esteja severamente fragmentada. Além de ser rara e sua última coleta ter sido feita há 18 anos, E. semicostata está sujeita a diversas ameaças presentes em áreas montanhosas nesses dois Estados, como a alta frequência do fogo e a mineração. Baseando-se no número de subpopulações, suspeita-se que esteja sujeita a cinco situações de ameaça. É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20semicostata","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [4027,"PROTEACEAE","Panopsis multiflora","(Schott) Ducke","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Panopsis multiflora é uma espécie arbórea encontrada de maneira disjunta nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com pequena área de ocupação (AOO=44 km²). Por ter distribuição disjunta, suspeita-se que a população seja severamente fragmentada. Além de ser aparentemente rara e não ter sido coletada há 10 anos, a espécie ocorre em áreas que sofrem intensa pressão antrópica. Um desses locais é o município do Rio de Janeiro, o segundo mais populoso do país, cuja vegetação já foi bastante alterada. É considerada uma espécie \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panopsis%20multiflora","Mata Atlântica"],
    [4028,"PROTEACEAE","Panopsis rubescens","(Pohl) Rusby","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída encontrada em  Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Apesar de ocorrer em regiões com intensa pressão antrópica, devido ao grande número de coletas, suspeita-se que a espécie seja abundante. Dessa maneira a espécie é considerada como menos preocupante em relação ao risco de extinção (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panopsis%20rubescens","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4029,"PROTEACEAE","Roupala asplenioides","Sleumer","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Roupala asplenioides é uma espécie arbórea encontrada em regiões montanas do Sul do país, com pequena área de ocupação (AOO=36 Km²). Apresenta distribuição disjunta, com um grupo de subpopulações ocorrendo principalmente no Estado do Paraná e outro, no nordeste do Rio Grande do Sul e sudeste de Santa Catarina. Em função dessa distribuição, suspeita-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, ocorre em áreas com intensa pressão antrópica, como a perda de hábitat para a agricultura. Baseando-se nas taxas de desmatamento, que podem ser maiores de 90% para alguns municípios (por exemplo, São Francisco de Paula, RS), suspeita-se que R. asplenioides tenha sofrido uma redução populacional maior do que 50% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração de 10 anos para espécie arbórea). É considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Roupala%20asplenioides","Mata Atlântica"],
    [4030,"PROTEACEAE","Roupala sculpta","Sleumer","VU","A2cd,B1ab(iii,v),C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Roupala sculpta  é conhecida apenas por subpopulações nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, com pequena extensão de ocorrência (EOO=5.773,89 km²). Com base no número de subpopulações, sabe-se que a espécie está sujeita a oito situações de ameaça, dentre as quais a perda de hábitat para a urbanização. Além de ocorrer próxima a áreas urbanas, a espécie também é de uso madeireiro, de maneira que sua redução populacional poderia estar relacionada a esse fato. Suspeita-se, por essas razões, que houve uma redução populacional maior do que 30% nos últimos 30 anos (considerando tempo de geração como 10 anos para espécie arbórea). Além disso, com base em estudos de fitossociologia, estima-se que haja cerca de 9.000 indivíduos adultos na natureza. R. sculpta é considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Roupala%20sculpta","Mata Atlântica"],
    [4031,"PTERIDACEAE","Adiantum diphyllum","(Fée) Maxon","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum diphyllum é endêmica de fragmentos florestais do sul do Estado da Bahia, que tiveram sua área original reduzida em aproximadamente 80% nos últimos 10 anos. Esse fato pode influenciar na redução do número de indivíduos. Além disso, a espécie tem AOO próximo a 10 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça.","2012-06-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20diphyllum","Mata Atlântica"],
    [4032,"PTERIDACEAE","Adiantum discolor","J.Prado","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum discolor é endêmica de áreas florestais severamente fragmentadas do sul do Estado da Bahia, com subpopulações com AOO menor que 500 km². Essas áreas sofreram uma redução de sua vegetação original de mais de 50%, permitindo inferir que uma redução da mesma proporção tenha se dado no tamanho populacional da espécie.","2012-02-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20discolor","Mata Atlântica"],
    [4033,"PTERIDACEAE","Adiantum mynsseniae","J.Prado","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum mynsseniae está sujeita a apenas quatro situações de ameaça ao longo da Mata Atlântica dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, com AOO de 16 km². A principal ameaça incidente sobre a espécie é a perda de hábitat, que foi intensificada nas últimas sete décadas pela extração de madeira, práticas agrícolas e urbanização.","2012-06-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20mynsseniae","Mata Atlântica"],
    [4034,"PTERIDACEAE","Adiantum papillosum","Handro","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum papillosum encontra-se sujeita a menos de cinco situações de ameaça e tem uma AOO de 28 km². Em sua área de ocupação, a vegetação original apresenta uma redução maior que 50%, o que permite inferir uma redução em proporção semelhante à população da espécie.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20papillosum","Mata Atlântica"],
    [4035,"PTERIDACEAE","Adiantum tetragonum","Schrad.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum tetragonum está sujeita a três situações de ameaça. Tem uma AOO de 12 km², em uma região cuja principal ameaça incidente é a redução da vegetação devido à extração madeireira e práticas agrícolas.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20tetragonum","Mata Atlântica"],
    [4036,"PTERIDACEAE","Anetium citrifolium","(L.) Splitg.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. citrifolium possui distribuição ampla pela América tropical, estando presente em mais de 10 situações de ameaça e em algumas UCs no Brasil.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anetium%20citrifolium","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [4037,"PTERIDACEAE","Cheilanthes goyazensis","(Taub.) Domin","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. goyazensis é uma erva rupícola, ocorrendo em habitats montanhosos que estão sofrendo a incidência de uma série de ameaças que podem levar as subpopulações à extinção. Dessa forma, futuramente algumas dessas subpopulações podem se extinguir e esta redução poderá categorizar a espécie como em risco de extinção.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20goyazensis","Cerrado"],
    [4038,"PTERIDACEAE","Cheilanthes incisa","Kunze ex Mett.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Cheilanthes incisa é endêmica do Brasil e habita especificamente áreas rupícolas em Floresta Ombrófila Densa, com subpopulações sujeitas a quatro situações de ameaça. A principal ameaça é o desmatamento causado pela expansão imobiliária e atividades agrícolas.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20incisa","Mata Atlântica"],
    [4039,"PTERIDACEAE","Cheilanthes juergensii","Rosenst.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Cheilanthes juergensii está sujeita a duas situações de ameaça. Ocupa uma área restrita (AOO=8 km²) em municípios que tiveram uma redução da vegetação original maior que 50%, o que permite inferir uma redução populacional em proporção semelhante.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20juergensii","Mata Atlântica"],
    [4040,"PTERIDACEAE","Cheilanthes regnelliana","Mett.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Cheilanthes regnelliana é endêmica da Serra da Mantiqueira nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Tem uma área de ocupação restrita (AOO=24 km²) em hábitats severamente fragmentados, cuja principal ameaça é a transformação do hábitat original por atividades agrícolas e obras de infraestrutura.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20regnelliana","Mata Atlântica"],
    [4041,"PTERIDACEAE","Doryopteris crenulans","(Fée) Christ","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. crenulans é uma espécie de distribuição extensa pela Mata Atlântica, com subpopulações ocorrendo em diferentes UCs. No entanto, várias ameaças estão presentes nestas áreas, sendo necessário dados populacionais para se realizar uma avaliação de risco de extinção concisa.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20crenulans","Mata Atlântica"],
    [4042,"PTERIDACEAE","Doryopteris itatiaiensis","(Fée) Christ","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris itatiaiensis tem distribuição restrita à Serra da Mantiqueira, ocorrendo em hábitats severamente fragmentados e com AOO de 36 km². A principal ameaça são os incêndios, apesar de a espécie conseguir rebrotar com chuvas depois das queimadas.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20itatiaiensis","Mata Atlântica"],
    [4043,"PTERIDACEAE","Doryopteris lomariacea","Klotzsch","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. lomariacea possui distribuição extensa e com diferentes subpopulações conhecidas ao longo de sua extensão de ocorrência.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20lomariacea","Mata Atlântica"],
    [4044,"PTERIDACEAE","Doryopteris paradoxa","(Fée) Christ","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris paradoxa apresenta subpopulações sujeitas a 10 situações de ameaça. Seu hábitat são campos rupestres e campos de altitude, que estão intensamente degradados pela incidência de fogo e mineração.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20paradoxa","Mata Atlântica"],
    [4045,"PTERIDACEAE","Doryopteris quinquelobata","(Fée) Diels","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris quinquelobata tem uma AOO de 8 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça no Parque Nacional da Floresta da Tijuca (RJ), área totalmente circundada pela cidade do Rio de Janeiro e que tem sofrido com a expansão urbana irregular.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20quinquelobata","Mata Atlântica"],
    [4046,"PTERIDACEAE","Doryopteris rediviva","Fée","VU","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris rediviva habita fragmentos de Mata Atlântica localizados em municípios que tiveram uma redução da área de vegetação natural de pelo menos 30% nos últimos 10 anos, o que permite inferir uma redução populacional da espécie em proporção semelhante. Tal redução se deve principalmente à incidência de fogo e de atividades agropecuárias na região.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rediviva","Mata Atlântica"],
    [4047,"PTERIDACEAE","Doryopteris rosenstockii","Brade","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris rosenstockii está sujeita a duas situações de ameaça. Tem AOO de 8 km² em áreas montanhosas das Serras do Mar e Mantiqueira, que sofrem com a incidência de fogo e da expansão urbana, apesar de estarem localizadas em unidades de conservação (SNUC).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rosenstockii","Mata Atlântica"],
    [4048,"PTERIDACEAE","Doryopteris rufa","Brade","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris rufa está sujeita a três situações de ameaça. Tem uma AOO de 12 km² em serras do sul da Cadeia do Espinhaço e adjacências no Estado de Minas Gerais, locais onde são registrados incêndios e invasão de gramíneas exóticas.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rufa","Mata Atlântica"],
    [4049,"PTERIDACEAE","Doryopteris subsimplex","(Fée) Diels","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris subsimplex está sujeita a uma única situação de ameaça. Tem uma AOO de 12 km² em ambiente montanhoso, que sofre perda de hábitat em função de impactos antrópicos como os incêndios e a expansão urbana.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20subsimplex","Mata Atlântica"],
    [4050,"PTERIDACEAE","Doryopteris tijucana","Brade & Rosenst.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris tijucana está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Apresenta AOO de 12 km², estando restrita aos afloramentos rochosos do Parque Nacional da Tijuca, que é constituído em grande parte por vegetação secundária e totalmente circundado pela cidade do Rio de Janeiro, sofrendo ainda hoje invasões para construção civil de baixa e alta renda, deslizamento de encostas e turismo depredatório.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20tijucana","Mata Atlântica"],
    [4051,"PTERIDACEAE","Doryopteris trilobata","J.Prado","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris trilobata está sujeita a duas situações de ameaça. Tem AOO de 8 km² em áreas montanhosas na Chapada Diamantina no Estado da Bahia, que sofre perda de hábitat devido ao fogo, às atividades agropecuárias e mineradoras.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20trilobata","Cerrado"],
    [4052,"PTERIDACEAE","Eriosorus biardii","(Fée) A.F.Tryon","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A espécie é uma erva terrícola, que ocorre em campo rupestre da Mata Atlântica. Tem EOO de 543,72 km² e está sujeita a duas situações de ameaça considerando a presença e a ausência em unidades de conservação (SNUC). Embora o fogo tenha grande impacto na região da Serra dos Órgãos, as maiores ameaças são o crescimento urbano e a construção de condomínios sobre a floresta nativa e escarpas de montanhas.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20biardii","Mata Atlântica"],
    [4053,"PTERIDACEAE","Eriosorus cheilanthoides","(Sw.) A.F.Tryon","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Eriosorus cheilanthoides apresenta distribuição disjunta entre os Andes e as serras do Leste brasileiro, sendo que, no Brasil, está sujeita a duas situações de ameaça com uma AOO menor que 12 km². As principais ameaças para o hábitat onde ocorre são a mineração, os incêndios, a especulação imobiliária e o turismo desordenado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20cheilanthoides","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4054,"PTERIDACEAE","Eriosorus insignis","(Kuhn) A.F.Tryon","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Eriosorus insignis tem subpopulações sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, com uma AOO menor que 500 km² em áreas de campo rupestre e campo de altitude. Esses hábitats têm sido reduzidos gradativamente por atividades de mineração, incêndios, especulação imobiliária e o turismo desordenado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20insignis","Mata Atlântica"],
    [4055,"PTERIDACEAE","Eriosorus rufescens","(Fée) A.F.Tryon","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Eriosorus rufescens tem distribuição disjunta entre a Serra do Mar e a Cordilheira dos Andes, sendo que, no Brasil, está sujeita a uma única situação de ameaça e com uma AOO menor que 10 km². A região onde ocorre sofre com o desmatamento causado por incêndios e crescimento urbano desorganizado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20rufescens","Mata Atlântica"],
    [4056,"PTERIDACEAE","Jamesonia brasiliensis","Christ","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Jamesonia brasiliensis encontra-se na área do Parque Nacional do Itatiaia, situado em municípios que apresentam uma perda de vegetação original de aproximadamente 50% nos últimos 10 anos, o que permite inferir uma redução populacional da espécie em proporção semelhante. A principal ameaça incidente em seu hábitat é o fogo, que atinge principalmente as áreas de campos de altitude.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jamesonia%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [4057,"PTERIDACEAE","Pellaea cymbiformis","J.Prado","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pellaea cymbiformis está sujeita a duas situações de ameaça, com uma AOO menor que 500 km² em vegetação de Campo Rupestre. Este ambiente vem gradativamente perdendo área devido às atividades de mineração, à expansão urbana, ao turismo depredatório, à criação de gado e aos incêndios.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pellaea%20cymbiformis","Cerrado"],
    [4058,"PTERIDACEAE","Pellaea gleichenioides","(Gardner ex Hook.) Christ","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pellaea gleichnioides está sujeita a quatro situações de ameaça, com uma AOO menor que 500 km². A espécie habita os Campos Rupestres do Planalto de Diamantina (MG), onde incidem ameaças de mineração, especulação imobiliária e turismo desordenado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pellaea%20gleichenioides","Cerrado"],
    [4059,"PTERIDACEAE","Polytaenium feei","(W.Schaffn. ex Fée) Maxon","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. feei possui uma distribuição ampla ao longo da América Central e América do Sul, sendo encontrada no Brasil em três locais desconexos. Em função da distribuição global da espécie, suspeita-se que existam mais subpopulações que estejam relacionadas a estas, sendo necessário um maior esforço amostral para comprovar tal evidência.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polytaenium%20feei","Mata Atlântica"],
    [4060,"PTERIDACEAE","Pteris congesta","J.Prado","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pteris congesta está sujeita a duas situações de ameaça com uma AOO menor que 500 km². Habita áreas com altitude elevada que sofrem a perda de hábitat devido principalmente à expansão urbana irregular e aos incêndios. Nos últimos oito anos, somente no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), foi registrada a queima de aproximadamente 50% do hábitat da espécie, o que permite suspeitar de uma redução populacional em taxa semelhante.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteris%20congesta","Mata Atlântica"],
    [4061,"PTERIDACEAE","Pteris limae","Brade","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pteris limae está sujeita a duas situações de ameaça, localizadas em municípios cuja cobertura original de Mata Atlântica teve uma redução de aproximadamente 80% nos últimos 10 anos, devido ao desmatamento. Tal fato permite suspeitar que uma redução populacional da espécie tenha ocorrido em proporção semelhante.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteris%20limae","Mata Atlântica"],
    [4062,"QUIINACEAE","Quiina magallano-gomesii","Schwacke","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Quiina magallano-gomesii caracteriza-se por árvores, de3-10m de altura, terrícola, androdióica. Endêmica do Brasil, ocorre nos estadosde Minas Gerais e São Paulo. Restrita do bioma Mata Atlântica, onde éencontrada em floresta estacional semidecidual. Espécie apresenta incongruênciataxonômica. Os espécimes de Quiinacoletados na região sudeste e sul eram identificados como Q. glaziovii, porém com a análise de espécimes de populações locaisdiferentes, foram observadas características peculiares, principalmente emrelação à forma e dimensão das estípulas, caráter taxonômico importante para adelimitação das espécies. Na descrição original do táxon, Schwacke (1898)considerou a presença de flores bissexuadas uma característica distintiva deespécie, entretanto examinou um único indivíduo em estado reprodutivo (Souza,F.O. & Bianchini, R.S. In Flora Fanerogâmica do Estado deSão Paulo, Wanderley, M.G.L. et al., 2007).","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quiina%20magallano-gomesii","Mata Atlântica"],
    [4063,"QUILLAJACEAE","Quillaja brasiliensis","(A.St.-Hil. & Tul.) Mart.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Quillaja brasiliensis, conhecida popularmente como saboneteira e pau-sabão, caracteriza-se por árvores, terrícolas. Apresenta síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica e/ou anemocórica. Não endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É restrita aos Pampas Sulinos e Mata Atlântica, onde é encontrada em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. Apresenta AOO de 36 km² e está sujeita a quatro situações de ameaça: é utilizada na produção de vacinas contra o herpes, vírus bovino do tipo um, sua madeira é bastante explorada devido ao alto valor comercial, expansão urbana desordenada e prática de atividades agropecuárias. Conhecida por escassas coleções científicas, foi coletada pela última vez em 2010, no município de Cerro Negro (SC). Apesar de protegida pela RPPN Leão da Montanha, a espécie ocorre em biomas intensamente antropizados, e é bastante utilizada na medicina veterinária, construção civil, carpintaria, como lenha e na produção de carvão. Além disso, seu néctar e pólen têm valor apícola. Os indivíduos velhos apresentam cerne preto e, portanto, de alto valor comercial. Devido à sua intensa exploração, o número de indivíduos em suas subpopulações tem sido reduzido, porém não há informações específicas sobre esse quesito. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção, além da elaboração de um plano de manejo adequado que viabilize a exploração da espécie.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quillaja%20brasiliensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4064,"RANUNCULACEAE","Anemone decapetala","Ard.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anemone decapetala é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes campestres de Mata Atlântica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil em altitudes de 100 a 3000m. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 243.982km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécies possui ampla distribuição, é abundante e está bem representada em áreas protegidas. Desta forma, Anemone decapetala é menos preocupante (LC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemone%20decapetala","Mata Atlântica"],
    [4065,"RANUNCULACEAE","Anemone sellowii","Pritz.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anemone sellowii é uma espécie herbácea ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 21.924km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécies possui ampla distribuição e está bem representada em áreas protegidas. Desta forma, Anemone sellowii é menos preocupante (LC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemone%20sellowii","Mata Atlântica"],
    [4066,"RANUNCULACEAE","Clematis campestris","A.St.-Hil.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Clementis campestris é uma espécie subarbustiva ocorrente em ambientes de Mata Atlântica nos estados da Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, entre 100-2500m de altitude. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 1.453.026km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécie possui ampla distribuição, é abundante e está bem representada em áreas protegidas. Desta forma,Clementis campestris é menos preocupante (LC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clematis%20campestris","Mata Atlântica"],
    [4067,"RANUNCULACEAE","Ranunculus flagelliformis","Sm.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ranunculus flagelliformis é uma espécie herbácea hidrófila ou aquática ocorrente em ambientes de Mata Atlântica e Cerrado nos estados doParaná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, entre 930-1700m de altitude. A espécie possui uma extensão de ocorrência de 496.105km². Apesar de ocorrer em ambientes com pressão de degradação a espécie possui ampla distribuição, é abundante e está presente em áreas protegidas. Desta forma, Ranunculus flagelliformis é menos preocupante (LC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ranunculus%20flagelliformis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4068,"RHACOCARPACEAE","Rhacocarpus inermis","(Müll.Hal.) Lindb.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil, de ocorrência em Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhacocarpus%20inermis","Mata Atlântica"],
    [4069,"RHAMNACEAE","Colletia exserta","Klotzsch ex Reissek","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Colletia exserta ocorre nas florestas da Mata Atlântica sulina, uma região bastante ameaçada pela agropecuária extensiva e invasão de espécies exóticas. Os dados disponíveis estimam AOO de 44 km², o que categoriza a espécie como \"Em perigo\" (EN). Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A procura de novas terras para suprir a demanda agrícola impõe forte ameaça pela perda de hábitat, que reduz a EOO, a AOO e o número de subpopulações. A invasão de espécies exóticas diminui bastante a qualidade do hábitat da espécie.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colletia%20exserta","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4070,"RHAMNACEAE","Colletia paradoxa","(Spreng.) Escal.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espécie é arbustiva com distribuição na Mata Atlântica sulina, local bastante impactado pela atividade agropecuária e invasão de espécies exóticas madeireiras (Pinus sp. e Eucaliptus sp.). A AOO foi estimada em 36 km², colocando a espécie na categoria \"Em perigo\" (EN). Está sujeita a cinco situações de ameaça, sendo a demanda por novas áreas destinadas à atividade agropecuária a principal causa da perda de hábitat, o que reduz a EOO, a AOO e o número de subpopulações. A invasão de espécies exóticas diminui bastante a qualidade do hábitat da espécie.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colletia%20paradoxa","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4071,"RHAMNACEAE","Colubrina glandulosa","Perkins","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. glandulosa tem ampla distribuição no Brasil, ocorre desde Rondônia até o Rio Grande do Sul. As características biológicas da espécie possibilitam sua ocorrência em diversos tipos de solos, que suportam florestas úmidas de Terra Firme, Mata de Galeria e Floresta Estacional Semidecidual. As ameaças incidentes não afetam a estabilidade da população.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colubrina%20glandulosa","Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia"],
    [4072,"RHAMNACEAE","Colubrina retusa","(Pittier) Cowan","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. retusa tem distribuição por quase todo o Brasil e em outros países da América do Sul. No Brasil ocorre nos biomas Amazônia, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, em formações florestais de ampla extensão.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colubrina%20retusa","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal"],
    [4073,"RHAMNACEAE","Condalia buxifolia","Reissek","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Condalia buxifolia é uma espécie arbustiva da Mata Atlântica e dos Pampas Sulinos. Embora ocorra desde o Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro, a espécie teve AOO estimada em 100 km², sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Os locais de ocorrência foram e continuam sendo intensamente ameaçados pela expansão agropecuária e invasão de espécies exóticas (Pinus sp., Eucalyptus sp., entre outras) de forma dispersa pela região, sendo possível inferir que as subpopulações identificadas estejam severamente fragmentadas e em contínuo declínio de EOO e AOO. A presença de espécies exóticas invasoras diminui bastante a qualidade do hábitat.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Condalia%20buxifolia","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4074,"RHAMNACEAE","Crumenaria choretroides","Mart. ex Reissek","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. choretroides é uma erva, terrestre, com cerca de 30 cm. Ocorre pelo Cerrado brasileiro, tanto em cerrado stricto sensu como campos rupestres. A Extensão de Ocorrência da espécie é bastante superior a 20,000 km²","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crumenaria%20choretroides","Cerrado"],
    [4075,"RHAMNACEAE","Crumenaria polygaloides","Reissek","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. polygaloides é uma erva com cerca de 40 cm. Ocorre em grande extensão do Cerrado brasileiro, desde o nordeste de Goiás até o Sul do Paraná, em fitofisionomias de cerrado stricto sensu e campos rupestres. A Extensão de Ocorrência da espécie é bastante superior a 20,000 km²","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crumenaria%20polygaloides","Cerrado"],
    [4076,"RHAMNACEAE","Discaria americana","Gillies ex Hook.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Discaria americana é um arbusto do Sul do Brasil e ocorre nas florestas de Mata Atlântica com presença de Araucária e nos Campos Sulinos. Tais áreas foram e continuam sendo intensamente ameaçadas pela agropecuária extensiva e invasão de espécies exóticas (Pinus sp. e Eucalyptus sp.), o que sujeita a espécie a três situações de ameaça. Os registros botânicos ainda especificam sua presença em campo limpo, um hábitat restrito àquelas formações vegetacionais. Considerando as ameaças às localidades de ocorrência, a especificidade de hábitat e que a espécie tem propriedades medicinais extraídas das raízes dos indivíduos, é categorizada no momento como \"Vulnerável\" (VU). Entretanto, suspeita-se que, caso as ameaças permaneçam, D. americana poderá no futuro próximo ocupar uma categoria de maior risco.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discaria%20americana","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4077,"RHAMNACEAE","Gouania blanchetiana","Miq.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","G. blanchetiana é uma liana que ocorre praticamente em toda extensão do Brasil e não apresenta especificidade de habitat, ocupando o dossel e sub-dossel das florestas úmidas.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20blanchetiana","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [4078,"RHAMNACEAE","Gouania corylifolia","Raddi","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Gouania corylifolia é uma liana terrícola com grande EOO, porém com distribuição disjunta, o que lhe confere pequena AOO. Está sujeita a quatro situações de ameaça, parte delas próxima a grandes centros urbanos como Feira de Santana (BA), Niterói (RJ) e Campinas (SP). Embora a espécie ocorra no Parque Nacional da Tijuca (RJ), as outras áreas de ocorrência não estão protegidas legalmente, de forma que as subpopulações conhecidas estão em contínuo declínio da EOO, da AOO e da qualidade do hábitat. Tais condicionantes impõem a G. corylifolia grande risco de extinção.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20corylifolia","Mata Atlântica"],
    [4079,"RHAMNACEAE","Gouania inornata","Reissek","EN","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Gouania inornata é uma liana com distribuição relativamente ampla, porém disjunta, o que confere pequena AOO (28 km²), categorizando a espécie como \"Em perigo\" (EN). As matas ciliares, a fitofisionomia de ocorrência da espécie, são por lei consideradas Áreas de Proteção Permanente (APP), entretanto o limite entre a Mata Ciliar e a área adjacente comumente não é respeitado, de modo que a agricultura extensiva e as queimadas do Cerrado prejudicam grandes extensões no entorno dessas florestas, fragmentando e diminuindo a qualidade do hábitat. As subpopulações conhecidas estão sujeitas a menos de cinco situações de ameaça, porém as coletas realizadas nos municípios de Ibitinga e Limeira (SP) são bastante antigas, sendo possível suspeitar que tenha havido uma redução no número de subpopulações.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20inornata","Cerrado"],
    [4080,"RHAMNACEAE","Gouania ulmifolia","Hook. & Arn.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","G. ulmifolia é uma liana terrícola que apresenta distribuição desde o Sul da Mata Atlântica até a região central de Minas Gerais, além de não ser endêmica do Brasil. Devido a grande Extensão de Ocorrência e a falta de especificidade de habitat a espécie é categorizada em Least Concern (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20ulmifolia","Mata Atlântica"],
    [4081,"RHAMNACEAE","Reissekia smilacina","(Sm.) Steud.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","R. smilacina é uma liana da Mata Atlântica, ocorre desde o Paraná até a Paraíba e no interior do país até o Piauí. A Extensão de Ocorrência da espécie é bastante superior à 20.000 km², categorizando a espécie fora de risco de extinção.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Reissekia%20smilacina","Mata Atlântica"],
    [4082,"RHAMNACEAE","Rhamnidium glabrum","Reissek","VU","A2c","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rhamnidium glabrum ocorre desde o Mato Grosso do Sul até parte do Sudeste e Sul do Brasil, porém, foram identificadas subpopulações somente nas encostas da Mata Atlântica, provavelmente devido à raridade da espécie. Trata-se de uma arbórea de 30 m de altura que ocorre em formação florestal de estágio sucessional secundário inicial, ambiente geralmente composto por árvores de crescimento intermediário e lento. Considerando tais características biológicas e ecológicas, supõe-se que a espécie tenha longo tempo de geração, estimado em 30 anos ou mais. Os municípios em que foi identificada a sua presença sofreram drástica redução de hábitat natural: Rio de Janeiro (82,5%), Magé (65,5%), Morretes (28,6%), Florianópolis (75,5%), Ilhota (68,4%), Joinville (45,1%), e Cananeia (18,9%). Assim, é possível supor que tenha havido redução de pelo menos 30% do hábitat num período de três gerações de R. glabrum.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhamnidium%20glabrum","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4083,"RHAMNACEAE","Rhamnus sphaerosperma var. pubescens","(Reissek) M.C.Johnst.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","R. sphaerosperma var. pubescens apresenta distribuição pela Mata Atlântica e Cerrado. Não tem especificidade de habitat, uma vez que pode ser encontrado em variadas fitofisionomias, desde as encostas do litoral Sudeste e Sul até as proximidades de Brasilia, em solos que variam de rochoso à pantanoso.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhamnus%20sphaerosperma%20var.%20pubescens","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4084,"RHAMNACEAE","Scutia arenicola","(Casar.) Reissek","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Scutia arenicola é um arbusto comum em manguezais e restingas do litoral Sul e Sudeste, locais sob intensa pressão da ocupação humana e consequentemente suscetíveis à alteração da paisagem original desde o período colonial. Foi estimada para a espécie AOO de 172 km² que, assim como o EOO e a qualidade do hábitat, está em constante declínio devido às ameaças descritas acima.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scutia%20arenicola","Mata Atlântica"],
    [4085,"RHIZOPHORACEAE","Paradrypetes ilicifolia","Kuhlm.","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","P. ilicifolia possui centro de distribuição em Mata Atlântica dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais, apresentando EOO de 45.043 Km². A espécie tem sido coletada com frequência durante a última década, principalmente no estado do Espírito Santo. Além disso, P. ilicifolia ocorre em Unidades de Conservação. No entanto, a Mata Atlântica dos estados de ocorrência da espécie sofreram grandes alterações e hoje representam cerca de 5-7% de sua área original. Deste modo, o espécie pode se encontrar ameaçada em um futuro próximo.","2012-09-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paradrypetes%20ilicifolia","Mata Atlântica"],
    [4086,"RICCIACEAE","Riccia ridleyi","A.Gepp","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, a espécie é endêmica da Mata Atlântica de Fernando de Noronha. Tem AOO menor que 10 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. No século XIX, o arquipélago foi intensamente desmatado, o que causou um declínio significativo na área e na qualidade do hábitat da região. Parâmetros levantados em estudo fitossociológico sugerem que o ecossistema insular na localidade seja frágil e, associado ao fato da espécie ser extremamente sensível a transtornos ambientais decorrentes do turismo na região, apontam a necessidade de ações de conservação e acompanhamento das subpopulações da espécie, que é considerada rara.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riccia%20ridleyi","Mata Atlântica"],
    [4087,"RICCIACEAE","Riccia squamata","Nees","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riccia%20squamata","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4088,"ROSACEAE","Agrimonia parviflora","Sol.","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agrimonia parviflora Sol. apresenta poucos registros para o Brasil (todos realizados antes de 1950) , e ocorrência confirmada no hemisfério norte (Canadá e Estados Unidos). Aqui, a espécie foi registrada nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, possuindo registros de ocorrência disponíveis somente para os estados de Minas Gerais e São Paulo. Suspeita-se que A. parviflora ocorra amplamente distribuída, porém há incerteza sobre sua origem e biogeografia, e seu padrão de distribuição precisa ser melhor entendido para possibilitar uma avaliação de risco de extinção mais precisa. Por esses motivos, a espécie foi considerada Deficiente de Dados (DD) neste momento.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrimonia%20parviflora","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4089,"ROSACEAE","Margyricarpus pinnatus","(Lam.) Kuntze","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Margyricarpus pinnatus (Lam.) Kuntze não é endêmica do Brasil, sendo registrada aqui nos estados da região sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no estado do Mato Grosso do Sul. Ocorrendo amplamente distribuída em restingas e campos pedregosos associados aos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica, Cerrado e Pampa, M. pinnatus parece ser resistente a eventos de ameaça como incêndios e pode também ocorrer em áreas degradadas, sendo descrita como ruderal em algumas localidades. Assim, não parece estar em risco de extinção eminente, sendo, portanto, considerada de Menor Preocupação (LC).","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Margyricarpus%20pinnatus","Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4090,"RUBIACEAE","Alseis involuta","K.Schum.","VU","B2ab(ii,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva ou arbórea baixa com ciclo de vida entre cinco e dez anos, foi classificada como \"Vulnerável\"(VU) devido às ameaças ao seu habitat e as suas subpopulações. As restingas e morrotes da costa fluminense estão sob forte pressão antrópica, por desenvolvimento urbano, loteamentos, crescente atividade turística, espécies exóticas invasoras e incêndios. A espécie possui AOO de 76 km² e sujeita a até 10 situações de ameaça. Há suspeita de declínio no número de suas subpopulações, uma vez que sua ocorrência no Estado de São Paulo foi registrada unicamente em 1943, em meio a cafezal, indicativo de declínio de ocorrência. As subpopulações presentes nas Florestas Estacionais na Bahia, por sua vez, também se encontram sob ameaça, devido à redução acelerada de sua área original. É necessário assegurar sua conservação na costa do Estado do Rio de Janeiro, onde sua ocorrência foi registrada em unidades de conservação como Área de Proteção Ambiental de Massambaba, Reserva Ecológica de Jacarepiá e Parque Estadual da Serra da Tiririca.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alseis%20involuta","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [4091,"RUBIACEAE","Bathysa australis","(A.St.-Hil.) K.Schum.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada, frequentemente coletada, amplamente distribuída na Mata Atlântica, sobretudo nas floresta ombrófilas e semidecíduas do Sudeste e Sul, sem ameaça direta, embora tenha potencial farmacêutico. Não tem especificidade de polinizador e ocorre em florestas secundárias em estágio médio a avançado de regeneração, associado a proximidade do curso d\\'água.","2012-01-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bathysa%20australis","Mata Atlântica"],
    [4092,"RUBIACEAE","Bathysa cuspidata","(A.St.-Hil.) Hook.f. ex K.Schum.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie dependente de medidas de conservação e faz-se necessário estudos de genética, biologia reprodutiva e sistemas reprodutivos a fim de identificar fatores que possam estar causando declínio populacional. Com as informações disponíveis não está ameaçada, devido a ampla distribuição na Mata Atlântica, sem ameaça direta, embora tenha potencial farmacêutico. É auto-compatível e melífera, no entanto não se sabe da interferência de abelhas exóticas sobre a polinização e efeitos da autopolinização sobre depleção genética. É provavelmente extinta no Estado de São Paulo, mas sua distribuição parece ser mais concentrada nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, onde ocorre em diversas unidades de conservação. Área de ocupação conhecida não é uma medida adequada visto que ocorre em ambiente florestal e o número de coletas é, provavelmente, inferior a ocorrência real.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bathysa%20cuspidata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4093,"RUBIACEAE","Borreria pulchristipula","(Bremek.) Bacigalupo & E.L.Cabral","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie recentemente descrita, tem sido coleta na última década em áreas disjuntas da Bahia, Goiás, em diversos habitats arbustivos dos campos rupestres e cerrados, inclusive sob vegetação secundária. Foi considerada extinta no Estado de São Paulo. É necessário estudos genético, populacional e da biologia e sistemas reprodutivos para medidas de conservação mais efetivas.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Borreria%20pulchristipula","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4094,"RUBIACEAE","Borreria remota","(Lam.) Bacigalupo & E.L.Cabral","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie recentemente descrita, distribuição ampla pelos Cerrados e na Mata Atlântica, não endêmica do Brasil. Há ocorrência para o Acre. Portanto, a distribuição conhecida ainda está em evolução. Espécie arbustiva, floresce e frutifica quase o ano todo e vive entre dois e cinco anos e aparentemente dependente de habitat florestal para sombreamento. Encontrada em unidades de conservação. Dependente de pesquisa e medidas de conservação em diferentes estados do Brasil.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Borreria%20remota","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4095,"RUBIACEAE","Bradea anomala","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica conhecida por apenas duas coletas de 1948 e 1949. Está sujeita a uma única situação de ameaça e tem AOO menor que 10 km². Os remanescentes de hábitat florestal ocupam somente 17% de sua área original e, no Estado do Espírito Santo, só restam 10%. A manutenção dessas porcentagensde áreas desmatadas faz presumir que a fragmentação causou a eliminação de 80% da sua população em três gerações, em um processo que se caracteriza por não ter sido interrompido nem recebido esforços significativos que garantissem a reversão ou regeneração","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20anomala","Mata Atlântica"],
    [4096,"RUBIACEAE","Bradea bicornuta","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica conhecida por uma coleção de 1946 e, portanto, sujeita a uma única situação de ameaça e AOO de 4 km². Os remanescentes de habitat florestal ocupam somente 32% de sua área original e, no estado do Espírito Santo só restam 10%. Essas porcentagens vêm caindo ao longo do período histórico de ocupação e por isso suspeita-se que a fragmentação tenha reduzido a sua população em 80% em três gerações, em um processo que se caracteriza por não ter sido interrompido nem recebido esforços significativos que garantissem a reversão ou regeneração.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20bicornuta","Mata Atlântica"],
    [4097,"RUBIACEAE","Bradea kuhlmanni","Brade","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de afloramentos rochosos e de floresta ombrófila mista do estado do Espírito Santo. ?Descrita em 1949. É provável espécie criticamente ameaçada, como avaliada no estado. Entretanto a falta de ocorrência que permita um localização mínima não foi possível. Por isso optou-se por incluí-la entre as espécies deficientes de dados. Como seu habitat é restrito no estado, é necessário busca ativa nesses ambientes para re-encontrar e obter dados mínimos para sua avaliação.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20kuhlmanni","Mata Atlântica"],
    [4098,"RUBIACEAE","Bradea montana","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica conhecidade apenas duas coletas, uma 1948 e outra de 2000, sujeita a uma única situaçãode ameaça e AOO menor que 10 km². Foi encontrada no Parque Estadual do Forno Grande, Castelo (ES), uma unidade de conservação de 730 ha. Os remanescentes dehabitat florestal no município ocupam somente 17% de sua área original e no Estado só restam10%. A queda dessas porcentagens ao longo do período histórico de ocupação leva a inferir que a fragmentação tenha reduzido a sua população em 80% em três gerações, em um processo que se caracteriza por não ter sido interrompido nem recebido esforços significativos que garantissem a sua reversão.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20montana","Mata Atlântica"],
    [4099,"RUBIACEAE","Carapichea ipecacuanha","(Brot.) L.Andersson","VU","A4cd","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie categorizada como \"Vulnerável\" (VU). Dependente de habitat florestal sombreado e de polinização cruzada, é procurada por extratores de raízes medicinais e tem exploração comercial desde o século XVIII, sem incentivos para cultivo. Houve declínio populacional, com extinção de subpopulações e estima-se contínuo declínio nas próximas gerações. A extração, o comércio e a exportação não cessaram, entretanto o volume de exportação diminuiu devido à escassez das subpopulações, por isso suspeita-se uma redução superior a 30% da população em três gerações. A espécie tem potencial para propagação vegetativa, e por isso fazem-se necessárias pesquisas e medidas de conservação para garantir a diversidade genética e a manutenção de subpopulações naturais e em cultivo para atender a demanda de uso e exportação. A espécie também é ameaçada pelos efeitos da fragmentação e do desmatamento de seu habitat florestal, e sua ocorrência no arco do desmatamento, nos Estados de Rondônia e Mato Grosso e em Floresta Semidecídua, na Mata Atlântica, que potencializam a redução populacional assim como a de sua AOO, tornando as subpopulações ainda mais raras e sujeitas a efeitos deletérios estocásticos (genético, populacional e ambiental).","2012-02-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Carapichea%20ipecacuanha","Mata Atlântica"],
    [4100,"RUBIACEAE","Chomelia modesta","(Standl.) Steyerm.","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é conhecida por uma única coleta em floresta secundária em 1909, em São José dos Campos (SP). O declínio da qualidade e da área do habitat devido à expansão urbana e industrial, mineração e desmatamento é notável dentro da AOO e EOO da espécie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chomelia%20modesta","Mata Atlântica"],
    [4101,"RUBIACEAE","Coussarea bocainae","M.Gomes","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea de distribuição restrita, com EOO de 110,8 km² e AOO de 4 km², na costa verde entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Está sujeita a duas situações de ameaça, os municípios de Ubatuba (SP) e Parati (RJ). Espécie com baixa frequência de coleta, não tendo sido coletada na última década, no entanto, sabe-se de sua ocorrência em unidades de conservação de uso sustentável. As florestas pluviais da costa Atlântica, habitat da espécie, vêm sendo fragmentadas pela ocupação ao longo da rodovia Rio-Santos e em vilarejos na costa, com crescente aporte turístico. Diante do exposto, recomenda-se maiores estudos para encontrar, medir e monitorar suas populações","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20bocainae","Mata Atlântica"],
