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    [1,"ACANTHACEAE","Aphelandra espirito-santensis","Profice & Wassh.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Como o epьteto especьfico sugere, ж uma espжcie endЖmica do Espьrito Santo, ocorre no municьpio de Linhares e, portanto, com distribuiусo restrita (EOO=495,65 km▓). Sсo conhecidas quatro subpopulaушes, interpretadas como situaушes de ameaуas distintas. Todas as coletas foram feitas em unidades de conservaусo, mas as рreas protegidas estсo sujeitas a ameaуas e ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. A Reserva Biolзgica de Sooretama, por exemplo, tem como ameaуas mais severas os incЖndios de origem antrзpica e as espжcies exзticas invasoras. Portanto, A. espirito-santensis foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20espirito-santensis","Mata AtlРntica"],
    [2,"ACANTHACEAE","Aphelandra gigantea","(Rizzini) Profice","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Tambжm conhecida como Crista-de-Galinha, a espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=54.858,58km▓) e ж encontrada nos estados de Espьrito Santo, Minas Gerais e Bahia. Nсo hр ameaуas registradas para a espжcie, que ocorre na Reserva Florestal de Bananal do Norte, ES. Dessa maneira, a espжcie ж considerada com baixo risco de extinусo. Entretanto, apesar de possuir diversas coletas, as subpopulaушes podem estar severamente fragmentadas, demandando estudos para se verificar o estado de conservaусo de cada subpopulaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20gigantea","Mata AtlРntica"],
    [3,"ACANTHACEAE","Aphelandra hirta","(Klotzsch) Wassh.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. hirta possui ampla distribuiусo (EOO = 99.587,830km▓), ocorrendo de maneira descontьnua ao longo da floresta ombrзfila densa atlРntica. Encontrada em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira, a espжcie ж considerada como pouco ameaуada de extinусo (LC). Entretanto a espжcie ocorre em рreas que sofreram grande perda de habitat, o que nсo descarta futuros estudos para se verificar o estado de conservaусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20hirta","Mata AtlРntica"],
    [4,"ACANTHACEAE","Aphelandra longiflora","(Lindl.) Profice","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC) do Brasil. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de estudar o atual estado de conservaусo de subpopulaушes disjuntas, localizadas no Estado do Cearр, ao sul da AmazЗnia e na ilha de Marajз.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20longiflora","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [5,"ACANTHACEAE","Aphelandra margaritae","E.Morren","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de amplamente coletada e de ocorrer em pelo menos trЖs unidades de conservaусo (SNUC), essa espжcie tem uma distribuiусo relativamente restrita (EOO=7.147,62 km▓). Alжm disso, sua limitada capacidade de dispersсo resulta em uma estrutura populacional severamente fragmentada. Aphelandra margaritae ocorre em рreas de Floresta Ombrзfila Densa, fitofisionomia que sofreu grande perda de hрbitat nos Щltimos 30 anos, e que ainda estр sujeita ao declьnio contьnuo de qualidade de hрbitat. O municьpio de Itaguaуu, por exemplo, perdeu 1,5% de florestas somente entre 2008 e 2010. Portanto, A. margaritae foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20margaritae","Mata AtlРntica"],
    [6,"ACANTHACEAE","Aphelandra maximiliana","(Nees) Benth.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Aphelandra maximiliana ж encontrada apenas em рreas de Floresta Ombrзfila Montana do Estado do Espьrito Santo, e tem EOO de 1.961,93 km▓. Apesar de amplamente coletada, a espжcie apresenta distribuiусo restrita. Sua limitada capacidade de dispersсo sugere uma estrutura populacional severamente fragmentada. Alжm disso, a espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. O municьpio de Santa Leopoldina, por exemplo, teve uma reduусo de 2% em suas florestas somente entre 2008 e 2010, evidenciando perda de hрbitat. Dessa maneira, A. maximiliana ж considerada uma espжcie \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20maximiliana","Mata AtlРntica"],
    [7,"ACANTHACEAE","Aphelandra nitida","Nees & Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O habitat de ?A. nitida ser a Floresta AtlРntica Ombrзfila Densa presente no litoral, vegetaусo que tem sofrido desmatamento intenso. Entretanto, a espжcie possui ampla distribuiусo e ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC). A. nitida tambжm possui pelo menos uma subpopulaусo abundante (APA Costa de Itacarж, BA), indicando que a espжcie pode ser relativamente frequente nos locais onde ocorre.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20nitida","Mata AtlРntica"],
    [8,"ACANTHACEAE","Aphelandra prismatica","(Vell.) Hiern","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie amplamente distribuьda que, apesar de ocorrer em рrea com intensa pressсo antrзpica, tambжm ocorre em vрrias unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20prismatica","Mata AtlРntica"],
    [9,"ACANTHACEAE","Aphelandra schottiana","(Nees) Profice","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie tьpica de Mata AtlРntica, encontrada em diferentes fisionomias. Apesar de haver indьcios que as subpopulaушes sсo pequenas, a espжcie possui ampla distribuiусo e ocorre em pelo menos cinco unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20schottiana","Mata AtlРntica"],
    [10,"ACANTHACEAE","Aphelandra squarrosa","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Planta arbustiva ornamental e endЖmica do Brasil, encontrada em floresta estacional semidecьdua e floresta ombrзfila na Mata AtlРntica. ╔ amplamente distribuьda (EOO=53.618,950 km▓) e encontrada em pelo menos cinco unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр ameaуas registradas para a espжcie. Dessa maneira, A. squarrosa ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) com relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aphelandra%20squarrosa","Mata AtlРntica"],
    [11,"ACANTHACEAE","Chamaeranthemum beyrichii","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. beyrichii ж uma espжcie amplamente distribuьda (EOO=130.381,660 km▓) na Mata AtlРntica, ocupando principalmente рreas de Floresta Ombrзfila Densa. Apesar do intenso desmatamento ocorrido nessa formaусo florestal, a espжcie ocorre em pelo menos cinco unidades de conservaусo (SNUC) e possui baixo risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaeranthemum%20beyrichii","Mata AtlРntica"],
    [12,"ACANTHACEAE","Dicliptera squarrosa","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie de ampla distribuiусo (EOO =  1.405.493,24km2), encontrada em  Florestas Estacionais Semidecьduas e em рreas de Cerrado. Nсo hр ameaуas registradas para a espжcie, que ж encontrada em pelo menos cinco unidades de conservaусo. Dessa maneira, ж espжcie ж considerada com baixo risco de extinусo (LC). Entretanto, em pelo menos em uma das localidades hр registro de que a espжcie ж rara (Babitonga, SC), indicando que novos estudos devem ser feitos em outros locais para se registrar o estado de conservaусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicliptera%20squarrosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [13,"ACANTHACEAE","Dyschoriste lavandulaceae","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Dyschoriste lavandulaceae tem distribuiусo restrita (EOO=544,71 km▓) e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. A espжcie ocorre em formaушes campestres, sem registro em unidades de conservaусo (SNUC). Alжm disso, em pelo menos uma das localidades (municьpio de Rio Verde, Estado do Mato Grosso do Sul), cerca de 8 km▓ de vegetaусo nativa foram suprimidos entre 2008 e 2010, o que configura declьnio contьnuo de EOO, AOO e de qualidade do hрbitat. Portanto, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN). ╔ importante ressaltar que as coletas de D. lavandulaceae ocorreram hр mais de 30 anos, e que novos estudos devem ser feitos para que a distribuiусo atual da espжcie possa ser confirmada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyschoriste%20lavandulaceae","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [14,"ACANTHACEAE","Dyschoriste smithii","Leonard","CR","B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada apenas em ilhas rochosas do Rio Uruguai, no trecho prзximo ao municьpio de Barra do Arroio do Veado, na divisa entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde forma densas aglomeraушes. Devido a sua distribuiусo restrita (EOO=65,3 km▓) e proximidade das localidades no leito do rio, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Imagens de satжlite mostram supressсo da mata ciliar nessa regiсo. Alжm disso, a ausЖncia de unidades de conservaусo (SNUC) ou aушes especьficas na рrea, sugere que a espжcie esteja sujeita a declьnio contьnuo na qualidade do habitat e de nЩmero de subpopulaушes. Portanto, ж considerada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyschoriste%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [15,"ACANTHACEAE","Herpetacanthus longiflorus","Moric.","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. longiflorus ж uma espжcie encontrada em floresta ombrзfila densa atlРntica, com diversas coletas e com distribuiусo ampla (EOO= 24.126,600 km▓). A floresta ombrзfila densa sofreu grande perda de habitat e a espжcie ocorre em рrea com forte pressсo antrзpica. Ocorre em pelo menos trЖs unidades de conservaусo, mas a populaусo ж possivelmente severamente fragmentada devido Я baixa capacidade de dispersсo e a duas subpopulaушes disjuntas no Espьrito Santo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Quase ameaуada\" (NT) de extinусo. Caso a perda de habitat continue e a extensсo de ocorrЖncia diminua atж 20000 Km▓, a espжcie poderр ser considerada como ameaуada de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herpetacanthus%20longiflorus","Mata AtlРntica"],
    [16,"ACANTHACEAE","Justicia brasiliana","Roth","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda pelo Brasil, ocorrendo em diversas fisionomias de Mata AtlРntica e em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e possuindo grande abundРncia no sul do Brasil. Apesar de ter uma ameaуa pontual na restinga de Massambaba (RJ), especulaусo imobiliрria, a ampla distribuiусo da espжcie e o grande nЩmero de coletas indicam que a espжcie ж \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20brasiliana","Mata AtlРntica"],
    [17,"ACANTHACEAE","Justicia bullata","(Nees) Profice","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J. bullata ж uma espжcie conhecida apenas pelo material tipo, coletado em Minas Gerais. Nсo hр registro do local exato de coleta, tampouco do seu tamanho populacional e do seu estado de conservaусo. Dessa maneira, essa espжcie ж considerada como \"Deficiente de dados\" (DD) e novos estudos devem ser feitos para a compreensсo do seu estado de conservaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20bullata","Mata AtlРntica"],
    [18,"ACANTHACEAE","Justicia catharinensis","Lindau","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J. catharinensis ж uma espжcie herbрcea encontrada em floresta ombrзfila densa atlРntica, nos Estados de Santa Catarina, Paranр e Sсo Paulo e apresenta ampla distribuiусo (EOO=25.667,420 km▓). Essa formaусo florestal sofreu e ainda sofre grande perda de habitat. Por exemplo, Campina Grande do Sul, PR, perdeu 7,5% de habitat entre 2008 e 2010 (SOS Mata AtlРntica). ╔ uma espжcie severamente fragmentada por possuir baixa capacidade de dispersсo e pelo menos duas subpopulaушes disjuntas no Estado de Sсo Paulo. Infelizmente a espжcie ocorre em apenas duas unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie poderia ser considerada como ameaуada de extinусo. Entretanto, devido Я EOO ser um pouco maior do que 20.000 Km▓ nсo ж possьvel considerр-la como ameaуada. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Quase ameaуada\" (NT). Se medidas de conservaусo nсo forem tomadas para a recuperaусo de habitat de floresta ombrзfila na regiсo, a espжcie poderр ser considerada como ameaуada de extinусo futuramente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [19,"ACANTHACEAE","Justicia clausseniana","(Nees) Profice","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia clausseniana ж uma espжcie com distribuiусo restrita (EOO=3.260,67 km▓). Todas as coletas foram feitas em рreas de Floresta Ombrзfila Densa, nas quais foi possьvel identificar de trЖs a cinco situaушes de ameaуa distintas. As рreas dessa formaусo florestal nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo sofreram forte pressсo antrзpica e desmatamento nos Щltimos 15 anos. O municьpio de Nova Friburgo, por exemplo, teve uma reduусo de hрbitat de cerca de 6% entre 2008 e 2010.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20clausseniana","Mata AtlРntica"],
    [20,"ACANTHACEAE","Justicia congrua","(Nees ex Mart.) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie amplamente distribuьda (EOO=269.633,59 km▓) em porушes da Mata AtlРntica encontradas principalmente no Espьrito Santo e na Bahia. Apesar de ser uma рrea que sofre uma alta pressсo antrзpica, a espжcie ocorre em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira, podemos caracterizar a espжcie como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20congrua","Mata AtlРntica"],
    [21,"ACANTHACEAE","Justicia cydoniifolia","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=148.366,590 km▓) encontrada em рreas de floresta ombrзfila densa e restinga arbustiva na Mata AtlРntica. Encontrada em pelo menos seis unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de situaусo de ameaуa para a espжcie ou evidЖncia direta de declьnio populacional. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20cydoniifolia","Mata AtlРntica"],
    [22,"ACANTHACEAE","Justicia genuflexa","Nees & Mart.","VU","D2","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia genuflexa ж uma espжcie encontrada em apenas trЖs localidades, que foram consideradas em situaушes de ameaуa distintas. A espжcie estр protegida por uma unidade de conservaусo (SNUC). O baixo nЩmero de coletas pode evidenciar a distribuiусo restrita e o baixo nЩmero de indivьduos. Sua limitada capacidade de dispersсo (dispersсo primрria do tipo autocoria) associada Я incidЖncia de ameaуas diversas pode, em um curto espaуo de tempo, levar a espжcie a ser inserida em categorias de risco de extinусo mais preocupantes. Portanto, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20genuflexa","Mata AtlРntica"],
    [23,"ACANTHACEAE","Justicia kleinii","Wassh. & L.B.Sm.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie amplamente distribuьda (EOO=61.059,890 km▓) encontrada nos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Ocorre tambжm em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC) e pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto devem haver estudos para se verificar a conservaусo da subpopulaусo encontrada mais no interior (Londrina, PR) e da subpopulaусo encontrada na ilha de Queimada Grande (SP).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [24,"ACANTHACEAE","Justicia laevilinguis","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ser pouco abundante nos locais onde ocorre, J. laevilinguis ocorre em praticamente em todo o Brasil (EOO=5.353.143,540 km▓), sendo encontrada nos biomas AmazЗnia, Mata AtlРntica e Pantanal. ╔ uma espжcie de potencial uso econЗmico, podendo ser usada como forrageira. Apesar dos registros em unidade de conservaусo (SNUC) nсo serem frequentes, nсo hр informaусo de uma ameaуa principal para a espжcie. Dessa maneira, essa espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo a ameaуa de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20laevilinguis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [25,"ACANTHACEAE","Justicia lythroides","(Nees) V.A.W.Graham","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J.  lythroides ж uma espжcie amplamente distribuьda (EOO=740.997,34 km▓), ocorrendo em Floresta Ombrзfila Densa e Estacional Semidecьdua e em pelo menos sete unidades de conservaусo (SNUC). Entretanto a espжcie pode ser rara localmente, apesar das subpopulaушes serem estрveis. Portanto a espжcie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto o estado de conservaусo de uma subpopulaусo disjunta em Mato Grosso do Sul deve ser estudado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20lythroides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [26,"ACANTHACEAE","Justicia paranaensis","(Rizzini) Wassh. & L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia paranaensis tem distribuiусo restrita (EOO=807,68 km▓) e ж encontrada em Florestas Ombrзfilas dos Estados do Paranр e de Santa Catarina. Nсo hр registro de ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). ╔ ameaуada pela intensa perda de hрbitat na regiсo. O municьpio de Ilhota (SC), por exemplo, perdeu 8% de suas florestas, enquanto o municьpio de Joinville (SC) apresentou uma reduусo de 23,5% em sua vegetaусo. J. paranaensis estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. Dessa maneira, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [27,"ACANTHACEAE","Justicia polita","(Nees) Profice","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia polita ж uma espжcie de distribuiусo restrita (EOO=662,74 km▓), encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila da regiсo serrana do Estado do Rio de Janeiro. Apesar de haver registro de sua ocorrЖncia dentro do Parque Nacional da Serra dos Мrgсos, a espжcie tambжm pode ser encontrada proxima a estradas e trilhas que representam ameaуas a essas subpopulaушes. A intensa pressсo antrзpica na regiсo resulta em declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Devido a sua baixa capacidade de dispersсo, a estrutura populacional da espжcie foi classificada como severamente fragmentada. Dessa maneira, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20polita","Mata AtlРntica"],
    [28,"ACANTHACEAE","Justicia pseudoamazonica","Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","J. pseudoamazonia ж uma espжcie com poucos registros de ocorrЖncia na AmazЗnia. Apesar disso, ж amplamente distribuьda (EOO=128.133,290 km▓ ) e ocorre em uma unidade de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de situaусo de ameaуa paraa espжcie ou evidЖncia direta de declьnio populacional.Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20pseudoamazonica","AmazЗnia"],
    [29,"ACANTHACEAE","Justicia ramulosa","(Morong) C.Ezcurra","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Justicia ramulosa ocorre em diversos paьses da Amжrica do Sul (Argentina, Bolьvia, Guatemala, Peru e Paraguai) e apresenta distribuiусo marginal no Brasil. No territзrio nacional, a espжcie tem distribuiусo restrita (EOO= 8.639,930 km▓), ocorrendo nos Estados do Mato Grosso do Sul e Paranр, prзximo Я regiсo de fronteira. A рrea estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas. A baixa eficiЖncia do polinizador, expressa pela pouca quantidade de pзlen registrada em beija-flores, pode evidenciar estresse decorrente da incidЖncia de ameaуas. Assim, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20ramulosa","Mata AtlРntica"],
    [30,"ACANTHACEAE","Justicia scheidweileri","V.A.W.Graham","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie ornamental, conhecida como camarсo-rosa. Em seu habitat ж amplamente distribuьda (EOO=332.562,89 km▓) e encontrada em рreas de floresta estacional semidecьdua na Mata AtlРntica. Encontrada em pelo menos duas unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de situaусo de ameaуa para a espжcie ou evidЖncia direta de declьnio populacional. A espжcie forma densas moitas em alguns locais, indicando que ela pode ser abundante. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto hр duas subpopulaушes disjuntas, uma no Estado de Sсo Paulo e outra, no Paranр, que merecem ser estudadas para se avaliar seu estado de conservaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20scheidweileri","Mata AtlРntica"],
    [31,"ACANTHACEAE","Justicia symphyantha","(Nees ex Mart.) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=346.284,390 km▓) encontrada em рreas de florestaЩmida na Mata AtlРntica. Encontrada em pelomenos quatro unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de situaусo de ameaуa paraa espжcie ou evidЖncia direta de declьnio populacional.Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo aorisco de extinусo. Entretanto, ж necessрrio avaliar o estado de conservaусo entre as subpopulaушes do Espьrito Santo e da Bahia, uma vez que ocorrem de maneira bastante disjunta.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20symphyantha","Mata AtlРntica"],
    [32,"ACANTHACEAE","Justicia tijucensis","V.A.W.Graham","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Possui uma extensсo de ocorrЖncia menor do que 20.000 Km▓ (EOO=18.125,44 km▓) e sofre declьnio contьnuo de qualidade de habitat. A maior parte de suas subpopulaушes ocorre no Parque Nacional da Floresta da Tijuca (Rio de Janeiro, RJ), рrea de floresta urbana com grande pressсo antrзpica. Alжm disso, a espжcie apresenta distribuiусo disjunta entre os Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo e possui baixa capacidade de dispersсo por ser autocзrica, indicando uma estrutura populacional severamente fragmentada.  Dessa maneira, a espжcie pode ser considerada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20tijucensis","Mata AtlРntica"],
    [33,"ACANTHACEAE","Justicia wasshauseniana","Profice","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie encontrada em Floresta Ombrзfila Densa, ocorrendo nos Estados do Rio de Janeiro, Espьrito Santo e Bahia, em рreas de intensa pressсo antrзpica. Possui apenas seis situaушes de ameaуa e pode ser severamente fragmentada por ter baixa capacidade de dispersсo (autocoria) e ter subpopulaушes disjuntas no Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Entretanto, por possuir EOO de cerca de  149.840,99 km▓, a espжcie nсo pode ser enquadrada como ameaуada de extinусo, sendo considerada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Justicia%20wasshauseniana","Mata AtlРntica"],
    [34,"ACANTHACEAE","Mendoncia mollis","Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. mollis ж uma trepadeira de ampla distribuiусo (EOO=207.452,63 km▓) encontrada em mata ciliar e diferentes fisionomias de Mata AtlРntica e Cerrado. Alжm disso, essa espжcie ocorre em pelo menos duas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira essa espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto a ocorrЖncia no Estado de Sсo Paulo ж questionada e novos estudos devem ser feitos para se verificar a ocorrЖncia dessa espжcie nesse Estado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mendoncia%20mollis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [35,"ACANTHACEAE","Odontonema dissitiflorum","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Odontonema dissitiflorum tem distribuiусo restrita (EOO=4.486,79 km▓) e ж encontrada em Florestas Ombrзfilas nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo, de forma disjunta. A espжcie ocorre em pelo menos duas unidades de conservaусo (SNUC), onde foi feita a maioria das coletas. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas. Devido Я reduzida capacidade de dispersсo da espжcie (sьndrome de dispersсo autocзrica) e Яs evidЖncias de declьnio no nЩmero de indivьduos maduros, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Odontonema%20dissitiflorum","Mata AtlРntica"],
    [36,"ACANTHACEAE","Pseuderanthemum modestum","(Nees) Radlk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=178.218,16 km▓) encontrada em Caatinga e em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica. ╔ abundante em pelo menos um dos locais em que ocorre e nсo hр ameaуa registrada para a espжcie. Por esses motivos, a espжcie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, por apresentar uma populaусo disjunta, o estado de conservaусo das subpopulaушes  deve ser estudado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseuderanthemum%20modestum","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [37,"ACANTHACEAE","Pseuderanthemum riedelianum","(Nees) Radlk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=66.261,010 km▓) encontrada em рreas de florestaombrзfila densa na Mata AtlРntica, com a maioria dos registros de coleta feitos nos estados do Paranр e Santa Catarina. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ocorrer em рreas com forte pressсo antrзpica, nсo hр registro de situaусo de ameaуa paraa espжcie ou evidЖncia direta de declьnio populacional.Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo aorisco de extinусo. Devido Я distribuiусo disjunta em Sсo Paulo, as subpopulaушes encontradas nesse estado devem ser estudadas com relaусo ao seu estado de conservaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseuderanthemum%20riedelianum","Mata AtlРntica"],
    [38,"ACANTHACEAE","Ruellia affinis","(Schrad.) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=186.653,450 km▓) encontrada em рreas de florestaombrзfila densa e estacional semidecьdua na Mata AtlРntica principalmente na Bahia. Em uma das localidades de coleta, a espжcie ж considerada abundante. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia direta de declьnio populacional para a espжcie.Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo aorisco de extinусo. Entretanto o estado de conservaусo das subpopulaушes do Espьrito Santo devem ser estudadas, uma vez que ocorrem de forma isolada em relaусo Яs subpopulaушes da Bahia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20affinis","Mata AtlРntica"],
    [39,"ACANTHACEAE","Ruellia bulbifera","Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda na porусo sul do Brasil (EOO=497.695,42 km▓) e com potencial ornamental. Entretanto nсo hр registro de coleta predatзria da espжcie. Apesar de nсo ter registro de ocorrЖncia para unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie ocorre em formaушes campestres de diferentes biomas brasileiros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20bulbifera","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [40,"ACANTHACEAE","Ruellia chamaedrys","(Nees) Angely","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas pelo Щnico registro, coletado no Estado de Goiрs. Segundo especialistas, a espжcie deve ser reavaliada taxonomicamente. Para isso o local exato de coleta deve ser especificado, bem como sua distribuiусo, de modo a viabilizar a avaliaусo de risco de extinусo de R. chamaedrys. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Dados insuficientes\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20chamaedrys","Cerrado"],
    [41,"ACANTHACEAE","Ruellia curviflora","Nees & Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada em Mata AtlРntica na regiсo da costa brasileira, possuindo ampla distribuiусo (EOO=83.614,74 km▓). Apesar de ser uma regiсo com intensa pressсo antrзpica, a espжcie ocorre em pelo menos cinco unidades de conservaусo (SNUC) e nсo hр registro de declьnio populacional da espжcie. Por esse motivo, R. curviflora ж considerada uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20curviflora","Mata AtlРntica"],
    [42,"ACANTHACEAE","Ruellia dissitifolia","(Nees) Hiern","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Considerada uma espжcie medicinal, ocorre em рreas de campo em Cerrado e possui ampla distribuiусo (EOO=531.247,890 km▓). Apesar das рreas de campo terem sofrido perda de habitat, a espжcie ocorre em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC). Por esses motivos, a espжcie ж considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20dissitifolia","Cerrado"],
    [43,"ACANTHACEAE","Ruellia epallocaulos","Leonard ex C.Ezcurra & Wassh.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=187.604,08 km▓), encontrada em floresta ombrзfila densa e em estacional semidecьdua. Nсo hр ameaуa registrada para a espжcie, que ocorre em pelo menos uma unidade de conservaусo (SNUC). Dessa maneira, a espжcie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, futuros estudos devem avaliar o estado de conservaусo das subpopulaушes disjuntas no Brasil central.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20epallocaulos","Mata AtlРntica"],
    [44,"ACANTHACEAE","Ruellia erythropus","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","R. erythropus ж uma espжcie amplamente distribuьda no Brasil (EOO=270.558,27 km▓), encontrada em рreas de floresta. Ocorre em рreas de pastagem sendo provavelmente consumida pelo gado. Portanto a espжcie esta pouco ameaуa de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20erythropus","Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [45,"ACANTHACEAE","Ruellia multifolia","(Nees) Lindau","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo (EOO=1.291.319,56 km▓) encontrada principalmente em diferentes fisionomias de Cerrado. Encontrada tambжm em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC) no Brasil. Dessa maneira, a espжcie possui baixo risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20multifolia","Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [46,"ACANTHACEAE","Ruellia solitaria","Vell.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Conhecida popularmente como \"solitрria\", essa espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=547.588,60 km▓) ocorrendo principalmente em porушes de Mata AtlРntica prзximas Я costa brasileira. Ocorre em pelo menos 11 unidades de conservaусo (SNUC) e ж utilizada como ornamental em canteiros e jardins. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ruellia%20solitaria","Mata AtlРntica"],
    [47,"ACANTHACEAE","Schaueria lophura","Nees & Mart.","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. lophura possui ocorrЖncia relativamente ampla e atж 10 situaушes de ameaуa. Alжm disso a espжcie ocorre na cidade do Rio de Janeiro, local onde hр forte pressсo de urbanizaусo. Cabo Frio (RJ), outro local onde a espжcie foi coletada, perdeu 2% de sua cobertura florestal entre 2008 e 2010 (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2010). Caso a EOO fosse menor do que 20.000 Km▓, seria possьvel considerar a espжcie como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, devido ao fato da EOO da espжcie ser apenas cerca de 10.000 Km▓ (o que caracteriza como estimativa incerta) maior do que o limite para considerр-la como ameaуada, podemos considerar a espжcie como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schaueria%20lophura","Mata AtlРntica"],
    [48,"ACANTHACEAE","Schaueria virginea","Nees","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie descrita apenas para o Estado do Rio de Janeiro, aparece na lista das espжcies ameaуadas do Paranр. Especialistas consideram que a espжcie necessita de revisсo taxonЗmica. Devido Я incerteza taxonЗmica, a espжcie ж considerada como \"Dados insuficientes\" (DD). Futuros estudos devem resolver essa incerteza taxonЗmica, alжm de registrar os locais de ocorrЖncia da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schaueria%20virginea","Mata AtlРntica"],
    [49,"ACANTHACEAE","Staurogyne anigozanthus","(Nees) Kuntze","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo. A EOO da espжcie ж maior do que 20.000 Km▓ (EOO=31.494,64 km▓). Mas estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat. O municьpio de Betim, por exemplo, no Estado de Minas Gerais, teve perda de рrea florestal de cerca de 2% entre 2008 e 2010 (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2012). Por esse motivo a espжcie foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT). A perda contьnua de habitat pode levar a espжcie a risco de extinусo em um futuro prзximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20anigozanthus","Mata AtlРntica"],
    [50,"ACANTHACEAE","Staurogyne brachiata","(Hiern) Leonard","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne brachiata tem extensсo de ocorrЖncia menor que 5.000 km▓ (EOO=700,07 km▓) e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Em uma das localidades (municьpio de Nova Friburgo, RJ) houve perda de cerca de 6% da cobertura florestal entre 2008 e 2010, caracterizando o declьnio contьnuo da extensсo, рrea e da qualidade do hрbitat. Ocorre exclusivamente na regiсo serrana fluminense, acima de 800 m de altitude. Nсo ж coletada hр mais de 40 anos e estudos devem ser realizados para se avaliar o estado de conservaусo real da espжcie. Portanto, ж caracterizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20brachiata","Mata AtlРntica"],
    [51,"ACANTHACEAE","Staurogyne carvalhoi","Profice","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne carvalhoi ж uma espжcie encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila e tem uma extensсo de ocorrЖncia menor do que 20.000 km▓ (EOO=12.277,56 km▓). Foram identificadas de cinco a seis situaушes de ameaуa. Alжm disso, apresenta estrutura populacional severamente fragmentada, jр que suas subpopulaушes estсo distantes entre si, e a espжcie tem baixa capacidade de dispersсo. No municьpio de Eunрpolis (BA) houve perda de 19,5% de Mata AtlРntica, o que configura diminuiусo contьnua de рrea e qualidade de hрbitat. Assim, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20carvalhoi","Mata AtlРntica"],
    [52,"ACANTHACEAE","Staurogyne elegans","(Nees) Kuntze","VU","D2","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne elegans ж uma espжcie encontrada apenas na regiсo da Serra do Cipз, em рreas de Floresta Estacional Semidecьdua e de Mata de Galeria. Sua рrea de ocupaусo ж bastante restrita (AOO=12 km▓), sendo tambжm localmente rara e sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, que implicam declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Alжm disso, transformaушes da paisagem podem dificultar ainda mais sua dispersсo, do tipo autocзrica, que jр representa um fator limitante. Foi considerada \"Vulnerрvel (VU D2)\".","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20elegans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [53,"ACANTHACEAE","Staurogyne itatiaiae","(Wawra) Leonard","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne itatiaiae ж encontrada na Serra da Mantiqueira, na Serra da Bocaina e no Parque Nacional do Itatiaia. Tem distribuiусo restrita (EOO=1.286,11 km▓) e suspeita-se que a sua populaусo tenha sofrido declьnio devido Я perda de hрbitat. Alжm disso, em funусo da capacidade de dispersсo limitada da espжcie, podemos considerar a populaусo severamente fragmentada. Aparentemente, hр uma disjunусo entre as populaушes das Serras da Bocaina e da Mantiqueira, o que justifica estudos futuros com o objetivo de se verificar o estado de conservaусo dessas subpopulaушes. Por esses motivos, S. itatiaiae foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [54,"ACANTHACEAE","Staurogyne vauthieriana","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne vauthieriana tem distribuiусo restrita (EOO=270,24 km▓), no Estado de Minas Gerais, no Parque Estadual do Itacolomi, municьpio de Ouro Preto. Ocorre em рreas de canga, ricas em minжrio de ferro, que tem alto valor para a indЩstria mineradora e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa.  A exploraусo de minжrio de ferro resulta em perda de рrea e de qualidade do hрbitat. Dessa maneira, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20vauthieriana","Mata AtlРntica"],
    [55,"ACANTHACEAE","Staurogyne veronicifolia","(Nees) Kuntze","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Staurogyne veronicifolia ж uma espжcie endЖmica do Estado do Espьrito Santo, podendo ser encontrada em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa, em altitudes elevadas. Tem extensсo de ocorrЖncia restrita (EOO=540,93 Km▓). Foi coletada em apenas duas localidades: Cachoeira do Itapemirim e Castelo, municьpios que sofreram perda de рrea de habitat de atж 15% entre 2008 e 2010, e continuam sujeitos a declьnio contьnuo de EOO, AOO e qualidade de habitat. Dessa maneira, S. veronicifolia ж considerada uma espжcie \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20veronicifolia","Mata AtlРntica"],
    [56,"ACANTHACEAE","Staurogyne warmingiana","(Hiern) Leonard","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ endЖmica da Serra da Piedade (MG), com apenas duas coletas conhecidas no municьpio de Caetж. As duas localidades de ocorrЖncia foram consideradas situaушes de ameaуa distintas. Tem distribuiусo restrita (EOO=269,27 km▓), em uma рrea bastante visada pelo ecoturismo e turismo religioso, o que resulta em diminuiусo contьnua da qualidade do hрbitat. O turismo pode configurar uma ameaуa e seu impacto nas subpopulaушes de S. warmingiana deve ser melhor compreendido. Alжm disso, a mineraусo nessa localidade do Quadrilрtero ferrьfero, representa uma ameaуa para a espжcies desde o inьcio da busca do ouro pelos bandeirantes. Assim, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staurogyne%20warmingiana","Mata AtlРntica"],
    [57,"ACANTHACEAE","Stenandrium diphyllum","Nees","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie amplamente distribuьda (EOO=536.096,600 km▓), encontrada principalmente em рreas de Cerrado. Apesar de poucas coletas, S. diphyllum ocorre em pelo menos uma unidade de conservaусo (SNUC). Alжm disso possui a forma de vida do tipo geзfito, ou seja, sua gema ж encontrada abaixo do solo, o que torna a planta menos susceptьvel Я morte com a passagem do fogo, comum em Cerrado. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\"(LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20diphyllum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [58,"ACANTHACEAE","Stenandrium hatschbachii","Wassh.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica do municьpio de Grсo Mogol, na Serra do Espinhaуo. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas. Tem uma extensсo de ocorrЖncia restrita (EOO=537,25 km▓, AOO= 16 km▓), sendo encontrada principalmente em рreas de Campos Rupestres. Nсo hр registro de ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC). A exploraусo de diamantes no passado e o incentivo ao turismo nos dias de hoje sсo ameaуas que podem levar ao declьnio populacional de S. hatschbachii. Dessa maneira, essa espжcie foi considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20hatschbachii","Cerrado"],
    [59,"ACANTHACEAE","Stenandrium stenophyllum","Kameyama","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do municьpio de Grсo Mogol, ж restrita a Serra do Espinhaуo e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Tem extensсo de ocorrЖncia restrita (EOO=427,40 km▓) em рreas de Cerrado. Embora a regiсo abrigue o Parque Estadual de Grсo Mogol, nсo hр registro de sua presenуa nessa unidade de conservaусo (SNUC). A exploraусo de diamante no passado e o atual incentivo ao turismo representam ameaуas que podem levar ao declьnio populacional da espжcie. Alжm disso, a proximidade da estrada representa uma ameaуa a uma de suas subpopulaушes, o que implica em declьnio de AOO, EOO, qualidade de habitat e nЩmero de subpopulaушes. Dessa maneira, ж considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenandrium%20stenophyllum","Cerrado"],
    [60,"ACANTHACEAE","Stenostephanus lobeliiformis","Nees","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. lobeliiformis ж uma espжcie encontrada em floresta ombrзfila densa na Mata AtlРntica. Ocorre em trЖs situaушes de ameaуa bastantes distantes entre si, resultando em uma grande extensсo de ocorrЖncia (EOO=139.952,38 km▓). Nсo hр registro que a espжcie ocorra em unidades de conservaусo (SNUC) e provavelmente a espжcie ж encontrada em mais localidades na regiсo que possuam floresta ombrзfila densa atlРntica. Dessa maneira, hр uma deficiЖncia de dados para acessar a categoria de ameaуa de extinусo da espжcie. Novos estudos devem ser feitos para indicar o estado de conservaусo das subpopulaушes e de novas subpopulaушes que possam ocorrer na regiсo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenostephanus%20lobeliiformis","Mata AtlРntica"],
    [61,"ACANTHACEAE","Streblacanthus dubiosus","(Lindau) V.M.Baum","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Streblacanthus dubiosus tem distribuiусo disjunta no Brasil, ocorrendo nos Estados do Paranр e do Acre, com рrea de ocupaусo restrita (AOO=20 km▓). No Paranр, ж encontrada no Parque Nacional do Iguaуu e, no Acre, em Sena Madureira, municьpio que sofreu perda de 5,97% de sua vegetaусo nativa atж 2010. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa. Pode-se inferir que a populaусo seja severamente fragmentada devido a sua baixa capacidade de dispersсo. Dessa maneira, S. dubiosus foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Streblacanthus%20dubiosus","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [62,"ACHATOCARPACEAE","Achatocarpus praecox","Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. preacox ж uma arbзrea com ocorrЖncia no Sul e Sudeste do Brasil, em рreas florestais Щmidas. Alжm de ocorrer fora do Brasil, possui extensсo de ocorrЖncia superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achatocarpus%20praecox","Mata AtlРntica"],
    [63,"ADELOTHECIACEAE","Adelothecium bogotense","(Hampe) Mitt.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e nсo ж endЖmica do Brasil. Alжm disso, estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adelothecium%20bogotense","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [64,"ALISMATACEAE","Echinodorus bolivianus","(Rusby) Holm-Niels.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","E. bolivianus possui ampla distribuiусo geogrрfica no Brasil e tambжm ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul, com subpopulaушes conhecidas em diferentes biomas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinodorus%20bolivianus","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [65,"ALISMATACEAE","Echinodorus paniculatus","Micheli","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","E. paniculatus possui ampla distribuiусo geogrрfica, com subpopulaушes conhecidas em diferentes biomas brasileiros. Apesar da incidЖncia de diferentes ameaуas apontadas para a espжcie, estas ainda nсo tЖm provocado impactos suficientes para se categorizar a espжcie em risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinodorus%20paniculatus","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [66,"ALISMATACEAE","Sagittaria lancifolia","L.","VU","A2c","Tainan Messina","Tainan Messina","Sagittaria lancifolia tem a maioria de suas subpopulaушes em рreas de municьpios localizados ao longo de hрbitats de Mata AtlРntica, que tiveram uma reduусo da vegetaусo original de pelo menos 50% nos Щltimos 10 anos. Tal reduусo deve-se ao desmatamento causado pela superproduусo agrьcola, exploraусo ilegal de madeira e invasсo por espжcies exзticas, ameaуas que continuam existindo atualmente. Dessa forma, suspeita-se que tais subpopulaушes tenham sofrido um declьnio do nЩmero de indivьduos de pelo menos 30% nos Щltimos 10 anos. Caso medidas para sua conservaусo nсo sejam implementadas, a espжcie poderр ser transferida para uma categoria de risco mais alta em futuro prзximo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sagittaria%20lancifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [67,"ALISMATACEAE","Sagittaria rhombifolia","Cham.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","S. rhombifolia apresenta ampla distribuiусo, com subpopulaушes conhecidas em diferentes biomas e dentro de unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie possui vрrios usos, que atж o momento nсo apresentam-se como ameaуas suficientes para enquadrar a espжcie em uma categoria de risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sagittaria%20rhombifolia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [68,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria amabilis","M.C.Assis","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria amabilis caracteriza-se por ervas terrьcolas ou rupьcolas,perenes, hermafroditas. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados do Paranр e SantaCatarina. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, desenvolve-se em locais Щmidos nosCampos de Altitude. Apresenta EOO de 2.172,52 km▓ e AOO de 36 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas, considerando a dinРmica de uso da terra nos estados de ocorrЖncia da espжcie. ╔ pouco representada emcoleушes cientьficas. Encontra-se em constante ameaуa devido Я propagaусo deespжcies invasoras, Я implementaусo de infraestrutura de telecomunicaушes e aoturismo desordenado. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificarda existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e suaproteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20amabilis","Mata AtlРntica"],
    [69,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria apertiflora","Baker","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria apertiflora caracteriza-sepor ervas terrьcolas, perenes, hermafrodita. Nсo ж endЖmica do Brasil. Ocorrenos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, desenvolvendo-se em campos Щmidos,prзximos a cursos de рgua, e campos de altitude. Amplamente distribuьda nasregiшes centro-oeste, sudeste e sul. Apresenta EOO de 697.180,153km▓. Protegidapor unidade de conservaусo (SNUC). Bem representada em coleушes cientьficas. Nсo hрameaуa direta que coloque a espжcie em risco de extinусo. Devido a suadistribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarрa categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20apertiflora","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [70,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria brasiliensis","Spreng.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria brasiliensis жcaracterizada por ervas terrьcolas, perenes, hermafroditas, sendo endЖmica do Brasil.Ocorre nos Estados do Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal e Minas Gerais.Restrita ao bioma Cerrado, ж registrada em Campos Cerrados a aproximadamente1.500 m de altitude. Apresenta AOO de 24 km▓ e suspeita-se que as subpopulaушes estejam severamente fragmentadas. Pouco representada em coleушescientьficas, sua Щltima coleta data de 1996, no municьpio de NiquelРndia,Goiрs. A espжcie encontra-se sob constante ameaуa devido Я intensa degradaусo dosolo, formaусo de pastagens com a introduусo de gramьneas exзticas e, principalmente, Я extraусo do nьquel, havendo grande risco de extinусo casonсo seja criada uma unidade de conservaусo (SNUC) em sua рrea de ocorrЖncia. Sсo necessрrios investimentos empesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20brasiliensis","Cerrado"],
    [71,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria capixaba","M.C.Assis","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria capixaba caracteriza-se por ervas terrьcolas,perenes, hermafrodita. ╔ endЖmica do Brasil. Restrita ao bioma Mata AtlРntica,desenvolve-se em Floresta Ombrзfila Semidecьdua em altitude de atж 1.500 m. Segundo informaушes disponьveis, ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Minas Gerais,porжm, existem somente dois registros de coleta para o municьpio de Santa Teresano Espьrito Santo. Apresenta AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Os registros de coleta em coleушes sсo escassos. Encontra-se sob constante pressсo, principalmentedevido Яs lavouras e Я pecuрria, alжm da exploraусo madeireira e invasсo deespжcies exзticas. ╔ necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica eesforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes,considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20capixaba","Mata AtlРntica"],
    [72,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria caryophyllaea","Jacq.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria caryophyllaea caracteriza-se por ervas terrьcolas, perenes, hermafroditas. ╔ endЖmicado Brasil. Distribui-se nas Regiшes Sudeste e Sul, havendo registros de coletasnos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Paranр. ╔ restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde ocorre em Restingas e рreas de Floresta Ombrзfila, emlocais Щmidos e sombreados. Apresenta AOO de 28 km▓, sendo pouco representada emcoleушes cientьficas, havendo escassas coletas recentes. Apesar de ocorrer noParque Estadual da Serra da Tiririca, seu habitat encontra-seatualmente extremamente fragmentado, estando sob ameaуa constante da expansсo urbana desordenada, prрticas agrьcolas, pastagens eextraусo madeireira. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica eesforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes,considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20caryophyllaea","Mata AtlРntica"],
    [73,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria inodora","Herb.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria inodoracaracteriza-se por ervas terrьcolas ou rupьcolas, perenes, hermafrodita. NсoendЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica e Cerrado, desenvolve-seem brejos de altitude e campos rupestres. Amplamente distribuьda no territзriobrasileiro. Apresenta EOO de 993.140,992km▓. Protegida por unidades deconservaусo (SNUC). Bem representada em coleушes cientьficas. Nсo apresenta nenhumaameaуa direta que possa levр-la a risco de extinусo. Suadistribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarрa categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20inodora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [74,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria isabellana","Herb.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria isabellana caracteriza-se por ervas rupьcolas ou terrьcolas,perenes, hermafroditas. Nсo ж endЖmica do Brasil. Restrita do bioma MataAtlРntica, ocorre em campos gerais e campos de altitude, preferencialmente emlocais Щmidos, a aproximadamente 1.700 m de altitude. Apresenta EOO de732.778,279 km▓. Amplamente distribuьda desde o Estado do Espьrito Santo atж oRio Grande do Sul, havendo um registro para Goiрs, municьpio de Serra Dourada.Protegida por unidades de conservaусo (SNUC), Parque Estadual da Serra do Brigadeiro,Parque Nacional do Itatiaia e Estaусo Biolзgica de Boracжia. Bem representadaem coleушes cientьficas. Apesar de ocorrer predominantemente na Mata AtlРntica,bioma extremamente fragmentado e antropizado, nсo hр ameaуa direta que coloquea espжcie em risco de extinусo. Devido suadistribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarрa categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20isabellana","Mata AtlРntica"],
    [75,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria malmeana","Kraenzl.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria malmeana caracteriza-sepor ervas terrьcolas, perenes, hermafrodita. EndЖmica do Brasil, ocorre no Estados do Paranр, no municьpio de Palmas e, no Estado de Santa Catarina, no municьpio de CamposNovos. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, desenvolve-se em formaушes campestres,a aproximadamente 1.700 m de altitude. Apresenta AOO de 8 km▓, e suspeita-se que as subpopulaушes estejam severamente fragmentadas. ╔ conhecida por apenas trЖs registros de coleta. Encontra-se em constante ameaуa devido ao sobrepastejo, Яs queimadas e Я substituiусo da vegetaусo original por lavouras.Nos municьpios de Palmas e Campos Novos remanescem respectivamente apenas 14% e10% da cobertura vegetal original, respectivamente. Sсo necessрrios investimentos em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20malmeana","Mata AtlРntica"],
    [76,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria orchidioides","Meerow","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria orchidioidescaracteriza-se por ervas terrьcolas, perenes, hermafroditas. ╔ endЖmica doBrasil. Restrita ao bioma Cerrado, ocorre no Estado de Goiрs e no DistritoFederal, desenvolvendo-se em sub-bosques de Matas de Galeria e рreas de Floresta Estacional Semidecidual, entre 1.000 e 1.200 m de altitude. Apresenta AOO de 12 km▓, e suspeita-se que as subpopulaушes estejam severamente fragmentadas. Trata-se de uma espжcie de distribuiусo muito restrita. ╔ representada em coleушes cientьficaspor apenas trЖs registros de coleta, sendo o Щltimo datado de 1966, emBrasьlia. Apesar de protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, encontra-sesob constante ameaуa de incЖndios e da expansсo urbana desordenada. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificarda existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e suaproteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20orchidioides","Cerrado"],
    [77,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria penduliflora","M.C.Assis","EN","B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria penduliflora ж uma espжcie descrita recentemente. Caracteriza-se porervas terrьcolas, perenes, hermafroditas, que apresentam capacidade de rebroto. ╔ endЖmicado Estado de Minas Gerais, dos municьpios de Joaquim Felьcio e Vрrzea da Palma. ╔ restrita ao bioma Cerrado, desenvolvendo-se em Campos Rupestres e Cerrados deAltitude, entre 1.080 e 1.700 m de altitude. Apresenta EOO de 482,74 km▓ e AOO de 16 km▓, e estр sujeita a pelo menos cinco situaушes de ameaуa. Pouco representadaem coleушes cientьficas, ж conhecida por apenas cinco registros de coleta.Apesar de protegida pelo Parque Estadual da Serra do Cabral, encontra-se sobconstante ameaуa pela histзrica extraусo de ouro e diamantes e atividadesassociadas, alжm do turismo, da agricultura de subsistЖncia, do extrativismo, das queimadas e a da implementaусo de monoculturas. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificarda existЖncia das subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e suaproteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20penduliflora","Cerrado"],
    [78,"ALSTROEMERIACEAE","Alstroemeria variegata","M.C.Assis","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Alstroemeria variegatacaracteriza-se por ervas rupьcolas, perenes, hermafroditas, e apresentamcapacidade de rebroto. EndЖmica do Estado de Minas Gerais. Restrita do biomaCerrado, onde desenvolve-se em afloramentos rochosos e campos rupestres. Conhecidaapenas pelo material tipo, coletado no municьpio de Caldas, com localidade indefinida.Uma avaliaусo de risco com os dados atualmente disponьveis seria duvidosa, epode nсo refletir a realidade da espжcie. ╔ necessрrio o investimento empesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alstroemeria%20variegata","Cerrado"],
    [79,"AMARANTHACEAE","Alternanthera decurrens","J.C.Siqueira","EN","B1ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais, no municьpio de Januрria. Apresenta EOO menor que 5.000 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A perda de habitat causada pela destruiусo sistemрtica dos Cerrados associada a sua distribuiусo restrita representa uma ameaуa a espжcie que implica declьnio contьnuo de EOO e de qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20decurrens","Cerrado"],
    [80,"AMARANTHACEAE","Alternanthera hirtula","(Mart.) R.E.Fr.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia no Estado do Rio Grande do Sul. Apresenta EOO menor que 20.000 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Sсo ameaуas a espжcie o uso agrьcola, a silvicultura e invasсo de espжcies exзticas, tendo como consequЖncia o declьnio continuo da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, e qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20hirtula","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [81,"AMARANTHACEAE","Alternanthera januarensis","J.C.Siqueira","EN","B1ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, com registro de ocorrЖncia no Estado de Minas Gerais, no municьpio de Januрria, no Vale do Rio Peruaуu. Apresenta EOO menor que 5.000 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A perda de habitat causada pela destruiусo sistemрtica dos Cerrados associada a sua distribuiусo restrita representa uma ameaуa que implica em declьnio contьnuo em EOO, AOO e qualidade de habitat. Existe um novo registro para o municьpio de Rio de Contas, no Estado da Bahia, ainda nсo incluьdo nos bancos de dados validados pelos especialistas. Assim, ж recomendada uma revisсo para certificar a determinaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20januarensis","Cerrado"],
    [82,"AMARANTHACEAE","Alternanthera malmeana","R.E.Fr.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 369.344,23 km▓, porжm sem dados populacionais, de reduусo populacional, apesar da menусo de reduусo irreversьvel e nсo terminada, e os dados espaciais limitam-se a extensсo de ocorrЖncia. As informaушes sobre ameaуa refere-se somente ao Estado do Rio Grande do Sul, onde a concentraусo de indivьduos ж maior. Se o espжcime do Estado do Parр for confirmado como sendo A. malmeana, ж necessрrio um esforуo de coleta, entre as duas localidades, para confirmar a real distribuiусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20malmeana","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [83,"AMARANTHACEAE","Alternanthera micrantha","R.E.Fr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui EOO de 4.087.624,16 km▓ e nсo tem dados de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20micrantha","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [84,"AMARANTHACEAE","Alternanthera paronychioides","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 4.063.970,46 km▓ no Brasil, sem dados de reduусo populacional, sem declьnio populacional e, provavelmente, com vasta рrea de ocupaусo, principalmente por tratar-se de espжcie ruderal.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20paronychioides","Cerrado, AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pantanal"],
    [85,"AMARANTHACEAE","Alternanthera praelonga","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes sobre ameaуas (reduусo de populaусo, declьnio na рrea geogrрfica, tamanho de populaусo ou nЩmero de indivьduos maduros). Possui EOO amplo e, provavelmente nсo existe esforуo de coleta em outras cidades entre aquelas mencionadas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20praelonga","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [86,"AMARANTHACEAE","Alternanthera puberula","D.Dietr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie, alжm do Cerrado, tambжm ocorre em Mata AtlРntica (RJ). Possui amplo EOO, sem informaусo de ameaуa e sem dados de reduусo populacional, рrea de ocupaусo, declьnio de habitat e nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20puberula","Cerrado"],
    [87,"AMARANTHACEAE","Alternanthera reineckii","Briq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com amplo EOO, sem dados de ameaуa e sem informaушes sobre reduусo populacional, рrea de ocupaусo e nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20reineckii","Cerrado, Pantanal"],
    [88,"AMARANTHACEAE","Alternanthera sessilis","(L.) R.Br.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampo EOO, sem dados de ameaуa e sem informaушes sobre reduусo populacional, рrea de ocupaусo e nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20sessilis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [89,"AMARANTHACEAE","Alternanthera tenella","Colla","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com amplo EOO, sem dados de ameaуa e sem informaушes sobre reduусo populacional, рrea de ocupaусo e nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alternanthera%20tenella","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [90,"AMARANTHACEAE","Amaranthus rosengurtii","Hunz.","EN","B1ab(iii)+2ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo no Estado do Rio Grande do Sul, na regiсo fisiogrрfica Campanha. Espжcie com EOO menor que 5.000 km▓ e AOO de apenas 8 km▓, sujeita a duas situaушes de ameaуa que implicam declьnio contьnuo de EOO, AOO e qualidade de habitat. Sсo ameaуas para a espжcie o rрpido avanуo da frente agrьcola nos Campos Sulinos e a invasсo do capim Annoni (Eragrostis plana) e outras espжcies exзticas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amaranthus%20rosengurtii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [91,"AMARANTHACEAE","Blutaparon portulacoides","(A.St.-Hil.) Mears","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo geogrрfica na costa atlРntica, sendo encontrada, tambжm, no Cerrado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blutaparon%20portulacoides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [92,"AMARANTHACEAE","Celosia grandifolia","Moq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo na Mata AtlРntica. Sem dados de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Celosia%20grandifolia","Mata AtlРntica"],
    [93,"AMARANTHACEAE","Chamissoa acuminata","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no territзrio brasileiro, sendo encontrada nos biomas Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado e Amazonia. Com distribuiусo em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Sem dados de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20acuminata","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [94,"AMARANTHACEAE","Chamissoa acuminata var. maximilianii","(Mart. ex Moq.) Sohmer","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A informaусo apresentada registra a ocorrЖncia do taxon somente para a Bahia. Levantamento realizado no Species Link, mostra a distribuiусo do taxon nos Estados da Bahia, Goiрs, Paranр e Rio de Janeiro. Segundo informaушes sobre \"aушes\" a serem tomadas para o taxon, o mesmo tem ocorrЖncia, tambжm, para o Rio Grande do Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20acuminata%20var.%20maximilianii","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [95,"AMARANTHACEAE","Chamissoa altissima","(Jacq.) Kunth","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla ocorrЖncia no territзrio brasileiro, sendo encontrada em todos os domьnios fitogeogrрficos e em vрrias unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamissoa%20altissima","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [96,"AMARANTHACEAE","Froelichia interrupta","(L.) Moq.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","As informaушes sobre distribuiусo mostram a ocorrЖncia da espжcie nos Estados da Bahia, Cearр, Minas Gerais e Pernambuco, porжm, segundo informaушes sobre aушes para proteусo da espжcie, a mesma encontra-se na lista de espжcies ameaуadas de extinусo do Estado do Paranр. Revisando a ocorrЖncia da espжcie nos herbрrios relacionados no Species Link, notou-se a presenуa da mesma no Estado de Sсo Paulo. ╔ necessрrio uma revisсo para confirmar a ocorrЖncia da espжcie no Brasil.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichia%20interrupta","Cerrado"],
    [97,"AMARANTHACEAE","Froelichia procera","(Seub.) Pedersen","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui EOO maior que 331.000 km▓, porжm, apesar das informaушes apresentadas sobre diminuiусo da populaусo em consequЖncia da destruiусo do habitat, nсo existem dados quantitativos para enquadrar a espжcie em qualquer dos critжrios.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichia%20procera","AmazЗnia, Cerrado"],
    [98,"AMARANTHACEAE","Froelichiella grisea","R.E.Fr.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta EOO menor que 5.000 km▓ e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas. Apesar de ocorrer em unidades de conservaусo, a espжcie estр sujeita a incidЖncia de ameaуas como a aусo do gado, queimadas e o turismo, que resultam em declьnio de locais de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade e extensсo de habitat.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Froelichiella%20grisea","Cerrado"],
    [99,"AMARANTHACEAE","Gomphrena agrestis","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui ampla distribuiусo no territзrio brasileiro e nсo possui informaушes de ameaуa.","1969-12-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20agrestis","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [100,"AMARANTHACEAE","Gomphrena centrota","E.Holzh.","EN","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, restrita ao Estado do Mato Grosso do Sul, com ocorrЖncia no municьpio de Corumbр. Apresenta EOO menor do que 5.000 km▓ e ocorre em menos de cinco localidades, que foram consideradas como situaушes de ameaуa distintas. A perda de habitat e a mineraусo na Serra do Urucum (MS) sсo ameaуas que implicam em declьnio contьnuo de extensсo de ocorrЖncia e qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20centrota","Pantanal"],
    [101,"AMARANTHACEAE","Gomphrena chrestoides","C.C.Towns.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie com EOO 174,81 km▓ e рrea de ocorrЖncia sofrendo com aусo de queimadas e pastoreio, com 14 pontos de ocorrЖncia, incluindo dentro de unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20chrestoides","Caatinga, Cerrado"],
    [102,"AMARANTHACEAE","Gomphrena duriuscula","Moq.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO < 100 km▓, sendo informado o declьnio populacional, рrea de ocupaусo, tamanho e declьnio populacional, e/ou nЩmero de indivьduos maduros, porжm sem causas anunciadas.  ╔ necessрrio um esforуo de coleta entre os pontos atualmente conhecidos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20duriuscula","Caatinga"],
    [103,"AMARANTHACEAE","Gomphrena elegans","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com grande distribuiусo no territзrio brasileiro e sem informaусo sobre ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20elegans","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [104,"AMARANTHACEAE","Gomphrena graminea","Moq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuьda, apresenta uma EOO de 759196.560 km▓ e ocorre em vрrias formaушes vegetais. Entretanto, suspeita-se que essa espжcie esteja sofrendo uma reduусo populacional significativa devido Я intensa expansсo de atividades agropecuрrias tanto no cerrado quanto nos pampas. Assim, G. graminea pode vir a ser ameaуada no futuro.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20graminea","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [105,"AMARANTHACEAE","Gomphrena hatschbachiana","Pedersen","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","G. hatschbachiana ж endЖmica do Estado da Bahia e restrita a regiсo da Serra de Poушes, nos municьpios de MacaЩbas e Boquira. Apresenta EOO de 519,92 km▓, AOO de 8 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. A espжcie nсo ocorre em nenhuma unidade de conservaусo (SNUC), e seu habitat vem sendo degradado por atividades humanas. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie deve ser percorrida para que se possa tentar identificar outros locais em que a mesma exista.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20hatschbachiana","Caatinga, Cerrado"],
    [106,"AMARANTHACEAE","Gomphrena macrocephala","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Gomphrena macrocephala apresenta uma EOO de 468.932,2 km▓ e ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC). Por ser representada por um bom nЩmero de registros de herbрrio, suspeita-se que a mesma seja localmente abundante. O cerrado em que a espжcie ocorre deve ser monitorado devido Я forte pressсo de atividades agropecuрrias que vem sofrendo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20macrocephala","Cerrado"],
    [107,"AMARANTHACEAE","Gomphrena nigricans","Mart.","CR","B1ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Gomphrena nigricans  ж endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia exclusiva no Estado da Bahia, e representa um endemismo restrito a porусo sul-sudoeste da Chapada Diamantina. Apresenta uma EOO de 33,01 km▓, ocorre em apenas quatro localidades sujeitas a uma situaусo de ameaуa. A espжcie vem sofrendo com a degradaусo do seu habitat. Alжm disso, ж protegida apenas por uma unidade de conservaусo de uso sustentрvel (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20nigricans","Caatinga, Cerrado"],
    [108,"AMARANTHACEAE","Gomphrena paranensis","R.E.Fr.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO menor que 5.000 km▓ e sujeita a cerca de 10 situaушes de ameaуa distintas. A reduусo da vegetaусo de Cerrado nos Estados de Sсo Paulo e Paranр acarreta declьnio em EOO, AOO, qualidade de habitat e no nЩmero de subpopulaушes. Alguns indivьduos ocorrem em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20paranensis","Cerrado"],
    [109,"AMARANTHACEAE","Gomphrena perennis","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie, apesar de concentrada no sul do paьs, nсo apresenta dados de ameaуa. Possui EOO > 20000 km▓, com distribuiусo na costa de Santa Catarina e no interior do Rio Grande do Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20perennis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [110,"AMARANTHACEAE","Gomphrena pulchella","Mart.","EN","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo restrita (EOO=581,35 km▓) e ocorre em cerca de cinco localidades distintas que foram consideradas como situaушes de ameaуa distintas. Nсo se encontra protegida em unidade de conservaусo (SNUC). O bioma Pampa vem sofrendo reduусo da рrea e substituiусo por plantio de monoculturas exзticas, principalmente Eucalipto e Pinus, o que implica em declьnio da рrea de ocupaусo, da extensсo de ocorrЖncia e de qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20pulchella","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [111,"AMARANTHACEAE","Gomphrena regeliana","Seub.","VU","B1ab(ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita, apresenta EOO de 551,78 km▓ e estр sujeita a atж 10 situaушes de ameaуa.  As subpopulaушes da espжcie estсo situadas prзximo a rodovias, o que resulta em forte ameaуa a sobrevivЖncia dos indivьduos e implica em a declьnio contьnuo em EOO, AOO e qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20regeliana","Cerrado"],
    [112,"AMARANTHACEAE","Gomphrena scandens","(R.E.Fr.) J.C.Siqueira","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie apresentar declьnio continuado em extensсo e qualidade de habitat, e estar sujeita a situaушes de ameaуa, faltam informaушes suficientes para uma avaliaусo criteriosa do risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20scandens","Mata AtlРntica"],
    [113,"AMARANTHACEAE","Gomphrena schlechtendaliana","Mart.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo possui qualquer informaусo sobre ameaуas e possui EOO > 20000 km▓, com trЖs situaушes de ameaуa.  Foram realizadas apenas trЖs coletas por especialistas, concluindo-se que pode estar mal coletada na рrea de ocorrЖncia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20schlechtendaliana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [114,"AMARANTHACEAE","Gomphrena sellowiana","Mart.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Os dados espaciais da espжcie informa ser endЖmica do Rio Grande do Sul, porжm nos mapas de EOO e registro de ocorrЖncia, nota-se distribuiусo nos Estados da Bahia e Minas Gerais. Recomenda-se uma nova anрlise para certificar a correta ocorrЖncia da espжcie.","1969-12-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20sellowiana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [115,"AMARANTHACEAE","Gomphrena vaga","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo em todas as regiшes brasileiras, incluindo diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomphrena%20vaga","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [116,"AMARANTHACEAE","Hebanthe eriantha","(Poir.) Pedersen","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo entre os Estados de Santa Catarina e Piauь, com ocorrЖncia em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hebanthe%20eriantha","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [117,"AMARANTHACEAE","Hebanthe pulverulenta","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no sudeste e parte do sul, incluindo registro no Estado do Mato Grosso. Ocorre em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hebanthe%20pulverulenta","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [118,"AMARANTHACEAE","Herbstia brasiliana","(Moq.) Sohmer","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar dos dados de EOO < 20000 km▓ e declьnio contьnuo de extensсo do habitat, a espжcie nсo possui informaушes sobre ameaуas. De acordo com a ficha da espжcie, a mesma ocorre somente nos Estados de Sсo Paulo e Parana, porжm um registro para o Pernambuco ж apontado no mapa, sem qualquer comentрrio.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herbstia%20brasiliana","Mata AtlРntica"],
    [119,"AMARANTHACEAE","Lecosia oppositifolia","Pedersen","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com uma Щnica ocorrЖncia, consequentemente sem cрlculo de EOO, em рrea com declьnio de extensсo de habitat e nЩmero de situaусo de ameaуa = 1. Vale ressaltar a importРncia de esforуo de coleta para a espжcie, visando uma avaliaусo mais confiрvel. Espжcie conhecida somente do holзtipo, consequentemente sem coleta hр 24 anos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecosia%20oppositifolia","Mata AtlРntica"],
    [120,"AMARANTHACEAE","Pfaffia argyrea","Pedersen","EN","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (EOO=84,44 km▓) e sujeita a menos do que cinco situaушes de ameaуa. Os locais de de ocorrЖncia estсo sujeitos a declьnio em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, qualidade de habitat, e nЩmero de subpopulaушes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20argyrea","Cerrado"],
    [121,"AMARANTHACEAE","Pfaffia glabrata","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no Sudeste, Sul e Centro Oeste do Brasil e sem informaушes sobre ameaуas.?","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20glabrata","Cerrado"],
    [122,"AMARANTHACEAE","Pfaffia glomerata","(Spreng.) Pedersen","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda no territзrio brasileiro, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC). Sem informaусo sobre ameaуas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20glomerata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [123,"AMARANTHACEAE","Pfaffia gnaphaloides","(L.f.) Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil, em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Sem informaушes sobre ameaуas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20gnaphaloides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [124,"AMARANTHACEAE","Pfaffia jubata","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ser endЖmica, a espжcie possui distribuiусo em todas as regiшes brasileiras, com representantes em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20jubata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [125,"AMARANTHACEAE","Pfaffia minarum","Pedersen","VU","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia nos Estados de Goiрs e Minas Gerais e distribuiусo exclusiva na Provьncia do Cerrado. Apresenta EOO menor que 20.000 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa.  A degradaусo de seu habitat e alteraушes no uso/ manejo do substrato implicam em declьnio contьnuo em EOO e qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20minarum","Cerrado"],
    [126,"AMARANTHACEAE","Pfaffia townsendii","Pedersen","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO amplo e com registro em unidades de conservaусo (SNUC). Sem informaушes sobre ameaуas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pfaffia%20townsendii","Caatinga, Cerrado"],
    [127,"AMARANTHACEAE","Quaternella glabratoides","(Suess.) Pedersen","EN","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia nos Estados de Sсo Paulo e Rio Grande do Sul. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=562,08 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. No municьpio de Bonsucesso de Itararж, no Estado de Sсo Paulo, a mineraусo ж uma das causas da reduусo da vegetaусo nativa, implicando declьnio de EOO, AOO e de qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quaternella%20glabratoides","Mata AtlРntica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [128,"AMARYLLIDACEAE","Eithea blumenavia","(Koch & Bouchж) Ravenna","EN","A4cd,B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados de  Paranр, Santa Catarina e possivelmente no Estado de Sсo Paulo. Possui AOO de 20 km▓. Segundo informaусo disponьvel, a espжcie ж considerada rara apresentando subpopulaушes pequenas em рreas de Floresta Ombrзfila Densa do litoral.  A espжcie ж comercializadacomo ornamental. Seu habitat foi intensamente deteriorado e nсo hр registro daespжcie em unidades de conservaусo (SNUC). Estima-se que cerca de 50% da populaусo desapareуa nas prзximas duas geraушes, devido a coleta ilegal de indivьduos maduros. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN) de extinусo.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eithea%20blumenavia","Mata AtlРntica"],
    [129,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia aracensis","Ravenna","CR","B2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieж conhecida por apenas uma populaусo, sujeita a uma situaусo de ameaуa, na Serra dos Aracрs, municьpio deMatosinhos, Estado de Minas Gerais. Com AOO de apenas 4 km▓, no Cerrado, suas principais ameaуas sсo a degradaусo do habitat, e a coleta, em funусo de seu valor ornamental. A рrea de ocorrЖncia da espжcie nсo estр protegida por unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20aracensis","Cerrado"],
    [130,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia colatinensis","Ravenna","CR","B2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж conhecidapor apenas duas subpopulaушes no municьpio de Colatina, no Estado do Espьrito Santo. Apresenta AOO de 8 km▓,  ж considerada rara na natureza e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A destruiусo do bioma Mata AtlРntica implica declьnio de EOO, AOO e qualidade de habitat da espжcie. Alжm disso, nсo hр registro da espжcie em nenhuma unidade de conservaусo (SNUC). Estudos mais aprofundados devem ser realizados a fim de verificar o estado de conservaусo das duas subpopulaушes da espжcie.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20colatinensis","Mata AtlРntica"],
    [131,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia espiritensis","Ravenna","EN","B2ab(ii,iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie conhecida popularmente por \"carьcia\" ocorre nos Estados da Bahia e Espьrito Santo. Apresenta AOO de 20 km e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie tem valor ornamental, habita a MataAtlРntica do litoral, habitat destruьdo no passado e alterado ainda hoje. Emborapresente na Reserva Biolзgica de Sooretama, no Estado do Espьrito Santo, as subpopulaушes desta planta rara nсoestсo devidamente protegidas. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN) de extinусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20espiritensis","Mata AtlРntica"],
    [132,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia gardneriana","(Herb.) Ravenna","EN","B2ab(iii,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nas regiшes Nordeste e Sudeste, e possui uma AOO de 32 km▓. Alжm disso, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa.Encontrada em vegetaусo xerзfita, sua principal ameaуa ж a perda e degradaусode habitat. A Caatinga perdeu de 30 e 50% de sua рrea para aagricultura, abertura de estradas, a retirada de madeira para lenha e carvсo. Por sua vez, as рreas de Restinga estсo ameaуadas pelo crescimento demogrрfico e pela especulaусoimobiliрria. A espжcie ж odorьfera e ornamental e estр protegida em uma Щnica unidade de conservaусo (SNUC), o Parque Nacional do Catimbau, no Estado de Pernambuco.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20gardneriana","Caatinga"],
    [133,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia hyacinthina","Ker Gawl.","EN","A4c,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv),C2a(i)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre na regiсo Sudeste, sendo encontrada apenas em duas unidades de conservaусo (SNUC), e conhecida porquatro subpopulaушes, sendo uma delas composta por 25 indivьduos adultos, terrьcolase rupьcolas em рreas de Mata AtlРntica. Apresenta EOO de 79,56 km▓ e AOO de 16 km▓. Segundo informaусo disponibilizada, a espжcie жmuito suscetьvel a perturbaушes em seu ambiente, implicando declьnio contьnuo de EOO, AOO, qualidade de habitat e nЩmero de subpopulaушes, o que pode levar ao desaparecimento da espжcie na natureza. Depende de formigas para sua dispersсo, sendo estes animaisos primeiros a desaparecerem de locais muito perturbados. As subpopulaушes de G. hyacinthina, onde ocorreram alteraушes de habitat, apresentam sinais de declьnio, o que pode levar a extinушes locais. Pode-se suspeitar que a partir deste fato, ocorra um declьniono nЩmero de indivьduos maduros que comprometa o fluxogЖnico entre as sub-populaушes. A espжcie tem suas subpopulaушes ameaуadas de extinусopela reduусo gradual no nЩmero de indivьduos retirados por atividadesextrativistas e degradaусo da Mata AtlРntica, sendo portando, considerada Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20hyacinthina","Mata AtlРntica"],
    [134,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia liboniana","Morren","EN","A4cd,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados do Espьrito Santo, Minas Gerais e possivelmente Bahia. Apresenta EOO de 193,47 km▓ e AOO de 12 km▓. Apresenta populaусo severamente fragmentada, ocorrendo em рreas de Cerrado e de Mata AtlРntica, com poucas e esparsas subpopulaушes e com nЩmero reduzido de indivьduos em cada uma delas. Segundo informaусo disponьvel, a espжcie vem sofrendo com aconstante reduусo e degradaусo de seu habitat, o que ocasiona declьnio de EOO, AOO, de qualidade de habitat e nЩmero de subpopulaушes. Alжm disso, apresenta baixa taxa de regeneraусo, o que torna sua existЖncia ainda mais vulnerрvel. Nсo ж encontrada em unidade de conservaусo de proteусo integral (SNUC), apenas em uma unidade de uso sustentрvel (SNUC). ╔ planta ornamental, usada em paisagismo e apreciada pelos colecionadores deplantas bulbosas, o que aumenta a pressсo sobre as sub-populaушes naturais. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN) de extinусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20liboniana","Mata AtlРntica"],
    [135,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia nocturna","Ravenna","CR","B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados de Goiрs e possivelmente em Tocantins, e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 520,97 km▓ eAOO de 8 km▓. Ocorre no Cerrado, e segundo informaусo disponьvel, possui poucas subpopulaушes, que vЖm se extinguindo devido a perturbaушes ambientais. A destruiусo e degradaусo do Cerrado para o plantio deespжcies exзticas, alжm do fogo e da erosсo sсo as principais ameaуas. Aespжcie ж utilizada parafins paisagьsticos e comercializada por colecionadores deplantas bulbosas, e nсo se encontra protegida por unidade de conservaусo (SNUC). Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20nocturna","Cerrado"],
    [136,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia parviflora","Ker Gawl.","CR","B2ab(iii,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no sul do Estado da Bahia, apresenta AOO de 8 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A espжcie ж de Mata AtlРntica, onde a floresta foi substituьda por plantaушesde eucalipto, cabrucas e pastagens, o que implica em declьnio contьnuo de EOO, AOO e nЩmero de subpopulaушes. Alжm disso, a espжcie tem uso ornamental, causando declьnio no nЩmero de indivьduos maduros e nсo estр protegida por unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20parviflora","Mata AtlРntica"],
    [137,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia paubrasilica","Ravenna","CR","B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no sul do Estado da Bahia, apresenta AOO de 8 km▓ e esta sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Ocorre em Mata AtlРntica em рreas onde a floresta foi substituьda por plantaушesde eucalipto, cabrucas e pastagem. A espжcie ж conhecida por apenas duas subpopulaушes, uma localizadadentro da Fazenda Pau Brasil, municьpio de Itamaraju, e a outra nomunicьpio de Eunрpolis. Apresenta potencial uso econЗmico, o que implica declьnio de EOO, AOO, qualidade de habitats e de indivьduos maduros.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20paubrasilica","Mata AtlРntica"],
    [138,"AMARYLLIDACEAE","Griffinia rochae","Morel","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусo nсo pode ser realizada.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griffinia%20rochae","Mata AtlРntica"],
    [139,"AMARYLLIDACEAE","Habranthus irwinianus","Ravenna","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 6.067,10 km▓ e AOO de 40 km▓, em menosde dez locais em situaусo de ameaуa. Planta saxьcola, habita os Campos Rupestres, ao sul da cadeia do Espinhaуo, prзximo ao municьpio de Belo Horizonte, com subpopulaушesencontradas na Serra da Canastra e no Parque Estadual do Ibitipoca. Embora a espжcie esteja presente em unidades de conservaусo (SNUC), seu habitat ж ameaуado pelamineraусo, turismo, construусo de casas de veraneio, pastagem, agricultura epelo fogo.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habranthus%20irwinianus","Cerrado"],
    [140,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum angustifolium","Pax","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","No Brasil, a espжcie ocorre nos Estados de Sсo Paulo e Rio Grande do Sul em рreas alagadas. Apresenta AOO de 16 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Segundoinformaусo disponьvel, seu habitat tem sido alterado por atividadesantrзpicas como construусo de barragens, agricultura, pecuрria e expansсo urbana com aterros e drenagens. A espжcie nсo estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC), e ж empregada como planta ornamental, sendo comercializadapor colecionadores de plantas bulbosas em todo o mundo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20angustifolium","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [141,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum brasilianum","(Traub & J.L.Doran) Dutilh","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no Estado do Espьrito Santo, e possivelmente Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de139,34 km▓, AOO de 12 km▓ e estр suejita a menos de cinco situaусo de ameaуa. Saxьcolaou rupьcola em afloramentos rochosos na Mata AtlРntica, tem cinco subpopulaушesconhecidas e seu habitat encontra-se destruьdo. Estр presenteapenas em uma unidadede conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20brasilianum","Mata AtlРntica"],
    [142,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum breviflorum","Herb.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Conhecida como \"aуucena\", ж planta ornamental e estр presente em cultivos.  A espжcieocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na natureza ж conhecida por sete subpopulaушes, duas das quais jр nсo existem. Terrьcola ou aquрtica, ocupava uma faixa ampla de ambientes, desde Restingas atж Campos de Altitude na Mata AtlРntica. Apresenta EOO de 5.021,12 km▓, AOO de 28 km▓ e estр sujeita a menos cinco situaусo de ameaуa. Segundo a informaусo disponьvel, a espжcie tem sofrido a perda e degradaусo de seu habitat. Os Campos Alagados ondeocorrem vЖm sendo continuamente drenados, e durante os perьodos deseca, enfrentam incЖndios. Presente no Parque Nacional de Aparados da Serra, apopulaусo conhecida estр impactada devido Я construусo da sede do parque. Aspopulaушes conhecidas em ambientes de restingas sсo poucas e nсo se encontramlegalmente protegidas, contabilizando nos Щltimos tempos drрsticas reduушes populacionais.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20breviflorum","Mata AtlРntica"],
    [143,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum goianum","(Ravenna) Meerow","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre em Goiрs e no Distrito Federal. Apresenta EOO de 4.397,67 km▓, AOO de 32 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Planta ornamental, bulbosa, terrьcola,habita o Cerrado de maneira isolada, com poucos indivьduos. Segundo informaусodisponьvel, vem sofrendo com a perda e degradaусo de seu habitat, queculminou com o declьnio contьnuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, nЩmero de subpopulaушes e indivьduos maduros. Oacentuado crescimento da cidade de Brasьlia, no centro de sua distribuiусo, pressiona severamente os Cerrados do entorno. Vрrias рreas que mantinham remanescentes significativos devegetaусo nativa desde a fundaусo da capital desapareceram nos Щltimos anos, econtinuam desaparecendo rapidamente. A outra regiсo de ocorrЖncia, em Cristalina,o municьpio que mais cresce no estado de Goiрs, vem perdendo sua vegetaусonativa para a agricultura, pecuрria, mineraусo e garimpo, alжm do turismo.","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20goianum","Cerrado"],
    [144,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum guarapuavicum","(Ravenna) Van Scheepen","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil, aqui ocorrendo no Estado do Paranр, e possivelmente nadivisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta EOO de 1.093,59 km▓, AOO de 12 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaусo de ameaуa, sendo considerada severamente fragmentada pela composiусo de poucas subpopulaушes com poucos indivьduos. Planta herbрcea, bulbosa, terrьcola ourupьcola, habita a Mata AtlРntica, nas Florestas Estacionais Semideciduais, Florestas de Araucрrias e Campos de Altitude e, possivelmente, o Cerrado. As subpopulaушes deH. guarapuavicum estсo ameaуadas pelacriaусo de gado, ovelhas ou cabras.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20guarapuavicum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [145,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum leucobasis","(Ravenna) Dutilh","CR","B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre exclusivamente no Estado de Goiрs, municьpiode Mineiros, nas proximidades do Parque Nacional das Emas. Apresenta  EOO de 265,89 km▓, AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A espжcie possui uma distribuiусo muito restrita, e asрreas onde poderia ocorrer estсo severamente degradadas emfunусo da expansсo das lavouras de soja e outras monoculturas. As tentativas decultivo desta espжcie se mostraram infrutьferas, uma vez queos indivьduos definham e morrem fora do ambiente natural.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20leucobasis","Cerrado"],
    [146,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum morelianum","Lem.","VU","B2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e possivelmente Rio de Janeiro. Ocorre em Campos Rupestres e de Altitude e em afloramentos rochosos. Apresenta EOO de44.133,83 km▓, AOO de 48 km▓ e estр sujeita a menos de dez situaусo de ameaуa.  A reduусo de habitats e degradaусo pelo turismo, agricultura, pastagem e fogo implicam declьnio de EOO, AOO e qualidade de habitat. A espжcie tem uso ornamentale medicinal, ж cultivada com facilidade e encontra-se em unidades de conservaусo (SUNC).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20morelianum","Mata AtlРntica"],
    [147,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum papilio","(Ravenna) Van Scheepen","CR","A4acd,C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a informaусo disponьvel, a espжcie ocorre nos Estados de Santa Catarina e RioGrande do Sul. Foi registrada sem material testemunho, e nсo existem registros deherbрrio, sendo a Щnica coleусo conhecida proveniente de cultivo. Planta herbрceabulbosa, terrьcola, habita as Florestas Estacionais Semideciduais associadas Я MataAtlРntica. A espжcie ж extensivamente retirada da natureza, por ser muitovalorizada no mercado de plantas ornamentais e por colecionadores deplantas raras. Segundo a especialista, existem pouquьssimas subpopulaушes destaespжcie na natureza, e nсo estсo protegidas por unidades de conservaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20papilio","Mata AtlРntica"],
    [148,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum psittacinum","Herb.","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Paranр e, possivelmente, Minas Gerais. Apresenta EOO de 555,18 km▓, AOO de 8 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ╔ considerada muito rara, tendo apenas trЖs subpopulaушes conhecidas ao longo de sua distribuiусo (municьpios de Atibaia, SP, Juiz de Fora, MG, e Quatro Barras, PR). A subpopulaусo de Juiz de Foraprovavelmente nсo existe mais, uma vez que estava localizada dentro de umapedreira que foi recentemente explodida. A espжcie sз ocorre em regiсo deFloresta Pluvial, em locais com umidade constante. Comooutras representantes da famьlia Amaryllidaceae, possuiflores muito vistosas e vem sendo empregada como planta ornamental. ╔ utilizada tambжm na medicina popular como excitante e purgativa. Nсo estрprotegida por unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20psittacinum","Mata AtlРntica"],
    [149,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum reginae","(L.) Herb.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo desde oMжxico atж a Amжrica do Sul. No Brasil ocorre nos Estados das regiшes Sul, Sudeste e Centro-oeste, nos domьnios fitogeogrрficos da Mata AtlРntica, Cerrado e Pantanal, em regiшes de afloramentos de calcрrio, Campos Rupestres, Cerrado (lato sensu), e Florestas Estacionais Semideciduais sobre afloramentosrochosos. Apresenta pequena AOO de 40 km▓ e estр sujeira a cinco situaушes de ameaуa.  Embora muito cultivada como ornamental, as subpopulaушes naturais de H. reginae apresentampoucos indivьduos e vЖm sofrendo reduусo devido Я perda e degradaусode seus habitats de ocorrЖncia que implica em declьnio contьnuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, nЩmero de subpopulaушes e indivьduos maduros. Alжm disso, a espжcie ж considerada severamente fragmentada e ascoletas sсo antigas. Ainda, estр presente em apenas duas unidades de conservaусo (SNUC), que nсo asseguram a sobrevivЖncia das subpopulaушe▓s naturais.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20reginae","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [150,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum santacatarina","(Traub) Dutilh","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos Estados da regiсo Sul. Apresenta AOO de 52 km▓ e populaусo severamente fragmentada. Segundo a informaусo disponьvel, a planta жbastante rara, com subpopulaушes compostas por poucos indivьduos. Ocorre nos Camposde Cima da Serra e nos Campos Limpos Inundрveis associados ao domьniofitogeogrрfico Mata AtlРntica. Planta herbрcea bulbosa, terrьcola ou aquрtica, tem sofrido com a perda e degradaусo de seu habitat. Os Campos Alagados, vЖmsendo continuamente drenados e assoreados, enfrentando incЖndios durante os perьodos de seca. Alжm disso, ж utilizada como ornamental enсo se encontra protegida em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20santacatarina","Mata AtlРntica"],
    [151,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum striatum","(Lam.) Moore","EN","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, sendo encontradatambжm na Argentina e outros paьses perifжricos. No Brasil,estр distribuьda pelo domьnio fitogeogrрfico MataAtlРntica, ocorrendo nos Estados do Espьrito Santo, Rio deJaneiro, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e possivelmente Rio Grande do Sul, Bahia, e Minas Gerais. Apresenta AOO de 100 km▓. Trata-se de uma espжcie com poucas subpopulaушes compostas por poucos indivьduos. Tem potencial valor no mercado horticultor comoplanta ornamental e para uso farmacolзgico, uma vez que possui alcalзides isoladoscom atividades anti-tumorais verificadas. O habitat de Mata AtlРntica onde ocorre ж caracterizado pela alta diversidade de espжcies e pelo elevadograu de endemismo. A retirada da cobertura vegetal, para a agricultura, pastagem, extraусo de madeira e ocupaусo humana ao longodos Щltimos dois sжculos causou a destruiусo da maior parte deste bioma. De sua рrea original restam hoje de 7 a 8 %, e as рreas de mata estсo cada vezmais isoladas e fragmentadas (SOS Mata AtlРntica, 2012). Dessa forma, a maioria das espжcies que vivemnesses fragmentos compшem subpopulaушes isoladas. Para muitas delas, a рreaagrьcola ou urbana circundante de um fragmento pode significar uma barreiraintransponьvel. Embora a espжcia esteja presente em trЖs unidades de conservaусo (SNUC), a persistЖncia das subpopulaушesnativas nсo estр assegurada e, diante da importРncia econЗmica para usomedicinal e horticultural, medidas mais eficazes que assegurem a sobrevivЖnciadas subpopulaушes naturais sсo necessрrias.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20striatum","Mata AtlРntica"],
    [152,"AMARYLLIDACEAE","Hippeastrum vittatum","(L Hжr.) Herb.","CR","B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo tambжm na Argentina. No Brasilocorre no Estado de Santa Catarina e possivelmente Paranр, e Rio Grande do Sul. Planta herbрcea, bulbosa, terrьcola, se desenvolve em Campos de Altitude e locais rochosos em Florestas Ombrзfilas Mistas associadas ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Apresenta EOO de285,14 km▓ e populaусo severamente fragmentada com poucas subpopulaушes conhecidas e indivьduos escassos. Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa e suas subpopulaушes estсo ameaуadas por criaусo de gado, ovelhas ou cabras que implicam declьnio contьnuo de EOO, AOO, qualidade de habitat, nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. A espжcie tempotencial ornamental e medicinal, e dispшe de registros em unidades de conservaусo (SNUC), como no Parque Nacional de Aparados da Serra e Parque Nacional da SerraGeral.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hippeastrum%20vittatum","Mata AtlРntica"],
    [153,"AMARYLLIDACEAE","Worsleya rayneri","(Hook.f.) Traub & Moldenke","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil, ocorrendo exclusivamenteno Estado do Rio de Janeiro, na parte central da Serra dos Мrgсos. Tem EOOde 283,45 km▓, AOO de 36 km▓ e estр sujeita a menos de 5 situaушes de ameaуa, nos Campos de Altitude associadosao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. W. rayneri жconsiderada um paleoendemismo das formaушes campestres de altitude, e umadas mais primitivas Amaryllidaceae americanas. Planta herbрcea, rupьcola ousaxьcola, forma ilhas de vegetaусo sobre a rocha exposta ao sol, acima de 1000 mde altitude. Estimativas indicam a existЖncia de 21 subpopulaушes de W. rayneri e uma reduусo populacional de cerca de 25% a cada cinco anos, atribuьda principalmente a incЖndios em sua рrea deocorrЖncia. A maioria dos incЖndios na regiсo se inicia devido Я implementaусode prрticas inadequadas de manejo do solo. Em 2007, um Щnico incЖndio atingiuquatro subpopulaушes de W. rayneri, o querepresenta cerca de 19% de todos os remanescentes da espжcie. Aproximadamente70% das subpopulaушes naturais de W. rayneri estсo sujeitas a algumprocesso de invasсo biolзgica. A invasсo por capim-gordura (Melinisminutiufolia) ж uma ameaуa significativa para esta espжcie. Hр indьcios de pisoteio e evidЖncias de que a espжcieж palatрvel para herbьvoros e de que o miolo do caule de W. rayneri ж consumido por uma espжcie de lagarta  e por cabritos nas жpocas mais secas. Conhecidapor \"rabo-de-galo\" ou \"imperatriz do Brasil\", ж muito utilizada como plantaornamental, uma vez que apresenta aparЖncia inusitada diante dasoutras Amaryllidaceae e flores vistosas. ╔ tambжm considerada rara e, portanto, muito apreciada por colecionadores. Foram conduzidas ao longo dos Щltimos anosduas tentativas de cultivo da espжcie no Jardim BotРnico do Rio de Janeiro, semsucesso. A planta ж cultivada ilegalmente em sьtios, fazendas e casas no alto da serra. No exterior, a espжcie ж cultivada e amplamentecomercializada. O alto custo associado ao cultivo desta espжcie tem influЖncia diretana retirada de espжcimes da natureza. Pesquisas realizadas com a espжcie desde 1984 ampliaram de maneira significativa oconhecimento sobre a biologia e a ecologia deste tрxon, entretanto,algumas lacunas ainda permanecem, principalmente a respeito dos aspectosreprodutivos, uma vez que atж hoje se desconhece o polinizador desta planta. Aespжcie tem amostras de material depositadas em banco de DNA e possui Planode Recuperaусo desenvolvido com base na melhor informaусo disponьvel (Moraes, 2009),porжm, este nсo foi efetivamente colocado em curso. Apesar de ocorrermajoritariamente em ┴reas de Proteусo Permanente (APP) e dentro doslimites da ┴rea de Proteусo Ambiental da Regiсo Serrana de Petrзpolis (APA Petrзpolis)e na Reserva Biolзgica Estadual de Araras (ReBio Araras), essasunidades nсo garantem a proteусo da totalidade das subpopulaушes conhecidas deW. rayneri. ","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Worsleya%20rayneri","Mata AtlРntica"],
    [154,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes brasiliensis","(Traub) Traub","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado doParanр e no RioGrande do Sul. Planta herbрcea, terrьcola ou rupьcola, heliзfila, tem frequЖncia de ocorrЖnciaconsiderada esparsa. A espжcie ocorre em Campos, em afloramentos rochosos com camada de solo, e Florestas Mistas, com Araucariaangustifolia, todas elas associadas ao domьnio fitogeogrрficoMata AtlРntica. Apresenta EOO de 280,27 km▓ e AOO de 4 km▓. As espжcies deste gЖnero sсo muito sensьveis a perturbaушes emseu ambiente de ocorrЖncia. A principal ameaуa apontada por especialistas жa perda de habitat. As coletas conhecidassсo antigas e nсo hр registros de ocorrЖncia em unidade de conservaусo, portanto, ж possьvel suspeitar que, caso as ameaуas continuem incidindo sobre a espжcie, ela poderр ser transferida a uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [155,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes caerulea","(Griseb.) Baker","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie nсo ж endЖmica doBrasil, ocorrendo aqui nos Estados do Paranр, Santa Catarina e, possivelmente, Rio Grande doSul. Planta herbрcea, bulbosa, terrьcola ou rupьcola, coletada nas margens do Rio Chapecozinho (SC), foi encontrada tambжm em Campo Limpo sobre solo turfoso, associados aos domьnios fitogeogrрficos  Mata AtlРntica e, provavelmente, ao Pampa. Tem EOO de 1.959,68 km▓ e AOO de 12 km▓.  A principal ameaуa Я espжcie ж adestruiусo de seu habitat. Os campos onde ela ocorre tЖm sido convertidos emрreas de culturas agrьcolas. Outra crescente ameaуa aos campos nativos ж aincidЖncia de espжcies exзticas de alto poder competitivo, como o capim anonni (Eragrostis plana Nees.) Nсo hр registro da presenуa da espжcie em unidadede conservaусo (SNUC).","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20caerulea","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [156,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes candida","(Lindl.) Herb.","EN","B1b(i,iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a informaусo disponьvel, aespжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo aqui no Estado de Sсo Paulo e, possivelmente, no Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta EOO de 554,77 km▓, AOO de 8 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Plantaherbрcea, perenifзlia, ocorre em regiшes campestres associadas aos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica, Cerrado e, provavelmente, Pampa. Considerada muito rara e difьcil deser encontrada na natureza, possui populaусo severamente fragmentada, com quatro subpopulaушes distintas esparsas, duas na divisa de SсoPaulo e Paranр, e, talvez, uma no Estado de Santa Catarina e outra no Rio Grande do Sul. Oscampos tЖm sido convertidos em рreas de culturas agrьcolas e dereflorestamentos homogЖneos com espжcies exзticas como Pinus e Eucalyptus. Outracrescente ameaуa aos campos nativos ж a incidЖncia de espжcies exзticas de altopoder competitivo, como o capim Anonni (Eragrostis plana Nees.). Muitas populaушes de Z. cРndida desapareceram pelo excessivo extrativismo para uso ornamental. Essas ameaуas implicam declьnio contьnuo de EOO, AOO e de qualidade de habitat. Sсonecessрrias aушes de conservaусo, a fim de serecuperar suas subpopulaушes naturais. Nсo hр registro da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20candida","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [157,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes capivarina","Ravenna","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre exclusivamente no Estado do Paranр, em clareiras nas Florestas Estacionais Semideciduais e em рreas brejosas. Apresenta AOO de 16 km▓ e estр sujeita a quatro situaусo de ameaуa. Z.capivarina sofre a perda e degradaусo de seu habitat, tendo em vista que as florestas do Estado do Paranр foram drasticamente reduzidas. Dados recentesapontam para uma reduусo de mais de 87% ao longo do perьodo de exploraусo.Nсo hр registros da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC). Sugerimos estudos populacionaise reavaliaусo para uma possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20capivarina","Mata AtlРntica"],
    [158,"AMARYLLIDACEAE","Zephyranthes paranaensis","Ravenna","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre exclusivamenteno Estado do Paranр. Planta herbрcea, terrestre, ж endЖmica dos Campos de Cima da Serra do Estado, associados ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Apresenta AOO de 12 km▓, e sua populaусo estр severamente fragmentada pela urbanizaусo nas regiшes de ocorrЖncia. As principais ameaуas Я espжcie sсo a destruiусo e deterioraусo de seu habitat em decorrЖncia de atividades agrьcolas e pastoris. Os Camposde Cima da Serra sсo ameaуados pelo uso inadequado da terra e o crescente predomьnio deespжcies invasoras de alto poder competitivo sobre a flora nativa local. As coletas sсo antigas e a espжcie nсo tem registro em unidade de conservaусo (SNUC). Sugerimos estudospopulacionais.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zephyranthes%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [159,"ANACARDIACEAE","Anacardium humile","A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A. hummile ж amplamente distribuьdo pelo Brasil, sendo encontrado em outros paьses da Amжrica do Sul tambжm. Um grande nЩmero de subpopulaушes da espжcie ж conhecido, estando presente em diferentes biomas.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anacardium%20humile","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [160,"ANACARDIACEAE","Astronium fraxinifolium","Schott","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A. fraxinifolium possui ampla distribuiусo geogrрfica, com subpopulaушes conhecidas em diferentes biomas. Alжm disso, a espжcie ж protegida por legislaусo especьfica, sendo proibido o seu corte em рreas florestais primрrias e com o corte controlado em outros ambientes.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astronium%20fraxinifolium","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [161,"ANACARDIACEAE","Astronium graveolens","Jacq.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A.graveolens possui ampla distribuiусo geogrрfica e registros de ocorrЖncia em diferentes biomas. Apesar de ser explorada comercialmente, o corte de madeira registrado ainda nсo ж ameaуa suficiente para categorizar a espжcie como ameaуada de extinусo.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astronium%20graveolens","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [162,"ANACARDIACEAE","Cyrtocarpa caatingae","J.D.Mitch. & Daly","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. caatingae possui extensa distribuiусo geogrрfica e ocorrЖncia em mais de 10 situaушes de ameaуa, sendo necessрrios estudos sobre a reduусo do habitat e populacional para uma avaliaусo do risco de extinусo mais precisa.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtocarpa%20caatingae","Cerrado"],
    [163,"ANACARDIACEAE","Myracrodruon balansae","(Engl.) Santin","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A espжcie  apresenta AOO menor que 500 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As principais ameaуas para a espжcie sсo as atividades agropecuрrias e principalmente monoculturas de espжcies exзticas (Pinus sp.).","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myracrodruon%20balansae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [164,"ANACARDIACEAE","Myracrodruon urundeuva","Allemсo","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","M. urundeuva apresenta distribuiусo geogrрfica extensa pelo territзrio brasileiro, sendo atualmente conhecida em diferentes situaушes de ameaуa. No entanto, as vрrias formas de uso desta espжcie podem levр-la ao risco de extinусo caso nсo haja um monitoramento destas atividades.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myracrodruon%20urundeuva","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [165,"ANACARDIACEAE","Schinopsis balansae","Engl.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","No Brasil, S. balansae apresenta encontrada AOO menor que 500 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sсo ameaуas para estas рreasas queimadas, a ocupaусo humana, o extrativismo de madeira e outros produtos vegetais e as monoculturas agrьcolas.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20balansae","Cerrado"],
    [166,"ANACARDIACEAE","Schinopsis brasiliensis","Engl.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","S. brasiliensis possui distribuiусo extensa pelo Brasil e paьses vizinhos, com subpopulaушes identificadas em diferentes situaушes de ameaуa. Entretanto, a espжcie tem a madeira explorada comercialmente e pode apresentar-se sob risco de extinусo com a aquisiусo e o monitoramento dos dados de extrativismo.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20brasiliensis","Caatinga, Cerrado"],
    [167,"ANACARDIACEAE","Schinopsis brasiliensis var. glabra","Engl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","De acordo com a atualizaусo taxonЗmica mais recente (Silva-Luz, Pirani, 2012), o tрxon ж sinЗnimo de Schinopsis brasiliensis, nсo sendo considerada dessa forma para categorizaусo do risco de extinусo. Assim, ж importante revisar os dados para confirmar que as informaушes disponibilizadas e analisadas pertenуam de fato ao tрxon em questсo. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Dados insuficientes\" (DD).","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinopsis%20brasiliensis%20var.%20glabra","Caatinga"],
    [168,"ANACARDIACEAE","Schinus engleri","F.A.Barkley","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","S. engleri possui subpopulaушes em рreas de Mata AtlРntica que tiveram uma perda de vegetaусo original, e sofrem com a invasсo por espжcies exзticas e monocultura de Pinus. Possui menos de 10 situaушes de ameaуa que caso nсo sejam controladas, poderсo transferir a espжcie para uma categoria de risco em futuro prзximo.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schinus%20engleri","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [169,"ANEMIACEAE","Anemia blechnoides","J.Sm.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 15.605,26 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em рreas altamente antropizadas e sujeitas a declьnio na qualidade do habitat, AOO e EOO. Nсo apresenta muitos registros, sendo o mais recente de 1993. Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar se as subpopulaушes continuam nas рreas de coletas mais antigas e a sua estabilidade populacional.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20blechnoides","Mata AtlРntica"],
    [170,"ANEMIACEAE","Anemia elegans","(Gardner) C.Presl","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda no Brasil, em diferentes fitoifisionomias.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20elegans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [171,"ANEMIACEAE","Anemia espiritosantensis","Brade","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Existe a possibilidade da espжcie ser um hibrьdo, portanto a espжcie nсo pode ser avaliada.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20espiritosantensis","Mata AtlРntica"],
    [172,"ANEMIACEAE","Anemia gardneri","Hook.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж rupьcola, ocorre sobre rochas de formaушes rupestres e em рreas de Floresta ┌mida no Rio Janeiro e Espirito Santo. Tem EOO de 12.654,56 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Foram considerados o declьnio contьnuo de habitat e de sua qualidade, decorrente de queimadas provocadas, mineraусo e da introduусo de espжcies invasoras.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20gardneri","Mata AtlРntica"],
    [173,"ANEMIACEAE","Anemia mirabilis","Brade","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta poucas coletas em рreas relativamente bem amostradas. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocorre em рreas bastante degradas pelas queimadas e pelo desmatamento acelerado. A espжcie deve ser estudada, inclusive nos Estados de Alagoas e Pernambuco, nos quais os especialistas acreditam que ocorra. Caso se comprove que nсo ж mais encontrada, a espжcie deverр ser transferida a uma categoria de risco mais alta.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20mirabilis","Caatinga"],
    [174,"ANEMIACEAE","Anemia organensis","Rosenst.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo ampla, no entanto possui menos de 10 situaушes de ameaуa e ocorre em рreas fragmentadas como resultado da atividade humana, e caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser categorizada como ameaуada.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [175,"ANEMIACEAE","Anemia trichorhiza","Gardner","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem hрbito rupьcola, vivendo sobre ou entre fendas de afloramento rochoso do Brasil central. Estр sujeita a menos de duas situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa ou ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Ocorre em рreas com forte aусo antrзpica com perturbaусo e perda de habitat. Caso as ameaуas nсo sejam controladas e a populaусo tenha uma reduусo significativa, a espжcie poderр ser transferida a uma categoria de risco mais alta.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20trichorhiza","Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [176,"ANEMIACEAE","Anemia warmingii","Prantl","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo ampla, no entanto possui menos de 10 situaушes de ameaуa e ocorre em рreas  fragmentadas como resultado da atividade humana, e caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser categorizada como ameaуada.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemia%20warmingii","Mata AtlРntica"],
    [177,"ANEURACEAE","Aneura pinguis","(L.) Dumort.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre amplamente distribuьda. Alжm disso, estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aneura%20pinguis","Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [178,"ANNONACEAE","Anaxagorea dolichocarpa","Sprague & Sandwith","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-06-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anaxagorea%20dolichocarpa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [179,"ANNONACEAE","Anaxagorea silvatica","R.E.Fr.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ter sido verificada a estabilidade de algumas das subpopulaушes, a espжcie ocorre em somente dois Estados, pontualmente, e em subpopulaушes reduzidas. Portanto, ж necessрrio monitoramento da espжcie a fim de verificar se as ameaуas, agricultura, fogo e pecuрria, presentes na regiсo de ocorrЖncia da espжcie, estсo controladas.","2012-06-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anaxagorea%20silvatica","Mata AtlРntica"],
    [180,"ANNONACEAE","Annona bahiensis","(Maas & Westra) H.Rainer","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусo ampla, a espжcie ocorre em somente dois Estados, pontualmente, e em subpopulaушes reduzidas. Portanto, ж necessрrio monitoramento da espжcie a fim de verificar se as ameaуas, agricultura, fogo e pecuрria, presentes na regiсo de ocorrЖncia da espжcie, estсo controladas.","2012-06-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20bahiensis","Mata AtlРntica"],
    [181,"ANNONACEAE","Annona burchellii","R.E.Fr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20burchellii","Cerrado"],
    [182,"ANNONACEAE","Annona cacans","Warm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20cacans","Mata AtlРntica"],
    [183,"ANNONACEAE","Annona calcarata","(R.E.Fr.) H.Rainer","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20calcarata","AmazЗnia"],
    [184,"ANNONACEAE","Annona coriacea","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20coriacea","Cerrado, Pantanal"],
    [185,"ANNONACEAE","Annona dioica","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20dioica","Cerrado, Pantanal"],
    [186,"ANNONACEAE","Annona emarginata","(Schltdl.) H.Rainer","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20emarginata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [187,"ANNONACEAE","Annona ferruginea","(R.E.Fr.) H.Rainer","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20ferruginea","Mata AtlРntica"],
    [188,"ANNONACEAE","Annona glabra","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20glabra","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [189,"ANNONACEAE","Annona glaucophylla","R.E.Fr.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de amplamente distribuьda, hр informaусo de que a espжcie ocorre em pequenas subpopulaушes,  em рreas de Cerrado com incidЖncia de ameaуa.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20glaucophylla","Cerrado, Pantanal"],
    [190,"ANNONACEAE","Annona leptopetala","(R.E.Fr.) H.Rainer","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20leptopetala","Mata AtlРntica"],
    [191,"ANNONACEAE","Annona malmeana","R.E.Fr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie, que ж possivelmente oriunda de um hьbridoentre A. coriacea e A.tomentosa (Maas et al., 2001).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20malmeana","Cerrado, Pantanal"],
    [192,"ANNONACEAE","Annona maritima","(Zрchia) H.Rainer","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, ocorre nas рreas de restinga da Regiсo Sul, com EOO de 19.419,43 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, incluindo agricultura, pecuрria e introduусo de espжcies exзticas nas suas рreas de ocorrЖncia. Portanto, suspeita-se de perda e degradaусo de habitat, que podem vir a causar extinушes de subpopulaушes da espжcie, caso as ameaуas nсo sejam controladas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20maritima","Mata AtlРntica"],
    [193,"ANNONACEAE","Annona monticola","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20monticola","Cerrado, Pantanal"],
    [194,"ANNONACEAE","Annona parviflora","(A.St.-Hil.) H.Rainer","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita ao Estado do Rio deJaneiro em florestas a 1000 m de altitude e  EOO=2.648,33 km▓. Sua рrea de ocorrЖncia sofre degradaусo e perda de habitat decorrentes da antropizaусo. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa considerando os municьpios de ocorrЖncia (Rio de Janeiro, Mangaratiba e Niterзi).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20parviflora","Mata AtlРntica"],
    [195,"ANNONACEAE","Annona pickelii","(Diels) H.Rainer","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados da Paraьba, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa consideradas a partir da expansсo imobiliрria nos locais de ocorrЖncia da espжcie, as matas densas de Restinga.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20pickelii","Mata AtlРntica"],
    [196,"ANNONACEAE","Annona sericea","Dunal","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20sericea","AmazЗnia"],
    [197,"ANNONACEAE","Annona spinescens","Mart.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, a espжcie apresenta potencial econЗmico pois seus frutos sсo utilizados namedicina popular contra Щlceras estomacais (Fenner et al., 2006). A espжcie ж tambжm visada por colecionadores do mundo inteiro devido aos seus frutos vermelhos-alaranjados. O uso pode vir a ser uma ameaуa e a escala em que ж realizado precisa ser verificada.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20spinescens","Caatinga"],
    [198,"ANNONACEAE","Annona ubatubensis","(Maas & Westra) H.Rainer","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do municьpio de Ubatuba, no Estado de Sсo Paulo, com EOO=137,65 km▓ e AOO=24 Km▓. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a expansсo urbana e imobiliрria no litoral paulista, causadora de perda e degradaусo do habitat da espжcie.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20ubatubensis","Mata AtlРntica"],
    [199,"ANNONACEAE","Annona xylopiifolia","A.St.-Hil. & Tul.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em trЖs Estados brasileiros e possui EOO=31.545,954 km▓, no entanto possui menos de 10 situaушes de ameaуa considerando a perda do habitat como principal ameaуa. Portanto deve ser monitorada a fim de verificar se ameaуa estр causando vulnerabilidade a espжcie.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Annona%20xylopiifolia","Mata AtlРntica"],
    [200,"ANNONACEAE","Bocagea viridis","A.St.-Hil.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em trЖs Estados brasileiros e possui EOO=55.790,759 km▓, no entanto possui menos de 10 situaушes de ameaуa considerando a perda do habitat como principal ameaуa. Portanto deve ser monitorada a fim de verificar se ameaуa estр causando vulnerabilidade a espжcie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bocagea%20viridis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [201,"ANNONACEAE","Cymbopetalum brasiliense","Vell.) Benth. ex Baill.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cymbopetalum%20brasiliense","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [202,"ANNONACEAE","Duguetia fufuracea","(A.St.-Hil.) Saff.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e geralmente ocorre em grandes subpopulaушes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20fufuracea","Cerrado, Pantanal"],
    [203,"ANNONACEAE","Duguetia glabriuscula","(R.E.Fr.) R.E.Fr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20glabriuscula","Cerrado"],
    [204,"ANNONACEAE","Duguetia lanceolata","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prрtica.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20lanceolata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [205,"ANNONACEAE","Duguetia magnolioidea","Maas","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo pontual (EOO=160,36 km▓) e populaушes muito reduzidas. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando que as subpopulaушes remanescentes da espжcie estсo suscetьveis Я degradaусo e perda do habitat devido Я pecuрria, agricultura e queimadas no local.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20magnolioidea","Mata AtlРntica"],
    [206,"ANNONACEAE","Duguetia restingae","Maas","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em Restinga arbзrea e ж endЖmica da Bahia (AOO=4 km▓). Contabiliza apenas uma coleta de 2004, em uma rodovia, que foi considerada como Щnica situaусo de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofreu perda de habitat e fragmentaусo severa, permanecendo atualmente o declьnio da qualidade do habitat.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20restingae","Mata AtlРntica"],
    [207,"ANNONACEAE","Duguetia reticulata","Maas","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie, endЖmica do Estado da Bahia, com EOO=?533,22 km▓, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Na рrea de sua coleta tipo, a espжcie nсo foi mais encontrada, atestando que as subpopulaушes estсo em declьnio. Alжm disso, as regiшes de ocorrЖncia da espжcie estсo degradas.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20reticulata","Mata AtlРntica"],
    [208,"ANNONACEAE","Duguetia salicifolia","R.E.Fr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie tem distribuiусo ampla e nсo apresenta uso.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20salicifolia","Mata AtlРntica"],
    [209,"ANNONACEAE","Duguetia scottmorii","Maas","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica da Bahia (EOO=20,78 km▓, AOO=12 km▓) e reportada como rara. Apresenta apenas uma situaусo de ameaуa, considerando que o desmatamento das regiшes de ocorrЖncia da espжcie estр causando declьniocontьnuo da AOO, EOO e da qualidade do habitat. Atualmente, restam somente 18% da vegetaусo original em Uruуuca, BA.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20scottmorii","Mata AtlРntica"],
    [210,"ANNONACEAE","Duguetia sooretamae","Maas","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado do Espirito Santo. Apesar de considerada comum, apresenta distribuiусo pontual. Com EOO de 15,35 km▓, a espжcie apresenta menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo o declьnio da qualidade do habitat a principal delas.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Duguetia%20sooretamae","Mata AtlРntica"],
    [211,"ANNONACEAE","Guatteria australis","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Guatteria australis ж amplamente distribuьda na Floresta AtlРntica e geralmente ocorre em subpopulaушes grandes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20australis","Mata AtlРntica"],
    [212,"ANNONACEAE","Guatteria campestris","R.E.Fr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e ocorre em grandes subpopulaушes.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20campestris","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [213,"ANNONACEAE","Guatteria notabilis","Mello-Silva & Pirani","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусo da espжcie ser mжdia ela ocorre  nas florestas do Espinhaуo-central, que sсo um dos ambientes mais ameaуados da Cadeia do Espinhaуo, podendo vir a ser categorizada como ameaуada em futuro prзximo. Por isso sсo necessрrios estudos populacionais mais profundos.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20notabilis","Cerrado"],
    [214,"ANNONACEAE","Guatteria pohliana","Schltdl.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de amplamente distribuьda a espжcie apresenta menos de 10 situaушes de ameaуa. Algumas de suas subpopulaушes ocorrem fora de unidade de conservaусo (SNUC), o que pode vir a causar uma diminuiусo no nЩmero de indivьduos da espжcie caso o desmatamento nсo seja controlado.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20pohliana","Mata AtlРntica"],
    [215,"ANNONACEAE","Guatteria rupestris","Mello-Silva & Pirani","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de apresentar EOO extenso e ter sido bem coletada, a espжcie ocorre em campos de altitude e рreas com a presenуa de atividade mineradora, o que pode vir a causar declьnio no nЩmero de subpopulaушes da espжcie.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20rupestris","Cerrado"],
    [216,"ANNONACEAE","Guatteria sellowiana","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20sellowiana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [217,"ANNONACEAE","Guatteria villosissima","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, ocorrendo em diversos Estados brasileiros.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guatteria%20villosissima","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [218,"ANNONACEAE","Hornschuchia alba","(A.St.-Hil.) R.E.Fr.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre no Estado do Rio de Janeiro, apenas nos municьpios de BЩzios e Cabo Frio. Tem EOO restrita a 39,14 Km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, que considera a perda de habitat e degradaусo das рreas de ocorrЖncia da espжcie. A regiсo foi intensamente explorada para retirada de pau-brasil e outras madeiras, e atualmente sofre acelerada expansсo imobiliрria.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20alba","Mata AtlРntica"],
    [219,"ANNONACEAE","Hornschuchia cauliflora","Maas & Setten","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do sul do Bahia. Apresenta EOO de 1.240,51 Km▓ e AOO de 16 Km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com ameaуas como degradaусo e perda de habitat decorrentes da expansсo populacional e imobiliрria. A populaусo da espжcie se encontra severamente fragmentada. Alжm disso, estudos apontam que as subpopulaушes existentes sсo bem reduzidas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20cauliflora","Mata AtlРntica"],
    [220,"ANNONACEAE","Hornschuchia obliqua","Maas & Setten","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do sul do Bahia (EOO=1.502,13 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre ameaуas como degradaусo e perda de habitat, decorrentes da expansсo populacional e imobiliрria. A populaусo da espжcie se encontra severamente fragmentada. Alжm disso, estudos apontam que H. obliqua ж rara.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hornschuchia%20obliqua","Mata AtlРntica"],
    [221,"ANNONACEAE","Malmea obovata","R.E.Fr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж conhecida apenas pelo tipo, de 1821. A regiсo de ocorrЖncia foi muito degrada historicamente e hoje em dia encontra-se severamente fragmentada.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malmea%20obovata","Mata AtlРntica"],
    [222,"ANNONACEAE","Oxandra reticulata","Maas","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valormadereiro sendo utilizada para a produусo de enrgia por locais e por isso deve ser monitorada.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxandra%20reticulata","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [223,"ANNONACEAE","Trigynaea axilliflora","D.M.Johnson & N.A.Muray","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica do Estado do Rio de Janeiro, tem EOO de 76,61 km▓. A espжcie estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, que aponta como principal ameaуa a degradaусo e fragmentaусo do habitat decorrente de atividades antrзpicas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigynaea%20axilliflora","Mata AtlРntica"],
    [224,"ANNONACEAE","Trigynaea oblongifolia","Schltdl.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=1.454,54 km▓) e estр sujeita a apenas trЖs situaушes de ameaуa, sendo a principal o declьnio na qualidade do habitat nos Estados onde a espжcie ocorre. ╔ considerada rara e conta com pequenas subpopulaушes.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigynaea%20oblongifolia","Mata AtlРntica"],
    [225,"ANNONACEAE","Unonopsis riedeliana","R.E.Fr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo restrita ao Estado do Rio de Janeiro (EOO=1.487,57 Km▓, AOO=12 Km▓), e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo a principal a expansсo imobiliрria nas regiшes de ocorrЖncia da espжcie. Sсo registradas apenas trЖs coletas, a mais recente em 1997.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Unonopsis%20riedeliana","Mata AtlРntica"],
    [226,"ANNONACEAE","Xylopia aromatica","(Lam.) Mart.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e com potencial uso econЗmico.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylopia%20aromatica","AmazЗnia, Cerrado"],
    [227,"ANNONACEAE","Xylopia brasiliensis","Spreng.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valormadeireiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prрtica. A extraусo nсo fiscalizada da espжcie pode reduzir as subpopulaушes representando uma ameaуa a sobrevivЖncia  da espжcie na natureza.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylopia%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [228,"APIACEAE","Apium prostratum","Labill.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie reavaliada apзs divergЖncias em relaусo a sua distribuiусo e, atualmente, considerada como \"Naturalizada\". Apesar da pequena AOO, apresenta grande EOO (52.445 km▓) nos Estados de Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em habitats litorРneos, principalmente nas Restingas, e enfrenta ameaуas resultante da expansсo urbana e turьstica.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apium%20prostratum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [229,"APIACEAE","Eryngium corallinum","Mathias & Constance","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium corallinum ж uma espжcie campestre com distribuiусo geogrрfica bastante restrita no domьnio da Mata AtlРntica. As coletas que a representam sсo antigas, todas realizadas hр mais de 30 anos, e seu habitat ж gravemente ameaуado pela expansсo de atividades agropecuрrias, sobretudo monoculturas de soja e plantaушes de Pinus sp. Consequentemente, suspeita-se que E. corallinum possa estar extinta em pelo menos um dos locais em que foi registrada, acarretando declьnio na EOO, na AOO, no nЩmero de subpopulaушes e no nЩmero de indivьduos maduros. Assim, apesar da AOO calculada de 12 Km▓, consideramos a рrea de ocupaусo da espжcie como sendo inferior a 10 km▓. No entanto, segundo informaушes do especialista, a espжcie jр foi coletada em рreas prзximas ao litoral, podendo significar um aumento de sua AOO. A espжcie estр sujeita a uma situaусo de ameaуa.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20corallinum","Mata AtlРntica"],
    [230,"APIACEAE","Eryngium divaricatum","Hook. & Arn.","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium divaricatum ж uma espжcie rara que ocorre em Campos ┌midos do bioma Pampa. Constam apenas dois registros de herbрrio que correspondem a duas situaушes de ameaуa. Apresenta EOO de 586,35 km▓. Os campos nativos do Pampa vЖm sendo rapidamente degradados, devido, principalmente, Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais. As crescentes ameaуas incidentes sobre o habitat de E. divaricatum permitem suspeitar que a espжcie esteja sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20divaricatum","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [231,"APIACEAE","Eryngium dorae","Norman","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie Eryngium dorae ж uma espжcie campestre morfologicamente peculiar, conhecida por apenas uma coleta no Brasil. A AOO ж de 4 km▓ e foi identificada uma situaусo de ameaуa. Estр sujeita a um rрpido declьnio na extensсo e qualidade do seu habitat, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais. Consequentemente, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo com um declьnio em AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Espжcie possivelmente extinta.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20dorae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [232,"APIACEAE","Eryngium dusenii","H.Wolff","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Os registros de herbрrio utilizados para confeccionar o mapa da espжcie nсo foram validados pelo especialista. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [233,"APIACEAE","Eryngium ekmanii","H.Wolff","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium ekmanii apresenta distribuiусo geogrрfica relativamente ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo em todos os Estados da regiсo Sul do paьs. A espжcie ocorre em рreas alteradas, como campos abandonados e barrancos, e estр representada em pelo menos uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ekmanii","Mata AtlРntica"],
    [234,"APIACEAE","Eryngium eriophorum","Cham. & Schltdl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium eriophorum ж uma espжcie campestre com distribuiусo geogrрfica razoavelmente ampla no domьnio da Mata AtlРntica. Ocorre em pelo menos uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20eriophorum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [235,"APIACEAE","Eryngium eurycephalum","Malme","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium eurycephalum ж uma espжcie ocorrente em campos Щmidos e rupestres associados ao domьnio do Cerrado. ?Apesar de apresentar uma distribuiусo geogrрfica relativamente ampla, abrangendo parte dos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso, E. eurycephalum estр sujeita a um marcado declьnio na extensсo e qualidade do seu habitat em boa parte da Cadeia do Espinhaуo, onde ocorre. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie venha a ser ameaуada no futuro.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20eurycephalum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [236,"APIACEAE","Eryngium falcifolium","Irgang","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium falcifolium ж uma espжcie campestre com distribuiусo restrita, que abrange parte do Estado de Santa Catarina e possivelmente do Rio Grande do Sul. Embora nсo constem do banco de dados, sсo conhecidos apenas dois registros da espжcie para o Rio Grande do Sul. Dessa forma, ж possьvel suspeitar que a AOO de E. falcifolium seja inferior a 500 km▓, e que esteja sujeitoa atж cinco situaушes de ameaуa. Seus habitats,  campestres, estсo em declьnio contьnuo de extensсo e qualidade devido Яs atividades agropecuрrias e silviculturais, apesar de a espжcie ocorrer apenas em locais mais altos dos Aparados da Serra.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20falcifolium","Mata AtlРntica"],
    [237,"APIACEAE","Eryngium glaziovianum","Urb.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A distribuiусo geogrрfica de Eryngium glaziovianum nсo ж bem compreendida. Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20glaziovianum","Mata AtlРntica"],
    [238,"APIACEAE","Eryngium koehneanum","Urb.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium koehneanum estр sujeito a menos de cinco situaушes de ameaуa e aos efeito das ameaуas incidentes sobre seus habitats campestres, como a expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais. Alжm disso, tambжm ж possьvel suspeitar que, caso o habitat da espжcie continue a sofrer com as ameaуas incidentes, E. koehneanum venha a ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro prзximo. Medidas de conservaусo devem ser implementadas a fim de garantir a sobrevivЖncia da espжcie. Aparentemente, segundo informaушes, sua distribuiусo ж mais abrangente, ocorrendo tambжm nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, fato que implica maior EOO e AOO.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20koehneanum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [239,"APIACEAE","Eryngium ombrophilum","Dusжn & H.Wolff","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium ombrophilum ж uma espжcie florestal, ocorrendo perto de corpos d?рgua. Tem distribuiусo geogrрfica bastante restrita no domьnio da Mata AtlРntica, no Estado do Paranр e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Sua EOO ж de 4.728,44 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Suspeita-se que, devido Я expansсo urbana em alguns de seus locais de ocorrЖncia, E. ombrophilum venha sofrendo um declьnio contьnuo em AOO, no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ombrophilum","Mata AtlРntica"],
    [240,"APIACEAE","Eryngium ramboanum","Mathias & Constance","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium ramboanum ж uma espжcie de Campos ┌midos, coletada em apenas uma localidade hр mais de 65 anos. Tem uma AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, que implica em declьnio contьnuo na extensсo e qualidade do seu habitat, devido Я incidЖncia de queimadas e Я expansсo de atividades agropecuрrias. Suspeita-se que a perda e degradaусo de seu habitat campestre estejam acarretando um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Como nсo foi coletada desde meados da dжcada de 40, ж possьvel suspeitar que esteja extinta.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20ramboanum","Mata AtlРntica"],
    [241,"APIACEAE","Eryngium sanguisorba","Cham. & Schltdl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium sanguisorba apresenta distribuiусo geogrрfica ampla do territзrio brasileiro e ж frequente em vрrias das regiшes onde ocorre.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20sanguisorba","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [242,"APIACEAE","Eryngium scirpinum","Cham.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium scirpinum ж uma espжcie com ocorrЖncia restrita aos Campos de Altitude com solos rasos e rochosos situados no domьnio da Mata AtlРntica. A AOO ж de 72 km▓. Em boa parte dos setores da sua distribuiусo, como a regiсo dos Campos Gerais do Paranр, a espжcie estр sujeita Я perda e degradaусo de seu habitat devido Я expansсo de atividades agropecuрrias, principalmente monoculturas de soja. Alжm disso, na cidade de Sсo Paulo (SP), onde E. scirpinum foi coletada no inьcio da dжcada de 1940, suspeita-se que a mesma esteja localmente extinta, o que acarretaria um declьnio em EOO, em AOO, no nЩmero de subpopulaушes, e no nЩmero de indivьduos maduros. Devido a todos esses fatores, tambжm ж possьvel suspeitar que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20scirpinum","Mata AtlРntica"],
    [243,"APIACEAE","Eryngium smithii","Mathias & Constance","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium smithii ж uma espжcie campestre com distribuiусo restrita a uma pequena porусo do Planalto Meridional do Brasil. A EOO ж de 2.215,86 km▓, estр sujeito a cinco situaушes de ameaуa. E. smithii vem sofrendo com a degradaусo contьnua do seu habitat, principalmente devido Я expansсo de atividades agropecuрrias, e plantios silviculturais.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [244,"APIACEAE","Eryngium stenophyllum","Urb.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Os registros de herbрrio disponьveis nсo representam adequadamente a distribuiусo geogrрfica da espжcie, que ocorre de Sсo Paulo ao Rio Grande do Sul. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20stenophyllum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [245,"APIACEAE","Eryngium urbanianum","H.Wolff","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium urbanianum ж uma espжcie campestre com distribuiусo restrita ao Planalto Meridional. Sua EOO ж de 1.215,84 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. Suspeita-se que E. urbanianum venha sofrendo declьnio contьnuo na extensсo e qualidade do seu habitat, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais. Tambжm ж possьvel suspeitar que a degradaусo das рreas campestres em que ocorre esteja acarretando um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20urbanianum","Mata AtlРntica"],
    [246,"APIACEAE","Eryngium zosterifolium","H.Wolff","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eryngium zosterifolium ж uma espжcie campestre endЖmica de um pequeno trecho do Planalto Meridional. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa sendo ameaуas a degradaусo de seu habitat devido Я incidЖncia de incЖndios e Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eryngium%20zosterifolium","Mata AtlРntica"],
    [247,"APIACEAE","Klotzschia rhizophylla","Urb.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Klotzchia rhizophylla ж uma herbрcea perene com distribuiусo restrita aos Campos Rupestres da cadeia do Espinhaуo, no Estado de Minas Gerais. A EOO ж de 4.474,08 km▓, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. A espжcie enfrenta perda e degradaусo do seu habitat devido a uma sжrie de fatores, como a mineraусo, a incidЖncia de incЖndios e a expansсo urbana.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Klotzschia%20rhizophylla","Cerrado"],
    [248,"APIACEAE","Lilaeopsis brasiliensis","(Glaz.) Affolter","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lilaeopsis brasiliensis ж uma espжcie associada a рreas Щmidas e ocorre em apenas cinco situaушes de ameaуa. Ocorre no Estado de Minas Gerais, de onde ж o material-tipo coletado no sжculo XIX e no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ocorre ainda nos Estado de Santa Catarina, Paranр e, possivelmente, Rio Grande do Sul. ╔ possьvel suspeitar que tenha sido extinta em alguns destes locais. As рreas em que L. brasiliensis foi registrada estсo sujeitas a algumas ameaуas como a expansсo de atividades agropecuрrias.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lilaeopsis%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [249,"APIACEAE","Spananthe paniculata","Jacq.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Spananthe paniculata ж uma espжcie nсo-endЖmica, com ampla distribuiусo no territзrio brasileiro, abrangendo parte dos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga. Ocorre inclusive em рreas antropizadas.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spananthe%20paniculata","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [250,"APOCYNACEAE","Asclepias aequicornu","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","A espжcie apresenta EOO bastante ampla, com distribuiусo em trЖs regiшes brasileiras, e nсo possui informaушes de ameaуa.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20aequicornu","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [251,"APOCYNACEAE","Asclepias langsdorffii","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea das formaушes campestres, incluindo рrea brejosas do Cerrado e da Mata AtlРntica. Sem ameaуa ou uso especьficos. EndЖmica do Brasil, com ampla extensсo de ocorrЖncia, acima de 20 mil km▓, conhecida em cinco situaушes de ameaуa, distribuьdas nos Estados de Sсo Paulo, Mato Grosso do Sul e Paranр, alжm do Distrito Federal. A populaусo pode estar reduzida em decorrЖncia da perda de habitat, mas por ocorrer em baixas densidades, o conhecimento atual da espжcie ж tambжm reflexo da falta de esforуo de coleta, mesmo assim a рrea de ocorrЖncia ж muito ampla.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20langsdorffii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [252,"APOCYNACEAE","Asclepias mellodora","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservaусo (SNUC). Nсo possui informaушes de ameaуa.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asclepias%20mellodora","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [253,"APOCYNACEAE","Aspidosperma album","(Vahl) Benoist ex Pichon","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Existe um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros em consequЖncia da extraусo ilegal de madeira, porжm a espжcie apresenta EOO maior que 20.000 km▓ e numero de situaушes de ameaуa maior que 10. Sсo necessрrias informaушes adicionais sobre reduусo da populaусo, рrea de ocupaусo e/ou tamanho da populaусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20album","AmazЗnia (Koch, Rapini, 2011)."],
    [254,"APOCYNACEAE","Aspidosperma australe","MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20australe","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [255,"APOCYNACEAE","Aspidosperma cylindrocarpon","MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro, sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20cylindrocarpon","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [256,"APOCYNACEAE","Aspidosperma desmanthum","Benth. ex MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Centro-Oeste e Norte brasileiros, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20desmanthum","AmazЗnia"],
    [257,"APOCYNACEAE","Aspidosperma macrocarpon","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo em todo o territзrio brasileiro, sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20macrocarpon","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [258,"APOCYNACEAE","Aspidosperma nobile","MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Centro-Oeste brasileiro, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20nobile","AmazЗnia, Cerrado"],
    [259,"APOCYNACEAE","Aspidosperma polyneuron","MЧll.Arg.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Sul, Sudeste e Nordeste brasileiros, sem informaушes de ameaуa.  Possui EOO maior que 20.000 km▓, porжm AOO inferior a 500 km▓. Ocorre em diversas unidades de conservaусo (SNUC), porжm ж ainda procurada pelo valor madeireiro que possui.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20polyneuron","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [260,"APOCYNACEAE","Aspidosperma quebracho-blanco","Schltdl.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie ocorre em menos de cinco localidades, porжm sem informaушes de EOO e ameaуas. Sсo necessрrios dados de reduусo de populaусo, distribuiусo geogrрfica e/ou tamanho da populaусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20quebracho-blanco","Cerrado"],
    [261,"APOCYNACEAE","Aspidosperma ramiflorum","MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Sul e Sudeste brasileiros, sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20ramiflorum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [262,"APOCYNACEAE","Aspidosperma riedelii","MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO maior que 20.000 km▓ e nЩmero de situaушes de ameaуa maior que 10, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC) e sem informaушes sobre ameaуas. Existe uma grande disjunусo na distribuiусo da espжcie, podendo demonstrar falta de coleta.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20riedelii","Mata AtlРntica"],
    [263,"APOCYNACEAE","Aspidosperma sandwithianum","Markgr.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO menor que 100 km▓, e menos de cinco localidades, porжm sem informaушes sobre ameaуas. Ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20sandwithianum","AmazЗnia"],
    [264,"APOCYNACEAE","Aspidosperma spruceanum","Benth. ex MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no territзrio brasileiro, sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20spruceanum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [265,"APOCYNACEAE","Aspidosperma tomentosum","Mart.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste brasileiros, sem informaушes de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma%20tomentosum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [266,"APOCYNACEAE","Barjonia erecta","(Vell.) K.Schum.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservaусo (SNUC). Nсo possui informaушes de ameaуa.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barjonia%20erecta","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [267,"APOCYNACEAE","Barjonia harleyi","Fontella & Marquete","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, tem EOO de 2.331,27 km▓. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, nos municьpios de Abaьra, MucugЖ, Piatс e Rio de Contas. ╔ ameaуada pelo declьnio continuo em extensсo de ocorrЖncia (atividades agrьcolas para a formaусo de pastagens e cultivo de frutas), рrea de ocupaусo, extensсo e qualidade do habitat (utilizaусo de fogo e extraусo ilegal de madeira e lenha).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barjonia%20harleyi","Caatinga"],
    [268,"APOCYNACEAE","Blepharodon bicuspidatum","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO em todo o Brasil, incluindo registros em unidades de conservaусo (SNUC). Nсo possui informaушes de ameaуa.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharodon%20bicuspidatum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [269,"APOCYNACEAE","Blepharodon manicatum","(Decne.) Fontella","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla extensсo de ocorrЖncia (EOO) na regiсo nordeste do Brasil, incluindo registros em unidades de conservaусo (SNUC). Nсo possui informaушes sobre ameaуas incidentes cadastradas no sistema.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharodon%20manicatum","Caatinga, Cerrado"],
    [270,"APOCYNACEAE","Cynanchum morrenioides","Goyder","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","EndЖmica do Estado da Bahia, ж encontrada somente no Pico das Almas, em uma Щnica subpopulaусo, acima de 1.500 m de altitude. Tem distribuiусo muito restrita, com declьnio de habitat, em Щnica situaусo de ameaуa no municьpio de Rio de Contas. EEO de 2,35 km▓ e AOO de 16 km▓. ╔ ameaуada pelo aumento da frequЖncia de visitaусo e incЖndios. As queimadas sсo favorecidas por desmatamentos e atividades agropecuрrias no entorno da serra.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cynanchum%20morrenioides","Caatinga, Cerrado"],
    [271,"APOCYNACEAE","Ditassa aequicymosa","E.Fourn.","LC","","","Tainan Messina","A espжcie possuir EOO acima de 20 mil km▓, a mesma nсo apresenta qualquer informaусo sobre ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20aequicymosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [272,"APOCYNACEAE","Ditassa arianeae","Fontella & E.A.Schwarz","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana encontrada nas Restingas da Mata AtlРntica. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 40.451,77 km▓ e AOO de 20 km│. ╔ conhecida nos municьpios de Prado, Salvador, Tucano e Una, no Estado da Bahia, e Vila Velha, no Estado do Espьrito Santo, cada um deles considerado como situaушes de ameaуa distintas. Foi coletada entre 1974 e 2005. A ocorrЖncia para o Estado do Rio de Janeiro nсo foi confirmada. ╔ ameaуada pela perda de habitat e da рrea de ocupaусo, em decorrЖncia da ocupaусo do solo nas restingas com urbanizaусo, desenvolvimento imobiliрrio e agricultura.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20arianeae","Mata AtlРntica"],
    [273,"APOCYNACEAE","Ditassa auriflora","Rapini","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de arbusto ereto de cerca de um metro de altura, raro, encontrada em Campos Rupestres de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 32,62 km▓ e AOO de 20 km▓. Ocorre entre as cotas de 650 m e 1.250 m de altitude. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Itacambira, onde foi coletada cerca de oito vezes entre 1984 e 2003. ╔ ameaуada pela perda daqualidade do hрbitat, principalmente em decorrЖncia das plantaушes de eucalipto chegando quase atж os afloramentos, isolando as populaушes, alжm do manejo de pastagens, incluindo a criaусo de gado, a introduусo de capim e o aumento da frequЖncia de incЖndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20auriflora","Cerrado"],
    [274,"APOCYNACEAE","Ditassa cipoensis","(Fontella) Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana dos Campos Rupestres da Serra do Cipз no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 553,01 km▓ e AOO de 24 km▓. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, nos municьpios de Conceiусo do Mato Dentro, Congonhas do Norte, Santana do Riacho e Jaboticatubas. Nesses locais a espжcie foi coletada 10 vezes entre 1968 e 2003. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). Encontra-se ameaуada pela perda da qualidade do habitat em decorrЖncia doaumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios, favorecidos por alteraусo de uso do solo em torno da Serra do Cipз, incluindo a silvicultura, criaусo de gado e especulaусo imobiliрria.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20cipoensis","Cerrado"],
    [275,"APOCYNACEAE","Ditassa cordeiroana","Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de subarbusto escandente de cerca de um metro de altura, encontrado nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 2.685,69 km▓ e AOO de 88 km▓ entre as cotas de 650 m e 1250 m de altitude. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, nos municьpios de Cristрlia, Itacambira, Grсo Mogol, Botumirim e Rio Pardo de Minas. ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat, em decorrЖncia de histзrico de garimpo e atuais modos de uso do solo, como a criaусo de gado e a especulaусo imobiliрria.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20cordeiroana","Caatinga, Cerrado"],
    [276,"APOCYNACEAE","Ditassa itambensis","Rapini","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais e em algumas рreas de Mata AtlРntica. Com distribuiусo restrita (EOO=142,25 km▓, AOO=24 km▓), ocorre em altitudes acima de 1.500 m. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, nos municьpios de Sсo Gonуalo do Rio Preto, Serro e Santo AntЗnio do Itambж. Nesses locais, foi coletada entre 1972 e 2008, mas descrita somente em 2002. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). ╔ ameaуada pela perda de рrea de ocupaусo e de habitat, em decorrЖncia da mineraусo, do desmatamento e dos incЖndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20itambensis","Cerrado"],
    [277,"APOCYNACEAE","Ditassa laevis","Mart.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana, encontrada em formaушes campestres do Cerrado, como Campos Rupestres e Cangas. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 1.308,67 km▓ e AOO de 12 km▓. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, nos municьpios de Ouro Preto, Barсo de Cocais e Caetж (Serra da Piedade), onde foi coletada poucas vezes entre 1970 e 1987. Estр ameaуada pela perda de habitat em decorrЖncia de desmatamentos e incЖndios, favorecidos pela alteraусo de uso do solo em torno das serras, como desmatamento e criaусo de gado.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20laevis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [278,"APOCYNACEAE","Ditassa leonii","Fontella & T.U.P.Konno","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie de subarbusto ciзfilo, encontrada em Campos de Altitude nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita (AOO=28 km▓). Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, nas Serras do Caparaз e do Brigadeiro e no municьpio de Sсo Gonуalo do Rio Abaixo. Foi coletada entre 1933 e 2001. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC) nas trЖs situaушes descritas, entretanto, ameaуas potencias como a mineraусo, os loteamentos e os incЖndios podem elevar a espжcie a categorias de risco mais crьticas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20leonii","Mata AtlРntica"],
    [279,"APOCYNACEAE","Ditassa linearis","Mart.","NT","","","Tainan Messina","Espжcie de subarbusto com ramos volЩveis encontrado em cerrados e campos rupestres de Minas Gerais. Distribuiусo restrita, extensсo de ocorrЖncia de 14.969 km▓ e рrea de ocupaусo de 96 km▓.  Apresenta populaушes abundantes em Ouro Preto e no Parque Estadual do Ibitipoca. Conhecida ao menos de doze situaушes de ameaуa, em Aiuruoca, Belo Horizonte, Brumadinho, Caetж, Catas Altas, Lima Duarte, Moeda, Nova Lima, Ouro Branco, Ouro Preto, Passa Quatro e Santa Bрrbara. Coletada com frequЖncia crescente entre 1945 e 2008. Quase ameaуada devido a atividade mineradora e incЖndios, mas o nЩmero de situaушes de ameaуa conhecida nсo insere entre as espжcies ameaуadas.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20linearis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [280,"APOCYNACEAE","Ditassa longisepala","(Hua) Fontella & E.A.Schwarz","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana de Campo Rupestre de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 841,45 km▓ e AOO de 36 km▓, entre 900 m e 1500 m de altitude. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, nos municьpios de Itabirito e Ouro Preto e na Serra do Caraуa (municьpios de Catas Altas e Santa Bрrbara). ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat e da рrea de ocupaусo em decorrЖncia de incЖndios e mineraусo.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20longisepala","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [281,"APOCYNACEAE","Ditassa maricaensis","Fontella & E.A.Schwarz","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana com ramos volЩveis, encontrada na Restinga Arbustiva do litoral do Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 977,48 km▓ e AOO de 44 km▓. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, nos municьpios de Saquarema, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Maricр e Araruama. ╔ encontrada em unidade de conservaусo (SNUC). ╔ ameaуada pela perda da рrea de ocupaусo e de habitat devido a efeitos da especulaусo imobiliрria.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20maricaensis","Mata AtlРntica"],
    [282,"APOCYNACEAE","Ditassa oberdanii","Fontella & M.C.Alvarez","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de trepadeira, rara, encontrada em рreas de Floresta Pluvial AtlРntica. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 74 km▓ e AOO de 24 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Santa Teresa, no Estado do Espьrito Santo, coletada entre 1984 e 2002. ╔ ameaуada pela perda de habitat devido ao desmatamento para atividades de silvicultura e agropecuрria.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ditassa%20oberdanii","Mata AtlРntica"],
    [283,"APOCYNACEAE","Gonolobus dorothyanus","Fontella","CR","B2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de liana, com populaусo severamente fragmentada, conhecida apenas na Restinga de Jacarepaguр e da APA de Massambaba, ambas no Estado do Rio de Janeiro. Nсo ж coletada na Restinga de Jacarepaguр hр 40 anos. Tem distribuiусo restrita, com рrea de ocupaусo menor que 10 km▓. ╔ ameaуada pelo declьnio na extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo e pela perda de habitat em decorrЖncia da degradaусo por ocupaусo e atividades humanas nas Restingas.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gonolobus%20dorothyanus","Mata AtlРntica (Koch, Rapini, 2011)"],
    [284,"APOCYNACEAE","Gonolobus parviflorus","Decne.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla no Brasil, em diversas formaушes vegetais. Sem informaусo sobre ameaуas incidentes.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gonolobus%20parviflorus","Cerrado, Mata AtlРntica (Koch, Rapini, 2011)."],
    [285,"APOCYNACEAE","Gyrostelma bornmulleri","Schltr. ex Malme","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie de Formaушes Campestres de planalto nos Estados do Paranр e do Rio Grande do Sul. Tem distribuiусo ampla (EOO=34.327,53 km▓), mas AOO de apenas 20 km▓. ╔ conhecida por apenas seis coletas antigas, feitas a partir de 1952, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, considerando os municьpios de ocorrЖncia. Nсo ж coletada hр mais de 30 anos. Encontra-se ameaуada pela perda de рrea de ocupaусo e da qualidade do habitat, em decorrЖncia de atividades agropecuрrias e silviculturais.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyrostelma%20bornmulleri","Mata AtlРntica"],
    [286,"APOCYNACEAE","Gyrostelma oxypetaloides","E.Fourn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara, conhecida por poucas coletas nos Estados de Goiрs e Minas Gerais. Assim, foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, nos Estados de Minas Gerais e Goiрs e no Distrito Federal. Em Minas Gerais, considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Coletada em 2004 no Parque Nacional de Brasьlia, ж ameaуada pela invasсo de capim-gordura. Em Goiрs e Distrito Federal, a espжcie ж representada pela var. grazielae, ainda nсo completamente compreendida, sendo necessрrios estudos taxonЗmicos. Alem de sua distribuiусo restrita, com EOO menor que 5.000 km▓ e AOO menor que 500 km▓, estр ameaуada pela perda da qualidade do habitat em consequЖncia de invasсo biolзgica e do aumento da frequЖncia de incЖndios.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyrostelma%20oxypetaloides","Cerrado"],
    [287,"APOCYNACEAE","Hemipogon abietoides","E.Fourn.","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea a arbustiva, raramente coletada, ж encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, em pequena porусo a oeste da Serra do Cipз, prзxima Я cota de 1250 m altitude. A AOO ж de 8 km▓. A espжcie ficou 175 anos sem coletas botРnicas, mas foi registrada em 2007 e 2008. ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat em consequЖncia do aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios na Serra do Cipз, favorecidos pelas alteraушes no uso do solo no em torno da serra, como silvicultura, mineraусo e manejo de pastagens.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20abietoides","Cerrado"],
    [288,"APOCYNACEAE","Hemipogon furlanii","(Fontella) Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana ou subarbusto escandente encontrada nos Campos Rupestres de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, EOO de 223,18 km▓ e AOO de 12 km▓. Raramente coletada, hр trЖs coletas em uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Juramento. ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat, por sua Щnica populaусo estar prзxima a uma vila com prрticas de queimadas e introduусo de espжcies exзticas invasoras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20furlanii","Cerrado"],
    [289,"APOCYNACEAE","Hemipogon harleyi","(Fontella) Goyder","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Liana dos Campos Rupestres do sul da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuiусo restrita com EOO de 207,08 km▓ e AOO de 12 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, nos municьpios de Abaьra e MucugЖ. Raramente foi coletada, com ocorrЖncias entre 1976 e 2007. ╔ ameaуada devido a incЖndios, desmatamento, extraусo de madeira, manejo inadequado de pastagens e atividades agropecuрrias nas рreas em torno das serras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [290,"APOCYNACEAE","Hemipogon hatschbachii","(Fontella & Marquete) Rapini","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais, tem distribuiусo restrita, e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, em parte da Serra do Cipз. Apresenta EOO de 26,55 km▓ e AOO de 12 km▓. Poucas coletas foram realizadas entre 1968 e 2008. ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat em decorrЖncia de aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20hatschbachii","Cerrado"],
    [291,"APOCYNACEAE","Hemipogon irwinii","Fontella & Paixсo","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com EOO maior que 20.000 km▓, com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC) e sem informaушes sobre ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20irwinii","Cerrado"],
    [292,"APOCYNACEAE","Hemipogon piranii","(Fontella) Rapini","CR","B1ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea escandente, rara, encontrada nos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 64,19 km▓ e AOO de 20 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa na porусo oeste da Serra do Cipз, no municьpio de Santana do Pirapama. Tem registradas ocorrЖncias entre 1982 e 2007, parte dessas em fazendas, em locais prзximos a estradas ou em рreas nсo protegidas. ╔ ameaуada pelo declьnio na extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat em decorrЖncia do uso e da ocupaусo do solo, do desmatamento e dos incЖndios.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hemipogon%20piranii","Cerrado"],
    [293,"APOCYNACEAE","Jobinia hatschbachii","Fontella & E.A.Schwarz","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de trepadeira, rara, encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Mista, no Estado do Paranр. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Piraquara (fazenda Cжu Azul). ╔ ameaуada pela intensa exploraусo da madeira de Araucрria ocorrida no municьpio no passado, a qual desmatou 75% da рrea original de florestas. Isso reduziu severamente sua distribuiусo jр restrita, a EOO de 280,15 km▓ e AOO de 4 km▓.  Atualmente, o desmatamento estр reduzido ou atж mesmo cessou, pelo fato de a regiсo fazer parte da ┴rea de Proteусo Ambiental do Rio Iraь, que abastece a cidade de Curitiba. Ainda assim, a espжcie nсo ж coletada desde 1970.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jobinia%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [294,"APOCYNACEAE","Macroditassa adnata","(E.Fourn.) Malme","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo no Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20adnata","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [295,"APOCYNACEAE","Macroditassa lagoensis","(E.Fourn.) Malme","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo na regiсo serrana do RJ, com registros em Minas Gerais. Possui EOO maior que 20.000 km▓ e ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Nсo possui informaусo de ameaуa.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20lagoensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [296,"APOCYNACEAE","Macroditassa marianae","Fontella & M.V.Ferreira","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva, rara, tem distribuiусo restrita Яs Restingas do Estado de Sсo Paulo. Tem AOO de 4 km▓. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, na praia de Maranduba, no municьpio de Ubatuba. ╔ ameaуada pelo declьnio de habitat em decorrЖncia da especulaусo imobiliрria e ocupaусo das Restingas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroditassa%20marianae","Mata AtlРntica"],
    [297,"APOCYNACEAE","Macroscepis aurea","E.Fourn.","DD","","","Tainan Messina","A espжcie foi descrita para Minas Gerais, e seus registros mais recentes sсo do Paranр e Rio Grande do Sul. Mas nсo ж coletada hр mais de 30 anos (Rapini com. pess.). A taxonomia do gЖnero ainda nсo ж bem definida. Hр uma revisсo em andamento. Por isso a espжcie foi incluьda como \"Deficiente de Dados\" (DD), atж que as informaушes taxonЗmicas possam esclarecer melhor a delimitaусo do tрxon.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroscepis%20aurea","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [298,"APOCYNACEAE","Macroscepis magnifica","Malme","DD","","","Tainan Messina","GЖnero com problemas taxonЗmicos e hр uma revisсo em andamento. Por isso a espжcie foi classificada como \"Deficiente de Dados\" (DD), atж que novas informaушes taxonЗmicas esclareуam melhor os limites e as referЖncias do tрxon.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macroscepis%20magnifica","Mata AtlРntica (Koch, Rapini, 2011)."],
    [299,"APOCYNACEAE","Malouetia cestroides","(Nees ex Mart.) MЧll.Arg.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo na costa atlРntica e em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Sem informaусo sobre ameaуas especьficas.","2012-02-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malouetia%20cestroides","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [300,"APOCYNACEAE","Mandevilla coccinea","(Hook. & Arn.) Woodson","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nas regiшesCentro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 1.198.661 km▓. Segundo informaусodisponьvel, embora rara, a espжcie estр presente no Cerrado e na MataAtlРntica, nos Campos Rupestres e Campos de Altitude.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20coccinea","Cerrado"],
    [301,"APOCYNACEAE","Mandevilla fragrans","(Stadelm.) Woodson","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na regiсoSudeste com EOO de 219.114 km▓. Liana rara, com poucas coletas ж encontrada em Floresta OmbrзfilaDensa e Restinga, presente no PARNA da Restinga deJurubatiba (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20fragrans","Mata AtlРntica"],
    [302,"APOCYNACEAE","Mandevilla hirsuta","(A.Rich.) K.Schum.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem ampla distribuiусocom EOO de 7.151.033 km▓, em todas as regiшes, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20hirsuta","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [303,"APOCYNACEAE","Mandevilla sellowii","(MЧll.Arg.) Woodson","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na regiсoSudeste com EOO de 31.861 km▓. Liana, encontrada na Mata AtlРntica, em FlorestaEstacional Semidecidual, em afloramentos rochosos. Pela extensсo de ocorrЖnciaestar prзxima ao limiar de vulnerabilidade, embora tendo sido coletada em cinco unidades de conservaусo (SNUC), as coletas sсo poucas e antigas. Sugerimos maisestudos sobre a espжcie.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20sellowii","Mata AtlРntica"],
    [304,"APOCYNACEAE","Mandevilla venulosa","(MЧll.Arg.) Woodson","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na regiсoSudeste com EOO de 27.972 km▓. Arbusto encontrado em afloramentos rochosos nosCampos de Altitude do Sul de Minas Gerais e na divisa com Sсo Paulo. Comextensсo de ocorrЖncia prзxima ao limiar de vulnerabilidade sugerimos maisestudos sobre a espжcie.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandevilla%20venulosa","Mata AtlРntica"],
    [305,"APOCYNACEAE","Marsdenia altissima","(Jacq.) Dugand","LC","","","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусono Brasil, com EOO de 5.186.426 km▓ e com representaусo em todos os habitats,exceto na regiсo Sul.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20altissima","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [306,"APOCYNACEAE","Marsdenia fontellana","Morillo & Carnevali","DD","","","Tainan Messina","Espжcie de subarbusto volЩvel da Mata AtlРntica, encontrada em borda de mata, incluindo locais alagadiуos. Distribuiусo restrita com EOO de 3.911 km▓. Primeira coleta em 1921 e a Щltima em 1991. Conhecida de trЖs situaушes de ameaуa, nos municьpios do Rio de Janeiro, Nova Friburgo e Linhares. Entretanto, essa espжcie pertence a um complexo de espжcies que carece de maiores estudos para definiусo dos limites taxonЗmicos entre eles (Rapini, com. pess.). Por isso, a espжcie deve, nessa avaliaусo, ser classificada como \"Deficiente de Dados\" (DD), atж que estudos taxonЗmicos possam esclarecer melhor a definiусo do tрxon.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20fontellana","Mata AtlРntica"],