    [4102,"RUBIACEAE","Coussarea hydrangeifolia","(Benth.) Müll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil com ampla distribuição no país, presente nos quatro grandes domínios fitogeográficos, e grande plasticidade fenotípica. Tem potencial medicinal, mas não há uma ameaça direta à espécie.","2012-02-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20hydrangeifolia","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4103,"RUBIACEAE","Coussarea nodosa","(Benth.) Müll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada, ocorre em diversas localidades e áreas protegidas em ampla extensão de ocorrência na Mata Atlântica. Tem sido coletada na última década em estados diferentes e em unidades de conservação.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20nodosa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4104,"RUBIACEAE","Declieuxia cordigera","Mart. & Zucc. ex Schult. & Schult.f.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica, não ameaçada. Grande extensão de ocorrência, coletada frequentemente. Habita ambientes de montanha variados, predominantemente em campos interiores, incluindo áreas queimadas.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20cordigera","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4105,"RUBIACEAE","Declieuxia fruticosa","(Willd. ex Roem. & Schult.) Kuntze","LC","","","Tainan Messina","Espécie endêmica, não ameaçada. Grande extensão de ocorrência, coletada frequentemente. Habita ambientes de montanha variados, predominantemente em campos interiores, como campos rupestres e incluindo áreas queimadas ou pioneiras.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20fruticosa","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4106,"RUBIACEAE","Declieuxia oenanthoides","Mart. & Zucc. ex Schult. & Schult.f.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada, ocorre em diversas localidades no Cerrado, frequentemente coletada, ampla extensão de ocorrência.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20oenanthoides","Cerrado"],
    [4107,"RUBIACEAE","Diodella sarmentosa","(Sw.) Bacigalupo & E.L.Cabral","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada no contexto nacional, mas sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Espécie dependente de ações de conservação, sobretudo na garantia de conservação em matas ciliares. Base de dados parece estar incompleta em relação aos estados ocorrentes na Flora do Brasil (Forzza et al., 2012).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diodella%20sarmentosa","Amazônia, Caatinga, Cerrado"],
    [4108,"RUBIACEAE","Erithalis insularis","(Ridl.) Zappi & T.S.Nunes","CR","A2c,B2ab(i,ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie conhecida apenas por coleções típicas de 1887, na Ilha de Fernando de Noronha, não tendosido mais coletada. Suspeita-se que a espécie tenha chegado à ilha fortuitamente, e não tenha conseguido estabelecer uma população viável, já que desde sua descrição original é mencionado que haviam poucos indivíduos. Foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), possivelmente extinta.","2012-11-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erithalis%20insularis","Mata Atlântica"],
    [4109,"RUBIACEAE","Faramea bahiensis","Müll.Arg.","VU","D2","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de Mata Atlântica descrita em 1875, ocorrendo na região entre Bahia, Espírito Santo e MinasGerais. Tem distribuição restrita, com EOO de 29.838 km² e AOO de 16 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça nos municípios de Bandeira (MG), Linhares (ES), Caravelas, Maraú e Una (BA). Tem baixa frequência de coleta, mas foi coletada na última década, porém ocorre em baixa densidade. Sabe-se de sua presença em unidades de conservação como a Reserva Vale e Reserva Biológica de Una. Foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU), devido à AOO menor que 20 km² e às cinco situações de ameaça. Foi considerado como ameaça o declínio de habitat, que foi reduzido em mais de 80% no período histórico de ocupação e de uso do solo na Mata Atlântica e que ainda é uma ameaça potencial.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20bahiensis","Mata Atlântica"],
    [4110,"RUBIACEAE","Faramea coerulea","Nees & Mart.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie descrita no século XIX, embora tenha sido coletada na última década em localidades distintas, historicamente há poucos registros conhecidos da espécie. É provável que esteja ameaçada em avaliações regionais. Quase ameaçada pela área de ocupação restrita, muito provavelmente com declínio de habitat.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20coerulea","Mata Atlântica"],
    [4111,"RUBIACEAE","Faramea monantha","Müll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva com elevada extensão de ocorrência na Mata Atlântica, desde a Bahia ao estado de São Paulo, mas a distribuição é disjunta entre as regiões do Recôncavo Sul e Leste na Bahia e na Serra do Mar, entre São Paulo e Rio de Janeiro. Tem sido coletada na última década e sabe-se de sua ocorrência em unidades de conservação: Parque Estadual Serra do Conduru, Reserva Jequitibá, BA, Ilha do Cardoso, São Paulo, APA Cairuçu, Rio de Janeiro.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20monantha","Mata Atlântica"],
    [4112,"RUBIACEAE","Faramea paratiensis","M.Gomes","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie descrita em 2003, foi muito coletada na década de 1990, sendo a última coleta em 2006. A distribuição parece ser bem conhecida e limitada com EOO de 770 km² e AOO de 36 km². A espécie está sujeita a cinco situações de ameaça, em função da proximidade com as rodovias federal (BR-101) e estaduais (SP-171 e SP-125). Em sua distribuição, ao longo das rodovias, ocorre aumento da especulação imobiliária e da economia turística, causando fragmentação e perda da qualidade do habitat.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20paratiensis","Mata Atlântica"],
    [4113,"RUBIACEAE","Galianthe cymosa","(Cham.) E.L.Cabral & Bacigalupo","NT","","","Tainan Messina","Espécie não ameaçada por apresentar distribuição ampla em regiões campestres ou áreas abertas na Mata Atlântica. Há uma única coleta para a região Nordeste e, mesmo considerando sua distribuição nas regiões Sul e Sudeste, onde estão concentradas as ocorrências, sua extensão de ocorrência é ampla, cerca de 306.884,12 km². Quase ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, pois a fisionomia campestre da Mata Atlântica tem sido ocupada para atividades agropecuárias, silviculturais e pelo aumento da frequência e magnitude de incêndios. Dependente de medidas de conservação, uma vez que foi apontada como presumivelmente extinta para o Estado de São Paulo. Tem sido coletada na última década apenas no estado do Paraná.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20cymosa","Mata Atlântica"],
    [4114,"RUBIACEAE","Galianthe elegans","E.L.Cabral","VU","D2","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie subarbustiva restrita aos Campos de Altitude no Paraná. Descrita em 1993, o seu último registro de coleta disponível data de 2003 no interior de uma unidade de conservação, o Parque Estadual de Vila Velha. Conhecida a partir de uma AOO inferior a 20 km², está sujeita a duas situações de ameaça. A conversão de campos naturais para agricultura, pecuária e silvicultura ameaça a espécie por declínio de habitat, já os efeitos do uso alternativo do solo, como o aumento da frequência de queimadas, afetam a qualidade do habitat nos limites da referida unidade de conservação. A continuidade e a frequência das ameaças podem levar a espécie a uma categoria de maior risco em um futuro próximo. São necessárias medidas de conservação que monitorem a dinâmica de suas subpopulações.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20elegans","Mata Atlântica"],
    [4115,"RUBIACEAE","Galianthe peruviana","(Pers.) E.L.Cabral","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie subarbustiva não ameaçada. Encontrada nos Cerrados e campos acima de 900 m altitude, no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Tem sido coletada na última década em estados, em localidades diferentes e em unidades de conservação.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20peruviana","Cerrado"],
    [4116,"RUBIACEAE","Galianthe pseudopeciolata","E.L.Cabral","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie quase ameaçada no contexto nacional. Planta subarbustiva de campos, em ampla faixa altitudinal (200 a 1600m) e ampla extensão de ocorrência, ca. 162.119,285 km². Área de ocupação conhecida é pequena, 32km², mas o baixo esforço de coleta em sua ampla extensão de ocorrência, faz suspeitar que o número de subpopulações e situações de ameaça sejam bem maiores. Considerada presumivelmente extinta no estado de São Paulo, há coletas da década de 90 no estado e no ano 2000 em Santa Catarina. Sem pressão por uso ou extrativismo. Necessário medidas de pesquisa para mapeamento de subpopulações e conservação, uma vez que seu habitat, os campos naturais estão em constante degradação por conversão de terras para atividades agropecuárias e silviculturais e são vulneráveis ao fogo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20pseudopeciolata","Mata Atlântica, Pantanal"],
    [4117,"RUBIACEAE","Galianthe souzae","E.L.Cabral & Bacigalupo","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie rara, com distribuição limitada e restrição de habitat. Foi descrita em 2000 e tem sido coletada na última década, entretanto não há informações sobre números de indivíduos. São arbustos pequenos e por essa razão é provável que seu ciclo de vida seja relativamente curto, de menos de uma década. Tem EOO de 148 km² e AOO de 12 km² e está sujeita a duas situações de ameaça, os municípios de Itararé e Apiaí (SP). Está ameaçada pela perda de habitat dos campos naturais, que têm sido degradados há décadas e, nos últimos 20 anos, vêm passando por significativa mudança de uso da terra na porção sul de Itararé, com substituição da pecuária extensiva pelo florestamento com eucalipto, com áreas de campo ainda preservadas em somente 18% da região. Suspeita-se um declínio populacional por ser planta rara e sujeita a eventos estocásticos como problemas resultantes da perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, flutuações demográficas, em função de variações ao acaso, nas taxas de nascimento e mortalidade e flutuações ambientais devido às variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20souzae","Cerrado"],
    [4118,"RUBIACEAE","Galianthe vaginata","E.L.Cabral & Bacigalupo","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva dos Campos de Altitude da Serra da Mantiqueira. Com distribuição restrita, tem EOO de 548 km² e AOO de 8 km², na serra da Mantiqueira meridional, estando sujeita a duas situações de ameaça: Itatiaia (RJ) e Campos do Jordão (SP). É ameaçada pela perda de habitat, em decorrência da degradação continuada por queimadas e alteração de uso do solo como pastagens e silvicultura. São necessários o mapeamento e monitoramento de suas subpopulações nos locais de conhecimento, além de pesquisa por novas subpopulações. Sabe-se de sua ocorrência em uma unidade de conservação, o Parque Estadual de Campos do Jordão.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20vaginata","Mata Atlântica"],
    [4119,"RUBIACEAE","Galium diphyllum","(K.Schum.) Dempster","CR","B2ab(ii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie categorizada como \"Criticamente em Perigo\" (CR), devido aos raros registros de ocorrência e à restritividade de habitat, os campos brejosos, em altitude de cerca de 1.600 m. Não é coletada em São Paulo desde 1951, indicando declínio de ocupação.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20diphyllum","Mata Atlântica"],
    [4120,"RUBIACEAE","Galium equisetoides","(Cham. & Schltdl.) Standl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de trepadeira volúvel em áreas brejosas, de ampla distribuição no Sul do Brasil, não ameaçada.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20equisetoides","Mata Atlântica"],
    [4121,"RUBIACEAE","Galium humile","Cham. & Schltdl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no Sul do Brasil. Planta herbácea prostrada, de áreas abertas e úmidas. Tem sido coletada na última década em Estados diferentes. Encontrada no Parque Nacional Aparados da Serra, RS. Espécie dependente de medidas de conservação. Embora não ameaçada em sua distribuição global, avaliações regionais podem indicar risco de extinção local uma vez que sua distribuição conhecida é de forma pontual e disjunta. Há ocorrências para áreas urbanizadas, com coletas antigas da década de 1970.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20humile","Mata Atlântica"],
    [4122,"RUBIACEAE","Galium nigroramosum","(Ehrend.) Dempster","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada. Planta herbácea de ampla distribuição no país, não endêmica do Brasil. Ocorre em uma variedade de habitats, tem sido coletada na última década em diferentes estados do Sul de Sudeste.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20nigroramosum","Mata Atlântica"],
    [4123,"RUBIACEAE","Galium rubidiflorum","Dempster","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie rara, conhecida de uma única coleção nos Campos de Altitude subtropicais do Estado do Paraná. Não é coletada desde 1966. Seu habitat tem sido degradado pela silvicultura de Pinus e espécies invasoras. G. rubidiflorum depende de medidas de conservação e estudos de campo para encontrar, medir e monitorar suas subpopulações naturais.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20rubidiflorum","Mata Atlântica"],
    [4124,"RUBIACEAE","Galium shepherdii","Jung-Mend.","CR","B2ab(i,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Esta espécie foi considerada extinta em São Paulo, onde era tida como restrita, mas foi coletada em 2007, em Passa Quatro (MG), na região da Serra Fina. É tida como rara, com declínio de ocorrência em São Paulo, embora haja uma coleta relativamente recente, de 2007. Suspeita-se que, por ser herbácea e com baixa frequência de coleta, esteja sujeita ao rápido declínio populacional, um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido não só à perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, como também às flutuações demográficas por conta de variações ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade e flutuações ambientais em função de variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência. É presumível que os incêndios na região das Serras da Mantiqueira e Itatiaia causem o declínio da extensão e da qualidade do habitat. São necessários estudos que monitorem as subpopulações e medidas que assegurem sua conservação.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20shepherdii","Mata Atlântica"],
    [4125,"RUBIACEAE","Genipa americana","L.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição no Brasil, apenas não ocorrendo de forma natural no Rio Grande do Sul. Tem potencial econômico uma vez que os frutos são utilizados na alimentação humana no preparo de doces. Ocorre nos principais domínios fitogeográficos do país, tendo sido encontrada com frequência na última década em diferentes estados.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genipa%20americana","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"],
    [4126,"RUBIACEAE","Genipa infundibuliformis","Zappi & Semir","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição no Sudeste do Brasil. Planta arbórea dióica, heliófita, ocorrendo no domínio da Mata Atlântica sensu lato. Ocorre em diversas unidades de conservação e tem sido encontrada na última década.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genipa%20infundibuliformis","Mata Atlântica"],
    [4127,"RUBIACEAE","Guettarda paludosa","Müll.Arg.","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie possivelmente extinta, conhecida apenas pela coleção-tipo de 1840. Está sujeita a uma únicasituação de ameaça, no município de Jacobina (BA), onde há histórico de mineração de ouro e atualmente grande atividade agropecuária e turística, com população de aproximadamente 70 mil habitantes. Todas essas ameaças sugerem que a espécie tenha sofrido declínio populacional, com perda de AOO e de habitat. É preciso pesquisa científica para certificar sua sobrevivência na natureza.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guettarda%20paludosa","Caatinga"],
    [4128,"RUBIACEAE","Guettarda platyphylla","Müll.Arg.","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada, mas a tabela de registros de ocorrência parece estar incompleta, pois há citação na Flora do Brasil (2012) para Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Mesmo assim sua extensão de ocorrência é muito ampla. Essa espécie é muito semelhante a uma outra, G.viburnoides (Sambuichi, R.H.R., 2003), mais comum e com distribuição ainda mais ampla e, segundo World checklist of plant families  - Rubiaceae, G. platyphylla é sinonimo de G.viburnoides (http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=93285). Devido a incongruência entre a Flora do Brasil e os dados aqui compilados e a evidente relação morfológica com G.viburnoides, incluindo citação de que são sinônimos, faz-se necessário uma revisão taxonômica, por isso optou-se por incluir o táxon em deficiente de dados.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guettarda%20platyphylla","Mata Atlântica"],
    [4129,"RUBIACEAE","Hillia parasitica","Jacq.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição nas regiões serranas do Brasil, em áreas úmidas ou nebulares, entre 200 a 2400 m altitude. Dependente de habitat, sombreado e ombrófilo (ciliar ou nebular). Ocorre em diversas unidades de conservação. Dependente de medidas de conservação.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hillia%20parasitica","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4130,"RUBIACEAE","Hillia ulei","K.Krause","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo abaixo de 900 m altitude, mas preferencialmente em regiões serranas ou de terra firme de floresta pluvial atlântica ou amazônica. Epífita, rupícola ou terrestre Ocorre em unidades de conservação. Tem baixa frequência de coleta, é provável estar ameaçada em avaliações estaduais, sobretudo em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hillia%20ulei","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [4131,"RUBIACEAE","Hindsia glabra","K.Schum.","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie com baixa frequência de coleta, está sujeita a duas situações de ameaça, ambas em altitudeselevadas. A espécie tem seu último registro no Parque Nacional do Itatiaia datado de 2005 e, no Parque Nacional do Caparaó, sua ocorrência data de 1991. A perda da qualidade de habitat por incêndios ameaça a espécie, uma vez que é dependente do sombreamento parcial","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20glabra","Mata Atlântica"],
    [4132,"RUBIACEAE","Hindsia ibitipocensis","Di Maio","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie categorizada como Criticamente em Perigo (CR) devido à perda da qualidade do habitat, em consequência de atividade turística e por competição com espécies invasoras, como o capim gordura. Com distribuição restrita, tem AOO menor que 10 km², sujeita a uma única situação de ameaça no Parque Estadual do Ibitipoca em Minas Gerais, com baixa frequência de coleta. É considerada planta rara com especificidade de habitat, arbustiva de campos rupestres úmidos. Não há informações sobre a estrutura populacional.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20ibitipocensis","Mata Atlântica"],
    [4133,"RUBIACEAE","Hindsia violacea","Benth.","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie conhecida apenas pelo material tipo (Glaziou 4024), sem data e sem localidade. Sua ocorrência provável é no estado do Rio de Janeiro. É uma espécie possivelmente extinta, já tendo sido avaliada como tal (Biodiversitas, 2005), mas a falta de registros mais precisos de sua ocorrência justifica a avaliação como Deficiente de Dados.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20violacea","Mata Atlântica"],
    [4134,"RUBIACEAE","Ladenbergia hexandra","(Pohl) Klotzsch","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição na região Sudeste e no Sul da Bahia, abaixo de 1000 m altitude em floresta Atlântica estacional e restinga. Há indicativo que sua distribuição seja mais ampla. Necessário estudos de floras complementares. Encontrada em unidades de conservação.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ladenbergia%20hexandra","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4135,"RUBIACEAE","Manettia campanulacea","Standl.","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de liana de caule delicado, apresenta distribuição restrita na floresta de altitude da Serra da Mantiqueira.Tem AOO menor que 10 km² e é conhecida apenas de duas coletas, a primeira em 1821 no Estado de Minas Gerais (localidade não definida) e a segunda em 1995, em São José dos Campos (SP), por isso, está sujeita a uma única situação de ameaça. Espécie ameaçada pela perda da qualidade do habitat, devido à conversão de florestas para pastagens e aumento da frequência de queimadas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20campanulacea","Mata Atlântica"],
    [4136,"RUBIACEAE","Manettia pauciflora","Dusén","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de liana com restritividade de habitat, ocorrendo em florestas de altitude, entre 2200 m e 2500 m. Possui EOO de 437,16 km2 e AOO de 20 km2.Sujeita a duas situações de ameaça, no Parque Nacional do Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro, e no Pico do Itaguaré, em Cruzeiro, no estado de São Paulo. Espécie com distribuição geográfica restrita e ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em consequência do aumento de incêndios.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20pauciflora","Mata Atlântica"],
    [4137,"RUBIACEAE","Manettia tweedieana","K.Schum.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não é endêmica do Brasil e no país ocorre em ampla distribuição pela região Sul. Tem sido coletada na última década em diferentes regiões. Pode estar ameaçada no contexto dos Estados e por isso é dependente de medidas de conservação que assegurem a preservação de seu habitat, as bordas de matas ripárias e ciliares. As alterações de redução de área de preservação permanentes às margens de cursos d\\'água, incluídas no novo código florestal são ameaças potenciais, que apontam para o declínio populacional nas próximas décadas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20tweedieana","Mata Atlântica"],
    [4138,"RUBIACEAE","Melanopsidium nigrum","Colla","VU","A2bc","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de arbusto das Restingas da região sudeste e do Estado da Bahia. Tem uso direto, de escala local, para cabos de ferramentas e lenha. Os frutos são consumidos in natura. Estudos de estrutura de comunidades apontam para ocorrência em baixas densidades nas Restingas, o que agrava sua situação por se tratar de uma espécie dioica e pelo fato de seu habitat estar ameaçado pela conversão de áreas para infraestrutura urbana/turística.Uma grande porcentagem já foi destruída pela mineração, pelo desenvolvimento imobiliário e pela agricultura. Estima-se que o tamanho populacional tenha sido reduzido entre 30 e 50% nos últimos 10 anos.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanopsidium%20nigrum","Mata Atlântica"],
    [4139,"RUBIACEAE","Mitracarpus anthospermoides","K.Schum.","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva das Restingas da Bahia. Possui EOO de 14.626 km² e AOO de 20 km², sujeita a quatro situações de ameaça. Nenhuma subpopulação conhecida está protegida por unidade de conservação. Espécie com distribuição geográfica restrita e ameaçada pela perda de área e da qualidade do habitat, em consequência da ocupação e conversão histórica das Restingas para atividades humanas, como o turismo, loteamentos e agricultura.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20anthospermoides","Mata Atlântica"],
    [4140,"RUBIACEAE","Mitracarpus baturitensis","Sucre","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea rupícola com ampla distribuição no cerrado do Brasil. Frequentemente coletada e é conhecida de diversas unidades de conservação","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20baturitensis","Caatinga, Cerrado"],
    [4141,"RUBIACEAE","Mitracarpus eritrichoides","Standl.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea de pequeno porte que se desenvolve em áreas de campo cerrado de ?Mato Grosso e Goiás. Com distribuição geográfica restrita, tem AOO de 12 km². É ameaçada pela perda de área de ocupação e qualidade do habitat, em consequência da expansão da fronteira agrícola em ambos os estados de ocorrência. Descrita em 1936, apresenta cinco coleções e está sujeita a duas situações de ameaça em Cuiabá (MT) e Faina (GO).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20eritrichoides","Cerrado"],
    [4142,"RUBIACEAE","Mitracarpus rigidifolius","Standl.","VU","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva endêmica das áreas de Cerrado e Campos Rupestres da Bahia, ocorrendo entre 500 e 1100 m, com distribuição geográfica restrita a uma AOO de 140 km² e sujeita a até 10 situações de ameaça. Ameaçada pela perda da qualidade do habitat, por conversão de terras para agricultura.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20rigidifolius","Cerrado"],
    [4143,"RUBIACEAE","Pagamea harleyi","Steyerm.","VU","A2c","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva (até 4 m), restrita às Restingas da Bahia, está sujeita a mais de 10 situações de ameaça. É ameaçada pela perda de AOO e qualidade do habitat, em consequência da incessante conversão das restingas em infraestrutura urbana e turística. Estima-se um declínio populacional maior que 30% nos últimos 10 anos.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pagamea%20harleyi","Mata Atlântica"],
    [4144,"RUBIACEAE","Palicourea fulgens","(Müll.Arg.) Standl.","VU","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea (até 4 m de altura) da Floresta Pluvial Atlântica de terras baixas. Apresenta distribuição geográfica restrita, com EOO de 12.113 km² e AOO de 76 km². Está sujeita a 10 situações de ameaça: Prado e Porto Seguro (BA), Conceição da Barra, Colatina, Domingos Martins, Governador Lindemberg, Linhares, Pedro Canário, Santa Leopoldina e Santa Teresa (ES). É ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequência da incessante conversão das terras baixas em infraestrutura urbana e turística. Observa-se um declínio na frequência de coletas da espécie.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20fulgens","Mata Atlântica"],
    [4145,"RUBIACEAE","Palicourea tetraphylla","Cham. & Schltdl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva de ampla distribuição no Brasil e ocorre em ampla variedade de fitofisionomias florestais da Mata Atlântica e do Cerrado.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20tetraphylla","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4146,"RUBIACEAE","Palicourea veterinariorum","J.H.Kirkbr.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie descrita em 1980, possui ampla extensão de ocorrência e a área de ocupação conhecida estima-se estar aumentando. Espécie arbustiva das florestas montanas da costa da Mata Atlântica e áreas interiores.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20veterinariorum","Mata Atlântica"],
    [4147,"RUBIACEAE","Pentodon pentandrus","(Schumach. & Thonn.) Vatke","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição, frequentemente cultivada. Planta com potencial invasor.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pentodon%20pentandrus","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4148,"RUBIACEAE","Posoqueria latifolia","(Rudge) Schult.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea não endêmica do Brasil, e ocorre em ampla distribuição no país, em diversas fitofisionomias florestais.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Posoqueria%20latifolia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4149,"RUBIACEAE","Posoqueria palustris","Mart.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva a arbórea baixa endêmica da Mata Atlântica do Sudeste e Sul do Brasil, nas formações pluviais de terras baixas a montanas. Extensão de ocorrência de 95.279 km² é conhecida de 10 situações de ameaça. A série histórica das coletas faz suspeitar um declínio populacional, a última coleta data de 1999. No entanto é necessário maior informação sobre sua estrutura populacional ou análise de viabilidade populacional, para verificar tendência populacional futura.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Posoqueria%20palustris","Mata Atlântica"],
    [4150,"RUBIACEAE","Psychotria capitata","Ruiz & Pav.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e ocorre em ampla distribuição no país, encontrada nos principais biomas, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20capitata","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4151,"RUBIACEAE","Psychotria cupularis","(Müll.Arg.) Standl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva, não é endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição no país pelas florestas estacionais das regiões Norte, Nordeste e Sudeste.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20cupularis","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [4152,"RUBIACEAE","Psychotria loefgrenii","Standl.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva da região costeira da Mata Atlântica do Estado de São Paulo. Distribuição geográfica restrita, tem EOO de 183 km² e AOO de 12 km², estando sujeita a duas situações de ameaça nos municípios de Caraguatatuba e São Sebastião (SP). Foi coletada somente duas vezes, em 1895 e 2006. É ameaçada por perda da área e da qualidade de habitat, em consequência da fragmentação florestal e conversão das terras para infraestrutura urbana e turística. A sua região de ocorrência é cortada por uma importante rodovia, a BR-101.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20loefgrenii","Mata Atlântica"],
    [4153,"RUBIACEAE","Psychotria longipes","Müll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição geográfica na Mata Atlântica, ocupando vegetação secundária de encosta e frequentemente com populações numerosas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20longipes","Mata Atlântica"],
    [4154,"RUBIACEAE","Psychotria microcarpa","Müll.Arg.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de arbusto baixo, encontrada em Mata de Galeria e Campo Rupestre de Minas Gerais, provavelmente extinta em São Paulo. Com distribuição geográfica restrita, tem EOO de 759 km² e AOO de 16 km². Descrita em 1881, com baixa frequência de coleta, até hoje contabiliza  somente cinco coletas, a última datando de 1993. Conhecida da região da Serra do Cipó, em Minas Gerais, está sujeita a até cinco situações de ameaça. É ameaçada pela perda da qualidade do habitat, em consequência de queimadas e da atividade antrópica em torno da Serra, como silvicultura e criação de gado.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20microcarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4155,"RUBIACEAE","Psychotria paludosa","Müll.Arg.","EN","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de subarbusto de até 0,5 m de altura, encontrada em Floresta Paludosa nos domínios da Mata Atlântica, tem distribuição restrita, com EOO de 694 km² e AOO de 12 km². Conhecida do Estado de São Paulo, ocupa florestas paludosas nas formações de Floresta Semidecídua e Mista. Foi mais frequentemente coletada no século XIX, porém seus registros não apontam a localidade, o que dificulta uma análise mais apurada de sua distribuição. Não é coletada há 76 anos (1936) e é considerada presumivelmente extinta em São Paulo. É ameaçada pela perda de habitat e AOO, devido à intensa pressão sobre Florestas Paludosas para corte de caixeta, ocupação agrícola das várzeas, construção de usinas hidrelétricas e expansão imobiliária.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20paludosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4156,"RUBIACEAE","Psychotria prunifolia","(Kunth) Steyerm.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não endêmica do Brasil e ocorre em ampla distribuição no país nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, pelos biomas da Amazônia e do Cerrado.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20prunifolia","Amazônia, Cerrado"],
    [4157,"RUBIACEAE","Psychotria racemosa","Rich.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécies não endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição no país nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste pelos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20racemosa","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4158,"RUBIACEAE","Psychotria rhytidocarpa","Müll.Arg.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva, encontrada nas florestas semidecíduas do Sudeste e da Bahia. Extensão de ocorrência mínima de 37.049 km². Não foi incluído ocorrências para a Bahia. Sem uso, extração ou ameaça direta.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20rhytidocarpa","Mata Atlântica"],
    [4159,"RUBIACEAE","Psychotria tenuifolia","Sw.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição nas regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste pelos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20tenuifolia","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4160,"RUBIACEAE","Richardia humistrata","(Cham. & Schltdl.) Steud.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea de ampla distribuição por áreas campestres de altitude no Brasil.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20humistrata","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4161,"RUBIACEAE","Richardia schumannii","W.H.Lewis & R.L.Oliv.","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea de campos naturais associados à Floresta Ombrófila Mista, entre os Estados do Paraná e São Paulo. Com distribuição restrita, tem EOO de 9.977 km² e AOO de 20 km². É ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat em consequência da expansão de infraestrutura urbana e rural. Está sujeita a três situações de ameaça, e sua distribuição é severamente fragmentada. O declínio na frequência de coleta faz suspeitar de um declínio populacional. A espécie tem última coleta registrada em 1989, no Paraná.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20schumannii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4162,"RUBIACEAE","Richardia stellaris","(Cham. & Schltdl.) Steud.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea de campos de altitude e florestas abaixo de 1800 m de altitude, encontrada em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná. Não é endêmica do Brasil e, no país, tem extensão de ocorrência de 262.309 km² e área de ocupação de 48 km². Conhecida de 8 situações de ameaça, Carandaí (MG), Botucatu, São Paulo, Itapetininga, Moji das Cruzes (SP), Antônio João (MS), Jaguariaíva, Palmeira (PR). Coletada doze vezes entre 1918 e 1998. Quase ameaçada pela perda de área de ocupação e da qualidade do habitat devido ao desmatamento. Por ocorrência em fisionomias campestres a florestais não foi possível utilizar o critério B2.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20stellaris","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4163,"RUBIACEAE","Riodocea pulcherrima","Delprete","EN","B1ab(iii)+2b(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea dioica da Floresta Pluvial do Estado do Espírito Santo e do sul da Bahia, é encontrada a até 200 m de altitude. Esta sujeita a apenas quatro situações de ameaça. Espécie ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequência do desmatamento para conversão de terras para agropecuária e silvicultura.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riodocea%20pulcherrima","Mata Atlântica"],
    [4164,"RUBIACEAE","Rudgea coronata","(Vell.) Müll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva ou arvoretas da floresta atlântica pluvial ou semidecídua, de ampla distribuição do Paraná a Bahia. Tem sido coletada na última década e encontrada em unidades de conservação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata","Mata Atlântica"],
    [4165,"RUBIACEAE","Rudgea coronata subsp. leiocarpoides","(Müll.Arg.) Zappi","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Táxon descrito em 2003, somente um espécime foi coletado em unidades de conservação após a descrição. Planta rara, com baixa frequência de coleta, arbustiva de ambiente montanhoso. As informações disponíveis sobre sua distribuição geográfica se enquadram nos critérios das espécies com risco de extinção, uma vez que tem pequena extensão de ocorrência, área de ocupação de 20 km ² e somente 4 situações de ameaça (location), mas seus registros são de unidades de conservação, por isso não se considerou, embora com poucas coletas o declínio de área de ocupação, extensão de ocorrência, qualidade do habitat ou de subpopulações.  É necessário estudos genéticos e populacionais para saber sobre interações e fluxos com subespécies simpátricas e como isso pode afetar a manutenção de subpopulações.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata%20subsp.%20leiocarpoides","Mata Atlântica"],
    [4166,"RUBIACEAE","Rudgea coronata subsp. saint-hilairei","(Standl.) Zappi","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Planta rara com baixa frequência de coleta, conhecida pela Reserva Biológica de Sooretama e provável ocorrência na Floresta Nacional de Goytacazes em Linhares, ES. Os dois registros conhecidos são antigos (1943 e 1983) com pouca informação sobre a localização mais precisa de suas subpopulações. A Mata Atlântica da região é muito fragmentada, com intenso uso de solo, além disso a AOO conhecida da espécie é menor que 10 km². Considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR), sobretudo em função do declínio de área e da qualidade de habitat, sendo restrita à pequena AOO. Pelas características de planta rara, com a distribuição restrita e a baixa frequência de coleta, é esperado o rápido declínio populacional, um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido tanto a complicações resultantes da perda de variabilidades genética, endogamia e deriva genética quanto a flutuações demográficas por variações ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade, e flutuações ambientais em razão de variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular (Primack, Rodrigues, 2000).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata%20subsp.%20saint-hilairei","Mata Atlântica"],
    [4167,"RUBIACEAE","Rudgea corymbulosa","Benth.","EN","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie rara, que não tem coletas na última década, embora seus registros históricos apontem uma ampla distribuição do Estado do Paraná à Bahia em Campos de Altitude, entre 700 e 900 m. Tem AOO conhecida restrita a 32 km². Sua ocorrência mais recente é de 1999 no Espírito Santo. Em Minas Gerais o último registro data de 1959 e, no Paraná de 1961. Áreas mais baixas de Campos de Altitude foram severamente suprimidas e degradadas. Atividades relacionadas à agricultura, pecuária, silvicultura e invasão de espécies exóticas, são as causas prováveis de declínio de habitat e de ocupação.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20corymbulosa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4168,"RUBIACEAE","Rudgea crassifolia","Zappi & E.Lucas","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva ou arbórea baixa da região costeira da Bahia, encontrada em Restingas e Floresta Pluvial, em região de intenso uso do solo e fragmentação florestal. Tem EOO de 30.423 km² e AOO de 48 km². Planta com baixa frequência de coleta sendo estas compreendidas entre 1966 e 2005. Está sujeita a seis situações de ameaça, nos municípios de Entre Rios, Elísio Medrado, Lauro de Freitas, Maraú, Santa Cruz de Cabrália e Salvador (BA). É ameaçada pela perda de habitat e de AOO devido à intensa devastação da Mata Atlântica da Bahia e, sobretudo na ocupação de Restingas e áreas próximas à costa por especulação imobiliária.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20crassifolia","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [4169,"RUBIACEAE","Rudgea erythrocarpa","Müll.Arg.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva endêmica das florestas da Serra dos Órgãos, entre 600 e 800 m de altitude. Planta conhecida de poucas coletas, porém encontrada em unidade de conservação na última década. Tem EOO de 402 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a cinco situações de ameaça, nos municípios de Petrópolis, Teresópolis, Araras, Cachoeira de Macacu e Nova Iguaçu (RJ). O habitat em sua distribuição tem sido fragmentado e o declínio populacional é esperado, por ser um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas,devido tanto a problemas resultantes da perda devariabilidade genética, endogamia e deriva genética, quanto a flutuaçõesdemográficas provocadas por variações ao acaso, nas taxas de nascimento emortalidade e flutuações ambientais em função de variações de ação predatória,competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20erythrocarpa","Mata Atlântica"],
    [4170,"RUBIACEAE","Rudgea francavillana","Müll.Arg.","LC","","","Tainan Messina","Espécie com ampla distribuição no Sudeste, estendendo-se aos estados da Bahia e Paraná no subosque da floresta Atlântica em regiões de morros. Informações de coleta sugerem populações localmente comuns.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20francavillana","Mata Atlântica"],
    [4171,"RUBIACEAE","Rudgea insignis","Müll.Arg.","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie endêmica das Serras do Itatiaia e dos Órgãos, entre os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem ocorrência registrada em unidades de conservação, no entanto não houve coletas na última década. Poucos registros de ocorrência e baixa frequência de coleta indicam que suas subpopulações são raras. Sua ocorrência limitada às áreas de altitudes elevadas leva a um padrão de distribuição insular e disjunto, com fragmentação elevada. As subpopulações são sujeitas ao declínio populacional, pois é um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, devido tanto a complicações resultantes da perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, quanto a flutuações demográficas devido a variações ao acaso, nas taxas de nascimento e mortalidade, e flutuações ambientais devido às variações de ação predatória, competição, incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência irregular. São necessários estudos para encontrar, medir e monitorar suas subpopulações.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20insignis","Mata Atlântica"],
    [4172,"RUBIACEAE","Rudgea interrupta","Benth.","LC","","","Tainan Messina","Espécie de arbusto escandente da floresta pluvial atlântica, com ocorrência disjunta entre os estados do Rio de Janeiro e Bahia. É provável que em avaliações de risco regionais a espécie possa estar ameaçada. Tem sido coletada na última década somente na Bahia, frequência de coleta no estado do Rio de Janeiro é baixa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20interrupta","Mata Atlântica"],
    [4173,"RUBIACEAE","Rudgea jasminoides subsp. nervosa","Zappi & Anunc.","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea de Floresta Atlântica de terras baixas da costa do Estado de São Paulo. Conhecida por poucas coleções, está sujeita a duas situações de ameaça. Espécie com distribuição geográfica restrita, em único habitat, e nenhum indicativo que ocorra localmente de forma abundante, é muito provavel que se trate de planta rara sujeita à extinção devido eventos estocásticos (genético, populacional e ambiental). Tem como ameaça o declínio de habitat. São necessários estudos de pesquisa para identificação, medição e monitoramento de subpopulações.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20jasminoides%20subsp.%20nervosa","Mata Atlântica"],
    [4174,"RUBIACEAE","Rudgea macrophylla","Benth.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","É uma espécie arbustiva de Mata Atlântica, em Floresta Pluvial Submontana. Restrita ao Estado do Rio de Janeiro, ocorre também na Ilha Grande, mas a maior concentração se dá em morros da região metropolitana do Rio de Janeiro. Com reduzida EOO (3.517,54 km2) e AOO (48 km2), está presente em estreita faixa altitudinal. R. macrophylla está ameaçada devido aos altos níveis de fragmentação e de ocupação humana em seu habitat. Esta espécie necessita de medidas de conservação, uma vez que depende de áreas que possam garantir espaço para a manutenção de suas subpopulações in situ a salvo dos efeitos da perda de habitat.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20macrophylla","Mata Atlântica"],
    [4175,"RUBIACEAE","Rudgea minor","(Cham.) Standl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva da Mata Atlântica, ocorrendo em habitats variados, das restingas às florestas de interior. Não ameaçada, pois apresenta registros em mais de dez situações de ameaça, tem sido coletada na última década em estados diferentes. Espécie dependente de medidas de conservação, uma vez que sua ocorrência se em região de intensa ocupação humana e há histórico de desmatamento de mata Atlântica e das. É provável que em avaliações regionais esteja ameaçada.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20minor","Mata Atlântica"],
    [4176,"RUBIACEAE","Rudgea minor subsp. calycina","(Benth.) Zappi","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie deficiente de dados, uma vez que seus registros necessitam de revisão para identificação da ocorrência da subespécie. Táxon provavelmente ameaçado.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20minor%20subsp.%20calycina","Mata Atlântica"],
    [4177,"RUBIACEAE","Rudgea nobilis","Müll.Arg.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie dependente de medidas de conservação. É necessário estudos populacionais e genéticos de modo a verificar possível declínio populacional. Espécie restrita a floresta Atlântica de altitude da Serra do Mar e dos Òrgão e Itatiaia. Embora sua extensão de ocorrência seja inferior a 20000km², seu habitat é relativamente bem preservado, e há ocorrências em importantes unidades de conservação, inclusive na última década para o estado de São Paulo, onde foi considerada extinta.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20nobilis","Mata Atlântica"],
    [4178,"RUBIACEAE","Rudgea pachyphylla","Müll.Arg.","EN","B1ab(iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com baixa frequência de coleta, conhecida por poucos registros. Está provavelmente extinta no Estado de São Paulo, o que indica declínio de ocupação e de subpopulações. Com distribuição restrita, tem AOO de 8 km² e EOO de 548,76 km². Espécie dependente de medidas de conservação e pesquisa.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20pachyphylla","Mata Atlântica"],
    [4179,"RUBIACEAE","Rudgea parquioides subsp. caprifolium","(Zahlbr.) Zappi","CR","B2ab(iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie muito rara, conhecida apenas por duas coleções. A única coleta para o Estado de São Paulo, em 1894, é indicativa para se considerar declínio de ocupação e de subpopulações. A última coleta registrada data de 1958 em Lontras (SC). São necessários estudos de campo para encontrar e monitoras subpopulações. Corre risco de extinção devido ao declínio populacional, uma condição das populações pequenas e raras resultante de eventos estocásticos (genético, populacional e/ou ambiental).","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parquioides%20subsp.%20caprifolium","Mata Atlântica"],