    [307,"APOCYNACEAE","Marsdenia otoniense","Fontella & Morillo","CR","B2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva que ocorre em рreas de Floresta AtlРntica Semidecьdua, rara, conhecida apenas pela coleta-tipo, realizada hр quase 50 anos. Tem distribuiусo restrita ao municьpio de Teзfilo Otoni, no Estado de Minas Gerais, com AOO de 4 km▓. ╔ ameaуada pelo declьnio contьnuo em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e em qualidade do habitat em decorrЖncia do desmatamento no municьpio, que jр atingiu 84,63% de sua рrea original de Mata AtlРntica, e ainda nсo cessou.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20otoniense","Mata AtlРntica"],
    [308,"APOCYNACEAE","Marsdenia queirozii","Fontella","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana da Caatinga do Estado da Bahia. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 518,14 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, nos municьpios de Barra e Bom Jesus da Lapa. As poucas coletas ocorreram somente na dжcada de 90. ╔ ameaуada pela perda de рrea e qualidade do habitat, em decorrЖncia do desmatamento, estimado em 30 a 51% em toda a caatinga. Nos municьpios de ocorrЖncia, sсo fortes as atividades de extraусo de lenha e madeira em tora.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marsdenia%20queirozii","Caatinga"],
    [309,"APOCYNACEAE","Matelea bahiensis","Morillo & Fontella","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de liana da Mata AtlРntica dos Estados da Bahia e Espьrito Santo, vive em Floresta Pluvial e Restinga. Tem distribuiусo restrita e disjunta, EOO de 17.299,70 km▓ e AOO de 28 km▓. Estр sujeita de trЖs a cinco situaушes de ameaуa (municьpio de Itabuna no Estado da Bahia, e Guarapari e Linhares no Estado do Espьrito Santo). Como tem distribuiусo disjunta, a anрlise por AOO se faz mais adequada. Foi coletada com baixa frequЖncia entre 1968 a 1992, em regiсo costeirade grande crescimento demogrрfico, atividades agrьcolas e turismo. ╔ ameaуada pelo declьnio de рrea de ocupaусo e perda de habitat em decorrЖncia da ocupaусo das Restingas e desmatamento das florestas costeiras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20bahiensis","Mata AtlРntica"],
    [310,"APOCYNACEAE","Matelea glaziovii","(E.Fourn.) Morillo","VU","B2ab(ii,iii,iv)","","Tainan Messina","Especie rara de liana da Mata AtlРntica, encontrada em florestas primрrias. Tem distribuiусo restrita, AOO de 44 km▓. Estр sujeita a sete situaушes de ameaуa: municьpios de Guaratuba, Cerro Azul e Campina Grande do Sul, no Estado do Paranр, Sapucaь-Mirim, no Estado de Minas Gerais, Fontes do Ipiranga e Sсo Paulo no Estado de Sсo Paulo, e municьpio de Petrзpolis no Estado do Rio de Janeiro. Foi coletada apenas sete vezes entre 1950 e 1981. ╔ ameaуada pelo declьnio no nЩmero de situaушes de ameaуa, рrea de ocupaусo e perda de habitat. Nos Estados citados, nсo ж coletada hр muitos anos (50 anos, no Paranр, 62 anos em Minas Gerais, 44 anos no Rio de Janeiro e 30 anos em Sсo Paulo. A Floresta Primрria Montana tem sido drasticamente reduzida e fragmentada ao longo do perьodo histзrico de desmatamento, que causou a reduусo da рrea de ocupaусo da espжcie. Os locais de coleta em MG, RJ, SP e PR estсo fora de unidadesde conservaусo (SNUC), na Serra do Mar e da Mantiqueira, regiшes cuja economia baseia-se na agricultura, pecuрria e no turismo de veraneio.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [311,"APOCYNACEAE","Matelea hatschbachii","(Fontella & Valente) Morillo","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie rara que ocorre na MataAtlРntica do Estado do Paranр com EOO de 5.849,81 km▓ e AOO de 24 km▓. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, nos municьpios de Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Londrina, Paranaguр e TelЖmaco Borba. As coletas tЖm mais de 30anos, sendo apenas uma recente, em habitat extremamente impactado. ╔ ameaуada pela perda de habitat em decorrЖncia do desmatamento para atividades agropecuрrias e silvicultura.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [312,"APOCYNACEAE","Matelea marcoassisii","Fontella","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie de liana da Mata AtlРntica do litoral dos Estado de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Tem distribuiусo restrita, EOO de 580,82 km▓ e AOO de 16 km▓. Conhecida por poucas coletas da dжcada de 1990, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa nos municьpios de Ubatuba, no Estado de Sсo Paulo, e Mangaratiba, no Estado do Rio de Janeiro. O aumento dos deslizamentos e desmoronamentos de encostas ж ameaуa potencial Я espжcie e decorre da crescente ocupaусo das encostas Яs margens da rodovia federal BR-101 e do crescimento urbano e turьstico.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20marcoassisii","Mata AtlРntica"],
    [313,"APOCYNACEAE","Matelea santosii","Morillo & Fontella","EN","B1ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de liana da Mata AtlРntica do Estado da Bahia. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 524 km▓ e AOO de 8 km▓. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, na regiсo entre os municьpios de Itabuna e Itaju do ColЗnia. Nсo ж coletada hр cerca de 40 anos. ╔ ameaуada pelo declьnio do habitat em decorrЖncia do desmatamento para manejo de pastagens, com perda da рrea de ocupaусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Matelea%20santosii","Mata AtlРntica"],
    [314,"APOCYNACEAE","Metastelma giuliettianum","Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de liana, encontrada nos Campos Rupestres, na regiсo sul da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 784,98 km▓ e AOO de 28 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, nas serras dos municьpios de Rio de Contas, Abaьra e MucugЖ. ╔ ameaуada pelo declьnio de habitat em decorrЖncia do aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios por alteraусo do uso do solo, como desmatamento e manejo de pastagens.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metastelma%20giuliettianum","Caatinga, Cerrado"],
    [315,"APOCYNACEAE","Metastelma harleyi","Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana de Campos Rupestres da Chapada Diamantina no Estado da Bahia. Apresenta EOO de 4.045,27 km▓ e AOO de 64 km▓. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, nos municьpios de Abaьra, Lenузis, MucugЖ, Palmeiras e Rio de Contas. Estр presente em unidades de conservaусo (SNUC). ╔ ameaуada pela perda da qualidade de habitat, em decorrЖncia de alteraусo de uso do solo e aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios, favorecidos pelo desmatamento e manejo de pastagens.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metastelma%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [316,"APOCYNACEAE","Minaria abortiva","(Silveira) Rapini","DD","","","Tainan Messina","Espжcie faz parte do complexo de \"Minaria cordata\", cuja delimitaусo ainda ж difusa e indefinida. Necessрrio revisсo taxonЗmica para nova avaliaусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20abortiva","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [317,"APOCYNACEAE","Minaria acerosa","(Mart.) T.U.P.Konno & Rapini","LC","","","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусocom EOO de 1.701.035 km▓ nas regiшes Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20acerosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [318,"APOCYNACEAE","Minaria bifurcata","(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de subarbusto de Campos Rupestres do Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com AOO de 4 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, o municьpio de Diamantina. ╔ conhecida apenas pelo material-tipo coletado na dжcada de 1970. Expediушes cientьficas nos Щltimos cinco anos nсo obtiveram Жxito em reencontrр-la. ╔ ameaуada pela perda de рrea e da qualidade do habitat em decorrЖncia do histзrico da ocupaусo da regiсo por mineraусo, garimpo e pelo uso de prрticas inadequadas de manejo de pastagens.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20bifurcata","Cerrado"],
    [319,"APOCYNACEAE","Minaria diamantinensis","(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de subarbusto do Campo Rupestre do Planalto de Diamantina, no Estado de Minas gerais. Tem distribuiусo restrita, EOO de 2,55 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Diamantina, onde foi coletada cinco vezes na beira da estrada, trЖs delas entre 2000 e 2007. ╔ ameaуada pela perda de рrea e da qualidade do habitat, em decorrЖncia de incЖndios favorecidos pela alteraусo de uso do solo por estradas e pela criaусo extensiva de gado.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20diamantinensis","Cerrado"],
    [320,"APOCYNACEAE","Minaria grazielae","(Fontella & Marquete) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de subarbusto, formador de touceiras entre as rochas em рreas de Campo Rupestre no Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. A distribuiусo ж restrita e bem conhecida, com EOO de 422,92 km▓ e AOO de 52 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Diamantina. ╔ ameaуada pela perda de рrea e da qualidade do habitat, em decorrЖncia do histзrico de mineraусo e garimpo e pelos atuais usos do solo, com crescimento da atividade turьstica e agropecuрria.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20grazielae","Cerrado"],
    [321,"APOCYNACEAE","Minaria hemipogonoides","(E.Fourn.) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara de subarbusto dos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 373,68 km▓ e AOO de 8 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no municьpio de Santana do Riacho. Nсo era coletada havia quase 100 anos quando foi re-coletada em 2008, apзs anos de tentativas. Ameaуada pela perda da qualidade do habitat, em decorrЖncia do aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios, favorecidos pelo crescimento da atividade turьstica, turismo de veraneio, e manejo de pastagens e silvicultura no em torno da Serra do Cipз.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20hemipogonoides","Cerrado"],
    [322,"APOCYNACEAE","Minaria inconspicua","(Rapini) Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea com distribuiусo restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 346,15 km▓ e AOO de 16 km▓. Encontra-se em pelo menos cinco situaушes de ameaуa. Planta rara e de difьcil detecусo no campo, vive nos CamposRupestres e Brejos Estacionais, e estр ameaуada pela perda de рrea e de qualidade do habitat, apesar de estar presente no Parque Municipal de Biribiri. Sua regiсo de ocorrЖncia estр sujeita ao fogo e aos efeitos do uso como pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20inconspicua","Cerrado"],
    [323,"APOCYNACEAE","Minaria lourteigiae","(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini","DD","","","Tainan Messina","Em razсo de que essa espжcie apresenta delimitaусo confusa dentro do complexo \"Minaria cordata\" e distribuiусo errрtica, ж classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20lourteigiae","Cerrado"],
    [324,"APOCYNACEAE","Minaria magisteriana","(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie subarbustiva, cespitosa, rara, ocorrendo na Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, EOO de 81,99 km▓ e AOO de 16 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, referentes aos municьpios de Santanado Riacho e Santana de Pirapama. ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat em decorrЖncia do aumento da frequЖncia e intensidade de incЖndios.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20magisteriana","Cerrado"],
    [325,"APOCYNACEAE","Minaria monocoronata","(Rapini) T.U.P.Konno & Rapini","CR","B2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea ou subarbustiva, rara e com distribuiусo restrita, encontrada sobre solos ferrugьneos, em рreas de Campos Rupestres ou Canga, ao sul da Cadeia doEspinhaуo. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, no quadrilрtero ferrьfero, no Estado de Minas Gerais. Sua рrea de ocupaусo histзrica ж de 8 km▓. A mineraусo tem longo histзrico de atividade na regiсo e causa declьnio de extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e perda de рrea de habitat. Em uma das duas localidade conhecidas, a Serra do Rola-Moуa, a espжcie nсo era coletada desde a dжcada de1960, tendo sido encontrada em 2012 em рrea protegida porжm susceptьvel ao fogo, prзxima de рreas urbanizadas. ╔ improvрvel que ainda exista na Serra do Itabirito, a outra localidade conhecida da espжcie, devido Яintensa atividade de mineraусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20monocoronata","Mata AtlРntica"],
    [326,"APOCYNACEAE","Minaria polygaloides","(Silveira) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie rara que ocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 266,35 km▓ e AOO de 28 km▓, em menos de cinco locais emsituaусo de ameaуa. A espжcie tЖm poucase antigas coletas, todas na Serra do Cipз, nos Campos Rupestres, habitatsujeito Я deterioraусo pelo uso indevido pelo turismo, agricultura, pastagem e fogo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20polygaloides","Cerrado"],
    [327,"APOCYNACEAE","Minaria refractifolia","(K.Schum.) T.U.P.Konno & Rapini","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie subarbustiva que forma touceiras. Tem distribuiусo restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Apresenta EOO de 2.213,06 km▓ e AOO de 112 km▓. Estр sujeita a sete situaушes de ameaуa, nos municьpios de Diamantina, Datas, Gouveia, Trinta-Rжis, Presidente Kubitschek, Serro e Sсo Gonуalo do Rio Preto. ╔ ameaуada pelo contьnuo declьnio de habitat, devido ao manejo de pastagens para criaусo extensiva de gado. O local de ocorrЖncia foi, no perьodo colonial, objeto de intensa ocupaусo para a atividade de mineraусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20refractifolia","Cerrado"],
    [328,"APOCYNACEAE","Minaria semirii","(Fontella) T.U.P.Konno & Rapini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","A espжcie arbustiva dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 208,15 km▓ e рrea de ocupaусo de 16 km▓. Encontra-se em duas situaушes de ameaуa, no municьpio de Santana do Riacho, na Serra do Cipз. Hр registro de poucas coletas entre 1951 e 2008. ╔ ameaуada pelo declьnio de habitat, em decorrЖncia do aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios, por alteraушes do uso do solo no em torno do Parque Nacional da Serra do Cipз, por atividades como turismo desordenado, especulaусo imobiliрria, agricultura e pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minaria%20semirii","Cerrado"],
    [329,"APOCYNACEAE","Orthosia itatiaiensis","Malme","LC","","","Tainan Messina","Espжcie de subarbusto volЩvel da Mata AtlРntica da regiсo Sudeste. Extensсo de ocorrЖncia de 64.719 km▓, e apresenta populaушes em ao menos cinco unidades de conservaусo (SNUC). Devido a ocorrЖncia em trechos ainda preservados de Mata AtlРntica e por ainda ter sido coletada na Щltima dжcada, o que vem ocorrendo desde 1926,  a espжcie nсo pode ser considerada como ameaуada.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthosia%20itatiaiensis","Mata AtlРntica"],
    [330,"APOCYNACEAE","Oxypetalum arnnotianum","H.Buek","NT","","","Tainan Messina","Espжcie de subarbusto ereto de formaушes campestres, incluindo restingas a campos de altitude, da Mata AtlРntica e do Pampa. Distribuiусo ampla, desde o Estado de Sсo Paulo ao Rio Grande do Sul, com extensсo de ocorrЖncia de 185.392 km▓. Mas as рreas com fitofisionomia campestre na Mata AtlРntica apresentam padrсo insular, com рreas relativamente pequenas se comparadas com as outras fitofisionomias. Isso permite que a рrea de ocupaусo possa ser um critжrio vрlido para avaliaусo dessa espжcie. Sua рrea de ocupaусo conhecida ж de 60 km▓. Entretanto ж conhecida de mais de 10 situaушes de ameaуa e tem sido coletada de 1910 a 2006, incluindo unidades de conservaусo (SNUC). Pode estar ameaуada em escala regional devido a ocorrЖncia em fitofisionomias de pequena amplitude e isoladas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20arnnotianum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [331,"APOCYNACEAE","Oxypetalum capitatum","Mart.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie lenhosa na base, atж 55 cm altura, com ampla distribuiусo nos campos do Brasil, no Cerrado, Caatinga e Mata AtlРntica e AmazЗnia. Extensсo de ocorrЖncia de 4.292.361 km▓. Encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). Pressсo de uso ou ameaуa especьfica.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20capitatum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [332,"APOCYNACEAE","Oxypetalum confusum","Malme","LC","","","Tainan Messina","A espжcie ocorre nas regiшesSudeste e Sul com EOO de 62.873 km▓, e tambжm na Argentina.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20confusum","Mata AtlРntica"],
    [333,"APOCYNACEAE","Oxypetalum dusenii","Malme","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie arbustiva de formaушes campestres do Estado doParanр. Distribuiусo restrita a uma EOO de 4.919 km▓ e 32 km▓ de AOO. Encontra-se em duas situaушes de ameaуa: a regiсo metropolitana dos municьpios de Curitiba e Ponta Grossa. As coletas da espжcie foram realizadas entre 1903 a 1999, com baixa frequЖncia ao longo das dжcadas. ╔ ameaуada pelo declьnio na extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e perda de рrea e da qualidade do habitat em decorrЖncia do crescimento demogrрfico de regiсo metropolitana, por atividades ligadas Я infraestrutura de desenvolvimento e Яs atividades de agropecuрria e silvicultura.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [334,"APOCYNACEAE","Oxypetalum ekblomii","Malme","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie rara que ocorre nas regiшes Centro-Oeste, nos Estados do Mato Grosso, Goiрs e Distrito Federal, e Sudeste, nos Estados de Minas Gerais e SсoPaulo. Apesar de sua ampla distribuiусo (EOO=201.692,80 km▓) a espжcie possui AOO de 24 km▓. ╔ conhecida em menos de cinco locais em situaусode ameaуa, a partir de quatro coletas muito antigas, entre 1894 e 1994. ╔ ameaуada pela perda de habitat devido Я substituiусo de extensas рreas de vegetaусo nativa por plantaушes.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20ekblomii","Cerrado"],
    [335,"APOCYNACEAE","Oxypetalum glaziovii","(E.Fourn.) Fontella & Marquete","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","A espжcie ж encontrada na Serrada Mantiqueira entre os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, com EOO de 1.348,04 km▓. A espжcie ж rara, vivendo acima de 1.800 m, entre pedras,em cinco locais em situaусo de ameaуa. Embora presente em duas unidades deconservaусo (SNUC), sua рrea de ocorrЖncia estр sujeita a degradaусo, pelo fogo e pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [336,"APOCYNACEAE","Oxypetalum leonii","Fontella","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","A espжcie ж encontrada na Serrado Caparaз, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 139,48 km▓.╔ rara, vivendo em formaушes campestres, em um Щnico local em situaусo de ameaуa.Embora a рrea de ocorrЖncia seja uma unidade de conservaусo (SNUC), estр sujeita Я degradaусo pelo fogo e pastagem.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20leonii","Mata AtlРntica (Koch, Rapini, 2011)."],
    [337,"APOCYNACEAE","Oxypetalum lineare","Decne.","LC","","","Tainan Messina","A espжcie ocorre nas regiшesCentro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 140.337 km▓. Segundo informaусo disponьvelocorre em unidade de conservaусo (SNUC) no Paranр.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20lineare","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [338,"APOCYNACEAE","Oxypetalum mexiae","Malme","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de trepadeira com distribuiусo restrita Яs Florestas Semidecьduas da Mata AtlРntica do Estado de Minas Gerais. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, a regiсo do municьpio de Viуosa. Apresenta EOO de 287,39 km▓ e AOO de 4 km▓. Estima-se que enfrente declьnio da рrea de ocupaусo, qualidade do habitat e nЩmero de indivьduos maduros devido ao desmatamento e Я fragmentaусo para atividades de agropecuрria e silvicultura. O manejo de fragmentos florestais nativos tambжm ж uma ameaуa Я espжcie, que pode ser cortada para acelerar o crescimento das espжcies arbзreas. A Щltima coleta registrada de 1982.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20mexiae","Mata AtlРntica"],
    [339,"APOCYNACEAE","Oxypetalum regnellii","(Malme) Malme","NT","","","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados deMG, RJ e SP com EOO de 21.978 km▓. ╔ encontrada na Floresta Pluvial Montana, Camposde Altitude e Campos Rupestres, e em duas unidades de conservaусo (SNUC). Pelaproximidade do valor da EOO com o limiar de vulnerabilidade, categorizamos aespжcie como \"Quase ameaуada\" (NT). Conhecida de oito situaушes de ameaуa, em Teresзpolis, Itatiaia, Rio de Janeiro, Resende, Camanducaia, Itamonte, Caldas, Sсo Bento do Sapucaь, por coletas relativamente frequentes entre 1913 e 2007.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20regnellii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [340,"APOCYNACEAE","Oxypetalum strictum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie arbustiva ereta a trepadeira dos campos rupestres do Espinhaуo pelas regiшes Nordeste e Sudeste. Ampla EOO, 121.209 km▓ e AOO de 304 km▓, em diversas localidades, incluindo unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20strictum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [341,"APOCYNACEAE","Oxypetalum warmingii","(E.Fourn.) Fontella & Marquete","LC","","","Tainan Messina","A espжcie ocorre nas regiшes Centro-Oeste,Sudeste e Sul, com EOO de 383.694 km▓. Encontrada no Cerrado e na Mata AtlРntica,tambжm presente em рreas perturbadas.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxypetalum%20warmingii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [342,"APOCYNACEAE","Petalostelma calcaratum","(Decne.) Fontella","DD","","","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Brasil, citada para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No entanto a falta de uma revisсo taxonЗmica do gЖnero, aliada a sua caracterьstica de flores diminutas dificulta a identificaусo das espжcies. Por isso deve ser considerada como deficiente de dados atж que uma revisсo delimite melhor as espжcies.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petalostelma%20calcaratum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [343,"APOCYNACEAE","Prestonia bahiensis","MЧll.Arg.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nas regiшesNordeste e Sudeste, com representantes na Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica,com EOO de 1.420.163 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC). Segundo informaусodisponьvel, no Estado de Sсo Paulo, sз existe uma coleta antiga, e ж possьvelque esteja localmente extinta. Sugerimos mais estudos para elucidar este status.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20bahiensis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [344,"APOCYNACEAE","Prestonia quinquangularis","(Jacq.) Spreng.","LC","","","Tainan Messina","A espжcie ocorre em todas asregiшes do Brasil, com representantes em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20quinquangularis","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [345,"APOCYNACEAE","Prestonia riedelii","(MЧll.Arg.) Markgr.","LC","","","Tainan Messina","A espжcie ocorre nas regiшesCentro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 760.552 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20riedelii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [346,"APOCYNACEAE","Prestonia solanifolia","(MЧll.Arg.) Woodson","EN","B2ab(iii,iv)","","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, com EOO de157.763,06 km▓ e рrea de ocupaусo de 28 km▓. A espжcie ж rara, ascoletas sсo muito antigas, sendo a mais recente de 1976, em cinco locais emsituaусo de ameaуa em Minas Gerais. Em Sсo Paulo sз hр uma coleta de 1894,sendo possьvel que esteja extinta. Vivendo na Mata AtlРntica e do Cerrado, alжm derara e pouco coletada, teve seu habitat destruьdo e nсo se encontra em unidadesde conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20solanifolia","Mata AtlРntica"],
    [347,"APOCYNACEAE","Prestonia tomentosa","R.Br.","LC","","","Tainan Messina","A espжcie ж comum e amplamente distribuьdaem todas as regiшes do Brasil, com EOO de 4.732.489 km▓.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestonia%20tomentosa","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [348,"APOCYNACEAE","Tabernaemontana cumata","Leeuwenb.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea da Floresta de Terra Firme da AmazЗnia. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 253,42 km▓ e AOO de 4 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, na cidade de Manaus, a partir de trЖs coletas entre 1943 e 1973. ╔ ameaуada pela perda de habitat e рrea de ocupaусo devido ao desmatamento e crescimento em torno de Manaus.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabernaemontana%20cumata","AmazЗnia"],
    [349,"APOCYNACEAE","Tabernaemontana muricata","Link ex Roem. & Schult.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados doAcre e Amazonas, com EOO de 698.336 km▓. Encontrada na floresta nсo inundрvel,pluvial e semidecьdua, na Reserva Florestal Ducke e no Instituto AgronЗmico doNorte.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabernaemontana%20muricata","AmazЗnia"],
    [350,"APOCYNACEAE","Tassadia obovata","Decne.","LC","","","Tainan Messina","Segundo informaусo disponьvel, жa espжcie com maior distribuiусo no gЖnero. Representada nas regiшes Norte,Nordeste, Sudeste e Sul, com EOO de 4.528.348 km▓, inclusive em Unidades deConservaусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tassadia%20obovata","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [351,"APOCYNACEAE","Temnadenia violacea","(Vell.) Miers","LC","","","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусonas regiшes Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 1.844.067 km▓,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Temnadenia%20violacea","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [352,"AQUIFOLIACEAE","Ilex auricula","S.Andrews","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva endЖmica dos Campos Naturais da Serra de Sincorр, no Estado da Bahia. ╔ conhecida pela coleta tipo de 1974, no municьpio de Barra da Estiva, em uma regiсo nсo protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina. Apresenta AOO de 8Km▓ e apenas uma situaусo de ameaуa. O desmatamento e os incЖndios para expansсo da fronteira agrьcola causam perda de рrea de ocupaусo e da qualidade do habitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20auricula","Caatinga, Cerrado"],
    [353,"AQUIFOLIACEAE","Ilex chamaedryfolia","Reissek","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea da Mata AtlРntica de altitude da regiсo sudeste ao norte de Santa Catarina. Sem uso ou pressсo especьfica. Coletada frequentemente.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20chamaedryfolia","Mata AtlРntica"],
    [354,"AQUIFOLIACEAE","Ilex loranthoides","Mart. ex Reissek","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo muito restrita. ╔ conhecida por apenas cinco situaушes de ameaуa, disjuntas em uma EOO de 15.444,99 km▓, em рreas de serras no Estado de Minas Gerais. ╔ vulnerрvel devido Яs ameaуas potenciais, que podem provocar o declьnio populacional e a extinусo de subpopulaушes, tais como a mineraусo, obras de infraestrutura e incЖndios.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20loranthoides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [355,"AQUIFOLIACEAE","Ilex neblinensis","Edwin","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea, encontrada na Venezuela e, no Brasil, somente no Pico da Neblina. Conhecida apenas das coletas tipo, em 1957, com indicativo de ocorrЖncia frequente. A regiсo ж pouco coletada, mas apresenta habitats preservados, sem ameaуas potenciais.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20neblinensis","AmazЗnia"],
    [356,"AQUIFOLIACEAE","Ilex paraguariensis","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de pequeno porte com ampla distribuiусo na Mata AtlРntica da Amжrica do Sul, com intenso uso no preparo de bebidas tЗnicas (chрs) e outras aplicaушes, como medicinal e cosmжtico. Historicamente coletada por ьndios, hoje seu uso habitual tem escala industrial, porжm ж muito cultivada e a pressсo de coleta de folhas nсo levou a reduусo drрstica da populaусo natural, devido tambжm a boa capacidade de regeneraусo. Embora nсo esteja ameaуada, ж uma espжcie dependente de medidas de conservaусo que assegurem a preservaусo da populaусo natural, as boas prрticas de manejo e o melhoramento genжtico. Trata-se de uma espжcie modelo em que a pressсo de uso nсo se configura uma ameaуa e sim em oportunidade de aliar desenvolvimento com atividades sustentрveis.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20paraguariensis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [357,"AQUIFOLIACEAE","Ilex prostrata","Groppo","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea com distribuiусo restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 14,66 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. ╔ conhecida por quatro coletas entre os anos de 1991 e 2001. Encontra-se ameaуada pela perda da qualidade do habitat resultante de atividades mineradoras e carvoeiras, entre outras ameaуas frequentes na regiсo de ocorrЖncia da espжcie.","2012-10-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ilex%20prostrata","Cerrado"],
    [358,"ARACEAE","Anthurium bromelicola","Mayo & L.P.Felix","NT","","","Tainan Messina","Anthurium bromelicola ж uma espжcie que ocorrem nos Estados de Pernambuco, Bahia e Alagoas com ampla extensсo de ocorrЖncia (EOO=126.872,560 km▓). Porжm, as subpopulaушes apresentam diferentes de nьveis de ameaуa, de acordo com as formaушes vegetacionais que ocorrem, alжm de apresentar hрbito epifьtico em bromжlias terrestres.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20bromelicola","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [359,"ARACEAE","Anthurium coriaceum","G.Don","LC","","","","Anthurium coriaceum G.Don ж uma espжcie amplamente distribuьda ao longo da costa brasileira, do Paranр ao Rio Grande do Norte, ocorrendo tambжm em vales de montanhas e ambientes rochosos. As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esta espжcie em virtude da sua ampla distribuiусo e nсo apresentar ameaуa direta ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20coriaceum","Mata AtlРntica"],
    [360,"ARACEAE","Anthurium fontellanus","Nadruz & Leoni","DD","","","Tainan Messina","Anthurium fontellanus tem um registro Щnico de coleta no Estado de Sсo Paulo, porжm mencionada pelo especialista a existЖncia de trЖs pontos de coleta e ocorrente tambжm em Minas Gerais. O endemismo extremo e a estimativa de populaусo reduzida ao nЩmero mрximo de 250 indivьduos poderр levр-la a categoria de ameaуa como \"Vulnerрvel\" (VU D2).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20fontellanus","Mata AtlРntica"],
    [361,"ARACEAE","Anthurium ianthinopodum","(Schott ex Engl.) Nadruz & Mayo","NT","","","Tainan Messina","Anthurium ianthinopodum ж uma espжcie que ocorre nos Estados da Bahia e Espьrito Santo, em vegetaусo costeira, com extensсo de ocorrЖncia de 60.224 km▓. Apesar de muitas subpopulaушes ocorrerem em unidades de conservaусo (SNUC), os empreendimentos industriais e de infra-estrutura, especialmente no Estado do Espьrito Santo, proporcionarсo a perda de habitat no ambiente costeiro e consequente reduусo e perda das subpopulaушes.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20ianthinopodum","Mata AtlРntica"],
    [362,"ARACEAE","Anthurium jilekii","Schott","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсoaplicрveis para esse espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусo enсo apresenta ameaуas diretas ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20jilekii","Mata AtlРntica"],
    [363,"ARACEAE","Anthurium jureianum","Cath. & Olaio","VU","D2","","Tainan Messina","Anthurium jureianum Cath. & Olaio ж encontrada na Estaусo Ecolзgica da Jurжia, Estado de Sсo Paulo, em vegetaусo de Mata AtlРntica. Em virtude do endemismo extremo e da ameaуa iminente da reduусo desta formaусo vegetal ж categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20jureianum","Mata AtlРntica"],
    [364,"ARACEAE","Anthurium kunthii","Poepp.","LC","","","Tainan Messina","Anthurium kunthii, no Brasil, ocorre nos Estados doAmazonas e Acre, e encontra-se protegida em unidades de conservaусo (SNUC). Ascategorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que nсoapresenta ameaуas diretas ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20kunthii","AmazЗnia"],
    [365,"ARACEAE","Anthurium langsdorffii","Schott","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Anthurium langsdorffii  ж uma espжcie endЖmicada regiсo sul do Estado do Rio de Janeiro e do vale doParaьba, no norte do Estado de Sсo Paulo. Possui EOO menor do que 5.000 km▓ e AOO inferior a 500 km▓. A espжcie ocupa habitat especьfico e muito restrito. Assim, aacelerada reduусo da Floresta AtlРntica nessas regiшes sсo fatores quecaracterizam uma significativa ameaуa. A espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20langsdorffii","Mata AtlРntica"],
    [366,"ARACEAE","Anthurium longifolium","(Hoffmanns.) G.Don","LC","","","Tainan Messina","Anthurium longifolium tem ampla distribuiусo no Sudeste do Brasil, ocorrendo em Mata AtlРntica em vertentes de montanhas e matas de galeria. As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para essa espжcieuma vez que nсo apresenta ameaуas diretas ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20longifolium","Mata AtlРntica"],
    [367,"ARACEAE","Anthurium lucidum","Kunth","EN","B1ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Anthuriumlucidum Kunthж uma espжcie endЖmica do Parque Nacional da Tijuca, no Estado do Rio de Janeiro. Tem extensсo de ocorrЖncia reduzida (EOO=211,73 Km▓) e subpopulaушes comnЩmero inferior a 500 indivьduos. A Floresta da Tijuca ж uma floresta urbanasujeita a aусo antrзpica direta pela presenуa de diversas trilhas, рreas devisitaусo e incЖndios resultantes, principalmente, da soltura de balшes, sobretudo na localidade de ocorrЖncia conhecida como Morro do Queimado, onde a espжcie estр sujeita a todas essas ameaуas simultaneamente. Em virtude disso, ж categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20lucidum","Mata AtlРntica"],
    [368,"ARACEAE","Anthurium luschnathianum","Kunth","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Anthurium luschnathianum ж uma espжcieendЖmica do Estado do Rio de Janeiro que ocorre em formaушes vegetais costeirase em trЖs regiшes com distintos nьveis de ameaуa. Na regiсo da restinga da Marambaia, ocorre em unidade de conservaусo (SNUC). Porжm, a рrea ж utilizada para atividades do exжrcitobrasileiro. As duas outras regiшes sсo ameaуadas pela extensiva aусoantrзpica e por queimadas. Alem desses fatores, sua extensсo de ocorrЖncia ж de 42,73 km▓. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20luschnathianum","Mata AtlРntica"],
    [369,"ARACEAE","Anthurium organense","Engl.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre na regiсo serrana e litoral Sul do Rio de Janeiro e regiсo central do Espьrito Santo. Apresenta EOO=40.530,720 km▓ e mais de 10 situaушes de ameaуa, considerando o declьnio da qualidade como principal ameaуa. Foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT) e recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20organense","Mata AtlРntica"],
    [370,"ARACEAE","Anthurium parasiticum","(Vell.) Stellfeld","LC","","","Tainan Messina","Anthurium parasiticum tem ampla distribuiусo na costa brasileira,de Santa Catarina atж a Bahia, com ocorrЖncia no Estado de Minas Gerais. Comampla extensсo de ocorrЖncia (EOO=617.000 km▓), as categorias deameaуa nсo sсo aplicрveis para essa espжcie, sendo considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20parasiticum","Mata AtlРntica"],
    [371,"ARACEAE","Anthurium parvum","N.E.Br.","NT","","","Tainan Messina","Anthurium parvum ж uma espжcie com ampla ocorrЖncia naFloresta AtlРntica no Estado do Rio de Janeiro, especialmente distribuьda em unidades de conservaусo (SNUC). Hр uma referЖncia de coleta para o Estado de MinasGerais, no municьpio de Ouro Preto datada do ano de 1902, porжm sem dados precisospara avaliaусo. Sua extensсo de ocorrЖncia ж superior a 900.000 km▓. Em virtudedo crescente declьnio da Floresta AtlРntica no Estado do Rio de Janeiro, suaproximidade a ser categorizada em nьveis de ameaуa levam a considerр-la como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20parvum","Mata AtlРntica"],
    [372,"ARACEAE","Anthurium radicans","K.Koch & Haage","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Anthurium radicans K.Koch & Haage ж uma espжcie que ocorre emformaушes vegetais do litoral dos Estados do Espьrito Santo e Bahia, geralmenteem рreas alteradas por aусo antrзpica, estando presente em apenas uma unidade de conservaусo (SNUC) no Estado do Espьrito Santo. Com extensсo de ocorrЖncia inferior a 20.000 km▓, рrea de ocupaусo inferior a 2.000 km▓ e o declьnio daqualidade do habitat, ж considerada ameaуada de extinусo na categoria de \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20radicans","Mata AtlРntica"],
    [373,"ARACEAE","Anthurium xanthophylloides","G.M.Barroso","VU","D2","","Tainan Messina","Anthuriumxanthophylloides ж encontrada nos Estados do Espьrito Santo e Rio deJaneiro, em vegetaусo de Mata AtlРntica. Em virtude do endemismo extremo e daameaуa iminente da reduусo desta formaусo vegetal ж categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthurium%20xanthophylloides","Mata AtlРntica"],
    [374,"ARACEAE","Asterostigma cubense","(A.Rich.) K.Krause ex Bogner","DD","","","Tainan Messina","Asterostigma cubense ocorre no Estado de Sсo Paulo, porжm somente com um registro desta informaусo em coleусo cientьfica, datada do ano de 2000.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20cubense","Mata AtlРntica"],
    [375,"ARACEAE","Asterostigma lividum","(Lodd.) Engl.","LC","","","Tainan Messina","Asterostigmalividum ж encontrada nos Estados de SсoPaulo, em vegetaусo de Mata AtlРntica. Com ampla extensсo de ocorrЖncia (EOO=150.000 km▓), as categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para essaespжcie, sendo considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20lividum","Mata AtlРntica"],
    [376,"ARACEAE","Asterostigma lombardii","E.G.Gonу.","LC","","","Tainan Messina","Asterostigma lombardii  жuma espжcie que se encontra bem distribuьda em regiшes de Mata AtlРntica em diferentes unidadesde conservaусo (SNUC) dos Estados da regiсo Sudeste e, na regiсo Sul, no Paranр eSanta Catarina. Apesar das possibilidades de ameaуas em decorrЖncia da reduусoprogressiva da Mata AtlРntica, esta espжcie ocorre em uma longa extensсo deocorrЖncia no paьs, superior a 300.000 km▓, portanto caracterizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterostigma%20lombardii","Mata AtlРntica"],
    [377,"ARACEAE","Dieffenbachia aglaonematifolia","Engl.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсosсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусoe nсo apresenta ameaуas diretas ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dieffenbachia%20aglaonematifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [378,"ARACEAE","Dracontioides desciscens","(Schott) Engl.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсosсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусoe nсo apresenta ameaуas diretas ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dracontioides%20desciscens","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [379,"ARACEAE","Heteropsis flexuosa","(Kunth) G.S.Bunting","VU","C1","","Tainan Messina","Heteropsis flexuosa ж uma espжcieque ocorre principalmente na Regiсo Norte do paьs, alжm de Estados da Regiсo Nordeste. Tem como principal fator de ameaуa oextrativismo para confecусo de bolsas, cestos, vassouras e artesanatos de ummodo geral. Sсo utilizadas as raьzes de indivьduos adultos, que morrem em cercade sete meses apзs sua extraусo. A utilizaусo de indivьduos jovens em virtude dodifьcil acesso Яs regiшes para coleta, poderр levar Я extinусo desta espжciena natureza. Considerando-se a estimativa de uma reduусo populacional peloextrativismo, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropsis%20flexuosa","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [380,"ARACEAE","Heteropsis spruceana","Schott","NT","","","Tainan Messina","Heteropsis spruceana ж uma espжcie que ocorre nos Estados do Amapр,Parр, Amazonas, Roraima, Acre, RondЗnia e Mato Grosso. Apresenta ampla extensсode ocorrЖncia (EOO=953.487 km▓), porжm presente em poucas unidades de conservaусo (SNUC). Tem como principal fator de ameaуa oextrativismo das raьzes para confecусo de bolsas, chapжus, cestos, amarras emgeral, vassouras, moveis e artesanatos em geral. Esta extraусopode causar a morte dos indivьduos maduros e um esgotamento da populaусo. Porsua ampla extensсo de ocorrЖncia e ausЖncia de dados sobre o declьniopopulacional ж categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT) pela possibilidade de ser categorizada comoameaуada de extinусo.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropsis%20spruceana","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [381,"ARACEAE","Lemna valdiviana","Phil.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсosсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусoe nсo apresenta ameaуas diretas ou uso.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lemna%20valdiviana","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Caatinga"],
    [382,"ARACEAE","Philodendron fragile","Nadruz & Mayo","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Philodendron fragile ж uma espжcie endЖmicada Floresta AtlРntica do Estado do Rio de Janeiro, na regiсo de Macaж de Cima,em propriedade particular que anteriormente foi uma unidade de conservaусoregional (SNUC). Ocorre apenas em altitudes superiores a 1.000 m de altitude em regiсopreservada, Щmida e sombreada. Com extensсo de ocorrЖncia restrita a 149,45 Km▓ e declьnio crescente do habitat, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20fragile","Mata AtlРntica"],
    [383,"ARACEAE","Philodendron hatschbachii","Nadruz & Mayo","NT","","","Tainan Messina","Philodendron hatschbachii ж uma espжcie emregiшes elevadas da Floresta AtlРntica, nos Estados do Rio de Janeiro e EspьritoSanto, em diferentes unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie tem sido encontrada nanatureza, com recentes registros em coleушes biolзgicas. Com EOO superior a 40.000 km▓ e diferentes situaушes de ameaуa, especialmente no Estadodo Espьrito Santo, ж categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [384,"ARACEAE","Philodendron missionum","(Hauman) Hauman","LC","","","Tainan Messina","As categorias deameaуa nсo sсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que ж de ampladistribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20missionum","Mata AtlРntica"],
    [385,"ARACEAE","Philodendron spiritus-sancti","G.S.Bunting","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Philodendron spiritus-sancti  ж uma espжcie endЖmica do Estado do Espьrito Santo, sendo conhecidos dois exemplares datados dosanos de 1974 e 1986, em рreas particulares nсo protegidas por unidades deconservaусo (SNUC). No ano de 2000 foi coletada no municьpio de Domingos Martins, Espьrito Santo, em рrea particular nсo protegida. As localidades indicam uma extensсo de ocorrЖncia de 526,12 km▓, e atж o presente nсo foi mais encontrada na natureza. ╔ consideradaameaуada de extinусo na categoria \"Em perigo\" (EN) por sua extensсo de ocorrЖncia e pelaperda acentuada do habitat.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20spiritus-sancti","Mata AtlРntica"],
    [386,"ARACEAE","Philodendron vargealtense","Sakur.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсosсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусoe nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Philodendron%20vargealtense","Mata AtlРntica"],
    [387,"ARACEAE","Stenospermation ulei","K.Krause","DD","","","Tainan Messina","Stenospermation ulei ж uma espжcie que ocorre nos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Amazonas. No Estado do Amazonas hр deficiЖnciade dados de localizaусo, sendo necessрrio maior esforуo de coleta paraconfirmar a ampla distribuiусo deste espжcie. Portanto ж considerada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenospermation%20ulei","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [388,"ARACEAE","Taccarum peregrinum","(Schott) Engl.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсosсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que ж de ampla distribuiусoe nсo apresenta ameaуas diretas. Hр o indicativo de uso do tubжrculo para cura de ectoparasitoses, porжm sem informaусo de uso comercial ou em larga escala pelas populaушes.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Taccarum%20peregrinum","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [389,"ARACEAE","Wolffiella oblonga","(Phil.) Hegelm.","DD","","","Tainan Messina","Wolffiella oblonga жuma erva aquрtica que ocorre somente no Estado do Mato Grosso do Sul, noPantanal. ╔ conhecida em trЖs locais com EOO de cerca de 535km▓, nсo inseridos em unidades de conservaусo (SNUC). Apesar da extensсo de ocorrЖnciadisponьvel possibilitar a sua inclusсo como espжcie ameaуada, e pelas ameaуasnaturais ao ambiente lacustre, ж considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela necessidade de maisinformaушes sobre a espжcie no campo, cujos Щltimos dados datam do ano de 1992.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wolffiella%20oblonga","Pantanal"],
    [390,"ARALIACEAE","Aralia warmingiana","(Marchal) J.Wen","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aralia warmingiana ж uma espжcie arbзrea ocorrente em ambientes de MataAtlРntica, Caatinga e Cerrado nos Estados daParaьba, Bahia, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Possui uma EOO de 777.751 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. warmingiana ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aralia%20warmingiana","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [391,"ARALIACEAE","Dendropanax cuneatus","(DC.) Decne. & Planch.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Dendropanax cuneatus ж uma espжcie arbзrea ocorrente em ambientes de MataAtlРntica, AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Pantanal. Possui uma EOO de 2.565.349 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ж bem representada em рreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos vegetacionais, ж abundante e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, D. cuneatus ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendropanax%20cuneatus","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [392,"ARALIACEAE","Hydrocotyle exigua","(Urb.) Malme","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Hydrocotyle exigua ж uma espжcie herbрcea e que ocorre em campos de Mata AtlРntica nos Estados de Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No entanto, a ficha da espжcie apresenta apenas um registro para o Paranр. Assim sendo, a incerteza sobre a verdadeira ocorrЖncia da espжcie torna inadequada sua categorizaусo em algum risco de extinусo, sendo desta forma \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20exigua","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [393,"ARALIACEAE","Hydrocotyle langsdorffii","DC.","EN","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Hydrocotyle langsdorffii ж uma espжcie herbрcea com registros de ocorrЖncia no Estado de Santa Catarina e, possivelmente, nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro (nestes dois Щltimos ж representada por duas coletas antigas nсo incluьdas no banco de dados). Apresenta uma EOO de 282,29 km▓ e habita рreas de Mata de Araucрria, sujeitas a declьnio contьnuo da qualidade do habitat. A regiсo encontra-se severamente fragmentada e seus remanescentes florestais nсo perfazem mais de 1% da рrea original. Devido a sua distribuiусo restrita, ?H. langsdorffii foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20langsdorffii","Mata AtlРntica"],
    [394,"ARALIACEAE","Hydrocotyle pusilla","A.Rich.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Hydrocotyle pusilla ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina. Desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica e Cerrado. Possui uma EOO de 135.458 km▓. Apesar de ocorrer em рreas de grande impacto ambiental, a espжcie estр representada em рreas protegidas, ocorre em diferentes tipos vegetacionais e possui ampla distribuiусo. Diante do exposto, ?Hydrocotyle pusilla ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hydrocotyle%20pusilla","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [395,"ARALIACEAE","Oreopanax capitatus","(Jacq.) Decne. & Planch.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Oreapanax capitatus ж uma espжcie arbзrea ou arbustiva ocorrente em ambientes da AmazЗnia e MataAtlРntica em vрrios Estados brasileiros. Possui uma EOO de 4.186.691 km▓. Apesar de a espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ж bem representada em рreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos florestais, ж abundante e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, O. capitatus ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oreopanax%20capitatus","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [396,"ARALIACEAE","Oreopanax fulvus","Marchal","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Oreopanax fulvus ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 900 e 1900 m de altitude. Possui uma EOO de 97.554 km▓. ╔ considerada comumna Serra dos Мrgсos, RJ, e ocorre em vрrias рreas de preservaусo nos Estados onde sedistribui. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta apresenta umadistribuiусo ampla e ocorre em рreas protegidas. Desta forma, O. fulvus ж umaespжcie \"Menos preocupante\" (LC). Porжm, recomenda-se maiores estudos populacionais e deexploraусo, os quais poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oreopanax%20fulvus","Mata AtlРntica"],
    [397,"ARALIACEAE","Schefflera aurata","Fiaschi","CR","B1ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera aurata ж uma espжcie arbзrea que se desenvolve em ambientes de Restinga, restrita ao sul do Estado da Bahia. Tem EOO de 21,94 km▓. Apesar de ocorrer em algumas unidades de conservaусo (SNUC), a distribuiусo da espжcie estр em рreas de grande impacto ambiental de origem antrзpica como ocupaусo imobiliрria e expansсo urbana e agrьcola. Devido a sua distribuiусo extremamente restrita, Я especificidade de habitat e Яs ameaуas ao seu habitat, S. aurata estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20aurata","Mata AtlРntica"],
    [398,"ARALIACEAE","Schefflera calva","(Cham.) Frodin & Fiaschi","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera calva ж uma espжcie arbзrea ocorrente em ambientes de MataAtlРntica e Cerrado nos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Possui uma EOO de 1.232.425 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ж bem representada em рreas protegidas nos Estados onde ocorre, se desenvolve em diferentestipos florestais, ж abundante e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, S. calva ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20calva","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [399,"ARALIACEAE","Schefflera gardneri","(Seem.) Frodin & Fiaschi","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera gardneri ж uma espжcie arbustiva que se desenvolve em ambientes de Campos Rupestres, restrita ao Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 3.119,32 km▓ e AOO com menos de 500 km▓. Considera-se que suas subpopulacшes estejam distribuьdas em duas situaушes de ameaуa. Os Campos Rupestres da regiсo em que a espжcie ocorre foram alvo da mineraусo por dжcadas e, atualmente, a especulaусo imobiliрria e turьstica tЖm ameaуado a vegetaусo nativa. Devido Я sua distribuiусo restrita, Я especificidade de habitat e aos impactos atuais sobre este, S. gardneri foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20gardneri","Cerrado"],
    [400,"ARALIACEAE","Schefflera glaziovii","(Taub.) Frodin & Fiaschi","EN","B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera glaziovii ж uma espжcie arbustiva ocorrente em ambientes de Campos Rupestres, restrita ao Estado de Minas Gerais. Tem uma EOO de 263,71 km▓ e AOO com menos de 500 km▓. Os Campos Rupestres da regiсo da Serra do Cipз, local em que a espжcie ocorre, sofrem atualmente com a especulaусo imobiliрria e turьstica. Devido Я restriусo da distribuiусo da espжcie, Я especificidade de habitat e aos impactos atuais sobre este, S. glaziovii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20glaziovii","Cerrado"],
    [401,"ARALIACEAE","Schefflera sprucei","(Seem.) Harms","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera sprucei ж uma espжcie epьfita ou hemiepьfita que ocorre em Florestas de Planьcie. ╔ comum em paьses vizinhos, porжm, no Brasil, ж restrita ao Estado do Acre. Tem AOO menor que 20 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa e ausЖncia em unidades de conservaусo. A espжcie ocorre em uma regiсo pouco coletada no Brasil, porжm em рreas sob intenso impacto de desmatamento e expansсo urbana e agrьcola. Diante do exposto, S. spruceifoi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU). Sugerem-se maiores estudos populacionais e de distribuiусo da espжcie, que poderсo modificar sua avaliaусo em um futuro prзximo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20sprucei","AmazЗnia"],
    [402,"ARALIACEAE","Schefflera succinea","Frodin & Fiaschi","EN","B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera succinea ж uma espжcie arbзrea ocorrente em Florestas Montanas a cerca de 1.800 m de altitude no Estado do Rio de Janeiro. Tem uma EOO de 3.483,69 km▓ e menos de 500 km▓ de AOO. A espжcie se desenvolve em regiшes montanhosas que, apesar da grande altitude, tЖm como ameaуas o desenvolvimento agrьcola e a expansсo urbana. Devido a sua distribuiусo restrita, Я especificidade de habitat e Яs ameaуas incidentes neste, S. succinea encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20succinea","Mata AtlРntica"],
    [403,"ARALIACEAE","Schefflera varisiana","Frodin","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Schefflera varisiana ж uma espжcie ocorrente em ambientes da AmazЗnia e MataAtlРntica nos Estados de Roraima, Bahia, Minas Gerais e Espьrito Santo entre 800 m e 1.850 m dealtitude. Possui uma EOO de 1.249.515 km▓. Apesar de a espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bem representada em рreas protegidas e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, ?Schefflera varisiana ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).Porжm, recomenda-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais, os quais poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schefflera%20varisiana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [404,"ARAUCARIACEAE","Araucaria angustifolia","(Bertol.) Kuntze","EN","A2abcde","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Araucaria angustifolia ж uma espжcie madeireira de grande valorcomercial, que sofreu reduусo populacional muito severa ao longo do Щltimosжculo. Esse perьodo ж inferior ao tempo de geraусo da espжcie, que varia de120 a 166 anos. As estimativas sobre o desmatamento das florestas com Araucрria oscilam consideravelmente, mas todas apontam para uma reduусo superior a 80%.Observaушes diretas, dados de estrutura populacional e nьveis tanto atuaisquanto potenciais de exploraусo corroboram tal declьnio no nЩmero de indivьduosmaduros. Hoje, a espжcie ainda sofre com a exploraусo madeireira, apesar deser protegida por lei, e ж ameaуada pela construусo de usinashidrelжtricas na Regiсo Sul, o que vem causando o desaparecimento deimportantes remanescentes de floresta com Araucрria. Ademais, vрrios fragmentos sсo bastante impactados pela presenуa de animais exзticos, como javalis e gado bovino. Todos esses fatorespermitem suspeitar que a espжcie tenha sofrido uma reduусo populacional de pelomenos 80%. Considerando esse percentual, a araucрria seria enquadrada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, por estar representada em diversas unidades deconservaусo (SNUC) de proteусo integral, por ser uma espжcie com alto potencial de cultivo e tambжm colonizadora de рreas abertas, Araucaria angustifolia foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-10-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araucaria%20angustifolia","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [405,"ARECACEAE","Acrocomia emensis","(Toledo) Lorenzi","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Acrocomia emensis ж uma espжcie rara do Cerrado. Ocorre em menos de cinco situaушes de ameaуa e estр sujeita a uma sжrie de ameaуas em potencial, principalmente a expansсo de atividades agropecuрrias.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acrocomia%20emensis","Cerrado"],
    [406,"ARECACEAE","Acrocomia hassleri","(Barb.Rodr.) W.J.Hahn","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Acrocomia hassleri ж amplamente distribuьda no domьnio do Cerrado, e pode, em alguns locais, formar grandes subpopulaушes. Estр representada em ao menos uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acrocomia%20hassleri","Cerrado, Caatinga"],
    [407,"ARECACEAE","Aiphanes ulei","(Dammer) Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Aiphanes ulei apresenta uma EOO de 35.083,59 km▓, e ocorre em uma regiсo da AmazЗnia brasileira minimamente afetada por atividades humanas. Habita tambжm рreas perturbadas e secundрrias.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiphanes%20ulei","AmazЗnia"],
    [408,"ARECACEAE","Allagoptera arenaria","(Gomes) Kuntze","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Allagoptera arenaria ж amplamente distribuьda ao longo da costa AtlРntica, onde ocorre em formaушes abertas de restinga. A espжcie ж localmente abundante, cresce clonalmente e ж capaz tanto de germinar na areia nua quanto de rebrotar apзs distЩrbios, como incЖndios. Estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allagoptera%20arenaria","Mata AtlРntica"],
    [409,"ARECACEAE","Allagoptera brevicalyx","Moraes","VU","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Allagoptera brevicalyx apresenta uma distribuiусo restrita a costa brasileira, ocorrendo exclusivamente na faixa litorРnea entre as cidades de Salvador, no Estado da Bahia, e Aracaju, em Sergipe. A EOO ж de 8.016,99 km▓, a AOO de 48 Km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a 10. A regiсo em que a espжcie ocorre sofre com uma forte especulaусo imobiliрria decorrente da expansсo urbana e de atividades turьsticas e com a presenуa de extensas plantaушes de coqueiro. Suspeita-se, devido a isso, que esteja havendo declьnio na extensсo e qualidade do habitat da espжcie e tambжm no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allagoptera%20brevicalyx","Caatinga"],
    [410,"ARECACEAE","Astrocaryum aculeatissimum","(Schott) Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Astrocaryum aculeatissimum apresenta distribuiусo ampla ao longo da Costa AtlРntica, ж frequente em sua regiсo de ocorrЖncia, habita tambжm рreas perturbadas e secundрrias e estр representada em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astrocaryum%20aculeatissimum","Mata AtlРntica"],
    [411,"ARECACEAE","Astrocaryum minus","Trail","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nсo hр registros de ocorrЖncia da espжcie. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astrocaryum%20minus","AmazЗnia"],
    [412,"ARECACEAE","Attalea barreirensis","Glassman","VU","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea barreirensis ж uma espжcie de Cerrado cuja regiсo de ocorrЖncia coincide em grande parte com as рreas que atualmente estсo entre as mais afetadas pela expansсo agrьcola da soja no bioma. Suspeita-se que, alжm do declьnio na extensсo e qualidade do habitat, a espжcie venha tambжm sofrendo reduусo no nЩmero de indivьduos maduros. A AOO ж 52 km▓.","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20barreirensis","Cerrado"],
    [413,"ARECACEAE","Attalea brasiliensis","Glassman","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea brasilensis ж uma espжcie de Cerrado com distribuiусo geogrрfica altamente restrita. Apresenta uma EOO de 2.014,3 km▓ e uma AOO de apenas 12 km▓, e ocorre em menos de cinco situaушes de ameaуa. O Cerrado do Distrito Federal vem sendo rapidamente desmatado, o que aponta para um declьnio na extensсo e qualidade do habitat da espжcie. Devido a isso, tambжm ж possьvel suspeitar que A. brasiliensis esteja sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20brasiliensis","Cerrado"],
    [414,"ARECACEAE","Attalea funifera","Mart.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea funifera ocorre ao longo da costa AtlРntica, da Bahia a Alagoas. Apesar de frequente ao longo da sua distribuiусo, a espжcie ж alvo de um intenso extrativismo, formando a base de toda uma cadeia produtiva. Esse fator, somado Я degradaусo do seu habitat em algumas рreas, pode fazer com que A. funifera venha a ser ameaуada no futuro.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20funifera","Mata AtlРntica"],
    [415,"ARECACEAE","Attalea oleifera","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea oleifera ж amplamente distribuьda ao longo da costa AtlРntica, ж localmente abundante e ocorre em рreas perturbadas e em regeneraусo.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20oleifera","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [416,"ARECACEAE","Attalea phalerata","Mart. ex Spreng.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Attalea phalerata apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, estando presente em quase todas as regiшes do paьs. A espжcie ocorre em diversos tipos de vegetaусo, e ж localmente abundante.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20phalerata","AmazЗnia, Cerrado"],
    [417,"ARECACEAE","Attalea tessmannii","Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A?pesar de apresentar uma distribuiусo geogrрfica restrita, Attalea tessmannii ocorre sob a forma de subpopulaушes densas em uma regiсo pouco perturbada da AmazЗnia brasileira.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea%20tessmannii","AmazЗnia"],
    [418,"ARECACEAE","Bactris constanciae","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris constanciae apresenta distribuiусo ampla na regiсo amazЗnica, incluindo vastas рreas de florestas preservadas. Suspeita-se que a espжcie ocorra de forma contьnua na regiсo ao norte do rio Amazonas atж a fronteira com o Suriname.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20constanciae","AmazЗnia"],
    [419,"ARECACEAE","Bactris ferruginea","Burret","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris ferruginea apresenta uma distribuiусo ampla ao longo da costa AtlРntica, tendo uma EOO de 184514,6 km▓. Embora a AOO seja pequena (88 km▓) e o habitat da espжcie especьfico, considera-se que a mesma ocorra em mais de 10 situaушes de ameaуa. Por outro lado, B. ferruginea habita рreas jр altamente desmatadas ou atualmente ameaуadas pelo desmatamento. Devido a isso, considera-se que a espжcie possa vir a estar ameaуada em um futuro prзximo.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20ferruginea","Mata AtlРntica"],
    [420,"ARECACEAE","Bactris hatschbachii","Noblick ex A.J.Hend.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris hatschbachii ж amplamente distribuьda e ocorre em alguns dos maiores e mais bem preservados remanescentes de Mata AtlРntica. A espжcie pode formar grandes subpopulaушes, e estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [421,"ARECACEAE","Bactris pickelii","Burret","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris pickelii apresenta distribuiусo ampla ao longo da costa AtlРntica, onde se suspeita que ocorra de forma contьnua. Entretanto, a espжcie ж pobremente representada em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, o que aponta para a necessidade de aушes de conservaусo in situ direcionadas a ela.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20pickelii","Mata AtlРntica"],
    [422,"ARECACEAE","Bactris timbuiensis","H.Q.B.Fern.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bactris timbuiensis tem uma distribuiусo geogrрfica muito restrita, ocorrendo apenas em uma pequena regiсo montanhosa do Estado do Espьrito Santo. A EOO ж de 258,01 km▓, e a AOO ж de 36 km▓. Em todos os municьpios onde hр registros da espжcie, a Mata AtlРntica foi bastante desmatada, tendo sido reduzida a 20-25% da sua рrea original. Dessa forma, alжm de uma reduусo na extensсo e qualidade do habitat, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. O nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bactris%20timbuiensis","Mata AtlРntica"],
    [423,"ARECACEAE","Butia archeri","(Glassman) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia archeri apresenta ampla distribuiусo no domьnio do Cerrado e ж localmente abundante. As informaушes disponьveis indicam que a espжcie estр representada em duas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20archeri","Cerrado"],
    [424,"ARECACEAE","Butia capitata","(Mart.) Becc.","VU","A4cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia capitata ж uma palmeira endЖmica do Cerrado, cuja distribuiусo geogrрfica em grande parte coincide com algumas das regiшes que mais rapidamente vЖm sendo desmatadas dentro do Bioma, como o oeste baiano. A espжcie tambжm sofre com uma elevada pressсo de atividades extrativistas, as quais restringem ou mesmo impossibilitam o recrutamento de novos indivьduos em algumas subpopulaушes. Estima-se que o tempo de geraусo da espжcie seja de pelo menos 15 anos. Assim, considerando ointenso desmatamento dos seus habitats e a exploraусo sistemрtica a que vem sendo submetida, ж possьvel suspeitar que um perьodo de 45 anos, incluindo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que B. capitata sofra um declьnio populacional de pelo menos 30%, caso nenhuma das aушes necessрrias Я conservaусo da espжcie seja efetuada.","2012-07-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20capitata","Cerrado"],
    [425,"ARECACEAE","Butia eriospatha","(Mart. ex Drude) Becc.","VU","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia eriospatha ж uma espжcie ocorrente nas Formaушes Campestres de Altitude da Regiсo Sul do Brasil. A AOO ж de 44 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж 10. A espжcie estр sujeita a um rрpido declьnio na extensсo e qualidade do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuiусo, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que, em рreas intensamente urbanizadas, como a cidade de Curitiba, a espжcie tenha sido extinta localmente, ocasionando um declьnio na AOO, no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20eriospatha","Mata AtlРntica"],
    [426,"ARECACEAE","Butia leiospatha","(Barb.Rodr.) Becc.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia leiospatha apresenta registros de ocorrЖncia desencontrados em relaусo Яs informaушes constantes na Flora do Brasil. Alжm disso, alguns autores a consideram sinЗnimo de B. archeri, o que deve ser verificado atravжs de estudos taxonЗmicos e/ou genжticos. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20leiospatha","Cerrado"],
    [427,"ARECACEAE","Butia leptospatha","(Burret) Noblick","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia leptospatha ж uma espжcie com distribuiусo bastante restrita, extremamente rara e ameaуada pela expansсo de plantaушes de soja. Suspeita-se, devido Я conversсo da vegetaусo nativa em lavouras na sua regiсo de ocorrЖncia, que seu habitat esteja declinando em рrea e qualidade, que a espжcie esteja sofrendo um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros, e que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. A AOO ж de 8 km▓.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20leptospatha","Cerrado"],
    [428,"ARECACEAE","Butia microspadix","Burret","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia microspadix ж uma espжcie campestre, com distribuiусo geogrрfica restrita ao Estado do Paranр e a regiсo sul do Estado de Sсo Paulo. Ocorre em cinco situaушes de ameaуa, e seu habitat vem declinando em extensсo e qualidade devido Я expansсo de atividades agrьcolas.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20microspadix","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [429,"ARECACEAE","Butia paraguayensis","(Barb.Rodr.) Bailey","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia paraguayensis apresenta uma distribuiусo geogrрfica relativamente ampla, abrangendo parte dos domьnios da Mata AtlРntica e do Cerrado nas regiшes Sul, Sudeste e Centro-oeste.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20paraguayensis","Cerrado"],
    [430,"ARECACEAE","Butia purpurascens","Glassman","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia purpurascens ж uma espжcie de Cerrado conhecida atravжs de um pequeno nЩmero de coletas. As informaушes disponьveis indicam que a espжcie ocorre apenas no sul de Goiрs e em uma pequena рrea adjacente no triРngulo mineiro, caracterizando uma distribuiусo geogrрfica restrita. Na localidade tьpica do municьpio de Jataь (GO), a espжcie sofre com a perda e degradaусo do seu habitat e com a coleta de frutos para consumo humano, portanto, suspeita-se que esteja havendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. No municьpio de Lagoa Dourada (MG), a espжcie foi coletada uma vez hр quase 60 anos. A regiсo tem um longo histзrico de ocupaусo humana, sofre com o impacto de atividades de mineraусo desde o sжculo XVII e, atualmente, ж explorada sobretudo para o desenvolvimento de atividades agropecuрrias. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie possa ter sido localmente extinta, ocasionando declьnio tambжm na EOO, na AOO e no nЩmero de indivьduos maduros. A EOO ж de 3.761,93 km▓.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20purpurascens","Cerrado"],
    [431,"ARECACEAE","Butia yatay","(Mart.) Becc.","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Butia yatay ж uma espжcie campestre endЖmica do Pampa e da Mata AtlРntica. Sua EOO ж de 14.667,84 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. O habitat de B. yatay vem declinando em extensсo e qualidade devido Яs atividades agropecuрrias e silviculturais que estсo em plena expansсo na regiсo de ocorrЖncia da espжcie.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Butia%20yatay","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [432,"ARECACEAE","Euterpe edulis","Mart.","VU","A1acd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Euterpe edulis ж uma palmeira amplamente distribuьda, ocorrendo de forma contьnua ao longo de toda a Mata AtlРntica e tambжm em parte do Cerrado. Em рreas de Florestas ┌midas bem preservadas, E. edulis geralmente apresenta uma elevada abundРncia, podendo formar grandes subpopulaушes. Entretanto, diversos fatores indicam que se trata de uma planta ameaуada de extinусo. Euterpe edulis ж uma espжcie nсo cespitosa, de crescimento lento, sem capacidade de rebrota e dependente de florestas bem preservadas, alжm disso, vem sendo sistematicamente submetida a uma intensa exploraусo para a extraусo do palmito em praticamente toda a sua рrea de distribuiусo. A extraусo ocorre por meio da derrubada dos indivьduos adultos, preferencialmente aqueles de maior porte, e a subsequente retirada do meristema apical, levando Я morte das plantas. Em vрrios remanescentes de Mata AtlРntica, ж possьvel encontrar claros vestьgios da extraусo irresponsрvel da espжcie, como um grande nЩmero de indivьduos maduros derrubados. Em muitos casos, todos os indivьduos adultos de uma рrea sсo explorados, levando Я extinусo da subpopulaусo. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que a drрstica reduусo na extensсo da Mata AtlРntica e o elevado grau de degradaусo de grande parte dos remanescentes de floresta tenham contribuьdo para uma reduусo no tamanho populacional e na AOO da espжcie. Vрrios estudos demogrрficos apontam para uma baixa taxa de crescimento dos indivьduos, que podem levar vрrios anos (>10) para atingir a maturidade, assim, a idade mжdia dos indivьduos adultos em uma subpopulaусo ж estimada em 20 anos. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que E. edulis tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 30% ao longo de trЖs geraушes, que correspondem a um perьodo de tempo de 60 anos.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euterpe%20edulis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [433,"ARECACEAE","Geonoma gamiova","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Geonoma gamiova apresenta distribuiусo ampla ao longo da costa AtlРntica, ж localmente abundante e estр representada em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geonoma%20gamiova","Mata AtlРntica"],
    [434,"ARECACEAE","Geonoma schottiana","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Geonoma schottiana ж amplamente distribuьda, muito frequente e estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geonoma%20schottiana","Mata AtlРntica"],
    [435,"ARECACEAE","Itaya amicorum","H.E.Moore","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Itaya amicorum ocorre em uma regiсo extremamente isolada da AmazЗnia brasileira, onde o desmatamento ж mьnimo ou mesmo inexistente.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Itaya%20amicorum","AmazЗnia"],
    [436,"ARECACEAE","Lytocaryum insigne","(Drude) Toledo","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lytocaryum insigne apresenta EOO de 7.925,10 km▓ e ocorre em menos de 10 situaушes de ameaуa. As florestas que constituem o habitat da espжcie vem declinando em extensсo e qualidade devido ao alto grau de desmatamento ocorrido na maioria dos municьpios capixabas (ES) em que L. insigne foi registrada.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lytocaryum%20insigne","Mata AtlРntica"],
    [437,"ARECACEAE","Mauritia carana","Wallace","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Mauritia carana ocorre em uma regiсo extensa e ainda pouco perturbada da AmazЗnia brasileira, e pode formar grandes subpopulaушes.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mauritia%20carana","AmazЗnia"],
    [438,"ARECACEAE","Prestoea tenuiramosa","(Dammer) H.E.Moore","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Prestoa tenuiramosa ocorre em uma рrea extremamente isolada da AmazЗnia brasileira.","2012-06-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestoea%20tenuiramosa","AmazЗnia"],
    [439,"ARECACEAE","Syagrus botryophora","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus botryophora possui uma distribuiусo geogrрfica relativamente ampla ao longo da costa AtlРntica, dentro da qual suspeita-se que ocorra de forma frequente. A espжcie apresenta crescimento rрpido e frutificaусo abundante, e estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20botryophora","Mata AtlРntica"],
    [440,"ARECACEAE","Syagrus glaucescens","Glaz. ex Becc.","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus glaucescens apresenta distribuiусo geogrрfica restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo, no Estado de Minas Gerais, com uma EOO de 6.460,11 km▓. O habitat da espжcie vem declinando em qualidade e extensсo devido Я incidЖncia de incЖndios, em funусo disso e da coleta de indivьduos para fins ornamentais, suspeita-se que o nЩmero de indivьduos maduros tambжm esteja em declьnio. NЩmero de situaушes de ameaуa inferior a 10.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20glaucescens","Cerrado"],
    [441,"ARECACEAE","Syagrus macrocarpa","Barb.Rodr.","EN","B2ab(ii,iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus macrocarpa ж uma espжcie muito rara que ocorre em regiшes altamente degradadas do Cerrado e da Mata AtlРntica. Suspeita-se que, alжm da reduусo na extensсo e qualidade do habitat, esteja havendo tambжm declьnio em AOO e no numero de indivьduos maduros da espжcie. Nсo hр registros de que ocorra em unidades de conservaусo. Devido Я sua raridade e ao grau de desmatamento dos locais em que ocorre, suspeita-se tambжm que as subpopulaушes remanescentes de S. macrocarpa sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A AOO ж de 52 km▓.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20macrocarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [442,"ARECACEAE","Syagrus mendanhensis","Glassman","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus mendanhensis apresenta uma distribuiусo geogrрfica extremamente restrita, tendo uma EOO de apenas 36,15 km▓. Devido Я sua ocorrЖncia pontual, considera-se que a espжcie esteja submetida a apenas uma situaусo de ameaуa. ╔ possьvel suspeitar que, devido a fatores como a agropecuрria, a expansсo urbana e a mineraусo, que sсo ameуas comumente verificadas no Cerrado e na Cadeia do Espinhaуo, o habitat de S. mendanhensis venha declinando em extensсo e qualidade, assim como o nЩmero de indivьduos maduros da espжcie.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20mendanhensis","Cerrado"],
    [443,"ARECACEAE","Syagrus picrophylla","Barb.Rodr.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus picrophylla ocorre em menos de cinco situaушes de ameaуa e estр sujeita a algumas ameaуas em potencial, como a degradaусo do ambiente do entorno dos afloramentos rochosos que habita, e a incidЖncia de queimadas.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20picrophylla","Mata AtlРntica"],
    [444,"ARECACEAE","Syagrus pseudococos","(Raddi) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus pseudococos ж localmente abundante e bastante frequente em um dos remanescentes mais  expressivos da Mata AtlРntica. A espжcie ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20pseudococos","Mata AtlРntica"],
    [445,"ARECACEAE","Syagrus romanzoffiana","(Cham.) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus romanzoffiana ж uma espжcie amplamente distribuьda, bastante frequente e estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-06-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20romanzoffiana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [446,"ARECACEAE","Syagrus ruschiana","(Bondar) Glassman","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus ruschiana apresenta distribuiусo restrita e ocorre em рreas severamente degradadas da Mata AtlРntica. Apesar dos afloramentos rochoso onde a espжcie habita serem menos afetados por uma sжrie de ameaуas incidentes sobre as florestas, o desmatamento do entorno, a incidЖncia de queimadas e a mineraусo podem acarretar em uma significativa reduусo da extensсo e qualidade do seu habitat. A EOO ж de 9.403,31 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a 10.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20ruschiana","Mata AtlРntica"],
    [447,"ARECACEAE","Syagrus schizophylla","(Mart.) Glassman","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus schizophylla ж uma espжcie amplamente distribuьda e localmente abundante. Entretanto, as restingas que a espжcie habita sofrem uma intensa pressсo da expansсo urbana e turьstica e da especulaусo imobiliрria, de modo que a espжcie pode vir a ser ameaуada em um futuro prзximo.","2012-06-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20schizophylla","Mata AtlРntica"],
    [448,"ARECACEAE","Syagrus smithii","(H.E.Moore) Glassman","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Syagrus smithii ocorre em uma regiсo da AmazЗnia brasileira ainda pouco perturbada pela aусo humana. Suspeita-se que a espжcie tenha uma distribuiусo geogrрfica mais ampla do que as informaушes disponьveis indicam.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syagrus%20smithii","AmazЗnia"],
    [449,"ARECACEAE","Trithrinax brasiliensis","Mart.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Trithrinax brasliensis apresenta distribuiусo geogrрfica relativa ampla, estando presente em praticamente toda a regiсo Sul do Brasil. Suspeita-se que a espжcie seja frequente em sua regiсo de ocorrЖncia. No entanto, os habitats da espжcie ou encontram-se bastante degradados pela aусo humana, como ж o caso das florestas com Araucрria, ou vem sendo rapidamente modificados e carecem de рreas protegidas, como ж o caso dos campos do Pampa. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha a ser ameaуada no futuro.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trithrinax%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [450,"ARECACEAE","Wettinia drudei","(O.F.Cook & Doyle) A.J.Hend.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Wettinia drudei ж uma espжcie amazЗnica ocorrente na ColЗmbia, no Equador, no Peru e no oeste do Amazonas. Consta apenas um registro de ocorrЖncia da espжcie no Brasil, em uma regiсo muito isolada na fronteira com o Peru. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wettinia%20drudei","AmazЗnia"],
    [451,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia curviflora","Malme","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. curviflora ж uma erva com ocorrЖncia nos Pampas sulinos. As duas coletas botРnicas conhecidas indicam apenas uma localidade e nсo hр conhecimento sobre o tamanho e estrutura populacional da espжcie. Assim a espжcie esta categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20curviflora","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [452,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia cymbifera","Mart. & Zucc.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. cymbifera ж uma liana com ocorrЖncia nas matas Щmidas do Cerrado e Mata AtlРntica do Sudeste brasileiro, embora tambжm sejam conhecidas subpopulaушes bastante distantes, uma no Cearр e outra no Parр. Assim a EOO ж bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20cymbifera","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [453,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia hypoglauca","Kuhlm.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. hypoglauca ж uma liana endЖmica do Estado do Espьrito Santo, ocorrendo nas matas Щmidas da Mata AtlРntica. A populaусo ж restrita ao municьpio de Santa Teresa e arredores, que indicam EOO inferior a 5.000 km▓ e AOO inferior a 500 km▓, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Na localidade de ocorrЖncia, a lavoura de monoculturas ж responsрvel por grande parte da economia local, fator que define uma situaусo de ameaуa a toda populaусo e causa reduусo em extensсo, рrea e qualidade do habitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20hypoglauca","Mata AtlРntica"],
    [454,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia labiata","Willd.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. labiata ж uma liana com distribuiусo nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica. Encontrada em рreas protegidas, possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20labiata","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [455,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia odora","Steud.","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Aristolochia odora ж uma liana com ocorrЖncia nas Matas ┌midas dos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e possivelmente Espьrito Santo. Os dados disponьveis indicam EOO de 7.106,71 km▓, porжm esse valor deve estar subestimado por nсo incluir as subpopulaушes de Espьrito Santo. Assim ж possьvel inferir que a EOO seja inferior a 20.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). Sabendo que o histзrico de ocupaусo humana na Mata AtlРntica eliminou grande parte das florestas, ж possьvel inferir que as subpopulaушes conhecidas componham menos de 10 situaушes de ameaуas. O desmatamento resultante principalmente do crescimento de рreas urbanas e o plantio de monoculturas sсo fatores que causam o declьnio da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20odora","Mata AtlРntica"],
    [456,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia odoratissima","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. odoratissima ж uma liana com distribuiусo ampla no Brasil, preferencialmente em рreas Щmidas como beira de rios e riachos. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20odoratissima","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [457,"ARISTOLOCHIACEAE","Aristolochia wendeliana","Hoehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. wendeliana ж uma liana que ocorre nas florestas do Cerrado e Mata AtlРntica ou em рreas antropizadas. Possui EOO superior a 20.000 km▓, com algumas subpopulaушes em рreas protegidas. Assim a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristolochia%20wendeliana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [458,"ARNELLIACEAE","Gongylanthus liebmannianus","(Lindenb. & Gottsche) Steph.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, tem distribuiусo restrita (EOO=547,75 km▓), ocorre em Floresta Ombrзfila e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa consideradas a partir da ocorrЖncia em unidades de conservaусo. Suas regiшes de ocorrЖncia sofrem com o declьnio da qualidade do habitat e de sua extensсo, decorrentes de ameaуas como a urbanizaусo, pastagem, atividades agrьcolas e de queimadas provocadas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongylanthus%20liebmannianus","Mata AtlРntica"],
    [459,"ARNELLIACEAE","Southbya organensis","Herzog","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de Florestas Ombrзfilas Densas e Campos de Altitude. Com AOO restrito a 4 km▓ e apenas uma situaусo de ameaуa identificada, Southbya organensis e sua regiсo de ocorrЖncia sofrem ameaуas decorrentes de processos urbanos como transformaусo do habitat em atividades agropecuрrias, favelizaусo das рreas e queimadas provocadas.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Southbya%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [460,"ASPLENIACEAE","Asplenium austrobrasiliense","(Christ) Maxon","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. austrobrasiliense жuma samambaia encontrada em sobosque de florestas Щmidas atlРnticas. Possui uma EOO de 32.405,852 km▓, sendo encontrada na costa da Bahia a de Sсo Sсo Paulo. Possui poucos registros de coletas e cerca de sete situaушes de ameaуa, indicadas pelo nЩmero de subpopulaушes. Apesar de ser encontrada em trЖs unidades de conservaусo (SNUC), ocorre tambжm em рreas com declьnio de habitat e de qualidade de habitat, como a cidade do Rio de Janeiro. A espжcie poderia serconsiderada como ameaуada de extinусo, entretanto, devido Я sua EOO ser um pouco maior do que 20.000 Km▓ nсo ж possьvel considerр-lacomo ameaуada. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Quase ameaуada\" (NT). Se medidas de conservaусo nсo forem tomadas para a recuperaусode habitat de floresta ombrзfila na regiсo, a espжcie poderр ser consideradacomo ameaуada de extinусo futuramente.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20austrobrasiliense","Mata AtlРntica"],
    [461,"ASPLENIACEAE","Asplenium beckeri","Brade","CR","B2ab(iii)c(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Asplenium beckeri ж uma samambaia endЖmica da Ilha de Trindade (ES). Por mais de 50 anos, era conhecida apenas uma coleta feita por Brade e, portanto, acreditava-se que a espжcie estava extinta. Recentemente foram encontradas novas populaушes na Ilha. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz possuem juntas cerca de 10 Km▓ e, consequentemente, a espжcie deve ter uma рrea de ocupaусo menor do que 10 Km▓. Como a espжcie ж endЖmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que A. beckeri estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram erradicados pela marinha brasileira. Atualmente, a Ilha de Trindade possui uma base da Marinha, sendo utilizada como рrea de trabalho por vрrios grupos de pesquisa. Essa espжcie de samambaia estр sujeita a eventos estocрsticos que podem levр-la a extinусo no futuro. Dessa maneira, A. beckeri ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20beckeri","Mata AtlРntica"],
    [462,"ASPLENIACEAE","Asplenium bradeanum","Handro","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. bradeanum ж uma samambaia com apenas dois registros de coletas, ambos em locais de alta densidade populacional humana. Por quase cinquenta anos, o Щnico registro de coleta da espжcie era no municьpio de Paranapiacaba, prзximo Яs cidades de Cubatсo e Santos (AOO). Entretanto, em 2005, a espжcie foi coletada na cidade de Sсo Paulo, no Parque Estadual da Cantareira. Apesar dos dois registros terem sido feitos em unidades de conservaусo (SNUC), ambas as рreas sofrem com a perda da qualidade de habitat. Na Estaусo Biolзgica de Paranapiacaba, incide a poluiусo oriunda dos grandes centros urbanos e, no Parque Estadual da Cantareira hр loteamento clandestino, estas configuram duas situaушes de ameaуa Я espжcie. A extensсo de ocorrЖncia ж pequena, cerca de 550 Km▓. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20bradeanum","Mata AtlРntica"],
    [463,"ASPLENIACEAE","Asplenium campos-portoi","Brade","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A espжcie A. campos-portoi ж uma samambaia encontrada em florestas montanas, alto montanas e em locais Щmidos de campos de altitude. Possui uma ampla distribuiусo, mas ж encontrada em poucos locais: foi coletada na Serra do Mar Paranaense, Serra do Itatiaia, regiсo de Ouro Preto e em Forno Grande (ES). Devido a essa especificidade de habitat, possui, portanto, uma AOO relativamente baixa (AOO=56 Km▓). Possui tambжm cerca de 12 situaушes de ameaуa, indicadas pelo nЩmero de subpopulaушes da espжcie. Algumas das ameaуas sсo o turismo e a coleta indiscriminada de plantas na Serra do Mar Paranaense. Caso a espжcie tivesse atж 10 situaушes de ameaуa seria possьvel considerр-la como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, devido ao fato do nЩmero de situaушes de ameaуa ultrapassar 10, a espжcie ж considerada \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20campos-portoi","Mata AtlРntica"],
    [464,"ASPLENIACEAE","Asplenium castaneum","Schltdl. & Cham.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Asplenium castaneum ж uma espжcie que, no Brasil, ж encontrada apenas do planalto do Itatiaia, principalmente acima de 2.400 m de altitude. Tem distribuiусo disjunta de subpopulaушes ocorrendo em рreas elevadas do Mжxico Я Argentina. Pela subpopulaусo bastante restrita no Brasil e especificidade de habitat, seu AOO ж de apenas 12 Km▓. No Parque Nacional do Itatiaia, hр subpopulaушes bastante isoladas, com pelo menos duas reconhecidas de acordo com informaушes de herbрrio: da Pedra do Echo (RB 32820) e do Pico das Agulhas Negras (RB 556015), configurando pelo menos duas situaушes de ameaуa. Os constantes incЖndios ocorridos no Parque sсo uma ameaуa, que supostamente diminuem a qualidade do habitat da espжcie. Dessa maneira, A. castaneum ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20castaneum","Mata AtlРntica"],
    [465,"ASPLENIACEAE","Asplenium lacinulatum","Schrad.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. lacinatum ж uma samambaia extremamente ornamental encontrada principalmente em рreas de restinga, da Bahia a Santa Catarina. ╔ uma espжcie amplamente distribuьda (EOO=340.550,680 km▓) e com diversas coletas ao longo do litoral. Dessa maneira, A. lacinatum pode ser considerada como uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, por ocorrer em restinga, uma fitofisionomia bastante ameaуada, recomenda-se que sejam feitos estudos para se entender o real estado de conservaусo de A. lacinatum.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20lacinulatum","Mata AtlРntica"],
    [466,"ASPLENIACEAE","Asplenium muellerianum","Rosenst.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=36.916,179 km▓) encontrada em рreas de florestaombrзfila densa e mista na Mata AtlРntica. Apesar de serem рreas que sofreram grande reduусo de habitat no passado, hр diversas coletas para espжcie, principalmente em Santa Catarina. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC). Entretanto, por ocorrer prзximo a рreas com alta densidade populacional humana, o estado de conservaусo da espжcie deve ser melhor estudado.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20muellerianum","Mata AtlРntica"],
    [467,"ASPLENIACEAE","Asplenium praemorsum","Sw.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, ocorrendo de Sсo Paulo Я  Paraьba, em diferentes fitofisionomias. Apesar de haver ameaуas sobre o habitat em que a espжcie ocorre, A. praemorsum ж encontrada em ambientes alterados pela aусo humana. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20praemorsum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [468,"ASPLENIACEAE","Asplenium schwackei","Christ","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Asplenium schwackei ж endЖmica da Serra da Camarinha, no municьpio de Ouro Preto, no Estado de Minas Gerais. Hр apenas trЖs coletas para a espжcie, todas na mesma localidade (AOO=4 Km▓), caracterizando apenas uma situaусo de ameaуa. A regiсo de Ouro Preto sofreu, no passado, com a exploraусo de quartzito, que causou o declьnio na qualidade do habitat para a espжcie. A Щltima coleta foi  hр mais de 70 anos e A. schwackei pode ser considerada como extinta na natureza. Entretanto, novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se verificar se realmente estр extinta. Com as informaушes disponьveis hoje, a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20schwackei","Mata AtlРntica"],
    [469,"ASPLENIACEAE","Asplenium trindadense","(Brade) Sylvestre","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Miguel d'Avila de Moraes","Asplenium trindadense ж uma samambaiaendЖmica da Ilha de Trindade (ES). AsIlhas de Trindade e de Martim Vaz tem juntas cerca de 10 Km▓ e, consequentemente, a espжcie deve ter uma рrea de ocupaусo menor doque 10 Km▓. Como a espжcie ж endЖmica da Ilha de Trindade, podemos considerarque A. trindadense estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. No passado, a ilha foicolonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram erradicados pela Marinha brasileira. Atualmente, a Ilha de Trindade abriga uma base da Marinha, sendo utilizada como рrea de trabalho de vрrios grupos de pesquisa. Dessa maneira, A.trindadense  ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20trindadense","Mata AtlРntica"],
    [470,"ASPLENIACEAE","Asplenium ulbrichtii","Rosenst.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada em florestas Щmidas, principalmente em floresta ombrзfila mista, onde ж frequente. Apesar dessa formaусo florestal ter sofrido intenso desmatamento, hр vрrios registros de coleta para a espжcie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20ulbrichtii","Mata AtlРntica"],
    [471,"ASPLENIACEAE","Asplenium wacketii","Rosenst.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=87.571,688 km▓) encontrada em рreas Щmidas de floresta. Encontrada em pelo menosseis unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ocorrer em рreas que sofrem intensa pressсo antrзpica, hр diversos registros de coleta para a espжcie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplenium%20wacketii","Mata AtlРntica"],
    [472,"ASTERACEAE","Acmella pusilla","(Hook. & Arn.) R.K.Jansen","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, mas, em territзrio nacional, ocorre em uma EOO de apenas 280 Km▓, em Formaушes Campestres e Restingas, nos Estados do Paranр e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa, tendo sido considerados os Estados de ocorrЖncia nos quais as ameaуas aos campos sсo recorrentes. O municьpio de Paranaguр, localidade onde a espжcie ocorre, teve 50% de suas florestas desmatadas, o que causou o declьnio de рrea e de qualidade de habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acmella%20pusilla","Campos sulinos"],
    [473,"ASTERACEAE","Acmella serratifolia","R.K.Jansen","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso ou ameaуa pontual. Nacionalmente nсo apresenta risco de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acmella%20serratifolia","Campos Sulinos e Mata AtlРntica"],
    [474,"ASTERACEAE","Acritopappus catolesensis","D.J.N.Hind & Bautista","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado da  Bahia e ocorre em рreas de Caatinga e, possivelmente, Cerrado, com EOO menor que 20.000 Km▓. A regiсo de ocorrЖncia ж cenрrio de incЖndios frequentes e de outras ameaуas decorrentes de impactos causados por pulaушes humanas que resultam em declьnio contьnuo da qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20catolesensis","Cerrado e Caatinga"],
    [475,"ASTERACEAE","Acritopappus connatifolius","(Soar.Nunes) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Acritopappus connatifolius ж endЖmica da Bahia e tem distribuiусo restrita (EOO=679,17 km▓, AOO=40 km▓). Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, definida pela incidЖncia de fogo, que resulta em declьnio contьnuo da qualidade do habitat na regiсo de ocorrЖncia da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20connatifolius","Caatinga"],
    [476,"ASTERACEAE","Acritopappus irwinii","R.M.King & H.Rob.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, sendo encontrada na regiсo do municьpio de Grсo-Mogol, na Serra do Cipз e Diamantina. Tem EOO calculada em 11.642,10 km▓ e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, que foram identificadas considerando o fogo e o declьnio na qualidade do habitat como principais ameaуas Я espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20irwinii","Cerrado e Caatinga"],
    [477,"ASTERACEAE","Acritopappus pintoi","Bautista & D.J.N.Hind","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)+2b(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Caatinga da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem EOO de 0,14 km▓ e AOO de 4 Km▓. Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa que considera o desmatamento para extraусo de lenha e a presenуa de incЖndios como as principais ameaуas encontradas na regiсo. Suspeita-se que estas estejam causando declьnio no tamanho e na qualidade do habitat e das subpopulaушes existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acritopappus%20pintoi","Caatinga"],
    [478,"ASTERACEAE","Agrianthus almasensis","D.J.N.Hind","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Pico das Almas no Estado da Bahia, tem EOO de 260,21 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que consideram o desenvolvimento de atividades agrьcolas para a formaусo de pastagens e cultivo de frutas como as principais ameaуas Я regiсo. Essas atividades vЖm causando o declьnio da qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrianthus%20almasensis","Cerrado e Caatinga"],
    [479,"ASTERACEAE","Agrianthus giuliettiae","D.J.N.Hind","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia e ocorre em рreas de Caatinga. Tem AOO calculado em 32 Km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. O desmatamento para extraусo de lenha e os incЖndios sсo as principais ameaуas Я espжcie. Suspeita-se que essas ameaуas estejam causando o declьnio no tamanho e na qualidade do habitat e das subpopulaушes existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrianthus%20giuliettiae","Caatinga e Cerrado"],
    [480,"ASTERACEAE","Anteremanthus hatschbachii","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, e ocorre apenas na regiсo do municьpio de Grсo-Mogol. Apresenta EOO e AOO restritos. Alжm disso, o habitat de sua рrea de ocorrЖncia ж considerado degrado em virtude da perda da cobertura vegetal pela retirada de madeira e coleta de espжcies de valor ornamental. Portanto, sсo necessрrios o monitoramento da espжcie e estudos populacionais.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anteremanthus%20hatschbachii","Cerrado"],
    [481,"ASTERACEAE","Aspilia almasensis","D.J.N.Hind","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Cerrado e dos Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais. Apresenta menos de cinco situaушes de ameaуa que resultam no declьnio na qualidade do habitat e na fragmentaусo do bioma de ocorrЖncia. As regiшes de ocorrЖncia da espжcie sсo amplamente afetadas por ameaуas como o desmatamento para o uso de madeira para fabricaусo de carvсo ou para uso das terras na agropecuрria, o extrativismo de espжcies ornamentais (principalmente as \"sempre-vivas\") e, esporadicamente, pela mineraусo de metais preciosos. Com isso, suspeita-se que se as ameaуas nсo forem controladas, a espжcie poderр sofrer reduусo populacional e perda de habitat, sendo transferida para uma categoria de maior risco em um futuro prзximo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20almasensis","Cerrado e Caatinga"],
    [482,"ASTERACEAE","Aspilia attenuata","(Gardner) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda pelo Brasil e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20attenuata","AmazЗnia e Cerrado."],
    [483,"ASTERACEAE","Aspilia belo-horizontinae","J.U.Santos","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do municьpio de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. Conhecida apenas pelo material tipo, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A рrea de coleta da espжcie foi fortemente antropizada para a construусo da capital do Estado de Minas Gerais. Por isso, suspeita-se de severa perda de habitat e de extinушes locais de subpopulaушes da espжcie que atж hoje nсo foram recoletadas. A espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), uma vez que a regiсo apresenta esforуo de coleta consideravelmente alto e a espжcie nсo foi re-encontrada.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20belo-horizontinae","Cerrado"],
    [484,"ASTERACEAE","Aspilia caudata","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da porусo sul da Cadeia do Espinhaуo, apresenta menos de cinco situaушes de ameaуa e tem EOO de 538,89 km▓ e AOO de 8 Km▓. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie, incluindo as cidades de Mariana e Ouro Preto, ж conhecida pela visitaусo intensa que recebe anualmente. Suspeita-se que falta de estrutura para receber esses visitantes esteja afetando a qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20caudata","Cerrado"],
    [485,"ASTERACEAE","Aspilia clausseniana","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20clausseniana","Cerrado e Mata AtlРntica"],
    [486,"ASTERACEAE","Aspilia cordifolia","J.U.Santos","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","EndЖmica do Estado de Minas Gerais, a espжcie foi encontrada nos municьpios de Gouveia e Santana do Riacho. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e tem EOO de 1.258,04 km▓. Apesar de estar dentro do Parque Nacional da Serra do Cipз, sabe-se que a regiсo sofre com queimadas e com o turismo intenso, que causam o declьnio da рrea e da qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20cordifolia","Cerrado"],
    [487,"ASTERACEAE","Aspilia cylindrocephala","H.Rob.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Goiрs, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Apresenta EOO de 16.000,53 km▓. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com as queimadas e com o avanуo da agricultura e das pastagens. Portanto, suspeita-se que esteja ocorrendo declьnio constante da qualidade e da рrea do habitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20cylindrocephala","Cerrado"],
    [488,"ASTERACEAE","Aspilia diamantinae","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita (EOO=533,06 Km▓) e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, que consideram a atividade mineradora, as queimadas frequentes e o turismo descontrolado como principais ameaуas. Essas atividades podem estar causando declьnio da qualidade do habitat da espжcie. Recomenda-se estudos populacionais para verificar o estado de conservaусo da populaусo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diamantinae","Cerrado"],
    [489,"ASTERACEAE","Aspilia diffusiflora","H.Rob.","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж uma planta arbustiva de ambiente savРnico ou rupestre, polinizada por insetos, com floraусo e frutificaусo em fevereiro e abril. Tem distribuiусo restrita (EOO=7.297 km▓, AOO=20 Km▓) e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa que consideram a expansсo urbana como principal fator causador do declьnio da qualidade do habitat e do nЩmero de subpopulaушes da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diffusiflora","Cerrado"],
    [490,"ASTERACEAE","Aspilia diniz-cruzeanae","J.U.Santos","CR","B1ab(i,iii,iv,v)+2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Serra do Caraуa, no Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=56,57 Km▓, e AOO=12 Km▓). A regiсo do Caraуa, apesar de ser uma RPPN, sofre com as queimadas e o turismo intenso. A pequena distribuiусo da espжcie em apenas uma localidade a torna criticamente suscetьvel Я extinусo pela eliminaусo dos indivьduos maduros.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20diniz-cruzeanae","Cerrado"],
    [491,"ASTERACEAE","Aspilia duarteana","J.U.Santos","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi amplamente coletada na Serra do Espinhaуo, no entanto a regiсo sofre com a incidЖncia de ameaуas como queimadas, erosсo do solo, entre outras o que pode vir a levar a espжcie a uma categoria de ameaуa caso nсo sejam controladas.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20duarteana","Cerrado"],
    [492,"ASTERACEAE","Aspilia eglerii","J.U.Santos","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Planta rupьcola, que produz flores e frutos durante o mЖs de janeiro. A espжcie ж endЖmica da regiсo de Diamantina em Minas Gerais. Tem AOO restrito a 4 Km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A espжcie deve ser monitorada para garantir o controle de ameaуas como queimadas e atividades antrзpicas que podem levar a espжcie Я extinусo em um futuro prзximo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20eglerii","Cerrado"],
    [493,"ASTERACEAE","Aspilia espinhacensis","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie жendЖmica do Estado de Minas Gerais, na regiсo do municьpio de Francisco Sр. Apresenta EOO restrita a 530,50 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa que consideram as queimadas decorrentes de atividades antrзpicas como a principal ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20espinhacensis","Cerrado"],
    [494,"ASTERACEAE","Aspilia floribunda","(Gardner) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuida no Brasil.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20floribunda","Cerrado, Caatinga e Pantanal"],
    [495,"ASTERACEAE","Aspilia grazielae","J.U.Santos","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do maciуo do Urucum, no municьpio de Corumbр, Mato Grosso do Sul. Tem extensсo de ocorrЖncia de 268,37 Km▓ e estр sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa. O avanуo da mineraусo na regiсo de ocorrЖncia da espжcie tem causado o declьnio contьnuo da рrea e da qualidade do habitat.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20grazielae","Pantanal"],
    [496,"ASTERACEAE","Aspilia jugata","H.Rob.","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres com rochas quartzьticas na regiсo de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 Km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e as queimadas frequentes sсo considerados a causa de declьnio da рrea e qualidade de habitat, o que pode vir a afetar as subpopulaушes existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20jugata","Cerrado"],
    [497,"ASTERACEAE","Aspilia ovatifolia","(DC.) Baker","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres na regiсo do municьpio de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Com AOO de 4 Km▓, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e as queimadas frequentes sсo considerados a causa do declьnio da рrea e qualidade de habitat, o que pode vir a afetar as subpopulaушes existentes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20ovatifolia","Cerrado"],
    [498,"ASTERACEAE","Aspilia paraensis","(Huber) J.U.Santos","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20paraensis","AmazЗnia"],
    [499,"ASTERACEAE","Aspilia pereirae","J.U.Santos","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da regiсo dos municьpios de Paracatu, no Estado de Minas gerais e Brasьlia, no Distrito Federal. Tem distribuiусo restrita (EOO=528,48 Km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sofreu o impacto causado pelo garimpo de ouro e a subsequente contaminaусo ambiental resultante do uso de mercЩrio na regiсo de Paracatu, localidade-tipo da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20pereirae","Cerrado"],
    [500,"ASTERACEAE","Aspilia pohlii","(Sch.Bip. ex Baker) Baker","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20pohlii","Cerrado"],
    [501,"ASTERACEAE","Aspilia procumbens","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuida.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20procumbens","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [502,"ASTERACEAE","Aspilia prostrata","J.U.Santos","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, tЖm distribuiусo restrita (EOO=537,09 km▓, AOO=8 Km▓) e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. As queimadas decorrentes das atividades humanas foram consideradas como principal ameaуa por causarem o declьnio na extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20prostrata","Cerrado"],
    [503,"ASTERACEAE","Aspilia reticulata","Baker","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica das Formaушes Campestres do Cerrado e da Mata AtlРntica, especialmente os Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apesar de ter sido considerada frequente em algumas das localidades onde ocorre, estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie ж intensamente visitada por turistas e suscetьvel Яs queimadas descontroladas nas жpocas secas, o que pode causar extinушes locais de subpopulaушes.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20reticulata","Cerrado"],
    [504,"ASTERACEAE","Aspilia silphioides","(Hook. & Arn.) Benth. & Hook.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de nсo ser endЖmica do Brasil, em territзrio nacional a espжcie ocorre em рreas alagadas Яs margens do Rio Paraguai, no Estado do Mato Grosso do Sul. A espжcie apresenta EOO de 541,40 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que causam o declьnio na qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspilia%20silphioides","Pantanal"],
    [505,"ASTERACEAE","Austrocritonia angulicaulis","(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Austrocritonia%20angulicaulis","Mata AtlРntica"],
    [506,"ASTERACEAE","Austroeupatorium rosmarinaceum","(Cabrera & Vittet) R.M.King & H.Rob.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculada em 6.118,74 km▓, estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, e ж endЖmica dos Campos de Altitude das regiшes Sul e Sudeste do paьs. Por ser restrita Я Formaушes Campestres, ocorrer em рreas fragmentadas e estar sujeita a um conjunto de ameaуas, a espжcie foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Austroeupatorium%20rosmarinaceum","Mata AtlРntica"],
    [507,"ASTERACEAE","Baccharis arassatubaensis","Malag.","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO restrita e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. A presenуa de espжcies invasoras, o desenvolvimento do turismo e a antropizaусo da regiсo sсo as principais ameaуas que incidem sobre a espжcie. Por isso, suspeita-se que possa haver um declьnio de sua рrea de ocupaусo e da qualidade do habitat, assim como das subpopulaушes da espжcie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20arassatubaensis","Mata AtlРntica"],
    [508,"ASTERACEAE","Baccharis brevifolia","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda em diferentes biomas brasileiros, fitofisionomias e ж encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). Nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20brevifolia","Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [509,"ASTERACEAE","Baccharis concinna","G.M.Barroso","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Serra do Cipз, regiсo que sofre com a presenуa do fogo nas жpocas secas. Alжm disso, hр relatos de bois pastando dentro do Parque Nacional da Serra do Cipз. Devido Яs ameaуas incidentes, das quais o fogo ж a principal, e a sua distribuiусo restrita, a espжcie estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Baccharis concinna foi considerada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20concinna","Cerrado"],
    [510,"ASTERACEAE","Baccharis elliptica","Gardner","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж considerada rara, endЖmica do Estado de Minas Gerais e tьpica da regiсo do Planalto de Diamantina. Tem distribuiусo restrita a uma EOO de 2.165,13 km▓ e, em sua regiсo de ocorrЖncia, incidem diversas ameaуas que resultam no declьnio da qualidade do habitat, da рrea de ocupaусo e do nЩmero de subpopulaушes. A incidЖncia de fogo decorrente de atividades humanas ж a principal ameaуa e pode ser responsрvel pelo aumento do risco de extinусo de diversas espжcies endЖmicas da regiсo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20elliptica","Cerrado"],
    [511,"ASTERACEAE","Baccharis grandimucronata","Malag.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso e ж encontrada dentro de diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nacionalmente nсo apresenta risco de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20grandimucronata","Mata AtlРntica"],
    [512,"ASTERACEAE","Baccharis hypericifolia","Baker","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, ж conhecida a partir de duas coletas realizadas no municьpio de Sсo Francisco de Paula, no Estado do Rio Grande do Sul. No municьpio restam apenas cerca de 20% de sua cobertura vegetal original. A espжcie ж considerada rara, tem a EOO calculada em 334,38 km▓, AOO de 8 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. O declьnio contьnuo em рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia, qualidade de habitat e nЩmero de subpopulaушes se deve Я incidЖncia de diversas ameaуas como a presenуa de espжcies exзticas, agricultura, fogo, entre outras.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20hypericifolia","Mata AtlРntica"],
    [513,"ASTERACEAE","Baccharis lychnophora","Gardner","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em рreas de Campos Rupestres e bordas de Mata Estacional Semidecьdua e ж conhecida a partir de coletas realizadas no Estado de Minas Gerais. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa distintas, que consideram a perda de habitat decorrente dos efeitos relacionados Я ocupaусo humana e a transformaусo das paisagens nas рreas de ocorrЖncia da espжcie como principais ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20lychnophora","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [514,"ASTERACEAE","Baccharis megapotamica","Spreng.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso e ж encontrada dentro de diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nacionalmente nсo apresenta risco de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20megapotamica","Mata AtlРntica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [515,"ASTERACEAE","Baccharis paranensis","Heering & Dusжn","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem mais de 20.000 km▓ de distribuiусo e nсo apresenta uso. No entanto ocorre em Mata AtlРntica e nos Pampas, biomas severamente degradados. Portanto faz-se necessрrio estudos populacionais a fim de verificar a situaусo da espжcie na natureza.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20paranensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [516,"ASTERACEAE","Baccharis penningtonii","Heering","VU","B1ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculada em 13.268,53 km▓ e ж encontrada em ambientes degradados. A diminuiусo do habitat pode causar declьnio contьnuo no tamanho populacional, de forma a levр-la a uma categoria de maior risco em um futuro prзximo. Portanto, recomenda-se estudos populacionais e monitoramento do habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20penningtonii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [517,"ASTERACEAE","Baccharis polyphylla","Gardner","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж distribuьda em рreas de Campos Rupestres nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Um dos locais de ocorrЖncia, o Pico das Almas, vem sendo bastante degradado por atividades agrьcolas e agropecuрrias, o que poderр levar Baccharis polyplylla a uma categoria de maior risco, caso essas ameaуas nсo sejam controladas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20polyphylla","Cerrado"],
    [518,"ASTERACEAE","Baccharis pseudo-alpestris","Malag.","VU","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, tem EOO calculada em 19.255,99 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em рreas de Campos Rupestres e Cerrado. A regiсo de ocorrЖncia vem sendo severamente degradada pela incidЖncia de ameaуas decorrentes do processo de antropizaусo, que causam declьnio contьnuo em sua EOO e na qualidade do habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20pseudo-alpestris","Cerrado"],
    [519,"ASTERACEAE","Baccharis sagittalis","(Less.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre amplamente distribuьda no paьs.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20sagittalis","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [520,"ASTERACEAE","Baccharis sphenophylla","Dusжn ex Malme","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo maior que 20.000 km▓, habita ambientes degradados e foi considerada rara. Por isso, deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser direcionados a ela.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20sphenophylla","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [521,"ASTERACEAE","Baccharis truncata","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo ampla e nсo possui uso. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20truncata","Cerrado"],
    [522,"ASTERACEAE","Baccharis xiphophylla","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo ampla e nсo possui uso. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baccharis%20xiphophylla","Cerrado"],
    [523,"ASTERACEAE","Barrosoa apiculata","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barrosoa%20apiculata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [524,"ASTERACEAE","Bidens bipinnata","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo ampla e nсo possui uso em grande escala. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bidens%20bipinnata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [525,"ASTERACEAE","Caatinganthus rubropappus","(Soar.Nunes) H.Rob.","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=800 Km▓), e ocorre em рreas de agreste com solo arenoso. De acordo com informaушes fornecidas por especialistas, estр sujeita Я perda contьnua de habitat nas regiшes em que ocorre. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caatinganthus%20rubropappus","Caatinga"],
    [526,"ASTERACEAE","Calea abbreviata","Pruski & Urbatsch","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica restrita da Chapada dos Veadeiros e, apesar de florescer, geralmente, apзs a passagem do fogo, a frequЖncia com que as queimadas ocorrem na regiсo, pode causar reduусo nas subpopulaушes da espжcie e declьnio na qualidade e no tamanho do habitat. Portanto, Calea abbreviata foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20abbreviata","Cerrado"],
    [527,"ASTERACEAE","Calea acaulis","Baker","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa em locais sob forte pressсo antrзpica onde nсo existe mais vegetaусo natural. Portanto, recomendam-se estudos populacionais a fim de investigar o estado de conservaусo da populaусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20acaulis","Cerrado"],
    [528,"ASTERACEAE","Calea brittoniana","Pruski","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica restrita aos Campos Rupestres da Serra da Canastra, com AOO calculado em 4 Km▓ e sujeita a uma situaусo de ameaуa. Eventos estocрsticos, queimadas e outras ameaуas presentes na regiсo de ocorrЖncia podem vir a extinguir a espжcie e, por isso, ela deve ser monitorada.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20brittoniana","Cerrado"],
    [529,"ASTERACEAE","Calea clausseniana","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20clausseniana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [530,"ASTERACEAE","Calea clematidea","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre amaplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20clematidea","Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [531,"ASTERACEAE","Calea cymosa","Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20cymosa","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [532,"ASTERACEAE","Calea gentianoides","DC.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculado em 10.425,01 km▓, menos de 10 situaушes de ameaуa e ocorre em рreas de Cerrado e Mata AtlРntica, onde estр sujeita ao declьnio da qualidade do habitat devido Я intensa antropizaусo de algumas рreas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20gentianoides","Cerrado"],
    [533,"ASTERACEAE","Calea heteropappa","Pruski & Urbatsch","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais e ocorre em рreas de Campos Rupestres da Serra do Cipo. Este local vem sofrendo declьnio contьnuo na qualidade do habitat e na рrea de ocupaусo da espжcie devido Я presenуa do fogo, nas жpocas secas. Calea heteropappa estр sujeita a duas situaушes de ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20heteropappa","Cerrado"],
    [534,"ASTERACEAE","Calea kristiniae","Pruski","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica dos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul, tem distribuiусo restrita (EOO=292,37 km▓, AOO=4 Km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo ж alvo de queimadas e outros efeitos decorrentes da agricultura e da agropecuрria. No entanto, a espжcie tambжm ocorre no Uruguai e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20kristiniae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [535,"ASTERACEAE","Calea lantanoides","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica doBrasil e no paьs ocorre amaplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20lantanoides","Cerrado"],
    [536,"ASTERACEAE","Calea polycephala","(Baker) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo ampla, no entanto, ocorre em рreas de cerrado com presenуa de agricultura e agropecuрria. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar a estabilidade da populaусo da espжcie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20polycephala","Cerrado"],
    [537,"ASTERACEAE","Calea serrata","Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calea%20serrata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [538,"ASTERACEAE","Campuloclinium parvulum","(Glaz.) R.M.King & H.Rob.","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Estado de Sсo Paulo e Minas Gerais, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A intensa visitaусo de turistas e a ocorrЖncia de queimadas frequentes nas жpocas secas estсo causando o declьnio contьnuo da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade de habitat, podendo levar subpopulaушes Я extinушes locais.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campuloclinium%20parvulum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [539,"ASTERACEAE","Campuloclinium riedelii","(Baker) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campuloclinium%20riedelii","Cerrado"],
    [540,"ASTERACEAE","Catolesia mentiens","D.J.N.Hind","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres do Estado da Bahia, e ocorre em solo arenoso com afloramentos rochosos, na regiсo da Chapada Diamantina. Tem EOO menor que 100 Km▓ e AOO menor que 10 Km▓. Alжm disso, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa que considera a incidЖncia de queimadas provocadas pelo homem e a intensa visitaусo de turistas como principais ameaуas.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catolesia%20mentiens","Caatinga"],
    [541,"ASTERACEAE","Chaptalia chapadensis","D.J.N.Hind","CR","B2ab(ii,iii),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre em рreas de Campos Rupestres no Morro do Pai Inрcio, na regiсo da Chapada Diamantina. ╔ endЖmica do Estado da Bahia e tem AOO calculada em 4 Km▓. Apesar da regiсo estar protegida por uma unidade de conservaусo (SNUC), ж intensamente visitada por turistas, o que causa declьnio na qualidade do habitat. Alжm disso, a espжcie estр suscetьvel a eventos estocрsticos uma vez que ocorre em apenas uma localidade conhecida, que abriga a pequena populaусo da espжcie. Recomendam-se monitoramento e estudos populacionais para a espжcie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20chapadensis","Caatinga"],
    [542,"ASTERACEAE","Chaptalia cordifolia","(Baker) Cabrera","VU","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo restrita, e habita рreas campestres do pampa e de regiшes serranas. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A agricultura e a agropecuрria sсo ameaуas incidentes e a expansсo dessas atividades representa um risco para a sobrevivЖncia da espжcie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20cordifolia","Mata AtlРntica"],
    [543,"ASTERACEAE","Chaptalia hermogenis","M.D.Moraes","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre em campos de altitude e afloramentos calcрrios em рreas de Floresta Montana no Parque Estadual de Jacupiranga, no Estado de Sсo Paulo. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie sofre com a incidЖncia de queimadas e estр suscetьvel a eventos estocрsticos por apresentar apenas uma subpopulaусo sujeita a uma situaусo de ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20hermogenis","Mata AtlРntica"],
    [544,"ASTERACEAE","Chaptalia martii","(Baker) Zardini","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaptalia%20martii","Cerrado"],
    [545,"ASTERACEAE","Chionolaena lychnophorioides","Sch.Bip.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж rara, tem EOO de 18.909,44 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A mineraусo, o fogo nas жpocas secas e o turismo descontrolado sсo ameaуas diretas a sobrevivЖncia da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionolaena%20lychnophorioides","Cerrado"],
    [546,"ASTERACEAE","Chresta souzae","H.Rob.","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Goiрs e do Distrito Federal, tem EOO de 2.362,36 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A frequente incidЖncia de incЖndios na regiсo vem causando declьnio contьnuo da рrea de ocupaусo e qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chresta%20souzae","Cerrado"],
    [547,"ASTERACEAE","Chresta sphaerocephala","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chresta%20sphaerocephala","Cerrado"],
    [548,"ASTERACEAE","Chromolaena angusticeps","(Malme) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica em formaушes campestres do Estado do Paranр. Tem EOO de 280,28 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que consideram a incidЖncia de queimadas, a mineraусo, a agricultura e a pecuрria intensiva como principais ameaуas. Portanto, suspeita-se que a espжcie sofra com o declьnio em EOO, AOO e qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20angusticeps","Mata AtlРntica"],
    [549,"ASTERACEAE","Chromolaena arrayana","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Chromolaena arrayana nсo ж uma espжcie endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, tem distribuiусo restrita (EOO=523,03 km▓, AOO=8 km▓) ao Estado de Goiрs. A espжcie ocorre em рrea sob forte influЖncia de extraусo de nьquel, cuja consequЖncia ж o declьnio continuado da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade de habitat. A Щltima coleta foi realizada em janeiro de 1972. Cada localidade de coleta (duas) foi considerada como uma situaусo de ameaуa distinta.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20arrayana","Cerrado"],
    [550,"ASTERACEAE","Chromolaena barbacensis","(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20barbacensis","Caatinga, Cerrado"],
    [551,"ASTERACEAE","Chromolaena costatipes","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre em Minas Gerais, sendo que o exemplar-tipo nсo apresenta localidade e as demais coletas foram feitas na Serra da Canastra. Apresenta EOO restrito a 270,28 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apesar de bem coletada a espжcie nсo ж encontrada na natureza desde 1996. Alжm disso, a regiсo sofre com queimadas provocadas pelo homem que levam ao declьnio contьnuo da qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20costatipes","Cerrado"],
    [552,"ASTERACEAE","Chromolaena elliptica","(Hook. & Arn.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20elliptica","Mata AtlРntica"],
    [553,"ASTERACEAE","Chromolaena latisquamulosa","(Hieron.) R.M.King & H.Rob.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20latisquamulosa","Mata AtlРntica"],
    [554,"ASTERACEAE","Chromolaena rhinanthacea","(DC.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado do Paranр, tem EOO de 490,73 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia ж alvo de queimadas, mineraусo, agricultura e pecuрria intensiva. Portanto, estima-se o declьnio contьnuo de EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolaena%20rhinanthacea","Mata AtlРntica"],
    [555,"ASTERACEAE","Chronopappus bifrons","(DC. ex Pers.) DC.","VU","B1ab(iii,iv),D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em Minas Gerais, tem distribuiусo restrita e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A рrea onde a espжcie ocorre ж foco de turismo desordenado, agricultura e queimadas. Caso nсo haja controle das ameaуas incidentes sobre a espжcie, ela poderр ter uma reduусo populacional considerрvel, e ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro prзximo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chronopappus%20bifrons","Cerrado"],
    [556,"ASTERACEAE","Chrysolaena nicolackii","H.Rob.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocorre em campos da regiсo norte do Estado do Paranр, рrea degradada pela urbanizaусo. Caso nсo haja controle das ameaуas incidentes, a espжcie poderр ter uma reduусo populacional considerрvel, e ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro prзximo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysolaena%20nicolackii","Cerrado"],
    [557,"ASTERACEAE","Cololobus longiangustatus","( G.M.Barroso ) H.Rob.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa que consideram a degradaусo do habitat decorrente da implantaусo de рreas agrьcolas, ocorrЖncia de fogo e introduусo de espжcies exзticas invasoras como principais ameaуas. ╔ endЖmica dos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro (EOO=146,02 km▓, AOO=20 Km▓) e estр sujeita ao declьnio continuo nas regiшes de ocorrЖncia.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cololobus%20longiangustatus","Mata AtlРntica"],
    [558,"ASTERACEAE","Cololobus rupestris","(Gardner) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de Campos Rupestres e Campos de Altitude dos Estados do Espirito Santo e Rio de Janeiro, com AOO restrito (48 km▓). Foram identificadas duas situaушes de ameaуa que consideram a relaусo entre os efeitos diretos e indiretos da ocupaусo humana com o declьnio da qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cololobus%20rupestris","Mata AtlРntica"],
    [559,"ASTERACEAE","Conocliniopsis prasiifolia","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conocliniopsis%20prasiifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [560,"ASTERACEAE","Dasyanthina serrata","(Less.) H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasyanthina%20serrata","Mata AtlРntica"],
    [561,"ASTERACEAE","Dasycondylus resinosus","(Spreng.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasycondylus%20resinosus","Mata AtlРntica"],
    [562,"ASTERACEAE","Dasyphyllum synacanthum","(Baker) Cabrera","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo de risco.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dasyphyllum%20synacanthum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [563,"ASTERACEAE","Dendrophorbium catharinense","(Dusжn ex Cabrera) C.Jeffrey","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Erva de ambientes campestres e borda de mata, ocorre apenas nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os dois Estados foram identificados como situaушes de ameaуa distintas, que consideram a agricultura e a ocupaусo desordenada como ameaуas capazes de reduzir consideravelmente as subpopulaушes existentes. Tais efeitos podem levar Я transferЖncia da espжcie para uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20catharinense","Mata AtlРntica"],
    [564,"ASTERACEAE","Dendrophorbium paranense","(Malme) Matzenb. & Baptista","EN","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Sul do Brasil (AOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20paranense","Mata AtlРntica"],
    [565,"ASTERACEAE","Dendrophorbium pluricephalum","(Cabrera) C.Jeffrey","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dendrophorbium%20pluricephalum","Mata AtlРntica"],
    [566,"ASTERACEAE","Dimerostemma annuum","(Hassl.) H. Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil, mas em territзrio nacional ocorre no Estado do Mato Grosso do Sul (EOO=2.199,45 km▓). A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa que consideram a degradaусo e perda do habitat decorrentes da transformaусo de рreas naturais em pastos e campos agrьcolas. Suspeita-se que a espжcie esteja sujeita a declьnio continuo da EOO, AOO e do nЩmero de subpopulaушes.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20annuum","Pantanal"],
    [567,"ASTERACEAE","Dimerostemma apense","(Chodat) M.D.Moraes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre de forma esparsa ou, eventualmente, formando grandes subpopulaушes, apresenta EOO mжdio e menos de 10 situaушes de ameaуa, que poderсo categorizр-la com \"Vulnerрvel\" (VU), caso haja declьnio de habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20apense","Pantanal"],
    [568,"ASTERACEAE","Dimerostemma arnottii","(Baker) M.D.Moraes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20arnottii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [569,"ASTERACEAE","Dimerostemma bahiense","(H.Rob.) M.D.Moraes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20bahiense","Cerrado"],
    [570,"ASTERACEAE","Dimerostemma bishopii","H.Rob.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie, e sua Щltima coleta data de 1981.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20bishopii","Cerrado"],
    [571,"ASTERACEAE","Dimerostemma episcopale","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO menor que 5.000 km▓, AOO menor que 500 km▓, e sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com incidЖncia de queimadas, o fluxo intenso de turismo e com a pastagem de animais. Estas atividades vЖm causando o declьnio contьnuo da рrea de ocupaусo, qualidade de habitats e do nЩmero de subpopulaушes.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20episcopale","Caatinga, Cerrado"],
    [572,"ASTERACEAE","Dimerostemma grazielae","H.Rob.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO menor que 20.000 km▓, e sujeita a cinco situaушes de ameaуa. A incidЖncia de incЖndios ж uma ameaуa constante, principalmente dentro do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, e vem causando o declьnio contьnuo da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, qualidade de habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20grazielae","Cerrado"],
    [573,"ASTERACEAE","Dimerostemma myrtifolium","(Chodat) M.D.Moraes","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO menor que 5.000 km▓, AOO menor que 500 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Nas рreas de ocorrЖncia da espжcie os incЖndios sсo a maior ameaуa Я vegetaусo, causando o declьnio continuado da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerostemma%20myrtifolium","Cerrado"],
    [574,"ASTERACEAE","Disynaphia ericoides","(DC.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Disynaphia ericoides (DC.) R.M.King & H.Rob. nсo ж uma espжcie endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, a espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=10.627,23 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo de qualidade de habitat.  Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas. As Matas Ciliares, no Estado do Rio Grande do Sul, tem sofrido alteraушes significativas pela aусo antrзpica (agropecuрria), causando a diminuiусo da рrea de ocorrЖncia e a perda da biodiversidade. Por outro lado, ж necessрrio um esforуo maior de coleta para avaliar a real distribuiусo da espжcie. A рrea entre os municьpios de Viamсo (RS) e Itararж (SP) deve conter outros indivьduos, que poderсo ser localizados num estudo de revisсo para o grupo (gЖnero Disynaphia).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20ericoides","Mata AtlРntica"],
    [575,"ASTERACEAE","Disynaphia praeficta","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica deCampos Rupestres da porусo norte da Cadeia do Espinhaуo, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 56 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A degradaусo ambiental da regiсo ж a principal ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie na natureza.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20praeficta","Cerrado"],
    [576,"ASTERACEAE","Disynaphia variolata","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie habita рreas savРnicas e campestres das Regiшes Sul e Sudeste, tem EOO de 555,07 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As queimadas frequentes para a abertura de pastagens, e a invasсo biolзgica por espжcies exзticas foram consideradas as principais ameaуas. Portanto, suspeita-se que as ameaуas estejam causando o declьnio da EOO, AOO e da qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disynaphia%20variolata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [577,"ASTERACEAE","Echinocoryne echinocephala","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Subarbusto de ambiente savРnico e rupestre. Espжcie endЖmica dos Estados de Goiрs e Tocantins, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e tem AOO de 44 km▓. As regiшes de ocorrЖncia da espжcie sсo cenрrio frequente de incЖndios provocados pelo homem, que invade as unidades de conservaусo (SNUC), causando o declьnio na qualidade do habitat, na EOO e na AOO da espжcie.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinocoryne%20echinocephala","Cerrado"],
    [578,"ASTERACEAE","Egletes viscosa","(L.) Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Egletes%20viscosa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [579,"ASTERACEAE","Elephantopus riparius","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elephantopus%20riparius","Cerrado"],
    [580,"ASTERACEAE","Enydra anagallis","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Enydra%20anagallis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [581,"ASTERACEAE","Eremanthus argenteus","MacLeish & H.Schumach.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de Campos Rupestre e Cerrados do Estado de Goiрs. Apresenta EOO restrito (389,62 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. O uso do fogo de forma indiscriminada ж frequente e pode causar reduушes da AOO, EOO e do nЩmero de subpopulaушes, alжm de alterar as condiушes зtimas para a sobrevivЖncia da espжcie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20argenteus","Cerrado"],
    [582,"ASTERACEAE","Eremanthus capitatus","(Spreng.) MacLeish","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20capitatus","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [583,"ASTERACEAE","Eremanthus crotonoides","(DC.) Sch.Bip.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20crotonoides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [584,"ASTERACEAE","Eremanthus leucodendron","Mattf.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre em рreas de Carrasco e Campo Rupestre, sobre rochas na base de encostas no Estado da Bahia. Tem distribuiусo restrita (EOO=964,86 km▓, AOO=36 Km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As atividades agrьcolas para a formaусo de pastagens e cultivo de frutas realizadas com a utilizaусo de fogo e extraусo ilegal de madeira e lenha vЖm causando declьnio da AOO, EOO e da qualidade do habitat.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20leucodendron","Cerrado"],
    [585,"ASTERACEAE","Eremanthus polycephalus","(DC.) MacLeish","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre apenas no Estado de Minas Gerais. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa que consideram a agricultura e aocupaусo desordenada ameaуas diretas, podendo resultar na reduусo considerрvel das subpopulaушes existentes, o que levaria a espжcie a uma categoriade maior risco em um futuro prзximo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20polycephalus","Cerrado"],
    [586,"ASTERACEAE","Eremanthus seidelii","MacLeish & H.Schumach.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","EndЖmica dos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro, a espжcie tem EOO restrito a 15.824,24 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A degradaусo e perda do habitat da espжcie sсo as principais ameaуas incidentes.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eremanthus%20seidelii","Cerrado"],
    [587,"ASTERACEAE","Eupatorium lineatum","Sch.Bip. ex Baker","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж citada como muito frequente, no entanto apresenta apenas dois registros de coleta. Recomenda-se estudos populacionais para uma avaliaусo de risco consistente.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eupatorium%20lineatum","Cerrado"],
    [588,"ASTERACEAE","Fleischmannia remotifolia","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fleischmannia%20remotifolia","Mata AtlРntica"],
    [589,"ASTERACEAE","Gardnerina angustata","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gardnerina%20angustata","Cerrado"],
    [590,"ASTERACEAE","Gochnatia argyrea","(Dusen ex Malme) Cabrera","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado do Paranр, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, e tem distribuiусo restrita (EOO=595,81 km▓, AOO=24 Km▓). A espжcie sofre o declьnio contьnuo da qualidade do habitat, decorrente da introduусo de monoculturas e a implantaусo de pastagens e campos agrьcolas, alжm de ter enfrentado intenso desmatamento desde a colonizaусo do paьs atж os dias de hoje.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20argyrea","Mata AtlРntica"],
    [591,"ASTERACEAE","Gochnatia cordata","Less.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil tem ocorrЖncia restrita ao Estado do Rio Grande do Sul, em Campo Arenoso e Formaушes Campestres. Tem EOO calculado em 3.215,72 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A expansсo das atividades agrьcolas e introduусo de espжcies exзticas vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20cordata","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [592,"ASTERACEAE","Gochnatia hatschbachii","Cabrera","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","As рreas de Floresta Estacional Semidecidual em que a espжcie ocorre, na Serra do Cipз (MG), vem sofrendo com a ocorrЖncia de incЖndios, o corte seletivo e a expansсo de atividades agropecuрrias. A espжcie apresenta EOO restrito (6.820,76 km▓) e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. As ameaуas incidentes sobre a espжcie e seu habitat causam declьnio do EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20hatschbachii","Cerrado"],
    [593,"ASTERACEAE","Gochnatia mollisima","(Malme) Cabrera","CR","C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos Nativos do Pampa, que vЖm sendo progressivamente degradado nas Щltimas dжcadas devido Яexpansсo das atividades agrьcolas e silviculturais, e Я invasсo por espжciesexзticas, que causam o declьnio contьnuo da qualidade do habitat e do nЩmero de subpopulaушes da espжcie. Foi encontrada uma populaусo apзs 50 anos sem conhecimento da espжcie, constituьda por cerca de 50 indivьduos ocorrendo em meio Я vegetaусo campestre, sobre encosta de morro granьtico, a uma altitude de cerca de 100 m. Portanto a espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), por apresentar menos de 250 indivьduos, 100% dos quais em uma Щnica populaусo, tornando-a extremamente suscetьvel aos eventos estocрsticos e Яs ameaуas incidentes nos locais de ocorrЖncia.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20mollisima","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [594,"ASTERACEAE","Gochnatia orbiculata","(Malme) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20orbiculata","Mata AtlРntica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [595,"ASTERACEAE","Gochnatia polymorpha subsp. polymorpha","(Less.) Cabrera","LC","","Tainan Messina","","A espжcie ж amplamente distribuьda em todos os Estados das regiшes Sul e Sudeste, e tambжm ocorre no Mato Grosso do Sul, Goiрs, Bahia e Pernambuco.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20polymorpha%20subsp.%20polymorpha","Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [596,"ASTERACEAE","Gochnatia ramboi","Cabrera","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa e sua regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre queimadas frequentes e o impacto da pecuрria. Portanto, caso as ameaуas nсo sejam controladas, Gochnatia ramboi poderр ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20ramboi","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [597,"ASTERACEAE","Gochnatia rotundifolia","Less.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. Alжm disso, sua regiсo de ocorrЖncia sofre queimadas frequentes e o impacto da pecuрria. Portanto, caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser transferida a uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20rotundifolia","Cerrado"],
    [598,"ASTERACEAE","Gochnatia sordida","(Less.) Cabrera","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Foram identificadas apenas duas situaушes de ameaуa, tendo em vista a ocorrЖncia ou ausЖncia em unidade de conservaусo (SNUC). A espжcie estр sujeita Я de perda de habitat decorrente da expansсo das atividades agropecuрrias e silviculturais que vЖm reduzindo drasticamente as рreas de vegetaусo campestre da regiсo dos Campos Gerais do Estado do Paranр. As рreas remanescentes estсo hoje ameaуadas pela invasсo de espжcies exзticas. Assim, recomendam-se maiores estudos sobre a distribuiусo da espжcie. Gochnatia sordida pode ocorrer tambжm nos Estados da Bahia e Sсo Paulo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gochnatia%20sordida","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [599,"ASTERACEAE","Grazielia schultzii","R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grazielia%20schultzii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [600,"ASTERACEAE","Gyptis vernoniopsis","(Sch.Bip. ex Baker) R.M.King & H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica das Formaушes Campestres dos Estados de Sсo Paulo, e Paranр, e pode ocorrer nos Estados do Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. Suspeita-se que  a AOO seja menor que 500 Km▓. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa, tendo em vista a presenуa ou ausЖncia da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC) (que podem a longo prazo garantir o desaceleramento de processos de supressсo da vegetaусo) e a introduусo de campos agrьcolas nas рreas de ocorrЖncia da espжcie. A espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da EOO, AOO e da qualidade do habitat. Recomenda-se maiores estudos populacionais a fim de verificar se as populaушes localizadas fora das unidades de conservaусo se encontram estрveis.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gyptis%20vernoniopsis","Cerrado"],
    [601,"ASTERACEAE","Hatschbachiella polyclada","(Dusжn ex Malme) R.M.King & H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deMinas Gerais e Paranр, com EOO de 71.870 km▓ e AOO de 60 km▓, em mais de 10 situaушes de ameaуa. Subarbusto campestre, perene, habita o Cerradoprзximo a afloramentos rochosos, nos campos de altitude e nos campos de cima daserra. Seu habitat vem sendo deteriorado pela mineraусo, pela agricultura,pecuрria e suas consequentes queimadas. Embora encontrada em unidade de conservaусo (SNUC), a planta ж considerada rara no Paranр, e deve ser acompanhada parauma possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatschbachiella%20polyclada","Cerrado"],
    [602,"ASTERACEAE","Hatschbachiella tweedieana","(Hook. & Arn.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatschbachiella%20tweedieana","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [603,"ASTERACEAE","Heterocoma albida","(DC. ex Pers.) DC.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Caraуa, com AOO de 8 km▓, em um local em situaусo deameaуa. Embora em unidade de conservaусo (SNUC), a regiсo de ocorrЖncia da espжcie jрfoi drasticamente degrada devido Я atividade de mineraусo e Яs constantesqueimadas.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocoma%20albida","Cerrado"],
    [604,"ASTERACEAE","Heterocondylus amphidyctius","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20amphidyctius","Cerrado"],
    [605,"ASTERACEAE","Heterocondylus lysimachioides","(Chodat) R.M.King & H.Rob.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie ocorre no Paraguai e, no Brasil, em Sсo Paulo, Minas Gerais e MatoGrosso do Sul, com AOO de 12 km▓. Pelos dados de coleta, a espжcie foiencontrada em trЖs locais em situaусo de ameaуa, hр mais de 40 anos, no Cerrado e na Mata AtlРntica, ambientes que vЖm sendo degradados e substituьdos por pastagens e pela agriculturaextensiva. Sugerimos mais estudos sobre a espжcie e uma possьvel mudanуa decategoria.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20lysimachioides","Cerrado"],
    [606,"ASTERACEAE","Heterocondylus pumilus","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterocondylus%20pumilus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [607,"ASTERACEAE","Hoehnephytum almasense","D.J.N.Hind","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado daBahia, no Pico das Almas da Chapada Diamantina, com EOO de 5.687,90 km▓ e AOO de 48 km▓, em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. A regiсo de ocorrЖnciatem sido deteriorada pelas atividades agrьcolas, pastagem, extraусo de madeirae pelo fogo, alжm do extrativismo de plantas ornamentais e do turismo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehnephytum%20almasense","Caatinga, Cerrado"],
    [608,"ASTERACEAE","Hoehnephytum trixoides","(Gardner) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehnephytum%20trixoides","Cerrado, Caatinga"],
    [609,"ASTERACEAE","Holocheilus hieracioides","(D.Don) Cabrera","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Paraguai, Uruguai,Argentina e, no Brasil, nos Estados do Rio Grande do Sul e, possivelmente, Santa Catarina. Tem EOO de 579,70 km▓ e AOO de 8 km▓, estando sujeita a pelo menos cinco situaушes de ameaуa. Erva rosulada, perene, habita os campos inundрveisdos Pampas, bioma que vem sendo degradado pela expansсo das atividades agrьcolas,silviculturais e de pastagens, com prрticas inadequadas de manejo e introduусode espжcies exзticas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20hieracioides","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [610,"ASTERACEAE","Holocheilus monocephalus","Mondin","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul. Tem EOO de 288,65 km▓ e AOO de 4 km▓, sendo encontrada em menosde cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita os campos Щmidos e turfosos,acima de 1000 m, nos Aparados da Serra Geral. O bioma Pampa vem sendo degradadopela expansсo das atividades agrьcolas, silviculturais e de pastagens, comprрticas inadequadas de manejo e introduусo de espжcies exзticas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20monocephalus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [611,"ASTERACEAE","Holocheilus pinnatifidus","(Less.) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Holocheilus%20pinnatifidus","Mata AtlРntica"],
    [612,"ASTERACEAE","Hololepis pedunculata","(DC. ex Pers.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hololepis%20pedunculata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [613,"ASTERACEAE","Hysterionica pinnatiloba","Matzenb. & Sobral","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado do Rio Grandedo Sul, tem EOO de 575,98 km▓ e AOO de 8 km▓, e pode ser encontrada em dois locais em situaусo de ameaуa.Habita a Mata AtlРntica, em campos sobre rochas basрlticas. A Mata AtlРnticafoi drasticamente reduzida e deteriorada, restando hoje de 7% a 8% de suaрrea original. Formam-se pequenas \"ilhas\" de vegetaусo nativa, fragmentos compopulaушes isoladas umas das outras. Para muitas espжcies, a рrea agrьcola ouurbana circundante de um fragmento pode significar uma barreiraintransponьvel.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hysterionica%20pinnatiloba","Mata AtlРntica"],
    [614,"ASTERACEAE","Hysterionica pinnatisecta","Matzenb. & Sobral","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no municьpio de Lauro Muller, na Serra do Rio do Rastro, Estado de SantaCatarina, e tem AOO de 8 km▓, sendo encontrada em um local em situaусo de ameaуa. Planta rara, habita os Campos de Cima da Serra, crescendo preferencialmenteem fendas de penhascos basрlticos. A vegetaусo nativa da regiсo de ocorrЖncia tem sido retirada para a mineraусo de carvсo.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hysterionica%20pinnatisecta","Mata AtlРntica"],
    [615,"ASTERACEAE","Ianthopappus corymbosus","(Less.) Roque & D.J.N.Hind","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Uruguai, na Argentina e, no Brasil, no Estado do Rio Grande do Sul, com EOO de 291,34 km▓ e AOO de 4 km▓, sendo encontrada em um local em situaусo de ameaуa. Plantacamжfita, subarbustiva e campestre, ж frequente em рreas alagadas.Seu habitat vem sendo degradado pela expansсo das atividades agrьcolas,silviculturais e pastagens, com prрticas inadequadas de manejo e introduусode espжcies exзticas.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ianthopappus%20corymbosus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [616,"ASTERACEAE","Ichthyothere connata","S.F.Blake","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20connata","Cerrado"],
    [617,"ASTERACEAE","Ichthyothere elliptica","H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Goiрs e, possivelmente, no Distrito Federal. Tem distribuiусo restrita (AOO=32 km▓), em menos de cincolocais em situaусo de ameaуa. Habita o Cerrado, em рreas de Campos Rupestres. Emboraencontrada em unidade de conservaусo, a espжcie sofre ameaуa com o declьnio e a deterioraусo de seu habitat pelas queimadas e pela introduусo de espжciesexзticas para a implantaусo de agricultura extensiva e pecuрria, alжm damineraусo e do turismo.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20elliptica","Cerrado"],
    [618,"ASTERACEAE","Ichthyothere integrifolia","(DC.) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichthyothere%20integrifolia","Cerrado"],
    [619,"ASTERACEAE","Idiothamnus pseudorgyalis","R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Idiothamnus%20pseudorgyalis","Mata AtlРntica"],
    [620,"ASTERACEAE","Inulopsis camporum","(Gardner) G.L.Nesom","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inulopsis%20camporum","Cerrado"],
    [621,"ASTERACEAE","Inulopsis scaposa","(DC.) O.Hoffm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inulopsis%20scaposa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [622,"ASTERACEAE","Isostigma crithmifolium","Less.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre noParaguai, Uruguai, Argentina e Brasil, nos Pampas do Rio Grande do Sul. Devido Я escassez de dados sobre a distribuiусo da espжcie, a avaliaусo nсo podeser realizada. Sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20crithmifolium","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [623,"ASTERACEAE","Isostigma peucedanifolium","(Spreng.) Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20peucedanifolium","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [624,"ASTERACEAE","Isostigma speciosum","Less.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isostigma%20speciosum","Cerrado"],
    [625,"ASTERACEAE","Koanophyllon adamantium","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Koanophyllon%20adamantium","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [626,"ASTERACEAE","Lepidaploa adamantium","(Gardner) H.Rob.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser concluьda.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20adamantium","Cerrado"],
    [627,"ASTERACEAE","Lepidaploa almasensis","(D.J.N.Hind) H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no municьpio de Rio de Contas, no Pico das Almas, Estado daBahia. Tem distribuiусo restrita (AOO=8 km▓), em um local em situaусo de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia vem sofrendo deterioraусopela agricultura, pelo cultivo de frutas, pela pastagem e pelo fogo usado paraimplantar estas culturas, alжm da retirada de madeira para lenha e de plantasornamentais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20almasensis","Caatinga"],
    [628,"ASTERACEAE","Lepidaploa aurea","(Mart. ex DC.) H.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deTocantins, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais, Rio deJaneiro e Sсo Paulo, com EOO de 514.701 km▓ e AOO de 404 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. Habita a Mata AtlРntica e o Cerrado, em bordas dematas de galeria, nos campos limpos, campos sujos e campos rupestres, inclusiveem unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20aurea","Cerrado, Caatinga"],
    [629,"ASTERACEAE","Lepidaploa chamissonis","(Less.) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deMinas Gerais, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, com EOO de 319.535 km▓ e AOO de 112 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. Embora fora dos limites devulnerabilidade, por habitar o Cerrado, sofre pressсo por degradaусo ediminuiусo de seu habitat. Sugerimos estudos populacionais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20chamissonis","Mata AtlРntica"],
    [630,"ASTERACEAE","Lepidaploa cotoneaster","(Willd. ex Spreng.) H.Rob.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nas regiшesNordeste e Sudeste, com EOO de 2.134.399 km▓ e AOO de 916 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20cotoneaster","Caatinga, Cerrado"],
    [631,"ASTERACEAE","Lepidaploa gnaphalioides","(Sch.Bip. ex Baker) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deMinas Gerais e, possivelmente, Rio de Janeiro. Tem EOO de 502,60 km▓ e AOO de 8 km▓, sendo encontrada em menos decinco locais em situaусo de ameaуa. Embora presente em unidade de conservaусo (SNUC),a reduусo e deterioraусo do habitat, primeiro pela mineraусo, hoje peloturismo, pela agricultura de subsistЖncia e pelas queimadas que a seguem, sсo suasprincipais ameaуas.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20gnaphalioides","Cerrado"],
    [632,"ASTERACEAE","Lepidaploa luetzelburgii","(Mattf.) H.Rob.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados a avaliaусo nсo pode serconcluьda.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20luetzelburgii","Cerrado"],
    [633,"ASTERACEAE","Lepidaploa pseudaurea","(D.J.N.Hind) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos municьpios de Rio de Contas e Morro do Chapжu, no Estado da Bahia. Tem EOO de 3.966,82 km▓ e AOO de 20 km▓, sendo encontrada emmenos de cinco locais em situaусo de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia vem sofrendodeterioraусo pela agricultura, pelo cultivo de frutas, pela pastagem e pelo fogo usadopara implantar estas culturas, alжm da retirada de madeira para lenha e de plantasornamentais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20pseudaurea","Cerrado, Caatinga"],
    [634,"ASTERACEAE","Lepidaploa spixiana","(Mart. ex DC.) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 235,74 km▓ e AOO de 12 km▓, sendo encontrada emmenos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Embora presente em unidade deconservaусo (SNUC), a espжcie encontra-se sob ameaуa pela reduусo e deterioraусo deseu habitat, pela mineraусo, pelo turismo, pela agricultura de subsistЖncia e pelasqueimadas que a seguem.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepidaploa%20spixiana","Cerrado"],
    [635,"ASTERACEAE","Leptostelma catharinensis","(Cabrera) A.M.Teles & Sobral","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcieocorre no Estado de Santa Catarina e ocupa рrea (AOO) de 16 km▓. Segundo a informaусo disponьvel, a estrutura populacional da espжcie estр severamente fragmentada devido Яdeterioraусo de seu habitat pela agricultura e pela extraусo de madeira parauso do carvсo. As coletas registradas em herbрrio sсo antigas, de cerca de 60anos atrрs. ╔ encontrada em apenas uma unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptostelma%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [636,"ASTERACEAE","Lessingianthus adenophyllus","(Mart. ex DC.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcieocorre nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais, com AOO de 36 km▓, sendo encontrada em menos dedez locais em situaусo de ameaуa. Categorizada como \"Em Perigo\" (EN), por habitaro Cerrado e especialmente a Cadeia do Espinhaуo em рreas de Campos Rupestres, ambientesujeito Я pressсo antrзpica pelo turismo, pelas queimadas, pelas plantaушes demonoculturas, pelo extrativismo e pela agricultura de subsistЖncia. Embora encontradaem unidade de conservaусo (SNUC), sua sobrevivЖncia nсo estр assegurada.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20adenophyllus","Cerrado"],
    [637,"ASTERACEAE","Lessingianthus asteriflorus","(Mart. ex DC.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Gustavo Martinelli","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Rio Grande do Sul, com AOO de 68 km▓. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas, considerando a dinРmica de perda e degradaусo dos Campos Sulinos, no estado Rio Grande do Sul, diferente da realidade encontrada nos Estados de Sсo Paulo e Paranр.  A espжcie habita рreas de Cerrado e os Pampas, ambientesaltamente deteriorados e reduzidos pela substituiусo da vegetaусo original porplantaушes e pastagens. Hр registros de coleta muito antigos, de 1914 e 1928, no Paranр, onde nсo existe mais a vegetaусo original. Alжm disso, nсo ж encontradaem unidade de conservaусo (SNUC). Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20asteriflorus","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [638,"ASTERACEAE","Lessingianthus constrictus","(Matzenb. & Mafiol.) Dematt.","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundoinformaусo disponьvel, a espжcie ж rara e habita os Pampas do Rio Grande do Sul,em dois municьpios, com EOO de 14,61 km▓. ╔ encontrada em um local em situaусo de ameaуa, uma vez que nсo estр protegida por unidades de conservaусo. A espжcie ocorre em vegetaусo de Restinga, habitat que vem sendoreduzido e deteriorado.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20constrictus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [639,"ASTERACEAE","Lessingianthus eitenii","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Distrito Federal e no Estado de Goiрs, com EOO de15.322,14 km▓ e AOO de 56 km▓, em cerca de cinco locais em situaусo de ameaуa. Habitao cerrado, que vem sendo deteriorado, reduzido e invadido por espжciesexзticas. Segundo informaусo disponьvel, vрrias рreas que mantinham remanescentessignificativos de vegetaусo nativa de Brasьlia, desde sua fundaусo,desapareceram nos Щltimos anos e outras continuam desaparecendo rapidamente. A espжcie ж encontrada no Parque Nacional de Brasьlia.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20eitenii","Cerrado"],
    [640,"ASTERACEAE","Lessingianthus elegans","(Gardner) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Distrito Federal, Goiрs, Mato Grosso, Bahia,Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр, com EOO de 1.483.388 km▓ e AOO de 308 km▓, em maisde 10 locais em situaусo de ameaуa. Habita a Caatinga e o Cerrado, e emborafora dos limites de vulnerabilidade e encontrada em quatro unidades de conservaусo (SNUC), os habitats da espжcie que vЖm sendodeteriorados e reduzidos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20elegans","Cerrado, Caatinga"],
    [641,"ASTERACEAE","Lessingianthus exiguus","(Cabrera) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Bahia, Paranр, Santa Catarina, e, possivelmente, no Estado de Sсo Paulo. Tem AOO de 44 km▓, e pode ser encontrada em menos de 10 locaisem situaусo de ameaуa. Habita o Cerrado, a Caatinga e a Mata AtlРntica, em рreas campestres como Campos Limpos e Sujos, Campos Rupestres e Campos de Altitude, assim como nas bordas dasflorestas. Considerando-seque os habitats da espжcie vЖm sendo deterioradose reduzidos, como a Floresta Ombrзfila Mista (Floresta de Araucрria),cujos remanescentes florestais nсo perfazem mais do que 1% da рrea original, epor ser encontrada em duas unidadesde conservaусo (SNUC), foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20exiguus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [642,"ASTERACEAE","Lessingianthus grandiflorus","(Less.) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiрs, Mato Grossodo Sul, Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр, com EOO de 701.733 km▓ e AOO de 224 km▓,em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. A degradaусo do solo e dos ecossistemas nativos e a dispersсo deespжcies exзticas sсo as maiores e mais amplas ameaуas Я biodiversidade. O desmatamento noPantanal para a formaусo de pastagens, com a introduусo de gramьneas exзticas,jр removeu cerca de 40% das florestas e savanas. A implementaусo do gasoduto Brasil- Bolьvia permitirр o crescimento da exploraусo de ferro e manganЖsna Serra do Urucum - MS e a instalaусo de indЩstrias petroquьmicas,eventos que intensificarсo a perda de habitat jр verificada no Pantanal e navegetaусo do entorno (Harris et al, 2008). ╔ necessрrio que estudospopulacionais sejam realizados para uma possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20grandiflorus","Cerrado, Pantanal"],
    [643,"ASTERACEAE","Lessingianthus irwinii","(G.M.Barroso) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Distrito Federal e nos Estados de Goiрs e Minas Gerais. Tem EOO de 27.035,73 km▓ e AOO de 40 km▓, em menos de dez locais em situaусo de ameaуa.Habita o Cerrado, que vem sendo deteriorado, reduzido e invadido por espжciesexзticas. Segundo a informaусo disponьvel, vрrias рreas que mantinham remanescentessignificativos de vegetaусo nativa de Brasьlia, desde sua fundaусo,desapareceram nos Щltimos anos e outras continuam desaparecendo rapidamente. ╔encontrada em quatro unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20irwinii","Cerrado"],
    [644,"ASTERACEAE","Lessingianthus niederleinii","(Hieron.) H.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados Mato Grosso do Sul, Sсo Paulo, Paranрe Rio Grande do Sul com EOO de 659.519 km▓ e AOO de 96 km▓, em mais de 10 locaisem situaусo de ameaуa. A degradaусo do Cerrado para implantaусo de agricultura extensivae pecuрria sсo uma grande ameaуa Яs espжcies nativas. O desmatamento noPantanal para a formaусo de pastagens, com a introduусo de gramьneas exзticas,jр removeu cerca de 40% das florestas e savanas. A implementaусo do gasoduto Brasil- Bolьvia permitirр o crescimento da exploraусo de ferro e manganЖsna Serra do Urucum - MS e a instalaусo de indЩstrias petroquьmicas,eventos que intensificarсo a perda de habitat jр verificada no Pantanal e navegetaусo do entorno (Harris et al, 2008). Nas Щltimas dжcadas, cerca demetade da superfьcie originalmente coberta com os Campos no Estado do RioGrande do Sul foi transformada em outros tipos de cobertura vegetal. ╔necessрrio que estudos populacionais sejam realizados para uma possьvel mudanуade categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20niederleinii","Cerrado, Pantanal"],
    [645,"ASTERACEAE","Lessingianthus pumillus","(Vell.) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Mato Grosso do Sul, MinasGerais, Paranр e, possivelmente, Sсo Paulo e Goiрs. Tem AOO de 44 km▓, em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa. Habita o Cerrado, a Mata AtlРntica e possivelmente o Pantanal, em habitat quevЖm sofrendo forte reduусo e deterioraусo (espжcies exзticas invasoras de alto poder competititvo e reduусo de рreas naturais). O desmatamento noPantanal para a formaусo de pastagens com a introduусo de gramьneas exзticas, por exemplo, jр removeu cerca de 40% das florestas e savanas da regiсo, enquanto o Espinhaуo sofre com os impactos da especulaусo e expansсo imobiliрria indiscriminada. Estр presente em ao menos quatrounidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20pumillus","Cerrado, Pantanal"],
    [646,"ASTERACEAE","Lessingianthus reitzianus","(Cabrera) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nas Regiшes Sul, Sudeste e Centro-Oeste, mas ocupa uma рrea (AOO) de apenas 32 km▓. ╔ encontrada emmenos de dez locais em situaусo de ameaуa, em Formaушes Campestres de Altitude.A vegetaусonativa estр descaracterizada e fragmentada, principalmente devido ao processo de degradaусo pelas atividades de agricultura, extraусo de carvсo mineral e turismo. O estabelecimento descontrolado de рreasde acampamento, a abertura de trilhas e atalhos, o uso inadequado do fogo e a coletade espжcies vegetais para uso ornamental geram impactos que podem seragravados com o estabelecimento de espжcies exзticas invasoras, que tendem a se propagar com maior vigor que a vegetaусo nativa emregeneraусo. As obras de infraestruturade telecomunicaушes tambжm ameaуam os ecossistemas em regiшes montanhosas. A espжcie ж encontrada em uma unidade deconservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20reitzianus","Mata AtlРntica"],
    [647,"ASTERACEAE","Lessingianthus rosmarinifolius","(Less.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo, nos Estados de Minas Gerais eBahia, com AOO de 52 km▓, entre 1500 m e 1750 m de altitude. Segundo a informaусodisponьvel, a estrutura populacional da espжcie encontra-se severamente fragmentada, em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa. O Espinhaуo ж marcado por uma ocupaусo humana antiga, vinculada Я extraусo de ouro ou diamantes. Contudo, o declьnio das jazidas nofinal do sжculo XIX fez com que as cidades perderam importРncia. Hoje elas tem no turismosua principal atividade econЗmica, alжm da agricultura de subsistЖncia e doextrativismo. Estas рreas estсo sujeitas a queimadas frequentes e, em alguns pontos,estсo sendo substituьdas por monoculturas de eucaliptos e pinheiros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20rosmarinifolius","Cerrado, Caatinga"],
    [648,"ASTERACEAE","Lessingianthus souzae","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre na Chapada dos Veadeiros, no municьpio de Alto Paraьso de Goiрs, no Estado de Goiрs, a 1.250 m dealtitude, com AOO de 20 km▓. Segundo a informaусo disponьvel, a populaусo da espжcie encontra-seseveramente fragmentada e sua principal ameaуa ж o fogo, que vem causando declьnio contьnuo da qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20souzae","Cerrado"],
    [649,"ASTERACEAE","Lessingianthus stoechas","(Mart. ex Baker) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","NoBrasil, a espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Goiрs, nos CamposRupestres, com AOO de 64 km▓, em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa. Aperda e degradaусo do habitat levaram Я fragmentaусo e vulnerabilidade, a despeito da presenуa da espжcie em trЖs unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20stoechas","Cerrado"],
    [650,"ASTERACEAE","Lessingianthus subcarduoides","(H.Rob.) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","NoBrasil, a espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais e possivelmente Sсo Paulo, em рreas de Campos Rupestres, a1.200 m de altitude, com EOO de 535,38 km▓ e AOO de 8 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais emsituaусo de ameaуa. Na regiсo central do Espinhaуo, as principais ameaуas sсo amineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a criaусo de gado e as queimadas.Estр presente em uma unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20subcarduoides","Cerrado"],
    [651,"ASTERACEAE","Lessingianthus venosissimus","(Sch.Bip. ex Baker) H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Distrito Federal, Goiрs, Mato Grosso Minas Gerais e possivelmente Acre. Tem distribuiусo restrita em habitat especьfico (AOO=36 km▓), e pode ser encontrada em menos de cinco locais emsituaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, que vem sendodeteriorados, reduzidos e invadidos por espжcies exзticas. Segundo a informaусodisponьvel, vрriasрreas que mantinham remanescentes significativos de vegetaусo nativa deBrasьlia, desde sua fundaусo, desapareceram nos Щltimos anos e outras continuamdesaparecendo rapidamente. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20venosissimus","Cerrado"],
    [652,"ASTERACEAE","Lessingianthus westermanii","(Ekman & Dusжn ex Malme) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado do Paranр, com EOO de 557,45 km▓ e AOO de 8 km▓, sendo encontrada em menosde cinco locais em situaусo de ameaуa. A degradaусo do Cerrado para implantaусode agricultura extensiva e pecuрria e a introduусo de espжcies exзticas sсo ameaуasЯs espжcies nativas. ╔ encontrada em duas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20westermanii","Cerrado"],
    [653,"ASTERACEAE","Lessingianthus zuccarinianus","(Mart. ex DC.) H.Rob.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Subarbusto perene, ocorre em ambientes savРnicos nas RegiшesSudeste e Centro-Oeste, com AOO de 36 km▓, sendo encontrada em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, que vemsendo deteriorados, reduzidos e invadidos por espжcies exзticas. A espжcie nсo possui sub populaушes protegidas dentro dos limites de nenhuma unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lessingianthus%20zuccarinianus","Cerrado"],
    [654,"ASTERACEAE","Lomatozona artemisiifolia","Baker","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre naSerra Dourada, nos municьpios de MossРmedes, Serranзpolis, e Jataь, no Estado de Goiрs. Tem EOO de 527,34 km▓ e AOO de 8 km▓, sendo encontrada em dois locais em situaусo de ameaуa. Habitao Cerrado, cuja reduусo e deterioraусo vЖm ameaуando a sobrevivЖncia daespжcie. A degradaусo do solo pelo manejo inadequado para a implantaусo da agriculturae pecuрria, com o uso do fogo, a erosсo que o segue e o plantio de gramьneasafricanas, alжm de outras atividades antrзpicas, sсo ameaуas aos ecossistemas nativos.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lomatozona%20artemisiifolia","Cerrado"],
    [655,"ASTERACEAE","Lulia nervosa","(Less.) Zardini","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorrenos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, com AOO de 36 km▓, em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. ╔ encontrada nos Campos deAltitude da Mata AtlРntica, habitat que vem sendo deteriorado e reduzido, como a FlorestaOmbrзfila Mista (Floresta de Araucрria), cujos remanescentes florestais nсoperfazem mais do que 1% da рrea original. Nсo foram registradas coletas emunidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lulia%20nervosa","Mata AtlРntica"],
    [656,"ASTERACEAE","Lychnophora albertinioides","Gardner","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie ж conhecida apenas por trЖs coletas da primeira metade do sжculo XIX, no Estado de Minas Gerais, nos municьpios de Diamantina, Vila de Itambж (em 1840) e Sсo Gonуalo do RioPreto. Tem AOO de 4 km▓, sendo encontrada em apenas um local em situaусo de ameaуa. A reduусo edeterioraусo do Cerrado na regiсo do Espinhaуo tЖm como principais causas amineraусo, a expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e asqueimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20albertinioides","Cerrado"],
    [657,"ASTERACEAE","Lychnophora blanchetii","Sch.Bip.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж conhecida apenaspela coleta tipo. Por falta de dados a avaliaусo nсo pode ser conduzida.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20blanchetii","Cerrado"],
    [658,"ASTERACEAE","Lychnophora brunioides","Mart.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de MinasGerais, no Pico do Itambж, com AOO de 8 km▓, em um local em situaусo de ameaуa.Habita o Cerrado, nos Campos Rupestres, onde a reduусo e deterioraусo tЖm comoprincipais causas a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусode gado e as queimadas. Possui registros em ao menos uma Unidades de Conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20brunioides","Cerrado"],
    [659,"ASTERACEAE","Lychnophora crispa","Mattf.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado da Bahia, na ChapadaDiamantina e, possivelmente, no Estado de Minas Gerais, municьpio de Grсo Mogol. Tem EOO de 541,58 km▓ e AOO de 12 km▓, sendo encontrada em dois locais em situaусo de ameaуa. Habita a Caatinga e, possivelmente, o Cerrado onde, segundo informaусodisponьvel, sua populaусo estр severamente fragmentada pela degradaусo e diminuiусo do habitat.Tal deterioraусo hр muito vem ocorrendo em funусo da mineraусo, das atividades agrьcolas e pastagens, do fogo, da extraусo de madeira e lenha e da extraусo ilegal de plantas ornamentais. Mesmo estando em unidade de conservaусo (SNUC), as ameaуas persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20crispa","Cerrado, Caatinga"],
    [660,"ASTERACEAE","Lychnophora diamantinana","Coile & Jones","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos arredores do municьpio de Diamantina, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 203,45 km▓ e AOO de 16 km▓, sendo encontrada em um local emsituaусo de ameaуa. Habita o Cerrado nos Campos Rupestres, entre 950 e 1500 m dealtitude, numa regiсo onde foram identificadascomo principais ameaуas a mineraусo, a expansсo urbana, o turismodescontrolado, a criaусo de gado e as queimadas. A espжcie tem potencial valor econЗmico por apresentar diferentes compostosorgРnicos com efeitos antinociceptivos e anticonvulsivantes.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20diamantinana","Cerrado"],
    [661,"ASTERACEAE","Lychnophora ericoides","Mart.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorrenos Estados de Goiрs, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais e Sсo Paulo com EOOde 423.832 km▓ e AOO de 264 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa.Habita o Cerrado nos campos rupestres, entre 700 e 1500 m de altitude. Emboraencontrada em unidades de conservaусo (SNUC) e fora dos parРmetros de vulnerabilidade,seu habitat vem sofrendo degradaусo e diminuiусo por atividades antrзpicas comoa mineraусo, a expansсo urbana, o turismo descontrolado,a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20ericoides","Cerrado"],
    [662,"ASTERACEAE","Lychnophora gardneri","Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na porусo Sulda Cadeia do Espinhaуo, no Estado de Minas Gerais, com EOO de 1.135,65 km▓ e AOO de 12 km▓, sendo encontrada em cincolocais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, ambienteameaуado por aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20gardneri","Cerrado"],
    [663,"ASTERACEAE","Lychnophora granmogolensis","(Duarte) Semir","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados daBahia e Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaуo, com AOO de 52 km▓, sendo encontrada em cerca de cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres doCerrado, entre 700 e 1240 m de altitude, ambiente ameaуado por aушes antrзpicas como a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a agricultura,a criaусo de gado e as queimadas. Nсo hр registros da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20granmogolensis","Cerrado, Caatinga"],
    [664,"ASTERACEAE","Lychnophora humillima","Sch.Bip.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, municьpio de Santana do Riacho, Parque Nacional da Serra do Cipз,com EOO de 536,06 km▓ e AOO de 8 km▓. ╔ encontrada em um local em situaусo de ameaуa, nos CamposRupestres do Cerrado que, embora inseridos em uma unidade de conservaусo (SNUC), sofrem pressсo das aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20humillima","Cerrado"],
    [665,"ASTERACEAE","Lychnophora markgravii","G.M.Barroso","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, nas Serras da Canastra, nos municьpios de Cabral e Grсo Mogol, com EOO de 2.124,70 km▓e AOO de 36 km▓, em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita osCampos Rupestres do Cerrado que, embora inseridos em uma unidade de conservaусo, sofrempressсo das aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20markgravii","Cerrado"],
    [666,"ASTERACEAE","Lychnophora martiana","Gardner","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na regiсo do municьpio de Diamantina, com EOO de 3.962,71 km▓ e AOO de 16 km▓, sendo encontrada em menosde cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, ameaуadospela pressсo das aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20martiana","Cerrado"],
    [667,"ASTERACEAE","Lychnophora mello-barretoi","G.M.Barroso","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 327,88 km▓ e AOO de 20 km▓, sendo encontrada em menos decinco locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, acerca de 1300 m de altitude, cujas principais ameaуas sсo a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a agricultura,a criaусo de gado e as queimadas em consequЖncia destas atividades.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20mello-barretoi","Cerrado"],
    [668,"ASTERACEAE","Lychnophora passerina","(Mart. ex DC.) Gardner","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados daBahia e Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaуo, com EOO de 89.837 km▓ e AOO de 236 km▓,em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. Habita os campos rupestres doCerrado, e mesmo sendo encontrada em cinco unidades de conservaусo (SNUC), sugerimosestudos populacionais e uma futura revisсo da categoria indicada.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20passerina","Cerrado, Caatinga"],
    [669,"ASTERACEAE","Lychnophora phylicifolia","DC.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser concluьda.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20phylicifolia","Caatinga"],
    [670,"ASTERACEAE","Lychnophora pinaster","Mart.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, com EOO de 28.270 km▓ e AOO de 168 km▓, em mais de 10 locais emsituaусo de ameaуa. Habita os campos rupestres do Cerrado, e mesmo sendoencontrada em quatro unidades de conservaусo (SNUC), estр sob a pressсo da mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.Sugerimos estudos populacionais e uma futura revisсo da categoria indicada.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20pinaster","Cerrado"],
    [671,"ASTERACEAE","Lychnophora pohlii","Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, no planalto de Diamantina e adjacЖncias, com EOO de 2.699,12 km▓ e AOOde 44 km▓, sendo encontrada em cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres doCerrado, ameaуados pela pressсo das aушes antrзpicas comoa mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo degado e as queimadas em consequЖncia destas atividades.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20pohlii","Cerrado"],
    [672,"ASTERACEAE","Lychnophora ramosissima","Gardner","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie ocorre no Estado de Minas Gerais na regiсo dos municьpios de Diamantina e Grсo Mogol. Durante160 anos, sз foi conhecida pela coleta tipo mas, em 2008, foi recoletada por um especialista. Por ser encontrada em apenas dois locais em situaусo de ameaуa, com tсo rara ocorrЖncia e em habitat vulnerрvel, sсo sugeridos estudos populacionais e revisсo da рrea de ocorrЖnciapara uma futura mudanуa de categoria.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20ramosissima","Cerrado"],
    [673,"ASTERACEAE","Lychnophora regis","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado daBahia, na Chapada Diamantina, com EOO de 1.097,33km▓ e AOO de 28 km▓, sendo encontrada em menos decinco locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres e sofre a ameaуade degradaусo e diminuiусo do habitat. Tal deterioraусo hр muito vem ocorrendo pela mineraусo, pelas atividades agrьcolas e pastagens,pelo fogo, pela extraусo de madeira e lenha e pela extraусo ilegal de plantasornamentais. Mesmo estando em unidade de conservaусo, as ameaуas persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20regis","Caatinga"],
    [674,"ASTERACEAE","Lychnophora reticulata","Gardner","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipз, Serra da Canastra e Pico do Itacolomi, com EOO de 539,12 km▓ e AOO de 8 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita as Formaушes Campestres do Cerrado e da Mata AtlРntica, ameaуadas pela pressсo das aушes antrзpicas comoa mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo degado e as queimadas. Segundo informaусo disponьvel, a espжcie foi citada como \"Provavelmente extinta\" na Lista Vermelha da flora ameaуada do Estado de MinasGerais. Embora presente em duas unidades de conservaусo (SNUC), sua preservaусo nсoestр assegurada. Sсo sugeridos mais estudos sobre a espжcie e uma possьvel mudanуa decategoria.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20reticulata","Cerrado"],
    [675,"ASTERACEAE","Lychnophora rosmarinifolia","Mart.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lychnophora rosmarinifolia ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipз e na Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, com AOO de 40 km▓, sendo encontrada em cerca de cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita Formaушes Campestres no Cerrado, na Caatinga e na Mata AtlРntica, habitat ameaуado pela pressсo das aушes antrзpicas como a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a agricultura,a criaусo de gado e as queimadas. Embora presente em duas unidades de conservaусo (SNUC), as ameaуas persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20rosmarinifolia","Cerrado, Caatinga"],
    [676,"ASTERACEAE","Lychnophora santosii","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado daBahia, na Chapada Diamantina, com EOO de 2.336,78 km▓ e AOO de 44 km▓, sendo encontrada em menos de cincolocais em situaусo de ameaуa. Habita as formaушes campestres da Caatinga e, possivelmente, do Cerrado, ambientes ameaуadospela pressсo das aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas. ╔considerada uma espжcie rara e, embora presente em unidades de conservaусo (SNUC), as ameaуas persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20santosii","Caatinga"],
    [677,"ASTERACEAE","Lychnophora sellowii","Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na Serra do Cipз e no Planalto de Diamantina, com EOO de 4.827,44 km▓e AOO de 52 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Habita osCampos Rupestres do Cerrado, e algumas рreas de Mata AtlРntica, entre 1.150 e 1.350 m de altitude. Enfrenta ameaуas deaушes antrзpicas como a mineraусo, aexpansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas. Emborapresente em unidade de conservaусo (SNUC), as ameaуaspersistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20sellowii","Cerrado"],
    [678,"ASTERACEAE","Lychnophora sericea","D.J.N.Hind","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado daBahia, entre os municьpios de MucugЖ e Rio de Contas, com AOO de 8 km▓, sendo encontrada em umlocal em situaусo de ameaуa. Vive a 1.800 m de altitude, em Formaушes Campestres e, mesmo estando dentro de uma unidade de conservaусo (SNUC), sua sobrevivЖncia nсo estрassegurada.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20sericea","Caatinga"],
    [679,"ASTERACEAE","Lychnophora souzae","H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, no Planalto de Diamantina, com AOO de 4 km▓, sendo encontrada em um local em situaусode ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, a 1.300 m de altitude, sobameaуa de aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.Embora presente no Parque Estadual de Biribiri, asameaуas persistem.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20souzae","Cerrado"],
    [680,"ASTERACEAE","Lychnophora syncephala","(Sch.Bip.) Sch.Bip.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porусo sul da Cadeia do Espinhaуo, com EOO de 583,32 km▓, sendo encontrada em doislocais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado, entre 800e 1200 m de altitude. Embora presente em unidade de conservaусo (SNUC), a diminuiусo edegradaусo do habitat sсo sua principal ameaуa, resultante de aушes antrзpicas como a mineraусo,a expansсo urbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20syncephala","Cerrado"],
    [681,"ASTERACEAE","Lychnophora tomentosa","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porусo central da Cadeia do Espinhaуo, com EOO de 7.522,07 km▓, em menosde 10 locais em situaусo de ameaуa. Habita os Campos Rupestres do Cerrado,entre 1.000 e 1.300 m de altitude. A diminuiусo e degradaусo do habitat sсo suas principais ameaуas, e as causas resultam de aушesantrзpicas como a mineraусo, a expansсourbana, o turismo, a agricultura, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20tomentosa","Cerrado"],
    [682,"ASTERACEAE","Lychnophora villosissima","Mart.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, na porусo central da Cadeia do Espinhaуo, na regiсo do municьpio de Diamantinae nas serras prзximo Я cidade de Belo Horizonte. Tem AOO de 32 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locaisem situaусo de ameaуa, nos Campos Rupestres do Cerrado. Embora presente emunidade de conservaусo (SNUC), a diminuiусo e degradaусo do habitat sсo sua principalameaуa, resultante de aушes antrзpicas como a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a agricultura,a criaусo de gado e as queimadas.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophora%20villosissima","Cerrado"],
    [683,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis candelabrum","(Sch.Bip.) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de MinasGerais, com EOO de 254,11 km▓ e AOO de 12 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусode ameaуa. A perda e degradaусo do habitat sсo as principais ameaуas Яespжcie. Habita o Cerrado na regiсo daSerra do Cabral, onde a agricultura e a pecuрria sсo praticadas com o uso defogo. Os reflorestamentos de pinus e eucaliptos tambжm sсo grandes ameaуas aos recursos naturais, pois geram danos aos fragmentosflorestais e destroem a vegetaусo nativa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20candelabrum","Cerrado"],
    [684,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis damazioi","(Beauverd) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de MinasGerais, na Serra do Cipз, com EOO de 1,99 km▓ e AOO de 12 km▓, sendo encontrada em menos de cincolocais em situaусo de ameaуa. Embora presente em unidade de conservaусo (SNUC), a perda e degradaусo do habitat pelas atividades turьsticas e ocupaусo humanapodem ser impactantes sobre a espжcie.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20damazioi","Cerrado"],
    [685,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis hatschbachii","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de MinasGerais, na regiсo do municьpio de Diamantina, com EOO de 205,24 km▓ e AOO de 12 km▓, acima de1.000 m de altitude, no Cerrado. A regiсo de Diamantina tem um histзrico deexploraусo de diamantes nos sжc. XVIII e XIX. A atividade garimpeiradegrada o ambiente, destruindo a vegetaусo e o solo e pondo em risco as espжciesvegetais presentes nestes locais.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20hatschbachii","Cerrado"],
    [686,"ASTERACEAE","Lychnophoriopsis heterotheca","Sch.Bip.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de MinasGerais, nas regiшes da Serra do Cabral, Diamantina e Serra do Cipз, com EOO de 8.029,82 km▓e AOO de 28 km▓. A perda e degradaусo do habitat sсo as principais ameaуas Яespжcie. Dentre as atividadesimpactantes identificadas, destaca-se a agropecuрria, o turismo, a lavra dediamantes e outros minжrios e a extraусo de espжcies vegetais ornamentais.O desmatamento ж um dos grandes problemas da regiсo e representa um entrave para aconservaусo da Chapada Diamantina. Na regiсo da Serra do Cabral, aagricultura e a pecuрria sсo praticadas com o uso de fogo e рreas sсo reflorestadas com pinus e eucaliptos.у Estas sсo grandes ameaуasaos recursos naturais, geram danos aos fragmentos florestais e destroem avegetaусo nativa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lychnophoriopsis%20heterotheca","Cerrado"],
    [687,"ASTERACEAE","Melanthera latifolia","(Gardner) Cabrera","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica doBrasil ocorrendo tambжm no Paraguai, Bolьvia e Argentina. No Brasil ocorre emtodas as regiшes, com EOO de 4.422.520 km▓ e AOO de 360 km▓. Na Caatinga жutilizada como forrageira. Estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanthera%20latifolia","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [688,"ASTERACEAE","Mikania additicia","B.L.Rob.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi coletada no Estadodo Rio de Janeiro, em 1935 e 1961, no Parque Nacional do Itatiaia, no Estado de MinasGerais, no Caparaз, e no Estado do Paranр (registro de coleta de 1959).Liana, habita as matas de altitude a 2.000 m, com AOO de 12 km▓. Embora presente em unidadesde conservaусo, a espжcie nсo estр livre de ameaуa. Em consequЖncia da fragmentaусo edimensсo da рrea de ocorrЖncia e dos poucos e antigos registros de coleta, foienquadrada na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20additicia","Mata AtlРntica"],
    [689,"ASTERACEAE","Mikania alvimii","R.M.King & H.Rob.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados daBahia e Goiрs, com AOO de 56 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Trata-se de um arbusto que habita os Campos Rupestres no Pico das Almas e em Alto Paraьso,duas regiшes ameaуadas pela expansсo de atividades agropecuрrias e pelaocorrЖncia de queimadas.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20alvimii","Caatinga, Cerrado"],
    [690,"ASTERACEAE","Mikania anethifolia","(DC.) Matzenb.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Uruguai e no Brasil. Em territзrio nacional, estр presente no Estado do Rio Grande do Sul, com AOO de 24 km▓, em cinco locais emsituaусo de ameaуa. Este arbusto cresce nos Campos Sulinos dos Pampas, onde sofre ameaуapela degradaусo progressiva devido Я expansсo das atividades agropecuрrias, incluindo a introduусo de espжcies exзticas e as prрticas de manejo inadequadas. Estes ecossistemas sсo muito poucorepresentados em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20anethifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [691,"ASTERACEAE","Mikania argyreiae","DC.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lianaencontrada nos Estados da Bahia, Espьrito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro,Sсo Paulo e Paranр, com AOO de 64 km▓ Restrita Я Mata AtlРntica e ao Cerrado, cresce especialmente em рreas de FlorestaOmbrзfila Densa e Floresta de Restinga, ambientes extremamente fragmentados porsua deterioraусo e destruiусo. Por esse motivo, consideramos que a espжcie ocorreem apenas dois locais em situaусo de ameaуa, de acordo com sua presenуa dentro ou fora de рreas protegidas. Embora representada em unidades deconservaусo (SNUC) sua sobrevivЖncia nсo estр assegurada.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20argyreiae","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [692,"ASTERACEAE","Mikania biformis","DC.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados dePernambuco, Paraьba, Alagoas, Bahia, Espьrito Santo, Minas Gerais, Rio deJaneiro e Sсo Paulo, com EOO de 813.860 km▓ e AOO de 120 km▓, em mais de 10 locaisem situaусo de ameaуa. Liana presente em diferentes ambientes de MataAtlРntica, Caatinga e Cerrado, e em unidades de conservaусo (SNUC). Embora a рrea deocorrЖncia esteja dentro do limiar de ameaуa, pelo fato de ocorrer em mais de vintemunicьpios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20biformis","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [693,"ASTERACEAE","Mikania capricorni","B.L.Rob.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de MinasGerais, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Mato Grosso do Sul, Paranр, Santa Catarina eRio Grande do Sul, com EOO de 749.554 km▓ e AOO de 76 km▓, em mais de 10 locaisem situaусo de ameaуa. Liana presente em diferentes ambientes de MataAtlРntica, Pampas e Cerrado, e em unidades de conservaусo (SNUC). Embora a рrea deocorrЖncia esteja dentro do limiar de ameaуa, pelo fato de ocorrer em mais de 14municьpios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20capricorni","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [694,"ASTERACEAE","Mikania chlorolepis","Baker","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em diversospaьses da Amжrica do Sul e no Brasil nas regiшes Sudeste e Sul, com EOO de 522.666 km▓e AOO de 132 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. Liana presente emdiferentes ambientes de Mata AtlРntica, Pampas e Cerrado, e em unidades de conservaусo (SNUC). Embora a рrea de ocorrЖncia esteja dentro do limiar de ameaуa,pelo fato de ocorrer em mais de 20 municьpios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20chlorolepis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [695,"ASTERACEAE","Mikania cipoensis","G.M.Barroso","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de MinasGerais, na Serra do Cipз, com EOO de 7.918,98 km▓ e AOO de 72 km▓, sendo encontrada em menos de cincolocais em situaусo de ameaуa. Este arbusto habita os Campos Rupestres doCerrado, habitat que vem sofrendo deterioraусo pela mineraусo, invasсo deespжcies exзticas, ocorrЖncia de incЖndios e expansсo urbana.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20cipoensis","Cerrado"],
    [696,"ASTERACEAE","Mikania clematidifolia","Dusжn","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Paranр,Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 36 km▓, sendo encontrada em menosde 10 locais em situaусo de ameaуa. Trata-se de uma liana que habita as Florestas OmbrзfilasDensas e os Campos de Altitude da Mata AtlРntica. Foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) pela diminuiусo e degradaусodo habitat resultante das aушes antrзpicas e invasсo de espжcies exзticas e pelo fato de ocorrer emcerca de 10 municьpios, embora a рrea de ocorrЖncia esteja dentro do limiar de ameaуa.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20clematidifolia","Mata AtlРntica"],
    [697,"ASTERACEAE","Mikania decumbens","Malme","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais, SсoPaulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 330.150 km▓ e AOOde 92 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. Arbusto habita a MataAtlРntica e o Cerrado, e estр presente em unidade de conservaусo (SNUC). Embora a рreade ocorrЖncia esteja dentro do limiar de ameaуa, pelo fato de ocorrer em maisde 14 municьpios, foi enquadrada nesta categoria.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20decumbens","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [698,"ASTERACEAE","Mikania dusenii","B.L.Rob.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, a espжcie ocorrena Argentina, no Paraguai e, no Brasil, nos Estados do Paranр (coleta realizada em 1916) e Mato Grosso do Sul (coleta realizada em 1970). A AOO ж de 8 km▓. Suspeita-se que esteja extinta no RioGrande do Sul. Liana da Mata AtlРntica e dos Pampas, encontrada em Campos ┌midos, ┴reas Brejosas e Florestas de Galeria. A vegetaусocampestre da regiсo dos Campos Gerais do Paranр e as рreas remanescentes sсoameaуadas pela invasсo de espжcies exзticas, e vЖm sendo reduzidasdrasticamente pela expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [699,"ASTERACEAE","Mikania firmula","Baker","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no sul do Estado daBahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Com AOO de 32 km▓, pode ser encontrada em cerca deoito locais em situaусo de ameaуa. Liana da Mata AtlРntica, cresce na Floresta OmbrзfilaDensa, habitat severamente impactado em toda a рrea de ocorrЖncia. Emborapresente em unidade de conservaусo (SNUC), pela dimensсo da рrea de ocorrЖncia epela ameaуas incidentes, a espжcie foi incluьda na categoria \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20firmula","Mata AtlРntica"],
    [700,"ASTERACEAE","Mikania glabra","D.J.N.Hind","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, a espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, com AOO de 12 km▓. Arbusto dos CamposRupestres do Cerrado, ocorre na regiсo do municьpio de Grсo Mogol, estando ameaуadapela ocorrЖncia de queimadas, por atividades de mineraусo e prрticasagropecuрrias. As coletas em herbрrios sсo antigase nсo hр registro em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glabra","Cerrado"],
    [701,"ASTERACEAE","Mikania glauca","Mart. ex Baker","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, a espжcie ж endЖmica dos Estado de Minas Gerais e Bahia, com AOO de 80 km▓, sendo encontrada em cerca de cinco locaisem situaусo de ameaуa. Este arbusto dos Campos Rupestres do Cerrado, na regiсo da Serrado Cipз, ж ameaуada pela ocorrЖncia de queimadas, poratividades de mineraусo e prрticas agropecuрrias.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glauca","Cerrado"],
    [702,"ASTERACEAE","Mikania glomerata","Spreng.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nas regiшes Nordeste, Sudeste,Sul e com registros em Goiрs. Liana com EOO de 2.060.359 km▓ e AOO de 608 km▓, tambжmencontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20glomerata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [703,"ASTERACEAE","Mikania hartbergii","W.C.Holmes","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","","A espжcie ж endЖmica de afloramentos rochosos da regiсo do municьpio de Grсo Mogol, no Estado de Minas Gerais. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e tem EOO de 123,30 km▓. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com a transformaусo da vegetaусo em рreas para agricultura e pastagem. Suspeita-se que a espжcie esteja sofrendo declьnio da qualidade do habitat, AOO e EOO. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes da espжcie.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hartbergii","Caatinga, Cerrado"],
    [704,"ASTERACEAE","Mikania hastato-cordata","Malme","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Paranр, Minas gerais, Rio Grande doSul e, possivelmente, Santa Catarina. Tem AOO de 56 km▓, sendo encontrada em menos de dez locais em situaусo deameaуa. Liana, habita a Mata AtlРntica, o Cerrado e os Pampas, ambientes cujodeclьnio nos Щltimos 10 anos vem causando a reduусo populacional da espжcie,tanto pela diminuiусo da рrea de ocupaусo como pela degradaусo por aушesantrзpicas e invasсo de espжcies exзticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hastato-cordata","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [705,"ASTERACEAE","Mikania hemisphaerica","Sch.Bip. ex Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nas regiшes Sudeste e Sul, comregistros na Bahia. Liana com EOO de 1.815.580 km▓ e AOO de 192 km▓, habita a MataAtlРntica, o Cerrado e a Caatinga, tambжm encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20hemisphaerica","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [706,"ASTERACEAE","Mikania itambana","Gardner","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, com EOO de 2.932 km▓ e AOO de 20 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais emsituaусo de ameaуa. Este arbusto ocorre nos Campos Rupestres do Cerrado, habitatque vem sendo degradado pelas atividades de mineraусo, expansсo urbana, queimadas e invasсo de espжcies exзticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20itambana","Cerrado"],
    [707,"ASTERACEAE","Mikania lindbergii","Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre de SantaCatarina atж a Bahia. Foi tambжm registrada ocorrЖncia na Serra do Aracр,Amazonas. Com EOO de 2.791.868 km▓ e AOO de 224 km▓, em mais de 10 locais emsituaусo de ameaуa, habita diferentes ambientes como florestaestacional semidecidual, floresta ombrзfila densa e campos de altitude, na MataAtlРntica, Cerrado e Mata AmazЗnica, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20lindbergii","Mata AtlРntica, Cerrado, AmazЗnia"],
    [708,"ASTERACEAE","Mikania lindleyana","DC.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem ampla distribuiусocom registros de ocorrЖncia nas regiшes Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, com EOOde 3.976.326 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20lindleyana","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [709,"ASTERACEAE","Mikania malacolepis","B.L.Rob.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Sсo necessрrias mais informaушes sobre o tipo de habitat que a espжcie ocupa, alжm de ameуas incidentes. Com os dados disponьveis nсo ж possьvel avaliar se a espжcie de fato estр sob risco de extinусo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20malacolepis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [710,"ASTERACEAE","Mikania microdonta","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estadosde Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espьrito Santo e Goiрs, com EOO de379.526 km▓ e AOO de 156 km▓ em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa. Liana,habita a Mata AtlРntica e o Cerrado, em diferentes ambientes, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20microdonta","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [711,"ASTERACEAE","Mikania microptera","DC.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo na ┴frica, Bolьvia, Guianas, Peru e Venezuela. No Brasil ocorre nos Estados da regiсo Sul, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Parр, com EOO de 891.147 km▓ e AOO de 44 km▓. Liana, vive em locais alagadiуos na floresta ombrзfila densa e na restinga, dos Pampas, Mata AtlРntica e Mata AmazЗnica, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20microptera","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), AmazЗnia"],
    [712,"ASTERACEAE","Mikania mosenii","Malme","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","O Щnico registro de coleta жde 1876 em Caldas, Minas Gerais. Por insuficiЖncia de dados a avaliaусo nсopode ser realizada. Sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20mosenii","Cerrado"],
    [713,"ASTERACEAE","Mikania neurocaula","DC.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel,espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, com AOO de 16 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locaisem situaусo de ameaуa. Este arbusto habita os Campos Rupestres do Cerrado, naregiсo da Serra do Cipз, habitat que vem sendo degradado pelas de atividades demineraусo, expansсo urbana, queimadas e invasсo de espжcies exзticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20neurocaula","Cerrado"],
    [714,"ASTERACEAE","Mikania nodulosa","Sch.Bip.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuiусoda espжcie ж referida aos Estados da Bahia e Minas Gerais. Existem tambжmregistros para Sсo Paulo, Paranр, Espьrito Santo e Sergipe, perfazendo uma EOOde 487.509 km▓, em mais de 15 locais em situaусo de ameaуa.  Liana na floresta ombrзfila densa, tem AOO de 84 km▓. Pela imprecisсo dos dados de distribuiусo, pelo valor da AOO, dentro dolimiar de ameaуa, sugerimos mais estudos sobre a espжcie e uma possьvel mudanуade categoria.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20nodulosa","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [715,"ASTERACEAE","Mikania oblongifolia","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcieocorre nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e RioGrande do Sul, com EOO de 549.153 km▓ e AOO de 308 km▓, em mais de 10 locais emsituaусo de ameaуa, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20oblongifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [716,"ASTERACEAE","Mikania oreophila","Ritter & Miotto","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcieocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paranр e Sсo Paulo,com AOO de 32 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Liana da MataAtlРntica, vive na Floresta Ombrзfila Mista e na Floresta Nebular, entre 750 e1.300 m de altitude. Embora presente em unidade de conservaусo (SNUC), suasobrevivЖncia estр ameaуada pela perda e deterioraусo do habitat.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20oreophila","Mata AtlРntica"],
    [717,"ASTERACEAE","Mikania pinnatiloba","DC.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcieocorre na Regiсo Sul, com AOO de 68 km▓, sendo encontrada em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa. Arbusto daMata AtlРntica e dos Pampas, vive nos campos e em afloramentos rochosos. Emborapresente em unidade de conservaусo (SNUC), estр ameaуada pela diminuiусo edegradaусo do habitat por aушes antrзpicas e pela invasсo de espжcies exзticas.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20pinnatiloba","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [718,"ASTERACEAE","Mikania premnifolia","Gardner","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, com AOO de 28 km▓, sendo encontrada em cerca de cinco locais em situaусo de ameaуa. Este arbusto habita os Campos Rupestres do Cerrado, habitat que vem sofrendodeterioraусo pela mineraусo, invasсo de espжcies exзticas, ocorrЖnciade incЖndios e expansсo urbana.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20premnifolia","Cerrado"],
    [719,"ASTERACEAE","Mikania rufescens","Sch.Bip. ex Baker","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр, SantaCatarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 116 km▓, em mais de 10 locais emsituaусo de ameaуa. Liana da Mata AtlРntica, em floresta ombrзfila densa,embora representada em unidades de conservaусo (SNUC), seu habitat estр gravementedeteriorado ameaуando sua sobrevivЖncia.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20rufescens","Mata AtlРntica"],
    [720,"ASTERACEAE","Mikania smaragdina","Dusжn ex Malme","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos Estados da Bahia, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e RioGrande do Sul, com AOO de 112 km▓, em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa.Liana da Mata AtlРntica, em floresta ombrзfila densa, embora representada em unidades de conservaусo (SNUC), seu habitat estр gravemente deteriorado ameaуando suasobrevivЖncia.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20smaragdina","Mata AtlРntica"],
    [721,"ASTERACEAE","Mikania ternata","(Vell.) B.L.Rob.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nas regiшes Sul e Sudeste, Bahia e Pernambuco com EOO de971.619 km▓ e AOO de 328 km▓, em mais de 10 locais e em diversos ambientes,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20ternata","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [722,"ASTERACEAE","Mikania trinervis","Hook. & Arn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nas regiшes Sul e Sudeste e Bahia com EOO de 880.243 km▓ e AOO de 520 km▓,em mais de 10 locais e em diversos ambientes, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20trinervis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [723,"ASTERACEAE","Mikania ulei","Hieron.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paranр, SсoPaulo e Bahia com EOO de 302.960 km▓ e AOO de 96 km▓. Liana da Mata AtlРntica,vive na floresta ombrзfila densa em mais de 10 locais, inclusive em unidadesde conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20ulei","Mata AtlРntica"],
    [724,"ASTERACEAE","Mikania variifolia","Hieron.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre na Argentina, no Paraguai, Uruguai e, no Brasil, hр registros noRio Grande do Sul e Paranр. Com AOO de 24 km▓, ж encontrada em menos de cinco locais emsituaусo de ameaуa. Habita as florestas de galeria nos Pampas, habitat que temsido reduzidas e degradadas devido Я expansсo de рreas utilizadas para aplantaусo de arroz ao longo dos vales dos rios.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20variifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [725,"ASTERACEAE","Mikania viminea","DC.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem registros para oRio Grande do Sul, Paranр e Goiрs, com AOO de 44 km▓, sendo encontrada em cerca de cinco situaушes de ameaуa. Segundo a informaусo disponьvel, os indivьduos coletadosno Rio Grande do Sul estavam prзximos a habitaушes e provavelmente jр nсo maisexistem. Tambжm foi observado que os indivьduos jovens dessa espжcie sсoconsumidos pelo gado. O bioma Pampa vem sendo degradado com a expansсo dapecuрria, das atividades agrьcolas e siviculturais com prрticas inadequadas demanejo e pela invasсo de espжcies exзticas. Alжm disso, o ecossistema ж muitopouco representado em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20viminea","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [726,"ASTERACEAE","Mikania warmingii","Sch.Bip.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais, com AOO de 32 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa.A perda e degradaусo do habitat sсo ameaуas Я espжcie. Os campos rupestres da Cadeia do Espinhaуo e do Quadrilрtero Ferrьfero vЖm sofrendo com o impacto das atividades de mineraусo, a invasсo porespжcies exзticas, a ocorrЖncia de incЖndios e a expansсo urbana.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mikania%20warmingii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [727,"ASTERACEAE","Minasia alpestris","(Gardner) H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na porусocentral da Cadeia do Espinhaуo, Minas Gerais, com EOO de 1.325,20 km▓ e AOO de 28 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Erva rupьcola, habita oscampos rupestres do Cerrado, cuja degradaусo pelas atividades de mineraусo,turismo, incЖndios e monocultura de espжcies exзticas vem ameaуando aflora nativa, mesmo em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20alpestris","Cerrado"],
    [728,"ASTERACEAE","Minasia pereirae","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no planalto deDiamantina e na Serra do Cipз, Minas Gerais, com EOO de 879,19 km▓ e AOO de 36 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Erva rupьcola, habita os camposrupestres do Cerrado, cuja degradaусo pelas atividades de mineraусo, turismo, incЖndios e monocultura de espжcies exзticas vem ameaуando a flora nativa,mesmo em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20pereirae","Cerrado"],
    [729,"ASTERACEAE","Minasia scapigera","H.Rob.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Planalto deDiamantina e na Serra do Cipз, Minas Gerais, com EOO de 3.803,69 km▓ e AOO de 56 km▓, sendo encontrada em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Erva rupьcola, habita os camposrupestres do Cerrado, cuja degradaусo pelas atividades de mineraусo, turismo, incЖndios e monocultura de espжcies exзticas vem ameaуando a flora nativa,mesmo em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Minasia%20scapigera","Cerrado"],
    [730,"ASTERACEAE","Monogereion carajensis","R.M.King & G.M.Barroso","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado doParр, na regiсo de Carajрs, com AOO de 8 km▓. ╔ encontrada em um local em situaусo de ameaуa, sendo a principais a degradaусo e perda do habitat com aimplantaусo do Pзlo SiderЩrgico de Carajрs na regiсo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monogereion%20carajensis","AmazЗnia"],
    [731,"ASTERACEAE","Neblinaea promontoriorum","Maguire & Wurdack","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na fronteira daVenezuela e Brasil, onde ж encontrada na regiсo do Pico da Neblina, entre 1200e 2100 m de altitude. Arbusto com 1 a 2 m, em vegetaусo rupestre dos tepuis, viveem ambiente singular, porжm, nсo havendo dados de coleta, nem EOO ou AOO, nсo ж possьvel determinar se a espжcie ж rara, ou se a regiсo жpouco coletada. Embora encontrada no Parque Nacional do Pico da Neblina, pelacarЖncia de dados, sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neblinaea%20promontoriorum","AmazЗnia"],
    [732,"ASTERACEAE","Neocabreria malachophylla","(Klatt) R.M.King & H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Santa Catarina, RioGrande do Sul e, possivelmente, Paranр, com AOO de 40 km▓, sendo encontrada em cerca de 10 locais em situaусo de ameaуa. Arbustoperene, pouco frequente, habita a Mata AtlРntica em рreas Florestais Estacionais e mais raramente em Florestas Mistas. Este bioma tem sido alvo do intenso processo de exploraусo predatзria e da retirada da coberturavegetal, visando Я utilizaусo das рreas para a agricultura, pastagem, extraусo de madeira e ocupaусo humana. Atualmente os remanescentes florestais nсo perfazem maisdo que 7 a 8% da рrea original. Portanto, a espжcie estрseveramente fragmentada e nсo hр registros de ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neocabreria%20malachophylla","Mata AtlРntica"],
    [733,"ASTERACEAE","Noticastrum hatschbachii","Zardini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deSanta Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 3.542 km▓ e AOO de 28 km▓, sendo encontrada em cercade cinco locais em situaусo de ameaуa. Erva perene, reptante, ж frequente em vegetaусo costeirasobre dunas, onde enfrenta intensa pressсo da ocupaусo humana. Nсo hрregistro de ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [734,"ASTERACEAE","Noticastrum malmei","Zardini","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul, com EOO de 570,28 km▓ e AOO de 8 km▓, sendo encontrada em menos decinco locais em situaусo de ameaуa. Erva perene, reptante, cresce em vegetaусo costeira sobre dunas,onde enfrenta intensa pressсo da ocupaусo humana. Estр presente no ParqueMunicipal das Dunas da Lagoa da Conceiусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20malmei","Mata AtlРntica"],
    [735,"ASTERACEAE","Noticastrum psammophilum","(Klatt) Cuatrec.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deSanta Catarina e, possivelmente, no Rio Grande do Sul, com EOO de 769,88 km▓ e AOO de 16 km▓, sendo encontrada em menosde cinco locais em situaусo de ameaуa. Erva perene, reptante, cresce em vegetaусo costeira sobre dunas,onde enfrenta intensa pressсo da ocupaусo humana. Nсo hр registro deocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noticastrum%20psammophilum","Mata AtlРntica"],
    [736,"ASTERACEAE","Ophryosporus freyreysii","(Thunb.) Baker","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophryosporus%20freyreysii","Mata AtlРntica"],
    [737,"ASTERACEAE","Panphalea araucariophila","Cabrera","EN","B2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 16 km▓, ж encontrada em menos de cinco situaушes de ameaуa. As рreas citadas como de ocorrЖncia da espжcie sofrem com o desmatamento da Mata AtlРntica, tendo somente pequenos fragmentos de рreas com vegetaусo. O longo perьodo de ocupaусo desordenada e atividades agrьcolas resultou no declьnio continuado de EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20araucariophila","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [738,"ASTERACEAE","Panphalea cardaminifolia","Less.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2a","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 4.787,63 km▓, AOO de 12 Km▓, ж encontrada em menos de cinco situaушes de ameaуa. As рreas florestais de ocorrЖncia da espжcie apresentam-se muito fragmentadas em consequЖncia da degradaусo pela agricultura e ocupaусo desordenada, que causaram o declьnio continuado da EOO, AOO e da qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20cardaminifolia","Mata AtlРntica"],
    [739,"ASTERACEAE","Panphalea maxima","Less.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta AOO de 4 Km▓, sendo encontrada em uma situaусo de ameaуa. O municьpio de ┴gua Doce, em Santa Catarina, local de ocorrЖncia da espжcie, ж relativamente grande, mas encontra-se com a vegetaусo original bastante fragmentada, sobrando poucas ilhas de mata. O declьnio contьnuo da EOO, AOO e da qualidade do habitat ж causados pelas atividades antrзpicas na рrea de ocorrЖncia da espжcie, que foi coletada pela Щltima vez em 1964.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20maxima","Mata AtlРntica"],
    [740,"ASTERACEAE","Panphalea ramboi","Cabrera","CR","B2ab(i,ii,iii)","Gustavo Martinelli","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=4 km▓). A coleta existente provavelmente foi feita aleatoriamente, sem um esforуo de coleta maior, hр algum tempo. Alжm disso, parece estar fora da unidade de conservaусo (SNUC), onde a fitofisionomia apresenta-se bastante comprometida, com raras ilhas de vegetaусo. O desmatamento da рrea foi ocasionado principalmente pela agricultura e ocupaусo humana, resultando no declьnio contьnuo da EOO, AOO e qualidade do habitat. A localidade de ocorrЖncia foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20ramboi","Mata AtlРntica"],
    [741,"ASTERACEAE","Panphalea smithii","Cabrera","EN","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=20 km▓) e sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. Alguns indivьduos tem ocorrЖncia em рreas preservadas, principalmente montanhas, porжm outros encontram-se em regiшes com raras ilhas de vegetaусo, sob pressсo da agricultura e pastagem, ocasionando declьnio contьnuo de AOO, EOO e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panphalea%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [742,"ASTERACEAE","Paralychnophora atkinsiae","D.J.N.Hind","EN","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=16 km▓), sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ┴rea enfrenta forte pressсo antrзpica pela extraусo e agricultura, principalmente nas margens de riachos que nсo estсo inseridos em unidades de conservaусo (SNUC), causando declьnio contьnuo em AOO, EOO, nЩmero de indivьduos maduros e qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20atkinsiae","Caatinga"],
    [743,"ASTERACEAE","Paralychnophora bicolor","(DC.) MacLeish","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (EOO=158,33 km▓, AOO=12 km▓), sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie, com forte pressсo antrзpica pelo comжrcio ilegal, garimpo, agricultura e queimadas, sofre com o declьnio contьnuo da EOO, AOO, do nЩmero de indivьduos maduros e da qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20bicolor","Caatinga"],
    [744,"ASTERACEAE","Paralychnophora harleyi","(H.Rob.) D.J.N.Hind","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (EOO=3.926,59 km▓, AOO=144 km▓), sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas, que consideram a presenуa e ausЖncia em рreas protegidas. Apesar de poucos indivьduos serem encontrados em unidade de conservaусo (SNUC), a grande maioria dos espжcimes ocorre em рreas sob forte pressсo antrзpica pelo extrativismo vegetal, mineral e atividades agropecuрrias. Com isso suspeita-se do declьnio contьnuo do nЩmero de indivьduos maduros, EOO, AOO e da qualidade do habitat da espжcie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20harleyi","Cerrado, Caatinga"],
    [745,"ASTERACEAE","Paralychnophora patriciana","D.J.N.Hind","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=12 km▓) Я Caatinga e sujeita a duas situaушes de ameaуa, referentes Яs duas localidades onde a espжcie foi coletada. ┴rea com desmatamento provocado por atividade agropecuрria, extraусo de minжrios e vegetal, ocasionando o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20patriciana","Caatinga, Cerrado"],
    [746,"ASTERACEAE","Paralychnophora reflexoauriculata","(G.M.Barroso) MacLeish","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo ampla em parte do Nordeste brasileiro, com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20reflexoauriculata","Caatinga"],
    [747,"ASTERACEAE","Paralychnophora santosii","(H.Rob.) D.J.N.Hind","VU","B2ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 36 Km▓ e menos de 10 situaушes de ameaуa. Tem ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, algumas localidades de distribuiусo sofrem com atividades agropecuрrias, extraусo ilegal mineral e vegetal e ocupaусo irregular, causando declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paralychnophora%20santosii","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [748,"ASTERACEAE","Perezia eryngioides","(Cabrera) Crisci &  Martic.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=12 km▓), sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas. Nota-se que, apesar da espжcie ocorrer em рreas relativamente afetadas pela agricultura, extraусo mineral e ocupaусo desordenada, causando declьnio continuado em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, e qualidade do habitat, o trabalho de coleta nсo foi realizado por especialista. Portanto, com um esforуo pontual, provavelmente novas ocorrЖncia aparecerсo (a Щltima coleta aconteceu hр mais de 20 anos).","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perezia%20eryngioides","Mata AtlРntica"],
    [749,"ASTERACEAE","Perezia multiflora","Less.","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=12 km▓) sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas. Somente trЖs registros sсo conhecidos, todos coletados por nсo especialistas na famьlia Asteraceae, com um esforуo de coleta pontual certamente novos registros aparecerсo. Nesse momento, a espжcie encontra-se em рreas relativamente degradadas, com poucas ilhas de remanescentes. A рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com agricultura e ocupaусo irregular, que causam o declьnio continuado da AOO, EOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perezia%20multiflora","Mata AtlРntica"],
    [750,"ASTERACEAE","Picrosia cabreriana","A.G.Schulz","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, tem distribuiусo restrita (AOO=4 km▓), sujeita a apenas uma Щnica situaусo de ameaуa. O local de ocorrЖncia da espжcie encontra-se sob forte pressсo antrзpica pela expansсo da atividade agrьcola e silvicultural e invasсo de espжcies exзticas, causando o declьnio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e nЩmero de indivьduos maduros. A espжcie foi coletada hр 46 anos por um especialista em Asteraceae e nunca mais  foi registrada  qualquer outra coleta.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrosia%20cabreriana","Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [751,"ASTERACEAE","Picrosia longifolia","D.Don","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrosia%20longifolia","Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [752,"ASTERACEAE","Piptocarpha notata","(Less.) Baker","LC","","Tainan Messina","","A espжcie apresenta distribuiусo ampla com EOO=194.175,380 km▓.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptocarpha%20notata","Mata AtlРntica"],
    [753,"ASTERACEAE","Piptocarpha robusta","G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 536,71 Km▓, sujeita a duas situaушes de ameaуa. A Щltima coleta foi hр 43 anos, sendo que, na cidade de Nova Venжcia (ES), a floresta vem sendo dizimada para extraусo de madeira, consequentemente transformando a paisagem natural em pastagem e cultura de cafж. O mesmo ocorre no municьpio Raul Soares (MG), onde quase nada do que havia de florestas existe. Como resultado dessa invasсo, os ambientes apresentam declьnio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptocarpha%20robusta","Mata AtlРntica"],
    [754,"ASTERACEAE","Piptolepis buxoides","(Less.) Sch.Bip.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, tem distribuiусo restrita (EOO=267,95 km▓), sendo conhecida apenas por coletas realizadas na Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Essa localidade foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. Entretanto, hр indicaушes de que a espжcie ocorra em outras рreas do Estado de MG, sendo necessрrios portanto, novos trabalhos de campo para atualizar sua distribuiусo. A рrea de ocorrЖncia sofre com a aусo antrзpica, principalmente com o turismo, alжm da destruiусo das matas ciliares, dos incЖndios, da extraусo ilegal de madeira e plantaусo de eucalipto, que causam o declьnio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e nЩmero de indivьduos maduros.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20buxoides","Cerrado"],
    [755,"ASTERACEAE","Piptolepis ericoides","Sch.Bip.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A Espжcie com EOO>20000 km▓, AOO","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20ericoides","Cerrado"],
    [756,"ASTERACEAE","Piptolepis gardneri","Baker","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie conhecida somente da coleусo-tipo. Sem informaушes sobre EOO, AOO, distribuiусo geogrрfica e considerada como \"espжcie nсo resolvida\" no site The Plant List.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20gardneri","Cerrado"],
    [757,"ASTERACEAE","Piptolepis imbricata","(Gardner) Sch.Bip.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=4 km▓) e sujeita a uma situaусo de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre, principalmente, com a mineraусo e o turismo, que contribuem para o declьnio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20imbricata","Cerrado"],
    [758,"ASTERACEAE","Piptolepis leptospermoides","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil com distribuiусo restrita ao Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais (AOO=4 km▓). A localidade de ocorrЖncia foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre, principalmente, com a mineraусo e o turismo, que contribuem para o declьnio continuado de EOO, AOO  e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20leptospermoides","Cerrado"],
    [759,"ASTERACEAE","Piptolepis monticola","Loeuille","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO < 5000 km2, AOO < 10 km2 e 2 situaушes de ameaуa. Espжcie com informaушes taxonЗmicas desencontradas, sem local de ocorrЖncia e falta dados de ameaуa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20monticola",""],
    [760,"ASTERACEAE","Piptolepis oleaster","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Sem dados de EOO, AOO, locais de ocorrЖncia e georeferenciamento no mapa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptolepis%20oleaster","Cerrado"],
    [761,"ASTERACEAE","Planaltoa lychnophoroides","G.M.Barroso","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Planaltoa%20lychnophoroides","Cerrado"],
    [762,"ASTERACEAE","Porophyllum bahiense","D.J.N.Hind","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 13.115,94 Km▓, encontrada em menos de 10 situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com a ocupaусo humana e atividades agriculturais, que causam o declьnio continuado em EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Porophyllum%20bahiense","Caatinga"],
    [763,"ASTERACEAE","Praxelis grandiflora","(DC.) Sch.Bip.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Praxelis%20grandiflora","Cerrado"],
    [764,"ASTERACEAE","Prestelia eriopus","Sch.Bip.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prestelia%20eriopus","Cerrado"],
    [765,"ASTERACEAE","Proteopsis argentea","Mart. & Zucc. ex Sch.Bip.","VU","B2ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Proteopsis%20argentea","Cerrado"],
    [766,"ASTERACEAE","Raulinoreitzia leptophlebia","(B.L.Rob.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raulinoreitzia%20leptophlebia","Cerrado"],
    [767,"ASTERACEAE","Richterago angustifolia","(Gardner) Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 32 Km▓, ж encontrada em quatro situaушes de ameaуa e ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC). Tanto a Serra do Cipз quanto a Serra do Espinhaуo sofrem com aушes antrзpicas e incЖndios, que causam o declьnio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20angustifolia","Cerrado"],
    [768,"ASTERACEAE","Richterago arenaria","(Baker) Roque","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no perьmetro de ocorrЖncia, porжm com subpopulaушes pequenas. Tem EOO de 16.562,80 Km▓, AOO de 36 Km▓ e estр sujeita a seis situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie tem como principais ameaуas a aусo antrзpica e os incЖndios, durante a estaусo seca, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20arenaria","Cerrado"],
    [769,"ASTERACEAE","Richterago campestris","Roque & J.N.Nakaj.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 410,56 km▓, AOO de 20 Km▓ e sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Tem ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, as ameaуas reportadas tais como turismo intenso, mineraусo e ocupaусo de рreas causam o declьnio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20campestris","Cerrado"],
    [770,"ASTERACEAE","Richterago caulescens","Roque","CR","B1ab(i,ii,iii,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 91,86 Km▓ e sujeita a uma situaусo de ameaуa. Estр presente em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, as suas regiшes de ocorrЖncia sofrem com o turismo intenso e a alta incidЖncia de incЖndios. Essas ameaуas causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20caulescens","Cerrado"],
    [771,"ASTERACEAE","Richterago conduplicata","Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 108,18 Km▓, AOO de 20Km▓ e sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Estр presente em unidade de conservaусo (SNUC) porжm, as suas regiшes de ocorrЖncia da espжcie sofrem com o turismo intenso e a alta incidЖncia de incЖndios. Essas ameaуas causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20conduplicata","Cerrado"],
    [772,"ASTERACEAE","Richterago elegans","Roque","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 1.502,50 Km▓ e sujeita a seis situaушes de ameaуa. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, tanto a рrea protegida como aquelas nсo protegidas, sofrem com extraусo vegetal, expansсo urbana , turismo descontrolado e queimadas, que acarretam o declьnio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20elegans","Cerrado"],
    [773,"ASTERACEAE","Richterago hatschbachii","(Zardini) Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 463,77 Km▓ e sujeita a duas situaушes de ameaуa. ╔ endЖmica do municьpio de Santana do Riacho (MG) e ocorre em unidade de conservaусo (SNUC). O Щltimo registro da espжcie data de 15 anos atrрs. Na regiсo da Serra do Cipз vem ocorrendo erosсo, turismo descontrolado e atividades agropastoris, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20hatschbachii","Cerrado"],
    [774,"ASTERACEAE","Richterago lanata","Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil com ocorrЖncia restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais (AOO=12 km▓) e sujeita a duas situaушes de ameaуa. A Щltima coleta foi realizada hр 14 anos, sendo a regiсo de ocorrЖncia alvo de erosсo e incЖndios, causando declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20lanata","Cerrado"],
    [775,"ASTERACEAE","Richterago petiolata","Roque & J.N.Nakaj.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 188,06 Km▓, AOO de 16 Km▓ e sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Apesar de ocorrer em unidade de conservaусo (SNUC), a espжcie estр sujeita Я pressсo do turismo e Я alta frequЖncia de incЖndios na estaусo seca nessas рreas. Essas ameaуas causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20petiolata","Cerrado"],
    [776,"ASTERACEAE","Richterago polyphylla","(Baker) Ferreyra","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 384,94 Km▓, AOO de 20 Km▓, estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa e ocorre em unidade de conservaусo (SNUC). Na regiсo de distribuiусo da espжcie sсo observados extraусo mineral,  atividade agropastoril, turismo predatзrio e incЖndios, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20polyphylla","Cerrado"],
    [777,"ASTERACEAE","Richterago riparia","Roque","VU","B2ab(i,ii,iii,v)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 36 Km▓ e sujeita a sete situaушes de ameaуa. Distribui-se em рreas que sofrem com atividades agrьcolas e agropastoris e incЖndios, que deterioram a vegetaусo, causando o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20riparia","Cerrado"],
    [778,"ASTERACEAE","Richterago stenophylla","(Cabrera) Roque","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 12 Km▓ e sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, ocorrendo somente em unidade de conservaусo (SNUC). A рrea da unidade de conservaусo sofre com turismo excessivo e alta frequЖncia de incЖndios, que causam o declьnio continuado na EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20stenophylla","Cerrado"],
    [779,"ASTERACEAE","Richterago suffrutescens","(Cabrera) Roque","CR","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie coletada em 1936 e conhecida somente pela literatura. Espжcie com AOO de 4 km▓, sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie, apesar de ter ilhas de vegetaусo nativa, sofre com a agricultura, que causa o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Recomenda-se um esforуo de coleta pontual para a espжcie.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richterago%20suffrutescens","Cerrado"],
    [780,"ASTERACEAE","Schlechtendalia luzulifolia","Less.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 589,23 km▓, AOO de 8 km▓ e sujeita a duas situaушes de ameaуa. O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, jр perdeu quase 54% da vegetaусo original. Dados recentes de desmatamento do bioma, divulgados pelo Ministжrio do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 km▓ de cobertura nativa foram derrubados, resultando em declьnio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlechtendalia%20luzulifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [781,"ASTERACEAE","Senecio adamantinus","Bong.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo nas regiшes Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20adamantinus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [782,"ASTERACEAE","Senecio almasensis","Mattf.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, ocorre na Chapada Diamantina, no Estado da Bahia. Tem distribuiусo restrita (AOO= 4 km▓). A localidade de coleta foi considerada como uma situaусo de ameaуa. ┴rea de ocorrЖncia comprometida por atividades agropastoris, incЖndios e extraусo ilegal de madeira, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat. Apresenta um Щnico registro de ocorrЖncia realizado 30 anos atrрs.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20almasensis","Caatinga"],
    [783,"ASTERACEAE","Senecio caparaoensis","Cabrera","EN","B1ab(i,ii)+2ab(i,ii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, tem distribuiусo restrita (EOO=337,04 km▓, AOO=8 km▓) e ocorre apenas na Serra do Caparaз, no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, na localidade conhecida como Bom Retiro, no Estado de Santa Catarina. Cada uma das duas localidades foi interpretada como situaушes de ameaуa distinta. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), prзximo ao Pico da Bandeira, porжm a рrea tem intensa visitaусo turьstica, que compromete as escassas subpopulaушes locais. A aусo antrзpica resulta em declьnio continuado de EOO e AOO.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20caparaoensis","Mata AtlРntica"],
    [784,"ASTERACEAE","Senecio crassiflorus","(Poir.) DC.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie distribuьda na costa atlРntica dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Espжcie tьpica de restinga, ambiente alvo de ocupaусo humana.  Devido a sua distribuiусo restrita (EOO=25.011,18 km▓) torna-se muito vulnerрvel a incidЖncia de ameaуas futuras. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), mas estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20crassiflorus","Mata AtlРntica"],
    [785,"ASTERACEAE","Senecio gertii","Zardini","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil com distribuiусo restrita (EOO=32,99 km▓, AOO=20 Km▓) Я Serra de Grсo Mogol, no Estado de Minas Gerais. Foram consideradas duas situaушes de ameуa distintas, segundo a presenуa e ausЖncia da espжcie em рreas protegidas. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), mas a рrea sofre com extraусo mineral e vegetal, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20gertii","Caatinga, Cerrado"],
    [786,"ASTERACEAE","Senecio graciellae","Cabrera","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil, com distribuiусo restrita ao Estado do Espьrito Santo (EOO=1.605,53 km▓, AOO=20 km▓), sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), porжm o Estado do Espьrito Santo sofre com a alta frequЖncia de incЖndios, extrativismo e agricultura nas regiшes altas. Todo esse processo resulta em declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20graciellae","Mata AtlРntica"],
    [787,"ASTERACEAE","Senecio hatschbachii","Cabrera","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 533,80 Km▓, AOO de 8 Km▓ e sujeita a duas situaушes de ameaуa. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, a regiсo da Serra do Espinhaуo sofre com mineraусo, expansсo urbana, turismo e agropecuрria, que geram declьnio continuado da AOO, EOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20hatschbachii","Cerrado"],
    [788,"ASTERACEAE","Senecio heteroschizus","Baker","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta EOO de 505,83 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуas distintas. Devido Яs diversas atividades antrзpicas, a vegetaусo se encontra em diferentes estрgios de sucessсo. Esse ecossistema de Floresta Ombrзfila Mista estр ameaуado de extinусo em consequЖncia da exploraусo de madeira e pela substituiусo de sua рrea de domьnio pela agricultura e pelos reflorestamentos de pinus e eucalipto, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20heteroschizus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [789,"ASTERACEAE","Senecio langei","Malme","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, com distribuiусo restrita (EOO=12.089,37 km▓) aos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Todas as localidades de coleta foram consideradas situaушes de ameaуa, somando trЖs no total. A AOO da espжcie sofre com a exploraусo madeireira, queimadas, agricultura e ocupaусo desordenada, que a tornam severamente fragmentada e causam, consequentemente, o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20langei","Mata AtlРntica"],
    [790,"ASTERACEAE","Senecio pohlii","Sch.Bip. ex Baker","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20pohlii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [791,"ASTERACEAE","Senecio promatensis","Matzenb.","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil com distribuiусo restrita (AOO=8 km▓) aos Campos de Cima da Serra no municьpio de Sсo Francisco de Paula, no Estado do Rio Grande do Sul. A espжcie ocorre em corpos d'рgua e em solos Щmidos Я margem de turfeiras. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie faz parte da Floresta Ombrзfila Mista, conhecidamente ameaуada pela extraусo vegetal, queimadas, ocupaусo irregular e agricultura, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20promatensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [792,"ASTERACEAE","Senecio ramboanus","Cabrera","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 575,10 Km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em рreas sob influЖncia de atividades agropecuрrias e extraусo vegetal, que contribuem para o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20ramboanus","Mata AtlРntica"],
    [793,"ASTERACEAE","Senecio riograndensis","Matzenb.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 428,38 Km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Hр dois registros na mesma localidade, que sofre com a aусo antrзpica, tendo como consequЖncia a alteraусo da vegetaусo, causando declьnio continuado da AOO, EOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senecio%20riograndensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [794,"ASTERACEAE","Smallanthus araucariophilus","Mondin","CR","B2ab(iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 4 Km▓ e sujeita a uma situaусo de ameaуa. Com um Щnico registro, ocorre em рreas sob influЖncia de atividades agrьcolas e silviculturais e espжcies invasoras. Sofre com o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros. Soma-se a essas informaушes o fato da espжcie ter um curto perьodo de floraусo e frutificaусo. Foi recentemente descrita, portanto, recomendam-se estudos populacionais.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20araucariophilus","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [795,"ASTERACEAE","Smallanthus connatus","(Spreng.) H.Rob.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>5.000 km▓, AOO","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20connatus","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [796,"ASTERACEAE","Smallanthus riograndensis","Mondin","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","","A espжcie ж endЖmica do Rio Grande do Sul, sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, tendo EOO de 578,02 km▓. A рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com a introduусo de espжcies exзticas como o eucalipto e pinus, alжm do declьnio da qualidade do habitat decorrente do desmatamento histзrico da regiсo.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smallanthus%20riograndensis","Mata AtlРntica"],
    [797,"ASTERACEAE","Stenachaenium macrocephalum","Benth. ex Benth. & Hook.f.","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 4 km▓ e sujeita a uma situaусo de ameaуa, com um Щnico registro de coleta fora de unidade de conservaусo. O bioma da espжcie vem sofrendo com atividades  agrosilviculturais e a acelerada expansсo de pastagens, que degradam ainda mais o que restou da vegetaусo nativa e causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenachaenium%20macrocephalum","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [798,"ASTERACEAE","Stenocephalum monticola","(Mart. ex DC.) Sch.Bip.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo possui dados para anрlise.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenocephalum%20monticola","Cerrado"],
    [799,"ASTERACEAE","Stenopadus aracaensis","Pruski","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenopadus%20aracaensis","AmazЗnia"],
    [800,"ASTERACEAE","Stenopadus talaumifolius","S.F.Blake","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","As рreas de ocorrЖncia da espжcie sсo de difьcil acesso, consequentemente, com baixo esforуo de coleta.  O Щltimo registro tem mais de 40 anos e portanto recomenda-se estudos mais aprofundados sobre distribuiусo e estado de conservaусo das subpopulaушes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenopadus%20talaumifolius","AmazЗnia"],
    [801,"ASTERACEAE","Stenophalium almasense","D.J.N.Hind","VU","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 2.191,04 Km▓ e sujeita a cerca de 10 situaушes de ameaуa. Tem um curto perьodo de floraусo e frutificaусo (novembro e dezembro), sendo a AOO da espжcie assolada por atividades agrьcolas que incluem incЖndios e extraусo ilegal de madeira, alжm da ocupaусo desordenada da regiсo. Essas aушes causam o declьnio continuado de EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stenophalium%20almasense","Caatinga"],
    [802,"ASTERACEAE","Stevia alternifolia","Hieron.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui uma рrea de ocupaусo abaixo de 500 km▓, porжm a respectiva extensсo de ocorrЖncia ж muito maior que o limite de 20.000 km▓, e o nЩmero de registros ж baixo e bem esparsados. A рrea de ocorrЖncia sofre com atividades agropecuрrias, silviculturais. Entretanto a espжcie parece ser frequente.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20alternifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [803,"ASTERACEAE","Stevia camporum","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20camporum","Mata AtlРntica"],
    [804,"ASTERACEAE","Stevia catharinensis","Cabrera & Vittet","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 16 Km▓ e sujeita a cerca de cinco situaушes de ameaуa. Tem distribuiусo nos Estados do Paranр e Santa Catarina. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com queimadas e plantaусo de Pinus, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [805,"ASTERACEAE","Stevia hilarii","B.L.Rob.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 4 Km▓ e uma situaусo de ameaуa. Tem distribuiусo somente no Estado de Minas Gerais. Apesar de estar presente em unidade de conservaусo (SNUC), a рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com  incЖndios, atividades agropecuрrias e mineraусo, que causam o declьnio continuado em  EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20hilarii","Cerrado"],
    [806,"ASTERACEAE","Stevia leptophylla","Sch.Bip. ex Baker","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional sua distribuiусo estр restrita ao Estado do Paranр (AOO=56 km▓) e, possivelmente, de Sсo Paulo, sendo encontrada em duas situaушes de ameaуa, de acordo com sua presenуa ou ausЖncia em рreas protegidas. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do habitat campestre onde a espжcie ocorre.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20leptophylla","Mata AtlРntica"],
    [807,"ASTERACEAE","Stevia organensis","Gardner","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [808,"ASTERACEAE","Stevia pohliana","Baker","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, AOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20pohliana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [809,"ASTERACEAE","Stevia riedelli","Sch.Bip. ex Baker","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 539,72 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, tendo somente dois registros de coletas. A Serra da Moeda sofre com queimadas, que causam o declьnio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do numero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20riedelli","Mata AtlРntica"],
    [810,"ASTERACEAE","Stevia selloi","(Spreng.) B.L.Rob.","VU","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia na Regiсo Sul do Brasil, com distribuiусo esparsa. Possui AOO menor que 2.000 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. No Paranр, a vegetaусo dos Campos Gerais sofre com atividades agropecuрrias, silviculturais e, consequentemente, a invasсo de espжcies exзticas, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stevia%20selloi","Mata AtlРntica"],
    [811,"ASTERACEAE","Steyermarkina dispalata","(Gardner) R.M.King & H.Rob.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita (AOO=20 km▓), sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. No Rio de Janeiro, encontra-se relativamente protegida em unidade de conservaусo (SNUC), mas, em Sсo Paulo e no Paranр, as рreas em que ocorre apresentam-se perturbadas pela extraусo ilegal de madeira, ocupaусo desordenada e mineraусo, que causam o declьnio continuado na EOO, AOO, qualidade do habitat e do numero de indivьduos maduros. Alжm disso, essas ameaуas podem levar a espжcie a categorias de maior risco em um futuro prзximo. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Steyermarkina%20dispalata","Mata AtlРntica"],
    [812,"ASTERACEAE","Stifftia fruticosa","(Vell.) D.J.N.Hind & Semir","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 12.436,39 km▓, ocorrЖncia nos Estados do Rio Janeiro e Sсo Paulo. Tem registros em unidades de conservaусo (SNUC) e estр sujeita a cerca de 10 situaушes de ameaуa. Fora das unidades de conservaусo (SNUC), sofre com extrativismo, ocupaусo irregular e mineraусo, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stifftia%20fruticosa","Mata AtlРntica"],
    [813,"ASTERACEAE","Stifftia parviflora","(Leandro) D.Don","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie esparsamente distribuida no Sudeste, com confirmaусo de recentes coletas em MG depois de 30 anos sem registros. Novos esforуos de coletas deverсo ser empreendidos, principalmente, dentro dos limites atuais de distribuiусo da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stifftia%20parviflora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [814,"ASTERACEAE","Stilpnopappus cearensis","Huber","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo no Nordeste, necessitando esforуo de coleta, principalmente, nas lacunas entre o litoral de Natal atж Fortaleza e interior da Paraьba (Patos). Ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20cearensis","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [815,"ASTERACEAE","Stilpnopappus semirianus","R.Esteves","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 28 km▓ e sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), mas os locais de ocorrЖncia fora das unidades de conservaусo sofrem com atividades agriculturais, queimadas e ocupaусo irregular, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade de habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20semirianus","Caatinga"],
    [816,"ASTERACEAE","Stilpnopappus suffruticosus","Gardner","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 8 km▓ e sujeita a uma situaусo de ameaуa. Foram realizadas somente duas coletas, em 1839, e o local de ocorrЖncia sofre com atividades agrьcolas e ocupaусo desordenada, que causam o declьnio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20suffruticosus","Caatinga"],
    [817,"ASTERACEAE","Stilpnopappus tomentosus","Mart. ex DC.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж bem distribuida na regiсo central da Bahia em campos rupestres. Possui ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), porжm essas рreas sofrem com influЖncia de atividades agriculturais, queimadas, ocupaусo irregular e extraусo de madeira para lenha, podendo colocar a espжcie em situaусo de ameaуa no futuro.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stilpnopappus%20tomentosus","Caatinga"],
    [818,"ASTERACEAE","Stomatanthes dentatus","(Gardner) H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo esparsa nos Estados de MG, TO, MT, SP, GO, PR, DF, MS, mostrando nitidamente falta de coleta nessas рreas. Em algumas localidades, a espжcie ж considerada frequente.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20dentatus","Cerrado"],
    [819,"ASTERACEAE","Stomatanthes dictyophyllus","(DC.) R.M.King & H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo ampla nos Estados de MG, SP, GO, DF e MT. Nitidamente existe uma falta de esforуo de coleta no Estado do MT, em vista da lacuna apresentada atж SP e DF. Tem ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20dictyophyllus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [820,"ASTERACEAE","Stomatanthes loefgrenii","(B.L.Rob.) H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж conhecida somente pelo holзtipo, tendo sido coletada hр 100 anos. Sua рrea de ocorrЖncia sofre com ocupaусo irregular, agropecuрria e plantio de eucalipto, que causam a reduусo e fragmentaусo da vegetaусo remanescente. Essas atividades resultaram no declьnio continuado de EOO, AOO e qualidade do habitat. A espжcie apresenta AOO de 4 Km▓ e uma situaусo de ameaуa.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stomatanthes%20loefgrenii","Cerrado"],
    [821,"ASTERACEAE","Strophopappus bicolor","DC.","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Suspeita-se do baixo esforуo de coleta para a espжcie. A espжcie apresenta AOO menor que 500 Km▓ e cinco situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia estр sob influЖncia de extraусo mineral, agropecuрria e incЖndios, causando declьnio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strophopappus%20bicolor","Cerrado"],
    [822,"ASTERACEAE","Strophopappus ferrugineus","(Baker) R.Esteves","EN","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 16 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Suspeita-se do baixo esforуo de coleta entre os pontos conhecidos, porжm, nas рreas de ocorrЖncia da espжcie sсo frequentes as aушes de extraусo mineral e perda de habitat por incЖndios, tendo como consequЖncia o declьnio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strophopappus%20ferrugineus","Cerrado"],
    [823,"ASTERACEAE","Stylotrichium corymbosum","(DC.) Mattf.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ocorrЖncia restrita (EOO=1.276,64 km▓, AOO=28 km▓) e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, em locais desprotegidos sob influЖncia de atividades agropecuрrias e incЖndios, hр um declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20corymbosum","Caatinga, Cerrado"],
    [824,"ASTERACEAE","Stylotrichium edmundoi","G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem coletas recentes, porжm com EOO de 2.347,93 km▓, AOO de 20 Km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Parte da рrea de ocorrЖncia da espжcie encontra-se dentro de unidade de conservaусo (SNUC), porжm aquelas nсo protegidas sofrem com atividades agropecuрrias e incЖndios, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20edmundoi","Cerrado, Caatinga"],
    [825,"ASTERACEAE","Stylotrichium glomeratum","Bautista et al.","CR","B1ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com registros em um Щnico municьpio (EOO < 100 km▓) e sujeita a uma situaусo de ameaуa. Apesar de algumas poucas coletas recentes, a рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com atividades agropecuрrias e incЖndios, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e nЩmero do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20glomeratum","Caatinga"],
    [826,"ASTERACEAE","Stylotrichium sucrei","R.M.King & H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 2.052,71 km▓, AOO de 16 km▓ e sujeita a duas situaушes de ameaуa. Apesar de ter coletas recentes, ocorre em locais atingidos por atividades agropecuрrias e incЖndios, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylotrichium%20sucrei","Cerrado"],
    [827,"ASTERACEAE","Symphyopappus casarettoi","B.L.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO>20.000 km▓, bem representada na regiсo Sul, com um registro no Estado de SP. Ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20casarettoi","Mata AtlРntica"],
    [828,"ASTERACEAE","Symphyopappus lymansmithii","B.L.Rob.","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com coletas recentes e registros em unidades de conservaусo (SNUC). Distribuiусo esparsa na regiсo Sul e no Estado de Sсo Paulo. A espжcie, apesar de protegida em algumas localidades, tambжm ocorre em рreas afetadas por espжcies invasoras exзticas e atividades agropecuрrias e silviculturais, podendo colocр-la em risco no futuro.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20lymansmithii","Mata AtlРntica"],
    [829,"ASTERACEAE","Symphyopappus uncinatus","H.Rob.","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 779,42 km▓, AOO de 12 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em рreas sujeitas a incЖndios, mineraусo e atividades agropecuрrias, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros. Nсo tem registros de coletas em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symphyopappus%20uncinatus","Cerrado, Caatinga"],
    [830,"ASTERACEAE","Trichocline catharinensis","Cabrera","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo na regiсo Sul, com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20catharinensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [831,"ASTERACEAE","Trichocline linearifolia","Malme","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 14.442,01 Km▓ e sujeita a 10 situaушes de ameaуa. Apesar da рrea de ocorrЖncia da espжcie sofrer a influЖncia de espжcies invasoras, o impacto por conta de turismo e as obras para instalaусo de linhas de energia, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO e qualidade do habitat, nota-se, tambжm, a falta de esforуo de coleta entre os pontos de registros apresentados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20linearifolia","Mata AtlРntica"],
    [832,"ASTERACEAE","Trichocline macrocephala","Less.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda na regiсo Sul, com ocorrЖncia no Sudeste. Segundo autores, a espжcie forma densos e extensos agrupamentos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20macrocephala","Mata AtlРntica"],
    [833,"ASTERACEAE","Trichocline maxima","Less.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie sem dados para avaliaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocline%20maxima","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [834,"ASTERACEAE","Trichogonia hirtiflora","(DC.) Sch.Bip. ex Baker","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre somente em Minas Gerais em registros esparsos, porжm com EOO>20.000 km▓, em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Os campos rupestres vem sofrendo com retirada de madeira para produусo de carvсo, mineraусo, incЖndios e cultivos agrьcolas, colocando a espжcie, mesmo protegida, em situaусo de vulnerabilidade.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichogonia%20hirtiflora","Cerrado"],
    [835,"ASTERACEAE","Trichogonia menthifolia","Gardner","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Conforme informaушes da etiqueta de coleta dos dois Щnicos registros, os espжcimes crescem em рreas pertubadas por cultivos, apesar de estarem em unidade de conservaусo (SNUC), que levam ao declьnio continuado de EOO, AOO e nЩmero de indivьduos maduros. Os registros foram realizados hр 30 anos, com EOO","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichogonia%20menthifolia","Cerrado"],
    [836,"ASTERACEAE","Trixis glaziovii","Baker","VU","B2ab(i,ii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia em unidades de conservaусo, porжm com AOO menor que 2.000 Km▓. Com distribuiусo no sul e sudeste do Brasil, tem registros esparsados, e suspeita-se de baixo esforуo de coleta. Estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, com episзdios de incЖndios em рreas altas, que provocam o declьnio continuado em EOO e AOO.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [837,"ASTERACEAE","Trixis pallida","Less.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","O Щnico registro de coleta conhecido tem 70 anos. A espжcie tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Alжm da proximidade com рreas urbanas, a localizaусo de ocorrЖncia da espжcie sofre com atividades agrosilviculturais e expansсo de pastagens, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade de habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20pallida","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [838,"ASTERACEAE","Trixis pruskii","D.J.N.Hind","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), mas ao redor dessas рreas as atividades agriculturais, extraусo de madeira para lenha e queimadas provocam desmatamento, ocasionando declьnio continuado em EOO, AOO, extensсo e qualidade do habitar, e nЩmero de indivьduos maduros. Se medidas nсo forem tomadas para neutralizar as ameaуas incidentes a espжcie pode em um futuro prзximo se tornar ameaуada de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20pruskii","Cerrado, Caatinga"],
    [839,"ASTERACEAE","Trixis thyrsoidea","Dusжn ex Malme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com distribuiусo nos Estados do PR e SC, a espжcie apresenta EOO>20.000 km▓. As рreas de ocorrЖncia da espжcie apresentam processo de degradaусo por atividades de agricultura, ocupaусo desordenada e extraусo mineral, contribuindo para declьnio continuado em EOO, AOO, extensсo e qualidade do habitat e nЩmero de indivьduos maduros. Medidas precisam ser tomadas para minimizar as ameaуas incidentes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trixis%20thyrsoidea","Mata AtlРntica"],
    [840,"ASTERACEAE","Verbesina floribunda","Gardner","NT","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo esparsa na regiсo Sudeste e nos Estados da BA e DF, em vрrias formaушes vegetais, incluindo unidades de conservaусo (SNUC). EOO>20.000 km▓ e mais de 10 situaушes de ameaуa.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20floribunda","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [841,"ASTERACEAE","Verbesina polyanthes","Toledo","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20polyanthes","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [842,"ASTERACEAE","Verbesina pseudoclaussenii","D.J.N.Hind","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 4 km▓ e sujeita a uma situaусo de ameaуa. A regiсo de Serra Negra vem sofrendo intensa pressсo causada pelo turismo ecolзgico ou de aventura. ╔ bastante explorada para a prрtica de esportes radicais, que atraem um grande contingente de turistas Я рrea, inclusive com a extraусo predatзria de orquьdeas e bromжlias, o que causa o declьnio continuado em EOO, AOO, qualidade do habitat e nЩmero de indivьduos maduros. Hр somente um Щnico registro para a espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbesina%20pseudoclaussenii","Caatinga, Cerrado"],
    [843,"ASTERACEAE","Vernonanthura fagifolia","(Gardner) H.Rob.","VU","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO menor que 2.000 km▓ e sujeita a cerca de 10 situaушes de ameaуa. As рreas de ocorrЖncia da espжcie, mesmo aquelas em grandes altitudes, sofrem com queimadas, extrativismo e ocupaусo irregular e agropecuрria, que resultam em declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vernonanthura%20fagifolia","Cerrado"],
    [844,"ASTERACEAE","Vernonanthura mucronulata","(Less.) H.Rob.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo ampla nas regiшes Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vernonanthura%20mucronulata","Cerrado"],
    [845,"ASTERACEAE","Viguiera aspiliodies","Baker","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Por falta de dados consistentes sobre a distribuiусo geogrрfica da espжcie, nсo foi possьvel conduzir a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20aspiliodies","Cerrado"],
    [846,"ASTERACEAE","Viguiera bracteata","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso ou ameaуa pontual.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20bracteata","Cerrado"],
    [847,"ASTERACEAE","Viguiera corumbensis","Malme","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado do Mato Grosso do Sul e restrita a uma EOO de 1.041,36 km▓. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa para V. corumbensis, que sofre com o declьnio da qualidade do habitat por conta da atividade mineradora presente no seu local de ocorrЖncia. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20corumbensis","Pantanal, Cerrado"],
    [848,"ASTERACEAE","Viguiera filifolia","Sch.Bip. ex Baker","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO com 3.250,27 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando o fogo como ameaуa principal a sua sobrevivЖncia. Viguiera filifolia ж endЖmica do Cerrado e Campos Rupestres e, apesar de ser encontrada tambжm em unidades de conservaусo (SNUC), as regiшes de ocorrЖncia da espжcie sofrem com incЖndios nas жpocas de seca. Portanto, supшe-se que a espжcie esteja sofrendo declьnio constante da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20filifolia","Pantanal"],
    [849,"ASTERACEAE","Viguiera hispida","Baker","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, a espжcie tem menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a degradaусo intensa da regiсo de ocorrЖncia da espжcie, tanto pelas queimadas quanto pela urbanizaусo da regiсo. Recomenda-se estudos populacionais e monitoramento da espжcie, a fim de verificar se nсo hр um risco de extinусo mais alto.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20hispida","Cerrado"],
    [850,"ASTERACEAE","Viguiera linearifolia","Chodat & Hassl.","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado do Mato Grosso do Sul, com AOO bastante restrito (4 Km▓) e ocorre em fragmentos cercados por рreas agrьcolas e pastoris. Suspeita-se do declьnio constante da qualidade do habitat e da AOO. Recomendam-se estudos populacionais para  a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20linearifolia","Cerrado"],
    [851,"ASTERACEAE","Viguiera paranensis","(Malme) Santos","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado do Paranр, com AOO bem restrito (4 Km▓) e ocorre em fragmentos cercados por рreas agrьcolas e pastoris. Suspeita-se do declьnio constante da qualidade do habitat e da AOO. Recomendam-se estudos populacionais para  a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20paranensis","Cerrado"],
    [852,"ASTERACEAE","Viguiera vernonioides","Baker","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO de 2.280,55 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Suspeita-se do declьnio  da EOO, AOO, subpopulaушes e qualidade do habitat , uma vez que as coletas recentes sз encontraram subpopulaушes pequenas e em beira de estrada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viguiera%20vernonioides","Cerrado"],
    [853,"ASTERACEAE","Vittetia bishopii","R.M.King & H.Rob.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A coleta mais recente data de mais de 30 anos e visualizando o mapa de distribuiусo nota-se, claramente, falta de esforуo de coleta entre os pontos conhecidos (de MG ao PR) para melhorar a qualidade dos dados sobre a espжcie. Tem distribuiусo em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vittetia%20bishopii","Cerrado"],
    [854,"ASTERACEAE","Wedelia macedoi","H.Rob.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 4 km▓  e sujeita a uma situaусo de ameaуa, tem um Щnico registro feito hр 50 anos. Mesmo ocorrendo em unidade de conservaусo (SNUC), a рrea sofre com desmatamento e queimadas, causando o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wedelia%20macedoi","Cerrado"],
    [855,"ASTERACEAE","Wedelia puberula","DC.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo nos Estados de GO, DF e MG, com registros esparsados e numerosos. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC) com coletas relativamente recentes.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wedelia%20puberula","Cerrado"],
    [856,"ASTERACEAE","Wunderlichia azulensis","Maguire & G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Com distribuiусo somente nos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo, a espжcie apresenta EOO de 4.683,38 Km▓, AOO de 32 Km▓, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC), porжm, nos dois Estados, a vegetaусo vem sendo suprimida pela exploraусo de madeira, desmatamento para pecuрria, agricultura e extraусo ilegal de vegetais e minerais, que causam o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20azulensis","Cerrado"],
    [857,"ASTERACEAE","Wunderlichia cruelsiana","Taub.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","","Espжcie com AOO de 16 km▓ e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC), com distribuiусo nos Estados de Goiрs e Bahia. As localidades de ocorrЖncia da espжcie sofrem com queimadas e ocupaусo irregular, que causam o declьnio contьnuo em EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20cruelsiana","Cerrado"],
    [858,"ASTERACEAE","Wunderlichia senaeii","Glaz. ex Maguire & G.M.Barroso","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 2.568,73 km▓, AOO de 24 km▓ e sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa e ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). A Cadeia do Espinhaуo tem рreas relativamente conservadas, porжm, aquelas mais prзximas dos centros urbanos sofrem com ocupaусo irregular, queimadas e pecuрria, que tem como consequЖncia o declьnio continuado da EOO, AOO, qualidade do habitat e do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wunderlichia%20senaeii","Cerrado"],
    [859,"AYTONIACEAE","Asterella venosa","(Lehm. & Lindenb.) A.Evans","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, sendo considerada comum principalmente no Brasil, Uruguai e Argentina.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asterella%20venosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [860,"BALANOPHORACEAE","Helosis cayennensis","(Sw.) Spreng.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helosis%20cayennensis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [861,"BALANOPHORACEAE","Langsdorffia hypogaea","Mart.","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC).","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Langsdorffia%20hypogaea","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [862,"BALANOPHORACEAE","Lophophytum leandri","Eichler","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que a espжcie ж de ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC).","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophophytum%20leandri","Mata AtlРntica"],
    [863,"BEGONIACEAE","Begonia albidula","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie herbрcea encontrada principalmente em Inselbergs do Espьrito Santo, tendo uma distribuiусo restrita (EOO=2886.63 Km▓, AOO=68 Km▓) e especificidade de habitat. Essas formaушes granьticas vЖm sofrendo intensa exploraусo por mineradoras, o que poderр causar a extinусo de subpopulaушes que ocorrem nas рreas exploradas. Alжm disso, ж possьvel haver uma subpopulaусo em Manhuaуu, Minas Gerais, distante do restante das demais subpopulaушes no Espьrito Santo. Suspeita-se, portanto, que a espжcie seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20albidula","Mata AtlРntica"],
    [864,"BEGONIACEAE","Begonia altamiroi","Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. altamiroi ж uma espжcie encontrada em Campos de Altitude e Rupestres do Espьrito Santo e Minas Gerais, tendo uma distribuiусo bastante restrita (AOO=16 Km▓). Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, sendo uma delas a reduусo do habitat. O municьpio de Castelo (ES), por exemplo, perdeu mais de 80% de vegetaусo nativa atж 2011 (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2012). Alжm disso, aparentemente ж uma espжcie bastante rara, uma vez que a maioria das suas coletas foi feita na dжcada de 1940. Foi coletada novamente apenas em 1994.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20altamiroi","Mata AtlРntica"],
    [865,"BEGONIACEAE","Begonia angularis","Raddi","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em florestas Щmidas do Espьrito Santo ao Paranр. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20angularis","Mata AtlРntica"],
    [866,"BEGONIACEAE","Begonia apparicioi","Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. apparicioi ж uma espжcie herbрcea encontrada em matas do Espьrito Santo e Minas Gerais. Trata-se de uma espжcie rara, com poucos registros de ocorrЖncia, a Щltima coleta feita hр 15 anos. Tem uma distribuiусo bastante restrita (AOO=28 Km▓) e uma populaусo severamente fragmentada. Alжm disso, ocorre em uma regiсo sob intensa pressсo antrзpica. Dessa maneira, B. apparicioi ж considerada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20apparicioi",""],
    [867,"BEGONIACEAE","Begonia bahiensis","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. bahiensis ж uma espжcie que, como o epьteto especьfico sugere, ocorre principalmente no sul do Estado da Bahia (AOO=124 Km▓) e, possivelmente, no Espirito Santo. Essa regiсo sofre com o intenso desmatamento, como o municьpio de Jussari (BA) que perdeu cerca de 95% da sua vegetaусo nativa (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2011). Por ter subpopulaушes no Estado do Espьrito Santo, essa espжcie pode ser considerada severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20bahiensis","Mata AtlРntica"],
    [868,"BEGONIACEAE","Begonia besleriifolia","Schott","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. besleriifolia ж uma espжcie arbustiva encontrada na Mata AtlРntica da Bahia e, possivelmente, no Espьrito Santo e norte do Rio de Janeiro. Suspeita-se que suas subpopulaушes ocorram de maneira disjunta, uma vez que estсo distantes entre si. Assim, suspeita-se que a populaусo dessa espжcie esteja severamente fragmentada. Alжm disso, esse arbusto ocorre em рreas que sofrem forte pressсo antrзpica, com intenso desmatamento.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20besleriifolia","Mata AtlРntica"],
    [869,"BEGONIACEAE","Begonia brevilobata","Irmsch.","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. brevilobata ж uma espжcie endЖmica de Sсo Paulo, mais especificamente da Estaусo Biolзgica do Alto da Serra de Paranapiacaba. ╔ uma espжcie extremamente rara, com apenas uma coleta feita hр quase 100 anos, de maneira que o conhecimento sobre a espжcie ж muito deficiente e a espжcie pode atж mesmo estar extinta na natureza. Recomenda-se que novos estudos devem ser feitos nesta unidade de conservaусo (SNUC) com o objetivo de se encontrar subpopulaушes remanescentes dessa espжcie, bem como o atual estado de conservaусo de cada uma delas. Dessa maneira, B. brevilobata ж considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20brevilobata",""],
    [870,"BEGONIACEAE","Begonia coccinea","Hook.","EN","A2cd,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. coccinea ж uma planta potencialmente ornamental encontrada apenas nas Florestas ┌midas e Montanhosas dos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo, tendo distribuiусo restrita (AOO=48 Km▓). Sua ocorrЖncia ж disjunta entre os dois Estados, permitindo supor que tenha uma populaусo severamente fragmentada. Por seu potencial ornamental, suspeita-se que a coleta predatзria seja uma ameaуa Я sua sobrevivЖncia. Alжm disso, tratando-se de uma planta epьfita que cresce em рrvores de 20 a 30 metros, suspeita-se que esteja sofrendo com a ameaуa da perda do habitat, que pode alcanуar cerca de 80% no Estado do Rio de Janeiro. Dessa maneira, suspeita-se que a reduусo populacional da espжcie tenha sido maior do que 50% nos 15 anos (considerando tempo de geraусo igual a cinco anos para espжcie arbustiva).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20coccinea","Mata AtlРntica"],
    [871,"BEGONIACEAE","Begonia crispula","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. crispula ж uma espжcie endЖmica e rara, encontrada apenas no Estado do Espьrito Santo, tendo uma distribuiусo bastante restrita (AOO=4 Km▓). Entretanto, sua AOO pode ser maior, uma vez que hр muitas coletas sem localidade definida. Essa espжcie ocorre em uma regiсo com intenso desmatamento: Aracruz perdeu cerca de 95% e  Ibiraуu, 90% de vegetaусo nativa atж 2011. Suspeita-se, portanto, que a reduусo populacional tenha sido maior do que 80% nos Щltimos seis anos (considerando tempo de geraусo para espжcie de cerca de dois anos). Alжm disso, por ocorrer em uma regiсo que sofre intensa pressсo de desmatamento, suspeita-se que a populaусo da espжcie seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20crispula","Mata AtlРntica"],
    [872,"BEGONIACEAE","Begonia curtii","L.B.Sm. & B.G.Schub.","VU","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia curtii ж uma espжcie herbрcea ou subarbustiva encontrada principalmente no Estado do Espьrito Santo, mas com ocorrЖncia tambжm em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Tem uma distribuiусo bastante restrita (EOO = 18005,52 Km▓), sendo encontrada em uma regiсo sob intensa pressсo antrзpica. O Estado do Espьrito Santo, por exemplo, perdeu cerca de 90% de vegetaусo atж 2011, de maneira que se suspeita que a populaусo dessa espжcie seja severamente fragmentada. Suspeita-se tambжm que a reduусo populacional da espжcie tenha sido maior do que 30% nos Щltimos 15 anos (considerando tempo de geraусo de cinco anos para a espжcie).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20curtii","Mata AtlРntica"],
    [873,"BEGONIACEAE","Begonia dentatiloba","A.DC.","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia dentatiloba ж uma espжcie subarbustiva de distribuiусo restrita (AOO=40 Km▓) e subpopulaушes pequenas, encontrada principalmente em Florestas ┌midas do Estado do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro sofreu intenso desmatamento, com perda de vegetaусo nativa de cerca de 80%. Em consequЖncia, suspeita-se que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 15 anos (considerando tempo de geraусo de cinco anos para a espжcie). Alжm disso, por ocorrer em uma paisagem altamente antropizada, suspeita-se que a espжcie seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20dentatiloba","Mata AtlРntica"],
    [874,"BEGONIACEAE","Begonia descoleana","L.B.Sm. & B.G.Schub.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie ornamental e amplamente distribuьda nos Estados do sul do Brasil. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC), em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20descoleana","Mata AtlРntica"],
    [875,"BEGONIACEAE","Begonia espiritosantensis","E.L.Jacques & Mamede","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia espiritosantensis, como o epьteto especьfico sugere, ж uma  espжcie herbрcea encontrada apenas no Estado do Espьrito Santo, tendo uma distribuiусo bastante restrita (EOO=1124,59 Km▓ e AOO=16 Km▓). Estр sujeita a apenas quatro situaушes de ameaуa, sendo uma delas a perda de habitat: os municьpios onde a espжcie ocorre perderam mais de 80% da vegetaусo nativa atж 2011. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos seis nos (considerando tempo de geraусo de cerca de dois anos para a espжcie).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20espiritosantensis","Mata AtlРntica"],
    [876,"BEGONIACEAE","Begonia fruticosa","(Klotzsch) A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em florestas Щmidas da Bahia ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20fruticosa","Mata AtlРntica"],
    [877,"BEGONIACEAE","Begonia handroi","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia handroi ж uma espжcie herbрcea endЖmica do Estado de Sсo Paulo, com distribuiусo bastante restrita (EOO=1478,76 Km▓ e AOO=16 Km▓). Com base no nЩmero de subpopulaушes, suspeita-se que esteja sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Uma delas ж a perda de habitat, podendo ser de cerca de 80% sз no municьpio de Sсo Paulo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20handroi","Mata AtlРntica"],
    [878,"BEGONIACEAE","Begonia herbacea","Vell.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie com potencial ornamental, amplamente distribuьda (EOO=36677,5  km▓), encontrada do norte do Estado do Rio de Janeiro ao Estado do Paranр. Apesar de ocorrer em рreas com intensa pressсo antrзpica, ocorre em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20herbacea","Mata AtlРntica"],
    [879,"BEGONIACEAE","Begonia hirtella","Link","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie com potencial ornamental e amplamente distribuьda encontrada em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica e AmazЗnia. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e em рreas alteradas. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20hirtella","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [880,"BEGONIACEAE","Begonia hispida","Schott","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie com potencial ornamental, medicinal e amplamente distribuьda, sendo encontrada em Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20hispida","Mata AtlРntica"],
    [881,"BEGONIACEAE","Begonia huegelii","(Klotzsch) A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada de Minas Gerais ao Paranр. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20huegelii","Mata AtlРntica"],
    [882,"BEGONIACEAE","Begonia ibitiocensis","E.L.Jacques & Mamede","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia ibitiocensis ж uma espжcie  encontrada principalmente no Estado de Espьrito Santo, mas com registro tambжm para o norte do Rio de Janeiro, tendo uma distribuiусo bastante restrita (AOO=28 Km▓). Ocorre em uma regiсo que sofreu e sofre intensa pressсo antrзpica, resultando principalmente na perda de habitat, que gera paisagens fragmentadas, dificultando a dispersсo da espжcie.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ibitiocensis","Mata AtlРntica"],
    [883,"BEGONIACEAE","Begonia inconspicua","Brade","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia inconspicua ж uma espжcie bastante rara, encontrada apenas em Rio Doce e Santa Teresa, no Estado do Espьrito Santo. Tem uma distribuiусo muito restrita (AOO=8 Km▓)  e ж encontrada em uma regiсo que sofre intensa pressсo antrзpica: Santa Teresa perdeu cerca de 80% e Rio Doce, cerca de 90% de vegetaусo nativa atж 2011. Por ocorrerem em uma regiсo significativamente impactada pela aусo humana, suspeita-se que essas duas subpopulaушes sejam severamente fragmentada.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20inconspicua","Mata AtlРntica"],
    [884,"BEGONIACEAE","Begonia integerrima","Spreng.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie ornamental amplamente distribuьda encontrada em matas Щmidas do Espьrito Santo a Sсo Paulo. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20integerrima","Mata AtlРntica"],
    [885,"BEGONIACEAE","Begonia itaguassuensis","Brade","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia itaguassuensis ж uma espжcie  herbрcea encontrada em Florestas ┌midas do Espьrito Santo e do sul da Bahia, tendo uma distribuiусo restrita (AOO=72 Km▓). A distribuiусo ж disjunta, de maneira que se suspeita que a populaусo seja severamente fragmentada. Alжm disso ocorre em рreas que sofrem intensa pressсo antrзpica. O Estado do Espьrito Santo, por exemplo, perdeu quase 90% de vegetaусo nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos seis anos (considerando tempo de geraусo de dois anos).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20itaguassuensis","Mata AtlРntica"],
    [886,"BEGONIACEAE","Begonia itatinensis","Irmsch. ex Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. itatinensis  ж uma espжcie potencialmente ornamental e medicinal encontrada principalmente na regiсo da Serra do Mar no Estado de Sсo Paulo, mas tem registros tambжm para os Estados do Riode Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, e possivelmente, Paranр. Ocorre sobretudo em Florestas ┌midas bem preservadas. A maior parte das coletas foi feita em unidades de conservaусo, o que poderia assegurar a conservaусo da espжcie. Entretanto, as unidades de conservaусo sofrem ameaуas, como a presenуa de caуadores e a coleta predatзria de espжcimes vegetais. Alжm disso, sua distribuiусo ж disjunta e algumas subpopulaушes estсo isoladas no Sul do paьs, de maneira que se suspeita que a populaусo de B. itatinensis seja severamente fragmentada.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20itatinensis","Mata AtlРntica"],
    [887,"BEGONIACEAE","Begonia jureiensis","S.J.Gomes da Silva & Mamede","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. jureiensis, como o epьteto especьfico sugere, ж uma espжcie endЖmica da Jurжia, no estado de Sсo Paulo. Tem, portanto, uma distribuiусo bastante restrita (AOO=4 Km▓) e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa: a ocupaусo irregular na Estaусo Ecolзgica Jurжia-Itatins. Descrita recentemente, novos estudos devem ser realizados na unidade de conservaусo e arredores, com o objetivo de se verificar o nЩmero de subpopulaушes e o seu estado atual de conservaусo.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20jureiensis","Mata AtlРntica"],
    [888,"BEGONIACEAE","Begonia kuhlmannii","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. kuhlmannii ж uma espжcie  herbрcea endЖmica do Espьrito Santo, tendo uma distribuiусo bastante restrita (EOO=3773,40 Km▓ e AOO=64 Km▓), concentrada na regiсo de Santa Teresa, embora existam coletas mais distantes. Como a espжcie ocorre em uma regiсo que sofre intensa perda de habitat, suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [889,"BEGONIACEAE","Begonia larorum","L.B.Sm. & Wassh.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. larorum ж conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1920, na Ilha de Alcatrazes, Sсo Paulo. ╔, portanto, uma espжcie rara e com distribuiусo bastante restrita (AOO=4 Km▓). Por ser uma espжcie insular, estр sujeita a processos ecolзgicos que podem levр-la Я extinусo, como a presenуa de espжcies exзticas invasoras. Esse processo jр pode ter acontecido, uma vez que a Щnica coleta foi feita hр quase 100 anos. Entretanto, novos estudos devem ser feitos na Ilha com o intuito de se verificar a ocorrЖncia e o estado atual de conservaусo da espжcie.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20larorum","Mata AtlРntica"],
    [890,"BEGONIACEAE","Begonia obscura","Brade","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. obscura ж uma obscura espжcie endЖmica do Estado do Espьrito Santo, mas sem localidade de coleta. Sem essa informaусo, nсo ж possьvel saber sua distribuiусo e ameaуas incidentes sobre a espжcie ou localidade. Entretanto, as coletas foram feitas hр mais de 50 anos, de maneira que B. obscura pode atж estar extinta. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se procurar subpopulaушes na natureza, bem como avaliar seu estado de conservaусo (SNUC). Com as informaушes disponьveis atж o momento, B. obscura ж considerada como uma espжcie \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20obscura","Mata AtlРntica"],
    [891,"BEGONIACEAE","Begonia organensis","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia organensis ж uma espжcie rara, de distribuiусo restrita (EOO=2.597,08 km▓ e AOO =24 km▓). Encontrada de maneira disjunta em Campos de Altitude da Serra dos Мrgсos (RJ) e da Serra da Bocaina (SP), suspeita-se que seja severamente fragmentada. Alжm disso, ambas as serras sofrem ameaуas que podem levar a espжcie Я extinусo, como a queimada de origem antrзpica e oturismo descontrolado.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [892,"BEGONIACEAE","Begonia paranaensis","Brade","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. paranaensis, como o epьteto especьfico sugere, ocorre no Estado do Paranр, mas tambжm hр registros em Sсo Paulo. Tem uma distribuiусo bastante restrita (AOO=36 Km▓) e disjunta, de maneira que se suspeita que a espжcie seja severamente fragmentada. Essa  suspeita estр embasada tambжm pelo fato da regiсo sofrer intenso desmatamento, o que dificultaria o fluxo gЖnico entre subpopulaушes.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [893,"BEGONIACEAE","Begonia paulensis","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. paulensis ж uma espжcie potencialmente ornamental e rara, encontrada em Sсo Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Tem uma distribuiусo bastante restrita (AOO=16 Km▓). Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, dentre as quais o desmatamento na Serra da Mantiqueira, que pode levar a populaусo dessa espжcie a ser severamente fragmentada e Я extinусo.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20paulensis","Mata AtlРntica"],
    [894,"BEGONIACEAE","Begonia perdusenii","Brade","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A begЗnia-de-Per-Dusжn ж uma espжcie encontrada em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica, mas de maneira disjunta. Tem, portanto, uma рrea de ocupaусo restrita (AOO =20 km▓), alжm de uma populaусo severamente fragmentada. Essa fragmentaусo deve-se tambжm aos ьndices de desmatamento nos Estados em que ela ocorre, que pode ser de quase 90% no Estadodo Paranр, no que diz respeito Я Mata AtlРntica. Dessa maneira, suspeita-se que a populaусo tenha sofrido um declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos seis anos (considerando tempo de geraусo de dois anos para a espжcie).","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20perdusenii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [895,"BEGONIACEAE","Begonia piresiana","Handro","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia piresiana ж endЖmica do Estado de Sсo Paulo, tendo poucas e antigas coletas. Sua рrea deocupaусo ж bastante pequena (AOO =8 km▓). As coletas foram feitas em рreas sob intensa pressсo antrзpica. Houve apenas uma coleta em unidade de conservaусo, na cidade de Sсo Paulo, 20 anos atrрs. Por ocorrer em рreas densamente povoadas, suspeita-se que a espжcie seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gЖnico entre subpopulaушes deve ser dificultado pela presenуahumana.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20piresiana","Mata AtlРntica"],
    [896,"BEGONIACEAE","Begonia pluvialis","L.B.Sm. ex S.F.Sm. & Wassh.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia pluvialis ж uma espжcie endЖmica do Estado do Paranр, com distribuiусo restrita (EOO=160,73 Km▓ e AOO=12 Km▓). Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, dentre as quais a invasсo de espжcies na regiсo de Morretes e Paranaguр.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20pluvialis","Mata AtlРntica"],
    [897,"BEGONIACEAE","Begonia polygonifolia","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia polygonifolia ж uma liana encontrada no Estado do Espьrito Santo e sul da Bahia (AOO=28 Km▓). Ocorre em uma regiсo que sofre intenso desmatamento, resultando em uma paisagem fragmentada. Essa paisagem pode causar dificuldades no fluxo gЖnico entre indivьduos, levando a uma fragmentaусo severa da populaусo.","2012-08-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20polygonifolia","Mata AtlРntica"],
    [898,"BEGONIACEAE","Begonia radicans","Vell.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada da Bahia a Santa Catarina, ainda que de forma descontьnua. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, principalmente na Regiсo Sul, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20radicans","Mata AtlРntica"],
    [899,"BEGONIACEAE","Begonia rufa","Thunb.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuьda e considerada comum em algumas das regiшes de ocorrЖncia.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20rufa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [900,"BEGONIACEAE","Begonia ruschii","L.Kollmann","CR","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","B. ruschii ж uma begЗnia endЖmica da Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia (ES), encontrada apenas em paredшes rochosos prзximos a cachoeiras (EOO=18,24 Km▓). Apesar de ocorrer em uma unidade de conservaусo, sofre com ameaуas constantes de incЖndios provocados por moradores vizinhos. Caso os incЖndios atinjam o habitat dessa begЗnia, ela pode ser extinta em um perьodo curto de tempo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ruschii","Mata AtlРntica"],
    [901,"BEGONIACEAE","Begonia salesopolensis","S.J.Gomes da Silva & Mamede","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia salesopolensis, como o epьteto especьfico sugere, ж uma espжcie endЖmica da regiсo de Salesзpolis, Sсo Paulo (AOO=8 Km▓). Apesar de ocorrer em unidades de conservaусo (SNUC), a escassez de coletas e fato de as mesmas terem quase 20 anos levam Я suspeita que a espжcie seja rara. Alжm disso, tais unidades de conservaусo estсo sujeitas Я exploraусo ilegal de espжcimes vegetais.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20salesopolensis","Mata AtlРntica"],
    [902,"BEGONIACEAE","Begonia santoslimae","Brade","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia santoslimae ж uma espжcie encontrada principalmente no Estado do Espьrito Santo, mas com registro para o Estado do Rio de Janeiro, tendo, portanto, uma distribuiусo bastante restrita (EOO= 3.977,26 Km▓ e AOO=28 Km▓). Devido Я coleta no Estado do Rio de Janeiro ter sido feita distante das demais subpopulaушes, suspeita-se que a espжcie seja severamente fragmentada. Essa suspeita ж reforуada pelo fato de que a espжcie ocorre em uma regiсo que sofre intensa pressсo de desmatamento.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20santoslimae","Mata AtlРntica"],
    [903,"BEGONIACEAE","Begonia scharffii","Hook.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Esta ж uma begЗnia endЖmica da ilha de Florianзpolis, Santa Catarina (AOO=4 Km▓), encontrada apenas em paredшes de arenito, em locais sombreados. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, de maneira que se suspeita que o turismo descontrolado na ilha pode levar essa espжcie Я extinусo. Esse evento jр pode estar em curso, tendo em vista que a espжcie nсo ж coletada hр mais de 40 anos.","2012-08-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20scharffii","Mata AtlРntica"],
    [904,"BEGONIACEAE","Begonia smilacina","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia smilacina ж uma espжcie com distribuiусo restrita (AOO=76 Km▓) encontrada principalmente no sul da Bahia e possivelmente no Espirito Santo. A regiсo do sul da Bahia vem sofrendo com o intenso desmatamento e a fragmentaусo florestal, ameaуas que poderiam levar a espжcie Я extinусo. Alжm disso, a subpopulaусo no Espьrito Santo pode ser geneticamente isolada do restante das subpopulaушes, caso o fluxo gЖnico entre estas seja dificultado. Essa suspeita baseia-se no fato de os Estados onde a espжcie ocorre terem sofrido intenso desmatamento.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20smilacina","Mata AtlРntica"],
    [905,"BEGONIACEAE","Begonia stenolepis","L.B.Sm. & R.C.Sm.","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia stenolepis ж uma espжcie encontrada nos Estados do Paranр e Santa Catarina (AOO=56 Km▓). Tais Estados sofreram intenso desmatamento, sendo que Paranр perdeu cerca de 85% e Santa Catarina 80% de vegetaусo nativa atж 2011. Suspeita-se, portanto que B. stenolepis tenha nсo somente uma populaусo severamente fragmentada (uma vez que o fluxo gЖnico ж dificultado pela fragmentaусo florestal), mas tambжm que tenha tido uma reduусo populacional maior do 50% nos Щltimos seis anos (considerando tempo de geraусo igual a dois anos para a espжcie).","2012-08-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20stenolepis","Mata AtlРntica"],
    [906,"BEGONIACEAE","Begonia sylvatica","Meisn. ex A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia sylvatica ж uma espжcie com distribuiусo disjunta entre a Bahia e o Espьrito Santo, tendo uma рrea de ocupaусo pequena (AOO=32 Km▓). Devido a essa disjunусo, suspeita-se que a espжcie seja severamente fragmentada. Alжm disso, a espжcie ocorre em рreas que sofrem intensa perda de habitat.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20sylvatica","Mata AtlРntica"],
    [907,"BEGONIACEAE","Begonia toledoana","Handro","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia toledoana ж uma begЗnia endЖmica da regiсo sul do Estado de Sсo Paulo (EOO=1.392,11 Km▓ e AOO=36 Km▓). Essa regiсo sofreu um intenso desmatamento para o plantio de espжcies frutьferas comerciais, como a banana. Suspeita-se que o desmatamento leve a populaусo dessa  begЗnia a ser severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gЖnico entre subpopulaушes ж prejudicado.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20toledoana","Mata AtlРntica"],
    [908,"BEGONIACEAE","Begonia ulmifolia","Willd.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada do Rio de Janeiro Я Paraьba. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, suspeita-se que essa espжcie seja abundante devido ao grande nЩmero de coletas. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20ulmifolia","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [909,"BEGONIACEAE","Begonia undulata","Schott","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia undulata ж uma espжcie medicinal, encontrada principalmente nas proximidades do municьpio do Rio de Janeiro (AOO=44 Km▓). Entretanto, hр subpopulaушes disjuntas em Sсo Paulo e na regiсo de Cabo Frio (RJ), de maneira que se suspeita que a populaусo seja severamente fragmentada. Alжm disso, o municьpio do Rio de Janeiro possui uma considerрvel extensсo de floresta que vem sofrendo com a especulaусo imobiliрria.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20undulata","Mata AtlРntica"],
    [910,"BEGONIACEAE","Begonia valdensium","A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em lugares fragmentados da Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20valdensium","Mata AtlРntica"],
    [911,"BEGONIACEAE","Begonia venosa","Skan ex Hook.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia venosa, apesar de constar como sendo endЖmica da Ilha de Alcatrazes, tem um registro para Ilhabela (ambas no Estado de Sсo Paulo). Apesar disso, a espжcie possui uma distribuiусo bastante restrita (AOO=8 Km▓). Suspeita-se que seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gЖnico entre as ilhas deve ser prejudicado. Alжm disso, as ilhas, de maneira geral, sсo ambientes sensьveis, estando sujeitas Я invasсo biolзgica.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20venosa","Mata AtlРntica"],
    [912,"BEGONIACEAE","Begonia vicina","Irmsch.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Begonia vicina ж uma espжcie endЖmica do Estado de Sсo Paulo, tendo uma distribuiусo bastante restrita (AOO=12 Km▓) e disjunta. Suspeita-se que essa disjunусo possa levar a espжcie a uma severa fragmentaусo, uma vez que o fluxo gЖnico entre as subpopulaушes ж dificultado pela distРncia. O fluxo gЖnico pode ser dificultado tambжm devido ao fato da regiсo ser altamente desmatada.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Begonia%20vicina","Mata AtlРntica"],
    [913,"BERBERIDACEAE","Berberis campos-portoi","Brade","CR","B1ab(ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Berberis campos-portoi ж um arbusto endЖmico das Florestas ┌midas e dos Campos de Altitude do Parque Nacional do Caparaз. Apresenta EOO estimada inferior a 100 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). A incidЖncia de fogo ж a principal ameaуa no local, mesmo em uma unidade de conservaусo de proteусo integral, identificando uma situaусo de ameaуa que reduz a AOO e qualidade do habitat.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Berberis%20campos-portoi","Mata AtlРntica"],
    [914,"BERBERIDACEAE","Berberis kleinii","Mattos","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Berberis kleinii ж um arbusto da Regiсo Sul do Brasil e do Parque Nacional do Itatiaia (PNI). Rara, a espжcie tem tamanho populacional pequeno, ocorrendo em Florestas ┌midas e Campos de Altitude, sobre solo pedregoso. Todas as subpopulaушes conhecidas estсo ameaуadas pela incidЖncia de queimadas, porжm, a subpopulaусo do PNI estр em рrea protegida e isolada das demais subpopulaушes. Assim, ж possьvel identificar menos de cinco situaушes de ameaуa. Caso as queimadas nсo sejam controladas, poderсo elevar a espжcie para a categoria CR em futuro prзximo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Berberis%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [915,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma campicola","(Pilg.) L.G.Lohmann","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma campicolacaracteriza-se por arbustos terrьcolas, apresenta sьndrome de polinizaусomelitзfila, e dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos Estados daBahia, Goiрs, Maranhсo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauь,Tocantins e Santa Catarina. Amplamente distribuьda. Apresenta EOO de1.988.476,119 km▓. Sua distribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20campicola","Cerrado"],
    [916,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma dichilum","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma dichilum ж uma liana caracterizada por sьndrome de polinizaусo quiropterзfila e dispersсo anemocзrica. ╔ endЖmica do Brasil, onde ж restrita aos biomas Caatinga e Cerrado. Apresenta AOO de 80 km▓ e poucos registros em coleушes cientьficas. Embora protegida por unidade de conservaусo no Estado da Bahia, no Parque Estadual do Morro do Chapжu e no Parque Nacional da Chapada Diamantina, encontra-se sob constante ameaуa devido Я agricultura epecuрria, alжm do corte de madeira para a construусo civil e produусo decarvсo. Sсo necessрrios esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia desubpopulaушes, a viabilidade populacional e o grau de proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20dichilum","Caatinga"],
    [917,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma fruticosum","A.H.Gentry","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma fruticosum ж uma espжcie arbustiva, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Estado da Bahia, ocorre nos municьpios de Abaьra, Caetitж, Ibicoara e MucugЖ. ╔ restrita ao bioma Caatinga. Apresenta AOO de 28 km▓ e encontra-se sob trЖs principais situaушes de ameaуa: degradaусo do solo devido Я monocultura da soja, queimadas para a formaусo de pastagens e dispersсo de espжcies exзticas. Protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, apresenta poucos registros de coleta em coleушes cientьficas. A Щltima coleta foi realizada em 2005, no municьpio de MucugЖ. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20fruticosum","Cerrado"],
    [918,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma magnoalatum","Scud.","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma magnoalatum ж uma liana com sьndrome de polinizaусo melitзfila e dispersсo anemocзrica. ╔ endЖmica do Estado de Minas Gerais e restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde se desenvolve em Floresta Tropical ┌mida, Campos Rupestres e Floresta Estacional. Apresenta AOO de 12 km▓. ╔ protegida por unidades de conservaусo (SNUC) nos Parques Estaduais do Rio Doce e do Itacolomi. Apresenta apenas quatro registros de coleta em coleушes cientьficas, sendo a Щltima do ano de 2006, no Parque Estadual do Itacolomi. Encontra-se sob a ameaуa de queimadas em sua рrea de ocorrЖncia. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificara existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20magnoalatum","Mata AtlРntica"],
    [919,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma nervosum","Bureau & K.Schum.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma nervosumcaracteriza-se por arbustos, apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica.EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Minas Gerais e SсoPaulo. Restrita do bioma Mata AtlРntica. Apresenta EOO de 111.813,202 km▓.Representada por apenas quatro registros de coleta em coleушes cientьficas,sendo a Щltima coleta datada de 2006, no municьpio de ┴guia Branca, Estado doEspьrito Santo. Apesar de estar sob constante ameaуa devido ao deflorestamentoem sua рrea de ocorrЖncia, o municьpio de ┴guia Branca (ES) e Catuji (MG)perderam entre 80-90% de sua vegetaусo nativa atж o ano de 2011, ocorre emрreas antropizadas ou de regeneraусo florestal. ╔ necessрrio o investimento empesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo, a fim deevitar sua inclusсo, futuramente, em alguma categoria de ameaуa.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20nervosum","Mata AtlРntica"],
    [920,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma paulistarum","Bureau & K.Schum.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma paulistarumcaracteriza-se por lianas, apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Nсo жendЖmica do Brasil. Ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Minas Gerais, Rio deJaneiro, Sсo Paulo e Paranр. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ondedesenvolve-se em floresta estacional semidecьdua e floresta ombrзfila densa, emtrilhas ou borda de mata. Apresenta EOO de 623.115,622 km▓. Protegida por diversasUnidades de Conservaусo (SNUC). Bem representada em coleушes cientьficas, inclusivepor coletas recentes. Devido a sua distribuiусo disjuntae pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуaem avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20paulistarum","Mata AtlРntica"],
    [921,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma reticulatum","Bureau ex K.Schum.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma reticulatum caracteriza-se por lianas, e apresenta sьndrome dedispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica,Caatinga e Cerrado. Apresenta EOO de 400.407,922 km▓. Representada por poucosregistros de coleta, sendo a Щltima realizada no ano de 2004, no municьpio deRemanso no Estado da Bahia. Apesar de protegida pelo Parque Nacional de SeteCidades, ocorre em рreas extremamente antropizadas. O bioma Cerrado perdeu 48%de vegetaусo nativa atж 2009, enquanto que a Mata AtlРntica perdeu 80% de suavegetaусo nativa atж a mesma data, jр a Caatinga vЖm sofrendo perda de habitatsprincipalmente devido Я agricultura e pecuрria, seguida pelo corte de madeira eproduусo de carvсo, acredita-se que 80% da vegetaусo esteja alterada. ╔ necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20reticulatum","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [922,"BIGNONIACEAE","Adenocalymma ubatubense","Assis & Semir","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Adenocalymma ubatubense ж uma liana com sьndrome de dispersсo anemocзrica. ╔ endЖmica da regiсode Ubatuba, no Estado de Sсo Paulo e restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde se desenvolve em Restinga. ╔ conhecida apenas pelo material tipo. Apresenta AOO de 4 km▓. Encontra-se em constante ameaуa, devido principalmente Я expansсo imobiliрria e Яs atividades de turismo. A regiсo de Ubatuba perdeu cerca de 75% da vegetaусo nativa atж o ano de 2011. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenocalymma%20ubatubense","Mata AtlРntica"],
    [923,"BIGNONIACEAE","Anemopaegma arvense","(Vell.) Stellfeld ex de Souza","EN","A2cd","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anemopaegmaarvense ж conhecida popularmente por catuaba, alecrim-do-campo e catuabinha. Sсo subarbustos terrьcolas, deciduifзlias,hermafroditas, apresentando sьndrome de polinizaусo melitзfila e dispersсoanemocзrica. Sсo plantas autocompatьveis e agamospжrmicas. Nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo tambжm na Bolьvia e no Paraguai. No Brasil, alжm da distribuiусo nos Estados supracitados, tem indicaушes de ocorrЖncia tambжm na Bahia, Cearр e Maranhсo. ╔ adaptada ao fogo e ж bastante usada no comжrcio de plantas medicinais. Extratos da espжcie foram patenteados por grupos de pesquisas japoneses para fins cosmжticos. A grande exploraусo da espжcie e ausЖncia de cultivo no paьs para fins comerciais causaram um declьnio populacional de 50% nos Щltimos 10 anos. Mesmo ocorrendo em diversas unidades de conservaусo (SNUC), encontra-se ameaуada devido ao intenso desmatamento do bioma Cerrado e a sua exploraусo in situ. Sсo necessрrios esforуos de coleta a fim de verificar a diversidade genжtica das subpopulaушes, a viabilidade populacional e sua proteусo, alжm da elaboraусo de um plano de manejo adequado, que viabilize a exploraусo da espжcie.","2012-09-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20arvense","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [924,"BIGNONIACEAE","Anemopaegma mirabile","(Sandwith) A.H.Gentry","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anemopaegma mirabile ж um arbusto endЖmico do Brasil, ocorrendo no Estado do Maranhсo e,possivelmente, no Piauь. ╔ restrita ao bioma Caatinga, onde cresce em Florestas Secas. Apresenta AOO de 4 km▓. ╔ conhecida apenas por dois registros de coleta, datados de 1964. Nсo estр protegida por unidades de conservaусo. Encontra-se constantemente ameaуada pelo intenso desmatamento de рreas no Estados do Piauь e, principalmente, do Maranhсo. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de outras subpopulaушes, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20mirabile","Cerrado"],
    [925,"BIGNONIACEAE","Anemopaegma patelliforme","A.H.Gentry","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anemopaegma patelliforme caracteriza-se por lianas. Nсo endЖmica do Brasil. Segundo Forzza, et al. (2012) ocorre nos biomas AmazЗniae Pantanal, endЖmica do Estado de Mato Grosso, porжm ж conhecida apenas para omunicьpio de Nova Xavantina, onde desenvolve-se em vegetaусo secundрria efloresta de galeria, havendo assim incongruЖncia em relaусo ao domьniofitogeogrрfico de ocorrЖncia da espжcie, jр que este municьpio estр contido nobioma Cerrado. Apresenta apenas dois registros de coleta, sendo o Щltimo datadode 1966. Apesar de pouco representada em coleушes cientьficas, e nсo coletadahр 46 anos, trata-se de lianas provavelmente pouco coletadas, e ocorrem emрreas de vegetaусo perturbada. ╔necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim decertificar da existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacionale seu real estado de conservaусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemopaegma%20patelliforme","AmazЗnia, Pantanal"],
    [926,"BIGNONIACEAE","Digomphia densicoma","(Mart. ex DC.) Pilg.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Digomphia densicoma caracteriza-se por arbustos ou рrvores terrьcolas. Nсo ж endЖmica do Brasil,ocorre tambжm na ColЗmbia, Venezuela e Guiana. ╔ restrita ao bioma AmazЗnia, crescendo em рreas abertas e Campos de Altitude, entre 400 e 1.200 m de altitude. Tem distribuiусo restrita com grande parte dos registros de coleta da regiсo da Serra do Aracр, no Estado do Amazonas. Estр sujeita a menos de 5 situaушes de ameaуa, considerando o elevado crescimento urbano da regiсo de ocorrЖncia, a implementaусo de estradas e a consequente urbanizaусo de рreas atж entсo inacessьveis. Sсo necessрriosinvestimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digomphia%20densicoma","AmazЗnia"],
    [927,"BIGNONIACEAE","Fridericia caudigera","(S.Moore) L.G.Lohmann","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia caudigeracaracteriza-se por lianas, e apresenta sьndrome de polinizaусo melitзfila. Nсoж endЖmica do Brasil. Distribui-se pelos biomas Caatinga, Cerrado e MataAtlРntica. Apresenta EOO de 4.656.354,008 km▓. Amplamente distribuьda. Protegidapor unidades de conservaусo (SNUC). Sua distribuiусo disjunta e pontual entre Estadosbrasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушesregionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20caudigera","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [928,"BIGNONIACEAE","Fridericia crassa","(Bureau & K.Schum.) L.G.Lohmann","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia crassa ж uma liana endЖmica do Brasil e restrita aos biomas Cerrado e Caatinga. Ocorre emmenos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a perda de habitat como principal ameaуa. Estр protegida pela unidade de conservaусo, Parque Nacional da Serra da Capivara. Encontra-se ameaуada pelo intenso desmatamento, jр que os Estados do Maranhсo e Piauь sсo o primeiro e o quinto, respectivamente, em desflorestamento da vegetaусo de Cerrado. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional  e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20crassa","Cerrado"],
    [929,"BIGNONIACEAE","Fridericia elegans","(Vell.) L.G.Lohmann","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia elegans caracteriza-sepor lianas, terrьcolas ou rupьcolas, heliзfitas. Restrita do bioma MataAtlРntica. EndЖmica do estado do Rio de Janeiro, ocorrendo em encostas demorros, sobre rochedos e em formaушes secundрrias. Apresenta EOO de8.667,689 km▓. Apesar de abundante em algumas pastagens do Rio de Janeiro, o Estado jр perdeu atж o ano de 2011 mais de 80% de sua cobertura vegetaloriginal. ╔necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim decertificar da existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteусo, a fim de evitar sua inclusсo, futuramente, emalguma categoria de ameaуa.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20elegans","Mata AtlРntica"],
    [930,"BIGNONIACEAE","Fridericia pubescens","(L.) L.G.Lohmann","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Fridericia pubescens caracteriza-sepor lianas terrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome depolinizaусo melitзfila. Nсo ж endЖmica do Brasil. Distribui-se nos biomasAmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica e Pantanal, desenvolve-se em camposrupestres, floresta estacional e em ambientes antropizados. Apresenta EOO de5.752.425,220 km▓.  Amplamentedistribuьda. Protegida por diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nсo ameaуada noРmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fridericia%20pubescens","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [931,"BIGNONIACEAE","Godmania dardanoi","(J.C.Gomes) A.H.Gentry","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Godmania dardanoi caracteriza-se porarbustos ou рrvores, apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Nсo endЖmicado Brasil. Ocorre nos biomas do Cerrado e Caatinga, em florestas decьduas.Encontrada nos estados do Piauь, Cearр, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Paraьba,entre 550-700 m de altitude. Apresenta EOO de 517.404,284 km▓. Protegida pela unidade de conservaусo (SNUC) Parque Nacional da Serra das Confusшes. Amplamentecoletada no estados do Piauь, Bahia e Cearр. Apesar de restarem apenas 53% devegetaусo nativa de Caatinga, nсo hр ameaуa direta que coloque a espжcie em riscode extinусo. Sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Godmania%20dardanoi","Cerrado, Caatinga"],
    [932,"BIGNONIACEAE","Handroanthus albus","(Cham.) Mattos","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus albuscaracteriza-se por рrvores terrьcolas, perenes, deciduifзlias, hermafroditas, eapresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica eCerrado, desenvolve-se em floresta estacional decьdua, floresta estacionalsemidecьdua, floresta ombrзfila e floresta ombrзfila mista, em solosencharcados, Я beira de mata de encosta. Espжcie de crescimento lento, sendo utilizadaem projetos de restauraусo florestal. Apresenta EOO de 2.566.899,318 km▓. Protegidapor unidades de conservaусo (SNUC). Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20albus","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [933,"BIGNONIACEAE","Handroanthus arianeae","(A.H.Gentry) S.Grose","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus arianeae ж uma рrvore perene com sьndrome de dispersсo anemocзrica. ╔ endЖmica do Brasil e restrita ao bioma Mata AtlРntica. Tem registros de coleta nos Estados do Espьrito Santo, Bahia e Minas Gerais, entretanto, especialistas apontam sua ocorrЖncia somente no Espьrito Santo. Tem AOO de 20 km▓. Apesar de protegida pela unidade de conservaусo (SNUC) Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce, onde o material-tipo foi coletado, os municьpios nos quais a espжcie ocorre sofreram intensa perda de seus hрbitats. No Estado do Espьrito Santo, os municьpios de Linhares e Sooretama perderam cerca de 79% e 60%, respectivamente, da cobertura vegetal original, na Bahia, o municьpio de Mata de Sсo Joсo perdeu 81% e, em Minas Gerais, o municьpio de Carangola, 92%. Apresenta poucos registros de coleta tendo sido a a Щltima em Sooretama, em 2007. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20arianeae","Mata AtlРntica"],
    [934,"BIGNONIACEAE","Handroanthus botelhensis","(A.H.Gentry) S.Grose","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus botelhensis caracteriza-se por рrvores de atж 20 m de altura.EndЖmica do Brasil. Restrita do bioma Mata AtlРntica, onde desenvolve-se emflorestas de solo encharcado e em рreas abertas. Ocorre nas montanhas litorРneasdos estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro, entre 400-760 m de altura. SegundoGentry (1992) a coleta para o Rio de Janeiro ж duvidosa. Apresenta EOO de36.958,048 km▓. Apesar dos poucos registros de coleta tombados em coleушescientьficas, e sua Щltima coleta ter sido realizada hр 22 anos, na restinga doPereirinha em Sсo Paulo, ж uma espжcie muito comum nas regiшes onde sсoencontradas. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC), Parque Estadual CarlosBotelho, Parque Estadual do Jaraguр e Parque Estadual da Ilha do Cardoso.Encontra-se sob ameaуa do turismo, queimadas, invasсo de espжcies exзticas eparticularmente na Ilha do Cardoso ж utilizada pela populaусo caiуara local. ╔ necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo, a fim deevitar sua inclusсo, futuramente, em alguma categoria de ameaуa.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20botelhensis","Mata AtlРntica"],
    [935,"BIGNONIACEAE","Handroanthus catarinensis","(A.H.Gentry) S.Grose","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus catarinensis, conhecida popularmente por: \"Pau Santo\" e \"IpЖ-amarelo\", caracteriza-se por arbustos ou рrvores,terrьcolas, apresenta capacidade de rebroto e sьndrome de polinizaусoanemocзrica. EndЖmica do Brasil. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ondedesenvolve-se em campos de altitude e floresta altomontana, formando moitasabundantes. Ocorre nos Estados de Santa Catarina, Paranр, Minas Gerais e SсoPaulo. Apresenta EOO de 51.841,303 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC),Parque Estadual do Pico do Marumbi e Parque Estadual do Pico do Paranр. Bemrepresentada em coleушes cientьficas, inclusive por coletas recentes. Apesar deestar sob ameaуa da invasсo de espжcies exзticas (Pinus taeda), nos campo de altitude Paranaenses e os municьpios dePoуos de Caldas (MG) e Campos do Jordсo (SP), terem perdido atж o ano de 2010,93% e 85%, respectivamente, da sua cobertura vegetal original, nсo hр nenhumaameaуa direta que a inclua em alguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada noРmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20catarinensis","Mata AtlРntica"],
    [936,"BIGNONIACEAE","Handroanthus cristatus","(A.H.Gentry) S.Grose","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina"," Handroanthus cristatus,conhecida popularmente como \"IpЖ amarelo\" e \"Pau d?arco amarelo\",caracteriza-se por рrvores de atж 40 m de altura, e apresenta dispersсoanemocзrica. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica e Caatinga, acimade 100 m de altitude, nos Estados do Espьrito Santo, municьpios de Linhares,Cachoeiro do Itapemirim, Sooretama e Serra, e Pernambuco, onde ocorre de maneiradisjunta. Desenvolve-se em florestas secas. Apresenta EOO de 42.724,642 km▓.Protegida pela Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Pouco coletada, provavelmentepor ser uma espжcie emergente. Apesar de protegida por unidade de conservaусo (SNUC),encontra-se sob ameaуa devido ao deflorestamento no Estado do Espьrito Santo,que atж o ano de 2010 possui apenas 10,36% de vegetaусo nativa. ╔ necessрrio oinvestimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar daexistЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e suaproteусo, a fim de evitar sua inclusсo, futuramente, em alguma categoria deameaуa.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20cristatus","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [937,"BIGNONIACEAE","Handroanthus heptaphyllus","Mattos","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus heptaphylluscaracteriza-se por рrvores terrьcolas, perenes, deciduifзlias, hermafroditas, eapresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica eCerrado, em florestas Щmidas, floresta estacional decьdua, floresta ombrзfiladensa, matas ribeirinhas, encostas e рreas degradadas, atж 1.000 m de altitude. ApresentaEOO de 8.038.247 km▓. Amplamente distribuьda. Protegida por diversas unidades de conservaусo (SNUC). ╔ utilizada para fim ornamental, medicinal e suamadeira ж utilizada na construусo civil, transporte e construусo naval. Comoapresenta crescimento relativamente rрpido, pode ser usada na silviculturaindustrial e sistemas agroflorestais. Apesar de suas diversas utilidades, podendohaver um declьnio populacional da espжcie em locais pontuais, nсo hр nenhumaameaуa direta que a coloque em risco de extinусo. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20heptaphyllus","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [938,"BIGNONIACEAE","Handroanthus impetiginosus","Mattos","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus impetiginosus, conhecida popularmente como \"ipЖ-roxo\", \"ipЖ-rosa\", \"ipЖ-preto\" e \"pсo-d?arco\",caracteriza-se por рrvores terrьcolas, perenes, hermafroditas, deciduifзlias,heliзfitas, e apresentam dispersсo anemocзrica. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorremnos biomas AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado e Pantanal, ondedesenvolve-se preferencialmente em floresta estacional semidecьdua ou decьdua.Apresenta EOO de 6.798.333 km▓. Amplamente distribuьda. Protegida pordiversas unidades de conservaусo (SNUC). Sua madeira apresenta uma excelente qualidadepara produусo de mзveis, e devido a este potencial madeireiro a espжcie pode sofrerdeclьnio populacional devido Я sobre-exploraусo.  Apesar de utilizada em regeneraусo florestal eem plantios comerciais, existe a necessidade de investimentos em um plano demanejo adequado, para que em um futuro prзximo a espжcie nсo seja incluьda emalguma categoria de ameaуa.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20impetiginosus","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [939,"BIGNONIACEAE","Handroanthus riodocensis","(A.H.Gentry) S.Grose","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus riodocensis conhecida popularmente como ipЖ-amarelo e pau-d?arco-flor-de-algodсo,ж uma espжcie secundрria que ocupa o estrato mжdio-superior da floresta e caracteriza-se por рrvores de atж 35 m de altura, terrьcolas, perenes, deciduifзlias, hermafroditas, apresentando sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Minas Gerais, atж 200 m de altitude. ╔ restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde ж encontrada em Floresta Ombrзfila. Apresenta AOO de 20 km▓. Estр protegida pelo Parque Estadual do Rio Doce e pelas Reservas Biolзgica de Sooretama e Natural da Companhia Vale do Rio Doce. Estima-se que existam 2.000 indivьduos maduros na natureza. Encontra-se sob constante ameaуa devido ao deflorestamento nos municьpios onde ocorre. Em Jussari (BA), por exemplo, a perda da vegetaусo nativa foi de 95%, em Alegre (ES), de 90%, em Linhares (ES), de 85% e, em Sooretama (ES), de 60%. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando  a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20riodocensis","Mata AtlРntica"],
    [940,"BIGNONIACEAE","Handroanthus selachidentatus","(A.H.Gentry) S.Grose","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Handroanthus selachidentatus conhecida popularmente por \"pau-d'arco\",caracteriza-se por рrvores de atж 4 m de altura, saxьcolas ou terrьcolas,perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Ocorrenos biomas caatinga e mata atlРntica, entre pedras em vegetaусo do tipocarrasco e em dunas do Rio Sсo Francisco. Apresenta EOO de 282.108,022 km▓.Protegida por unidades de conservaусo (SNUC), Estaусo Biolзgica de Canudos e ParqueEstadual do Morro do Chapжu. Bem representada em coleушes cientьficas,principalmente para o Estado da Bahia. Encontra-se sob ameaуa devido Я perda dehabitats que acomete a regiсo onde distribui-se, por exemplo, a Bahia perdeuaproximadamente 21% de sua cobertura vegetal de caatinga entre os anos de2008-2009.  ╔ necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coletaa fim de certificar da existЖncia de novas subpopulaушes, considerando suaviabilidade populacional, sua proteусo, e sua manutenусo na natureza, sendonecessрrio um plano de manejo adequado, para que em um futuro prзximo a espжcienсo seja incluьda em alguma categoria de ameaуa.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20selachidentatus","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [941,"BIGNONIACEAE","Handroanthus spongiosus","(Rizzini) S.Grose","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hadroanthusspongiosus, conhecida popularmente como cascudo, ipЖ-cascudo, sete-cascas ou ipЖ amarelo, ж uma рrvore de atж 8 m de altura, terrьcola, perene, deciduifзlia e hermafrodita, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, onde se desenvolve preferencialmente em solos arenosos, savana estжpica florestada, florestas sazonalmente secas e em estрgios intermediрrios de sucessсo, atж aproximadamente 450 m de altitude. Apresenta AOO de 164 km▓, e encontra-se sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: agricultura, pecuрria e exploraусo madeireira. Estima-se um total aproximado de 1.050 indivьduos maduros na natureza. Estр protegida pelo Parque Estadual da Mata Seca. Sua semente tem valor comercial. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus%20spongiosus","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [942,"BIGNONIACEAE","Jacaranda bullata","A.H.Gentry","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda bullata ж uma espжcie endЖmica da AmazЗnia, conhecida apenas pelo material tipo,coletado em 1952, nas margens do Rio Aracр, no Estado do Amazonas.Caracteriza-se por рrvores, perenes, hermafroditas e apresenta sьndrome dedispersсo anemocзrica. Por ocorrer em uma regiсo com relevantes esforуos decoleta, podemos inferir que esta ж uma espжcie rara ou de fato ameaуada, jр quenсo hр registros desde a coleta de seu material-tipo, porжm devido a ausЖnciade informaушes torna-se inviрvel a sua avaliaусo de risco, nсo sendo possьveluma avaliaусo robusta e confiрvel com os dados disponьveis para a espжcie. ╔ necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e seu real estado deconservaусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20bullata","AmazЗnia"],
    [943,"BIGNONIACEAE","Jacaranda carajasensis","A.H.Gentry","CR","B2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda carajasensis ж uma espжcie arbзrea de atж 15 m de altura, hermafrodita e iterзpara, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. Restrita ao bioma AmazЗnia, ж endЖmica do Estado do Parр, desenvolvendo-se apenas nos campos ferruginosos da Serra dos Carajрs. Apresenta AOO de 4 km▓. ╔ conhecida somente pelo material tipo, coletado no municьpio de Marabр em 1977. A espжcie encontra-se sob constante ameaуa devido Я exploraусo de minжrio de ferro presente no habitat da espжcie. Apesar de existir uma unidade de conservaусo (SNUC) na sua regiсo de ocorrЖncia, a Floresta Nacional de Carajрs, nсo hр registros recentes da espжcie para o local. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20carajasensis","AmazЗnia"],
    [944,"BIGNONIACEAE","Jacaranda crassifolia","Morawetz","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda crassifolia ж uma рrvore de atж 12 m de altura, perene, hermafrodita e iterзpara, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Estado do Rio de Janeiro, ocorre no Parque Nacional do Itatiaia, entre 500 e 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de 1.275,95 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa: a ocupaусo humana com uso dos recursos do Parque e as atividades agropastoris. Espжcie restrita ao maciуo de Itatiaia, encontra-se muito pouco representada em coleушes cientьficas. Nсo ж coletada desde 1995, o que pode indicar uma alta raridade ou um declьnio populacional da espжcie. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20crassifolia","Mata AtlРntica"],
    [945,"BIGNONIACEAE","Jacaranda egleri","Sandwith","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda egleri ж um arbusto de atж 0,5 m de altura, perene e hermafrodita, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. ╔ endЖmica dos Estados do Parр e Amazonas, onde ocorre apenas nas margens do Rio CururЩ, a aproximadamente 200 m de altura. ╔ restrita ao bioma AmazЗnia, onde se desenvolve em planьcies alagadas. Apresenta AOO de 8 km▓, e sua regiсo de ocorrЖncia encontra-se severamente fragmentada devido ao intenso desmatamento causado pela especulaусo de terras, pecuрria e monoculturas da soja e algodсo, alжm da exploraусo madeireira. Espжcie de distribuiусo restrita, ж conhecida apenas por trЖs registros de coleta, todas feitas hр mais de 40 anos. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20egleri","AmazЗnia"],
    [946,"BIGNONIACEAE","Jacaranda grandifoliolata","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda grandifoliata, conhecida popularmente como caroba e carobinha, ж uma espжcie arbustivo-arbзrea, que pode atingir atж 3 m de altura, sendo perene, hermafrodita e iterзpara, e apresentando sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil, tem registros de coleta nos Estados da Bahia e Paraьba, entretanto, especialistas apontam sua ocorrЖncia somente na Bahia. Encontrada nos biomas Mata AtlРntica e Caatinga, desenvolve-se em Restinga, Campos Rupestres e caatinga arbustiva, atж 50 m de altitude. Apresenta AOO de 44 km▓. A espжcie encontra-se sob constante ameaуa devido Я intensa supressсo de seus hрbitats, a qual, em alguns municьpios de ocorrЖncia, ultrapassa 90%, como ж o caso de Lenузis e Alcobaуa. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo. ","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20grandifoliolata","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [947,"BIGNONIACEAE","Jacaranda intricata","A.H.Gentry & Morawetz","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda intricata ж uma espжcie arbustiva de atж 1 m de altura, perene, hermafrodita e iterзpara, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Estado de Goiрs, mais especificamente da Serra dos Cristais, ocorre em Campos Rupestres, entre 1.100 e 1.200 m de altitude. Restrita ao bioma Cerrado, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Apresenta AOO de 8 km▓. Conhecida por escassos registros de coleta, nсo ж recoletada desde 1980. Encontra-se sob constante ameaуa devido Я extraусo de cristais e agricultura. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20intricata","Cerrado"],
    [948,"BIGNONIACEAE","Jacaranda macrantha","Cham.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda macrantha conhecidapopularmente por \"carabobinho\" e \"caroba\", caracteriza-se por рrvores, perenes,hermafroditas, iterзparas, e apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica.EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas cerrado e mata atlРntica, onde жgeralmente encontrada associada a bambus em borda de florestas, clareiras ouflorestas secundрrias. Apresenta EOO de 353.885,425 km▓. Protegida por diversas unidades de conservaусo (SNUC), como por exemplo, Reserva Florestal Companhia Vale doRio Doce, Estaусo Biolзgica de Caratinga e Parque Estadual da Serra do Mar. Apesarde apresentar potencial madeireiro, sendo utilizada como cabo de foice e demachado, nсo hр nenhuma ameaуa direta que a coloque em alguma categoria de risco.Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20macrantha","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [949,"BIGNONIACEAE","Jacaranda microcalyx","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda microcalyx ж uma espжcie arbзrea perene e hermafrodita, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil, hр registros de coleta nos Estados da Bahia, Pernambuco, Espьrito Santo e Minas Gerais, entretanto, especialistas apontam sua ocorrЖncia somente na Bahia e em Pernambuco. ╔ encontrada em terras baixas litorРneas, abaixo dos 50 m de altitude, e em sistemas agroflorestais. Apresenta AOO de 24 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Pouco representada em coleушes cientьficas, foi coletada pela Щltima vez em 1993, na Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia. Encontra-se sob constante ameaуa devido Я supressсo de seus hрbitats? alguns municьpios onde a espжcie ocorre perderam mais de 90% de vegetaусo original, como os municьpios de GandЩ, Ubaitaba e Ipojuca, por exemplo. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de novas subpopulaушes, considerando aviabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20microcalyx","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [950,"BIGNONIACEAE","Jacaranda puberula","Cham.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda puberula conhecidapopularmente por \"caroba\", \"carobinha\", \"caroba-da-mata\", \"carobeira\",\"caroba-roxa\" e \"jacarandр-branco\", caracterizada por рrvores de atж 20 m dealtura, terrьcolas, perenes, heliзfitas, higrзfilas, hermafroditas, iteroparas,e apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Ocorre tambжm na Argentina.Encontrada em diferentes fitofisionomias de Mata AtlРntica, em matas dearaucрria, floresta ombrзfila costeira, floresta estacional semidecьdua,florestas montanas e em cerradсo, capoeiras e vegetaусo secundрria, a atж 1300 mde altitude. Apresenta EOO de 2.832.614342 km▓. Protegida por diversas Unidadesde Conservaусo (SNUC). Apesar de utilizada na construусo civil, caixotaria, celulose,cepas de calуados, para fins ornamentais e em restauraусo florestal, suassubpopualaушes encontram-se aparentemente estрveis, nсo sofrendo ainda algumdeclьnio populacional significativo. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20puberula","Mata AtlРntica"],
    [951,"BIGNONIACEAE","Jacaranda rugosa","A.H.Gentry","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda rugosa ж uma arvoreta de atж 4 m de altura, terrьcola ou saxьcola, perene, heliзfita, auto-incompatьvel, hermafrodita e iterзpara, com sьndrome de polinizaусo melitзfila e dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Pernambuco e Bahia. ╔ restrita ao bioma Caatinga, onde se desenvolve em solos arenosos e pedregosos. Tem dois picos de floraусo, porжm, com baixa produусo de flores em cada pico. Apresenta AOO de 32 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: agricultura com a consequente degradaусo do solo, pecuрria bovina e exploraусo madeireira. Cerca de 92% dos gineceus de suas flores sсo danificados por Trigona spinipes (abelha), o que explica sua baixa produtividade de frutos (cerca de 1,5%). Encontra-se pouco representada em coleушes cientьficas, porжm hр coletas recentes. Estр protegida pelo Parque Nacional Serra do Catibau. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20rugosa","Caatinga"],
    [952,"BIGNONIACEAE","Jacaranda subalpina","Morawetz","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda subalpina conhecidapopularmente por \"caroba-do-campo\", caracteriza-se por рrvores de atж 12 m dealtura, terrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome de dispersсoanemocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre, nos Estados de Sсo Paulo e Rio deJaneiro, na Serra da Mantiqueira, e em Minas Gerais, entre 1600-1800 m dealtitude. Restrita do bioma Mata AtlРntica, onde desenvolve-se em campos dealtitude e floresta semidecьdua altomontana. Estima-se que haja 33.000indivьduos maduros na natureza. Protegida por Unidades de Conservaусo (SNUC), ParqueNacional do Itatiaia, Parque Nacional da Serra da Bocaina, Parque NacionalQuedas do Rio Bonito e Parque Estadual de Campos do Jordсo. Nсo ameaуada noРmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20subalpina","Mata AtlРntica"],
    [953,"BIGNONIACEAE","Jacaranda ulei","Bureau & K.Schum.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaranda ulei caracteriza-sepor subarbustos a arvoretas de atж 1,5 m de altura, perenes, hermafroditas,iteroparas, e apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil.Restrita do bioma Cerrado, onde desenvolve-se entre 700-1500 m de altitude.Apresenta EOO de 1.222.979,248 km▓. Protegida por diversas unidades de conservaусo (SNUC). Amplamente distribuьda. Bem representada em coleушes cientьficas.Devido sua distribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaranda%20ulei","Cerrado"],
    [954,"BIGNONIACEAE","Paratecoma peroba","(Record) Kuhlm.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Paratecoma peroba, conhecida popularmente por ipЖ-peroba, peroba e peroba-do-campo, ж uma espжcie secundрria inicial ou tardia, de рrvores emergentes. Alcanуa mais de 40 m de altura, sendo terrьcola, anual, deciduifзlia e hermafrodita, e apresenta sьndrome de dispersсo anemocзrica. Tem tempo de geraусo de aproximadamente 15 anos. Desenvolve-se em Florestas Estacionais Semideciduais e Florestas ┌midas de terras baixas. Ocorre nos Estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, em atж 50 m de altitude. Apresenta AOO de 96 km▓ e seus hрbitats de ocorrЖncia encontram-se severamente fragmentados. Apesar de protegida por algumas unidades de conservaусo (SNUC) e utilizada em plantios de restauraусo florestal, ж uma espжcie com histзrico de intensa exploraусo devido ao seu alto potencial madeireiro, principalmente para a confecусo de mзveis finos. Hoje ж considerada possivelmente extinta no Estado do Rio de Janeiro. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paratecoma%20peroba","Mata AtlРntica"],
    [955,"BIGNONIACEAE","Pleonotoma bracteata","A.H.Gentry","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Pleonotoma bracteata, conhecida popularmente como cipз-quira, ж uma liana terrьcola, perene e hermafrodita, com sьndrome de polinizaусo melitзfila e dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre entre 50 e 150 m de altitude. ╔ restrita ao bioma AmazЗnia, onde se desenvolve em Florestas ┌midas e Capoeiras, seguindo o curso dos Rios Amazonas, Tocantins e seus afluentes. Estр sujeita a menos de 5 situaушes de ameaуa, considerando o intenso desmatamento das regiшes de ocorrЖncia, como principal ameaуa. O Estado do Amazonas perdeu entre os anos de 2006 e 2011, cerca de 3.504 km▓, e o Parр, 27.851 km▓, de suas vegetaушes nativas. ╔ possьvel que por se tratar de uma liana esteja pouco representada em coleушes cientьficas, tendo sido coletada pela Щltima vez em 1992, no municьpio de Santarжm (PA). Estр protegida pelo Parque Nacional de Tapajзs. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleonotoma%20bracteata","AmazЗnia"],
    [956,"BIGNONIACEAE","Sparattosperma catingae","A.H.Gentry","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Sparattosperma catingae ж uma рrvore perene e hermafrodita, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. EndЖmica do Estado da Bahia, pode ser encontrada nos municьpios de Maracрs e Jequiж. Conhecida apenas pela coleta-tipo, realizada em Maracр, foi recoletada em 2007, em Jequiж. Apresenta EOO de 522,19 km▓, e seus hрbitats de ocorrЖncia estсo severamente fragmentados. Estр representada em coleушes cientьficas por apenas trЖs registros de coleta. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sparattosperma%20catingae","Caatinga"],
    [957,"BIGNONIACEAE","Tabebuia cassinoides","(Lam.) DC.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tabebuia cassinoides , conhecida popularmente como caixeta e pau-de-tamanco, ж uma рrvore de atж 18 m de altura, aquрtica ou terrьcola, perene e hermafrodita, com capacidade de rebroto, sьndrome de polinizaусo melitзfila e dispersсo anemocзrica e/ou hidrocзrica. ╔ endЖmica do Brasil. Apresenta AOO de 456 km▓, e seus  hрbitats de ocorrЖncia encontram-se severamente fragmentados. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), ж uma espжcie bastante explorada devido ao seuuso madeireiro. Tem madeira leve, sendo considerada a segunda melhor madeira do mundo para produусo de lрpis, utilizada tambжm na confecусo de tamancos, instrumentos musicais e brinquedos e no artesanato. Atualmente, restam poucas subpopulaушes viрveis para a exploraусocomercial. Apenas o Estado de Sсo Paulo dispшe de legislaусo regulamentando sua exploraусo. A Resoluусo SMA n░ 11, de 13 de abril de 1992, estabelece que apenas indivьduos com DAP maior que 15 cm podem ser cortados, e exige a manutenусo de pelo menos 20 indivьduos por hectare. Entretanto, ж necessрria a permanЖncia de pelo menos 75 indivьduos reprodutivos por hectare, distribuьdos de forma homogЖnea pela рrea. Ademais, seria preciso garantir um ciclo de corte de 16anos. Recomendam-se investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de verificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo, alжm da elaboraусo de um plano de manejo adequado que viabilize a exploraусo da espжcie.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabebuia%20cassinoides","Mata AtlРntica"],