    [4180,"RUBIACEAE","Rudgea parquioides subsp. hirsutissima","Zappi","EN","A2ce,B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva da Floresta Ombrófila Mista, tem distribuição restrita com EOO de 1.409 km² e AOO de 12 km², até 1300 m de altitude. Está sujeita a três situações de ameaça. As coletas ocorreram somentenas décadas de 1970 e 1980. Seu habitat tem histórico de supressão, hoje reduzido a remanescentes que ocupam de 1 a 6% da área original. Suspeita-se que houve declínio populacional em ao menos 50% da população em 10 anos, por perda de habitat e por competição com espécies invasoras.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parquioides%20subsp.%20hirsutissima","Mata Atlântica"],
    [4181,"RUBIACEAE","Rudgea parvifolia","(Cham.) Müll.Arg.","VU","D2","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva da Floresta Atlântica de Altitude. É conhecida por duas coleções da década de 1940, na Serra do Órgãos (RJ). Tem AOO de 8 km² e está sujeita a apenas duas situações de ameaça. São necessários estudos de campo para reencontrar, medir e monitorar as subpopulações, bem como estudos genéticos. Embora presente no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, nenhuma informação adicional foi produzida para a espécie. É muito provável que apresente populações pequenas e por isso esteja sujeita à extinção devido ao rápido declínio populacional, um problema enfrentadopelas espécies com populações pequenas, em razão não só a complicações resultantes da perda de variabilidade genética, endogamia e derivagenética, mas também de flutuações demográficas provocadas por variações ao acaso nas taxas denascimento e mortalidade, e flutuações ambientais em função de variações de açãopredatória, competição e incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência de irregular.","2012-05-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parvifolia","Mata Atlântica"],
    [4182,"RUBIACEAE","Rudgea reflexa","Zappi","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Arbustiva do interior da Mata Atlântica pluvial. Ocorrência disjunta entre a Bahia e Espírito Santo. Espécie ocorre em unidades de conservação de proteção integral. Habitat tem sido seriamente fragmentado e os remanescentes do bioma nos estados de ocorrência ocupam entre 8,9 a 11% da distribuição original. A espécie tem sido coletada na última década com certa frequência por isso projeta-se que sua área de ocupação conhecida esteja aumentando. É necessário estudos populacionais e genéticos. a fim de investigar a viabilidade de populações em pequenos fragmentos.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20reflexa","Mata Atlântica"],
    [4183,"RUBIACEAE","Rudgea reticulata","Benth.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie não ameaçada, ocorre em diversas localidades, ampla extensão de ocorrência, ocorre de forma disjunta entre os estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ocorre ainda em ampla faixa altitudinal, ao nível do mar a 600 m. Espécie pode estar ameaçada em avaliações regionais.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20reticulata","Mata Atlântica"],
    [4184,"RUBIACEAE","Rudgea sessilis","(Vell.) Müll.Arg.","LC","","","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição no Sudeste do Brasil, mas rara no estado do Espírito Santo.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20sessilis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4185,"RUBIACEAE","Rudgea sessilis subsp. cipoana","(Standl.) Zappi","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Subespécie endêmica da Serra do Cipó, em Minas Gerais. Com distribuição restrita, com EOO de 268 km² e AOO de 4 km², estando sujeita a uma única situação de ameaça no município de Jaboticatubas, onde foi coletada em 1973. Descrita em 2003, diferencia-se da R. sessilis subsp. sessilis  por adaptações morfológicas a ambientes mais abertos. É ameaçada pela perda de habitat em decorrência do aumento da frequência de incêndios, favorecidos por alterações de uso do solo em torno da Serra, como agropecuária, silvicultura, especulação imobiliária e mineração.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20sessilis%20subsp.%20cipoana","Cerrado"],
    [4186,"RUBIACEAE","Rudgea triflora","Benth.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com baixa frequência de coleta, não há registros na última década. Pequena área de ocupação, ca 60 km². No entanto, sua distribuição em mais de 60.000km² no subosque da floresta Atlântica montana e alto-montana, em unidades de conservação, relativamente bem preservados, evidenciam que não está ameaçada. O uso do AOO não é o parâmetro mais adequado para sua avaliação uma vez que o habitat é extenso e contínuo, embora fragmentado nas porções mais baixas. Sua ocorrência em locais mais interiores são da década de 1970 e estudos são necessários para reavaliar possível declínio da extensão de ocorrência. Suspeita-se que subpopulações sobrevivam na floresta da encosta da Serra do Mar. É necessário estudos de campo e medidas de conservação.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20triflora","Mata Atlântica"],
    [4187,"RUBIACEAE","Rudgea umbrosa","Müll.Arg.","VU","B1ab(i,iii)+2ab(i,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie restrita à região costeira do Sudeste, ocorre de forma disjunta entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tem EOO limitada com 14.209 km² e AOO de 44 km². O habitat tem sido muito fragmentado e degradado, o que sujeita a espécie a menos de dez situações de ameaça. Um estudo populacional apontou para uma ocorrência comum em área no Espírito Santo, mas é necessário entender a dinâmica populacional pois, por ser espécie arbustiva, pode ocorrer flutuações demográficas. São necessárias medidas de conservação.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20umbrosa","Mata Atlântica"],
    [4188,"RUBIACEAE","Rudgea vellerea","Müll.Arg.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva que ocorre em baixas densidades. ?Espécie tem sido encontrada na última década, no entanto sua distribuição é restrita, extensão de ocorrência 3.448km², na Serra do Mar até 1000m altitude. Quase ameaçada, devido a mais ter mais de dez situações de ameaça (location). Região apresenta contínuos de Mata Atlântica, mas as ocorrências claramente se agrupam em ao menos dois conjuntos, um mais ao norte na Serra de Petrópolis-Teresópolis e outra mais ao sul na costa verde entre Parati e Ubatuba. É necessário estudos genéticos para compreender a dinâmica populacional entre essas sub-regiões, devido a presença 3 grandes rodovias interestaduais o isolamento de subpopulações raras podem ficar sujeitas ao rápido declínio populacional.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20vellerea","Mata Atlântica"],
    [4189,"RUBIACEAE","Rustia angustifolia","K.Schum.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbustiva do sub-bosque da Floresta Pluvial do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Com distribuição restrita, tem EOO de 2.555 km² e AOO de 16 km². Descrita em 1889, apresenta poucos registros de coleta, para uma região bem coletada no país. Tem sido registrada na última década. Está ameaçada pelo declínio de AOO e da qualidade do habitat, em consequência do desmatamento para conversão de terras para agropecuária e silvicultura.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rustia%20angustifolia","Mata Atlântica"],
    [4190,"RUBIACEAE","Sabicea grisea","Cham. & Schltdl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de arbusto escandente, endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste. É encontrada nas florestas pluviais dos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sabicea%20grisea","Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4191,"RUBIACEAE","Sabicea villosa","Willd. ex Schult.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de liana não endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição no país pelas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, nos domínios da Amazônia e Mata Atlântica.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sabicea%20villosa","Amazônia"],
    [4192,"RUBIACEAE","Simira gardneriana","M.R.V.Barbosa & Peixoto","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea da Caatinga entre os estados do Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia. Ocorre em floresta em diferentes estágios sucessionais. Comum na região dos municípios de Petrolina e Juazeiro e é utilizada para construções, vedações e forragens. Devido à quantidade de registros de ocorrência recentes para a espécie, algumas delas indicando ocorrência local frequente, e também às diversas fitofisionomias e estágios sucessionais que ocorre, não é possível categorizar a espécie como ameaçada. Embora às áreas de Caatinga impactadas sejam da ordem de 50%. É necessário estudos genéticos e populacionais para prever o risco de extinção.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20gardneriana","Caatinga"],
    [4193,"RUBIACEAE","Simira grazielae","Peixoto","EN","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea de grande porte da Floresta Pluvial Atlântica entre os Estados da Bahia e do Espírito Santo. Está suscetível à extinção devido ao declínio de AOO e da qualidade do habitat, em consequência do desmatamento histórico da região para agropecuária e silvicultura. Descrita em 1981, há oito coleções da espécie, que é considerada planta rara do Brasil. Nas suas áreas de ocorrência foi identificado uma densidade de dois indivíduos por hectare. S. grazielae depende de formações de Floresta Pluvial em estágios avançados de sucessão. A espécie está sujeita a quatro situações de ameaça na Bahia e no Espírito Santo, estados em que os remanescentes de Mata Atlântica ocupam hoje respectivamente 8,9% e 11% da distribuição original.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20grazielae","Mata Atlântica"],
    [4194,"RUBIACEAE","Simira hatschbachiorum","J.H.Kirkbr.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea de pequeno porte com distribuição geográfica restrita na Floresta Pluvial Montana do estado do Espírito Santo, possui EOO de 695 km² e AOO de 20 km². Descrita em 1997, apresenta oito coleções. Está sujeita a quatro situações de ameaça, por declínio da AOO e da qualidade do habitat em consequência do desmatamento para agropecuária e silvicultura.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20hatschbachiorum","Mata Atlântica"],
    [4195,"RUBIACEAE","Simira rubra","(Mart.) Steyerm.","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea de grande porte na floresta pluvial da encosta Atlântica nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Estudos de ecologia de comunidades evidenciam a ocorrência da espécie em baixas densidades, de 1 a 6 indivíduos por hectare. Encontrada em unidades de conservação em ambos os estados. Distribuição geográfica aparentemente restrita, mas há ocorrências para Minas Gerais e Bahia associados aos sinônimo S. viridiflora que precisam de revisão e validação, pois se forem confirmados, aumentarão muito a distribuição da espécie.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20rubra","Mata Atlântica"],
    [4196,"RUBIACEAE","Spermacoce glabra","Michx.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea de ampla distribuição no Brasil, ocorrendo no Cerrado e na Mata Atlântica.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spermacoce%20glabra","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4197,"RUBIACEAE","Spermacoce tenuior","L.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea de ampla distribuição no Brasil, frequentemente coletada na Caatinga.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spermacoce%20tenuior","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4198,"RUBIACEAE","Staelia hatschbachii","J.H.Kirkbr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie herbácea a arbustiva, com distribuição restrita a partes dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.838 km² e AOO de 36 km². Descrita em 1997, é conhecida de 17 coletas botânicas, e está sujeita a duas situações de ameaça em Grão-Mogol e Diamantina. É ameaçada por perda de habitat, em consequência de garimpo e por aumento da frequência de incêndios decorrentes de atividades agropecuárias.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staelia%20hatschbachii","Caatinga, Cerrado"],
    [4199,"RUBIACEAE","Standleya kuhlmanni","Brade","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie herbácea de Floresta Pluvial Atlântica, restrita ao Estado do Espírito Santo, entre as formações de Floresta de Terras Baixas e Submontana. ?É ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequência da conversão de terras para agropecuária e silvicultura, assim como pela prática de queimadas em decorrência dessas atividades. Descrita em 1949, apresenta quatro coleções, sujeita a quatro situações de ameaça. A Última coleta data de 2007 registrada para a Reserva Biológica de Duas Bocas, município de Cariacica.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Standleya%20kuhlmanni","Mata Atlântica"],
    [4200,"RUBIACEAE","Tocoyena sellowiana","(Cham. & Schltdl.) K.Schum.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie arbórea de pequeno porte, não é endêmica do Brasil e ocorre em ampla distribuição no país, nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. Apresenta valor medicinal, mas o uso, realizado de forma correta para extração da casca do caule não prejudica as plantas.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tocoyena%20sellowiana","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4201,"RUTACEAE","Almeidea coerulea","(Nees & Mart.) A.St.-Hil.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea endêmica do Estado da Bahia, de distribuição restrita, é encontrada principalmente nas Restingas. Descrita em 1823, está sujeita a apenas duas situações de ameaça nos municípios de Itacaré e Uruçuca e em Itaberaba. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência da conversão de terras para infraestrutura urbana e turística.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Almeidea%20coerulea","Mata Atlântica"],
    [4202,"RUTACEAE","Andreadoxa flava","Kallunki","CR","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v),D","","Tainan Messina","Espécie arbórea endêmica da Floresta Pluvial da Bahia. Descrita em 1998, teve a primeira coleta registrada em 1964, conhecendo-se atualmente apenas seis coletas. Está sujeita a uma única situação de ameaça na região entre Ilhéus e Itabuna. Tem EOO de 14,57 km² e AOO de 12 km². De distribuição restrita, o número de indivíduos conhecidos da espécie é menor que 50, apesar do esforço de coleta empreendido pela Cepec desde sua descoberta em suas áreas experimentais. Encontra-se ameaçada pelas características intrínsecas e pela perda da qualidade de hábitat devido ao manejo de produção de cacau. O rápido declínio populacional é um problema enfrentado pelas espécies com populações pequenas, resultante tanto de problemas advindos da perda de variabilidade genética, endogamia e deriva genética, como das flutuações demográficas em função de variações ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade, de flutuações ambientais geradas pelas variações de ação predatória, competição e incidência de doenças, assim como catástrofes naturais com frequência de tempo irregular.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andreadoxa%20flava","Mata Atlântica"],
    [4203,"RUTACEAE","Balfourodendron riedelianum","(Engl.) Engl.","NT","","","Tainan Messina","Espécie arbórea de grande porte, não endêmica do Brasil, ocorrendo no país nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, em vegetação florestal secundária e em ampla faixa altitudinal. Conhecida como pau-marfim, apresenta forte potencial econômico, pela boa qualidade de sua madeira. As informações sobre declínio populacional por explotação não permitem avaliar um nível de declínio populacional.  Por isso é necessário levantamento sobre nível de explotação histórico e atual e análise de viabilidade populacional, para avaliação do risco pelos critérios A e E.  A espécie tem ações de conservação, como bancos de germoplasma, uma iniciativa para produção de sementes. Embora as características biológicas da espécie levam a identificar sua facilidade para dispersão e regeneração natural, é dependente de medidas de conservação devido ao valor de sua madeira, e por isso medidas de controle de exploração aliada a projetos de produção de sementes e estímulo à produção e manejo podem garantir a sobrevivência de populações naturais e a manutenção de seu uso econômico.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Balfourodendron%20riedelianum","Mata Atlântica"],
    [4204,"RUTACEAE","Conchocarpus bellus","Kallunki","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem distribuição restrita sujeita a uma única situação de ameaça em Rio Bananal. A AOO é menor que 10 km². Descrita em 1998, é conhecida apenas pela coleção-tipo, de 1995. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da fragmentação florestal para conversão de áreas para a agropecuária e silvicultura.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20bellus","Mata Atlântica"],
    [4205,"RUTACEAE","Conchocarpus cauliflorus","Pirani","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem distribuição restrita, estando sujeita a uma única situação de ameaça, entre Rio Bananal e Linhares. AOO é menor que 10 km². Descrita em 1998, é conhecida por apenas três coletas ocorridas entre 1994 e 1995. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da fragmentação florestal para conversão de áreas para a agropecuária e silvicultura.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20cauliflorus","Mata Atlântica"],
    [4206,"RUTACEAE","Conchocarpus marginatus","(Rizzini) Kallunki & Pirani","CR","B1ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial Atlântica, é endêmica do Estado do Espírito Santo e tem distribuição restrita ao município de Linhares, estando sujeita a uma única situação de ameaça. A EOO é menor que 10 km². Descrita em 1998 é conhecida apenas por cinco coleções, a primeira coleta datada de 1934 e a última, de 1998. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat em consequência do desmatamento e da fragmentação florestal para conversão de áreas para a agropecuária e silvicultura.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20marginatus","Mata Atlântica"],
    [4207,"RUTACEAE","Esenbeckia hieronymi","Engl.","NT","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva das matas ripárias da Mata Atlântica, ocorrendo no Sul do país e nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Sua extensão de ocorrência calculada é de 258.300,4km², no entanto, não foi possível resgatar as coletas para o Rio Grande do Sul, onde consta como criticamente ameaçada e para o estado de Mato Grosso do Sul. As coletas da espécie ocorreram após a década de 50, e tem sido coletada com baixa frequência entre as décadas até a atualidade, não sendo possível suspeitar de declínio populacional. As subpopulações das espécies do gênero tendem a ocorrer de forma agregada, devido a dispersão autocórica. O habitat de ocorrência é protegido por lei, as áreas de preservação permanentes às margens de rios, no entanto há níveis de desmatamento significativos na Mata Atlântica da região. E as alterações no novo código florestal põe em risco a preservação do habitat.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20hieronymi","Mata Atlântica"],
    [4208,"RUTACEAE","Esenbeckia irwiniana","Kaastra","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva com distribuição restrita aos Campos Rupestres de Minas Gerais. A EOO é de 2.523 km² e AOO de 24 km². Está sujeita a duas situações de ameaça nas regiões de Diamantina e Grão-Mogol. Ambas as regiões sofreram no passado, com a atividade de mineração, que continua sendo uma ameaça potencial. Atualmente está sujeita à perda da qualidade do hábitat em decorrência de incêndios por manejo de pastagens e atividades agrícolas, como o cultivo de sorgo, milho e feijão.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20irwiniana","Cerrado"],
    [4209,"RUTACEAE","Esenbeckia leiocarpa","Engl.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbórea endêmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuição pelas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, em tipos florestais da Mata Atlântica sensu lato. Não foi possível avaliar nível de declínio populacional com base em informações sobre níveis de explotação por uso da madeira.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20leiocarpa","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4210,"RUTACEAE","Esenbeckia pilocarpoides","Kunth","LC","","","Tainan Messina","Especie de arvoreta, não endêmica do Brasil, ocorrendo no país em ampla distribuição pelas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Sem uso específico ou pressão de coleta.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20pilocarpoides","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4211,"RUTACEAE","Euxylophora paraensis","Huber","CR","A2bcd","","Tainan Messina","Espécie arbórea de grande porte da Floresta Amazônica, endêmica do Brasil, tem distribuição restrita aos Estados do Pará e Maranhão. A EOO é de 166.544 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça, tomando-se como base os municípios de ocorrência. É conhecida a partir de poucas coletas botânicas antigas, a primeira de 1907 e a última de 1982. A madeira, de alto valor comercial e com diversas aplicações, é intensamente explorada no Pará. Encontra-se ameaçada pelo rápido declínio populacional, em consequência da exploração da madeira e pelo desmatamento para assentamentos e atividades agrícolas. Ocorre naturalmente em baixas densidades em florestas preservadas. Além disso, em sua EOO, estão os municípios de maiores índices de desmatamentos ou de áreas desmatadas da Amazônia Legal. Estima-se que nas últimas três gerações (cerca de 20 anos cada geração) tenha havido uma redução populacional maior que 80%.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euxylophora%20paraensis","Amazônia"],
    [4212,"RUTACEAE","Galipea carinata","Pirani","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea baixa, restrita, tem EOO de 5 km² e está sujeita a uma única situação de ameaça, na Floresta de Restinga em Guarapari (ES). É conhecida por apenas quatro coletas, nos anos de 1988, 1993, 1999 e 2000, todas em matas próximas às rodovias estaduais (ES-477 e ES-060). Não há informações sobre ocorrência no Parque Estadual Paulo César Vinha, uma unidade de conservação (SNUC) com 15 km², próxima às áreas de coleta da espécie. Encontra-se ameaçada pela perda da qualidade do hábitat, em consequência dos impactos na faixa de servidão às margens das rodovias, como a especulação imobiliária, agropecuária e silvicultura.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galipea%20carinata","Mata Atlântica"],
    [4213,"RUTACEAE","Hortia brasiliana","Vand. ex DC.","NT","","","Tainan Messina","Espécie arbórea de grande porte da Mata Atlântica, não é endêmica do Brasil, mas é a única do gênero a ser encontrada na costa leste do Brasil. Espécie clímax exigente de luz, ocupa a floresta estacional e pluvial bem preservada ou de estágio sucessional avançado. A casca tem aplicações medicinais e sua madeira tem valor comercial e aplicações locais. Pode ser encontrada isolada em pastagens, para sombra ao gado e manejo de rebrota com estímulo de fogo, para produção de novos troncos. É relativamente frequente na bacia do Rio Doce e na Zona da Mata de Minas Gerais. Encontrada em unidades de conservação. Quase ameaçada pelo declínio de área de habitat, em consequência do desmatamento. É provável que esteja em declínio populacional, por isso sugere-se uma análise para ser avaliada segundo o critério E.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hortia%20brasiliana","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [4214,"RUTACEAE","Metrodorea maracasana","Kaastra","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea da Mata Atlântica, restrita às Florestas Estacionais, Pluviais e de Tabuleiro da Bahia e Espírito Santo. Ocorre em florestas primárias ou de estágio sucessional avançado preservadas. Sua EOO é de 60.556 km² e AOO de 64 km². Encontra-se ameaçada devido ao declínio de hábitat em decorrência dos altos níveis de desmatamento do bioma nos dois Estados. A proximidade e o agrupamento entre os pontos de coleta permitem reconhecer que a espécie esteja sujeita a até 10 situações de ameaça, resultando na classificação \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metrodorea%20maracasana","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [4215,"RUTACEAE","Nycticalanthus speciosus","Ducke","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbórea baixa, rara e restrita ao município de Manaus (AM). É conhecida por poucas coletas, esparsas ao longo do tempo. As coletas datam de 1930, 1935, 1955 e 1996. A EOO é de 278 km² e AOO de 8 km². Está sujeita a uma única situação de ameaça. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e da qualidade do hábitat, em consequência da expansão de zona urbana e rural em torno de Manaus.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nycticalanthus%20speciosus","Amazônia"],
    [4216,"RUTACEAE","Pilocarpus alatus","C.J.Joseph ex Skorupa","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva da Floresta Amazônica dos Estados do Maranhão e Pará. Tem EOO de 16.701,39 km² e AOO de 20 km². Provavelmente está extinta no Pará, onde foi coletada uma única vez em 1926. No Maranhão, Estado com 81% de desmatamento de Floresta Amazônica, está sujeita a duas situações de ameaça, Lago do Junco e Barra do Corda. Há informações de coleta que indicam que a espécie ocorre também em Montevidéu (MA). Considerou-se que a possível extinção no Estado do Pará seja um indicativo de diminuição de sua distribuição (EOO e AOO), do número de subpopulações da espécie e de situações de ameaça. Dessa forma, a espécie foi categorizada como \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20alatus","Amazônia"],
    [4217,"RUTACEAE","Pilocarpus giganteus","Engl.","NT","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea baixa da Mata Atlântica, ocorrendo no subosque das florestas pluviais, semidecíduas e restingas. Distribui-se da Bahia ao litoral norte de São Paulo e na Mata Atlântica de interior de Minas Gerais, pela Bacia do Rio Doce e na Zona da Mata. Extensão de ocorrência de 171.665 km². Quase ameaçada devido a histórica devastação da Mata Atlântica, entretanto os locais conhecidos  sua ocorrência são em sua maioria de grandes fragmentos florestais, ainda preservados do desmatamento.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20giganteus","Mata Atlântica"],
    [4218,"RUTACEAE","Pilocarpus jaborandi","Holmes","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie de jaborandi, arbustiva a arbórea baixa, é endêmica do Brasil e restrita aos Estados do Ceará e da Bahia, em florestas da Caatinga e Mata Atlântica. A EOO é de 102.337 km² e AOO de 28 km². Entre as três espécies de jaborandi do gênero Pilocarpus (P. trachylophus, P. microphyllus, P. jaborandi) é a mais rara e com menos coletas botânicas, por isso sofre menos com a pressão do extrativismo industrial, mas é mais suscetível às modificações do hábitat, devido à raridade. Está sujeita a até cinco situações de ameaça. As subpopulações, ameaçadas pela perda de AOO e da qualidade do hábitat, estão extremamente fragmentadas e disjuntas, por conta dos altos níveis de desmatamento.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20jaborandi","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [4219,"RUTACEAE","Pilocarpus microphyllus","Stapf ex Wardlew.","EN","A2bcd","","Tainan Messina","Espécie arbustiva, não endêmica do Brasil, ocorrendo no país nos Estados do Pará, Maranhão e Piauí, na Floresta Amazônica, em Floresta de Terra Firme Pluvial a Estacional. Tem propriedades medicinais por conter pilocarpina, e por isso tem uso intenso por parte de comunidades indígenas alcançando escala industrial para a produção de chás e cosméticos. A frequência de coleta está em declínio, inferindo-se uma redução populacional. Encontra-se ameaçada pela perda de AOO e qualidade do hábitat, em consequência do desmatamento para atividades agropecuárias, assentamentos e pelos níveis de uso e importância econômica. Estima-se que a redução populacional ocorrida nos últimos 10 anos tenha sido maior que 50%.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20microphyllus","Amazônia"],
    [4220,"RUTACEAE","Pilocarpus trachylophus","Holmes","EN","A3cde","","Tainan Messina","Espécie arbustiva das Florestas Deciduais da Caatinga, como a Caatinga Arbórea e a Mata Seca. Devido à pressão por extrativismo, ao declínio de área e da qualidade de hábitat e à competição por espécies invasoras, esta espécie está ameaçada de extinção. Estima-se redução populacional maior que 50% ao fim dos próximos 10 anos.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20trachylophus","Caatinga, Cerrado"],
    [4221,"RUTACEAE","Raulinoa echinata","R.S.Cowan","VU","D2","","Tainan Messina","Espécie arbustiva endêmica e de distribuição restrita às margens do Rio Itajaí-Açu, em Santa Catarina, nos municípios de Apiúna, Ibirama e Indaial. A EOO é de 372 km² e AOO de 32 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Sua AOO é seguramente menor, uma vez que ocorre em hábitat específico, às margens pedregosas do rio. A descoberta recente de princípio ativo útil no tratamento da doença de chagas fez surgir novos interesses para a conservação da espécie, que está potencialmente ameaçada pelo incessante processo de construção de pequenas centrais hidrelétricas. Existem em andamento estudos para a criação de Refúgio da Vida Silvestre em sua região de ocorrência.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raulinoa%20echinata","Mata Atlântica"],
    [4222,"RUTACEAE","Spiranthera odoratissima","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva não endêmica do Brasil e amplamente distribuída no Cerrado brasileiro. Sem pressão por uso específico.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spiranthera%20odoratissima","Amazônia, Cerrado, Caatinga"],
    [4223,"RUTACEAE","Zanthoxylum petiolare","A.St.-Hil. & Tul.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbórea não endêmica do Brasil, amplamente distribuída no Brasil, em diversas fitofisionomias florestais do cerrado, caatinga e mata atlântica. Sem pressão por uso específico, embora a madeira seja usada em escala local no fabrico de cabos de ferramentas.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zanthoxylum%20petiolare","Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica"],
    [4224,"SALICACEAE","Abatia angeliana","M.H.Alford","VU","A2c","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Abatia angeliana é endêmica do Brasil, com ocorrência confirmada nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, no sub-bosque de Florestas Ombrófilas Mistas. A espécie apresenta AOO menor que 500 km² (AOO=56 km²), em fitofisionomia extremamente fragmentada e descaracterizada pelo intenso e histórico processo de exploração de seus recursos. Estima-se que os remanescentes de Florestas Ombrófilas Mistas nos três Estados de ocorrência da espécie representem entre 1% e 2% do total originalmente ocupado por essa formação, depois de séculos de exploração irracional dos recursos e da conversão das florestas. Por ser uma planta esciófila, suspeita-se que suas subpopulações sofram declínio com a retirada da cobertura vegetal (especialmente árvores de dossel, como Araucaria angustifolia), já que essa atividade pode aumentar de maneira significativa a incidência de luz no interior do sub-bosque. Com base na perda de florestas nessas regiões, suspeita-se que a espécie tenha perdido cerca de 30% de sua população nos últimos 10 anos ou três gerações, em uma área onde as formações em que ocorre encontram-se muito fragmentadas e sofrem a incidência de ameaças que ocasionam um declínio contínuo na qualidade do diminuto hábitat. Mesmo sendo bem coletado, esse táxon foi considerado raro e ocorre somente nessa área extremamente pressionada por atividades antrópicas. Por isso, A. angeliana foi considerada \"Vulnerável (VU)\", demandando ações que garantam a manutenção da sua população.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abatia%20angeliana","Mata Atlântica"],
    [4225,"SALICACEAE","Azara uruguayensis","(Speg.) Sleumer","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Azara uruguayensis (Speg.) Sleumer não é endêmica do Brasil, ocorrendo também na Argentina e no Uruguai. Aqui, ocorre amplamente distribuida no interiror de Florestas Ombrófilas densas e abertas pouco perturbadas, associadas aos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos). Seus registros indicam sua ocorrência ao longos dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie ocorre em diversas Unidades de Conservação ao longo de sua extensa distribuição, de diferentes categorias e níveis de proteção. Porém, é dependente da qualidade do ambiente, e tem suas populações situadas em dois Domínios Fitoeográficos altamente impactados por diversas atividades antrópicas. Sendo assim, a espécie foi considerada Quase Ameaçada (NT). Estudos populacionais são necessários para uma avaliação de risco mais precisa.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Azara%20uruguayensis","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4226,"SALICACEAE","Banara brasiliensis","(Schott) Benth.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Banara brasiliensis (Schott) Benth. é endêmica do Brasil, e até pouco tempo era sua ocorrência era considerada restrita ao estado do Rio de Janeiro. Novas coleções foram realizadas nos estados do Espirito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Paraná, além da Ilha de Trindade (ES). A espécie, considerada Vulnerável (VU) em avaliação de risco da IUCN (O\\\\'Brien, 1998) quando ainda era considerada restrita ao Rio de Janeiro, teve diversas coleções que ampliaram significativamente sua distribuição dentro do Domínio Fitoegráfico Mata Atlântica. Encontrada em diversas fitofisionomias, como restingas, florestas ombrófilas e florestas estacionais, B. brasiliensis ocorre em diversas Unidades de Conservação, e por isso, foi considerada como Menos Preocupante (LC). Porém , estudos mais destalhados a respeito de sua real distribuição e do estado de suas populações é recomendado, afim de garantir uma avaliação de risco mais precisa.","2012-11-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banara%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [4227,"SALICACEAE","Casearia gossypiosperma","Briq.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Espécie de ampla distribuição na América do Sul, no Brasil, ocorre em diversas fitofisionomias, ao longo dos Domínio Fitogeográficos Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado, nos estados do Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. C. gossypiosperma foi registrada dentro dos limites de diversas Unidades de Conservação, e por esses fatores, foi considerada Menos Preocupante (LC). Entretanto, como sua madeira tem uso previsto e a espécie apresenta potencial medicinal, faz-se necessária a implementação de monitoramento as suas populações e a criação de legislação de regule a utilização dos recursos deste táxon.","2012-01-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20gossypiosperma","Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado"],
    [4228,"SALICACEAE","Casearia lasiophylla","Eichler","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Casearia lasiophylla Eichler ocorre em diversas fitofisionomias ao longo dos Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica e Cerrado. Mesmo sendo uma espécie não muito frequente em algumas tipologias em que foi registrada (por e.g. áreas de savana estépica), C. lasiophylla  possui ampla distribuição de ocorrência no Brasil, inclusive em Unidades de Conservação. Ao contrário de outras congêneres, não possui uso comercial/ medicinal descrito na literatura. Por esse motivos, foi considerada de Menor Preocupação (LC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20lasiophylla","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4229,"SALICACEAE","Casearia paranaensis","Sleumer","VU","A2c,B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Casearia paranaensis é uma árvore endêmica do Brasil, com registros no Estado Paraná e leste de São Paulo. Ocorre em diversas fitofisionomias ao longo do bioma Mata Atlântica, como Restingas, Florestas Ombrófilas Mistas e Densas, em altitudes de até 1.000 m. Muitas subpopulações conhecidas para o táxon se encontram protegidas por unidades de conservação (SNUC) de proteção integral (por exemplo, Parque Estadual da Serra do Mar e Estação Ecológica Juréia-Itatins). Mesmo com o atual panorama de fragmentação da Mata Atlântica nesses Estados, as subpopulações dessa espécie não parecem estar severamente fragmentadas, uma vez que são dispersas por aves, entretanto, apresenta EOO menor que 20.000 km² (EOO=17.072,86 km²), e está sujeita a duas situações de ameaça identificadas, além de um verificado declínio nas condições ambientais de sua AOO. Os municípios em que a espécie foi registrada sofreram perdas severas de sua cobertura, permitindo suspeitar-se uma redução populacional maior que 30%. Assim sendo, a espécie foi considerada \"Vulnerável (VU)\" nesse primeiro momento, entretanto, estudos sobre estrutura e genética das subpopulações remanescentes de C. paranaensis devem ser conduzidos para subsidiar avaliações de risco mais robustas no futuro.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20paranaensis","Mata Atlântica"],
    [4230,"SALICACEAE","Casearia pauciflora","Cambess.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Casearia pauciflora Cambess. é uma espécie muito característica, dificilmente confundida com outras congêneres. Endêmica do Brasil, há divergencias na literatura e nos testemunhos acessados quanto a sua real distribuição no território nacional. Dados recentes indicam sua presença em florestass úmidas e estacionais, em diferentes estágios de sucessão, nos estados do Maranhão, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Paraná, com apenas um registro de ocorrência para Brasília. Sua área core  de distribuição parece ser o estado do Rio de Janeiro, uma vez que a maior parte dos registros foi feito nesse estado. Parece ocorrer de forma mais ampla em outros estados brasileiros, porém não há testemunhos, isso parece refletir o baixo esforço de coleta em muitas dessas áreas. Suas populações se encontram protegidas por Unidades de Conservação de diferentes categorias. Portanto, suspeita-se que C. pauciflora seja uma espécie de Baixo Risco (LC) de extinção, entretanto, estudos sobre sua real distribuição e sobre a estrutura de suas populações devem sem conduzidos a fim de subsidiar avaliações de risco de extinção futuras.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20pauciflora","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [4231,"SALICACEAE","Salix humboldtiana","Willd.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Salix humboldtiana Willd. ocorre amplamente distribuida nos neotrópicos. No Brasil, foi registrada nos estados do Acre, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nos Domínios Fitogeográficos Amazônia, Mata Atlântica e Pampa (Campos Sulinos). Foi apontada como útil no estabelecimento de reflorestamentos mistos, alem de possuir potencial valor no mercado de plantas ornamentais. Sua madeira costuma ser utilizada em obras internas de casas, caixotaria em geral e construção de moradias rurais. Mesmo com esses usos associados, estes parecem não configurar uma ameaça a perpetuação da espécie na natureza, uma vez que não são predatórios e apenas local. Por isso, a espécie foi avaliada como Menor Preocupação (LC) quanto a seu risco de extinção. Entretanto, estudos populacionais e dados a respeito de formas de uso podem embasar uma avaliação de risco mais robusta, subsidiada por dados quantitativos, para Salix humboldtiana  Willd.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salix%20humboldtiana","Amazônia, Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4232,"SALICACEAE","Xylosma glaberrima","Sleumer","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Xylosma glaberrima Sleumer é endêmica do Brasil, ocorrendo em Florestas Ombrófilas em diferentes estágios de sucessão no Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, com registros confirmados até agora nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. A  espécie parece ser naturalmente rara, com distribuição descontínua e irregular. Ocorre em diferentes categorias de Unidades de Conservação ao longo de sua distribuição e não foram encontradas formas de uso de X. glaberrima. Contudo, a espécie apresenta AOO de 36 Km², além de uma possuir uma forte relação com o ambiente em que ocorre, florestas de até 950 m de altitude nos estados citados. Estas formações florestais sofrem pressões antrópicas variadas e severas, o que resulta em um declínio contínuo na qualidade do habitat de X. glaberrima, por esses motivos, a espécie foi considerada Quase Ameaçada (NT), demandando esforços de pesquisa para embasar de maneira mais precisa sua avaliação de risco de extinção.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylosma%20glaberrima","Mata Atlântica"],
    [4233,"SANTALACEAE","Acanthosyris paulo-alvinii","G.M. Barroso","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie é endêmica do Estado da Bahia e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. As principais são a transformação do hábitat para sistemas de cabruca e o declínio da qualidade do hábitat da espécie. Caso não sejam controladas, por apresentar frequência baixa, A. paulo-alvinii poderá ser elevada a uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthosyris%20paulo-alvinii","Cerrado"],
    [4234,"SANTALACEAE","Eubrachion ambiguum","(Hook. & Arn.) Engl.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuição ampla e ocorre em Unidade de Conservação.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eubrachion%20ambiguum","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4235,"SANTALACEAE","Thesium aphyllum","Mart. ex A. DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuição ampla e ocorre em Unidade de Conservação.","2012-12-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thesium%20aphyllum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4236,"SAPINDACEAE","Allophylus puberulus","(Cambess.) Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. puberulus ocorre em praticamente toda a extensão do bioma Mata Atlântica, bem como ao Oeste do biomas Cerrado e Amazônia. A espécie abrange diferentes fitofisionomias (florestas úmidas e restinga) e ocorre em áreas de proteção integral. Possui Extensão de Ocorrência superior a 20.000 km².","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allophylus%20puberulus","Mata Atlântica"],
    [4237,"SAPINDACEAE","Allophylus semidentatus","(Miq.) Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. semidentatus é uma arbórea de distribuição ampla, ocorrendo nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, bem como em outros países. Os estudos indicam que a espécie não possui densidade superior a 3 indivíduos por hectare, mostrando ser relativamente rara e, portanto, supõem-se que a espécie ocorra em outras localidades ainda não amostradas dentro da extensão de ocorrência. Possui coletas botânicas em áreas de proteção integral. Assim, a espécie esta categorizada em Least Concern.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allophylus%20semidentatus","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4238,"SAPINDACEAE","Cardiospermum corindum","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. corindum é um arbusto cosmopolita. No Brasil ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, tanto em florestas úmidas como em savanas. As coletas botânicas revelam a ocorrência em áreas de proteção integral.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cardiospermum%20corindum","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [4239,"SAPINDACEAE","Cupania concolor","Radlk.","VU","B1ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cupania concolor é uma espécie arbórea de pequena distribuição geográfica. Ocorre desde a costa atlântica do Sudeste brasileiro até o sudeste de Minas Gerais. A estimativa de EOO foi de cerca de 15.000 km², colocando a espécie na categoria \"Vulnerável\" (VU). Sua EOO está em uma área bem conhecida pela comunidade científica e apresenta um grau elevado de ameaça devido ao longo histórico de perda de hábitat, tanto pela ocupação humana como pela mudança do uso do solo para atividades agrícolas e pastagem, ficando a espécie sujeita a menos de 10 situações de ameaça. Embora parte das coletas botânicas seja proveniente de áreas protegidas, as ameaças incidentes afetam as áreas no entorno, reduzindo a EOO, a AOO e a qualidade do hábitat. A ocupação humana com retirada da cobertura vegetal ainda ocorre nas áreas litorâneas, reduzindo o número de subpopulações de C. concolor.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cupania%20concolor","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4240,"SAPINDACEAE","Cupania furfuracea","Radlk.","VU","B2ab(i,ii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cupania furfuracea é uma espécie arbórea que ocorre em Florestas Arbustivas Úmidas e Secas do Sudeste brasileiro. Os registros botânicos são relativamente recentes, em locais bem conhecidos pela comunidade científica e, em sua maioria, em áreas protegidas. A dependência de uma fauna especializada em transportar grandes sementes e o uso da sua madeira para a produção de lenha são fatores que, somados à perda de hábitat, ameaçam a sobrevivência da espécie. Foram identificados como principais fatores de perda de hábitat, o crescimento urbano, com instalações de empreendimentos e especulação imobiliária e o fogo, que reduzem a AOO e a EOO da espécie. As subpopulações conhecidas permitem estimar uma AOO de 76 km² e estão sujeitas a menos de 10 situações de ameaça, colocando a espécie na categoria \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cupania%20furfuracea","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4241,"SAPINDACEAE","Dilodendron bipinnatum","Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. bipinnatum é uma arbórea com representatividade pelo Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. A espécie é dispersa por aves, um fator que permite as sementes germinarem em áreas distantes da planta-mãe, diminuindo o risco de extinção de D. bipinnatum.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dilodendron%20bipinnatum","Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4242,"SAPINDACEAE","Magonia pubescens","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. pubescens é uma arbórea com distribuição ampla, ocorre no Cerrado brasileiro e arredores, bem como em outros países sul-americanos. As subpopulações foram encontradas com densidades variadas, alcançando até 120 indivíduos por hectare.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magonia%20pubescens","Amazônia, Cerrado"],
    [4243,"SAPINDACEAE","Melicoccus espiritosantensis","Acev.-Rodr.","EN","B1ab(i,ii,iv)+2ab(i,ii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Melicoccus espiritosantensis é uma espécie arbórea conhecida somente em dois locais que hoje são áreas protegidas, um na Bahia e outro no Espírito Santo. A estimativa de EOO é inferior a 5.000 km² e a de AOO, inferior a 500 km², categorizando a espécie como \"Em perigo\" (EN). Ambos os locais estão ameaçados pela perda de hábitat, estimada em 41,8% em Prado (BA) e 78,9% em Linhares (ES) em relação à Mata Atlântica original, estando, assim, a espécie sujeita a duas situações de ameaça. As áreas citadas apresentam um histórico de ocupação humana crescente até os dias de hoje, o que seguramente diminui a EOO e AOO da espécie, reduzindo dessa forma o número de subpopulações.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melicoccus%20espiritosantensis","Mata Atlântica"],