    [958,"BIGNONIACEAE","Tabebuia obtusifolia","(Cham.) Bureau","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tabebuiaobtusifolia  conhecida popularmente com \"cove de onуa\" e \"tabebuia\",caracteriza-se por рrvores, perenes, hermafroditas, iteroparas, e apresenta sьndromede polinizaусo quiropterзfila e dispersсo anemocзrica. Ocorre nos biomas MataAtlРntica e Cerrado, em floresta ombrзfila densa submontana e restingas.Apresenta EOO de 1.192.327,790 km▓. Amplamente distribuьda. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC), Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce,Parque Nacional da Tijuca e Estaусo Ecolзgica Jurжia-Itatins. Nсo apresenta nenhumaameaуa direta que a coloque em alguma categoria de risco. Nсo ameaуada noРmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tabebuia%20obtusifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [959,"BIGNONIACEAE","Zeyheria montana","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zeyheria montanaconhecida popularmente como \"mandioquinha do campo\" e \"bolsa de pastor\",caracteriza-se por arbustos terrьcolas, perenes, heliзfitas, hermafroditas,auto-incompatьvel, hermafroditas, iteroparas, e apresenta sьndrome depolinizaусo ornitзfila (beija-flores) e dispersсo anemocзrica. EndЖmica doBrasil. Ocorre no Cerrado e Mata AtlРntica, entre 350-1000 m de altitude.Apresenta EOO de 2.801.187,650 km▓. Amplamente distribuьda. Protegida pordiversas Unidades de Conservaусo (SNUC). Apesar de utilizada para fins medicinais,contra enfermidades na pele, nсo apresenta nenhuma ameaуa direta que a coloqueem alguma categoria de risco. Sua distribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zeyheria%20montana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [960,"BIGNONIACEAE","Zeyheria tuberculosa","(Vell.) Bureau ex Verl.","VU","A2cd","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zeyheria tuberculosa, conhecida popularmente como buxo-de-boi, culhшes-de-bode e ipЖ-branco, ж uma рrvore terrьcola, perene, heliзfita e hermafrodita, com sьndrome de dispersсo anemocзrica. Nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo tambжm na Bolьvia. Estр protegida por diversas unidades de conservaусo (SNUC). Trata-se de uma espжcie pioneira bastante rЩstica, que se desenvolve em pastagens e coloniza рreas degradadas. Tem madeira de зtima qualidade, utilizada na construусo civil, na fabricaусo de cercas e ferramentas. Suas sementes tЖm valor comercial, e a espжcie tambжm ж utilizada na recuperaусo de рreas degradadas. Nos Щltimos 30 anos, a espжcie sofreu um declьnio populacional superior a 30%, devido Я sobreexplotaусo, considerada a principal ameaуa Я espжcie. ╔ necessрria a elaboraусo de um plano de manejo adequado.","2012-09-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zeyheria%20tuberculosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [961,"BIXACEAE","Bixa arborea","Huber","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Bixa arborea ж uma arbзrea de ampla distribuiусo, sendo encontrada nos biomas Mata AtlРntica e AmazЗnia. Estudos fitossociolзgicos indicam que a espжcie ж bastante freqЧente nas рreas de ocorrЖncia, sendo encontrada em atж 266 indivьduos por hectare. Possui EOO superior a 20.000 km▓, por tanto a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bixa%20arborea","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [962,"BIXACEAE","Cochlospermum regium","(Mart. ex Schrank) Pilg.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cochlospermum regium ж um arbusto de ampla distribuiусo no Brasil, ocorrendo nos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica. Embora algumas subpopulaушes estejam protegidas em Unidades de Conservaусo (SNUC), a espжcie merece atenусo devido ao potencial medicinal que suas raьzes possuem, um fator que estimula o extrativismo e causa morte ao indivьduo, assim, futuramente a espжcie pode ser categorizada como ameaуada de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cochlospermum%20regium","AmazЗnia, Cerrado"],
    [963,"BLECHNACEAE","Blechnum andinum","(Baker) C.Chr.","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum andinum ж uma planta com distribuiусo pontual na Serra da Mantiqueira, ocorrendo apenas no Pico das Agulhas Negras. Essa montanha apresenta caracterьsticas peculiares em meio Я regiсo onde se localiza, devido a sua formaусo geolзgica diferenciada e Я altitude relativamente elevada que atinge. Dessa forma, constitui uma ilha  bastante isolada de vegetaусo campestre de altitude, marcadamente diferenciada da vegetaусo florestal do entorno. Os campos do Planalto do ItatiaiavЖm sofrendo com a incidЖncia frequente de incЖndios, alguns atingindo grandes extensшes. Dessa forma, ж possьvel supor que, ademais de um marcado declьnio da EOO e qualidade de seu hрbitat, B. andinum venha sofrendo uma reduусo no nЩmero de indivьduos maduros. A EOO ж de 73,25 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж um.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20andinum","Mata AtlРntica"],
    [964,"BLECHNACEAE","Blechnum heringeri","Brade","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum heringeri ж uma espжcie rara e conhecida por um baixo nЩmero de coletas botРnicas. Pesquisas recжm-publicadas sobre espжcies do gЖnero no Brasil indicam que B. heringeri ocorre em apenas quatro localidades. Entretanto, comunicaусo pessoal com especialistas sugere que a espжcie possivelmente ocorra no Estado do Parр e no Distrito Federal. Dessa forma, ж possьvel suspeitar que a espжcie esteja sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, como a rрpida expansсo de atividades agropecuрrias e a invasсo de espжcies exзticas que vem ocorrendo no Cerrado.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20heringeri","Cerrado, AmazЗnia"],
    [965,"BLECHNACEAE","Blechnum mochaenum","G.Kunkel","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Este tрxon ж sinЗnimo de B. squamipes.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20mochaenum","Mata AtlРntica"],
    [966,"BLECHNACEAE","Blechnum mochaenum var. squamipes","(Hieron.) de la Sota","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum mochaenum var. squamipes (= B. squamipes) ж endЖmica de uma pequena porусo dos Campos de Cima da serra da regiсo sul do Brasil. A espжcie ocorre em paredes rochosas em meio aos mosaicos de campos e floresta com Araucрria, habitats que vЖm sendo continuamente desmatados devido Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais e, no caso das florestas, tambжm da extraусo madeireira. A EOO ж de 4.623,69 Km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20mochaenum%20var.%20squamipes","Mata AtlРntica"],
    [967,"BLECHNACEAE","Blechnum organense","Brade","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum organense tem uma distribuiусo ampla, embora aparentemente disjunta, no domьnio da Mata AtlРntica, e ocorre em alguns dos mais expressivos remanescentes de florestas do bioma, incluindo algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral. Entretanto, as informaушes disponьveis indicam que as subpopulaушes remanescentes da espжcie sсo pequenas. Alжm disso, algumas das localidades de ocorrЖncia encontram-se bastante desmatadas, enquanto outras sofrem com a incidЖncia de incЖndios. Dessa forma, ж possьvel suspeitar que B. organense venha a ser ameaуada em um futuro prзximo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20organense","Mata AtlРntica"],
    [968,"BLECHNACEAE","Blechnum penna-marina","(Poir.) Kuhn","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum penna-marina ж uma espжcie amplamente distribuьda na Amжrica do Sul e em vрrias ilhas ao redor do hemisfжrio Sul. No Brasil, a espжcie ж endЖmica da Mata AtlРntica, ocorrendo entre o sul de Minas Gerais e o nordeste do Rio Grande do Sul. Estр representada em pelo menos duas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20penna-marina","Mata AtlРntica"],
    [969,"BLECHNACEAE","Blechnum sprucei","C.Chr.","VU","C2a(i),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Blechnum sprucei estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa como desmatamento e degradaусo de seus habitats nos locais onde ocorre, fora de unidades de conservaусo (SNUC) (e.g. municьpios de Passa Quatro e Delfim Moreira). Tambжm ж possьvel suspeitar que o nЩmero total de indivьduos da espжcie seja inferior a 10.000 e que esteja havendo reduусo populacional devido Я perda e degradaусo do seu habitat. Alжm disso, considerando os dados populacionais disponьveis, suspeita-se que o nЩmero de indivьduos maduros de B. sprucei, na maior subpopulaусo, seja inferior a 1.000.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blechnum%20sprucei","Mata AtlРntica"],
    [970,"BORAGINACEAE","Cordia silvestris","Fresen.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cordia silvestris ж uma arbзrea da Mata AtlРntica, mas tambжm foram encontrados registros botРnicos para o Acre. Na Costa AtlРntica a espжcie ocorre desde o Sul ao Nordeste do Brasil, tendo EOO bastante superior a 20.000 km▓. Considerando ainda que ocorre em diversas Unidades de Conservaусo (SNUC), a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cordia%20silvestris","Mata AtlРntica"],
    [971,"BORAGINACEAE","Cordia trichoclada","DC.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cordia trichoclada ж uma arbзrea que ocorre em praticamente toda a Costa AtlРntica. Com ocorrЖncia conhecida tambжm no Acre, a espжcie possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cordia%20trichoclada","Mata AtlРntica"],
    [972,"BORAGINACEAE","Euploca salicoides","(Cham.) J.I.M.Melo & Semir","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Euploca salicoides ж um arbusto nсo ж endЖmico do Brasil. Ocorre em 5 biomas brasileiro e em diversas formaушes vegetacionais. A EOO foi bastante superior 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euploca%20salicoides","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [973,"BRACHYTHECIACEAE","Zelometeorium patens","(Hook.) Manuel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie possui ampla distribuiусo, nсo ж endЖmica do Brasil, e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zelometeorium%20patens","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [974,"BROMELIACEAE","Acanthostachys pitcairnioides","(Mez) Rauh & Barthlott","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Acanthostachys pitcairnoides ж conhecida a partir de uma coleta realizada em 1981 no municьpio de Domingos Martins, no Estado do Espьrito Santo. Entretanto, a espжcie foi citada para o Paraguai em 1998. A coleta realizada foi feita em um tronco caьdo no solo, mas a espжcie ж epьfita e cresce no dossel de outras рrvores.Trata-se de um regiсo montanhosa com muitas рreas de difьcil acesso. Nсo foram realizadas expediушes especificas para tentar identificar subpopulaушes da espжcie. Portanto, um maior esforуo de coleta na regiсo ж necessрrio para que seja feita uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie. A. pitcairnoides foi considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthostachys%20pitcairnioides","Mata AtlРntica"],
    [975,"BROMELIACEAE","Aechmea alopecurus","Mez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea alopecurus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e Minas Gerais. Apзs a Щnica coleta da espжcie no sжculo XIX, um novo registro foi feito no ano 2000 em Itororз, na Bahia e outro, em 2003, para Salto da Divisa, em Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=2.359,38 km▓) e ocupa uma AOO de 16 km▓. Aechmea alopecurus ocorre em Mata AtlРntica de encosta e de baixada. De acordo com dados disponьveis, os trЖs municьpios de ocorrЖnciada espжcie perderam, ao longo dos anos, mais de 90% da cobertura vegetal original. Cada localidade foi considerada uma situaусo de ameaуa distinta. A espжcie nсo estрprotegida por unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20alopecurus","Mata AtlРntica"],
    [976,"BROMELIACEAE","Aechmea amicorum","B.R. Silva & H. Luther","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea amicorum  ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo bastante restrita (EOO=609,30 km▓) e ocupa uma AOO de 12 km▓. Aechmea amicorum tem valor ornamental e ж coletada na natureza para este fim. Alжm disso, a espжcie sofre os efeitos da perda e fragmentaусo da cobertura vegetal original, que resulta em declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Aechmea amicorum apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada.","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20amicorum","Mata AtlРntica"],
    [977,"BROMELIACEAE","Aechmea apocalyptica","Reitz","VU","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea apocalyptica ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita (EOO=8.759,10 km▓) aos Estados de Sсo Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Paranр. Apesar da baixa AOO (16 km▓), suspeita-se que a espжcie tambжm ocorra em outras рreas dentro de sua distribuiусo. Porжm, estima-se que sua AOO nсo ultrapasse 2.000 km▓. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas. A espжcie apresenta hрbito epьfitico e terrьcola, em matas de araucрria, CampoSujo e na orla e no interior de capшes, e capacidade de dispersсo restrita. Tem valor ornamental e sua populaусo foi reduzida durante o perьodo de atividades do Serviуo Nacional de Malрria, quando foram retirados ca. 74.194 indivьduos de bromжlias do ambiente e foram destruьdas/desmatadas рreas com ca. 79.570 m▓. Assim, A. apocalyptica foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20apocalyptica","Mata AtlРntica"],
    [978,"BROMELIACEAE","Aechmea azurea","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea azurea ж endЖmica do Brasil. Ocorre no Estado do Espьrito Santo e dados de especialistas indicam sua presenуa tambжm na Bahia. Tem distribuiусo restrita (EOO=5.310,51 km▓) e ocupa uma AOO de 18 km▓. Entretanto, a espжcie ж conhecida a partir de sete localidades diferentes que foram consideradas situaушes de ameaуa distintas. A regiсo serrana do Espьrito Santo sofre com os efeitos da agricultura e da mineraусo, atividades que levam ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20azurea","Mata AtlРntica"],
    [979,"BROMELIACEAE","Aechmea bambusoides","L.B.Sm. & Reitz","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea bambusoides ocorre na Mata AtlРntica na regiсo do corredor de biodiversidade da Serra do Mar. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=6.147,79 km▓), nсo dispшe de registros em unidades de conservaусo (SNUC) e estр sujeita ao declьnio constante da qualidade do hрbitat, principalmente devido Яs atividades agropecuрrias.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bambusoides","Mata AtlРntica"],
    [980,"BROMELIACEAE","Aechmea blanchetiana","(Baker) L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar ampla distribuiусo (EOO=24.502,66 km▓), Aechmea blanchetiana ocorre na regiсo litorРnea do Espьrito Santo e da Bahia. Estр regiсo vem sofrendo com a perda e fragmentaусo de habitats. Alжm disso, a espжcie possui valor ornamental. Por estas razшes, a espжcie foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20blanchetiana","Mata AtlРntica"],
    [981,"BROMELIACEAE","Aechmea blumenavii","Reitz","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no Estado de Santa Catarina. Avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20blumenavii","Mata AtlРntica"],
    [982,"BROMELIACEAE","Aechmea bromeliifolia","(Rudge) Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bromeliifolia","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [983,"BROMELIACEAE","Aechmea bromeliifolia var. albobracteata","Philcox","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20bromeliifolia%20var.%20albobracteata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [984,"BROMELIACEAE","Aechmea calyculata","(E.Morren) Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea calyculata nсo ж endЖmica do Brasil. A espжcie possui ampla distribuiусo. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20calyculata","Mata AtlРntica"],
    [985,"BROMELIACEAE","Aechmea candida","E.Morren ex Baker","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Entretanto, existem poucos dados disponьveis para avaliaусo do seu risco de extinусo. Espжcie avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20candida","Mata AtlРntica"],
    [986,"BROMELIACEAE","Aechmea capixabae","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem informaушes suficientes disponьveis para uma avaliaусo de risco consistente. Assim a espжcie foi considerada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20capixabae","Mata AtlРntica"],
    [987,"BROMELIACEAE","Aechmea cariocae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea cariocae ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=2.304,31 km▓) e ocupa uma рrea reduzida (AOO =40 km▓). A. cariocae ocorre em remanescentes de Floresta Ombrзfila Densa Submontana, em рreas bastante antropizadas. Assim, a espжcie vem sofrendo com o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20cariocae","Mata AtlРntica"],
    [988,"BROMELIACEAE","Aechmea castanea","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea castanea ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Aespжcie tem distribuiусo restrita (EOO=3.593,73 km▓, AOO =100 km▓) e estр sujeita aos efeitos da agricultura na regiсo serrana deste Estado, que causam o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa, tendo como base o efeito dos centros urbanos sobre a distribuiусo da espжcie. Assim, A. castanea foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20castanea","Mata AtlРntica"],
    [989,"BROMELIACEAE","Aechmea caudata","Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Ocorre na Mata AtlРntica do ES, RJ,SP, PR, SC e RS, sendo encontrada em floresta ombrзfila densa. Possui ampla distribuiусo. Assim foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20caudata","Mata AtlРntica"],
    [990,"BROMELIACEAE","Aechmea cylindrata","Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20cylindrata","Mata AtlРntica"],
    [991,"BROMELIACEAE","Aechmea depressa","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea depressa ocorre exclusivamente no Estado da Bahia e ж endЖmica do Brasil. Tem registros de ocorrЖncia para o Estado da Bahia e dados de especialistas indicam sua presenуa tambжm no Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita (EOO=2.683,05 km▓) Я regiсo sul do Estado. A espжcie habita рreas de Floresta Ombrзfila Densa Submontana, Tabuleiros Costeiros e Restingas e sofre com a perda e fragmentaусo da cobertura vegetal original, que causam o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20depressa","Mata AtlРntica"],
    [992,"BROMELIACEAE","Aechmea distichantha","Lem.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Nсo foi considerada sob risco de ameaуa.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20distichantha","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [993,"BROMELIACEAE","Aechmea echinata","(Leme) Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea echinata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul da Bahia. ╔ conhecida pormeio de coletas realizadas nos municьpios de Uruуuca e de Itacarж. Essa regiсo vem sofrendo com a expansсo dos centros urbanos e do turismo. Alжm disso, grandes empreendimentos como o projeto para a construусo de um porto na regiсo ameaуam a sobrevivЖncia da espжcie. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa. A extinусo local da subpopulaусo de Uruуuca pode colocar A. echinata em categoria de maior risco, em futuro prзximo. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20echinata","Mata AtlРntica"],
    [994,"BROMELIACEAE","Aechmea entringeri","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","?Aechmea entringeri ж conhecida somente do material tipo e existe dЩvida quanto Я sua delimitaусo, podendo se tratar de um sinЗnimo de Aechmea macrochlamys L.B. Smith.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20entringeri","Mata AtlРntica"],
    [995,"BROMELIACEAE","Aechmea eurycorymbus","Harms","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea eurycorymbus ж endЖmica do Brasil e possui distribuiусo restrita aos Estados nordestinos da Paraьba, Pernambuco e Alagoas. A espжcie ocorre em рreas deCaatinga e Mata AtlРntica, em vegetaусo de brejo de altitude. Estes ambientes estсo altamente fragmentados e sofrem com varias ameaуas incidentes. Extinушes locais podem levar a espжcie a uma situaусo de risco de extinусo. Assim, Aechmea eurycorymbus foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20eurycorymbus","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [996,"BROMELIACEAE","Aechmea fosteriana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea fosteriana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Aespжcie tem distribuiусo restrita com EOO de 1.847,36 km▓ e AOO de 20 km▓. ╔ conhecida em menos de cinco localidades que foram consideradas como situaушes de ameaуa distintas. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20fosteriana","Mata AtlРntica"],
    [997,"BROMELIACEAE","Aechmea gamosepala","Wittm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo. Ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). Assim foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gamosepala","Mata AtlРntica"],
    [998,"BROMELIACEAE","Aechmea gracilis","Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea gracilis ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo do Rio de Janeiro a Santa Catarina (EOO=268.692,410 km▓). A espжcie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gracilis","Mata AtlРntica"],
    [999,"BROMELIACEAE","Aechmea guarapariensis","E.Pereira & Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes disponьveis para a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20guarapariensis","Mata AtlРntica"],
    [1000,"BROMELIACEAE","Aechmea gustavoi","J.A.Siqueira & Leme","CR","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea gustavoi ж endЖmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Pernambuco e da Bahia, e dados de especialistas indicam sua presenуa tambжm em Alagoas. Estр presente em рreas de Floresta AtlРntica nordestina e ocupa uma рrea muito reduzida. Considerando as caracterьsticas ecolзgicas da espжcie e a distРncia entre subpopulaушes, sua estrutura populacional foi considerada severamente fragmentada. Alжm disso, A. gustavoi apresenta trЖs subpopulaушes com baixo nЩmero de indivьduos e distribuiусo restrita. Desde que a espжcie foi descrita para a ciЖncia em 2001, foi constatada uma diminuiусo do nЩmero de indivьduos, com as subpopulaушes apresentando menos de 50 representantes. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat, alжm da perda e fragmentaусo da cobertura vegetal original. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20gustavoi","Mata AtlРntica"],
    [1001,"BROMELIACEAE","Aechmea kertesziae","Reitz","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea kertesziae ж endЖmica do Brasil e ocorre na Mata AtlРntica da Regiсo Sul do Brasil. Apresenta distribuiусo restrita (AOO=48 km▓), em costшes rochosos como rupьcola, e em vegetaусo de Restinga Arbustiva como epьfita. As regiшes litorРneas da Mata AtlРntica sofrem constantemente com declьnio contьnuo da qualidade de habitat devido Я ocupaусo humana e aos efeitos da expansсo dos centros urbanos, que causam perda e fragmentaусo de habitat. As ocorrЖncias litorРneas e interioranas foram consideradas como duas situaушes de ameaуa distintas. Assim, A. kertesziae foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20kertesziae","Mata AtlРntica"],
    [1002,"BROMELIACEAE","Aechmea kleinii","Reitz","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea kleinii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Santa Catarina e RioGrande do Sul. Tem distribuiусo restrita (EOO=6.765,65 km▓) e sua AOO ж extremamente pequena (AOO =16 km▓). A espжcie ocupa fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa e Mista e habita Matas Nebulares ao longo da Serra Geral em Santa Catarina e regiшes prзximas. Esse tipo de ambiente ж restrito Яs рreas mais elevadas e encontra-se hoje severamente fragmentado devido Яs caracterьsticas naturais da vegetaусo e ao desmatamento das regiшes mais baixas das serras, que causam o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. A espжcie foi citada na cadeia produtiva de bromжlias da regiсo de Curitiba e do litoral paranaense, com a possibilidade de comжrcio de indivьduos extraьdos ilegalmente. Dessa forma, suspeita-se que as subpopulaушes remanescentes estejam em declьnio.","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [1003,"BROMELIACEAE","Aechmea lingulata","(L.) Baker","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Siqueira Filho, Leme (2006) apontaram a existЖncia de um \"complexo A. lingulata\", devido Я confusсo na identificaусo de grande parte das coleушes de herbрrio, este complexo ж composto de 19 espжcies, que tЖm sido identificadas erroneamente como sendo apenas A. lingulata. Os autores sugeriram que estudos sistemрticos com plantas vivas serсo essenciais para a correta identificaусo destes tрxons e soluусo deste complexo. Destas 19 espжcies, Aechmea lingulata seria a espжcie mais comum e de distribuiусo mais ampla do grupo (Wendt, com.pess.). A espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20lingulata","AmazЗnia"],
    [1004,"BROMELIACEAE","Aechmea maasii","Gouda & W.Till","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea maasii ж endЖmica do Brasil e ocorre do sul da Bahia atж o Estado do Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo ampla (EOO=40.316 km▓) e ocorre em florestas nсo inundрveis, crescendo como erva terrestre.  Uma das principal ameaуas Я espжcie ж a expansсo de loteamentos e adensamentos populacionais que exercem pressсo deletжria sobre recursos biзticos e abiзticos agravando a conservaусo dessas рreas. Extinушes locais podem levar a espжcie a situaусo de ameaуa. Assim, A. maasii  foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20maasii","Mata AtlРntica"],
    [1005,"BROMELIACEAE","Aechmea macrochlamys","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea macrochlamys ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Sua distribuiусo ж bastante restrita (EOO=1.411,70 km▓) e ocupa uma рrea de 52 km▓ em Florestas Ombrзfilas Densas. As ocorrЖncias ao norte e ao sul do Rio Doce foram consideradas duas situaушes de ameaуa distintas. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Assim, A. macrochlamys foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20macrochlamys","Mata AtlРntica"],
    [1006,"BROMELIACEAE","Aechmea marginalis","Leme & J.A.Siqueira","CR","B2ab(ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea marginalis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Alagoas. Sua distribuiусo ж bastante restrita (EOO=332,11 km▓) e sua AOO ж extremamente pequena (AOO=8 km▓). ╔ conhecida apenas por meio de coletas realizadas no municьpio de Ibateguara. A espжcie ж herbрcea e habita o sub-bosque de Floresta Ombrзfila Densa. Desde sua descriусo, em 2001, nсo foram encontradas mais subpopulaушes de A. marginalis, acredita-se que alguns poucos indivьduos em cultivo sejam os Щltimos representantes vivos. A perda e fragmentaусo do hрbitat sсo apontadas como principais ameaуas e vЖm causando o declьnio contьnuo da AOO , qualidade do hрbitat e do nЩmero de indivьduos maduros. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20marginalis","Mata AtlРntica"],
    [1007,"BROMELIACEAE","Aechmea muricata","(Arruda) L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea muricata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Alagoas e Pernambuco. Tem AOO bastante reduzida (AOO=68 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie ж epьfita facultativa de dossel ou estrato emergente e ocorre em рreas de Floresta Ombrзfila Densa, Floresta Estacional Semidescidual e Restinga. A. muricata apresentava distribuiусo inicial em toda a zona litorРnea, principalmente nas Restingas, desde Igarassu, passando por Recife e Maceiз, e tambжm nas Matas Secas ao norte de Pernambuco. Atualmente, grande parte das localidades conhecidas da espжcie encontra-se urbanizada, como por exemplo a Praia de Boa Viagem, na cidade do Recife, e a Restinga dos Prazeres, em Jaboatсo dos Guararapes. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20muricata","Mata AtlРntica"],
    [1008,"BROMELIACEAE","Aechmea mutica","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea mutica ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=4.278,94 km▓) e AOO bem reduzida (AOO=64 km▓). Sua regiсo de ocorrЖncia sofre com a perda e fragmentaусo de hрbitat, que causam o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20mutica","Mata AtlРntica"],
    [1009,"BROMELIACEAE","Aechmea nudicaulis","(L.) Griseb.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea nudicaulis nсo ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo. A espжcie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20nudicaulis","Mata AtlРntica"],
    [1010,"BROMELIACEAE","Aechmea orlandiana","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea orlandiana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie ж conhecida por meio de apenas uma coleta, realizada em uma рrea prзxima Я beira da estrada. Tem distribuiусo restrita (EOO=270,28 km▓) e AOO extremamente reduzida (AOO =4 km▓). Devido Я proximidade da estrada, a espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Ademais, por seu valor ornamental, a espжcie ж comercializada no mercado nacional e internacional, sendo amplamente cultivada. Por isso, suspeita-se que o nЩmero de indivьduos maduros tambжm esteja em declьnio devido ao extrativismo predatзrio. Assim, A. orlandiana foi avaliadacomo \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20orlandiana","Mata AtlРntica"],
    [1011,"BROMELIACEAE","Aechmea pectinata","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea pectinata ж endЖmcia do Brasil, mas possui distribuiусo ampla (EOO=91.747,56 km▓) nos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e Santa catarina. A espжcie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pectinata","Mata AtlРntica"],
    [1012,"BROMELIACEAE","Aechmea pedicellata","Leme & H.Luther","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pedicellata","Mata AtlРntica"],
    [1013,"BROMELIACEAE","Aechmea pimenti-velosoi","Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","?Aechmea pimenti-velosoi precisa ser melhor estudada antes de uma avaliaусo de risco de extinусo, pois pode se tratar de um sinЗnimo, jр que ж uma espжcie prзxima de Aechmea recurvata, que apresenta uma distribuiусo ampla. Assim, foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20pimenti-velosoi","Mata AtlРntica"],
    [1014,"BROMELIACEAE","Aechmea podantha","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Os dados disponьveis sobre a espжcie sсo poucos e conflitantes. Assim a espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20podantha","Mata AtlРntica"],
    [1015,"BROMELIACEAE","Aechmea recurvata var. albobracteata","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea recurvata var. albobracteata ж uma espжcie de morfologia muito variрvel, que necessita de um estudo mais aprofundado sobre suas variedades. Dessa forma, o atual nьvel de conhecimento dificulta uma avaliaусo adequada. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20recurvata%20var.%20albobracteata","Mata AtlРntica"],
    [1016,"BROMELIACEAE","Aechmea recurvata var. ortgiesii","(Baker) Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea recurvata var. ortgiesii ж uma espжcie de morfologia muito variрvel, que necessita de um estudo mais aprofundado sobre suas variedades. Dessa forma, o atual nьvel de conhecimento dificulta uma avaliaусo adequada. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20recurvata%20var.%20ortgiesii","Mata AtlРntica"],
    [1017,"BROMELIACEAE","Aechmea rubrolilacina","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Existem poucos dados disponьveis sobre a espжcie. Assim, Aechmea rubrolilacina Leme foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20rubrolilacina","Mata AtlРntica"],
    [1018,"BROMELIACEAE","Aechmea setigera","Mart. ex Schult.f.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea setigera nсo ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo (EOO=1.442.154,850 km▓). A espжcie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20setigera","AmazЗnia"],
    [1019,"BROMELIACEAE","Aechmea sphaerocephala","Baker","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea sphaerocephala ж endЖmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio de Janeiro e no Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=236,10 km▓) e ocupa uma рrea bastante reduzida (AOO =28 km▓). A. sphaerocephala cresce em remanescentes de Floresta Ombrзfila prзximo ao litoral e Restinga, e estр sujeita ao declьnio contьnuo de sua AOO e da qualidade de hрbitat. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20sphaerocephala","Mata AtlРntica"],
    [1020,"BROMELIACEAE","Aechmea triangularis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea triangularis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=1.426,24 km▓). Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa, tendo como base os efeitos de perda e fragmentaусo de hрbitats nos municьpios de ocorrЖncia da espжcie. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat devido Яs atividades agrьcolas nos remanescentes florestais do entorno. Assim, A. triangularis foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20triangularis","Mata AtlРntica"],
    [1021,"BROMELIACEAE","Aechmea vanhoutteana","(Van Houtte) Mez","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea vanhoutteana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e em Sсo Paulo. A espжcie tem distribuiусo restrita e ocupa uma рrea reduzida. A. vanhoutteana cresce em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa, predominantemente em рreas de montanha. Apesar de protegidas por unidades de conservaусo, as рreas de ocorrЖncia da espжcie sofrem os efeitos de incЖndios que afetam continuamente a qualidade do hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20vanhoutteana","Mata AtlРntica"],
    [1022,"BROMELIACEAE","Aechmea werdermannii","Harms","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea werdermannii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Alagoas, Pernambuco e Paraьba. A espжcie ocupa uma рrea bastante reduzida (AOO =40 km▓). A. werdermannii habita os Brejos de Altitude e as Florestas Estacionais Semideciduais do nordeste brasileiro. Esses ambientes se encontram extremamente fragmentados devido Я perda de cobertura vegetal original nos diferentes municьpios e ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20werdermannii","Mata AtlРntica"],
    [1023,"BROMELIACEAE","Aechmea winkleri","Reitz","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aechmea winkleri ж endЖmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio Grande do Sul. Estр presente em um Щnico local que vem sofrendo fragmentaусo pela aусo do homem. Alжm disso, a espжcie tem valor ornamental e sofre com a extraусo de indivьduos maduros. A. winkleri tem рrea de ocupaусo bastante reduzida (AOO =8 km▓). Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aechmea%20winkleri","Mata AtlРntica"],
    [1024,"BROMELIACEAE","Alcantarea benzingii","Leme","CR","B2ab(ii,iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea benzingii ж uma espжcie rupьcola pouco conhecida que apresenta distribuiусo restritaЯ localidade de Forno Grande, no municьpio de Castelo, no Estado do Espьrito Santo e a uma altitudede aproximadamente 2.000 m. Considerando que o grupo inclui muitos casos de endemismos extremos, e que a regiсo apresenta alto esforуo de coleta, suspeita-se que a espжcie seja de fato rara. A AOO da espжcie ж de 4 km▓, e suspeita-se que a Щnica subpopulaусo conhecida conte com menos de 250 indivьduos maduros. Alжm disso, especialmente durante a жpoca seca, a рrea sofre a ameaуa constante de incЖndios, que atingem as рreas mais altas devido Я incidЖncia de ventos.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20benzingii","Mata AtlРntica"],
    [1025,"BROMELIACEAE","Alcantarea duarteana","(L.B.Sm.) J.R.Grant","EN","B1ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea duarteana ж endЖmica do Planalto de Diamantina, em Minas Gerais, onde se desenvolveem Campos Rupestres, locais suscetьveis ao declьnio da qualidade do hрbitat devido Яs aушes antrзpicas. Sua distribuiусo ж bastante restrita (EOO=205,24 km▓) e se limita a trЖs localidades em apenas um municьpio do Estado. A espжcie ж retirada por colecionadores, o que reduz o nЩmero de indivьduos maduros. Alжm disso, a regiсo tambжm sofre com a incidЖncia de incЖndios que causam o declьnio constante da qualidade do hрbitat.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20duarteana","Cerrado"],
    [1026,"BROMELIACEAE","Alcantarea farneyi","(Martinelli & A.F.Costa) J.R.Grant","CR","B1ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea farneyi ocorre nos cumes das montanhas do Parque Estadual do Desengano, em SantaMaria Madalena, Estado do Rio de Janeiro, sendo endЖmica deste municьpio. A espжcie ocorre acima dos 1.200 m de altitude. A. farneyi ж rupьcola e forma touceiras em afloramentos rochosos. Sua distribuiусo ж extremamente restrita (EOO=55,70 km▓), e as duas localidades de ocorrЖncia da espжcie foram consideradas sujeitas a uma mesma situaусo de ameaуa. A espжcie estр presentenas imediaушes das trilhas do Parque Estadual do Desengano, podendo estar suscetьvel ao pisoteio devido Я proximidade de touceiras das trilhas.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20farneyi","Mata AtlРntica"],
    [1027,"BROMELIACEAE","Alcantarea geniculata","(Wawra) J.R.Grant","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea geniculata ж uma espжcie endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentosrochosos e formaушes campestres nas рreas mais elevadas do Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuiусo restrita a apenas trЖs municьpios em quatro serras diferentes, que foram consideradas situaушes de ameaуa distintas. A regiсo sofre intensamente com a perda e fragmentaусo de hрbitat. E, de acordo com a literatura, esse processo tem um efeito negativo sobre populaушes de polinizadores.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20geniculata","Mata AtlРntica"],
    [1028,"BROMELIACEAE","Alcantarea glaziouana","(Leme) J.R.Grant","EN","B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea glaziouana ж endЖmica do Brasil e sua distribuiусo ж restrita (EOO=347,89 km▓) aosmunicьpios de Niterзi e do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos granьticos da regiсo, os quais naturalmente impшem uma estrutura populacional severamente fragmentada. Esses afloramentos sсo constantemente atingidos por incЖndios. Alжm disso, as subpopulaушes da espжcie estсo sujeitas aos efeitos da urbanizaусo da cidade, que resultam em fragmentaусo e perda de hрbitats e de indivьduos. Obras como a expansсo do metrЗ tiveram impacto significativo e a abertura de rodovias e tЩneis vem ocasionando reduушes populacionais e no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20glaziouana","Mata AtlРntica"],
    [1029,"BROMELIACEAE","Alcantarea imperialis","(Carriere) Harms","VU","B2ab(iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea imperialis ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Tem ampla distribuiусo (EOO=41.404,418 km▓), entretanto sua ocorrЖncia ж restrita (AOO menor que 2.000 km▓) a afloramentos rochosos e formaушes campestres de montanhas na Regiсo Sudeste. Foram identificadas menos de 10 situaушes de ameaуa que correspondem ao agrupamento entre as suas localidades de ocorrЖncia. Devido ao seu valor ornamental e ao alto ьndice de retirada de indivьduos maduros para comercializaусo, alжm da incidЖncia de incЖndios sobre as subpopulaушes naturais, hр risco de extinушes locais. Apesar das ameaуas descritas para a espжcie, A. imperialis estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Mesmo assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20imperialis","Mata AtlРntica"],
    [1030,"BROMELIACEAE","Alcantarea nahoumii","(Leme) J.R.Grant","VU","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea nahoumii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=6.058,33 km▓) a quatro municьpios que perderam cerca de 96% da sua cobertura vegetal original, principalmente devido ao desmatamento que alimenta a produусo de carvсo vegetal, destinado Яs siderЩrgicas e Я indЩstria de cerРmica. Estima-se que ao menos 30% dessa reduусo populacional tenha ocorrido nos Щltimos 10 anos. A. nahoumii cresce em afloramentos rochosos que naturalmente impшem uma estrutura populacional severamente fragmentada. Alжm disso, esses afloramentos sсo constantemente atingidos por incЖndios.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20nahoumii","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1031,"BROMELIACEAE","Alcantarea nevaresii","(Leme) J.R.Grant","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea nevaresii ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita (EOO=546,07 km▓, AOO =8km▓) ao Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos, em рreas prзximas a florestas e em Campos de Altitude na Serra do Mar, entre os municьpios de Teresзpolis e Nova Friburgo. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat, principalmente devido Я ocorrЖncia de incЖndios periзdicos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20nevaresii","Mata AtlРntica"],
    [1032,"BROMELIACEAE","Alcantarea roberto-kautskyi","Leme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea roberto-kautskyi ж endЖmica do Brasil e sua distribuiусo estр restrita (EOO= 537,66 km▓) ao Estado do Espьrito Santo. Apesar disso, a espжcie possui grandes subpopulaушes com milhares de indivьduos e estр bem representada na porусo noroeste do Estado. A indьcios de que a espжcie tambжm ocorre no nordeste de Minas Gerais. A.roberto-kautskyi ocorre em afloramentos rochosos, em рreas de difьcil acesso, e nсo existem ameaуas descritas especificamente para a espжcie. Estima-se que sua distribuiусo seja bem maior do que a conhecida. Assim, a espжcie foi classificada como \"Quase ameaуada\" (NT). Se foram identificadas ameaуas especьficas incidentes a espжcie entrarр na categoria \"Em Perigo\" (EN), e por tanto uma avaliaусo criteriosa no campo ж necessрria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20roberto-kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [1033,"BROMELIACEAE","Alcantarea vinicolor","(E.Reitz) J.R.Grant","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Alcantarea vinicolor ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita (EOO=136,42 km▓) ao Estadodo Espьrito Santo, nos municьpios de Vargem Alta, Santa Maria do Jetibр e Domingos Martins. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos e sua AOO ж de 16 km▓. A regiсo perdeu, ao longo dos anos, 74,6% da sua cobertura vegetal original e continua sofrendo o efeito da ocupaусo agrьcola, abrigando vastas plantaушes de cafж. IncЖndios sсo comuns no hрbitat da espжcie. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, definidas pela incidЖncia de incЖndios e coleta de indivьduos devidoao seu valor ornamental.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alcantarea%20vinicolor","Mata AtlРntica"],
    [1034,"BROMELIACEAE","Ananas fritzmuelleri","Camargo","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Ananas fritzmuelleri ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo (EOO=121.170,688 km▓) em Estados da regiсo sudeste e sul do paьs.A. fritzmuelleri ocorre em locais abertos de floresta ombrзfila densa e restingas associadas ao domьnio fitogeogrрfico da Mata AtlРntica. A espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ananas%20fritzmuelleri","Mata AtlРntica (Wanderley et al. 2007, Martinelli et al. 2008, 2009, Forzza et al. 2011)."],
    [1035,"BROMELIACEAE","Araeococcus montanus","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Araeococcus montanus ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita (EOO=260,88 km▓) ao municьpio de Wenceslau Guimarсes, no Estado da Bahia. ╔ conhecida a partir de coletas feitas em apenas uma localidade. Restam apenas 12% da cobertura original do municьpio. A regiсo estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e encontra-se severamente fragmentada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araeococcus%20montanus","Mata AtlРntica"],
    [1036,"BROMELIACEAE","Araeococcus parviflorus","(Mart. ex Schult. & Schult. f.) Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Araeococcus parviflorus ж endЖmica do Brasil, porжm possui ampla distribuiусo (EOO=76.900,385 km▓) e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Araeococcus%20parviflorus","Mata AtlРntica"],
    [1037,"BROMELIACEAE","Billbergia alfonsijoannis","Reitz","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia alfonsijoannis ж endЖmica do Brasil e possui distribuiусo ampla (EOO=243.946,38 km▓). A espжcie ocorre em рreas deFloresta Ombrзfila Densa, Floresta Ombrзfila Mista, Floresta Estacional Semidecidual e Afloramentos Rochosos da Mata AtlРntica, nos Estados do Espьrito Santo, Minas Gerais, Paranр e Santa Catarina. A espжcie estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC) e foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20alfonsijoannis","Mata AtlРntica"],
    [1038,"BROMELIACEAE","Billbergia brasiliensis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia brasiliensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie estр presente em Florestas Ombrзfilas e afloramentos rochosos da Mata AtlРntica e tem distribuiусo bastante restrita (EOO=787,50 km▓). Foram identificadas duas situaушes de ameaуa, definidas pelos efeitos da expansсo urbana da cidade do Rio de Janeiro e pelo desmatamento, muito comum, na regiсo da Costa Verde. A espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [1039,"BROMELIACEAE","Billbergia distachia","(Vell.) Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia distachia ж endЖmica do Brasil mas possui ampla distribuiусo (EOO=506.274 km▓). A espжcie ocorre em рreas de Mata AtlРntica e do Cerrado. Apesar da degradaусo do habitat ser uma ameaуa descrita para a espжcie, esta se encontra protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Assim, a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20distachia","Mata AtlРntica e Cerrado"],
    [1040,"BROMELIACEAE","Billbergia leptopoda","L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia leptopoda ж endЖmica do Brasil mas possui ampla distribuiусo (EOO=102.851,6 km▓) e ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Espьrito Santo. A espжcie cresce em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semi-decidual. Apesar de ameaуas descritas para a espжcie, esta se encontra em unidades de conservaусo (SNUC). Por estas razшes, B. leptopoda foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20leptopoda","Mata AtlРntica"],
    [1041,"BROMELIACEAE","Billbergia lietzei","E.Morren","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia lietzei E. Morren ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Espьrito Santo. A espжcie ж conhecida apenas pelo material tipo, proveniente da coleусo viva de Lietze, sem informaусo de origem. Barros e Costa (2008) consideraram a espжcie duvidosa, jр que esta se assemelha a Billbergia iridifolia (Nees e Mart.) Lindl.. No entanto, nсo hр material suficiente para confirmar se B. lietzei ж ou nсo um sinЗnimo de B. iridifolia. Assim, maiores estudos sobre a espжcie sсo necessрrios. A espжcie foi considerada como Data Deficient (DD).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20lietzei",""],
    [1042,"BROMELIACEAE","Billbergia lymanii","E.Pereira & Leme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia lymanii ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espьrito Santo. A espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=36.191,740 km▓) mas foram identificadas apenas quatro situaушes de ameaуa. Alжm disso, boa parte da distribuiусo da espжcie sofre efeitos da degradaусo ambiental. Extinушes locais podem facilmente levar a espжcie a risco de extinусo. Por estas razшes, a espжcieBillbergia lymanii foi classificada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20lymanii","Mata AtlРntica"],
    [1043,"BROMELIACEAE","Billbergia macrocalyx","Hook.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia macrocalyx Hook. ж uma espжcie pouco conhecida e apresenta problemas quanto Я tipificaусo, jр que foi utilizado material cultivado de procedЖncia incompleta. Alжm disso,a ocorrЖncia para MG ж duvidosa, devido Я incerteza quanto a identidade do tрxon. por estas razшes, a espжcie foi considerada como Data Deficient (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20macrocalyx",""],
    [1044,"BROMELIACEAE","Billbergia magnifica","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia magnifica nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional a espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=62.239,43 km▓). A espжcie ж cultivada e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Por esta razшes, a espжcie foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20magnifica","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1045,"BROMELIACEAE","Billbergia meyeri","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia meyeri ocorre na Bolьvia e Brasil. Em territзrio nacional a espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=179.318,16 km▓) e pode ser encontrada em RondЗnia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sсo Paulo e Minas Gerais. A espжcie foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20meyeri","Cerrado e Mata AtlРntica"],
    [1046,"BROMELIACEAE","Billbergia minarum","L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia minarum var. viridiflora ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo. A espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=53.530,07 km▓) e ocorre em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semi-decidual. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуas distintas. Sendo que em Minas Gerais a espжcie sofre os efeitos da mineraусo de ferro. Extinушes locais da espжcie neste Estado podem facilmente colocar a espжcie sob risco de extinусo. Assim, Billbergia minarum var. viridiflora foi classificada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20minarum","Mata AtlРntica"],
    [1047,"BROMELIACEAE","Billbergia nutans","H.H.Wendl. ex Regel","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia nutans possui ampla distribuiусo na Amжrica do Sul. Em territзrio brasileiro a espжcie ocorre na Mata AtlРntica e no Cerrado, em diversos Estados (EOO=907.529 km▓). Apesar de sofrer com a perda de habitat, B. nutans estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Assim, foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20nutans","Mata AtlРntica e Cerrado"],
    [1048,"BROMELIACEAE","Billbergia pohliana","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia pohliana ж pouco conhecida e de difьcil identificaусo. A espжcie apresenta apenas uma coleta alжm do holзtipo, que foi destruьdo. Possui distribuiусo restrita a Serra da Mantiqueira, nos municьpios de Coronel Pacheco, Rio Novo e Rio Preto, no Estado de Minas Gerais. Billbergia pohliana foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20pohliana","Mata AtlРntica"],
    [1049,"BROMELIACEAE","Billbergia pyramidalis","(Sims) Lindl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia pyramidalis ocorre na Amжrica Central, Venezuela e Brasil. Em territзrio nacional a espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=512.905,35 km▓) e ж encontrada em diversos Estados. Assim, a espжcie foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20pyramidalis","Mata AtlРntica"],
    [1050,"BROMELIACEAE","Billbergia zebrina","(Herb.) Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Billbergia zebrina ocorre no Paraguai, Argentina e Brasil. Em territзrio nacional a espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=1.087.413,5 km▓) e pode ser encontrada  nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de ter valor ornamental e sofrer efeitos da perda e degradaусo de habitat, a espжcie ж cultivada e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Por estas razшes a espжcie foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Billbergia%20zebrina","Mata AtlРntica e Cerrado"],
    [1051,"BROMELIACEAE","Bromelia balansae","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Bromelia balansae nсo ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo (EOO=3.943.083 km▓). Alжm disso, nсo possui ameaуas descritas e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Por estas razшes a espжcie foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20balansae","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1052,"BROMELIACEAE","Bromelia braunii","Leme & E.Esteves","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Bromelia braunii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Tocantins. Apenas uma populaусo ж conhecida a partir de um Щnico registro de ocorrЖncia. Tem AOO restrita a 4 km▓. Alжmdisso, estр sujeita ao declьnio constante da qualidade de hрbitat, devido Я incidЖncia de incЖndios e destruiусo do Cerrado ao redor da Serra da Natividade, Щnico local de ocorrЖncia da espжcie. A proximidade a рreas urbanas e rodovias tambжm ж uma ameaуa Я B. braunii.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20braunii","Cerrado"],
    [1053,"BROMELIACEAE","Bromelia macedoi","L.B.Sm.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Bromelia macedoi ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita ao Distrito Federal e ao Estado deGoiрs. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, definidas pela degradaусo ambiental e retirada de indivьduos devido ao seu valor ornamental. A existЖncia de ameaуas plausьveis como o declьnio da qualidade e disponibilidade de hрbitat favorрvel para a espжcie, devido principalmente Я constante expansсo agropecuрria em рreas de Cerrado, acarreta risco de extinусo para B. macedoi.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromelia%20macedoi","Cerrado"],
    [1054,"BROMELIACEAE","Canistropsis albiflora","(L.B.Sm.) H.Luther & Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistropsis albiflora ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita aos Estados da Bahia e do EspьritoSanto (EOO=10.958,21 km▓). A espжcie ж naturalmente rara na natureza e sua distribuiусo ж muito esparsa atж mesmo nas рreas tьpicas de sua ocorrЖncia. C. albiflora se desenvolve em рreas bem Щmidas de florestas montanhosas e matas tabulares sul baianas, hрbitats que estсo sujeitos a diversas ameaуas, especialmente a reduусo do hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20albiflora","Mata AtlРntica"],
    [1055,"BROMELIACEAE","Canistropsis elata","(E.Pereira & Leme) Leme","CR","C1+2a(i),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistropsis elata ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, sendo conhecida apenas por meio de umapopulaусo restrita a uma localidade confinada em uma рrea particular no municьpio de Mambucaba, Angra dos Reis. Nсo hр dados populacionais quantitativos da espжcie, entretanto, ela ж considerada de baixa frequЖncia e apontada como rara. Estima-se que, se a espжcie ainda puder ser encontrada na natureza, seu tamanho populacional nсo exceda 50 indivьduos maduros. Contudo, as Щltimas expediушes realizadas para procurр-la nсo tiveram Жxito. A especulaусo imobialiрria da regiсo e a expansсo do nЩcleo urbano do municьpio de Mambucaba em direусo ao fragmento florestal em que a espжcie costumava habitar representam grande risco Я sua sobrevivЖncia na natureza. Assim, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (EN), estando possivelmente extinta na natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20elata","Mata AtlРntica"],
    [1056,"BROMELIACEAE","Canistropsis microps","(E.Morren ex Mez) Leme","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistropsis microps ж endЖmica do Brasil mas possui distribuiусo ampla (EOO=331.546,28 km▓). Alжm disso, a espжcie estр relativamente bem protegida em vрrias unidades pЩblicas de conservaусo, como a Reserva Biolзgica de Poуos das Antas, Parque Nacional da Tijuca, Reserva Biolзgica da Praia do Sul e Parque Nacional da Serra da Bocaina. Por estas razшes foi classificada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistropsis%20microps","Mata AtlРntica"],
    [1057,"BROMELIACEAE","Canistrum alagoanum","Leme & J.A.Siqueira","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum alagoanum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em remanescentes de FlorestaOmbrзfila no Estado de Alagoas. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=4.620,91 km▓) e sua regiсo de ocorrЖncia estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. De acordo com pesquisadores que trabalham na рrea, a fragmentaусo da vegetaусo remanescente representauma sжria ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa, tendo como base os padrшes de desmatamento das рreas litorРnea e interiorana da regiсo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20alagoanum","Mata AtlРntica"],
    [1058,"BROMELIACEAE","Canistrum aurantiacum","E.Morren","EN","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum aurantiacum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Regiсo Nordeste do paьs. Atualmente tem 20 subpopulaушes conhecidas, distribuьdas nos Estados de Pernambuco e Alagoas. A espжcie ocupa uma AOO de apenas 164 km▓. A regiсo de ocorrЖncia sofre com o desmatamento e a fragmentaусo. Situaушes de risco poderсo levar a extinушes locais. Alжm disso, estimativas populacionais apontam que hр cerca de 50 indivьduos em cada subpopulaусo, resultando em um total de 1.000 indivьduos. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20aurantiacum","Mata AtlРntica"],
    [1059,"BROMELIACEAE","Canistrum camacaense","Martinelli & Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum camacaense ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em рreas de Floresta Ombrзfiladensa no sul do Estado da Bahia, especialmente no municьpio de Una e adjacЖncias. A espжcie forma populaушes com indivьduos esparsamente distribuьdos, e ж classificada como espжcie rara por diferentes autores. C. camacaense tem distribuiусo restrita (EOO=1.042,59 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de habitat. Informaушes disponьveis na literatura apontam que no sul da Bahia remanescem menos de 4% da cobertura vegetal original. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa, com base na dinРmica de fragmentaусo da paisagem nessa regiсo ao longo dos Щltimos anos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20camacaense","Mata AtlРntica"],
    [1060,"BROMELIACEAE","Canistrum fosterianum","L.B.Sm.","CR","A2ac,B2ab(ii,iii,iv),C1+2a(i,ii),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum fosterianum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. ╔ conhecida a partir do material proveniente de trЖs coletas distintas, todas realizadas em рreas bem prзximas. A primeira delas datada de 22/10/1948 e a Щltima de 27/07/2000, todas em рreas de Floresta Ombrзfila densa, prзximas ao litoral. Se a espжcie ainda nсo estiver extinta na natureza, provavelmente nсo ocorre mais em duas das trЖs localidades originais. A espжcie tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=145,65 km▓, AOO =12 km▓). Devido a isso, considerou-se que a espжcie estр sujeita a somente uma situaусo de ameaуa. A ocupaусo da regiсo litorРnea da cidade de Salvador e o processo de urbanizaусo das рreas prзximas resultou em significativa perda de hрbitat. Estima-se que tenha ocorrido uma reduусo de mais de 80% nos Щltimos 10 anos, com declьnio na AOO e na qualidade do hрbitat. Alжm disso, a espжcie жconsiderada rara e tem subpopulaушes muito pequenas. Estima-se que o tamanho populacional nсo exceda 50 indivьduos maduros, todos em apenas uma Щnica localidade.Por estas razшes, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20fosterianum",""],
    [1061,"BROMELIACEAE","Canistrum guzmanioides","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum guzmanioides ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=110,33 km▓, AOO =12 km2), e ж conhecida apenas a partir de trЖs localidades, que foram consideradas diferentes situaушes de ameaуa. Apesar de estar protegida por uma unidade de conservaусo (SNUC), esta vem sofrendo com problemas administrativos e de fiscalizaусo, alжm de estar fragmentada e apresentar sinais de devastaусo. Assim, C. guzmanioides foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20guzmanioides","Mata AtlРntica"],
    [1062,"BROMELIACEAE","Canistrum montanum","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum montanum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em рreas de Floresta Ombrзfiladensa, no sul do Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=2.623,81 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Pesquisadores relatam a incidЖncia de ameaуas diretas nessas рreas. A extraусo seletiva de madeira e o desmatamento para estabelecimento de culturas representam as ameaуas diretas mais relevantes para a perpetuaусo da espжcie na natureza.Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas, devido Яs caracterьsticas regionais do processo de desmatamento evidenciadas por dados concretos de perda de hрbitat. Assim, C. montanum foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20montanum","Mata AtlРntica"],
    [1063,"BROMELIACEAE","Canistrum pickelii","(A.Lima & L.B.Sm.) Leme & J.A.Siqueira","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum pickelii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Pernambuco eAlagoas. Tem distribuiусo restrita (EOO=5.842,21 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. A Mata AtlРntica nordestina foi devastada desde o perьodo de colonizaусo, e a principal ameaуa Я espжcie continua sendo a perda e degradaусo de hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20pickelii","Mata AtlРntica"],
    [1064,"BROMELIACEAE","Canistrum triangulare","L.B.Sm. & Reitz","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Canistrum triangulare ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente na regiсo serrana do Estadodo Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=2.154,52 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo na qualidade de hрbitat. A regiсo tem extensas рreas de plantaушes de cafж, entre outras atividades agrьcolas que afetam a integridade dos remanescentes de vegetaусo nativa. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas. Dessa forma, a espжcie foi classificada como \"Emperigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canistrum%20triangulare","Mata AtlРntica"],
    [1065,"BROMELIACEAE","Cryptanthus beuckeri","E.Morren","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Crypanthus beuckeri E. Morrenж endЖmica do Brasil e ocorre apenas nos estado do Espirito Santo e Bahia. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=32.392,214km▓) mas excede os limites estabelecidos pelos critжrios IUCN. Apesar de protegida por Unidades de Conservaусo, a espжcie estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat. Extinушes locais podem facilmente levar a espжcie a uma situaусo de risco de extinусo. Por estas razшes, foi classificada como Near Threatened (NT)","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20beuckeri",""],
    [1066,"BROMELIACEAE","Cryptanthus burle-marxii","Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus burle-marxii ж endЖmica do Brasil e ocorre apenas no Estado de Pernambuco. A espжcietem distribuiусo restrita (EOO=11.276,51 km▓) e poucas subpopulaушes sсo conhecidas. C. burle-marxii cresce em matas litorРneas sobre solos arenosos (Restingas) dentro do bioma Mata AtlРntica. A perda de hрbitat na faixa litorРnea ao longo de sua distribuiусo (Pernambuco), e a fragmentaусo dos remanescentes onde ocorre representam uma ameaуa para a sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas. Assim, C. burle-marxii foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20burle-marxii","Mata AtlРntica"],
    [1067,"BROMELIACEAE","Cryptanthus capitatus","Leme","EN","A2c,B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus capitatus ж endЖmica do Brasil e ocorre apenas no Estado do Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita (EOO=219,66 km▓) e sз se conhece uma populaусo em fragmento florestal situado no municьpio de Aracruz (ES). Estima-se que sua AOO seja de 12 km▓. A espжcie ocorre em solo de Florestas Ombrзfilas Densas associadas Я Mata AtlРntica, que ocupam montanhas prзximas ao oceano, apresenta baixa densidade populacional e ж considerada rara. O municьpio de Aracruz perdeu mais de 90% de sua cobertura vegetal original devido principalmente ao estabelecimento de extensas plantaушes de eucalipto. Acredita-se em pelo menos 50% de reduусo populacional nos Щltimos 10 anos. Por essas razшes, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20capitatus","Mata AtlРntica"],
    [1068,"BROMELIACEAE","Cryptanthus caracensis","Leme & E.Gross","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus caracensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Apresenta subpopulaушes pequenas na RPPN Parque Natural da Serra do Caraуa. Foi coletada em pontos dentro da unidade de conservaусo (SNUC) em questсo, mas existe uma subpopulaусo conhecida nсo protegida pelos limites da RPPN. C. caracensis tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=63,30 km▓). A espжcie ocorre em afloramentos rochosos de Campos Rupestres ferruginosos na рrea do quadrilрtero ferrьfero mineiro e a degradaусo ambiental resultante de atividades mineradoras vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat disponьvel para a espжcie. Por essas razшes, C. caracensis foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20caracensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1069,"BROMELIACEAE","Cryptanthus caulescens","I.Ramьrez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus caulescens ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Aespжcie tem distribuiусo restrita (EOO=207,94 km▓) e ж conhecida apenas por meio de coletas realizadas em trЖs localidades, que foram identificadas como situaушes de ameaуa distintas. Sua AOO ж de 16 km▓. A espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, devido Яs atividades agrьcolas na regiсo serrana do Espьrito Santo. De acordo com os dados disponьveis, restaram apenas 11% da vegetaусo original. Assim, C. caulescens foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20caulescens","Mata AtlРntica"],
    [1070,"BROMELIACEAE","Cryptanthus coriaceus","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus coriaceus ж endЖmica do Brasil e ocorre apenas no Estado do Espьrito Santo, ao nortede Vitзria. A espжcie cresce em pequenas montanhas a uma distРncia de 15 km do Oceano AtlРntico, num tipo de vegetaусo mais seco, de porte arbustivo, em formaушes de Florestas Ombrзfilas Densas. Apenas uma populaусo ж conhecida, composta por indivьduos esparsos. De acordo com o tamanho dos fragmentos de hрbitat remanescentes, suspeita-se que o tamanho populacional nсo exceda 2.500 indivьduos maduros, todos em uma Щnica localidade. Alжm disso, a distribuiусo da espжcie ж bastante restrita (EOO=280,24 km▓). A espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat devido Я perda e fragmentaусo da vegetaусo nativa, decorrente de atividades agrьcolas e mineradoras. Assim, C. coriaceus foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20coriaceus","Mata AtlРntica"],
    [1071,"BROMELIACEAE","Cryptanthus correia-araujoi","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus correia-araujoi ж endЖmica do Brasil. A espжcie ж conhecida apenas do Estado do Espьrito Santo. Mas pesquisadores apontam a possibilidade da espжcie possuir distribuiусo mais ampla e ocorrer tambжm em outros Estados do Nordeste brasileiro. Assim, sсo necessрrios maiores estudos populacionais que possam estabelecer com seguranуa a distribuiусo da espжcie. Cryptanthus correia-araujoi foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20correia-araujoi","Mata AtlРntica"],
    [1072,"BROMELIACEAE","Cryptanthus dorothyae","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus dorothyae ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo.Sсo conhecidas subpopulaушes nos municьpios de Serra, Guarapari e Presidente Kennedy, no Espьrito Santo, e Macaж e Barra de Itabapoana, no Rio de Janeiro. Cryptanthus dorothyae tem distribuiусo restrita (EOO=2.499,46 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. A espжcie ocorre em formaушes florestais fechadas de Restinga (Mata de Restinga) e em transiусo dessaspara matas periodicamente alagadas. As principais ameaуas Я perpetuaусo de C. dorothyae na natureza sсo a destruiусo e degradaусo de seu hрbitat, uma vez que grande parte das restingas brasileiras deu espaуo Яs рreas urbanas, aos loteamentos, assentamentos e outras formas de usodas planьcies litorРneas. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20dorothyae","Mata AtlРntica"],
    [1073,"BROMELIACEAE","Cryptanthus duartei","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus duartei ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, na regiсo da Serra do Cipз. Tem distribuiусo restrita (EOO=277,73 km▓) Яs рreas mais elevadas da Serra. Sua AOO ж de 12 km▓. Foram identificadas apenas trЖs localidades de ocorrЖncia, consideradas situaушes de ameaуa distintas. A regiсo sofre com a perda e fragmentaусo do hрbitat e ж frequentemente assolada por incЖndios que ameaуam a sobrevivЖncia de espжcies. Assim, C. duartei foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20duartei","Cerrado"],
    [1074,"BROMELIACEAE","Cryptanthus exaltatus","H.Luther","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus exaltatus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita (EOO=688,25 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas. A regiсo de ocorrЖncia de C. exaltatus enfrenta a perda e fragmentaусo de hрbitat decorrentes de atividade agrьcolas. Alжm disso, a espжcie nсo estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Assim, C. exaltatus foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20exaltatus","Mata AtlРntica"],
    [1075,"BROMELIACEAE","Cryptanthus fernseeoides","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus fernseeoides ж endЖmica do Brasil e ocorre somente no Estado do Espьrito Santo. Apenas a populaусo da localidade tipo, no municьpio de Domingos Martins, ж conhecida. Sua AOO ж de 4 km▓. A espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Domingos Martins tem apenas 23% de sua cobertura vegetal original e a perda e fragmentaусo de hрbitat continuam representando uma ameaуa para a sobrevivЖncia da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20fernseeoides","Mata AtlРntica"],
    [1076,"BROMELIACEAE","Cryptanthus fosterianus","L.B.Sm.","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus fosterianus ж uma espжcie endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Pernambuco, prзximo Я fronteira com a Paraьba. A espжcie foi coletada na natureza na Serra Negra de Bezerros, em Sсo Lourenуo da Mata, na localidade conhecida como Mata do Camocim. Apenas uma populaусo dessa planta ж conhecida. A Serra Negra de Bezerros constitui um Brejo de Altitude, cujas extensas florestas, no passado, cederam espaуo para o plantio do cafж e, mais tarde, para a pecuрriaextensiva. Hoje, a regiсo se encontra completamente devastada, e o que sobrou da biota local estр confinado aos afloramentos rochosos. Hр suspeitas de que a espжcie possa estar extinta na natureza. Tem AOO de 4 km▓. Por essas razшes, C. fosterianus foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), possivelmente extinta na natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20fosterianus","Mata AtlРntica"],
    [1077,"BROMELIACEAE","Cryptanthus glazioui","Mez","CR","B1ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus glazioui ж uma espжcie endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos CamposRupestres da Serra do Caraуa, em Minas Gerais. C. glazioui tem distribuiусo restrita (EOO=63,30 km▓)e estр sujeita ao declьnio contьnuo de EOO, AOO e qualidade de hрbitat. A regiсo faz parte do Quadrilрtero Ferrьfero, que sofre com a perda de hрbitat devido Я mineraусo de ferro. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20glazioui","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1078,"BROMELIACEAE","Cryptanthus grazielae","H.Luther","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus grazielae ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espirьto Santo, no municьpio de Vitзria. Entretanto, faltam dados ecolзgicos, populacionais e de ameaуas incidentes sobre a espжcie para subsidiar uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie. Portanto, C. grazielae foi considerada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20grazielae","Mata AtlРntica"],
    [1079,"BROMELIACEAE","Cryptanthus latifolius","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espжcie possuir distribuiусo bastante restrita, dados ecolзgicos e de ameaуas incidentes sсo necessрrios para permitir uma avaliaусo consistente sobre o risco de extinусo de Cryptanthus latifolius. Assim, a espжcie foi considerada \"Deficiente de dados\" (DD)","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20latifolius","Mata AtlРntica"],
    [1080,"BROMELIACEAE","Cryptanthus leuzingerae","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem informaушes suficientes para a avaliaусo de risco de extinусo. Mais estudos sobre as sub-populaушes e sua distribuiусo sсo necessрrios para permitir uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20leuzingerae","Mata AtlРntica"],
    [1081,"BROMELIACEAE","Cryptanthus lutherianus","I.Ramьrez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus lutherianus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espirito Santo. Mas existem poucas informaушes disponьveis de modo a inviabilizar uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie. Assim, Cryptanthus lutherianus foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20lutherianus","Mata AtlРntica"],
    [1082,"BROMELIACEAE","Cryptanthus maritimus","L.B.Sm.","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Cryptanthus maritimus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Aespжcie tem distribuiусo restrita (EOO=148,33 km▓) e habita matas de Restinga e Florestas Ombrзfilas Densas, prзximo ao litoral. Tem AOO de 24 km▓. De acordo com dados de desmatamento, a regiсo perdeu mais de 85% da cobertura vegetal original. Estima-se que ao menos 50% da populaусo tenham sido reduzidos nos Щltimos 10 anos, devido Я expansсo urbana de Vila Velha e Guarapari. Apesar de legalmente protegida em unidades de conservaусo (SNUC), as restingas capixabas vЖm sendo sistematicamente destruьdas ao longo do processo de ocupaусo territorial do leste brasileiro. Assim, C. maritimus foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20maritimus","Mata AtlРntica"],
    [1083,"BROMELIACEAE","Cryptanthus minarum","L.B.Sm.","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus minarum ж endЖmica do Brasil e ocorre apenas no Estado de Minas Gerais. Atж recentemente, era conhecida apenas pela sua coleусo-tipo de 1902 no Pico do Itabira, tendo sido recoletada em Itueta em 1997. C. minarum cresce sobre afloramentos rochosos, mas sua ecologia ainda ж pouco conhecida. Entretanto, tem distribuiусo restrita (EOO=395,18 km▓) a uma localidade que tem sido totalmente alterada pela mineraусo de ferro. O municьpio de Itabira perdeu mais de 98% de sua cobertura vegetal original. Estima-se que mais de 50% da populaусo tenham sido eliminados nos Щltimos 10 anos. Por essas razшes a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20minarum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1084,"BROMELIACEAE","Cryptanthus odoratissimus","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus odoratissimus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie foi coletada em trЖs localidades distintas, que foram consideradas diferentes situaушes de ameaуa. Sua distribuiусo ж restrita (EOO=240,64 km▓) e a espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20odoratissimus","Mata AtlРntica"],
    [1085,"BROMELIACEAE","Cryptanthus pseudoglazioui","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Os dados disponьveis sсo insuficientes para permitir uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20pseudoglazioui",""],
    [1086,"BROMELIACEAE","Cryptanthus pseudoscaposus","L.B.Sm.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus pseudoscaposus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=742,23 km▓) e ocupa uma AOO de 24 km▓. Cryptanthus pseudoscaposus ж terrьcola e cresce em fragmentos de Floresta Ombrзfila, tendo sido coletada em saliЖncias rochosas, em ambiente Щmido e sombreado. O municьpio de Domingos Martins, onde a espжcie ocorre, perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos do declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуadistintas. Assim, C. pseudoscaposus foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20pseudoscaposus","Mata AtlРntica"],
    [1087,"BROMELIACEAE","Cryptanthus roberto-kautskyi","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus roberto-kautskyi ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do EspьritoSanto. Ocupa uma AOO de apenas 8 km▓. A espжcie vive no folhiуo de Florestas Ombrзfila Densa, onde o ambiente ж densamente sombreado. O municьpio de Domingos Martins, onde a espжcie ocorre, perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos do declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. As duas localidades de ocorrЖncia foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20roberto-kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [1088,"BROMELIACEAE","Cryptanthus scaposus","E.Pereira","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus scaposus ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=287,94 km▓) e ocupa uma AOO de 20 km▓. Cresce em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa. As formaушes florestais do Espьrito Santo perderam uma extensсo significativa da cobertura vegetal ao longo dos Щltimos anos e continuam sofrendo com o declьnio contьnuo da qualidade desse tipo de hрbitat. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20scaposus","Mata AtlРntica"],
    [1089,"BROMELIACEAE","Cryptanthus whitmanii","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus whitmanii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem uma AOO menor que 10 km▓ e ж conhecida apenas a partir de uma Щnica localidade no municьpio de Domingos Martins. Este municьpio perdeu mais de 75% de sua cobertura vegetal originale continua sofrendo os efeitos do declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat da espжcie. Assim, C. whitmanii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20whitmanii","Mata AtlРntica"],
    [1090,"BROMELIACEAE","Cryptanthus zonatus","(Visiani) Beer","VU","B1ab(iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cryptanthus zonatus ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados nordestinos do Rio Grande do Norte e Pernambuco. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=18.612,36 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Foram identificadas menos de 10 situaушes de ameaуa, considerando a presenуa e ausЖncia em рreas protegidas (SNUC). Devido Я degradaусo ambiental, a espжcie estр tambжm sujeita Яs extinушes locais de subpopulaушes existentes devido Я coleta de indivьduos maduros. C. zonatus ж uma das espжcies mais ornamentais e populares do gЖnero e ж coletada para fins comerciais. Apesar de ser amplamente cultivada, sua existЖncia na natureza estр ameaуada de extinусo. Assim, C. zonatus foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptanthus%20zonatus","Mata AtlРntica"],
    [1091,"BROMELIACEAE","Deuterocohnia meziana","Kuntze ex Mez","VU","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Deuterochonia meziana tem distribuiусo restrita (EOO=18.358,33 km▓) e ocorre em afloramentos rochosos ferruginosos do bioma Cerrado, no Estado do Mato Grosso do Sul. A espжcie tem uma estrutura populacional severamente fragmentada e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Os afloramentos onde ocorre estсo sujeitos a diversas ameaуas como a incidЖncia do fogo, o pastoreio ou mesmo a mineraусo de ferro. Todas essas prрticas resultam em declьnio constante da qualidade dohрbitat e da AOO da espжcie.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Deuterocohnia%20meziana","Cerrado"],
    [1092,"BROMELIACEAE","Disteganthus calatheoides","(L.B.Sm.) L.B.Sm. & R.W.Read","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie Disteganthus calatheoides ж conhecida no Brasil apenas de um Щnico registro realizado na dжcada de 60 no Estado do Amapр. A espжcie tambжm ocorre no paьs vizinho Guiana Francesa. D. calatheoides ocorre em interior de florestas Щmidas alagadas, sobre solos argilosos encharcados. Apesar de na regiсo existirem extensas рreas de habitat disponьveis, sсo necessрrios mais estudos sobre a distribuiусo da espжcie, para subsidiar uma avaliaусo do risco de extinусo mais consistente. Por esta razсo a espжcie foi considerada como \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disteganthus%20calatheoides","AmazЗnia"],
    [1093,"BROMELIACEAE","Dyckia agudensis","Irgang & Sobral","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia agudensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, mais precisamente no Morro Agudo, municьpio de Agudo. Tem distribuiусo restrita (EOO=4,12 km▓) e ocupa uma AOO de apenas 8 km▓. A espжcie ж rupьcola e cresce sobre formaушes basрlticas, entre vegetaусo xerзfila. D. agudensis estр sujeita Я perda e fragmentaусo do hрbitat devido ao desmatamento causado por atividades agrьcolas no entorno. Alжm disso, a espжcie nсo estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Sua localidade de ocorrЖncia foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20agudensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1094,"BROMELIACEAE","Dyckia alba","S.Winkl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de Dyckia alba possuir distribuiусo restrita ao Estado do Rio Grande do Sul e estar sujeita a degradaусo ambiental decorrente de prрticas agrьcolas adotadas na regiсo, a espжcie foi considerada como \"Deficiente de Dados\" (DD) devido a ausЖncia de registros de ocorrЖncia documentados em nosso banco de dados. Estudos sobre a distribuiусo geogrрfica e sobre a ecologia da espжcie sсo necessрrios para uma avaliaусo consistente sobre o estado de conservaусo de D. alba.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20alba","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1095,"BROMELIACEAE","Dyckia brevifolia","Baker","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie Dyckia brevifolia foi descrita com base em uma prancha. Os registros de ocorrЖncia disponьveis para a espжcie sсo na verdade testemunhos de outras espжcies de Dykia. Assim, D. brevifolia foi avaliada como \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20brevifolia","Mata AtlРntica"],
    [1096,"BROMELIACEAE","Dyckia cabrerae","L.B.Sm. & Reitz","EN","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia cabrerae ж endЖmica do Brasil e ocorre na Mata AtlРntica nos Estados do Paranр e de SantaCatarina, nos campos do planalto do Estado de Santa Catarina. A espжcie apresenta extensa distribuiусo (EOO=85.381,49 km▓), no entanto, ocupa uma AOO de apenas 36 km▓. Dyckia cabrerae ж xerзfita e heliзfita, muito rara, e cresce nos campos rochosos ou em clareiras, formando por vezes pequenos agrupamentos muito descontьnuos, situados em altitudes de 900 a 1.000 m. A espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e do nЩmero de indivьduos maduros. As localidades de ocorrЖncia foram agrupadas em duas situaушes de ameaуa distintas, considerando a presenуa ou ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20cabrerae","Mata AtlРntica"],
    [1097,"BROMELIACEAE","Dyckia choristaminea","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia choristaminea ж endЖmica do Brasil e segundo a literatura ocorre na Mata AtlРntica e Pampa, nos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio Grande do Sul. Entretanto, sз existem registros de ocorrЖncia em nosso banco de dados para o Estado do Rio Grande do Sul. Considerando que o registro da espжcie nesses outros estado irр alterar consideravelmente a avaliaусo da espжcie, Dyckia choristaminea foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD), atж que estas incongruЖncias sejam esclarecidas.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20choristaminea","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1098,"BROMELIACEAE","Dyckia commixta","Hassl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas de uma coleta, realizada em 1967. Apesar de apresentar distribuiусo restrita e рrea de ocupaусo reduzida, a espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20commixta","Mata AtlРntica"],
    [1099,"BROMELIACEAE","Dyckia delicata","Larocca & Sobral","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia delicata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Esta espжcie ж conhecida somente da localidade tipo e parece ser endЖmica de afloramentos basрlticos. Ocupa uma AOO de 4 km▓ referente a duas pequenas montanhas, que distam cerca de 100 m uma da outra. ╔ provрvel que a espжcie cresуa tambжm em outros afloramentos prзximos. D. delicata enfrenta o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat devido Я degradaусo no entorno. A localidade de ocorrЖncia foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20delicata","Mata AtlРntica"],
    [1100,"BROMELIACEAE","Dyckia distachya","Hassl.","CR","C1+2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia distachya nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre na Mata AtlРntica, nos Estados de Santa Catarinae do Rio Grande do Sul. A espжcie ж exclusiva de ilhas rochosas ao longo das margens dos Rios Uruguai e Paranр. D. distachya estр adaptada a variaушes ambientais extremas, passando ora por perьodos de seca, ora ficando encoberta pela рgua durante as enchentes. Ocupa AOO de 20 km▓. Recentemente, pesquisas constataram a existЖncia de uma Щnica subpopulaусo com cerca de 150 indivьduos, a qual sofreu um declьnio de 25% nos Щltimos trЖs anos. A рrea estр sujeita aos efeitos da construусo de barragens para a hidrelжtrica e provavelmente serр afetada pela construусo de novas represas. Assim, D. distachya foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20distachya","Mata AtlРntica"],
    [1101,"BROMELIACEAE","Dyckia domfelicianensis","Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia domfelicianensis, no Brasil, ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Ocorria de forma esparsa ao longo de 617 km da Bacia do Rio Uruguai, mas atualmente restam subpopulaушes naturais apenas no Salto Yucumс e no Parque Provincial Moconр (Argentina), na continuaусo do Rio Uruguai. Essa espжcie tem sua localidade-tipo no Paraguai, na regiсo do trecho superior do Rio Paranр. Estр presente em afloramentos rochosos da regiсo do municьpio de Dom Feliciano. Ocupa AOO de apenas 8 km▓. Todas as localidades foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa. A regiсo sofre com a degradaусo ambiental, perda e fragmentaусo da paisagem, que causam o declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat. De acordo com dados disponьveis, o municьpio de Dom Feliciano perdeu 98,28% de sua cobertura vegetal original. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20domfelicianensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1102,"BROMELIACEAE","Dyckia dusenii","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","De acordo com a literatura a espжcie ocorre exclusivamente em Estados do sul. Entretanto, existem registros de ocorrЖncia da espжcie para o Estado do Piauь, no nordeste brasileiro. A espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [1103,"BROMELIACEAE","Dyckia elisabethae","S.Winkl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20elisabethae","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1104,"BROMELIACEAE","Dyckia encholirioides","(Gaudich.) Mez","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie Dyckia encholirioides ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de apresentar distribuiусo ampla, ocupa uma рrea (AOO) de apenas 168 km▓. Apesar de estar protegida por unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie possui valor ornamental e tambжm ж utilizada para o assentamento de dunas, em рreas de restinga. Caso sejam confirmadas ameaуas que estejam causando declьnio nas sub-populaушes da espжcie ela poderр ser avaliada como \"Em Perigo\" (EN). Enquanto isso a espжcie foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20encholirioides","Mata AtlРntica"],
    [1105,"BROMELIACEAE","Dyckia fosteriana","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia fosteriana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Paranр. A espжcie temdistribuiусo restrita e ocupa AOO de 40 km▓. Ocorre em formaушes campestres e afloramentos rochosos de Mata AtlРntica e, eventualmente, em рreas de transiусo com Cerrado. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas. A espжcie estр sujeita Я perda e fragmentaусo dehрbitat e Я retirada de indivьduos maduros. D. fosteriana ж provavelmente a mais ornamental e popular espжcie do gЖnero. Por essas razшes, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20fosteriana","Mata AtlРntica"],
    [1106,"BROMELIACEAE","Dyckia hatschbachii","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia hatscbachii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Paranр, em Paranaguр.A espжcie cresce nas restingas litorРneas e ocupa uma рrea de apenas 8 km▓. A regiсo sofre com a perda e fragmentaусo de hрbitats. Todas as localidades de ocorrЖncia da espжcie foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, D. hatscbachii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [1107,"BROMELIACEAE","Dyckia hebdingii","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie. Assim, Dyckia hebdingii foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20hebdingii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1108,"BROMELIACEAE","Dyckia ibicuiensis","Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia ibicuiensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, no municьpio de Santa Maria. Este perdeu mais de 94% da cobertura vegetal original nos Щltimos anos e sofre com a degradaусo ambiental e fragmentaусo da paisagem, que causam o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. A espжcie ocupa uma AOO de 4 km▓. A Щnica localidade de ocorrЖncia foi considerada uma situaусo de ameaуa. Assim, D. ibicuiensis foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, sсo necessрrios mais estudos sobre a estrutura populacional e suas caracterьsticas ecolзgicas para garantir o planejamento de aушes efetivas de conservaусo.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ibicuiensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1109,"BROMELIACEAE","Dyckia ibiramensis","Reitz","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia ibiramensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Mata AtlРntica do Estado de Santa Catarina. Tem distribuiусo restrita (EOO=7,04 km▓) e cresce naturalmente em ilhas de vegetaусo distribuьdas ao longo de 4 km das margens do Rio Itajaь do Norte. Trata-se de uma planta rupьcola e reзfita. Espжcie heliзfita, adapta-se Яs variaушes extremas das enchentes e vazantes, com hрbitat superЩmido durante as enchentes, variando para seco nos perьodos de estiagem. As rosetas de D. ibiramensis nсo morrem apзs um evento reprodutivo e a planta apresenta crescimento clonal, resultando na formaусo de diversos aglomerados. Estudos disponьveis contabilizaram um total populacional de 7.366 indivьduos (considerando somente rosetas) nas nove subpopulaушes existentes. Tem AOO de 12 km▓. A maior ameaуa incidente ж o efeito da instalaусo de hidrelжtricas. Em 2004, foi autorizada a construусo de pequenas centrais hidrelжtricas na regiсo onde a espжcie ocorre. O desenvolvimento nesta рrea tem se tornado a maior ameaуa para a conservaусo in situ de D. ibiramensis, em curto prazo. A construусo dessas hidrelжtricas resultarр na submersсo total (perda) de duas subpopulaушes (2,6% das rosetas), porжm, a subpopulaусo com maior representatividade genжtica serр mantida. Apesar do declьnio do nЩmero de indivьduos maduros, as subpopulaушes remanescentes parecem estar protegidas. Considerando que esse risco ainda existe, e que foi firmadoum compromisso de conservar a maior subpopulaусo da espжcie, foram identificadas duas situaушes de ameaуa. Assim, D. ibiramensis foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ibiramensis","Mata AtlРntica"],
    [1110,"BROMELIACEAE","Dyckia irmgardiae","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados ecolзgicos e sobre ameaуas incidentes suficientes para fazer uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20irmgardiae","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1111,"BROMELIACEAE","Dyckia julianae","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para assegurar uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20julianae",""],
    [1112,"BROMELIACEAE","Dyckia maritima","Baker","EN","B2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia maritima Baker ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. A espжcie ж rupьcola, heliзfita ou de luz difusa e seletiva xerзfita, muito frequente nos costшes rochosos do litoral, bem como nas rochas arenьticas ao sul de Santa Catarina e ao leste do Rio Grande do Sul. Apesar de sua ampla distribuiусo (EOO=44.642,84 km▓) e de formar densos agrupamentos de rosetas, ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 100 km▓. A formaусo do reservatзrio do AHE Barra Grande (RS/SC) provocou a submersсo de remanescentes de indivьduos da espжcie na рrea alagada, contribuindo para a reduусo da variabilidade genжtica de suas populaушes. Alжm disso, atividades relacionadas Я agricultura de subsistЖncia e criaусo de gado vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa de acordo com a presenуa ou ausЖncia de рreas protegidas. Assim, D. maritima foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20maritima","Mata AtlРntica"],
    [1113,"BROMELIACEAE","Dyckia minarum","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo. Apesar de ocupar uma рrea restrita (AOO=82 km▓) nсo existem ameaуas descritas nem evidЖncias de declьnio contьnuo nas subpopulaушes. Assim, Dyckia minarum foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20minarum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1114,"BROMELIACEAE","Dyckia monticola","L.B.Sm. & Reitz","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia monticola ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Santa Catarina. Tem distribuiусo bastante restrita (EOO=88,30 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 20 km▓. A espжcie ocorre em formaушes campestres e afloramentos rochosos e estр ameaуada pela atividade da indЩstria mineradora, que causa o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Como todas as localidades de ocorrЖncia estсo fora de unidades de conservaусo (SNUC), foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, D. monticola foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20monticola","Mata AtlРntica"],
    [1115,"BROMELIACEAE","Dyckia polycladus","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Os dados disponьveis sсo insuficientes para a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20polycladus",""],
    [1116,"BROMELIACEAE","Dyckia pseudococcinea","L.B.Sm.","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia pseudococcinea ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=22,77 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 20 km▓. Habita as Restingas de Ericaceae (рrea de constante alagamento devido ao nьvel do lenуol freрtico) em Maricр. A рrea foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. O loteamento de terrenos prзximos ao litoral ж a principal ameaуa incidente. Visitas recentes Я regiсo indicam que o estado de conservaусo vem se agravando, o que pode levar Я extinусo da espжcie em futuro prзximo. Assim, D. pseudococcinea foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20pseudococcinea","Mata AtlРntica"],
    [1117,"BROMELIACEAE","Dyckia rariflora","Schult. & Schult.f.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia rariflora ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em рreas de Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo no Estado de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo restrita Я Serra do Itabirito e Serra do Cipз e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 36 km▓. O emprego secular dos Campos Rupestres como pastagens naturais, associado Я mineraусo, Яs queimadas, ao extrativismo e ao desmatamento das matas de galeria comprometem a sobrevivЖncia de muitas espжcies de Bromeliaceae da Bahia e de Minas Gerais. A situaусo atual de ameaуas a que estсo sujeitas as espжcies dos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo torna urgente a realizaусo de pesquisas sobre taxonomia, genжtica de populaушes e biologia reprodutiva. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, referentes a cada uma das trЖs localidades onde a planta ocorre. Assim, D. rariflora foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20rariflora","Cerrado"],
    [1118,"BROMELIACEAE","Dyckia reitzii","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia reitzii ж endЖmica do Brasil, ocorre nos Estados do Paranр e de Santa Catarina e tem registros de coletas nos Estados do Paranр e Santa Catarina. Dados de especialistas indicam sua presenуa tambжm no Rio Grande do Sul. Habita formaушes campestres e afloramentos rochosos, em solos pedregosos de arenito ou basalto do alto dos \"taimbжs\" da Serra Geral, onde forma pequenos e descontьnuos agrupamentos de indivьduos, entre 1.400 m e 1.800 m de altitude. Ocupa uma рrea (AOO ) de 84 km▓ e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat, devido Яs atividades agrьcolas que levam Я perda e fragmentaусo de hрbitat. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa, de acordo com o diferente padrсo de perda e fragmentaусo da paisagem nos Estados de Santa Catarina e do Paranр. Assim, D. reitzii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN). Entretanto, estudos de estrutura populacional ajudariam a dar subsьdios para uma avaliaусo ainda mais consistente.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [1119,"BROMELIACEAE","Dyckia remotiflora","Otto & A.Dietr.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia remotiflora nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre tambжm no Uruguai e Argentina. Em territзrio nacional, a espжcie ж registrada apenas na Regiсo Sul. Estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC), no entanto, ocupa uma AOO de 64 km▓. Ocorre em formaушes campestres e afloramentos rochosos. Atividades como mineraусo, agricultura e pecuрria vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat da espжcie. D. remotiflora nсo escapa da aусo do gado bovino, que as devora parcialmente, impedindo sua expansсo vegetativa e causando reduусo no nЩmero de indivьduos maduros. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20remotiflora","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1120,"BROMELIACEAE","Dyckia retroflexa","S.Winkl.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para a avaliaусo da espжcie.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20retroflexa",""],
    [1121,"BROMELIACEAE","Dyckia rigida","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de dados ecolзgicos sobre a espжcie estarem disponьveis, a ausЖncia de dados populacionais e de distribuiусo impedem uma avaliaусo consistente.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20rigida",""],
    [1122,"BROMELIACEAE","Dyckia tuberosa","(Vell.) Beer","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20tuberosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1123,"BROMELIACEAE","Dyckia ursina","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Dyckia ursina ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 4 km▓. Apenas uma populaусo ж conhecida, em frente Я localidade denominada Chapжu do Sol e adjacЖncias. Essa populaусo estр sujeita a vрrios tipos de interferЖncia externa, principalmente a presenуa de gado, fogo e grande quantidade de lixo, que causam o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Portanto, D. ursina foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyckia%20ursina","Cerrado"],
    [1124,"BROMELIACEAE","Edmundoa lindenii","(Regel) Leme","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie possui ampla distribuiусo (EOO=627.471,8 km▓) na Mata AtlРntica, principalmente em рreas de floresta ombrзfila densa e restinga. Ocorre tambжm em рreas de floresta estacional semidecidual. E. lindenii foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Edmundoa%20lindenii","Mata AtlРntica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1125,"BROMELIACEAE","Eduandrea selloana","(Baker) Leme et al.","EN","B1a+2b(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Eduandrea selloana ж endЖmica do Brasil. Tem distribuiусo restrita (EOO=2.865,53 km▓) e exclusivanos Campos Rupestres da porусo sul da Cadeia do Espinhaуo de Estado de Minas Gerais. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. O fogo, a mineraусo e a fragmentaусo da vegetaусo nativa na regiсo reduzem a qualidade do hрbitat da espжcie. Portanto, E. selloana foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eduandrea%20selloana","Matas de Galeria sob Campos Rupestres, Florestas Estacionais Semideciduais Montanas"],
    [1126,"BROMELIACEAE","Encholirium biflorum","(Mez) Forzza","CR","B2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium biflorum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=605,71 km▓) Я porусo mineira da Cadeia do Espinhaco, sendo a maioria das coletas procedentes do Planalto de Diamantina. Apenas uma coleta foi realizada na Serra do Cipз, mas especialistas consideram essa ocorrЖncia duvidosa. Hр apenas uma populaусo muito pequena da espжcie. E. biflorum tem uma рrea de ocupaусo (AOO ) calculada em apenas 16 km▓, porжm, esse valor pode ser ainda menor, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A Щnica populaусo de E. biflorum registrada nos Щltimos anos ocorre prзximo a uma рrea de estrada e ж extremamente vulnerрvel. Como as plantas sсo diminutas e estсo sobre terreno plano, correm o risco de serem facilmente destruьdas por qualquer roуa, criaусo ou benfeitoria, ou mesmo pela passagem de um trator. Assim, E. biflorum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20biflorum","Cerrado"],
    [1127,"BROMELIACEAE","Encholirium disjunctum","Forzza","CR","B2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium disjunctum ж endЖmica do Brasil e ocorre no Estado de Goiрs e, possivelmente, Bahia. Tem distribuiусo bastante restrita (EOO=261,26 km▓) e ocupa uma рrea extremamente reduzida (AOO =4 km▓). E. disjunctum ж conhecida a partir de apenas uma localidade, que foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. Sua populaусo estр localizada a 400 m da Rodovia Brasьlia? Barreiras, 14 km ao norte do entroncamento de Posse (BR-020, km 243) em uma рrea de Cerrado e afloramentos de Canga. A espжcie ocorre de forma isolada ou compondo pequenas touceiras. Assim, estima-se que sua populaусo nсo seja maior do que 250 indivьduos, todos em uma Щnica localidade. Por essas razшes, E. disjunctum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20disjunctum","Cerrado"],
    [1128,"BROMELIACEAE","Encholirium gracile","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium gracile ж endЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais e do Espьrito Santo e tem distribuiусo restrita. As coleушes referentes Я espжcie sсo procedentes dos afloramentos rochosos do norte do Estado do Espьrito Santo e leste de Minas Gerais. Todavia, foi observada em estрgio vegetativo nos afloramentos prзximos a Vitзria e Colatina (ES). ╔ provрvel que tambжm ocorra no extremo sul da Bahia. Por outro lado, a espжcie ocupa uma рrea reduzida (AOO =56 km▓) e nenhuma das ocorrЖncias estр protegida por unidades de conservaусo. A maior ameaуa Яs espжcies de Encholirium ж a degradaусo do hрbitat devido Я extraусo de rochas calcрrias e granьticas. E. gracile ocorre em abundРncia sobre afloramentos de granito e a pressсo extrativista sobre essas rochas tЖm eliminado um nЩmero elevado de subpopulaушes. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20gracile","Mata AtlРntica"],
    [1129,"BROMELIACEAE","Encholirium heloisae","(L.B.Sm.) Forzza & Wand.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium heloisae ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita (EOO=1.627,22 km▓, AOO =32 km▓) Я Serra do Cipз, municьpio de Santana do Riacho. Encontra-se amplamente distribuьda nessa regiсo, porжm sempre com poucos indivьduos por subpopulaусo, ocorrendo em solos areno-pedregosos. Por isso, foram identificadas duas situaушes de ameaуa, considerando a ocorrЖncia de subpopulaушes dentro ou fora de рreas protegidas (SNUC). A pavimentaусo asfрltica da estrada de acesso Я regiсo destruiu algumas subpopulaушes. Alжm disso, o fluxo de turistas deve aumentar, assim como a procura por terrenos. Esse fato pode propiciar um aumento do uso das terras nas рreas em que a espжcie ocorre, causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Alжm disso, sabe-se que o impacto das queimadas sobre as populaушes de Encholirium, apesar de nсo quantificado, pode ter efeitos drрsticos na sobrevivЖncia e no recrutamento dos indivьduos. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20heloisae","Cerrado"],
    [1130,"BROMELIACEAE","Encholirium horridum","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de amplamente distribuьda, sua ocorrЖncia estр restrita aos afloramentos rochosos granьticos. Encholirium horridum ocupa uma рrea (AOO ) de 192 km▓ e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. A maior ameaуa Яs espжcies de Encholirium ж a degradaусo do hрbitat devido Я extraусo de rochas calcрrias e granьticas. Alжm disso, quase todos os afloramentos onde a espжcie ocorre estсo localizados em рreas de pastagem e sujeitos a queimadas e pastoreio de bovinos e caprinos. Sua presenуa em unidades de conservaусo (SNUC) nсo estр comprovada. Assim, todas as localidades foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa, jр que nсo estсo protegidas pela legislaусo. Portanto, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20horridum","Mata AtlРntica"],
    [1131,"BROMELIACEAE","Encholirium irwinii","L.B.Sm.","CR","B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium irwinii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, na regiсo de Grсo Mogol. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=6,58 km▓) e ocupa uma рrea extremamente pequena (AOO =12 km▓). Foram identificadas duas situaушes de ameaуa, com base na presenуa ou ausЖncia em рreas protegidas (SNUC). As subpopulaушes dessa espжcie sсo pequenas, sempre com nЩmero inferior a 50 rosetas. Algumas estсo localizadas dentro do Parque Estadual de Grсo Mogol, mas a maioria encontra-se fora da unidade. A espжcie ж rupьcola, e ocorre nos Campos Rupestres, diretamente sobre as rochas. Estima-se que o tamanho populacional nсo exceda 250 indivьduos maduros. A perda e fragmentaусo do hрbitat vЖm causando declьnio contьnuo em sua qualidade. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20irwinii","Cerrado"],
    [1132,"BROMELIACEAE","Encholirium longiflorum","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium longiflorum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita (EOO=527,16 km▓) e sua ocorrЖncia em Minas Gerais se restringe ao extremo norte do Estado. A espжcie tem hрbito rupьcola e ocorre exclusivamente em afloramentos de calcрrio em altitudes que variam entre 480 e 500 m. Ocupa uma рrea (AOO) de apenas 8 km▓. A espжcie nсo tem registros de ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), assim, todas as localidades foram consideradas uma mesma situaусo de ameaуa. A maior ameaуa Яs espжcies de Encholirium ж a extraусo de rochas calcрrias e granьticas, que causam o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Por essas razшes, E. longiflorum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20longiflorum","Mata AtlРntica"],
    [1133,"BROMELIACEAE","Encholirium luxor","L.B.Sm. & R.W.Read","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium luxor ж endЖmica do Brasil, e ocorre exclusivamente em afloramentos de calcрrio do Cerrado. Apesar de amplamente distribuьda (EOO=59.594,74 km▓), apresenta AOO de apenas 20 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Aparentemente, hр disjunусo entre as subpopulaушes do Brasil Central e de Minas Gerais, que apresentam inclusive sutis diferenуas morfolзgicas que precisam ser melhor compreendidas. Muitas subpopulaушes de E. luxor estсo sendo rapidamente destruьdas devido Я exploraусo intensa dos afloramentos de calcрrio. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20luxor","Cerrado"],
    [1134,"BROMELIACEAE","Encholirium pedicellatum","(Mez) Rauh","CR","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium pedicellatum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=31,8 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 16 km▓. A Щnica populaусo conhecida da espжcie ж formada por seis agrupamentos com cerca de 10 touceiras ou indivьduos solitрrios em cada. Estima-se que o tamanho populacional seja de cerca de 250 indivьduos maduros, com no mрximo 50 em cada subpopulaусo. Encholirium pedicellatum nсo ocorre em рreas protegidas por unidade de conservaусo (SNUC), e sua Щnica populaусo estр sujeita a queimadas, pastoreio e expansсo urbana. Assim, E. pedicellatum foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20pedicellatum","Cerrado"],
    [1135,"BROMELIACEAE","Encholirium scrutor","(L.B.Sm.) Rauh","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium scrutor ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais, no Planalto de Diamantina e na Serra do Cipз. A espжcie forma densas subpopulaушes, porжm restritas a pequenas рreas (AOO =12 km▓). Ocorre fora de unidades de conservaусo (SNUC) em locais sujeitos Яs queimadas, ao pastoreio e Я mineraусo. Cada uma das trЖs localidades de ocorrЖncia foi considerada uma situaусo de ameaуa distinta. Assim, E. scrutor foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20scrutor","Cerrado"],
    [1136,"BROMELIACEAE","Encholirium vogelii","Rauh","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Encholirium vogelii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente na Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem distribuiусo restrita (EOO=268,16 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 4 km▓. A espжcie apresenta mais frequentemente o hрbito terrьcola, e forma subpopulaушes pequenas restritas aos Campos Rupestres, sempre em solos areno-pedregosos, entre afloramentos rochosos. Apesar das subpopulaушes de E. vogelii serem constituьdas de muitas rosetas adultas, poucas plantas florescem no mesmo ano e muitas inflorescЖncias sсo atacadas por herbьvoros. Na Serra do Cipз, muitos proprietрrios locais esperam que, com a pavimentaусo asfрltica da MG-010, o fluxo de turistas seja incrementado, havendo valorizaусo das terras e maior procura de lotes para a implantaусo de chрcaras e casas de veraneio e pousadas. Esse fato pode ocasionar o aumento de uso das terras nas рreas em que a espжcie ocorre, causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. A Щnica localidade de ocorrЖncia foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, a maior subpopulaусo estр abrigada em uma рrea protegida.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encholirium%20vogelii","Cerrado"],
    [1137,"BROMELIACEAE","Fernseea bocainensis","E.Pereira & Moutinho","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Fernseea bocainensis ж endЖmica do Brasil e apresenta distribuiусo bastante restrita (EOO=74,36 km▓), tendo sido coletada apenas em trЖs localidades. Sua distribuiусo ж naturalmente fragmentada devido Я especificidade de hрbitat, pois ocorre exclusivamente em рreas de vegetaусo campestre nos locais mais elevados da Serra do Mar e da Mantiqueira. Historicamente, a parte litorРnea da Mata AtlРntica entre os Estados do Rio de Janeiro e Sсo Paulo sofreu os impactos decorrentes de atividades antrзpicas relacionadas aos diferentes ciclos econЗmicos, e ainda hoje enfrenta os efeitos da incidЖncia de ameaуas. Apesar de estar presente em unidades de conservaусo (SNUC), F. bocainensis estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Por essa razсo, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fernseea%20bocainensis","Mata AtlРntica"],
    [1138,"BROMELIACEAE","Fernseea itatiaiae","(Wawra) Baker","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Fernseea itatiaiae ж endЖmica do Brasil e ocorre somente na regiсo da Serra da Mantiqueira prзximo Я divisa entre os Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=2.710,73 km▓) ao Planalto do Itatiaia, onde ocorre em formaушes campestres e em afloramentos rochosos em elevadas altitudes, sob condiушes Щmidas e frias. IncЖndios quase anuais prejudicam a sobrevivЖncia da espжcie e resultam em declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, mesmo dentro de unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fernseea%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [1139,"BROMELIACEAE","Guzmania monostachia","(L.) Rusby ex Mez","VU","A2c,B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Guzmania monostachia ocorre em subpopulaушes disjuntas no nordeste do Brasil. A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, e tem registros em trЖs serras no Estado do Cearр e em uma localidade no Estado de Pernambuco. Entretanto, esse registro foi feito em 1973 e a subpopulaусo foi considerada extinta. Apesar de plРntulas que podem ser da espжcie terem sido encontradas em outra localidade, acredita-se que G. monostachia nсo ocorra mais neste Estado. Alжm disso, a espжcie tem AOO de apenas 56 km▓. G. monostachia ocupa remanescentes de Florestas Ombrзfila Densa e Estacional Semidecidual em regiшes de brejos de altitude da Caatinga. Estes tipos de formaусo florestal estсo altamente fragmentados no nordeste brasileiro, e estima-se que cerca de 30% de perda da cobertura vegetal original tenha ocorrido nos Щltimos anos. Foram identificadas seis situaушes de ameaуa distintas. A espжcie ж coletada e utilizada para forrageio de animais. Assim, foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guzmania%20monostachia","Mata AtlРntica"],
    [1140,"BROMELIACEAE","Guzmania sanguinea","(Andrж) Andrж ex Mez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Guzmania sanguinea nсo ж endЖmica do Brasil e tem registros para a Costa Rica, Trinidad e Tobago, Equador e ColЗmbia. Entretanto, em territзrio brasileiro, a espжcie ж conhecida apenas a partir de uma regiсo restrita (EOO=264,87 km▓) do Cearр. Estima-se que sua AOO seja ainda menor. G. sanguinea ocorre nas matas das Serras de Baturitж e Maranguape. Essas localidades foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa. A regiсo sofre os efeitos da perda contьnua de hрbitat devido ao desmatamento. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guzmania%20sanguinea","Mata AtlРntica"],
    [1141,"BROMELIACEAE","Hohenbergia augusta","(Vell.) E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia augusta possui ampla distribuiусo (EOO=268.920,64 km▓) no litoral dos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Sсo paulo, Paranр e Santa Catarina. A espжcie ж endЖmica dos fragmentos florestais Щmidos e secundрrios de Mata AtlРntica das regiшes Sudeste e Sul do Brasil. Foi considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20augusta","Mata AtlРntica"],
    [1142,"BROMELIACEAE","Hohenbergia belemii","L.B.Sm. & R.W.Read","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia belemii possui distribuiусo relativamente restrita (EOO=36.040,33 km▓). A extinусo local da subpopulaусo do municьpio de Palmeiras pode facilmente levar a espжcie a uma situaусo de risco de extinусo. A espжcie foi classificada como 'Quase ameaуada\" (NT).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20belemii","Mata AtlРntica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1143,"BROMELIACEAE","Hohenbergia castellanosii","L.B.Sm. & R.W.Read","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia castellanosii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=3.447,21 km▓), e suas subpopulaушes formam touceiras esparsas distribuьdas no solo ou em locais mais sombreados de Restinga. De acordo com a distribuiусo da espжcie, foram consideradas quatro situaушes de ameaуa. H. castellanosii estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, devido principalmente Я degradaусo ambiental resultante da expansсo urbana das cidades e do turismo muito intenso na sua regiсo de ocorrЖncia. Assim, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20castellanosii","Mata AtlРntica"],
    [1144,"BROMELIACEAE","Hohenbergia correia-araujoi","E.Pereira & Moutinho","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia correria-araujoi ж endЖmica do Estado da Bahia e ocorre exclusivamente na Serra do Homem, nos municьpios de Milagres e Presidente Tancredo Neves. A espжcie tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=182,44 km▓, AOO =12 km▓) e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Seus municьpios de ocorrЖncia perderam mais de 94% da cobertura vegetal original, e continuam sujeitos Яs ameaуas incidentes. Por essas razшes, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20correia-araujoi","Mata AtlРntica"],
    [1145,"BROMELIACEAE","Hohenbergia littoralis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Hohenbergia littoralis ж endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita ao litoral norte da Bahia (EOO=468,74 km▓), nas Restingas de Abaetж e Baixio. Estima-se que sua AOO seja menor que 500 km▓, e que a espжcie esteja sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A restinga de Baixio tem sofrido alteraушes devido Я extraусo da vegetaусo para prрticas agrьcolas (principalmente para o cultivo de Cocos nucifera prзximo Я linha da praia), alжm da expansсo urbana e do desenvolvimento do turismo na regiсo. Por essas razшes, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hohenbergia%20littoralis","Mata AtlРntica"],
    [1146,"BROMELIACEAE","Lymania alvimii","(L.B.Sm. & R.W.Read) R.W.Read","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania alvimii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=332,49 km▓, AOO =16 km▓) entre os municьpios de Camacс, Pau-Brasil e Jussari. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas devido aos padrшes de perda e fragmentaусo do hрbitat da regiсo. Assim, L. alvimii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20alvimii","Mata AtlРntica"],
    [1147,"BROMELIACEAE","Lymania azurea","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania azurea ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente na regiсo sul do Estado da Bahia, tendodistribuiусo restrita (EOO=1.084,33 km▓, AOO =36 km▓). A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20azurea","Mata AtlРntica"],
    [1148,"BROMELIACEAE","Lymania brachycaulis","(E.Morren ex Baker) L.F.Sousa","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania brachycaulis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul da Bahia. Tem distribuiусo bastante restrita (EOO=600,8 km▓, AOO =20 km▓). A pequena рrea de distribuiусo e a degradaусo do hрbitat na regiсo sugerem que a espжcie estр enfrentando um risco elevado de extinусo na natureza. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20brachycaulis","Mata AtlРntica"],
    [1149,"BROMELIACEAE","Lymania corallina","(Brong. ex Beer) R.W.Read","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania corallina ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, do norte de Ilhжus a MaraЩ, passando pelos municьpios de Uruуuca, Itacarж e Ubaitaba. Conhecida a partir de apenas cinco localidades, tem EOO estimada em 1.003,03 km▓ e AOO de 56 km▓, estando sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Apesar de ser encontrada em um nЩmero grande de municьpios, a espжcie estр sob risco de extinусo, pois sсo cada vez mais raras as рreas de Mata AtlРntica dessas localidades e poucas as рreas protegidas. Assim, L. corallina foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20corallina",""],
    [1150,"BROMELIACEAE","Lymania globosa","Leme","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania globosa ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul do Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=684,92 km▓, AOO =20 km▓) e sua estrutura populacional severamente fragmentada. A regiсo sul da Bahia sofre os efeitos da perda e fragmentaусo de hрbitat, que vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie. Assim, L. globosa foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20globosa","Mata AtlРntica"],
    [1151,"BROMELIACEAE","Lymania spiculata","Leme & Forzza","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lymania spiculata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no sul do Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=342,70 km▓, AOO =8 km▓). Alжm disso, L. spiculata ж conhecida a partir de coletas realizadas em apenas uma localidade no municьpio de Jussari, que foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. A regiсo sofre com a perda e fragmentaусo do hрbitat. Assim, L. spiculata foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lymania%20spiculata","Mata AtlРntica"],
    [1152,"BROMELIACEAE","Neoregelia angustibracteolata","E.Pereira & Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia angustibracteolata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Apresenta AOO de 8 km▓, sendo restrita a apenas uma localidade que foi considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. Tem distribuiусo restrita aos fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa, no municьpio de Laranja da Terra. Apesar de ser conhecida apenas pelo material tipo, a regiсo ж bem coletada e sofre com o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, resultante das atividades agropecuрrias que reduzem a cobertura vegetal original. Assim, N. angustibracteolata foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20angustibracteolata","Mata AtlРntica"],
    [1153,"BROMELIACEAE","Neoregelia bahiana","(Ule) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo nos Estados de Minas Gerais e Bahia. Apesar de ocorrer apenas sobre campos rupestres da Cadeia do Espinhaуo, a espжcie ocorre em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e nсo apresenta risco de se extinguir em um futuro prзximo.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20bahiana","Caatinga, Cerrado"],
    [1154,"BROMELIACEAE","Neoregelia binotii","(Antoine) L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para assegurar uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20binotii","Mata AtlРntica"],
    [1155,"BROMELIACEAE","Neoregelia brownii","Leme","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia brownii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=53,47 km▓, AOO =12 km▓), e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. N. brownii ж conhecida somente em uma localidade, denominada Serra do Brigadeiro. Pode ser encontrada em Matas Nebulares e bordas da transiусo destas formaушes com as formaушes campestres dos topos da serra. Apesar de estar protegida por uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, a atividade no entorno da unidade vem resultando no declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat da espжcie. N. brownii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20brownii","Mata AtlРntica"],
    [1156,"BROMELIACEAE","Neoregelia burle-marxii","R.W.Read","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil, mas apresenta ampla distribuiусo.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20burle-marxii","Mata AtlРntica"],
    [1157,"BROMELIACEAE","Neoregelia capixaba","E.Pereira & Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes disponьveis para uma avaliaусo consistente.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20capixaba","Mata AtlРntica"],
    [1158,"BROMELIACEAE","Neoregelia compacta","(Mez) L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia compacta ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espirito Santo. A espжcie possui EOO de 28.379,88 km▓ e estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat e do nЩmero de indivьduos maduros, jр que possui valor ornamental e ж coletada para fins ornamentais.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20compacta","Mata AtlРntica"],
    [1159,"BROMELIACEAE","Neoregelia cruenta","(R.Graham) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Apesar da incidЖncia de ameaуas e declьnio da qualidade de habitat da espжcie, Neoregelia cruenta foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20cruenta","Mata AtlРntica"],
    [1160,"BROMELIACEAE","Neoregelia doeringiana","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espжcie estar listada como ameaуada no Estado do Espьrito Santo, de acordo com os registros cadastrados no banco de dados, sua distribuiусo estр restrita ao Estado de Sсo Paulo. Estudos sobre a distribuiусo da espжcie sсo necessрrios para permitir a avaliaусo do risco de extinусo.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20doeringiana","Mata AtlРntica"],
    [1161,"BROMELIACEAE","Neoregelia guttata","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis para a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20guttata","Mata AtlРntica"],
    [1162,"BROMELIACEAE","Neoregelia hoehneana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia hoehneana ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=1.832,51 km▓, AOO =32 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20hoehneana","Mata AtlРntica"],
    [1163,"BROMELIACEAE","Neoregelia inexspectata","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia inexspectata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=306,98 km▓) e sua ocorrЖncia limita-se aos fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa e floresta Щmida de encosta, ambientes extremamente fragmentados que tiveram reduусo significativa da cobertura original devido ao impacto das atividades agrьcolas. Apenas uma situaусo de ameaуa foi identificada. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20inexspectata","Mata AtlРntica"],
    [1164,"BROMELIACEAE","Neoregelia leprosa","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia leprosa ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espьrito Santo e de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=12.285,61 km▓, AOO =28 km▓), e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Apesar de existirem divergЖncias em relaусo ao hрbitat onde ocorre, sua regiсo de distribuiусo estр em constante declьnio de qualidade. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20leprosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1165,"BROMELIACEAE","Neoregelia lilliputiana","E.Pereira","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem informaушes disponьveis para a avaliaусo de risco de extinусo.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20lilliputiana","Mata AtlРntica"],
    [1166,"BROMELIACEAE","Neoregelia menescalii","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia menescalii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=346,71 km▓) e foi encontrada em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa no interior de um remanescente no municьpio de Castelo. Este municьpio perdeu mais de 80% da cobertura vegetal original e continua sofrendo os efeitos da perda de hрbitat e fragmentaусo da paisagem. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20menescalii","Mata AtlРntica"],
    [1167,"BROMELIACEAE","Neoregelia oligantha","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii,v),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia oligantha ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Durante muito tempo foi conhecida somente pelo holзtipo coletado na regiсo do Vale do Rio Doce hр mais de 60 anos. Na dжcada de 2000, foi recoletada no Parque Estadual de Ibitipoca, no municьpio de Lima Duarte. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=11.346,69 km▓) e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Na рrea do parque ж conhecida apenas no interior da Mata Nebular entre a Gruta dos TrЖs Arcos e a Gruta dos Fugitivos. Esta ж a Щnica localidade onde a espжcie tem ocorrЖncia comprovada, por isso, estudos de campo sсo necessрrios para tentar localizar novas subpopulaушes. Especialistas observaram reduусo no nЩmero de indivьduos e da AOO na subpopulaусo de Ibitipoca. Identificou-se como principal ameaуa Я espжcie os incЖndios que assolam a regiсo do Parque Estadual de Ibitipoca, que podem atingir sua subpopulaусo principal no futuro. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20oligantha","Mata AtlРntica"],
    [1168,"BROMELIACEAE","Neoregelia pascoaliana","L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estado da Bahia e Espirito Santo. Entretanto, possui ampla distribuiусo (EOO=54.837,3 km▓). A espжcie vЖm sofrendo severamente com perda de habitat devido a degradaусo deste e consequente declьnio das condiушes ambientais зtimas (Biodiversitas, 2005). A рrea de ocorrЖncia deste tрxon, principalmente no Estado da Bahia, vЖm sendo bastante impactada pela aусo de \"trilheiros\" e pela extraусo irracional de Arruda, espжcie lenhosa utilizada para a fabricaусo de artesanato. Na regiсo do Parque Nacional do Monte Pascoal, o assentamento de ьndios Pataxзs sobre as formaушes de restinga, cultivo de mandioca e pastejo de gado configuram impactos diretos a biodiversidade destes ecossistemas. Se estas ameaуas continuarem incidindo sobre as subpopulaушes de N. pascoaliana, a espжcie pode facilmente se tornar ameaуa de extinусo.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20pascoaliana","Mata AtlРntica"],
    [1169,"BROMELIACEAE","Neoregelia paulistana","E.Pereira","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia paulistana ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Sсo Paulo e do Rio de Janeiro. Especialistas alertam para o possьvel equьvoco existente em coleta atribuьda a essa espжcie no municьpio de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro. Parece ocorrer exclusivamente na regiсo costeira de Sсo Paulo, representando um endemismo restrito daquele Estado. Dessa forma, desconsiderando a ocorrЖncia da espжcie no Rio de Janeiro, sua AOO estimada ж inferior a 10 km▓. Se o equьvoco na determinaусo do material for confirmado, a distribuiусo da espжcie estarр restrita a apenas uma localidade, considerada uma Щnica situaусo de ameaуa. Alжm disso, a regiсo litorРnea dos Estados de Sсo Paulo e do Rio de Janeiro perdeu significativa porcentagem da cobertura vegetal original, devido Я expansсo de grandes centros urbanos que resultaram na perda de рrea e no declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. N. paulistana foi considerada \"Extinta\" (EX) em avaliaусo de risco de extinусo empreendida no Estado de Sсo Paulo.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20paulistana","Mata AtlРntica"],
    [1170,"BROMELIACEAE","Neoregelia pernambucana","Leme & J.A.Siqueira","EN","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia pernambucana ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Pernambuco e Alagoas. A espжcie ж predominantemente epьfita, mas tambжm pode ser encontrada no sub-bosque sobre lajedos de pedra como rupьcola. Ocorre em Florestas Ombrзfilas Densas ao norte do Rio Sсo Francisco, nas florestas Щmidas entramontanas e altomontanas do Centro de Endemismo de Pernambuco. Tem uma AOO inferior a 20 km▓. Estima-se que N. pernambucana tenha menos de 100 indivьduos maduros na natureza. Sсo conhecidas apenas duas subpopulaушes, confinadas em pequenos fragmentos remanescentes da Mata AtlРntica nordestina. Apesar de uma das localidades estar situada dentro de uma unidade de conservaусo (SNUC), devido Я falta de fiscalizaусo consideramos ambas subpopulaушes sob uma mesma situaусo de ameaуa. Dados sugerem que o extrativismo, em funусode seu valor ornamental, pode ter levado a espжcie ao quase desaparecimento na natureza. N. pernambucana foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20pernambucana","Mata AtlРntica"],
    [1171,"BROMELIACEAE","Neoregelia ruschii","Leme & B.R.Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia ruschii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie ocorre em рreas de Florestas Ombrзfilas Densas, nas matas nebulares Щmidas de altitude como epьfita facultativa. Tem distribuiусo restrita (EOO=842,18 km▓, AOO =20 km▓), estр sujeita a duas situaушes de ameaуa e sз ocorre em рreas acima de 1.000 m de altitude. Tem registros de ocorrЖncia conhecidos no municьpio de Santa Teresa, na Reserva Biolзgica de Santa LЩcia e no municьpio de Ibitirama, nos limites do Parque Nacional do Caparaз. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie estр sujeita Яs atividades antrзpicas realizadas em seu entorno. N. ruschii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20ruschii","Mata AtlРntica"],
    [1172,"BROMELIACEAE","Neoregelia sanguinea","Leme","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia sanguinea ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie foi coletada a cerca de 1.000 m de altitude na regiсo montanhosa do municьpio de Laranja da Terra. Tem distribuiусo restrita (EOO=350,81km▓), e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Nсo se encontra protegida por unidade de conservaусo (SNUC), e as florestas em sua рrea de ocorrЖncia vЖm sendo devastadas para o cultivo de cafж. N. sanguinea foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20sanguinea","Mata AtlРntica"],
    [1173,"BROMELIACEAE","Neoregelia sarmentosa","(Regel) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Neoregelia sarmentosa ж endЖmica do Brasil mas possui ampla distribuiусo. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos, Restingas, Florestas Ombrзfilas Densas e Florestas Estacionais Semideciduais, associadas a Mata AtlРntica. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20sarmentosa","Mata AtlРntica"],
    [1174,"BROMELIACEAE","Neoregelia zaslawskyi","E.Pereira & Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis para avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20zaslawskyi","Mata AtlРntica"],
    [1175,"BROMELIACEAE","Neoregelia zonata","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis para a avaliaусo do risco de extinусo desta espжcie.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neoregelia%20zonata","Mata AtlРntica"],
    [1176,"BROMELIACEAE","Nidularium amazonicum","(Baker) Linden & E.Morren ex Lindm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda com ocorrЖncia em Unidades de Conservaусo (SNUC).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20amazonicum","Mata AtlРntica"],
    [1177,"BROMELIACEAE","Nidularium atalaiaense","E.Pereira & Leme","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium atalaiaense ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=325,34 km▓, AOO =8 km▓), e ж endЖmica das formaушes associadas Яs Restingas da regiсo de Cabo Frio. A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa e vem sofrendo uma diminuiусo considerрvel de suas subpopulaушes na localidade-tipo (Morro do Atalaia, municьpio de Arraial do Cabo) nos Щltimos 20 anos, o que permite afirmar que as subpopulaушes no continente estсo prзximas da extinусo. Apenas a subpopulaусo da Ilha de Cabo Frio continua aparentemente intacta e com certo grau de proteусo.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20atalaiaense","Mata AtlРntica"],
    [1178,"BROMELIACEAE","Nidularium azureum","(L.B.Sm.) Leme","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium azureum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO inferior a 10 km▓. A espжcie tem apenas uma populaусo conhecida, em mata do municьpio de Coronel Pacheco, na localidade denominada ┴gua Limpa, que sofre com a perda da рrea e o declьnio da qualidade do hрbitat, resultante do intenso desmatamento na regiсo. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20azureum","Mata AtlРntica"],
    [1179,"BROMELIACEAE","Nidularium bocainense","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium bocainense ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. ╔ endЖmica da Serra da Bocaina, na divisa dos Estados citados. Hр coletas conhecidas para os municьpios de Bananal e Sсo Josж do Barreiro, e o tipo provжm do Estado do Rio de Janeiro, prзximo Я entrada do Parque Nacional da Serra da Bocaina. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=431,01 km▓, AOO =32 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa ou nсo em unidades de conservaусo (SNUC). A regiсo de ocorrЖncia de N. bocainense sofre os efeitos da perda e fragmentaусo da cobertura vegetal, devido Яs atividades relacionadas Я agricultura e pecuрria, que resultam no declьnio contьnuo da рrea e qualidade do hрbitat. Assim, N. bocainense foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20bocainense","Mata AtlРntica"],
    [1180,"BROMELIACEAE","Nidularium corallinum","(Leme) Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium corallinum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Sсo Paulo. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=1.335,37 km▓, AOO =24 km▓) aos domьnios mais interioranos da regiсo da Serra da Bocaina. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa e ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie ж epьfita, e ocupa o sub-bosque de Florestas Ombrзfilas Densas. Sua regiсo de ocorrЖncia sofreu historicamente com a perda e fragmentaусo da vegetaусo original, que resultou no declьnio contьnuo da рrea e da qualidade do hрbitat. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20corallinum","Mata AtlРntica"],
    [1181,"BROMELIACEAE","Nidularium ferrugineum","Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium ferrugineum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Apresenta AOO de 8 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. ╔ conhecida a partir de apenas um registro de coleta, realizado na Mata AtlРntica do municьpio de Linhares, que perdeu aproximadamente 80% de sua cobertura vegetal original, o que reduziu drasticamente a рrea e a qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20ferrugineum","Mata AtlРntica"],
    [1182,"BROMELIACEAE","Nidularium innocentii","Lem.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20innocentii","Mata AtlРntica (Leme 2000, Moreira 2002, Moura et al. 2007, Martinelli et al. 2008, Martinelli et al. 2009, Forzza et al. 2011)."],
    [1183,"BROMELIACEAE","Nidularium itatiaiae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium itatiaiae ж endЖmica do Brasil e ocorre na Serra da Mantiqueira, na regiсo limьtrofe entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sсo Paulo. Tem distribuiусo restrita (EOO=237,35 km▓, AOO =44 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Mesmo protegida pelo Parque Nacional de Itatiaia, a espжcie sofre com a incidЖncia de incЖndios quase anuais, resultando no declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e do nЩmero de indivьduos maduros. Assim, N. itatiaiae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [1184,"BROMELIACEAE","Nidularium jonesianum","Leme","EN","B2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium jonesianum ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Planta herbрcea, rupьcola ou epьfita, ж encontrada no sub-bosque da Mata AtlРntica de encosta. Apesar da ampla distribuiусo, a espжcie apresenta AOO estimado em 100 km▓, e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Alжm disso, sofre com a perda e fragmentaусo da vegetaусo, que causam o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e do nЩmero de subpopulaушes. Assim, N. jonesianum foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20jonesianum","Mata AtlРntica"],
    [1185,"BROMELIACEAE","Nidularium kautskyanum","Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium kautskyanum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Seus registros foram realizados nos municьpios capixabas de Alfredo Chaves (tipo), Castelo e Venda Nova do Imigrante. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=375,22 km▓, AOO =32 km▓), e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. A regiсo vem sofrendo com a perda e degradaусo de hрbitat, devido Я cultura cafeeira, que tem sido responsрvel pela supressсo das florestas de encosta na regiсo serrana do Espьrito Santo. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20kautskyanum","Mata AtlРntica"],
    [1186,"BROMELIACEAE","Nidularium mangaratibense","Leme","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium mangaratibense ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. ╔ uma planta herbрcea, epьfita do estrato mжdio-inferior da Mata AtlРntica superЩmida de encosta, prзxima ao mar e de difьcil acesso. Tem distribuiусo restrita (EOO=330,29 km▓, AOO =8 km▓), e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Apesar de N. mangaratibense ocorrer em regiсo com extensas рreas de Mata AtlРntica, a espжcie vem sendo alvo de atividades intensivas de extrativismo seletivo. Alжm desta, a extraусo ilegal de palmito e de outras plantas com valor ornamental vem comprometendo a qualidade do hрbitat da espжcie. Assim, N. mangaratibense foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20mangaratibense","Mata AtlРntica"],
    [1187,"BROMELIACEAE","Nidularium marigoi","Leme","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados da regiсo Sudeste. Planta herbрcea, terrestre, epьfita nas partes inferiores de troncos e рrvores, podendo formar densas subpopulaушes sobre rochas como saxьcolas (Leme, 2000). Ocorre em floresta atlРntica de altitude, matas nebulares, na transiусo com Campos de Altitude e Campos Rupestres. Apesar de ser amplamente distribuьda, extinушes locais podem levar a espжcie a uma situaусo de ameaуa. Assim, Nidularium marigoi foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20marigoi","Mata AtlРntica"],
    [1188,"BROMELIACEAE","Nidularium minutum","Mez","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium minutum ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Sсo Paulo e Paranр (registro duvidoso). Apresenta EOO=10.260,13 km▓, e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Espжcie terrestre, vive preferencialmente no solo da Mata AtlРntica de encosta. Sua regiсo de ocorrЖncia perdeu extensas рreas de cobertura florestal devido aos efeitos das atividades agrьcolas, que acarretaram a perda de рrea e o declьnio da qualidade do hрbitat. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20minutum","Mata AtlРntica"],
    [1189,"BROMELIACEAE","Nidularium organense","Leme","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium organense ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie foi coletada no municьpio de Teresзpolis, em mata a cerca de 900 m de altitude, na localidade conhecida como Meudon, dentro dos limites da ┴rea de Proteусo Ambiental do Jacarandр. Tem distribuiусo restrita (EOO=485,98 km▓), e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, considerando sua localidade. A regiсo vem sofrendo os efeitos do processo descontrolado de favelizaусo, que afeta de modo gravьssimo a biota local, mesmo estando situada dentro dos limites de uma unidade de conservaусo (SNUC) de uso sustentрvel (APA do Jacarandр). Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20organense","Mata AtlРntica"],
    [1190,"BROMELIACEAE","Nidularium rosulatum","Ule","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium rosulatum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuiусo restrita (EOO=18.428,56 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. ╔ encontrada nas Restingas fluminenses, que vЖm sendo constantemente ameaуadas pela perda de рrea e fragmentaусo da vegetaусo original. As subpopulaушes conhecidas desse tрxon, estabelecidas entre os municьpios de Cabo Frio e Casimiro de Abreu, foram praticamente eliminadas nos Щltimos 20 anos, juntamente com a prзpria vegetaусo de Restinga que recobria essa рrea. O principal motivo dessa perda foi a acentuada proliferaусo de empreendimentos imobiliрrios e loteamentos que hoje dominam o cenрrio local. Assim, N. rosulatum foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20rosulatum","Mata AtlРntica"],
    [1191,"BROMELIACEAE","Nidularium serratum","Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","N. serratum ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo, em regiшes montanhosas e costeiras, em Florestas Ombrзfilas Densas e afloramentos rochosos. Tem distribuiусo restrita (EOO=11.112,07 km▓), e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. A рrea original onde foi coletado o material-tipo da espжcie encontra-se muito degradada atualmente, devido Я presenуa de pastagens e ao impacto causado por outras atividades humanas. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20serratum","Mata AtlРntica"],
    [1192,"BROMELIACEAE","Nidularium utriculosum","Ule","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nidularium utriculosum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Os registros no Rio de Janeiro foram realizados nos municьpios de Duque de Caxias, Xжrem e na Restinga de Copacabana. Hр ainda um registro que difere de todas as informaушes consultadas para a espжcie, oriundo do municьpio de Santa Teresa, no Estado do Espьrito Santo. Mesmo assim, a espжcie apresenta distribuiусo restrita (EOO=9.733,51 km▓), e encontra-se sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A localidade-tipo da espжcie ж indicada como a Restinga da Praia de Copacabana, que teve sua vegetaусo totalmente extinta hр mais de 100 anos, e que hoje abriga uma das maiores densidades populacionais do Rio de Janeiro. As Florestas Ombrзfilas Densas de Baixada ou de Terras Baixas, de onde sсo conhecidas as subpopulaушes de N. utriculosum  (proximidades da Reserva Biolзgica do Tinguр), foram totalmente suprimidas para dar lugar a pastagens e monoculturas, e hoje se encontram reduzidas a menos de 7% de sua cobertura original. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU). Considerando que as Щltimas coletas da espжcie foram realizadas hр bastante tempo, e que a coleta do Espьrito Santo ж duvidosa, maiores estudos sсo necessрrios, tendo em vista que a situaусo da espжcie na natureza pode ser ainda mais crьtica.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nidularium%20utriculosum","Mata AtlРntica (Leme 2000, Martinelli et al. 2008, Martinelli et al. 2009, Forzza et al. 2011)."],
    [1193,"BROMELIACEAE","Orthophytum amoenum","(Ule) L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum amoenum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente na extensсo mais ao norte da grande Cadeia do Espinhaуo, no Estado da Bahia. A espжcie tem distribuiусo restrita aos afloramentos quartzьticos em рreas de Campos Rupestres associados ao domьnio da  Caatinga. A Щnica subpopulaусo identificada ocorre no municьpio de Palmeiras, na localidade conhecida como Morro do Pai Inрcio. Apresenta AOO estimado em 28 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie vem sofrendo com o garimpo, o uso do pasto nativo, a roуa, a caуa e a coleta de flores naturais e animais nativos, alжm do turismo descontrolado. Assim, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20amoenum","Caatinga"],
    [1194,"BROMELIACEAE","Orthophytum duartei","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum duartei ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais e do Espьrito Santo. ╔ uma espжcie saxьcola que cresce sobre ilhas de vegetaусo em afloramentos rochosos da divisa desses Estados. Orthophytum duartei tem distribuiусo restrita (EOO=4.654,72 km▓) e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Apesar de cultivada, suas рreas de ocorrЖncia estсo sujeitas Я mineraусo e perda do hрbitat pelo fogo e pastoreio de caprinos e bovinos. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20duartei","Mata AtlРntica"],
    [1195,"BROMELIACEAE","Orthophytum estevesii","(Rauh) Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Orthophytum estevesii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo. Aparentemente representa um endemismo dos afloramentos rochosos existentes entre os municьpios de Mantena (MG) e Colatina (ES), com registros tambжm no municьpio de Mantena (ES). Entretanto, nсo tivemos acesso aos registro de ocorrЖncia da espжcie. Por esta razсo, a espжcie foi classificada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20estevesii","Mata AtlЖntica (Versieux, Wendt 2006, Martinelli et al. 2008, Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010. Bromeliaceae in Lista de Espжcies da Flora do Brasil)."],
    [1196,"BROMELIACEAE","Orthophytum foliosum","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum foliosum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos associados ao domьnio da Mata AtlРntica, nos Estados de Minas Gerais e do Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita (EOO=18.486,68 km▓) e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. A perda e fragmentaусo do hрbitat devido Я mineraусo e aos incЖndios representam suas principais ameaуas. Assim, O. foliosum foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20foliosum","Mata AtlРntica"],
    [1197,"BROMELIACEAE","Orthophytum fosterianum","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum fosterianum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo, sobre afloramentos rochosos na estrada que liga os municьpios capixabas de Colatina e Santa Teresa, regiсo que vem sofrendo perda acelerada de hрbitat, devido Я extraусo irracional de granito. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=433,94 km▓) e estima-se sua AOO em 16 km▓. A Щnica subpopulaусo da espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, e acredita-se que conte com menos de 250 indivьduos. Assim, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20fosterianum","Mata AtlРntica"],
    [1198,"BROMELIACEAE","Orthophytum grossiorum","Leme & C.C.Paula","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum grossiorum ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=531,86 km▓), e ж conhecida a partir de material coletado em apenas duas localidades. A espжcie ж considerada rara em sua рrea de ocorrЖncia. Estima-se que sua AOO seja ainda menor. O. grossiorum vem sofrendo drasticamente com a alteraусo de seu hрbitat, devido Яs invasoras exзticas de alto poder competitivo, como o capim-gordura e Brachiaria que, aliadas ao pastejo de caprinos sobre os afloramentos rochosos, representam sжria ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie. Entretanto, um esforуo maior de coleta ж imprescindьvel para garantir uma visсo mais realista sobre a estrutura populacional de O. grossiorum. A espжcie foi considerada sob risco de extinусo e classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20grossiorum","Mata AtlРntica"],
    [1199,"BROMELIACEAE","Orthophytum humile","L.B.Sm.","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum humileж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie ж rupьcola, e habita locais expostos Я luminosidade, na beira de rios e cзrregos da Caatinga e do Cerrado. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=271,46 km▓, AOO =4 km▓) Я regiсo de Grсo Mogol, que ж alvo de atividades mineradoras. Estas atividades vЖm resultando em declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat na regiсo e podem, no futuro, comprometer a sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20humile","Caatinga, Cerrado"],
    [1200,"BROMELIACEAE","Orthophytum magalhaesii","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum magalhaesii ж endЖmica do Brasil, e ocorre em afloramentos rochosos granьticos nos Estados de Minas Gerais e do Espьrito Santo. Apresenta EOO estimado em 3.014,66 km▓, e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Suas subpopulaушes nсo estсo protegidas por unidades de conservaусo (SNUC), e em Minas Gerais estсo estabelecidas em afloramentos rochosos Яs margens de estradas. Jр no Espьrito Santo, suas subpopulaушes estсo ameaуadas devido Я atividade incessante de empresas mineradoras. Assim, foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20magalhaesii","Mata AtlРntica"],
    [1201,"BROMELIACEAE","Orthophytum zanonii","Leme","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orthophytum zanonii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Espжcie rupьcola, desenvolve-se sobre afloramentos rochosos da regiсo de Pancas. Tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=15,59 km▓) e, devido as suas preferЖncias ecolзgicas, estima-se que sua AOO seja de 12 km▓. Foi identificada apenas uma situaусo de ameaуa. Apesar de ocorrer dentro de uma unidade de conservaусo (SNUC), vem sofrendo drasticamente com a alteraусo de seu hрbitat, devido Яs invasoras exзticas de alto poder competitivo, como capim-gordura e Brachiaria, aliadas ao pastejo de caprinos sobre os afloramentos rochosos A espжcie estр, portanto, sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e foi considerada sob risco de extinусo. O. zanonii foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Orthophytum%20zanonii","Mata AtlРntica"],
    [1202,"BROMELIACEAE","Pitcairnia albiflos","Herb.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia albiflos ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Espжcie rupьcola ou saxьcola e heliзfila, forma agrupamentos como ilhas de vegetaусo sobre afloramentos rochosos litorРneos. Tem distribuiусo restrita (EOO=169,34 km▓) e, devido as suas caracterьsticas ecolзgicas, ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 48 km▓. As subpopulaушes de P. albiflos vЖm sofrendo com a invasсo de espжcies de gramьneas exзticas, o pisoteio e o esmagamento por escaladores, alжm dos incЖndios anuais, fatores que causam o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e a perda de indivьduos maduros nas subpopulaушes. Algumas subpopulaушes estсo localizadas em рreas protegidas, outras nсo. Assim, as localidades foram agrupadas considerando duas situaушes de ameaуa distintas. Por essas razшes, P. albiflos foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20albiflos","Mata AtlРntica"],
    [1203,"BROMELIACEAE","Pitcairnia bradei","Markgr.","CR","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia bradei ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie ж saxьcola, rupьcola ou terrestre e ocorre em рreas de Campos Rupestres prзximas a cursos d?рgua. Tem distribuiусo extremamente restrita (EOO menor que 100 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 8 km▓. Todas as subpopulaушes estсo dentro de unidades de conservaусo (SNUC) (Parque Estadual de Grсo Mogol e Parque Estadual do Rio Preto). A espжcie ж dependente de cursos d?рgua para sobreviver, que estсo sujeitos a forte pressсo antrзpica, como pisoteio e demais impactos gerados por turistas, que podem resultar em declьnio contьnuo da qualidade do habitat e reduусo de indivьduos maduros. As trЖs localidades de ocorrЖncia foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, P. bradei foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20bradei","Cerrado"],
    [1204,"BROMELIACEAE","Pitcairnia burle-marxii","R.Braga & Sucre","CR","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia burle-marxii ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espьrito Santo e de Minas Gerais, em afloramentos rochosos, acima de 1.000 m de altitude. Apresenta distribuiусo bastante restrita, tendo sua EOO estimada em 80,40 km▓ e, devido a sua restriусo de ocorrЖncia, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia de P. burle-marxii estр sujeita Я invasсo de espжcies exзticas, como diversos capins africanos de alto poder competitivo. Alжm disso, a espжcie sofre os efeitos da agricultura do entorno, das intensas plantaушes de eucaliptus e da mineraусo que, alжm de reduzirem a рrea e qualidade do hрbitat, afetam diretamente a dinРmica populacional de espжcie. Assim, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20burle-marxii","Mata AtlРntica"],
    [1205,"BROMELIACEAE","Pitcairnia decidua","L.B.Sm.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia decidua ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Espьrito Santo. Apesar de ter ampla distribuiусo (EOO=40.142,30 km▓), ocupa uma рrea (AOO) restrita de apenas 136 km▓. P. decidua ж rupьcola, saxьcola ou terrestre, heliзfila, e ocorre nos afloramentos rochosos e formaушes campestres das рreas altas (1.000 a 1.900 m de altitude). Muitas subpopulaушes de P. decidua desapareceram apзs a incidЖncia de severas queimadas na regiсo do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro. Acredita-se que, fora das unidades de conservaусo (SNUC) a situaусo de ameaуa seja ainda pior. Assim, foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas, classificando a espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20decidua","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1206,"BROMELIACEAE","Pitcairnia encholirioides","L.B.Sm.","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)+2ab(ii,iii,iv,v),C1","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia encholirioides ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na regiсo da Serra do Desengano, no municьpio de Santa Maria Madalena. A espжcie ж saxьcola ou rupьcola, heliзfila, e ocorre em afloramentos rochosos e Campos de Altitude, nas partes altas da Serra. P. encholirioides tem distribuiусo restrita (EOO=40,72 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 20 km▓. A espжcie sofre com a perda e degradaусo do seu hрbitat, causada por alteraушes substanciais na forma de uso e manejo do substrato. A menor subpopulaусo conhecida desta espжcie, estabelecida nas proximidades do Parque Estadual do Desengano, estр sob o impacto da invasсo de espжcies exзticas de capins africanos com alto poder competitivo. A maior subpopulaусo (Pedra das Flores), situada dentro de uma propriedade particular, estр sujeita ao pisoteio de animais e Я incidЖncia de fogo. Apenas duas subpopulaушes sсo conhecidas, sendo a maior delas composta por cerca de 900 indivьduos. Estima-se que o tamanho populacional total nсo exceda 1.200 indivьduos maduros. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, considerando a presenуa ou ausЖncia em рreas protegidas e em perьmetro urbano. Uma das localidades estр em рrea urbana e, impondo sжrio risco de extinусo Я espжcie. Foi considerada em declьnio contьnuo e estima-se uma reduусo populacional de pelo menos 20% nos prзximos cinco anos. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20encholirioides","Mata AtlРntica"],
    [1207,"BROMELIACEAE","Pitcairnia glaziovii","Baker","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia glaziovii ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e do Espьrito Santo. A espжcie ж rupьcola ou saxьcola, heliзfila, e cresce sobre afloramentos rochosos em formaушes campestres das partes altas das serras (acima de 1.100 m de altitude). P. glaziovii tem distribuiусo restrita (EOO=4.945,76 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 36 km▓. Ao todo sсo conhecidas cinco subpopulaушes da espжcie, sendo que somente uma se encontra preservada. A Щnica subpopulaусo identificada no Espьrito Santo nсo se encontra legalmente protegida, uma vez que a localidade estр situada em uma propriedade particular. As subpopulaушes do Rio de Janeiro estсo sujeitas Я incidЖncia de fogo e Я presenуa de espжcies invasoras que crescem sobre as touceiras de P. glaziovii. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas. Estima-se que cada subpopulaусo tenha cerca de 200 indivьduos e que o tamanho populacional total nсo exceda os 1.000 indivьduos maduros. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [1208,"BROMELIACEAE","Pitcairnia limae","L.B.Sm.","CR","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Pitcairnia limae ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Cearр. Atualmente sсo conhecidas cinco subpopulaушes: duas no Parque Nacional de Ubajara e trЖs na Serra do Maranguape. As subpopulaушes conhecidas contam com menos de 50 indivьduos, e portanto, estima-se que o tamanho populacional nсo exceda os 250 indivьduos maduros. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=1.434,78 km▓) e ocupa uma рrea (AOO ) de apenas 10 km▓. P. limae ж rupьcola ou saxьcola e cresce sobre os afloramentos rochosos da regiсo. A agricultura praticada no local ocasiona queimadas frequentes, formando grandes extensшes com supressсo de vegetaусo e solos expostos no entorno das рreas protegidas. O local de ocorrЖncia dessa espжcie ж intensamente visitado por turistas, o que vem causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas. Assim, P. limae foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pitcairnia%20limae","Mata AtlРntica"],
    [1209,"BROMELIACEAE","Portea alatisepala","Philcox","VU","B1ab(iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea alatisepala ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia (EOO=9.792,03 km▓). A regiсo sofre com a perda e fragmentaусo de hрbitat devido Яs atividades agropecuрrias extensivas. Tendo por base os registros de ocorrЖncia e o mapa de remanescentes da regiсo, acredita-se que a populaусo da espжcie esteja sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Tem valor ornamental e indivьduos maduros sсo comercializados localmente. Por essas razшes, foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20alatisepala","Mata AtlРntica"],
    [1210,"BROMELIACEAE","Portea fosteriana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea fosteriana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=3.072,20 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando as diferenуas regionais relativas Я perda de hрbitat entre a regiсo serrana do Espьrito Santo e a serra no municьpio de Santa Maria Madalena (RJ). Por essas razшes, P. fosteriana foi considerada em risco de extinусo e classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20fosteriana","Mata AtlРntica"],
    [1211,"BROMELIACEAE","Portea grandiflora","Philcox","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea grandiflora ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espжcie habita рreas de Floresta Estacional Semidecidual e Restingas, tendo distribuiусo restrita (EOO=11.151,83 km▓). Com base nos registros de ocorrЖncia e nos remanescentes de vegetaусo foram identificadas seis situaушes de ameaуa distintas. Por essas razшes, a espжcie foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20grandiflora","Mata AtlРntica"],
    [1212,"BROMELIACEAE","Portea kermesina","K.Koch","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea kermesina ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. A espжcie habita рreas de Restinga, tem distribuiусo restrita (EOO=1.923,04 km▓), e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. As principais ameaуas incidentes sсo a expansсo urbana prзxima a Ilhжus, a ocupaусo territorial da Penьnsula de MaraЩ, cada vez mais ocupada por casas de veraneio, e a perda de hрbitat devido ao desmatamento. Por estas razшes, P. kermesina foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20kermesina","Mata AtlРntica"],
    [1213,"BROMELIACEAE","Portea nana","Leme & H.Luther","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Portea nana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Tem distribuiусo bastante restrita (EOO=525,76 km▓) e ж conhecida a partir de coletas realizadas em apenas duas localidades, consideradas situaушes de ameaуa distintas. Ocorre em рreas de Florestas Ombrзfilas e tem AOO de 8 km▓. A regiсo da Serra das Lontras tradicionalmente ж caracterizada pelo cultivo do cacau, cuja decadЖncia induziu os produtores locais a buscarem substitutos mais agressivos, que levam ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Por essas razшes, P. nana foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portea%20nana","Mata AtlРntica"],
    [1214,"BROMELIACEAE","Quesnelia augusto-coburgii","Wawra","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espжcie apresentar distribuiусo ampla (EOO=75.282,44 km▓) quase todos os registros de ocorrЖncia estсo restritos a remanescentes de Mata AtlРntica na Serra da Mantiqueira, nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Alжm disso, a Щnica coleta realizada no Estado Paranр foi realizada em 1908. Esta coleta tem grande influЖncia sobre o valor de extensсo de ocorrЖncia. Portanto, ж imprescindьvel a verificaусo da existЖncia desta subpopulaусo. Em caso de extinусo local neste Estado, a espжcie serр classificada como \"Vulnerрvel\" (VU). Portanto, consideramos a espжcie como \"Quase ameaуada\" (NT) e apontamos a necessidade de estudos populacionais para verificar sua ocorrЖncia no Sul do Brasil.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20augusto-coburgii","Mata AtlРntica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1215,"BROMELIACEAE","Quesnelia humilis","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20humilis","Mata AtlРntica"],
    [1216,"BROMELIACEAE","Quesnelia imbricata","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrios maiores estudos para avaliar a incidЖncia de ameaуas sobre as subpopulaушes naturais da espжcie. Apesar de uma distribuiусo bastante restrita com uma рrea de ocupaусo reduzida, a espжcie ocorre em muitas localidades diferentes e nсo estр claro o estado de conservaусo de cada uma delas. Assim, Quesnelia imbricata foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20imbricata","Mata AtlРntica"],
    [1217,"BROMELIACEAE","Quesnelia kautskyi","C.M.Vieira","VU","A2c,B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Quesnelia kautskyi endЖmica do Brasil e tem distribuiусo restrita (EOO=6.710,58 km▓) aos Estados Minas Gerais e Espьrito Santo. A espжcie habita рreas de Floresta Ombrзfila Densa e de Floresta Estacional Semidecidual. Sua regiсo de ocorrЖncia sofreu alteraушes irreversьveis da paisagem que, de acordo com os dados disponьveis, representam mais de 77% de perda da cobertura florestal, dos quais cerca de 30% teriam ocorrido nos Щltimos 30 anos. Consideramos um tempo de geraусo aproximado de 10 anos para os cрlculos. Devido Яs alteraушes na paisagem, a espжcie estр sujeita a uma estrutura populacional severamente fragmentada. A incidЖncia do fogo e o efeito das pastagens, entre outros fatores, vЖm ocasionando o declьnio constante da qualidade de hрbitat disponьvel para a espжcie e a reduусo de sua AOO. Por essas razшes, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-01-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [1218,"BROMELIACEAE","Quesnelia seideliana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Quesnelia seideliana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=296,02 km▓) e ocupa uma AOO de apenas 24 km▓ em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa. De acordo com a distribuiусo das localidades, foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas. A perda e degradaусo do hрbitat sсo as principais ameaуas incidentes e vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quesnelia%20seideliana","Mata AtlРntica"],
    [1219,"BROMELIACEAE","Racinaea aerisincola","(Mez) M.A.Spencer & L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Racinaea aerisincola ж amplamente distribuьda (EOO=238.899 km▓) e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie ocorre em habitat mжsico altitudinal de рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecidual.  Alжm disso, possui dispersсo pelo vento, o que facilita o fluxo gЖnico entre remanescentes de habitat favorрvel. Por estas razшes, a espжcie foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20aerisincola","Mata AtlРntica"],
    [1220,"BROMELIACEAE","Racinaea domingos-martinis","(Rauh) J.R.Grant","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Racinaea domingos-martinis ж endЖmica do Brasil e ocorre apenas em рreas de floresta ombrзfila densa do Estado do Espьrito Santo. Entretanto, sсo necessрrios mais dados sobre a espжcie para garantir uma avaliaусo consistente do seu risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20domingos-martinis","Mata AtlРntica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1221,"BROMELIACEAE","Racinaea spiculosa","(Griseb.) M.A.Spencer & L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Racinaea spiculosa possui ampla distribuiусo (EOO=1.153.555,6 km▓) no Brasil e em outros paьses da Amжrica Central e do Sul. Alжm disso, estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie foi classificada como \"Meno preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Racinaea%20spiculosa","Mata AtlРntica (Forzza, R.C., Costa, A., Siqueira Filho, J.A., Martinelli, G. 2010)"],
    [1222,"BROMELIACEAE","Tillandsia aeranthos","(Loisel.) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e em territзrio nacional estр amplamente distribuьda.","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20aeranthos","Mata AtlРntica (Forzza et al. 2010), Cerrado (Trindade-Lima 2007)"],
    [1223,"BROMELIACEAE","Tillandsia afonsoana","T. Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia afonsoana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Tem distribuiусo restrita e ocupa uma AOO de apenas 8 km▓, nos paredшes rochosos da represa da Usina Hidrelжtrica de ItaЩba, no municьpio de Salto do Jacuь. O represamento do Rio Jacuь causou uma reduусo significativa na рrea disponьvel para a ocorrЖncia da espжcie, devido Я submersсo dos afloramentos rochosos. No alto dos cРnions, no entorno da represa, ж possьvel ver, em alguns pontos, lavouras de milho e cana-de-aуЩcar que descaracterizam a paisagem e causam o declьnio contьnuo na qualidade de hрbitat. Assim, T. afonsoana foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20afonsoana","Mata AtlРntica"],
    [1224,"BROMELIACEAE","Tillandsia araujei","Mez","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia araujei Mez ж endЖmica do Brasil e ocorre em afloramentos rochosos litorРneos, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=3.870,34 km▓) e ocupa uma AOO de 104 km▓. As subpopulaушes estсo sujeitas ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat, em funусo da ocupaусo das encostas por loteamentos e condomьnios, bem como aos efeitos gerados por atividades recreativas como caminhadas ou escaladas sobre a rocha, que causam inclusive a reduусo do nЩmero de indivьduos maduros. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa que consideram a presenуa ou ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), nas quais as ameaуas incidentes sсo mais raras. Assim, T. araujei foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20araujei","Mata AtlРntica"],
    [1225,"BROMELIACEAE","Tillandsia brachyphylla","Baker","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia brachyphylla endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie cresce sobre afloramentos rochosos. Tem distribuiусo restrita (EOO=347 km▓) e ocupa uma AOO de 12 km▓. A espжcie tem alto valor ornamental e estр entre as mais comercializadas nos Estados Unidos. Existem relatos que uma grande fraусo da populaусo da espжcie foi levada para a Alemanha em 1991, onde grande parte dos indivьduos morreu por negligЖncia. Alжm da extraусo ilegal, atividades recreativas, como a escalada em rocha, podem causar o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat em diversas localidades. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa que consideram a presenуa ou ausЖncia de subpopulaушes em рreas protegidas (SNUC). Assim, T. brachyphylla foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20brachyphylla","Mata AtlРntica"],
    [1226,"BROMELIACEAE","Tillandsia crocata","(E.Morren) Baker","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia crocata nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, a espжcie tem ampla distribuiусo, mas sua ocorrЖncia estр restrita aos afloramentos rochosos nos Estados do Rio de Janeiro, Paranр, Rio Grande do Sul e Sсo Paulo. A espжcie ocupa uma AOO de menos de 500 km▓. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa distintas, de acordo com a presenуa ou ausЖncia das subpopulaушes em рreas protegidas (SNUC). Atividades agropecuрrias no entorno dos afloramentos rochosos vЖm causando degradaусo do hрbitat. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20crocata","Mata AtlРntica"],
    [1227,"BROMELIACEAE","Tillandsia duratii","Vis.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia duratii ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Mato Grosso, Goiрs e Mato Grosso do Sul. Apesar de possuir distribuiусo extremamente restrita e ocupar uma рrea de apenas 4 km▓, acredita-se que a espжcie precise de estudos mais amplos que possam fornecer dados para a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20duratii","Cerrado"],
    [1228,"BROMELIACEAE","Tillandsia duratii var. saxatilis","(Hassl.) L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis para garantir a avaliaусo de risco de extinусo desta espжcie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20duratii%20var.%20saxatilis","Cerrado"],
    [1229,"BROMELIACEAE","Tillandsia gardneri","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Ocorre tambжm em outros paьses da Amжrica do Sul.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20gardneri","Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica (Forzza et al. 2011)"],
    [1230,"BROMELIACEAE","Tillandsia geminiflora","Brongn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Apesar de seu valor ornamental, a espжcie ocorre em unidades de conservaусo (SNUC) e estр protegida. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20geminiflora","Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica (Forzza et al. 2011)"],