    [4244,"SAPINDACEAE","Paullinia racemosa","Wawra","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. racemosa ocorre ao longo da costa brasileira em diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica, desde a restinga até as matas úmidas sub-montanas. Parte dos registros botânicos são provenientes de áreas sob proteção integral. A espécie possui Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km², de forma que a espécie não está em risco de extinção.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20racemosa","Mata Atlântica"],
    [4245,"SAPINDACEAE","Paullinia riodocensis","Somner","VU","B2ab(i,ii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Paullinia riodocensis é uma liana que já foi considerada endêmica do norte do Espírito Santo e sul da Bahia, no entanto, hoje se sabe que ocorre do Paraná até Alagoas. A AOO foi estimada em 64 km². Sabendo que a espécie ocorre em Floresta de Restinga ao longo da costa atlântica, uma fitofisionomia que historicamente foi degradada pela ocupação humana, pela agricultura extensiva durante os ciclos econômicos do café e cacau e pela especulação imobiliária, é possível identificar menos de 10 situações de ameaças, colocando-a na categoria \"Vulnerável\" (VU). Devido à Restinga ser um hábitat bastante frágil, as ameaças incidentes comprometem profundamente a qualidade do hábitat da espécie. Os loteamentos para a construção de imóveis e o estabelecimento de indústrias, notadamente nas áreas não protegidas, são ameaças que reduzem a AOO e a EOO.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20riodocensis","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4246,"SAPINDACEAE","Paullinia uloptera","Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. uloptera é uma liana com ocorrência na Mata Atlântica. Não foi encontrada especificidade de habitat para a espécie e a Extensão de Ocorrência estimada foi bastante superior a 20.000 km².","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20uloptera","Mata Atlântica"],
    [4247,"SAPINDACEAE","Serjania cuspidata","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. cuspidata é uma liana da Mata Atlântica, ocorre em região sob influência marinha como a encosta da Serra do Mar e o litoral Sul da Bahia, mas também foi encontrada nas formações montanhosas de Minas Gerais. Embora tenha potencial econômico ornamental e uso na medicina popular, a espécie é encontrada em áreas protegidas integralmente e teve Extensão de Ocorrência estimada bastante superior a 20.000 km², não sendo categorizada sob risco de extinção.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20cuspidata","Mata Atlântica"],
    [4248,"SAPINDACEAE","Serjania deflexa","Gardner","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. deflexa é uma liana da Mata Atlântica, ocorre desde a encosta do sudeste brasileiro até a região central e sul de Minas Gerais. A espécie não apresenta especificidade de habitat, porém os registros botânicos demonstram que a espécie ocorre em formações montanhosas, locais comumente mais preservados por terem acesso difícil para atividades humanas impactantes. A Extensão de Ocorrência estimada foi superior a 20.000 km².","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20deflexa","Mata Atlântica"],
    [4249,"SAPINDACEAE","Serjania divaricocca","Somner & Acev.-Rodr.","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Serjania divaricocca é uma liana conhecida apenas em uma área de proteção integral de 440 ha, a Estação Biológica de Santa Lúcia (EBSL). O fato do local de ocorrência ser um remanescente pequeno e não ter conectividade com outras áreas protegidas prejudica a manutenção da população, mesmo sem ameaça incidente direta. Além disso, a região sofre variadas frentes de ameaça, com destaque às queimadas que frequentemente invadem a EBSL. Foi estimada AOO inferior a 10 km², categorizando a espécie em \"Criticamente em perigo\" (CR). O único registro sujeita S. divaricocca a apenas uma situação de ameaça que, pelo já exposto, é provocada pela redução da qualidade do hábitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20divaricocca","Mata Atlântica"],
    [4250,"SAPINDACEAE","Serjania hatschbachii","Ferrucci","CR","A2c,B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Serjania hatschbachii é uma liana que ocorre em Floresta Submontana arenítica no Alto Vale do Ribeira (PR e SP). A espécie foi encontrada em três locais próximos uns dos outros, os quais permitem estimar uma EOO de 11 km² e colocar a espécie na categoria \"Criticamente em perigo (CR)\". O fato de a região apresentar solo com alta declividade talvez seja o único fator favorável à preservação do hábitat, visto que a agricultura de subsistência, a retirada da cobertura vegetal para produção de lenha e a invasão de espécies exóticas são as principais ameaças incidentes. Assim, a espécie está sujeita a uma situação de ameaça, devido ao declínio da EOO, AOO e à qualidade do hábitat. E, além de ter população pequena, seu hábitat de ocorrência poderá ser reduzido drasticamente. No Alto Vale do Ribeira existe um projeto movido pela Companhia Brasileira de Alumínio, uma empresa do grupo Votorantim, para a construção de quatro hidroelétricas que alagarão aproximadamente 11.000 km², sendo uma delas 10 km² a montante do município de Ribeira, e mais três a jusante ao longo do Rio Ribeira de Iguape. Considerando que S. hatschbachii é uma liana semilenhosa, é possível inferir que a redução do hábitat por alagamento das espécies hospedeiras afete sua população. Também é possível inferir que o tempo de geração da espécie seja superior a cinco anos e assim projetar que, caso as usinas sejam construídas, mais de 80% da população poderá ser eliminado em um período máximo de três gerações.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [4251,"SAPINDACEAE","Serjania platycarpa","Benth.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. platycarpa é uma liana que ocorre em ambiente mésico, tais como os encontrados em matas e florestas decíduas do cerrado brasileiro. A espécie não é endêmica do Brasil. Foi estimada Extensão de Ocorrência ca. 55.000 km², sendo categorizada fora de risco de extinção.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20platycarpa","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4252,"SAPINDACEAE","Talisia angustifolia","Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. augustifoia é um arbusto não endêmico do Brasil. Ocorre em fitofisionomias variadas do Cerrado brasileiro, tais como o campo limpo, campo gramíneo e savana. Todos são habitats abertos e característicos por terem solo arenoso. A distribuição é relativamente ampla dentro das especificidades citadas, de forma que a espécie não está em risco de extinção.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Talisia%20angustifolia","Amazônia, Cerrado"],
    [4253,"SAPINDACEAE","Talisia subalbens","(Mart.) Radlk.","VU","B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Talisia subalbens é um arbusto endêmico da Chapada dos Guimarães e áreas adjacentes (MT), ocorrendo em fitofisionomia caracterizada pelo solo areno-pedregoso. A espécie é colocada em risco por diversas frentes de ameaça, porém, o fogo, comumente iniciado pela limpeza de terras destinadas à atividade agrícola ou para eliminar lixo urbano, parece ser o fator predominante, colocando em risco até mesmo as subpopulações nos limites do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. A espécie está sujeita a menos de 10 situações de ameaças, que, pelos motivos expostos, reduzem a AOO, EOO e a qualidade do hábitat, categorizando-a como \"Vulnerável\" (VU).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Talisia%20subalbens","Cerrado"],
    [4254,"SAPINDACEAE","Urvillea glabra","Cambess.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Urvillea glabra é uma liana que ocorre em vegetação sobre solo arenoso, como as Restingas e Florestas Arbustivas da Costa Atlântica brasileira. Embora ocorra em hábitats restritos da Mata Atlântica, a espécie apresenta distribuição ampla no bioma. Historicamente essas áreas foram agredidas pelo crescimento urbano e pela posterior especulação imobiliária, a exemplo dos municípios em que se localizam as subpopulações do Estado Rio de Janeiro, os quais compõem uma situação de ameaça. Outras subpopulações encontram-se isoladas e com perda de hábitat bastante elevada em relação à cobertura vegetal original da Mata Atlântica: 87,3% em Cabo de Santo Agostinho (PE), 76,9% em Guarapari e 94,5% em Vila Velha (ES). A subpopulação de Ubatuba (SP) é a mais preservada (16%) e pouco ameaçada em função da alta declividade do terreno da Serra do Mar. Diante do exposto, a espécie está sujeita a cinco situações de ameaça que podem elevar sua categoria a um maior risco futuramente.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urvillea%20glabra","Mata Atlântica"],
    [4255,"SAPOTACEAE","Chromolucuma rubriflora","Ducke","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição e com ocorrência também na Venezuela. Não apresenta uso nem ameaças descritas para a espécie, portanto a espécie foi considerada LC.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolucuma%20rubriflora","Amazônia"],
    [4256,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum acreanum","A.C.Sm.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações disponíveis suficientes para a categorização de risco de extinção da espécie.","2011-03-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20acreanum","AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4257,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum arenarium","Allemão","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição (346.694Km2) e apesar da falta de dados sobre as subpopulações, suspeita-se que a espécie, por não apresentar dados de ameaça ou de uso indicados pelo especialista, não esteja em risco de se extinguir.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20arenarium","Cerrado e Caatinga (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4258,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum bombycinum","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie apresenta dados de distribuição, porém não possui dados populacionais, de uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim a avaliação do real risco de extinção da espécie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20bombycinum","AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4259,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum durifructum","(W.A.Rodrigues) T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie já foi listada anteriormente como CR na lista da IUCN, no entanto a espécie apresenta EOO > 100 Km2. Além disso, a espécie não possui dados de ameaça, populacionais ou de uso. Portanto a espécie foi categoriazada como DD.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20durifructum","Amazônia"],
    [4260,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum flexuosum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla ocorrência e com dados populacionais apontando abundância nas áreas pesquisadas. Portanto a espécie foi categorizada como LC.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20flexuosum","Mata AtlÃ¢ntica (Forzza et al. 2010)."],
    [4261,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum imperiale","(Linden ex K.Koch & Fintelm.) Benth. & Hook.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica do Brasil e ocorre na Mata Atlântica. Tem ampla distribuição, mas ocupa uma AOO de apenas 36 km². Chrysophyllum imperiale cresce em fragmentos de Floresta Pluvial, Floresta Semidecídua e Florestas Nebulares em um tipo de habitat bastante específico. A perda e a degradação do habitat são citados como ameaças em estudos, que também avaliaram a espécie como esparsa, tendo sido encontrado somente um indivíduo em 1000 m² de parcelas. Foi considerado que a espécie esteja sujeita a duas situações de ameaça de acordo com a presença ou ausência em unidades de conservação. Assim, a espécie foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20imperiale","Mata Atlântica"],
    [4262,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum inornatum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem ampla distribuição e estudos conduzidos comprovaram não se tratar de uma espécie rara. A espécie é utilizada para a construção de \"cerco-fixos\" (armadilha de pesca) na costa sul do estado de São Paulo (Hanazaki, 2009), no entanto, essa atividade não ameaça significantemente a estabilidade da espécie na natureza. Portanto, a espécie foi categorizada como LC.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20inornatum","Mata Atlântica (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4263,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum januariense","Eichler","VU","C2a(i),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculado em 99.189 Km², ocorrendo principalmente em Restingas e áreas não inundáveis. Foi considerada extinta em 1998, uma vez que não foi encontrada em área anteriormente coletada. Estudos conduzidos localizaram indivíduos da espécie, porém, em todos os casos pode-se notar que não é abundante.Além disso, seu habitat de ocorrência vem sendo severamente degradado pela expansão imobiliária. Portanto, suspeita-se que a espécie tenha uma população total inferior a 10.000 indivíduos e que o número de indivíduos maduros de cada subpopulação não passe de 1.000 indivíduos, uma vez que a maior subpopulação tinha 12 indivíduos. Foram consideradas as principais ameaças, e ainda ocorrentes, a perda e degradação da qualidade do habitat, sendo possível estimar menos de cinco situações de ameaça para a espécie.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20januariense",""],
    [4264,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum ovale","Rusby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta informações suficientes para a categorização de risco de extinção.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20ovale","AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4265,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum paranaense","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuição da espécie é duvidosa pois na Lista da Flora do Brasil está indicada como endêmica do Paraná e nos dados de distribuição do CNCFlora o mesmo especialista indica ocorrência em SC. Além disso, a indicação de literatura de outros especialistas indicam possível distribuição em SP. Portanto se faz necessária a coleta de dados mais significativos para a avaliação de risco, principalmente pelo fato de a espécie não ter uso indicado pelo especialista e ter tido como ameaça citada a perda de habitat, que foi considerado duvidoso. Além disso não há dados de população ou dados ecológicos apontando a relação entre a espécie e o habitat.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20paranaense","Mata AtlÃ¢ntica (Forzza et al. 2010)"],
    [4266,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum splendens","Spreng.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem ampla distribuição, com o EOO calculado em 802.788,980km². Estudos populacionais mostram que as subpopulações ao norte do nordeste do país, em alguns casos, apresentaram apenas 1 indivíduo por área amostral (que variou de acordo com o estudo). No entanto, Carneiro também aponta que ao sul do Nordeste a espécie ocorre em uma UC e está bem preservada, tendo sido contados 15 indivíduos a cada 10m² amostrados. Portanto, suspeita-se que nacionalmente a espécie não esteja ameaçada. Mas, considerando a perda da qualidade do habitat relativa a expansão urbana como principal ameaça, poderão ser consideradas duas localidades, uma com espécies em UCs e outra com espécies sem proteção, quase categorizando a espécie em VU D2. Além disso a espécie ocupa uma área de 100km² e ameaças incidentes pode levá-la a uma situação de ameaça.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20splendens","Mata AtlÃ¢ntica (Forzza et al. 2010)"],
    [4267,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum subspinosum","Monach.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para a categorização do risco de extinção da espécie.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20subspinosum","Mata AtlÃ¢ntica (Flora do Brasil e por Thomas et al. 2009)"],
    [4268,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum superbum","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta dados suficientes para a categorização do risco de extinção, e é apenas conhecida pelo tipo.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20superbum","AmazÃ´nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4269,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum viride","Mart. & Eichler","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de sua ampla distribuição, C. viride é uma árvore de elevado valor econômico muito extraída no século passado (anos 60), principalmente  em Santa Catarina (Sgrott, 2003). A planta é utilizada na indústria madeireira na produção de compensados de sarrafos. São necessários estudos populacionais para assegurar estimativas mais realistas. Entretanto, ameaças incidentes podem facilmente levar a espécie a uma situação de risco.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20viride","Floresta OmbrÃ³fila Densa"],
    [4270,"SAPOTACEAE","Ecclinusa bullata","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados populacionais, de uso ou ameaça. Portanto se faz necessário odirecionamento de pesquisa científica para coleta de dados, possibilitandoassim a avaliação do real risco de extinção da espécie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ecclinusa%20bullata","Amazônia (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4271,"SAPOTACEAE","Ecclinusa lancifolia","(Mart. & Eichler) Eyma","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o calculo do real risco de extinção da espécie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ecclinusa%20lancifolia","Amazônia"],
    [4272,"SAPOTACEAE","Manilkara bella","Monach.","EN","A2cd,B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","É endêmica da Mata Atlântica dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tem distribuição restrita (EOO=535,59 km²) e ocupa uma AOO de apenas 8 km². Estudos apontam redução populacional em unidade de conservação e, depois de 20 anos de corte, a espécie ainda não foi reencontrada no local. É amplamente utilizada pela indústria madeireira e seu habitat original da espécie tem sido severamente fragmentado: somando-se os dois estados, sofreu uma redução de aproximadamente 70%. Portanto, estima-se perda populacional igual ou maior que 50%. Cada uma das três localidades de coleta foi considerada uma situação de ameaça distinta.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20bella","Mata Atlântica"],
    [4273,"SAPOTACEAE","Manilkara cavalcantei","Pires & W.A.Rodrigues ex T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Manilkara cavalcantei é utilizada como recurso madeireiro. Dados do Ibama (2007) registram a exploração da espécie para produtos madeireiros em 838,068 m3 no estado do Amazonas. O risco de extinção da espécie tem aumentado pela falta de acurácia na identificação de espécies com mesmo nome vernacular e que são utilizadas em planos de manejo de indústrias madeireiras, a falta do conhecimento científico leva a uma maior probabilidade de eliminação de espécies menos abundantes como M. cavalcantei (Bieber et al., 2004, Lacerda & Nimmo, 2010). Apesar das informações de uso e de distribuição, a espécie não possui informações suficientes para a avaliação do risco de extinção uma vez que é amplamente distribuída e que parece haver casos de identificação errada para alguns indivíduos. Por isso, faz-se necessário o direcionamento imediato de pesquisas científicas e um maior esforço de coleta para a espécie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20cavalcantei","Amazônia, Mata Atlântica (Carneiro e Almeida, 2010)."],
    [4274,"SAPOTACEAE","Manilkara dardanoi","Ducke","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica restrita dos Estados de Pernambuco e Mato Grosso. Tem distribuição restrita (EOO=15.161,85 km²). A intensa degradação do habitat é tida como principal ameaça, e cada localidade foi considerada uma situação de ameaça distinta. Foi avaliada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20dardanoi","Mata Atlântica"],
    [4275,"SAPOTACEAE","Manilkara decrescens","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculado em 13.304,26 km² e é endêmica do Estado da Bahia, em áreas severamente fragmentadas. Ocorre em áreas de Restinga e sofre com a perda de habitat devido à expansão imobiliária. Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça para a espécie, além de constatados declínio e degradação da qualidade do habitat.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20decrescens","Mata Atlântica"],
    [4276,"SAPOTACEAE","Manilkara elata","(Allemão ex Miq.) Monach.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição disjunta, ocorrendo nos biomas atlântico e amazônico. A espécie tem a sua madeira extraída e utilizada para produção de instrumentos de corda. Apesar disso, não há informações populacionais suficientes e e é uma espécie de ampla distribuição. Portanto, faz-se necessário o direcionamento de pesquisa científica sobre as subpopulações e escala de exploração da espécie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20elata","Mata Atlântica"],
    [4277,"SAPOTACEAE","Manilkara excelsa","(Ducke) Standl.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a categorização da espécie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20excelsa","Amazônia"],
    [4278,"SAPOTACEAE","Manilkara huberi","(Ducke) A.Chev.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição e abundante. No entanto a espécie tem sido amplamente usada pela industria madereira para construção civil e naval. Portanto, faz-se necessário a elaboração de planos de ação e monitoramento contínuo uma vez que a ameaça existe e foi identificada e pode reduzir a população da espécie consideravelmente.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20huberi","Amazônia"],
    [4279,"SAPOTACEAE","Manilkara longifolia","(A.DC.) Dubard","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é de ampla distribuição. No entanto a espécie é amplamente explorada pela industria madereira o que pode ser um problema para a estabilidade da espécie no futuro. A retirada de indivíduos das sub-populações da espécie podem resultar em redução populacional e colocar a espécie em situação de ameaça.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20longifolia","Mata Atlântica"],
    [4280,"SAPOTACEAE","Manilkara maxima","T.D.Penn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO menor que 5.000 Km² e AOO menor que 500 km². É distribuída em uma região severamente fragmentada e com declínio constante na qualidade do habitat devido à intensa expansão imobiliária em áreas de Restinga e pela presença de áreas de cabruca em sua EOO. Além disso, estudos recentes apontam que a espécie não é abundante nas áreas amostradas. Portanto, a espécie está em eminente risco de extinção tendo sido categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20maxima","Mata Atlântica"],
    [4281,"SAPOTACEAE","Manilkara multifida","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO calculado em 10.012 km2, é endêmica do Estado da  Bahia, e ocorre predominantemente em áreas de Restinga. Apesar de não ter ameaças ou uso apontados, é endêmica da Mata Atlântica, bioma severamente fragmentado e com declínio na extensão e na qualidade do habitat. De acordo com relatórios da SOS mata Atlântica, o Estado da Bahia tem menos de 10% de sua cobertura original, corroborando a fragilidade da espécie. A população da espécie foi considerada severamente fragmentada por não ser possível haver fluxo gênico entre as subpopulações que estão cercadas de ambientes antropizados, impossibilitando a dispersão de sementes. Foram identificadas menos de 10 situações de ameaça.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20multifida","Mata Atlântica"],
    [4282,"SAPOTACEAE","Manilkara paraensis","(Huber) Standl.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é de ampla distribuição e ocorre em diversas Unidades de Conservação. Além disso estudos populacionais identificarm até 76 indivíduos em uma única área amostrada. No entanto a espécie pode estar sofrendo fragmentação severa, impossibilitando o fluxo gênico e pondo risco a variabilidade genética da espécie. A espécie possui valor econômico e deve ser monitorada e fiscalizada pois a sobreexplotação da espécie poderá configurar um quadro de ameaça a espécie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20paraensis","Floresta de Terra-firme"],
    [4283,"SAPOTACEAE","Manilkara rufula","(Miq.) H.J.Lam","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é de ampla distribuição, com estudos populacionais que identificaram até 119 indivíduos em área amostrada. Além disso, a espécie ocorre em diversas áreas de proteção. O especialista não invalidou a ocorrência para o estado do RJ, o que poderia configurar uma distribuição ainda maior da espécie, ou uma disjunção. Mesmo assim, a espécie não está em risco de extinção.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20rufula","Caatinga, Cerrado (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4284,"SAPOTACEAE","Manilkara subsericea","(Mart.) Dubard","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Se desenvolve em áreas de restinga e de floresta ombrófila, tem ampla distribuição e é abundante. Sua principal ameaça está relacionada ao habitat, no entanto a espécie ocorre dentro de diversas UCs.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20subsericea","Mata Atlântica"],
    [4285,"SAPOTACEAE","Micropholis casiquiarensis","Aubrév.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Micropholis casiquiarensis Aubrév. possui registros de ocorrência para Venezuela, Colômbia e Peru, onde ocorre em matas de terra firme. No Brasil sua distribuição está restrita a região da Amazônia central, com base em registros de coleta entre Presidente Figueiredo, e o alto Rio Tocantins (AM). Apesar de ser uma espécie de interesse madeireiro na região, sua ocorrência em Unidades de Conservação (SNUC) e a existência de extensas áreas de habitat disponível entre as localidades de ocorrência configuram um cenário de baixo risco de extinção para a espécie. Por esta razão a espécie Micropholis casiquiarensis Aubrév. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20casiquiarensis","Amazônia"],
    [4286,"SAPOTACEAE","Micropholis caudata","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Micropholis caudata T.D.Penn. é conhecida a partir de registros de coleta realizados na Amazônia Brasileira. M. caudata é arbórea e ocorre em planícies de terra não-inundáveis. Entretanto, não existem dados disponíveis sobre o tamanho, a estrutura ou tendências populacionais, dados sobre ameaças incidentes ou mesmo sobre ações de conservação empreendidas para promover a conservação da espécie. Apesar de ter sido classificada como Critically Endangered (CR) por avaliação de risco anterior (IUCN, 1998), M. caudata T.D. Penn. foi considerada como Data Deficient (DD) até que novas informações sobre a espécie sejam obtidas e possam subsidiar uma avaliação de risco consistente.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20caudata","Amazônia"],
    [4287,"SAPOTACEAE","Micropholis cayennensis","T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Micropholis cayennensis T.D. Penn. possui registros de ocorrência no Brasil e na Guiana Francesa. No Brasil sua ocorrência está restrita a Amazônia, nos estados do Amazonas e do Amapá. Não existem dados populacionais disponíveis sobre a espécie, nem dados sobre ameaças incidentes. Entretanto, existem extensas áreas de habitat disponíveis ao longo da extensão de ocorrência da espécie, desde o Amazonas, no Brasil, até a Guiana Francesa, além de diversas Unidades de Conservação (SNUC) e Terras Indígenas. Considerando que os últimos registros de ocorrência foram realizados há aproximadamente 50 anos atrás, e que não foram realizadas mudanças significativas da paisagem na região, acreditamos que M. cayennensis T.D.Penn esteja sujeita a um baixo risco de extinção. Assim, a espécie foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20cayennensis","Amazônia"],
    [4288,"SAPOTACEAE","Micropholis compta","Pierre in Urb.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Micropholis compta Pierre in Urb. ocorre no nordeste do Brasil, nos estados de Pernambuco, Sergipe e Bahia e no sudeste, nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, amplamente distribuída (EOO=590.766,771km²). M. compta ocorre em florestas ombrófilas dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. A Mata Atlântica sofreu significativa perda da cobertura florestal no último século, e hoje restam menos de 20% de sua cobertura vegetal original. De acordo com dados de perda da vegetação (SOS Mata Atlântica) para os municípios de ocorrência de M. compta, estima-se que a espécie tenha sofrido uma redução de habitat de 30% nos últimos 30 anos, equivalente a cerca de três gerações da espécie. Considerei que uma árvore demore em média 10 anos para ter a capacidade de se reproduzir. Além disso, a espécie foi coletada em 2005 em um município localizado no centro produtivo da sojicultura brasileira. O oeste da Bahia vem sofrendo intensa transformação ambiental devido ao avanço da agricultura desde a segunda metade do século XX. O município de Barreiras é considerado um modelo de produção agrária, tendo uma expansão da área agricultável, entre 1990 e 2006, de 296%, demonstrando grande expansão desta atividade no município, tendo a soja um papel relevante nesse processo. O resultado dessa ocupação territorial foi a supressão e fragmentação das áreas ocupadas por cerrados, matas e capoeiras (Costa et al., 2009). Se novas ocorrências forem confirmadas para a região, a expansão das fronteiras agrícolas da soja podem representar uma ameaça potencial plausível. Os remanescentes de vegetação nativa desta região do Brasil estão fragmentados e separados por grandes empreendimentos agrícolas o que restringe a área de ocupação da espécie. Além disso, estudos sugerem que a espécie apresenta baixa densidade relativa nos remanescentes onde foi encontrada. Por estas razões, M. compta Pierre in Urb. foi considerada como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20compta","Mata Atlântica"],
    [4289,"SAPOTACEAE","Micropholis crassipedicellata","(Mart. & Eichler) Pierre","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Micropholis crassipedicelata (Mart. & Eichler) Pierre está amplamente distribuída nas matas de planícies inundadas da Mata Atlântica, além de um registro de ocorrência para o estado de Goías, situado no domínio fitogeográfico do Cerrado. Seu limite norte de distribuição é o estado da Bahia. E ao sul, sua distribuição se estende até o estado de São Paulo. Aespécie se encontra em áreas que já foram bastante degradas como norte fluminense (RJ), no passado explorado como áreade lavoura e pastagem. Entretanto, as fronteiras agrícolas na região parecem estar estabilizadas. As manchas de floresta remanescentes se encontram hoje fragmentadas e isoladas por uma série de atividades agropecuárias que se desenvolvem naregião desde a colonização, principalmente pelo plantio de cana-de-açúcar epastagem (Moreno, et al., 2003). De acordo com dados ecológicos a espécie faz parte do grupo sucessional das Secundárias Tardias (Aguiar, 2003) ou Clímax (Rolim et al. 1999). Espécies apontadas por Oliveira Filho & Fontes (2000) como indicadoras para as diversas fisionomias no domínio da Floresta Atlântica do Sudeste brasileiro. A espécie está presente em diversas unidades de conservação (SNUC) da região, e foi considerada sob baixo risco de extinção. Deste modo, classificamos M. crassipedicellata como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20crassipedicellata","Floresta AtlÃ¢ntica"],
    [4290,"SAPOTACEAE","Micropholis cylindrocarpa","(Poepp.) Pierre","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Micropholis cylindrocarpa (Poepp.) Pierre ocorre da Amazônia brasileira até a Amazônia peruana. No Brasil, a espécie ocorre na Amazônia central, nos estados do Amazonas e do Acre. M. cylindrocarpa ocupa normalmente o sub-bosque de florestas de terra-firme (Peninton, 2006), porém pode ser encontrada em floresta de igapó (Scudeller & Souza, 2009). Existem extensas áreas de habitat disponível para a espécie na região. Além de diversas unidades de conservação (SNUC), Terras Indígenas, Áreas de Fronteiras e outras regiões de difícil acesso. Assim, M. cylindrocarpa foi considerada sob baixo risco de extinção  e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20cylindrocarpa","Amazônia"],
    [4291,"SAPOTACEAE","Micropholis emarginata","T.D.Penn.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis emarginata é uma espécie endêmica, encontrada nos municípios de Lençóis e Mucugê, BA. Ocupa afloramentos graníticos e Vegetações Campestres da região da Chapada Diamantina e tem uma AOO de apenas 52 km². Além disso, está sujeita a três situações distintas de ameaça e a perda contínua de qualidade do habitat. Três registros de ocorrência foram feitos nos limites do Parque Nacional da Chapada Diamantina, onde a incidência de ameaças diretas é menor. Um registro foi feito fora dos limites, a nordeste da unidade, nas proximidades de uma Área de Proteção Ambiental em que a coleta de plantas não tem tanta fiscalização. Outro registro foi feito a sudoeste da unidade, em meio a uma zona agrícola de atividade intensa, com grandes efeitos sobre a vegetação nativa. M. emarginata está ameaçada pelo corte excessivo. Outras informações sugerem que o avanço agrícola, garimpo, queimadas, pastagens, retiradas de madeira e plantas ornamentais, além do turismo desordenado, representam ameaças para espécies endêmicas da região. Apesar de presente em unidades de conservação, M. emarginata  foi considerada sob risco de extinção e classificada na categoria \"Em perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20emarginata","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [4292,"SAPOTACEAE","Micropholis gnaphaloclados","(Mart.) Pierre","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis gnaphaloclados (Mart.) Pierre ocorre em vegetações arbustivas e campestres de Cerrado e Caatinga, do leste a região central do Brasil. O limite sul de sua distribuição é o estado de São Paulo, mas sua ocorrência se estende até o estado do Pará, no domínio fitogeográfico Amazônico. Esta região é onde está localizado o arco de expansão da fronteira agrícola da soja no Brasil. A perda e fragmentação de habitat nesta região vem aumentando significativamente, o que em breve pode colocar M. gnaphaloclados na categoria de Vulnerable (VU). Portanto, consideramos a espécie como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20gnaphaloclados","Caatinga e cerrado"],
    [4293,"SAPOTACEAE","Micropholis grandiflora","Aubrév.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuição da espécie é conhecida apenas a partir de dados extraídos da literatura. Além disso, não existem informações sobre o tamanho e estrutura populacional, ou mesmo sobre o habitat da espécie. Apesar da região entre o Cerrado e o Amazônia brasileira estar sujeita aos efeitos da expansão das fronteiras agrícolas da soja, não existem informações suficientes para subsidiar a categorização da espécie em relação a seu risco de extinção. Portanto a espécie foi considerada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20grandiflora","Amazônia e Cerrado"],
    [4294,"SAPOTACEAE","Micropholis humboldtiana","(Roem. & Schult.) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis humboldtiana (Roem. & Schult.) T.D.Penn. ocorre do sul da Venezuela ao longo do rio Negro à Amazônia central brasileira, em florestas de igapó e savanas periodicamente inundadas (Penninton, 2006), mas pode ser encontrada em Floresta Ombrófila Densa (Azevedo et al., 2008). Extensas áreas de habitat estão disponíveis na região. Além disso, não foram registradas ameaças que estejam afetando as chances de sobrevivência da espécie. Considerando que a espécie está presente em unidades de conservação (SNUC) e que a região tem pouca influencia de processos antrópicos, Micropholis humboldtiana (Roem. & Schult.) T.D.Penn. foi classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20humboldtiana","Amazônia"],
    [4295,"SAPOTACEAE","Micropholis madeirensis","(Baehni) Aubrév.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis madeirensis (Baehni) Aubrév. ocorre em florestas de terra firma, da Amazônia central brasileira até o Peru. Apesar desta espécie ser utilizada pelos índios Karitiana como antiabortiva (Penninton, 1990), seu uso não parece representar uma ameaça a sobrevivência da espécie. Além disso, a espécie está presente e protegida em unidades de conservação (SNUC) e Terras Indígenas. Assim, M. madeirensis (Baehni) Aubrév. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20madeirensis","Amazônia"],
    [4296,"SAPOTACEAE","Micropholis maguirei","Aubrév.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis maguirei Aubrév. é uma árvore que ocorre em florestas ombrófilas de terra firma na Amazônia. Em território brasileiro a espécie ocorre na região do Alto Rio Negro e seu registro foi feito para o município de São Gabriel da Cachoeira. Além de sua ocorrência no Brasil, a espécie também foi registrada no Peru e na Colômbia. Esta região possui extensas áreas de floresta preservada não só pela presença de Unidades de Conservação (SNUC), Terra Indígenas, Zonas de Fronteiras, mas como outras áreas de difícil acesso. Apesar de possuir apenas um registro e baixa extensão de ocorrência (255,210km²), a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada na categoria Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20maguirei","Amazônia"],
    [4297,"SAPOTACEAE","Micropholis resinifera","(Ducke) Eyma","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis resinifera (Ducke) Eyma tem distribuição conhecida somente para a Amazônia brasileira. De acordo com Penningtom (1990) a espécie ocorre em florestas ombrófilas de terra firme e de várzea, sugerindo baixa especificidade de habitat. Sua madeira e resina (balata) são de boa qualidade, mas em quantidade muito pouca para uso comercial (Penninton, 1990, Oldfield et al., 1998). Não existem ameaças diretas descritas para a espécie. Além disso, na região existem extensas áreas de habitat disponíveis protegidas por Unidades de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outros. Portanto, M. resinifera (Ducke) Eyma foi considerada sob baixo risco de extinção na categoria Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20resinifera","Amazônia"],
    [4298,"SAPOTACEAE","Micropholis retusa","(Spruce ex Miq.) Eyma","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis retusa (Spruce ex Miq.) Eyma é conhecida apenas da coleta tipo, realizada no noroeste da Amazônia. Entretanto, as relações taxonômicas de Micropholis retusa ainda não estão muito claras, e ainda se discute sobre os sinônimos empregados. O padrão da venação foliar tem forte semelhança com o das demais espécies de Micropholis, e a estrutura floral também não apresenta diferenças significativas. Entretanto, a estrutura do pólen é bastante distinta de qualquer outra espécie de Micropholis ou Pouteria (Penninton, 1990, Harlen, 1991). A espécie ocorre em planícies alagáveis, no entanto, não existem outras informações ecológicas disponíveis para a espécie. Assim, a espécie Micropholis retusa (Spruce ex Miq.) Eyma foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20retusa","Amazônia"],
    [4299,"SAPOTACEAE","Micropholis sanctae-rosae","(Baehni) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis sanctae-rosae (Baehni) T.D.Penn. ocorre na Amazônia nos estados brasileiros do Amapá, Pará e Acre, além de nos países Guiana Francesa e Peru (Penninton, 1990). Sua ocorrência parece estar relacionada a florestas ombrófilas de várzea e terrenos não alagáveis (Penninton, 1990). Não existem ameaças descritas na literatura que configurem um estado de risco de extinção. Além disso a região possui extensas áreas de habitat preservado por Unidades de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outras. Portanto, a espécie Micropholis sanctae-rosae (Baehni) T.D.Penn. foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20sanctae-rosae","Amazônia"],
    [4300,"SAPOTACEAE","Micropholis splendens","Gilly ex Aubrév.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","?Micropholis splendens é conhecida do sul da Amazônia brasileira à Venezuela e ocorre em Florestas Ombrófilas de Terra-Firme. Há registros de coleta para os municípios de Manaus e Presidente Figueredo, AM. Sua EOO é restrita e foi calculada em 1.156 km2. Foram consideradas três diferentes situações de ameaça. A primeira referente ao entorno da cidade de Manaus, onde a espécie está sujeita a efeitos diretos e indiretos da ocupação desordenada. A segunda, diz respeito a Reserva Florestal Ducke, onde a espécie está livre de ameaças incidentes. E a terceira, à região de Presidente Figueredo, onde as atividades relacionadas ao turismo representam uma ameaça potencial à vegetação. Além disso, a região apresenta diminuição contínua da qualidade do habitat. Por estas razões, Micropholis splendens  foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20splendens","Amazônia"],
    [4301,"SAPOTACEAE","Micropholis submarginalis","Pires & T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis submarginalis Pires & T.D.Penn. ocorre no Brasil, na Venezuela e na Guiana Francesa. Os registros de ocorrência em território nacional se limitam aos municípios de Borba e Manaus, no estado do Amazonas. M. submarginalis ocorre em florestas de várzea não inundadas. A espécie é amplamente distribuída na região e apresenta uma extensão de ocorrência maior que 20.000km2. Além de estar presente em Unidades de Conservação (SNUC), existem extensas áreas de habitat disponível na região. Apesar de avaliações anteriores terem indicado a espécie como Endangered (EN), optamos por considerá-la como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20submarginalis","Amazônia"],
    [4302,"SAPOTACEAE","Micropholis williamii","Aubrév. & Pellegr.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis williamii Aubrév. & Pellegr. ocorre na Amazonia Central brasileira nos estados do Amazonas e Pará (Penninton, 1990). Entretanto a espécie é amplamente distribuída e ocupa uma extensão de ocorrência de 107.000 km2, crescendo em florestas ombrófilas de várzea não-inundável (Penninton, 2006). Apesar da espécie ser utilizada como recurso madeireiro (Oliveira & Amaral, 2004, sua ocorrência foi descrita na Reserva Florestal Adolfo Ducke, Manaus, AM (Penninton, 2006), e na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Tupé, (RDS Tupé), localizada à margem esquerda do Rio Negro, a oeste de Manaus (Rosa et al., 2009). Além disso, existem extensas áreas de habitat preservado disponível para a espécie. Assim, Micropholis williamii Aubrév. & Pellegr. foi considerada como Least Concern (LC)","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20williamii","Amazônia"],
    [4303,"SAPOTACEAE","Pouteria amapaensis","Pires & T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria amapaensis Pires & T.D.Penn. ocorre em florestas ombrófilas de terra firme da Amazônia brasileira, especialmente no estado do Amapá. A espécie foi coletada no município de Vitória do Jari, dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, uma região pouco estudada e de difícil acesso. Não existem dados populacionais disponíveis sobre P. amapaensis. Nem foram descritas ameaças incidentes para a região. Apesar de existirem poucas informações sobre a espécie, trata-se de uma região com extensas áreas de habitat preservado por Unidades de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outros. Portanto, a espécie Pouteria amapaensis Pires & T.D.Penn. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20amapaensis","Amazônia"],
    [4304,"SAPOTACEAE","Pouteria andarahiensis","T.D.Penn.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria andarahiensis T.D.Penn. é endêmica ao estado da Bahia e ocorre em montanhas da Chapada Diamantina e suas imediações. A espécie ocupa uma extensão de ocorrência (EOO) de 46.376,90 km2 e está protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina. Entretanto, a área de ocupação de P. andarahiensis, vêm sofrendo acelerada degradação, o que remonta à história das lavras diamantinas e auríferas, associada ao uso intensivo do fogo para abrir pasto para o gado, à procura de madeira para construção, até a expansão de áreas agrícolas nos momentos atuais (Nascimento et al., 2010). Se estas ameaças continuarem a incidir sobre as sub populações da espécie, reduzindo ainda mais sua área de ocupação, Pouteria andarahiensis T.D.Penn. poderá, em breve, se tornar ameaçada de extinção devido a sua restrita distribuição e ao declínio da qualidade de habitat. Assim, a espécie foi considerada como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20andarahiensis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4305,"SAPOTACEAE","Pouteria atabapoensis","(Aubrév.) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria atabapoensis (Aubrév.) T.D.Penn. é conhecida apenas por coletas realizadas em duas localidades, uma no sul da Venezuela e a outra no município de São Gabriel da Cachoeira, as margens de um afluente do Rio Negro, AM (Penninton, 1990). Segundo a literatura, a espécie socorre em solos alagados e arenosos às margens de rios. Apesar de poucos dados e informações sobre a espécie, trata-se de uma região bastante preservada com extensas áreas de habitat preservadas por Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Assim a espécie Pouteria atabapoensis (Aubrév.) T.D.Penn.foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20atabapoensis","Amazônia"],
    [4306,"SAPOTACEAE","Pouteria bapeba","T.D.Penn.","CR","A2c","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria bapeba ocorre em planícies costeiras de Mata Atlântica e em florestas de tabuleiros nos municípios de Linhares (ES) e Jussari (BA), na fronteira entre os dois estados. Esta região foi intensamente degradada e sofreu uma redução populacional estimada de cerca de 80%, nas últimas 3 gerações da espécie (30 anos), devido às mudanças irreversíveis na paisagem promovidas pelo estabelecimento de grandes fazendas produtoras de eucalipto. No município de Linhares, restam apenas 21% da vegetação nativa. A situação de Jussari é ainda mais alarmante com 2,2% de remanescentes em 2010. Para as estimativas consideramos que o tempo médio de geração de espécies arbóreas é de 10 anos. Diante do exposto, P. bapeba foi categorizada como \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20bapeba","Mata Atlântica"],
    [4307,"SAPOTACEAE","Pouteria beaurepairei","(Glaz. & Raunk.) Baehni","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria beaurepairei (Glaz. & Raunk.) Baehni é uma espécie endêmica do Brasil, mas com ampla distribuição (EOO = 807.199,474km² ) em florestas ombrófilas dos Pampas, Mata Atlântica e Cerrado. Pouteria beaurepairei (Glaz. & Raunk.) Baehni é uma espécie considerada comum no sul da Mata Atlântica. Além disso, a espécie foi registrada em diversas Unidades de Conservação (SNUC). Portanto, apesar de significativa perda de habitat no passado, a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20beaurepairei","Mata AtlÃ¢ntica, Pampa (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4308,"SAPOTACEAE","Pouteria brevensis","Pires","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria brevensis Pires é conhecida somente de sua coleta tipo e várias outras coletas da mesma localidade próximo ao rio Amazonas, no Pará (Penninton, 1990). Avaliações de risco anteriores apontaram P. brevensis como um caso de endemismo extremo. Trata-se de uma árvore de grande porte, que segundo a literatura, ocorre em florestas ombrófilas de várzea em solo não-inundável. Apesar de indicações na literatura de que a espécie esteja sofrendo devido a perda e fragmentação de habitat, são necessárias informações mais detalhadas sobre a ocorrência e distribuição da espécie para subsidiar uma avaliação mais consistente. Assim a espécie Pouteria brevensis Pires foi considerada como Data Deficient (DD)","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20brevensis","Amazônia"],
    [4309,"SAPOTACEAE","Pouteria bullata","(S.Moore) Baehni","EN","A2c,D1","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria bullata ocorre no Estados da Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie cresce em Florestas Ombrófilas de encosta e sua distribuição se estende por toda a região litorânea da Mata Atlântica. A região sofreu significativa transformação da paisagem devido a diferentes atividades econômicas, como plantações de cana-de-açúcar, café, cacau, e mais tarde, eucalipto. Estimativas apontam que hoje restam menos de 20% da cobertura original deste tipo de vegetação e que mais de 50% desta redução tenha ocorrido nas últimas três gerações da espécie (cerca de 30 anos), principalmente em razão da perda de habitat e fragmentação da paisagem. Segundo a literatura, as sete subpopulações conhecidas de P. bullatai são compostas por menos de 250 indivíduos. Apesar de estar protegida por diversas unidades de conservação, a espécie foi considerada sob risco de extinção, na categoria \"Em perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20bullata","Mata Atlântica"],
    [4310,"SAPOTACEAE","Pouteria butyrocarpa","(Kuhlm.) T.D.Penn.","CR","A2c","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria butyrocarpa ocorre em planícies costeiras de Mata Atlântica nos municípios de Linhares, Jaguaré, Colatina e Conceição da Barra (ES), Marajás e Jussari (BA), na região de fronteira entre os dois estados. Esta região foi intensamente degradada e estima-se que a população da espécie tenha sofrido uma redução de cerca de 80% nas últimas três gerações da espécie (30 anos), devido a mudanças irreversíveis na paisagem promovidas pelo estabelecimento de grandes fazendas produtoras de eucalipto. No município de Linhares, restam apenas 21% da vegetação nativa. A situação de Jussari é ainda mais alarmante com apenas 2,2% de remanescentes em 2010. Para as estimativas consideramos que o tempo médio de geração de espécies arbóreas seja de 10 anos. A vegetação remanescente está fragmentada e sofre efeitos indiretos da ocupação da paisagem. Trata-se de uma árvore de grande porte que, de acordo com dados de literatura, parece ocorrer em baixa densidade na floresta. Assim, apesar de protegida por unidades de conservação P. butyrocarpa foi considerada sob alto risco de extinção, na categoria \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20butyrocarpa","Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4311,"SAPOTACEAE","Pouteria cicatricata","T.D.Penn.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria cicatricata T.D.Penn. ocorre em floretas de terra firme, na Amazônia brasileira (Penninton, 1990), nos estados do Amazonas e Rondônia (Carneiro & Almeida, 2010). Hoff (1996) registrou a ocorrência da espécie na Guiana Francesa. Em território brasileiro, a espécie ocupa uma distribuição restrita a 60.587,920km²  de extensão de ocorrência (EOO), apesar do baixo esforço de coleta na região. Não existem informações sobre declínio continuo e a região abriga áreas extensas de habitat preservado, além de diversas Unidades de Conservação (UCs). Devido a crescente ameaça de avanço das fronteiras agrícolas em direção às áreas de floresta da Amazônia, consideramos a espécie como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20cicatricata","Amazônia"],
    [4312,"SAPOTACEAE","Pouteria coelomatica","Rizzini","VU","A2c","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria coelomatica é uma espécie arbórea, endêmica dos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro e ocupa uma EOO de 61.592,33 km2. Cresce em áreas de Restinga e de Florestas não-inundáveis no bioma Mata Atlântica. Toda esta região litorânea sofreu significativas modificações da paisagem devido principalmente à perda e fragmentação de habitat. Estudos apontam que restam menos de 20% da cobertura original deste tipo de vegetação na área de distribuição da espécie. Estimativas sugerem que de 30 a 50% desta redução tenha ocorrido nas últimas três gerações da espécie (30 anos). Para as estimativas, consideramos o tempo de geração de 10 anos, como um tempo médio para espécies arbóreas. P. coelomatica tem registros de ocorrência para os municípios Vila Velha (Remanescentes de Vegetação Nativa=5,4%), Guarapari (23%), Linhares (21%), Conceição da Barra (9,24%) e Presidente Kennedy (4,9%), no Estado do Espírito Santo, no município de Itamaraju (19%), na Bahia, e no município de Nova Iguaçu (38,16%), no Estado do Rio de Janeiro. Atividades econômicas nessa regiões continuam promovendo perda e fragmentação de habitat. Assim, os efeitos negativos da ocupação antrópica são irreversíveis. Apesar de estar presente em unidades de conservação, P. coelomatica foi classificada como \"Vulnerável\" (VU).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20coelomatica","Mata Atlântica"],
    [4313,"SAPOTACEAE","Pouteria crassiflora","Pires & T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria crassiflora Pires & T.D.Penn. se distribui no Norte brasileiro nos estados do Amapá, Pará e Amazonas (Carneiro & Almeida, 2010). Entretanto, não conseguimos ter acesso aos registros de coleta da espécie. Além disso não existem dados populacionais ou ecológicos disponíveis. Apesar de avaliações de risco anteriores terem apontado o desmatamento como ameaça, registros de ocorrência precisos poderão ajudar a elucidar melhor o real estado de conservação de Pouteria crassiflora Pires & T.D.Penn. Assim a espécie foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20crassiflora","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4314,"SAPOTACEAE","Pouteria decussata","(Ducke) Baehni","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria decussata é uma espécie endêmica do Estado do Pará, conhecida apenas a partir de registros coletados no município de Almeirim, em uma localidade chamada Serra de Tabatinga, nos campos de Arragalhos, um município com intensa atividade de garimpo. Parece ocorrer em Florestas Ombrófilas sobre pequenos morros. A espécie é conhecida apenas de uma única localidade, que foi considerada como uma única situação de ameaça. Tem distribuição restrita (EOO=253,21 km²). Assim, P. decussata foi considerada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20decussata","Amazônia"],
    [4315,"SAPOTACEAE","Pouteria exstaminodia","Pires & T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria exstaminodia Pires & T.D.Penn. é conhecida somente para o estado do Amazonas (Penninton, 1990) e ainda segundo a literatura cresce em florestas ombrófilas não-inundadas ao longo do rio Uatumã. Entretanto, os registros de ocorrência não puderam ser acessados. Também não existem dados populacionais disponíveis. Deste modo, apesar de tratar-se de um caso de endemismo Pouteria exstaminodia Pires & T.D.Penn. foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20exstaminodia","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4316,"SAPOTACEAE","Pouteria franciscana","Baehni","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria franciscana Baehni ocorrenos estados do Pará, Amazonas e Acre (Carneiro & Almeida, 2010), emflorestas ombrófilas de várzea, periodicamente inundadas. Trata-se de umaárvore de grande porte. Porém, não existem dados populacionais disponíveissobre a planta. Apesar de não haver ameaças descritas especificamente para aespécie. Pouteria franciscana  possui dois registros de ocorrência nos municípios de Rio Branco (AC) e Boca doAcre (AM) (EOO=35.230,442km² ). Além disso, dos 160,38 quilômetros quadrados desmatados no Amazonas entreagosto de 2010 e fevereiro 2011 identificados pelo Deter (Sistema de Detecçãode Desmatamento em Tempo Real), 49,81 quilômetros quadrados foram registradosno município de Boca do Acre (a 1.028 quilômetros de Manaus), no sul do Amazonas. Extinções locais de indivíduos localizados nesta região, devido ao declínio constante na qualidade do habitat, podem facilmente levar a espécie a um risco de extinção. Assim, Pouteria franciscana Baehni foi classificada como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20franciscana","Amazônia"],
    [4317,"SAPOTACEAE","Pouteria fulva","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria fulva T.D.Penn. é endêmica e ocorre em áreas de floresta não-inundadas (Penninton, 2006) do estado do Amazonas (Caneiro & Almeida, 2010). Entretanto, os testemunhos de ocorrência não estavam disponíveis para acesso.  Desta forma, não foi possível avaliar de forma consistente a incidência de ameaças. A espécie Pouteria fulva T.D.Penn. foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20fulva","Amazônia"],
    [4318,"SAPOTACEAE","Pouteria furcata","T.D.Penn.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria furcata  é conhecida a partir de coletas realizadas nos Estado do Maranhão, Piauí, Minas Gerais e Espírito Santo. A espécie ocorre em áreas de Cerrado com solo bem drenado e sobre morros. É amplamente distribuída (EOO=354.518,27 km²), porém ocupa uma área mais restrita (AOO=64 km²), de acordo com a disponibilidade de habitat específico. Consideramos três diferentes situações de ameaça. O grupo de registros de ocorrência localizado no Maranhão representa indivíduos que estão sofrendo efeitos direto e indireto de modificações da paisagem devido às práticas agrícolas. Já os indivíduos coletados no Piauí, estão protegidos por unidades de conservação, principalmente no Parque Nacional da Serra das Confusões. A coleta do Espírito Santo representa uma disjunção e, apesar de ter sido feita no interior de uma unidade de conservação, está sujeita a uma dinâmica da paisagem particular, relativa às atividades socioeconômicas da região. Extinções locais na subpopulação descrita para esta região podem implicar em uma redução do EOO significativa. Estando sujeita à diminuição contínua da qualidade do habitat, a espécie seria incluída em uma das categorias de ameaça. Assim, consideramos P. furcata  como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20furcata","Caatinga, Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4319,"SAPOTACEAE","Pouteria gabrielensis","(Gilly ex Aubrév.) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria gabrielensis (Gilly ex Aubrév.) T.D.Penn. se distribui no estados brasileiro do Amazonas, ao norte da Amazônia brasileira. Ocorre também na Amazônia Colombiana e Venezuelana (Penninton, 1990). A espécie cresce em florestas ombrófilas de várzea, periodicamente inundáveis. Não existem ameaças específicas descritas para a espécie. Além disso, existem extensas áreas de habitat disponível para a espécie protegidas por Unidades de Conservação (SNUC) e Terras Indígenas. Assim, a espécie Pouteria gabrielensis (Gilly ex Aubrév.) T.D.Penn. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20gabrielensis","Amazônia"],
    [4320,"SAPOTACEAE","Pouteria glomerata","(Miq.) Radlk.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria glomerata (Miq.) Radlk. é amplamente distribuída em território nacional (EOO=6.917.037,837km) e ocorre em quase todos os estados da federação, além de em outros países da América do Sul (Penninton, 1990). A espécie cresce em matas de igapó, várzea, florestas de terra-firme e matas de galeria. Assim, a espécie foi classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20glomerata","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4321,"SAPOTACEAE","Pouteria grandiflora","(A.DC.) Baehni","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria grandiflora (A.DC.) Baehni cresce em florestas litorâneas de restinga, em quase toda a extensão do domínio fitogeográfico da Mata Atlântica (Penninton, 1990), desde o Rio Grande do Norte até o estado de Santa Catarina (EOO=4.399.011,478km²). Apesar de restarem apenas cerca de 20% da cobertura original da Mata Atlântica, e as alterações na paisagem não terem cessado e serem irreversíveis a espécie foi considerada sob baixo risco de extinção e classificada como Least Concern (LC). Indivíduos de P. grandiflora estão protegidos em diversas Unidades de Conservação (SNUC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20grandiflora","Mata Atlântica"],
    [4322,"SAPOTACEAE","Pouteria juruana","K.Krause","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria juruana K.Krause cresce em florestas úmidas de planícies da Amazônia brasileira, nos estados do Amazonas e Acre (Carneiro & Almeida, 2010). A espécie ocorre também na Colômbia (Penninton, 1990) Panamá (Anderberg & Swensone, 2003), Peru (Alonso et al., 2001) e Costa Rica (Arévalo, 2006). Apesar de pouca informação disponível sobre a espécie, na região existem extensas áreas de habitat disponível, protegidas por Unidade de Conservação (SNUC), Terras Indígenas, entre outras. Portanto, a espécie foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20juruana","Amazônia"],
    [4323,"SAPOTACEAE","Pouteria krukovii","(A.C.Sm.) Baehni","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria krukovii (A.C.Sm.) Baehni? ocorrei do estado do Acre (Carneiro & Almeida, 2010) até o Pará e pode ser encontrada em países adjacentes como Peru (Penninton, 1990) e Bolívia (Smith & Killeen, 1995). Por ser amplamente distribuída (EOO=497.720,089km²) e ocorrer em florestas periodicamente inundadas, bastante comum na região, a espécie Pouteria krukovii (A.C.Sm.) Baehni? foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20krukovii","Amazônia"],
    [4324,"SAPOTACEAE","Pouteria latianthera","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a categorização da espécie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20latianthera","Amazônia"],
    [4325,"SAPOTACEAE","Pouteria lucens","(Mart. & Miq.) Radlk.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para categorizar a espécie. A espécie foi considerada DD, principalmente por não apresentar informações de distribuição, portanto é necessário o planejamento de ações relativas a coleta de dados sobre a espécie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20lucens","Amazônia"],
    [4326,"SAPOTACEAE","Pouteria macahensis","T.D.Penn.","EN","A1abc","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria macahensis é uma espécie ocorrente em Mata Atlântica nos Estados de Alagoas, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Dois indivíduos foram registrados (com estimativa de 7,3 ind./ha) em área do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, MG. Apenas um indivíduo foi encontrado em 1,02 ha na Reserva Biológica de Santa Clara, onde se manteve nos anos de 1992/93 e 2003/04. E, por ultimo, dois ind./ha foram registrados em Serra Grande, Uruçuca, BA. Levando em conta que os registros apresentados em estudos sobre a espécie apontaram menos da metade dos indivíduos (7,3) encontrados, estima-se que a população tenha sofrido uma redução de 50% ou mais no período de 10 anos. Além disso, a espécie é encontrada na Mata Atlântica, que além de ter sido severamente fragmentada, sofreu um declínio considerável na qualidade do habitat.  A ocorrência de fogo é citada em estudos como ameaça passada, uma vez que a ameaça parece ter sido entendida, portanto, pode ser reversível e cessada, se tomadas as medidas de conservação necessárias pelos órgãos responsáveis.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20macahensis","Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro e Almeida, 2010)."],
    [4327,"SAPOTACEAE","Pouteria macrocarpa","(Mart.) D.Dietr.","VU","C1","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuição (EOO=914.171,75 km²), estudos populacionais realizados nas localidades de ocorrência da região Norte indicam um tamanho populacional de 928 indivíduos. Baseado neste número e, considerando que a espécie ocorre principalmente na região Norte, suspeita-se que a população não seja maior do que 10.000 indivíduos. Além disso, autores apontam o declínio recorrente das subpopulações da espécie devido à extração da madeira, que tem alto valor comercial e à domesticação da espécie, que pode resultar na perda da variabilidade genética, levando à suspeita de declínio de 10% no tamanho populacional, em 10 anos. A espécie foi classificada como \"Vulnerável\" (Vu).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20macrocarpa","Amazônia"],
    [4328,"SAPOTACEAE","Pouteria maguirei","(Aubrév.) T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para categorizar a espécie. A espécie foiconsiderada DD, principalmente por não apresentar informações de distribuição,portanto é necessário o planejamento de ações relativas a coleta de dados sobrea espécie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20maguirei","Amazônia"],
    [4329,"SAPOTACEAE","Pouteria microstrigosa","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há dados suficientes para categorizar a espécie. A espécie foiconsiderada DD pois apesar de apresentar informações de distribuição,com os dados disponíveis para a espécie não foi possivel avaliar o risco de extinção da espécie. É necessário o planejamento de ações relativas a coleta de dados sobre aespécie para dados populacionais, de ameaça e de uso.","2011-07-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20microstrigosa","Mata Atlântica"],
    [4330,"SAPOTACEAE","Pouteria minima","T.D.Penn.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi categorizada como NT devido a presença em áreas antropizadas. O especialista não indicou ameaças plauzíveis ou uso para espécie, que tem ampla distribuição no norte do país assim como em outros países. A espécie foi considerada NT ao invés de LC pois apresenta 9 situações de ameaça (location) o que poderia categorizá-la como VU sob o critério B. no entanto, não há declínio relatado ou conhecido para a espécie, nem dados indicando que seja uma população pequena uma vez que em 15 Ha foram encontrados 293 indivíduos.","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20minima","Amazônia"],
    [4331,"SAPOTACEAE","Pouteria nudipetala","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta dados populacionais, espaciais e de ameaça, suficientes para a categorização do risco de extinção. Portanto, se faz necessário direcionamento de pesquisa científica e aumento no esforço de coleta da espécie para melhor entendimento do risco de extinção.","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20nudipetala","Amazônia"],
    [4332,"SAPOTACEAE","Pouteria oppositifolia","(Ducke) Baehni","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Foi registrado declínio de uma subpopulação de P. oppositifolia após exploração florestal na Fazenda Rio Capim, no município de Paragominas, no estado do Pará, de cerca de 30%. Entretanto, a espécie encontra-se amplamente distribuída (EOO=180.178,310km²). A baixa área de ocupação provavelmente se deve ao baixo esforço de coleta na região. Assim a espécie foi avaliada como Near Threatened (NT). Estudos populacionais são necessários para assegurar uma avaliação mais precisa.","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20oppositifolia","Amazônia"],
    [4333,"SAPOTACEAE","Pouteria oxypetala","T.D.Penn.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui ampla distribuição, mas sua ocorrência está restrita a áreas de Floresta de Terra Firme, próximas ao litoral, no bioma Mata Atlântica. P. oxypetala ocupa uma AOO calculada de apenas 16 km². Este tipo de vegetação sofre com os efeitos da perda de cobertura vegetal e fragmentação da paisagem. Além disso, foram identificadas quatro situações de ameaça distintas. Assim, P. oxypetala foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20oxypetala","Mata Atlântica"],
    [4334,"SAPOTACEAE","Pouteria pachycalyx","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria pachycalyx tem EOO calculada em 14.439,31 km². Foram identificadas duas situações de ameaça, considerando o uso como principal ameaça. A espécie é utilizada para carpintaria, forros e mata-juntas, brinquedos, caixas, cepas de tamanco, urnas funerárias, palitos e miolo de compensados, confecção de cordas, estopas e papel, além de ter frutos comestíveis. Suspeita-se de declínio da qualidade do habitat devido à fragmentação do bioma Mata Atlântica e de redução da EOO por estar localizada em área de intensa antropização, agricultura e pastagem.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pachycalyx","Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4335,"SAPOTACEAE","Pouteria pachyphylla","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie não apresenta dados populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o cálculo do real risco de extinção da espécie.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pachyphylla","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4336,"SAPOTACEAE","Pouteria pallens","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria pallens T.D.Penn. é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita (EOO=1.013,429km²) aos estados de Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. A espécie ocorre em floresta de várzea em locais não alagáveis. Apesar de possuir distribuição restrita, não existem indícios de que a espécie esteja de fato sofrendo com a incidência de ameaças específicas. Assim, maiores estudos são necessários para que possamos fazer uma avaliação consistente do risco de extinção desta espécie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pallens","Amazônia"],
    [4337,"SAPOTACEAE","Pouteria peduncularis","(Mart. & Eichler ex Miq.) Baehni","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Foram identificadas quatro situações de ameaça distintas para a espécie, sendo as principais a fragmentação e a perda de habitat. A primeira abrange as localidades do Ceará, Pernambuco e Bahia. Apesar da ação antrópica presente nas regiões, o impacto da perda de habitat pode ser considerado mais brando por estar em fragmentos maiores e mais conservados sob a ótica ecológica. A segunda abrange os pontos do Estado da Paraíba, onde uma das subpopulações está ao lado de um ponto de intensa mineração e a outra se encontra rodeada por pastos e plantações. Já a terceira foi a mais impactada, abrangendo um ponto do estado do Espírito Santo, onde a perda de habitat é historicamente constante e, em um dos pontos disponíveis (em Degredo, no município de Linhares), a espécie está encurralada por plantações e pastos. Já no segundo local desse estado e quarta situação de ameaça, a espécie encontra-se no Parque Estadual Paulo Cesar Vinha, criado em 1990 e conhecido como um dos centros de maior dessa unidade da Federação.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20peduncularis","Mata Atlântica"],
    [4338,"SAPOTACEAE","Pouteria petiolata","T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem a extração da madeira como uma de suas maiores ameaças, segundo informações. Foram identificadas duas situações de ameaça distantes. A localidade do Estado de Rondônia é um distrito agropecuário, que rodeia de plantações o fragmento onde a espécie se encontra e facilita o acesso para extração de madeira. Já o ponto localizado no Amazonas está no meio de um fragmento florestal.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20petiolata","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4339,"SAPOTACEAE","Pouteria platyphylla","(A.C.Sm.) Baehni","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta ampla distribuição (EOO=47.868,146km²), tem valor econômico com dados de apreensão fornecidos pelo governo do Amapá (2010) e é apontada como em declínio devido a  implantação da Usina Hidrelétrica Teles Pires e da extração da madeira, restringindo sua extenção de ocorrência e qualidade do habitat restante. Se a exploração madeireira continuar extraindo indivíduos das sub-populações existentes a espécie estará em breve em situação de ameaça. Assim, P. platyphylla foi avaliada como Near Threatened (NT).","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20platyphylla","Amazônia"],
    [4340,"SAPOTACEAE","Pouteria polysepala","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o real risco de extinção da espécie.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20polysepala","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 1990)."],
    [4341,"SAPOTACEAE","Pouteria pubescens","(Aubrév. & Pellegr.) T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é deficiente de dados populacionais, de distribuição, uso e ameaça, não sendo possível fazer a categorização quanto ao risco de extinção.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pubescens","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4342,"SAPOTACEAE","Pouteria putamen-ovi","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ná possui dados populacionais, de ameaça, uso e apenas uma coleta. Portanto a espécie não possui informações suficientes para a categorização do risco de extinção.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20putamen-ovi","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4343,"SAPOTACEAE","Pouteria reticulata","(Engl.) Eyma","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com ampla distribuição, inclusive em diferentes biomas. Não há uso ou ameaças descritas, nenhum tipo de declínio para a espécie.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20reticulata","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4344,"SAPOTACEAE","Pouteria retinervis","T.D.Penn.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem EOO de 38.485 e ocorre na região onde, se aprovada, será construida a Hidrelétrica de Belo Monte. Caso haja a construção a população e o EOO da espécie poderá sofrer um declínio considerável incluindo a espécie na categoria de ameaça VU.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20retinervis","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4345,"SAPOTACEAE","Pouteria rodriguesiana","Pires & T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não tem dados de distribuição ameaça e uso. Os dados eclógicos disponíveis não são suficientes para categorizar a espécie.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20rodriguesiana","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4346,"SAPOTACEAE","Pouteria sagotiana","(Baill.) Eyma","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie apresentar uso de sua madeira, estudos mostram que as populações se mantém estáveis. Além disso, a espécie é de ampla distribuição geográfica e é encontrada em Ucs.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20sagotiana","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4347,"SAPOTACEAE","Pouteria salicifolia","(Spreng.) Radlk.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie abundante e de ampla distribuição, não está ameaçada de extinção.  O especialista ressalta ameaças para o habitat da espécie, e importância ecológica na contenção de diques ribeirinhos e formação de bancos de praia através do sistema radicular (Saraiva et al., ufpel.edu.br). Portanto faz-se necessário o monitoramento da região e da espécie para verificação das consequências decorrentes das ameaças incidentes no habitat.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20salicifolia","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4348,"SAPOTACEAE","Pouteria scrobiculata","Monach. ex T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não tem dados espaciais, ecológico e populacionais suficientes para a categorização do risco de extinção.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20scrobiculata","Amazônia"],
    [4349,"SAPOTACEAE","Pouteria stenophylla","Baehni","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie apontada pelo especialista como extinta. No entanto, é necessário um maior esforço de coleta na região de ocorrência, indicada como ES e RJ.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20stenophylla","Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4350,"SAPOTACEAE","Pouteria subcaerulea","Pierre ex Dubard","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie indicada como de ampla distribuição por especialista. Apesar de ter sido listada como VU em São Paulo, nacionalmente, ou seja a população total da espécie no Brasil, não está em risco de se extiguir.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20subcaerulea","Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4351,"SAPOTACEAE","Pouteria subsessilifolia","Cronquist","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuição restrita da espécie (EOO=1.014,222km² / AOO= 58km²), o especialista não menciona dados de ameaça ou de uso, e a espécie ocorre em Ucs com plano de manejo. Considerando sua distribuição restrita, o registro de ameaças incidentes específicas colocará está espécie em situação de ameaça.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20subsessilifolia","Caatinga, Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4352,"SAPOTACEAE","Pouteria tarumanensis","Pires","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça. Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coleta de dados, possibilitando assim o real risco de extinção da espécie.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20tarumanensis","Amazonas (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4353,"SAPOTACEAE","Pouteria tenuisepala","Pires & T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça. Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coleta de dados, possibilitando assim o real risco de extinção da espécie.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20tenuisepala","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4354,"SAPOTACEAE","Pouteria torta","(Mart.) Radlk.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição ( EOO=6.563.578,916km² ) e abundante.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20torta","AmazÃ´nia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4355,"SAPOTACEAE","Pouteria vernicosa","T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi incluída no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do ano de 2004 com Densidade Relativa de 0,045% em Área de Influência Direta da Hidrelétrica do Salto do Jirau e Santo Antônio, Rio Madeira (RO), e considerada rara na época. A Hidrelétrica Jirau foi instalada no ano de 2008 e suspeita-se que a subpopulação referida anteriormente tenha sido eliminada. Além disso, a espécie não é de ampla distribuição, ocorrendo em áreas fragmentadas diretamente impactadas pela construção da hidrelétrica. Considerando-se a principal ameaça o impacto da construção da hidrelétrica sobre as subpopulações, foram constadas três situações de ameaça distintas.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20vernicosa","Amazonas (Caneiro & Almeida, 2010)"],
    [4356,"SAPOTACEAE","Pouteria virescens","Baehni","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita (EOO=638,80 km²) e ocorre em área severamente fragmentada por desmatamento e ocupação humana. Além disso, há previsão de futura instalação de linha de transmissão na região.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20virescens","Amazônia"],
    [4357,"SAPOTACEAE","Pradosia atroviolacea","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o cálculo real risco de extinção da espécie.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20atroviolacea","Amazônia"],
    [4358,"SAPOTACEAE","Pradosia brevipes","(Pierre) T.D.Penn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição, ocorre em diversas unidades de conservação e está incluida em projeto que visa a manutenção de populações viáveis da espécie. Portanto a espécie não está ameaçada de extinção.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20brevipes","Cerrado"],
    [4359,"SAPOTACEAE","Pradosia decipiens","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie ter distribuição restrita, ela não tem uso nem ameaças apontados pelo especialista. Não há dados de declínio da população ou ameaças plauzíveis. Portanto se faz necessária a coleta de dados sobre a espécie uma vez que a espécie pode ser rara mas não estar ameaçada.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20decipiens","Amazônia"],
    [4360,"SAPOTACEAE","Pradosia glaziovii","(Pierre) T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é conhecida por somente duas coletas no estado do Rio de Janeiro (Penninton, 1990). A área tem sido intensamente visitada, no entanto não há evidência de sua redescoberta (Oldfield et al., 2008).","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20glaziovii","Mata Atlântica (Carneiro, Almeida, 2011)"],
    [4361,"SAPOTACEAE","Pradosia granulosa","Pires & T.D.Penn.","VU","B1ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita (EOO=15.074,94 km²) e coletas antigas, em duas situações de ameaça distintas. Tem como ameaças principais a extração de sua madeira, que é comercializada por R$ 16,37 m³ no Estado do Pará, e a mineração. Além disso, a espécie está presente em Área de Impacto Direto (15.000 ha) da Hidrelétrica de Belo Monte (PA), permitindo suspeitar que esteja ocorrendo o declínio de indivíduos maduros e subpopulações.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20granulosa","Amazônia"],
    [4362,"SAPOTACEAE","Pradosia kuhlmannii","Toledo","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de distribuição restrita (EOO=1.308,09 km²) e de ocorrência em áreas de intensa ocupação humana, configurando um cenário de declínio na qualidade do hábitat, que também foi severamente fragmentado, impossibilitando o fluxo gênico entre as subpopulações conhecidas.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20kuhlmannii","Mata AtlÃ¢ntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4363,"SAPOTACEAE","Pradosia lactescens","(Vell.) Radlk.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ter sido listada como rara na lista do estado do Paraná, a espécie tem ampla distribuição e ocorre em diversas Unidades de Conservação. Foi amostrada em área de cabruca em regeneração de 25 a 30 anos, com 2 ind. em área de 3 ha. (Sambuichi e Haridasan, 2007) e Evaristo et al. (2011) encontraram 3 ind. (DR: 1,37%) na Reserva Biológica da União, regeneração da mata atlântica em plantações abandonadas de eucalipto (Corymbia citriodora). Damaso (2009) amostrou 249 ind. em 0,24 ha na área (DR: 6,73), sendo uma das dez espécies mais importantes no Parque Estadual Dunas do Natal, Natal, RN. Portanto supeita-se que a população da espécie, nacionalmente, esteja estável e fora de risco de extinção.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20lactescens","Mata AtlÃ¢ntica, Pampa (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4364,"SAPOTACEAE","Pradosia subverticillata","Ducke","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de distribuição restrita, mas sem dados de uso ou declínio. No entanto, a espécie é \"Vulnerável\" (VU) pelo fato de apresentar uma situação de ameaça considerando a expansão urbana a principal ameaça. A espécie ocorre na periferia da cidade de Manaus (AM), cercada por indústrias e estradas, atestando sua vulnerabilidade.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20subverticillata","Amazônia"],
    [4365,"SAPOTACEAE","Pradosia verrucosa","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie não apresenta dados de distribuição, populacionais, de uso ou ameaça.Portanto se faz necessário o direcionamento de pesquisa científica para coletade dados, possibilitando assim o cálculo de real risco de extinção da espécie.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20verrucosa","Mata Atlântica"],
    [4366,"SAPOTACEAE","Pradosia verticillata","Ducke","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de distribuição restrita (EOO=332,95 km² e AOO=12 km²) e sujeita a menos de cinco situações de ameaça distintas, tendo o declínio da qualidade do hábitat e a extração da madeira da espécie como principais ameaças. Além disso, está presente em área de impacto direto da Hidrelétrica Teles Pires e apresenta poucas coletas. Por isso, suspeita-se que esteja havendo declínio de subpopulações e de indivíduos maduros.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20verticillata","Amazônia"],
    [4367,"SAPOTACEAE","Sarcaulus inflexus","(A.C.Sm.) T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espécie apresentar ampla distribuição, é utilizada pela indústria madeireira. No entanto, são necessárias mais informações sobre a distribuição da espécie e suas sub-populações para garantir uma avaliação consistente do risco de extinção de S. inflexus.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcaulus%20inflexus","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4368,"SAPOTACEAE","Sarcaulus vestitus","(Baehni) T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita, apresenta coletas antigas e foram identificadas menos de cinco situações de ameaça distintas, considerando a extração a principal ameaça. Estudos aprofundados devem ser realizados a fim de verificar o estado de conservação das subpopulações da espécie.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcaulus%20vestitus","AmazÃ´nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4369,"SAPOTACEAE","Sideroxylon obtusifolium","(Roem. & Schult.) T.D.Penn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de ampla distribuição e com estudos populacionais indicando que a espécie é frequentemente encontrada em seus locais de ocorrência. Portanto, e apesar do uso indicado pelo especialista, a espécie não está em risco de extinção.","2011-11-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sideroxylon%20obtusifolium","Caatinga, Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica, Pantanal"],
    [4370,"SCHIZAEACEAE","Schizaea elegans","(Vahl) Sw.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schizaea%20elegans","Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia"],
    [4371,"SELAGINELLACEAE","Selaginella convoluta","(Arn.) Spring","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída em diferentes domínios fitogeográficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20convoluta","Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado"],
    [4372,"SELAGINELLACEAE","Selaginella mendoncae","Hieron.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie tem distribuição restrita aos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Ocorre em áreas de Floresta Ombrófila Densa Submontana e está sujeita a uma série de ameaças antrópicas que resultam em declínio na qualidade do seu habitat, como a expressiva ocupação humana desordenada. A espécie está presente em unidades de conservação de proteção integral e por isso foi considerada sob duas situações de ameaça distintas. São necessários maiores estudos sobre esse táxon para se verificar a estabilidade das suas subpopulações","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20mendoncae","Mata Atlântica"],
    [4373,"SELAGINELLACEAE","Selaginella tenuissima","Fée","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e encontrada em Unidades de Conservação.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20tenuissima","Mata Atlântica"],
    [4374,"SELAGINELLACEAE","Selaginella valida","Alston","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie possui EOO=29.165,787km², em áreas de floresta ombrófila densa, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, que foram severamente degradados. Apresenta menos de 10 situações de ameaça e portanto, caso a perda e declinio na qualidade do habitat da espécie não sejam refreados a espécie poderá ser categorizada como ameaçada em futuro próximo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20valida","Mata Atlântica"],
    [4375,"SIMAROUBACEAE","Castela tweedii","Planch.","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva, restrita às matas ciliares da região Sul. Descrita em 1846, não é endêmica do Brasil. No País, tem baixa frequência de coleta a partir de 1968. Foram identificadas de quatro a cinco situações de ameaça, com ocorrências disjuntas. É ameaçada pelo declínio do hábitat, pois os solos das matas às margens de rios são historicamente cobiçados pela agricultura, conversão essa que tem sido favorecida pela reforma do código florestal.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Castela%20tweedii","Mata Atlântica"],
    [4376,"SIMAROUBACEAE","Picrasma crenata","(Vell.) Engl.","LC","","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea no subosque da Floresta Atlântica, nas formações pluvial, semidecídua, mista de Araucária e restinga. Rara no Sudeste e Nordeste. Ocorrência central na Região Sul onde por ter densidades de um a 9 indivíduos por hectare. Apresenta uso medicinal em escala local. A extração de raspas da casca deve ser feito de modo a não matar a árvore.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrasma%20crenata","Mata Atlântica"],
    [4377,"SIMAROUBACEAE","Simaba floribunda","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espécie descrita em 1823. São árvores, de pequeno a grande porte. Ocorrem na Floresta Atlântica do Nordeste e Sudeste, mais frequentemente nas formações costeiras e de terras baixas, rara na encosta atlântica e no interior.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20floribunda","Mata Atlântica"],
    [4378,"SIMAROUBACEAE","Simaba glabra","Engl.","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva encontrada em Formações Campestres do Cerrado, mas não é endêmica do Brasil. Descrita em 1874, foram identificadas sete situações de ameaça distribuídas em uma AOO de 40 km². Apresenta baixa frequência de coleta, com tendência ao declínio. Tem uso medicinal de escala local. É ameaçada pela expansão da fronteira agrícola.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20glabra","Amazônia, Cerrado"],
    [4379,"SIMAROUBACEAE","Simaba insignis","A.St.-Hil. & Tul.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva a arbórea baixa, endêmica do Brasil, restrita à Mata Atlântica das montanhas próximas à costa. Tem distribuição restrita, com EOO de 4.736,15 km² e AOO de 28 km². Foram identificadas três situações de ameaça em Ubatuba (SP), em Petrópolis e no Rio de Janeiro (RJ). Descrita em 1842, há muito tempo não é coletada na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde existem ao menos sete coletas, com último registro de 1968. Em Petrópolis, sua última coleta é de 1943. Os espécimes mais recentes foram coletados em 1999 e 2001 na Ilha Anchieta, em Ubatuba (SP). É ameaçada pelo declínio de AOO, EOO e pela perda da qualidade do hábitat. Na Floresta da Tijuca, as partes mais altas sofrem com a perda da qualidade do hábitat, em decorrência da atividade turística. Pode estar extinta em Petrópolis, e esta é uma tendência para sua ocorrência no município do Rio de Janeiro.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20insignis","Mata Atlântica"],
    [4380,"SIMAROUBACEAE","Simaba salubris","Engl.","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espécie \"Criticamente em perigo\" (CR) devido à perda de hábitat e ao declínio na AOO. É possível que esteja extinta, pois a última coleta foi há 76 anos. Tem distribuição restrita, com AOO de 8 km². Foram identificadas apenas duas coletas da espécie, sendo ambas muito antigas. Uma em 1823, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), e outra em 1936, em Campo Grande (MS). Embora as duas localidades sejam muito distantes, ambas estão no bioma Cerrado e sob a mesma ameaça: a expansão da fronteira agrícola. Desta forma, foi considerada sujeita a somente uma situação de ameaça.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20salubris","Cerrado"],
    [4381,"SIMAROUBACEAE","Simaba suaveolens","A.St.-Hil.","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie arbustiva \"Criticamente em perigo\" (CR), sendo possível que esteja extinta. Tem distribuição restrita, com AOO de 4 km². Está sujeita a uma situação de ameaça, em Itabira (MG), apenas pelo espécime-tipo, sem data. Como foi coletada por A. Saint-Hilaire, pode-se estimar que isso tenha ocorrido há pelo menos 180 anos. O hábitat de Cerrado nessa região vem sendo muito degradado pela atividade mineradora, assim como a vegetação natural tem sido suprimida para a produção de carvão e o plantio de Eucalyptus e Pinus.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20suaveolens","Cerrado"],
    [4382,"SIMAROUBACEAE","Simaba warmingiana","Engl.","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espécie subarbustiva do Cerrado, com AOO de 20 km². É ameaçada pela perda de hábitat em consequência do desmatamento do Cerrado para produção de carvão, expansão da fronteira agrícola e queimadas. Conhecida por apenas cinco coletas de áreas disjuntas, com intervalo de tempo de 102 anos, última coleta foi em 1996, no interior da Bahia. Há registros também para Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Foram identificadas no máximo cinco situações de ameaça, considerando a distância entre as áreas conhecidas de sua ocorrência.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20warmingiana","Cerrado"],
    [4383,"SIPARUNACEAE","Siparuna bifida","(Poepp. & Endl.) A.DC.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Com ampla EOO, ocorrendo em Unidades de Conservação e não sendo endêmica do Brasil, não está ameaçada, mas a espécie coletada em Belém, pode ser de determinação duvidosa, pois está muito distante de sua faixa de ocorrência e não foi identificada pelo especialista. Pode diminuir muito seu EOO.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20bifida","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4384,"SIPARUNACEAE","Siparuna brasiliensis","(Spreng.) A.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no Brasil e frequente em algumas regiões de ocorrência. Está representada em Unidades de Conservação de proteção integral.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20brasiliensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4385,"SIPARUNACEAE","Siparuna reginae","(Tul.) A.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo inclusive em boa parte da região Amazônica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20reginae","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4386,"SMILACACEAE","Smilax goyazana","A.DC.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax goyazana conhecida popularmente por\"Japecanga\" e \"Douradinha\", caracteriza-se por subarbustos, arbustos ou lianas,terrícolas, dióicas, e apresenta síndrome de polinização entomófila e dispersãoornitocórica. Não endêmica do Brasil. Ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado ePantanal, em campos rupestres, floresta ciliar e/ou de galeria. Apresenta EOOde 1.106,246,760km². Amplamente distribuída. Protegida por Unidades deConservação. Apesar de suas raízes e folhas serem utilizadas com finsmedicinais, não há nenhuma ameaça direta a espécie que a coloque em algumacategoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20goyazana","Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [4387,"SMILACACEAE","Smilax japicanga","Griseb.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax japicanga conhecida popularmente por\"Japicanga\", \"Jupicanga\" e \"Salsa parrilha\", caracteriza-se por lianas,terrícolas, anuais, dióicas, apresenta síndrome de polinização entomófila edispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos estados de Minas Gerais,Rio de Janeiro e São Paulo. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em floresta ombrófila densa, entre 50-1280m de altitude. ApresentaEOO de 72.373,180km². Protegida por Unidades de Conservação, Parque Nacional doItatiaia, Reserva Ecológica de Macaé de Cima, Parque Estadual do Desengano,Reserva Biológica Poço das Antas e Parque Estadual da Serra do Brigadeiro.Espécie bem representada no Herbário RB para o estado do Rio de Janeiro.Utilizada para fins medicinais, o que pode provocar redução populacional daespécie. É necessário o investimentoem pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existênciade novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional, sua proteção,e sua manutenção na natureza, sendo necessário um plano de manejoadequado, para que em um futuro próximo a espécie não seja incluída em algumacategoria de ameaça.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20japicanga","Mata Atlântica"],