    [1231,"BROMELIACEAE","Tillandsia grazielae","D.Sucre & R.Braga","EN","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia grazielae ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ocupa uma AOO de apenas 16 km2, ж rupьcola e cresce sobre afloramentos rochosos na Serra dos Мrgсos. Nenhuma das subpopulaушes conhecidas estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral e, portanto, todas foram consideradas como uma Щnica situaусo de ameaуa. Atualmente, a espжcie parece ocorrer apenas na localidade-tipo, muito prзxima de uma rodovia federal. Essa рrea apresenta declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat e do nЩmero de indivьduos maduros, devido Я incidЖncia de diversas ameaуas. Alжm dos incЖndios frequentes e da coleta de indivьduos maduros para fins comerciais, a prрtica de atividades recreativas como a escalada em rocha vem causando danos Я populaусo da espжcie. Assim, T. grazielae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20grazielae","Mata AtlРntica"],
    [1232,"BROMELIACEAE","Tillandsia heubergeri","Ehlers","VU","B1ab(iii),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia heubergeri ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Especialistas sugerem que esteja restrita Я Chapada Diamantina, tendo EOO de 8.578,21 km▓. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos inseridos em remanescentes de Floresta Ombrзfila Densa e Caatinga e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat, devido Я incidЖncia de incЖndios, gramьneas invasoras e pastoreio. A regiсo sofre com a perda e fragmentaусo de hрbitat. Se a distribuiусo for confirmada apenas para a localidade do Morro do Chapжu, a espжcie deve ser reavaliada em funусo de um aumento no seu risco de extinусo. T. heubergeri foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20heubergeri","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1233,"BROMELIACEAE","Tillandsia itaubensis","T. Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis para a avaliaусo de risco de extinусo desta espжcie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20itaubensis","Mata AtlРntica"],
    [1234,"BROMELIACEAE","Tillandsia jonesii","T. Strehl","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia jonesii ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul, na regiсo metropolitana de Porto Alegre. A espжcie ж rupьcola, habita afloramentos rochosos e ocupa uma AOO de apenas 4 km▓. As comunidades vegetais sobre afloramentos rochosos sofrem os efeitos diretos e indiretos da ocupaусo urbana de seu entorno, que causa o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. A Щnica localidade conhecida foi considerada uma situaусo de ameaуa. Assim, T. jonesii foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20jonesii","Mata AtlРntica"],
    [1235,"BROMELIACEAE","Tillandsia kautskyi","E.Pereira","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia kautskyi ж endЖmica do Brasil, tendo registros de coletas somente no Estado do Espьrito Santo, porжm, dados de especialistas indicam sua presenуa tambжm em Campos, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ж epьfita, habita fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa e tem distribuiусo restrita (EOO=5.869,83 km▓). As florestas do Espьrito Santo foram reduzidas a pequenos fragmentos esparsos e continuam sofrendo devido ao desmatamento para a ocupaусo das terras por diferentes atividades agropecuрrias. Os locais onde a espжcie ocorre tЖm como principais ameaуas pastagens e monoculturas de cafж, eucalipto e cacau. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa devido Я presenуa ou ausЖncia de subpopulaушes em unidades de conservaусo (SNUC). Assim, T. kautskyi foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [1236,"BROMELIACEAE","Tillandsia linearis","Vell.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Assim, foi avaliada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20linearis","Cerrado e Mata AtlРntica (Forzza et al. 2011)"],
    [1237,"BROMELIACEAE","Tillandsia lorentziana","Griseb.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20lorentziana","Cerrado, Mata AtlРntica (Forzza et al., 2011)."],
    [1238,"BROMELIACEAE","Tillandsia mallemontii","Glaz. ex Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica, mas amplamente distribuьda em territзrio nacional. Possui valor ornamental, mas estр protegida pela ocorrЖncia de subpopulaушes em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20mallemontii","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Forzza et al., 2011)."],
    [1239,"BROMELIACEAE","Tillandsia montana","Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia montana ж endЖmica do Brasil e segundo especialistas ocorre no Estado de Santa Catarina, na Serra do Mar e na Serra Geral. Entretanto, existem registros duvidosos para o Estado do Rio de Janeiro. Se este registro for de fato comprovado como um equьvoco, a espжcie estarр sob situaусo de ameaуa. Mas, por enquanto a espжcie foi avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20montana","Mata AtlРntica (Forzza et al., 2011)."],
    [1240,"BROMELIACEAE","Tillandsia neglecta","E.Pereira","CR","B2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia neglecta ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ж restrita aos costшes rochosos da regiсo litorРnea de Arraial do Cabo (AOO =8 km▓). A localidade foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. Devido Я intensa coleta, atualmente vive apenas em pequenos redutos de difьcil acesso. Alжm da extraусo de indivьduos maduros, a expansсo urbana de Arraial do Cabo tambжm ocasionou o declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat da espжcie. Assim, T. neglecta foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20neglecta","Mata AtlРntica"],
    [1241,"BROMELIACEAE","Tillandsia reclinata","E.Pereira & Martinelli","CR","B2ab(ii,iii,v),C2a(i,ii),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia reclinata ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ж rupьcola e cresce sobre afloramentos rochosos inseridos em рreas de Campos de Altitude, no domьnio da Mata AtlРntica, acima de 1.200 metros de altitude. ╔ conhecida a partir de coletas realizadas em uma Щnica localidade denominada Pico do Pindoba, no Morro do Cuca, municьpio de Petrзpolis. A espжcie ocupa uma AOO de 2 km▓. A Щnica subpopulaусo identificada vem sofrendo reduусo contьnua devido Я coleta de indivьduos maduros e aos incЖndios frequentes que atingem a parte alta da Serra das Araras. Estima-se que, hoje, a populaусo esteja reduzida a menos de 50 indivьduos maduros, todos em uma mesma subpopulaусo. Caso medidas de conservaусo nсo sejam tomadas, T. reclinata se extinguirр em um futuro muito prзximo.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20reclinata","Mata AtlРntica"],
    [1242,"BROMELIACEAE","Tillandsia recurvifolia","Hook.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil, porжm com poucas coletas depositas em coleушes botРnicas. Sсo necessрrios mais dados para permitir a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20recurvifolia","Mata AtlРntica (Forzza et al., 2011)."],
    [1243,"BROMELIACEAE","Tillandsia streptocarpa","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul. Estр protegida pela ocorrЖncia em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20streptocarpa","Caatinga (Leme, 1993), Mata AtlРntica e Cerrado (Lima, 2008)."],
    [1244,"BROMELIACEAE","Tillandsia sucrei","E.Pereira","CR","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia sucrei ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos na regiсo metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ж rupьcola e tem distribuiусo extremamente restrita (EOO=22,89 km▓). O desmatamento das рreas do entorno desses afloramentos e os incЖndios vЖm causando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat da espжcie. Alжm disso, a coleta de indivьduos maduros no campo acarretou uma reduусo populacional significativa. Hoje, as touceiras da espжcie estсo restritas Яs рreas em paredes verticais de rocha, cujo acesso ж bastante difьcil. A prрtica de atividades recreativas, como a escalada em rocha, tambжm representa uma ameaуa para a espжcie. Todas as localidades de ocorrЖncia foram consideradas uma mesma situaусo de ameaуa. Assim, T. sucrei foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20sucrei","Mata AtlРntica"],
    [1245,"BROMELIACEAE","Tillandsia tenuifolia","L.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo. Estр protegida pela ocorrЖncia em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20tenuifolia","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Forzza et al., 2011)."],
    [1246,"BROMELIACEAE","Tillandsia toropiensis","Rauh","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para a avaliaусo de risco de extinусo desta espжcie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20toropiensis","Mata AtlРntica"],
    [1247,"BROMELIACEAE","Tillandsia tricholepis","Baker","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul. Estр protegida pela ocorrЖncia em Unidades de Conservaусo.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20tricholepis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Forzza et al., 2011)."],
    [1248,"BROMELIACEAE","Tillandsia usneoides","(L.) L.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de maior distribuiусo dentro da famьlia, ocorrendo desde a Flзrida atж o sul da Amжrica do Sul. Amplamente distribuьda em territзrio nacional. estр protegida pela ocorrЖncia em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20usneoides","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1249,"BROMELIACEAE","Tillandsia winkleri","Strehl","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para a avaliaусo de risco de extinусo desta espжcie.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20winkleri","Mata AtlРntica"],
    [1250,"BROMELIACEAE","Tillandsia xiphioides","Ker Gawl.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tillandsia xiphioides nсo ж endЖmica do Brasil, mas em territзrio nacional tem distribuiусo restrita (EOO=142,57 km▓) aos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A espжcie ж rupьcola, cresce sobre afloramentos rochosos de Mata AtlРntica, e ocupa uma AOO de 12 km▓. A vegetaусo desses Estados estр reduzida a fragmentos devido Яs atividades antrзpicas. Alжm disso, as coletas da espжcie estсo em locais prзximos a рreas urbanizadas e sсo locais turьsticos. Cada localidade de ocorrЖncia foi considerada uma situaусo de ameaуa distinta. Assim, T. xiphioides foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tillandsia%20xiphioides","Mata AtlРntica"],
    [1251,"BROMELIACEAE","Vriesea altimontana","E.Pereira & Martinelli","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea altimontana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Tem distribuiусo restrita com EOO de 278,96 km▓ e AOO de 32 km▓. A espжcie ocorre em formaушes campestres sobre afloramentos rochosos e estр sujeita Я perda de hрbitat. Os municьpios de Macaж e Santa Maria Madalena perderam mais de 75% da cobertura vegetal original, o que causou danos irreversьveis Я dinРmica dos ecossistemas locais. A regiсo continua sujeita aos efeitos do declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa de acordo com a presenуa ou ausЖncia de subpopulaушes de unidades de conservaусo (SNUC). Assim, V. altimontana foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20altimontana","Mata AtlРntica"],
    [1252,"BROMELIACEAE","Vriesea altomacaensis","A.F.Costa","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea altomacaensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na regiсo de Macaж de Cima, apenas em duas localidades. Estas foram consideradas uma Щnica situaусo de ameaуa, devido aos efeitos da degradaусo das Florestas Ombrзfilas Densas da regiсo serrana. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=43,16 km▓) e estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Assim, V. altomacaensis foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20altomacaensis","Mata AtlРntica"],
    [1253,"BROMELIACEAE","Vriesea amadoi","Leme","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea amadoi Leme ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo, prзximo a fronteira com o Estado de Minas gerais. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos no municьpio de Pancas, e ocupa uma AOO inferior a 10km▓. De acordo com dados disponьveis (SOS Mata AtlРntica), o municьpio perdeu cerca de 95% de sua cobertura vegetal original, causando perda da AOO e declьnio contьnuo da qualidade de habitat. A regiсo sofre com efeitos da atividade mineradora e com efeitos de atividades agrьcolas, como a cultura do cafж. A localidade de ocorrЖncia foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, Vriesea amadoi  foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20amadoi","Mata AtlРntica"],
    [1254,"BROMELIACEAE","Vriesea amethystina","E.Morren","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea amethystina E.Morren ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na regiсo metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo extremamente restrita (EOO=67,39 km▓). Por estarem situadas na regiсo metropolitana do Rio de Janeiro, todas as localidades foram consideradas como uma Щnica situaусo de ameaуa. A рrea estр sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de habitat. Assim, Vriesea amethystina foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20amethystina","Mata AtlРntica"],
    [1255,"BROMELIACEAE","Vriesea appariciana","E.Pereira & Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo desta espжcie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20appariciana","Mata AtlРntica"],
    [1256,"BROMELIACEAE","Vriesea arachnoidea","A.F.Costa","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea arachnoidea A.F.Costa ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Possui distribuiусo restrita (EOO=4.549,72 km▓). A espжcie ocorre como epьfita em Matas Nebulares em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa. Estes ambientes se encontram altamente fragmentados devido a ocupaусo das рreas de encosta, abaixo dos topos das serras, para atividades agropecuрrias. Alжm disso, o turismo desordenado com acampamentos clandestinos, coleta ilegal de espжcimes, abertura de trilhas entre outras atividades irregulares, vЖm causando declьnio contьnuo da qualidade do habitat. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa que consideram a presenуa ou ausЖncia de subpopulaушes da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC). Assim, Vriesea arachnoidea foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20arachnoidea","Mata AtlРntica"],
    [1257,"BROMELIACEAE","Vriesea atropurpurea","A.Silveira","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea atropurpurea ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia. A espжcie possui ampla distribuiусo, mas extinушes locais em parte da distribuiусo da espжcie podem leva-lр a situaусo de ameaуa. Entretanto, sсo necessрrios estudos populacionais, nas subpopulaушes conhecidas e um maior esforуo de coleta em toda a sua extensсo de ocorrЖncia.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20atropurpurea","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1258,"BROMELIACEAE","Vriesea belloi","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea belloi ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie ж rupьcola e ocorre em paredшes rochosos formando grande agrupamentos populacionais. No entanto, nсo existem dados suficientes para garantir a avaliaусo de risco desta espжcie. Sсo necessрrias mais informaушes sobre a biologia e ecologia da espжcie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20belloi","Mata AtlРntica"],
    [1259,"BROMELIACEAE","Vriesea biguassuensis","Reitz","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea biguassuensis Reitz ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Santa Catarina. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=1.862 km▓) e ocorre em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Ombrзfila Mista. Algumas subpopulaушes da espжcie estсo situadas dentro da propriedade da Irani Celulose, que possue fragmentos interligados por corredores e no total somam 8,3 mil hectares. Apesar de estarem prзximas ao Parque Nacional das Araucрrias, estas рreas estсo sujeitas a declьnio contьnuo da qualidade do habitat e de reduусo na AOO da espжcie. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa ou ausЖncia da espжcie de unidades de conservaусo (SNUC). Assim, Vriesea biguassuensis foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20biguassuensis","Mata AtlРntica"],
    [1260,"BROMELIACEAE","Vriesea bituminosa","Wawra","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Nсo estр sujeita a risco eminente de extinусo na natureza.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20bituminosa","Mata AtlРntica"],
    [1261,"BROMELIACEAE","Vriesea bleherae","Roth & W. Weber","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea bleherae Roth & W. Weber ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. Possui distribuiусo extremamente restrita (EOO=83,03 km▓). A espжcie ж epьfita e ocorre em fragmentos florestais litorРneos e de encosta. Sua regiсo de ocorrЖncia estр bastante modificada e ainda sofre com os efeitos da urbanizaусo e da ocupaусo humana. Seus municьpios de ocorrЖncia perderam mais de 70% de sua cobertura vegetal original causando danos irreversьveis a dinРmica dos ecossistemas locais. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas, devido a presenуa e ausЖncia da espжcie de рreas protegidas. Por outro lado, as duas localidades se encontram distantes e isoladas devido a destruiусo das florestas de baixada e por isso a espжcie foi considerada como severamente fragmentada. Por estas razшes, Vriesea bleherae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20bleherae",""],
    [1262,"BROMELIACEAE","Vriesea botafogensis","Mez","CR","B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea botafoguensis ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie cresce sobre afloramentos rochosos da cidade do Rio de Janeiro. Possui distribuiусo extremamente restrita (EOO","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20botafogensis",""],
    [1263,"BROMELIACEAE","Vriesea brassicoides","(Baker) Mez","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea brassicoides ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, em afloramentos rochosos localizados na cidade do Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo extremamente restrita (EOO=67,06 km▓, AOO=24 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Os afloramentos rochosos da cidade estсo cercados por рrea urbanas e sofrem com declьnio contьnuo da qualidade do habitat. Assim, V. brassicoides foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20brassicoides",""],
    [1264,"BROMELIACEAE","Vriesea breviscapa","(E.Pereira & I.A.Penna) Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea berviscapa ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Bahia. Apesar de apresentar distribuiусo restrita (EOO=20.093,14 km▓) a espжcie nсo possui muitos dados disponьveis que permitam uma avaliaусo consistente de seu risco de extinусo. Assim, sсo necessрrios maiores estudos sobre a ecologia e distribuiусo da espжcie, alжm de uma anрlise mais detalhada sobre os efeitos das ameaуas incidentes.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20breviscapa","Mata AtlРntica"],
    [1265,"BROMELIACEAE","Vriesea brusquensis","Reitz","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea brusquensis ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Santa Catarina, Paranр e Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo ampla (EOO=31.296,75 km▓), no entanto, extinушes locais em parte de sua distribuiусo podem facilmente colocar a espжcie em situaусo de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Quase ameaуada\"(NT).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20brusquensis","Mata AtlРntica"],
    [1266,"BROMELIACEAE","Vriesea cacuminis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea cacuminis L.B.Sm. ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=252,11 km▓) as localidades conhecidas como Serra de Ibitipoca e Serra do Funil, ocorre em formaушes campestres e ocupa uma AOO de apenas 28 km▓. Apesar da distribuiусo endЖmica, a espжcie ж frequente nos Campos Rupestres da regiсo. A Serra de Ibitipoca estр protegida por uma unidade de conservaусo (SNUC), no entanto, a рrea sofre os efeitos da ocupaусo do entorno e incЖndios sсo relativamente frequentes. Assim, a espжcie estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat. Vriesea cacuminis foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20cacuminis","Mata AtlРntica"],
    [1267,"BROMELIACEAE","Vriesea calimaniana","Leme & W.Till","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж conhecida apenas de sua localidade tipo. Vriesea calimaniana Leme & W.Till ocorre em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa, em Mata Nebular de encosta em Montanha do Campo, no municьpio de Venda Nova do Imigrante (ES). Ocupa AOO de apenas 8km▓. A localidade foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie estр sujeita a declьnio da qualidade de habitat devido a agricultura intensiva na regiсo e a efeitos indiretos da mineraусo. Vriesea calimaniana foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20calimaniana","Mata AtlРntica"],
    [1268,"BROMELIACEAE","Vriesea carinata","Wawra","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC) e se encontra em coleушes ex situ.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20carinata","Mata AtlРntica"],
    [1269,"BROMELIACEAE","Vriesea cearensis","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea cearensis L.B. Sm. ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Cearр. A espжcie estр sujeita a degradaусo de seu habitat, evidente pela baixa porcentagem de cobertura vegetal original. Restam poucos fragmentos florestais na regiсo. A espжcie possui distribuiусo restrita (AOO=12 km▓). Levantamento populacional realizado na Щnica populaусo conhecida sugere que existam menos de 2.500 indivьduos maduros no campo, sujeitos a um declьnio contьnuo estimado de 25% nas prзximas 10 anos (1 geraусo). Assim, a espжcie foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20cearensis","Mata AtlРntica"],
    [1270,"BROMELIACEAE","Vriesea clausseniana","(Baker) Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias mais informaушes sobre a espжcie para uma avaliaусo consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20clausseniana","Mata AtlРntica"],
    [1271,"BROMELIACEAE","Vriesea colnagoi","E.Pereira & I.A.Penna","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias mais informaушes sobre a espжcie para uma avaliaусo consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20colnagoi","Mata AtlРntica"],
    [1272,"BROMELIACEAE","Vriesea corcovadensis","(Britten) Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Apesar de sofrer efeitos da degradaусo de habitat estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20corcovadensis","Mata AtlРntica"],
    [1273,"BROMELIACEAE","Vriesea costae","B.R. Silva & Leme","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea costae B.R. Silva & Leme ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos litorРneos da cidade do Rio de Janeiro e de Niterзi, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie possui uma AOO menor que 10km▓. As duas localidades de ocorrЖncia foram consideradas como uma Щnica situaусo de ameaуa, jр que em ambas as localidades a espжcie estр sujeita a reduусo contьnua da qualidade de habitat devido a efeitos diretos e indiretos da expansсo urbana.V. costae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20costae","Mata AtlРntica"],
    [1274,"BROMELIACEAE","Vriesea debilis","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias maiores informaушes para uma avaliaусo do risco de extinусo consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20debilis","Mata AtlРntica"],
    [1275,"BROMELIACEAE","Vriesea delicatula","L.B.Sm.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea delicatula L.B. Sm.ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Espьrito Santo. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=8.074,29 km▓) a fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa. Sua regiсo de ocorrЖncia encontra-se altamente degrada e ainda sofre com declьnio contьnuo da qualidade do habitat devido a atividades relacionadas a agricultura de culturas madeireiras e de celulose. Foram identificadas apenas duas situaушes de ameaуa, que consideram a presenуa ou ausЖncia de unidades de conservaусo (SNUC). Assim, a espжcie foi avaliada como Vulnerрvel (VU).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20delicatula","Mata AtlРntica"],
    [1276,"BROMELIACEAE","Vriesea diamantinensis","Leme","EN","B1b(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea diamantinensis Leme ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no planalto de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=261,02 km▓, AOO=20 km▓) e estр sujeita ao declьnio da qualidade de habitat em decorrЖncia da degradaусo de habitat. V. diamantinensis foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20diamantinensis","Cerrado"],
    [1277,"BROMELIACEAE","Vriesea drepanocarpa","(Baker) Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Nсo foi considerada sob risco de extinусo.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20drepanocarpa","Mata AtlРntica"],
    [1278,"BROMELIACEAE","Vriesea duvaliana","E.Morren","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo no Estado da Bahia. Possui uma coleta realizada no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie sofre efeitos da coleta de indivьduos maduros, e hр indьcios de sobre-explotaусo. Caso a subpopulaусo do Rio de Janeiro se extingua a espжcie estarр sob risco de extinусo. Assim, Vriesea duvaliana foi avaliada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20duvaliana","Mata AtlРntica"],
    [1279,"BROMELIACEAE","Vriesea eltoniana","E.Pereira","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea eltoniana ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no litoral do Estado do Rio de Janeiro, de Niterзi a Arraial do Cabo, na Ilha de Cabo Frio. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=1.673,54 km▓, AOO=52 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, jр que a maioria das localidades de ocorrЖncia estсo situadas em рreas urbanas, com exceусo da Ilha de Cabo Frio. Assim, V. eltoniana foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20eltoniana",""],
    [1280,"BROMELIACEAE","Vriesea erythrodactylon","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil, mas possui ampla distribuiусo na regiсo Sudeste e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20erythrodactylon","Mata AtlРntica"],
    [1281,"BROMELIACEAE","Vriesea flammea","L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil, mas encontra-se amplamente distribuьda na regiсo litorРnea, desde a regiсo Nordeste Я regiсo Sul do paьs.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20flammea","Mata AtlРntica"],
    [1282,"BROMELIACEAE","Vriesea flava","A.F.Costa et al.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea flava ж endЖmica do Brasil, mas possui ampla distribuiусo (EOO=69.673,14 km▓) nos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. A espжcie ж coletada para fins comerciais devido a seu valor ornamental. Alжm disso estр sujeita a degradaусo de habitat. Apesar de estar protegida por unidades de conservaусo (SNUC), se as ameaуas nсo forem controladas Vriesea flava pode se tornar ameaуada em um futuro prзximo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20flava","Mata AtlРntica"],
    [1283,"BROMELIACEAE","Vriesea fosteriana","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias maiores informaушes sobre a espжcie para uma avaliaусo consistente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20fosteriana","Mata AtlРntica"],
    [1284,"BROMELIACEAE","Vriesea friburgensis var. tucumanensis","(Mez) L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e em territзrio brasileiro encontra-se amplamente distribuьda.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20friburgensis%20var.%20tucumanensis","Mata AtlРntica"],
    [1285,"BROMELIACEAE","Vriesea funebris","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea funebris L.B.Sm ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no estado do Espьrito Santo. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=996,02 km▓) a afloramentos rochosos da regiсo litorРnea e serrana do estado e ocupa uma AOO de apenas 28 km▓. A regiсo sofre com a degradaусo de habitat devido a prрtica de agricultura intensiva e expansсo urbana. Assim, foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas. Vriesea funebris foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20funebris","Mata AtlРntica"],
    [1286,"BROMELIACEAE","Vriesea gigantea","Gaudich.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Brasil, mas amplamente distribuьda. Apesar de sofrer com o desmatamento, a espжcie estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC) e estр presente em coleушes ex situ.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20gigantea","Mata AtlРntica"],
    [1287,"BROMELIACEAE","Vriesea goniorachis","(Baker) Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias maiores informaушes para uma avaliaусo de risco de extinусo consistente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20goniorachis","Mata AtlРntica"],
    [1288,"BROMELIACEAE","Vriesea gracilior","(L.B.Sm.) Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea gracilior (L.B.Sm.) Leme ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espьrito Santo e da Bahia. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=10.065,09 km▓) e estр sujeita a declьnio da qualidade de habitat. As localidades de ocorrЖncia do Espьrito Santo estсo localizadas na regiсo serrana do Estado, que sofre com efeitos do desmatamento e da degradaусo de habitat em decorrЖncia da agricultura intensiva. Jр as localidades do sul da Bahia encontram-se em grandes remanescentes florestais. Assim foram identificadas duas situaушes de ameaуas distintas.Vriesea gracilior foi avaliada como Vulnerрvel (VU).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20gracilior","Mata AtlРntica"],
    [1289,"BROMELIACEAE","Vriesea harrylutheri","Leme & G.K.Brown","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea harrylutheri Leme & G.K. Brown ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no municьpio de Serra, no Estado do Espьrito Santo. Possui uma AOO de apenas 8 km▓. O municьpio de Serra perdeu cerca de 90% de sua cobertura vegetal original nos Щltimos anos, devido a agricultura intensiva. A espжcie ocorre em afloramentos rochosos e sofre com o declьnio contьnuo da qualidade de habitat. A localidade de ocorrЖncia foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. Assim, a espжcie foi avaliada como Criticamente em perigo (CR).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20harrylutheri","Mata AtlРntica"],
    [1290,"BROMELIACEAE","Vriesea hieroglyphica","(CarriУre) E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20hieroglyphica","Mata AtlРntica"],
    [1291,"BROMELIACEAE","Vriesea hoehneana","L.B.Sm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20hoehneana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1292,"BROMELIACEAE","Vriesea incurvata","Gaudich.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20incurvata","Mata AtlРntica"],
    [1293,"BROMELIACEAE","Vriesea itatiaiae","Wawra","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea itatiaiae ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. A espжcie possui distribuiусo ampla (EOO=25.839,07 km▓), mas ocorre em vegetaушes campestres e estр sujeita a incЖndios que ameaуam a sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Apesar de estar protegida por unidades de conservaусo (SNUC), se as ameaуas incidentes nсo forem controladas a espжcie poderр, em breve, ser considerada como ameaуada de extinусo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [1294,"BROMELIACEAE","Vriesea kautskyana","E.Pereira & I.A.Penna","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea kautskyana E. PEreira & I.A.Penna ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo restrita e estр sujeita ao declьnio da qualidade de habitat, decorrente de atividades agrьcolas. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas de acordo com as dinРmicas regionais de uso do solo: a regiсo serrana do Espьrito Santo, a regiсo serrana do Rio de Janeiro, e as planьcies do Rio de Janeiro. Assim, a espжcie foi avaliada como Vulnerрvel (VU).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20kautskyana","Mata AtlРntica"],
    [1295,"BROMELIACEAE","Vriesea languida","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias maiores informaушes para uma avaliaусo de risco de extinусo consistente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20languida","Mata AtlРntica"],
    [1296,"BROMELIACEAE","Vriesea leptantha","Harms","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea leptantha Harms ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ocorre em Floresta Ombrзfila de altitude, do municьpio de Santa Maria Madalena. Possui uma рrea de ocupaусo de apenas 8km▓ e uma EOO ainda menor. Vriesea leptantha estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat devido a atividades agrьcolas e expansсo das рreas de veraneio da regiсo, alжm do turismo desordenado nas unidades de conservaусo (SNUC). Assim, a espжcie foi avalidada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20leptantha","Mata AtlРntica"],
    [1297,"BROMELIACEAE","Vriesea longistaminea","C.C.Paula & Leme","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea longistaminea C.C. Paula & Leme ж uma espжcie endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado de Minas Gerais. A espжcie estр restrita a uma AOO de apenas 8km▓ localizada no Quadrilрtero Ferrьfero, nos municьpios de Nova Lima e Mariana e ж considerada uma das bromжlias mais raras nesse ambiente. Todas as populaушesdessa espжcie ocorrem sobre canga em рreas de atividade de mineradoras. A subpopulaусo da localidade-tipo nсo existe mais  e as outraslocalidades na Serra da Moeda serсo mineradas nos prзximos dez anos(Biodiversitas, 2005). A produусo estimada deminжrio de ferro deverр atingir 280 milhшes de toneladas, representando umaumento de 53% quando comparado com a produусo de 1988 (Jacobi, Carmo, 2008). Desta forma, todas as localidades foram consideradas sob uma mesma situaусo de ameaуa e estсo sujeitas a declьnio contьnuo da qualidade de habitat e da AOO. Assim, Vriesea longistaminea foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20longistaminea","Cerrado"],
    [1298,"BROMELIACEAE","Vriesea lubbersii","(Baker) E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda na regiсo Sul e Sudeste do Brasil.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20lubbersii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1299,"BROMELIACEAE","Vriesea menescalii","E.Pereira & Leme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea menescalii E. Pereira & Leme ж endЖmica do Brasil e ocorre no Estado do Espьrito Santo, na regiсo do Corredor Central da Mata AtlРntica. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO= 1.227,81 km▓, AOO=28 km▓) e ocorre em seisdiferentes localidades. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa distintas,jр que algumas destas localidades estсo protegidas por unidades de conservaусo (SNUC) e outras nсo. A espжcie ocorre em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa, na regiсo serrana do Espьrito Santo. Este tipo de vegetaусo sofreu reduусo significativa devido a expansсo da atividade agrьcola na regiсo e ainda sofre declьnio contьnuo da qualidade do habitat. Assim, Vriesea menescalii foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20menescalii","Mata AtlРntica"],
    [1300,"BROMELIACEAE","Vriesea minarum","L.B.Sm.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea minarum L.B.Sm. ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no estado de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=2.697,19 km▓, AOO=48 km▓) ao Quadrilрtero Ferrьfero, e ocorre em formaушes campestres sobre canga. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa considerando рreas dentro e fora de unidades de conservaусo. A regiсo estр sujeita a reduусo contьnua da AOO e da qualidade de habitat devido aos efeitos da mineraусo (minжrio de ferro) e da expansсo urbana. Assim, a espжcie foi avaliada como ameaуada, na categoria Em Perigo (EN).","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20minarum","Cerrado"],
    [1301,"BROMELIACEAE","Vriesea monacorum","L.B. Smith","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea monacorum ж endЖmica do municьpio de Santa Bрrbara, Estado de Minas Gerais. A espжcie estр restrita a uma EOO de 269,66 km▓ e uma AOO de 4 km▓. A localidade estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC), mas ainda sofre o declьnio contьnuo da qualidade e extensсo do hрbitat disponьvel. Alжm da visitaусo Я RPPN Santuрrio do Caraуa, incЖndios vЖm causando a reduусo e fragmentaусo do hрbitat. Em 2011, por exemplo, foram trЖs focos de incЖndios ao longo da жpoca seca, que resultaram em transformaусo de cerca de 25% da cobertura de vegetaусo original, queimando 2.546,22 ha dos 10.187,89 ha da unidade e causando alteraушes irreversьveis Я paisagem. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20monacorum","Cerrado"],
    [1302,"BROMELIACEAE","Vriesea morrenii","Wawra","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Existe incerteza taxonЗmica em relaусo a esta espжcie. Esta incerteza vem gerando dЩvidas em relaусo a identificaусo de registros de ocorrЖncia atribuьdas a ela. Assim, sсo necessрrios estudos que possam acabar com estas dЩvidas.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20morrenii","Mata AtlРntica"],
    [1303,"BROMELIACEAE","Vriesea muelleri","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrios dados mais precisos sobre a ecologia da espжcie. Alжm disso, nсo existem ameaуas especьficas descritas para a espжcie, apesar da regiсo sofrer com a fragmentaусo de habitat, especialmente em рreas litorРneas.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20muelleri","Mata AtlРntica"],
    [1304,"BROMELIACEAE","Vriesea neoglutinosa","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de sujeita a incidЖncia de ameaуas como a perda de habitat, a espжcie possui distribuiусo ampla e estр protegida por unidades de conservaусo. Alжm disso, a espжcie ж cultivada e reproduzida com sucesso em coleушes ex situ.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20neoglutinosa","Mata AtlРntica"],
    [1305,"BROMELIACEAE","Vriesea pabstii","McWilliams & L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar distribuiусo restrita, nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pabstii","Mata AtlРntica"],
    [1306,"BROMELIACEAE","Vriesea pardalina","Mez","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Brasil, mas amplamente distribuьda na regiсo Sudeste. Alжm disso, a espжcie estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pardalina","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1307,"BROMELIACEAE","Vriesea parviflora","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar distribuiусo restrita a regiсo serrana do Estado do Espьrito Santo, sujeita a significativa perda e degradaусo de habitat, sсo necessрrias mais informaушes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20parviflora","Mata AtlРntica"],
    [1308,"BROMELIACEAE","Vriesea pastuchoffiana","Glaz.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(ii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea pastuchoffiana Glaz. ж endЖmica do Brasil e ocorre no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie ж conhecida a partir de amostras coletadas em duas subpopulaушes. Uma no Parque Nacional da Tijuca, (RJ) contendo quatro indivьduos maduros e cerca de 15 juvenis e a outra no municьpio de Paraty (RJ) fora de unidades de conservaусo (SNUC), e composta por vрrios indivьduos formando grandes agrupamentos de indivьduos. ?Assim, estima-se que nсo existam mais de 2.500 indivьduos maduros na natureza, dos quais mais de 95% ocorrem em Paraty. V.pastuchoffiana possui distribuiусo restrita (EOO=431,78 km▓) e uma AOO  de 16 km▓. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa ou nсo em unidades de conservaусo (SNUC). As duas subpopulaушes estсo sujeitas ao declьnio contьnuo da qualidade de habitat devido ao turismo e expansсo urbana em Paraty e a incЖndios e atividades recreativas no Parque Nacional da Tijuca. Assim, a espжcie foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pastuchoffiana","Mata AtlРntica"],
    [1309,"BROMELIACEAE","Vriesea pauperrima","E.Pereira","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pauperrima","Mata AtlРntica"],
    [1310,"BROMELIACEAE","Vriesea penduliflora","L.B.Sm.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea penduliflora L.B.Sm. ж uma espжcie endЖmica do Brasil que ocorre na Serra da Mantiqueira, nos Estado de Minas Gerais e Rio de Janeiro, em рreas de Matas Nebulares e vegetaушes campestres de altitude. V. penduliflora possui distribuiусo restrita (EOO=1.883,69 km▓, AOO=28 km▓) e estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat e de sua AOO, principalmente devido a ocorrЖncia de incЖndios nas regiшes mais elevadas das Serras de Ibitipoca e do Itatiaia. Foram consideradas duas situaушes de ameaуa distintas, relacionadas a presenуa ou ausЖncia de unidades de conservaусo (SNUC). Assim, a espжcie foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20penduliflora","Mata AtlРntica"],
    [1311,"BROMELIACEAE","Vriesea pereirae","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de ser considerada como um caso de endemismo restrito a regiсo serrana do Estado do Espьrito Santo, sсo necessрrias mais informaушes sobre a espжcie para uma avaliaусo do risco de extinусo consistente.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pereirae","Mata AtlРntica"],
    [1312,"BROMELIACEAE","Vriesea philippocoburgii","Wawra","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar da espжcie sofrer com o extrativismo ilegal devido a seu valor ornamental, Vriesea philippocoburgii ж amplamente distribuьda e estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie forma grandes touceiras no interior de copas de рrvores em formaушes florestais da Mata AtlРntica.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20philippocoburgii","Mata AtlРntica"],
    [1313,"BROMELIACEAE","Vriesea pinottii","Reitz","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea pinottii Reitz ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Santa Catarina e Paranр. A espжcie ж caracterьstica de formaушes arbзreas primрrias ou originais em рreas de Restinga e Florestas Ombrзfilas Densas. Possui distribuiусo restrita (EOO= 859,09 km▓). A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com o declьnio da рrea e qualidade de habitat disponьvel. Alжm disso, a espжcie possui valor ornamental e sofre com o extrativismo ilegal. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa, de acordo com a dinРmica local de perda e degradaусo de habitat. Assim, V. pinottii foi avaliada como Em Perigo (EN).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20pinottii","Mata AtlРntica"],
    [1314,"BROMELIACEAE","Vriesea platynema","Gaudich.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20platynema","Mata AtlРntica"],
    [1315,"BROMELIACEAE","Vriesea platzmannii","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda na regiсo Sul e Sudeste do Brasil.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20platzmannii","Mata AtlРntica"],
    [1316,"BROMELIACEAE","Vriesea plurifolia","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias mais informaушes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20plurifolia","Mata AtlРntica"],
    [1317,"BROMELIACEAE","Vriesea procera","(Mart. ex Schult. & Schult.f.) Wittm.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Nсo foi considerada sob risco de extinусo.","2012-04-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20procera","Mata AtlРntica"],
    [1318,"BROMELIACEAE","Vriesea procera var. debilis","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20procera%20var.%20debilis","Mata AtlРntica"],
    [1319,"BROMELIACEAE","Vriesea psittacina","(Hook.) Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20psittacina","Mata AtlРntica"],
    [1320,"BROMELIACEAE","Vriesea racinae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea racinae L.B.Sm. ж endЖmica do Brasil e ocorre no Estado do Espьrito Santo. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=379,07 km▓) a regiсo serrana do Espьrito Santo. Esta regiсo perdeu boa parte da sua cobertura de vegetaусo original e continua sofrendo com declьnio contьnuo da qualidade do habitat devido a atividades agropecuрrias. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), V. racinae possui diversas ameaуas incidentes como incЖndios que transformam significativamente a paisagem. Assim, a espжcie foi avaliada como ameaуada de extinусo, sob a categoria Em perigo (EN).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20racinae","Mata AtlРntica"],
    [1321,"BROMELIACEAE","Vriesea recurvata","Gaudich.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20recurvata","Mata AtlРntica"],
    [1322,"BROMELIACEAE","Vriesea reitzii","Leme & A.F.Costa","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea reitzii estр amplamente distribuьda na regiсo Sul do Brasil. Esta regiсo encontra-se extremamente deteriorada, tendo perdido boa parte de sua cobertura vegetal original. Desta forma, se medidas nсo forem tomadas de forma a controlar ameaуas incidentes sobre a espжcie ela pode, em um futuro prзximo, se tornar ameaуada de extinусo.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [1323,"BROMELIACEAE","Vriesea repandostachys","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para assegurar uma avaliaусo do risco de extinусo consistente.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20repandostachys","Mata AtlРntica"],
    [1324,"BROMELIACEAE","Vriesea rhodostachys","L.B.Sm.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrias maiores informaушes sobre a espжcie para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rhodostachys","Mata AtlРntica"],
    [1325,"BROMELIACEAE","Vriesea rodigasiana","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Apesar disso, as рreas de ocorrЖncia encontram-se extremamente transformadas com boa parte da cobertura vegetal original fragmentada ou deteriorada. Assim, caso medidas nсo sejam tomadas a espжcie pode no futuro se tornar ameaуada de extinусo.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rodigasiana","Mata AtlРntica"],
    [1326,"BROMELIACEAE","Vriesea rubyae","E.Pereira","CR","B1ab(iii)+2ab(iii),C2a(i),D","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea rubyae ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente em afloramentos rochosos da Serra de Petrзpolis, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem distribuiусo extremamente restrita (EOO","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20rubyae",""],
    [1327,"BROMELIACEAE","Vriesea saundersii","(CarriУre) E.Morren ex Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de ser endЖmica do Brasil e ocorrer exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, sсo necessрrios mais dados sobre a espжcie para garantir uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20saundersii","Mata AtlРntica"],
    [1328,"BROMELIACEAE","Vriesea saxicola","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea saxicola ocupa uma рrea bastante restrita (AOO =36 km▓) em serras do Estado de Minas Gerais. A regiсo serrana de Minas Gerais sofreu os efeitos de diferentes atividades econЗmicas como a agricultura e a mineraусo, e as рreas remanescentes continuam enfrentando o declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. A espжcie estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC), tendo sido identificadas duas situaушes de ameaуa distintas, que consideram a presenуa ou ausЖncia em рreas protegidas. Desse modo, V. saxicola foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20saxicola","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1329,"BROMELIACEAE","Vriesea sazimae","Leme","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sazimae Leme ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente ?nos Estados de Sсo Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Pluvial Montana e Alto Montana da Serra da Mantiqueira. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=7.633,01 km▓) e apesar de estar protegida por unidades de conservaусo (SNUC), estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade do habitat. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa ou ausЖncia em рreas protegidas. Assim, V. sazimae foi avaliada como ameaуada de extinусo, sob a categoria Vulnerрvel (VU).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sazimae","Mata AtlРntica"],
    [1330,"BROMELIACEAE","Vriesea scalaris","E.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20scalaris","Mata AtlРntica"],
    [1331,"BROMELIACEAE","Vriesea sceptrum","Mez","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sceptrum ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Apesar de ser amplamente distribuьda estр sujeita a vрrias ameaуas. Assim, se medidas nсo forem tomadas para controlar estas ameaуas incidentes, em um futuro prзximo, a espжcie pode se tornar ameaуada de extinусo.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sceptrum","Mata AtlРntica"],
    [1332,"BROMELIACEAE","Vriesea schunkii","Leme","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20schunkii","Mata AtlРntica"],
    [1333,"BROMELIACEAE","Vriesea schwackeana","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie com problemas de identidade biolзgica. Sсo necessрrios estudos taxonЗmicos mais aprofundados para garantir uma avaliaусo do risco de extinусo consistente.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20schwackeana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1334,"BROMELIACEAE","Vriesea seideliana","W.Weber","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de apresentar distribuiусo bastante restrita e estar sujeita a ameaуas incidentes sobre a regiсo serrana do Espьrito Santo, sсo necessрrios dados taxonЗmicos, populacionais e ecolзgicos sobre a espжcie para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20seideliana","Mata AtlРntica"],
    [1335,"BROMELIACEAE","Vriesea sparsiflora","L.B.Sm.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sparsiflora ж endЖmica do Brasil e possui distribuiусo restrita a fragmentos de floresta ombrзfila densa alto-montana dos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Apesar de possuir extensсo de ocorrЖncia maior do que 20.000 km▓ a espжcie estр sujeita a incidЖncia de ameaуas e caso medidas nсo sejam tomadas a espжcie pode se tornar ameaуada em um futuro prзximo.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sparsiflora","Mata AtlРntica"],
    [1336,"BROMELIACEAE","Vriesea sucrei","L.B.Sm. & R.W.Read","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea sucrei L.B.Sm & R.W. Read ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=1.759,17km▓, AOO=60 km▓) Я formaушes florestais nсo inundрveis de рreas de Restinga do estado. A regiсo vem sofrendo com a perda significativa de cobertura vegetal devido a expansсo urbana nas regiшes litorРneas que causam tambжm declьnio na qualidade de habitat disponьvel para a espжcie. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie estр sujeita a diversas ameaуas. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas, considerando a presenуa ou ausЖncia em рreas protegidas. Deste modo, Vriesea sucrei foi avaliada como ameaуada de extinусo, sob a categoria Em Perigo (EN).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20sucrei","Mata AtlРntica"],
    [1337,"BROMELIACEAE","Vriesea thyrsoidea","Mez","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20thyrsoidea","Mata AtlРntica"],
    [1338,"BROMELIACEAE","Vriesea triangularis","Reitz","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Sсo necessрrios mais dados sobre a distribuiусo da espжcie e suas subpopulaушes remanescentes para que possamos avaliar de forma consistente o risco de extinусo da espжcie. Entretanto, sua regiсo de ocorrЖncia perdeu boa parte da cobertura vegetal original e sofre com a incidЖncia de diversas ameaуas.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20triangularis","Mata AtlРntica"],
    [1339,"BROMELIACEAE","Vriesea triligulata","Mez","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea triligulata ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20triligulata","Mata AtlРntica"],
    [1340,"BROMELIACEAE","Vriesea vidalii","L.B.Sm. & Handro","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para uma avaliaусo consistente do risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20vidalii","Mata AtlРntica"],
    [1341,"BROMELIACEAE","Vriesea warmingii","E.Morren","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20warmingii","Mata AtlРntica"],
    [1342,"BROMELIACEAE","Vriesea wawranea","Antoine","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea wawranea nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional a espжcie ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro e apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada. Possui distribuiусo restrita (EOO=3.619,06 km▓) e estр sujeita a ameaуas como a perda e degradaусo do habitat. Assim, a espжcie foi avaliada como ameaуada de extinусo, sob a categoria Em Perigo (EN).","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20wawranea","Mata AtlРntica"],
    [1343,"BROMELIACEAE","Vriesea weberi","E.Pereira & I.A.Penna","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Vriesea weberi E. Pereira & I.A.Penna ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie possui distribuiусo restrita a florestas Щmidas de terras baixas, historicamente degradadas devido a agricultura intensiva de culturas madeireiras e de celulose. A espжcie possui uma EOO de 35,48 km▓. As quatro localidades de coleta foram consideradas como uma situaусo de ameaуa, jр que estсo situadas no municьpio de Sсo Mateus. Este municьpio perdeu ao longo dos anos cerca de 95% de sua cobertura vegetal original (SOS Mata AtlРntica). A espжcie contьnua sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade de habitat. Vriesea weberi  foi avaliada como Criticamente em perigo (CR).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vriesea%20weberi","Mata AtlРntica"],
    [1344,"BROMELIACEAE","Wittrockia superba","Lindm.","EN","C2a(i)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Wittrockia superba ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo Paranр e Santa Catarina. Apesar de apresentar ampla distribuiусo (EOO=134.135,09 km▓), a espжcie ж pouco frequente. Suas subpopulaушes sсo pequenas e compostas por cerca de 250 indivьduos. Com base nos registros de ocorrЖncia, estima-se que existam cerca de 10 subpopulaушes e somando um total de cerca de 2.500 indivьduos maduros. W. superba ж epьfita de dossel, terrьcola ou rupьcola, e vive em Floresta Ombrзfila Densa. A populaусo da espжcie estр sujeita ao declьnio contьnuo devido Я perda de hрbitat. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie estр sujeita aos efeitos de atividades agropecuрrias extensivas, expansсo de рreas urbanas, queimadas e atividades mineradoras, alжm de diversas atividades potencialmente poluidoras. W. superba foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wittrockia%20superba","Mata AtlРntica"],
    [1345,"BRUCHIACEAE","Pringleella subulata","(MЧll.Hal.) Broth.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie de ocorrЖncia nos Estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais, em regiсo de divisa desses Estados. Tem distribuiусo restrita (EOO=274,21 km▓), estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocorre em altitudes acima de 2.000 m. Enfrenta o declьnio da qualidade e da extensсo do hрbitat tanto pela presenуa de fogo quanto da pressсo urbana nas regiшes de ocorrЖncia da espжcie.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pringleella%20subulata","Mata AtlРntica"],
    [1346,"BRYACEAE","Brachymenium hornschunchianum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda pelos Estados das Regiшes  Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paranр, Rio Grande do Sul). Alжm disso suspeita-se de baixo esforуo de coleta e recomenda-se estudos a fim de verificar a ocorrЖncia da espжcie em outras regiшes.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachymenium%20hornschunchianum","Mata AtlРntica"],
    [1347,"BURMANNIACEAE","Apteria aphylla","(Nutt.) Barnhart ex Small","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Apteria aphylla ж uma erva de ampla distribuiусo e variaусo altitudinal (atж 1800 m), ocorre sempre associada a ambientes Щmidos. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apteria%20aphylla","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1348,"BURMANNIACEAE","Burmannia aprica","(Malme) Jonker","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia aprica ж uma erva que ocorre nas savanas e florestas Щmidas do Sudeste brasileiro. No entanto, o Щnico registro botРnico disponьvel indica uma subpopulaусo em Unidade de Conservaусo Federal (SNUC), uma coletada feita em 1890. Assim existe incerteza sobre a real distribuiусo, o que inviabiliza a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20aprica","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1349,"BURMANNIACEAE","Burmannia bicolor","Mart.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia bicolor ж uma herbрcea com ampla distribuiусo no Brasil e em outros paьses. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20bicolor","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1350,"BURMANNIACEAE","Burmannia damazii","P.Beauv.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia damazii ж uma planta do Cerrado brasileiro que habita as рreas Щmidas dos campos sujos e campos rupestres. Possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20damazii","Cerrado"],
    [1351,"BURMANNIACEAE","Burmannia flava","Mart.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Burmannia flava ж uma erva que ocorre nas matas Щmidas do Cerrado e AmazЗnia. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Burmannia%20flava","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1352,"BURMANNIACEAE","Cymbocarpa refracta","Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cymbocarpa refracta ж uma erva com a maioria das subpopulaушes conhecidas para a Mata AtlРntica do Sudeste e Sul, mas tambжm ocorre na AmazЗnia e Cerrado. Possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cymbocarpa%20refracta","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1353,"BURMANNIACEAE","Dictyostega orobanchoides","(Hook.) Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dictyostega orobanchoides ж uma erva que habita os solos Щmidos das florestas da Mata AtlРntica e AmazЗnia. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dictyostega%20orobanchoides","Mata AtlРntica"],
    [1354,"BURMANNIACEAE","Miersiella umbellata","(Miers) Urb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Miersiella umbellata ж uma erva que ocorre em solos Щmidos da Mata AtlРntica. Com subpopulaушes conhecidas em diversas рreas protegidas, a espжcie possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miersiella%20umbellata","Mata AtlРntica"],
    [1355,"BURSERACEAE","Bursera simaruba","(L.) Sarg.","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de ampla distribuiусo na Amжrica do Norte e Central, com limite meridional no Brasil, no Estado de Roraima e norte do Amazonas. Trata-se de uma planta de grande importРncia econЗmica por diversas aplicaушes: na medicina, como anti-inflamatзrio e no tratamento da gota, na fabricaусo de cavalos de carrossel, tradicionalmente feitos com sua madeira, e de quebra-ventos, pois sсo muito resistentes aos fortes ventos da Amжrica Central. Nсo hр uso significativo no Brasil e sua distribuiусo ж limitada no paьs. ╔ conhecida apenas por duas coletas, realizadas entre 1978 e 1984. Considerando que ocorre em regiшes com menor esforуo de coleta botРnica, e que seu hрbitat ж contьnuo, suspeita-se que sua AOO esteja subestimada, mas que seja menor que 2.000 km▓. Seu hрbitat sofre o declьnio de qualidade em decorrЖncia de grandes incЖndios. Sсo necessрrios estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo da espжcie na natureza.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bursera%20simaruba","AmazЗnia"],
    [1356,"BURSERACEAE","Dacryodes edilsonii","Daly","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de grande porte restrita ao sudeste do Acre, em seringais na Floresta AmazЗnica. Tem EOO de 345 km▓, AOO de 20 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa identificadas. Estр ameaуada pelos altos nьveis de desmatamento Яs margens da BR-317. ╔ conhecida por sete coletas entre 1991 e 2003, nos municьpios de Brasilжia e EpitaciolРndia. Sua distribuiусo restrita ao Acre pode ser em razсo da falta de esforуo de coleta, no entanto, a regiсo tem solos altamente distintos das demais рreas do Estado.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dacryodes%20edilsonii","AmazЗnia"],
    [1357,"BURSERACEAE","Protium bahianum","Daly","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de mжdio a grande porte com distribuiусo restrita, frequente nas Restingas da Bahia e rara em Sergipe e Pernambuco. Tem AOO de 176 km▓, e estр severamente fragmentada, pois, apesar dos 932 km▓ de litoral da Bahia, os remanescentes no Estado estсo reduzidos a fragmentos cuja рrea total soma menos de 222 km▓. ╔ ameaуada pela perda de рrea e qualidade do hрbitat em consequЖncia da ocupaусo Яs margens das rodovias e estradas prзximas ao litoral, da especulaусo imobiliрria, do desenvolvimento urbano e dos desmatamentos para carvсo, alжm das plantaушes de coco e cana.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20bahianum","Mata AtlРntica"],
    [1358,"BURSERACEAE","Protium giganteum var. crassifolium","(Engl.) Daly","VU","B1ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea, nсo endЖmica do Brasil, de ocorrЖncia na Floresta AmazЗnica de terra firme, com distribuiусo disjunta em duas situaушes de ameaуa: na Ilha de Marajз, no Parр, e na Serra do Aracр, no Amazonas. ╔ conhecida por quatro coletas da dжcada de 80. Sua ocorrЖncia no Amapр ж duvidosa. ╔ ameaуada pela perda de рrea e qualidade do hрbitat em consequЖncia do desmatamento e de incЖndios para a ocupaусo na Ilha de Marajз, bem como para a expansсo das рreas de pastagem.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20giganteum%20var.%20crassifolium","AmazЗnia"],
    [1359,"BURSERACEAE","Protium heptaphyllum subsp. cordatum","(Huber) Daly","DD","","","Tainan Messina","Subespжcie arbзrea da Floresta AmazЗnica. Possuindo baixa frequЖncia de coleta, ж conhecida de somente 11 coletas, sendo os Щltimos registros de ocorrЖncia em 1983, na regiсo de Tucuruь, no Parр. Esta ж uma das quatro situaушes de ameaуa em que a subespжcie estр sofrendo com o declьnio de habitat em decorrЖncia do desmatamento associado ao aumento populacional, este por sua vez motivado por projetos de desenvolvimento e infraestrutura, assentamentos e atividades agropecuрrias. Entretanto sua extensсo de ocorrЖncia ж ampla, 588.990 km▓, e como pertence a uma espжcie de ampla distribuiусo nos principais biomas do Brasil, ж esperado que entre as muitas ocorrЖncias de Protium heptaphyllum haja materiais da subespжcie nсo identificados. Necessрrio revisсo taxonЗmica para melhor delimitaусo de sua distribuiусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20heptaphyllum%20subsp.%20cordatum","AmazЗnia"],
    [1360,"BURSERACEAE","Protium icicariba var. talmonii","Daly","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Variedade de ocorrЖncia restrita Я Mata AtlРntica de Ilhжus e Itacarж, no Estado da Bahia. Tem EOO de 524,25 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ╔ ameaуada pelo declьnio de hрbitat em consequЖncia do desmatamento para atividades agropecuрrias.","2012-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20icicariba%20var.%20talmonii","Mata AtlРntica"],
    [1361,"BURSERACEAE","Protium inodorum","Daly","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Protium inodorum ж uma arbзrea da floresta primрria de terra firme da AmazЗnia. Ocorre na Guiana Francesa e no Estado do Parр. No Brasil, ж conhecida por uma situaусo de ameaуa, no municьpio de Almerim, onde ocorre na Estaусo Ecolзgica de Jarь, e foi coletada pela Щltima vez em 1988. ╔ ameaуada pela perda de hрbitat em decorrЖncia do aumento das рreas de pastagens para a criaусo de bЩfalos no local.","2012-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20inodorum","AmazЗnia"],
    [1362,"BURSERACEAE","Protium kleinii","Cuatrec.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea da Mata AtlРntica, ocorrendo na floresta pluvial de Santa Catarina e Paranр ao Estado de Sсo Paulo. Conhecida desde 1950, ainda ж frequentemente coletada. Hр grandes trechos de floresta bem preservada na encosta atlРntica do sul do Brasil. Sem uso ou ameaуa especьfica.","2012-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Protium%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [1363,"BURSERACEAE","Tetragastris occhionii","(Rizzini) Daly","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea, restrita Яs matas de Restingas e dunas do Estado da Bahia. Tem EOO de 10.262,50 km▓ e AOO de 68 km▓. ╔ conhecida por 17 coletas entre os anos de 1961 e 2001, estando sujeita a quatro situaушes de ameaуa. ╔ ameaуada pela perda de рrea e pelo declьnio da qualidade do hрbitat em consequЖncia do desmatamento e da ocupaусo das Restingas, motivados pela especulaусo imobiliрria e pelos extensos plantios de coco.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetragastris%20occhionii","Mata AtlРntica"],
    [1364,"BURSERACEAE","Trattinnickia ferruginea","Kuhlm.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea rara, com distribuiусo restrita Яs florestas bem preservadas da Mata AtlРntica do Estado de Minas Gerais. Encontra-se ameaуada pela perda de рrea e qualidade do hрbitat em consequЖncia do desmatamento para a produусo de carvсo, pastagens e silvicultura. Tem EOO de 3.554,67 km▓ e AOO de 12 km▓. ╔ conhecida por menos de cinco situaушes de ameaуa nos municьpios de Viуosa, Muriaж, Marliжria e Itambж do Mato Dentro.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trattinnickia%20ferruginea","Mata AtlРntica"],
    [1365,"BURSERACEAE","Trattinnickia mensalis","Daly","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea da Mata AtlРntica com distribuiусo restrita e disjunta. Estр presente em duas situaушes de ameaуa, na regiсo de Linhares no Estado do Espьrito Santo e em Ilhжus, na Bahia. Tem AOO de 16 km▓ e ж conhecida por seis coletas realizadas entre 1978 e 2011. Encontra-se ameaуada pelo desmatamento da Mata AtlРntica, cujos ьndices de devastaусo chegam a 91%.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trattinnickia%20mensalis","Mata AtlРntica"],
    [1366,"CABOMBACEAE","Cabomba aquatica","Aubl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. aquatica ж uma herbрcea aquрtica nсo endЖmica do Brasil, com distribuiусo nas florestas da Mata AtlРntica e AmazЗnia. Ocorre em diversas рreas de proteусo integral e possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20aquatica","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [1367,"CABOMBACEAE","Cabomba caroliniana","A.Gray","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. caroliniana ж uma erva, aquрtica e submersa, com ocorrЖncia pelo Pantanal e Mata AtlРntica. Apresenta potencial ornamental e por isso ж bastante cultivada mundialmente. Nсo ж endЖmica do Brasil. A EOO ж bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20caroliniana","Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [1368,"CABOMBACEAE","Cabomba furcata","Schult. & Schult.f.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. furcata ж uma erva, aquрtica e submersa, com ocorrЖncia em trЖs  biomas brasileiros. Embora o potencial ornamental possa diminuir o tamanho populacional atravжs do extrativismo, a espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). A EOO ж bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cabomba%20furcata","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1369,"CACTACEAE","Arrojadoa bahiensis","(P.J.Braun & Esteves) N.P.Taylor & Eggli","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem habitat restrito aos afloramentos rochosos do bioma Caatinga do Estado da Bahia. Apenas cinco subpopulaушessсo conhecidas em uma mesma regiсo ecolзgica, estando sujeitas de trЖs a cincosituaушes de ameaуa. Sua EOO ж de 557,35 km▓, e AOO de 20 km▓. Possui dispersсo com dependЖncia de interaушes ecolзgicas. Em funусo dohabitat restrito, da reduzida AOO e perda da qualidade do habitat, a espжcieestр sob risco de extinусo, pois se encontra muito vulnerрvel a eventosestocрsticos (genжtico, populacional e ambiental).","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20bahiensis","Caatinga"],
    [1370,"CACTACEAE","Arrojadoa dinae","Buining & Brederoo","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Embora sua AOO seja de 48 km▓, o uso desse parРmetro nсo reflete o padrсo de distribuiусo pois a espжcie ocorrem em uma variedade de habitats, dos campos arenosos, campos rupestres e ecзtonos caatinga/campo rupestre. Sua EOO, 32.230,52 km▓, tambжm ж acima do critжrio mьnimo para possivelmente avaliar como ameaуada no critжrio de distribuiусo geogrрfica. No entanto hр atж 10 situaушes de ameaуa e a populaусo estр em declьnio, devido a perda de indivьduos por coleta extrativista para fins ornamentais. Hр poucos registros coletados na Щltima dжcada.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20dinae","Caatinga, Cerrado"],
    [1371,"CACTACEAE","Arrojadoa eriocaulis","Buining & Brederoo","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie ocorre predominantemente no Estado de Minas Gerais, porжm tambжm existe descriусo de ocorrЖncia para o Estado da Bahia. Possui AOO de 16 km▓, distribuiусo disjunta e especificidade de habitat. A populaусo da espжcie estр em declьnio, muito provavelmente devido a perda de variabilidade genжtica, pois, hр apenas trЖs situaушes de ameaуa em que as subpopulaушes estсo envolvidas, o que a torna muito vulnerрvel aos efeitos da extrema fragmentaусo, que caracteriza a distribuiусo disjunta, entre os quais a endogamia. A perda da qualidade do habitat tende a se somar aos efeitos negativos sobre o tamanho populacional. ╔ provрvel que, a cada geraусo, a espжcie perca diversidade genжtica e, por conseguinte, a capacidade adaptativa.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arrojadoa%20eriocaulis","Cerrado"],
    [1372,"CACTACEAE","Arthrocereus glaziovii","(K.Schum.) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica ao Estado de Minas Gerais, e possui habitat restrito a Campo Rupestre ferruginoso do bioma Cerrado. Possui om EOO de 961,38 km▓ e ж muito ameaуada pela mineraусo na regiсo de ocorrЖncia. Essa atividade elimina o habitat da espжcie e provoca perda da qualidade no entorno. Suas subpopulaушes sсo acentuadamente fragmentadas, apresentando baixa densidade populacional (raras - 0,23 ind/m▓), e estсo em declьnio. A espжcie ocorre prзxima Я regiсo metropolitana, e sofre com a expansсo urbana, incluindo os efeitos da iluminaусo e dos ruьdos sobre seus polinizadores e dispersores.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20glaziovii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1373,"CACTACEAE","Arthrocereus melanurus subsp. magnus","N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Esta subespжcie estр restrita aos Campos Rupestres da Serras do Ibitipoca e Negra, no estado de Minas Gerais, em altitudes acima de 1.000 m. Apresenta subpopulaушes dentro dos limites do Parque Estadual do Ibitipoca (SNUC). Fora dessa unidade de conservaусo a subespжcie estр presente na cadeia montanhosa da Serra Negra. Encontrada tambжm ao sul da Serra Negra, onde ocorre na Reserva Particular do PatrimЗnio Natural Sсo Lourenуo do Funil (SNUC), localizada em Serrote, municьpio de Sсo Lourenуo, limite mais ao sul conhecido para esta subespжcie. A EOO calculada ж de 169,81 km▓ e a AOO de 24 km▓, distribuьdas em trЖs situaушes de ameaуa para essa subespжcie: o Parque Estadual do Ibitipoca (SNUC), a vertente norte da Serra Negra, na abrangЖncia dos municьpios de Lima Duarte, Olaria e Santa Bрrbara do Monte Verde, e, na vertente sul, no municьpio de Rio Preto. A qualidade do habitat e EOO da subespжcie estр em declьnio devido Я invasсo da gramьnea exзtica Melinis minutiflora (capim-gordura), sobretudo na competiусo em areais e substratos quartzarЖnicos, reduzindo sua AOO e restringindo-a aos afloramentos rochosos. Alжm disso, a subespжcie sofre com o aumento na frequЖncia de incЖndios.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20magnus","Mata AtlРntica"],
    [1374,"CACTACEAE","Arthrocereus melanurus subsp. melanurus","(K.Schum.) Diers et al.","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Arthrocereus melanurus subsp. melanurus tem distribuiусo restrita, EOO de 8.068 km▓ e AOO de 24 km▓. ╔ conhecida em menos de cinco situaушes de ameaуa, nos municьpios de Itutinga, Tiradentes, Sсo Joсo Del Rey, Alpinзpolis e Sсo Tomж das Letras, no estado de Minas Gerais. Habita os Campos Rupestres, que sofrem com a supressсo de рrea e qualidade do habitat, devido Яs pressшes antrзpicas, e com os efeitos deletжrios provocados pela atividade turьstica desordenada, crescimento urbano, agropecuрria e silvicultura, introduусo de espжcies exзticas invasoras e aumento da frequЖncia dos incЖndios por alteraушes na dinРmica da comunidade.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20melanurus","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1375,"CACTACEAE","Arthrocereus melanurus subsp. odorus","(Ritter) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Subespжcie de ocorrЖncia endЖmica ao Estado de Minas Gerais, de ocorrЖncia em Campos Rupestres do bioma Cerrado. Possui EOO de 1.266 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que resultam em declьnio de рrea e qualidade do habitat, em funусo das pressшes antrзpicas, que incluem os efeitos deletжrios provocados pela atividade de mineraусo no passado. Atualmente encontra-se pressionada pela invasсo de espжcies exзticas invasoras e pelo aumento da frequЖncia dos incЖndios por alteraушes na dinРmica da comunidade.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20melanurus%20subsp.%20odorus","Cerrado"],
    [1376,"CACTACEAE","Arthrocereus rondonianus","Backeb. & Voll","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica ao Estado de Minas Gerais, com restriушes de habitat e de interaушes ecolзgicas para polinizaусo e dispersсo. Possui EOO ж de 1.514 km▓ e AOO de 16 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sua preservaусo no Parque Estadual da Serra do Cabral (SNUC), ainda ж indefinida. A reserva ж recente, nсo conta com plano de manejo e nсo foram implementadas aушes para conservaусo. Alжm disso, hр indьcios de atividades silviculturais ocorrendo no interior de seus limites. Hр fortes evidЖncias de declьnio de рrea e qualidade do habitat, uma vez que sua EOO ж pressionada pela expansсo urbana e pelas atividades de mineraусo que atingem diretamente sua regiсo de ocorrЖncia. Ademais, a restritividade de habitat a torna vulnerрvel Я competiусo por plantas invasoras, reduzindo ainda mais sua AOO. A dinРmica das plantas invasoras pode aumentar a frequЖncia e os danos por incЖndios.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthrocereus%20rondonianus","Cerrado"],
    [1377,"CACTACEAE","Brasilicereus markgrafii","Backeb. & Voll","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais, de hрbitat especьfico e distribuiусo restrita. Possui EOO de 271 km▓ e AOO de 4 km▓, o que a torna naturalmente muito ameaуada de extinусo por consequЖncia de eventos estocрsticos (genжtico, populacional e ambiental). Esses eventos podem estar ocorrendo de forma induzida e acelerada pela degradaусo ambiental, cada vez mais contьnua no Estado de Minas Gerais.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilicereus%20markgrafii","Caatinga, Cerrado"],
    [1378,"CACTACEAE","Brasiliopuntia brasiliensis","(Willd.) A.Berger","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo na floresta atlРntica costeira, atingindo рreas interiores do Cerrado e Caatinga, em ampla variedade de fitofisionomias. Tem potencial para frutificar ainda em alturas muito mais baixas que seu potencial mрximo (de porte arborescente). Presente em unidades de conservaусo (SNUC) e tem potencial para recolonizar ambientes sujeitos a extinусo local. Seus frutos sсo comestьveis, mas nсo apresentam extraусo comercial.","2012-02-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliopuntia%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1379,"CACTACEAE","Cereus mirabella","N.P.Taylor","VU","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, de ocorrЖncia nos Estados  de Minas Gerais e Bahia. Apresenta distribuiусo restrita, sobre substrato arenoso e em рreas mais abertas do ecзtono Cerrado-Caatinga. Possui EOO de 131.467 km▓ e AOO de 40 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa, considerando os municьpios de ocorrЖncia. Encontra-se ameaуada pela perda de рrea e qualidade do habitat, pois ocorre em remanescentes de Cerrado e ecзtonos com a Caatinga, que estсo pressionados por extensas рreas de agricultura. Sua populaусo ж muito fragmentada e disjunta.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cereus%20mirabella","Cerrado"],
    [1380,"CACTACEAE","Cipocereus bradei","(Backeb. & Voll) Zappi & N.P.Taylor","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais, com hрbitat especьfico aos rochas cristalinas de Campo Rupestre do bioma Cerrado. Possui  EOO de 1.922 km▓ e AOO de 24 km▓ e estр sujeita a seis situaушes de ameaуa, considerando os municьpios de ocorrЖncia. Hр pressсo antrзpica para extraусo de suas sementes para comжrcio internacional. Ocorre no Parque Estadual da Serra do Cabral (SNUC), unidade de conservaусo criada em 2005 e que ainda nсo dispшe dos mecanismos que permitem avaliar a capacidade de preservaусo das espжcies e habitats. Encontra-se ameaуada principalmente por perda de рrea e da qualidade do habitat, por desmatamento, conversсo de terras para agricultura e abertura de estradas. Em uma das localidades hр perigo de hibridizaусo com C. minensis, o que representa um risco para as geraушes de ambas espжcies, podendo causar perda de capacidade adaptativa e reprodutiva.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20bradei","Cerrado"],
    [1381,"CACTACEAE","Cipocereus crassisepalus","(Buining & Brederoo) Zappi & N.P.Taylor","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Cipocereus crassisepalus ж uma espжcie que se desenvolve em Campo Rupestre sobre rochas arenьticas ou cascalho quartizьtico. Tem distribuiусo restrita ao estado de Minas Gerais (EOO=1.701,75 km▓). A hibridizaусo com outras espжcies simpрtricas pode ser uma ameaуa Я perpetuaусo de C. crassisepalus na natureza. A espжcie estр presente em listas vermelhas e no anexo II da CITES, indicando valor ornamental e sujeiусo ao comжrcio. Hр relatos de sua ocorrЖncia em рreas protegidas. Estudos indicam que existem menos de 10 subpopulaушes bastante prзximas as quais se encontram em declьnio. Desta forma, pela distribuiусo e presenуa e ausЖncia em unidade de conservaусo podem ser identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa distintas. Alжm da aусo de coletores, o habitat da espжcie vem sendo destruьdo por produtores de carvсo, o que sugere o declьnio da EOO e da qualidade do habitat. Diante do exposto, C. crassisepalus foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20crassisepalus","Cerrado"],
    [1382,"CACTACEAE","Cipocereus laniflorus","N.P.Taylor & Zappi","EN","D","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Cipocereus laniflorus ж um arbusto suculento? que ocorre em afloramentos quartzьticos, em encostas ьngremes de morros e paredes rochosas. Sua ocorrЖncia estр restrita Я Reserva Particular do PatrimЗnio Natural do Caraуa (SNUC), no estado de Minas Gerais. A espжcie possui EOO de apenas 451,55 km▓. Estudos populacionais revelaram um total de 321 indivьduos, dos quais menos de 250 adultos. Devido ao pequeno nЩmero de indivьduos maduros na populaусo, a espжcie pode ser considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20laniflorus","Mata AtlРntica"],
    [1383,"CACTACEAE","Cipocereus minensis","(Werderm.) Ritter","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais, com especificidade de habitat, sendo tьpica de Campos Rupestres, onde ocorre em paredes rochosas e entre rochas. Embora encontrada em unidade de conservaусo, hр menos de 10 situaушes de ameaуa, o que a torna vulnerрvel a eventos estocрsticos ambientais. A qualidade do habitat tem sido degradada sobretudo em sua distribuiусo mais ao sul, em рreas sujeitas Я mineraусo e expansсo urbana.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20minensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1384,"CACTACEAE","Cipocereus pusilliflorus","(Ritter) Zappi & N.P.Taylor","CR","C1+2a(i)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie rara com restritividade de habitat, tьpica de Campos Rupestres, onde ocorre em paredes e platЗs de rochas cristalinas. ╔ endЖmica do Estado de Minas Gerais, sendo conhecida uma Щnica subpopulaусo com menos de cinco indivьduos. ╔ cultivada em algumas coleушes ex situ na Europa. O rрpido declьnio populacional ж um problema enfrentado pelas espжcies com populaушes pequenas, devido a trЖs razшes principais: 1) perda de variabilidades genжtica, endogamia e deriva genжtica, 2) flutuaушes demogrрficas aleatзrias nas taxas de nascimento e mortalidade, 3) flutuaушes ambientais devido Яs variaушes de aусo predatзria, competiусo, incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais de eventos singulares, em frequЖncia de tempo irregulares.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cipocereus%20pusilliflorus","Caatinga, Cerrado"],
    [1385,"CACTACEAE","Coleocephalocereus buxbaumianus subsp. flavisetus","(Ritter) N.P.Taylor & Zappi","VU","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais. Estр sujeita a no mрximo seis situaушes de ameaуa, embora sua EOO nсo permita acessar categorias. Uma anрlise da AOO ж mais adequada, uma vez que sua distribuiусo ж disjunta, ocorrendo em afloramentos de rocha cristalina (Inselbergs) ou florestas adjacentes aos lajedos. Como esses afloramentos nсo ultrapassam, em geral, mais de 200 km▓ e hр apenas sete registros para a espжcie, a AOO foi calculada em 24 km▓. A perda de рrea e qualidade do habitat ж registrada em consequЖncia da mineraусo.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20buxbaumianus%20subsp.%20flavisetus","Mata AtlРntica"],
    [1386,"CACTACEAE","Coleocephalocereus fluminensis subsp. decumbens","(Ritter) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Subespжcie de ocorrЖncia restrita no Estado de Minas Gerais, onde ж especьfica a afloramentos rochosos (Inselbergs) e lajedos gnaissicos, na transiусo Agreste/Mata AtlРntica. Possui EOO de 67 km▓ e AOO de 12 km▓. ╔ conhecida a partir de trЖs situaушes de ameaуa, nos municьpios de Caraь, Padre Paraьso e Teзfilo Otoni. Embora existam relatos de que a populaусo seja localmente dominante em Inselbergs, hр somente trЖs subpopulaушes conhecidas, fragmentadas naturalmente devido ao habitat especьfico, e por isso a espжcie ж vulnerрvel a eventos estocрsticos ambientais. ╔ classificada como \"Em Perigo\" (EN) e estр muito prзxima de estar Criticamente em perigo (CR), caso a perda do hрbitat e da qualidade deste nсo cessar","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20fluminensis%20subsp.%20decumbens","Mata AtlРntica"],
    [1387,"CACTACEAE","Coleocephalocereus purpureus","(Buining & Brederoo) Ritter","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais. Possui EOO muito limitada e especificidade de hрbitat e de interaушes ecolзgicas. Ocorre em afloramentos rochosos (Inselbergs) e lajedos gnaissicos em meio Я Caatinga, prзximo ao Rio Jequitinhonha. Essas рreas, dentro da sua EOO, tendem a ser menores que 10 km▓, mas uma anрlise mais profunda da disponibilidade e qualidade de hрbitats, bem como estudos populacionais, podem revelar um risco maior de extinусo. Pelas as informaушes disponьveis, entende-se que nсo ж coletada desde 1988. Encontra-se ameaуada pela mineraусo de granito. Ademais, as duas localidades conhecidas tornam a espжcie muito vulnerрvel aos eventos estocрsticos ambientais e atж mesmo genжticos e populacionais. Foi classificada como \"Em Perigo\" (EN) e podendo ser classificada como Criticamente em perigo (CR) em um futuro prзximo, caso a perda do habitat e da qualidade deste nсo cessar.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coleocephalocereus%20purpureus","Caatinga"],
    [1388,"CACTACEAE","Discocactus bahiensis","Britton & Rose","VU","B2ab(ii,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre nos estados da Bahia, Pernambuco, Piauь e Cearр, em habitat especьfico da Caatinga, terraуos periodicamente inundados associados Я ocorrЖncia de \"carnaЩba\". Tem EOO de 107.483 km▓ e AOO de 44 km▓. ╔ conhecida a partir de situaушes de ameaуa, em Juazeiro, Morro do Chapжu, Jacobina, Campo Formoso e Sento Sж, no estado da Bahia, Francisco Ayres, no Piauь, e Lavras da Mangabeira, no Cearр. Encontra-se ameaуada pela perda de рrea e e qualidade do habitat, pressсo de coleta e pela inundaусo de extensa рrea para construусo da represa de Sobradinho (BA), na dжcada de 1970. Mais recentemente, passou a ser pressionada pela expansсo urbana e de grandes рreas de agricultura e obras de infra-estrutura, como rodovias e linhas de transmissсo.","2012-02-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20bahiensis","Caatinga"],
    [1389,"CACTACEAE","Discocactus catingicola","Buining & Brederoo","VU","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 128.697 km▓ e AOO de 40 km▓. TЖm subpopulaушes muito fragmentadas e distantes umas das outras e a populaусo estр em declьnio. Estр sujeita a oito situaушes de ameaуa, os municьpios de Bom Jesus, no estado do Piauь, Barreiras, Coribe, Paramirim, Santana e Sсo Desidжrio na Bahia, Januрria, em Minas Gerais e Posse, em Goiрs. Encontrada em Cerrado e рreas de transiусo Cerrado-Caatinga. Estр ameaуada pela perda da рrea e qualidade do habitat em decorrЖncia do desmatamento e da conversсo de terras em grandes рreas de agricultura.","2012-02-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20catingicola","Cerrado"],
    [1390,"CACTACEAE","Discocactus ferricola","Buining & Brederoo","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie pode estar criticamente ameaуada, pois embora nсo tenha sido possьvel encontrar e georreferenciar os materiais testemunhos de sua ocorrЖncia, sabe-se que seu habitat especьfico, a vegetaусo de canga, estр sob ameaуa de atividades de mineraусo. ╔ necessрrio estudos botРnicos e ecolзgicos, mas medidas de conservaусo/preservaусo devem ser tomadas com urgЖncia.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20ferricola","Cerrado, Pantanal"],
    [1391,"CACTACEAE","Discocactus heptacanthus","(Rodrigues) Britton & Rose","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Hр incertezas taxonЗmicas na delimitaусo da espжcie, que impedem avaliaусo segura.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20heptacanthus","Cerrado"],
    [1392,"CACTACEAE","Discocactus horstii","Buining & Brederoo","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Discocactus horstii ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, e possui ocorrЖncia restrita aos substrato de cascalho quartzьtico e areia, sob a copa de arbustos em рreas de Campos Rupestres do bioma Cerrado. ?A espжcie foi alvo de intenso extrativismo no passado e, embora esteja presente em unidade de conservaусo, o Parque Estadual de Grсo Mogol (SNUC), sua ocorrЖncia limitada a torna vulnerрvel Я extinусo por eventos estocрsticos tanto genжtico quanto populacionais e ambientais. Hр indicaушes de pressсo antrзpica como a expansсo urbana, o que pode induzir mudanуas na frequЖncia de distЩrbios, aumentando a pressсo sobre a populaусo.","2012-02-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20horstii","Cerrado"],
    [1393,"CACTACEAE","Discocactus placentiformis","(Lehm.) K.Schum.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","EndЖmica de Minas Gerais. Espжcie dependente de habitat especьfico, rochas arenьticas, areia quartzьtica e cascalho em Cerrados e Campos Rupestres. EOO de 39.502 km▓ e AOO de 64 km▓. Conhecida de 12 situaушes de ameaуa, os municьpios de Augusto de Lima, BocaiЩva, Buenзpolis, Claro dos Poушes, Couto de Magalhсes de Minas, Diamantina, Gouveia, Grсo Mogol, Jequitaь, Santana do Pirapama, Sete Lagoas e Manga. Hр pressсo de coleta para produусo de doces e suas subpopulaусo sсo pequenas, isoladas e em declьnio. No entanto nсo hр informaушes cientьficas disponьveis sobre dados quantitativos tanto na sua dinРmica populacional quanto no efeito da pressсo de coleta. ╔ necessрrio investidas de campo sobre as localidades conhecidas para saber se hр extinушes locais.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20placentiformis","Cerrado"],
    [1394,"CACTACEAE","Discocactus pseudoinsignis","N.P.Taylor & Zappi","CR","B1ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais, sendo dependente de habitat especьfico, em areia quartzьtica no Campo Rupestre, prзximo a cursos d'рgua do bioma Cerrado. Tem distribuiусo restrita, EOO de 65 km▓ e AOO de 12 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa: a regiсo entre Grсo Mogol e Cristрlia. Encontra-se ameaуada pela perda de рrea e qualidade do habitat. Dentro de sua EOO hр pressшes antrзpicas que alteram a dinРmica da paisagem, como a expansсo de plantios de eucalipto e construусo de pequenas centrais hidrelжtricas.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20pseudoinsignis","Cerrado"],
    [1395,"CACTACEAE","Discocactus zehntneri","Britton & Rose","VU","B1ab(i,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado da Bahia (EOO=8.177 km▓, AOO=20 Km▓), e possui, segundo comunicaусo pessoal com o especialista da famьlia, registro de ocorrЖncia para o Estado do Cearр.  Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: os municьpios de Sento Sж, Campo Formoso e Mimoso. Encontra-se ameaуada pelos fatores intrьnsecos do EOO restrito e da especificidade de habitat, que a torna naturalmente vulnerрvel Я extinусo por fatores estocрsticos (genжtico, populacional e ambiental). Seu status de ameaуa pode ser ainda mais crьtico, pois ж possьvel que a sua EOO conhecida diminua consideravelmente com a extinусo local da subpopulaусo no municьpio de Mimoso (BA), onde seu Щltimo registro data de 1988. Hр pressсo de coleta e declьnio da AOO e da qualidade do habitat por construусo de barragens e desmatamento.","2012-02-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discocactus%20zehntneri","Caatinga"],
    [1396,"CACTACEAE","Echinopsis calochlora","K.Schum.","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica, mas restrita Я Campos Rupestres Ferruginosos do bioma Pantanal. Encontrada no estado do Mato Grosso do Sul, e com presenуa descrita, mas incerta no estado do Mato Grosso. Possui AOO menor que 10 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Os principais problemas enfrentados pela espжcie na regiсo sсo efeitos da mineraусo e pressсo de coleta decorrente do seu potencial ornamental. Estima-se que a vegetaусo do Maciуo do Urucum (MS) tenha sido alterada em 47,8%, e a рrea remanescente nсo ж superior a 1.310 km▓.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinopsis%20calochlora","Cerrado, Pantanal"],
    [1397,"CACTACEAE","Echinopsis oxygona","(Link & Otto) Pfeiff. & Otto","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do paьs. No Brasil, ocorre no bioma Pampa, no Estado do Rio Grande do Sul. Possui EOO de 294 km▓ e restritividade de habitat, alжm de poucos registros de ocorrЖncia. O declьnio populacional ж atribuьdo ao seu potencial ornamental que gera pressсo de coleta e, principalmente Я perda de рrea e qualidade do habitat, impactados por alteraушes de uso do solo resultante da expansсo das atividades agrьcolas e silviculturais.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Echinopsis%20oxygona","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1398,"CACTACEAE","Epiphyllum phyllanthus","(L.) Haw.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda pelos grandes biomas do Brasil. Amplamente cultivada e apresenta crescimento clonal.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epiphyllum%20phyllanthus","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [1399,"CACTACEAE","Espostoopsis dybowskii","(Rol.-Goss.) Buxb.","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre principalmente em afloramentos granьticos nas caatingas do estado da Bahia. Tem especificidade de hрbitat, apresenta uma populaусo severamente fragmentada com subpopulaушes conhecidas na forma disjunta, e seu hрbitat ocorre em padrсo insular. ?A AOO ж muito reduzida, afetada diretamente pelo desmatamento e por incЖndios. A partir das informaушes cientьficas disponьveis, ж seguramente uma espжcie \"Em perigo\" (EN). Sсo necessрrios mais estudos para encontrar novas subpopulaушes e certificar sua existЖncia em unidades de conservaусo ou planejamento para que estas sejam criadas para preservр-las.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Espostoopsis%20dybowskii","Caatinga"],
    [1400,"CACTACEAE","Facheiroa cephaliomelana","Buining & Brederoo","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem especificidade de habitat: os afloramentos calcрrios dos estados de Minas Gerais e Bahia. A AOO ж uma medida mais adequada para avaliaусo da espжcie do que sua EOO, uma vez que os afloramentos calcрrios apresentam-se no padrсo insular, de ocorrЖncia pontual e disjunta. Sua AOO conhecida ж muito reduzida (24 km▓). Dessa maneira, esta espжcie seguramente estр \"Em perigo\" (EN) de extinусo e muito prзxima do perigo crьtico (CR), caso novas subpopulaушes nсo sejam encontradas e ameaуas como a mineraусo continuem gerando impacto sobre seu habitat. A espжcie depende de medidas de conservaусo e preservaусo.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20cephaliomelana","Caatinga, Cerrado"],
    [1401,"CACTACEAE","Facheiroa cephaliomelana subsp. estevesii","(P.J.Braun) N.P.Taylor & Zappi","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Esta subespжcie tem ocorrЖncia muito restrita, no municьpio de IuiЩ, no Estado da Bahia. Por conta disso, a espжcie encontra-se sob risco de extinусo por eventos estocрsticos, como os decorrentes de aleatoriedade genжtica, populacional e ambiental. Desmatamento e cultivos agrьcolas podem alterar a qualidade do hрbitat, aumentando a frequЖncia de distЩrbios, como incЖndios. A vegetaусo sobre afloramentos calcрrios ж fortemente estacional e, por isso, naturalmente vulnerрveis ao incЖndios. A dinРmica do ecossistema pode estar sendo alterada pelo intenso uso agrьcola no entorno dos afloramentos, onde os solos sсo muito fжrteis.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20cephaliomelana%20subsp.%20estevesii","Caatinga"],
    [1402,"CACTACEAE","Facheiroa ulei","(GЧrke) Werderm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de parte do bioma Caatinga do Estado da Bahia. Apresenta porte arborescente, ocorrendo acima de 500 m de altitude. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 230 km▓ e AOO de 12 km▓. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: os municьpios de  Xique-Xique, Gentio do Ouro e Itaguaуu da Bahia. Encontra-se ameaуada por declьnio do habitat, pois estima-se que o desmatamento da caatinga jр tenha chegado a 40%, em consequЖncia das atividades agropecuрrias.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Facheiroa%20ulei","Caatinga"],
    [1403,"CACTACEAE","Frailea buenekeri","W.R.Abraham","EN","B1ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado do Rio Grande do Sul, com distribuiусo muito restrita aos Campos Sulinos (Pampa) e EOO calculada em 485 km▓. Torna-se ainda mais restrita pela especificidade de habitat: os afloramentos rochosos. O bioma Pampa tem sido muito degradado pela expansсo de atividades agrьcolas e silviculturais. Alжm disso, a espжcie estр ameaуada por eventos estocрsticos (genжtico, populacional, ambiental). A espжcie depende de medidas de conservaусo e preservaусo. Foi coletada na Щltima dжcada.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20buenekeri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1404,"CACTACEAE","Frailea castanea","Backeb.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ocorrЖncia no bioma Pampa, no Estado do Rio Grande do Sul. Embora haja indicativos de subpopulaушes numerosas, ainda nсo foi feita uma avaliaусo cientьfica. Mesmo assim, hр poucos registros de ocorrЖncia. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 890,64 km▓ e AOO de 12 km▓. Ocorre em habitat especьfico, os afloramentos rochosos. Alжm de ser ameaуada por eventos estocрsticos ambientais, habita um bioma que tem sido degradado pela expansсo das atividades agrьcolas e silviculturais e pelo pastoreio de espжcies de mamьferos invasores, como javalis e cabras.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20castanea","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1405,"CACTACEAE","Frailea curvispina","Buining & Brederoo","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie potencialmente ameaуada, endЖmica do Rio Grande do Sul. Mas nсo foi possьvel obter registros de ocorrЖncia com qualidade mьnima para identificar sua localizaусo. ╔ necessрrio estudos de campo para coletar a espжcie e registrar subpopulaусo para uma avaliaусo mais segura.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20curvispina","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1406,"CACTACEAE","Frailea gracillima","(Lem.) Britton & Rose","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie ocorre tanto em campos quanto em afloramentos rochosos. Hр muitas situaушes de vulnerabilidade, o que pode assegurar que nсo esteja ameaуada por eventos estocрsticos (como aleatoriedade genжtica, populacional e ambiental). Sua EOO ж baixa 28.191 km▓, mas nсo o suficiente para uma possьvel categorizaусo de ameaуa considerando sua amplitude geogrрfica. No entanto, estudos devem ser feitos para acompanhar a dinРmica populacional e genжtica frente ao desmatamento do Pampa com o avanуo das рreas agrьcolas e silviculturais, bem como certificar de sua ocorrЖncia/preservaусo em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20gracillima","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1407,"CACTACEAE","Frailea mammifera","Buining & Brederoo","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de distribuiусo geogrрfica muito restrita, tendo apenas uma populaусo conhecida, coletada na Щltima dжcada, prзxima a RS-630, o que ж indicativo de perda da qualidade do habitat. Possui AOO calculada em 4 km▓ e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, em funусo desta Щnica localidade conhecida de ocorrЖncia da espжcie. ╔ ameaуada pela degradaусo do bioma Pampa, devido Я expansсo das atividades agrьcolas e silviculturais. A espжcie depende de aушes de conservaусo, preservaусo e pesquisa genжtica e populacional.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20mammifera","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1408,"CACTACEAE","Frailea phaeodisca","(Speg.) Speg.","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita, com EOO de 587 km▓ e AOO de 8 km▓. Nсo ж endЖmica do Brasil, e estр sujeita, no paьs, a duas situaушes de ameaуa no estado do Rio Grande do Sul: os municьpios de Caуapava do Sul e Santana do Livramento. Isso a torna muito ameaуada Я extinусo por eventos estocрsticos (genжtico, populacional, ambiental), sobretudo pela especificidade de habitat, pois ocorre somente em afloramentos granьticos. ╔ possьvel sua existЖncia em Pedras Altas (RS). Estр ameaуada pela perda do habitat, de indivьduos maduros e de subpopulaушes. O bioma tem sido muito degradado pela expansсo de atividades agrьcolas e silviculturais, e competiусo de espжcies exзticas invasoras que alteram a dinРmica dos ecossistemas, intensificando o regime de incЖndios e provocando perda da qualidade do habitat. A espжcie tem sido consumida pelo sobrepastejo de caprinos e ovinos, que acarreta o declьnio no nЩmero de indivьduos maduros e tem potencial para eliminar subpopulaушes.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20phaeodisca","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1409,"CACTACEAE","Frailea pumila","(Lem.) Britton & Rose","VU","B1ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo endЖmica do Brasil, mas, no paьs, tem distribuiусo restrita ao estado do Rio Grande do Sul. Sua EOO ж de 6.697 km▓ e AOO de 16 km▓. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, o que a torna suscetьvel a eventos estocрsticos (genжtico, populacional e ambiental), com possьvel declьnio de subpopulaушes. Estр ameaуada pela degradaусo do habitat pela expansсo de atividades agrьcolas e silviculturais, e pela da competiусo com espжcies exзticas invasoras que alteram o regime de distЩrbios naturais e a dinРmica do pampa.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20pumila","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1410,"CACTACEAE","Frailea pygmaea","(Speg.) Britton & Rose","VU","B1ab(iii,iv,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo endЖmica do Brasil, mas, no paьs, tem distribuiусo restrita ao estado do Rio Grande do Sul, com pequena amplitude geogrрfica (EOO=15.000 km▓). Estр sujeita a atж 10 situaушes de ameaуa. Os indivьduos nas subpopulaушes nсo sсo numerosos e tЖm sido seriamente ameaуados pelo sobrepastejo de caprinos e ovinos. Os hрbitats do Pampa vЖm sendo degradados pela expansсo das atividades agrьcolas e silviculturais e pela competiусo com espжcies exзticas invasoras.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20pygmaea","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1411,"CACTACEAE","Frailea schilinzkyana","(K.Schum.) Britton & Rose","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com problemas taxonЗmicos, e ausente de registros com qualidade mьnima para identificar sua localizaусo. Sсo necessрrio estudos taxonЗmicos para identificar seu status de conservaусo.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frailea%20schilinzkyana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1412,"CACTACEAE","Gymnocalycium denudatum","(Link & Otto) Pfeiff. ex Mittler","EN","B1ab(iii,iv,v)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo, no paьs, somente no Rio Grande do Sul, com amplitude geogrрfica restrita (EOO = 588 km▓). Suas subpopulaушes sсo pequenas e sujeitas a apenas duas situaушes de ameaуa, o que a torna muito vulnerрvel a extinусo por eventos estocрsticos (genжtico, populacional e/ou ambiental). A espжcie ж consumida por ovinos e caprinos o que pode diminuir o nЩmero de indivьduos maduros ou eliminar subpopulaушes. O bioma pampa tem sido degradado pela expansсo de atividades agrьcolas e silviculturais e competiусo por espжcies exзticas invasoras. A espжcie depende de medidas de conservaусo e preservaусo.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20denudatum","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1413,"CACTACEAE","Gymnocalycium horstii","Buining","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Subpopulaушes geralmente pequenas em declьnio. Nсo ж endЖmica do Brasil. Nсo foi possьvel, com os dados disponьveis, situar e quantificar sua distribuiусo geogrрfica por ausЖncia de dados com qualidade mьnima. ╔ necessрrio estudos de campo, taxonomia e ecologia para uma avaliaусo mais adequado do seu grau de risco de extinусo. Tem potencial para categoria de ameaуa devido degradaусo ambiental de seu habita/bioma.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20horstii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1414,"CACTACEAE","Gymnocalycium horstii subsp. buenekeri","(Swales) P.J.Braun & Hofacker","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Subpopulaушes geralmente pequenas em declьnio. Nсo ж endЖmica do Brasil. Nсo foi possьvel com os dados disponьveis situar e quantificar sua distribuiусo geogrрfica por ausЖncia de dados com qualidade mьnima. Tampouco hр estudo quantitativos de suas subpopulaушes. ╔ necessрrio estudos de campo, taxonomia e ecologia para uma avaliaусo mais adequada do seu grau de risco de extinусo. Tem potencial para categoria de ameaуa devido degradaусo ambiental de seu habitat/bioma e devido a coleta extrativista.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnocalycium%20horstii%20subsp.%20buenekeri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1415,"CACTACEAE","Hatiora cylindrica","Britton & Rose","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Hatiora cylindrica ж uma espжcie perene epьfita que ocorre em florestas Щmidas, restingas e dunas da regiсo da Mata AtlРntica, com uma EOO de 61.913,38 km▓. Apesar de ser relatado que algumas subpopulaушes ocorrentes no Estado da Bahia vЖm sofrendo declьnio devido a um aumento do desmatamento e de atividades turьsticas, as informaушes quanto ao nЩmero de indivьduos que compшem sua populaусo e os dados referentes Я sua biologia sсo insuficientes para seu enquadramento em qualquer categoria e critжrio de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20cylindrica","Mata AtlРntica"],
    [1416,"CACTACEAE","Hatiora herminiae","(Porto & Castell.) Backeb. ex Barthlott","VU","B1ab(iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Hatiora herminiae ж uma espжcie suculenta perene, ocorrente em Floresta Nebular na Mata AtlРntica, dos os Estados de Sсo Paulo e Minas Gerais. Por seu hрbitat se encontrar ameaуado pelo desmatamento e por sua EOO ser menor que 20.000 km▓, a espжcie pode ser considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20herminiae","Mata AtlРntica"],
    [1417,"CACTACEAE","Hatiora rosea","(Lagerh.) Barthlott","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui EOO de 2.027,26 km▓ o que poderia enquadrр-la como \"Em perigo\" (EN). Entretanto, nсo hр informaушes disponьveis sobre o declьnio de seu habitat ou populacional para acessar qualquer subcritжrio.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hatiora%20rosea","Mata AtlРntica"],
    [1418,"CACTACEAE","Hylocereus setaceus","(Salm-Dyck) R.Bauer","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Hylocereus setaceus ж uma espжcie perene epьfita, rupьcola ou trepadeira, ocorrente em 15 Estados brasileiros e em quatro diferentes biomas o que garante uma EOO de 4.202.282,6 km▓. Desta forma, a espжcie pode ser categorizada como \"Menos Preocupante\" (LC) por ser amplamente distribuьda e em vрrios ambientes diferentes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hylocereus%20setaceus","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1419,"CACTACEAE","Lepismium cruciforme","(Vell.) Miq.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Lepismium cruciforme ж uma espжcie abundante e amplamente distribuьda (EOO=1.607.472,3 km▓) nas regiшes Sul e Sudeste, como tambжm em Mato Grosso do Sul, Bahia e Pernambuco, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Devido a estas caracterьsticas a espжcie pode ser considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20cruciforme","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [1420,"CACTACEAE","Lepismium houlletianum","(Lem.) Barthlott","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Lepismium houlletianum ж uma espжcie abundante e com ampla distribuiусo (EOO=510.571 km▓) ocorrendo do Rio Grande do Sul a Minas Gerais em ambientes de Mata AtlРntica. Devido a estas caracterьsticas a espжcie pode ser considerada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20houlletianum","Mata AtlРntica"],
    [1421,"CACTACEAE","Lepismium warmingianum","(K.Schum.) Barthlott","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Lepismium warmingianum ж uma espжcie abundante e de ampla distribuiусo ocorrente do Rio Grande do Sul a Minas Gerais (EOO=594.896,9 km▓), ocorre tambжm em рreas protegidas e unidades de conservaусo (SNUC). De acordo com esses dados, pode-se considerar que a espжcie ж \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepismium%20warmingianum","Mata AtlРntica"],
    [1422,"CACTACEAE","Melocactus azureus","Buining & Brederoo","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus azureus ж uma espжcie endЖmica do Estado da Bahia, que ocorre sobre afloramentos planos de calcрrio em meio Я caatinga, e tem distribuiусo restrita (EOO=255,74 km▓, AOO","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20azureus","Caatinga"],
    [1423,"CACTACEAE","Melocactus conoideus","Buining & Brederoo","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus conoideus ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia, em рreas de transiусo entre Caatinga e Campos Rupestres do Cerrado, sob e entre arbustos, em substrato de cascalho quartzьtico. A espжcie consta no Anexo I da CITES (2011). ╔ conhecida por uma Щnicalocalidade, que se encontra seriamente ameaуada pela expansсo urbana, queimadas e mineraусo de quartzo, alжm da atividade de coletores. Sua populaусo encontra-se emdeclьnio, porжm, aespжcie vЖm sendo propagada em laboratзrio de forma bem sucedida, visando Я reintroduусo. Alжm disso, em 2002, foi criada uma reserva municipal de cerca de 11 hectares no municьpio de Vitзria da Conquista (BA), voltada para a conservaусo de M. conoideus, havendo tambжm aушes de educaусo ambiental com as populaушes humanas do entorno da sua рrea de ocorrЖncia. Apesar dos esforуos conservacionistas, devido ao fato da espжcie ocorrer em somente uma localidade ameaуada pela expansсo urbana e degradaусo ambiental, pode-se dizer que M. conoideus encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR), enfrentando um riscoextremamente alto de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20conoideus","Caatinga, Cerrado"],
    [1424,"CACTACEAE","Melocactus deinacanthus","Buining & Brederoo","CR","A3c,B2ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus deinacanthus ж uma espжcie endЖmica do Estado da Bahia, e ocorre no bioma Caatinga, sobre afloramentos rochosos. A espжcie consta no Anexo I da CITES (2011). ╔ conhecida por uma Щnica localidade, parte da qual foi convertida em uma mina a cжu aberto. Sua populaусo encontra-se em declьnio e sofre com declьnio do habitat. Suspeita-se que a espжcie possa ter uma diminuiусo populacional de 80% nos prзximos 20 anos. Desta forma, pode-se dizer que M. deinacanthus encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR), correndo um risco extremamente alto de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20deinacanthus","Caatinga"],
    [1425,"CACTACEAE","Melocactus ferreophilus","Buining & Brederoo","EN","A3c,B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus azureus subsp. ferreophilus ж uma subespжcie com distribuiусo restrita ao Estado da Bahia, desenvolvendo-se em рreas de Caatinga sobre afloramentos de calcрrio e com uma EOO de 1.030,34 km▓. Todas as subpopulaушes da espжcie sсo bem pequenas, agrupando poucas dezenas de indivьduos e em declьnio. A espжcie ocorre em menos de cinco localidades. Alжm disso, ж ameaуada pela degradaусo do ambiente em torno do seu habitat, e tambжm devido Я possibilidade de mineraусo do calcрrio nas рreas onde ocorre. Essa subespжcie sofre ainda com a atividade de coletores. Diante disso, pode-se dizer que  encontra-se \"Em perigo\" (EN) correndo alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20ferreophilus","Caatinga"],
    [1426,"CACTACEAE","Melocactus glaucescens","Buining & Brederoo","EN","A3ce,B1ab(iii),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus glaucescens ocorre em рreas de caatinga e Campos Rupestres no Estado da Bahia, e possui distribuiусo bastante restrita com EOO de 1.742,10 km▓. Estр presente na lista da CITES (2011) Anexo I, por ser alvo da aусo de coletores. Alжm disso, sua populaусo estр em declьnio, e estudos relatam que algumas subpopulaушes nсo contabilizam mais do que 80 indivьduos reprodutivos, o que leva Я suspeita de que sua populaусo nсo compreenda mais que 250 indivьduos reprodutivos. Seu hрbitat vЖm sofrendo perdas resultantes da pastagem e presenуa de gado (que podem se alimentar da espжcie) e pela passagem de queimadas. A espжcie apresenta uma baixa variabilidade genжtica e um alto nьvel de endogamia entre subpopulaушes prзximas, alжm de evidЖncias de hibridizaусo com M. ernestii. Todas essas caracterьsticas sсo prejudiciais para o seu sucesso reprodutivo, aumentando o risco de extinусo, o que permite suspeitar que a espжcie possa apresentar um declьnio populacional de 50% nos prзximos 20 anos. Diante disto, M. glaucescens pode ser categorizada como \"Em perigo\" (EN), com um alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20glaucescens","Caatinga"],
    [1427,"CACTACEAE","Melocactus lanssensianus","P.J.Braun","EN","B1b(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus lanssensianus ocorre nos Estados da Paraьba e Pernambuco, onde se desenvolve em afloramentos granьticos expostos do bioma Caatinga. M. lanssensianus ж conhecida de somente duas localidades, tendo distribuiусo restrita com uma EOO de 512,49 km▓. A perda da qualidade do habitat ж a maior ameaуa para a espжcie, e uma das localidades de ocorrЖncia ж bastante prзxima a um centro urbano. Diante disso, M. lanssensianus pode ser categorizada como \"Em perigo\" (EN), com um alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20lanssensianus","Caatinga"],
    [1428,"CACTACEAE","Melocactus pachyacanthus","Buining & Brederoo","EN","B1ab(i,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus pachyacanthus se desenvolve em afloramentos planos e expostos de calcрrio na Caatinga do Estado da Bahia. Tem uma EOO de 3.428,65 km▓ e possui menos de cinco subpopulaушes, das quais somente uma abriga um nЩmero grande de indivьduos, as demais sсo bem menores, com algumas centenas a poucas dezenas de indivьduos, sua populaусo encontra-se em declьnio. Ocorre na ┴rea de Proteусo Ambiental Gruta dos Brejшes (SNUC) e ж legalmente protegida pela Convenусo sobre o Comжrcio Internacional de Espжcies Selvagens da Fauna e da Flora (CITES, 2011). As ameaуas incidentes sobre a espжcie sсo a perda da qualidade do habitat e a aусo de coletores. Diante disso, pode-se dizer que a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN), com alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20pachyacanthus","Caatinga"],
    [1429,"CACTACEAE","Melocactus paucispinus","Heimen & R.J.Paul","VU","B1ab(iii,v),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus paucispinus ocorre em Campos Rupestres e na transiусo entre os biomas Caatinga e Cerrado do Estado da Bahia. Apresenta distribuiусo restrita com EOO de 11.036,43 km▓ e ж registrada em menos de 10 situaушes de ameaуa. Tem como ameaуas a aусo de coletores e a degradaусo do seu habitat. Alжm disso, estima-se que haja menos de 10.000 indivьduos em sua populaусo, que estр em declьnio. Diante do exposto, pode-se dizer que M. paucispinus encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU) com alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20paucispinus","Caatinga, Cerrado"],
    [1430,"CACTACEAE","Melocactus violaceus","Pfeiff.","VU","A2c","","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus violaceus, apesar de ter ampla distribuiусo (encontrada nos Estados do Rio de Janeiro, Espьrito Santo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraьba e Rio Grande do Norte) e ocorrer em рreas protegidas, ж uma espжcie ameaуada pela perda do seu hрbitat, sendo que algumas subpopulaушes jр desapareceram pelo avanуo de рreas agrьcolas. Seu hрbitat tambжm ж ameaуado pela expansсo urbana: e as Restingas estсo sendo degradadas pela retirada de areia, queimadas e especulaусo imobiliрria. Desta forma, estima-se um declьnio populacional de pelo menos 30% de M. violaceus devido Я perda passada e presente do seu habitat. Foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) correndo um alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20violaceus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1431,"CACTACEAE","Melocactus violaceus subsp. ritteri","N.P.Taylor","EN","A3c,B1ab(i,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Melocactus violaceus subsp. ritteri ocorre em Campos Rupestres e na transiусo Caatinga-Campo Rupestre do estado da Bahia. A espжcie tem populaусo em declьnio e distribuiусo restrita (EOO=876,31 km▓), estando sujeita a menos de 5 situaушes de ameaуa. Encontra-se sob a influЖncia da expansсo dos centros urbanos, da degradaусo do seu habitat e atividade de coletores. Pode-se suspeitar de um futuro declьnio populacional. Desta forma, M. violaceus subsp. ritteri encontra-se \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinусo na natureza.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melocactus%20violaceus%20subsp.%20ritteri","Caatinga"],
    [1432,"CACTACEAE","Micranthocereus albicephalus","(Buining & Brederoo) F.Ritter","EN","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus albicephalus ocorre em Campos Rupestres dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Tem distribuiусo restrita (EOO=2.185,05 km▓), e quatro subpopulaушes pequenas, ameaуadas pela perda do seu hрbitat. Devido a estes dados, M. albicephalus pode ser considerada \"Em perigo\" (EN), correndo um alto risco de extinусo na natureza em um futuro prзximo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20albicephalus","Cerrado, Caatinga"],
    [1433,"CACTACEAE","Micranthocereus auriazureus","Buining & Brederoo","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus auriazureus ocorre na regiсo de Grсo Mogol, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 271,46 km▓ e se desenvolve em рreas de Campo Rupestre do bioma Cerrado, entre rochas cristalinas e areia quartzьtica. A espжcie apresenta populaусo em declьnio e parte da regiсo onde distribui-se foi inundada devido Я construусo de uma represa. Apesar de estar presente em uma unidade de conservaусo (SNUC) recentemente criada, devido Я sua restrita distribuiусo e Я ameaуa ao ambiente onde se desenvolve, a espжcie foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20auriazureus","Cerrado"],
    [1434,"CACTACEAE","Micranthocereus dolichospermaticus","(Buining & Brederoo) F.Ritter","EN","B1ab(ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus dolichospermaticus ж uma espжcie de endЖmica ao Estado da Bahia, com distribuiусo restrita e EOO de apenas 521,02 km▓. Ocorre em рreas de Caatinga com afloramento calcрrio, as quais vЖm sofrendo diminuiусo pela atividade de mineraусo. Alжm disso, suas sementes coletadas indiscriminadamente. Diante do exposto, a espжcie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN) com risco muito alto de extinусo na natureza em um futuro prзximo.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20dolichospermaticus","Caatinga, Cerrado"],
    [1435,"CACTACEAE","Micranthocereus polyanthus","(Werderm.) Backeb.","EN","B1b(iii,v)+2b(iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus polyanthus ж endЖmica do Estado da Bahia, sendo restrita a Campos Rupestres, onde ocorre sobre areia quartzьtica, entre rochas cristalinas. Possui EOO de 260,90 km▓ de distribuiусo. Alжm disso, ж relatado na literatura que a sua populaусo encontra-se em declьnio, e que seu hрbitat estр ameaуado por atividades mineradoras. Diante disso, a espжcie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com risco muito alto de extinусo na natureza em um futuro prзximo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20polyanthus","Caatinga, Cerrado"],
    [1436,"CACTACEAE","Micranthocereus streckeri","Van Heek & Van Criek.","CR","B2ab(i,ii,iii,v),C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus streckeri ж endЖmica do Estado da Bahia e possui desenvolvimento restrito a Campos Rupestres. Tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Apresenta pequeno tamanho populacional, com menos de 50 indivьduos e em declьnio na localidade. Sсo ameaуas iminentes Я sua localidade de ocorrЖncia a proximidade de uma grande rodovia e a degradaусo pela populaусo humana do entorno. Diante disto, M. streckeri pode ser avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR), com um risco extremamente alto de extinусo na natureza.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20streckeri","Cerrado"],
    [1437,"CACTACEAE","Micranthocereus violaciflorus","Buining","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Micranthocereus violaciflorus ocorre em Campos Rupestres no Estado de Minas Gerais e tem EOO extremamente restrito com apenas 59,13 km▓. Apesar de sua populaусo estar aparentemente estрvel, o ambiente em que se desenvolve estр severamente fragmentado, sua populaусo sofre queimadas frequentes de origem antrзpica (as plantas sсo queimadas, regenerando a partir da base, isso provavelmente influencia a saЩde e o sucesso reprodutivo da populaусo), espжcimes e sementes sсo coletados por colecionadores. Outra ameaуa ж a possibilidade de degradaусo do seu hрbitat por produtores de carvсo. Diante disto, M. violaciflorus pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com um alto risco de extinусo na natureza em um futuro prзximo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthocereus%20violaciflorus","Cerrado"],
    [1438,"CACTACEAE","Opuntia monacantha","Haw.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Opuntia monacantha ж uma espжcie abundante e ampla distribuiусo (EOO=1.064.919,96 km▓) ocorrendo do Rio Grande do Sul ao Sergipe em рreas de Cerrado e Mata AtlРntica, tambжm ocorre em рreas protegidas e em unidades de conservaусo (SNUC). Devido a estas caracterьsticas a espжcie pode ser considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Opuntia%20monacantha","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1439,"CACTACEAE","Parodia alacriportana","Backeb. & Voll","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia alacriportana ж uma espжcie ocorrente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar de se saber que a espжcie possui subpopulaушes pequenas e que ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat e por atividade de coletores, os dados de distribuiусo e do estado de conservaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20alacriportana","Mata AtlРntica"],
    [1440,"CACTACEAE","Parodia arnostiana","(Lisal & Kolarik) Hofacker","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia arnostiana ж uma espжcie ocorrente no Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espжcie ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat e por atividade de coletores, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20arnostiana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1441,"CACTACEAE","Parodia buiningii","(Buxb.) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia buiningii ж uma espжcie que ocorre sobre campos sulinos do Rio Grande do Sul. A espжcie ж protegida pela lista da CITES 2011. Apesar de seu habitat estar ameaуado pela degradaусo devido ao desenvolvimento agropecuрrio e espжcies exзticas, os dados populacionais e de distribuiусo sсo insuficientes para categorizр-la em qualquer critжrio da IUCN. Desta forma, a espжcie ж Deficiente de Dados(DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20buiningii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1442,"CACTACEAE","Parodia concinna","(Monv.) N.P.Taylor","EN","A2c,B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia concinna ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma рrea de distribuiусo restrita, com EOO de 1.146,99 km▓, e ж conhecida somente em trЖs localidades. A populaусo ж pequena e sofreu reduусo no passado. ╔ ameaуada pela degradaусo do seu hрbitat, por consequЖncia de ameaуas como a expansсo de рreas agrьcolas, implementaусo de pastagens, sobrepastejo, invasсo de espжcies exзticas e prрticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espжcie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20concinna","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1443,"CACTACEAE","Parodia crassigibba","(Ritter) N.P.Taylor","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia crassigibba ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma рrea de distribuiусo bastante restrita com EOO de 587,92 km▓, sendo conhecida em somente duas localidades. Apresenta populaусo pequena e com histзrico de reduусo. A espжcie ж listada na CITES. Tem como ameaуas a degradaусo do seu hрbitat pela expansсo de рreas agrьcolas, implementaусo de pastagens, sobrepastejo, invasсo de espжcies exзticas e prрticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, pode ser categorizada como \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinусo na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20crassigibba","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1444,"CACTACEAE","Parodia erinacea","(Haw.) N.P.Taylor","EN","A2c,B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia erinacea ocorre nos campos sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma рrea de distribuiусo bastante restrita, com EOO de 2.112,28 km▓, sendo conhecida em somente trЖs localidades. Apresenta populaусo pequena e com histзrico de reduусo. A espжcie ж listada na CITES. Tem como ameaуas a degradaусo do seu hрbitat pela expansсo de рreas agrьcolas, implementaусo de pastagens, sobrepastejo, invasсo de espжcies exзticas e prрticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espжcie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinусo na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20erinacea","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1445,"CACTACEAE","Parodia haselbergii","(Haage ex RЧmpler) Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia haselbergii ж uma espжcie ocorrente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Apesar de se saber que a espжcie ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20haselbergii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1446,"CACTACEAE","Parodia haselbergii subsp. graessneri","(K.Schum.) Hofacker & P.J.Braun","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia haselbergii subsp. graessneri ж uma espжcie ocorrente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina em campos de Mata AtlРntica. Apesar da espжcie fazer parte da CITES, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20haselbergii%20subsp.%20graessneri","Mata AtlРntica"],
    [1447,"CACTACEAE","Parodia herteri","(Werderm.) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia herteri ж uma espжcie ocorrente nos pampas do Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espжcie faz parte da lista da CITES e que ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20herteri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1448,"CACTACEAE","Parodia horstii","(Ritter) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia horstii ж uma espжcie ocorrente em рreas de campo no Rio Grande do Sul. Apesar desta fazer parte da lista da CITES e de se saber que ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20horstii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1449,"CACTACEAE","Parodia leninghausii","(K.Schum.) F.H.Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia leninghausii ж uma espжcie ocorrente em campos e afloramentos rochosos do Rio Grande do Sul. Apesar da espжcie fazer parte da lista da CITES, e de se saber que esta ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat e aусo de coletores os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20leninghausii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1450,"CACTACEAE","Parodia linkii","(Lehm.) R.Kiesling","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia linkii ж uma espжcie ocorrente nos Campos Sulinos do Rio Grande do Sul. Possui EOO de 80.752,88 km▓ e ж legalmente protegida pela CITES.  Devido a esses dados, a espжcie pode ser considerada \"Menos preocupante\" (LC), entretanto, estudos populacionais futuros poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20linkii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1451,"CACTACEAE","Parodia magnifica","(F.Ritter) F.H.Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia magnifica ж uma espжcie ocorrente em campos no Rio Grande do Sul. Apesar da espжcie estar presente na lista da CITES e de se saber que a espжcie ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat e aусo de coletores, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20magnifica","Mata AtlРntica"],
    [1452,"CACTACEAE","Parodia mammulosa","(Lem.) N.P.Taylor","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia mammulosa ocorre nos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. Tem uma рrea de distribuiусo restrita, com EOO de 2.052,37 km▓, sendo conhecida em somente trЖs localidades. A espжcie ж listada na CITES. Tem como ameaуas a degradaусo do seu hрbitat pela expansсo de рreas agrьcolas, implementaусo de pastagens, sobrepastejo, invasсo de espжcies exзticas e prрticas inadequadas de manejo. Diante do exposto, a espжcie pode ser avaliada como \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinусo na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20mammulosa","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1453,"CACTACEAE","Parodia neohorstii","(S.Theun.) N.P.Taylor","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia neohorstii ж uma espжcie ocorrente em campos do Rio Grande do Sul. Apesar da espжcie fazer parte da lista da CITES e de se saber que a espжcie ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20neohorstii","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1454,"CACTACEAE","Parodia ottonis","(Lehm.) N.P.Taylor","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia ottonis ж uma espжcie que ocorre sobre afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. A espжcie possui ampla distribuiусo com EOO de 136.767,430km▓. Apesar de se saber que seu habitat sofre com a degradaусo, a espжcie ж bem coletada. Desta forma, pode-se dizer que P. ottoni ж \"Menos preocupante\" (LC), entretanto, estudos populacionais futuros poderсo levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20ottonis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1455,"CACTACEAE","Parodia oxycostata","(Buining & Brederoo) Hofacker","VU","B2ab(iii),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia oxycostata ocorre sobre afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. Tem AOO de somente 48 km▓. A espжcie estр listada na CITES. Suas subpopulaушes sсo pequenas com no mрximo algumas centenas de indivьduos e estсo em declьnio devido Я degradaусo do seu hрbitat. Suspeita-se que a espжcie tenha menos de 10 subpopulaушes, e estima-se que nсo haja mais de 10.000 indivьduos maduros em sua populaусo. Dessa forma, pode ser considerada \"Vulnerрvel\" (VU) com alto risco de extinусo na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20oxycostata","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1456,"CACTACEAE","Parodia rechensis","(Buining) Brandt","CR","A2ad,C2a(i,ii),D","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia rechensis ж restrita aos Campos Sulinos do Estado do Rio Grande do Sul. A Щnica populaусo conhecida foi intensamente coletada no passado, e consiste de pouco mais de dez plantas, o que permite inferir que tenha havido uma reduусo de mais de 80% dos indivьduos. Considera-se, dessa forma, que o nЩmero de indivьduos maduros nсo passe de 50 e que estes representem de 90% a 100% dos indivьduos existentes. Por isso, P. rechensis foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20rechensis","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [1457,"CACTACEAE","Parodia schumanniana","(K.Schum.) Brandt","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia schumanniana ж uma espжcie ocorrente em paredes rochosas do Rio Grande do Sul. Apesar de se saber que a espжcie ж ameaуada pela destruiусo do seu habitat, os dados de distribuiусo e do estado de sua populaусo sсo insuficientes para categorizр-la em algum risco de extinусo segundo a IUCN. Desta forma, a espжcie ж \"Deficiente de dados\" (DD), porжm estudos e pesquisas futuras poderсo modificar sua avaliaусo.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20schumanniana","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [1458,"CACTACEAE","Parodia scopa","(Spreng.) N.P.Taylor","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Parodia?scopa se desenvolve em afloramentos rochosos no Estado do Rio Grande do Sul. Tem EOO restrita com 142,39 km▓ e encontra-se listada na CITES. ╔ conhecida por somente trЖs subpopulaушes pequenas e que vЖm sofrendo perda de hрbitat, uma delas ocorrendo muito prзximo a uma rodovia. Devido a isso, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN), com um risco muito alto de extinусo na natureza.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parodia%20scopa","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1459,"CACTACEAE","Pereskia aculeata","Mill.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Pereskia aculeata ж uma espжcie de ampla distribuiусo e abundante ocorrendo em 12 Estados brasileiros em diversos tipos de ambientes, possui uma EOO de 2.720.883,83 km▓. Possui como ameaуas a degradaусo de seu habitat por desmatamento e expansсo urbana. Apesar disto, sua abundРncia e ampla distribuiусo a categoriza como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20aculeata","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1460,"CACTACEAE","Pereskia aureiflora","Ritter","VU","A2c,B1ab(ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Pereskia aureiflora ocorre em meio Я Caatinga e Cerrado, em associaусo com afloramentos rochosos de gnaisse/ granito dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Esse ambiente vem sendo fragmentado devido ao desmatamento e Я mineraусo, o que pode ser uma limitaусo aos mamьferos que atuam como agentes dispersores da espжcie. Infere-se que a perda de hрbitat possa ter causado uma reduусo de 30% de sua populaусo. A espжcie tem AOO menor que 2.000 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Diante do exposto, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU), com alto risco de extinусo na natureza.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20aureiflora","Caatinga"],
    [1461,"CACTACEAE","Pereskia bahiensis","GЧrke","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em uma рrea extensa (160.151,7 km▓) na Bahia, nсo sendo reportada nenhuma ameaуa. Possui importРncia econЗmica, sendo cultivada na regiсo de ocorrЖncia como cerca-viva. Dados sobre a biologia reprodutiva tambжm sсo conhecidos, possibilitando uma fрcil propagaусo de indivьduos quando necessрrio.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20bahiensis","Caatinga"],
    [1462,"CACTACEAE","Pereskia grandifolia","Haw.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo no Brasil, sendo cultivada em vрrios locais. Nenhuma ameaуa incidente foi apontada para o tрxon.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20grandifolia","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1463,"CACTACEAE","Pereskia stenantha","Ritter","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta um EOO maior que 20.000 km▓, sendo cultivada difusamente. Nenhuma ameaуa incidente foi apontada tambжm.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pereskia%20stenantha","Caatinga, Cerrado"],
    [1464,"CACTACEAE","Pilosocereus arrabidae","(Lem.) Byles & Rowley","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de possuir uma distribuiусo extensa e ?de se caracterizar como uma das espжcies dominantes em ambientes de Restinga, o habitat de P. arrabidae vЖm sofrendo uma forte degradaусo devido Я pressсo antrзpica, nas formas de especulaусo imobiliрria, turismo e desmatamento (corte raso).","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20arrabidae","Mata AtlРntica"],
    [1465,"CACTACEAE","Pilosocereus aureispinus","(Buining & Brederoo) Ritter","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. aureispinus apresenta poucas coletas em herbрrio advindas da regiсo de Ibotirama - BA, no entanto a distribuiусo da espжcie provavelmente ж mais extensa do que se conhece (Taylor, Zappi 2004). Nos Щltimos anos, a espжcie foi observada por em outras sete localidades prзximas Яs cidades de Ibotirama e Oliveira dos Brejinhos (M. Machado, com.pess.).","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20aureispinus","Cerrado"],
    [1466,"CACTACEAE","Pilosocereus aurisetus subsp. aurilanatus","(Ritter) Zappi","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie de ocorrЖncia no bioma Cerrado do Estado de Minas Gerais, onde possui distribuiусo restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cabral, sua Щltima situaусo de ameaуa (EOO=266,05 km▓). Esta regiсo encontra-se severamente fragmentada e vЖm sofrendo uma diminuiусo de qualidade decorrente, entre outras atividades, a mineraусo para exploraусo de carvсo.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20aurisetus%20subsp.%20aurilanatus","Cerrado"],
    [1467,"CACTACEAE","Pilosocereus azulensis","N.P.Taylor & Zappi","CR","B1a+2ab(iii),C2a(i,ii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pilosocereus azulensis ж endЖmica do municьpio de Pedra Azul, nordeste do Estado de Minas Gerais. A indicaусo da espжcie para a Bahia ж confusa, pois a ficha de herbрrio nсo especifica onde se realizou a coleta. Desde 2004, a espжcie ж conhecida por apenas uma subpopulaусo que conta com menos de 50 indivьduos maduros, em um pequeno remanescente de floresta seca em Pedra Azul, o qual vem sendo desmatado para fins agrьcolas e produусo de carvсo.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20azulensis","Caatinga"],
    [1468,"CACTACEAE","Pilosocereus brasiliensis","(Britton & Rose) Backeb.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. brasiliensis apresenta distribuiусo extensa, porжm suspeita-se que a espжcie seja classificada em uma categoria de risco de extinусo pois estр em рreas sob influЖncia de diferentes ameaуas, tais como: a expansсo imobiliрria em рreas litorРneas do Espьrito Santo e Rio de Janeiro e a mineraусo de granito em inselbergues do municьpio de Campos de Goytacazes - RJ. No momento sсo necessрrios dados populacionais sobre a espжcie que poderсo demonstrar se existe um declьnio das subpopulaушes e em que taxa este decorre.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [1469,"CACTACEAE","Pilosocereus floccosus","Byles & Rowley","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, de ocorrЖncia nos Estados deMinas Gerais, apresenta um nЩmero pequeno de subpopulaушes conhecidas, sendo considerado que estas encontram-se em declьnio (Taylor, 2002) e que possivelmente podem estar ameaуadas. No entanto, nсo hр dados quantitativos sobre o nЩmero de indivьduos, subpopulaушes e taxas de declьnio, necessрrios para realizar a avaliaусo de risco de extinусo desta espжcie.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20floccosus","Cerrado"],
    [1470,"CACTACEAE","Pilosocereus floccosus subsp. quadricostatus","(Ritter) Zappi","EN","B1ab(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia, onde foi encontrada em Caatinga e em florestas secas decьduas, sobre afloramentos rochosos (inselbergs) de gnaisse. Apresenta EOO menor que 5.000 km▓ e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. A principal ameaуa apontada para a espжcie foi o desmatamento da Caatinga e ambientes adjacentes. Segundo relatзrio da Fundaусo SOS Mata AtlРntica de 2011, em dois anos foram desmatados 18% dos remanescentes inseridos na EOO da espжcie.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20floccosus%20subsp.%20quadricostatus","Caatinga"],
    [1471,"CACTACEAE","Pilosocereus fulvilanatus","(Buining & Brederoo) Ritter","EN","B1ab(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Serra de Grсo Mogol, localizada ao norte do Estado de Minas Gerais. Ocorre em bioma Cerrado, em рreas de Campos Rupestres, sobre afloramentos rochosos quartzьticos. Suas subpopulaушes conhecidas encontram-se em declьnio pela incidЖncia de ameaуas como a inundaусo de parte de sua рrea de distribuiусo pela construусo de uma represa, destruiусo do seu hрbitat para a produусo de carvсo e o extrativismo ilegal.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20fulvilanatus","Cerrado"],
    [1472,"CACTACEAE","Pilosocereus glaucochrous","(Werderm.) Byles & G.D.Rowley","VU","B1b(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pilosocereus glaucochrous ж endЖmica do Estado da Bahia, na Chapada Diamantina. A espжcie habita uma рrea vasta (EOO=15.555,39 km▓) de Campos Rupestres e ecзtonos com Caatinga. No entanto, as subpopulaушes estсo em declьnio, sendo ameaуadas principalmente pela perda de hрbitat na Caatinga.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20glaucochrous","Caatinga, Cerrado"],
    [1473,"CACTACEAE","Pilosocereus machrisii","(E.Y.Dawson) Backeb.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo e uma estimativa populacional baseada nos dados de Oliveira, Godoy (2007), aponta uma densidade absoluta de ca. 63.000 indivьduos ao longo da EOO da espжcie.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20machrisii","Cerrado"],
    [1474,"CACTACEAE","Pilosocereus magnificus","(Buining & Brederoo) Ritter","EN","B1ab(i,iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pilosocereus magnificus ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, onde foi coletadas em рreas de na Caatinga e Cerrado, sobre afloramentos rochosos (inselbergs) de gnaisse. Apresenta EOO de 737 km▓, estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, e ж encontrada em hрbitats severamente fragmentados. As principais ameaуas incidentes sсo a perda do hрbitat e a atividade de coletores extrativistas para a venda ilegal de espжcimes.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20magnificus","Caatinga"],
    [1475,"CACTACEAE","Pilosocereus multicostatus","Ritter","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de Minas Gerais e ocorre em ambiente severamente fragmentado. Seu hрbitat sсo os afloramentos rochosos (Inselbergs) de gnaisse, que tЖm sido afetados pela destruiусo da vegetaусo ao seu redor. Ao todo, a espжcie encontra-se sujeita a quatro situaушes de ameaуa.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20multicostatus","Caatinga"],
    [1476,"CACTACEAE","Pilosocereus piauhyensis","(GЧrke) Byles & G.D.Rowley","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo extensa na Caatinga, sendo que sua populaусo encontra-se estрvel.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilosocereus%20piauhyensis","Caatinga"],
    [1477,"CACTACEAE","Pseudoacanthocereus brasiliensis","(Britton & Rose) Ritter","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. brasiliensis apresenta distribuiусo extensa nas рreas de Caatinga de Minas Gerais e Bahia, regiсo intensamente transformada pela ocupaусo humana, expansсo de atividades agropecuрrias e ocorrЖncia de queimadas. Apesar de fortes evidЖncias de que a espжcie esteja ameaуada, para se realizar uma avaliaусo de risco de extinусo consistente sсo necessрrios dados populacionais quantitativos, indisponьveis no momento.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudoacanthocereus%20brasiliensis","Caatinga"],
    [1478,"CACTACEAE","Quiabentia zehntneri","(Britton & Rose) Britton & Rose","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo em uma рrea extensa (EOO maior que 20.000 km▓) em habitats fragmentados (afloramentos de calcрrio isolados entre si), no entanto nсo apresenta ameaуas incidentes.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quiabentia%20zehntneri","Caatinga"],
    [1479,"CACTACEAE","Rhipsalis baccifera subsp. hileiabaiana","N.P.Taylor & Barthlott","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo extensa em diferentes formaушes de floresta ombrзfila na Bahia, рrea onde foi registrada uma degradaусo severa da vegetaусo (Taylor, Zappi, 2004). No entanto, nсo sсo conhecidos dados populacionais ou quais as taxas de declьnio populacional causadas pela degradaусo apontada.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20baccifera%20subsp.%20hileiabaiana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1480,"CACTACEAE","Rhipsalis cereoides","(Backeb. & Voll) Backeb.","CR","B1ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis cereoides tem EOO de 86,01 km▓, e ocorre nos Inselbergs entre os municьpios de Maricр e Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. Seu hрbitat de ocorrЖncia ж severamente fragmentado devido Я intensa urbanizaусo, o que representa uma Щnica situaусo de ameaуa. Apesar de haver registro da espжcie no Parque Estadual da Serra da Tiririca, no municьpio de Niterзi, ж verificada a incidЖncia de diversas ameaуas como expansсo urbana, mineraусo, queimadas, turismo desordenado e invasсo de espжcies exзticas.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20cereoides","Mata AtlРntica"],
    [1481,"CACTACEAE","Rhipsalis crispata","(Haw.) Pfeiff.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de uma distribuiусo geogrрfica extensa, as subpopulaушes de R. crispata encontram-se em рreas com os menores percentuais de remanescentes de Mata AtlРntica, ainda, nсo hр conhecimento de dados populacionais, que sсo essenciais para se verificar um possьvel risco de extinусo desta espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20crispata","Mata AtlРntica"],
    [1482,"CACTACEAE","Rhipsalis dissimilis","(G.Lindb.) K.Schum.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусo geogrрfica extensa, R. dissimilis ocorre em uma regiсo que vem sofrendo intensa transformaусo dos habitats naturais pela expansсo agrьcola. Dessa forma, sсo necessрrios dados locais das subpopulaушes para se averiguar um possьvel risco de extinусo desta espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20dissimilis","Mata AtlРntica"],
    [1483,"CACTACEAE","Rhipsalis elliptica","G.Lindb. ex K.Schum.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis elliptica apresenta ampla distribuiусo ao longo das diferentes formaушes vegetacionais da Mata AtlРntica, sendo encontrada em pelo menos 10 unidades de conservaусo (SNUC) federais e estaduais. Alжm disso, dados populacionais mostram que a espжcie tem ocorrЖncia em 20% dos forзfitos amostrados, percentual significativo na comunidade de epьfitas.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20elliptica","Mata AtlРntica"],
    [1484,"CACTACEAE","Rhipsalis floccosa","Salm-Dyck ex Pfeiff.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis floccosa apresenta ampla distribuiусo geogrрfica ao longo da Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga, ocorrendo em diversas unidades de conservaусo (SNUC) federais e estaduais.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20floccosa","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1485,"CACTACEAE","Rhipsalis hoelleri","Barthlott & N.P.Taylor","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O tрxon apresenta distribuiусo restrita a trЖs рreas serranas do Espьrito Santo, isoladas entre si e protegidas por unidades de conservaусo (SNUC). No entanto, ж relatada uma crescente perda de habitat no Estado, sendo necessрrios dados populacionais para se averiguar a situaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20hoelleri","Mata AtlРntica"],
    [1486,"CACTACEAE","Rhipsalis oblonga","Loefgr.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis oblonga apresenta distribuiусo em рreas de Mata AtlРntica do Sudeste do Brasil com elevadas taxas de desmatamento, em Sсo Paulo, os remanescentes contabilizam apenas 8,3% do Estado e no Rio de Janeiro somam menos de 20%. Apesar de registros em unidades de conservaусo (SNUC), a especulaусo imobiliрria e o desmatamento para extraусo de madeira tЖm exercido forte pressсo sobre as subpopulaушes da espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20oblonga","Mata AtlРntica"],
    [1487,"CACTACEAE","Rhipsalis pacheco-leonis","Loefgr.","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis pacheco-leonis ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, apresenta EOO de 2.372,87 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Tem estrutura populacional severamente fragmentada em remanescentes de Floresta Ombrзfila Densa. A principal ameaуa que incidente sobre a espжcie ж a perda do hрbitat, principalmente em funусo da urbanizaусo e expansсo de рreas agrьcolas.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20pacheco-leonis","Mata AtlРntica"],
    [1488,"CACTACEAE","Rhipsalis paradoxa","(Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm-Dyck","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis paradoxa apresenta distribuiусo ao longo de grande parte da Mata AtlРntica, sendo encontrada na comunidades de epьfitos vasculares. Apesar das ameaуas reportadas no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul e do desconhecimento de dados populacionais completos, a espжcie foi registrada em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, fato que assegura a sobrevivЖncia da espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20paradoxa","Mata AtlРntica"],
    [1489,"CACTACEAE","Rhipsalis paradoxa subsp. septentrionalis","N.P.Taylor & Barthlott","EN","B1ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo restrita (EOO=262,73 km▓) em menos de cinco рreas remanescentes de Mata AtlРntica na Regiсo Nordeste e Sudeste, que se encontra severamente fragmentada. Ademais, foi verificado o agravante de a populaусo se encontrar em declьnio, visto que trЖs subpopulaушes provavelmente jр desapareceram.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20paradoxa%20subsp.%20septentrionalis","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1490,"CACTACEAE","Rhipsalis pilocarpa","Loefgr.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Rhipsalis pilocarpa apresenta distribuiусo extensa em fragmentos de floresta montana isolados entre si, que tЖm sido intensamente alterados, segundo Taylor (2002), as subpopulaушes encontram-se em declьnio. Apesar de indicaушes diretas de risco de extinусo, ainda sсo necessрrios dados populacionais quantitativos para se confirmar esta situaусo para a espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20pilocarpa","Mata AtlРntica"],
    [1491,"CACTACEAE","Rhipsalis russellii","Britton & Rose","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O tрxon apresenta distribuiусo extensa ao longo de diferentes ambientes florestais, campos de altitude e campos rupestres, sendo encontrada em pelo menos duas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral. Dados populacionais futuros poderсo revelar se o impacto causado pelas ameaуas ж suficiente para levar a espжcie Я uma categoria de risco.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20russellii","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [1492,"CACTACEAE","Rhipsalis sulcata","F.A.C.Weber","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O tрxon ж conhecido apenas por coletas de plantas cultivadas, nсo se conhecendo a distribuiусo desta na natureza. Faz-se necessрria uma investigaусo taxonЗmica para se conhecer os dados biolзgicos bрsicos deste.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhipsalis%20sulcata","Mata AtlРntica"],
    [1493,"CACTACEAE","Schlumbergera kautskyi","(Horobin & McMillan) N.P.Taylor","EN","B1ab(v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo em ambiente severamente fragmentado, sendo restrita a dois Inselbergs no Estado do Espьrito Santo (EOO=540,29 km▓). ╔ considerada rara e apresenta uma subpopulaусo em declьnio em funусo do crescimento urbano, principal ameaуa existente na regiсo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [1494,"CACTACEAE","Schlumbergera microsphaerica","(K.Schum.) Hoevel","VU","B1a+2ac(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil, e ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espьrito Santo. Apresenta EOO de 15.429,02 km▓ e ocorre em habitats severamente fragmentados. A incidЖncia anual de incЖndios no Parque Nacional do Itatiaia permite suspeitar de flutuaушes extremas do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20microsphaerica","Mata AtlРntica"],
    [1495,"CACTACEAE","Schlumbergera opuntioides","(Loefgr. & Dusжn) D.R.Hunt","VU","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ocorrЖncia limitada (EOO=5.552,79 km▓) a um ambiente severamente fragmentado, representado por menos de 10 localidades na Serra da Mantiqueira, nos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Apesar de o tрxon estar protegido por unidades de conservaусo (SNUC), a vegetaусo de Campos de Altitude presente no topo dessas serras sofre um declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, devido Я pressсo por diferentes ameaуas: invasсo de espжcies exзticas, alta frequЖncia de incЖndios, mineraусo de granito-gnaisse e arenito, agricultura e expansсo urbana.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20opuntioides","Mata AtlРntica"],
    [1496,"CACTACEAE","Schlumbergera truncata","(Haw.) Moran","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Schlumbergera truncata ж endЖmica do Rio de Janeiro, sendo encontrada em duas unidades de conservaусo (SNUC) federais de proteусo integral. Alжm disso, a ameaуa registrada para a espжcie ж de sжculos passados e atualmente as queimadas apontadas como ameaуa principal nсo atingem todas as subpopulaушes.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schlumbergera%20truncata","Mata AtlРntica"],
    [1497,"CACTACEAE","Tacinga braunii","Esteves","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","As subpopulaушes de T. braunii sсo endЖmica do Estado de MInas Gerais e encontram-se em declьnio. A espжcie apresenta EOO de 1.320,304 km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Seus hрbitats de ocorrЖncia encontram-se severamente fragmentados. A principal ameaуa incidente sobre as subpopulaушes da espжcie ж a mineraусo de Inselbergs de gnaisse-granito, que pode levar a uma taxa de declьnio maior e transferir a espжcie para uma categoria de risco de extinусo mais acentuada.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20braunii","Caatinga"],
    [1498,"CACTACEAE","Tacinga funalis","Britton & Rose","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie distribui-se em рreas de Caatinga que estсo sendo continuamente modificadas, acarretando uma intensa perda de habitat. No entanto, sсo necessрrios dados sobre o nЩmero de indivьduos, subpopulaушes e de declьnio populacional para a aferiусo de categorias de risco de extinусo para o tрxon.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20funalis","Caatinga"],
    [1499,"CACTACEAE","Tacinga inamoena","(K.Schum.) N.P.Taylor & Stuppy","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui ampla distribuiусo na Caatinga, sendo encontrada em unidades de conservaусo (SNUC), no entanto, a expansсo de atividades agrьcolas e de pecuрria nas рreas de Campos Rupestres e afloramentos rochosos indicam um possьvel declьnio no nЩmero de indivьduos e subpopulaушes de T. inamoena. Sсo necessрrios dados populacionais do tрxon onde hр uma maior severidade destas ameaуas para se averiguar possьveis taxas de declьnio e assim realizar uma melhor avaliaусo do risco de extinусo.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20inamoena","Caatinga, Cerrado"],
    [1500,"CACTACEAE","Tacinga palmadora","(Britton & Rose) N.P.Taylor & Stuppy","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Tacinga palmadora apresenta distribuiусo em uma рrea extensa (EOO=497.425 km▓) e dados fitossociolзgicos permitiram estimar que a populaусo geral da espжcie apresenta uma mжdia de 129.441 e mрximo de 261.305 indivьduos, considerando-se as atuais taxas de degradaусo do domьnio da Caatinga (Castelleti et al., 2003). No entanto, a incidЖncia de ameaуas pontuais indica que avaliaушes regionais podem resultar em categorias de risco de extinусo para esta espжcie, por exemplo a regiсo do Cariri paraibano (Barbosa et al., 2007).","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20palmadora","Caatinga"],
    [1501,"CACTACEAE","Tacinga saxatilis","(Ritter) N.P.Taylor & Stuppy","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo em рrea extensa (EOO= 90.744 km▓) em formaушes vegetacionais do Cerrado e Caatinga, em que nсo hр o apontamento de ameaуas incidentes. Existe a possibilidade de mineraусo dos habitats desta espжcie (Taylor, Zappi, 2004), o que futuramente pode levр-la ao risco de extinусo.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20saxatilis","Caatinga, Cerrado"],
    [1502,"CACTACEAE","Tacinga saxatilis subsp. estevesii","(P.J.Braun) N.P.Taylor & Stuppy","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Existem poucas informaушes a respeito da distribuiусo e das subpopulaушes do tрxon, nсo sendo possьvel realizar a avaliaусo de risco deste. Os dados existentes sugerem que a subespжcie esteja em risco de extinусo e que possa estar provavelmente extinta: ж conhecida em apenas uma localidade, sendo coletado pela Щltima vez em 1986, e Taylor, Zappi (2004) indicaram que a localidade poderia ser afetada por atividades de mineraусo de calcрrio.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20saxatilis%20subsp.%20estevesii","Caatinga, Cerrado"],
    [1503,"CACTACEAE","Tacinga werneri","(Eggli) N.P.Taylor & Stuppy","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo em uma рrea extensa da Caatinga, entretanto os habitats desta (inselbergues, afloramentos de gnaisse/granito e calcрreo) estсo ameaуados por atividades de mineraусo na Bahia e segundo Taylor (2002) as subpopulaушes da espжcie encontram-se em declьnio, o que indica um possьvel risco de extinусo. Desta forma, sсo necessрrios mais dados populacionais para uma avaliaусo robusta do risco de extinусo.","2012-02-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tacinga%20werneri","Caatinga"],
    [1504,"CACTACEAE","Uebelmannia buiningii","Donald","CR","B2ab(iii,v),C2a(i)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Serra de Itamarandiba, no Estado de Minas Gerais. ╔ conhecida apenas por cinco subpopulaушes, que ocupam uma AOO de 4 km▓. Tais subpopulaушes apresentam um nЩmero total de indivьduos na natureza de algumas poucas dezenas e estсo muito prзximas umas das outras. VЖm sofrendo grande declьnio populacional, devido Я coleta por colecionadores particulares e/ou para fins comerciais. Alжm disso, foi verificada a perda e degradaусo do hрbitat da espжcie pela ocorrЖncia de queimadas e pelo pisoteio pelo gado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20buiningii","Cerrado"],
    [1505,"CACTACEAE","Uebelmannia gummifera","(Backeb. & Voll) Buining","VU","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Uebelmannia gummifera ж uma espжcie de distribuiусo restrita, ocorrendo em ambiente de Campos Rupestres nas proximidades dos municьpios de Penha da Franуa, Rio Vermelho e Itamarandiba, no Estado de Minas Gerais. Apesar de haver registros de que algumas subpopulaушes apresentem um nЩmero grande ou mesmo muito grande de indivьduos, sua EOO ж pequena totalizando somente 285,97 km▓. Nсo hр registros de ocorrЖncia em рreas protegidas, e a espжcie se encontra sob pressсo de ameaуas de origem antrзpica em trЖs situaушes de ameaуa, o que pode ser um perigo inferido de declьnio da qualidade do hрbitat, levando a espжcie ao risco futuro de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20gummifera","Cerrado"],
    [1506,"CACTACEAE","Uebelmannia pectinifera","Buining","EN","C2a(i)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, e tem crescimento lento e baixas taxas de recrutamento. Foram registradas em 2004, nove subpopulaушes restritas a uma EOO de 649,8 km▓. Estas vЖm sofrendo um declьnio considerрvel, e atualmente apresentam de algumas dezenas a poucas centenas de indivьduos, sendo o tamanho populacional total inferior a 2.500 indivьduos maduros. Este ж o valor limite definido para a categorizaусo resultante. Dentre as ameaуas identificadas como responsрveis por esse declьnio, atualmente as principais sсo: coleta comercial por colecionadores, extraусo de plantas para uso como alimento e remжdio pela populaусo local, degradaусo dos campos rupestres por atividades de mineraусo, invasсo por espжcies exзticas, ocorrЖncia de incЖndios e expansсo urbana.","2012-02-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Uebelmannia%20pectinifera","Cerrado"],
    [1507,"CALYCERACEAE","Acicarpha tribuloides","Juss.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. tribuloides ж uma erva com distribuiусo em Sсo Paulo e sul do Brasil. Habita nas рreas Щmidas de рreas florestais e formaусo campestres. As subpopulaушes conhecidas estimam EOO superior Я 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acicarpha%20tribuloides","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1508,"CALYCERACEAE","Boopis bupleuroides","(Less.) C.A. Muell","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Boopis bupleuroides habita Campos Brejosos ao longo de trecho da Mata AtlРntica que se estende de Sсo Paulo ao Rio Grande do Sul, em municьpios que tiveram uma perda de hрbitat original de aproximadamente 50% devido Яs seguintes ameaуas: especulaусo imobiliрria, mineraусo, extrativismo vegetal clandestino, lixшes e poluiусo. Com AOO estimada inferior a 500 km▓ e ocorrendo de forma fragmentada, a espжcie estр \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Boopis%20bupleuroides","Mata AtlРntica"],
    [1509,"CALYCERACEAE","Boopis itatiaiae","Dusжn","EN","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Boopis itatiaiae distribui-se nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro, sendo provavelmente endЖmica da regiсo do Planalto de Itatiaia, na Serra da Mantiqueira. Tem AOO menor que 500 km▓ e subpopulaушes sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa, nas quais, foi verificada a perda de hрbitat pela incidЖncia de incЖndios e ocupaусo humana desordenada.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Boopis%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [1510,"CAMPANULACEAE","Lobelia anceps","L.f.","EN","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo restrita (AOO=52 km▓) e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Ocorre em рreas fortemente antropizadas como os municьpios de Itanhaжm e Praia Grande, no Estado de Sсo Paulo. As principais ameaуas Я espжcie sсo a expansсo imobiliрria, a transformaусo da vegetaусo em campos agropastoris e o declьnio da qualidade do hрbitat. ╔ possьvel suspeitar que algumas das subpopulaушes tenham se extinguido por apresentarem coletas antigas em locais em que hoje nсo hр vegetaусo.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20anceps","Mata AtlРntica"],
    [1511,"CAMPANULACEAE","Lobelia hederacea","Cham.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo, no entanto ocorre em campo de vрrzea, restinga e рreas antropizadas. Recomeda-se estudos mais aprofundados sobre o estado de conservaусo das subpopulaушes da espжcie para que uma nova avaliaусo do risco de extinусo possa ser realizada.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20hederacea","Mata AtlРntica"],
    [1512,"CAMPANULACEAE","Lobelia hilaireana","(Kanitz) E.Wimm.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estado de Minas Gerais e Espьrito Santo (EOO=1.957,71 km▓) e, apesar de ocorrer em unidade de conservaусo (SNUC), estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Suas regiшes de ocorrЖncia sofrem com a transformaусo da vegetaусo em рreas para agricultura e pastagem. Devido ao endemismo restrito da espжcie e Яs ameaуas incidentes, recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado das subpopulaушes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20hilaireana","Mata AtlРntica"],
    [1513,"CAMPANULACEAE","Lobelia langeana","Dusжn","EN","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo restrita (AOO=76 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apresenta coletas antigas em locais onde hoje nсo hр mais vegetaусo, podendo ter perdido muitas subpopulaушes. As principais ameaуas Я espжcie sсo o declьnio da qualidade do hрbitat e a transformaусo da vegetaусo em рreas para agricultura e pastagem.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20langeana","Mata AtlРntica"],
    [1514,"CAMPANULACEAE","Lobelia nummularioides","Cham.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20nummularioides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1515,"CAMPANULACEAE","Lobelia santos-limae","Brade","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do municьpio de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro. Tem EOO menor que 100 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, considerando o declьnio da qualidade do hрbitat proveniente da antropizaусo das suas regiшes de ocorrЖncia. Estudos populacionais sсo recomendados a fim de verificar o estado de conservaусo de suas subpopulaушes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20santos-limae","Mata AtlРntica"],
    [1516,"CAMPANULACEAE","Lobelia xalapensis","Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lobelia%20xalapensis","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [1517,"CAMPANULACEAE","Siphocampylus corymbiferus","Pohl","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Siphocampyluscorymbiferus caracteriza-se por subarbustos, de atж 1 m de altura, terrьcolas. NсoendЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, onde ocorre emcampos Щmidos e campos de altitude. Apresenta escassos registros de coletasrecentes. Apesar de Protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros(GO), encontra-se constantemente sob a ameaуa de queimadas que acometem aregiсo, alжm da supressсo de seus habitats de ocorrЖncia, intensamenteantropizados, e em particular a vegetaусo remanescente de Mata AtlРntica encontra-seisolada em arquipжlagos de fragmentos florestais, havendo menos de 5% decobertura original, jр no Cerrado as principais ameaуas Я espжcie sсo adegradaусo do solo e dos ecossistemas nativos, alжm da formaусo de pastagensque implicam em queimadas e conseqЧentemente a introduусo de espжcies exзticas (Andropogongayanus, Brachiaria brizantha, Brachiaria decumbens, Hyparrhenuarufa, Melinis minutiflora).  ╔necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim decertificar da existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidadepopulacional, sua proteусo, e sua manutenусo na natureza, sendo necessрrio umaestratжgia de conservaусo adequada, para que em um futuro prзximo a espжcie nсoseja incluьda em alguma categoria de ameaуa.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20corymbiferus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1518,"CAMPANULACEAE","Siphocampylus lycioides","(Cham.) G.Don","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Siphocampyluslycioides caracteriza-se por subarbustos de atж 50 cmde altura. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Goiрs, Distrito Federal,Sсo Paulo e Paranр. Encontrada nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, desenvolve-seem formaушes campestres, preferencialmente em locais Щmidos, entre 800-1200 m dealtitude. Espжcie bem representada em coleушes cientьficas, porжm apresentaescassos registros recentes. Apesar de protegida pelo Parque Estadual doGuartelр, Parque Estadual de Vila Velha e Parque Estadual dos Pirineus,encontra-se sob constante ameaуa, na regiсo do Cerrado devido Я degradaусo dosolo e de seus ecossistemas nativos, atividades agropecuрrias e queimadas, e aintensa antropizaусo e supressсo dos habitats originais de Mata AtlРntica. ╔ necessрrio oinvestimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar daexistЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional,sua proteусo, e sua manutenусo na natureza, sendo necessрrio uma estratжgia deconservaусo adequada, para que em um futuro prзximo a espжcie nсo seja incluьdaem alguma categoria de ameaуa.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20lycioides","Cerrado"],
    [1519,"CAMPANULACEAE","Siphocampylus verticillatus","(Cham.) G.Don","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Siphocampylus verticillatus conhecida popularmente por \"Jaratataca\"e \"Coral\", caracteriza-se por ervas, de atж 2 m de altura, terrьcolas e/ouaquрticas. Nсo endЖmica do Brasil. Restrita do bioma Mata AtlРntica, onde жencontrada em terreno brejoso. Amplamente distribuьda. Apresenta EOO de 1.325.371,812 km▓.Protegida pelo Parque Estadual de Vila Velha, Parque Nacional do Itatiaia eParque Nacional do Itaimbжzinho. Sua distribuiусodisjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarр a categoriasde ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphocampylus%20verticillatus","Mata AtlРntica"],
    [1520,"CANNABACEAE","Celtis ehrenbergiana","(Klotzsch) Liebm.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie muito ampla (EOO 1.727.293,578km▓), ocorre em quase todo o Brasil e em paьses limьtrofes, Я excessсo da Regiсo Norte. Apesar de nсo ter registro em UC, ж bem representada em muitas рreas brasileiras.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Celtis%20ehrenbergiana","Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [1521,"CARICACEAE","Jacaratia spinosa","(Aubl.) A.DC.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Jacaratia spinosa conhecida popularmente por \"Jacaratiр\" e \"Mamсo-do-mato\", caracteriza-sepor рrvores, terrьcolas, perenifзlias, diзicas, apresenta sьndrome depolinizaусo fanelofьlica e dispersсo zoocзrica. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorrenos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica, neste Щltimo em florestaestacional semidecidual. Apresenta EOO de 6.167.073,163 km▓. Amplamentedistribuьda em territзrio nacional. Protegida por diversas unidades deConservaусo (SNUC). Apesar de seus frutos serem utilizados para fins alimentares, e possuirampla distribuiусo na Mata AtlРntica, bioma intensamente antropizado, nсo hрnenhuma ameaуa direta que a coloque em alguma categoria de ameaуa. Suadistribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarрa categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-10-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacaratia%20spinosa","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1522,"CARYOCARACEAE","Caryocar brasiliense","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Embora tenha uso na alimentaусo da populaусo sertaneja e madeira com potencial econЗmico, C. brasiliense ж bem conhecida e apresenta ampla distribuiусo pelos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Pantanal.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20brasiliense","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1523,"CARYOCARACEAE","Caryocar coriaceum","Wittm.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. coriaceum tem ampla distribuiусo pelo Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, ao longo dosbiomas Caatinga e Cerrado. A espжcie esta protegida pelo Geoparque Chapada do Araripe e apresenta EOO calculada bastante superior a 20.000 Km▓.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20coriaceum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [1524,"CARYOCARACEAE","Caryocar edule","Casar.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. edule apresenta ampla distribuiусo geogrрfica, ocorrendo em florestas ombrзfila densae semidecidual, da Bahia ao Rio de Janeiro e ao oeste atж Goiрs. A espжcie ainda apresenta muitos registros botРnicos em рreas protegidas. Assim, C. edule esta categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caryocar%20edule","Mata AtlРntica"],
    [1525,"CELASTRACEAE","Elachyptera coriacea","Lombardi","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Elachyptera coriaceae caracteriza-se por lianas, terrьcolas. EndЖmica do Estado da Bahia, ocorre no bioma Caatinga, em fragmentos de Matas de Cipз, na regiсo da Chapada Diamantina, onde sofre constante ameaуa dos constantes incЖndios que acometem a regiсo. Conhecida apenas pelo isзtipo, coletado em 1987. Trata-se de uma espжcie pouco estudada e com ausЖncia de dados que possam nortear uma avaliaусo de risco confiрvel.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20coriacea","Caatinga"],
    [1526,"CELASTRACEAE","Elachyptera festiva","(Miers) A.C.Sm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Elachyptera festiva caracteriza-se por lianas. Amplamente distribuьda no Brasil, ocorre nos Estados do Acre, Bahia, Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр, abrangendo trЖs biomas, AmazЗnia, Caatinga e Mata AtlРntica. Apresenta um EOO de 522.484,858 km▓.  Espжcie nсo ameaуada no contexto nacional, porжm sua distribuiусo disjunta e pontual entre os Estados brasileiros de ocorrЖncia possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20festiva","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1527,"CELASTRACEAE","Elachyptera micrantha","(Cambess.) A.C.Sm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Elachyptera micrantha caracteriza-se por lianas. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina. Restrita ao bioma Mata AtlРntica. Apresenta EOO de 138.722,062 km▓.  Espжcie nсo ameaуada no contexto nacional,  porжm sua distribuiусo disjunta e pontual entre os Estados brasileiros de ocorrЖncia possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elachyptera%20micrantha","Mata AtlРntica"],
    [1528,"CELASTRACEAE","Maytenus acanthophylla","Reissek","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus acanthophylla caracteriza-se por arbustos ou рrvores. Ocorre nos Estados da Bahia e Minas Gerais, e ж encontrada na Caatinga e no Cerrado, em matas de solo areno-argiloso, entre 400 e 800 m de altitude. ╔ conhecida por apenas uma coleta em Minas Gerais, mas na Bahia ж abundantemente coletada, havendo um nЩmero significativo de coleушes registradas, alжm de coletas recentes. Apesar de protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, as subpopulaушes estсo bastante fragmentadas pela expansсo de nЩcleos populacionais, lavoura e pecuрria. Por estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20acanthophylla","Caatinga, Cerrado"],
    [1529,"CELASTRACEAE","Maytenus aquifolia","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus aquifolia caracteriza-se por arbustos ou рrvores. Nсo endЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda na regiсo sudeste e sul. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ocorre em Floresta Estacional Semidecidual, em Floresta Ciliar, Floresta de Galeria e sobre Afloramentos Rochosos. Apresenta EOO de 762.360,167 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de utilizada medicinalmente, nсo hр uma ameaуa direta Я espжcie, estando incluьda no banco ativo de germoplasma (BAG) da Embrapa Clima Temperado desde 2002. Espжcie nсo ameaуada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20aquifolia","Mata AtlРntica"],
    [1530,"CELASTRACEAE","Maytenus basidentata","Reissek","CR","B2ab(iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus basidentata caracteriza-se por arbustos ou arvoretas endЖmicas da Mata AtlРntica do Estado do Rio de Janeiro, exclusiva das matas do Corcovado, regiсo protegida pelo Parque Nacional da Tijuca, porжm com atividade turьstica intensa, alжm de estar constantemente sujeita Я interferЖncia antrзpica. Apresenta escassas coleушes, nсo tendo sido recoletada desde 1943. Tem AOO de 4 km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20basidentata","Mata AtlРntica"],
    [1531,"CELASTRACEAE","Maytenus boaria","Molina","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus boaria caracteriza-se por arbustos ou рrvores. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre do Estado do Rio de Janeiro atж o Rio Grande do Sul. Restrita do bioma Mata AtlРntica. Amplamente distribuьda, apresenta EOO de 116.429,564 km▓. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), Parque Nacional do Itatiaia e Parque Estadual do Campos do Jordсo, sofre constante exploraусo devido ao uso medicinal de suas folhas, a extraусo de зleo comestьvel de suas sementes, e principalmente, pela utilizaусo em carpintaria por possuir madeira de alto valor. Por apresentar um nЩmero reduzido de registros em coleушes cientьficas, e a ausЖncia de estudos populacionais, torna-se necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e em esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20boaria","Mata AtlРntica"],
    [1532,"CELASTRACEAE","Maytenus brasiliensis","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus brasiliensis caracteriza-se por arbustos ou рrvores. Amplamente distribuьda nos Estados da Bahia, Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ocorre em florestas semidecьduas e ombrзfilas densas, habitando em regiшes de mata litorРnea. Apresenta EOO de 295.219,26 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Bem representada em coleушes cientьficas, inclusive com registros de coleушes recentes. Hр estudos populacionais ressaltando a ocorrЖncia de considerрveis subpopulaушes em рreas protegidas. Apesar da intensa supressсo e fragmentaусo de seus habitats, nсo se encontra ameaуada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [1533,"CELASTRACEAE","Maytenus comocladiaeformis","Reissek","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus comocladiaeformis estр representada atж o momento pela coleусo-tipo, onde as informaушes sobre a ocorrЖncia da espжcie sсo bastante incompletas e, por uma coleta de 1950, cuja procedЖncia tambжm ж imprecisa. Nesta ultima, a etiqueta original nсo faz referЖncia ao Estado e nem ao municьpio onde foi realizada a coleta. Entretanto, a etiqueta do herbрrio indica o Estado de Minas Gerais, gerando informaушes duvidosas e imprecisas, sendo necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e em esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20comocladiaeformis","Mata AtlРntica"],
    [1534,"CELASTRACEAE","Maytenus floribunda","Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus floribunda caracteriza-se por arbustos ou рrvores. EndЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda nos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica. Apresenta EOO de 3.234.404,824 km▓. Abundante e amplamente distribuьda nas regiшes Centro-oeste, Norte e Sudeste. Hр estudos indicando a ocorrЖncia do aumento de indivьduos em subpopulaушes. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Nсo ameaуada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20floribunda","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1535,"CELASTRACEAE","Maytenus glaucescens","Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus glaucescens caracteriza-se por arbustos ou рrvores. Nсo endЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda nas regiшes Sudeste e Sul. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, ocorre em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrзfila Mista, habita no sub-bosque de matas de encosta, e campos de altitude, em ampla faixa altitudinal entre 500-1.600 m de altitude. Apresenta EOO de 233.062,24 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Bem representada em coleушes cientьficas. Sua distribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais, porжm nсo ameaуada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20glaucescens","Mata AtlРntica"],
    [1536,"CELASTRACEAE","Maytenus ilicifolia","Mart. ex Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus ilicifolia caracteriza-se por subarbustos a рrvores. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Campos Sulinos, principalmente em florestas ombrзfila mista e estacional semidecidual, nos capшes e margens de rios das estepes, especialmente em рreas de influЖncia fluvial. Encontrada predominantemente na regiсo Sul, sendo pouco abundante em Sсo Paulo e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 1.103.997,13 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Apresenta potencial medicinal, porжm nсo estр sob alguma ameaуa direta. Bem representada em coleушes cientьficas. Nсo ameaуada no contexto nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20ilicifolia","Mata AtlРntica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1537,"CELASTRACEAE","Maytenus quadrangulata","(Schrad.) Loes.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus quadrangulata caracteriza-se por arbustos ou рrvores e ж endЖmica do Brasil. Restrita aos biomas Caatinga e Mata AtlРntica, desenvolve-se em Caatinga (stricto sensu), Floresta Ciliar e/ou de Galeria e Floresta Estacional Semidecidual, em altitudes que variam de 200 a 400 m. Apesar de ocorrer nos Estados da Bahia e do Espьrito Santo, existem apenas coleушes na regiсo do recЗncavo baiano, рrea muito castigada pelo desenvolvimento de monoculturas e pastagens. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, e tem AOO estimada em 56 km▓. Foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20quadrangulata","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1538,"CELASTRACEAE","Maytenus radlkoferiana","Loes.","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus radlkoferiana caracteriza-se por рrvores. EndЖmica do Brasil. Conhecida apenas pela coleусo tipo, onde nсo se tem registro da procedЖncia e uma Щnica coleta mais recente no Estado de Minas Gerais, na regiсo da Serra do Espinhaуo, porжm, sem municьpio determinado. ╔ necessрrio o investimento em pesquisa cientьfica e em esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20radlkoferiana",""],
    [1539,"CELASTRACEAE","Maytenus robusta","Reissek","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus robusta caracteriza-se por arbustos ou рrvores, terrьcolas. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado e AmazЗnia. Espжcie com grande amplitude ecolзgica, amplamente distribuьda e bem representada nos locais onde ocorre. Apresenta EOO de 3.717.132,35 km▓. Apesar de utilizada com finalidade medicinal e possuir potencial ornamental, nсo estр ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20robusta","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, AmazЗnia"],
    [1540,"CELASTRACEAE","Maytenus rupestris","Pirani & Carv.-Okano","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Maytenus rupestris caracteriza-se por arbustos endЖmicos do Cerrado, sendo restrita Я Serra do Cipз, regiсo da Cadeia do Espinhaуo, no Estado de Minas Gerais. Apesar de sua distribuiусo restrita e pontual, ж localmente abundante, e ainda ocorre em рreas perturbadas. ╔ encontrada em vegetaусo aberta entre rochas de arenito, laterais de rios e barrancos, e prзximo a Florestas Ripрrias. Estр sujeita Я constante ameaуa da especulaусo imobiliрria, do turismo desordenado e do desmatamento para carvoaria e mineraусo. ╔ pouco representada em coleушes cientьficas, havendo apenas uma coleta na Щltima dжcada. Por estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e apresentar AOO estimado em 16 km▓, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maytenus%20rupestris","Cerrado"],
    [1541,"CELASTRACEAE","Peritassa longifolia","Lombardi","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Peritassa longifolia ж uma espжcie recentemente descrita. Caracteriza-se por lianas endЖmicas da Mata AtlРntica, de ocorrЖncia restrita ao municьpio de Santa Teresa, no Estado do Espьrito Santo, sendo encontrada a aproximadamente 700 m de altitude. ╔ protegida pela Reserva Biolзgica Augusto Ruschi, uma das maiores рreas intactas dentre os fragmentos do Estado, mas ainda carece de estudos populacionais. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e tem AOO estimada em 4 km▓. Foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peritassa%20longifolia","Mata AtlРntica"],
    [1542,"CELASTRACEAE","Peritassa sadleri","Lombardi","CR","B1ab(iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Peritassa sadleri caracteriza-se por arvoretas endЖmicas da Mata AtlРntica, onde se desenvolve em Florestas Ombrзfilas, entre 700 e 800 m de altitude. Segundo Forzza et al. (2012), ocorre nos Estados de Minas Gerais e do Espьrito Santo, porжm, hр apenas coleушes de herbрrio no municьpio de Itarana (ES), regiсo afetada por pequenas propriedades com plantaушes antigas de cafж e pastagens. Pouco representada em coleушes cientьficas, apresenta EOO de 30,92 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, sendo avaliada como \"Criticamente em perigo\"(CR).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peritassa%20sadleri","Mata AtlРntica"],
    [1543,"CELASTRACEAE","Salacia arborea","(Schrank) Peyr.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Salacia arborea caracteriza-se por arbustos ou рrvores. EndЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda. Apresenta EOO de 540.603,387 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Nсo apresenta nenhum potencial econЗmico.  Bem representada em coleушes cientьficas. Nсo estр ameaуada no Рmbito nacional, porжm, devido a sua distribuiусo disjunta e pontual possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salacia%20arborea","Mata AtlРntica"],
    [1544,"CELASTRACEAE","Salacia mosenii","A.C.Sm.","CR","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Salacia mosenii caracteriza-se por lianas endЖmicas da Mata AtlРntica. Ocorre no Estado de Sсo Paulo, restrita ao municьpio de Ubatuba, onde ж protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre constantes impactos da ocupaусo imobiliрria desordenada, agropecuрria, turismo e despejo de lixo. Pouco representada em coleушes cientьficas, teve sua Щltima coleta em 1996. A espжcie carece de estudos populacionais. Por apresentar EOO inferior a 100 km▓ e AOO inferior a 10 km▓, e ainda, estar sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salacia%20mosenii","Mata AtlРntica"],
    [1545,"CELASTRACEAE","Tontelea lanceolata","(Miers) A.C.Sm.","EN","B2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tontelea lanceolata caracteriza-se por lianas endЖmicas da Mata AtlРntica. Ocorre nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro, chegando atж o Rio Grande do Sul. Apesar de sua ampla distribuiусo, essa espжcie ж pouco representada em coleушes cientьficas, tendo sido coletada pela Щltima vez em Minas Gerais, no ano de 2002. No Parque Nacional da Tijuca, encontra-se sob constante ameaуa devido Я ocupaусo imobiliрria irregular, invasсo de espжcies exзticas, queimadas, desestabilizaусo de encostas e ao turismo desordenado. Nсo hр estudos populacionais sobre a espжcie, sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes. Apresenta AOO de 24 km▓ e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, sendo avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20lanceolata","Mata AtlРntica"],
    [1546,"CELASTRACEAE","Tontelea leptophylla","A.C.Sm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tontelea leptophylla caracteriza-se por lianas. EndЖmica do Brasil. Distribui-se pelos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ocorre em floresta ombrзfila densa e Savana. Apresenta EOO de 62.375,8 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC), Parque Estadual do Rio Doce, Estaусo Biolзgica de Caratinga e Reserva Ecolзgica de Macaж de Cima.","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20leptophylla","Mata AtlРntica"],
    [1547,"CELASTRACEAE","Tontelea martiana","(Miers) A.C.Sm.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Tontelea martiana caracteriza-se por lianas endЖmicas da Mata AtlРntica. Distribui-se nos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Pouco representada em coleушes cientьficas, nсo ж coletada hр 12 anos. No municьpio de Santa Teresa (ES), encontra-se sujeita ao desenvolvimento de atividades agriculturais e da expansсo urbana. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC) como o Parque Estadual da Serra do Mar e a Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia, estudos populacionais sсo escassos, havendo a necessidade de investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes. Apresenta AOO de 28 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tontelea%20martiana","Mata AtlРntica"],
    [1548,"CEPHALOZIACEAE","Cephalozia crassifolia","(Lindenb. & Gottsche) Fulford","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil, e no paьs ocorre nos Estados das regiшes Nordeste (Bahia), Sudeste (Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul). Alжm disso, suspeita-se de baixo esforуo de coleta para outros Estados brasileiros.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cephalozia%20crassifolia","Mata AtlРntica"],
    [1549,"CEPHALOZIELLACEAE","Cylindrocolea rhizantha","(Mont.) R.M.Schust.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre nos Estados das regiшes Norte (Acre), Nordeste (Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Goiрs) e Sudeste (Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cylindrocolea%20rhizantha","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1550,"CERATOPHYLLACEAE","Ceratophyllum submersum","L.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ceratophyllumsubmersum caracteriza-se por ervas aquрticas, de 17-28,5 cm de comprimento, monзicas.Nсo endЖmica do Brasil, ocorre nos estados do Amazonas, Mato Grosso do Sul,Bahia e Rio Grande do Norte. Encontrada na AmazЗnia, Pantanal e Caatinga.Apresenta distribuiусo pontual e disjunta, suas coletas sсo raras, porжm,provavelmente mais pela falta de esforуos de coleta nos ambientes aquрticos continentaisdo que por sua raridade. Encontra-se ameaуada pela antropizaусo e intensa degradaусodos ecossistemas aquрticos. ╔ necessрrio o investimento em pesquisa cientьficae esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de novas subpopulaушes,considerando sua viabilidade populacional, sua proteусo, e sua manutenусo nanatureza, sendo necessрrio uma estratжgia de conservaусo adequada, para que emum futuro prзximo a espжcie nсo seja incluьda em alguma categoria de ameaуa.","2012-09-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceratophyllum%20submersum","AmazЗnia, Pantanal, Caatinga"],
    [1551,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia belemii","Prance","VU","B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo ao longo da costa dos Estados da Bahia e Espьrito Santo. Os registros botРnicos mostram a ocorrЖncia tanto em рreas protegidas (SNUC) como fora delas. A EOO estimada ж de 12.919,16 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). A regiсo costeira ж ameaуada pela perda de hрbitat, resultado do longo histзrico de atividades agrьcolas e crescimento urbano nas cidades que gerou intensa especulaусo imobiliрria em torno dos remanescentes de Mata AtlРntica. Assim, as subpopulaушes conhecidas estсo sujeitas a pelo menos quatro situaушes de ameaуas e o hрbitat da espжcie apresenta contьnuo declьnio de qualidade.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20belemii","Mata AtlРntica"],
    [1552,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia carautae","Prance","EN","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia carautae ж uma espжcie arbзrea usada como dormente na construусo e manutenусo de ferrovias, de forma que os indivьduos maduros sсo adequados para serem explorados. Os poucos registros botРnicos se referem a duas рreas protegidas (SNUC): a Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce, no Estado do Espьrito Santo, local ameaуado pelo crescimento urbano e pela presenуa de espжcies arbзreas exзticas, e o Parque Estadual do Desengano, no Rio de Janeiro, no municьpio de Santa Maria Madalena, local com longo histзrico de ocupaусo. A espжcie apresenta AOO de 12 km▓ e EOO inferior a 5.000 km▓, estando sujeita a duas situaушes de ameaуa. Ocorre em locais com contьnuo declьnio da EOO, perda da qualidade do hрbitat e declьnio do nЩmero de indivьduos maduros.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20carautae","Mata AtlРntica"],
    [1553,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia joaquinae","Prance","CR","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia joaquinae ж uma espжcie arbзrea conhecida somente para o Estado do Amapр, em рrea protegida composta por Floresta de Terra Firme, com AOO de 8 km▓. O material botРnico foi determinado por Prance em sua monografia e aceito em estudos posteriores tendo, portanto, a taxonomia bem definida. Porжm, pouco se sabe sobre os aspectos ecolзgicos da espжcie. A localidade das coletas ж ameaуada pelo cultivo da mandioca e pela atividade mineradora, configurando-se assim uma situaусo de ameaуa para a espжcie. As ameaуas incidentes ocorreram no passado recente, mas anterior Яs datas das coletas (dжcada de 80), de modo que ж possьvel inferir que houve perda de subpopulaушes em torno da рrea protegida e que o desmatamento alterou a qualidade do hрbitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20joaquinae","AmazЗnia"],
    [1554,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia leitaofilhoi","Prance","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do municьpio de Picinguaba, regiсo costeira do Estado de Sсo Paulo. Embora esteja protegida por uma unidade de conservaусo integral (SNUC) e a Serra do Mar seja um dos maiores remanescentes preservados do Estado, principalmente pela alta declividade do terreno, essa рrea estр sujeita a um conjunto de ameaуas decorrentes do crescimento da populaусo urbana. A espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) por ter a populaусo restrita Я regiсo da Serra do Mar e estar sujeira a uma situaусo de ameaуa.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20leitaofilhoi","Mata AtlРntica"],
    [1555,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia meridionalis","Prance","CR","B2ab(ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia meridionalis apresenta um Щnico registro (material-tipo) para o municьpio de Santos, Estado de Sсo Paulo, sendo taxonomicamente bem definida e aceita em vрrios estudos. A espжcie ocorre na floresta de Mata AtlРntica contьnua da Serra do Mar, porжm, o histзrico de ocupaусo humana tornou o municьpio de Santos muito populoso, restando de suas рreas nativas apenas 61%. Assim, suspeita-se que a estimativa da AOO de 4 km▓ advenha do declьnio da qualidade do hрbitat decorrente da urbanizaусo de Santos. Ademais, considerando que o material botРnico foi coletado por Mosжn, um botРnico que atuou intensamente nos anos 1800, e que desde entсo nсo houve outras coletas, suspeita-se que C. meridionalis esteja extinta.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20meridionalis","Mata AtlРntica"],
    [1556,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia monteclarensis","Prance","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. monteclarensis ж uma arbзrea com distribuiусo entre os Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Provavelmente tambжm ocorre no Estado de Sсo Paulo, visto que a margem de distribuiусo esta na divisa deste Estado com o Rio de Janeiro, na densa formaусo florestal da Serra do Mar. Possui EOO estimada cerca de 188.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20monteclarensis","Mata AtlРntica"],
    [1557,"CHRYSOBALANACEAE","Couepia schottii","Fritsch","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Couepia schottii ж uma espжcie arbзrea intolerante ao sombreamento. Ocorre em vegetaусo de Restinga, desde o Estado da Bahia atж o Rio de Janeiro. A Restinga ж uma fitofisionomia bastante frрgil. Raramente hр arbзreas de grande porte como C. schottii. A vulnerabilidade da Restinga ж aumentada pela intensa atividade agrьcola e especulaусo imobiliрria na costa brasileira, o que vЖm reduzindo os remanescentes florestais a pequenos fragmentos. Parte dos registros botРnicos estр em рrea protegida (SNUC), mas o restante ж ameaуado pela perda da qualidade do hрbitat. O somatзrio dos registros perfazem AOO de 76 km▓.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couepia%20schottii","Mata AtlРntica"],
    [1558,"CHRYSOBALANACEAE","Exellodendron gardneri","(Hook.f.) Prance","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","E. gardneri ж um arbusto terrestre com ampla distribuiусo pelo Cerrado brasileiro e parte dos biomas Caatinga e AmazЗnia. Ocorre em formaушes vegetais de campo e floresta arbustiva e arbзrea, os quais sсo representados amplamente pelos biomas citados, garantindo EOO bastante superior a 20.000 km▓.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Exellodendron%20gardneri","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [1559,"CHRYSOBALANACEAE","Exellodendron gracile","(Kuhlm.) Prance","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Exellodendron gracile ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo, com distribuiусo restrita Яs margens do Rio Doce. Os registros botРnicos indicam a ocorrЖncia da espжcie somente em рrea protegida (SNUC), porжm cercada por intensa atividade antrзpica e pela presenуa de espжcies invasoras, fatores que diminuem a qualidade do hрbitat e configuram menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Exellodendron%20gracile","Mata AtlРntica"],
    [1560,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella insignis","Briq. ex Prance","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Hirtella insignis ocorre nos remanescentes florestais do litoral brasileiro, locais com histзrico de ocupaусo humana e intensa atividade agrьcola de monoculturas. A AOO foi estimada em 72 km▓. Parte das coletas foi realizada fora de unidades de conservaусo. Assim, o cenрrio da espжcie configura mais de 50% da populaусo em hрbitats severamente fragmentados, com reduусo das subpopulaушes, declьnio da EOO, AOO e da qualidade do hрbitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20insignis","Mata AtlРntica"],
    [1561,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella parviunguis","Prance","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Hirtella parviunguis ж uma espжcie arbзrea endЖmica do Estado do Espьrito Santo. Foi coletada em localidade inserida no sistema de plantio agroflorestal tipo cabruca, que suprime parte dos extratos mжdio e superior de formaушes florestais. A estimativa da AOO ж inferior a 10 km▓, e permite identificar apenas uma situaусo de ameaуa. Embora o sistema tipo cabruca cause menos impacto que outros sistemas, hр um estudo que mostra que, nas рreas assim cultivadas houve declьnio da riqueza de espжcies, diminuindo a qualidade do hрbitat. Considerando a existЖncia de um Щnico registro (material-tipo de 1971), possivelmente H. parviunguis jр estр extinta.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20parviunguis","Mata AtlРntica"],
    [1562,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella racemosa","Lam.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo pelos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica. Existem diversos registros botРnicos aceitos que estimam EOO bastante superior a 20.000 km▓.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20racemosa","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Cerrado"],
    [1563,"CHRYSOBALANACEAE","Hirtella santosii","Prance","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Hirtella santosii ж endЖmica do Brasil e provavelmente restrita ao Estado da Bahia. As subpopulaушes ocorrem em baixa densidade e tЖm EOO de aproximadamente 1.200 km▓ e AOO de 16 km▓, categorizando a espжcie como \"Em perigo\" (EN). Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa em locais com perda de hрbitat pelas atividades humanas de corte raso e agropecuрria. Embora parte dos registros tenha sido feita em рreas protegidas (SNUC), as partes intactas estсo restritas Яs encostas ьngremes ou рreas de alta declividade do terreno, de modo que as subpopulaушes no entorno permanecem ameaуadas, com contьnuo declьnio da AOO, EOO e qualidade do hрbitat.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hirtella%20santosii","Mata AtlРntica"],
    [1564,"CHRYSOBALANACEAE","Licania anneae","Prance","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. anneae tem apenas um registro botРnico de 1977 (material tipo), o qual nсo apresenta dados populacionais e ecolзgicos suficientes para avaliar o risco de extinусo.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20anneae","AmazЗnia"],
    [1565,"CHRYSOBALANACEAE","Licania aracaensis","Prance","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. aracaensis ocorre nas montanhas arenьticas da Regiсo amazЗnica, acima de 1000 m. Foram encontrados cinco registros desde 1975 que mostram razoрvel conhecimento ecolзgico sobre a espжcie. Considerando que, os registros sсo em locais com difьcil acesso, ao Norte do Rio Negro sсo encontradas diversas formaушes vegetais sob montanhas arenьticas pertencentes ao escudo guianense, e nсo hр ameaуas para a localidade, ж possьvel inferir a ocorrЖncia da espжcie em outras localidades ainda nсo estudadas e, por tanto, L. aracaensis nсo estр ameaуado de extinусo.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20aracaensis","AmazЗnia"],
    [1566,"CHRYSOBALANACEAE","Licania arianeae","Prance","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Licania arianeae ocorre nas Matas de Tabuleiro e Restinga ao longo da costa dos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Tais formaушes vegetais apresentam um histзrico de ocupaусo humana e uso do solo destinado Я agricultura que reduziu bastante os tipos florestais que a espжcie pode ocupar. Parte das coletas foi feita em remanescentes protegidos pela Reserva Natural Companhia Vale do Rio Doce, que, unida Я Reserva Biolзgica de Sooretama forma um grande fragmento de Mata AtlРntica contьnuo. O somatзrio das subpopulaушes conhecidas totaliza 24 km▓ de AOO, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa. Considerando que as ameaуas identificadas reduziram a EOO, AOO e qualidade do hрbitat, ж possьvel inferir que houve reduусo do nЩmero de subpopulaушes, principalmente nas рreas nсo protegidas.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20arianeae","Mata AtlРntica"],
    [1567,"CHRYSOBALANACEAE","Licania belemii","Prance","EN","B2b(ii,iv,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Licania belemii ocorre na Bahia e no Espьrito Santo, dois Estados do litoral brasileiro que passaram por ciclos econЗmicos de monocultura (principalmente o cafж e cacau) e hoje estсo em plena expansсo urbana. Assim, parte das subpopulaушes encontradas estсo restritas aos fragmentos florestais costeiros, como a Reserva Particular do PatrimЗnio Natural Serra Bonita e Reserva Florestal Companhia Vale do Rio Doce. A espжcie ocorre em baixa densidade e apresenta AOO estimada em 40 km▓, colocando-a na categoria \"Em perigo\" (EN). A probabilidade de extinусo ж aumentada devido ao potencial uso da madeira para a construусo civil, submetendo as subpopulaушes ao declьnio dos indivьduos maduros.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20belemii","Mata AtlРntica"],
    [1568,"CHRYSOBALANACEAE","Licania bellingtonii","Prance","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. bellingtonii ж uma arbзrea conhecida para a Regiсo AmazЗnica (RondЗnia e Amazonas). Alжm de haver poucos dados biolзgicos, as informaушes disponьveis nсo apresentam dados populacionais e ecolзgicos suficientes para avaliar o risco de extinусo.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20bellingtonii","AmazЗnia"],
    [1569,"CHRYSOBALANACEAE","Licania conferruminata","Prance","CR","B2ab(i,ii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Licania conferruminata tem apenas uma coleta datada de 1987. A espжcie apresenta AOO menor que 10 km▓, categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). No municьpio de Ji-paranр, no Estado de RondЗnia, a localidade da coleta botРnica, foi estimada uma taxa de desmatamento de aproximadamente 34%, causada principalmente pelo modelo de uso da terra que inclui o corte e a queima das florestas para extraусo de madeira, lavoura de subsistЖncia, pecuрria extensiva e outras atividades. Assim, foi identificada uma situaусo de ameaуa, que causa contьnuo declьnio da EOO, AOO e consequente reduусo das subpopulaушes.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20conferruminata","AmazЗnia"],
    [1570,"CHRYSOBALANACEAE","Licania gardneri","(Hook.f.) Fritsch","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo pelos biomas AmazЗnia e Cerrado. Existem diversos registros botРnicos aceitos que estimam EOO bastante superior a 20.000 km▓.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20gardneri","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1571,"CHRYSOBALANACEAE","Licania indurata","Pilg.","EN","B2ab(i,ii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo disjunta entre as montanhas da Serra do Mar e a vрrzea do Estado de Mato Grosso. Ambos os locais estсo intensamente ameaуados pela atividade agropecuрria, sendo que, ao sudeste, acrescenta-se a expansсo da рrea urbana. Somados, os registros da espжcie perfazem AOO","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Licania%20indurata","Mata AtlРntica"],
    [1572,"CHRYSOBALANACEAE","Parinari brasiliensis","(Schott) Hook.f.","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Parinari brasiliensis estр ameaуada pela poluiусo advinda de centros urbanos, no Estado do Rio de Janeiro, pela perda de hрbitat por atividade agrьcola, em Sсo Paulo, e mineradora, em Minas Gerais. A espжcie tem AOO estimada em 16 km▓, sendo avaliada como \"Em perigo\" (EN). Os registros mostram quatro situaушes de ameaуa em locais com contьnuo declьnio da AOO, EOO e qualidade do hрbitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Parinari%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [1573,"CISTACEAE","Helianthemum brasiliense","(Lam.) Pers.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Helianthemun brasiliense tem AOO menor que 500 km▓ e suas subpopulaушes foram encontradas em menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie ocorre em hрbitats campestres e em elevada altitude, sendo ameaуada pela incidЖncia de atividades agropastoris, invasсo de espжcies exзticas e potencial extrativismo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helianthemum%20brasiliense","Mata AtlРntica"],
    [1574,"CLETHRACEAE","Clethra scabra","Pers.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","C. scabra ж amplamente distribuьda desde o Sul atж o Nordeste do Brasil, sendo extremamente bem representada em coleушes. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clethra%20scabra","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1575,"CLETHRACEAE","Clethra uleana","Sleumer","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","C. uleana se distribui amplamente pela regiсo Sul do Brasil. A espжcie apresenta EOO de 45.264 Km▓, e algumas subpopulaушes estсo contempladas por unidades de conservaусo (SNUC), como Parque Nacional de Aparada da Serra, Parque Nacional Sсo Joaquim e RPPN Prima Luna. Exitem vрrios registros botРnicos recentes para a espжcie apontando estabilidade populacional. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clethra%20uleana","Mata AtlРntica"],
    [1576,"CLUSIACEAE","Clusia aemygdioi","Gomes da Silva & B.Weinberg","EN","B1ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Clusia aemygdioi ж uma рrvore restrita ao Estado do Espьrito Santo, ocorrendo em formaусo florestal Щmida de solo argiloso. A EOO estimada foi inferior a 5.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). Devido aos ciclos econЗmicos de monoculturas e Я expansсo da ocupaусo humana, o Espьrito Santo perdeu quase 90% dos remanescentes de floresta primрria de Mata AtlРntica, sendo possьvel identificar uma situaусo de ameaуa ao norte da EOO, uma na regiсo da Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia e duas ao sul. As ameaуas persistem atж os dias de hoje, sendo possьvel inferir que as mesmas reduzem a AOO, a EOO e o nЩmero de subpopulaушes, enquanto que a presenуa de espжcies invasoras causa o declьnio da qualidade do hрbitat.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20aemygdioi","Mata AtlРntica"],
    [1577,"CLUSIACEAE","Clusia criuva","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. criuva ж uma arbзrea com distribuiусo ampla pelo bioma Mata AtlРntica. Possui EOO bastante superior Я 20.000 km▓, ж encontrada em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral e hр coletas botРnicas recentes, sendo por tanto considerada fora de risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20criuva","Mata AtlРntica"],
    [1578,"CLUSIACEAE","Clusia organensis","Planch. & Triana","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. organensis ж uma arbзrea do Sudeste brasileiro. Possui EOO superior a 20.000 km▓. Embora seja endЖmica do Brasil e ocorra em locais densamente povoados, a espжcie estр presente em рreas sob proteусo integral, sendo por tanto considerada sem risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clusia%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [1579,"CLUSIACEAE","Kielmeyera occhioniana","Saddi","EN","A2c","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera occhioniana ж uma espжcie arbзrea endЖmica da mata de tabuleiro do Estado do Espьrito Santo. As formaушes florestais em que ocorre tЖm um histзrico de ocupaусo humana e uso do solo para a agricultura que reduziu os remanescentes de Mata AtlРntica a 79,8% no municьpio de Santa Teresa, e 78,9%, em Linhares. A espжcie alcanуa atж 30 m de altura, sendo possьvel inferir que ocupe o dossel das florestas e, portanto, o tempo de geraусo seria de cerca de 20 anos. Assim, supшe-se que tenha havido uma reduусo populacional de K. occhioniana superior a 50% em um perьodo de trЖs geraушes, o que a categoriza como \"Em perigo\" (EN). O desmatamento observado reduz a AOO e EOO da espжcie, enquanto a ocorrЖncia de espжcies exзticas causa o declьnio da qualidade do hрbitat, mesmo dentro de unidade de conservaусo (SNUC).","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20occhioniana","Mata AtlРntica"],
    [1580,"CLUSIACEAE","Kielmeyera rufotomentosa","Saddi","CR","B2ab(iii,iv),D","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera rufotomentosa ж um arbusto que ocorre na floresta costeira do Estado do Espьrito Santo. As рreas florestais de Colatina (ES) deram lugar Яs atividades agriculturais e Я ocupaусo humana, que reduziram os remanescentes de Mata AtlРntica a 6,2%. A AOO estimada foi menor que 10 km▓, levando K. rufotomentosa Я categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). A populaусo encontra-se severamente fragmentada devido Яs ameaуas incidentes no local, as quais causam o declьnio da EOO, AOO, qualidade do hрbitat e do nЩmero de subpopulaушes. Considerando que a espжcie ж rara, tem distribuiусo restrita Я regiсo costeira do Estado do Espьrito Santo e ж conhecida por uma subpopulaусo, ж possьvel inferir que esteja representada por menos de 50 indivьduos maduros. Ademais, o material-tipo ж o Щnico registro botРnico coletado em 1984, de forma que, possivelmente, a espжcie estр extinta na natureza.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20rufotomentosa","Mata AtlРntica"],
    [1581,"CLUSIACEAE","Kielmeyera rupestris","Duarte","CR","B2ab(iii,iv,v),D","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera rupestris ж um arbusto que ocorre em floresta de Mata AtlРntica no Estado do Espьrito Santo. As рreas florestais do municьpio de Nova Venжcia (ES) foram devastadas nas Щltimas dжcadas, restando apenas aquelas nas porушes baixas de montanhas, as quais perfazem 3,6% dos remanescentes. A AOO estimada foi menor que 10 km▓, levando K. rupestris Я categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). Devido Яs ameaуas incidentes no local de ocorrЖncia, a espжcie encontra-se severamente fragmentada, com reduусo da EOO, AOO, qualidade do hрbitat, do nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Considerando que a espжcie ж rara, tem distribuiусo restrita ao Estado do Espьrito Santo e que foi encontrada apenas uma subpopulaусo, ж possьvel inferir que esteja representada por menos de 50 indivьduos maduros. Ademais, o material-tipo ж a Щnica coleta botРnica da espжcie feita em 1965, de forma que, possivelmente, a espжcie estр extinta na natureza.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20rupestris","Mata AtlРntica"],
    [1582,"CLUSIACEAE","Kielmeyera sigillata","Saddi","CR","B2b(iii,iv,v),D","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Kielmeyera sigillata ж um arbusto que ocorre em floresta costeira do Estado do Espьrito Santo. As рreas florestais de Colatina deram lugar Яs atividades agriculturais e Я ocupaусo urbana, que reduziram os remanescentes a 6,2%. A AOO estimada foi menor que 10 km▓, categorizando K. sigillata como \"Criticamente em perigo\" (CR). Devido Яs ameaуas incidentes no local de ocorrЖncia, suas subpopulaушes encontram-se severamente fragmentadas, com reduусo da EOO, da AOO, da qualidade do hрbitat, do nЩmero de subpopulaушes e do nЩmero de indivьduos maduros. Considerando que a espжcie ж rara, tem distribuiусo restrita Я regiсo costeira do Estado do Espьrito Santo e que foi encontrada apenas uma subpopulaусo, ж possьvel inferir que esteja representada por menos de 50 indivьduos. Ademais, o material-tipo ж a Щnica coleta botРnica da espжcie feita em 1966, de forma que, possivelmente, a espжcie estр extinta na natureza.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Kielmeyera%20sigillata","Mata AtlРntica"],
    [1583,"COMBRETACEAE","Buchenavia hoehneana","N.F.Mattos","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, porжm representada por registros bastante esparsos. Ocorre em algumas localidades bastante afetadas pela aусo humana, podendo, portanto, vir a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20hoehneana","Mata AtlРntica"],
    [1584,"COMBRETACEAE","Buchenavia iguaratensis","N.F.Mattos","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Buchenavia iguaratensis ж considerada sinЗnimo de B. kleinii, espжcie de distribuiусo relativamente ampla na Mata AtlРntica e avaliada como sendo \"Menos preocupante\" (LC).","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20iguaratensis","Mata AtlРntica"],
    [1585,"COMBRETACEAE","Buchenavia kleinii","Exell","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma distribuiусo relativamente ampla, e habita diversas formaушes florestais na Mata AtlРntica, inclusive um dos maiores remanescentes de floresta contьnua. Alжm disso, de acordo com literatura disponьvel, ж comum nas рreas em que ocorre.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [1586,"COMBRETACEAE","Buchenavia pabstii","Marquete & C.Valente","VU","B1ab(i,iii),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie tem EOO de 19.325 km▓, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. A presenуa de extensas рreas de cabruca (cultivo de cacau em sub-bosque de mata nativa) na sua regiсo de ocorrЖncia indica um declьnio contьnuo na AOO, na EOO, e qualidade do hрbitat.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20pabstii","Mata AtlРntica"],
    [1587,"COMBRETACEAE","Buchenavia rabelloana","N.F.Mattos","VU","B1ab(iii),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie tem EOO de 7.065 km2, e estр sujeita a apenas trЖs situaушes de ameaуa. Alжm disso, extensas рreas dentro da sua regiсo de ocorrЖncia no Estado do Espьrito Santo sсo utilizadas para o plantio de cacau em sub-bosque de mata nativa, indicando um declьnio na qualidade do hрbitat e tambжm uma ameaуa em potencial.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchenavia%20rabelloana","Mata AtlРntica"],
    [1588,"COMBRETACEAE","Combretum rupicola","Ridl.","CR","B1ab(i,ii,iii,v),C2a(i),D","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A floresta que cobria a maior parte do Arquipжlago de Fernando de Noronha foi desmatada no sжculo XIX, causando um declьnio drрstico na extensсo e qualidade do hрbitat que persiste atж os dias de hoje. Assim, todo o Arquipжlago constitui uma Щnica situaусo de ameaуa. Atualmente, a vegetaусo ж composta predominantemente por espжcies ruderais amplamente distribuьdas nas regiшes tropicais, com um grande potencial para excluir competitivamente as espжcies endЖmicas. Segundo os registros de herbрrio, hр no Arquipжlago apenas dois indivьduos maduros de C. rupicola, que ж uma espжcie diзica, uma vez que todas as coletas realizadas no Morro do FrancЖs provжm do mesmo indivьduo. Suspeita-se que ela nсo sobreviverр na natureza. Portanto, aушes de conservaусo ex situ como o cultivo em jardins botРnicos e a coleta de material genжtico para conservaусo em banco de DNA devem ser urgentemente realizadas.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Combretum%20rupicola","Mata AtlРntica"],
    [1589,"COMBRETACEAE","Terminalia acuminata","(Allemсo) Eichler","EN","B1ab(iii,v),C2a(i)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Terminalia acuminata apresenta EOO de 698,76 km▓ e, segundo as informaушes disponьveis, ocorre em duas situaушes de ameaуa: os municьpios do Rio de Janeiro e Paty do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro. O municьpio de Paty do Alferes encontra-se severamente desmatado, com mais de 90% da cobertura original da Mata AtlРntica destruьdos. Da mesma forma, a Mata AtlРntica do Rio Janeiro foi historicamente afetada por diversas atividades humanas, e atualmente sofre com a expansсo urbana e especulaусo imobiliрria, o que aponta para um declьnio contьnuo na extensсo e qualidade do hрbitat. A espжcie sofreu com a exploraусo madeireira no passado, o que, junto ao severo desmatamento e impacto humano ocorrido nas localidades onde T. acuminata foi registrada, indica um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros. Tambжm se suspeita que, devido aos fatores citados anteriormente, o nЩmero de indivьduos da espжcie seja inferior a 2.500, e que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas, com menos de 250 indivьduos cada, e estejam isoladas umas das outras, restringindo o fluxo gЖnico entre as mesmas. A espжcie nсo ж coletada na natureza desde 1942, o que permite suspeitar que esteja possivelmente extinta. A existЖncia da espжcie no campo deve ser verificada, buscando-se identificar indivьduos nas рreas em que foi coletada no passado.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20acuminata","Mata AtlРntica"],
    [1590,"COMBRETACEAE","Terminalia argentea","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Terminalia argentea ж amplamente distribuьda no Brasil, ocorrendo tanto na Mata AtlРntica quanto no Cerrado e na Caatinga, em diversas Fitofisionomias.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20argentea","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1591,"COMBRETACEAE","Terminalia januariensis","DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta EOO de 226.540 km▓, e ж considerada abundante ao longo da suadistribuiусo devido ao grande nЩmero de registros de herbрrio. Apesar deocorrer em algumas рreas altamente desmatadas, como a zona da mata de MinasGerais, a espжcie apresenta diversos registros ao longo da regiсo serrana doEstado do Rio de Janeiro, que constitui um dos maiores remanescentes contьnuosda Mata AtlРntica.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20januariensis","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1592,"COMBRETACEAE","Terminalia kuhlmannii","Alwan & Stace","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica da regiсo compreendida entre o norte do Espьrito Santo e o sul da Bahia e apresenta EOO de 40.846 km▓. Na regiсo, o sistema de cabruca (cultivo de cacau em sub-bosque de mata nativa) ocupa extensas рreas originalmente cobertas por Mata AtlРntica. Entretanto, a espжcie ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC), incluindo a Reserva Florestal da Vale, o maior remanescente de floresta contьnua do norte do Espьrito Santo.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [1593,"COMBRETACEAE","Terminalia reitzii","Exell","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Terminalia reitzii ж considerada uma espжcie duvidosa e apresenta uma EOO de 1.912,79 km▓, ocorrendo em apenas quatro localidades. Ao menos uma das regiшes de ocorrЖncia da espжcie, no municьpio de Londrina, encontra-se altamente desmatada. Mesmo assim nсo hр informaушes suficientes para categorizar o risco de extinусo da espжcie, um vez que nсo hр dados de ameaуa direta ou uso.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terminalia%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [1594,"COMMELINACEAE","Callisia monandra","(Sw.) Schult.f.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. monandra ж uma herbрcea com distribuiусo nos campos e florestas pluviais da Mata AtlРntica e Caatinga. A estimativa de EOO estр sub estimada, visto que a espжcie tambжm ocorre no Sul do Brasil, onde nсo hр registros botРnicos disponьveis. A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Assim, o EOO ж superior a 20.000 km▓, de modo que nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Callisia%20monandra","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1595,"COMMELINACEAE","Dichorisandra acaulis","Cogn.","EN","B1ab(i,ii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra acaulis ж uma erva com distribuiусo restrita ao Estado do Espьrito Santo. A EOO estimada ж inferior a 5.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). As Matas de Tabuleiros foram historicamente desmatadas devido Я expansсo da ocupaусo urbana e Я mudanуa do uso do solo destinado Я agricultura, o que reduziu a EOO da espжcie. Assim, supшe-se que as ameaуas tornaram a populaусo severamente fragmentada, com as subpopulaушes isoladas em рreas legalmente protegidas (SNUC). Devido ao seu potencial ornamental, a AOO e o nЩmero de indivьduos adultos tambжm podem estar em declьnio.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20acaulis","Mata AtlРntica"],
    [1596,"COMMELINACEAE","Dichorisandra glaziovii","Taub.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra glaziovii ж uma espжcie herbрcea com distribuiусo restrita aos campos rupestres da Serra do Espinhaуo (MG) e da regiсo da Chapada da Diamantina (BA), locais ameaуados por perda de hрbitat. As subpopulaушes conhecidas no municьpio Grсo Mogol sofrem pressсo principalmente pela atividade mineradora, que causa declьnio de localidade. Jр as subpopulaушes da Chapada da Diamantina estсo em risco por diversos fatores, tais como a atividade agropecuрria, o fogo, o turismo e a invasсo de espжcies exзticas. Similarmente, o municьpio de Salinas apresenta desmatamento devido Я atividade agropecuрria que ж a base econЗmica da regiсo. Assim, sсo identificadas trЖs situaушes de ameaуa que podem tornar a espжcie criticamente em perigo de extinусo ou extinta em futuro prзximo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20glaziovii","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1597,"COMMELINACEAE","Dichorisandra leucophthalmos","Hook.","VU","A4c,B1ab(iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra leucophthalmos ж uma espжcie herbрcea terrьcola que ocupa o sub-bosque das Florestas ┌midas do sul da Bahia. Na рrea de ocorrЖncia, ж comum o uso do sistema agrьcola de cabruca, que elimina a vegetaусo de sub-bosque para o plantio do cacau, um mжtodo que atinge exatamente o extrato ocupado pela espжcie. O uso do sistema de cultivo cabruca diminuiu nos Щltimos anos, ao passo que a atividade pecuрria aumentou, e hр perspectiva de crescimento, tendo em vista as boas condiушes ambientais para essa prрtica. Foi estimada uma EOO inferior a 20.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). As subpopulaушes conhecidas indicam menos de 10 situaушes de ameaуas, que, pelo exposto acima, reduzem a EOO, AOO, qualidade do hрbitat e o nЩmero de indivьduos maduros. Ademais, as ameaуas tornam possьvel inferir que houve uma reduусo populacional no passado e projetar uma diminuiусo da populaусo num futuro imediato. Considerando que a espжcie ж uma erva de sub-bosque e rizomatosa, suspeita-se que apresente crescimento lento e tempo de geraусo de cerca de cinco anos, de modo que as ameaуas podem reduzir o tamanho populacional em pelo menos 30% no perьodo de trЖs geraушes.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20leucophthalmos","Mata AtlРntica"],
    [1598,"COMMELINACEAE","Dichorisandra neglecta","Brade","CR","B2ab(iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dichorisandra neglecta ж uma espжcie herbрcea rara e restrita ao Estado do Espьrito Santo. A Щnica coleta botРnica conhecida ж o material-tipo, um indivьduo de 1 m de altura, localizado em Mata ┌mida dentro de uma fazenda particular. Assim, a AOO estimada ж inferior a 10 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). O municьpio de ocorrЖncia, em 2010, contabiliza apenas 10,8% dos remanescentes de Mata AtlРntica, um resultado proveniente dos diversos ciclos econЗmicos de monoculturas como a cana-de-aуЩcar, mandioca, banana e cafж, que desmataram as рreas florestais. O crescimento populacional tambжm ж responsрvel pela perda de biodiversidade, uma vez que o senso demogrрfico apontava aproximadamente 143.000 habitantes em 1991, e 195.000 em 2007. Foi localizada apenas uma subpopulaусo, que, em vista do que foi exposto, submete a populaусo de D. neglecta ao declьnio da EOO, AOO, da qualidade do hрbitat e do nЩmero de indivьduos adultos. Ademais, considerando que o material-tipo foi coletado em 1949, ж possьvel suspeitar que a espжcie esteja extinta.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20neglecta","Mata AtlРntica"],
    [1599,"COMMELINACEAE","Dichorisandra perforans","C.B.Clarke","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. perforans ж uma herbрcea comdistribuiусo no Cerrado e Caatinga das regiшes Norte, Nordeste e Centro-Oeste.EndЖmica do Brasil, a espжcie ocorre em vegetaусo sobre afloramento rochoso e apresentaEOO superior a 20.000 km▓, categorizando-a sem risco deextinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichorisandra%20perforans","Caatinga, Cerrado"],
    [1600,"COMMELINACEAE","Siderasis fuscata","(Lodd.) H.E.Moore","EN","B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Siderasis fuscata ж uma espжcie herbрcea endЖmica do Brasil. Ocorre nos sub-bosques das Florestas LitorРneas do Estado do Rio de Janeiro, na faixa altitudinal sub-montana, indicando alta especificidade de hрbitat. A EOO estimada ж inferior a 5.000 km▓ e a AOO ж menor que 500 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). As subpopulaушes conhecidas estсo localizadas em florestas de regiсo metropolitana, nos municьpios do Rio de Janeiro e Niterзi, que tiveram 82,4% e 77,3% de рrea desmatada, limitando a populaусo a localidades severamente fragmentadas. Embora as localidades conhecidas estejam inseridas em рreas de proteусo integral (SNUC), o fрcil acesso humano e outros fatores advindos da expansсo urbana sсo ameaуas que resultam no declьnio da qualidade do hрbitat da espжcie. O potencial ornamental de S. fuscata torna o extrativismo uma ameaуa que causa o declьnio da AOO e do nЩmero de indivьduos maduros. Ademais, o registro botРnico mais recente foi coletado em 1982, de modo que se fazem necessрrias maiores investigaушes sobre a atual distribuiусo da espжcie.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siderasis%20fuscata","Mata AtlРntica"],
    [1601,"COMMELINACEAE","Tinantia erecta","(Jacq.) Schltdl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. erecta ж uma herbрcea com distribuiусo pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, bem como em outros paьses. Possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tinantia%20erecta","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1602,"CONNARACEAE","Connarus rostratus","(Vell.) L.B.Sm.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Connarus rostratus ж uma рrvore de pequeno porte, ocorre nas regiшes Sul e Sudeste do Brasil, em formaушes florestas Щmidas da Mata AtlРntica. Observando que os registros botРnicos sсo recentes, ж possьvel inferir que as novas investigaушes cientьficas vЖm encontrando novas subpopulaушes. A EOO estimada foi superior a 20.000 km▓, categorizando a espжcie sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Connarus%20rostratus","Mata AtlРntica"],
    [1603,"CONNARACEAE","Rourea cnestidifolia","G.Schellenb.","EN","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea cnestidifolia ж um arbusto de ocorrЖncia nas Florestas ┌midas do Estado de Minas Gerais e nas Restingas do Estado do Espьrito Santo. As subpopulaушes conhecidas foram estimadas com AOO menor que 500 km▓, sendo a espжcie categorizada como \"Em perigo\" (EN). Conhecida por meio de poucas coletas antigas, as descriушes de hрbito e hрbitat estсo defasadas e provenientes apenas das exsicatas do Espьrito Santo. Devido Я ausЖncia de coleta nos Щltimos 30 anos, a espжcie foi considerada provavelmente extinta em Minas Gerais. No Espьrito Santo foram identificadas subpopulaушes isoladas em fragmentos de Mata AtlРntica, configurando duas situaушes de ameaуas, uma em Colatina, municьpio com cerca de 10.000 km▓ (6,2%) de remanescentes e outra nos fragmentos entre Linhares e Conceiусo da Barra, com cerca de 75.000 km▓ (21%) e 11.000 km▓ (9,2%) de remanescentes, respectivamente. Assim, sсo conhecidas menos de cinco situaушes de ameaуa que causam o declьnio da EOO, AOO e qualidade do hрbitat. Se a subpopulaусo de Minas Gerais estр extinta, a espжcie apresenta declьnio de subpopulaушes.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20cnestidifolia","Mata AtlРntica"],
    [1604,"CONNARACEAE","Rourea gracilis","G.Schellenb.","NT","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea gracilis ж uma liana com distribuiусo nas florestas Щmidas e restingas do Sul da Mata AtlРntica. Considerada uma planta rara. Com o tamanho populacional pequeno e em declьnio, a espжcie obteve EOO estimada de 28.371,42 km▓, sendo categorizada como \"Quase Ameaуada\" (NT).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20gracilis","Mata AtlРntica"],
    [1605,"CONNARACEAE","Rourea psammophila","Forero","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea psammophila ж um arbusto com distribuiусo pelas florestas arbustivas do Cerrado brasileiro e Leste da regiсo AmazЗnica. Possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20psammophila","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1606,"CONNARACEAE","Rourea pseudospadicea","G.Schellenb.","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rourea pseudospadicea ж um arbusto com populaусo restrita ao Estado de Sсo Paulo, Яs florestas Щmidas do planalto paulista. A espжcie tem populaусo pequena, de forma que a estimativa da AOO ж de 12 km▓, tendo sido avaliada como \"Em perigo\" (EN). As trЖs subpopulaушes conhecidas estсo fortemente ameaуadas pela perda de hрbitat decorrente da atividade agropecuрria e expansсo urbana, que tornam a populaусo severamente fragmentada por reduусo da EOO, AOO e qualidade do hрbitat.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rourea%20pseudospadicea","Mata AtlРntica"],
    [1607,"CONVOLVULACEAE","Aniseia martinicensis var. ambigua","Hallier f.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espжcie apresente ampla distribuiусo e ocorra em diferentes fitofisionomias as informaушes disponьveis sсo inadequadas para uma correta avaliaусo do risco de extinусo desta espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniseia%20martinicensis%20var.%20ambigua","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1608,"CONVOLVULACEAE","Bonamia burchellii","(Choisy) Hallier f.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, dispersa por diferentes fitofisionomias e com nЩmero significativo de registros o que categoriza a espжcie em situaусo menos preocupante quanto a avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bonamia%20burchellii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1609,"CONVOLVULACEAE","Convolvulus hasslerianus","(Chodat) O Donell","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica mediana porжm maiores informaушes sсo necessрrias para uma adequada avaliaусo do risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Convolvulus%20hasslerianus","Mata AtlРntica"],
    [1610,"CONVOLVULACEAE","Cuscuta obtusiflora","Kunth","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Cuscuta obtusiflora ж uma planta holoparasita muito rara, que no Brasil ocorre do Mato Grosso ao Rio Grande do Sul. Fora do territзrio brasileiro, a espжcie ocorre desde o Uruguai atж a ColЗmbia. O banco de dados CNCFlora inclui apenas quatro registros, sendo que um deles apresenta localizaусo incerta no Estado de Sсo Paulo. Suspeita-se que C. obsusiflora seja mais frequente do que ж sugerido pelos registros de herbрrio, e que o pequeno nЩmero de coletas se deva a um baixo esforуo amostral. De qualquer forma, devido Я sua raridade, a espжcie pode ser considerada \"Quase Ameaуada\" (NT) devido Я perda contьnua de habitat com que vem sofrendo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuscuta%20obtusiflora","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1611,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus aurigenius","Mart.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica mediana e com razoрvel nЩmero de registros de ocorrЖncia. A espжcie tambжm ж encontrada em trЖs unidades de conservaусo (SNUC). Estas caracterьsticas conferem a espжcie um carрter menos preocupante quanto a avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20aurigenius","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1612,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus barbatus","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","O conjunto de dados apresentado nсo se mostra adequado para a avaliaусo de risco de extinусo desta espжcie. Nсo existe coerЖncia entre os dados espaciais - unidades da federaусo versus registros de ocorrЖncia.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20barbatus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1613,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus chrysotrichos","Meisn.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita e contabiliza apenas dois registros de ocorrЖncia, ambos realizados hр mais de 100 anos. As possibilidades de encontrar esta espжcie na natureza sсo maiores na localidade-tipo, considerando que, na regiсo da Serra do Caraуa, no Estado de Minas Gerais, as transformaушes nas paisagens naturais foram e sсo bem menores do que na рrea do municьpio de Sсo Josж dos Campos, em Sсo Paulo. A expansсo demogrрfica e industrial ж um fator modificador dos ambientes naturais nessa extensсo de Sсo Paulo e causa o declьnio na qualidade e extensсo do hрbitat apropriado para a espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20chrysotrichos","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1614,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus cressoides","Mart.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mediana e com registros de coleta para apenas oito localidades. Entre estas somente uma рrea representa uma Reserva Particular, portanto resguardando рreas naturais. As demais localidades se situam em рrea de Cerrado, um Bioma que sofre uma perda anual de 2,2 milhшes de hectares de vegetaусo nativa, principalmente devido Я expansсo de plantaушes de soja. Assim como em рrea de expansсo de cidades. Desse modo estes fatores representam risco potencial, em futuro prзximo, para a permanЖncia de subpopulaушes da espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20cressoides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1615,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus ericifolius","Mart. ex Schrank","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Embora a espжcie nсo tenha um grande nЩmero de registros dispersos em sua regiсo de ocorrЖncia, ela estр presente em duas unidades de conservaусo (SNUC) e outras regiшes ainda apresentam condiушes ambientais para a ocorrЖncia e  manutenусo de populaушes da espжcie. Portanto atualmente a situaусo desta espжcie ж considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20ericifolius","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1616,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus filipes","Mart.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e grande nЩmero de registros dispersos pela regiсo de ocorrЖncia da espжcie. Em algumas regiшes unidades de conservaусo (SNUC) auxiliam a preservaусo desta espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20filipes","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1617,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus fuscus","Meisn.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma distribuiусo geogrрfica mediana, porжm com apenas seis registros de ocorrЖncia. Atualmente todas as рreas apresentam severa desfiguraусo da paisagem original, seja pela aусo do fogo, expansсo de atividade agrьcola ou crescimento de cidades. Estas condiушes podem significar em futuro prзximo a qualificaусo desta espжcie em uma categoria de ameaуa.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20fuscus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1618,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus glaziovii","Dammer","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Evolvulus glaziovii ж uma espжcie com distribuiусo restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo. A EOO ж de 6703,97 km▓. Sujeita a quatro situaушes de ameaуa, E. glaziovii vЖm sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu hрbitat devido a uma sжrie de fatores, entre os quais destacam-se a expansсo urbana, mineraусo e ocorrЖncia de incЖndios.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20glaziovii","Cerrado"],
    [1619,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus kramerioides","Mart.","VU","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica restrita (EOO=8.851,48 km▓). ╔ endЖmica do Estado de Minas Gerais e tem apenas cinco registros de ocorrЖncia. Destes, quatro foram realizados hр mais de 65 anos, e o mais recente tem mais de 30 anos. Embora dois registros apontem alta frequЖncia de ocorrЖncia para a espжcie, a paisagem das regiшes onde vivem suas subpopulaушes vem sofrendo transformaушes em decorrЖncia de atividades de mineraусo, invasсo por espжcies exзticas, incЖndios e expansсo urbana. Esse conjunto de aушes causa um declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat, EOO e AOO para subpopulaушes desta espжcie. Assim, E. kramerioides ж classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20kramerioides","Cerrado"],
    [1620,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus rariflorus","(Meisn.) Ooststr.","VU","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita ж endЖmica do Estado de Goiрs. Tem apenas sete registros de ocorrЖncia, todos realizados hр mais de 20 anos. A expansсo urbana e agrьcola ж a principal ameaуa Я espжcie, significando reduусo de subpopulaушes e nas condiушes e extensсo do seu hрbitat natural. Assim, E. rariflorus ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20rariflorus","Cerrado"],
    [1621,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus riedelii","Meisn.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Evolvulus riedelii ж uma espжcie de Cerrado conhecida por um baixo nЩmero de registros de herbрrio. A AOO ж de 20 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. E. riedelli nсo ж coletada hр quase 25 anos e, aparentemente, nсo ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie vem sofrendo um rрpido declьnio na qualidade e extensсo do seu hрbitat devido Я expansсo de atividades agropecuрrias, notadamente monoculturas da soja. Suspeita-se que a acelerada perda e degradaусo das formaушes campestres onde ocorre esteja levando a um acentuado declьnio no nЩmero de indivьduos da populaусo, assim como no nЩmero de subpopulaушes e AOO.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20riedelii","Cerrado"],
    [1622,"CONVOLVULACEAE","Evolvulus stellariifolius","Ooststr.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Evolvulus stellariifolius ж uma espжcie rara, ocorrente em formaушes campestres do Cerrado. Sua AOO ж de 20 km▓, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. E. stellariifolius vem sofrendo uma acelerada perda e degradaусo do seu hрbitat, devido principalmente Я expansсo de atividades agropecuрrias. Suspeita-se que o declьnio contьnuo na qualidade e extensсo dos campos que habita esteja acarretando uma reduусo no nЩmero de indivьduos da populaусo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Evolvulus%20stellariifolius","Mata AtlРntica"],
    [1623,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea acutisepala","O Donell","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla e frequente ao longo da sua ocorrЖncia. Estр representada em ao menos uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20acutisepala","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [1624,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea argentea","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espжcie tenha ampla distribuiусo geogrрfica e um nЩmero significativo de registros de ocorrЖncia a maioria destes registros foram efetuados a mais de 50 anos. Esta caracterьstica, aliada as localidades onde estas foram realizadas, representa risco potencial para muitas populaушes. Estas regiшes sofreram e vЖm sofrendo grandes transformaушes na paisagem em consequЖncia, principalmente, da expansсo urbana e agrьcola.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20argentea","Cerrado"],
    [1625,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea campestris","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica e presente em seis unidades de conservaусo (SNUC). Apenas no Distrito Federal a espжcie parece estar em melhores condiушes, considerando sua presenуa em quatro unidades de conservaусo. Nos demais Estados o baixo nЩmero de registros, no mрximo quatro registros para Minas Gerais, a data e localidades dos registros sсo fatores de risco para subpopulaушes da espжcie. Nessas regiшes a vegetaусo nativa vem sendo substituьda pela expansсo de cidades e atividades agrьcolas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20campestris","Cerrado"],
    [1626,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea carajasensis","D.F.Austin","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita tem AOO de 12 km▓ e apenas trЖs registros de coletas. Foi registrada em duas regiшes dos Campos Rupestres da Serra dos Carajрs (PA), cuja vegetaусo nativa vem sendo destruьda de forma irreversьvel pela mineraусo. E o terceiro registro foi realizado na dжcada de 80, nas proximidades de Tocantinзpolis (TO) onde pouco resta da vegetaусo original nos dias atuais. Portanto, esse conjunto de fatores representa risco imediato para o futuro de subpopulaушes dessa espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20carajasensis","AmazЗnia"],
    [1627,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea cavalcantei","D.F.Austin","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita ж endЖmica da regiсo da Serra dos Carajрs-Serra Norte, cuja vegetaусo nativa vem sendo sistematicamente destruьda pela extraусo de minжrio de ferro. Embora haja o registro da espжcie para uma unidade de conservaусo (SNUC), a Floresta Nacional de Carajрs, onde ж citada como de alta frequЖncia, isso por si sз nсo garante a permanЖncia das suas subpopulaушes. Portanto, hр um claro declьnio na EOO, AOO, qualidade do hрbitat e no nЩmero de subpopulaушes.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20cavalcantei","AmazЗnia"],
    [1628,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea cynanchifolia","Meisn.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжciede ampla distribuiусo e com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Porжm, adegradaусo ambiental, em alguns de seus locais de ocorrЖncia, sugere ainexistЖncia atual de condiушes para a existЖncia da espжcie, tornando assim osdados disponьveis insuficientes para uma adequada classificaусo da espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20cynanchifolia","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1629,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea daturiflora","Meisn.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ipomoea daturiflora ж uma liana que habita ambientes de Floresta Ombrзfila Densa. Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, porжm, sсo registrados somente cinco locais de coleta que se concentram somente neste Щltimo. Levando em conta a possьvel distribuiусo para o Estado de Minas Gerais, suspeita-se que a espжcie tenha uma EOO que nсo ultrapasse 20.000 km▓. O ambiente em que a espжcie se desenvolve vem sofrendo uma intensa degradaусo resultante da expansсo urbana, das atividades de mineraусo, ocorrЖncia de queimadas, turismo desordenado e invasсo por espжcies exзticas, e atualmente encontra-se sob grande pressсo da especulaусo imobiliрria. Diante do exposto, I. daturiflora ж uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20daturiflora","Mata AtlРntica"],
    [1630,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea fimbriosepala","Choisy","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie  nсo endЖmica e muito amplamente distribuьda no territзrio brasileiro. Ocorre em todas as regiшes do paьs.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20fimbriosepala","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [1631,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea hirsutissima","Gardner","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica mediana, EOO de 349.168,796 km▓. Apesar da sua relativa extensсo de distribuiусo, a espжcie ocorre na vegetaусo do Cerrado, um bioma intensamente desmatado. Atualmente Grandes extensшes deste bioma estсo dando lugar a produусo agrьcola e pastagens. Soma-se a isto o fato do registro mais recente datar de mais de 30 anos. Portanto os dados atuais nсo sсo considerados suficientes para uma correta avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20hirsutissima","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1632,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea macedoi","Hoehne","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Ipomoea macedoi ж uma planta muito rara, conhecida em uma Щnica localidade denominada Cachoeira Dourada, na divisa entre Minas Gerais e Goiрs. A AOO ж menor que 10 km▓. A espжcie nсo ж coletada desde 1961, e buscas recentes nсo tiveram Жxito em encontrр-la. Seu hрbitat vem apresentando declьnio em extensсo e qualidade devido Я construусo de grandes barragens no Rio Paranaьba, o que altera radicalmente nсo apenas o nьvel d?рgua, mas tambжm o regime de cheia/vazante. Alжm disso, a regiсo ж marcada pela presenуa de extensas plantaушes de soja, que provavelmente vЖm contribuindo para a degradaусo do hрbitat da espжcie. ╔ possьvel que I. macedoi esteja extinta.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20macedoi","Cerrado"],
    [1633,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea sericophylla","Meisn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie muito amplamente distribuьda no territзrio brasileiro. Ocorre em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20sericophylla","Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1634,"CONVOLVULACEAE","Ipomoea subrevoluta","Choisy","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ipomoea subrevoluta ж uma espжcie que se desenvolve em ambientes de Capoeiras, campos de beiras de rios e Floresta Estacional Semidecidual. Tem somente cinco registros para os Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paranр e apresenta AOO restrita com 20 km▓. Diante do exposto, I. subrevoluta ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ipomoea%20subrevoluta","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [1635,"CONVOLVULACEAE","Iseia luxurians","(Moric.) O Donell","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de rara, Iseia luxurians ж muito amplamente distribuьda no territзrio brasileiro, ocorrendo inclusive em grande parte da regiсo AmazЗnica.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iseia%20luxurians","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1636,"CONVOLVULACEAE","Jacquemontia hallieriana","Ooststr.","VU","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita tem EOO de 11.977,97 km▓ e apenas cinco registros de coleta. Ocorre em Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais. Esse tipo de vegetaусo vem sendo cada vez mais ameaуado pela expansсo de atividades agropecuрrias e pela ocorrЖncia de queimadas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquemontia%20hallieriana","Cerrado"],
    [1637,"CONVOLVULACEAE","Jacquemontia revoluta","Sim.-Bianch.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, ж conhecida apenas na regiсo da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. A рrea ж intensamente utilizada por turistas, o que representa risco ocasional de incЖndios, que podem contribuir para restriусo da qualidade e extensсo do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquemontia%20revoluta","Cerrado"],
    [1638,"CONVOLVULACEAE","Merremia aturensis","(Kunth) Hallier f.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica. Embora a espжcie ocorra em regiшes do Cerrado alvo de intensa transformaусo das paisagens naturais, desmatadas para atividades agropecuрrias e expansсo de cidades, esta tambжm ж encontrada em regiшes ainda bem conservadas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merremia%20aturensis","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1639,"CONVOLVULACEAE","Merremia repens","D.F.Austin","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, ж endЖmica da regiсo da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais, e com apenas trЖs registros. Embora exista uma unidade de conservaусo (SNUC) na regiсo, as coletas foram realizadas fora da unidade. A regiсo apresenta alto ьndice de visitaусo, o que representa risco para as subpopulaушes da espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merremia%20repens","Cerrado"],
    [1640,"CONVOLVULACEAE","Operculina alata","(Ham.) Urb.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Este epьteto nсo ж aceito, ele ж sinЗnimo de Operculina hamiltoni. Portanto as informaушes de avaliaусo devem constar para esta espжcie. Operculina hamiltoni ж uma espжciede ampla distribuiусo e com grande nЩmero de registros dispersos pela рrea de ocorrЖncia. O uso como ornamental em algumas regiшes associadocom a presenуa em unidades de conservaусo (SNUC) auxiliam na preservaусo desta espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Operculina%20alata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1641,"CONVOLVULACEAE","Operculina macrocarpa","(L.) Urb.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuьda.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Operculina%20macrocarpa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1642,"CRASSULACEAE","Crassula peduncularis","(Sm.) Meigen","CR","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO menor que 100 km▓) e sua populaусo severamente fragmentada por ocorrer em рreas de forte antropizaусo. As рreas de ocorrЖncia da espжcie foram afetadas pela expansсo imobiliрria, pela transformaусo da vegetaусo em рreas de campos agrьcolas e pastagem, e pelo declьnio da qualidade do hрbitat. A coleta mais recente data de 1965 e, portanto, recomendam-se estudos populacionais sobre a espжcie.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crassula%20peduncularis","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [1643,"CUCURBITACEAE","Cayaponia bonariensis","(Mill.) Mart.Crov.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo ampla. Possui potencial uso econЗmico.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20bonariensis","Mata AtlРntica"],
    [1644,"CUCURBITACEAE","Cayaponia espelina","(Silva Manso) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo ampla e potencial uso econЗmico.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20espelina","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1645,"CUCURBITACEAE","Cayaponia pedata","Cogn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta ocorrЖncia para trЖs Estados na literatura, mas possui apenas uma coleta para o Rio de Janeiro no banco de dados do CNCFlora. Dados mais precisos a respeito da distribuiусo e estado de conservaусo sсo necessрrios para um avaliaусo de risco consistente.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20pedata","Mata AtlРntica"],
    [1646,"CUCURBITACEAE","Cayaponia trilobata","(Cogn.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e com potencial uso econЗmico.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cayaponia%20trilobata","Mata AtlРntica"],
    [1647,"CUCURBITACEAE","Ceratosanthes hilariana","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e com potencial uso econЗmico.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceratosanthes%20hilariana","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1648,"CULCITACEAE","Culcita coniifolia","(Hook.) Maxon","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de formaушes campestres do Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e Rio Grande do Sul. Apresenta apenas duas situaушes de ameaуa considerando a presenуa em unidades de conservaусo (SNUC). As regiшes de ocorrЖncia da espжcie estсo sujeitas a espжcies exзticas, alteraушes climрticas e a transformaусo das рreas para atividades agropastoris e portanto, pode vir a ser transferida a uma categoria de ameaуa mais alta em futuro prзximo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Culcita%20coniifolia","Mata AtlРntica"],
    [1649,"CUNONIACEAE","Lamanonia cuneata","(Cambess.) Kuntze","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Lamanonia cuneata ж uma espжcie arbзrea com registros para os Estados de Goiрs, Mato Grosso, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Possui uma EOO de 811.008 km▓, e desenvolve-se em floresta ombrзfila densa e Floresta Estacional Semidecidual. Apesar de ocorrer em ambientes com ameaуas incidentes, a espжcie estр bem representada em рreas protegidas, possui ampla distribuiусo e ж abundante. Desta forma, Lamanonia cuneata ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lamanonia%20cuneata","Mata AtlРntica"],
    [1650,"CUNONIACEAE","Weinmannia discolor","Gardner","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Weinmannia discolor ж uma espжcie arbustiva a arbзrea ocorrente nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma EOO de 262.679 km▓, e desenvolve-se em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em ambientes com ameaуas incidentes, a espжcie estр bem representada em рreas protegidas, possui ampla distribuiусo e ж abundante. Desta forma, ?Weinmannia discolor ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20discolor","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1651,"CUNONIACEAE","Weinmannia organensis","Gardner","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Weinmannia organensis ж uma espжcie arbзrea com registros para os Estados do Paranр, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais entre 1.140 e 1.660 m de altitude. Possui uma EOO de 81.417 km▓ e desenvolve-se em floresta ombrзfila densa, a qual possui um histзrico de degradaусo antrзpica, e encontra-se hoje severamente fragmentada. Considerando desta forma, a restriусo da espжcie a ambientes de altitude de floresta ombrзfila densa, e Я ameaуa ao seu habitat, Weinmannia organensis estр \"Quase ameaуada\" (NT). Sugere-se, entretanto, maiores estudos populacionais, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20organensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1652,"CUNONIACEAE","Weinmannia paulliniifolia","Pohl ex Ser.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Weinmannia paulliniifolia ж uma espжcie arbзrea ocorrente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em ambientes de maior altitude em Floresta ombrзfila densa, restinga e floresta ombrзfila mista, os quais possuem um histзrico de pressсo antrзpica e encontram-se hoje sob diversas ameaуas resultando em fragmentaусo severa. Alжm disso, a espжcie possui valor madeireiro sendo utilizada na confecусo de embalagens, cabo de ferramentas, utensьlios agrьcolas, lenha, carvсo e construушes. Apesar disso, a espжcie estр bem representada em рreas protegidas, ж bem distribuьda e ж muito utilizada em рreas de reflorestamento. Desta forma, Weinmannia paulliniifolia estр \"Quase ameaуada\" (NT), porжm maiores estudos dos nьveis de exploraусo sobre suas populaушes sсo necessрrios, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Weinmannia%20paulliniifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1653,"CYATHEACEAE","Alsophila capensis","(L.f.) J.Sm.","LC","","","Tainan Messina","Ascategorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que essa tem ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foiconsiderada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alsophila%20capensis","Mata AtlРntica"],
    [1654,"CYATHEACEAE","Alsophila capensis subsp. polypodioides","(Sw.) D.S.Conant","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para esse espжcieuma vez que essa tem ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretasou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alsophila%20capensis%20subsp.%20polypodioides","Mata AtlРntica"],
    [1655,"CYATHEACEAE","Cnemidaria uleana","(Samp.) Tryon","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсoaplicрveis para essa espжcie uma vez que essa tem ampla distribuiусo enсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cnemidaria%20uleana","Mata AtlРntica"],
    [1656,"CYATHEACEAE","Cyathea corcovadensis","(Raddi) Domin","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуanсo sсo aplicрveis para esse espжcie uma vez que essa tem ampladistribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20corcovadensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1657,"CYATHEACEAE","Cyathea glaziovii","(Fжe) Domin","LC","","","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсoaplicрveis para essa espжcie uma vez que essa tem ampla distribuiусo enсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [1658,"CYATHEACEAE","Cyathea poeppigii","(Hook.) Domin","DD","","","Tainan Messina","As informaушes desta espжcie limitam-sea um Щnico registro de ocorrЖncia em coleусo de herbрrio, apesar dabibliografia mencionar outras localidades. ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por nсo apresentar dados suficientes para avaliaусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20poeppigii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1659,"CYATHEACEAE","Cyathea pungens","(Willd.) Domin","LC","","","Tainan Messina","Ascategorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que essa tem ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foiconsiderada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyathea%20pungens","Mata AtlРntica, Cerrado, AmazЗnia"],
    [1660,"CYCLANTHACEAE","Asplundia polymera","(Hand.-Mazz.) Harling","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. polymera ж uma herbрcea com ocorrЖncia nas florestas de encosta das regiшesSudeste e Sul do Brasil. Registros botРnicos indicam a ocorrЖncia em рreas protegidas. A EOO ж superior Я 20.000 km▓, sendocategorizada sem risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplundia%20polymera","Mata AtlРntica"],
    [1661,"CYCLANTHACEAE","Asplundia polymera subsp. reitzii","Harling","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Asplundia polymera subsp. reitzii ж uma herbрcea com ocorrЖncia nas matas Щmidas do litoral do Estado de Santa Catarina. As sobpopulaушes conhecidas apresentam distribuiусo restrita e estсo em рreas ameaуadas pelo desmatamento. O desmatamento na regiсo reduziu os remanescentes de Mata AtlРntica dos municьpios de Governador Celso Ramos e Florianзpolis a 33,2% e 24,8%, respectivamente. Assim, a espжcie apresenta uma situaусo de ameaуa que a categoriza como \"Vulnerрvel\" (VU) podendo elevar, contudo, a categoria de risco de extinусo para \"Criticamente em perigo\" (CR) se as ameaуas nсo forem combatidas em um futuro prзximo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asplundia%20polymera%20subsp.%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [1662,"CYMODOCEACEAE","Halodule emarginata","Hartog","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","H. emarginata ж uma erva marinha com ocorrЖncia no Litoral AtlРntico brasileiro. As coletas botРnicas da espжcie sсo poucas, antigas (anterior Я 1980) e nсo apresentam informaушes adicionais que permitam avaliar o risco de extinусo, sendo categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Halodule%20emarginata",""],
    [1663,"CYMODOCEACEAE","Halodule wrightii","Asch.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","H. wrightii ж uma erva marinha, com ocorrЖncia em рguas rasas do Litoral AtlРntico brasileiro. Tendo distribuiусo ao longo da costa atlРntica, ж possьvel inferir que a EOO ж superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Halodule%20wrightii",""],
    [1664,"CYPERACEAE","Bulbostylis distichoides","Lye","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bulbostylis distichoides ж uma espжcie de Campos Rupestres que se encontra sujeita a apenas trЖs situaушes de ameaуa, principalmente a incidЖncia de incЖndios. Caso essas ameaуas efetivamente ocasionem um declьnio na extensсo e/ou na qualidade dos Campos Rupestres que B. distichoides habita, a espжcie pode vir a ser transferida para uma categoria de maior risco de extinусo em um futuro prзximo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20distichoides","Cerrado"],
    [1665,"CYPERACEAE","Bulbostylis fendleri","C.B.Clarke","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis fendleri nсo ж endЖmica do Brasil, e apresenta distribuiусo geogrрfica bastante ampla no territзrio nacional.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20fendleri","Cerrado"],
    [1666,"CYPERACEAE","Bulbostylis latifolia","Kral & M.T.Strong","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis latifolia ж uma espжcie endЖmica do Cerrado, com distribuiусo geogrрfica nсo muito ampla. ╔ possьvel suspeitar que o Щnico registro em MS seja resultante de um erro de identificaусo, uma vez que o mesmo especialista que identificou o material nсo indicou a ocorrЖncia da espжcie para esse estado na Flora do Brasil. Suspeita-se que a espжcie possa vir a ser ameaуada em um futuro prзximo devido ao acelerado desmatamento a que o Cerrado vem sendo submetido.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20latifolia","Cerrado"],
    [1667,"CYPERACEAE","Bulbostylis loefgrenii","(Boeckeler) Prata & M.G.Lзpez","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis loefgrenii apresenta distribuiусo bastante ampla no territзrio brasileiro, abrangendo parte das Regiшes Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20loefgrenii","Cerrado"],
    [1668,"CYPERACEAE","Bulbostylis nesiotis","(Hemsl.) C.B.Clarke","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bulbostylis nesiotis ж uma planta endЖmica das ilhas oceРnicas do Arquipжlago de Trindade, situadas a pouco mais de 1.000 km da costa do Estado do Espьrito Santo. Previamente cobertas por florestas, essas ilhas foram desmatadas e a regeneraусo da vegetaусo foi impedida devido Я presenуa de vertebrados herbьvoros exзticos, que foram erradicados do Arquipжlago recentemente. Dessa forma, a principal ameaуa incidente foi eliminada. Entretanto, a espжcie ocorre em duas situaушes de ameaуa, e apresenta uma AOO inferior a 10 km▓. Portanto, levando em conta a existЖncia de ameaуas potenciais, como incЖndios, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20nesiotis","Mata AtlРntica"],
    [1669,"CYPERACEAE","Bulbostylis smithii","Barros","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Bulbostylis smithii ж uma espжcie com distribuiусo restrita Я Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais, onde ocorre em Campos Rupestres e Campos Cerrados. A EOO ж de 268,16 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. A espжcie estр sujeita ao declьnio na qualidade e extensсo dos seus hрbitats devido Я incidЖncia de queimadas, Яs atividades turьsticas que ocorrem na regiсo e tambжm Я expansсo urbana.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbostylis%20smithii","Cerrado"],
    [1670,"CYPERACEAE","Cryptangium claussenii","C.B.Clarke","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cryptangium claussenii apresenta distribuiусo geogrрfica relativamente ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo desde o litoral paulista atж o norte de Goiрs. A espжcie habita diferentes fitofisionomias, e estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptangium%20claussenii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1671,"CYPERACEAE","Cyperus atlanticus","Hemsl.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cyperus atlanticus estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, e propensa a algumas ameaуas em potencial, como a expansсo urbana no litoral da Paraьba, e a presenуa de plantas e animais exзticos nas Ilhas de Fernando de Noronha e Trindade.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20atlanticus","Mata AtlРntica"],
    [1672,"CYPERACEAE","Cyperus giganteus","Vahl","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cyperus giganteus ж uma espжcie amplamente distribuьda no territзrio brasileiro, ocorrendo em todas as regiшes do paьs.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20giganteus","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [1673,"CYPERACEAE","Cyperus rotundus","L.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cyperus rotundus ocorre ao longo de praticamente toda a costa AtlРntica do Brasil, e ж bastante frequente em vрrios trechos da sua distribuiусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyperus%20rotundus","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [1674,"CYPERACEAE","Eleocharis barrosii","Svenson","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no territзrio brasileiro.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20barrosii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1675,"CYPERACEAE","Eleocharis bonariensis","Nees","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Elaeocharis bonariensis apresenta distribuiусo relativamente ampla no domьnio AtlРntico. Habita diferentes tipos de habitat, inclusive beiras de estradas, e pode formar grandes subpopulaушes. Ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20bonariensis","Mata AtlРntica"],
    [1676,"CYPERACEAE","Eleocharis plicarhachis","(Griseb.) Svenson","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo muito ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo em todas as regiшes do paьs.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20plicarhachis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [1677,"CYPERACEAE","Eleocharis stenocarpa","Svenson","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр registros de herbрrio da espжcie. Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20stenocarpa","Mata AtlРntica"],
    [1678,"CYPERACEAE","Eleocharis urceolata","(Liebm.) Svenson","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр registros de herbрrio para esta espжcie. Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eleocharis%20urceolata","Cerrado"],
    [1679,"CYPERACEAE","Hypolytrum amorimii","M.Alves & W.W.Thomas","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Hypolytrum amorimii ж uma espжcie com distribuiусo pontual, ocorrendo exclusivamente em uma regiсo fortemente desmatada da Mata AtlРntica. Apresenta EOO de apenas 7,20 km▓, que corresponde a uma Щnica situaусo de ameaуa. No municьpio de Cariacica, quase 80% da cobertura original encontra-se desmatada. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que H. amorimii venha sofrendo um declьnio na qualidade e extensсo do seu hрbitat e tambжm no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20amorimii","Mata AtlРntica"],
    [1680,"CYPERACEAE","Hypolytrum bahiense","M.Alves & W.W.Thomas","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hypolytrum bahiense ж uma espжcie com distribuiусo muito restrita que ocorre em um hрbitat extremamente ameaуado, as Restingas. As planьcies arenosas litorРneas tipicamente ocupadas por essa vegetaусo vЖm sendo rapidamente destruьdas ao longo de todo o litoral do Brasil, devido Я expansсo urbana e turьstica, ambas impulsionadas pela crescente especulaусo imobiliрria. Devido a isso, suspeita-se que a maioria das subpopulaушes remanescentes da espжcie seja pequena e que estejam isoladas umas das outras. Alжm disso, tambжm ж possьvel suspeitar que esteja havendo um declьnio contьnuo na AOO, na extensсo e qualidade do hрbitat e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros de H. bahiense. A EOO ж de 2.333,65 km▓.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20bahiense","Mata AtlРntica"],
    [1681,"CYPERACEAE","Hypolytrum lucennoi","M.Alves & W.W.Thomas","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Hypolytrum lucennoi ocorre em menos de cinco situaушes de ameaуa e estр sujeita a uma sжrie de ameaуas incidentes sobre as Florestas de Tabuleiros, como o desmatamento e a expansсo de рreas de pastagens, alжm das plantaушes de cacau (cabruca) no sub-bosque de florestas nativas.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20lucennoi","Mata AtlРntica"],
    [1682,"CYPERACEAE","Hypolytrum paraense","M.Alves & W.W.Thomas","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hypolytrum paraense ж uma espжcie atж o momento conhecida apenas no oeste do Estado do Parр. Essa regiсo vЖm sendo rapidamente desmatada devido Я expansсo da agropecuрria, e, no caso da Serra Norte, onde foi coletado um dos parрtipos, tambжm em funусo da atividade mineradora em grande escala que aь ж empreendida. Tendo por base essas ameaуas, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros. A AOO ж de apenas 254,61 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypolytrum%20paraense","AmazЗnia"],
    [1683,"CYPERACEAE","Lagenocarpus bracteosus","C.B.Clarke","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Lagenocarpus bracteosusж uma planta com distribuiусo restrita aos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. ╔ representada por um baixo nЩmero de coletas, a maioria delas realizada hр mais de 50 anos. Alжm disso, a regiсo em que L. bracteosus ocorre ж regularmente acometida por incЖndios, alжm ser ameaуada pela expansсo urbana e por uma intensa atividade turьstica. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo um declьnio na extensсo e qualidade do seu hрbitat, assim como no nЩmero de indivьduos maduros. A AOO ж de 12 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lagenocarpus%20bracteosus","Cerrado"],
    [1684,"CYPERACEAE","Machaerina ensifolia","(Boeckeler) T.Koyama","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Machaerina ensifolia ж uma espжcie endЖmica dos campos de altitude ocorrentes no domьnio da Mata AtlРntica. A espжcie apresenta uma distribuiусo relativamente ampla e estр representada em ao menos duas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral,  mas seus habitats estсo sujeitos a algumas ameaуas como a incidЖncia de incЖndios e a expansсo urbana e agropecuрria. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie possa vir a correr risco de extinусo em um futuro prзximo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerina%20ensifolia","Mata AtlРntica"],
    [1685,"CYPERACEAE","Pleurostachys angustifolia","Boeckeler","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Pleurostachys angustifolia ж uma espжcie de florestas de altitude representada por apenas dois registros de herbрrio, sendo um deles o tipo, coletado antes de 1890. A Щltima coleta foi realizada hр 35 anos. A EOO ж de 548,3 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo com um declьnio na extensсo e qualidade do seu hрbitat devido ao desmatamento e Я expansсo urbana. Em funусo disso e do baixьssimo nЩmero de coletas, ж possьvel tambжm suspeitar que P. angustifolia esteja sofrendo um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Espжcie possivelmente extinta.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleurostachys%20angustifolia","Mata AtlРntica"],
    [1686,"CYPERACEAE","Pycreus flavescens","(L.) Rchb.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Pycreus flavescens apresenta distribuiусo geogrрfica bastante ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo do Paranр ao Cearр.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pycreus%20flavescens","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [1687,"CYPERACEAE","Rhynchospora biflora","Boeckeler","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Rhynchospora biflora apresenta distribuiусo ampla ao longo de boa parte da costa AtlРntica, abrangendo parte das Regiшes Sul, Sudeste e Nordeste. Estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20biflora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1688,"CYPERACEAE","Rhynchospora filiformis","Vahl","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo muito ampla nas Amжricas Central e do Sul, ocorre em quase todas as regiшes do Brasil.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20filiformis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [1689,"CYPERACEAE","Rhynchospora nardifolia","(Kunth) Boeckeler","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Rhynchospora nardifolia apresenta distribuiусo geogrрfica ampla e habita diversas fitofisionomias.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20nardifolia","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1690,"CYPERACEAE","Rhynchospora paranaensis","A.C.AraЩjo & W.W.Thomas","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Rhynchospora paranaensis ж uma erva terrestre cuja distribuiусo geogrрfica ж pobremente conhecida. Dados insuficientes para avaliaусo do risco de extinусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20paranaensis","Cerrado, AmazЗnia"],
    [1691,"CYPERACEAE","Rhynchospora warmingii","Boeckeler","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Rhynchospora warmingii apresenta ampla distribuiусo geogrрfica em рreas campestres e de cerrado do Brasil, ocorrendo desde o Paranр atж o Mato Grosso e Bahia.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchospora%20warmingii","Cerrado"],
    [1692,"CYPERACEAE","Scleria balansae","Maury ex Micheli","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Scleria balansae estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, e propensa a algumas ameaуas em potencial, entre as quais destaca-se a expansсo de atividades agropecuрrias.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scleria%20balansae","Mata AtlРntica"],
    [1693,"CYPERACEAE","Trilepis tenuis","Vitta","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trilepis tenuis ж uma espжcie conhecida apenas pelo material-tipo, coletado hр 44 anos na Serra dos Мrgсos, no Estado do Rio de Janeiro. A AOO estimada ж de apenas 4 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Suspeita-se que T. tenuis venha sofrendo um declьnio na qualidade do seu hрbitat devido Я incidЖncia de incЖndios, e que isso esteja acarretando um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Espжcie possivelmente extinta. Sua ocorrЖncia na natureza deve ser verificada por meio de buscas intensivas no local onde foi coletada originalmente.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trilepis%20tenuis","Mata AtlРntica"],
    [1694,"DENNSTAEDTIACEAE","Blotiella lindeniana","(Hook.) R.M.Tryon","LC","","","Tainan Messina","Herbрcea da floresta Щmida de montanha do Sul-Sudeste do Brasil. ?Espжcie nсo ameaуada, tem sido coletada na Щltima dжcada em рreas relativamente extensas de mata atlРntica e em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blotiella%20lindeniana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [1695,"DICHAPETALACEAE","Stephanopodium engleri","Baill.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Stephanopodium engleri ж uma herbрcea endЖmica do Estado de Minas Gerais, ocorrendo em Florestas Estacionais. A EOO estimada ж inferior a 5.000 km▓ e a AOO ж inferior a 500 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). Em 1997, S. engleri foi avaliada como \"provavelmente extinta\" em Minas Gerais, porжm, em 2010, foi coletada em localidade prзxima Я capital do Estado. Os dados disponьveis indicam sua ocorrЖncia em рreas urbanas e em regiшes com atividade mineradora, configurando duas situaушes de ameaуa que reduzem a EOO, AOO e a qualidade do hрbitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stephanopodium%20engleri","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1696,"DICHAPETALACEAE","Stephanopodium magnifolium","Prance","CR","B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Stephanopodium magnifolium ж uma рrvore endЖmica da Bahia e ocorre nos sub-bosques das florestas Щmidas. Com distribuiусo restrita ao municьpio de Uruуaca, a EOO estimada foi inferior a 100 km▓ e a AOO em cerca de 10 km▓, categorizando a espжcie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A regiсo de ocorrЖncia apresenta alta taxa de desmatamento e pressсo de corte seletivo, assim, o hрbitat estр severamente fragmentado, causando o declьnio da EOO, AOO, da qualidade do hрbitat e do nЩmero de indivьduos adultos. Ademais, os remanescentes florestais de Uruуaca perfazem 17,7% do municьpio. Considerando as caracterьsticas da espжcie, em especial o fato de ser um subarbusto de sub-bosques Щmidos, ж possьvel inferir que o crescimento seja lento, com tempo de geraусo mьnimo de 30 anos.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stephanopodium%20magnifolium","Mata AtlРntica"],
    [1697,"DICKSONIACEAE","Dicksonia sellowiana","Hook.","EN","A2abcd","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Dicksonia sellowiana foi muito explorada para a confecусo de vasos e placas de xaxim, sendo muito comum em floriculturas e em residЖncias como substrato para o cultivo de orquьdeas. Com a restriусo da comercializaусo do xaxim proveniente de D. sellowiana, substratos alternativos comeуaram a ser colocados no mercado. Apesar disso, o xaxim ainda ж bastante extraьdo da natureza. Isso se deve ao fato de ser uma planta relativamente comum em florestas tropicais Щmidas. Atualmente, sсo estimados trЖs milhшes de indivьduos adultos de D. sellowiana na natureza. Entretanto, considerando o histзrico de extraусo, acredita-se que cerca de 75% deles tenham sido retirados da natureza nos Щltimos 10 anos apenas no Estado do Paranр. Extrapolando para os demais Estados, suspeita-se que mais de 50% dos indivьduos tenham sido transformados em substrato nesse mesmo perьodo. Sabe-se que D. sellowiana ж uma espжcie de crescimento lento e que indivьduos adultos podem ter mais de 200 anos. Portanto, a recuperaусo populacional nсo acompanha o ritmo da sua extraусo. Alжm disso, essa espжcie ocorre em рreas sob intensa pressсo por desmatamento, em que a diminuiусo na qualidade do hрbitat reduz a variabilidade genжtica das subpopulaушes. Dessa maneira, D. sellowiana ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicksonia%20sellowiana","Mata AtlРntica"],
    [1698,"DICRANACEAE","Atractylocarpus brasiliensis","(MЧll.Hal.) R.S.Williams","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil, ocorrendo nos Estados do Piauь, Bahia e Rio de Janeiro, em Florestas Ombrзfilas e Campos de Altitude. Tem EOO de 549,37 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa considerando a presenуa em unidade de conservaусo (SNUC). A espжcie e sua regiсo de ocorrЖncia sofrem ameaуas decorrentes de atividades urbanas como expansсo imobiliрria, implantaусo de atividades agrьcolas e presenуa de fogo provocado, que causam declьnio da qualidade e extensсo do hрbitat da espжcie.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Atractylocarpus%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1699,"DICRANACEAE","Atractylocarpus longisetus","(Hook.) E.B.Bartram","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo nos neotrзpicos, no Brasil a espжcie ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espьrito Santo. ╔ encontrada em altitudes que variam de 1.200 m a 2.700 m, em Campos de Altitude e Floresta Ombrзfila Densa e Mista, ambientes que estсo sendo degradados por atividades antrзpicas, invasсo de espжcies exзticas e mudanуas climрticas. Apresenta EOO de 547,32 km▓ e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, considerando a perda e o declьnio da qualidade do hрbitat como principal ameaуa.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Atractylocarpus%20longisetus","Mata AtlРntica"],
    [1700,"DICRANACEAE","Campylopus densicoma","(MЧll.Hal.) Paris","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo nos neotrзpicos, no Brasil a espжcie ж endЖmica dos Campos de Altitude do Rio de Janeiro (EOO=273,88 km▓). Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa identificadas, considerando os incЖndios e declьnio da extensсo e da qualidade do habitat como principais ameaуas. Recomenda-se um maior esforуo de coleta para a espжcie.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylopus%20densicoma","Mata AtlРntica"],
    [1701,"DILLENIACEAE","Davilla glaziovii","Eichler","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Davilla glaziovii ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 1,45 km▓ e provavelmente restrita a regiшes de Floresta Ombrзfila submontana e montana com altitudes em torno de 600 a 700 m na Baixada Fluminense e na subida para a Serra dos Мrgсos. Atualmente, a espжcie ж conhecida por apenas uma populaусo localizada na Serra do Mendanha, divisa dos municьpios de Campo Grande, Mesquita, Nilзpolis e Nova Iguaуu. A espжcie estр presente no Parque Municipal da Serra do Mendanha, criado em 1993, porжm essa рrea foi transformada em objeto de relevante interesse social, possibilitando a expansсo das chрcaras e sьtios na regiсo. Alжm disso, o caule da espжcie ж utilizado para fins medicinais, sendo comercializado em regiшes vizinhas como cipз-de-Santa Luzia. Essa localidade sofreu pressшes antrзpicas jр no sжculo XVII, pois, em 1603, as terras jр serviam como рrea para plantaушes de cana e construусo de engenhos de aуЩcar. A implantaусo da fрbrica da Companhia Progresso Industrial do Brasil, em 1893, tambжm marca a histзria da regiсo. A urbanizaусo tornou-se responsрvel pelo aumento da pressсo antrзpica sobre os jр degradados ecossistemas locais que, desde o Brasil colonial, vinham sofrendo as consequЖncias negativas dos ciclos agrьcolas. A espжcie vem enfrentando declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat, estando associada a apenas uma situaусo de ameaуa. Foi categorizada como \"criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [1702,"DILLENIACEAE","Davilla macrocarpa","Aymard","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Davilla morii tem distribuiусo restrita ao sul do Estado da Bahia e norte do Espьrito Santo, com EOO de 19.835 km▓, em regiсo limitada entre o Rio de Contas ao norte e Rio Doce ao sul. Habita preferencialmente рreas com solos arenosos de Restinga e tambжm Floresta de Muуununga e Campos Nativos, crescendo sobretudo prзximo ao chсo, de forma reptante, sob o solo arenoso ou tambжm como liana, apoiando-se em arbustos, mas normalmente em рreas ensolaradas. A espжcie ocorre em uma regiсo onde рreas de florestas foram exploradas para a retirada de madeira e, posteriormente, transformadas em pastos para pecuрria extensiva ou culturas agrьcolas. Atualmente, grande parte dessa porусo litorРnea desses dois Estados vem sofrendo com a especulaусo imobiliрria, que causa forte impacto antrзpico sobre a biota, e pela exploraусo de petrзleo ao norte do Espьrito Santo. A espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU), com subpopulaушes fragmentadas e apresentando declьnio contьnuo na AOO, EOO e na qualidade do hрbitat. Alжm disso, suspeita-se que tambжm enfrente declьnio no nЩmero de subpopulaушes.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20macrocarpa","Mata AtlРntica"],
    [1703,"DILLENIACEAE","Davilla nitida","(Vahl) Kubitzki","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Davilla nitida apresenta distribuiусo muito ampla, com ocorrЖncia em quase todos os Estados brasileiros. A espжcie ж altamente adaptada a ambientes secundрrios e suas subpopulaушes encontram-se bem representadas. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Davilla%20nitida","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1704,"DILLENIACEAE","Doliocarpus glomeratus","Eichler","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. glomeratus se distribui de forma ampla por diversos Estados das regiшes Sul, Sudeste e Nordeste. A espжcie apresenta EOO de 1.250.950 Km▓ e ж vinculada a impactos antrзpicos. Alжm disso, ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doliocarpus%20glomeratus","Mata AtlРntica"],
    [1705,"DILLENIACEAE","Doliocarpus lancifolius","Kubitzki","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Doliocarpus lancifolius ocorre de forma fragmentada e restrita (EOO=3.121 km▓), normalmente em рreas de Tabuleiros costeiros e Restingas, raramente em Floresta Estacional Semidecidual, exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. Aparentemente, a espжcie desaparece em ambientes antropizados por depender de ambientes semi-umbrзfilos para se manter estрvel. O histзrico de perda de Mata AtlРntica no Espьrito Santo ж intenso, e as principais causas estсo ligadas Я exploraусo da madeira, agricultura, aos \"reflorestamentos\" homogЖneos (Pinus e Eucaliptus), Я incidЖncia de espжcies exзticas invasoras e Я sobre-exploraусo de plantas ornamentais. Tais fatos tЖm contribuьdo para uma perda extrema do hрbitat, para o declьnio contьnuo da AOO e EOO, e para o desaparecimento de subpopulaушes da espжcie.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doliocarpus%20lancifolius","Mata AtlРntica"],
    [1706,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea aesculifolia","R.Knuth","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. aesculifolia ж uma liana que ocorre no bioma Cerrado. Os poucos registros botРnicos nсo informam caracterьsticas ecolзgicas alжm da ocorrЖncia da espжcie em mata de galeria. Nсo hр dados populacionais. O sinЗnimo nсo esta bem definido. Assim, embora tenha sido previamente categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) para o Estado de Sсo Paulo, nсo hр informaушes suficientes que permitam coloca-la em uma categoria para o nьvel nacional, sendo avaliada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20aesculifolia","Cerrado"],
    [1707,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea asperula","Pedralli","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea asperula ж uma erva que ocorre em Floresta de Galeria do Cerrado. A espжcie ж conhecida em trЖs localidades, duas no Estado de Minas Gerais e uma no Distrito Federal. Suspeita-se que tambжm esteja presente em Goiрs. As рreas de ocorrЖncia sсo conhecidas pela intensa atividade agrьcola de monoculturas, uma prрtica que ocupa grandes porушes do Cerrado brasileiro, sendo apontada como a principal razсo do desmatamento, o que reduz o tamanho populacional da espжcie. Assim, as ameaуas causam declьnio da AOO e EOO. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20asperula","Cerrado"],
    [1708,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea campestris","Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. campestris ж uma liana que ocorre tanto em рreas florestais como em formaушes campestres. No Brasil apresenta distribuiусo ampla pelos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga, alжm de ocorrer em outros paьses da Amжrica do Sul. A estimativa da EOO foi bastante superior a 20.000 km▓, colocando a espжcie na categoria de \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20campestris","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1709,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea grandiflora","Mart. ex Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. grandiflora ж uma liana com distribuiусo desde a regiсo Norte atж o Sudeste, ocorrendo nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia. Observa-se tambжm que a espжcie ocorre em outros paьses distantes entre si, tais como o Suriname e a Argentina. Assim, ж possьvel inferir que a espжcie tem EOO alta e ainda superior ao calculado, sendo por isso ж categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20grandiflora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1710,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea kunthiana","Uline ex R.Knuth","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. kunthiana ж uma liana que habita em diferentes fitofisionomias, tais como campo rupestre e floresta de galeria presentes na Cadeia do Espinhaуo, em Sсo Paulo e Bahia. Embora se conheуa poucos registros botРnicos, a espжcie seguramente apresenta ampla distribuiусo, com a Extensсo de OcorrЖncia superior a calculada (nсo foi encontrado o registro em Sсo Paulo), ocorrendo nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga, bem como em outros paьses. Assim, D. kunthiana nсo estр sob risco de extinусo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20kunthiana","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1711,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea loefgrenii","R.Knuth","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea loefgrenii ж uma liana que ocorre na Serra da Mantiqueira, nos Estados de Sсo Paulo (no interior) e Minas Gerais, e na Reserva Natural Companhia Vale do Rio Doce, no Espьrito Santo. Parte dos registros botРnicos foi coletada em рrea protegida (SNUC). Outros registros sсo provenientes de regiсo serrana, onde a declividade do terreno talvez seja o fator mais favorрvel para a preservaусo da espжcie, visto que a pastagem ж a principal ameaуa identificada. Pelas subpopulaушes conhecidas, foi possьvel identificar cinco situaушes de ameaуa, colocando a espжcie na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, caso as subpopulaушes nсo sejam mantidas, D. loefgrenii pode ser posicionada em uma categoria de maior risco ou atж mesmo considerada extinta em um futuro prзximo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20loefgrenii","Mata AtlРntica"],
    [1712,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea mantiqueirensis","R.Knuth","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea mantiqueirensis ж uma liana pouco conhecida, mas considerada espжcie vрlida e ainda nсo recoletada. Seu Щnico registro ж na Serra da Mantiqueira, no Estado de Sсo Paulo, em Floresta Ombrзfila Densa. Com AOO estimada inferior a 10 km▓, a espжcie ж categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). O municьpio em que foi realizada a coleta apresenta aproximadamente 31% de remanescente da formaусo original, sendo considerado um ambiente severamente fragmentado, principalmente devido Яs extensas рreas destinadas Я pastagem e ao aumento das atividades antrзpicas ocasionadas pela duplicaусo da rodovia Fernсo Dias. Assim, em funусo do desmatamento ocorrido no passado ж possьvel inferir que houve declьnio do nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros, bem como da AOO, EOO e qualidade do hрbitat. Ademais, o material botРnico foi coletado em 1897, perьodo anterior ao recente desmatamento observado na рrea, de modo que D. mantiqueirensis esteja provavelmente extinta.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20mantiqueirensis","Mata AtlРntica"],
    [1713,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea mollis","Kunth","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. mollis ж uma liana conhecida em diversos Estados brasileiros, bem como em outros paьses. Habita em рreas florestais como a restinga, рreas alagрveis e, com menor frequЖncia, em regiшes montanhosas como as encostas da Mata AtlРntica e aquelas presentes no interior do Brasil, nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais. Devido a ampla distribuiусo a espжcie nсo estр sob risco de extinусo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20mollis","Mata AtlРntica"],
    [1714,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea orthogoneura","Uline ex Hochr.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. orthogoneura ж uma liana amplamente distribuьda pelo Brasil, ocorrendo desde o Nordeste atж a regiсo Sul. A EOO foi bastante superior a 20.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20orthogoneura","Caatinga, Cerrado"],
    [1715,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea pseudomacrocapsa","G.M.Barroso et al.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea pseudomacrocapsa ж uma liana com distribuiусo restrita Я regiсo metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A EOO e AOO estimadas colocam a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). Por se tratar de uma regiсo urbanizada, o hрbitat da espжcie estр severamente fragmentado, sendo que os diversos tipos de ameaуa provenientes do crescimento urbano, tais como poluiусo e especulaусo imobiliрria, entre outros, reduzem a EOO, AOO e qualidade do hрbitat.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20pseudomacrocapsa","Mata AtlРntica"],
    [1716,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea rumicoides","Griseb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. rumicoides ж uma liana com ampla distribuiусo pelo Brasil e considerada rara dentro da extensсo de ocorrЖncia. Habita nas florestas ombrзfilas e mata de galeria, formaушes comuns nos biomas Mata AtlРntica e Cerrado. Algumas subpopulaушes foram encontradas em рreas sob proteусo integral. Pelo exposto, a espжcie nсo esta sob risco de extinусo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20rumicoides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1717,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea sanpaulensis","R.Knuth","EN","B1ab(iii,iv,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea sanpaulensis ж uma liana que ocorre em Florestas e Campos de Altitude da Mata AtlРntica. As subpopulaушes conhecidas nos Estados de Sсo Paulo e Paranр perfazem EOO inferior a 5.000 km▓, categorizando a espжcie como \"Em perigo\" (EN). Os registros de Sсo Paulo sсo coletas feitas na dжcada de 20, em remanescente da Serra do Mar localizado entre a capital e o litoral paulista. A ocupaусo humana e os impactos associados Я urbanizaусo jр eliminaram 64% dos remanescentes do municьpio de Santo Andrж (SP), рrea de ocorrЖncia da espжcie. A subpopulaусo encontrada no Paranр estр em remanescente de Mata AtlРntica com presenуa de espжcies invasoras, uma ameaуa que hoje atinge atж mesmo formaушes de altitude. Assim, sсo conhecidas duas situaушes de ameaуa para a espжcie, as quais causam declьnio da qualidade do hрbitat e reduусo da EOO e AOO da espжcie. A Serra do Mar ж um remanescente contьnuo que possivelmente abriga outras subpopulaушes da espжcie, de forma que o desmatamento ocorrido no passado permite inferir que houve declьnio do nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20sanpaulensis","Mata AtlРntica"],
    [1718,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea stegelmanniana","R.Knuth","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. stegelmanniana ж uma liana que habita em florestas Щmidas do Brasil, tais como a Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia. Alжm de nсo apresentar especificidade de habitat, a EOO ж bastante superior a 20.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20stegelmanniana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [1719,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea trifida","L.f.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. trifida ж uma liana das regiшes Norte e Centro-Oeste do Brasil. Domesticada por indьgenas, a espжcie ocorre nas florestas de Terra-Firme e do Cerrado, sendo uma planta neotropical cultivada em escala comercial. A EOO de D. trifida ж bastante superior a 20.000 km▓, sendo considerada fora de risco de extinусo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20trifida","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1720,"DIOSCOREACEAE","Dioscorea trilinguis","Griseb.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dioscorea trilinguis ж uma liana conhecida nos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo e, possivelmente, Minas Gerais, ocorrendo em florestas com solo argiloso. No entanto, nсo foram obtidos todos os registros botРnicos conhecidos para a espжcie, de forma que a EOO estр sub-estimada. Assim, atж o momento, a AOO estimada ж inferior a 500 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). As subpopulaушes conhecidas no Rio de Janeiro estсo ameaуadas por estarem prзximas a centros urbanos, fatores que reduzem a AOO, EOO e qualidade do hрbitat. A subpopulaусo litorРnea de Caraguatatuba (SP) sofre reduусo da EOO por desmatamento, uma vez que apenas 27,4% dos remanescentes estсo preservados. A subpopulaусo do municьpio de Santo Andrж (SP) talvez seja a mais preservada, visto que se encontra em рrea protegida (SNUC). No entanto, sabe-se que nesta regiсo, a espжcie ж considerada rara. Pelo exposto, sсo identificadas trЖs situaушes de ameaуa que colocam a espжcie na referida categoria, porжm, a disponibilidade de maiores informaушes pode transferi-la para uma categoria de ameaуa inferior.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioscorea%20trilinguis","Mata AtlРntica"],
    [1721,"DITRICHACEAE","Chrysoblastella chilensis","(Mont.) Reimers","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre em Campos de Altitude nos Estados nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo, estando sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa. Tem EOO de 269,87 km▓. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), a frequЖncia do fogo nas suas regiшes de ocorrЖncia ж bastante significativa. Este fato, associado Я vulnerabilidade da espжcie Яs queimadas e ao declьnio constante na qualidade do hрbitat, permite avaliar a espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysoblastella%20chilensis","Mata AtlРntica"],
    [1722,"DROSERACEAE","Drosera graomogolensis","T.Silva","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Drosera graomogolensis tem AOO menor que 500 km▓ e subpopulaушes presentes em menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie ocorre em serras da regiсo de Grсo Mogol, as quais apresentam perda do hрbitat original pela incidЖncia de ameaуas como desmatamento, atividades agropecuрrias, extrativismo de espжcies ornamentais e mineraусo de metais preciosos.","2012-07-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drosera%20graomogolensis","Caatinga"],
    [1723,"DRYOPTERIDACEAE","Ctenitis anniesii","(Rosenst.) Copel.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda no sudeste e sul do Brasil.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20anniesii","Mata AtlРntica"],
    [1724,"DRYOPTERIDACEAE","Ctenitis eriocaulis","(Fжe) Alston","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20eriocaulis","Mata AtlРntica"],
    [1725,"DRYOPTERIDACEAE","Ctenitis fenestralis","(C.Chr.) Copel.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuiусo de ocorrЖncia da espжcie nсo ж bem definida e maiores estudos sсo necessрrios para avaliaусo de risco.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenitis%20fenestralis","Mata AtlРntica"],
    [1726,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum acrocarpum","(Mart.) T.Moore","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa dentro ou fora de unidades de conservaусo (SNUC). Deve ser melhor estudada, uma vez que o baixo nЩmero de registros pode estar refletindo o esforуo de coleta realizado para a espжcie. Por outro lado, esses trЖs registros podem representar raridade e/ou declьnio populacional, principalmente porque a рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com atividades agrьcolas e urbanizaусo, o que transferiria E. acrocarpum para uma categoria de ameaуa mais alta em um futuro prзximo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20acrocarpum","Mata AtlРntica"],
    [1727,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum amplissimum","(Fжe) Christ","EN","B2ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em Mata AtlРntica da Serra do Mar, nos municьpios de Iguape e Ubatuba, no Estado de Sсo Paulo, Itatiaia e Parati, no Rio de Janeiro, em regiшes montanas e costeiras. Apresenta AOO estimada em 20 km▓. Estр sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa, considerando os dois Estados de ocorrЖncia, e a pertubaусo e perda do hрbitat causadas pelas atividades antrзpicas na regiсo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20amplissimum","Mata AtlРntica"],
    [1728,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum beckeri","Brade","CR","A2c,B2ab(iii),D","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Ilha de Trindade (AOO","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20beckeri","Mata AtlРntica"],
    [1729,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum edwallii","Rosenst.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo ampla e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20edwallii","Mata AtlРntica"],
    [1730,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum gayanum","(Fжe) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo ampla e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20gayanum","Mata AtlРntica"],
    [1731,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum herminieri","(Bory & Fжe) T.Moore","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie e incerteza na distribuiусo uma vez que a literatura cita a Bahia como regiсo de ocorrЖncia, mas nсo hр registro.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20herminieri","Mata AtlРntica"],
    [1732,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum iguapense","Brade","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e ocorre em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20iguapense","Mata AtlРntica"],
    [1733,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum insigne","(Fжe) Brade","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo ampla e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20insigne","Mata AtlРntica"],
    [1734,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum itatiayense","Rosenst.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo ampla e presente em unidades de conservaусo (SNUC), no entanto apresenta menos de 10 situaушes de ameaуa, o que poderia vir a transferir-la para uma categoria de ameaуa em futuro prзximo, caso ameaуas como o fogo nсo sejam controladas.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20itatiayense","Mata AtlРntica"],
    [1735,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum jamesonii","(Hook. & Grev.) T.Moore","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo do risco.  A espжcie nсo ocorre no Brasil, de modo que as informaушes aqui disponьveis dizem respeito a outra espжcie. Segundo  Mynssen (com. pess.), tal informaусo serр publicada em American Fern Journal (2012).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20jamesonii","Mata AtlРntica"],
    [1736,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum langsdorffii","(Hook. & Grev.) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo ampla e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20langsdorffii","Mata AtlРntica"],
    [1737,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum macahense","(Fжe) Rosenst.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo ampla e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20macahense","Mata AtlРntica"],
    [1738,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum nigrescens","(Hook.) T.Moore ex Diels","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20nigrescens","Mata AtlРntica"],
    [1739,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum pteropus","C.Chr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20pteropus","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [1740,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum strictum","(Raddi) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20strictum","Mata AtlРntica"],
    [1741,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum tamandarei","Brade","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo pode ser categorizada como ameaуada com as informaушes existentes, no entanto, nсo ж amplamente distribuьda e apresenta menos de 10 situaушes de ameaуa. Deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados para que uma nova categorizaусo possa ser feita.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20tamandarei","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1742,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum tectum","(Humb. & Bonpl. ex Willd.) T.Moore","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20tectum","Mata AtlРntica"],
    [1743,"DRYOPTERIDACEAE","Elaphoglossum wettsteinii","Christ","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo pode ser categorizada como ameaуada com as informaушes existentes, no entanto, nсo ж amplamente distribuьda e apresenta menos de 10 situaушes de ameaуa. Deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados para que uma nova categorizaусo possa ser feita.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elaphoglossum%20wettsteinii","Mata AtlРntica"],
    [1744,"DRYOPTERIDACEAE","Megalastrum wacketii","(Rosenst. ex C.Chr.) A.R.Sm. & R.C.Moran","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie conhecida dos Estados de Sсo Paulo e Espьrito Santo (AOO=12 km▓). Foi considerada extinta em Sсo Paulo, o que nos possibilita estimar declьnio de EOO, AOO e subpopulaушes. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa considerando a pressсo antrзpica nas regiшes de ocorrЖncia. Espжcie dependente de medidas de conservaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Megalastrum%20wacketii","Mata AtlРntica"],
    [1745,"DRYOPTERIDACEAE","Polybotrya speciosa","Schott","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie com EOO nos Estados do Sudeste e Bahia, coletada frequentemente, inclusive no Estado de Sсo Paulo onde foi considerada \"Presumivelmente extinta\" (PE).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polybotrya%20speciosa","Mata AtlРntica"],
    [1746,"DRYOPTERIDACEAE","Polystichum bradei","Rosenst.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa considerando a frequЖncia de fogo nas regiшes em que ocorre, como no Parque Nacional do Itatiaia. Por ser restrita aos Campos de Altitude e Яs Florestas altomontanas, apresenta AOO de 16 km▓, estando muito suscetьvel a ameaуas, e por isso enfrenta reduусo populacional e perda de hрbitat considerрveis. Assim, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polystichum%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [1747,"EBENACEAE","Diospyros duartei","Cavalcante","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de se distribuir amplamente por Estados costeiros da regiсo Sudeste e Nordeste, com EOO de 95.467 km▓, a espжcie se caracteriza por apresentar forma de vida arbзrea em ambientes de Floresta Ombrзfila Densa, associada a Mata AtlРntica, que jр teve cerca de 93% de sua рrea natural destruьda. D. duartei foi considerada localmente extinta na lista de espжcies ameaуadas do Espьrito Santo em 2007 e, possivelmente, as subpopulaушes ocorrentes na porусo sul do Estado da Bahia tambжm se encontram fortemente ameaуadas, principalmente, em funусo do histзrico de cultivo do cacau. A derrubada de florestas foi especialmente severa nas Щltimas trЖs dжcadas, 11.650 km▓ de florestas foram perdidos nos Щltimos 15 anos. Em adiусo Я incessante perda de hрbitat, as matas remanescentes continuam a ser degradadas pela extraусo de lenha, exploraусo madeireira ilegal, coleta de plantas e produtos vegetais e invasсo por espжcies exзticas. Alжm disso a espжcie possui carрter ornamental. D. duartei foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT) e, caso medidas conservacionistas visando manter a integridade das subpopulaушes nсo forem tomadas, a espжcie poderр se encontrar sob algum grau de ameaуa em um futuro prзximo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20duartei","Mata AtlРntica"],
    [1748,"EBENACEAE","Diospyros hispida","A.DC.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. hispida se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva ou arbзrea. A espжcie ж amplamente distribuьda pelo territзrio nacional sendo muito bem representada por coleушes botРnicas. InЩmeras subpopulaушes da espжcie sсo contempladas por unidades de conservaусo (SNUC) e a populaусo global tem se mantido estрvel. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20hispida","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1749,"EBENACEAE","Diospyros inconstans","Jacq.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea, atingindo atж 15 metros de altura. D. iconstans ж muito bem representada em herbрrios, tendo sido registrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Aparentemente suas subpopulaушes tЖm se mantido estрveis apesar das ameaуas isoladas por localidades de ocorrЖncia. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diospyros%20inconstans","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1750,"ELAEOCARPACEAE","Sloanea garckeana","K.Schum.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. garckeana ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul e tem ampla distribuiусo no Brasil, com subpopulaушes bem amostradas em todos os biomas. A espжcie tambжm ocorre em pelo menos nove unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20garckeana","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1751,"ELAEOCARPACEAE","Sloanea hirsuta","(Schott) Planch. ex Benth.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. hirsuta apresenta ampla distribuiусo no paьs e ocorre em mais de 15 unidades de conservaусo (SNUC), sendo bem amostrada ao longo de sua distribuiусo.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20hirsuta","Mata AtlРntica"],
    [1752,"ELAEOCARPACEAE","Sloanea obtusifolia","(Moric.) Schum.","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sloanea obtusifolia ocorre ao longo da Mata AtlРntica em locais que tiveram uma reduусo de vegetaусo original de pelo menos 50% nos Щltimos 10 anos, como os municьpios de Santa Teresa, no Espьrito Santo, Recife, em Pernambuco, Una e Ilhжus na Bahia, Sсo Paulo, IbiЩna, e Mogi das Cruzes, em Sсo Paulo. Associadas a esse fato, estimativas apontam que a populaусo global da espжcie apresenta uma mжdia de 18.211 indivьduos, nЩmero que estр sendo reduzido devido ao uso madeireiro para a fabricaусo de canoas, tрbuas e esteios para construушes domжsticas e pesqueiras.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sloanea%20obtusifolia","Mata AtlРntica"],
    [1753,"ERICACEAE","Agarista chlorantha","(Cham.) G.Don","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista chlorantha ocorre amplamente distribuьda em Campos Rupestres e Campos de Altitude associados aos Domьnios Fitogeogrрficos Cerrado e Mata AtlРntica, nos Estados de Minas Gerais, Distrito Federal, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e possivelmente, Rio de Janeiro. Espжcie bem representada em herbрrios, foi registrada em рreas perturbadas e tambжm dentro dos limites de unidades de conservaусo (SNUC). Por esses motivos, A. chlorantha foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) quanto ao seu risco de extinусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20chlorantha","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1754,"ERICACEAE","Agarista niederleinii","(Sleumer) Judd","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista niederleinii ocorre em Campos de Altitude e Florestas nebulares associadas ao Domьnio Fitogeogrрfico Mata AtlРntica, nos Estados de Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi registrada entre 350 atж cerca de 2.000 m de altitude, dependendo da regiсo em que ocorre. Descrita como frequente em algumas localidades, a espжcie se encontra protegida dentro dos limites de algumas unidades de conservaусo (SNUC), que resguardam amostram significativas de habitat para sua ocorrЖncia. Bem representada em herbрrios, possui registros em рreas de diferentes estрgios de regeneraусo, e por esses motivos, foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo. Entretanto, faz-se necessрrio garantir a efetiva proteусo das matas nebulares e campos naturais ao longo de sua distribuiусo, a fim de garantir sua perpetuaусo na natureza.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20niederleinii","Mata AtlРntica"],
    [1755,"ERICACEAE","Agarista nummularia","(Cham. & Schltdl.) G.Don","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista nummularia ocorre amplamente distribuьda em diversos ambientes (Campos de Altitude com mosaicos de Araucaria angustifolia, afloramentos rochosos, pРntanos e florestas Щmidas) associados ao Domьnio Fitogeogrрfico Mata AtlРntica, nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Registrada em altitude que variam entre 10 e 1.650 m, foi considerada a espжcie dominante na comunidade herbрcea em algumas localidades ao longo de sua distribuiусo. O aparente baixo nЩmero de registros de herbрrio pode ser explicado pela proximidade deste tрxon com outras espжcies do gЖnero, o que acaba por induzir a erros de determinaусo e consequentemente, empobrece sua lista de testemunhos. Entretanto, a espжcie parece ocorrer de maneira frequente, inclusive dentro de unidades de conservaусo (SNUC). A partir desses dados, considera-se a espжcie \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20nummularia","Mata AtlРntica"],
    [1756,"ERICACEAE","Agarista pulchra","(Cham. & Schltdl.) G.Don","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agarista pulchra ocorre nos Estados de Minas Gerais, Bahia e Sсo Paulo, predominantemente em Campos Rupestres e afloramentos rochosos associados ao Domьnio Fitogeogrрfico Cerrado, foi registrada tambжm com  pouca frequЖncia em Florestas Estacionais (Itararж, Sсo Paulo). A espжcie enfrenta ameaуas a sua existЖncia em localidades em que possui registros, algumas destas se encontram altamente impactadas por atividades mineradoras, porжm, foi registrada em рreas protegidas isoladas no Estado de Minas Gerais e Bahia, que por enquanto permanecem sem ameaуas severas e conseguem garantir a efetiva conservaусo de sua biota (por exemplo RPPN Santuрrio do Caraуa), portanto, A. pulchra foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT) neste momento. Estudos mais detalhados sobre sua populaусo e o efeito da incidЖncia das ameaуas conhecidas devem ser empreendidos, de modo a possibilitar uma avaliaусo de risco de extinусo mais precisa.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agarista%20pulchra","Cerrado"],
    [1757,"ERICACEAE","Gaultheria sleumeriana","Kin.-Gouv.","CR","B2ab(i,ii,iii),C2a(i,ii),D","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaultheria sleumeriana representa um endemismo exclusivo da Serra da Bocaina, atж o momento registrada somente no estado de Sсo Paulo. Ocupando uma pequena faixa altitudinal, a espжcie apresenta uma distribuiусo muito restrita (AOO=8 Km▓) em borda de matas de galeria e campos secos. A Щnica populaусo conhecida deste tрxon possui menos que 50 indivьduos maduros e apenas trЖs destes se encontram dentro dos limites do Parque Nacional da Bocaina (SNUC). A principal situaусo de ameaуa incidente no habitat ocupado por este tрxon ж o fogo, dados recentemente levantados indicam cerca de 307 registros de incЖndios dentro dos limites do Parque Nacional da Bocaina (SNUC), que atingiram cerca de 2.001,98 ha de vegetaусo. Sem ser coletada desde 1955, a espжcie parece ser naturalmente rara, o que amplia seu risco de extinусo frente a eventos severos de incЖndio, como os reportados. Tendo em vista essas informaушes, considerou-se G. sleumeriana \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaultheria%20sleumeriana","Mata AtlРntica"],
    [1758,"ERICACEAE","Gaylussacia angulata","Gardner","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia angulata ж endЖmica do estado do Rio de Janeiro, com apenas trЖs coleушes realizadas nos Campos de Altitude do trecho central e norte da Serra do Mar Fluminense (Serra dos Мrgсos e Serra de Araras, no municьpio de Petrзpolis, Serra do Desengano, em Santa Maria Madalena). Com base nos registros e levando-se em conta que as рreas em que a planta foi registrada apresentam esforуo amostral elevado, G. angulata pode ser considerada uma espжcie rara. Mesmo hoje protegidas por unidades de conservaусo, ameaуas como o fogo intesivo assolam os Campos de Altitude do Rio de Janeiro, comprometendo severamente populaушes de espжcies raras e sensьveis aos seus impactos. Com distribuiусo muito restrita (AOO=12 Km▓, EOO=845,34 Km▓), coleушes muito antigas e populaушes submetidas a mesma situaусo de ameaуa, a espжcie foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20angulata","Mata AtlРntica"],
    [1759,"ERICACEAE","Gaylussacia caparoensis","Sleumer","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia caparoensis ж endЖmica dos Campos de Altitude da Serra do Caparaз, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espьrito Santo. Apresenta distribuiусo muito restrita (AOO=20 Km▓, EOO=355,81 Km▓). Mesmo ocorrendo dentro dos limites do Parque Nacional do Caparaз (SNUC), as subpopulaушes desta espжcie se encontram fragilizadas pelos intensos incЖndios que incidem sobre os Campos de Altitudes em que ocorre, sendo considerada uma situaусo de ameaуa direta, para ilustrar o panorama, em apenas um mЖs do ano de 2001, cerca de 485 focos de incЖndio foram detectados na рrea da unidade e municьpios adjascentes, evidenciando a grande intensidade com que esses eventos ocorrem. Mesmo com um plano de prevenусo, controle e combate aos incЖndios florestais desenvolvido pelo Ministжrio do Meio Ambiente (MMA), este ainda nсo foi efetivamente implementado e a proteусo integral oferecida pelo Parque Nacional do Caparaз (SNUC) nсo impede a incidЖncia de eventos de ameaуa. Por esses motivos, G. caparoensis foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20caparoensis","Mata AtlРntica"],
    [1760,"ERICACEAE","Gaylussacia centunculifolia","Sleumer","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia centunculifolia representa um endemismo restrito dos Campos Rupestres da regiсo da Serra do Cipз, na porусo mineira da Cadeia do Espinhaуo. Com distribuiусo muito pontual e restrita (AOO=16 Km▓, EOO=155,76 Km▓), a espжcie foi considerada sob duas situaушes de ameaуas principais, tendo suas subpopulaушes pressionadas pela proximidade com uma rodovia e pelos incЖndios frequentes que ocorrem em seu habitat. As populaушes conhecidas nсo se encontram protegidas pelos limites do Parque Nacional da Serra do Cipз (SNUC), que resguarda amostras significativas dos atualmente escassos Campos Rupestres mineiros, cuja рrea original foi reduzida em mais de 80%. Por esses motivos, G. centunculifolia foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20centunculifolia","Cerrado"],
    [1761,"ERICACEAE","Gaylussacia decipiens","Cham.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia decipiens ж endЖmica do Brasil, ocorrendo em рreas de Campos Rupestres, Campos de Altitude e Campos Щmidos nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. A espжcie parece bem representada nos herbрrios, com coletas realizadas recentemente e dentro dos limites de diversas unidades de conservaусo (SNUC). Mesmo com suas populaушes situadas em fitofisionomias associadas aos dois hotspots brasileiros (Cerrado e Mata AtlРntica), pressionado por diversas ameaуas, a espжcie nсo parece correr risco iminente de extinусo. Por esses motivos, foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT), pela sua distribuiусo exclusiva em fitofisionomias campestres.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20decipiens","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1762,"ERICACEAE","Gaylussacia harleyi","Kin.-Gouv.","VU","A2c,B1ab(i,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia harleyi  ж endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo da Chapada Diamantina, no estado da Bahia. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=8.024,55 km▓ ) em apenas uma fitofisionomia, e encontra-se submetida a menos de cinco situaушes de ameaуa. Embora algumas subpopulaушes estejam presentes dentro dos limites de unidades de conservaусo, o habitat deste tрxon sofreu uma reduусo severa na Bahia (cerca de 80% da рrea total) e, na regiсo da Chapada Diamantina, especificamente suspeita-se que ao menos 30% das suas рreas de ocorrЖncia tenham desaparecido nos Щltimos 10 anos, sendo o fogo o responsрvel pela eliminaусo de tрxons sensьveis a distЩrbios ambientais severos.  Por esses motivos, G. harleyi foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [1763,"ERICACEAE","Gaylussacia montana","(Pohl) Sleumer","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia montana ocorre em Campos de Altitude, Campos Rupestres e Campos Limpos associados aos Domьnios Fitogeogrрficos Mata AtlРntica e Cerrado. Bem representado nas coleушes, a espжcie ж descrita como frequente por alguns coletores, especialmente em рreas da Cadeia do Espinhaуo em Minas Gerais (Serra do Cipз). De ocorrЖncia ampla (EOO=125.881,32 Km▓) em mais de uma fitofisionomia de dois Domьnios Fitogeogrрficos distintos, frequente e com registros em unidades de conservaусo (SNUC), G. montana foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20montana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1764,"ERICACEAE","Gaylussacia oleifolia","Dunal","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia oleifolia ж endЖmica dos Campos Rupestres e bordas de matas de galeria ocorrentes na Serra do Cipз, no estado de Minas Gerais. A espжcie apresenta distribuiусo restrita (EOO=3.620,82 km▓, AOO=52 km▓) em fitofisionomias que sofrem com a incidЖncia de incЖndios frequentes e que foram historicamente suprimidas por atividades antrзpicas. Extensas porушes de Campos Rupestres no estado estсo sendo convertidas em рreas para pecuрria e extraусo de minжrios e sofrem os impactos de turismo desordenado. A espжcie, apesar de bem representada nos herbрrios, tem distribuiусo pontual e as coletas mais recentes foram realizadas na mesma localidade. Potencialmente ocorre dentro dos limites do Parque Nacional da Serra do Cipз (SNUC), mas nсo hр confirmaусo. Pelos motivos expostos, G. oleifolia foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20oleifolia","Cerrado"],
    [1765,"ERICACEAE","Gaylussacia pruinosa","Loes.","CR","B2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia pruinosa ж conhecida somente pela sua coleусo-tipo, empreendida por A.F.M. Glaziou nos Campos de Altitude da Serra dos Мrgсos, no estado do Rio de Janeiro. Mesmo sem data determinada, estima-se, com base nas coletas deste naturalista, que a espжcie esteja a mais de 100 anos sem ser encontrada na localidade, uma рrea que vЖm sendo frequentemente percorrida por botРnicos. Apresenta distribuiусo muito restrita (AOO=4 km▓, EOO=273,44 km▓) e em apenas uma fitofisionomia. A espжcie foi avaliada a partir de uma Щnica situaусo de ameaуa geral (incЖndios frequentes e intensos), que torna vulnerрveis os Campos de Altitude da Serra dos Мrgсos. Pelos motivos expostos, G. pruinosa foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), possivelmente extinta na natureza. Esforуos de coleta especьficos devem ser conduzidos a fim de ampliar o conhecimento sobre o tрxon e assim avaliar seu risco de extinусo mais precisamente.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20pruinosa","Mata AtlРntica"],
    [1766,"ERICACEAE","Gaylussacia retivenia","Sleumer","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia retivenia ocorre exclusivamente em Campos de Altitude situados sobre a Serra dos Мrgсos, no estado do Rio de Janeiro. Apresenta distribuiусo muito restrita (AOO=8 Km▓, EOO=326,52 Km▓) em apenas uma fitofisionomia, sendo avaliada sob uma Щnica situaусo de ameaуa (reduусo das рreas naturais para sua potencial ocorrЖncia ocasionada principalmente pelo fogo), que afeta especificamente os Campos de Altitude da Serra do Мrgсos. A espжcie estр a cerca de 60 anos sem ser coletada, em рrea onde o esforуo de coleta ж alto. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando esforуos de coleta pontuais na localidade onde ocorre para verificaусo de sua existЖncia. Caso G. retivenia nсo seja encontrada apзs intensivas buscas, poderр vir a ser declarada \"Extinta na natureza\" (EW).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20retivenia","Mata AtlРntica"],
    [1767,"ERICACEAE","Gaylussacia retusa","Mart. ex Meisn.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia retusa ж endЖmica do Campos Rupestres do Brasil Central, com distribuiусo confirmada nos Domьnios Fitogeogrрficos Caatinga e Cerrado, nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Goiрs. Apresenta distribuiусo naturalmente disjunta, em fitofisionomia que tem sofrido historicamente perdas atribuьdas principalmente a aушes antrзpicas, como o fogo e pecuрria. Mesmo assim, a espжcie ocorre dentro dos limites de unidades de conservaусo (SNUC) e tem sido coletada em рreas campestres com uma certa frequЖncia, foi considerada, portando, \"Quase Ameaуada\" (NT), principalmente pela vulnerabilidade de seu habitat.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20retusa","Caatinga, Cerrado"],
    [1768,"ERICACEAE","Gaylussacia rhododendron","Cham. & Schltdl.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia rhondodendron ocorre em Campos de Altitude e Florestas Ombrзfilas Densas Altomontanas e Mistas, associadas ao Domьnio Fitogeogrрfico Mata AtlРntica, nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр. Foi registrada  frequentemente em unidades de conservaусo (Parque Nacional do Itatiaia, Parque Estadual da Serra do Mar e Estaусo Biolзgica Alto da Serra de Paranapiacaba), e de acordo com os dados disponьveis nas exsicatas das coleушes, suspeita-se que a espжcie nсo dependa de ambientes em avanуado estрgio de regeneraусo. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20rhododendron","Mata AtlРntica"],
    [1769,"ERICACEAE","Gaylussacia setosa","Kin.-Gouv.","CR","B1ab(ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia setosa representa um endemismo dos Campos Rupestres em apenas uma montanha (Pico do Itambж) da Cadeia do Espinhaуo no estado de Minas Gerais. A espжcie tem distribuiусo muito restrita (EOO=13,48 Km▓, AOO=12Km▓), em regiсo frequentemente submetida a eventos de ameaуa. Mesmo a populaусo conhecida estando integralmente inserida dentro dos limites do Parque Estadual do Pico do Itambж (SNUC), a regiсo sofre os efeitos severos de queimadas intensas e frequentes e das atividades antrзpicas ligadas Я pecuрria e agricultura realizadas no seu entorno. Considerada sob uma mesma situaусo de ameaуa, G. setosa foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando aушes especьficas para garantir sua sobrevivЖncia na natureza.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20setosa","Cerrado"],
    [1770,"ERICACEAE","Gaylussacia vitis-idaea","Mart. ex Meisn.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Gaylussacia vitis-idaea ж endЖmica dos Campos de Altitude e Campos Rupestres dos Domьnios Fitogeogrрficos Cerrado e Mata AtlРntica. Atж pouco tempo, essa espжcie era considerada restrita ao Estado de Minas Gerais (Kinoshita, Romсo, 2012), porжm registros recentes determinados pelos especialistas na famьlia apontam para uma distribuiусo mais ampla desta espжcie sobre as рreas campestres de altitude do leste do Brasil. G. vitis-idaea apresenta distribuiусo naturalmente disjunta, porжm ampla (EOO=349.186,85 km▓ e AOO=76 km▓), estando bem representada em herbрrios e com subpopulaушes protegidas dentro de unidades de conservaусo (SNUC). Entretanto, a espжcie ocorre em fitofisionomias onde hр grande incidЖncia de ameaуas e que se encontram exclusivamente em dois hotspots da biodiversidade altamente impactados por atividades antrзpicas. Por esse motivos, G. vitis-ideae foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT) por nсo correr risco eminente de extinусo, mas podendo vir a se enquadrar em alguma categoria de ameaуa conforme estudos mais detalhados sobre sua biologia e ecologia forem empreendidos.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaylussacia%20vitis-idaea","Cerrado"],
    [1771,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus cabralensis","(Silveira) Sano","DD","","","Tainan Messina","Actinocephalus cabralensis ocorre no Estado de Minas Gerais, em regiшes de Campos Rupestres. As informaушes desta espжcie limitam-se a um Щnico registro de ocorrЖncia em coleусo de herbрrio, apesar da bibliografia mencionar outras localidades. ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por nсo apresentar dados suficientes para avaliaусo.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20cabralensis","Cerrado ((Giulietti et al. 2010)"],
    [1772,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus ciliatus","(Bong.) Sano","DD","","","Tainan Messina","?Actinocephalus ciliatus ocorre no Estado deMinas Gerais, restrita em regiшes de Campos Rupestres. As informaушes destaespжcie, segundo especialista, apresenta citaусo que pode ter sido erroneamenteidentificada. Poderр com informaушes mais acuradas ser enquadrada na categoria \"Vulnerрvel\" (VU) por sua extensсo de ocorrЖncia e nЩmero de situaушes de ameaуa, porжm os dadospresentes sсo insuficientes para categorizр-la neste momento. ╔ considerada \"Deficiente de Dados\" (DD) por nсo apresentar dados suficientespara avaliaусo.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20ciliatus","Cerrado (Giulietti et al. 2010)"],
    [1773,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus cipoensis","(Silveira) Sano","CR","B2ab(ii,iii,iv)","","Tainan Messina","Actinocephaluscipoensis jр foi considerada extinta nanatureza, mas foi reencontrada no ano de 2008, segundo dados bibliogrрficos validados pelo especialista. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20cipoensis","Cerrado"],
    [1774,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus claussenianus","(KШrn.) Sano","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie registrada em cinco locais de coleta que foram considerados situaушes de ameaуa distintas. ╔ endЖmica do Parque Nacional da Serra da Canastra. A perda de hрbitat ж a principal ameaуa, jр que estр registrada a ocorrЖncia de apenas duas subpopulaушes. Enquadra-se na categoria \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20claussenianus","Cerrado"],
    [1775,"ERIOCAULACEAE","Actinocephalus heterotrichus","(Silveira) Sano","DD","","","Tainan Messina","Sem informaушes suficientes para avaliaусo.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Actinocephalus%20heterotrichus","Cerrado"],
    [1776,"ERIOCAULACEAE","Comanthera bahiensis","(Moldenke) L.R.Parra & Giul.","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Comanthera bahiensis ж uma espжcie endЖmica do Estado da Bahia, com ocorrЖncia no Morro do Chapжu e proximidades, tendo EOO de 1.294,73 km▓. Apresenta pequeno porte e morfologicamente ж bem diferenciada das demais espжcies de Comanthera. Nсo hр registros sobre a exploraусo comercial de suas subpopulaушes. Foi avaliada como \"Em perigo\" (EN), pois sсo considerados potenciais ameaуas a ocupaусo restrita, o declьnio das condiушes ambientais e a degradaусo do ambiente.","2011-09-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20bahiensis","Caatinga, Cerrado"],
    [1777,"ERIOCAULACEAE","Comanthera brasiliana","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","CR","B1ab(i,ii,iii,v)","","Tainan Messina","Comanthera brasiliana ж uma herbрcea restrita Я regiсo da Pedra Menina, no Estado de Minas Gerais, ocorrendo em vegetaусo rupestre de solo arenoso. Os registros botРnicos conhecidos estimam EOO inferior a 100 km▓, categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). Uma sжrie de fatores ameaуa a sobrevivЖncia da espжcie: a ocorrЖncia de indivьduos maduros isolados e esparsos, a comercializaусo indiscriminada no passado, o endemismo e a atividade antrзpica nas рreas de ocupaусo. As subpopulaушesidentificadas indicam uma situaусo de ameaуa que, pelo exposto, causa o declьnio continuado da AOO, EOO, qualidade do hрbitat e nЩmero de indivьduos maduros.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20brasiliana","Cerrado"],
    [1778,"ERIOCAULACEAE","Comanthera chrysolepis","(Silveira) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Sem informaушes para a presente avaliaусo de risco de extinусo. ╔ citada como \"Criticamente em perigo\" (CR) na lista oficial de 2008.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20chrysolepis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1779,"ERIOCAULACEAE","Comanthera elegans","(Bong.) L.R.Parra & Giul.","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Comanthera elegans estр sujeita a pelo menos cinco situaушes de ameaуa, todas no Estado de Minas Gerais. Suas inflorescЖncias sсo muito exploradas comercialmente, o que representa uma ameaуa a sua sobrevivЖncia, apesar de ter subpopulaушes muito densas e relativamente extensas. Apresenta EOO de 9.565,65 km▓, e hр registros de desaparecimento de subpopulaушes em algumas regiшes. ╔ presente o carрter de ameaуa constante pela exploraусo comercial de sempre-vivas como fator de sobrevivЖncia para a populaусo que intercala esta prрtica com o garimpo, jр reduzido. ╔ avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20elegans","Cerrado"],
    [1780,"ERIOCAULACEAE","Comanthera harleyi","(Moldenke) L.R.Parra & Giul.","VU","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Comanthera harleyi ж uma espжcie que ocorre no Estado da Bahia, com distribuiусo restrita (EOO=1.927,42 km▓). Suas subpopulaушes sсo encontradas nos municьpios de Delfino (Umburanas) e Morro do Chapжu. A espжcie caracteriza-se pelo micro-endemismo. Avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU), foram consideradas potenciais ameaуas a ocupaусo restrita, o declьnio das condiушes ambientais e a degradaусo do ambiente.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20harleyi","Cerrado"],
    [1781,"ERIOCAULACEAE","Comanthera magnifica","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Comanthera magnifica possui poucos registros de coleta. Segundo o especialista ж necessрrioque haja mais espжcimes de herbрrio, para a avaliaусo de risco. Na lista oficial encontra-se como \"Criticamente em perigo\" (CR). ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela impossibilidade de avaliaусo por carЖncia de dados.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20magnifica",""],
    [1782,"ERIOCAULACEAE","Comanthera mucugensis","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","O endemismo restrito e a utilizaусo desta espжcie comercialmente reduziram sua EOO ao longo dos Щltimos anos e a extinguiram em algumas regiшes. O extrativismo, o fogo e a agropecuрria sсo as principais causasda reduусo da populaусo e contьnua perda da qualidade do hрbitat. As pesquisas indicam que as tжcnicas de cultivo demonstram taxas de sobrevivЖncia nсo muito altas. Projetos desenvolvidos com sempre-vivas tЖm demonstrado a extinусo em regiшes antes ocupadas por essa espжcie. Com EOO de 2.047,87 km▓ e sujeita a trЖs potenciais situaушes de ameaуa, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20mucugensis","Cerrado"],
    [1783,"ERIOCAULACEAE","Comanthera suberosa","(Giul.) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Espжcie com dados insuficientes paraavaliaусo. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) na lista oficial.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20suberosa","Cerrado"],
    [1784,"ERIOCAULACEAE","Comanthera vernonioides","(Kunth) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Esp?cie amplamente distribu?da. Entretanto, existem poucos dados dispon?veis para avalia??o do seu risco de extin??o.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20vernonioides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1785,"ERIOCAULACEAE","Comanthera vernonioides var. melanolepis","(Silveira) L.R.Parra & Giul.","DD","","","Tainan Messina","Nсo hр informaушes sobre ?Comanthera vernonioides var. melanolepisesta para avaliaусo de risco. ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela impossibilidade de avaliaусo.","2012-03-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comanthera%20vernonioides%20var.%20melanolepis","Cerrado"],
    [1786,"ERIOCAULACEAE","Eriocaulon melanolepis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","?Eriocaulon melanolepis nсo teminformaушes suficientes para avaliaусo. O Щltimo registro de coleta data do ano de 1936. ╔ apresentada como extinta na lista de Minas Gerais. Pesquisas em andamento poderсo apresentar novos dados sobre esta espжcie.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocaulon%20melanolepis","Cerrado"],
    [1787,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix echinocephala","Ruhland","VU","B1a+2b(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Leiothrix echinocephala tem ocorrЖncia restrita ao Estado de Minas Gerais, com EOO de 8.051,21 km▓. A sua distribuiусo geogrрfica e o crescimento acelerado da destruiусo do hрbitat a colocam sob ameaуa, assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20echinocephala","Cerrado"],
    [1788,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix gomesii","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Leiothrixgomesii nсo tem informaушes para avaliaусo. Considerada \"Extinta\" (EX) na lista de Minas Gerais. ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por nсo apresentar dados disponьveispara avaliaусo.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20gomesii","Mata AtlРntica"],
    [1789,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix linearis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Leiothrix linearis nсo tem informaушes para avaliaусo.Considerada \"Extinta\" (EX) na lista de Minas Gerais. ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD) por nсoapresentar dados disponьveis para avaliaусo.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20linearis","Cerrado"],
    [1790,"ERIOCAULACEAE","Leiothrix schlechtendalii","(KШrn.)  Ruhland","DD","","","Tainan Messina","Leiothrix schlechtendalii tem ocorrЖncia citada em publicaусo de especialista para todosos Estados do Nordeste Brasileiro, porжm com registro somente para o Estado daBahia, apresentando EOO de 24.387 km▓. Considerando quehр um crescimento acelerado da destruiусo do habitat e nсo hр informaушes sobrea populaусo, considera-se que hр deficiЖncia de dados para avaliaусo derisco. ╔ categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leiothrix%20schlechtendalii","Caatinga, Cerrado"],
    [1791,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus argenteus var. elatus","(Bong.) Hensold","DD","","","Tainan Messina","Sem informaушes para avaliaусo. Considerada \"Extinta\" (EX) para a Lista de Minas Gerais, porжm reencontrada em 2008, com uma Щnica populaусo, na regiсo Serra do Cipз. Caracterьsticas da inflorescЖncia e das flores aproximam este tрxon da variedade tьpica, P. argenteus var. argenteus, especialmente Яs subpopulaушes ocorrentes no norte da Serra do Cipз.","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20argenteus%20var.%20elatus","Cerrado"],
    [1792,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus ater","Silveira","CR","B1ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Paepalanthus ater ж uma herbрcea com ocorrЖncia exclusiva no Morro do Breu, regiсo da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Com baixa frequЖncia, a espжcie ocorre em vegetaусo rupestre de solos arenosos em faixa altitudinal entre 1.300 m e 1.500 m. As subpopulaушes conhecidas perfazem EOO inferior a 100 km▓, categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). Os Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo vЖm sofrendo grande pressсo de atividades agropecuрrias e mineradoras, de forma que as subpopulaушes conhecidas identificam apenas uma situaусo de ameaуa que, pelo exposto, causa o declьnio em EOO, AOO e qualidade do hрbitat.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20ater","Cerrado"],
    [1793,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus bellus","Moldenke","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus bellus ж endЖmica do Estado do Paranр, ocorrendo em formaушes de Mata AtlРntica. Sсo poucos os registros desta espжcie para a regiсo, sendo considerada \"Deficiente de dados\" (DD) para avaliaусo de risco.","2012-02-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20bellus","Mata AtlРntica"],
    [1794,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus catharinae var. hatschbachii","(Moldenke) Moldenke & L.B.Sm.","DD","","","Tainan Messina","Espжcie sem informaушes disponьveis para avaliaусo.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20catharinae%20var.%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [1795,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus crinitus","Tissot-Sq.","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus crinitus  nсo tem informaушes para avaliaусo de risco.Segundo a autora ocorre no municьpio de Diamantina. ╔ considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20crinitus","Cerrado"],
    [1796,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus extremensis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus extremensis foi considerada \"Deficiente de dados\" (DD) pela validaусo de espжcimes pelo especialista no Estado de Goiрs, sendo que o mesmo afirmou que a espжcie ж endЖmica de Grсo Mogol, Minas Gerais.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20extremensis","Cerrado"],
    [1797,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus garimpensis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus garimpensis ж conhecida por um registro de coleta na Serra do Garimpo, datado do ano de 1921, no Estado de Minas Gerais e que possivelmente seja um hьbrido de P. mollis e P. dianthoides. Por nсo haver informaушes para avaliaусo de risco ж considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-03-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20garimpensis","Cerrado"],
    [1798,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus grao-mogolensis","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus grao-mogolensis nсo tem informaушes para avaliaусo de risco, ocorrendo apenas em Grсo Mogol, Estado de MinasGerais.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20grao-mogolensis","Cerrado"],
    [1799,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus hydra","Ruhland","EN","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Paepalanthus hydra tem ocorrЖncia exclusiva no Estado de Minas Gerais, com EOO de 536,74 km▓ e subpopulaушes registradas em trЖs pontos. Somando-se a degradaусo crescente do ambiente e o Щltimo registro de coleta datando de 1999, esta espжcie ж caracterizada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20hydra","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1800,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus langsdorffii","KШrn","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthus langsdorffii nсo teminformaушes para avaliaусo de risco, ocorrendo apenas na Serra de Itacolomi, em Minas Gerais. ╔registrada como \"Provavelmente extinta\" (PE) para a lista de Minas Gerais. Consideradacomo \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20langsdorffii","Cerrado"],
    [1801,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus lepidus","Silveira","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthus lepidus nсo tem informaушes paraavaliaусo de risco, ocorrendo no Estado de Minas Gerais. ╔ registrada comoprovavelmente extinta para a lista de Minas Gerais. Considerada com deficiЖnciade dados para avaliaусo, ж categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20lepidus","Cerrado"],
    [1802,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus rhizomatosus","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthus rhizomatosus ж considerada como um caso de endemismo extremo, ocorrendo unicamente em BaraЩnas, Estado de MinasGerais, em altitudes acima de 1.300 m, com um Щnico registro de ocorrЖncia. Considerada \"Deficiente de dados\" (DD) para avaliaусo.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20rhizomatosus","Cerrado"],
    [1803,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus scytophyllus","Ruhland","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthus scytophyllus tem citaусo de ocorrЖncianos Estados de Goiрs e Minas Gerais, sem registro de coleta e EOO.╔ mencionada a ocorrЖncia de subpopulaушes na Serra de Congonhas, em Minas Gerais e umregistro em Jaboticatubas (MG). Considerada \"Deficiente de dados\" (DD) paraavaliaусo.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20scytophyllus","Cerrado"],
    [1804,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus uncinatus","Gardner","DD","","","Tainan Messina","Paepalanthusuncinatus nсo tem informaушes para avaliaусo de risco, ocorrendo na porусo leste da Serra doCipз, no Estado de Minas Gerais. ╔ registrada como provavelmente extinta para alista de Minas Gerais. Considerada \"Deficiente de dados\" (DD) para avaliaусo.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20uncinatus","Cerrado"],
    [1805,"ERIOCAULACEAE","Paepalanthus xiphophyllus","Ruhland","DD","","","Tainan Messina","?Paepalanthusxiphophyllus ж conhecida apenas pelo material tipo, com ocorrЖncia na Serra de Gandarela, Estado de Minas Gerais. ╔ registrada como \"Provavelmente extinta\" (PE) para a lista deMinas Gerais. Sem informaушes para avaliaусo de risco ж considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paepalanthus%20xiphophyllus",""],