    [4388,"SMILACACEAE","Smilax lappacea","Willd.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax lappacea caracteriza-se por lianas, terrícolas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Não é endêmica do Brasil, com registros para os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Restrita aos biomas Cerrado e Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Densa. Tem AOO de 20 km², e está sujeita a três situações de ameaça: formação de pastagens para atividades pecuaristas, levando à consequente invasão de espécies exóticas, práticas agrícolas, principalmente a monocultura da soja e exploração madeireira ilegal. É protegida por unidades de conservação (SNUC): Parque Nacional do Itatiaia e Parque Nacional do Caparaó. Apresenta escassas coleções registradas em coleções científicas. A última coleta foi realizada em 2004, no município de Teresópolis (RJ). São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20lappacea","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4389,"SMILACACEAE","Smilax longifolia","Rich.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax longifolia conhecida popularmente por \"Salsaparrilha\",\"Salsa do Pará\", \"Salsa do Rio Negro\", \"Salsaparrilha do Maranhão\", \"Salsaparrilhado Pará\", \"Lisbonense\" e \"Sipoêm\". Caracteriza-se por lianas, terrícolas,dióicas, apresenta síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica.Espécie típica da floresta Amazônica, segundo Forzza et al. ocorre nos estados do Amapá, Pará e Amazonas, porém há umregistro de coleta (O.J. Pereira 3477) para o Espírito Santo, município deConceição da Barra, o que aumenta significantemente a extensão de ocorrência daespécie, além de sua ocorrência para o bioma Mata Atlântica. Apresenta EOO de1.820.988,413km². Espécie utilizada para fins medicinais, suas raízes são muitoexportadas, o que pode ocasionar um declínio populacional da espécie. Apesar desuas propriedades medicinais, não há nenhuma ameaça direta que a coloque emalguma categoria de risco. Espécie não ameaçada no âmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20longifolia","Amazônia"],
    [4390,"SMILACACEAE","Smilax lutescens","Vell.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax lutescens, conhecida popularmente por pitanga e pitanga-sem-espinho, caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Encontrada nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, desenvolve-se em Floresta Ombrófila Densa, entre 690 e 740 m de altitude. Tem AOO de 20 km², e está sujeita a três situações de ameaça: pecuária, agricultura e exploração madeireira ilegal. É considerada \"Presumivelmente extinta\" pela Lista Vermelha da Flora de São Paulo. Pouco representada em coleções científicas, foi coletada pela última vez no município de Pindamonhangaba (SP), em 2006. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20lutescens","Mata Atlântica"],
    [4391,"SMILACACEAE","Smilax muscosa","Toledo","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax muscosa, conhecida popularmente por salsaparrilha, caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e, possivelmente, no Estado do Espírito Santo. Restrita ao bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Ombrófila Densa, entre 1.000 e 2.130 m de altitude. Foram identificadas quatro situações de ameaça: pecuária, agricultura, exploração madeireira ilegal e, particularmente, no Parque Nacional do Itatiaia, as intensas visitações de turistas. Apresenta três regiões de ocorrência: município de Coronel Pacheco (MG), onde remanesce apenas 7% da cobertura original de Mata Atlântica, Campos do Jordão (SP), com apenas 15%, e Parque Nacional do Itatiaia. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20muscosa","Mata Atlântica"],
    [4392,"SMILACACEAE","Smilax spicata","Vell.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax spicata caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados do Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Restrita do bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Ombrófila Densa, entre 200 m e 900 m de altitude. Tem AOO de 44 km² e está sujeita a quatro situações de ameaça: agricultura, pecuária, expansão urbana desordenada e, em áreas de unidades de conservação (SNUC), visitação de turistas. É protegida pelo Parque Nacional da Tijuca, Estação Biológica do Alto da Serra do Paranapiacaba e Parque Estadual Xixová-Japuí. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20spicata","Mata Atlântica"],
    [4393,"SMILACACEAE","Smilax subsessiliflora","Duhamel","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilaxsubsessiliflora conhecida por japecanga, caracteriza-se por lianas, terrícolas, dioicas, e por apresentar síndrome de polinização entomófila e dispersão zoocórica. Endêmica do Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná. Restrita ao bioma Mata Atlântica, é encontrada em Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa e Restinga. Apresenta AOO de 16 km², tendo distribuição restrita e pontual. É conhecida por escassas coleções científicas. Foi coletada pela última vez no ano de 2008, no município de Miguel Pereira (RJ), onde remanescem apenas 29% da cobertura vegetal original. O mesmo acontece nos outros municípios de ocorrência da espécie, nos quais restam apenas fragmentos da floresta original. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de novas subpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20subsessiliflora","Mata Atlântica"],
    [4394,"SOLANACEAE","Aureliana fasciculata","(Vell.) Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 4.170.579,580km², ocorre em diversas fitofisionomias ao longo de toda a Costa Atlântica brasileira, incluindo áreas perturbadas e em estágios iniciais de sucessão, e está incluída em várias Unidades de Conservação. Pelo grande número de registros de herbário, suspeita-se que seja localmente abundante.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aureliana%20fasciculata","Mata Atlântica"],
    [4395,"SOLANACEAE","Bouchetia anomala","(Miers) Britton & Rusby","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Os dados disponíveis da espécie não permitem encaixá-la em nenhuma categoria de ameaça. Entretanto, suspeita-se que se trate de uma espécie ameaçada, devido ao fato de o ambiente em que ocorre não ser contemplado por nenhuma unidade de conservação, e vem sofrendo com diversas ameaças, como a expansão de atividades silviculturais e agropecuárias. Além disso, a espécie só foi coletada uma vez após a década de 80, de onde se suspeita que a mesma esteja sofrendo declínio na Extensão de Ocorrência.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bouchetia%20anomala","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4396,"SOLANACEAE","Calibrachoa eglandulata","Stehmann & Semir","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Calibrachoa eglandulata tem uma distribuição geográfica restrita, confirmada pelo esforço de coleta empreendido na região em que habita. A EOO é de 364,45 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com o declínio na área e na qualidade do seu hábitat, devido à expansão de atividades agrícolas, e não está representada em nenhuma unidade de conservação (SNUC).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20eglandulata","Mata Atlântica"],
    [4397,"SOLANACEAE","Calibrachoa elegans","(Miers) Stehmann & Semir","EN","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espécie apresenta EOO de 3.572,49 km², e ocorre em um ecossistema extremamente ameaçado pela mineração e pela expansão urbana. Além disso, a espécie é autoincompatível e tem especificidade de polinizador. Devido às ameaças a que está submetida e às suas características reprodutivas, suspeita-se que venha sofrendo um declínio contínuo na AOO e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas. Assim, Calibrachoa elegans foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20elegans","Cerrado"],
    [4398,"SOLANACEAE","Calibrachoa humilis","(R.E.Fr.) Stehmann & Semir","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Calibrachoa humilis apresenta distribuição restrita, onde foram identificadas apenas duas situações de ameaça que correspondem a uma EOO de 584,26 km². A espécie vem sofrendo com um forte declínio na extensão e na qualidade de seu hábitat, devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20humilis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4399,"SOLANACEAE","Calibrachoa serrulata","(L.B.Sm. & Downs) Stehmann & Semir","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Até recentemente, Calibrachoa serrulata era conhecida apenas pelo material-tipo. Entretanto, a espécie foi novamente coletada na mesma região (Herbário BHCB), e é possível que um maior esforço de coleta leve à descoberta de novos exemplares, ampliando a área de distribuição da espécie ou confirmando a distribuição restrita da espécie.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20serrulata","Mata Atlântica"],
    [4400,"SOLANACEAE","Calibrachoa spathulata","(L.B.Sm. & Downs) Stehmann & Semir","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Calibrachoa spathulata apresenta EOO de 13.747,26 km², onde foram identificadas menos de 10 situações de ameaça. A espécie habita principalmente áreas campestres, que são ameaçadas pela franca expansão de atividades silviculturais (plantios de Pinus spp.) em alguns dos municípios nos quais sua ocorrência foi registrada. Os plantios geralmente são feitos sobre os campos, levando à redução da extensão de hábitat, e as áreas campestres remanescentes estão sujeitas à invasão de Pinus spp.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20spathulata","Mata Atlântica"],
    [4401,"SOLANACEAE","Cestrum tubulosum","Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma extensão de ocorrência de 535.359,9 km2 e ocorre nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, sendo que nesta última foi coletada em região bastante isolada e de difícil acesso. Entretanto, suspeita-se que a espécie esteja suscetível à extinção local nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, devido ao elevado desmatamento, ao baixo número de coletas e à ausência de registros nas últimas três décadas.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cestrum%20tubulosum","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4402,"SOLANACEAE","Dyssochroma longipes","(Sendtn.) Miers","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 125.513,6 km2, ocorre em diversas fitofisionomias, desde florestas ombrófilas mistas a restingas, e está representada em áreas relativamente bem preservadas e também em algumas Unidades de Conservação.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyssochroma%20longipes","Mata Atlântica"],
    [4403,"SOLANACEAE","Dyssochroma viridiflora","(Sims) Miers","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta distribuição ampla, com uma Extensão de Ocorrência de 611.345,8 km2, e é bastante frequente. Ocorre em várias Unidades de Conservação.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyssochroma%20viridiflora","Mata Atlântica"],
    [4404,"SOLANACEAE","Lycianthes rantonnei","(Carrière) Bitter","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 205387.931 km2 e ocorre em duas Unidades de Conservação, não sendo, portanto, possível encaixá-la em nenhuma categoria de ameaça. Entretanto, suspeita-se que a espécie esteja sofrendo um declínio contínuo na sua Extensão de Ocorrência e na Área de Ocupação, devido ao fato de que a mesma ocorre em locais severamente impactados por atividades humanas, como o município de Januária (MG), em que a espécie foi coletada há quase 40 anos e onde mais de 90% da extensão original da Mata Atlântica encontram-se desmatados. As coletas recentes são todas para o estado do Paraná.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycianthes%20rantonnei","Mata Atlântica"],
    [4405,"SOLANACEAE","Lycianthes repens","(Spreng.) Bitter","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","","Lycinathes repens é uma espécie rara, dependente de florestas muito bem preservadas, e é representada por coletas esparsas, algumas muito antigas (ex. Itacaré / BA, 1820, Prudentópolis / PR, 1911) e a maioria em municípios fortemente desmatados. Por essa razão, a população da espécie é considerada severamente fragmentada. Há três registros de herbário que não estão representados no mapa, nos municípios mineiros de Caratinga e Carangola (Herbário BHCB), onde mais de 90% da extensão original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. A AOO foi estimada em 32 km², sendo, portanto, muito inferior ao limite de 500 km² da categoria \"Em perigo\" (EN), de acordo com o critério B.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycianthes%20repens","Mata Atlântica"],
    [4406,"SOLANACEAE","Lycium glomeratum","Sendtn.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A extensão de ocorrência da espécie não está corretamente representada, uma vez que não há registros no estado de Alagoas, onde foi coletado o material-tipo da espécie, e onda a mesma foi coletada recentemente. Entretanto, suspeita-se que a espécie seja ameaçada, por ser naturalmente rara, não estar representada em Unidades de Conservação, e ocorrer em áreas fortemente desmatadas, necessitando, portanto, de ações de pesquisa e conservação.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycium%20glomeratum","Mata Atlântica"],
    [4407,"SOLANACEAE","Nicotiana mutabilis","Stehmann & Semir","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nicotiana mutabilis foi descrita recentemente, em 2002, e até o momento foram identificadas apenas quatro situações de ameaça. Tem distribuição bastante restrita (EOO=150,29 km²). Embora a região em que ocorre seja relativamente bem preservada, devido ao relevo bastante acidentado, a espécie também habita locais degradados, como beiras de estradas e campos abandonados. São consideradas ameaças a coleta de sementes para fins ornamentais e a possibilidade de degradação de seu hábitat, tornando-a \"Vulnerável\" (VU).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nicotiana%20mutabilis","Mata Atlântica"],
    [4408,"SOLANACEAE","Nierembergia pinifolia","Miers","CR","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Nierembergia pinifolia apresenta uma AOO de 8 km², sujeita a apenas uma situação de ameaça, no município de Santana do Livramento (RS), e não está representada em nenhuma unidade de conservação (SNUC). Seu hábitat vem declinando continuamente em extensão e qualidade, devido às atividades silviculturais e agropecuárias. Em função disso, suspeita-se que também esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros, e que as subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A espécie foi descrita em 1846 e apresenta diversas características que a tornam facilmente identificável, o que permite suspeitar que sua distribuição restrita não se deve ao resultado de subamostragem e/ou dificuldade de identificação do táxon.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nierembergia%20pinifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4409,"SOLANACEAE","Petunia bonjardinensis","T.Ando & Hashim.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia bonjardinensis apresenta uma distribuição geográfica restrita, tendo uma EOO de 2.396,61 km². Foram identificadas menos de cinco situações de ameaça, considerando que a qualidade e a extensão do seu hábitat vêm declinando devido às atividades agrícolas e silviculturais. Além disso, não há informação de que a espécie ocorra em nenhuma unidade de conservação (SNUC).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20bonjardinensis","Mata Atlântica"],
    [4410,"SOLANACEAE","Petunia exserta","Stehmann","EN","B1ab(iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia exserta apresenta uma distribuição geográfica restrita, com uma EOO de 502,29 km². As subpopulações são pequenas e isoladas, e a espécie vem sofrendo com a redução na qualidade de seu hábitat, no número de indivíduos maduros e de subpopulações.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20exserta","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4411,"SOLANACEAE","Petunia mantiqueirensis","T.Ando & Hashim.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia mantiqueirensis apresenta uma distribuição geográfica restrita, ocorrendo numa pequena porção da Serra da Mantiqueira (MG) e tendo uma EOO de 193,40 km². A espécie está presente em três municípios, cada um considerado uma situação de ameaça distinta, sendo que em todos eles mais de 80% da área original da Mata Atlântica foi desmatada. Devido a isso, além de um declínio contínuo na extensão e na qualidade do hábitat, suspeita-se que esteja ocorrendo um declínio no número de subpopulações e de indivíduos maduros.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20mantiqueirensis","Mata Atlântica"],
    [4412,"SOLANACEAE","Petunia reitzii","L.B.Sm. & Downs","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia reitzii apresenta uma distribuição restrita, tendo uma EOO de 18,64 km². A espécie ocorre em apenas um município do planalto catarinense, o que é interpretado como sendo apenas uma única situação de ameaça. A espécie sofre com o declínio na qualidade e na extensão de seu hábitat, devido a atividades agrícolas e silviculturais, além de não ser protegida por nenhuma unidade de conservação (SNUC). Suspeita-se que, por causa da perda e da degradação de seu hábitat, P. reitzii esteja sofrendo um declínio populacional contínuo.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [4413,"SOLANACEAE","Petunia saxicola","L.B.Sm. & Downs","CR","B2ab(iii,v),C2a(i,ii),D","Tainan Messina","Tainan Messina","Petunia saxicola é uma espécie de distribuição restrita com AOO de 4 km². É conhecida por apenas uma população composta de poucos indivíduos, cujo número vem declinando devido à mineração. Suspeita-se que o número de indivíduos seja inferior a 50.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20saxicola","Mata Atlântica"],
    [4414,"SOLANACEAE","Schwenckia curviflora","Benth.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de ter uma distribuição relativamente ampla, Schwenckia curviflora é uma espécie rara com hábitat específico, ocorrendo exclusivamente em áreas úmidas e brejosas do Sudeste e Sul. A AOO é de 64 km², portanto muito abaixo do limite de 500 km² da categoria \"Em perigo\" (EN) definido no critério B. A espécie foi coletada apenas três vezes nos últimos 30 anos, o que corrobora a sua raridade, sendo que, no Estado de São Paulo, a última coleta foi realizada em 1933. Alguns dos locais de ocorrência já se encontram completamente urbanizados, como a cidade de São Paulo, e outros, como o litoral do Rio Grande do Sul, encontram-se em franco processo de urbanização. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo declínio na AOO, na extensão e na qualidade do hábitat, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Em razão de sua raridade natural e à destruição do seu hábitat, a população de S. curviflora é considerada severamente fragmentada.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20curviflora","Cerrado, Mata AtlÃ¢ntica"],
    [4415,"SOLANACEAE","Schwenckia lateriflora","(Vahl) Carvalho","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Distribuição geográfica da espécie encontra-se incompleta. As informações disponíveis não incluem registros de ocorrência da espécie no estado do Rio de Janeiro, onde, de acordo com a Flora do Brasil, a espécie ocorre. Dados insuficientes para avaliação.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20lateriflora","Mata Atlântica"],
    [4416,"SOLANACEAE","Schwenckia nova-veneciana","Carvalho","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Schwenckia nova-veneciana é uma espécie rara e com distribuição restrita. A região onde a espécie ocorre vem sendo drasticamente desmatada, no município de Nova Venécia (ES), 94% da cobertura original da Mata Atlântica encontra-se desmatada. Devido a esses fatores, suspeita-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Também é possível suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo na AOO, calculada em apenas 8 km², na extensão e na qualidade do hábitat, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. Sua existência na natureza deve ser verificada urgentemente e, caso a espécie seja encontrada, ações de conservação in situ e ex situ devem ser estabelecidas.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20nova-veneciana","Mata Atlântica"],
    [4417,"SOLANACEAE","Sessea brasiliensis","Toledo","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 47.147,970km², e ocorre em regiões severamente impactadas por atividades humanas, como a região metropolitana de São Paulo e o sul de Minas Gerais.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sessea%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [4418,"SOLANACEAE","Sessea regnellii","Taub.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta Extensão de Ocorrência de 280.866,010km², e ocorre em várias fisionomias florestais dentro do domínio da Mata Atlântica.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sessea%20regnellii","Mata Atlântica"],
    [4419,"SOLANACEAE","Solanum affine","Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Solanum affine tem uma distribuição relativamente ampla, com uma Extensão de Ocorrência de 489.736,29 km2. Ocorre em uma variedade de habitats, desde restingas a florestas montanas, inclusive em áreas perturbadas e campos abandonados. Foi registrada em algumas Unidades de Conservação, e em algumas das áreas remanescentes mais representativas da Mata Atlântica.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20affine","Mata Atlântica"],
    [4420,"SOLANACEAE","Solanum arenarium","Sendtn.","EN","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum arenarium é uma espécie bastante rara, representada em grande parte por coletas antigas e relativamente esparsas. Ocorre próximo ao litoral, sob baixas altitudes, em geral, em locais muito desmatados e alterados pela ação humana, como é o caso das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. Esses fatores indicam que vem havendo um acentuado declínio na extensão e qualidade do hábitat. A AOO é de 56 km². Suspeita-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam fortemente isoladas umas das outras, e que a espécie venha sofrendo declínio no número de indivíduos maduros.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20arenarium","Mata Atlântica"],
    [4421,"SOLANACEAE","Solanum bahianum","S.Knapp","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","","Até recentemente, Solanum bahianum era conhecida apenas em uma pequena região do litoral sul da Bahia. A identificação de dois novos registros para os Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro ampliou expressivamente a distribuição geográfica da espécie (AOO atual é de 32 km²). Entretanto, esses novos registros indicam a ocorrência da espécie em áreas severamente impactadas por atividades humanas. No município de Conceição da Barra (ES), mais de 90% da cobertura original da Mata Atlântica foi desmatada, indicando redução na extensão e na qualidade do hábitat. Já em Macaé (RJ), a espécie foi coletada há quase 20 anos em um pequeno fragmento de floresta litorânea, totalmente cercado pela cidade, de um lado, e pelo mar, de outro. Suspeita-se que a espécie possa ter sido localmente extinta, em função do declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações. Também se suspeita que, por causa da severa redução na extensão e na qualidade do hábitat, também em curso na porção baiana, e na distribuição da espécie devido à expansão de atividades agrícolas, esteja havendo declínio no número de indivíduos maduros, e que a maioria das subpopulações remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20bahianum","Mata Atlântica"],
    [4422,"SOLANACEAE","Solanum bullatum","Vell.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Solanum bullatum é uma espécie bastante frequente na Mata Atlântica das regiões Sudeste e Sul, ocorre em várias fisionomias florestais, incluindo capoeiras, e está representada em algumas Unidades de Conservação.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20bullatum","Mata Atlântica"],
    [4423,"SOLANACEAE","Solanum cinnamomeum","Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","","A espécie apresenta ampla distribuição, com uma Extensão de Ocorrência de 605841 km2, ocorre em diferentes fisionomias da Mata Atlântica, inclusive em trechos extensos e bem preservados do Bioma, e está representada em algumas Unidades de Conservação.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20cinnamomeum","Mata Atlântica"],
    [4424,"SOLANACEAE","Solanum diamantinense","Agra","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum diamantinense é uma espécie endêmica da Bahia descrita em 1999. Ocorrendo quase exclusivamente na Chapada Diamantina, a espécie possui uma distribuição relativamente restrita, com um Extensão de Ocorrência de 58512.37 km2. As informações disponíveis indicam que a espécie pode ser localmente abundante, e ocorre também em áreas perturbadas e secundárias. Entretanto, a região sofre com uma série de ameaças, como a expansão de atividades agropecuárias e a incidência frequente de incêndios. Dessa forma, S. diamantinense pode vir a ser ameaçada num futuro próximo.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20diamantinense","Caatinga, Cerrado"],
    [4425,"SOLANACEAE","Solanum diploconos","(Mart.) Bohs","LC","","Pablo Viany Prieto","","Solanum diploconos é amplamente distribuída nas regiões Sudeste e Sul, possuindo uma Extensão de Ocorrência de 539795.7 km2. Espécie muito frequente e representada em várias Unidades de Conservação ao longo da sua distribuição.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20diploconos","Mata Atlântica"],
    [4426,"SOLANACEAE","Solanum gertii","S.Knapp","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum gertii possui distribuição geográfica um tanto restrita, com uma Extensão de Ocorrência de 45131.3 km2, e é representada por não muitas coletas. A maior parte dos registros da espécie se encontram em uma região que apresenta uma extensão significativa de florestas, os municípios de Morretes e Guaratuba preservam ambos mais de 70% da cobertura original da Mata Atlântica. Entretanto, devido à sua distribuição restrita, sua aparente raridade e à possibilidade de degradação do seu habitat, a espécie pode vir a ser ameaçada no futuro.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20gertii","Mata Atlântica"],
    [4427,"SOLANACEAE","Solanum granulosoleprosum","Dunal","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma Extensão de Ocorrência de 1.772.222,126km², ocorre em diversas fitofisionomias, incluindo áreas alteradas, e é contemplada por várias Unidades de Conservação.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20granulosoleprosum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4428,"SOLANACEAE","Solanum graveolens","Bunbury","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","","Solanum graveolens é uma espécie rara e dependente de florestas bem preservadas, com AOO de 32 km². A maioria dos locais de ocorrência é severamente desmatada e, no caso dos registros do Estado do Rio de Janeiro, também altamente urbanizada. Por isso, considera-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Também é possível suspeitar que esteja ocorrendo um declínio na AOO, na extensão, na qualidade do hábitat e no número de subpopulações e indivíduos maduros.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20graveolens","Mata Atlântica"],
    [4429,"SOLANACEAE","Solanum hasslerianum","Chodat","LC","","Pablo Viany Prieto","","A espécie apresenta Extensão de Ocorrência de 385.437,511km², sendo portanto distribuída de forma relativamente ampla, e é bastante frequente no setor Sul da sua distribuição. Entretanto, as informações disponíveis indicam que a espécie não é representada em nenhuma Unidade de Conservação, indicando a necessidade de medidas de conservação in situ direcionadas a ela.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20hasslerianum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4430,"SOLANACEAE","Solanum jabrense","Agra & M.Nee","EN","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum jabrense ocorre exclusivamente nos Brejos de Altitude, enclaves de Floresta Úmida em meio ao agreste nordestino. A AOO é de 88 km². Devido a sua distribuição naturalmente fragmentada e ao grande desmatamento a que os brejos vêm sendo submetidos, suspeita-se que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras, e também que esteja havendo declínio na extensão e qualidade do hábitat e no número de indivíduos maduros da espécie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20jabrense","Caatinga, Mata Atlântica"],
    [4431,"SOLANACEAE","Solanum latiflorum","Bohs","LC","","Pablo Viany Prieto","","A espécie apresenta Extensão de Ocorrência de 59.180,149km², ocorre em vários trechos bem preservados da Serra do Mar, e está representada em algumas Unidades de Conservação que abrigam áreas expressivas de Mata Atlântica.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20latiflorum","Mata Atlântica"],
    [4432,"SOLANACEAE","Solanum leucodendron","Sendtn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuição ampla e é considerada comum em diversas das áreas de ocorrência.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20leucodendron","Mata Atlântica"],
    [4433,"SOLANACEAE","Solanum melissarum","Bohs","LC","","Pablo Viany Prieto","","Solanum melissarum é amplamente distribuída, tendo uma extensão de ocorrência de 846.612.53km², é relativamente frequente ao longo da sua distribuição, ocorre em diferentes fisionomias florestais da Mata Atlântica e está representada em algumas Unidades de Conservação.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20melissarum","Mata Atlântica"],
    [4434,"SOLANACEAE","Solanum ovum-fringillae","(Dunal) Bohs","DD","","Pablo Viany Prieto","","A distribuição geográfica de Solanum ovum-fringillae não é bem conhecida. É possível suspeitar de que seja uma espécie de fato ameaçada, devido à situação dramática da Mata Atlântica na região nordeste do Brasil, sendo, portanto, necessário realizar um esforço de campo para delimitar corretamente a sua região de ocorrência.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20ovum-fringillae","Mata Atlântica"],
    [4435,"SOLANACEAE","Solanum paralum","Bohs","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","","Solanum paralum ocorre do sul da Bahia ao litoral sul fluminense (Estado do Rio de Janeiro). Nas duas regiões, a espécie vive em uma área restrita, de modo que sua AOO é de apenas 16 km². A espécie está presente em Restingas e Florestas Ombrófilas litorâneas, formações que sofrem forte pressão resultante da ocupação humana. Assim, considera-se que vem ocorrendo declínio na extensão e qualidade do hábitat da espécie.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20paralum","Mata Atlântica"],
    [4436,"SOLANACEAE","Solanum pinetorum","(L.B.Sm. & Downs) Bohs","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum pinetorum apresenta uma distribuição razoavelmente ampla, ocorre também em formações secundárias e está representada em algumas Unidades de Conservação. Entretanto, há uma disjunção significativa na sua distribuição, e é muito pouco provável que esteja havendo passagem de sementes e/ou pólen entre as áreas disjuntas. Devido a isso, suspeita-se que a espécie possa vir a estar ameaçada num futuro próximo.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20pinetorum","Mata Atlântica"],
    [4437,"SOLANACEAE","Solanum pseudoquina","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuição ampla e é considerada comum em diversos ambientes.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20pseudoquina","Mata Atlântica"],
    [4438,"SOLANACEAE","Solanum reitzii","L.B.Sm. & Downs","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum reitzii não apresenta uma distribuição restrita, ocorre em diferentes fisionomias da Mata Atlântica, e, segundo as informações disponíveis, está representada em duas Unidades de Conservação, os Parques Estaduais paranaenses de Velha e Mata dos Godoy. Entretanto, os registros de ocorrência da espécie são esparsos, e uma parte deles é relativamente antiga. No Rio Grande do Sul a espécie não é coletada desde 1977, tendo sido registrada em locais bastante urbanizados e historicamente afetados pela ocupação humana.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [4439,"SOLANACEAE","Solanum restingae","S.Knapp","EN","B2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","","Solanum restingae ocorre em formações vegetais sobre solos arenosos como os campos da Chapada Diamantina e as Restingas. Situadas ao longo do litoral do País, onde a maior parte da população humana está concentrada, as Restingas vêm sendo desmatadas de forma drástica principalmente devido à expansão urbana, quase sempre impulsionada pela especulação imobiliária e, em menor extensão, em função de atividades agropecuárias. Assim, é certo que esteja havendo uma forte redução na extensão e na qualidade do hábitat da espécie. Também é possível suspeitar que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras, e que esteja ocorrendo um declínio no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO é de 60 km².","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20restingae","Mata Atlântica"],
    [4440,"SOLANACEAE","Solanum santosii","S.Knapp","VU","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum santosii é uma espécie rara, com distribuição restrita e especificidade de hábitat, cuja AOO é de 40 km². O número de situações de ameaça identificadas é inferior a 10. A espécie ocorre em alguns locais severamente desmatados, como os municípios de Salvador e Jussari (BA), que tiveram mais de 90% da superfície original de Mata Atlântica destruída, e em locais onde a expansão de atividades agropecuárias e silviculturais é uma ameaça bastante evidente no presente. Devido a isso, considera-se que esteja havendo declínio na extensão e na qualidade do hábitat, e se suspeita também de um declínio no número de indivíduos maduros.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20santosii","Mata Atlântica"],
    [4441,"SOLANACEAE","Solanum sooretamum","Carvalho","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espécie apresenta uma extensão de ocorrência de 82.848,17km² e, devido ao número de registros de herbário, é possível suspeitar de que seja uma espécie relativamente frequente. Apesar do habitat da espécie estar sofrendo um declínio expressivo decorrente da expansão de atividades agropecuárias e silviculturais, a espécie é bem representada em algumas Unidades de Conservação.","2012-06-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20sooretamum","Mata Atlântica"],
    [4442,"SOLANACEAE","Solanum spissifolium","Sendtn.","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(i)","Tainan Messina","","Solanum spissifolium foi coletada no passado em locais hoje totalmente urbanizados, no meio da cidade de São Paulo, e o último registro data de 1949. Suspeita-se que, além de uma dramática redução na extensão e na qualidade do hábitat, a espécie também tenha sofrido declínio na EOO, na AOO, e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. A AOO é de 4 km², e a espécie está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Suspeita-se que haja menos de 250 indivíduos de S. spissifolium e também que as subpopulações remanescentes sejam pequenas, com no máximo 50 indivíduos cada uma, e estejam altamente isoladas umas das outras. Existe uma grande possibilidade de a espécie ter se extinguido. Entretanto, há ainda pequenos remanescentes de Mata Atlântica tanto em meio à grande São Paulo quanto no seu entorno. No caso de buscas intensivas por S. spissifolium nesses locais não serem bem-sucedidas, a espécie poderá ser declarada extinta.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20spissifolium","Mata Atlântica"],
    [4443,"SOLANACEAE","Solanum sycocarpum","Mart. & Sendtn.","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum sycocarpum apresenta distribuição ampla, porém aparentemente descontínua, ao longo da costa Atlântica do Brasil. Apesar de ser rara, em geral apresentando baixas densidades populacionais, a quantidade de registros sugere que a espécie é relativamente frequente nas regiões em que ocorre. Há registros em algumas Unidades de Conservação. Por outro lado, o principal habitat de S. sycocarpum, as restingas, vêm sendo degradadas continuamente, e por isso suspeita-se que a espécie esteja sofrendo um declínio no número de indivíduos maduros e no número de subpopulações, podendo vir a ser ameaçada no futuro.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20sycocarpum","Mata Atlântica"],
    [4444,"SOLANACEAE","Solanum viscosissimum","Sendtn.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","","Solanum viscosissimum é uma espécie que ocorre em Florestas com Araucária, que sofreram um desmatamento drástico ao longo do século XX e, possivelmente, constituem a fitofisionomia mais ameaçada da Mata Atlântica. A espécie é representada em grande parte por registros de coleta relativamente antigos, no Paraná foi coletada apenas uma vez nos últimos 40 anos, e no Rio Grande do Sul não é coletada desde 1954, sendo por isso considerada \"Presumivelmente extinta\" nesse Estado. Por isso, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na EOO, na AOO e no número de subpopulações e de indivíduos maduros. É possível suspeitar também que as subpopulações sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A AOO é de 40 km² e, portanto, muito inferior ao limite de 500 km² da categoria \"Em perigo\" (EN), de acordo com o critério B.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20viscosissimum","Mata Atlântica"],
    [4445,"SOLANACEAE","Solanum warmingii","Hiern","EN","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum warmingii é representada por poucas coletas esparsas em locais altamente urbanizados, como o município de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), ou muito desmatados, como os municípios de Ponte Nova, Viçosa e Caratinga (MG), todos com cerca de 90% da cobertura original da Mata Atlântica desmatada. Embora se considere que a espécie ocorra também nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro, suspeita-se que seja de forma esparsa e possivelmente pontual. Assim, suspeita-se que suas subpopulações, exceto aquela presente no Parque Estadual do Rio Doce, sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Além disso, se suspeita que, devido ao grau de desmatamento dos locais em que ocorre, esteja havendo declínio do número de indivíduos adultos. A AOO é de 40 km².","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20warmingii","Mata Atlântica"],
    [4446,"SPHAGNACEAE","Sphagnum pendulirameum","H.A.Crum","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphagnum%20pendulirameum","Amazônia, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4447,"STYRACACEAE","Styrax acuminatus","Pohl","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. acuminatus é uma arbórea do Sul e Sudeste brasileiro. Foi estimada Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km². Embora tenha baixa densidade (máximo 6 indivíduos por hectare), muitas subpopulações foram encontradas em área sob proteção integral, de mode que a espécie não apresenta risco de extinção.","2012-12-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Styrax%20acuminatus","Mata Atlântica"],
    [4448,"SYMPLOCACEAE","Symplocos altissima","Brand","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos altissima é uma espécie conhecida somente de sua coleta tipo da região de Nova Friburgo, porém sem localidade certa. Pouco se sabe sobre a espécie, desta forma estudos mais aprofundados sobre a espécie são sugeridos, para que esta possa ser reavaliada futuramente. Diante do exposto S. altissima é considerada Deficiente de Dados (DD).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20altissima","Mata Atlântica"],
    [4449,"SYMPLOCACEAE","Symplocos corymboclados","Brand","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos corymboclados é uma espécie arbustiva ou arbórea ocorrente em áreas de Campo de Altitude e Floresta Ombrófila Densa alto-montana a 1.100 m e 2.000 m de altitude em Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Por ter especificidade de hábitat, sua AOO torna-se restrita, apresentando somente 72 km², além disso, considera-se estar sujeita a cinco situações de ameaça. O ambiente onde a espécie se desenvolve encontra-se ameaçado pela pressão antrópica e fragmentação. Diante do exposto, Symplocos corymboclados é categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20corymboclados","Mata Atlântica"],
    [4450,"SYMPLOCACEAE","Symplocos falcata","Brand","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos falcata é uma espécie arbórea ocorrente em diferentes ambientes em estados do sudeste do Brasil a 200 e 2400 m de alt. Possui extensão de ocorrência de 90.904,215km². Segundo Aranha Filho et al. (2007), a espécie é uma das mais comuns e bem distribuídas do grupo no sudeste do país, o autor relata ainda que S. falcata ocorre em ambientes florestais secundários e também em formações com distúrbio antrópico. Symplocos falcata é bem representada também em áreas preservadas como Unidades de Conservação. Diante disto, a espécie pode ser considerada Menos preocupante (LC).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20falcata","Mata Atlântica"],
    [4451,"SYMPLOCACEAE","Symplocos itatiaiae","Wawra","EN","B1ab(i,ii,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos itatiaiae é uma espécie arbórea ocorrente nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, em altitude de 2.000 a 2.250 m. Tem EOO de 2.955,73 km² e AOO de somente 12 km², além de estar sujeita a três situações de ameaça. Apesar de ocorrer em áreas protegidas como os Parques Nacionais do Itatiaia e da Serra dos Órgãos, sofre a ameaça periódica de incêndios florestais. Diante do exposto, pode-se dizer que S. itatiaiae está \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20itatiaiae","Mata Atlântica"],
    [4452,"SYMPLOCACEAE","Symplocos neglecta","Brand","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos neglecta é uma espécie arbustiva ocorrente na Mata Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro, em altitude de 600 a 800 m. Está sujeita a somente uma situação de ameaça e tem AOO de apenas 4 km². É ameaça ao hábitat da espécie o intenso processo de fragmentação e redução, sendo as florestas do Estado uma das mais ameaçadas do País. Diante do exposto, S. neglecta é categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20neglecta","Mata Atlântica"],
    [4453,"SYMPLOCACEAE","Symplocos organensis","Brand","EN","B2b(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos organensis é uma espécie arbustiva ou arborescente ocorrente na Mata Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro, a cerca de 2.000 m de altitude. Tem distribuição restrita a Florestas e Campos de Altitude, com uma EOO de 1.300,78 km² e AOO de 16 km². Apesar de ocorrer em áreas preservadas, o hábitat de S. organensis sofre com a fragmentação e a redução, sendo um dos ambientes florestais mais ameaçados do País. Diante do exposto, S. organensis encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20organensis","Mata Atlântica"],
    [4454,"SYMPLOCACEAE","Symplocos rhamnifolia","A.DC.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos rhamnifolia é uma espécie arbustiva ou arbórea ocorrente no Estado da Bahia, a 850 a 1.100 m de altitude. A espécie tem a AOO extremamente restrita (AOO=12 km²) e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. O hábitat onde a espécie ocorre sofre com a fragmentação e com os impactos de origem antrópica, ademais, outro risco iminente é a presença de uma grande rodovia próxima à sua área de ocorrência. Devido a essas características, S. rhamnifolia é categorizada como \"Em perigo (EN)\".","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20rhamnifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [4455,"SYMPLOCACEAE","Symplocos tenuifolia","Brand","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos tenuifolia é uma espécie arbórea a arbustiva ocorrente em estados do sul e sudeste do Brasil em diferentes habitats. Possui extensão de ocorrência de 212.341,060km². Apesar de o ambiente onde ocorre estar sob um histórico de pressão antrópica e atualmente sofrer com a fragmentação, a espécie ocorre em áreas protegidas, além de ser amplamente distribuída e bem representada nos locais onde ocorre. Desta forma, Symplocos tenuifolia está sob baixo risco de extinção, sendo considerada Menos preocupante (LC), entretanto, estudos posteriores de redução populacional ou restrições biológicas poderão levá-la a uma nova avaliação futuramente.","2012-03-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20tenuifolia","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4456,"THEACEAE","Laplacea fructicosa","(Schrad.) Kobuski","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. fructicosa é uma arbórea amplamente distribuída pelo Brasil. Possui Extensão de Ocorrência bastante superior a 20.000 km², sendo categorizada sem risco de extinção.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Laplacea%20fructicosa","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [4457,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris angustifolia","(Willd.) Proctor","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20angustifolia","Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado"],
    [4458,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris araucariensis","Ponce","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20araucariensis","Mata Atlântica"],
    [4459,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris concinna","(Willd.) Ching","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20concinna","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4460,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris cutiataensis","(Brade) Salino","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica de São Paulo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO restrita a 1.132,57 km² e está sujeita a três situações de ameaça considerando a degradação dos ambientes de ocorrência. Além disso, a supressão vegetal existente no seu hábitat leva a suspeitar que as subpopulações estejam em declínio e, caso ameaças como mineração, extrativismo vegetal não sustentável e poluição do solo e água não sejam controladas, a espécie poderá desaparecer da natureza.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20cutiataensis","Mata Atlântica"],
    [4461,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris hatschbachii","A.R.Sm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [4462,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris leprieurii","(Hook.) R.M.Tryon","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20leprieurii","Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado"],
    [4463,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris littoralis","Salino","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica de São Paulo. Tem EOO menor que 5.000 km². Está sujeita a menos de cinco situações de ameaça e suspeita-se do declínio contínuo da qualidade do hábitat. O entorno de sua região de ocorrência sofre com atividades agrícolas como o plantio de banana e a ocupação humana por comunidades de caiçaras e caboclos, que conseguem seu sustento por meio da agricultura de subsistência, pesca e extração de recursos naturais como o palmito e a caixeta.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20littoralis","Mata Atlântica"],
    [4464,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris macrophylla","(Kunze) C.V.Morton","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie amplamente distribuída e presente em Unidades de Conservação.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20macrophylla","Mata Atlântica, Amazônia"],
    [4465,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris montana","Salino","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie com distribuição restrita a Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem EOO com aproximadamente 16.250,16 km² e está sujeita a menos de 10 situações de ameaça. A degradação do hábitat proveniente de queimadas e atividades antrópicas é considerada a principal ameaça, que, caso não seja controlada, poderá causar o declínio populacional da espécie, transferindo-a para uma categoria de maior risco em futuro próximo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20montana","Mata Atlântica"],
    [4466,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris multigemmifera","Salino","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie é endêmica de São Paulo. Tem AOO restrita a 4 km² e está sujeita a apenas uma situação de ameaça onde existe a única subpopulação encontrada da espécie. Sua região de ocorrência sofre com o turismo intenso e as atividades agrícolas que causam declínio na extensão e qualidade do hábitat da espécie. Suspeita-se também do declínio de indivíduos maduros.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20multigemmifera","Mata Atlântica"],
    [4467,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris novaeana","(Brade) Ponce","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie endêmica da Ilha de Trindade, uma ilha vulcânica que pertence ao Estado do Espírito Santo. Tem AOO menor que 10 km². Está sujeita a apenas uma situação de ameaça, sendo o declínio na qualidade do hábitat considerado a principal. A Ilha sofreu com a introdução de animais domésticos que destruíram a vegetação original.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20novaeana","Mata Atlântica"],
    [4468,"TRICHOCOLEACEAE","Trichocolea brevifissa","Steph.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie não é endêmica do Brasil e no país é amplamente distribuída.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocolea%20brevifissa","Mata Atlântica"],
    [4469,"TRIGONIACEAE","Trigonia bahiensis","E.F.Guim. & Miguel","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Trigonia bahiensis E.F. Guim. & Miguel era considerada endêmica da Bahia, entretando, coleções recentemente determinadas pela especialista E.F. Guimarães ampliaram de maneira significativa a distribuição do táxon, com registros confirmados atualmente para os estados do Ceará, Minas Gerais e Espirito Santo. Com registros em Florestas Ombrófilas Densas e estacionais deciduais e semideciduais (carrascos, mussunungas, florestas de restinga),  esta erva escandente está bem representada em herbários e protegida pelos limites de diferentes categorias de Unidades de Conservação ao longo de sua distribuição. Por esses motivos, foi considerada de Menor Preocupação (LC) em relação ao seu risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonia%20bahiensis","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4470,"TRIGONIACEAE","Trigoniodendron spiritusanctense","E.F.Guim. & Miguel","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Trigoniodendron spiritusanctense ocorre exclusivamente em Florestas Primárias e Florestas de Tabuleiro sobre latossolo (Florestas Ombrófilas Densas), nos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Mesmo descrita como frequente em algumas localidades que apresentam florestas clímax (Mata do Carvão, Barra de São João, RJ), a espécie tem somente as subpopulações capixabas protegidas nos limites de unidades de conservação (SNUC) e, por ter uso verificado, suspeita-se que suas subpopulações estejam sofrendo declínio. Apresenta distribuição restrita (EOO= 16.425,57 km² e AOO=24 km²) a apenas uma fitofisionomia associada ao bioma Mata Atlântica. T. spiritusanctense é utilizada na confecção de dormentes e na produção de carvão vegetal, o que, aliado à severa perda de hábitat verificada nesses dois Estados, compromete diretamente a perpetuação deste táxon na natureza. Além disso, não se encontra legalmente protegida por legislação específica que regulamente seu uso, assim, T. spiritusanctense foi considerada \"Vulnerável\" (VU) em relação ao seu risco de extinção.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigoniodendron%20spiritusanctense","Mata Atlântica"],
    [4471,"TRIURIDACEAE","Sciaphila schwackeana","Johow","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Sciaphila schwackeana Johow representa um endemismo da Mata Atlântica brasileira, com registros espaços no solo de Florestas Ombrófilas Densas de encosta, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. O aparente baixo número de coleções pode ser atribuído principalmente ao fato deste táxon ter habito saprofítico, o que dificulta sua localização em campo, portanto, acredita-se que S. schwackeana seja mais frequente do que os registros sugerem, apesar de ter sido registrada em Unidades de Conservação, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução populacional drástica, uma vez que o Domínio Fitogeográfico Mata Atlântica, onde ocorre exclusivamente, tenha perdido mais de 90% de suas fitofisionomias originais. Por esses motivos, a espécie foi considerada Quase Ameaçada (NT), podendo se enquadrar em uma categoria de ameaça em um futuro próximo, conforme estudos biogeográficos e espaciais forem conduzidos.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sciaphila%20schwackeana","Mata Atlântica"],
    [4472,"TRIURIDACEAE","Triuris hyalina","Miers","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Triuris hyalina Miers ocorre amplamente distribuída nos neotrópicos, com registros desde a Guatemala até o sudeste do Brasil. Aqui, a espécie foi registrada em Florestas Ombrófilas Densas e semidecíduas associadas aos Domínios Fitogeográficos Amazônia e Mata Atlântica, nos estados do Amazonas, Espirito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo (Mass, 2012). Entretando, há registros indicando a ocorrência deste táxon também no estado da Bahia, confirmados pelo especialista botânico J.P. Maas, suspeita-se que o baixo número de coletas de T. hyalina se de principalmente por sua característica saprofítica, no interior de ambientes florestais, o que dificulta sua localização em campo. Pela sua expressiva distribuição geográfica, com registros em áreas ainda bem conservadas (estado do Amazonas), T. hyalina foi considerada de Menor Preocupação (LC) neste momento, porém demandando estudos biogeográficos e populacionais mais detalhados para se avaliar o risco de extinção de maneira mais precisa.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triuris%20hyalina","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [4473,"TROPAEOLACEAE","Tropaeolum pentaphyllum","Lam.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","T. pentaphyllum ocorre amplamente no sul do Brasil, apresentando EOO de 248.613 Km². Apesar de possuir propriedades medicinais, aparentemente a exploração da espécie não influencia em sua capacidade de regeneração e manutenção de populações. Deste modo, a espécie não se encontra em risco iminente de extinção, enquadrando-se na categoria Least concern (LC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tropaeolum%20pentaphyllum","Mata Atlântica"],
    [4474,"TROPAEOLACEAE","Tropaeolum warmingianum","Rohrb.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Tropaeolaceae warmingianum apresenta ampla EOO (191.879,91 km²), porém AOO (20 km²) restrita. Estima-se que a espécie esteja sujeita a, pelo menos, cinco situações de ameaça. Da mesma forma, suspeita-se que sua AOO esteja em declínio contínuo, tendo em vista as altas taxas de perda de Mata Atlântica e a degradação do bioma Cerrado. Mesmo em registros de herbário, pode-se constatar o histórico de perda de qualidade de hábitat em locais de ocorrência da espécie. Portanto, a espécie enquadra-se na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tropaeolum%20warmingianum","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4475,"TURNERACEAE","Piriqueta suborbicularis","(A.St.-Hil. & Naudin) Arbo","NT","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. suborbicularis é uma erva terrícola e rupícola, com distribuição no Sul do Brasil, em campos graminosos com presença de afloramento rochoso, uma formação vegetacional comum na extensão de ocorrência da espécie. Considerando ainda que trata-se de uma erva tolerante a ambientes alterados, é possível inferir que os valores de área de ocupação e extensão de ocorrência estão subestimados. Embora a espécie tolere ambientes antropizados, a agricultura e a limpeza do solo com o uso de fogo às áreas destinadas ao pastejo são ameaças à população, podendo elevar a espécie para uma categoria de ameaça.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piriqueta%20suborbicularis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4476,"TURNERACEAE","Turnera capitata","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. capitata é um arbusto que ocorre em diversas formações vegetacionais do sudeste e sul do Brasil, dentro dos limites da Mata Atlântica e Cerrado. A Extensão de Ocorrência é bastante superior a 20.000 km², de forma que a espécie não está em risco de extinção.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Turnera%20capitata","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4477,"TURNERACEAE","Turnera hilaireana","Urb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. hilaireana é uma erva terrícola com distribuição pelo Brasil central e sudeste. Embora os registros botânicos obtidos não representem a real distribuição da espécie, é possível inferir que a Extensão de Ocorrência é bastante superior a 20.000 km² devido a falta de especificidade de habitat e ao baixo esforço de coleta para ervas. Assim, T. hileireana não está sob risco de extinção.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Turnera%20hilaireana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4478,"ULMACEAE","Phyllostylon rhamnoides","(Poiss.) Taub.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie apresenta EOO=308.322,162km², tendo sido encontrada em mata mesófila perturbada nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Por ocorrer em áreas fortemente antropizadas, ter menos de 10 situações de ameaça e apresentar uso da madeira e frutos comestíveis, poderá ser categorizada como ameaçada em futuro próximo. Deve ser melhor estudada e fiscalizada, pois os indivíduos podem estar sendo retirados da natureza para uso, causando redução populacional.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllostylon%20rhamnoides","Cerrado"],
    [4479,"URTICACEAE","Coussapoa curranii","S.F.Blake","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie muito próxima de constar definitivamente como ameaçada. Sua EOO de 76.827,872km² não indica uma realidade, pois atualmente sua ocorrência no estado do Rio de Janeiro é muito duvidosa, já que sua coleta foi realizada em área hoje totalmente habitada. Há de se considerar apenas a Unidade de Conservação no Espírito Santo.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussapoa%20curranii","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4480,"URTICACEAE","Coussapoa floccosa","Akkermans & C.C.Berg","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com reduzida EOO, porém estudos no estado do Espírito Santo indicaram um indivíduo em uma parcela de 0,01 ha. Em coleção de herbário há apenas uma coleta próxima a cidade de Viçosa. Há necessidade de mais estudos para a espécie.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussapoa%20floccosa","Mata Atlântica"],
    [4481,"URTICACEAE","Pilea aparadensis","P.Brack","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espécie endêmica do Brasil, com uma ocorrência muito restrita (AOO=8 km²) e severamente fragmentada. Ocorre em município em grande desenvolvimento. Poucos representantes em coleções com repetidas localidades.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20aparadensis","Mata Atlântica"],
    [4482,"URTICACEAE","Pilea flammula","P.Brack","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pilea flammula é uma espécie rara com distribuição restrita à região Sul do Brasil. Na descrição da espécie constam registros para outras três localidades, além das duas já presentes no banco de dados do CNCFlora. Considera-se, portanto, que P. flammula ocorre em cinco situações de ameaça, e está sujeita à degradação do seu hábitat devido à expansão de atividades agropecuárias e silviculturais.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20flammula","Mata Atlântica"],
    [4483,"URTICACEAE","Pilea hilariana","Wedd.","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espécie com EOO de 80.851 km2. Ocorre do Estado de São Paulo até o sul do Brasil. É encontrada próxima ao litoral, locais bastante explorados comercialmente pelo homem. Ocorre em poucas Unidades de Conservação. Em futuro próximo pode ser enquadrada em uma categoria de ameaça.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20hilariana","Mata Atlântica"],
    [4484,"URTICACEAE","Pilea hydra","P.Brack","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie não endêmica do Brasil. Ocorre em altas altitudes e não há estudos mais detalhados. Possui raros representantes em coleções.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20hydra","Mata Atlântica"],
    [4485,"URTICACEAE","Pilea rhizobola","Miq.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espécie que ocorre com muita frequência no estado do Paraná, e em outros estados ocorre em áreas descampadas ou com forte pressão antrópica. Não há nenhum estudo e áreas poucos coletadas.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20rhizobola","Mata Atlântica"],
    [4486,"URTICACEAE","Urera nitida","(Vell.) P.Brack","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de ser endêmica do Brasil, está espécie possui um EOO amplo e é comum nas margens de rios brasileiros. Ocorre com frequência em Unidades de Conservação e em grandes populações.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urera%20nitida","Mata Atlântica"],
    [4487,"VALERIANACEAE","Valeriana glaziovii","Taub.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana glaziovii representa um endemismo da Serra da Mantiqueira, nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com registros efetuados entre 1.800 e 2.300 m de altitude, nas Formações Campestres (Campos de Altitude) do Parque Nacional do Itatiaia (MG, RJ) e Parque Estadual do Ibitipoca (MG), usualmente próxima a cursos d?água. É utilizada como indicadora de vegetação primária e em estágio médio e avançado de regeneração, não ocorrendo em áreas perturbadas. Suspeita-se que a subpopulação encontrada no Parque Estadual do Ibitipoca (alto do Pico do Peão) não tenha mais que 10 indivíduos, sendo considerada escassa na região. Embora ocorra em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral, V. glaziovii apresenta distribuição muito restrita (EOO=654,88 km² e AOO=28 km²) e fragmentada, e suas subpopulações estão sujeitas a pelo menos três situações distintas de ameaça, sendo o fogo a maior ameaça direta incidente sobre seu hábitat. Pelos motivos expostos, V. glaziovii foi considerada \"Em perigo (EN)\", recomendando-se estudos mais amplos sobre sua distribuição e tendências populacionais.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20glaziovii","Mata Atlântica"],
    [4488,"VALERIANACEAE","Valeriana glechomifolia","F.G.Mey.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana glechmifolia é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas áreas campestres de altitude do bioma Mata Atlântica, em locais de solo turfoso e úmido, no Estado de Santa Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul. A espécie apresenta distribuição muito restrita (EOO=140,09 km²) em apenas uma tipologia de vegetação, tendo sua AOO calculada em 12 km². Com base nos registros de coleta disponíveis, suspeita-se que seja uma espécie rara na natureza, já que suas coleções foram realizadas somente em dois municípios, em períodos muito distantes uma da outra. Além de ter potencial uso comercial pela indústria farmacêutica, V. glechmifolia não se encontra protegida por nenhuma categoria de unidade de conservação (SNUC). Além disso, a AOO é utilizada há séculos como pastagem para animais, manejada por meio do uso intensivo do fogo que muitas vezes é potencializado pela presença de espécies exóticas invasoras de grande poder de combustão. Sendo assim, suas subpopulações se encontram submetidas a uma situação de ameaça geral. Por esses motivos, V. glechmifolia foi considerada \"Em perigo (EN)\".","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20glechomifolia","Mata Atlântica"],
    [4489,"VALERIANACEAE","Valeriana organensis","Gardner","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana organensis exclusivamente áreas campestres de altitudes elevadas (entre 2.100 e 2.200 m), com distribuição restrita a apenas um hábitat específico (Campos de Altitude), com a AOO calculada em somente 4 km². Além disso, parece ser naturalmente rara, com subpopulações escassas, uma vez que sua última coleção foi realizada há cerca de 60 anos, em áreas que sofrem com ameaças altamente impactantes, como o fogo e a incidência de espécies exóticas invasoras de alto poder competitivo, que disputam recursos diretamente com a flora local, a qual muitas vezes acabam sobrepujando. Mesmo com algumas coletas históricas realizadas nas unidades de conservação (SNUC) com expressivos esforços de coleta (Parque Nacional da Serra dos Órgãos), V. organensis não foi encontrada recentemente. Verifica-se, com base na informação disponível, que a espécie sofreu declínio contínuo em sua EOO, AOO e qualidade do hábitat. Portanto, a espécie foi considerada \"Criticamente em perigo (CR)\", demandando ações de pesquisa, principalmente biogeografia e ecologia (tendências populacionais) e ações de conservação diretas para garantir sua perpetuação na natureza.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20organensis","Mata Atlântica"],
    [4490,"VALERIANACEAE","Valeriana reitziana","Borsini","VU","A2c","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana reitziana é endêmica do Brasil, ocorrendo nos Campos Limpos e Campos Rupestres com registros nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Apesar da distribuição relativamente ampla, a espécie parece não ser abundante em sua área de ocorrência (última coleta de 2003) e os registros disponíveis foram efetuados somente nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Suas subpopulações não se encontram protegidas por unidades de conservação (SNUC). As áreas de Campos Limpos no Sul do Brasil, uma das formações vegetacionais onde a espécie ocorre, foram suprimidas e substituídas por monoculturas de Pinus sp. Além disso, o fogo é uma constante nos ecossistemas de pastagem natural na região Sul do Brasil, representando uma ameaça direta à biodiversidade. Com base no exposto e nas informações disponíveis sobre remanescentes de hábitat disponíveis para essa espécie, suspeita-se que V. reitziana tenha perdido ao menos 30% de sua população natural, sendo assim, considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20reitziana","Mata Atlântica"],
    [4491,"VALERIANACEAE","Valeriana tajuvensis","Sobral","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana tajuvensis é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas encostas da Serra Geral, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi registrada em Florestas Ombrófilas e Formações Campestres, na borda da mata, em clareiras ou em áreas mais abertas e bem drenadas recortadas por rochas, normalmente entre 500 e 700 m de altitude. Suas subpopulações foram descritas como abundantes em algumas localidades (Serra Tajuva, RS), e escassa em outras (Serra do Faxinal, RS), situação que pode ser condicionada pelas características dos locais onde ocorrem, que têm diferentes níveis de perturbação. Com distribuição muito restrita (AOO=16 km²), essas subpopulações estão sujeitas à mesma situação de ameaça e não se encontram protegidas por unidades de conservação (SNUC). A perda de hábitat nos municípios de ocorrência foi sempre superior a 50%, chegando a somente 18% de remanescentes em Morrinhos do Sul (RS). Por esses motivos, V. tajuvensis foi considerada \"Vulnerável\" (VU).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20tajuvensis","Mata Atlântica"],
    [4492,"VELLOZIACEAE","Barbacenia delicatula","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, nos municípios de Conceição do Mato Dentro e Santana do Riacho, com EOO de 103,87 km², AOO de 16 km². Há uma única população conhecida. Planta rara, pequena, cespitosa, vive nos paredões de rocha nas margens do Rio Santo Antônio. Embora a Serra do Cipó faça parte da Reserva da Biosfera do Espinhaço, a espécie não se encontra devidamente protegida.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20delicatula","Cerrado"],
    [4493,"VELLOZIACEAE","Barbacenia ensifolia","Mart. ex Schult. & Schult.f.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, aespécie só é conhecida pela coleta tipo, de Martius, no Estado de Minas Gerais,Serra do Cipó. Por ser uma região bastante estudada, dificilmente a planta nãoseria recoletada desde então, supondo-se que esteja extinta.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20ensifolia","Cerrado"],
    [4494,"VELLOZIACEAE","Barbacenia exscapa","Mart.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Serro, no Pico do Itambé. Tem AOO de 4 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Planta rara, habita áreas de Campos Rupestre. Embora seja encontrada em unidade de conservação (SNUC), a área está sujeita à deterioração pelo uso indevido pelo turismo, e pelo fogo.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20exscapa","Cerrado"],
    [4495,"VELLOZIACEAE","Barbacenia glutinosa","Goethart & Henrard","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, municípios de Congonhas do Norte e Santana do Riacho, com AOO de 4 km². Está sujeita a uma situação de ameaça. A perda e a deterioração do hábitat são as principais ameaças resultantes do turismo desordenado, e, em certas áreas, da atividade mineradora.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20glutinosa","Cerrado"],
    [4496,"VELLOZIACEAE","Barbacenia gounelleana","Beauverd","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, na Serra da Mantiqueira, nas regiões de Itatiaia e Aiuruoca. Apresenta EOO de 922,93 km², AOO de 32 km², e está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Habita a Mata Atlântica e, possivelmente, o Cerrado, em formações campestres e afloramentos rochosos. Embora seja encontrada em unidade de conservação (SNUC), seu hábitat vem sofrendo com as constantes queimadas, o turismo, a pequena agricultura e o pastoreio, que também pressionam as regiões de ocorrência da espécie.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20gounelleana","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4497,"VELLOZIACEAE","Barbacenia hirtiflora","Goethart & Henrard","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informação disponível, aespécie só é conhecida pela coleta tipo, de Glazou 1892, no Estado de MinasGerais, Diamantina. A região é bem estudada, dificilmente a planta não seriarecoletada, supõe-se que esteja extinta.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20hirtiflora","Cerrado"],
    [4498,"VELLOZIACEAE","Barbacenia longiscapa","Goethart & Henrard","CR","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espécie de distribuição restrita (EOO=89,75 km²) a Serra do Cipó e ao município de Diamantina. Ocorre no Parque Nacional do Cipó e nas várias áreas protegidas de Diamantina. Tem como hábitat os Campos Rupestres, ambiente que vem sendo historicamente degradado pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20longiscapa","Cerrado"],
    [4499,"VELLOZIACEAE","Barbacenia paranaensis","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos limites dos Estados do Paraná e São Paulo, próximo à cidade de Itararé, e tem registrada uma única coleta no Rio Grande do Sul. Sua AOO é de 20 km². Planta rara que ocupa área (AOO) de 20 km². Sujeita a três situações de ameaça, é encontrada em remanescentes de Cerrado em Campos Gerais. A qualidade do hábitat vem sendo degradada há décadas, por queimadas, pastoreio, plantio de espécies arbóreas exóticas, mineração, agricultura e pecuária intensivas. Não há registro da espécie em unidade de conservação (SNUC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20paranaensis","Cerrado"],
    [4500,"VELLOZIACEAE","Barbacenia pungens","(N.L.Menezes & Semir) Mello-Silva","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Diamantina, com AOO de 4 km². Planta rara, desenvolve-se em pequenas touceiras, sobre os inselbergs do Planalto de Diamantina. A localidade foi considerada como uma situação de ameaça, esta sujeita a mineração, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas. Mesmo assim a espécie ainda é encontrada na região.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20pungens","Cerrado"],
    [4501,"VELLOZIACEAE","Barbacenia riparia","(N.L.Menezes & Mello-Silva) Mello-Silva","CR","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na porção norte da Cadeia do Espinhaço, município de Grão Mogol, com EOO de 18,09 km², está sujeita a uma situação de ameaça. Planta rara, muito pequena, forma grandes touceiras em forma de almofada, nos areais às margens do rio Itacambiruçu, ficando submersa por bastante tempo durante as cheias. A mineração de diamantes por desmonte de rocha foi a principal atividade econômica durante anos e pode ter representado uma ameaça a sobrevivência da espécie. Atualmente, a monocultura de eucalipto para a geração de carvão vegetal e a extração de minério de ferro são as principais atividades econômicas da região. Sua região de ocorrência está dentro dos limites do Parque Estadual de Grão-Mogol.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20riparia","Caatinga, Cerrado"],
    [4502,"VELLOZIACEAE","Barbacenia rodriguesii","(N.L.Menezes & Semir) Mello-Silva","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Indaial, Gouveia e em Dantas. Com EOO de 267,32 km² e AOO de 4 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta rara, habita o Cerrado na região central do Espinhaço, onde as principais ameaças são a mineração, a expansão urbana, o turismo, a criação de gado e as queimadas. Não há registro de ocorrência da espécie em unidade de conservação (SNUC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20rodriguesii","Cerrado"],
    [4503,"VELLOZIACEAE","Barbacenia spectabilis","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado do Espírito Santo, municípios de Serra e Piúma. Com EOO de 540,73 km² e AOO de 8 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta rara, forma touceiras sobre a rocha nua, sendo ameaçada pela degradação e perda do hábitat de Mata Atlântica. Embora encontrada na Àrea de Preservação Ambiental Mestre Álvaro. A área vem sendo degradada por ocupações irregulares, pela abertura de estradas e pelo turismo, e não oferece proteção à espécie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20spectabilis","Mata Atlântica"],
    [4504,"VELLOZIACEAE","Barbacenia spiralis","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Diamantina. Com EOO de 102,48 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Planta rara, habita o Cerrado na região central do Espinhaço, onde as principais ameaças são a mineração, a expansão urbana, o turismo, a criação de gado e as queimadas. Não há registro de ocorrência da espécie em unidade de conservação (SNUC).","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20spiralis","Cerrado"],
    [4505,"VELLOZIACEAE","Vellozia alata","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó. Com EOO de 274,96 km² e AOO de 20 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Embora a região de ocorrência seja considerada Reserva da Biosfera do Espinhaço, ainda são ameaças a especulação imobiliária, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria e, em certas áreas, a mineração. Pela beleza cênica e atrativos naturais, a região tem recebido um afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, além da crescente ocupação caracterizada pelas residências de veraneio, que surgiram a partir do final dos anos 1960 e vêm aumentando significativamente nos dias atuais.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20alata","Cerrado"],
    [4506,"VELLOZIACEAE","Vellozia albiflora","Pohl","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespécie ocorre nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro,com EOO de 112255km² e AOO de 68km². Habita a Caatinga, o Cerrado e a MataAtlântica, em afloramentos rochosos, formações campestres, incluindo vegetaçãode canga, em mais de dez locais em situação de ameaça. É encontrada também em quatro Unidades deConservação. Por ser planta rupestre, campestre e ocorrer sobre a canga,habitats sob pressão, sugerimos mais estudos sobre a espécie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20albiflora","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4507,"VELLOZIACEAE","Vellozia armata","Mello-Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, município de Botumirim, com EOO de 264,58 km² e AOO de 4 km². Ocorre no Cerrado e está sujeita a declínio contínuo da qualidade de habitat.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20armata","Cerrado"],
    [4508,"VELLOZIACEAE","Vellozia asperula","Mart.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundoinformação disponível, a identidade taxonômica é duvidosa, e existem apenasduas coletas, de 1921 e 1953. Por estes motivos a avaliação não pode serexecutada.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20asperula","Cerrado"],
    [4509,"VELLOZIACEAE","Vellozia barbata","Goethart & Henrard","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, municípios de Diamantina e Monjolos, com EOO de 533,56 km² e AOO de 8 km². Habita o Cerrado na região central do Espinhaço, onde foram identificadas como principais ameaças a mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20barbata","Cerrado"],
    [4510,"VELLOZIACEAE","Vellozia canelinha","Mello-Silva","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie foi coletada no Estado da Bahia, no Pico das Almas e na Cachoeira do Fraga, com EOO de 37,25 km² e AOO de 28 km², em um local em situação de ameaça. Conhecidas popularmente por canelinha, têm uso medicinal. Segundo informação disponível, a principal ameaça à região do Pico das Almas é o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e o cultivo de frutas. Essas atividades têm sido realizadas com a utilização de fogo e extração ilegal de madeira e lenha. Além disso, foi registrado também o extrativismo ilegal de plantas ornamentais.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20canelinha","Caatinga, Cerrado"],
    [4511,"VELLOZIACEAE","Vellozia gigantea","N.L.Menezes & Mello-Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 232,66 km² e AOO 16 km². Conhecida como canela-de-ema-gigante, pertence ao grupo das velósias dracenóides. Planta rara, endêmica da Serra do Cipó. Pesquisas realizadas inventariaram a existência de 551 indivíduos maduros, dos quais 350 localizados em uma área limítrofe entre o Parque Nacional da Serra do Cipó e a Área de Preservação Ambiental Morro da Pedreira, e 201 no local conhecido por Serra do Lobo. Forma grandes populações na vertente oriental da Serra. A floração é fortemente relacionada com a passagem do fogo. Abriga várias espífitas, algumas exclusivas. Embora a região de ocorrência seja uma unidade de conservação (SNUC) e Reserva da Biosfera, ainda são ameaças a especulação imobiliária, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria e, em certas áreas, a mineração. Pela beleza cênica e pelos atrativos naturais, a região tem recebido um afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, além da ocupação caracterizada por residências de lazer, que surgiram a partir do final dos anos 1960 e vêm aumentando significativamente nos dias atuais. Manter subpopulações viáveis da espécie é um dos objetivos do plano de manejo do Parque Nacional da Serra do Cipó. Estudos dos aspectos da conservação genética da espécie evidenciaram a necessidade de conservação das populações mais ao sul de sua distribuição, situadas fora do Parque Nacional Serra do Cipó e da Área de Preservação Ambiental Morro da Pedreira.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20gigantea","Cerrado"],
    [4512,"VELLOZIACEAE","Vellozia glabra","J.C.Mikan","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 3.588,45 km² e AOO de 40 km², em cerca de cinco situações de ameaça. A perda e deterioração do hábitat são as principais ameaças à espécie, que se encontra sob pressão da mineração, da expansão urbana, do turismo descontrolado, da criação de gado e das queimadas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20glabra","Cerrado"],
    [4513,"VELLOZIACEAE","Vellozia hatschbachii","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaço, com EOO de 1.826,66 km² e AOO de 24 km², em menos de cinco situações de ameaça. Trata-se de uma espécie com até 1 m de altura, folhas velhas persistentes, tolerante à sombra. A perda e deterioração do hábitat pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas são as principais ameaças à espécie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20hatschbachii","Cerrado"],
    [4514,"VELLOZIACEAE","Vellozia leptopetala","Goethart & Henrard","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 3.065,91 km² e AOO de 44 km². Planta arborescente de até 1,5 m de altura, polinizada por abelhas e beija-flores, habita os Campos Rupestres, em populações isoladas, exclusivamente em afloramentos rochosos. De acordo com pesquisas realizadas, há entre suas populações altos níveis de endogamia e baixa diversidade genética, que podem estar relacionados ao isolamento físico em afloramentos rochosos e à associação com beija-flores territoriais, dificultando o fluxo gênico entre as populações.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20leptopetala","Cerrado"],
    [4515,"VELLOZIACEAE","Vellozia lilacina","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 478,69 km² e AOO de 8 km², em menos de cinco situações de ameaça. Segundo a informação disponível, a população da espécie está severamente fragmentada e ameaçada pela perda e deterioração do hábitat, pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20lilacina","Cerrado"],
    [4516,"VELLOZIACEAE","Vellozia metzgerae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 1.634,00 km² e AOO de 20 km², em menos de cinco situações de ameaça. A perda e deterioração do hábitat pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, agricultura, criação de gado e queimadas são as principais ameaças à espécie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20metzgerae","Cerrado"],
    [4517,"VELLOZIACEAE","Vellozia nuda","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, com EOO de 4.471,69 km² e AOO de 16 km², em menos de cinco situações de ameaça. Habita o Cerrado e, possivelmente, a Mata Atlântica e tem registros de coleta de mais de 20 anos. Vem sofrendo com a perda e deterioração do hábitat pela mineração, expansão urbana, turismo descontrolado, criação de gado e queimadas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20nuda","Cerrado"],
    [4518,"VELLOZIACEAE","Vellozia patens","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 4.167,52 km² e AOO de 32 km², em menos de cinco situações de ameaça. A perda e deterioração do hábitat são as principais ameaças.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20patens","Cerrado"],
    [4519,"VELLOZIACEAE","Vellozia piresiana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipó, com EOO de 105,72 km² e AOO de 12 km², em menos de cinco locais em situação de ameaça. Forma subpopulações grandes e homogêneas de grande beleza cênica. Em 240 m² foram encontrados 98 indivíduos. Embora a região de ocorrência seja uma unidade de conservação (SNUC) e categorizada como Reservada Biosfera, ainda são ameaças a especulação imobiliária, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria, agricultura e pastagem, e em certas áreas, a mineração.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20piresiana","Cerrado"],
    [4520,"VELLOZIACEAE","Vellozia pulchra","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais, em três municípios. Com EOO de 4.331,44 km² e AOO de 16 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Habita a Mata Atlântica sobre afloramentos rochosos graníticos, onde a perda e a deterioração do hábitat pela introdução de espécies invasoras, agricultura e pastagem são uma ameaça a sua sobrevivência.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20pulchra","Mata Atlântica"],
    [4521,"VELLOZIACEAE","Vellozia sessilis","L.B.Sm. ex Mello-Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado de Goiás, município de Alto Paraíso, com EOO de 958,97 km² e AOO de 28 km², em três situações de ameaça. Segundo a informação disponível, a planta é rara, tem cerca de 30 cm de altura, e ocorre em simpatria com Vellozia tubiflora. A perda e a deterioração do hábitat são uma ameaça à sobrevivência da espécie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20sessilis","Cerrado"],
    [4522,"VELLOZIACEAE","Vellozia streptophylla","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a informação disponível, a espécie é rara e ocorre no Estado de Minas Gerais, em duas situações de ameaça, nos distritos de Guinda e São João da Chapada, em Diamantina, com EOO de 362,05 km² e AOO de 8 km². A perda e deterioração do hábitat pela mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas são as principais ameaças à espécie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20streptophylla","Cerrado"],
    [4523,"VELLOZIACEAE","Vellozia subalata","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espécie ocorre no Estado de Minas Gerais em dois municípios, com EOO de 155,87 km², AOO de 12 km², está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A perda e a deterioração do hábitat pela mineração, a expansão urbana, o turismo descontrolado, a criação de gado e as queimadas são as principais ameaças à espécie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20subalata","Cerrado"],
    [4524,"VELLOZIACEAE","Vellozia variabilis","Mart. ex Schult. & Schult.f.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espécieocorre nas regiõe Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, com EOO de 649584km²e AOO de 144km². Habita a Caatinga e o Cerrado em mais de dez locais emsituação de ameaça. É encontrada também em Unidades de Conservação.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20variabilis","Caatinga, Cerrado"],
    [4525,"VERBENACEAE","Aloysia hatschbachii","Moldenke","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","A espécie possui EOO menor que 5.000 km². A área de distribuição é restrita a dois municípios do Estado do Paraná, locais relacionados às atividades florestal e agrícola, sujeitos a queimadas e introdução de espécies exóticas. Além disso, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aloysia%20hatschbachii","Mata Atlântica"],
    [4526,"VERBENACEAE","Aloysia polygalifolia","Cham.","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Aocupação irregular de áreas poderia ser uma ameaça futura gerando afragmentação do habitat, mas a espécie possui extensão de ocorrência acima de 67 mil km2.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aloysia%20polygalifolia","Mata Atlântica, Pampa (Salimena et al., 2011)"],
    [4527,"VERBENACEAE","Citharexylum obtusifolium","Kuhlm.","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Área de ocorrência está fragmentada devido à prática agrícola e agropecuária (Rolim et al., 2006) o que, suspeita-se pode vir a causar redução no número de subpopulações da espécie. Possui EOO inferior a 5.000 km² , e está sujeita a pelo menos duas situações de ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Citharexylum%20obtusifolium","Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)."],
    [4528,"VERBENACEAE","Lippia alnifolia","Mart. & Schauer","VU","B1ab(iii)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie consideradarara e endêmica do Estado da Bahia, EOO inferior a 20.000 km². Ocorre em local com exploração agrícola, agropecuária e garimpeira.Verifica-se uma tendência de declínio progressivo na qualidade do habitat, e aespécie está sujeita a pelo menos seis situações de ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20alnifolia","Caatinga e Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4529,"VERBENACEAE","Lippia bellatula","Moldenke","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Embora haja o declinio e qualidade do habitat pela pratica extrativista, queimadas, garimpo e agricultura sem manejo, atividades comuns na região da Bahia, é uma espécie com grande extensão de ocorrência no nordeste.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bellatula","Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4530,"VERBENACEAE","Lippia bradei","Moldenke","VU","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Éuma espécie endêmica de Minas Gerais (Salimena et al., 2011). Ocorre em área impactada devido à expansão de atividade agrícola e mineradora. Verifica-se uma tendência de declínio progressivo na qualidade do habitat. Além disso, a espécie está sujeita a pelo menos quatro situações de ameaça e caso essas não sejam cessadas, o número de subpopulações da espécie poderá sofrer declínio.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bradei","Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)."],
    [4531,"VERBENACEAE","Lippia bromleyana","Moldenke","EN","B2ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie com distribuição restrita ao Estado da Bahia (AOO=28 km2) com pelo menos três situações de ameaça, devido à fragmentação do habitat por processos erosivos consequentes de desmatamento e atividade mineradora.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bromleyana","Caatinga e Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4532,"VERBENACEAE","Lippia campestris","Moldenke","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie endêmica do estado do Paraná, considerada uma espécie duvidosa por algunsespecialistas. Apesar disso, possui distribuição muito restrita (EOO=277,63 km2) e está sujeita a uma situação de ameaça devido à expansão de áreas agrícolas nos campos de Cerrado do Paraná.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20campestris","Cerrado (Ritter, Ribeiro, Moro, 2010)"],
    [4533,"VERBENACEAE","Lippia elliptica","Schauer","VU","D2","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie endêmica do Estado da Bahia, tem distribuição restrita e está sujeita a cinco situações de ameaça. Sua área de ocorrência está impactada pela atividade agrícola e agropecuária, que causam a fragmentação da vegetação e, consequentemente, de seu habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20elliptica","Caatinga, Cerrado"],
    [4534,"VERBENACEAE","Lippia insignis","Moldenke","VU","B1ab(iii),D2","Claudine Mynssen","Tainan Messina","A espécie tem EOO de cerca de 12.250,15 km2, sujeita a menos de cinco situações de ameaça identificadas. Suspeita-se que, devido à antropização da região, a qualidade do habitat esteja em constante declínio.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20insignis","Cerrado, caatinga (Salimena et al., 2011)"],
    [4535,"VERBENACEAE","Lippia morii","Moldenke","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Ocorre naregião de Rio das Contas, BA (apesar de ser citada como uma espécie endêmica de Minas Gerais segundo a Lista do Brasil). O local de registro tem um histórico de ocupação das terras paraa prática agrícola e atualmente faz parte do setor agroindustrial de polpa defrutas. A espécie tem EOO menorque 5.000 km2 e está sujeita a pelo menos quatrosituações de ameaça.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20morii","Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4536,"VERBENACEAE","Lippia nana","Schauer","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie endêmica do Estado de Goiás, tem EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a uma situação de ameaça. Sua área de ocorrência está impactada devido à expansão de atividade agrícola, pecuária, queimadas e invasão de espécies exóticas (Klink, Machado, 2005) que ocasionam o declínio na qualidade do habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20nana","Cerrado"],
    [4537,"VERBENACEAE","Lippia pusilla","T.R.S.Silva & Salimena","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","A espécie tem ampla distribuição geográfica comextensão de ocorrência acima de 270 mil km2, sem ameaça pontual. Além disso, ainclusão de vários sinônimospoderá ampliar sua distribuição geográfica conhecida para este táxon.\"","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20pusilla","Cerrado e Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)"],
    [4538,"VERBENACEAE","Lippia ramboi","Moldenke","DD","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","É umaespécie cuja delimitação taxonômica parece incerta, portanto embora ocorra emárea com atividadeextrativista e ocupação ilegal, mais estudo serão necessários para oconhecimento de sua real distribuição.\"","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20ramboi","Pampas"],
    [4539,"VERBENACEAE","Lippia rhodocnemis","Mart. & Schauer","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Ocorre em área impactada pela atividade agrícola, pecuária, mineradora e queimadas que levam à perda progressiva de qualidade do habitat. Além disso, tem EOO menor que 5.000 km², com pelo menos três situações de ameaça identificadas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20rhodocnemis","Mata Atlântica"],
    [4540,"VERBENACEAE","Stachytarpheta almasensis","Mansf.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie endêmica, ocorre em local com exploração agrícola, madeireira e mineradora, que levam à perda progressiva na qualidade do habitat. Além disso, tem EOO menor que 5.000 km² e está sujeita a duas situações de ameaça.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20almasensis","Caatinga, Cerrado"],
    [4541,"VERBENACEAE","Stachytarpheta procumbens","Moldenke","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie com EOO menor que 5.000 km², tem distribuição restrita e está sujeita a quatro situações de ameaça.É impactada pela atividade agrícola e pastagens de subsistência, que levam à perda progressiva na qualidade do habitat.","2012-03-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20procumbens","Cerrado"],
    [4542,"VERBENACEAE","Stachytarpheta radlkoferiana","Mansf.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie com EOO menor que 20.000 km2. Ocorre no Parque Nacional da Chapada Diamantina, mas a área continua sob impacto de atividades irregulares como o garimpo, ocupação, pastagens e fogo, que levam à perda progressiva na qualidade do habitat. Está sujeita a seis situações de ameaça.","2012-03-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20radlkoferiana","Caatinga"],
    [4543,"VERBENACEAE","Verbena caniuensis","Moldenke","NT","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espécie é endêmica do estado do Paraná (Salimena et al.,2011), embora ocorra em áreas sobameaça de atividades ilegais, possui extensão deocorrência maior que 20 mil Km2.\"","2012-03-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbena%20caniuensis","Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)"],
    [4544,"VERBENACEAE","Verbena hirta","Spreng.","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Trata-se de uma espécie com distribuiçãode São Paulo ao Rio Grande do Sul, cujo EOO é maior que 500 mil km2. Alémdisso, ocorre em áreasprotegidas como o Parque Estadual do Cerrado, Jaguariaíva, PR (Linsingen,2006), Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) (Freitas, Sazima, 2006),Parque Estadual do Turvo, RS (Rocha, 2009), Parque Municipal das Araucárias,Guarapuava, PR (Buschini, Cordeiro, 2009) e Parque Estadual de Vila Velha,Ponta Grossa, PR (Cervi et al., 2007).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbena%20hirta","Cerrado, Mata Atlântica (Salimena et al., 2011)"],