    [1806,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus caulescens","(Poir.) Ruhland","LC","","","Tainan Messina","?Syngonanthuscaulescens ж amplamente distribuьda noterritзrio brasileiro, com coleушes recentemente registradas, nсo se enquadranos critжrios de avaliaусo de risco de extinусo. ╔ categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20caulescens","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1807,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus helminthorrhizus","(Mart. ex KШrn.) Ruhland","LC","","","Tainan Messina","?Syngonanthushelminthorrhizus tem ampla distribuiусo e ocupaусo de ambientes, nсo se enquadra nos critжrios deavaliaусo de risco de extinусo. ╔ categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20helminthorrhizus","AmazЗnia, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [1808,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus itambeensis","Silveira","EN","B1ab(i,iii,v)","","Tainan Messina","Syngonanthus itambeensis tem ocorrЖncia restrita ao municьpio de Diamantina e regiсo do Pico do Itambж, no Estado de Minas Gerais. Sсo registrados apenas dois pontos de ocorrЖncia. Somando-se a degradaусo crescente do ambiente e o Щltimo registro de coleta datando de 1982, esta espжcie ж caracterizada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20itambeensis","Cerrado"],
    [1809,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus laricifolius","(Gardner) Ruhland","VU","B1ab(i,iii,iv)","","Tainan Messina","Syngonanthus laricifolius apresenta ocorrЖncia nos Estados de Minas Gerais e Bahia, com EOO de 7.914,72 km▓. Somando-se isto Я degradaусo crescente do ambiente, esta espжcie ж caracterizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20laricifolius","Cerrado, Caatinga"],
    [1810,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus niger","Silveira","DD","","","Tainan Messina","Espжcie com ocorrЖncia restrita Я Serra doCabral, Estado de Minas Gerais, porжm sem o cрlculo da EOO para definir a avaliaусo de risco. ╔ categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20niger","Cerrado"],
    [1811,"ERIOCAULACEAE","Syngonanthus widgrenianus","(KШrn.)  Ruhland","DD","","","Tainan Messina","Os registros das coleушes indicam a ocorrЖncia desta espжcieno Estado de Minas Gerais, com EOO de 3.218 km▓,podendo ser categorizada sob ameaуa de extinусo. Porжm, hр certificaусo doespecialista de sua ocorrЖncia nos Estados do Piauь e Sсo Paulo, ampliandoconsideravelmente sua EOO. Em virtude das insuficientes informaушes para o cрlculoda EOO, ж categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Syngonanthus%20widgrenianus","Cerrado"],
    [1812,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum ambiguum","Peyr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, e bastante frequente na Mata AtlРntica entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro. Estр representada em vрrias unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20ambiguum","Mata AtlРntica"],
    [1813,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum anguifugum","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Ocorre em todas as regiшes brasileiras, incluindo vastos trechos da AmazЗnia, e ж muito frequente ao longo da sua distribuiусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20anguifugum","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1814,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum bezerrae","Plowman","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum bezerrae ж uma espжcie com distribuiусo restrita ao domьnio da Caatinga. Sua regiсo de ocorrЖncia abrange localidades que vЖm sendo rapidamente desmatadas, incluindo a localidade-tipo. Suspeita-se que a perda e degradaусo do seu hрbitat estejam acarretando um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. A AOO ж de 32 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж cinco.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20bezerrae","Caatinga, Cerrado"],
    [1815,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum catharinense","Amaral","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum catharinense ж uma espжcie rara com distribuiусo restrita Я Mata AtlРntica, onde ocorre em florestas Щmidas e em Restingas. A vegetaусo que ocorre sobre as planьcies arenosas litorРneas estр entre as mais ameaуadas do Domьnio AtlРntico, devido, principalmente, Я expansсo urbana desordenada ao longo de grande parte da costa. Assim, ж possьvel suspeitar que a perda e degradaусo do hрbitat de E. catharinense estejam acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos da populaусo. A AOO ж de 24 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж cinco.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20catharinense","Mata AtlРntica"],
    [1816,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum coelophlebium","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum coelophlebium ж uma espжcie com distribuiусo ampla, ocorrendo na Mata AtlРntica e na Chapada Diamantina. ╔ frequente na regiсo Sudeste, e estр representada em diversas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20coelophlebium","Mata AtlРntica"],
    [1817,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum compressum","Peyr.","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum compressum ж uma espжcie com distribuiусo restrita Яs Florestas ┌midas do litoral sul do Estado da Bahia. Possui AOO ж de 36 km▓, cinco situaушes de ameaуa. A espжcie vЖm sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu hрbitat, devido Я expansсo urbana e turьstica, alжm de atividades agropecuрrias que se desenvolvem na regiсo, como o cultivo de cacau em sistemas agroflorestais, que descaracterizam completamente a estrutura e composiусo da floresta nativa.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20compressum","Mata AtlРntica"],
    [1818,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum distortum","Mart.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e ocorrente em diferentes tipos de habitat. Entretanto, algumas das fitofisionomias em que ocorre sсo consideravelmente afetadas pela aусo humana, de modo que E. distortum podem vir a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20distortum","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1819,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum leal-costae","Plowman","CR","A2c","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum leal-costae ж uma espжcie endЖmica da cidade de Salvador, onde ocorre em vegetaусo de Restinga. As espжcies de Restinga geralmente estсo submetidas a uma forte limitaусo de рgua e nutrientes, devido ao carрter arenoso do substrato onde ocorrem. Assim, ж possьvel suspeitar que E. leal-costae apresente um crescimento bastante lento, de forma que seu tempo de geraусo ж estimado em pelo menos 20 anos. O hрbitat da espжcie vem sofrendo rрpido declьnio em extensсo e qualidade devido Я expansсo urbana e turьstica, o que permite suspeitar que E. leal-costae venha enfrentando uma reduусo populacional de pelo menos 80% nos Щltimos 60 anos.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20leal-costae","Mata AtlРntica"],
    [1820,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum maracasense","Plowman","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum maracasense ocorre desde o norte de Minas Gerais atж Pernambuco, na Caatinga e no Cerrado. Apesar de se distribuir de forma relativamente ampla, a espжcie ж representa por registros esparsos ao longo da sua ocorrЖncia. Alжm disso, vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu habitat em algumas das localidades em que foi registrada. Dessa forma, ж possьvel suspeitar que E. maracasense venha a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo, caso o habitat da espжcie continue a ser desmatado e degradado.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20maracasense","Caatinga, Cerrado"],
    [1821,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum mattos-silvae","Plowman","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum mattos-silvae ж uma espжcie que ocorre quase exclusivamente nas Florestas ┌midas do litoral sul do Estado da Bahia. Apenas uma coleta indica a ocorrЖncia da espжcie em Minas Gerais. A AOO ж de 92 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa nсo passa de cinco. A espжcie vЖm sofrendo com um declьnio contьnuo na extensсo e qualidade do seu hрbitat, devido Я expansсo urbana e turьstica e tambжm Яs prрticas agropecuрrias, principalmente o cultivo de cacau em sub bosque de floresta nativa. Suspeita-se que a perda e degradaусo das florestas onde ocorre estejam acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20mattos-silvae","Mata AtlРntica"],
    [1822,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum membranaceum","Plowman","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum membranaceum ж uma espжcie com distribuiусo muito restrita Яs Florestas ┌midas do sul do Estado da Bahia. A EOO ж de 218,16 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж dois. A espжcie vЖm sofrendo um forte declьnio na qualidade e extensсo do seu hрbitat, uma vez que os dois municьpios onde foi coletada jр perderam mais de 96% da sua cobertura florestal original. Suspeita-se que essa perda e degradaусo do hрbitat de E. membranaceum estejam acarretando um acentuado declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. ╔ extremamente necessрrio que a espжcie seja contemplada com a criaусo de uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral que inclua ao menos parte da sua distribuiусo. Caso contrрrio, considerando a grave perda de hрbitat a que E. membranaceum encontra-se submetida, ж possьvel que a espжcie venha a estar \"Criticamente em perigo\" (CR) em um futuro prзximo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20membranaceum","Mata AtlРntica"],
    [1823,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum myrsinites","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum myrsinites apresenta distribuiусo ampla e ж muito frequente na regiсo Sul do Brasil. Estр representada em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20myrsinites","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1824,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum nelson-rosae","Plowman","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum nelson-rosae ж uma espжcie endЖmica dos Campos Rupestres ferruginosos da Serra de Carajрs, no Estado do Parр. Sua EOO ж de 3.051,95 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa a que estр submetida ж inferior e cinco. E. nelson-rosae vЖm sofrendo um rрpido declьnio na extensсo do seu hрbitat devido Я mineraусo de ferro em grande escala, que incide sobre os campos ferruginosos da regiсo. Suspeita-se que a perda do hрbitat esteja acarretando um declьnio acentuado no nЩmero de indivьduos da espжcie. Caso aушes de conservaусo efetivas direcionadas a E. nelson-rosae, como a criaусo de unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, nсo sejam executadas no curto prazo, a espжcie virр a se tornar \"Criticamente em perigo\" (CR) em um futuro prзximo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20nelson-rosae","AmazЗnia"],
    [1825,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum passerinum","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, e bastante frequente ao longo do domьnio AtlРntico.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20passerinum","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1826,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum pauferrense","Plowman","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum pauferrense ж uma espжcie endЖmica do Estado da Paraьba, onde ocorre nos encraves de Floresta Montana localmente denominados Brejos de Altitude. A AOO ж de 36 km▓. Devido Я sua raridade natural, ao forte desmatamento que incide sobre seu hрbitat e Я natureza insular dos Brejos de Altitude, ж possьvel suspeitar que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam geograficamente isoladas umas das outras. Suspeita-se tambжm que a perda e degradaусo das рreas de floresta que E. pauferrense habita estejam acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pauferrense","Mata AtlРntica"],
    [1827,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum pelleterianum","A.St.-Hil.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e muito frequente em vрrios setores de sua ocorrЖncia.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pelleterianum","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1828,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum petrae-caballi","Plowman","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum petrae-caballi ж uma espжcie com distribuiусo restrita ao Estado da Bahia, onde ocorre apenas nos arredores do municьpio de Feira de Santana, e em duas localidades no litoral sul do Estado. A EOO ж de 12.953,90 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a 10. A espжcie vЖm sofrendo um declьnio considerрvel na qualidade e extensсo do seu hрbitat, notadamente em Feira de Santana, que teve cerca de 95% da vegetaусo original destruьda. Suspeita-se que a perda e degradaусo do hрbitat de E. petrae-caballi estejam acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20petrae-caballi","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1829,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum pulchrum","A.St.-Hil.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no territзrio brasileiro. Habita diversas fitofisionomias e estр representada em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20pulchrum","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1830,"ERYTHROXYLACEAE","Erythroxylum tianguanum","Plowman","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erythroxylum tinguanum ж endЖmica da Caatinga com distribuiусo geogrрfica muito restrita, ocorrendo apenas no Planalto de Ibiapaba, no Estado do Cearр. Apresenta EOO de 68,67 km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A espжcie vЖm sofrendo um declьnio contьnuo na extensсo do seu hрbitat, inclusive na localidade-tipo, o que permite suspeitar que esteja havendo tambжm um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. ╔ necessрrio que E. tianguanum seja contemplada com a criaусo de uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, que abranja, se nсo toda, ao menos a maior parte da sua distribuiусo. Espжcie prioritрria para aушes de conservaусo ex situ.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythroxylum%20tianguanum","Caatinga"],
    [1831,"ESCALLONIACEAE","Escallonia chlorophylla","Cham. & Schltdl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","E. chlorophylla ж um arbusto com ocorrЖncia no Sul e Sudeste do Brasil, em formaусo campestres com alta radiaусo solar e umidade. Possui EOO superior a 20.000 km▓ e sabe-se da ocorrЖncia de subpopulaушes em рreas protegidas. Assim, a espжcie nсo esta em risco de extinусo.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20chlorophylla","Mata AtlРntica"],
    [1832,"ESCALLONIACEAE","Escallonia farinacea","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","E. farinacea ж um arbusto que ocorre em diversas formaушes vegetais, tais como florestas Щmidas, Campos de Altitude e Cerrado. Apresenta tolerРncia a queimadas e sсo conhecidas subpopulaушes em рreas protegidas. Embora a espжcie esteja ameaуada pela atividade agropecuрria, apresenta EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20farinacea","Mata AtlРntica"],
    [1833,"ESCALLONIACEAE","Escallonia obtusissima","A.St.-Hil.","VU","B2b(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Escallonia obtusissima ж um arbusto com ocorrЖncia em formaушes campestres do sul e sudeste brasileiros. EndЖmica do Brasil, a espжcie apresenta AOO estimada em 28 km▓ e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa, por isso sendo categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). A populaусo conhecida ж pequena e ocorre em local com alto grau de perda do hрbitat, causado principalmente pela pastagem e pelo reflorestamento com espжcie exзtica (pinheiro). Segundo informaушes do especialista, hр tambжm uma pequena subpopulaусo atual e relicta no municьpio de Mafra (SC). Tais ameaуas em formaушes campestres configuram um declьnio contьnuo da EOO, AOO e qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20obtusissima","Mata AtlРntica"],
    [1834,"ESCALLONIACEAE","Escallonia petrophila","Rambo & Sleumer","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Escallonia petrophila ж um arbusto endЖmico do sul do Brasil, ocorrendo em florestas Щmidas mistas. Tem distribuiусo restrita, o que perfaz um EOO estimado inferior a 5.000 km▓ e AOO inferior a 500 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). E. petrophila ocorre em faixa altitudinal submontana, sendo possьvel inferir que a declividade do solo seja um fator que dificulta a perda de hрbitat. No entanto, hр outras ameaуas, como ocupaусo desordenada e agricultura, que estсo presentes no entorno dos altos declives e ameaуam as subpopulaушes conhecidas, configurando menos de cinco situaусo de ameaуa, que diminuem a qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escallonia%20petrophila","Mata AtlРntica"],
    [1835,"EUPHORBIACEAE","Adenophaedra cearensis","Secco","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Adenophaedra cearensis ж conhecida por apenas uma subpopulaусo na Serra do Baturitж, no Estado do Cearр, em uma Щnica situaусo de ameaуa e com AOO de 4 km▓. A espжcie ж indicada como rara/escassa e habita um encrave de floresta Щmida na Caatinga, que sofre a perda de hрbitat causada por atividades agropecuрrias.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adenophaedra%20cearensis","Mata AtlРntica"],
    [1836,"EUPHORBIACEAE","Algernonia dimitrii","(Emmerich) G.L.Webster","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Algernonia dimitrii ж endЖmica da regiсo de Cachoeiro do Itapemirim, no Estado do Espьrito Santo, que apresenta uma reduусo da рrea do hрbitat original de aproximadamente 90% ao longo das Щltimas trЖs geraушes da espжcie, ou seja, cerca de 20 anos. De fato, a principal ameaуa incidente sobre a espжcie ж a perda do hрbitat, causada pela exploraусo dos recursos naturais e por atividades agropecuрrias.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Algernonia%20dimitrii","Mata AtlРntica"],
    [1837,"EUPHORBIACEAE","Algernonia kuhlmannii","(Emmerich) G.L.Webster","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Algernonia kuhlmannii ж endЖmica da regiсo de Colatina, no Estado do Espьrito Santo, sendo conhecida em apenas uma situaусo de ameaуa e tendo AOO de 4 km▓. As principais ameaуas incidentes sobre a flora do Estado tЖm sido ligadas aos ciclos econЗmicos, como o da exploraусo da madeira, da agricultura cafeeira, e atualmente os \"reflorestamentos\" homogЖneos. Como resultado disso, em 2011, Colatina apresentava apenas 6% de remanescentes florestais.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Algernonia%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [1838,"EUPHORBIACEAE","Astraea cincta","(MЧll.Arg.) Caruzo & Cordeiro","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Astraea cincta estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e apresenta AOO menor que 500 km▓, sendo ameaуada pela perda da qualidade do hрbitat causada pelas atividades agropecuрrias no Cerrado.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astraea%20cincta","Cerrado"],
    [1839,"EUPHORBIACEAE","Astraea lobata","(L.) Klotzsch","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A. lobata possui ampla distribuiусo pelo continente americano, com diferentes subpopulaушes conhecidas, habitandoрreas perturbadas e terrenos cultivados, alguns autores a consideram uma espжcie ruderal.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Astraea%20lobata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1840,"EUPHORBIACEAE","Bernardia confertifolia","MЧll.Arg.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Bernardia confertifolia ж endЖmica do Paranр, onde ocupa uma рrea (AOO) menor que 500 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A principal ameaуa reportada para a espжcie ж a perda de hрbitat causada pelo desmatamento das Florestas Estacionais Semideciduais e dos Campos Limpos Щmidos.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20confertifolia","Mata AtlРntica"],
    [1841,"EUPHORBIACEAE","Bernardia crassifolia","MЧll.Arg.","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Bernardia crassifolia tem distribuiусo restrita Яs serras do Espinhaуo Central no Estado de Minas Gerais. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocupa uma рrea (AOO) menor que 500 km▓. A principal ameaуa incidente reportada para a regiсo ж a perda de hрbitat causada por queimadas, turismo depredatзrio, mineraусo e atividades agrьcolas.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20crassifolia","Cerrado"],
    [1842,"EUPHORBIACEAE","Bernardia similis","Pax & K.Hoffm.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","B. similis possui distribuiусo em рreas especьficas de Cerrado e Campo Rupestre, que sofrem reduусo de habitat devido atividades agrьcolas e impactos causados por estas. No entanto, sсo necessрrios dados quantitativos sobre as subpopulaушes para que a avaliaусo do risco de extinусo possa ser aferida.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bernardia%20similis","Cerrado"],
    [1843,"EUPHORBIACEAE","Caperonia buettneriacea","MЧll.Arg.","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Caperonia buettneriacea tЖm distribuiусo indicada em cinco Estados brasileiros, no entanto, sз estсo disponьveis dados de ocorrЖncia da espжcie para o Paranр e Espьrito Santo, onde hр diversas ameaуas incidentes como as monoculturas de soja, a presenуa de espжcies exзticas invasoras e os incЖndios de рreas campestres. Dessa forma, torna-se necessрrio acompanhar os efeitos destas ameaуas sobre as subpopulaушes conhecidas e comprovar a existЖncia de subpopulaушes em outros Estados.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caperonia%20buettneriacea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1844,"EUPHORBIACEAE","Caperonia palustris","(L.) A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. palustris ж uma espжcie de distribuiусo extensa no territзrio brasileiro, sendo considerada uma erva invasora de culturas e corpos de рgua em paьses da regiсo Neotropical.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caperonia%20palustris","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1845,"EUPHORBIACEAE","Chiropetalum foliosum","(MЧll.Arg.) Pax & K.Hoffm.","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Chiropetalum foliosum tem distribuiусo endЖmica nos Campos de Cima da Serra na Regiсo Sul do Brasil, com uma AOO de 12 km▓ e conhecida em uma Щnica situaусo de ameaуa. A principal ameaуa na regiсo ж o declьnio da qualidade do hрbitat, causado pela introduусo de espжcies exзticas e pela agricultura.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chiropetalum%20foliosum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1846,"EUPHORBIACEAE","Chiropetalum gymnadenium","(MЧll.Arg.) Pax & K.Hoffm.","VU","A2c","Tainan Messina","Tainan Messina","Chiropetalum gymnadenium tem subpopulaушes distribuьdas ao longo da Mata AtlРntica brasileira, em рreas que perderam mais de 50% de seu hрbitat original nos Щltimos 10 anos, devido Я agricultura, pastagem, extraусo de madeira e ocupaусo humana, ameaуas que permanecem atж hoje. A espжcie nсo ж coletada desde 1998, ж rara, e portanto, suspeita-se que tenha sofrido uma reduусo populacional de pelo menos 30% nos Щltimos 10 anos.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chiropetalum%20gymnadenium","Mata AtlРntica"],
    [1847,"EUPHORBIACEAE","Croton compressus","Lam.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. compressus apresenta distribuiусo extensa ao longo da zona costeira do Brasil, habitando diferentes formaушes de restinga em vрrias situaушes de ameaуa.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20compressus","Mata AtlРntica"],
    [1848,"EUPHORBIACEAE","Croton glechomifolius","MЧll.Arg.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. glechomifolius possui distribuiусo ao longo de рreas de Cerrado e Mata AtlРntica do sul do Brasil e Sсo Paulo, com subpopulaушes encontradas em diferentes formaушes vegetacionais. No entanto, nсo hр conhecimento sobre dados quantitativos destas subpopulaушes, que sсo necessрrios para uma clara aferiусo do risco de extinусo desta espжcie.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20glechomifolius","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1849,"EUPHORBIACEAE","Croton hirtus","L Hжr.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. hirtus possui ampla distribuiусo pela regiсo Neotropical, sendo encontrada em diferentes formaушes vegetacionais e considerada ruderal, invasora de pastos e plantaушes.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20hirtus","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1850,"EUPHORBIACEAE","Croton leptobotryus","MЧll.Arg.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Croton leptobotryus tЖm distribuiусo limitada Яs рreas de Floresta Estacional Semidecidual, com subpopulaушes conhecidas em menos de 10 situaушes de ameaуa e com uma AOO menor que 2.000 km▓. Nessas рreas foram reportadas monoculturas de soja e formaусo de pastagens com gramьneas invasoras.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20leptobotryus","Cerrado"],
    [1851,"EUPHORBIACEAE","Croton luetzelburgii","Pax & K.Hoffm.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. luetzelburgii possui distribuiусo geogrрfica incerta, nсo sendo confirmada a ocorrЖncia da espжcie para o Mato Grosso do Sul e Estados adjacentes. E apesar das subpopulaушes estarem situadas em mais de 10 situaушes de ameaуa, sсo necessрrios dados populacionais quantitativos para se determinar precisamente o risco de extinусo da espжcie.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20luetzelburgii","Caatinga, Cerrado"],
    [1852,"EUPHORBIACEAE","Croton serratifolius","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. serratifolius apresenta uma distribuiусo extensa no sul do Brasil, Argentina e Paraguai, com subpopulaушes conhecidas em vрrias situaушes de ameaуa.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20serratifolius","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [1853,"EUPHORBIACEAE","Croton sphaerogynus","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","C. sphaerogynus possui distribuiусo extensa em рreas de Mata AtlРntica, com subpopulaушes conhecidas em mais de 10 situaушes de ameaуa e tambжm em рreas de unidades de conservaусo (SNUC).","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Croton%20sphaerogynus","Mata AtlРntica"],
    [1854,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia glechomifolia","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Apesar das ameaуas apontadas, D. glechomifolia possui distribuiусo extensa em рreas de Mata AtlРntica e Cerrado, com subpopulaушes encontradas em mais de 10 situaушes de ameaуa, sendo que algumas compreendem рreas protegidas em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20glechomifolia","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [1855,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia leandrii","Baill.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","D. leandrii apresenta distribuiусo extensa ao longo da Mata AtlРntica no Sul e Sudeste do Brasil, com subpopulaушes presentes em fragmentos que continuam sendo reduzidos pelo desmatamento. Dessa forma, ж necessрrio que tais fragmentos continuem sendo monitorados para verificar se a espжcie terр uma reduусo do nЩmero de situaушes de ameaуa onde se encontra.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20leandrii","Mata AtlРntica"],
    [1856,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia purpurata","Cordeiro","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Dalechampia purpurata tЖm distribuiусo restrita Я porусo oeste da Chapada Diamantina. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocupa uma рrea restrita (AOO=20 km▓). A principal ameaуa na regiсo de ocorrЖncia da espжcie ж a perda do habitat devido Я prрticas agrьcolas.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20purpurata","Caatinga"],
    [1857,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia riparia","L.B.Sm. & Downs","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Dalechampia riparia tem distribuiусo restrita a dois fragmentos de Mata AtlРntica no Paranр e Santa Catarina, que representam uma AOO de 8 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Nesses locais, o desmatamento para ocupaусo humana, agricultura e obras de infraestrutura (como a construусo de hidrelжtricas) tЖm sido a principal ameaуa.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20riparia","Mata AtlРntica"],
    [1858,"EUPHORBIACEAE","Dalechampia weddelliana","Baill.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","D. weddelliana possui distribuiусo extensa em рreas da AmazЗnia e Cerrado do Brasil e Paraguai, sendo tambжm encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalechampia%20weddelliana","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1859,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia appariciana","Rizzini","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia appariciana ж endЖmica da porусo norte da Cadeia do Espinhaуo, no Estado da Bahia, habitando somente os Campos Rupestres. Tem AOO de 92 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A principal ameaуa apontada para a espжcie ж a perda de hрbitat, devido Яs atividades agropecuрrias, produусo de lenha, queimadas, retirada ilegal de areia e ocupaусo irregular de terras.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20appariciana","Caatinga"],
    [1860,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia attastoma","Rizzini","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia attastoma ж endЖmica dos Campos Rupestres localizados prзximo Я divisa entre os Estados da Bahia e Minas Gerais. Apresenta subpopulaушes sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa, e AOO de 32 km▓. A principal ameaуa incidente ж a mineraусo de ferro, que tem alcance em toda regiсo de ocorrЖncia da espжcie.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20attastoma","Caatinga, Cerrado"],
    [1861,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia crossadenia","Pax & K.Hoffm.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia crossadenia ж endЖmica dos Campos Rupestres e Campos Arenosos do norte do Estado da Bahia, com subpopulaушes sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocupando uma рrea (AOO) de 48 km▓. A principal ameaуa apontada ж o desenvolvimento de atividades agrьcolas para a formaусo de pastagens e cultivo de frutas, em geral, estas atividades tЖm sido realizadas com a utilizaусo de fogo e extraусo ilegal de madeira e lenha.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20crossadenia","Caatinga, Cerrado"],
    [1862,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia gymnoclada","Boiss.","VU","A2c","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia gymnoclada apresenta extensa distribuiусo por рreas florestais do Brasil e Bolьvia, sendo que a maioria de suas subpopulaушes ocorrem em рreas de Mata AtlРntica brasileira, que tiveram uma reduусo de hрbitat maior ou igual a 50% nos Щltimos 10 anos. Esta reduусo foi causada pela especulaусo imobiliрria, decorrente da localizaусo prзxima ao litoral, onde a ocupaусo humana ж maior. Dessa forma, suspeita-se que tenha ocorrido uma reduусo populacional de pelo menos 30% nos Щltimos 10 anos.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20gymnoclada","Mata AtlРntica"],
    [1863,"EUPHORBIACEAE","Euphorbia holochlorina","Rizzini","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Euphorbia holochlorina ж endЖmica da regiсo de ┴guia Branca, no Estado do Espьrito Santo, ocupando uma рrea (AOO) de 4 km▓ e conhecida de uma Щnica situaусo de ameaуa. O desmatamento associado aos ciclos econЗmicos do Espьrito Santo para o desenvolvimento de atividades agrьcolas, como da exploraусo da madeira, da agricultura cafeeira, dos \"reflorestamentos\" homogЖneos (Pinus e Eucaliptus), somado Я incidЖncia de espжcies exзticas invasoras e sobre-exploraусo de plantas ornamentais, configuram as principais ameaуas incidentes sobre a flora do Estado.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euphorbia%20holochlorina","Mata AtlРntica"],
    [1864,"EUPHORBIACEAE","Joannesia princeps","Vell.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","J. princeps possui uma abundРncia total de mais de 1 milhсo de indivьduos, com subpopulaушes conhecidas em toda a sua extensсo de ocorrЖncia natural (Bahia, Rio de Janeiro e Sсo Paulo). Apesar de ser utilizada como recurso medicinal, a espжcie ж cultivada como рrvore para paisagismo e tem sementes viрveis armazenadas em laboratзrio.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Joannesia%20princeps","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1865,"EUPHORBIACEAE","Manihot carthaginensis","(Jacq.) MЧll.Arg.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","M. carthaginensis possui ampla distribuiусo na Amжrica do Sul e Central, sendo considerada abundante nas subpopulaушes onde foi amostrada no Cerrado.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manihot%20carthaginensis","Cerrado"],
    [1866,"EUPHORBIACEAE","Manihot procumbens","MЧll.Arg.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Manihot procumbens tem uma AOO menor que 2.000 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. A principal ameaуa incidente sobre a espжcie ж a perda de hрbitat natural, que tem sido transformado em рreas agrьcolas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manihot%20procumbens","Cerrado"],
    [1867,"EUPHORBIACEAE","Tetrorchidium rubrivenium","Poepp.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","T. rubrivenium possui ampla distribuiусo, com diversas subpopulaушes conhecidas ao longo desta e uma populaусo global com mais de 50.000 indivьduos.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrorchidium%20rubrivenium","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [1868,"FABACEAE","Abarema acreana","(J.F.Macbr.) L.Rico","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20acreana","AmazЗnia"],
    [1869,"FABACEAE","Abarema cochliacarpos","(Gomes) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo e apesar da perda de habitat em algumas localidades de ocorrЖncia, nсo apresenta risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20cochliacarpos","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1870,"FABACEAE","Abarema filamentosa","(Benth.) Pittier","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla ocorrЖncia e apesar da perda de habitat em algumas das localidades, nсo apresenta risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20filamentosa","Mata AtlРntica"],
    [1871,"FABACEAE","Abarema obovata","(Benth.) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie ser endЖmica de Minas Gerais, apresenta EOO de 180.114,280km▓ e nсo possui nenhuma ameaуa pontual que poderia levar a espжcie a extinусo em futuro prзximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20obovata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1872,"FABACEAE","Abarema turbinata","(Benth.) Barneby & J.W.Grimes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO de ca. 32.000 km▓, sendo  encontrada em remanescentes da floresta pluvial atlРntica costeira e restingas ao longo da costa da Bahia. Portanto, caso o habitat da espжcie nсo seja monitorado e conservado efetivamente a espжcie poderр ser categorizada como ameaуada de extinусo.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20turbinata","Mata AtlРntica"],
    [1873,"FABACEAE","Abarema villifera","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abarema%20villifera","AmazЗnia"],
    [1874,"FABACEAE","Adesmia paranensis","Burkart","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculado em ca. 35.000 km▓, e foi considerada com frequЖncia ocasional nas рreas estudadas. Os ambientes que a espжcie ocorrem tem a forte ocorrЖncia de atividades como pecuрria, onde o fogo ж muito utilizado para \"abertura\" dos campos a serem utilizados. Portanto a espжcie foi considerada \"Quase ameaуada\" (NT), pois caso as рreas de ocorrЖncia da espжcie nсo sejam controladas e conservadas a espжcie poderр ser categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) em futuro prзximo.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adesmia%20paranensis","Mata AtlРntica"],
    [1875,"FABACEAE","Aeschynomene denticulata","Rudd","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж abundante, de ampla distribuiусo, alжm de nсo apresentar uso e por isso foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20denticulata","AmazЗnia, Caatinga, Pantanal, Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [1876,"FABACEAE","Aeschynomene fructipendula","Abruzzi de Oliveira","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo restrita (EOO=291,78 km▓, AOO =4 km▓) e a frequЖncia nas regiшes em que ocorre ж considerada baixa. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo a principal delas a perda do hрbitat em consequЖncia de prрticas agrьcolas e formaусo de pastagem, que reduzem a qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20fructipendula","Mata AtlРntica"],
    [1877,"FABACEAE","Aeschynomene laca-buendiana","Brandсo","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado de Minas Gerais, apresenta EOO de 264,97 km▓. ╔ conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1991. Nсo foi recoletada desde entсo, e ocorre em рrea antropizada. Suspeita-se que esteja havendo declьnio constante da qualidade do hрbitat, jр que a espжcie ж encontrada perto da estrada MG-308. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20laca-buendiana","Caatinga"],
    [1878,"FABACEAE","Aeschynomene montevidensis","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e sem ameaуa pontual que possa levр-la a extinусo, apesar da ocorrЖncia em domьnios fitogeogrрficos vulnerрveis a diversas ameaуas. Recomenda-se estudos populacionais para a espжcie.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20montevidensis","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1879,"FABACEAE","Aeschynomene selloi","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de a espжcie ter sido considerada \"Possivelmente Extinta\" (PE) pela Lista Vermelha do Rio Grande do Sul, a espжcie tem ampla distribuiусo, nсo apresenta uso, tem ocorrЖncia descrita para unidade de conservaусo (SNUC) e foi encontrada nos Estados de Pernambuco e Bahia, aparentemente, sob caracterьsticas de invasora.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20selloi","Mata AtlРntica"],
    [1880,"FABACEAE","Aeschynomene sensitiva var. hispidula","(Kunth) Rudd","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie necessita de revisсo taxЗnomica.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aeschynomene%20sensitiva%20var.%20hispidula",""],
    [1881,"FABACEAE","Albizia burkartiana","Barneby & J.W.Grimes","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie restrita ao sul do Brasil com EOO estimado em 567,24 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, porжm nсo hр comprovaусo de declьnio da qualidade do seu hрbitat. Albizia burkatiana ocorre em рreas antropizadas e por isso deve ser conservada por meio de planejamento de aушes e monitoramento.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20burkartiana","Mata AtlРntica"],
    [1882,"FABACEAE","Albizia decandra","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em рreas bem preservadas e nсo apresenta uso ou ameaуa direta. No entanto deve ser monitorada e um esforуo de coleta maior deve ser direcionado a espжcie a fim de verificar se a EOO da espжcie nсo ж maior do que apresenta atж o momento.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20decandra","AmazЗnia"],
    [1883,"FABACEAE","Albizia edwallii","(Hoehne) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, nсo ж endЖmica do Brasil e estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20edwallii","Mata AtlРntica"],
    [1884,"FABACEAE","Albizia glabripetala","(H.S.Irwin) G.P.Lewis","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, a espжcie ж endЖmica do Estado de Roraima. Apresenta EOO de 2.032,46 km▓. No ano de 1998, 13 milhшes de hectares (130.000 km▓) de floresta foram queimados no Estado, o que resultou em paisagens fragmentadas por diversas fontes de igniусo, como as queimadas agrьcolas. Este fato, somado Я ocorrЖncia do El Niыo com caraterьsticas fortes na regiсo, representa grande ameaуa Яs espжcies dessa рrea. Por isso, suspeita-se que a A. glabripetala esteja distribuьda de forma fragmentada, e que seu hрbitat venha sendo diretamente afetado pelas consequЖncias passadas e futuras do chamado \"incЖndio do sжculo\".","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20glabripetala","AmazЗnia"],
    [1885,"FABACEAE","Albizia niopoides","(Spruce ex Benth.) Burkart","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo, nсo apresenta uso nem ameaуa pontual que possa levar a espжcie Я extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Albizia%20niopoides","Mata AtlРntica, Cerrado, AmazЗnia"],
    [1886,"FABACEAE","Amburana acreana","(Ducke) A.C.Sm.","VU","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Amburana acreana ж citada como abundante no passado, porжm, estudos populacionais atuais apontam um declьnio no nЩmero de indivьduos. Supondo que o tempo de geraусo de uma рrvore deste porte seja de 35 a 40 anos, e sendo 100 anos o mрximo permitido para o cрlculo do risco de extinусo, suspeita-se que pelo menos 30% da populaусo tenha sido eliminada. A espжcie tem madeira nobre, utilizada na fabricaусo de mзveis de luxo. Alжm disso, muitas das рreas de ocorrЖncia da espжcie sofrem com o declьnio da qualidade do hрbitat. A extraусo dessa espжcie continua ocorrendo atж os dias de hoje.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amburana%20acreana","AmazЗnia"],
    [1887,"FABACEAE","Amburana cearensis","(Allemсo) A.C.Sm.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, a espжcie foi considerada quase ameaуada por apresentar uso e estudos indicando a supressсo das subpopulaушes. Especialistas indicam que todos os povoamentos de grandes рrvores estсo sendo ou foram destruьdos, anteriormente junto a extraусo de mogno e atualmente pelo corte seletivo (Oldfield et al., 1998). Portanto, a espжcie pode vir a ser categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) caso nсo haja diminuiусo da reduусo populacional proveniente do corte. Por isso, faz-se necessрrio o monitoramento efetivo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Amburana%20cearensis","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [1888,"FABACEAE","Andira vermifuga","(Mart.) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo e sem ameaуas plausьveis para categorias de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andira%20vermifuga","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1889,"FABACEAE","Apuleia leiocarpa","(Vogel) J.F.Macbr.","VU","A2d","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente utilizada pela indЩstria madeireira, principalmente no Estado de Santa Catarina. Estima-se que, em um perьodo de quatro anos, sua populaусo tenha perdido 10% dos indivьduos. Portanto, considerando o alto valor econЗmico da espжcie, suspeita-se que, em 100 anos, a populaусo tenha sofrido uma reduусo de pelo menos 30%. Recomenda-se o monitoramento a fim de estabilizar a populaусo, e a implementaусo do manejo sustentрvel da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apuleia%20leiocarpa","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1890,"FABACEAE","Arachis villosa","Benth.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado do Rio Grande do Sul, tem EOO estimada em 305,96 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre nos Pampas, bioma extremamente degradado devido Я implementaусo de pastagens e introduусo de espжcies exзticas, o que acarreta o declьnio constante da qualidade do hрbitat.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arachis%20villosa","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1891,"FABACEAE","Arapatiella psilophylla","(Harms) R.S.Cowan","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausЖncia de dados populacionais robustos, a espжcie ж amplamente distribuьda e nсo apresenta uso  ou valor ecЗnomico  significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arapatiella%20psilophylla","Mata AtlРntica"],
    [1892,"FABACEAE","Bauhinia integerrima","Mart. ex Benth.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado da Bahia e apresenta EOO estimada em 552,02 km▓. No entanto, a рrea total de remanescentes florestais dentro dessa EOO ж de 132.0366 km▓, ou seja, 25,44%. Alжm disso, a espжcie encontra-se sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, e estima-se declьnio na qualidade do hрbitat, de EOO e AOO devido Я intensa atividade agrьcola da regiсo.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bauhinia%20integerrima","Mata AtlРntica"],
    [1893,"FABACEAE","Bauhinia marginata","(Bong.) Steud.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem uma distribuiусo descrita na literatura que nсo condiz com os pontos validados. Recomenda-se coletas e estudos populacionais para que a avaliaусo do risco de extinусo possa ser conduzida.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bauhinia%20marginata","Cerrado"],
    [1894,"FABACEAE","Bionia bella","Mart. ex Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bionia%20bella","Mata AtlРntica"],
    [1895,"FABACEAE","Bowdichia nitida","Spruce ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda (EOO=1.701.054,6 km▓), ocorrendo inclusive em outros paьses. Apesar da escassez de dados relativos a ecologia, populaушes e outros, suspeita-se que o nЩmero de subpopulaушes da espжcie esteja estрvel na natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bowdichia%20nitida","AmazЗnia"],
    [1896,"FABACEAE","Bowdichia virgilioides","Kunth","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda dentro e fora do Brasil e em diferentes fitofisionomias. Apesar da falta de dados populacionais precisos, foi indicada como abundante nas рreas encontradas. No entanto a espжcie foi considerada \"Quase ameaуada\" (NT) por apresentar uso para ornamentaусo e madeireiro. A exploraусo autorizada da espжcie no Estado do Mato Grosso rendeu, entre 2006 e 2011,  R$3.155.630,62 correspondendo ao volume de 80.227,79 m│ de madeira (SEMA-MT, 2011), e por isso recomenda-se monitoramento constante das subpopulaушes da espжcie a fim de garantir a recuperaусo das subpopulaушes extraьdas e garantir variabilidade genжtica atravжs de estudos.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bowdichia%20virgilioides","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1897,"FABACEAE","Caesalpinia echinata","Lam.","EN","A4acd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","O pau-brasil ж uma espжcie de grande importРncia econЗmica com histзrico de mais de 500 anos de exploraусo. ╔ tьpica da Mata AtlРntica, um dos biomas mais ameaуados do mundo, e ocorre em Floresta Estacional Semi-decidual, Floresta Ombrзfila Densa e em Restingas, ambientes que vЖm sendo severamente degradados desde a colonizaусo atж os dias de hoje, o que causou um intenso declьnio na qualidade do hрbitat, na EOO, AOO e a extinусo de subpopulaушes. Essas extinушes locais foram responsрveis pela fragmentaусo da espжcie, que passou a apresentar distribuiусo agregada, causando reduусo da variabilidade genжtica, com fluxo gЖnico cada vez menor entre as subpopulaушes. Apesar da extraусo da madeira para o mercado de corante ter cessado em meados de 1800 devido Я produусo de corante sintжtico, a extraусo da madeira para confecусo de arcos para violino ganhou notoriedade. A demanda de uso ж conhecida no passado e projetada para o futuro, estimando-se uma reduусo populacional de pelo menos 50% em 100 anos (pretжrita e futura), pois a qualidade do arco feito com madeira de pau-brasil ж considerada insubstituьvel. De acordo com dados disponьveis, a demanda anual da espжcie ж de 200 m│, o que permite estimar que de 125 a 1.131 indivьduos maduros (variando de acordo com o porte) estejam sendo retirados da natureza. Mesmo constando no Anexo II da Cites, a pressсo do uso da madeira da espжcie pode aumentar consideravelmente com o incremento da produусo industrial em larga escala a partir da entrada de paьses como a China no mercado. Embora o cultivo tenha sido iniciado em algumas das localidades de ocorrЖncia da espжcie, sua populaусo nсo pode ser considerada estрvel, pois as principais ameaуas (exploraусo e perda do hрbitat) nсo cessaram. Para que a espжcie possa ser conservada, faz-se necessрria a criaусo de unidades de conservaусo (SNUC) nas рreas de ocorrЖncia, acompanhada de fiscalizaусo, pesquisa e manejo, norteados por um Plano de Aусo Nacional para o pau-brasil.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Caesalpinia%20echinata","Mata AtlРntica"],
    [1898,"FABACEAE","Calliandra carrascana","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Estado de Minas Gerais e apresenta EOO estimada em 1.357,64 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, em рrea fragmentada de Cerrado e com intensa atividade agrьcola e pecuрria. Portanto, suspeita-se do declьnio na qualidade do hрbitat, no EOO e AOO da espжcie, devido Я supressсo recorrente das рreas de Cerrado ao norte de Minas Gerais.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calliandra%20carrascana","Cerrado"],
    [1899,"FABACEAE","Camptosema isopetalum","(Lam.) Taub.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camptosema%20isopetalum","Mata AtlРntica"],
    [1900,"FABACEAE","Centrolobium paraense","Tul.","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(i,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie atж o momento apresenta distribuiусo restrita ao noroeste amazЗnico (RR) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo a exploraусo madeireira a principal delas. Devido ao aumento da pressсo de uso relacionado ao crescimento da populaусo indьgena, hр a percepусo de que essa madeira estр se tornando escassa. Centrolobium paraense tem madeira de excelente qualidade, amplamente explorada pelas comunidades. Alжm disso, estima-se que essa exploraусo esteja causando a diminuiусo na EOO e possivelmente no nЩmero de subpopulaушes existentes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20paraense","AmazЗnia"],
    [1901,"FABACEAE","Centrolobium sclerophyllum","H.C.Lima","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж de ampla distribuiусo podendo ser encontrada em diferentes fitofisionomias. Apresenta ocorrЖcia disjunta e uso medicinal, no entanto, nenhuma ameуa pontual que possa vir a extinguir a espжcie em futuro prзximo. No entanto, recomenda-se estudos populacionais pelo fato de ter sido indicada como uma espжcie nсo abundante nas рreas de ocorrЖncia.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20sclerophyllum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1902,"FABACEAE","Centrolobium tomentosum","Guillem. ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, sem uso ou ameуa pontual que possa levar a espжcie Я extinусo. Indicada para recuperaусo de рreas degradadas (Aidar 1992, Durigan, Nogueira 1990) e arborizaусo urbana (Lombardi, Morais 2003).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrolobium%20tomentosum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1903,"FABACEAE","Centrosema bracteosum","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20bracteosum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1904,"FABACEAE","Centrosema carajasense","Cavalcante","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados do Parр e Mato Grosso. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando a ocorrЖncia na Serra dos Carajрs, exclusivamente em vegetaусo de Cangas, que ж severamente explorada pela mineraусo, e no Mato Grosso, onde a expansсo agrьcola vЖm reduzindo rapidamente o hрbitat da espжcie. Portanto, C. carajasense foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU), porжm, estudos mais aprofundados poderсo indicar ocorrЖncia restrita e transferi-la para uma categoria de risco mais alta, caso as ameaуas nсo sejam controladas.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20carajasense","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1905,"FABACEAE","Centrosema jaraguaense","Hoehne","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20jaraguaense","Mata AtlРntica"],
    [1906,"FABACEAE","Centrosema pubescens","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre amplamente.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20pubescens","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1907,"FABACEAE","Centrosema sagittatum","(Humb. & Bonpl. ex Willd.) Brandegee","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20sagittatum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1908,"FABACEAE","Centrosema teresae","M.B.Ferreira & Sousa Costa","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo de risco da espжcie.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centrosema%20teresae","Cerrado"],
    [1909,"FABACEAE","Chamaecrista anamariae","Conc. et al.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie endЖmica dos Campos Rupestres, ocorre em solo arenoso, entre rochas, no Estado da Bahia. Tem EOO estimado em 287,50 km▓ e AOO de 28 km▓, e estр sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa, considerando o desenvolvimento de atividades agrьcolas que tЖm sido realizadas com a utilizaусo de fogo. Suspeita-se do declьnio da qualidade e do tamanho do hрbitat da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20anamariae","Caatinga"],
    [1910,"FABACEAE","Chamaecrista aristata","(Benth.) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","De acordo com estudos a espжcie nсo ж endЖmica da Serra de Grсo Mogol, como se supunha, existindo registros (inclusive identificados por R. Barneby) de ocorrЖncia ao Norte de Diamantina e na Serra do Cabral. Alжm disso, existe a necessidade de melhor conhecimento da espжcie para uma categorizaусo de risco consistente.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20aristata","Caatinga, Cerrado"],
    [1911,"FABACEAE","Chamaecrista atroglandulosa","(Taub. ex Harms) H.S.Irwin & Barneby","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж restrita aos campos da Serra da Bocaina que, apesar de ser uma unidade de conservaусo (SNUC), sofre com as constantes queimadas e pecuрria. Tem EOO de 550,95 km▓ e estр sujeita a estas duas situaушes de ameaуa, responsрveis pelo declьnio da qualidade do hрbitat e do nЩmero de subpopulaушes da espжcie, que foi coletada pela Щltima vez em 1966.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20atroglandulosa","Mata AtlРntica"],
    [1912,"FABACEAE","Chamaecrista belemii","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20belemii","Caatinga"],
    [1913,"FABACEAE","Chamaecrista brevicalyx var. elliptica","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar do EOO restrito, novas coletas tem revelado uma distribuiусo mais ampla para a espжcie. Por isso, sсo necessрrios maiores estudos sobre a espжcie para uma avaliaусo de risco efetiva.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20brevicalyx%20var.%20elliptica","Caatinga, Cerrado"],
    [1914,"FABACEAE","Chamaecrista catolesensis","Conc. et al.","VU","B1ab(i,ii,iii),D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de Abaьra, distrito de Catolжs, no Estado da Bahia. Tem EOO menor que 20.000 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando que a regiсo sofre com o declьnio contьnuo da extensсo do hрbitat e da sua qualidade, causado por queimadas, garimpo, agricultura sem manejo preservacionista, erosсo, captaусo irregular dos cursos d?рgua, ocupaусo de brejos, beiras de rios e encostas (APPs), contaminaусo do solo e curso d?рgua, lanуamento de esgoto a cжu aberto e depзsito e queima irregular de lixo. As ameaуas, se nсo controladas, podem transferir o tрxon para uma categoria de risco mais alta em um futuro prзximo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20catolesensis","Caatinga, Cerrado"],
    [1915,"FABACEAE","Chamaecrista choriophylla","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, recomenda-se estudos populacionais para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20choriophylla","Cerrado"],
    [1916,"FABACEAE","Chamaecrista cipoana","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","VU","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi considerada frequente em 1933, no entanto, houve um declьnio considerрvel de coletas desde entсo e, por isso, suspeita-se que esteja havendo reduусo de suas subpopulaушes. As principais causas seriam o desmatamento, turismo intenso e queimadas provocadas, o que resulta em um declьnio contьnuo da qualidade de seus hрbitats de ocorrЖncia.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20cipoana","Cerrado"],
    [1917,"FABACEAE","Chamaecrista dentata","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20dentata","Cerrado"],
    [1918,"FABACEAE","Chamaecrista fodinarum","H.S.Irwin & Barneby","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres e florestas ribeirinhas do Estado de Minas gerais. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo as ameaуas incidentes mineraусo, queimadas provocadas e introduусo de monoculturas de Eucaliptus. Caso estas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser transferida para uma categoria de ameaуa ainda mais alta em um futuro prзximo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20fodinarum","Caatinga, Cerrado"],
    [1919,"FABACEAE","Chamaecrista lagotois","H.S.Irwin & Barneby","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais e apresenta EOO de 17 km▓. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, considerando que a regiсo sofre com o turismo intenso e com queimadas provocadas, o que resulta no declьnio constante da qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20lagotois","Cerrado"],
    [1920,"FABACEAE","Chamaecrista linearifolia","(G.Don) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamentedistribuьda e encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20linearifolia","Cerrado"],
    [1921,"FABACEAE","Chamaecrista semaphora","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo ampla ao longo da Cadeia do Espinhaуo, em Minas Gerais, e hр diversos registros de coleta.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20semaphora","Cerrado"],
    [1922,"FABACEAE","Chamaecrista stillifera","(H.S.Irwin & Barneby) H.S.Irwin & Barneby","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando as alteraушes antrзpicas nas regiшes de ocorrЖncia, como queimadas, turismo intenso e mineraусo. Caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser transferida para uma categoria de maior risco em um futuro prзximo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20stillifera","Caatinga, Cerrado"],
    [1923,"FABACEAE","Chamaecrista strictifolia","(Benth.) H.S.Irwin & Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo hр incerteza a respeito de sua ocorrЖncia. Recomeda-se estudos populacionais.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20strictifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [1924,"FABACEAE","Chamaecrista tephrosiifolia","(Benth.) H.S.Irwin & Barneby","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica dos Campos Rupestres dos Estados da Bahia e Minas Gerais e, possivelmente Goiрs. Apresenta EOO de 7.119,08 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a mineraусo e a introduусo de monoculturas de Eucaliptus como responsрveis pelo declьnio na extensсo e qualidade do hрbitat.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20tephrosiifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [1925,"FABACEAE","Chamaecrista trachycarpa","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20trachycarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1926,"FABACEAE","Chamaecrista ulmea","H.S.Irwin & Barneby","CR","B1ab(iii,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica da regiсo de Grсo-Mogol, tem EOO restrito a 28,73 km▓. Estр sujeita apenas a uma situaусo de ameaуa considerando sua ocorrЖncia em uma Щnica localidade. Isso a torna suscetьvel a eventos estocрsticos e Я reduусo no nЩmero de indivьduos maduros,resultante do declьnio da extensсo e da qualidade do hрbitat causado pelas queimadas frequentes e pelas atividades antrзpicas presentes na regiсo.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chamaecrista%20ulmea","Caatinga, Cerrado"],
    [1927,"FABACEAE","Chloroleucon extortum","Barneby & J.W.Grimes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes populacionais ou de ameaуa, alжm de existir a possibilidade de baixo esforуo de coleta realizado para planta. Portanto nсo foi possьvel categorizar o risco de extinусo da espжcie e recomenda-se estudos mais aprofundados sobre a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloroleucon%20extortum","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1928,"FABACEAE","Chloroleucon tortum","(Mart.) Pittier","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar do amplo EOO, a espжcie ocorre ж restrita a restinga e matas em solos arenosos ao longo da costa do Rio de Janeiro e baьas das Regiшes dos lagos, Cabo Frio e BЩzios, e Guanabara. Estes ambientes sofreram e sofrem intensa degradaусo o que poderр  reduzir o nЩmero de situaушes de ameaуa da espжcie a menos de 10, categorizando a espжcie em \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloroleucon%20tortum","Mata AtlРntica"],
    [1929,"FABACEAE","Clitoria densiflora","(Benth.) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda no Brasil, nсo ж endЖmica e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20densiflora","Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [1930,"FABACEAE","Clitoria epetiolata","Burkart","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo a espжcie possui menos de cinco situaушes de ameaуa, o que poderia categorizр-la como \"Vulnerрvel\" (VU). No entanto foi bem coletada e apesar de ocorrer em рreas degradadas, acredita-se que as subpopulaушes estejam estрveis. Portanto recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar a estabilidade das subpopulaушes e incidЖncia das ameaуas na espжcie.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20epetiolata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1931,"FABACEAE","Clitoria laurifolia","Poir.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Considerada comum, apresenta ampla distribuiусo e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clitoria%20laurifolia","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1932,"FABACEAE","Collaea speciosa","(Loisel.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Collaea%20speciosa","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Fortunato, 2011)."],
    [1933,"FABACEAE","Coursetia rostrata","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo e suspeita-se de uma ocorrЖncia ainda maior. Bem coletada e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coursetia%20rostrata","Caatinga"],
    [1934,"FABACEAE","Cratylia bahiensis","L.P.Queiroz","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO ampla, no entanto ocorre em ambientes degradados e com atividades antrзpicas, o que pode reduzir o nЩmero de situaушes de ameaуa para menos de 10, em futuro prзximo.","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cratylia%20bahiensis","Caatinga"],
    [1935,"FABACEAE","Cratylia intermedia","(Hassl.) L.P.Queiroz & R.Monteiro","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж uma Liana amplamente distribuida no Brasil e com suspeitas de uma ocorrЖncia ainda maior. Ocorre tambжm em outros paьses da Amжrica do Sul.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cratylia%20intermedia","Mata AtlРntica"],
    [1936,"FABACEAE","Crotalaria nitens","Kunth","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausЖncia de dados populacionais robustos a espжcie ж amplamente distribuьda em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econЗmico significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20nitens","AmazЗnia, Cerrado"],
    [1937,"FABACEAE","Crotalaria otoptera","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausЖncia de dados populacionais robustos a espжcie ж amplamente distribuьda em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econЗmico significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20otoptera","Cerrado"],
    [1938,"FABACEAE","Crotalaria subdecurrens","Mart. ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ausЖncia de dados populacionais robustos a espжcie ж amplamente distribuьda em diferentes fitofisionomias e nao apresenta uso ou valor econЗmico significativo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crotalaria%20subdecurrens","Cerrado"],
    [1939,"FABACEAE","Dalbergia elegans","A.M.Carvalho","VU","A2c,B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculada em 10.446,20 km▓, e ж endЖmica da Mata AtlРntica, bioma severamente degradado. Estima-se que, nos Щltimos 100 anos, D. elegans tenha sofrido uma reduусo populacional de pelo menos 30%. Foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU), por estar sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. Recomendam-se o monitoramento e estudos populacionais sobre a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalbergia%20elegans","Mata AtlРntica"],
    [1940,"FABACEAE","Dalbergia nigra","(Vell.) Allemсo ex Benth.","VU","A4bcd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem valor econЗmico extremamente alto, tendo sido considerada a melhor madeira do Brasil para construусo civil e fabricaусo de mзveis finos e instrumentos musicais. Apesar de amplamente distribuьda pelo paьs, Dalbergia nigra ж considerada rara em floresta primрria. ╔ com frequЖncia encontrada em рreas com algum nьvel de perturbaусo, onde hр estimativas de 28 ind/ha, mas geralmente estes nсo sсo de grande porte e a madeira ж de qualidade inferior. Alжm disso, estudos conduzidos mostram que a fragmentaусo das subpopulaушes e do hрbitat estр diminuindo a diversidade genжtica da espжcie. A extraусo de sua madeira no passado foi muito intensa e estima-se que pelo menos 30% da populaусo da espжcie tenham sido perdidos. Uma reduусo populacional de 30% pode ser projetada caso o declьnio do tamanho e da qualidade do seu hрbitat nсo seja refreado. Alжm disso, a extraусo ilegal da madeira ж uma realidade, principalmente de raros indivьduos de grande porte remanescentes em рreas de floresta primрria, e para que a espжcie possa restabelecer sua populaусo serр necessрrio o controle das suas рreas de ocorrЖncia, assim como estudos que comprovem a variabilidade genжtica da populaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dalbergia%20nigra","Mata AtlРntica"],
    [1941,"FABACEAE","Desmodium craspediferum","A.M.G.Azevedo & Abruzzi de Oliveira","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Regiсo Sul do paьs. Tem EOO estimado de 867,72 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A alteraусo da vegetaусo campestre pela instalaусo de culturas anuais e perenes, especialmente atividades de silvicultura com Pinus spp., na regiсo dos Campos de Cima da Serra, foi considerada como principal ameaуa e responsрvel pelo declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20craspediferum","Mata AtlРntica"],
    [1942,"FABACEAE","Desmodium procumbens","(Mill.) Hitchc.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes Estados do Brasil. Nсo apresenta uso nem ameaуa direta.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20procumbens","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1943,"FABACEAE","Desmodium venosum","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre do Mato Grosso do Sul atж o sul do paьs. Foram observadas subpopulaушes densas desta espжcie em рreas do Mato Grosso do Sul, onde esta espжcie foi coletada. Tambжm possui registros de ocorrЖncia para o Uruguai e Argentina (Lima, com. pess.).","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Desmodium%20venosum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1944,"FABACEAE","Dimorphandra wilsonii","Rizzini","CR","A2abc,C1","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Dimorphandra wilsonii ж endЖmica do Estado de Minas Gerais e, apзs extensiva busca, pode-se estimar que haja apenas 200 indivьduos maduros na natureza. Ocupa regiшes severamente antropizadas, onde estudos comprovam extinушes locais de subpopulaушes. Por essa razсo, suspeita-se que a grande maioria da populaусo tenha sido eliminada devido Яs transformaушes dos ambientes nos quais ocorria. Nсo ж encontrada em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral e, por isso, estima-se que, se nenhuma aусo para a conservaусo da espжcie for implantada, poderр se extinguir em um futuro prзximo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimorphandra%20wilsonii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1945,"FABACEAE","Dioclea burkartii","R.H.Maxwell","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo no Brasil e America do Sul.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioclea%20burkartii","Cerrado, Pantanal"],
    [1946,"FABACEAE","Dioclea glabra","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dioclea%20glabra","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [1947,"FABACEAE","Dipteryx alata","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda em diferentes fitofisionomias e estudos populacionais apontam que a espжcie esteja estрvel. Apesar disso, recomenda-se estudos mais aprofundados sobre a exploraусo da espжcie, que possui madeira nobre e que por isso, poderр vir a ter suas subpopulaушes reduzidas em futuro prзximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dipteryx%20alata","Caatinga, Cerrado"],
    [1948,"FABACEAE","Discolobium psoraleifolium","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de amplamente distribuьda, existe dЩvida em relaусo a taxonomia e a determinaусo de alguns registros.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discolobium%20psoraleifolium","Pantanal"],
    [1949,"FABACEAE","Eriosema glaziovii","Harms","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosema%20glaziovii","Cerrado"],
    [1950,"FABACEAE","Eriosema platycarpon","Micheli","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosema%20platycarpon","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1951,"FABACEAE","Galactia benthamiana","Micheli","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20benthamiana","Mata AtlРntica"],
    [1952,"FABACEAE","Galactia decumbens","(Benth.) Chodat & Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20decumbens","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1953,"FABACEAE","Galactia glaucescens","Kunth","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20glaucescens","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1954,"FABACEAE","Galactia marginalis","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20marginalis","Mata AtlРntica"],
    [1955,"FABACEAE","Galactia neesii","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos no Brasil.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20neesii","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1956,"FABACEAE","Galactia striata","(Jacq.) Urb.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galactia%20striata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1957,"FABACEAE","Gleditsia amorphoides","(Griseb.) Taub.","VU","C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Gleditsia amorphoides apresenta ampla distribuiусo (EOO=194.747,64 km▓), porжm, de acordo com estudos populacionais conduzidos para a espжcie, estima-se que sua populaусo atual seja inferior a 10.000 indivьduos maduros na natureza, e que suas subpopulaушes tenham menos de 1.000 indivьduos cada uma.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gleditsia%20amorphoides","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [1958,"FABACEAE","Grazielodendron rio-docensis","H.C.Lima","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO de aproximadamente 29.000 km▓ e ocorre em Floresta Pluvial, Semidecьdua e costeira e Florestas Estacionais de terras baixas, na Regiсo do Lagos (RJ). Estes ambientes tem sofrido intensa degradaусo devido a expansсo imobiliрria e a exploraусo nсo sustentрvel dessas рreas. Caso o habitat da espжcie nсo seja conservado efetivamente a espжcie poderр ser categorizada como ameaуada de extinусo. Recomenda-se estudos sobre a relaусo da espжcie com o habitat e ameaуas incidentes, e estudos populacionais.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grazielodendron%20rio-docensis","Mata AtlРntica (Lima, 2010)"],
    [1959,"FABACEAE","Harpalyce lanata","L.P.Queiroz","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Harpalyce lanata ж endЖmica do Estado da Bahia, restrita aos Campos Rupestres, e encontrada em solos arenosos entre afloramentos de rochas quartzьticas. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando as atividades antrзpicas, como agricultura e queimadas, as ameaуas principais Я sobrevivЖncia da espжcie.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Harpalyce%20lanata","Caatinga"],
    [1960,"FABACEAE","Harpalyce parvifolia","H.S.Irwin & Arroyo","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Harpalyce parvifolia ж conhecida por poucas coletas realizadas no sжculo passado, e apenas por uma coleta em 2003. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=1.914,69 km▓, AOO =52 km▓), e ж endЖmica da regiсo de Grсo Mogol, рrea intensamente afetada por atividades antrзpicas, principalmente pelos incЖndios propositais, o que resulta na perda e no constante declьnio da qualidade do hрbitat. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Harpalyce%20parvifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [1961,"FABACEAE","Hymenaea courbaril","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prрtica.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20courbaril","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [1962,"FABACEAE","Hymenaea martiana","Hayne","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20martiana","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [1963,"FABACEAE","Hymenaea parvifolia","Huber","VU","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, a espжcie ж utilizada por apresentar madeira adequada para construусo civil, de embarcaушes, mзveis e artigos feitos de madeira e, por isso, estima-se que pelo menos 30% da populaусo tenha sido extraьda da natureza nos Щltimos 100 anos. A extraусo seletiva legalizada no Estado do Mato Grosso rendeu 102.747,32 m│ de madeira da espжcie no perьodo de 2006 a 2011. Estima-se que esse volume corresponda Я supressсo de 30.912 indivьduos. Portanto, a espжcie deve ser monitorada, e sua extraусo devidamente fiscalizada a fim de garantir a diversidade genжtica das subpopulaушes e sua sobrevivЖncia na natureza.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenaea%20parvifolia","AmazЗnia"],
    [1964,"FABACEAE","Hymenolobium excelsum","Ducke","VU","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Hymenolobium excelsum ж endЖmica da Floresta Pluvial de Terra Firme dos Estados do Parр e Amazonas. Sua madeira ж muito utilizada para construусo civil e naval, e estima-se que, no perьodo de 2006 a 2011, a extraусo tenha chegado a 2.222 indivьduos de porte mediano (30 m alt e 1 m DAP) ou 130 indivьduos de grande porte (50 m alt. e 3,5 m DAP). Apesar de haver extraусo legalizada no Parр, a espжcie ainda ж alvo de extraусo ilegal. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando a ocorrЖncia dentro e fora de unidade de conservaусo (SNUC). Estima-se que o tempo de geraусo da espжcie seja de 90 anos no mьnimo e, levando em conta a extraусo pretжrita (nсo legalizada ou fiscalizada, que alcanуa escalas ainda maiores do que a do presente estudo), ж possьvel suspeitar que tenha havido uma reduусo populacional de pelo menos 30%. Recomendam-se estudos populacionais e genжticos e maior fiscalizaусo da retirada da espжcie da natureza.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenolobium%20excelsum","AmazЗnia"],
    [1965,"FABACEAE","Hymenolobium janeirense","Kuhlm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampladistribuiусo, nсo apresenta uso nem ameaуa pontual que possa levar a espжcie Яextinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenolobium%20janeirense","Mata AtlРntica"],
    [1966,"FABACEAE","Indigofera bongardiana","(Kuntze) Burkart","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e sem ameaуa futura plausьvel, que possa levar a espжcie a ser categorizada como ameaуada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Indigofera%20bongardiana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1967,"FABACEAE","Indigofera guaranitica","Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Estudos populacionais aponta que a espжcie ж comum e de ampla distribuiусo. Alжm disso, nсo possui potencial econЗmico ou ameaуa pontual.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Indigofera%20guaranitica","Cerrado"],
    [1968,"FABACEAE","Inga aptera","(Vinha) T.D.Penn.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta EOO menor que 20.000 km▓ e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. ╔ endЖmica do Estado da Bahia, cujos remanescentes de mata estсo fragmentados em virtude da expansсo urbana, atividades agrьcolas e exploraусo dos recursos florestais. Portanto, estima-se declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat, EOO e AOO. Recomenda-se estudo populacional a fim de verificar a estabilidade da populaусo da espжcie.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20aptera","Mata AtlРntica"],
    [1969,"FABACEAE","Inga arenicola","T.D.Penn.","EN","A2c,B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica das Restingas do Estado do Rio de Janeiro, conhecida apenas no municьpio de Maricр. Apresenta EOO de 274,73 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de Maricр sofre intensa supressсo da vegetaусo por conta de expansсo urbana e imobiliрria e pela construусo de estradas e vias. Alжm disso, o municьpio tem apenas cerca de 30% de sua рrea vegetal original, o que permite estimar que a populaусo da espжcie tenha sofrido uma reduусo de pelo menos 50%.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20arenicola","Mata AtlРntica"],
    [1970,"FABACEAE","Inga bicoloriflora","Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda no Estado do Amazonas, nсo apresenta uso nem ameaуa direta.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bicoloriflora","AmazЗnia"],
    [1971,"FABACEAE","Inga blanchetiana","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso e ocorre em diferentes fitofiosionomias em estados do Nordeste e Sudeste brasileiro. Recomeda-se estudos populacionais.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20blanchetiana","Mata AtlРntica"],
    [1972,"FABACEAE","Inga bollandii","Sprague & Sandwith","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nс hр informaушes suficientes para a avaliaусo de rsico da espжcie. Apenas sabe-se que ж amplamente distribuьda.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bollandii","Mata AtlРntica"],
    [1973,"FABACEAE","Inga bullata","Benth.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem a EOO calculada em 51.184,26 km▓, estр presente em unidades de conservaусo (SNUC) e o uso conhecido nсo caracteriza uma ameaуa a espжcie. No entanto, a espжcie foi relatada como pouco abundante e caso a perda do habitat da nсo seja refreada a espжcie pode vir a correr risco de extinусo.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bullata","Mata AtlРntica"],
    [1974,"FABACEAE","Inga bullatorugosa","Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, e que atж sua ultima avaliaусo de risco (1998) era conhecida apenas de coletas no rio Tapajoz. Por isso, suspeita-se que haja um baixo esforуo de coleta para a espжcie e que a mesma nсo esteja ameaуada de extinусo.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20bullatorugosa","AmazЗnia"],
    [1975,"FABACEAE","Inga cabelo","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20cabelo","Mata AtlРntica"],
    [1976,"FABACEAE","Inga calantha","Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuida e sem uso ou ameaуa pontual. Recomenda-se estudos populacionais.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20calantha","AmazЗnia"],
    [1977,"FABACEAE","Inga caudata","Killip","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes sufucientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20caudata","AmazЗnia"],
    [1978,"FABACEAE","Inga enterolobioides","T.D.Penn.","CR","A2c,B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж conhecida apenas pelo material-tipo, proveniente da regiсo da Lagoa de Jacarepaguр e Lagoa de Camorim, no municьpio do Rio de Janeiro. Apesar do alto esforуo de coleta na regiсo, a espжcie nсo foi mais encontrada. Tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A regiсo oeste do Rio de Janeiro apresenta altos ьndices de expansсo urbana e desenvolvimento. Em funусo disso, a рrea que a espжcie habita ж um fragmento isolado e de fрcil acesso, portanto, sujeita ao declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Alжm disso, a expansсo urbana da regiсo nos leva a suspeitar uma reduусo populacional de 80%, corroborada pela atual ausЖncia da espжcie na regiсo.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20enterolobioides","Mata AtlРntica"],
    [1979,"FABACEAE","Inga exfoliata","T.D.Penn. & F.C.P.Garcьa","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Estados do Espirito Santo e Bahia, com menos de 10 situaушes de ameaуa e nсo apresenta uso. Os habitats onde a espжcie ocorre estсo degradados e fragmentados, e estudos apontam a suspeita de depressсo genжtica. Portanto, recomenda-se estudos populacionais visando contagem de indivьduos maduros e coleta de informaушes sobre ameaуas diretas a espжcie.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20exfoliata","Mata AtlРntica"],
    [1980,"FABACEAE","Inga exilis","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie. A possibilidade de baixo esforуo de coleta existe, mas a situaусo da espжcie pode ser alarmante pelo EOO restrito que apresenta (255,56 km▓). Recomenda-se coletas e pesquisas cientьficas sobre a espжcie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20exilis","AmazЗnia"],
    [1981,"FABACEAE","Inga grazielae","(Vinha) T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo estр presente em unidades de conservaусo (SNUC) e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. A perda do hрbitat ж severa na regiсo de ocorrЖncia de I. grazielae e, caso seu hрbitat nсo seja conservado, a espжcie poderр ser transferida para a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR) em um futuro prзximo.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20grazielae","Mata AtlРntica"],
    [1982,"FABACEAE","Inga hispida","Schott ex Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo possui uso, tem EOO amplo e tem sido encontrada em estudos populacionais. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20hispida","Mata AtlРntica"],
    [1983,"FABACEAE","Inga lanceifolia","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda (81.344,957 km▓) no Sudeste do Brasil. Apesar disso, especialistas apontam a baixa frequЖncia  da espжcie e por isso recomenda-se estudos populacionais sobre a espжcie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lanceifolia","Mata AtlРntica"],
    [1984,"FABACEAE","Inga laurina","(Sw.) Willd.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil e na Amжrica do Sul e ocorre em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20laurina","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [1985,"FABACEAE","Inga lenticellata","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Amplamente distribuьda e nсo apresenta uso.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lenticellata","Mata AtlРntica"],
    [1986,"FABACEAE","Inga lentiscifolia","Benth.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo a espжcie tem uso madeireiro e sua semente ж comestьvel, caso nсo haja a fiscalizaусo da retirada da madeira de I. lentiscifolia, a espжcie pode ter um declьnio populacional grande e correr risco de extinусo. Portanto, recomenda-se o monitoramento da populaусo e a inclusсo da espжcie em instrumento normativo legalizando o corte.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20lentiscifolia","Mata AtlРntica"],
    [1987,"FABACEAE","Inga leptantha","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20leptantha","Mata AtlРntica"],
    [1988,"FABACEAE","Inga maritima","Benth.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de frequente e bem coletada, a espжcie ж endЖmica de Restingas do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO=15.138,67 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Seus hрbitats encontram-se severamente fragmentados devido Я expansсo imobiliрria. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20maritima","Mata AtlРntica"],
    [1989,"FABACEAE","Inga mendoncaei","Harms","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga mendonуaei ж restrita aos complexos serranos do Estado do Rio de Janeiro e Sсo Paulo, com maior frequЖncia em trechos de floresta montana acima de 700 m. Apresenta EOO estimado em 10.030,07 km▓ e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. ╔ suscetьvel Я antropizaусo de sua regiсo de ocorrЖncia, principalmente pela grande incidЖncia de queimadas propositais, que provocam declьnio contьnuo da EOO, AOO e qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20mendoncaei","Mata AtlРntica"],
    [1990,"FABACEAE","Inga microcalyx","Spruce ex Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20microcalyx","AmazЗnia"],
    [1991,"FABACEAE","Inga pedunculata","(Vinha) T.D.Penn.","CR","B1ab(i,ii,iii,iv),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Inga pedunculata ж endЖmica do Estado da Bahia. ╔ conhecida por apenas uma coleta em ambiente natural, em рrea com esforуo de coleta alto e extremamente perturbada. Apresenta EOO de 33,34 km▓, e suspeita-se que contabilize menos de 250 indivьduos maduros em apenas uma populaусo. A introduусo de culturas como do cacau e da seringueira e a expansсo imobiliрria proveniente do turismo causaram declьnio da qualidade do hрbitat e de subpopulaушes da espжcie, avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20pedunculata","Mata AtlРntica"],
    [1992,"FABACEAE","Inga platyptera","Benth.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga platyptera apresenta EOO de 9.146,33 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie ж suscetьvel a alteraушes nas condiушes ideais de seu hрbitat, decorrentes da urbanizaусo e de queimadas nas рreas de montanha dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espьrito Santo. No entanto, indica-se a possibilidade de a EOO estar subestimada e estudos direcionados a essa verificaусo devem ser conduzidos.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20platyptera","Mata AtlРntica"],
    [1993,"FABACEAE","Inga pleiogyna","T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga pleiogyna ocorre em рreas de Restinga no Estado da Bahia, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a presenуa em unidades de conservaусo (SNUC). O intenso desmatamento e a incidЖncia de incЖndios sсo as principais ameaуas incidentes, e causam declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie. Mais informaушes a respeito de suas subpopulaушes devem ser obtidas para permitir uma nova avaliaусo no futuro.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20pleiogyna","Mata AtlРntica"],
    [1994,"FABACEAE","Inga praegnans","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga praegnans ж endЖmica do Estado de Sсo Paulo. Apresenta EOO de 8.373,52 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. Apesar de estar presente em algumas unidades de conservaусo (SNUC), o declьnio da qualidade do hрbitat, causado pela antropizaусo de algumas das рreas de ocorrЖncia da espжcie, ameaуa suas subpopulaушes, podendo levar a populaусo a um declьnio considerрvel, caso essa ameaуa nсo seja controlada.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20praegnans","Mata AtlРntica"],
    [1995,"FABACEAE","Inga salicifoliola","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie, suspeita-se de baixo esforуo de coleta realizado para a espжcie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20salicifoliola","AmazЗnia"],
    [1996,"FABACEAE","Inga santaremnensis","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20santaremnensis","AmazЗnia"],
    [1997,"FABACEAE","Inga sellowiana","Benth.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO ampla, noentanto ocorre em ambientes degradados e com atividades antrзpicas,alжm do uso de sua madeira para lenha, o que podereduzir o nЩmero de situaушes de ameaуa para menos de 10 em futuro prзximo.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20sellowiana","Mata AtlРntica"],
    [1998,"FABACEAE","Inga suberosa","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20suberosa","AmazЗnia"],
    [1999,"FABACEAE","Inga suborbicularis","T.D.Penn.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga suborbicularis apresenta distribuiусo restrita (EOO=5.756,38 km▓), e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. As regiшes de ocorrЖncia da espжcie sofreram intensa reduусo da cobertura vegetal e atж hoje a qualidade do hрbitat estр em declьnio constante devido a processos antrзpicos, principalmente agricultura e queimadas.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20suborbicularis","Mata AtlРntica"],
    [2000,"FABACEAE","Inga unica","Barneby & J.W.Grimes","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Inga unica ж endЖmica do Brasil. Apresenta EOO estimado em 10.202,49 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. Apesar de estar presente em algumas unidades de conservaусo (SNUC), sofre com a intensa antropizaусo de algumas de suas рreas de ocorrЖncia, o que interfere na dinРmica de suas subpopulaушes, e causa o declьnio da qualidade de seus hрbitats.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20unica","Mata AtlРntica"],
    [2001,"FABACEAE","Inga xinguensis","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Inga%20xinguensis","AmazЗnia"],
    [2002,"FABACEAE","Lathyrus acutifolius","Vogel","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lathyrus acutifolius apresenta AOO inferior a 10 Km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, considerando que a antropizaусo da sua regiсo de ocorrЖncia, causou perda de hрbitat, de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Hр suspeitas de sua possьvel extinусo, uma vez que a Щltima coleta data de 1949. Faz-se necessрrio um maior esforуo de coleta a fim de verificar se hр indivьduos na natureza.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20acutifolius","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2003,"FABACEAE","Lathyrus hasslerianus","Burkart","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuida e nсo tem potencial econЗmico ou uso. Portanto foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20hasslerianus","Mata AtlРntica"],
    [2004,"FABACEAE","Lathyrus hookeri","G.Don","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусo restrita no Brasil e da possьvel extinусo apontada pela lista estadual do Rio Grande do Sul, nсo ж possьvel saber o estado de conservaусo da espжcie, uma vez que nсo apresenta dados populacionais e ameaуas pontuais descritas para a espжcie. Recomenda-se estudos mais especьficos para que a categorizaусo do risco de extinусo possa ser realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20hookeri","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2005,"FABACEAE","Lathyrus paraguariensis","Hassl.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lathyrus paraguariensis ocorre na Regiсo Sul e nсo ж endЖmica do Brasil, no entanto, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Trata-se de uma espжcie com baixo esforуo de coleta, sendo necessрrio um maior investimento a fim de verificar a existЖncia de novas subpopulaушes.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20paraguariensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2006,"FABACEAE","Lathyrus parodii","Burkart","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусorestrita no Brasil, nсo ж possьvel saber o estado de conservaусo da espжcie, uma vez que nсoapresenta dados populacionais e ameaуas pontuais descritas para a espжcie.Recomenda-se estudos mais especьficos para que a categorizaусo do risco deextinусo possa ser realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lathyrus%20parodii","Mata AtlРntica"],
    [2007,"FABACEAE","Leucochloron foederale","(Barneby & J.W.Grimes) Barneby & J.W.Grimes","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Leucochloron foederale apresenta distribuiусo restrita (EOO=1.621,67 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. A perda da cobertura vegetal e as atividades agrьcolas implementadas na sua regiсo de ocorrЖncia sсo as principais responsрveis pelo declьnio constante da qualidade do hрbitat, o que interfere na dinРmica de suas subpopulaушes. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20foederale","Cerrado"],
    [2008,"FABACEAE","Leucochloron limae","Barneby & J.W.Grimes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem ampla distribuiусo (Bahia e Minas Gerais), no entanto ocorre na caatinga com menos de 10 situaушes de ameaуa e portanto, deve ser melhor estudada a fim de se verificar o real estado de conservaусo da espжcie e conduzida uma nova avaliaусo para a espжcie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20limae","Caatinga"],
    [2009,"FABACEAE","Leucochloron minarum","(Glaz. ex Harms) Barneby & J.W.Grimes","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Leucochloron minarum ж endЖmica da Floresta Decьdua da regiсo de Montes Claros, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 264,37 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ╔ conhecida por apenas uma coleta de 1929, nсo tendo sido reencontrada na regiсo desde entсo. Sua рrea de ocorrЖncia ж severamente fragmentada, sendo alvo de intenso turismo e alteraусo da paisagem para implementaусo de atividades agropastoris, o que resulta no declьnio da рrea e qualidade do hрbitat. Suspeita-se que, desde sua Щltima coleta, subpopulaушes da espжcie tenham sido perdidas. A espжcie foi recoletada em 2011, em рrea de amplo uso madeireiro para produусo de carvсo vegetal.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leucochloron%20minarum","Cerrado"],
    [2010,"FABACEAE","Lonchocarpus muehlbergianus","Hassl.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo a espжcie foi apontada como rara. Portanto faz-se necessрrio estudos populacionais para melhor entendimento do estado de conservaусo da espжcie.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lonchocarpus%20muehlbergianus","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2011,"FABACEAE","Lonchocarpus torrensis","N.F.Mattos","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусorestrita no Brasil  nсo ж possьvel saber o estado de conservaусo da espжcie, uma vez que nсoapresenta dados populacionais e ameaуas pontuais descritas para a espжcie.Recomenda-se estudos mais especьficos para que a categorizaусo do risco deextinусo possa ser realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lonchocarpus%20torrensis","Mata AtlРntica"],
    [2012,"FABACEAE","Luetzelburgia guaissara","Toledo","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso nem ameaуa pontual que possa levar a espжcie Я extinусo. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luetzelburgia%20guaissara","Mata AtlРntica"],
    [2013,"FABACEAE","Lupinus coriaceus","Benth.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lupinus coriaceus estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando o declьnio da qualidade do hрbitat proveniente de ameaуas como incЖndios nсo controlados e alteraусo da paisagem decorrente do desmatamento. Recentemente, foram encontradas novas subpopulaушes na regiсo da Serra da Canastra, corroborando a ideia de que pouco se conhece a respeito da espжcie e por isso, recomendam-se estudos populacionais e de distribuiусo, para que uma nova avaliaусo seja realizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20coriaceus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2014,"FABACEAE","Lupinus decurrens","Gardner","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lupinus decurrens ж endЖmica dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 533,10 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa considerando os processos urbanos ocorrentes na regiсo, como queimadas e mineraусo. As ameaуas causam declьnio constante da qualidade do hрbitat e a espжcie deve ser monitorada a fim de verificar se estр havendo tambжm declьnio populacional.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20decurrens","Cerrado"],
    [2015,"FABACEAE","Lupinus laevigatus","Benth.","EN","B1ab(iii),C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Lupinus laevigatus ж endЖmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=269,39 km▓), e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Alжm disso, estudo populacional conduzido em 2005 encontrou apenas duas subpopulaушes, uma com 61 indivьduos (53 maduros), e outra com 55 indivьduos (50 maduros). Portanto, ж possьvel suspeitar que a populaусo da espжcie nсo passe de 2.500 indivьduos, e que o nЩmero de indivьduos maduros por subpopulaусo nсo supere 250, tornando L. laevigatus extremamente suscetьvel a eventos estocрsticos.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20laevigatus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2016,"FABACEAE","Lupinus linearis","Desr.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ocorrЖnciarestrita, a espжcie nсo tem informaушes populacionais ou de ameaуas pontuais,fazendo-se necessрrios estudos mais aprofundados sobre a espжcie para acategorizaусo do risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20linearis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2017,"FABACEAE","Lupinus ovalifolius","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie conhecida apenas pelo tipo e sem localidade especьfica. Alжm disso, nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo de risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20ovalifolius","Mata AtlРntica"],
    [2018,"FABACEAE","Lupinus parvifolius","Gardner","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20parvifolius","Cerrado"],
    [2019,"FABACEAE","Lupinus prouvensalanus","C.P.Sm.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lupinus%20prouvensalanus","Mata AtlРntica"],
    [2020,"FABACEAE","Machaerium fulvovenosum","H.C.Lima","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, nсo apresenta uso ou ameaуa pontual. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20fulvovenosum","Mata AtlРntica"],
    [2021,"FABACEAE","Machaerium nyctitans","(Vell.) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda,nсo apresenta uso ou ameaуa pontual. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20nyctitans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2022,"FABACEAE","Machaerium obovatum","Kuhlm. & Hoehne","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Machaerium obovatum ж endЖmica das restingas e matas secas da regiсo dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro e, apesar de ser localmente abundante, apresenta EOO estimada em 1.494,11 km▓. Hр dЩvida em relaусo Я estrutura populacional da espжcie, no entanto, foram identificadas menos de dez situaушes de ameaуa. Nos Щltimos 40 anos, o crescimento urbano vem reduzindo e fragmentando a cobertura vegetal natural do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio, causando declьnio contьnuo na EOO, AOO e qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20obovatum","Mata AtlРntica"],
    [2023,"FABACEAE","Machaerium paraguariense","Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, sem uso ou ameaуa pontual. Foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20paraguariense","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2024,"FABACEAE","Machaerium villosum","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da perda populacional relatada em estudo com a espжcie, M. villosum ж amplamente distribuьda, nсo apresenta uso nem ameaуa pontual, portanto nсo estр sob risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Machaerium%20villosum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2025,"FABACEAE","Macrosamanea macrocalyx","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrosamanea%20macrocalyx","AmazЗnia"],
    [2026,"FABACEAE","Macrosamanea prancei","(Barneby) Barneby & J.W.Grimes","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Macrosamanea prancei nсo ж coletada desde 1985. Ocorre em encraves de Cerrado (Campinaranas) sob areia branca ao longo da bacia do Rio Aracр, usualmente na margem dos rios, em рreas que tendem a apresentar intensa ocupaусo humana. Apesar de estar em regiсo bem preservada e de difьcil acesso, apresenta AOO de 24 km▓, o que atesta a sua vulnerabilidade. Portanto, deve ser monitorada, e estudos populacionais devem ser conduzidos a fim de verificar se as subpopulaушes encontram-se estрveis, e se realmente nсo hр ameaуas diretas incidindo sobre a espжcie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrosamanea%20prancei","AmazЗnia"],
    [2027,"FABACEAE","Melanoxylon brauna","Schott","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ser considerada abundante em algumas de suas regiшes de ocorrЖncia, a espжcie apresenta especificidade de hрbitat, sendo encontrada em Floresta Pluvial, Nebular e Semidecьdua. Alжm disso, ж uma das madeiras mais apreciadas da Mata AtlРntica, tendo sido amplamente utilizada para construусo civil. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa dentro e fora de unidades de conservaусo (SNUC). A extraусo ilegal, que nсo ж fiscalizada fora das рreas de preservaусo, ж a principal ameaуa Я espжcie.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanoxylon%20brauna","Mata AtlРntica"],
    [2028,"FABACEAE","Mimosa acroconica","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa acroconica tem distribuiусo restrita, e ж conhecida por pequenas subpopulaушes. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a pressсo antrзpica e o fogo como principais fatores. Portanto, suspeita-se que a EOO, AOO e a qualidade do hрbitat estejam em declьnio constante, podendo levar a espжcie Я extinусo.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20acroconica","Cerrado"],
    [2029,"FABACEAE","Mimosa acutistipula var. ferrea","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa acutistipula var. ferrea foi descrita recentemente para a regiсo da Serra dos Carajрs, no Estado do Parр. De distribuiусo restrita a essa regiсo, a espжcie ocorre de maneira abundante no local. Entretanto, a dinРmica populacional da espжcie ainda nсo foi compreendida integralmente e nсo se sabe ao certo de que maneira os eventos de ameaуa incidentes na sua рrea de ocorrЖncia afetam a estrutura de suas subpopulaушes. Portanto, optou-se por incluir a espжcie como \"Deficiente de Dados\" (DD), atж que novas informaушes sejam levantadas sobre este tрxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20acutistipula%20var.%20ferrea","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2030,"FABACEAE","Mimosa adamantina","Barneby","EN","B1ab(i,iii),C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica, restrita da regiсo de Diamantina, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO menor que 500 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sua regiсo de ocorrЖncia ж perturbada, e suas subpopulaушes, apesar de prзximas entre si, estсo em рreas cortadas por estradas e por pequenos centros urbanos. Portanto, a espжcie foi considerada severamente fragmentada e sob influЖncia do declьnio constante da qualidade do hрbitat. Alжm disso, suspeita-se que haja menos de 250 indivьduos maduros na populaусo, tendo em vista o nЩmero de coletas e o fato da regiсo ser bem coletada. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento da espжcie.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20adamantina","Cerrado"],
    [2031,"FABACEAE","Mimosa adenophylla","Taub.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuida em diferentes fitofisionomias.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20adenophylla","Caatinga, Cerrado"],
    [2032,"FABACEAE","Mimosa balduinii","Burkart","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa balduinii apresenta EOO de 579,23 km▓, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. A pecuрria, agricultura, presenуa de espжcies exзticas e plantaушes homogЖneas (Pinus e Eucaliptus) sсo os fatores responsрveis pelo declьnio contьnuo na AOO , EOO e na qualidade do hрbitat da espжcie. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20balduinii","Mata AtlРntica"],
    [2033,"FABACEAE","Mimosa barretoi","Hoehne","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta EOO estimado em 2.220,92 km▓, e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Foi coletada principalmente em Campos Rupestres, no Estado de Minas Gerais. ╔ conhecida por registros em municьpios que sofreram e ainda sofrem intensa pressсo antrзpica, e em рreas facilmente perturbadas por incЖndios, fatores que resultam no declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat da espжcie. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20barretoi","Cerrado"],
    [2034,"FABACEAE","Mimosa bathyrrhena","Barneby","EN","A2ce,B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa bathyrrhena apresenta distribuiусo restrita (EOO=469,09 km▓) ao municьpio de Ponta Grossa, no Estado do Paranр, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Este municьpio sofreu uma perda da cobertura original de Mata AtlРntica de aproximadamente 80%. Portanto, estima-se que, nos Щltimos 10 anos, a reduусo populacional tenha sido de pelo menos 50%, e que pode nсo ser reversьvel. A regiсo tambжm tem sido cenрrio frequente de plantio de Pinus e Eucaliptus. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20bathyrrhena","Mata AtlРntica"],
    [2035,"FABACEAE","Mimosa bombycina","Barneby","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa bombycina ж endЖmica do Cerrado. Ocorre no Estado de Minas Gerais, em Campos Rupestres associados a falжsias e afloramentos. Apresenta EOO restrita a 3.572,98 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As constantes atividades antrзpicas e principalmente os incЖndios provocados que acometem a regiсo de ocorrЖncia da espжcie sсo as principais ameaуas incidentes, que resultam no declьnio da рrea e qualidade do hрbitat.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20bombycina","Cerrado"],
    [2036,"FABACEAE","Mimosa caesalpiniifolia","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20caesalpiniifolia","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2037,"FABACEAE","Mimosa catharinensis","Burkart","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa catharinensis apresenta EOO restrito (385,49 km▓) e ж endЖmica das Restingas do Estado de Santa Catarina. Alжm disso, o ambiente jр degradado anteriormente tem a presenуa de espжcies exзticas e por isso, foi estimado um declьnio constante de EOO, AOO e da qualidade do hрbitat de M. catharinensis.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [2038,"FABACEAE","Mimosa chrysastra","Mart. ex Benth.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa chrysastra ж endЖmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO extremamente restrito, estimado em 84 km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. O endemismo da espжcie a deixa muito suscetьvel Яs ameaуas presentes no Cerrado, assim como aos eventos estocрsticos. Faz-se necessрrio o monitoramento da espжcie a fim de acompanhar a dinРmica populacional e controlar as ameaуas incidentes, de maneira a garantir a persistЖncia de M. chysastra na natureza.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20chrysastra","Cerrado"],
    [2039,"FABACEAE","Mimosa exalbescens","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Existe a possibilidade de que M. exalbescens possa ser considerada como uma forma local de M. hexandra. Alжm disso nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie. Recomeda-se estudos taxonЗmicos e populacionais da espжcie.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20exalbescens","Caatinga"],
    [2040,"FABACEAE","Mimosa glycyrrhizoides","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes suficientes para a categorizaусo do risco de extinусo. Recomeda-se estudos populacionais e de distribuiусo a fim de verificar a disjunусo da espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20glycyrrhizoides","Mata AtlРntica"],
    [2041,"FABACEAE","Mimosa hatschbachii","Barneby","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa hatschbachii ж endЖmica do Estado do Paranр. Apresenta EOO estimado em 614,75 km▓. ╔ conhecida por trЖs localidades cortadas por estradas e рreas urbanizadas, o que caracteriza a espжcie como severamente fragmentada. A regiсo de ocorrЖncia de M. hatschbachii tem sofrido declьnio constante da qualidade do hрbitat, tanto pela antropizaусo como pela presenуa de monoculturas de espжcies exзticas, popularmente usadas na regiсo.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [2042,"FABACEAE","Mimosa heringeri","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa heringeri apresenta EOO de 3.092,84 km▓ e tem estrutura populacional severamente fragmentada, pois ocorre em рrea intensamente urbanizada, o que compromete a qualidade do seu hрbitat. Alжm disso, a expansсo urbana na regiсo pode diminuir a AOO , EOO, e o nЩmero de subpopulaушes conhecidas. Recomenda-se pesquisa em dinРmica populacional e fenologia, alжm de monitoramento efetivo.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20heringeri","Cerrado"],
    [2043,"FABACEAE","Mimosa humifusa","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo tem informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20humifusa","Cerrado"],
    [2044,"FABACEAE","Mimosa involucrata","Benth.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa involucrata apresenta EOO estimada em 1.868,94 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie sofre com intenso desmatamento, proximidade de cidades e atividades agropecuрrias, o que resulta em um contьnuo declьnio da рrea e qualidade do hрbitat.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20involucrata","Mata AtlРntica"],
    [2045,"FABACEAE","Mimosa lanata","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20lanata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2046,"FABACEAE","Mimosa leprosa","(Benth.) J.F.Macbr.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa leprosa ж endЖmica do Brasil, restrita ao Estado de Minas Gerais e endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo do Quadrilрtero Ferrьfero. Apresenta EOO=4.691,76 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sofre com a intensa atividade das mineradoras que exploram a regiсo, o que acarreta no contьnuo declьnio da рrea e qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20leprosa","Cerrado"],
    [2047,"FABACEAE","Mimosa leptantha","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Hр duvidas em relaусo a taxonomia da espжcie, portanto recomenda-se uma revisсo taxonЗmica para que a espжcie possa ser avaliada quanto ao risco de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20leptantha","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2048,"FABACEAE","Mimosa lithoreas","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa lithoreas ж endЖmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimado em 3.547,47 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Seu endemismo a deixa muito suscetьvel Яs ameaуas presentes no Cerrado. Faz-se necessрrio o monitoramento da espжcie a fim de controlar as ameaуas incidentes e a viabilidade de suas subpopulaушes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20lithoreas","Cerrado"],
    [2049,"FABACEAE","Mimosa macedoana","Burkart","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa macedoana ж endЖmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimado em 3.794,30 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ╔ uma espжcie bastante suscetьvel Яs ameaуas presentes no Cerrado, como por exemplo, a intensa atividade agropecuрria. Assim, faz-se necessрrio seu monitoramento a fim de controlar as ameaуas incidentes, bem como o investimento em coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20macedoana","Cerrado"],
    [2050,"FABACEAE","Mimosa mensicola","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa mensicola ж endЖmica do Estado da Bahia. Apresenta EOO restrita, estimada em 356,60 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa e ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Ocorre em hрbitat severamente fragmentado e degradado, o que afeta diretamente a dinРmica de suas subpopulaушes, a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat da espжcie. Assim, avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20mensicola","Cerrado, Caatinga"],
    [2051,"FABACEAE","Mimosa montis-carasae","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa montis-carasae ж endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo de TrЖs Serras, Quadrilрtero Ferrьfero, no Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 2.926,5 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Alжm de sua distribuiусo restrita, suas subpopulaушes encontram-se extremamente fragmentadas, o que causa o declьnio da EOO, AOO e qualidade do hрbitat da espжcie, e interfere diretamente na dinРmica de sua populaусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20montis-carasae","Cerrado"],
    [2052,"FABACEAE","Mimosa myuros","Barneby","VU","B1ab(iii),D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa myuros apresenta EOO de 10.584,59 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ╔ encontrada em pequenas faixas vegetacionais rodeadas por agricultura, o que altera fortemente sua dinРmica populacional. Faz-se necessрrio o acompanhamento dos indivьduos que se encontram em рreas severamente fragmentadas. A espжcie corre risco de ser transferida para uma categoria maior de ameaуa, caso o cenрrio atual nсo seja alterado.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20myuros","Mata AtlРntica"],
    [2053,"FABACEAE","Mimosa niomarlei","Afr.Fern.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Hр incerteza taxonЗmica e faltam dados para uma avaliaусo consistente a respeito do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20niomarlei","Mata AtlРntica"],
    [2054,"FABACEAE","Mimosa pabstiana","Barneby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20pabstiana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2055,"FABACEAE","Mimosa paucifolia","Benth.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa pauciflora ж endЖmica dos Campos Rupestres dos Estados de Sсo Paulo e Minas Gerais. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As regiшes de ocorrЖncia da espжcie sсo alvo de queimadas e de atividades antrзpicas, o que resulta no declьnio da рrea e qualidade do hрbitat, e de suas subpopulaушes. Fazem-se necessрrios a coleta de dados e o monitoramento, a fim de verificar transferЖncia da espжcie para uma categoria de ameaуa mais alta.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20paucifolia","Cerrado"],
    [2056,"FABACEAE","Mimosa pseudotrachycarpa","Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e nсo apresenta uso, foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20pseudotrachycarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2057,"FABACEAE","Mimosa psittacina","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa psittacina ж endЖmica do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO estimada em 844,69 km▓, e estр sujeita a apenas trЖs situaушes de ameaуa. Seu endemismo a deixa muito suscetьvel Яs ameaуas presentes na Mata AtlРntica, como por exemplo, as intensas atividades agropecuрrias, que resultam no declьnio de рrea e qualidade do hрbitat. Faz-se necessрrio o monitoramento da espжcie a fim de controlar as ameaуas incidentes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20psittacina","Mata AtlРntica"],
    [2058,"FABACEAE","Mimosa sanguinolenta","Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e nсo apresenta uso, foi considerada fora de risco de extinусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20sanguinolenta","Mata AtlРntica"],
    [2059,"FABACEAE","Mimosa skinneri var. carajarum","Barneby","CR","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Variedade endЖmica do Estado do Parр, onde ж encontrada em vegetaусo de canga e em margens de lago. Apresenta AOO de 4 km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, considerando a atividade mineradora como principal ameaуa e responsрvel pelo declьnio da AOO e da qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20skinneri%20var.%20carajarum","AmazЗnia"],
    [2060,"FABACEAE","Mimosa suburbana","Barneby","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie descrita recentemente. Apresenta EOO e AOO restritas (EOO=17,54 km▓, AOO =16 km▓). Alжm disso, estudos apontaram baixa abundРncia de indivьduos. A regiсo em que ocorre apresenta Cerrado extremamente degradado e fragmentado, com declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat. M. suburbana se desenvolve na regiсo satжlite de Brasьlia, рrea fortemente antropizada e, por isso, foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Recomendam-se estudos mais aprofundados sobre a espжcie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20suburbana","Cerrado"],
    [2061,"FABACEAE","Mimosa thomista","Barneby","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa thomista ж endЖmica dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Apresenta EOO de 2.468,12 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando a atividade mineradora como principal ameaуa, uma vez que ж responsрvel pelo declьnio constante da qualidade do hрbitat.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20thomista","Cerrado"],
    [2062,"FABACEAE","Mimosa uniceps","Barneby","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa uniceps apresenta distribuiусo restrita, sua EOO ж estimada em 533,38 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sua regiсo de ocorrЖncia foi intensamente desmatada e esta ameaуa ainda incide no local, apesar dos esforуos de controle implementados na regiсo. Alжm disso, a espжcie foi coletada apenas uma vez hр 40 anos, nсo tendo sido encontrada novamente, apesar do esforуo de coleta realizado na рrea da coleta tipo.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20uniceps","Cerrado"],
    [2063,"FABACEAE","Mimosa urticaria","Barneby","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Mimosa urticaria ж endЖmica do Estado do Paranр. Apresenta EOO estimada em 555,99 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Foi coletada, principalmente, no municьpio de Ortigueira, onde remanescem apenas 20.232 ha de cobertura vegetal original. Apesar da carЖncia de dados sobre a espжcie, ж possьvel estimar que esteja sofrendo perda da рrea e qualidade do hрbitat, decorrente do histзrico de desmatamento da regiсo. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20urticaria","Mata AtlРntica"],
    [2064,"FABACEAE","Mimosa verrucosa","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nсo apresenta ameaуa pontual ou uso de carрter exploratзrio.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mimosa%20verrucosa","Caatinga, Cerrado"],
    [2065,"FABACEAE","Moldenhawera papillanthera","L.P.Queiroz et al.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Moldenhawera papillanthera, apesar de ter uma subpopulaусo significantemente preservada, ж apontada como rara, e sua madeira apresenta valor comercial. Alжm disso, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando o uso comercial e as queimadas ocorrentes na regiсo como ameaуas potenciais.","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Moldenhawera%20papillanthera","Mata AtlРntica"],
    [2066,"FABACEAE","Myrocarpus frondosus","Allemсo","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos, do Rio Grande do Sul atж a Bahia. No entanto, apresenta potencial valor econЗmico devido a seu зleo essencial que possui propriedades medicinais e a madeira que possui valor de mercado e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prрtica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrocarpus%20frondosus","Mata AtlРntica"],
    [2067,"FABACEAE","Myroxylon peruiferum","L.f.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valor madereiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prрtica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myroxylon%20peruiferum","Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [2068,"FABACEAE","Mysanthus uleanus","(Harms) G.P.Lewis & A.Delgado","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mysanthus%20uleanus","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2069,"FABACEAE","Neptunia pubescens","Benth.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Neptunia pubescens, apesar de amplamente distribuьda nas Amжricas, no Brasil apresenta EOO estimado de 6.425,04 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando o declьnio da qualidade do hрbitat decorrente de atividades agropecuрrias nas regiшes de ocorrЖncia da espжcie. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neptunia%20pubescens","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2070,"FABACEAE","Peltogyne confertiflora","(Mart. ex Hayne) Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peltogyne%20confertiflora","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Lima, 2010)."],
    [2071,"FABACEAE","Peltogyne maranhensis","Huber ex Ducke","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Peltogyne maranhensis, popularmente conhecida como \"pau-roxo\", ж amplamente utilizada na fabricaусo de instrumentos musicais, e estudos cientьficos sugerem baixa densidade da espжcie. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa dentro e fora de unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de sua exploraусo ter sido liberada em alguns planos de manejo, os indivьduos localizados fora de unidades de conservaусo ficam suscetьveis Я retirada descontrolada, o que pode transferir a espжcie para uma categoria de ameaуa mais alta em um futuro prзximo, caso essa atividade nсo seja rigorosamente controlada.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peltogyne%20maranhensis","AmazЗnia"],
    [2072,"FABACEAE","Phanera grazielae","(Vaz) Vaz","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie. A espжcie ж uma liana que floresce no alto de рrvores, dificultando a coleta de material fжrtil e identificaусo. Faz-se necessрrio o direcionamento de pesquisas para a espжcie afim de possibilitar uma avaliaусo de risco consistente.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20grazielae","Mata AtlРntica"],
    [2073,"FABACEAE","Phanera microstachya","(Raddi) L.P.Queiroz","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20microstachya","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2074,"FABACEAE","Phanera smilacina","(Schott) Vaz","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phanera%20smilacina","Mata AtlРntica"],
    [2075,"FABACEAE","Piptadenia gonoacantha","(Mart.) J.F.Macbr.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptadenia%20gonoacantha","Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [2076,"FABACEAE","Plathymenia reticulata","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valor madeireiro (madeira prзpria para marcenaria e acabamentos internos em construусo civil) e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prрtica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plathymenia%20reticulata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2077,"FABACEAE","Poecilanthe parviflora","Benth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poecilanthe%20parviflora","Mata AtlРntica"],
    [2078,"FABACEAE","Poiretia angustifolia","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poiretia%20angustifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2079,"FABACEAE","Pomaria stipularis","(Vogel) B.B.Simpson & G.P.Lewis","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж distribuida amplamente, no entanto ocorre em рreas fortemente antropizadas e possui menos de 10 situaушes de ameaуa e por isso, maiores estudos sobre o estado de conservaусo da espжcie devem ser realizados.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pomaria%20stipularis","Mata AtlРntica"],
    [2080,"FABACEAE","Pterocarpus santalinoides","L Hжr. ex DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterocarpus%20santalinoides","AmazЗnia"],
    [2081,"FABACEAE","Pterogyne nitens","Tul.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterogyne%20nitens","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2082,"FABACEAE","Rhynchosia leucophylla","Benth.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo, nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosia%20leucophylla","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2083,"FABACEAE","Rhynchosia reticulata","(Sw.) DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosia%20reticulata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2084,"FABACEAE","Sellocharis paradoxa","Taub.","VU","A2ce","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Estado do Rio Grande do Sul. Apesar de terem sido registradas trЖs subpopulaушes, duas delas nсo sсo mais encontradas. Sua regiсo de ocorrЖncia tem atividade de pastoreio intensa e introduусo de espжcies exзticas como Pinus sp. Portanto, ж possьvel suspeitar que, pelo menos 30% da populaусo da espжcie tenham sido eliminados, devido ao declьnio da рrea e da qualidade do hрbitat. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sellocharis%20paradoxa","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2085,"FABACEAE","Senegalia kallunkiae","(J.W.Grimes & Barneby) Seigler & Ebinger","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi considerada como prioritрria para a conservaусo na Caatinga com importРncia biolзgica alta. Alжm disso, ж pouco representada em herbрrios. Foi considerada \"Quase ameaуada\" (NT) por sua distribuiусo (228.702 km▓), que apesar de relativamente ampla, abrange a рreas degradadas podendo configurar um quadro de vulnerabilidade caso essas рreas nсo sejam protegidas. Portanto recomenda-se o monitoramento e estudos mais aprofundados sobre as subpopulaушes da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senegalia%20kallunkiae","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2086,"FABACEAE","Senegalia parviceps","(Speg.) Seigler & Ebinger","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta divergЖncias taxonЗmicas, portanto ж necessрrio o direcionamento de estudos mais aprofundados sobre a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senegalia%20parviceps","Mata AtlРntica"],
    [2087,"FABACEAE","Senna angulata","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senna%20angulata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2088,"FABACEAE","Senna paradictyon","(Vogel) H.S.Irwin & Barneby","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senna%20paradictyon","Cerrado, Pantanal"],
    [2089,"FABACEAE","Stryphnodendron adstringens","(Mart.) Coville","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da indicaусo do uso, a espжcie nсo apresenta valor econЗmico em grande escala, ж de ampla distribuiусo e ocorre em diferentes fitofisionomias. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stryphnodendron%20adstringens","Caatinga, Cerrado"],
    [2090,"FABACEAE","Stylosanthes nunoi","Brandсo","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda, no entanto, nсo hр informaушes suficientes que possibilitem a categorizaусo do risco de extinусo. Recomenda-se estudos populacionais e de ameaуas sobre a espжcie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stylosanthes%20nunoi","Cerrado"],
    [2091,"FABACEAE","Swartzia acutifolia","Vogel","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valor madeireiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prрtica. Alжm disso estр sujeita a uma sжrie de ameaуas e por isso deve ser monitorada.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20acutifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2092,"FABACEAE","Swartzia flaemingii","Raddi","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valor madeireiro (produусo de energia, especialmente carvсo e lenha)  e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deve ser colocada em prрtica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20flaemingii","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2093,"FABACEAE","Swartzia glazioviana","(Taub.) Glaz.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Swartzia glazioviana era considerada endЖmica do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro, atж ser coletada no municьpio de Valenуa (RJ). Apresenta EOO restrita, estimada em 8.588,30 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As рreas em que a espжcie ocorre estсo ameaуadas principalmente pela expansсo imobiliрria e hр degradaусo intensa de seus hрbitats. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20glazioviana","Mata AtlРntica"],
    [2094,"FABACEAE","Swartzia linharensis","Mansano","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Swartzia linharensis ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo. Estр sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa, considerando a presenуa e ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). A vegetaусo do Estado foi severamente desmatada, e dela restam hoje poucos fragmentos, dificultando a sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Deve ser monitorada, e pesquisas populacionais precisam ser conduzidas para verificar a estabilidade populacional e o estado de conservaусo das subpopulaушes encontradas fora de unidades de conservaусo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20linharensis","Mata AtlРntica"],
    [2095,"FABACEAE","Swartzia pickelii","Killip ex Ducke","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valormadeireiro e do fruto, potencial recurso para desenvolvimento da economia local. Por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prрtica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20pickelii","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2096,"FABACEAE","Swartzia simplex","(Sw.) Spreng.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swartzia%20simplex","Mata AtlРntica"],
    [2097,"FABACEAE","Tachigali beaurepairei","(Harms) L.G.Silva & H.C.Lima","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Tachigali beaurepairei ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 3.429,09 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa, considerando o declьnio da qualidade do hрbitat decorrente do desmatamento ocorrido no passado. Atualmente, a anрlise das ocorrЖncias sugere que subpopulaушes estрveis estejam preservadas em grandes рreas contьnuas da encosta atlРntica. Portanto, a espжcie deve ser monitorada a fim de concluir se as subpopulaушes estсo realmente estрveis e fora de risco de extinусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20beaurepairei","Mata AtlРntica"],
    [2098,"FABACEAE","Tachigali densiflora","(Benth.) L.G.Silva & H.C.Lima","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos. No entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prрtica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20densiflora","Mata AtlРntica"],
    [2099,"FABACEAE","Tachigali denudata","(Vogel) Oliveira-Filho","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de comum, a espжcie possui alto potencial madeireiro, sendo empregada na indЩstria moveleira, carpintaria e construусo civil. Portanto deve ser monitorada, pois caso haja reduусo populacional de pelo menos 30%, proveniente do extrativismo a espжcie estarр \"Vulnerрvel\" (VU) a extinусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20denudata","Mata AtlРntica"],
    [2100,"FABACEAE","Tachigali hypoleuca","(Benth.) Zarucchi & Herend.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e apresenta ampla distribuiусo. No entanto faz-se necessрrio uma coleta de dados maior sobre a espжcie para uma avaliaусo de risco consistente.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20hypoleuca","AmazЗnia"],
    [2101,"FABACEAE","Tachigali pilgeriana","(Harms) Oliveira-Filho","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui distribuiусo mжdia e mais de 10 situaушes de ameaуa. No entanto, sua ocorrЖncia em рreas degradadas poderр causar declьnio de habitat ou populacional em futuro prзximo, diminuindo o nЩmero de situaушes de ameaуa para menos de 10, caso as ameaуas nсo sejam controladas, transferindo a espжcie para a categoria \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20pilgeriana","Mata AtlРntica"],
    [2102,"FABACEAE","Tachigali rugosa","(Mart. ex Benth.) Zarucchi & Pipoly","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж de ampla distribuiусo e estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Porжm, o fato da espжcie ser usada pela indЩstria madeireira pode vir a configurar uma ameaуa caso o manejo da espжcie e o monitoramento nсo estejam sendo feito de maneira eficaz. Alжm disso, a espжcie nсo foi reencontrada no local de sua coleta tipo e ocorre em Mata AtlРntica, onde a perda de habitat ao longo de anos, reduziu diversas populaушes de plantas nativas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tachigali%20rugosa","Mata AtlРntica"],
    [2103,"FABACEAE","Tephrosia sessiliflora","(Poir.) Hassl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=1.318.403,5 km▓) e ocorre em diferentes fitofisionomias e unidades de conservaусo (SNUC). Nсo estр em ameaуada de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tephrosia%20sessiliflora","AmazЗnia, Pantanal, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2104,"FABACEAE","Trifolium argentinense","Speg.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trifolium%20argentinense","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2105,"FABACEAE","Vicia pampicola","Burkart","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Vicia pampicola ж endЖmica dos Campos ┌midos do Estado do Rio grande do Sul, onde foi considerada \"Extinta\". De fato ж uma espжcie rara, apresenta AOO inferior a 10 km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, considerando as transformaушes histзricas na sua regiсo de ocorrЖncia, que causaram reduусo do hрbitat, e a consequente diminuiусo de suas subpopulaушes, alжm da introduусo de espжcies exзticas invasoras. Esforуos para recoletр-la jр foram feitos, sem Жxito.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vicia%20pampicola","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2106,"FABACEAE","Vicia tephrosoides","Vogel","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vicia%20tephrosoides","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2107,"FABACEAE","Vigna firmula","(Mart. ex Benth.) Marжchal et al.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vigna%20firmula","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2108,"FABACEAE","Vouacapoua americana","Aubl.","EN","A2cd","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Vouacpoua americana tem crescimento lento, potencial valor econЗmico e ocorre em subpopulaушes reduzidas nos Estados do Amapр, Parр, Amazonas e Maranhсo. Sua madeira ж muito utilizada na construусo civil e naval. Apesar da legalizaусo da extraусo, considerando dados de porte, estima-se a supressсo de 37.826 indivьduos de grande porte ou 282.747 ind. de porte mediano, no perьodo de 2006 a 2011. Alжm disso, a espжcie ocorre em рreas que sofrem forte antropizaусo, onde o declьnio da qualidade do hрbitat ж constante. Estima-se que o tempo de geraусo seja de 90 anos, no mьnimo. Portanto, ж possьvel suspeitar que tenha havido uma reduусo populacional de pelo menos 50% nos Щltimos 90 anos. Recomendam-se estudos populacionais e genжticos e maior fiscalizaусo da retirada da espжcie na natureza.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vouacapoua%20americana","AmazЗnia"],
    [2109,"FABACEAE","Zollernia glabra","(Spreng.) Yakovlev","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20glabra","Mata AtlРntica"],
    [2110,"FABACEAE","Zollernia magnifica","A.M.Carvalho & Barneby","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Zollernia magnifica ж endЖmica da Floresta Pluvial e de Tabuleiros do Estado da Bahia e, possivelmente, do Espirito Santo. Apresenta EOO inferior a 20.000 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. Suas regiшes de ocorrЖncia sofreram intenso desmatamento decorrente da implantaусo de atividades agrьcolas e do corte de рrvores de potencial econЗmico, o que fragmentou e interferiu na dinРmica populacional da espжcie. Faz-se necessрrio o investimento em coletas direcionadas a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20magnifica","Mata AtlРntica"],
    [2111,"FABACEAE","Zollernia modesta","A.M.Carvalho & Barneby","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de distribuiусo mжdia (EOO=25.301,26 km▓) e com menos de 10 situaушes de ameaуa considerando atividades agrьcolas e pecuрria presentes na regiсo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zollernia%20modesta","Mata AtlРntica"],
    [2112,"FABACEAE","Zornia acauensis","M.B.Ferreira & Sousa Costa","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zornia%20acauensis",""],
    [2113,"FABACEAE","Zornia mitziana","Sousa Costa","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zornia%20mitziana","Cerrado"],
    [2114,"FABACEAE","Zygia racemosa","(Ducke) Barneby & J.W.Grimes","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, no entanto, apresenta valormadereiro e por isso, uma legislaусo regulando sua retirada da natureza deveser colocada em prрtica.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygia%20racemosa","AmazЗnia"],
    [2115,"FISSIDENTACEAE","Fissidens elegans","Brid.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fissidens%20elegans","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [2116,"FRULLANIACEAE","Frullania beyrichiana","(Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Frullania%20beyrichiana","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2117,"GELSEMIACEAE","Mostuea muricata","Sobral & Lc.Rossi","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Mostuea muricata ж um arbusto com ocorrЖncia no bioma Cerrado e, possivelmente, Mata AtlРntica. Tem distribuiусo disjunta, com quatro subpopulaушes conhecidas no Estado de Sсo Paulo e, provavelmente, uma no Mato Grosso. Em ambos os Estados hр intensa atividade agrьcola, com culturas variadas e bem sucedidas (dependendo da regiсo). Assim, sсo conhecidas cinco situaушes de ameaуa que podem elevar a espжcie para a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR), se nсo forem cessadas.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mostuea%20muricata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2118,"GENTIANACEAE","Curtia tenuifolia","(Aubl.) Knobl.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda no Brasil em diferentes fitofisionomias. Tambжm ocorre em outros paьses e nсo apresenta uso. Portanto a espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Curtia%20tenuifolia","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2119,"GENTIANACEAE","Prepusa hookeriana","Gardner","EN","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Prepusa hookeriana ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro e ocorre exclusivamente em Campos de Altitude. Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa para a espжcie, que ocupa uma рrea (AOO) estimada em 44 km▓. Os Campos de Altitude da Mata AtlРntica sofrem os efeitos de atividades antrзpicas, que facilitam a entrada de espжcies invasoras. Alжm disso, o fogo ж uma ameaуa constante que, somada a outras ameaуas, causa o declьnio em EOO, AOO e da qualidade do hрbitat da espжcie. Portanto, P. hookeriana foi considerada \"Em perigo\" (EN), e o monitoramento de suas subpopulaушes faz-se necessрrio.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prepusa%20hookeriana","Mata AtlРntica"],
    [2120,"GENTIANACEAE","Prepusa viridiflora","Brade","EN","B1ab(iii)","Gustavo Martinelli","Miguel d'Avila de Moraes","Prepusa viridiflora apresenta EOO estimada em 853,75 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apesar de estar presente em duas unidades de conservaусo estaduais, estas nсo dispшem de estrutura que garanta a conservaусo efetiva da espжcie. IncЖndios ocasionais e a destruiусo do entorno dos afloramentos ou Inselbergs onde ocorre resultam em um declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Prepusa%20viridiflora","Mata AtlРntica"],
    [2121,"GENTIANACEAE","Schultesia aptera","Cham.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж considerada comum e tem ampla distribuiусo. No entanto ж necessario o monitoramento da espжcie uma vez que, apesar de frequentemente encontradas nos locais de ocorrЖncia, as subpopulaушes sсo pequenas e hр incidЖncia de ameуas sobre a espжcie.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schultesia%20aptera","Cerrado"],
    [2122,"GENTIANACEAE","Schultesia guianensis","(Aubl.) Malme","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e ocorre em diferentes fitofisionomias. Tambжm foi apontada como espжcie invasora no Estado de Pernambuco (Andrade-Lima, 1967) e considerada muito venenosa (Schwacke, 1878, etiq. herb R). ╔ citada por populares como tзxica para o gado. A espжcie nсo estр sob risco de extinусo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schultesia%20guianensis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [2123,"GENTIANACEAE","Senaea coerulea","Taub.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii),C2a(i)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Senaea coerulea ж endЖmica do Estado de Minas Gerais, e tem trЖs subpopulaушes esparsas, distribuьdas em um pequeno trecho da Cadeia do Espinhaуo. Ocorre, principalmente, em Campos Rupestres de Cerrado, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando o fogo e a pressсo antrзpica como principais ameaуas Я espжcie. Suspeita-se que, em virtude das ameaуas, a EOO e AOO da espжcie estejam em declьnio constante, assim como a qualidade do seu hрbitat. Alжm disso, estima-se que a populaусo total da espжcie nсo some mais que 2.500 indivьduos.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senaea%20coerulea","Cerrado"],
    [2124,"GENTIANACEAE","Senaea janeirensis","Brade","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Senaea janeirensis ж considerada rara, endЖmica das рreas montanhosas dos Estados do Rio de Janeiro e, possivelmente, Espьrito Santo. Apresenta EOO e AOO restritos (EOO=403,83 km▓, AOO=8 km▓), e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Os Campos de Altitude da Mata AtlРntica, local onde ocorre S. janeirensis, sofrem com as atividades antrзpicas realizadas em seu entorno e interior. Alжm disso, a presenуa do fogo nas regiшes de coleta da espжcie ж constante. Portanto, hр declьnio na sua EOO, AOO e na qualidade do hрbitat. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento das subpopulaушes coletadas.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Senaea%20janeirensis","Mata AtlРntica"],
    [2125,"GENTIANACEAE","Tetrapollinia caerulescens","(Aubl.) Maguire & B.M.Boom","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre amplamente distribuьda nos Neotrзpicos e no Brasil, ж encontrada na Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapollinia%20caerulescens","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2126,"GENTIANACEAE","Voyria aphylla","(Jacq.) Pers.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda no Brasil e e nсo ж endЖmica. No entanto, nсo hр informaушes populacionais sobre a espжcie e por isso, recomenda-se pesquisas voltadas a coleta de dados sobre a espжcie.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Voyria%20aphylla","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2127,"GENTIANACEAE","Zygostigma australe","(Cham. & Schltdl.) Griseb.","EN","B2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, Zygostigma australe ocorre nos Estados do Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Sсo Paulo. Apesar da ampla distribuiусo, a espжcie cresce em hрbitats fragmentados, sendo restrita aos Campos de Altitude, Яs formaушes campestres e aos campos secos e Щmidos. Sua AOO ж estimada em 76 km▓. A ocorrЖncia da espжcie se dр dentro do bioma Mata AtlРntica, que sofre constante pressсo antrзpica. Portanto, estima-se que a espжcie tenha sofrido um declьnio constante da рrea e qualidade do hрbitat. Alжm disso, Z. australe tem ciclo de vida curto e tempo de geraусo estimado em dois anos, que, associados Я raridade apontada por especialistas e Я degradaусo do hрbitat, configuram um cenрrio de ameaуa a sua sobrevivЖncia. Recomendam-se estudos populacionais e monitoramento das populaушes existentes.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostigma%20australe","Mata AtlРntica"],
    [2128,"GEOCALYCACEAE","Leptoscyphus gibbosus","(Taylor) Mitt.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptoscyphus%20gibbosus","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2129,"GESNERIACEAE","Anetanthus gracilis","Hiern","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora aespжcie pareуa ser de distribuiусo restrita, sendo conhecida apenas para trЖs localidades e dentro destas em habitats bem especьficos, os dados disponьveisnсo permitem qualificр-la em nenhuma das categorias de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anetanthus%20gracilis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2130,"GESNERIACEAE","Besleria meridionalis","C.V.Morton","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie endЖmica, coletada uma vez no sжculo XIX e outra mais recentemente. Possivelmente em risco de extinусo, porжm os dados disponьveis nсo permitem uma avaliaусo.","2011-11-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Besleria%20meridionalis","Mata AtlРntica"],
    [2131,"GESNERIACEAE","Besleria umbrosa","Mart.","VU","B1ab(i,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Besleria umbrosa tem EOO estimada em 18.571,43 km▓, e estр sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. Ocorre nos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Minas Gerais. Por sua рrea de ocorrЖncia estar prзxima a centros urbanos, suspeita-se que a espжcie esteja suscetьvel Яs consequЖncias da perda da рrea e da qualidade do hрbitat.","2011-11-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Besleria%20umbrosa","Mata AtlРntica"],
    [2132,"GESNERIACEAE","Codonanthe carnosa","(Gardner) Hanst.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Codonanthe carnosa tem EOO menor que 20.000 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa ou ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Suscetьvel Яs consequЖncias da intensa atividade antrзpica em sua рrea de ocorrЖncia, encontra-se sob a influЖncia do declьnio da рrea e da qualidade do hрbitat. Foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20carnosa","Mata AtlРntica"],
    [2133,"GESNERIACEAE","Codonanthe devosiana","Lem.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie ж de ampla distribuiусo e estр protegida em diferentes unidades de conservaусo (SNUC) em todas as unidades da federaусo onde ж encontrada. Fora das unidades de conservaусo os locais estсo sujeitos a perda na qualidade e quantidade de habitat pela constante destruiусo e alteraушes pelo homem. Assim ж plausьvel inferir, considerando o nЩmero atual de unidades de conservaусo onde a espжcie ж encontrada, que a mesma estр conseguindo manter subpopulaушes estрveis.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20devosiana","Mata AtlРntica"],
    [2134,"GESNERIACEAE","Codonanthe gracilis","(Mart.) Hanst.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie ж de ampla distribuiусo na Floresta AtlРntica e formaушes de Restinga, estando presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC) nestas duas formaушes em diferentes unidades federativas (Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina). Estas caracterьsticas indicam uma tendЖncia a estabilidade das subpopulaушes da espжcie. No entanto para o Estado da Bahia onde sua ocorrЖncia ж menos conhecida nсo existem registros para unidades de conservaусo indicando a necessidade de aушes para garantir a manutenусo das subpopulaушes da espжcie no Estado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20gracilis","Mata AtlРntica"],
    [2135,"GESNERIACEAE","Codonanthe uleana","Fritsch","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, porжm protegida em unidades de conservaусo (SNUC) somente nos Estados do Acre, Parр (uma unidade em cada um) e na Bahia (duas unidades). Assim a espжcie necessita com urgЖncia de aушes de conservaусo nos demais Estados onde ж encontrada, como forma de manutenусo de suas subpopulaушes. Os dados disponьveis nсo permitem sugerir sobre uma possьvel estabilidade da populaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20uleana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2136,"GESNERIACEAE","Codonanthe venosa","Chautems","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Codonanthe venosa tem distribuiусo bastante restrita (EOO=33,678 km▓, AOO=12 km▓). Pelo fato de os locais de coleta serem bastante prзximos, considera-se que a espжcie esteja sujeita a somente uma situaусo de ameaуa. No entanto, os comentрrios do especialista indicam a existЖncia de outros registros no Estado do Rio de Janeiro, o que permite suspeitar que a AOO da espжcie nсo ultrapasse 20 km▓. Por ter distribuiусo restrita e estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, C. venosa pode ser considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Sugerem-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais, que poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonanthe%20venosa","Mata AtlРntica"],
    [2137,"GESNERIACEAE","Columnea sanguinea","(Pers.) Hanst.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, porжm efetivamente protegida, isto ж, dentro de unidades de conservaусo (SNUC) nos Estados do Acre e Espьrito Santo. Em Pernambuco e na Bahia em unidades particulares, estas caracterьsticas apontam a necessidade de medidas para proteусo da espжcie embora atж o momento nсo classificada como ameaуada. Existe uma discordРncia entre o mapa de EOO e a distribuiусo da espжcie, o que aumentarр a EOO.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Columnea%20sanguinea","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Cerrado"],
    [2138,"GESNERIACEAE","Drymonia serrulata","(Poepp.) Wiehler","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla de distribuiусo ocorrendo em diferentes fitofisionomias, porжm a manutenусo de suas subpopulaушes estр efetivamente assegurada somente para trЖs localidades, representadas por unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drymonia%20serrulata","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2139,"GESNERIACEAE","Goyazia petraea","(S.M.Phillips) Wiehler","EN","B2ab(i,iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Goyazia petraea apresenta AOO de 24 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa ou ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Porжm, o fato da espжcie ocorrer em duas unidades de conservaусo nсo garante a manutenусo de sua populaусo, considerando a baixa densidade nessas localidades. Assim, pode-se inferir que eventos estocрsticos representem alta probabilidade de riscos com consequЖncias severas para as subpopulaушes da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Goyazia%20petraea","Cerrado"],
    [2140,"GESNERIACEAE","Mandirola ichthyostoma","(Gardner) Seem. ex Hanst.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espжcie tenha uma ampla EOO, estimada em 977.496,1 km▓ os dados disponьveis nсo permitem uma avaliaусo adequada do risco ou nсo de extinусo da espжcie. Algumas regiшes onde a espжcie ocorre representam expansсo da fronteira agrьcola. Assim ж necessрrio maiores informaушes especialmente em distribuiусo e abundРncia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mandirola%20ichthyostoma","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2141,"GESNERIACEAE","Napeanthus primulifolius","(Raddi) Sandwith","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC) em sua EOO, a exceусo do Estado de Santa Catarina. Considerando o nЩmero de unidades de conservaусo em que a espжcie ж observada, ж plausьvel sugerir que o tamanho da populaусo estр estрvel.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Napeanthus%20primulifolius","Mata AtlРntica"],
    [2142,"GESNERIACEAE","Nematanthus crassifolius","(Schott) Wiehler","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espжcie seja de distribuiусo restrita, ocorrendo apenas na regiсo Sudeste, a mesma se encontra resguardada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Estas informaушes nсo qualificam a espжcie para nenhuma das categorias e nos permite inferir que para aquelas subpopulaушes localizadas em unidades de conservaусo a estabilidade destas estр sendo mantida.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20crassifolius","Mata AtlРntica"],
    [2143,"GESNERIACEAE","Nematanthus fornix","(Vell.) Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Espжcie de distribuiусo restrita porжm a maioria das coletas, atж o momento, foram obtidas em unidades de conservaусo (SNUC). Esta informaусo, a despeito das transformaушes e impactos impostos ao ecossistema onde a espжcie ocorre, nсo qualificam a espжcie nas categorias de ameaуa. Porжm esforуos devem ser direcionados para aumentar a cobertura, em termos de unidades de conservaусo para o Estado do Espьrito Santo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20fornix","Mata AtlРntica"],
    [2144,"GESNERIACEAE","Nematanthus hirtellus","(Schott) Wiehler","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, com EOO de 44.886,5 km▓ e ocorrЖncia apenas para os Estados do Espьrito Santo e do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro a espжcie e suas subpopulaушes estсo sendo, em sua maioria, resguardadas em unidades de conservaусo (SNUC), porжm no Espьrito Santo aушes devem ser promovidas para assegurar a perpetuaусo da espжcie. Neste Estado existem informaушes da presenуa da espжcie em cinco localidades e destas somente uma ж unidade de conservaусo (SNUC), fora da unidade de conservaусo a espжcie estр sujeita aos impactos decorrentes da presenуa humana (pecuрria, agricultura, desmatamento). Portanto os dados disponьveis sugerem condiушes desfavorрveis a sua permanЖncia com possibilidades ameaуa no futuro pelo declьnio em sua EOO, no nЩmero de situaушes de ameaуas e na qualidade de habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20hirtellus","Mata AtlРntica"],
    [2145,"GESNERIACEAE","Nematanthus lanceolatus","(Poir.) Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mжdia com EOO de 178.407,2 km▓. A espжcie habita diferentes fitofisionomias em sua рrea de ocorrЖncia e ж encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). Porжm para o Estado de Minas Gerais, onde sua distribuiусo parece ser mais ampla, existem lacunas de proteусo para a espжcie com informaушes de ameaуas. Enquanto para os outros Estados podemos inferir uma estabilidade para as subpopulaушes da espжcie o mesmo nсo pode ser dito para o Estado de Minas Gerais.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20lanceolatus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2146,"GESNERIACEAE","Nematanthus monanthos","(Vell.) Chautems","EN","B1ab(i,iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo muito restrita (EOO=1.166,30 km▓), e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em duas unidades de conservaусo (SNUC), e ж cultivada dentro e fora do paьs por seu uso ornamental, o que, contudo, nсo diminui os riscos Яs subpopulaушes naturais da espжcie. As transformaушes impostas pela presenуa humana (desmatamento e expansсo urbana) nas suas рreas de ocorrЖncia, representam riscos a sua permanЖncia e declьnio em sua EOO, AOO e na qualidade do hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20monanthos","Mata AtlРntica"],
    [2147,"GESNERIACEAE","Nematanthus sericeus","(Hanst.) Chautems","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo ampla com EOO estimada em 107.648,6 km▓, e ocorrendo em 12 localidades. Destas, seis constituem unidades deconservaусo (SNUC). Sujeita a mais de 10 situaушes de ameaуa. Nas localidades deocorrЖncia da espжcie, fora de unidades de conservaусo, a ocupaусohumana e o desmatamento para uso agrьcola constituem potenciais ameaуas Я qualidade e diminuiусo do habitat da espжcie. Caso as ameaуas incidentes nсosejam controladas ou revertidas, a espжcie poderр tornar-se ameaуada em umfuturo prзximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20sericeus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2148,"GESNERIACEAE","Nematanthus strigillosus","(Mart.) H.E.Moore","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mжdia com EOO de 87.873,97 km▓, conhecida atж o momento em 14 localidades, sendo 13 no Estado de Minas Gerais e uma em Sсo Paulo. Existe registro de ocorrЖncia em outra localidade em Sсo Paulo, porжm nunca mais reencontrada. Em Minas Gerais ocorre principalmente em regiшes de Campo Rupestre onde a atividade da mineraусo ж uma ameaуa. Presente em duas unidades de conservaусo (SNUC) situadas uma em cada um dos Estado de ocorrЖncia da espжcie. Estas caracterьsticas nсo permitem categorizar a espжcie em qualquer uma das categorias de ameaуa, porжm a colocam com alta propensсo de transferЖncia para uma categoria de ameaуa em um futuro prзximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20strigillosus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2149,"GESNERIACEAE","Nematanthus tessmannii","(Hoehne) Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mжdia com EOO de 153.071,3 km▓. A espжcie ж bem distribuьda nos Estados de Santa Catarina e Paranр e em menor extensсo no Estado de Sсo Paulo. Nestes Estados a espжcie estр presente em unidades de conservaусo (SNUC). Para o Estado do Rio de Janeiro existe apenas a citaусo de uma localidade. Para o Rio Grande do Sul falta colocar o dado mencionado pelo especialista. Portanto os dados sugerem aушes pontuais no Estado do Rio de Janeiro, inicialmente sobre EOO e nos permitem inferir uma possьvel estabilidade da populaусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nematanthus%20tessmannii","Mata AtlРntica"],
    [2150,"GESNERIACEAE","Paliavana tenuiflora","Mansf.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mжdia com EOO de 397.865,3 km▓. De acordo com o especialista a espжcie ж mais frequente nos Campos Rupestres da Bahia, Paraьba e Pernambuco e bem menos frequente em Minas Gerais e Espьrito Santo. A espжcie estр presente em algumas unidades de conservaусo (SNUC) nestes Estados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paliavana%20tenuiflora","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2151,"GESNERIACEAE","Paliavana werdermannii","Mansf.","VU","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Paliavana werdermannii tem distribuiусo restrita Я regiсo norte da Cadeia do Espinhaуo, nos Estados da Bahia e Minas Gerais, sendo encontrada nos Campos Rupestres. Apresenta EOO de 16.612,63 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Atividades de turismo ecolзgico e constantes incЖndios comprometem a рrea e a qualidade dos hрbitats de ocorrЖncia da espжcie. Assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paliavana%20werdermannii","Cerrado, Caatinga"],
    [2152,"GESNERIACEAE","Seemannia sylvatica","(Kunth) Hanst.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo (EOO=622.071,72 km▓), porжm comAOO estimada em apenas 40 km▓, o que justifica sua restriусo deocorrЖncia a рreas prзximas a beira de rios, riachos ou cachoeiras. Suassubpopulaушes estсo sujeitas a eventos estocрsticos, como por exemplo aocorrЖncia de cabeуas d?рgua que alteram a vegetaусo associada Яs margens derios. O monitoramento da ocorrЖncia desse evento ж necessрrio a fim de evitarque a espжcie configure em categoria de ameaуa em um futuro prзximo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seemannia%20sylvatica","Cerrado"],
    [2153,"GESNERIACEAE","Sinningia aghensis","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia aghensis ocorre em afloramentos rochosos no sudeste do Estado do Espьrito Santo. Apresenta EOO de 5.877,90 km▓ e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. A regiсo, originalmente de Mata AtlРntica, vЖm sofrendo severa degradaусo devido Я implementaусo de pastagens e ao plantio de cafж e Eucaliptus, que resultam no declьnio contьnuo da рrea e qualidade do hрbitat de ocorrЖncia da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20aghensis","Mata AtlРntica"],
    [2154,"GESNERIACEAE","Sinningia araneosa","Chautems","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia araneosa ж restrita ao nordeste do Estado de Sсo Paulo. A Щnica localidade citada ж o Morro do Forno, municьpio de Altinзpolis, onde ocorre em afloramentos rochosos e ж considerada abundante. Pela limitada AOO (8 km▓), e por estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU). Recomendam-se mais estudos sobre sua distribuiусo e populaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20araneosa","Cerrado"],
    [2155,"GESNERIACEAE","Sinningia barbata","(Nees & Mart.) G.Nicholson","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mжdia com EOO de 365.859,8 km▓. A espжcie nсo reЩne requisitos que a qualifiquem para qualquer dos critжrios de ameaуa ou mesmo \"Quase ameaуada\" (NT). Ocorre em maior frequЖncia no Estado da Bahia onde pode ser encontrada dentro de unidades de conservaусo (SNUC). Nos demais Estados onde a espжcie ocorre, Alagoas, Pernambuco, Espьrito Santo e Minas Gerais, sua frequЖncia ж baixa com indicaусo de no mрximo quatro localidades para o Espьrito Santo. Para estes Estados nсo existe indicaусo de ocorrЖncia em рrea de preservaусo. Embora existam indicativos de possьveis problemas para algumas subpopulaушes naturais a distribuiусo de ocorrЖncia da espжcie assegura sua categorizaусo como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20barbata","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2156,"GESNERIACEAE","Sinningia brasiliensis","(Regel & Schmidt) Wiehler & Chautems","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie com EOO de 478.868,3 km▓. Nos Estados da Bahia e do Espirito Santo a espжcie ж observada em unidades de conservaусo (SNUC), o mesmo nсo ж verdadeiro para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. A situaусo das subpopulaушes naturais de S. brasiliensis parece bastante critica no Estado do Rio de Janeiro onde ж conhecida apenas para uma localidade dentro de uma fazenda. A espжcie ж cultivada. Embora dentro de sua EOO, a espжcie apresente situaушes de risco, a totalidade das informaушes nсo qualificam a espжcie para nenhum critжrio de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20brasiliensis","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2157,"GESNERIACEAE","Sinningia canescens","(Mart.) Wiehler","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж bastante freqЧenteno litoral do Paranр, segundo o especialista. Nos registros de Herbрrioverificamos sua ocorrЖncia em cerca de 11 diferentes localidades no Paranр e em Sсo Paulo. Embora a espжcieseja encontrada em duas  unidades de conservaусo (SNUC) no Estado do Paranр, assim como, emcultivo ex situ, devido ao valor baixo do EOO (252.690,4 km▓), prзximo ao limiar devulnerabilidade, sugerimos mais estudos sobre o tрxon e possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20canescens","Mata AtlРntica"],
    [2158,"GESNERIACEAE","Sinningia carangolensis","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia carangolensis apresenta uma EOO de 1.671,88 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. ╔ restrita Я regiсo de Carangola, nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Hр um registro fotogrрfico da espжcie no Vale do Rio Carangola, no Estado do Rio de Janeiro. Sugerem-se investimentos em pesquisa e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, para uma reavaliaусo futura.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20carangolensis","Mata AtlРntica"],
    [2159,"GESNERIACEAE","Sinningia cardinalis","(Lehm.) H.E.Moore","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia cardinalis ж conhecida por apenas cinco coletas, duas hр mais de 50 anos e trЖs nos Щltimos quatro anos, todas na parte alta da floresta do Parque Nacional da Serra dos Мrgсos. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, o que justifica seu critжrio de avaliaусo. Sofre com a intensa coleta devido seu valor ornamental, e ж extremamente susceptьvel a eventos estocрsticos. Assim, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cardinalis","Mata AtlРntica"],
    [2160,"GESNERIACEAE","Sinningia cochlearis","(Hook.) Chautems","CR","B1ab(iii,iv)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Sinningia cochlearis ж endЖmica da Mata AtlРntica, sendo encontrada em locais sombreados, entre rochas, nos Campos de Altitude da Serra dos Мrgсos, a aproximadamente 2.000 m de altitude. Apresenta EOO de 0,39 km▓ e AOO de 12 km ▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A espжcie tem caracterьsticas reprodutivas que a diferem das demais, incluindo um pico de floraусo muito curto, o que dificulta a compreensсo da sua biologia reprodutiva para o estabelecimento de coleушes ex situ. Com uma ocorrЖncia em situaусo de ameaуa (majoritariamente o fogo intensivo nos perьodos de seca dos campos altimontanos), embora dentro de unidade de conservaусo (SNUC), sua distribuiусo restrita e especificidade do hрbitat a colocam em situaусo de risco de extinусo, na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cochlearis","Mata AtlРntica"],
    [2161,"GESNERIACEAE","Sinningia conspicua","(Seem.) G.Nicholson","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A avaliaусo nсo pode serconduzida por falta de dados. Segundo o especialista, a espжcie ж rara, comdistribuiусo disjunta nas regiшes Sudeste e Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20conspicua","Mata AtlРntica"],
    [2162,"GESNERIACEAE","Sinningia cooperi","(Paxton) Wiehler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nas regiшesSudeste e Sul, com EOO de 173.909 km▓, na Mata AtlРntica, e ж encontrada em diversas unidadesde conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20cooperi","Mata AtlРntica"],
    [2163,"GESNERIACEAE","Sinningia curtiflora","(Malme) Chautems","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie tem uma EOO de 68.594,1 km▓, e pelos dados de Herbрrio ж encontrada em menos de 10 situaушes de ameaуa. Por este motivo consideramos que esteja prзximaao limite de vulnerabilidade. Recomendamos estudos sobre a distribuiусo epopulaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20curtiflora","Mata AtlРntica"],
    [2164,"GESNERIACEAE","Sinningia defoliata","(Malme) Chautems","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Sinningia defoliata apresenta morfologia muito peculiar, bastante distinta de seu grupo filogenжtico. ╔ rara, com ocorrЖncias disjuntas em duas regiшes, Centro-oeste e Sudeste. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, em hрbitat de Cerrado e Mata AtlРntica. ╔ conhecida por poucas e antigas coletas. Assume-se que esteja \"Vulnerрvel\" (VU) e sugere-se que seja mais estudada para uma possьvel revisсo da categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20defoliata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2165,"GESNERIACEAE","Sinningia douglasii","(Lindl.) Chautems","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo,ocorrendo nas regiшes Sudeste e Sul e na Argentina. Segundo o especialista, ж freqЧentena Mata AtlРntica, sendo a espжcie do gЖnero mais comum no Sudeste do Brasil, inclusive em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20douglasii","Mata AtlРntica"],
    [2166,"GESNERIACEAE","Sinningia elatior","(Kunth) Chautems","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo noBrasil e na Amжrica do Sul, com EOO de 3.965.055,3 km▓, nсo se encontra ameaуada de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20elatior","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2167,"GESNERIACEAE","Sinningia glazioviana","(Fritsch) Chautems","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia glazioviana ж endЖmica da Serra da Bocaina. Apresenta EOO de 1.206,95 km▓, e ж restrita Я regiсo mais alta da Serra, configurando uma Щnica situaусo de ameaуa. A ecologia da espжcie ж peculiar, com os tubжrculos crescendo sobre as pedras dentro dos rios. Devido Я restriусo e peculiaridade do hрbitat e aos riscos de coleta, pastagem e fogo, foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20glazioviana","Mata AtlРntica"],
    [2168,"GESNERIACEAE","Sinningia guttata","Lindl.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia guttata ocorre no Estado do Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 498,31 km▓. Os quatro registros de coleta existentes, mesmo em unidades de conservaусo (SNUC), sсo muito prзximos a bairros populosos como Andaraь e GrajaЩ. A pressсo de coleta ж antiga, jр que a espжcie ж conhecida e muito apreciada na Europa desde o sжculo XIX, alжm de bastante divulgada entre colecionadores. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20guttata","Mata AtlРntica"],
    [2169,"GESNERIACEAE","Sinningia harleyi","Wiehler & Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia harleyi ж endЖmica da Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, restrita Я regiсo de Rio de Contas, Pico das Almas. Apresenta EOO de 1.021,61 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa ou nсo em unidades de conservaусo (SNUC). Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20harleyi","Cerrado, Caatinga"],
    [2170,"GESNERIACEAE","Sinningia hatschbachii","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Sinningia hatschbachii apresenta AOO de 28 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Ocorre na Serra do Mar, no Estado do Paranр, e na divisa com Sсo Paulo e Santa Catarina. O hрbitat de Floresta Ombrзfila Densa de terras baixas de Mata AtlРntica, especialmente na Serra do Mar, tem sofrido intensa degradaусo, o que afeta diretamente a dinРmica de suas subpopulaушes. Assim, foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [2171,"GESNERIACEAE","Sinningia hirsuta","(Lindl.) G.Nicholson","EN","B2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado do Rio de Janeiro, com AOO de 16 km▓, em quatro municьpios. Segundo informaушes, sсo subpopulaушes pequenas e isoladas, em hрbitat sob pressсo antrзpica, as quatro subpopulaушes estсo sujeitas a pelo menos uma situaусo de ameaуa. As referЖncias de coleta sсo muito antigas, 1865, 1945, 1952 e apenas uma em 2000, sugerindo uma raridade natural desta planta, o que a torna ainda mais vulnerрvel. Identifica-se a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a biologia e ecologia da espжcie, para uma categorizaусo mais condizente com seu estado de conservaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20hirsuta","Mata AtlРntica"],
    [2172,"GESNERIACEAE","Sinningia iarae","Chautems","EN","B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie ocorre no litoral do Estado de Sсo Paulo, com EOO de 537,10 km▓ e estando sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Pela restrita extensсo de ocorrЖncia e pela perda de Mata AtlРntica de encosta litorРnea, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20iarae","Mata AtlРntica"],
    [2173,"GESNERIACEAE","Sinningia insularis","(Hoehne) Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no litoral do Estado de Sсo Paulo, com EOO de 554,04 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Pela restrita extensсo de ocorrЖncia e pela perda de Mata AtlРntica de encosta litorРnea, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20insularis","Mata AtlРntica"],
    [2174,"GESNERIACEAE","Sinningia kautskyi","Chautems","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a descriусo do especialista, S. kautskyi ж conhecida apenas por duas coletas e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Alжm disso, a espжcie tambжm apresenta restrita AOO (8 km▓). Foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU) podendo estar enquadrada em uma categoria mais restritiva em um futuro prзximo se aушes para sua conservaусo nсo forem tomadas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [2175,"GESNERIACEAE","Sinningia lindleyi","Schauer","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre apenas no Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 2.741,40 km▓. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Embora as ocorrЖncias sejam em unidades de conservaусo (SNUC), a ameaуa de coleta predatзria em conjunto com a degradaусo do hрbitat da espжcie leva a considerр-la \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20lindleyi","Mata AtlРntica"],