    [4545,"VERBENACEAE","Verbenoxylum reitzii","(Moldenke) Tronc.","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Trata-se de umaespécie que pertence a um gênero monotípico, cuja EOO émenor que 5.000 km2. No Estado do Rio Grande do Sul, ocorre em vegetação muito fragmentadadevido à atividade agrícola e expansão das áreas urbanas, portanto, suspeita-se que, além do declínio daqualidade do habitat, as subpopulações da espécie também estejam em declínio.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbenoxylum%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [4546,"VIOLACEAE","Hybanthus albus","(A.St.-Hil.) Baill.","CR","B1ab(i,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hybanthus albuscaracteriza-se por ervas, terrícolas, hermafroditas, e apresentam síndrome depolinização entomófila. É endêmica do estado da Bahia e restrita do bioma Caatinga, onde habita Campos Rupestres e Florestas de Galeria, entre 0 e 800 m de altitude. ApresentaEOO e AOO de 23,16 km² e 12 km² respectivamente. Conhecida apenas para omunicípio de Rio de Contas e Livramento do Brumado (BA), onde foicoletada pela última vez em 1994, e pelo material tipo coletado por A.Saint-Hilaire (col. 1509) em 1817. Até agora não foi registrada novamente para o Estado. Encontra-se constantemente ameaçada pelas atividades agrícolas, formaçãode pastagens, cultivo de frutas, queimadas e extração ilegal de madeira. São necessários os investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie,considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20albus","Caatinga, Cerrado"],
    [4547,"VIOLACEAE","Hybanthus strigoides","Taub.","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hybanthusstrigoides caracteriza-se por ervas rupícolas ou terrícolas, com xilopódios,perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinização entomófila.Endêmica do estado de Goiás, município de Alto Paraíso, Parque Nacional daChapada dos Veadeiros. Ocorre em Campo Rupestre e Campo Limpo, entre 1.300 e 1.600 mde altitude. Apresenta AOO de 20 km² e EOO de 3.186,57 km2, onde foram identificadas duas situações de ameaça. Apesar de protegida pelo Parque Nacionalda Chapada dos Veadeiros e RPPN Linda Serra dos Topázios, encontra-se sobconstante ameaça devido aos incêndios florestais que acometem sua região de ocorrênciaprincipalmente nas estações secas do ano, além do ecoturismo. Por se tratar deuma espécie de distribuição geográfica bastante restrita, e pouco representadaem coleções científicas, são necessários investimentos em pesquisa científica eesforços de coleta a fim de certificar daexistência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidade populacionale sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20strigoides","Cerrado"],
    [4548,"VIOLACEAE","Hybanthus velutinus","Schulze-Menz","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hybanthus velutinus caracteriza-sepor ervas a subarbustos, xilopodíferos, perenes, hermafroditas, e apresentasíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Brasil. Ocorre nos biomasCerrado, Mata Atlântica e Pampas, em campo limpo, campo rupestre, cerrado (latusensu), estepe gramíneo-lenhosa e savana arbórea. Segundo Forzza et al.(2012) esta espécie é restrita aos estados de São Paulo, onde é citada na listavermelha do estado como Presumivelmente Extinta, Paraná e Rio Grande do Sul,porém existe uma coleta para o Distrito Federal (R. Bedi 205), o que aumentariaconsideravelmente sua extensão de ocorrência no território nacional. Devido aesta incongruência em relação a sua distribuição, torna-se inviável umaavaliação de risco robusta e coerente.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20velutinus","Mata Atlântica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4549,"VIOLACEAE","Rinorea bicornuta","Hekking","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea bicornuta caracteriza-se por árvoresterrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinizaçãoentomófila. Restrita do bioma Amazônia, é endêmica do estado do Amazonas,município de Tocantins, desenvolvendo-se em Matas de Galeria, em FlorestaOmbrófila às margens do Rio Solimões. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida apenaspelo material tipo, depositado no Herbário RB, coletado em1927. De acordo com os dados disponíveis atualmente, apresenta distribuiçãomuito restrita e pontual, o que corrobora com o status de conservação daespécie. Os intensos desmatamentos que acometem a região onde ocorre, com aprincipal finalidade de implementação do cultivo da soja, pecuária e instalaçãode infraestrutura, são a única situação de ameaça que incide sobre a espécie. São necessários investimentos em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificarda existência de subpopulações da espécie, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20bicornuta","Amazônia"],
    [4550,"VIOLACEAE","Rinorea longistipulata","Hekking","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea longistipulatacaracteriza-se por árvores terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentapolinização entomófila, sendo restrita do bioma Amazônia. Endêmica do Estado do Acre,ocorre na região do município de Tarauacá e Sena Madureira, desenvolvendo-seem áreas de Floresta de Terra Firme. Apresenta AOO de 16 km² e distribuição restrita e pontual, tendo sido coletada pela última vez no ano de1995. Os intensos desmatamentos que acometem a região onde ocorre com aprincipal finalidade de implementação do cultivo da soja, pecuária e instalaçãode infra-estrutura, são a única situação de ameaça que incide sobre a espécie. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar a existência de subpopulações da espécie, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20longistipulata","Amazônia"],
    [4551,"VIOLACEAE","Rinorea maximiliani","(Eichler) Kuntze","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinoreamaximiliani caracteriza-se por árvores, perenes, hermafroditas, e apresenta síndromede polinização entomófila. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em1817, no estado do Espírito Santo, com a localidade incerta da coleta. SegundoForzza et al. (2012) é endêmica do estado do Espírito Santo, porémexiste uma coleta para Bahia, no município de Jequié (T.S. Santos 3511). Devidoà incongruência nas informações disponíveis sobre a distribuição, e a escassesde informações sobre a espécie, torna-se necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de subpopulações da espécie, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20maximiliani","Mata Atlântica"],
    [4552,"VIOLACEAE","Rinorea ramiziana","Glaz. ex Hekking","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea ramiziana caracteriza-se por árvoresterrícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome de polinizaçãoentomófila. É endêmica do Brasil e restrita do bioma Mata Atlântica, desenvolvendo-seem Floresta Ombrófila Densa. Ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, no município deCampos, e do Espírito Santo, nos municípios de Vila Velha e Itaguaçú. Apresenta AOO de12 km². É conhecida apenas por três registros de coleta, o material-tipo datado de1880, coletado no Rio de Janeiro, e duas coleções datadas de 1946, coletadas nomunicípio de Itaguaçú e Vitória. Apresenta distribuição restrita e pontual, eencontra-se sob constante ameaça da exploração madeireira, reflorestamentoshomogêneos, invasão de espécies exóticas, e principalmente pela expansão urbanadesordenada. Os municípios de Itaguaçú e Vitória onde a espécie foi coletadapela última vez, apresentam apenas 10% e 14% respectivamente de remanescentesflorestais originais. São necessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar a existência de subpopulações da espécie, considerando aviabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20ramiziana","Mata Atlântica"],
    [4553,"VIOLACEAE","Rinorea villosiflora","Hekking","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea villosiflora caracteriza-se por árvores, terrícolas, perenes, hermafroditas, eapresentam polinização entomófila. É endêmica do Estado do Maranhão, município deAçailândia. Restrita do bioma Amazônia, onde ocorre em Florestas de TerraFirme. Apresenta AOO de 4 km². É conhecida apenas pelo material-tipo, depositadoem NY (N.A. Rosa 3025), coletado em 1978. Tem distribuição muito restrita epontual, e encontra-se sob constante ameaça principalmente pelo avanço docultivo da soja. Por ser uma espécie descrita em um passado recente, tornam-senecessários investimentos em pesquisa científica e esforços de coleta a fim decertificar a existência de subpopulações, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20villosiflora","Amazônia"],
    [4554,"VIOLACEAE","Viola cerasifolia","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Viola cerasifoliacaracteriza-se por ervas saxícolas, perenes, hermafroditas, e apresentasíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma MataAtlântica, onde ocorre em floresta ombrófila densa, preferencialmente emlocais úmidos em sub-bosques. Distribui-se do estado de Minas Gerais até o RioGrande do Sul. Apresenta EOO de 443.958,599km². Amplamente distribuída nasregiões sul e sudeste, bem representada em coleções cientícas, protegida porUnidades de Conservação. Apesar de estar constantemente submetida a antropizaçãode seus habitats, não há nenhuma ameaça direta que coloque a espécie em riscode extinção. Sua distribuição disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levará a categorias de ameaça em avaliações regionais. Nãoameaçada no âmbito nacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20cerasifolia","Mata Atlântica"],
    [4555,"VIOLACEAE","Viola gracillima","A.St.-Hil.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Viola gracilimacaracteriza-se por ervas terrícolas, perenes, hermafroditas, e apresentasíndrome de polinização entomófila. Endêmica do Brasil é restrita ao bioma MataAtlântica, onde ocorre em Floresta Ombrófila Densa Montana, Alto-montana, Mista e em Campos de altitude. Distribui-se do Estado de Minas Gerais (P.L. Krieger 23551) até o Paraná.Apresenta AOO de 28 km² e poucos registros de coleta em coleçõescientíficas, sendo a mais recente datada de 2006, no município de BalsaNova (PR). Apesar de ocorrer em unidade de conservação, como porexemplo, o Parque Nacional do Itatiaia, seus habitats encontram-se sobconstante ameaça devido ao intenso processo de supressão da vegetação originalde Mata Atlântica, principalmente devido ao intenso expansão urbana desordenada, agricultura e pecuária, além dos constantes incêndios que acometem as regiõesalto-montanas, em especial os Campos de Altitude. São necessários investimentos empesquisa científica e esforços de coleta a fim de certificar da existência desubpopulações, considerando a viabilidade populacional e sua proteção.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20gracillima","Mata Atlântica"],
    [4556,"VIOLACEAE","Viola subdimidiata","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Viola subdimidiata caracteriza-sepor ervas rupícolas, perenes, hermafroditas, e apresenta síndrome depolinização entomófila. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, desenvolve-seem florestas montanas e campos de altitude. Encontra-se amplamente distribuída,ocorrendo em todos os estados da região sudeste e em Santa Catarina e RioGrande do Sul. Apresenta EOO de 309.633,327km². Além de amplamente distribuídanas regiões sudeste e sul do Brasil, encontram-se protegidas por Unidades deConservação, como por exemplo, Parque Nacional do Caparaó, Parque Nacional deItatiaia, Parque Nacional da Serra dos Órgãos e Parque Nacional da Serra daBocaina. Apesar de seus habitats estarem sob constante supressão, não há umaameaça direta a espécie que a coloque em risco de extinção. Suadistribuição disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levaráa categorias de ameaça em avaliações regionais. Não ameaçada no âmbitonacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20subdimidiata","Mata Atlântica"],
    [4557,"VITACEAE","Cissus acreensis","Lombardi","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","A espécie apresenta ampla distribuição (EOO = 61.117). No entanto, o registro para o estado do Mato Grosso parece ser de identificação duvidosa, tendo em vista a falta de determinador. Apesar deste fato, a espécie pode vir a estar ameaçada de extinção em um futuro próximo, levando-se em consideração a forte pressão antrópica nas áreas de ocorrência da espécie no estado do Acre, como especulação imobiliária, extrativismo da borracha e a exploração de madeira.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20acreensis","Amazônia"],
    [4558,"VITACEAE","Cissus apendiculata","Lombardi","EN","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus apendiculata é uma liana característica de ambientes de Canga, que vêm sofrendo intensa ação antrópica principalmente pela atividade mineradora. A espécie apresenta uma AOO menor que 20 km² , indicando ocorrência restrita. A fragmentação da população e a possível diminuição em sua AOO combinadas com a diminuição da qualidade do habitat, indicam que a espécie se encontra \"Em Perigo (EN)\".","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20apendiculata","Amazônia, Cerrado"],
    [4559,"VITACEAE","Cissus blanchetiana","Planch.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus blanchetiana Planch. é uma espécie de ampla ocorrência (EOO = 503.350 Km?²), com distribuição em vários estados do Sudeste e Nordeste. As populações da espécie parecem estar se mantendo estáveis, tendo em vista o número de coletas recentes para os estados da Bahia e Minas Gerais. No entanto, vale ressaltar os altos índices de perda de Mata Atlântica para os estados da Bahia, Espírito Santo, Alagoas e Pernambuco, que podem afetar as populações da espécie na natureza em um futuro próximo, como citado por Thomas et al. (1998).","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20blanchetiana","Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4560,"VITACEAE","Cissus coccinea","(Baker) Planch.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus coccinea (Baker) Planch. apresenta ampla distribuição pelos estados das regiões Sudeste, Nordeste e Norte. Portanto, suspeita-se que a espécie não se encontre ameaçada de extinção.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20coccinea","Mata Atlântica"],
    [4561,"VITACEAE","Cissus inundata","(Baker) Planch.","VU","B1ab(iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus inundata (Baker) Planch. ocorre no estado de Minas Gerais. A espécie apresenta EOO de 8.175,63 km². Está sujeita a quatro situações de ameaça, devido a presença de atividade mineradora nas áreas de ocorrência da espécie, o que sugere perda de qualidade de habitat. Diante do exposto, a espécie é caracterizada como \"Vulnerável (VU)\".","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20inundata","Cerrado"],
    [4562,"VITACEAE","Cissus nobilis","Kuhlm.","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus nobilis Kuhlm. apresenta EOO de 26.595 Km² e ocorre em áreas com forte pressão antrópica registradas tanto no passado quanto no presente. A porção sul do estado da Bahia, onde a espécie ocorre com maior frequência, apresenta apenas 0,4% de seu remanescentes intactos. Suspeita-se que se as taxas de perda de habitat continuarem crescentes, a espécie poderá se encontrar ameaçada futuramente.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20nobilis","Amazônia, Mata Atlântica"],
    [4563,"VITACEAE","Cissus paucinervia","Lombardi","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus paucinervia Lombardi é uma liana de ampla distribuição, ocorrendo em estados com importante histórico de perda de Mata Atlântica. Por estar associada às florestas de baixadas, a espécie pode vir a apresentar algum grau de ameaça em um futuro próximo. Deste modo, a espécie enquadra-se na categoria NT.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20paucinervia","Mata Atlântica"],
    [4564,"VITACEAE","Cissus pulcherrima","Vell.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus pulcherrima Vell. apresenta ampla distribuição (EOO = 175.567) na costa Nordeste e Sudeste do Brasil. No entanto, a espécie ocorre em ambientes de floresta pluvial de baixada entre 0 e 34m de altitude. Esta especificidade natural pode representar um alto grau de vulnerabilidade para suas populações, tendo em vista a grande perda de Mata Atlântica nos estados de ocorrência da espécie.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20pulcherrima","Mata Atlântica"],
    [4565,"VITACEAE","Cissus serroniana","(Glaz.) Lombardi","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus serroniana (Glaz.) Lombardi apresenta ampla distribuição, com EOO de 155.234 Km². No entanto, a espécie ocorre em áreas com importante histórico de pressão antrópica. Sendo assim, considera-se que C. serroniana estará ameaçada em um futuro próximo se as taxas de perda de Mata Atlântica não decaírem.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20serroniana","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4566,"VITACEAE","Cissus stipulata","Vell.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espécie amplamente distribuída, ocorrendo do sul da Bahia ao estado de Santa Catarina. Cissus stipulata está representada por populações em diversas Unidades de Conservação, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná. Portanto a espécie enquadra-se no critério LC.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20stipulata","Mata Atlântica"],
    [4567,"VITACEAE","Cissus trianae","Planch.","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Não existem dados suficientes para avaliação de risco de extinção da espécie. Apesar da literatura apresentar dados ecológicos e taxonômicos, a incerteza quanto a distribuição e ocorrência da espécie impossibilita uma avaliação precisa. Parece haver registros da espécie para o estado da Bahia e Minas Gerais que não foram incluídos.","2012-12-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20trianae","Mata Atlântica"],
    [4568,"VOCHYSIACEAE","Callisthene inundata","Bueno et al.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Callisthene inundata é a única espécie da família Vochysiaceae ocorrente no Rio Grande do Sul, onde é endêmica da vegetação ciliar da sub bacia Taquari-Antas. A EOO é de apenas 847,18 km² sujeita a uma única situação de ameaça. O habitat da espécie é seriamente ameaçado pela construção de barragens para geração de energia hidrelétrica, o que pode vir a inundar toda a sua área de ocorrência. Além disso, todos os municípios onde a espécie foi coletada encontram-se bastante desmatados, o que permite suspeitar que esteja havendo um declínio contínuo da qualidade da vegetação ciliar onde C. inundata ocorre. A espécie deve ser urgentemente contemplada pela criação de uma unidade de conservação de proteção integral que proteja ao menos parte da sua distribuição.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Callisthene%20inundata","Mata Atlântica"],
    [4569,"VOCHYSIACEAE","Erisma arietinum","M.L.Kawas.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erisma arietinum é uma espécie endêmica do Espírito Santo, onde é conhecida em apenas duas localidades. A EOO é de 496,03 km², e sujeita a duas situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat, devido à expansão de atividades agropecuárias, principalmente o cultivo de cacau em sub bosque de florestas nativas. Além disso, E arietinum foi coletada no município de Santa Teresa há quase 60 anos, o que, somado ao elevado grau de desmatamento aí registrado, ao declínio na EOO, na AOO, no número de subpopulações e de indivíduos maduros, permite suspeitar que esteja localmente extinta.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erisma%20arietinum","Mata Atlântica"],
    [4570,"VOCHYSIACEAE","Qualea coerulea","Aubl.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Qualea coerulea é uma espécie amazônica distribuída nos estados do Amapá, Maranhão e Pará. Está sujeita a apenas três situações de ameaça, principalmente na Ilha de Marajó, devido à degradação do seu habitat pela pecuária extensiva de búfalos que aí se desenvolve.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Qualea%20coerulea","Amazônia"],
    [4571,"VOCHYSIACEAE","Qualea magna","Kuhlm.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Qualea magna é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia. A AOO é de 32 km², onde foram identificadas cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat, devido, principalmente, à expansão de atividades agropecuárias, notadamente o cultivo de cacau em sub bosque de floresta nativa. Suspeita-se que o forte grau de desmatamento e fragmentação das florestas em que Q. magna habita esteja acarretando um declínio contínuo do número de indivíduos maduros da população.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Qualea%20magna","Mata Atlântica"],
    [4572,"VOCHYSIACEAE","Vochysia angelica","M.C.Vianna & Fontella","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia angelica é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo entre o sul da Bahia e o Rio de Janeiro. A AOO é de 28 km², sujeita a menos de cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo um declínio contínuo na qualidade do seu habitat, devido, entre outros fatores, à expansão de atividades agropecuárias, notadamente o cultivo de cacau em sub bosque de florestas nativas. Suspeita-se que o forte grau de desmatamento das localidades onde ocorre, principalmente nos municípios de Rio das Ostras, RJ e Conceição da Barra, ES, esteja acarretando um declínio contínuo do número de indivíduos maduros da população.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20angelica","Mata Atlântica"],
    [4573,"VOCHYSIACEAE","Vochysia pygmaea","Bong.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia pygmaea é uma espécie endêmica dos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço (MG), onde apresenta uma distribuição geográfica bastante restrita. A EOO é de 3.160,31 km², e o número de situações de ameaça não ultrapassa cinco. A espécie vem sofrendo com um declínio contínuo na qualidade e extensão do seu habitat, devido à expansão urbana e turística e à ocorrência de incêndios.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20pygmaea","Cerrado"],
    [4574,"VOCHYSIACEAE","Vochysia riedeliana","Stafleu","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia riedeliana é uma espécie com distribuição relativamente ampla ao longo da Costa Atlântica, e está representada em Unidades de Conservação de proteção integral. Entretanto, por ocorrer em localidades fortemente antropizadas, como a região metropolitana de Salvador, pode vir a ser ameaçada de extinção em um futuro próximo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20riedeliana","Mata Atlântica"],
    [4575,"VOCHYSIACEAE","Vochysia santaluciae","M.C.Vianna & Fontella","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia santaluciae é uma espécie de Mata Atlântica com distribuição bastante restrita no estado Espírito Santo. A EOO é de 822,41 km², e está sujeita a até cinco situações de ameaça. A espécie vem sofrendo com um declínio na qualidade do seu habitat, devido ao elevado grau de desmatamento e fragmentação das florestas em que ocorre.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20santaluciae","Mata Atlântica"],
    [4576,"WINTERACEAE","Drimys angustifolia","Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. angustifolia é um arbusto do Sul do Brasil. Ocorre em formações florestais úmidas, um habitat comum daquela região. Além de ter EOO superior a 20.000 km², sabe-se que a espécie é frequente nos locais de ocorrência, sendo, por tanto, categorizada sem risco de extinção.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drimys%20angustifolia","Mata Atlântica"],
    [4577,"WINTERACEAE","Drimys brasiliensis","Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. brasiliensis é uma arbórea com ocorrência pelos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, em diversos tipos de formação florestal. Parte dos registros são provenientes de áreas sob proteção integral. EOO é superior a 20.000 km². Pelo exposto a espécie não esta em risco de extinção.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drimys%20brasiliensis","Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga"],
    [4578,"WOODSIACEAE","Athyrium filix-femina","(L.) Roth","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Não há informações suficientes para a avaliação da espécie.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Athyrium%20filix-femina","Mata Atlântica"],
    [4579,"XYRIDACEAE","Xyris almae","Kral & Wand.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. almae é endêmica das serras da Chapada Diamantina, sendo conhecida em três situações de ameaça. Não foi apontada nenhuma ameaça incidindo diretamente sobre as subpopulações, no entanto a perda de habitat é referida para a região, além de espécies de Xyris serem comumente utilizadas como plantas ornamentais. Dessa forma, são necessários dados quantitativos sobre as subpopulações para se aferir uma possível categoria de risco de extinção.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20almae","Cerrado"],
    [4580,"XYRIDACEAE","Xyris augusto-coburgii","Szyszyl. ex Beck","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. augusto-coburgii apresenta distribuição extensa e ocorre em habitats severamente fragmentados, circundados por atividades causadoras de impacto ambiental, mas que em sua maioria estão contemplados em unidades de conservação (SNUC) de proteção integral. Dados populacionais futuros poderão esclarecer se existe um risco de extinção associado a esta espécie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20augusto-coburgii","Cerrado"],
    [4581,"XYRIDACEAE","Xyris aurea","L.B.Sm. & Downs","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris aurea é considerada uma planta rara, que possui distribuição restrita à região central da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais. Possui EOO de 2.600,70 km2, está sujeita a menos de cinco situações de ameaça. Nesta região, há a incidência de diferentes ameaças que rapidamente tem degradado a vegetação natural, tais como a atividade mineradora, queimadas e a visitação depredativa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20aurea","Cerrado"],
    [4582,"XYRIDACEAE","Xyris bialata","Malme","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. bilabiata apresenta distribuição extensa em áreas de Campo Rupestre e mais recentemente em Restinga. Estes dois habitats apresentam uma série de ameaças que estão provocando uma intensa perda de habitat. No entanto, as consequências dessa perda de habitat sobre as subpopulações da espécie são desconhecidas, sendo necessários estudos direcionados para se averiguar a existência de um possível risco de extinção.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20bialata","Cerrado"],
    [4583,"XYRIDACEAE","Xyris blepharophylla","Mart.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris blepharophylla é endêmica dos Campos Rupestres do Espinhaço Central em Minas Gerais, tendo sido registrada para Goiás há aproximadamente 190 anos e desde então não apresentou nenhuma coleta para este estado. Os valores deEOO (2.958,76 km2) e AOO (36 km2) são reduzidos e são verificadas uma série de ameaças incidentes sobre seu habitat, como mineração, expansão urbana e fogo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20blepharophylla","Cerrado"],
    [4584,"XYRIDACEAE","Xyris brevifolia","Michx.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição ao longo do litoral brasileiro, que apresenta diferentes ameaças incidentes. Ainda não são conhecidos os impactos de tais ameaças na sobrevivência das subpopulações, sendo necessários mais estudos sobre a espécie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20brevifolia","Mata Atlântica"],
    [4585,"XYRIDACEAE","Xyris caparaoensis","Wand.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Não são conhecidos dados biológicos sobre esta espécie, sendo necessários estudos iniciais.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20caparaoensis","Cerrado"],
    [4586,"XYRIDACEAE","Xyris capensis","Thunb.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. capensis apresenta distribuição extensa ao longo das regiões sul, sudeste e parte da nordeste do Brasil, com subpopulações conhecidas em diferentes formações vegetacionais.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20capensis","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4587,"XYRIDACEAE","Xyris cipoensis","L.B.Sm. & Downs","EN","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris cipoensis é endêmica da Serra do Cipó (MG), sendo considerada rara, apresenta AOO de aproximadamente 20 km². Apesar de sua população conhecida localizar-se em uma unidade de conservação de proteção integral, várias ameaças estão presentes nesta única situação de ameaça. Dentre estas, destacam-se o extrativismopara arranjos ornamentais, que segundoWanderley (2009) é uma das sempre-vivas mais procuradas do gênero, sugerindo assim declínio de indivíduos maduros, turismo depredativo e a construção de numerosas residências de lazer, os quais diminuem a qualidade do habitat.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20cipoensis","Cerrado"],
    [4588,"XYRIDACEAE","Xyris coutensis","Wand. & Cerati","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie Xyris coutensis é endêmica da região da Chapada do Couto e Parque Estadual do Rio Preto (MG), com um valor de AOO=8 km². Nesta região, o ambiente tem sido degradado pela incidência de ameaças como fogo, mineração e criação de gado, principalmente em áreas não protegidas por unidades de conservação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20coutensis","Cerrado"],
    [4589,"XYRIDACEAE","Xyris dardanoi","Wand.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris dardanoi é endêmica da Serra do Cipó, onde está sujeita a uma única situação de ameaça ao longo da rodovia que liga Belo Horizonte a Conceição do Mato Dentro (MG). Possui distribuição restrita com AOO=8 km2. Incêndios frequentes, o afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, além da crescente ocupação caracterizada pelas residências de lazer são as principais ameaças incidentes sobre o habitat da espécie, mesmo esta sendo encontrada dentro de uma unidade de conservação.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20dardanoi","Cerrado"],
    [4590,"XYRIDACEAE","Xyris fibrosa","Kral & Wand.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris fibrosa é uma espécie rara, que ocupa uma AOO de 4 km² e sujeita a uma única situação de ameaça nos Campos Rupestres da Chapada Diamantina, que são impactados pela incidência de incêndios e atividades agropastoris.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20fibrosa","Cerrado, Caatinga"],
    [4591,"XYRIDACEAE","Xyris fusca","L.A.Nilsson","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris fusca é endêmica da porção sul da Serra da Mantiqueira entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. É uma espécie indicadora de vegetação primária ou em estágio sucessional avançado nos Campos de Altitude. Apresenta distribuição restrita (EOO=775,02 km² e AOO=12 km²) e sujeita a incidência de incêndios (Aximoff, 2011), degradação por atividades agropecuárias e invasão de espécies exóticas (Martinelli, 2007).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20fusca","Mata Atlântica"],
    [4592,"XYRIDACEAE","Xyris hatschbachii","L.B.Sm. & Downs","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris hatschbachii é endêmica dos Campos de Altitude do Paraná, com distribuição restrita (EOO=426,87 km2 e AOO=12 km²), sujeita a três situações de ameaça. Nesta região são verificadas queimadas, pastoreio, plantio de espécies arbóreas exóticas, mineração, agricultura e pecuária intensivas (Melo et al., 2004), além disso, uma das subpopulações ocorre próxima à região metropolitana de Curitiba.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20hatschbachii","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [4593,"XYRIDACEAE","Xyris hystrix","Seub.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris hystrix é considerada uma planta rara, com distribuição atual restrita à Serra do Cipó (MG). As duas subpopulações estão distribuídas a um AOO de 8 km² e encontram-se em declínio, devido principalmente ao extrativismo excessivo para o comércio de sempre-vivas.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20hystrix","Cerrado"],
    [4594,"XYRIDACEAE","Xyris longifolia","Mart.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris longifolia éconsiderada uma espécie rara, que ocorre em ambiente de campos sobre solo úmido e ocupa uma AOO de 12 km². A principal ameaça incidente sobre a espécie é a degradação do habitat, que tornou as áreas de campos naturais escassas, principalmente devido à expansão agrícola.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20longifolia","Cerrado"],
    [4595,"XYRIDACEAE","Xyris lucida","Malme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris lucida tem distribuição restrita (EOO=562,34 km2 e AOO= 8 km²) sujeita a apenas duas situações de ameaça, em ambientes severamente fragmentados (Serra do Araçatuba e do Iquererim) resultado da incidência de queimadas, invasão por espécies exóticas (Pinus sp.) e expansão de atividades agrícolas.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20lucida","Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [4596,"XYRIDACEAE","Xyris lutescens","Kral & Wand.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. lutescens é indicada para os estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás, no entanto não foram encontradas coletas para todos estes estados nas principais bases de dados digitais e a partir de consulta com pesquisadores que trabalham com o gênero. Sugere-se que mais levantamentos de campo sejam realizados para se conhecer melhor a espécie.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20lutescens","Cerrado"],
    [4597,"XYRIDACEAE","Xyris metallica","Kunth","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espécie apresenta distribuição extensa ( EOO= 503.398,731 km²) em diferentes habitats severamente fragmentados, no entanto, são necessários dados populacionais para se verificar um possível risco de extinção.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20metallica","Cerrado"],
    [4598,"XYRIDACEAE","Xyris morii","Kral & L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris morii é endêmica dos Campos Rupestres da parte sul da Chapada Diamantina (BA), com distribuição restrita (EOO=138,89 km2 e AOO=12 km²) apresenta três subpopulações que se desenvolvem em habitats severamente fragmentados e está sujeita a duas situações de ameaça. Nesta região, foram registradas ameaças ligadas ao desmatamento para formação de pastagens, cultivos agrícolas e extrativismo ilegal de plantas ornamentais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20morii","Cerrado, Caatinga"],
    [4599,"XYRIDACEAE","Xyris neglecta","L.A.Nilsson","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris neglecta é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo na região sul no estado do Paraná, onde se desenvolve em ambientes campestres. A espécie possui AOO restrita (AOO=12 km²) e está sujeita a três situações de ameaça. Na cidade de Curitiba e arredores, a distribuição da espécie está ameaçada pela intensa expansão urbana, sendo provável que seu habitat não exista mais na capital paranaense. A oeste de sua distribuição, no município de Balsa Nova, a fragmentação do habitat para conversão de atividades agrícolas é intensa. A leste, em Morretes, a vegetação ainda encontra-se bem preservada. Diante do exposto, evidencia-se o declínio de habitat da espécie, assim como o possível declínio de subpopulações.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20neglecta","Mata Atlântica"],
    [4600,"XYRIDACEAE","Xyris nigricans","L.A.Nilsson","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris nigricans é uma espécie rara e endêmica da Serra do Cipó (MG), onde se desenvolve sobre Campo Rupestre. Possui distribuição restrita com uma AOO de somente 4 km² e sujeita a uma única situação de ameaça. A espécie foianteriormente muito explorada como sempre-viva, por se apresentar como uma das mais ornamentais do gênero e atualmente seu habitat está ameaçado devido ao desmatamento para carvoaria, mineração, especulação imobiliária e queimadas.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20nigricans","Cerrado"],
    [4601,"XYRIDACEAE","Xyris obtusiuscula","L.A.Nilsson","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xirys obtusiuscula ocupa uma AOO de aproximadamente 36 km², ocorrendo estritamente em Campos Rupestres e Campos de Altitude, habitats severamente fragmentados pela incidência de incêndios, atividades agropecuárias e mineração.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20obtusiuscula","Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga"],
    [4602,"XYRIDACEAE","Xyris phaeocephala","Kral & Wand.","EN","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris phaeocephala possui distribuição restrita a Rio de Contas (BA), sujeita a menos de cinco situações de ameaça, com uma AOO de 12 km². Na região, as principais ameaças constatadas foram o desenvolvimento de atividades agrícolas para a formação de pastagens e cultivo de frutas, pelo uso do fogo e da extração ilegal de madeira para lenha. Além disso, foi registrado também o extrativismo ilegal de plantas ornamentais.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20phaeocephala","Cerrado, Caatinga"],
    [4603,"XYRIDACEAE","Xyris platystachya","L.A.Nilsson ex Malme","CR","A2cd,B2ab(iii,iv,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris platystachya representa uma das espécies de sempre-vivas da família mais comercializada em Minas Gerais, sendo conhecida popularmente como cabeça-de-negro. É uma espécie rara e de distribuição restrita, ocupa uma AOO de aproximadamente 8 km². Devido ao comércio e à coleta indiscriminada, suas subpopulações tiveram um declínio acentuado na Serra do Cipó (Giulietti et al., 1996, Wanderley et al., 2009). Suspeita-se que sua população tenha sofrido uma redução de 80% nos últimos 10 anos devido à intensa coleta de indivíduos maduros. Atualmente as coletas predatórias foram reduzidas pela implementação do Parque Nacional da Serra do Cipó e Parque Estadual do Rio Preto, ambos em Minas Gerais, entretanto sua conservação não é completa uma vez que estas áreas sofrem com queimadas e turismo descontrolado.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20platystachya","Cerrado"],
    [4604,"XYRIDACEAE","Xyris reitzii","L.B.Sm. & Downs","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris reitzii possui distribuição restrita aos Campos de Altitude do Paraná e Santa Catarina, ocupando uma EOO de 4.273,26 km2 e AOO de 16 km². Os campos do sul do Brasil encontram-se escassos e reduzidos principalmente pela atual substituição por florestas de pinheiros exóticos e por práticas agrícolas e pecuárias.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20reitzii","Mata Atlântica"],
    [4605,"XYRIDACEAE","Xyris retrorsifimbriata","Kral & L.B.Sm.","CR","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris retrorsifimbriata é endêmica do Pico das Almas e ocupa uma AOO de aproximadamente 4 km², sujeita a apenas uma situação de ameaça. Nessa região, uso de queimadas na agricultura e a extração de madeira e plantas ornamentais são as principais ameaças ao seu habitat e, consequentemente, à manutenção de sua população.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20retrorsifimbriata","Caatinga"],
    [4606,"XYRIDACEAE","Xyris rigida","Kunth","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris rigida tem distribuição restrita aos Campos de Altitude e banhados dos estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Esses estados apresentam uma perda da vegetação original maior que 80% nos últimos 10 anos, principalmente pela agropecuária, como nos municípios de São Francisco de Paula (RS), Piraquara (SP) e Curitiba (PR), o que leva a suspeitar de uma redução de igual valor no tamanho de suas populações.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20rigida","Mata Atlântica, Cerrado"],
    [4607,"XYRIDACEAE","Xyris sincorana","Kral & Wand.","EN","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris sincorana é considerada rara, com uma AOO menor que 500 km² e sujeita a menos de cinco situações de ameaça nos Campos Rupestres de Minas Gerais e Bahia. Nessa região, foi reportada a incidência de fogo, atividades mineradoras e extração de plantas ornamentais, ameaças que incidem diretamente no habitat da espécie.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20sincorana","Cerrado, Caatinga"],
    [4608,"XYRIDACEAE","Xyris sororia","Kunth","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyria sororia é uma espécie considerada rara que se desenvolve em ambientes campestres nos estados de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Nestes locais, as principais causas da perda de habitat são o plantio de pinheiros exóticos, queimadas e pecuária intensiva. Devido a isso, estas áreas sofreram uma redução da vegetação original maior que 80% nos últimos 10 anos, como os municípios de Arapoti e Palmeira (PR), e Campo Alegre (SC), o que leva a suspeitar de uma redução de igual valor no tamanho da população da espécie.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20sororia","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata Atlântica"],
    [4609,"XYRIDACEAE","Xyris stenophylla","L.A.Nilsson","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris stenophylla habita áreas de Campo de Altitude e Campo Limpo, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro, sendo estes considerados três situações de ameaça distintas. Pela especificidade de habitat, a espécie possui distribuição restrita, com uma AOO próxima a 20 km². Os campos do sul do Brasil são escassos e pequenos devido à fragmentação causada pela expansão agrícola e pecuária, além da introdução de espécies exóticas como pinus e eucalipto. Na Serra dos Órgãos (RJ), as principais ameaças são o desmatamento desordenado e a incidência de queimadas. Diante do exposto a espécie é categorizada como Vulnerável (VU).","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20stenophylla","Mata Atlântica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4610,"XYRIDACEAE","Xyris tortilis","Wand.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris tortilis é considerada uma espécie rara que se desenvolve em Campos Rupestres, ocupando uma AOO de 8 km² sujeita a uma única situação de ameaça na Serra do Cipó, Minas Gerais. Neste local, foram reportadas a incidência de queimadas, mineração, atividades agropecuárias e expansão imobiliária, as quais são ameaças diretas sobre o habitat da espécie.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20tortilis","Cerrado"],
    [4611,"XYRIDACEAE","Xyris trachyphylla","Mart.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. trachyphylla possui distribuição extensa e tem subpopulações bem amostradas ao longo desta, sendo reportada para pelo menos 3 UCs em Minas Gerais.","2012-08-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20trachyphylla","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4612,"XYRIDACEAE","Xyris uninervis","Malme","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris uninervis restrita ao Cerrado de Itararé, estado de São Paulo, ocupa uma AOO de aproximadamente 4 km², e está sujeita a apenas uma situação de ameaça. Nesta, estão presentes duas unidades de conservação em total situação de abandono, sendo verificadas a presença de espécies invasoras e outras atividades antrópicas que estão degradando o habitat.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20uninervis","Cerrado"],
    [4613,"XYRIDACEAE","Xyris vacillans","Malme","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","As subpopulações de Xyris vacillans estão distribuídas ao longo de áreas de Mata Atlântica e Cerrado, principalmente em Campos de Altitude ou vegetação campestre relacionada, nos municípios de Itararé, Ribeirão Pires, Santo André (SP), Palhoça (SC) e Tijucas do Sul (PR). Os habitats destas situações de ameaça tiveram uma redução de sua cobertura vegetal de pelo menos 60% causada por queimadas, pastoreio, plantio de árvores exóticas, dentre outras ameaças. Dessa forma, suspeita-se que houve uma redução concomitante de indivíduos nas subpopulações da espécie, em proporção semelhante.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20vacillans","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4614,"XYRIDACEAE","Xyris wawrae","Heimerl","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris wawrae ocorre em habitats severamente fragmentados. Distribui-se em uma AOO de aproximadamente 24 km², que está inserida principalmente na Mata Atlântica. Nos últimos 10 anos, os municípios onde a espécie se encontra tiveram a cobertura vegetal reduzida em pelo menos 70%, devido a incidência de queimadas e expansão urbana. Dado esse cenário, suspeita-se que as subpopulações também tenham sofrido uma redução nessas proporções.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20wawrae","Cerrado, Mata Atlântica"],
    [4615,"ZAMIACEAE","Zamia ulei","Dammer","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zamia ulei conhecida popualrmente por \"batatade catuaba\", \"batata de paca\" e \"palmeirinha\". Não é endêmica do Brasil.Restrita ao bioma Amazônia, ocorre nos Estados do Amazonas, Acre e Mato Grosso.Apresenta EOO de 352.735,6 km². Protegida pela Reserva Florestal Ducke eReserva Experimental do INPA. No município de Alta Floresta (MT) a espécie éapontada como a terceira com maior valor de importância e a de maior volume(Malheiros et al., 2009).Apesar do modelo atual de exploração do bioma Amazônia ter levado a um aumentosignificativo do desmatamento da Amazônia Legal, não existe nenhuma ameaçadireta que coloque a espécie em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada noâmbito.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zamia%20ulei","Amazônia"],
    [4616,"ZINGIBERACEAE","Renealmia brasiliensis","K.Schum.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Renealmia brasiliensis conhecida popularmente por\"Paco-seroca\", \"Pacová-catinga\" e \"Pacová\", caracteriza-se por ervas rizomatosas,de 5 a 2,5 m de altura, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorre nos municípios de Perdizes, Caratinga e Viçosa (MG), Santa Bárbara do Caparaó (ES) e Canelinhae Biguaçú (SC). Restrita do bioma Mata Atlântica, onde é encontrada em FlorestaOmbrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta AOO de 16 km², eencontra-se sujeita a quatro principais situações de ameaça: expansão urbana,agricultura, pecuária e invasão de espécies exóticas. Protegida pelo ParqueNacional do Caparaó e Estação Biológica de Caratinga. Pouco representada emcoleções científicas, sendo conhecida por coletas da década de 30 e 80, erecentemente coletada em Santa Catarina. Apresenta propriedades medicinais,sendo utilizada como antihelmíntica, cicatrizante, fortificante e carminativo,o que pode acarretar a supressão das subpopulações da espécie. É necessário o investimento em pesquisacientífica e esforços de coleta a fim de certificar da existência de novassubpopulações, considerando sua viabilidade populacional e sua proteção.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Renealmia%20brasiliensis","Mata Atlântica"],
    [4617,"ZINGIBERACEAE","Renealmia petasites","Gagnep.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Renealmiapetasites conhecida popularmente como \"pacova-de-macaco\", caracteriza-se porervas rizomatosas, de 1 a 3 m de altura, terrícolas. Endêmica do Brasil, ocorrendodesde o litoral norte, Estado de Pernambuco, ao litoral sul, Estado de SantaCatarina. Endêmica do Brasil. Restrita do bioma Mata Atlântica, ondedesenvolve-se em Floresta Ombrófila Densa. Apresenta EOO de 1.100.887 km². Amplamentedistribuída. Protegida por diversas unidades de conservação (SNUC). E apesar daintensa supressão de seus habitats de ocorrência, e da utilização se suassementes com finalidades medicinais, não há nenhuma ameaça direta que coloque aespécie em alguma categoria de ameaça. Não ameaçada no âmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Renealmia%20petasites","Mata Atlântica"]
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