    [2176,"GESNERIACEAE","Sinningia lineata","(Hjelmq.) Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж restrita Я bacia hidrogrрfica do Rio Pelotas, entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com EOO de 1.813, 70 km▓, e estando sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, ж encontrada em paredшes de pedra Щmidos, em рrea sob influЖncia de hidrelжtrica. Embora em cultivo no banco de germoplasma da Embrapa, foi considerada \"Em perigo\" (EN), por apresentar restrita EOO e pela ameaуa causada pelas hidrelжtricas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20lineata","Mata AtlРntica"],
    [2177,"GESNERIACEAE","Sinningia macropoda","(Sprague) H.E.Moore","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Com EOO de 684.733,1 km▓, ocorre nasregiшes Sudeste e Sul, em Cerrado e Mata AtlРntica, e tambжm no Paraguai. Espжciebastante freqЧente, segundo o especialista.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20macropoda","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2178,"GESNERIACEAE","Sinningia magnifica","(Otto & A.Dietr.) Wiehler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo nosEstados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, nos habitats de Cerrado e Mata AtlРntica, acima de1.000 m, numa EOO de 179.905 km▓. Tambжm ж encontrada em cerca de 10 unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20magnifica","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2179,"GESNERIACEAE","Sinningia micans","(Fritsch) Chautems","EN","B2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie ж rara, com ocorrЖncias no Estado de Sсo Paulo e, possivelmente, na regiсo de Itatiaia no Estado do Rio de Janeiro. Hр coletas da dжcada de 40, mas sз recentemente foi recoletada no municьpio de Peruьbe, Sсo Paulo. Pelos registros de herbрrio, a espжcie estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, com AOO de 16 km▓. A pressсo antrзpica causada principalmente pela urbanizaусo e perda de Mata AtlРntica ж a principal ameaуa a sua sobrevivЖncia na natureza. Foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomendamos estudos mais detalhados sobre a biologia e ecologia da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20micans","Mata AtlРntica"],
    [2180,"GESNERIACEAE","Sinningia piresiana","(Hoehne) Chautems","EN","B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Segundo informaушes, a espжcie sз ocorre em uma determinada regiсo do Estado de Sсo Paulo, com EOO de 1.584,70 km▓, estando sujeita a duas situaушes de ameaуa de acordo com registros de herbрrio. Apesar de cultivada ex situ e estar presente no Parque Estadual Furnas de Bom Jesus, as subpopulaушes da espжcie estсo sujeitas a forte pressсo antrзpica causada pela urbanizaусo e pelo crescimento das cidades. Desta forma, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomendamos estudos sobre distribuiусo e posterior revisсo da categoria indicada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20piresiana","Mata AtlРntica"],
    [2181,"GESNERIACEAE","Sinningia rupicola","(Mart.) Wiehler","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж restrita Я regiсo do quadrilрtero ferrьfero, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.423,75 km▓ e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Ocorre na Mata AtlРntica e nos Campos Rupestres, sobre Canga onde, segundo informaушes, ж relativamente frequente, porжm com baixa capacidade de germinaусo. A intensa atividade mineradora em sua рrea de ocorrЖncia e a expansсo urbana sсo grandes ameaуas Я sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Dessa forma, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20rupicola","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2182,"GESNERIACEAE","Sinningia sceptrum","(Mart.) Wiehler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados daBahia, Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, com uma EOO de 324.969,3 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20sceptrum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2183,"GESNERIACEAE","Sinningia speciosa","(Lodd.) Hiern","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados deEspьrito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo com EOO de 103.916,2 km▓. Embora os registros de coleta indiquem cerca de 15 locais de ocorrЖncia, alguns destes locais, sсo рreas bastanteimpactadas, como a Regiсo dos Lagos e o costсo da Av. Niemeyer no Rio de Janeiro. Alжm da ameaуade destruiусo do habitat, a espжcie ж muito apreciada e difundida entre oscultivadores, hр muito tempo. Por estar prзxima ao limiar de vulnerabilidade,recomendamos estudos populacionais e sobre a atual distribuiусo da espжcie,para uma revisсo da categoria indicada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20speciosa","Mata AtlРntica"],
    [2184,"GESNERIACEAE","Sinningia striata","(Fritsch) Chautems","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaушes, a espжcie ж endЖmica e restrita Яs serras ao redor do municьpio de Poуos de Caldas, Minas Gerais. Pela ocorrЖncia restrita (AOO=8 km▓), e por estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameуa, foi enquadrada na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). Sugere-se mais estudos sobre distribuiусo e dinРmica populacional.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20striata","Mata AtlРntica"],
    [2185,"GESNERIACEAE","Sinningia tuberosa","(Mart.) H.E.Moore","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com EOO de 8.836,08 km▓, estando sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Segundo informaушes, ж frequente nas рreas de ocorrЖncia, que sсo as Serras do Espinhaуo e Ibitipoca. No Rio de Janeiro, a Щnica coleta registrada foi realizada na serra do municьpio de Petrзpolis, em 1952. Pela dimensсo da EOO e o baixo nЩmero de localidades, mesmo estando presente em unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20tuberosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2186,"GESNERIACEAE","Sinningia valsuganensis","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo, com EOO de 3.322,10 km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Espжcie de difьcil cultivo, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20valsuganensis","Mata AtlРntica"],
    [2187,"GESNERIACEAE","Sinningia villosa","Lindl.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaушes, a espжcie tem distribuiусo disjunta, no sul do Estado da Bahia e sudeste dos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo, em hрbitats em franca deterioraусo. Com AOO de 60 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, S. villosa foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20villosa","Mata AtlРntica"],
    [2188,"GESNERIACEAE","Sinningia warmingii","(Hiern) Chautems","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo noBrasil e na Amжrica do Sul, com EOO de 1.116.405,8 km▓.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sinningia%20warmingii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2189,"GESNERIACEAE","Sphaerorrhiza burchellii","(S.M.Phillips) Roalson & Boggan","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж conhecida por trЖs subpopulaушes isoladas no Estado de Tocantins, com EOO menor que 5.000 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de Cerrado enfrenta o impacto do ecoturismo, fogo e pastagem. Alжm disso, a porусo oeste do Estado de Tocantins ж altamente afetada pela monocultura de soja. Sugerimos mais estudos sobre a espжcie e a revisсo da categorizaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphaerorrhiza%20burchellii","Cerrado"],
    [2190,"GESNERIACEAE","Sphaerorrhiza sarmentiana","(Gardner ex Hook.) Roalson & Boggan","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусonas regiшes Norte, Nordeste, Centro-oeste e Sudeste, com EOO de 1.447.860,5 km▓.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphaerorrhiza%20sarmentiana","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [2191,"GESNERIACEAE","Vanhouttea bradeana","Hoehne","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжciefoi coletada em dois locais no Estado do Rio de Janeiro, com EOO de 156,2 km▓. Os locais emsituaусo de ameaуa, Santa Maria Madalena e Frade de Macaж, sсo bastantealterados pelas atividades de agricultura e pecuрria, e pelo fogo, queacompanha essas duas atividades. O especialista na famьlia, em comunicaусo pessoal, questiona avalidade da categorizaусo por se tratar provavelmente de um hьbrido natural de Vanhouttea calcarata x Vanhouttea gardneri. Sugerimos mais estudos sobre aespжcie para se estabelecer sua real identidade e assim poder estabelecer uma categoria de ameaуa adequada a este enigmрtico tрxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20bradeana","Mata AtlРntica"],
    [2192,"GESNERIACEAE","Vanhouttea calcarata","Lem.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Com EOO de73663,6 km▓, a espжcie ж freqЧente nos Campos de Altitude dos Estados do Espьrito Santo, Minas Gerais eRio de Janeiro.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20calcarata","Mata AtlРntica"],
    [2193,"GESNERIACEAE","Vanhouttea fruticulosa","(Glaz. ex Hoehne) Chautems","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcieocorre apenas na Serra de Macaж de Cima, Municьpio de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Pelosregistros de Herbрrio, das 10 coletas, nove sсo do mesmo local, sobre as pedrasdo leito, na cabeceira do Rio das Flores, uma рrea bastante restrita. A outracoleta, na margem do Rio Macaж, fica na mesma regiсo de Macaж de Cima.Sugerimos a revisсo da EOO de 298,3 km▓, pois talvez a referЖncia geogrрficatenha sido tirada do Municьpio de Macaж e nсo o de Nova Friburgo. Embora sejadito que o local ж uma Reserva Biolзgica, tal unidade de conservaусo (SNUC) nсo ж regulamentada e a regiсonсo tem a proteусo legal atribuьda, e persistem as ameaуas de especulaусoimobiliрria, ecoturismo, coleta, agricultura de subsistЖncia e pastagem. Os dados disponьveis para a espжcie nсo possibilitam uma avaliaусo consistente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20fruticulosa","Mata AtlРntica"],
    [2194,"GESNERIACEAE","Vanhouttea lanata","Fritsch","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie ж restrita a trЖs municьpios no Estado do Rio de Janeiro, tem EOO de 315,18 km▓ e AOO de 20 km▓. As subpopulaушes sсo pequenas e isoladas, e estсo sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa, nas quais hрbitat sofre forte pressсo antrзpica. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20lanata","Mata AtlРntica"],
    [2195,"GESNERIACEAE","Vanhouttea leonii","Chautems","EN","B1 ab (iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo, com EOO de 503,18 km▓ e sujeita a duas situaушes de ameaуa. ╔ encontrada em pequenas subpopulaушes no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro e no Parque Nacional do Caparaз, em Campos de Altitude, entre 1.500 e 2.200 m. Embora presente em unidades de conservaусo (SNUC), pela escassa рrea de ocorrЖncia, pelo isolamento e pela fragilidade do hрbitat, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Sugerem-se estudos mais detalhados sobre as subpopulaушes e uma possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20leonii","Mata AtlРntica"],
    [2196,"GESNERIACEAE","Vanhouttea pendula","Chautems","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa e tem EOO de 1.404,81 km▓. ╔ encontrada no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro e no Parque Nacional do Caparaз, em altitudes entre 1.000 e 1.800 m. Embora presente em unidades de conservaусo (SNUC), pela escassa ocorrЖncia, pelo isolamento, e pela fragilidade do hрbitat, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Sugerimos estudos mais detalhados sobre as subpopulaушes e uma possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanhouttea%20pendula","Mata AtlРntica"],
    [2197,"GOODENIACEAE","Scaevola plumieri","(L.) Vahl","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuьda e ocorre em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scaevola%20plumieri","Mata AtlРntica"],
    [2198,"GRISELINIACEAE","Griselinia ruscifolia","(Clos) Taub.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Griselinia ruscifolia nсo ж  endЖmica do Brasil. A espжcie ocorre aqui amplamente distribuьda na Mata AtlРntica, desde o Estado do Espirito Santo atж o Rio Grande do Sul. ╔ uma espжcie parasita, registrada em Florestas Ombrзfilas Densas e Mistas em diferentes estрgios sucessionais. Mesmo ocorrendo em unidades de conservaусo (SNUC) ao longo de quase toda sua distribuiусo e sendo frequentemente coletada em campanhas empreendidas a рreas protegidas, G. ruscifolia ж restrita a formaушes florestais do domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, que conforme estimativas recentes, resguarda menos de 7% de sua cobertura florestal original. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT) em relaусo ao seu risco de extinусo, jр que seu habitat estр sofrendo historicamente uma severa reduусo.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Griselinia%20ruscifolia","Mata AtlРntica"],
    [2199,"GUNNERACEAE","Gunnera herteri","Osten","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre em Restingas dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tem EOO de 3.833,04 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sua regiсo de ocorrЖncia tem sido transformada em рreas de pastejo, campos para agricultura e atividades de silvicultura. A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gunnera%20herteri","Mata AtlРntica"],
    [2200,"GUNNERACEAE","Gunnera manicata","Linden","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos de Altitude do Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essas regiшes estсo muito suscetьveis a ameaуas como agricultura, introduусo de espжcies exзticas e pastagem. Portanto, recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado das subpopulaушes da espжcie, que pode vir a ser categorizada como ameaуada em futuro prзximo.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gunnera%20manicata","Mata AtlРntica"],
    [2201,"HALORAGACEAE","Laurembergia tetrandra","(Schott) Kanitz","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. tetrandra ж uma herbрcea com ocorrЖncia em formaушes aquрticas e restingas da Mata AtlРntica e Cerrado. Possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Laurembergia%20tetrandra","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2202,"HEDWIGIACEAE","Braunia plicata","(Mitt.) A.Jaeger","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil, porжm, no paьs, ж restrita aos Campos de Altitude, Яs Florestas Ombrзfilas Mistas, vivendo normalmente sobre afloramentos rochosos e em Florestas Estacionais Deciduais. A espжcie apresenta EOO de 6.144,55 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As fitofisionomias em que ocorre no Estado do Rio Grande do Sul sсo alvo de intensa degradaусo resultante da expansсo de atividades agropastoris, introduусo de espжcies exзticas e queimadas. Foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Braunia%20plicata","Mata AtlРntica"],
    [2203,"HEDWIGIACEAE","Braunia subincana","Broth.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Braunia%20subincana","Mata AtlРntica"],
    [2204,"HELICONIACEAE","Heliconia angusta","Vell.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados deMinas Gerais, Bahia, Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo com EOO de 784.382,2 km▓. Estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC), apresentando grandes e extensas subpopulaушes.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20angusta","Mata AtlРntica"],
    [2205,"HELICONIACEAE","Heliconia episcopalis","Vell.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","","A espжcie tem ampla distribuiусoocorrendo em seis paьses da Amжrica do Sul, alжm do Brasil. Ocupa diferentesambientes em pelo menos 11 Estados Brasileiros.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20episcopalis","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2206,"HELICONIACEAE","Heliconia farinosa","Raddi","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre do Espьrito Santo ao Rio Grande do Sul, comEOO de 189.397,5 km▓. Estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20farinosa","Mata AtlРntica"],
    [2207,"HELICONIACEAE","Heliconia richardiana","Miq.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","","A espжcie tem ampla distribuiусo,em paьses da Amжrica do Sul e Brasil,  ocorrendonos biomas Mata AtlРntica e AmazЗnia.","2011-10-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heliconia%20richardiana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2208,"HUMIRIACEAE","Humiriastrum spiritu-sancti","Cuatrec.","CR","A2cd,B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Humiriastrum spiritu-sancti ж uma рrvore de grande porte, endЖmica do Estado do Espьrito Santo, com ocorrЖncia nas Florestas ┌midas do municьpio de Santa Teresa. Tem EOO de 41,30 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Na regiсo em que ocorre, as atividades de lavoura e pastagem sсo intensas e caracterizam uma situaусo de ameaуa a toda a populaусo conhecida. As ameaуas identificadas reduziram as florestas de Santa Teresa a 20% da cobertura original de Mata AtlРntica, o que causa o contьnuo declьnio da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat. Considerando que H. spiritu-sancti ж uma рrvore de grande porte com atж 30 m de altura, cresce em formaушes florestais Щmidas e tem potencial uso madeireiro, ж possьvel inferir que o tempo de geraусo seja de cerca de 40 anos. Assim, supшe-se que a espжcie tenha sofrido o corte raso de indivьduos maduros que reduziram pelo menos 50% do tamanho populacional no passado em um perьodo de trЖs geraушes.","2012-08-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Humiriastrum%20spiritu-sancti","Mata AtlРntica"],
    [2209,"HYDROCHARITACEAE","Najas conferta","(A.Braun) A.Braun","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Najas conferta ж uma erva aquрtica anual, nсo endЖmica do Brasil. Ocorre amplamente distribuьda em ambientes aquрticos (bordas de rios e lagoas) associados aos domьnios fitogeogrрficos Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos) e Pantanal. Apresenta grandes densidades populacionais, em рreas que possuem significativos remanescentes de habitat para sua ocorrЖncia, como extensas regiшes ainda intocadas, como no Pantanal, por exemplo. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) neste momento, apesar de ter sido considerada \"Vulnerрvel\" (VU) no Estado do Rio Grande do Sul. Entende-se que a manutenусo da qualidade dos recursos hьdricos e das caracterьsticas hidrodinРmicas locais sejam fundamentais para a proteусo deste tрxon.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20conferta","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2210,"HYDROCHARITACEAE","Najas guadalupensis","(Spreng.) Magnus","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Najas guadalupensis, apesar de nсo estar muito bem representada em herbрrios brasileiros e com poucas coletas realizadas em territзrio nacional, apresenta uma distribuiусo ampla nos neotrзpicos, em ambientes associados a cursos d'рgua. Ocorre em quatro grandes domьnios fitogeogrрficos brasileiros (AmazЗnia, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos) e Pantanal), em rios, riachos, lagos e lagoas, perenes ou nсo. Por esse motivos, foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) quanto ao seu risco de extinусo.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20guadalupensis","AmazЗnia, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2211,"HYDROCHARITACEAE","Najas marina","L.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Najas marina nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo em cursos d'рgua, lagos e lagoas nos neotrзpicos, forma extensos bancos de macrзfitas, nos Estados do  Piauь, Cearр, Paraьba, Pernambuco, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Os registros indicam sua presenуa nos domьnios fitogeogrрficos Cerrado e Mata AtlРntica, Bove (com. pess.) afirma que N. marina ж uma espжcie bastante resistente, ocorrendo em рguas alcalinas, рcidas, salobras e hipersalinas. Alжm disso, a especialista afirma ser esta uma planta robusta, com propagaусo vegetativa abundante por partiусo da planta-mсe, formando assim, grandes adensamentos populacionais. Por sua ampla distribuiусo, capacidade de resistir a diferentes composiушes quьmicas dos ambientes aquрticos em que ocorre e grandes e robustas subpopulaушes, a espжcie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Najas%20marina","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2212,"HYDROCHARITACEAE","Ottelia brasiliensis","(Planch.) Walp.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Ottelia brasiliensis ocorre  amplamente distribuьda em ambientes aquрticos nos Estados de  Mato Grosso, Goiрs, Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр. Mesmo nсo sendo muito bem representada em herbрrios, a espжcie aparenta possuir densas subpopulaушes nas suas localidades de ocorrЖncia, especialmente em рreas onde os cursos d'рgua sсo represados. Cook, Urmi-Konig (1984) relataram em sua revisсo sobre o gЖnero a carЖncia de dados sobre este tрxon, e esta deficiЖncia parece persistir atж os dia de hoje, com poucas publicaушes especьficas lanуadas desde entсo. Por ocorrer somente em um tipo de habitat com  forte dependЖncia deste para se estabelecer, em dois domьnios fitogeogrрficos (Mata AtlРntica e Cerrado, hotspots da biodiversidade), altamente alterados historicamente por atividades antrзpicas severamente  impactantes, especialmente em ambientes aquрticos, a espжcie foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT), demandando estudos mais precisos sobre densidade demogrрfica e distribuiусo.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ottelia%20brasiliensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2213,"HYMENOPHYLLACEAE","Didymoglossum kapplerianum","(Sturm) Ebihara & Dubuisson","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie e suspeita-se de baixo esforуo de coleta para espжcie que possui apenas trЖs registros.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Didymoglossum%20kapplerianum","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2214,"HYMENOPHYLLACEAE","Didymoglossum ovale","E.Fourn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Didymoglossum%20ovale","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2215,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum fragile","(Hedw.) C.V.Morton","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20fragile","Mata AtlРntica"],
    [2216,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum magellanicum","Willd. ex Kunze","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20magellanicum","Mata AtlРntica"],
    [2217,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum peltatum","(Poir.) Lam.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20peltatum","Mata AtlРntica"],
    [2218,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum rufum","Fжe","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20rufum","Mata AtlРntica"],
    [2219,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum sampaioanum","Brade & Rosenst.","CR","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ocorrЖncia restrita, foi coletada em 1929, e nсo houve coleta posterior. Tem AOO de 4 km▓. Sua рrea de ocorrЖncia ж alvo de alto esforуo de coleta e sofre com ameaуas como fogo e antropizaусo. Por isso, suspeita-se que esteja extinta na natureza, uma vez que nunca mais foi encontrada, apesar dos esforуos direcionados Я regiсo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20sampaioanum","Mata AtlРntica"],
    [2220,"HYMENOPHYLLACEAE","Hymenophyllum silveirae","Christ","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita Я regiсo do Pico do Itacolomi, Estado de Minas Gerais. Foi coletada apenas em 1896, e nсo houve coleta posterior. Apresenta AOO menor que 10 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa considerando a mineraусo, a expansсo urbana e as queimadas frequentes, responsрveis pela perda de hрbitat e subpopulaушes e pelo declьnio da qualidade do hрbitat. A regiсo ж bem coletada e atж hoje a espжcie nсo foi reencontrada, portanto, suspeita-se que esteja extinta, uma vez que nсo hр esforуos para a sua conservaусo ex situ.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenophyllum%20silveirae","Mata AtlРntica"],
    [2221,"HYMENOPHYLLACEAE","Trichomanes lucens","Sw.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20lucens","Mata AtlРntica"],
    [2222,"HYMENOPHYLLACEAE","Trichomanes macilentum","Bosch","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo de risco da espжcie.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20macilentum","AmazЗnia"],
    [2223,"HYMENOPHYLLACEAE","Trichomanes spruceanum","Hook.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuiусo geogrрfica da espжcie ж incongruente e por isso nсo ж possivel avaliar o risco de extinусo da espжcie.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichomanes%20spruceanum","AmazЗnia"],
    [2224,"HYPERICACEAE","Hypericum caprifoliatum","Cham. & Schltdl.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Hypericum caprifoliatum nсo ж endЖmica do Brasil, tendo sido registrada aqui amplamente distribuьda nos Estados da regiсo Sul (Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), alжm de registros disjuntos no Rio de Janeiro. Ocorre em Formaушes Campestres associadas aos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica e Cerrado e estр bem representada em herbрrios, sendo descrita como frequente e pouco exigente quanto Я qualidade dos habitats em que ocorre. Foi registrada dentro de unidades de conservaусo (SNUC) de diferentes categorias e nсo possui informaушes sobre ameaуas especificas conhecidas, por esses motivos, considera-se H. caprifoliatum como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20caprifoliatum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2225,"HYPERICACEAE","Hypericum carinatum","Griseb.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Hypericum carinatum apresenta distribuiусo esparsa nos Estados da regiсo Sul (Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e um registro disjunto para o Parque Nacional do Caparaз, em Minas Gerais. A espжcie ocorre em Formaушes Campestres associadas aos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica e Pampa (Campos Sulinos), que tem tido suas рreas historicamente reduzidas por processos antropogЖnicos. Extensas рreas naturais desses ecossistemas tem sido substituьdas por plantaушes homogЖneas de Pinus sp. e Eucalyptus sp., e mesmo com ocorrЖncia em unidades de conservaусo, a espжcie tem sofrido com prрticas agrьcolas variadas que ameaуam sua perpetuaусo na natureza. Entretanto,  para H. carinatum, hр carЖncia de dados populacionais e espaciais, que dificultam seu posicionamento em alguma categoria de ameaуa. Neste momento, portanto, H. carinatum foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT) de extinусo, demandando estudos mais detalhados para embasar de maneira mais precisa seu risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20carinatum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2226,"HYPERICACEAE","Hypericum mutilum","L.","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Miguel d'Avila de Moraes","Hypericum mutilum nсo ж endЖmica do Brasil. Aqui, ocorre de maneira esparsa, distribuindo-se pelos Estados das Regiшes Sudeste (Minas Gerais e Sсo Paulo) e Sul (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Paranр). A espжcie parece ser rara, jр que dispшe de apenas nove registros de coleta, o mais recente realizado em 1989. Pelas informaушes disponьveis nas fichas das coleушes, ocorre em somente uma unidade de conservaусo (SNUC). Foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas ao longo de sua distribuiусo, com base na ocupaусo desordenada, atividades agropecuрrias, incЖndios e extraусo vegetal. Consequentemente, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU), demandando estudos populacionais mais detalhados para uma avaliaусo mais precisa.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20mutilum","Mata AtlРntica"],
    [2227,"HYPERICACEAE","Hypericum piriai","Arechav.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Hypericum piriai nсo ж endЖmica do Brasil, aqui, a espжcie ocorre amplamente distribuьda em fitofisionomias campestres associadas aos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica e Pampa, nos Estados de Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. H. piriai possui registros de coleta dentro dos limites de unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, entretanto, ocorre exclusivamente em рreas campestres associadas a dois domьnios fitogeogrрficos altamente impactados, que historicamente tem tido seus ecossistemas associados reduzidos a pequenos fragmentos, as рreas campestres no Sul do Brasil, onde a espжcie se encontra predominantemente distribuьda, estсo sendo substituьdas por plantaушes homogЖneas de pinheiros e eucaliptos exзticos. No Estado do Paranр, por exemplo, as рreas campestres sofrem com queimadas regulares, pastoreio e pecuрria intensiva. Por esses motivos, H. piriai foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT) neste momento, podendo se enquadrar em alguma categoria de ameaуa em futuro prзximo, caso nenhuma aусo concreta que estabilize ou reverta a atual perda de habitat seja posta em prрtica.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20piriai","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2228,"HYPERICACEAE","Hypericum rigidum","A.St.-Hil.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil, ocorrendo em рreas campestres, normalmente alagрveis, associadas ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apesar de ocorrer somente em poucas fitofisionomias, a espжcie ocupa uma grande amplitude altitudinal, e, bem representada em herbрrios, parece ser frequente em рreas campestres alagadas, com registros de ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), H. rigidum foi considerada neste momento como uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypericum%20rigidum","Mata AtlРntica"],
    [2229,"HYPERICACEAE","Vismia martiana","Mart.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie se encontra amplamente distribuьda em ambientes florestais (Florestas Ombrзfilas Densas e Estacionais Semideciduais) associados aos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica, Caatinga e AmazЗnia. Vismia martiana estр bem representada em herbрrios e com registros dentro de unidades de conservaусo (SNUC) ao longo de sua extensa distribuiусo, descrita como muito frequente em algumas localidades, a espжcie nсo possui ameaуas diretas a sua perpetuaусo na natureza, sendo, portanto, considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vismia%20martiana","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2230,"HYPOXIDACEAE","Curculigo scorzonerifolia","(Lam.) Baker","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes biomas brasileiros, alжm de ocorrer nas Savanas das Guianas.","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Curculigo%20scorzonerifolia","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2231,"IRIDACEAE","Alophia coerulea","(Vell.) Chukr","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alophia coerulea ж uma espжcie herbрcea ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica e Cerrado com registros para os Estados do Sul e Sudeste do Brasil, possuindo uma EOO de 243.280,5 km▓. Desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais como campos, brejos e Cerrado. Possui registros em рreas protegidas. Apesar dessas caracterьsticas possui flores vistosas tornando a espжcie alvo de coletas extrativistas. Desta forma, por ocorrer em diferentes tipos vegetacionais, possuir ampla рrea de distribuiусo e ocorrer em рreas protegidas, porжm por possuir pressсo de coleta a espжcie estр \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alophia%20coerulea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2232,"IRIDACEAE","Neomarica glauca","(Seub. ex Klatt) Sprague","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica glauca ж uma espжcie herbрcea ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica e Cerrado nos Estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, possuindo uma EOO de 165.678 km▓. A espжcie ж bem distribuьda e ocorre em рreas protegidas, entretanto o habitat onde ocorre estр em declьnio e esta possui valor ornamental. Diante disto, Neomarica glauca estр \"Quase ameaуada\" (NT), podendo tornar-se ameaуada em um futuro prзximo. Recomenda-se maiores estudos populacionais e de pressсo de coleta, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20glauca","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2233,"IRIDACEAE","Neomarica humilis","(Klatt) Capell.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica humilis ж uma espжcie herbрcea distribuьda em grande parte do litoral brasileiro. Possui EOO de 2.177.762 km▓. Desenvolve-se em matas Щmidas e restingas de Mata AtlРntica. A espжcie ж bem representada em рreas protegidas e possui distribuiусo ampla, desta forma Neomarica humilis ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20humilis","Mata AtlРntica"],
    [2234,"IRIDACEAE","Neomarica longifolia","(Link & Otto) Sprague","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica longifolia ж uma espжcie herbрcea distribuьda nos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Espьrito Santo, possuindo uma EOO de 104.564 km▓. A espжcie ocorre em рreas protegidas e possui ampla distribuiусo, apesar disso, possui valor ornamental e o ambiente de restinga onde se desenvolve vem sofrendo intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradaусo do solo e introduусo de espжcies exзticas. Desta forma, Neomarica longifolia ж uma espжcie \"Quase ameaуada\" (NT). Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extraусo, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20longifolia","Mata AtlРntica"],
    [2235,"IRIDACEAE","Neomarica sabinii","(Lindl.) Chukr","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica sabinii ж uma espжcie herbрcea distribuьda em grande parte do litoral brasileiro. Possui EOO de 1.000.576,9 km▓. Desenvolve-se em regiшes de encosta e restingas, em locai de solos arenosos e rochosos de Mata AtlРntica. Apesar de seu ambiente estar ameaуado, a espжcie possui fрcil cultivo, ж bem representada em рreas protegidas e possui distribuiусo ampla, desta forma Neomarica sabinii ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20sabinii","Mata AtlРntica"],
    [2236,"IRIDACEAE","Neomarica silvestris","(Vell.) Chukr","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neomarica silvestris ж uma espжcie herbрcea com registros nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Sсo Paulo, Espьrito Santo e Distrito Federal, possuindo uma EOO de 338.601,7 km▓. A espжcie ocorre em рreas protegidas e ж bem distribuьda, entretanto o ambiente onde se desenvolve vem sofrendo ao longo dos anos intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradaусo do solo e introduусo de espжcies exзticas para pastagens, alжm disso a espжcie possui potencial ornamental. Diante do exposto, Neomarica silvestris ж uma espжcie \"Quase ameaуa\" (NT), podendo ser qualificada como ameaуada em um futuro prзximo. Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extraусo os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomarica%20silvestris","Mata AtlРntica"],
    [2237,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia aminae","Chukr","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia aminae ж uma espжcie com incertezas taxonЗmicas e com dados insuficientes para uma categorizaусo de ameaуa. Desta forma, considera-se Pseudotrimezia aminae deficiente de dados (DD).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20aminae",""],
    [2238,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia brevistamina","Chukr","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia brevistamina ж uma espжcie herbрcea endЖmica do Estado de Minas Gerais. Tem AOO menor que 10 km▓ e ж restrita a altitudes superiores a 1.400 m sobre solos pedregosos de Campos Rupestres da Serra do Cipз. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra do Cipз, o ambiente tem como ameaуas o desmatamento para carvoaria, a expansсo de рreas para pastagens, os incЖndios indiscriminados e as atividades turьsticas. Dessa forma, por P. brevistamina ter distribuiусo e hрbitats bastante restritos, e por estar sujeita a uma situaусo de ameaуa, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20brevistamina","Cerrado"],
    [2239,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia concava","Ravenna","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia concava ж uma espжcie herbрcea endЖmica do Estado de Minas Gerais. Tem AOO menor que 10 km▓ e ж restrita aos solos arenosos de Cerrado da regiсo de Grсo Mogol. O ambiente onde ocorre sofre forte impacto da pecuрria extensiva. Dessa forma, por P. concava ter distribuiусo e hрbitats bastante restritos e estar sujeita a uma situaусo de ameaуa, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20concava","Cerrado"],
    [2240,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia elegans","Ravenna","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia elegans ж uma espжcie herbрcea endЖmica do estado de Minas Gerais. Possui AOO menor que 10 km▓ e ж restrita a altitudes superiores a 2.000 m sobre solos arenosos de Campos Rupestres no Pico do Itambж. O ambiente onde a espжcie se desenvolve tem como ameaуas a degradaусo do solo, introduусo de espжcies exзticas para pastagens e incЖndios indiscriminados. Desta forma, por P. elegans possuir distribuiусo e habitats bastante restritos e por possuir uma situaусo de ameaуa, esta encontra-se Criticamente (CR) em perigo, com um risco extremamente alto de extinусo na natureza.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20elegans","Cerrado"],
    [2241,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia gracilis","Chukr","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia gracilis ж uma espжcie herbрcea restrita Я regiсo da Serra do Cipз, no estado de Minas Gerais. Possui distribuiусo muito restrita (EOO=5,64 km▓). Se desenvolve em solos pedregosos, junto a afloramentos rochosos ou fracamente arenosos de Campos Rupestres, a uma altitude variando entre 1.000 e 1.200 m. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra do Cipз, o habitat onde a espжcie se desenvolve nсo estр protegido, sofrendo com desmatamentos para carvoaria, plantio de espжcies exзticas para pastagem, incЖndios indiscriminados e atividade turьstica. Por se distribuir em uma рrea bastante restrita, considera-se que a espжcie possua uma situaусo de ameaуa. Diante do exposto, considerando a distribuiусo restrita, especificidade de habitat e ?ameaуas incidentes, P. gracilis encontra-se Criticamente (CR) em perigo, com um risco extremamente alto de extinусo na natureza.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20gracilis","Cerrado"],
    [2242,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia synandra","Ravenna","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia synandra ж uma espжcie herbрcea ocorrente apenas no estado de Minas Gerais. Desenvolve-se em Campo Rupestre sobre solo arenoso, possui uma EOO de 408,06 km▓. A espжcie nсo ocorre em рreas protegidas e o ambiente onde se desenvolve estр ameaуado pela degradaусo do solo, queimadas e introduусo de espжcies exзticas para formaусo de gramьneas, alжm disso alguns pontos de ocorrЖncia encontram-se bastante prзximos de rodovias, o que pode ter impactos negativos sobre as subpopulaушes. Desta forma, considera-se que a espжcie possua trЖs situaушes de ameaуa. Devido a sua distribuiусo restrita, especificidade de habitat e Яs ameaуas incidentes, P. synandra encontra-se Em Perigo (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20synandra","Cerrado"],
    [2243,"IRIDACEAE","Pseudotrimezia tenuissima","Ravenna","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Pseudotrimezia tenuissima ж uma espжcie herbрcea ocorrente apenas no estado de Minas Gerais. Desenvolve-se em Cerrado sobre Campos Arenosos, encharcados e рcidos, possui uma EOO de 1.273, 27 km▓. O ambiente onde se desenvolve estр ameaуado pela degradaусo do solo, houve grande impacto no passado por atividades mineiras e ainda hoje, no municьpio de Diamantina, persistem as tentativas de garimpo (Madeira et al., 2009). A localizaусo do municьpio de Grсo Mogol estр protegida hoje pelo Parque Estadual, entretanto o turismo (Fonseca, Lessa, 2010) pode ser uma ameaуa Я vegetaусo herbрcea. Desta forma, considera-se que a espжcie possua duas situaушes de ameaуa. Devido a sua distribuiусo restrita, especificidade de habitat e Яs ameaуas incidentes, P. tenuissima encontra-se Em Perigo (EN).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudotrimezia%20tenuissima","Cerrado"],
    [2244,"IRIDACEAE","Sisyrinchium rambonis","R.C.Foster","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Sisyrinchium rambonis ж uma espжcie herbрcea distribuьda nos Estados do Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, possuindo uma EOO de 114.104 km▓. Ocorre em ambientes Щmidos ou alagados de Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em рreas com degradaусo ambiental, a espжcie possui ampla distribuiусo e ж aparentemente abundante. Desta forma, ?Sisyrinchium rambonis ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sisyrinchium%20rambonis","Mata AtlРntica"],
    [2245,"IRIDACEAE","Trimezia brevicaulis","Ravenna","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia brevicaulis ж uma espжcie herbрcea distribuьda nos Estados da Bahia e Minas Gerais, possuindo uma EOO de 182.638 km▓. Ocorre em ambientes de Campos Rupestres e рreas de Cerrado. Apesar de ocorrer em рreas com degradaусo ambiental, a espжcie ocorre em рreas protegidas e possui ampla distribuiусo. Desta forma, ?Trimezia brevicaulis ж uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20brevicaulis","Caatinga, Cerrado"],
    [2246,"IRIDACEAE","Trimezia exillima","Ravenna","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia exillima ж uma espжcie herbрcea com registros de ocorrЖncia apenas para os municьpios de Diamantina e Joaquim Felьcio no estado de Minas Gerais, em altitudes que variam entre 800 e 1.200 m. Possui EOO de 1.947,78 km▓ e AOO de 20 Km▓, e desenvolve-se em Campos Rupestres em solos arenosos entre os Afloramentos Rochosos. O ambiente em que a espжcie se desenvolve possui um histзrico de degradaусo devido a atividades mineradoras, queimadas e introduусo de espжcies exзticas. Devido a sua distribuiусo restrita, Я especificidade de habitat e Яs ameaуas a seu habitat?T. exillima encontra-se Em Perigo (EN).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20exillima","Cerrado"],
    [2247,"IRIDACEAE","Trimezia fistulosa","Foster","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia fistulosa ж uma espжcie herbрcea com registros de ocorrЖncia apenas na regiсo da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.039,51 km▓ e AOO de 16 km▓. Desenvolve-se no Cerrado em рreas de terrenos Щmidos, arenosos ou areno-pedregosos, sujeitos a alagamentos. Apesar de ocorrer em рreas protegidas da Serra do Cipз, esta sofre com desmatamentos para carvoaria, plantio de braquiрria para a formaусo de pastos, incЖndios provocados por queimadas sem controle, retirada de espжcies ornamentais e atividade turьstica. A outra рrea de coleta da espжcie nсo dispшe de qualquer tipo de proteусo. Dessa forma, considera-se que a espжcie esteja sujeita a duas situaушes de ameaуa. Diante do exposto, devido a sua distribuiусo restrita, Я especificidade de hрbitat e Яs ameaуas ao ambiente onde se desenvolve, T. fistulosa encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20fistulosa","Cerrado"],
    [2248,"IRIDACEAE","Trimezia fistulosa var. longifolia","Chukr","CR","B1ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia fistulosa var. longifolia ж uma variedade herbрcea restrita Я regiсo da Serra do Cipз, no estado de Minas Gerais. Possui uma restrita EOO de 17,48 km▓ e desenvolve-se entre Afloramentos Rochosos. Observou-se que sua pequena populaусo tem se expandido nos Щltimos 20 anos, apesar disso, o ambiente onde sua populaусo ocorre tem como ameaуas, o desmatamento para carvoaria, plantio de braquiрria para a formaусo de pastos, incЖndios indiscriminados, retirada de espжcies ornamentais e atividade turьstica. Considera-se, desta forma, que a espжcie possua uma situaусo de ameaуa. Devido a sua distribuiусo muito restrita, especifidade de habitat e ameaуas ao seu ambiente de ocorrЖncia, ?T. fistulosa var. longifolia foi categorizada como Criticamente (CR) em perigo.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20fistulosa%20var.%20longifolia","Cerrado"],
    [2249,"IRIDACEAE","Trimezia plicatifolia","Chukr","EN","B1ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia plicatifolia ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados de Minas Gerais e Goiрs, em altitudes que variam de 1.100 a 1.200 m. Possui EOO de 530,15 km▓ e desenvolve-se em Campos Rupestres sobre solos arenosos. As ameaуas registradas para a regiсo da Serra do Cabral (MG), um dos locais de ocorrЖncia da espжcie, sсo os incЖndios, atividades de mineraусo e garimpo, extraусo de produtos e subprodutos da flora, desmatamento para produусo de carvсo, invasсo de espжcies exзticas e turismo desordenado. O Parque Estadual da Serra Dourada (GO) ж uma unidade de conservaусo recente, onde predominava atividades mineradoras, atualmente a рrea do Parque sofre com pressсo da expansсo agrьcola (Lima, 2004), considera-se desta forma que espжcie possua duas situaушes de ameaуa. Devido a sua distribuiусo muito restrita, especificidade de habitat e ameaуas ao seu ambiente de ocorrЖncia, ??T. plicatifolia encontra-se Em Perigo (EN).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20plicatifolia","Cerrado"],
    [2250,"IRIDACEAE","Trimezia pusilla","Ravenna","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Trimezia pusilla ж uma espжcie herbрcea distribuьda nos Estados de Minas Gerais e Goiрs. Possui uma EOO de 73.082 km▓ e ocorre em рreas de Campo ou Cerrado. A espжcie se distribui em regiшes que possuem impactos ambientais como adegradaусo do solo, queimadas e introduусo de espжcies exзticas. No Estado de Goiрs, as Щltimas coletas datam de antes da dжcada de 70, segundo Couto (2008) as regiшes mais altas da Serra Dourada sсo bem preservadas, porжm sсo pouco conhecidas floristicamente. A coleta mais recente da espжcie foi registrada em рrea protegida de Minas Gerais. Diante do exposto, por Trimezia pusilla possuir poucas coletas, sendo a maioria hр mais de 30 anos, possuir distribuiусo ampla, mas com registros de distЩrbios em seu habitat, considera-se uma espжcie \"Quase ameaуada\" (NT). Entretanto, recomenda-se maiores esforуos de coleta, estudos populacionais e de distribuiусo.","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trimezia%20pusilla","Cerrado"],
    [2251,"ISOETACEAE","Isoetes bradei","Herter","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж pouco conhecida, restrita (EOO=275,51 km▓) e suas subpopulaушes sсo severamente fragmentadas. Tem apenas dois registros de coleta em locais onde hoje hр uma рrea intensamente urbanizada. Portanto, suspeita-se que, durante o processo de urbanizaусo da sua рrea de ocorrЖncia, a espжcie tenha sofrido declьnio de extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, qualidade do hрbitat e de suas subpopulaушes.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [2252,"ISOETACEAE","Isoetes gigantea","U.Weber","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo ampla e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20gigantea","Mata AtlРntica"],
    [2253,"ISOETACEAE","Isoetes martii","A.Braun","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui aусo antiofьdica, tem ampla distribuiусo e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20martii","Mata AtlРntica"],
    [2254,"ISOETACEAE","Isoetes organensis","F.A.C.Weber","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-07-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isoetes%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [2255,"JUNCAGINACEAE","Lilaea scilloides","(Poir.) Hauman","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ж conhecida somente por uma coleусo em territзrio nacional, realizada a mais de 60 anos por B. Rambo, em campos alagados associados ao domьnio fitogeogrрfico Pampa (Campos Sulinos), no Estado do Rio Grande do Sul, parece ocupar uma ampla faixa altitudinal considerрvel (0-1.700 m), porжm a Щnica localidade conhecida onde a espжcie foi coletada se encontra na regiсo metropolitana de Porto Alegre, RS, parece ocorrer como espжcie invasora em outros paьses americanos (EUA), porжm esses dados nсo foram encontrados disponьveis para consulta. A ausЖncia de informaушes cientьficas sobre este tрxon dificulta uma avaliaусo de risco de extinусo robusta e por esses motivos, L. scilloides foi considerada \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lilaea%20scilloides","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2256,"JUNGERMANNIACEAE","Jungermannia amoena","Lindenb. & Gottsche","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jungermannia%20amoena","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2257,"JUNGERMANNIACEAE","Jungermannia decolor","Schiffn.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de nсo ser endЖmica do Brasil, a espжcie ж considerada rara na Amжrica do Sul tropical e sub-tropical. ╔ conhecida por somente uma coleусo histзrica na regiсo do municьpio de Caldas, Minas Gerais. Tem EOO de 272,89 km▓, ocorre em Floresta Ombrзfila e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando que a regiсo de Caldas estр severamente fragmentada, impossibilitando, muitas vezes, a dispersсo, o fluxo gЖnico e a reproduусo da espжcie. Alжm disso, suspeita-se que a regiсo enfrente declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat devido ao turismo descontrolado e falta de fiscalizaусo de рreas naturais. Recomenda-se um maior esforуo de coleta para a espжcie.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jungermannia%20decolor","Mata AtlРntica"],
    [2258,"KRAMERIACEAE","Krameria grandiflora","A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo geogrрfica extensa pelo Brasil e Paraguai, com subpopulaушes conhecidas e amostradas em diferentes biomas e em mais de 10 situaушes de ameaуa.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krameria%20grandiflora","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [2259,"KRAMERIACEAE","Krameria tomentosa","A.St.-Hil.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","K. tomentosa encontra-se amplamente distribuьda pelo Brasil e Bolьvia, com subpopulaушes encontradas em uma рrea maior que 3 milhшes de km▓.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krameria%20tomentosa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [2260,"LACISTEMATACEAE","Lacistema lucidum","Schnizl.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Lacistema lucidum apresenta identidade taxonЗmica incerta, podendo ser confundida com L. pubescens e L. serrulatum, o que complica a definiусo de sua distribuiусo geogrрfica, do tamanho e nЩmero de subpopulaушes. Dessa forma, torna-se necessрria a definiусo da identidade desta, pois a espжcie ж encontrada em рreas de Mata AtlРntica do sudeste e sul do Brasil, que apresentam diferentes ameaуas responsрveis pela perda de habitat e, consequentemente, uma suposta reduусo do nЩmero de indivьduos e subpopulaушes. Alжm disso, a espжcie ж utilizada comercialmente.","2012-06-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lacistema%20lucidum","Mata AtlРntica"],
    [2261,"LACISTEMATACEAE","Lacistema robustum","Schnizl.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","L. robustum habita рreas de restinga e Floresta Ombrзfila Densa entre Pernambuco e Espьrito Santo. Tais рreas encontram-se em municьpios que tiveram uma perda da vegetaусo original maior que 50% devido Я intensa retirada de cobertura vegetal nativa, degradaусo do solo e introduусo de espжcies exзticas.No entanto a espжcie apresenta um alto nЩmero de coletas, nсo ж usada e ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-06-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lacistema%20robustum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2262,"LAMIACEAE","Eriope anamariae","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж encontrada no Estado da Bahia, em trЖs municьpios. Tem EOO de 872,34 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Arbusto saxьcola, ocorre em Caatinga e possivelmente Cerrado, em altitudes entre 1.600 e 1.800 m. Como nos registros de ocorrЖncia nсo hр indicaусo de que esteja dentro de unidades de conservaусo (SNUC), e como os ambientes de Caatinga e Cerrado estсo sujeitos ao fogo e a outros fatores de deterioraусo, tais como pastoreio, agricultura e turismo, supшe-se que a espжcie venha sofrendo perda da qualidade de hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20anamariae","Cerrado"],
    [2263,"LAMIACEAE","Eriope blanchetii","(Benth.) Harley","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados da Bahia e Sergipe. Tem EOO de 6.472,33 km▓, e encontra-se sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, sobre dunas cobertas por vegetaусo de Restinga. Apesar de ser comum nos estрgios iniciais de sucessсo e estar presente em unidade de conservaусo (SNUC), pela dimensсo da extensсo de ocorrЖncia, pela vulnerabilidade do ambiente de ocorrЖncia e pelo valor medicinal, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20blanchetii","Mata AtlРntica"],
    [2264,"LAMIACEAE","Eriope crassipes","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo noBrasil e na Amжrica do Sul, com EOO de 3.204.586 km▓. Estudos populacionaisindicam uma baixa densidade de indivьduos por hectare, porжm, segundo oespecialista, no Brasil a espжcie ocorre em quase todas as рreas de Cerrado,AmazЗnia e Mata AtlРntica.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20crassipes","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2265,"LAMIACEAE","Eriope crassipes subsp. cristalinae","Harley","CR","B1a+2ab(iii,iv),C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A subespжcie ocorre no Estado de Goiрs, municьpio de Cristalina. Tem EOO de 529,92 km▓ e AOO de 8 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. O municьpio de Cristalina ж a maior reserva de cristal de rocha no mundo e o maior centro de comercializaусo de pedras do Brasil, ж o municьpio que mais cresce no Estado. Alжm disso, o bioma Cerrado tem sofrido reduусo e deterioraусo pelas atividades de garimpo, mineraусo, agricultura, indЩstria alimentьcia e turismo. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20crassipes%20subsp.%20cristalinae","Cerrado"],
    [2266,"LAMIACEAE","Eriope luetzelburgii","Harley","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado da Bahia, com EOO de 7.291,78 km▓, em trЖs municьpios, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Espжcie arbustiva, de Caatinga e, possivelmente, de Cerrado, ж encontrada em рreas de Campo Rupestre e Cerrado montano, em altitudes entre 1.600 e 1.800 m. Embora seja frequente nos locais que habita, os registros nсo indicam ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Alжm disso, os ambientes de Caatinga e de Cerrado estсo sujeitos a queimadas regulares e a outros fatores de deterioraусo, tais como pastoreio, agricultura e turismo. Dessa forma, E. luetzelburgii foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20luetzelburgii","Cerrado"],
    [2267,"LAMIACEAE","Eriope machrisae","(Epling) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs, com EOO de 2.431,61 km▓, nos municьpios de Alto Paraьso e Sсo Joсo da Alianуa. ╔ encontrada em Cerrado e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Os registros nсo indicam a ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Portanto, supшe-se que a espжcie venha sofrendo com a deterioraусo de seu hрbitat por atividades predatзrias na regiсo como a mineraусo, agricultura de soja e milho, pecuрria e o turismo. E. machrisae foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20machrisae","Cerrado"],
    [2268,"LAMIACEAE","Eriope macrostachya","Mart. ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo comEOO de 1.178.782 km▓. No Brasil ocorre nas regiшes Norte, Nordeste, Sudeste e Sul,nos biomas AmazЗnia, Mata AtlРntica e Cerrado.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20macrostachya","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2269,"LAMIACEAE","Eriope obovata var. gracilis","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A variedade ocorre apenas no Estado da Bahia, com EOO de 135,76 km▓, nos municьpios de Rio de Contas e MucugЖ, em рreas de transiусo entre os biomas Caatinga e Cerrado. Pela restrita extensсo de ocorrЖncia, por estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e, sabendo-se que o ambiente de Caatinga estр sujeito a queimadas regulares, alжm de outros fatores de deterioraусo, tais como pastoreio, agricultura e turismo, supшe-se que a espжcie venha sofrendo declьnio na qualidade de seu hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20obovata%20var.%20gracilis","Cerrado"],
    [2270,"LAMIACEAE","Eriope simplex","(A.St.-Hil. ex Benth.)  Harley","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Goiрse Tocantins com EOO de 36.746 km▓. Por estar prзxima ao limiar devulnerabilidade, no Cerrado, com apenas seis registros de coleta, recomendamosestudos populacionais e sobre a distribuiусo da espжcie, para uma revisсo dacategoria indicada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriope%20simplex","Cerrado"],
    [2271,"LAMIACEAE","Hypenia aristulata","(Epling) Harley","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em Cerrado, no municьpio de NiquelРndia, Estado de Goiрs, com EOO de 26,85 km▓. Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, tendo em vista que a regiсo ж uma das maiores produtoras de nьquel do mundo, atividade que, agregada ao turismo e Я agropecuрria, contribui para o declьnio da qualidade do hрbitat da espжcie. Dessa forma, H. aristulata foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20aristulata","Cerrado"],
    [2272,"LAMIACEAE","Hypenia crispata","(Pohl ex Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж encontrada no Estado de Goiрs, com EOO de 154,47 km▓, em dois municьpios e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Pela restrita dimensсo da extensсo de ocorrЖncia, e por ocorrer em рrea de Cerrado que vem sofrendo deterioraусo por atividades predatзrias, em regiсo com alto crescimento demogrрfico, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20crispata","Cerrado"],
    [2273,"LAMIACEAE","Hypenia micrantha","(Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado do Mato Grosso, com EOO de 262,90 km▓. Segundo informaусo disponьvel, sсo conhecidas apenas cinco coletas antigas, todas provenientes de uma mesma localidade. O bioma Cerrado vem sofrendo degradaусo causada principalmente por atividades agriculturais e pastoris e, por esse motivo, assume-se que a espжcie esteja sofrendo perda e degradaусo de seu hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20micrantha","Cerrado"],
    [2274,"LAMIACEAE","Hypenia subrosea","(Harley) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs, com EOO de 2.477,09 km▓, no municьpio de Alto Paraьso. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sem indicaусo precisa de que esteja presente dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Assume-se que a espжcie se desenvolva em рreas sujeitas a atividades predatзrias, acarretando a perda e degradaусo de seu hрbitat. Dessa forma, H. subrosea foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hypenia%20subrosea","Cerrado"],
    [2275,"LAMIACEAE","Hyptidendron amethystoides","(Benth.) Harley","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcietem ampla distribuiусo, com EOO de 597.452,9 km▓, nas regiшes Norte e Nordeste,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20amethystoides","Caatinga, Cerrado"],
    [2276,"LAMIACEAE","Hyptidendron asperrimum","(Spreng.) Harley","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcieocorre na regiсo Sudeste em diversos ambientes e em unidades de conservaусo (SNUC),com EOO de 533.681 km▓.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20asperrimum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2277,"LAMIACEAE","Hyptidendron claussenii","(Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie sз ж encontrada no Estado de Minas Gerais, na regiсo da Serra do Caraуa, com EOO de 266,46 km▓. Embora exista a Reserva Particular do PatrimЗnio Natural da Serra do Caraуa, suspeita-se que atividades predatзrias como turismo, agricultura, pastoreio e queimadas, frequentes na regiсo, venham causando a degradaусo do hрbitat da espжcie. Dessa forma, H. claussenii foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20claussenii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2278,"LAMIACEAE","Hyptidendron conspersum","(Benth.) Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados da Bahia e Maranhсo, com EOO de 514,66 km▓, e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Segundo informaусo disponьvel, foi coletada no municьpio de Formosa do Rio Preto, primeiro produtor de soja da Bahia, e no municьpio de Balsas no Maranhсo, principal produtor de grсos da regiсo Nordeste. Pode-se afirmar que a espжcie esteja sofrendo perda de hрbitat. Dessa forma, H. conspersum foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptidendron%20conspersum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2279,"LAMIACEAE","Hyptis alpestris","A.St.-Hil. ex Benth.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж pouco conhecida, com apenas quatro registros de coleta muito antigos, provenientes dos Estados de Minas Gerais e Sсo Paulo, com EOO de 3.917,70 km▓. Por ocorrer em Cerrado, ecossistema que vem sofrendo intensa degradaусo, assume-se que tenha havido perda de hрbitat considerрvel nos Щltimos 180 anos, desde o primeiro registro de coleta. Sugerem-se mais estudos para melhor compreensсo do grau de ameaуa da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20alpestris","Cerrado"],
    [2280,"LAMIACEAE","Hyptis althaeifolia","Pohl ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo noBrasil e na Amжrica do Sul, com EOO de 1.245.302,9 km▓.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20althaeifolia","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2281,"LAMIACEAE","Hyptis angustifolia","Pohl ex Benth.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi coletada no Estado de Goiрs e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, com uma EOO de 392,35 km▓. As cinco coletas registradas tЖm mais de 30 anos e, embora hoje a regiсo de Serra Dourada tenha uma ┴rea de Proteусo Ambiental e uma Reserva Biolзgica, nсo hр indicaусo de que as coletas tenham sido realizadas dentro das unidades de conservaусo (SNUC). Por esse motivo, assume-se que haja um declьnio na qualidade do hрbitat, causado principalmente pelo crescimento demogrрfico, pela exploraусo turьstica, e pelas constantes ameaуas ao Cerrado como fogo, atividades agrьcolas e pecuрria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20angustifolia","Cerrado"],
    [2282,"LAMIACEAE","Hyptis apertiflora","Epling","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no bioma Cerrado, no Estado do Paranр com EOO de 4.531,78 km▓, em trЖs municьpios, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Assume-se que haja declьnio na qualidade do hрbitat, causado principalmente pelo crescimento demogrрfico (regiсo mais populosa do Estado do Paranр), pelas atividades industriais (maior parque industrial do Estado), de mineraусo (extraусo de calcрrio e talco), agricultura e vinьcola. Portanto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20apertiflora","Cerrado"],
    [2283,"LAMIACEAE","Hyptis arenaria","Benth.","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Goiрs e Tocantins. Tem AOO de 16 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Dispшe de apenas quatro coletas, uma datada de 1839 em local de mineraусo de ouro, e duas hр mais de 30 anos, na regiсo da Serra Geral. Segundo informaусo compilada, a vegetaусo padece com as queimadas anuais, causadas propositadamente para limpar рreas de fazendas, pastagens e para colher o capim dourado usado no artesanato. Alжm do fogo e da atividade agropecuрria, a regiсo, que tem muitos rios e cachoeiras, estр sendo alvo de projetos de geraусo de energia. Por esses motivos, assume-se que a espжcie venha sofrendo declьnio de рrea de ocupaусo e perda de qualidade do hрbitat. H. arenaria foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU) podendo, em futuro prзximo, estar em uma categoria de maior risco.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20arenaria","Cerrado"],
    [2284,"LAMIACEAE","Hyptis bahiensis","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Liana escandente de locais Щmidos, se desenvolve entre 700 e 1.100 m de altitude. A espжcie ocorre no Estado da Bahia, na regiсo da Chapada Diamantina, em dois municьpios, com EOO de 3.574,47 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As principais ameaуas sсo a degradaусo do hрbitat e poluiусo das рguas por aусo antrзpica. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20bahiensis","Cerrado"],
    [2285,"LAMIACEAE","Hyptis bombycina","Epling","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo o especialista, a espжciesз ж conhecida por seu material tipo. A avaliaусo nсo pode ser conduzida porfalta de dados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20bombycina","Pantanal"],
    [2286,"LAMIACEAE","Hyptis caprariifolia","Pohl ex Benth.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na regiсo da Serra dos Cristais, municьpio de Cristalina (GO), com EOO de 600,40 km▓, estando sujeita a uma situaусo de ameaуa. Segundo informaушes, Cristalina ж o municьpio que mais cresce no Estado, tendo como principais atividades econЗmicas a agricultura, a indЩstria alimentьcia, a mineraусo e o turismo. Assim, assume-se que a espжcie venha sofrendo com a deterioraусo de seu hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20caprariifolia","Cerrado"],
    [2287,"LAMIACEAE","Hyptis carvalhoi","Harley","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em trЖs municьpios na regiсo da Chapada Diamantina (BA), com EOO de 5.312,61 km▓. Estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, nсo havendo indicaусo de coletas em unidades de conservaусo (SNUC). O ambiente de ocorrЖncia da espжcie estр sujeito a queimadas regulares, alжm de outros fatores de deterioraусo, tais como pastoreio, agricultura e turismo. Dessa forma, assume-se que H. carvalhoi venha sofrendo com o declьnio na qualidade de seu hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20carvalhoi","Cerrado"],
    [2288,"LAMIACEAE","Hyptis colligata","Epling & Jрtiva","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs e tem EOO de 913,32 km▓, nos municьpios de Alto Paraьso, Sсo Joсo da Alianуa e Colinas do Sul. Encontrada no Cerrado, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e, nсo tendo a indicaусo de que ocorra em unidades de conservaусo (SNUC), assume-se que venha sofrendo com a deterioraусo de seu hрbitat por atividades predatзrias na regiсo como a mineraусo, agricultura de soja e milho, pecuрria e turismo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20colligata","Cerrado"],
    [2289,"LAMIACEAE","Hyptis cruciformis","Epling","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs com EOO de 2.329,50 km▓, nos municьpios de Alto Paraьso e Sсo Joсo da Alianуa. Encontrada no Cerrado, em Campos ┌midos, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Assume-se que venha sofrendo com a deterioraусo de seu hрbitat pelas atividades predatзrias na regiсo, como a mineraусo, agricultura, pecuрria e turismo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20cruciformis","Cerrado"],
    [2290,"LAMIACEAE","Hyptis delicatula","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado da Bahia com EOO de 963,28 km▓, em dois municьpios. Encontrada no Cerrado e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, a espжcie vem sofrendo com a deterioraусo de seu hрbitat pelas atividades predatзrias na regiсo como agricultura, pecuрria e o turismo. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20delicatula","Cerrado"],
    [2291,"LAMIACEAE","Hyptis digitata","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs com EOO de 414,11 km▓, nos municьpios de Alto Paraьso e Sсo Joсo da Alianуa. Encontrada no Cerrado e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, a espжcie vem sofrendo com o declьnio da qualidade de seu hрbitat pelas atividades predatзrias na regiсo, como a mineraусo, agricultura, pecuрria e o turismo. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20digitata","Cerrado"],
    [2292,"LAMIACEAE","Hyptis eriophylla var. coriifolia","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo.No Brasil ocorre nas regiшes Centro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 152.929 km▓.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20eriophylla%20var.%20coriifolia","Cerrado"],
    [2293,"LAMIACEAE","Hyptis fallax","Harley","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado deMinas Gerais em trЖs municьpios com EOO de 44.207,7 km▓. Pela dimensсo da EOO foiassim categorizada.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20fallax","Cerrado"],
    [2294,"LAMIACEAE","Hyptis frondosa","S.Moore","VU","B2ab(ii,iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Cerrado, nos Estados de Goiрs e Mato Grosso, com AOO menor que 2.000 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa distintas. A Щnica ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC) ж no Parque Nacional das Emas, que periodicamente ж assolado pelo fogo. Alжm disso, a рrea de ocupaусo da espжcie no Cerrado ж igualmente impactada, com grandes рreas de agricultura, pecuрria e avicultura, todas contribuindo para a degradaусo crescente de seu hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20frondosa","Cerrado"],
    [2295,"LAMIACEAE","Hyptis hamatidens","Epling & Jрtiva","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж encontrada em trЖs municьpios no Estado de Goiрs e Mato Grosso, com EOO de 5.718,67 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. De acordo com o crescimento demogrрfico da regiсo, aliado a atividades como agricultura, pecuрria e o turismo, supшe-se que o hрbitat da espжcie esteja em processo de degradaусo. Desta forma, H. hamatidens foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20hamatidens","Cerrado"],
    [2296,"LAMIACEAE","Hyptis imbricatiformis","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na regiсo da Chapada dos Veadeiros, municьpio de Alto Paraьso (GO), com EOO de 1.774,44 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e tem apenas dois registros de ocorrЖncia em рreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Todas as outras coletas se referem Я beira de estradas ou nсo incluem indicaусo de que tenham sido realizadas em unidade de conservaусo (SNUC). Assim, assume-se que a espжcie ocorra em рreas sujeitas a atividades degradantes, causando declьnio na qualidade do hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20imbricatiformis","Cerrado"],
    [2297,"LAMIACEAE","Hyptis lagenaria","A.St.-Hil. ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусocom EOO de 283.176,8 km▓ ж encontrada nas regiшes Sudeste e Sul do Brasil e naregiсo de Missiones na Argentina.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20lagenaria","Mata AtlРntica"],
    [2298,"LAMIACEAE","Hyptis lutescens","Pohl ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com ampla distribuiусo, EOO de 1.227.753,9 km▓nas regiшes Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, ж tambжm encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20lutescens","Cerrado"],
    [2299,"LAMIACEAE","Hyptis pachyphylla","Epling","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs, com EOO de 5.681,01 km▓, em cinco municьpios diferentes. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, com algumas coletas muito antigas e nenhuma que indique ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC). Assim, assume-se que a espжcie ocorra em рreas sujeitas a atividades degradantes, causando declьnio na qualidade do hрbitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20pachyphylla","Cerrado"],
    [2300,"LAMIACEAE","Hyptis paludosa","A.St.-Hil. ex Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil a espжcie ж encontradanos Estados da Bahia, Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, prзximo aolitoral em locais brejosos. Pela dimensсo da EOO de 89.530,9 km▓ e por ser tambжmencontrada em unidades de conservaусo foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20paludosa","Mata AtlРntica"],
    [2301,"LAMIACEAE","Hyptis penaeoides","Taub. ex Ule","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж encontrada na regiсo da Chapada dos Veadeiros, municьpio de Alto Paraьso, Goiрs, com EOO de 620,72 km▓. Pela dimensсo da extensсo de ocorrЖncia, por estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e por apresentar apenas uma coleta em рreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, assume-se que esteja havendo diminuiусo e degradaусo do hрbitat da espжcie. Dessa forma, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20penaeoides","Cerrado"],
    [2302,"LAMIACEAE","Hyptis pinheiroi","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaушes, a espжcie ocorre apenas no Estado da Bahia, no municьpio de Umburanas, com EOO de 424,29 km▓. Apresenta apenas trЖs coletas antigas e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Assume-se que a espжcie ocorra em рreas sujeitas a atividades degradantes, causando declьnio na qualidade do hрbitat. Sugerem-se estudos mais detalhados sobre a distribuiусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20pinheiroi","Cerrado"],
    [2303,"LAMIACEAE","Hyptis piranii","Harley","CR","B1ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж encontrada apenas no Estado de Minas Gerais, no municьpio de Grсo Mogol, com EOO de 10,62 km▓. Ocorre em Campo Rupestre a 850 m. Com apenas cinco coletas, realizadas hр mais de 10 anos, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Embora exista o Parque Estadual de Grсo Mogol, este nсo garante a conservaусo das subpopulaушes da espжcie, considerando a existЖncia de atividades como turismo, agricultura, pastagem e projetos para produусo de energia. Dessa forma, suspeita-se que a espжcie esteja sofrendo com o declьnio na qualidade de seu hрbitat. Foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20piranii","Cerrado"],
    [2304,"LAMIACEAE","Hyptis rhypidiophylla","Briq.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre apenas no Estado de Minas Gerais, nas Serras da Moeda, do Caraуa e do Ouro Branco, com EOO de 532,15 km▓, em atж 1.200 m de altitude. O declьnio da qualidade do hрbitat, causado principalmente pela pecuрria e mineraусo, ж a principal ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie. Por apresentar restrita extensсo de ocorrЖncia e estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, H. rhypidiophylla foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20rhypidiophylla","Cerrado"],
    [2305,"LAMIACEAE","Hyptis sancti-gabrielii","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre apenas no Estado da Bahia, municьpios de IrecЖ e Sсo Gabriel, com EOO de 446,39 km▓, em Caatinga arbustiva, entre 700 e 750 m de altitude. Trata-se de um subarbusto aromрtico e medicinal encontrado em solos mais profundos e fжrteis. O declьnio da qualidade do hрbitat, causado principalmente pela agricultura e pecuрria, ж a principal ameaуa a sua sobrevivЖncia. Por apresentar restrita extensсo de ocorrЖncia e estar sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20sancti-gabrielii","Caatinga"],
    [2306,"LAMIACEAE","Hyptis simulans","Epling","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre na regiсoNordeste, em Floresta Decьdua, com EOO de 42.847 km▓ e em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20simulans","Mata AtlРntica"],
    [2307,"LAMIACEAE","Hyptis stachydifolia","Epling","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado daBahia com EOO de 20.818,2 km▓ em menos de 10 situaушes de ameaуa. Pelaproximidade do limiar de vulnerabilidade, sugerimos estudos populacionais epossьvel revisсo da categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20stachydifolia","Cerrado"],
    [2308,"LAMIACEAE","Hyptis tagetifolia","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs, municьpio de Alto Paraьso e tem EOO de 395,01 km▓. Espжcie arbustiva semiaquрtica, ж encontrada na beira de riachos e nos Campos ┌midos. Com apenas quatro coletas, sendo duas de mais de 30 anos, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Alжm disso, nсo existe evidЖncia de que as coletas tenham sido realizadas em рreas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Dessa forma, assume-se que a espжcie ocorra em рreas sujeitas a atividades predatзrias, sofrendo diretamente com o declьnio da qualidade de hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tagetifolia","Cerrado"],
    [2309,"LAMIACEAE","Hyptis tetracephala","Bordignon","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 291 km▓, embora com umЩnico registro de coleta, a espжcie ж citada pelo especialista como ocorrendo noRio Grande do Sul, litoral norte e vale do rio dos Sinos, e no vale do rioItajaь em Santa Catarina. A avaliaусo nсo pode ser conduzida por falta de dados, portanto sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tetracephala","Mata AtlРntica"],
    [2310,"LAMIACEAE","Hyptis tricephala","A.St.-Hil. ex Benth.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A avaliaусo nсo pode serconduzida por falta de dados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20tricephala","Cerrado"],
    [2311,"LAMIACEAE","Hyptis viatica","Harley","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж encontrada em рreas de transiусo entre Mata AtlРntica e Caatinga, no Estado de Minas Gerais, municьpio de Pedra Azul, com EOO de 122,91 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A restrita рrea de Caatinga em Minas Gerias estр sujeita a queimadas regulares que podem interferir na integridade da populaусo da espжcie. Dessa forma, assume-se que a espжcie esteja sofrendo com o declьnio contьnuo da qualidade de seu hрbitat. Portanto, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hyptis%20viatica","Caatinga"],
    [2312,"LAMIACEAE","Ocimum nudicaule","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 121.663 km▓ ocorre em quatroEstados no Brasil e tambжm no Paraguai. Embora com ampla distribuiусo, segundoo especialista, a espжcie ж medicinal e ocorre em subpopulaушes pequenas em рreasde Cerrado vulnerрveis, assim sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocimum%20nudicaule","Cerrado"],
    [2313,"LAMIACEAE","Ocimum ovatum","Benth.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 1.005.079,7 km▓, ocorre emtrЖs Estados no Brasil e tambжm no Paraguai. Espжcie de ampla distribuiусo, masas coletas sсo muito antigas, assim sugerimos atualizaусo dos registros.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocimum%20ovatum","Cerrado"],
    [2314,"LAMIACEAE","Salvia congestiflora","Epling","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж um arbusto que ocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 35.832 km▓ e menos de 10 situaушes de ameaуa. As subpopulaушes da espжcie estсo em regiшes com presenуa de espжcies invasoras e grande parte da vegetaусo original foi transformada em campos para agricultura e pastagem. A espжcie possui coletas recentes e esforуos de pesquisa devem ser direcionados Я espжcie, a fim de verificar se as ameaуas incidentes na regiсo de ocorrЖncia da espжcie estсo afetando as subpopulaушes existentes.","2012-10-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salvia%20congestiflora","Mata AtlРntica"],
    [2315,"LAURACEAE","Aiouea acarodomatifera","Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nasregiшes Sudeste e Sul, com EOO de 183.822 km▓. Habita a Mata AtlРntica e tem sidobastante coletada nos Щltimos 10 anos, principalmente no Estado de Sсo Paulo. Estрpresente em cinco unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20acarodomatifera",""],
    [2316,"LAURACEAE","Aiouea benthamiana","Mez","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre na regiсo norte, nos estados do Amazonas, Parр e possivelmente Acre e Amapр, com EOO de 507,43 km▓. Pelas informaушesobtidas, existem poucos exemplares em herbрrios, tendo sido coletada por Spruceem 1852, no Amazonas e no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapр, em 2004. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa e, possivelmente, esteja sofrendo com o declьnio e perda da qualidade de seu habitat. A espжcie foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20benthamiana","AmazЗnia"],
    [2317,"LAURACEAE","Aiouea bracteata","Kosterm.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж encontrada nos estados de Minas Gerais e Sсo Paulo, com EOO de 11.959,44 km▓. Arvoreta de atж 5 m, de ocorrЖncia em Cerrado e possivelmente Mata AtlРntica, sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, tendo sido coletada pela Щltima vez hр mais de 15 anos. As principais ameaуas a sobrevivЖncia da espжcie sсo o avanуo daagricultura e pecuрria, o que leva Я perda e degradaусo de seu habitat.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20bracteata","Cerrado, Mata AtlРntica (Quinet, Baitello, Moraes, 2010)"],
    [2318,"LAURACEAE","Aiouea lehmannii","(O.C.Schmidt) S.S.Renner","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусodisponьvel, a espжcie ж conhecida por apenas trЖs exemplares de uma mesma coletado Dr. Prance em 1966, provenientes do municьpio de Cruzeiro do Sul, Acre. Possui EOO de 255,90 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A extraусo daborracha e de madeiras, a agricultura da mandioca e outras atividades agrьcolase pastoris, assim como o crescimento urbano, vЖm deteriorando o habitat daespжcie. Desta forma, A. lehmannii foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20lehmannii","AmazЗnia"],
    [2319,"LAURACEAE","Aiouea macedoana","Vattimo-Gil","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie sз ж conhecidapela coleta tipo de 1955. Por falta de dados a avaliaусo nсo pode serconduzida.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20macedoana","Cerrado (Quinet, Baitello, Moraes, 2011)."],
    [2320,"LAURACEAE","Aiouea piauhyensis","(Meisn.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados do Piauь, Mato Grosso, Goiрs, Mato Grosso do Sul, Sсo Paulo, com EOO de787.004,8 km▓. ╔ encontrada no Cerrado, e principalmente nas matas de galeria aolongo dos rios do Planalto Central.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20piauhyensis","Cerrado (Quinet, Baitello, Moraes, 2011)."],
    [2321,"LAURACEAE","Aiouea trinervis","Meisn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nasregiшes Norte, Centro-Oeste e Sudeste, com EOO de 4.236.769,6 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aiouea%20trinervis","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2322,"LAURACEAE","Aniba ferrea","Kubitzki","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусodisponьvel, a espжcie ж rara, sujeita a trЖs situaушes deameaуa, com ocorrЖncia nos estados do Amazonas e Amapр. Em рrea monitorada foram encontrados 0,33 a 2 indivьduos porhectare, e em 13 anos de estudo de regeneraусo apenas dois indivьduos chegarama 15 cmde DAP. Espжcie usada na indЩstria de perfumaria, para a obtenусo de зleosessenciais, cuja extraусo ж feita com a derrubada da рrvore, levando Я reduусodas subpopulaушes naturais. Emboracoletado em trЖs рreas protegidas e com EOO de 27.346,01 km▓, pelo valorde mercado de seus зleos essenciais e pela sua raridade, o louro-ferro жconsiderado Vulnerрvel (VU).","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20ferrea",""],
    [2323,"LAURACEAE","Aniba heringeri","Vattimo","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nasregiшes Centro-Oeste e Sudeste com EOO de 1.710.365,2 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20heringeri","Caatinga, Cerrado"],
    [2324,"LAURACEAE","Aniba intermedia","(Meisn.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусodisponьvel, a espжcie habita a Mata AtlРntica de altitude no Sul da Bahia, comregistros de coletas em algumas unidades de conservaусo (SNUC) nesta regiсo, assim como, emMinas Gerais nos Municьpios de Caratinga e Marlieria, e no Rio de Janeiro, na Reserva Biolзgica dePoуo das Antas, Silva Jardim. A espжcie faz parte da alimentaусo domico-leсo-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) e do ouriуo-preto(Chaetomys subspinosus) um roedor herbьvoro ameaуado de extinусo. Os fragmentosremanescentes da Floresta AtlРntica da Regiсo Cacaueira da Bahia estсo submetidosa forte pressсo antrзpica, com declьnio da sua extensсo e qualidade. Esteprocesso tambжm compromete o agroecossistema cacaueiro e a sobrevivЖncia dasespжcies arbзreas, bem como a fauna silvestre associada. Embora pelosvalores da EOO e pelo nЩmero de locais em situaусo de ameaуa, a espжcie nсo seenquadre na categoria \"Vulnerрvel\" (VU), uma atenусo especial deve ser dada a estaespжcie, por sua importРncia ecolзgica e pela fragilidade de seu habitat.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20intermedia","Mata AtlРntica"],
    [2325,"LAURACEAE","Aniba pedicellata","Kosterm.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусodisponьvel, a espжcie ж conhecida pelo tipo, coletado em 1922, em Nova Friburgo. Pela insuficiЖncia de dados a avaliaусo nсo pode serconduzida.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20pedicellata","Mata AtlРntica"],
    [2326,"LAURACEAE","Aniba rosaeodora","Ducke","EN","A2abcd","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Distribuьda nos estados do Amapр, Amazonas e Parр, a espжcie tem grande valor econЗmico, pois, das рrvores do pau-rosa ж extraьdo o linalol, essЖncia largamente empregada como fixador de perfumes, assim como fragrРncias utilizadas pela indЩstria de perfumaria nacional e internacional. A produусo do зleo essencial ж baseada na derrubada da рrvore, levando a reduусo das subpopulaушes naturais. Desde o inьcio do sжculo passado, o зleo essencial do pau-rosa tem sido usado de modo nсo sustentрvel e em larga escala. Atravжs dos dados histзricos de extraусo da espжcie estima-se uma reduусo populacional de 46%. Em 2009, estudos realizados em populaушes naturais de pau-rosa, em 12 municьpios do Amazonas, observaram uma baixa densidade de рrvores adultas (1 рrvore/5 ha e DAP>10 cm). No inьcio dos anos de 1950, o pau-rosa era amplamente distribuьdo e facilmente acessьvel ao longo das margens dos rios. A exploraусo levou Я virtual extinусo de subpopulaушes ao longo das margens dos rios. Na dжcada de 80, o acesso as subpopulaушes naturais tornou-se progressivamente mais difьcil e encontrando-se efetivamente confinadas a um nЩmero de рreas no Amazonas central. Hoje, mesmo nestas рreas, рrvores com DAP maior que 30 cm sз sсo encontradas a mais de 2 km de distРncia das margens dos rios. Observa-se tambжm o declьnio contьnuo de sua extensсo de ocorrЖncia e da qualidade de seu habitat pela exploraусo madeireira, extrativista, a pecuрria e a agricultura.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20rosaeodora",""],
    [2327,"LAURACEAE","Aniba santalodora","Ducke","VU","B1ab(iii,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estadodo Amazonas, com EOO de 7.509,46 km▓, sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Suspeita-se que esteja ocorrendo contьnuo declьnio e deterioraусo da regiсo de ocorrЖncia de A. santalodora causado, principalmente, pela exploraусomadeireira e extrativista. Alжm disto, a espжcie tem potencial madeireiro e para produусo de зleosessenciais, e vem sendo explorada pela empresa Mil Madeiras Itacoatiara, Ltda. Desta forma, estima-se que tambжm esteja ocorrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Diante disto, a espжcie foi categorizada como Vulnerрvel (VU).","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aniba%20santalodora","AmazЗnia"],
    [2328,"LAURACEAE","Beilschmiedia linharensis","Sa.Nishida & van der Werff","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados da Bahia e EspьritoSanto, com EOO de 61.525,8 km▓. Embora o valor da EOO exceda o limiar devulnerabilidade, a espжcie ж encontrada em menos de 10 locais em situaусo deameaуa. A espжcie merece atenусo, apesar de ser encontrada em quatro unidades de conservaусo (SNUC), pois vem sofrendo deterioraусo e declьnio de seu habitat, pelo desmatamentopara usos madeireiros, e para a expansсo das lavouras de cafж, cacau, epecuрria.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Beilschmiedia%20linharensis","Mata AtlРntica"],
    [2329,"LAURACEAE","Beilschmiedia rigida","(Mez) Kosterm.","EN","A2c,B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos estado do Rio de Janeiro e, possivelmente, nos estados da Bahia e Espьrito Santo, com EOO de 1.208,27 km▓. Popularmente conhecida como canela-batata,usada para a fabricaусo de mзveis, foi considerada extinta, por nсo tersido coletada por 50 anos, entre sua descriусo em 1932 e a dжcada de 80, quandovoltou a ser encontrada. Em 2009, levantamento realizado em 17 рreas de FlorestaAtlРntica Montana, apenas um indivьduo foi registrado. Em Macaж de Cima, Rio de Janeiro, aespжcie foi coletada por Glaziou em 1889 e somente em 1988 foi recoletada. A ReservaBiolзgica de Macaж de Cima, nсo ж regulamentada e sofre pressсo antrзpica causada principalmente pelo desmatamentopara construусo de casas de veraneio, agricultura e pastagem, nсo garantindo a integridade das subpopulaушes da espжcie.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Beilschmiedia%20rigida","Mata AtlРntica (Quinet, Baitello, Moraes, 2011)."],
    [2330,"LAURACEAE","Cinnamomum erythropus","(Nees & Mart.) Kosterm.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no estado de Minas Gerais, com EOO de 2.658,72 km▓, e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ocorre em solo ferrugьneo, nos Campos Rupestres a 1.300 m. Ambiente este que vem sofrendo fragmentaусo e degradaусo, causados pela influЖncia das atividades demineraусo, fogo e pastoreio. Desta forma, a espжcie foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20erythropus","Cerrado"],
    [2331,"LAURACEAE","Cinnamomum hatschbachii","Vattimo-Gil","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos estados do Paranр e Santa Catarina, com EOO de 7.905,40 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Habita aSerra do Mar entre os dois estados, numa altitude entre 850 e 1.400 m, em Mata Nebular. A Mata AtlРntica da regiсo suldo Brasil encontra-se severamente fragmentada e ainda nos dias de hoje sofre com a pressсo antrзpica, decorrente principalmente das atividades agropecuрrias. Desta forma, suspeita-se que a espжcie esteja sujeita a declьnio em sua extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat. Foi categorizada como Vulnerрvel (VU).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [2332,"LAURACEAE","Cinnamomum haussknechtii","(Mez) Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados da Bahia e Minas Gerais, com EOO de 245.817,6 km▓ em mais de 10locais em situaусo de ameaуa, inclusive em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20haussknechtii","Cerrado"],
    [2333,"LAURACEAE","Cinnamomum quadrangulum","Kosterm.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no estado de Minas Gerais, com EOO de 9.531,40 km▓. Na regiсode ocorrЖncia, prзxima ao municьpio de Belo Horizonte, os Campos Rupestres sobre Canga vЖmsendo eliminados por atividadesmineradoras, e quase a totalidade dos remanescentes pertence a empresas demineraусo ou sсo рreas fortemente afetadas pela expansсo imobiliрria. Apenasuma unidade de conservaусo em Minas Gerais, o Parque Estadual da Serra do Rola Moуa, possuipequenas porушes de Campos Rupestres sobre Canga, рrea insuficiente parapreservar a diversidade deste ambiente peculiar.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20quadrangulum","Cerrado"],
    [2334,"LAURACEAE","Cinnamomum stenophyllum","(Meisn.) Vattimo-Gil","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр, com EOO de 150.264,7 km▓,em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20stenophyllum","Mata AtlРntica"],
    [2335,"LAURACEAE","Cinnamomum taubertianum","(Mez & Schwacke) Kosterm.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Com apenas cinco coletas, demais de 20 anos, em trЖs locais em situaусo de ameaуa, supomos que a espжcieseja rara e sugerimos que seja mais estudada, para uma possьvel alteraусo emsua categoria.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20taubertianum","Cerrado"],
    [2336,"LAURACEAE","Cinnamomum tomentulosum","Kosterm.","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж encontrada naChapada Diamantina, Bahia, e em Minas Gerais, na cadeia do Espinhaуo. Com EOOde 38.242 km▓, prзximo ao limiar de vulnerabilidade, em cinco locais em situaусode ameaуa e presente em uma unidade de conservaусo (SNUC). Sugerimos que estudospopulacionais sejam realizados para uma futura mudanуa de categoria.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20tomentulosum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2337,"LAURACEAE","Cinnamomum triplinerve","(Ruiz & Pav.) Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусona Amжrica Latina, e no Brasil ocorre nas regiшes Norte, Nordeste, Sudeste eSul, com EOO de 5.172.649,9 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cinnamomum%20triplinerve","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2338,"LAURACEAE","Dicypellium caryophyllaceum","(Mart.) Nees","CR","A2acd,B2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos estados doParр e Maranhсo, com EOO de 507,64 km▓ e AOO de 8 km▓. Conhecido como pau-cravo oucravo-do -maranhсo, apreciado por suas propriedades aromрticas e medicinais,foi excessivamente explorado no passado. A casca exportada, e da madeiraextraьdo o eugenol, usado na indЩstria de perfumaria e tambжm exportado. Segundo relato de Ducke,em 1938, \"ocorreu uma grande destruiусo das рrvores no perьodo colonial e aspequenas culturas outrora existentes no Parр, desde muito tempo se escassearam\".O cravo-do-maranhсo quase foi extinto no estado do Parр, onde era muito frequente.Alжm do uso na alimentaусo, na perfumaria e na medicina, a madeira ж aromрtica,amarelada, compacta e resistente, prзpria para construусo civil e naval. Atualmenteforam identificados 21 indivьduos de Dicypelliumcaryophyllaceum  pela equipe quelevantou os impactos ambientais da usina de Belo Monte. A maior concentraусo deindivьduos jр registrada na AmazЗnia desde o sжculo 18 foi no municьpio deJuruti, com 189 indivьduos. As рrvores ficam em uma рrea ondedeverр haver concessшes florestais e pesquisadores sugerem a criaусo de umaunidade de conservaусo para proteger a espжcie.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dicypellium%20caryophyllaceum","AmazЗnia"],
    [2339,"LAURACEAE","Mezilaurus crassiramea","(Meisn.) Taub. ex Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados doMato Grosso, Goiрs, Minas Gerais e Espьrito Santo, com EOO de 503.949,8 km▓. Aprincipal ameaуa Я espжcie ж a destruiусo e degradaусo da Mata AtlРntica e doCerrado, com a abertura de extensas рreas parapastagens, lavouras, principalmente de soja. Embora presente em unidadesde conservaусo (SNUC), estas sсo insuficientes pararepresentar e conservar toda a diversidade do Cerrado.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20crassiramea","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2340,"LAURACEAE","Mezilaurus itauba","(Meisn.) Taub. ex Mez","VU","A4cd","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos estados do Parр,Amazonas, Acre, Mato Grosso e, possivelmente, RondЗnia e Mato Grosso do Sul.Segundo informaусo disponьvel, possui madeira resistente e ж uma dasespжcies mais exploradas na regiсo norte AmazЗnica, sendo utilizada paradiversas finalidades. No municьpio de Novo Airсo (AM), por exemplo, a espжcieera encontrada em abundРncia nas matas vizinhas Я cidade e hoje jр ж escassa,pois sofre intenso extrativismo para a produусo de embarcaушes. Apesar deamplamente distribuьda, o extrativismo e a reduусo e destruiусo do habitat desua ocorrЖncia sсo ameaуas potenciais para declьnio no nЩmero de indivьduos ede subpopulaушes. Considerando-se que a espжcie tenha crescimento lento e um tempo de geraусo de pelo menos 50 anos, e tendo em vista Яs ameaуas a qual a espжcie ж submetida, pode-se suspeitar que M. itauba tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 30% nos Щltimos 150 anos e poderр continuar apresentando declьnio se providencias para sua conservaусo nсo forem adotadas.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20itauba","AmazЗnia"],
    [2341,"LAURACEAE","Mezilaurus navalium","(Allemсo) Taub. ex Mez","EN","A2cd,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estado doRio de Janeiro, com EOO de 1.168,55 km▓ e AOO de 20 km▓, sendo a Щnica espжcie dogЖnero ocorrendo em Mata AtlРntica no sudeste do Brasil. Conhecida portapinhoс, madeira de lei extremamente durрvel e utilizada naconstruусo naval, construусo civil, construусo de mзveis, janelas, ferramentas,assoalho, e boa para tanoaria, substituindo o carvalhoeuropeu. ?Devido Я qualidade de sua madeira a espжcie ж explorada desde o Brasil colЗnia,quando sua extraусo levou a uma carta rжgia, em 1799, em quepermitia o corte dessas рrvores sob condiусo de ser a respectiva madeiravendida aos arsenais, para ser empregada no forro das embarcaушes.  Alжm da exploraусo excessiva da espжcie, seuhabitat vem sendo reduzido e degradado hр dжcadas. A espжcie tem sido produzida no Viveiro Florestal do Instituto de Florestasda Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Embora ainda existam exemplares na ReservaBiolзgica do Tinguр, no Parque Nacional da Serra dos Мrgсos e no ParqueEstadual da Pedra Branca, estas trЖs unidades de conservaусo nсo asseguram aintegridade dos indivьduos remanescentes. Estima-se tambжm, que tenha ocorrido um declьnio populacional de cerca de 50% em um perьodo de 10 anos, associado principalmente a perda de qualidade de habitat, ao declьnio de extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo, e ao potencial de exploraусo da espжcie.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezilaurus%20navalium","Mata AtlРntica"],
    [2342,"LAURACEAE","Nectandra angustifolia","(Schrad.) Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie nсo ж endЖmica do Brasil, onde ocorre nas regiшes Nordeste,Centro-Oeste, Sudeste e Sul com EOO de 677.507,7 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20angustifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2343,"LAURACEAE","Nectandra barbellata","Coe-Teix.","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie foi coletada no inьciodo sжculo XX nos arredores do municьpio de Sсo Paulo, hoje рreas muitopopulosas. Existem coletas da dжcada de 80 e 90, jр dentro de unidades de conservaусo, em pequenos remanescentes de Mata AtlРntica da regiсo, no Parque Estadual da Serra do Cantareira e noParque Estadual Alberto Loefgren. Neste mesmo perьodo, algumas coletas foram realizadas no estado do Espьrito Santo, duas em 1985 e uma em 1993. Estas duas regiшes de ocorrЖncia daespжcie, hoje sсo рreas devastadas pela ocupaусo urbana. Estudos recentes(2010) identificaram dois indivьduos no Parque Estadual da Serra da Cantareira e 10indivьduos na Reserva Florestal de Morro Grande, Sсo Paulo (2006). Sugerimos maisestudos sobre a espжcie, tendo em vista a drрstica destruiусo de seu habitat.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20barbellata","Mata AtlРntica"],
    [2344,"LAURACEAE","Nectandra cissiflora","Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie tem ampladistribuiусo, estр presente em todas as regiшes do Brasil, com EOO de5.693.460 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC). Segundo informaусodisponьvel, a espжcie vem sendo extraьda, de maneira nсo sustentрvel, pelo seuvalor madeireiro. Sugerimos anрlise das subpopulaушes existentes nos diferentesambientes.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20cissiflora","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2345,"LAURACEAE","Nectandra debilis","Mez","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie ж rara, e as poucas coletas existentes sсo em menos de cinco locais emsituaусo de ameaуa. Sugerimos mais estudos sobre a espжcie para uma reavaliaусoda categoria ora atribuьda.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20debilis","Mata AtlРntica"],
    [2346,"LAURACEAE","Nectandra embirensis","Coe-Teix.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20embirensis","AmazЗnia"],
    [2347,"LAURACEAE","Nectandra grandiflora","Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie distribui-se nos Estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio deJaneiro, Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, com EOO de 1.022.246 km▓,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20grandiflora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2348,"LAURACEAE","Nectandra grisea","Rohwer","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусo disponьvel, a espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, no Rio Purus no estado do Acre e no Rio Japurр no estado do Amazonas, com AOO de 12 km▓. A AmazЗnia possui um histзrico de desmatamento, alжm de impactosambientais relacionados ao crescimento urbano, e ocupaусo e mecanizaусo do solopara agricultura. Esta problemрtica tambжm atinge a regiсo do Rio Japurр, umdos locais onde a espжcie se desenvolve.","2012-03-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20grisea","AmazЗnia"],
    [2349,"LAURACEAE","Nectandra hihua","(Ruiz & Pav.) Rohwer","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж distribuьda pelasregiшes Norte, Centro-Oeste, Sudeste, e Sul atж o Paranр, com EOO de 4.401.259,9 km▓,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20hihua","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [2350,"LAURACEAE","Nectandra impressa","Mez","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20impressa","AmazЗnia"],
    [2351,"LAURACEAE","Nectandra japurensis","Nees","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20japurensis","AmazЗnia"],
    [2352,"LAURACEAE","Nectandra matogrossensis","Coe-Teix.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20matogrossensis","Cerrado"],
    [2353,"LAURACEAE","Nectandra micranthera","Rohwer","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado daBahia, com EOO de 28.482 km▓, em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Pela EOO estar  pouco acima dolimiar de vulnerabilidade, por habitar as florestas costeiras e plantaушes decacau, habitats que vЖm sofrendo grande destruiусo, e pelas coletas serem, a maioria, de mais de 20 anos, sugerimos atenусo a esta espжcie, com estudos populacionais. ","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20micranthera","Mata AtlРntica"],
    [2354,"LAURACEAE","Nectandra paranaensis","Coe-Teix.","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos estados deSсo Paulo e Paranр, estando sujeita a duas situaушes de ameaуa. Habita FlorestaOmbrзfila Densa e Floresta Ombrзfila Mista, ambiente estes que encontram-se altamente degradados nos dois estados. No estado do Paranр, foram desmatas 144 mil hectares de рreas naturais no perьodo de 1985 a 1990. Da mesma forma, o estado de Sсo Paulo tambжm apresenta altьssimas taxas de desmatamento ocasionadas principalmente pela expansсo urbana desordenada. Portanto, a espжcie foi categorizada como Vulnerрvel (VU).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [2355,"LAURACEAE","Nectandra psammophila","Nees","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж encontrada nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo e Rio de Janeiro,com EOO de 1.204.538 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20psammophila","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2356,"LAURACEAE","Nectandra spicata","Meisn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20spicata","Mata AtlРntica"],
    [2357,"LAURACEAE","Nectandra venulosa","Meisn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20venulosa","Cerrado"],
    [2358,"LAURACEAE","Nectandra warmingii","Meisn.","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados daBahia, Goiрs, Distrito Federal e Minas Gerais, com EOO de 450.481,9 km▓. Segundoinformaусo disponьvel, as coletas sсo antigas, em cerca de 10 locais emsituaусo de ameaуa, alguns deles totalmente modificados nas Щltimas dжcadas.Sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20warmingii","Cerrado"],
    [2359,"LAURACEAE","Nectandra weddellii","Meisn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser conduzida.","2012-03-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nectandra%20weddellii","Mata AtlРntica"],
    [2360,"LAURACEAE","Ocotea aciphylla","(Nees & Mart.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre em todo o territзrio Brasileiro, com AOO de 808 km▓. Segundoinformaусo disponьvel, a maior ameaуa Я espжcie ж seu uso madeireiro, poispossui madeira resistente a insetos e prзpria para a construусo civil. Namedicina ж usada como tЗnico e estomрquico e a casca ж utilizada contra o reumatismo.Os ьndios do Xingu utilizam as folhas para enrolar cigarro usado pelo Pagж emrituais de cura.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20aciphylla","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2361,"LAURACEAE","Ocotea basicordatifolia","Vattimo-Gil","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no estado de Sсo Paulo com EOO de 1.625,18 km▓. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, sofre com deterioraусo e perda de qualidade de habitat. Segundo informaусo, mesmo as рreas protegidas com ocorrЖncia da espжcie estсo sujeita a ameaуas como invasшes de populaушes marginalizadas,especulaусo imobiliрria, mineraусo,extrativismo vegetal clandestino, lixшes, poluiусo do solo e chuva рcida. Desta forma, assume-se que a espжcie esteja sofrendo com o declьnio contьnuo da qualidade de seu habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20basicordatifolia","Mata AtlРntica"],
    [2362,"LAURACEAE","Ocotea beulahiae","Baitello","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estado de Sсo Paulo e, possivelmente, Espьrito Santo, sujeita a cinco situaушes de ameaуa, com EOO de 3.275,74 km▓. Segundo informaушes, a vegetaусo nativa do estado de Sсo Paulo, representa apenas 13,94% de sua рrea original. Os ciclos de cafж e cana-de-aуЩcar foram intensos no estado e altamente impactantes sobre as рreas naturais. Da mesma forma, a urbanizaусo e crescimento das cidades ainda colaboram para a perda de рreas de vegetaусo nativa. Assume-se que ainda ocorra declьnio contьnuo da qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20beulahiae","Mata AtlРntica"],
    [2363,"LAURACEAE","Ocotea beyrichii","(Nees) Mez","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжciefoi coletada por Glaziou, no municьpio de Alto Macaж em 1891, e somente 100 anos depois, foi recoletadana mesma localidade, no municьpio de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Para o estado de Sсo Paulo existem de quatro registros de ocorrЖncia em uma mesma regiсo. As duas рreas de ocorrЖnciana Mata AtlРntica vЖm sofrendo declьnio e deterioraусo, pela especulaусoimobiliрria, agricultura e pastagem.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20beyrichii","Mata AtlРntica"],
    [2364,"LAURACEAE","Ocotea bicolor","Vattimo-Gil","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nas Regiшes Sudeste e Sul, com EOO de 943.309,9 km▓, inclusive em unidadesde conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20bicolor","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2365,"LAURACEAE","Ocotea bragai","Coe-Teix.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundoinformaусo disponьvel, a espжcie estр sujeita a duas situaушes deameaуa, com EOO de 2.891,20 km▓. A Floresta Ombrзfila Densa Montana =, dos estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro, ambiente de ocorrЖncia da espжcie, vem sofrendo declьnio e fragmentaусo, com o aumento da pressсo de desmatamento para a implantaусo deloteamentos, alжm da agricultura e pastagem. Assume-se que a espжcie esteja sofrendo com o declьnio contьnuo da qualidade de seu habitat. Desta forma, a espжcie foi categorizada como Em Perigo (EN).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20bragai","Mata AtlРntica"],
    [2366,"LAURACEAE","Ocotea catharinensis","Mez","VU","A2cd","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro,Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracterьstica das encostas e toposde morros da Mata AtlРntica, a canela-preta, madeira de alta qualidade, vemsendo extraьda hр vрrias dжcadas. Segundo dados disponьveis, estudos realizados nopassado, no estado de Santa Catarina, mostravam que a espжcie representava umterуo de todo o volume de рrvores em um hectare. ┴ exploraусo intensa eЯ expansсo das fronteiras agrьcolas ocasionou a fragmentaусo de seu habita e a perda do nЩmero deindivьduos e subpopulaушes. Os fragmentos remanescentes, que podem abrigar subpopulaушesde O. catharinensis, representam 14,5% da рrea original. Com a persistЖncia dodesmatamento do domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, assim como a reduусo de рreas de Cerrado e, principalmente, Pampa, a fragmentaусo e a degradaусo do habitat daespжcie continuam se agravando.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [2367,"LAURACEAE","Ocotea confertiflora","(Meisn.) Mez","VU","D2","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie diзica,com poucos e antigos registros de ocorrЖncia, provenientes das planьciescosteiras dos estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro e um registro para o estado de Minas Gerais. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, habitando рreas altamente degradadas e impactadas, principalmente devido a especulaусo imobiliрria, cultivos agrьcolas e pastagens ocupandograndes рreas, promovendo fragmentaусo e risco de extinушes locais. A espжcie foi categorizada como Vulnerрvel (VU).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20confertiflora","Mata AtlРntica"],
    [2368,"LAURACEAE","Ocotea cryptocarpa","Baitello","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieж endЖmica do estado do Espьrito Santo, com EOO de 197,87 km▓, sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie (municьpio de Santa Teresa) vem sofrendo com a perda de Mata AtlРntica, causada principalmente pela especulaусo imobiliрria e transformaусo de рreas naturais em рreas de pastagem. Foi registrada a ocorrЖncia da espжcie na Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia. Porжm nсo ж reconhecida legalmente. Assume-se que a espжcie esteja sofrendo com declьnio contьnuo da qualidade de seu habitat.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20cryptocarpa","Mata AtlРntica"],
    [2369,"LAURACEAE","Ocotea curucutuensis","Baitello","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Sсo Paulo, com EOO de 28.963,5 km▓. Prзximoao limiar de vulnerabilidade e em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa, emboraas рreas de ocorrЖncia estejam quase todas inseridas em unidades de conservaусo (SNUC),estas ainda sofrem forte pressсo antrзpica, com degradaусo da floresta nativa.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20curucutuensis","Mata AtlРntica"],
    [2370,"LAURACEAE","Ocotea cymbarum","Kunth","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieestр sendo enquadrada nesta categoria, considerando que tem valor de usomedicinal (atividade contra o desenvolvimento do ancilostomьdeo humano), naperfumaria ж usado o зleo safrol dela extraьdo, e uso madeireiro, na indЩstriamoveleira e na construусo civil. Segundo informaусo disponьvel, a espжcie ж adaptadaa inundaушes periзdicas, ж tolerante ao sombreamento, e a madeira pesada e combaixa taxa de incremento anual ж pouco viрvel para plantio em рreas degradadas,e em рreas naturais deve ser explorada com cautela, pois pode requerer ciclosde cortes mais longos do que 25 anos para garantir sua sustentabilidade. Aexploraусo intensa pode, em curto prazo, exaurir o estoque de madeira deflorestas inundрveis sem haver tempo suficiente para a recuperaусo.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20cymbarum","Pampa (Campos Sulinos), AmazЗnia"],
    [2371,"LAURACEAE","Ocotea daphnifolia","(Meisn.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre entre os Estados da Bahia e Paranр, com EOO de 1.244.429,9 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20daphnifolia","Mata AtlРntica"],
    [2372,"LAURACEAE","Ocotea felix","Coe-Teix.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieestр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, com EOO de 2.106,12 km▓. Suasprincipais ameaуas sсo a perda e deterioraусo do habitat pelo aumento dapressсo de desmatamento para a implantaусo de loteamentos e рreas deagricultura.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20felix","Mata AtlРntica"],
    [2373,"LAURACEAE","Ocotea frondosa","(Meisn.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundoinformaусo disponьvel, a espжcie ocorre em Minas Gerais e SсoPaulo, com coletas recentes em Goiрs, com EOO de 415.443 km▓. As coletasregistradas sсo antigas, em menos de 10 locais em situaусo de ameaуa, em apenasuma unidade de conservaусo (SNUC), o Parque Estadual da Cantareira, que sofre pressшesantrзpicas, ж atravessado por estradas e linhas de transmissсo, e as рreas deentorno tЖm sofrido substituiусo das florestas pela ocupaусo humana.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20frondosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2374,"LAURACEAE","Ocotea lancifolia","(Schott) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieж considerada comum e ocorre em diversas regiшes do Brasil com EOO de2.469.896,6 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20lancifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2375,"LAURACEAE","Ocotea langsdorffii","(Meisn.) Mez","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcieocorre na Serra do Cipз e na Chapada Diamantina com EOO de 64.623,7 km▓ e AOO de 116 km▓. Pelas coletas observadas, a espжcie ocorre em cerca de 10 situaушes de ameaуa, sujeitos a deterioraусo por atividades antrзpicas, pastageme fogo, e por este motivo enquadramos a espжcie nesta categoria.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20langsdorffii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2376,"LAURACEAE","Ocotea laxa","(Nees) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre entre Minas Gerais e Santa Catarina, com EOO de 1.103.515,5 km▓. ╔considerada espжcie comum na Mata AtlРntica e estр presente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20laxa","Mata AtlРntica"],
    [2377,"LAURACEAE","Ocotea lobbii","(Meisn.) Rohwer","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre entre a Bahia e Santa Catarina, com EOO de 766.587,7 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20lobbii","Mata AtlРntica"],
    [2378,"LAURACEAE","Ocotea mosenii","Mez","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre no estado de Sсo Paulo, com EOO de 10.379,73 km▓, sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Segundo informaусo disponьvel, a espжcie ж endЖmica das Florestas Ombrзfilas e Semideciduais de Terras Baixas e Submontanas, formaушes bastante deterioradas nasрreas de ocorrЖncia da espжcie. Com coletas hр mais de 70 anos nos arredores do municьpio deSсo Paulo, estima-se que a espжcie jр nсo exista nessas рreas. De acordo com os outros registros de ocorrЖncia, a espжcie ocorre em apenas uma unidade de conservaусo.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20mosenii","Mata AtlРntica"],
    [2379,"LAURACEAE","Ocotea nectandrifolia","Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre entre Minas Gerais e Santa Catarina, com EOO de 455.338,6 km▓, e estрpresente em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20nectandrifolia","Mata AtlРntica"],
    [2380,"LAURACEAE","Ocotea nunesiana","(Vattimo-Gil) Baitello","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre entre os Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina com EOO de131.233,8 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20nunesiana","Mata AtlРntica"],
    [2381,"LAURACEAE","Ocotea odorifera","(Vell.) Rohwer","EN","A4d,B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre nas regiшes nordeste, sudeste e sul, com AOO de 968 km▓. Acanela-sassafrрs vem sendo muito explorada para a extraусo do зleo e ж apreciada tambжm pela sua madeira de boa qualidade para uso em construусo civil. Alжmda exploraусo, a espжcie possui fatores de reproduусo e dispersсo que dificultama sua regeneraусo natural, como a produусo irregular de sementes, dificuldadena germinaусo devido Я oxidaусo do зleo, grande distanciamento entre рrvoresisoladas, diminuiусo, cada vez maior, dos agentes polinizadores, predaусo dosfrutos e sementes por roedores, pрssaros e insetos, podridсo de sementes porfungos e, soma-se a estes fatores, um nЩmero cada vez menor de matrizes nafloresta, devido a persistente exploraусo madeireira.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20odorifera","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2382,"LAURACEAE","Ocotea percoriacea","Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжciesaxьcola, ocorre na Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com EOO de 545.953,4 km▓,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20percoriacea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2383,"LAURACEAE","Ocotea polyantha","(Nees & Mart.) Mez","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorreem Minas Gerais,e nas planьcies costeiras do Espьrito Santo e Rio de Janeiro, com EOO de161.446 km▓. O habitat de restinga estр sendo rapidamente destruьdo, ao longo dequase toda a costa brasileira, e por este motivo a espжcie foi incluьda nestacategoria.","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20polyantha","Mata AtlРntica"],
    [2384,"LAURACEAE","Ocotea pomaderroides","(Meisn.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre em Goiрs, Tocantins, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia, com EOO de 382.966 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20pomaderroides","Caatinga, Cerrado"],
    [2385,"LAURACEAE","Ocotea porosa","(Nees & Mart.) Barroso","EN","A2cd,B2ab(iii,iv,v)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre nos estados do Espьrito Santo, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com AOO de 660 km▓. Habita a Floresta Ombrзfila Densa Montana e Alto-montana e os Campos Rupestres. Ocorre associadaЯ Araucaria angustifolia emaglomerados conhecidos por imbuias. Sua madeira ж mundialmente apreciada, pelaalta qualidade e beleza, usada na fabricaусo de mзveis e tambжm na construусo civil.Foi maciуamente explorada e seu habitat muito reduzido e deteriorado. EstudostЖm sido realizados para viabilizar a reproduусo e assegurar a regeneraусo daespжcie, que ж difьcil e lenta. Embora medidas venham sendo tomadas para contera exploraусo da Imbuia, pelo seu alto valor econЗmico, a ameaуa persiste.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20porosa","Mata AtlРntica"],
    [2386,"LAURACEAE","Ocotea puberula","(Rich.) Nees","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie tem ampla distribuiусo, do Mжxico Я Argentina. No Brasil ocorre emtodas as regiшes, com EOO de 6.879.743 km▓. Segundo informaусo disponьvel, apesarde amplamente distribuьdae de crescimentorрpido, seus frutos sсo freqЧentemente atacados pelo fungo Botvyoconiepallida Syd, o que reduz a produусo de sementes viрveis. Assim, o potencialgenжtico desta espжcie fica comprometido, e o extrativismo pode se tornar uma ameaуa,em um futuro prзximo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20puberula","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Caatinga"],
    [2387,"LAURACEAE","Ocotea pulchella","(Nees & Mart.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre nas regiшes Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO de 2.152.735 km▓,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20pulchella","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2388,"LAURACEAE","Ocotea serrana","Coe-Teix.","EN","B1ab(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre no estado de Sсo Paulo, com EOO de 1.121,45 km▓, sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A рrea de ocorrЖncia da espжcie,prзxima a um grande centro urbano, sofre impacto, com a substituiусo dasflorestas pela ocupaусo humana, pela passagem de linhas de transmissсo,gasoduto e outras atividades que degradam o ambiente.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20serrana","Mata AtlРntica"],
    [2389,"LAURACEAE","Ocotea silvestris","Vattimo-Gil","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre nas regiшes Sudeste e Sul, com EOO de 652.390 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20silvestris","Mata AtlРntica"],
    [2390,"LAURACEAE","Ocotea tabacifolia","(Meisn.) Rohwer","EN","A4c,B2b(iii,iv)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie tem ocorrЖncia disjunta, com AOO de 140 km▓.Com a perda da cobertura original de Mata AtlРntica na regiсo sudeste, restandoapenas 7%, e, com a degradaусo e perda da vegetaусo na regiсo norte, onde aespжcie tambжm ж extraьda pela populaусo local, pode-se considerar que esteja Em Perigo (EN).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20tabacifolia","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2391,"LAURACEAE","Ocotea tristis","(Nees & Mart.) Mez","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ocorre nas regiшes Centro-Oeste,Sudeste e Sul, com EOO de 1.147.403,6 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20tristis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2392,"LAURACEAE","Ocotea vaccinioides","(Meisn.) Mez","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcieocorre nas regiшes Sudeste e Sul com EOO de 325.006 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ocotea%20vaccinioides","Mata AtlРntica"],
    [2393,"LAURACEAE","Persea glabra","van der Werff","CR","A3c,B1ab(iii),C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estado da Bahia, no municьpio de Rio de Contas, com EOO de 53,34 km▓, sujeita a uma situaусo de ameaуa. Segundo informaусo disponьvel, a principalameaуa Я regiсo de ocorrЖncia da espжcie ж o desenvolvimento de atividadesagrьcolas, para a formaусo de pastagens e o cultivo de frutas, em geral, estasatividades tЖm sido realizadas com a utilizaусo de fogo e a extraусo ilegal demadeira e lenha. Tem sido registrado tambжm o extrativismo ilegal de plantas.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20glabra","Cerrado"],
    [2394,"LAURACEAE","Persea obovata","Nees & Mart.","CR","A4c,B2ab(iii,iv,v),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estado de Sсo Paulo com AOO de 8 km▓. Segundo informaусo disponьvel, a populaусo da espжcie ж severamentefragmentada, sendo encontrada no Parque Estadual da Serra doMar, nЩcleo Curucutu, municьpio de Sсo Paulo, a maior cidade daAmжrica do Sul, que jр eliminou muito de seus ambientes originais e seucrescimento ainda ameaуa o pouco que restou. A regiсo de Curucutu tem um histзricode degradaусo que remonta ao perьodo da atividade carvoeira, especialmente nasdжcadas de 1940/1950, com a retirada das рrvores e abertura de caminhos.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20obovata","Mata AtlРntica"],
    [2395,"LAURACEAE","Persea pedunculosa","Meisn.","EN","A4c,B1ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estado de Minas Gerais com EOOde 4.990,11 km▓, sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Compoucas coletas na Serra do Curral, sua populaусo ж tida como severamente fragmentada. Emboraencontrada no Parque Estadual do Itacolomi, ж ameaуada pelos incЖndios freqЧentesnas жpocas secas do ano, e pelo pisoteio e pastagem.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20pedunculosa","Cerrado"],
    [2396,"LAURACEAE","Persea punctata","Meisn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Por falta de dados aavaliaусo nсo pode ser realizada.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20punctata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2397,"LAURACEAE","Persea rigida","Nees & Mart.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Por falta de dados a avaliaусonсo pode ser realizada","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20rigida","Mata AtlРntica"],
    [2398,"LAURACEAE","Persea rufotomentosa","Nees & Mart.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie ocorre no Distrito Federal, Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio deJaneiro, com EOO de 420.882 km▓ e AOO de 128 km▓. Habita os Campos Rupestres, Cerrados, Matas Semidecьduas e Matas Ciliares. A mineraусo vem modificando abruptamente os complexosrupestres de altitude no Espinhaуo. Pelo valor reduzido da AOO e peladeterioraусo do habitat, a espжcie foi enquadrada nesta categoria e sugerimos estudospopulacionais.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20rufotomentosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2399,"LAURACEAE","Persea willdenovii","Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie ocorre na Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sсo Paulo e SantaCatarina, com EOO de 827.142 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Persea%20willdenovii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2400,"LAURACEAE","Phyllostemonodaphne geminiflora","(Mez) Kosterm.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados daBahia, Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Existem registros decoleta em Sсo Paulo e no Parр, fazendo com que a EOO seja 1.083.728,6 km▓. Segundoinformaусo disponьvel a espжcie ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllostemonodaphne%20geminiflora","Mata AtlРntica"],
    [2401,"LAURACEAE","Rhodostemonodaphne capixabensis","Baitello & Coe-Teix.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Aespжcie ocorre no sul do estado da Bahia e no Espьrito Santo, com AOO de 72 km▓, sujeita a cercade cinco situaушes de ameaуa. Vivendo sobre solos arenosos na Floresta Costeira de Restinga, habitat totalmente deteriorado hр dжcadas, e que continuasendo destruьdo e ameaуado por projetos imobiliрrios. A espжcie ж considerada rara e mesmo sendo encontrada em trЖs unidades de conservaусo no estado Espьrito Santo, encontra-se Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20capixabensis","Mata AtlРntica"],
    [2402,"LAURACEAE","Rhodostemonodaphne parvifolia","Madriырn","CR","B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Aespжcie ocorre apenas na Reserva Ducke no municьpio de Manaus, com EOO de 24,85 Km▓, sujeita a uma situaусo de ameaуa. Ocrescimento demogrрfico e a expansсo urbana de Manaus vЖm causando alteraушesambientais como poluiусo dos igarapжs, e perda da biodiversidade das florestasna regiсo, ameaуando as espжcies, especialmente as com distribuiусo restritacomo esta.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20parvifolia","AmazЗnia"],
    [2403,"LAURACEAE","Rhodostemonodaphne recurva","van der Werff","EN","A3c,B2ab(iii),C2a(ii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre apenas na Reserva Ducke no municьpio de Manaus, com AOO de 28 km▓. Ocrescimento demogrрfico e a expansсo urbana de Manaus vЖm causando alteraушesambientais como poluiусo dos igarapжs, e perda da biodiversidade das florestasna regiсo, ameaуando as espжcies, especialmente as com distribuiусo restritacomo esta.   ","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhodostemonodaphne%20recurva","AmazЗnia"],
    [2404,"LAURACEAE","Urbanodendron bahiense","(Meisn.) Rohwer","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcieocorre entre os estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo, provavelmente, Bahia, com EOO de14.120,75 km▓, sujeita a menos de dez situaушes de ameaуa. Ocorre em MataAtlРntica, em Floresta Ombrзfila Densa Montana e das Terras Baixas,habitat intensamente explorado e deteriorado, e embora presente em unidadesde conservaусo, a espжcie pode ser considerada Vulnerрvel (VU).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20bahiense","Mata AtlРntica"],
    [2405,"LAURACEAE","Urbanodendron macrophyllum","Rohwer","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Por faltade dados a avaliaусo nсo pode ser conduzida.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20macrophyllum","Mata AtlРntica"],
    [2406,"LAURACEAE","Urbanodendron verrucosum","(Nees) Mez","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcieocorre nos Estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro com EOO de 102.394,7 km▓,inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urbanodendron%20verrucosum","Mata AtlРntica"],
    [2407,"LAURACEAE","Williamodendron cinnamomeum","van der Werff","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Aespжcie ж encontrada no estado do Espьrito Santo, municьpio de Santa Teresa, somente naReserva Ecolзgica de Santa LЩcia, com EOO de 45,54 km▓. Esta unidade de conservaусopossui vegetaусo em estрgios avanуados de sucessсo, comindьcios de perturbaушes antrзpicas localizadas em рreas de antigas culturasagrьcolas. As principais ameaуas Я reserva sсo a caуa ilegal, asqueimadas, a poluiусo do rio Timbuь, que corta a estaусo, e que recebe resьduosde atividades agropecuрrias da regiсo e tambжm efluentes urbanos in natura elixo da cidade de Santa Teresa. Sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Williamodendron%20cinnamomeum","Mata AtlРntica"],
    [2408,"LECYTHIDACEAE","Allantoma integrifolia","(Ducke) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Allantoma integrifolia ж uma espжcie atж o momento conhecida apenas dos arredores de Manaus. Entretanto, ж possьvel suspeitar que sua distribuiусo seja mais ampla do que as informaушes indicam, devido ao baixo esforуo de coleta na regiсo. Dessa forma, as informaушes disponьveis nсo permitem uma avaliaусo de risco consistente.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20integrifolia","AmazЗnia"],
    [2409,"LECYTHIDACEAE","Allantoma kuhlmannii","(Ducke) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20kuhlmannii","AmazЗnia"],
    [2410,"LECYTHIDACEAE","Allantoma pachyantha","(A.C.Sm.) S.A.Mori et al.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie ocorre em uma regiсo bastante isolada e minimamente afetada pela aусo humana. Suspeita-se que a distribuiусo da espжcie seja mais ampla do que se conhece, uma vez que o esforуo de coleta no oeste do Amazonas ж extremamente baixo.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20pachyantha","AmazЗnia"],
    [2411,"LECYTHIDACEAE","Allantoma pauciramosa","(W.A.Rodrigues) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de ser conhecida apenas em uma pequena regiсo entre Manaus e Itacoatiara, ж possьvel suspeitar que sua distribuiусo seja bem mais ampla do que se sabe atualmente. Assim, considera-se que sua distribuiусo geogrрfica nсo ж bem conhecida, de forma que as informaушes disponьveis nсo sсo suficientes para uma avaliaусo de risco.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20pauciramosa","AmazЗnia"],
    [2412,"LECYTHIDACEAE","Allantoma uaupensis","(Spruce ex O.Berg) S.A.Mori et al.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie ж conhecida em uma Щnica localidade. Suspeita-se que sua distribuiусo geogrрfica seja mais ampla do que se sabe atualmente. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allantoma%20uaupensis","AmazЗnia"],
    [2413,"LECYTHIDACEAE","Asteranthos brasiliensis","Desf.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo relativamente ampla na AmazЗnia brasileira, incluindo рreas isoladas e minimamente afetadas pela aусo humana.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Asteranthos%20brasiliensis","AmazЗnia"],
    [2414,"LECYTHIDACEAE","Bertholletia excelsa","Bonpl.","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Bertholletia excelsa ж uma espжcie de grande valor comercial, amplamente distribuьda e bastante frequente na AmazЗnia brasileira. Embora seja protegida por lei, B. excelsa sofre com uma forte pressсo extrativista devido Я coleta de suas sementes para fins industriais e de alimentaусo, o que jр vem restringindo o recrutamento de novos indivьduos em algumas subpopulaушes. Alжm disso, a espжcie vem sofrendo com um expressivo declьnio contьnuo na extensсo e qualidade do seu habitat em boa parte da sua distribuiусo, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias. Suspeita-se que, a despeito da proteусo legal, B. excelsa sofra com a exploraусo madeireira devido ao seu grande porte e tronco colunar, tьpicos das Lecythidaceae. Assim, considerando as ameaуas atuais e potenciais Яs quais encontra-se submetida, e estimando o tempo de geraусo da espжcie em pelo menos 50 anos, ж possьvel suspeitar que B. excelsa venha a sofrer um declьnio populacional de pelo menos 30% nos prзximos 100 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertholletia%20excelsa","AmazЗnia"],
    [2415,"LECYTHIDACEAE","Cariniana ianeirensis","R.Knuth","EN","A2cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Cariniana ianeirensis ж uma рrvore de grande porte muito rara, atж recentemente conhecida apenas das cercanias do Rio de Janeiro. Coletas recentes ampliaram expressivamente a distribuiусo geogrрfica da espжcie, mas a mesma ainda ж representada por um baixo nЩmero de registros, alguns bastante antigos, e todos muito esparsamente distribuьdos no territзrio brasileiro. A maioria dos seus locais de ocorrЖncia encontram-se severamente impactados por atividades humanas. Nos municьpios de Jussari (BA) e Itaocara (RJ), 98% da cobertura original da Mata AtlРntica encontram-se desmatados. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que a espжcie tenha sofrido historicamente com a exploraусo madeireira devido ao seu grande porte e Я forma colunar de seu tronco, tьpico das Lecythidaceae. Considerando seu grande porte, e assumindo que a espжcie apresenta crescimento lento, Я semelhanуa de outras espжcies do gЖnero ocorrentes na Mata AtlРntica, ж possьvel suspeitar que C. ianeirensis apresente um tempo de geraусo de pelo menos 70 anos. Assim, levando em conta o conjunto de ameaуas Яs quais a espжcie historicamente vЖm sendo submetida, ж possьvel suspeitar que C. ianeirensis tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 50% nos Щltimos 210 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20ianeirensis","Mata AtlРntica"],
    [2416,"LECYTHIDACEAE","Cariniana legalis","(Mart.) Kuntze","EN","A2cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Considerada a maior рrvore da Mata AtlРntica, Cariana legalis ж amplamente distribuьda no leste do Brasil. Os indivьduos da espжcie apresentam tronco tipicamente colunar e podem atingir mais de 30 m de altura e 4 m de diРmetro, formando fustes de grande tamanho que se destacam em meio Яs рrvores do dossel onde ocorrem. Alжm disso, C. legalis ж uma espжcie extremamente longeva, com indivьduos que podem atingir mais de 500 anos, e as subpopulaушes geralmente sсo compostas de vрrios indivьduos de grande porte, supostamente muito antigos. Dessa forma, o tempo de geraусo da espжcie ж estimado em cerca de 100 anos. Suspeita-se que C. legalis tenha sofrido com a exploraусo madeireira sistemрtica ao longos dos Щltimos sжculos, devido Я qualidade da sua madeira e ao tronco colunar de grandes dimensшes, e que essa exploraусo ainda ocorra em algumas localidades. Alжm disso, por ocorrer em grande parte do bioma Mata AtlРntica, a espжcie vem sofrendo um forte declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu habitat ao longo de praticamente toda a sua distribuiусo. Dessa forma, ж possьvel suspeitar que C. legalis tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 50% nos Щltimos 300 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20legalis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2417,"LECYTHIDACEAE","Cariniana parvifolia","S.A.Mori et al.","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Cariniana parvifolia ж uma espжcie com distribuiусo pontual no estado do Espьrito Santo, sendo conhecida apenas no municьpio de Linhares. A EOO ж 535,35 km2, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A espжcie vem sofrendo com um forte declьnio na extensсo e qualidade do seu habitat, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias, notadamente monoculturas de eucalipto e cultivo de cacau em sub-bosque de florestas nativas. Alжm disso, suspeita-se que C. parvifolia sofra com a exploraусo madeireira, devido ao seu grande porte e tronco cilьndrico sem raьzes tabulares.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20parvifolia","Mata AtlРntica"],
    [2418,"LECYTHIDACEAE","Cariniana penduliflora","Prance","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas da localidade-tipo. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20penduliflora","AmazЗnia"],
    [2419,"LECYTHIDACEAE","Couratari asterotricha","Prance","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Couratari asterotricha ж uma espжcie endЖmica da Mata AtlРntica conhecida por poucos registros de herbрrio. Apresenta distribuiусo restrita, com uma EOO de 2.664,28 km2, e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. C. asterotricha  estр sujeita Я perda e degradaусo de seu habitat em todas as localidades de ocorrЖncia, devido a atividades turьsticas, no municьpio de Cabo Frio (RJ), e Я expansсo de atividades agropecuрrias no estado do Espьrito Santo. Alжm disso, suspeita-se que, devido Я exploraусo madeireira, a espжcie venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20asterotricha","Mata AtlРntica"],
    [2420,"LECYTHIDACEAE","Couratari atrovinosa","Prance","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, distribuьda de forma relativamente ampla na AmazЗnia brasileira.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20atrovinosa","AmazЗnia"],
    [2421,"LECYTHIDACEAE","Couratari guianensis","Aubl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e bastante frequente na AmazЗnia brasileira.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20guianensis","AmazЗnia"],
    [2422,"LECYTHIDACEAE","Couratari longipedicellata","W.A.Rodrigues","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Conhecida apenas de coletas na regiсo de Manaus, principalmente ao longo de estradas. Suspeita-se que sua distribuiусo seja bem mais ampla do que se sabe atualmente.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20longipedicellata","AmazЗnia"],
    [2423,"LECYTHIDACEAE","Couratari prancei","W.A.Rodrigues","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas do material-tipo, coletado hр mais de 40 anos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20prancei","AmazЗnia"],
    [2424,"LECYTHIDACEAE","Couratari pyramidata","(Vell.) Kunth","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Couratari pyramidata ж uma рrvore de grande porte com distribuiусo bastante restrita, ocorrendo apenas na Mata AtlРntica do estado do Rio de Janeiro. A espжcie apresenta uma EOO de 4.477,46 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. C. pyramidata vem sofrendo um declьnio contьnuo na extensсo e qualidade do seu habitat, principalmente nos municьpios do Rio de Janeiro e Niterзi/Maricр, devido Я expansсo urbana fortemente impulsionada pela especulaусo imobiliрria. Devido a isso e ao seu potencial uso madeireiro, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20pyramidata","Mata AtlРntica"],
    [2425,"LECYTHIDACEAE","Couratari tauari","O.Berg","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie localmente comum e com distribuiусo relativamente ampla na AmazЗnia brasileira.","2012-05-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couratari%20tauari","AmazЗnia"],
    [2426,"LECYTHIDACEAE","Couroupita guianensis","Aubl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda na AmazЗnia brasileira, sendo particularmente frequente no estado do Acre.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Couroupita%20guianensis","AmazЗnia"],
    [2427,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera alvimii","S.A.Mori","EN","A2cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera alvimii ж uma рrvore de grande porte endЖmica da Mata AtlРntica, cuja distribuiусo em boa parte coincide com alguns dos setores mais severamente desmatados e fragmentados do domьnio fitogeogrрfico. Suspeita-se que a espжcie apresente crescimento bastante lento, com os indivьduos levando muitos anos para atingir a maturidade, e tambжm que as subpopulaушes contenham indivьduos bastantes longevos. Assim, o tempo de geraусo de E. alvimii ж estimado em cerca de 80 anos. Tambжm ж possьvel suspeitar que a espжcie historicamente venha sofrendo com a exploraусo madeireira, devido ao seu tamanho e Я forma caracterьstica dos troncos de Lecythidaceae, que geralmente produzem fustes grandes. Considerando, portanto, o tempo de geraусo da espжcie e as ameaуas Яs quais ainda encontra-se submetida, ж possьvel suspeitar que E. alvimmi tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 50% nos Щltimos 240 anos.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20alvimii","Mata AtlРntica"],
    [2428,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera amazoniciformis","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera amazoniciformis ж uma espжcie conhecida atж o momento apenas na regiсo de Manaus. Suspeita-se que sua distribuiусo seja bem mais ampla do que se sabe atualmente. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20amazoniciformis","AmazЗnia"],
    [2429,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera atropetiolata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie localmente abundante e amplamente distribuьda na AmazЗnia brasileira.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20atropetiolata","AmazЗnia"],
    [2430,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera carinata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo relativamente ampla na AmazЗnia central, incluindo uma vasta regiсo minimamente afetada pela aусo humana.","2012-07-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20carinata","AmazЗnia"],
    [2431,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera compressa","(Vell.) Miers","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera compressa ж uma espжcie restrita Я Mata AtlРntica do litoral do estado do Rio de Janeiro. A EOO ж de 1.577,86 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa (municьpio de Rio de Janeiro, Niterзi/Maricр e Cabo Frio/BЩzios). A espжcie foi coletada em 1958 no bairro de Jacarepaguр, no municьpio do Rio de Janeiro, o qual atualmente se encontra completamente urbanizado. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que E. compressa tenha sido localmente extinta, acarretando declьnio na extensсo de ocorrЖncia, na рrea de ocupaусo e no nЩmero de indivьduos maduros. Tambжm se suspeita que o habitat da espжcie esteja sofrendo declьnio contьnuo em extensсo e qualidade em todas as localidades de ocorrЖncia, devido Я expansсo urbana impulsionada pela crescente especulaусo imobiliрria. Recomenda-se a realizaусo de aушes de conservaусo direcionadas a E. compressa, incluindo o levantamento e monitoramento das subpopulaушes e do tamanho populacional, e a criaусo de рreas protegidas na Regiсo dos Lagos.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20compressa","Mata AtlРntica"],
    [2432,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera cyathiformis","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie localmente abundante, porжm no momento conhecida apenas para a regiсo de Manaus. Suspeita-se que sua distribuiусo seja mais ampla do que se sabe atualmente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20cyathiformis","AmazЗnia"],
    [2433,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera obversa","(O.Berg) Miers","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera obversa apresenta distribuiусo ampla na AmazЗnia brasileira.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20obversa","AmazЗnia"],
    [2434,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera piresii","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica e amplamente distribuьda na AmazЗnia brasileira.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20piresii","AmazЗnia"],
    [2435,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera punctata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Embora seja conhecida no Brasil em apenas uma localidade, ж possьvel suspeitar que E. punctata ocorra em toda a extensсo entre o Acre e a AmazЗnia colombiana, regiсo que abriga vastos trechos de florestas minimamente impactadas por atividades humanas.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20punctata","AmazЗnia"],
    [2436,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera rabeliana","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Suspeita-se que a espжcie apresente uma distribuiусo bem mais ampla do que se conhece atualmente. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rabeliana","AmazЗnia"],
    [2437,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera rhododendrifolia","(R.Knuth) A.C.Sm.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Suspeita-se que a espжcie se distribua de forma mais ampla na AmazЗnia brasileira do que ж indicado pelas informaушes disponьveis.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rhododendrifolia","AmazЗnia"],
    [2438,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera rionegrense","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, ocorre em рreas isoladas e minimamente perturbadas da AmazЗnia brasileira.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20rionegrense","AmazЗnia"],
    [2439,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera roraimensis","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, ocorre em uma regiсo extremamente isolada da AmazЗnia brasileira, na fronteira com a Venezuela.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20roraimensis","AmazЗnia"],
    [2440,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera subcordata","S.A.Mori","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera subcordata ж uma espжcie bastante distinta com distribuiусorestrita Я Ilha de Marajз (PA), onde habitat bordas de florestas e savanas.Possui EOO de 506,97 km▓, e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. E. subcordata vem sofrendo com um declьnio contьnuo na extensсoe qualidade do seu habitat devido Я expansсo da pecuрria na Ilha de Marajз, queconcentra o maior rebanho de bЩfalos do Brasil. A criaусo de unidades deconservaусo que contemplem os habitats da espжcie ж uma medida bastantenecessрria.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20subcordata","AmazЗnia"],
    [2441,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera tetrapetala","S.A.Mori","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eschweilera tetrapetala ж uma espжcie com distribuiусo restrita ao estado da Bahia, onde ocorre prзxima ao litoral e na Chapada Diamantina. Possui EOO de 14.461,30 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A espжcie ж ameaуada pelo desmatamento na maioria dos seus locais de ocorrЖncia. No municьpio de Wenceslau Guimarсes, onde E. tetrapetala foi coletada uma Щnica vez hр quase 20 anos, cerca de 96% da cobertura original de Mata AtlРntica encontram-se desmatados. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que a espжcie tenha sido localmente extinta, acarretando declьnio na extensсo de ocorrЖncia, na рrea de ocupaусo e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros.","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20tetrapetala","Mata AtlРntica"],
    [2442,"LECYTHIDACEAE","Eschweilera truncata","A.C.Sm.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica e amplamente distribuьda na AmazЗnia brasileira.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eschweilera%20truncata","AmazЗnia"],
    [2443,"LECYTHIDACEAE","Gustavia acuminata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, ocorrente em regiшes isoladas da AmazЗnia brasileira, entre o noroeste do Amazonas e Roraima. Suspeita-se que ocorra ao longo de toda a fronteira com a Venezuela.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20acuminata","AmazЗnia"],
    [2444,"LECYTHIDACEAE","Gustavia erythrocarpa","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas pelo material-tipo. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20erythrocarpa","AmazЗnia"],
    [2445,"LECYTHIDACEAE","Gustavia longepetiolata","Huber","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie conhecida por apenas uma localidade na AmazЗnia. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-05-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gustavia%20longepetiolata","AmazЗnia"],
    [2446,"LECYTHIDACEAE","Lecythis barnebyi","S.A.Mori","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis barnebyi ж conhecida no momento apenas para a regiсo de Manaus, onde foi coletada em beiras de estradas e em algumas poucas рreas onde houve amostragens intensivas da vegetaусo. Suspeita-que que seja bem mais amplamente distribuьda do que as informaушes disponьveis indicam. Entretanto, o conhecimento limitado sobre a distribuiусo geogrрfica de L. barnebyi impede que a espжcie seja avaliada de forma consistente quanto ao seu risco de extinусo.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20barnebyi","AmazЗnia"],
    [2447,"LECYTHIDACEAE","Lecythis brancoensis","(R.Knuth) S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis brancoensis ж conhecida em apenas duas localidades na AmazЗnia brasileira. Entretanto, ж possьvel suspeitar que a espжcie ocorra em toda a regiсo entre seus dois pontos de ocorrЖncia, o que inclui vastos trechos de florestas minimamente impactadas por atividades humanas.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20brancoensis","AmazЗnia"],
    [2448,"LECYTHIDACEAE","Lecythis lanceolata","Poir.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda ao longo da costa AtlРntica, frequente dentro da sua distribuiусo e contemplada por algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20lanceolata","Mata AtlРntica"],
    [2449,"LECYTHIDACEAE","Lecythis lurida","(Miers) S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no territзrio brasileiro, ocorrendo ao longo de grande parte da Costa AtlРntica e na regiсo amazЗnica.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20lurida","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2450,"LECYTHIDACEAE","Lecythis parvifructa","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis parvifructa ж uma espжcie localmente comum, conhecida apenas para os arredores de Manaus. Entretanto, suspeita-se que se distribua de forma mais ampla do que se sabe atualmente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20parvifructa","AmazЗnia"],
    [2451,"LECYTHIDACEAE","Lecythis prancei","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie localmente abundante. Apesar de ser conhecida apenas para os arredores de Manaus, suspeita-se que sua distribuiусo seja mais ampla do se sabe atualmente.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20prancei","AmazЗnia"],
    [2452,"LECYTHIDACEAE","Lecythis retusa","Spruce ex O.Berg","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla na AmazЗnia brasileira.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20retusa","AmazЗnia"],
    [2453,"LECYTHIDACEAE","Lecythis schomburgkii","O.Berg","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, com distribuiусo ampla na AmazЗnia brasileira.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20schomburgkii","Cerrado, AmazЗnia"],
    [2454,"LECYTHIDACEAE","Lecythis schwackei","(R.Knuth) S.A.Mori","EN","A2c","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis schwackei ж uma espжcie rarьssima, representada por um baixo nЩmero de registros esparsamente distribuьdos entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espжcie ocorre em Florestas Semidecьduas e Cerrados, ambos habitats gravemente afetados pela aусo humana. No municьpio de Campos dos Goytacazes (RJ), no qual a espжcie foi coletada hр mais de 30 anos, 94% da cobertura original da Mata AtlРntica encontram-se desmatados, o que permite suspeitar que L. schwackei tenha sido extinta localmente. Suspeita-se tambжm que a espжcie apresente crescimento lento, Я semelhanуa de outras espжcies da famьlia Lecythidaceae, o que permite estimar seu tempo de geraусo em pelo menos 50 anos. Assim, considerando a grave e contьnua degradaусo dos seus habitats, ж possьvel suspeitar que L. schwackei tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 50% nos Щltimos 150 anos.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20schwackei","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2455,"LECYTHIDACEAE","Lecythis serrata","S.A.Mori","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Lecythis serrata ж conhecida em apenas duas localidades na AmazЗnia brasileira. Entretanto, ж possьvel suspeitar que a espжcie ocorra em toda a рrea entre esses dois pontos de ocorrЖncia, o que inclui vastas рreas de florestas minimamente perturbadas pela aусo humana.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lecythis%20serrata","AmazЗnia"],
    [2456,"LEJEUNEACEAE","Blepharolejeunea securifolia","(Steph.) R.M.Schust.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, e no paьs ocorre em Floresta Ombrзfila apenas no Parque Nacional de Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. Apesar de nсo haver informaусo sobre a distribuiусo das subpopulaушes, suspeita-se que esteja sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa por apresentar EOO restrita a 273,88 km▓ e estar sujeita Яs frequentes queimadas que acometem a regiсo. Recomendam-se mais estudos e coleta para a espжcie.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharolejeunea%20securifolia","Mata AtlРntica"],
    [2457,"LEJEUNEACEAE","Bromeliophila natans","(Steph.) R.M.Schust.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e da Mata AtlРntica, ocorrendo nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Tem AOO de 16 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As trЖs localidades onde foi coletada (municьpios de Cananжia, Ubatuba e Mauр), sofrem pressсo antrзpica causada principalmente pela especulaусo imobiliрria e pelo turismo, responsрveis pelo declьnio na AOO e na qualidade do hрbitat da espжcie. Alжm disso, suspeita-se que a subpopulaусo do Estado do Rio de Janeiro esteja extinta, uma vez que, depois de extensivas buscas empreendidas para a espжcie, nсo foi possьvel reencontrр-la.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bromeliophila%20natans","Mata AtlРntica"],
    [2458,"LEJEUNEACEAE","Bryopteris diffusa","(Sw.) Nees","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo neotropical e no Brasil ж amplamente distribuьda.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bryopteris%20diffusa","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2459,"LEJEUNEACEAE","Bryopteris filicina","(Sw.) Nees","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo neotropical e no Brasil ж amplamente distribuьda.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bryopteris%20filicina","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [2460,"LEJEUNEACEAE","Drepanolejeunea aculeata","Bischl.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e da Mata AtlРntica, ocorrendo no Estado de Sсo Paulo e, possivelmente, Rio de Janeiro. Tem EOO de 276,62 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. O desmatamento histзrico do bioma Mata AtlРntica em Sсo Paulo ж um fator-chave para a perda da qualidade do hрbitat da espжcie, assim como para o declьnio em sua EOO e AOO. Recomendam-se estudos mais detalhados abordando a distribuiусo da espжcie, que teve sua Щltima coleta no ano de 1922.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drepanolejeunea%20aculeata","Mata AtlРntica"],
    [2461,"LEJEUNEACEAE","Leptolejeunea obfuscata","(Spruce) Steph.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptolejeunea%20obfuscata","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2462,"LEJEUNEACEAE","Myriocoleopsis fluviatilis","(Steph.) E.Reiner & Gradst.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж de Floresta Ombrзfila Densa do Brasi Brasil, ocorrendo nos Estados de Sсo Paulo e Santa Catarina. Tem EOO de 5.712,06 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Seus municьpios de ocorrЖncia, como Iporanga (SP) e Blumenau (SC), apresentam рreas severamente fragmentadas por atividades agrьcolas e de pecuрria, que impossibilitam a reproduусo da espжcie, causam declьnio da EOO, da AOO e da qualidade do hрbitat.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myriocoleopsis%20fluviatilis","Mata AtlРntica"],
    [2463,"LEJEUNEACEAE","Pycnolejeunea papillosa","X.-L. He","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo no Brasil.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pycnolejeunea%20papillosa","AmazЗnia"],
    [2464,"LEJEUNEACEAE","Verdoornianthus griffinii","Gradst.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verdoornianthus%20griffinii","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2465,"LEJEUNEACEAE","Vitalianthus bischlerianus","(Porto & Grolle) R.M.Schust. & Giancotti","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vitalianthus%20bischlerianus","Mata AtlРntica"],
    [2466,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea aurea","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea aurea caracteriza-se por ervasaquрticas ou rupьcolas, anuais, hermafroditas, e apresentam sьndrome depolinizaусo entomзfila. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e MataAtlРntica, em Campos Rupestres, Campos de Altitude, рreas pantanosas e margensde cзrregos, formando pequenos agrupamentos descontьnuos, distribuindo-seamplamente pelo territзrio brasileiro, entre 1.300 e 1.500 m de altitude. ApresentaEOO de 824.027,8 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de seushabitats de ocorrЖncia estarem em constante supressсo, nсo existe uma ameaуadireta que coloque a espжcie em risco. Devido a sua distribuiусo disjunta epontual entre estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуaem avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20aurea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2467,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea filiformis","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea filiformis caracteriza-sepor ervas aquрticas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaусoentomзfila. Nсo ж endЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda, ocorre nos biomasAmazЗnia, Cerrado e Caatinga, em Campos ┌midos e Campos Rupestres, entre100 e 900 m de altitude. Apresenta EOO de 1.763.680,7 km▓. Protegida por unidadesde conservaусo (SNUC). Apesar da fragmentaусo intensiva que seus habitats vЖm sofrendoao longo dos anos, nсo hр nenhuma ameaуa direta que a coloque em risco deextinусo. Bem representada em coleушes cientьficas, inclusive por coletasrecentes. Sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20filiformis","AmazЗnia, Cerrado, Caatinga"],
    [2468,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea lobata","Fromm","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea lobata se caracteriza por ervas, anuais, hermafroditas, e apresenta polinizaусo provavelmente entomзfila. ╔ endЖmica do Brasil. Ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo, restrita aos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, habitando preferencialmente Campos de Altitude e afloramentos rochosos (inselbergues). Tem AOO de 36 km▓ e encontra-se sujeita a cinco situaушes de ameaуa: exploraусo madeireira, prрtica de monoculturas, pecuрria com a consequente invasсo de espжcies exзticas, reflorestamentos homogЖneos e, particularmente no Parque Nacional do Caparaз, os constantes incЖndios que acometem a regiсo. Apresenta distribuiусo restrita e pontual. ╔ pouco representada em coleушes cientьficas. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e maior esforуo de coleta nas suas рreas de ocorrЖncia.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20lobata","Mata AtlРntica"],
    [2469,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea repens","Benj.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea repens caracteriza-sepor ervas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaусo entomзfila. Nсo жendЖmica do Brasil. Apesar de sua distribuiусo disjunta e pontual, sua рrea deocorrЖncia ж extremamente ampla, ocorrendo do Estado do Tocantins atж o Paranр,nos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica, em Savanas Щmidas, banhados,campos brejosos, leito de rios e alagados. Apresenta EOO de 1.622.824,1 km▓.Devido a sua ampla distribuiусo em territзrio nacional, a diversidade dehabitat onde se desenvolve, estar protegida por unidades de conservaусo (SNUC), e pornсo haver ameaуa direta que a coloque em risco de extinусo, nсo encontra-se ameaуada noРmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20repens","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2470,"LENTIBULARIACEAE","Genlisea violacea","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Genlisea violacea caracteriza-se por ervas aquрticas e/ou rupьcolas, anuais,hermafroditas, e apresentam polinizaусo entomзfila. Ocorre desde o municьpio dePalmeiras, na regiсo central do Estado da Bahia atж a porусo sul do Paranр, nosbiomas Mata AtlРntica e Cerrado, em Campo Rupestre, Cerrados, рreas alagadas emargens de rios, entre 400 e 2.000 m. Apresenta EOO de 187.133,3 km▓. Protegidapor unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de seus habitats estarem em constantesupressсo, nсo hр uma ameaуa direta que a coloque em risco de extinусo. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genlisea%20violacea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2471,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia biovularioides","(Kuhlm.) P.Taylor","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utriculariabiovularioides caracteriza-se por ervas aquрticas,anuais, hermafroditas. EndЖmica do Brasil. Segundo Forzza et al. (2012) ocorre na AmazЗnia, Cerrado e Pantanal, nos Estadosdo Amazonas, Mato Grosso e Goiрs, porжm existe apenas um registro de coleta (H.S.Irwin et al. 32717) para Goiрs,prзximo a Alto Paraьso, Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, semlocalidade definida. O material tipo da espжcie foi perdido, mas faziareferЖncia para o Amazonas. Com os dados disponьveis para a espжcie nсo жpossьvel elaborar uma avaliaусo de risco confiрvel.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20biovularioides","Cerrado"],
    [2472,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia erectiflora","A.St.-Hil. & Girard","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utriculariaerectiflora caracteriza-se por ervas aquрticas outerrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresentam sьndrome de polinizaусoentomзfila. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas AmazЗnia, Cerrado e MataAtlРntica, distribuindo-se amplamente no Estado de Roraima atж Santa Catarina, preferencialmenteem рreas campestres Щmidas de Cerrado, e zona litorРnea, entre 100 e 800 m dealtura. Apresenta EOO de 4.486.633 km▓. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Devidoa sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmentelevarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20erectiflora","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2473,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia flaccida","A.DC.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia flaccida caracteriza-se por ervas aquрticas ou rupьcolas, perenes, e apresentamsьndrome de polinizaусo entomзfila. EndЖmica do Estado da Bahia. Ocorre nosbiomas Caatinga e Cerrado, em Campos Rupestres Щmidos, nas cercanias do Morrodo Chapжu, Pico das Almas e Jacobina, entre 850 e 1.850 m de altitude. ApresentaAOO de 152 km▓. Apesar de bem representada em coleушes cientьficas, ampladistribuiусo na Bahia, e protegidapelas unidades de conservaусo (SNUC), Parque Nacional da Chapada Diamantina e ParqueEstadual do Morro do Chapжu, encontra-se em constante ameaуa devido a intensaatividade agrьcola, formaусo de pastagens, queimadas, extraусo irregular demadeira e ocupaусo desordenada de terras, sendo necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de monitorar as subpopulaушes, certificar a viabilidade populacional eevitar que se torne uma espжcie ameaуada em um futuro prзximo.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20flaccida","Caatinga, Cerrado"],
    [2474,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia foliosa","L.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia foliosa caracteriza-se por ervas aquрticas, flutuantes, perenes, hermafroditas, eapresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila. Ocorre nos biomas AmazЗnia, MataAtlРntica, Caatinga, Pantanal, Cerrado e Campos Sulinos. Amplamente distribuьdaem todo o territзrio brasileiro. Apresenta EOO de 5.987.952 km▓. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20foliosa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2475,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia hydrocarpa","Vahl","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia hydrocarpacaracteriza-se por ervas aquрticas, perenes, hermafroditas, e apresentamsьndrome de polinizaусo entomзfila. Nсo ж endЖmica do Brasil. Ocorre nos biomasCerrado, Mata AtlРntica e Pantanal, em lagoas e corpos d?рgua, atж 700 m dealtitude. Amplamente distribuьda. Apresenta EOO de 841.347,5 km▓. Protegida por unidade de conservaусo (SNUC). Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20hydrocarpa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [2476,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia longifolia","Gardner","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia longifoliacaracteriza-se por ervas, perenes, hermafroditas, e apresentam polinizaусoentomзfila. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e MataAtlРntica, distribui-se desde o norte do Estado da Bahia atж o litoral sul deSсo Paulo, desenvolve-se em Campos Rupestres, Campos de Altitudes, inselberguese em ambientes rochosos Щmidos associada Я Sphagnum, entre 0 e 1.000 m dealtitude. Apresenta EOO de 494.997 km▓. Nсo ameaуada no Рmbito nacional. Apresentaampla distribuiусo, estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC), ж bemrepresentada em coleушes cientьficas, e nсo hр nenhuma ameaуa direta a espжcie.Sua distribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20longifolia","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2477,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia nigrescens","Sylvжn","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia nigrescens caracteriza-se por ervas aquрticas ou terrьcolas,perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila.EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica, emcampos arenosos Щmidos, atж 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de1.115.612,9 km▓. Amplamente distribuьda. Nсo apresenta ameaуa direta que possacolocр-la em risco de extinусo. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20nigrescens","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2478,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia trichophylla","Spruce ex Oliv.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia trichophylla caracteriza-sepor ervas aquрticas ou terrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresentamsьndrome de polinizaусo entomзfila. Nсo ж endЖmica do Brasil. Ocorre nos biomasAmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, em рreas pantanosas, entre50-1.400 m de altitude. Apresenta EOO de 4.143.295,7 km▓. Amplamentedistribuьda. Protegida por unidade de conservaусo (SNUC). Nсo apresenta ameaуa direta que possacolocр-la em risco de extinусo. Devido a sua distribuiусodisjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levarр a categoriasde ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20trichophylla","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [2479,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia tridentata","Sylvжn","VU","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utriculariatridentata ж caracterizada por ervas terrestres, perenes, e apresenta sьndrome de polinizaусo provavelmente entomзfila. Nсo ж endЖmica do Brasil. Ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, possivelmente, Rio de Janeiro e Paranр, em Campos ┌midos, banhados, em beira de regatos e cachoeiras, preferencialmente em рreas alagadas da regiсo Sul do Brasil, entre 1.100 e 2.000 m de altitude. Tem EOO de 8.941,18 km▓ e seus hрbitats de ocorrЖncia encontram-se severamente fragmentados. ╔ protegida pelo Parque Nacional do Caparaз e Parque Nacional de Itatiaia. Embora pouco representada em coleушes cientьficas, apresenta coletas recentes no Rio Grande do Sul. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e maior esforуo de coleta nas рreas de ocorrЖncia da espжcie a fim de se certificar a existЖncia de suas subpopulaушes.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20tridentata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2480,"LENTIBULARIACEAE","Utricularia warmingii","Kamienski","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Utricularia warmingii caracteriza-se por ervasaquрticas e/ou rupьcolas, anuais, hermafroditas, e apresentam polinizaусoentomзfila. Nсo endЖmica do Brasil. Restrita do bioma Cerrado. Segundo Forzza etal. (2012) ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiрs, Mato Grosso do Sul eMinas Gerais, porжm existem algumas incongruЖncias: nсo hр nenhum registro decoleta da espжcie para o Estado de Minas Gerais, os dados de coleta dosexemplares de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estсo incompletos e comlocalidade de coleta indefinida, e existe ainda um exemplar para Sсo Paulo (M.Kuhlmann s.n.) datado de 1939 coletado no municьpio de Lorena. Devido aincongruЖncias na distribuiусo geogrрfica da espжcie e a incerteza dos dadosexistentes, necessita-se de investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta afim de certificar da existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteусo, para uma avaliaусo de risco robusta e confiрvel.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Utricularia%20warmingii","Cerrado"],
    [2481,"LEPIDOZIACEAE","Paracromastigum dusenii","(Steph.) R.M.Schust.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, e no paьs sua distribuiусo se limita ao Estado do Rio de Janeiro, tendo sido encontrada em altitudes que variam entre 2.350 e 2.400 m. Tem EOO de 273,94 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa considerando que sua regiсo de ocorrЖncia sofre com as frequentes queimadas, responsрveis pelo declьnio na рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paracromastigum%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [2482,"LIMNOCHARITACEAE","Limnocharis laforesti","Griseb.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Limnocharis laforesti nсo ж endЖmica do Brasil. Aqui, ocorre amplamente distribuьda em ambientes Щmidos e alagados, nos Estados do Amapр, Parр, Acre, Maranhсo, Piauь, Cearр, Paraьba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foi registrada em diversas fitofisionomias ao longo dos domьnios fitogeogrрficos AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Pantanal. Por sua ampla distribuiусo, em diversas tipologias de vegetaусo ao longo de quatro grandes domьnios fitogeogrрficos brasileiros, L. laforesti foi considerada como \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Limnocharis%20laforesti","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [2483,"LINACEAE","Cliococca selaginoides","(Lam.) Rogers & Mildner","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. selaginoides ж uma herbрcea do Sul do Brasil. Apresenta tolerРncia a grande variaусo altitudinal, ocorrendo em ambientes abertos como a Restinga e os Campos de Altitude. Embora a espжcie esteja ameaуada pela invasсo de espжcies exзticas e o pastejo, possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cliococca%20selaginoides","Mata AtlРntica"],
    [2484,"LINACEAE","Linum carneum","A.St.-Hil.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. carneum ж uma herbрcea com ocorrЖncia em formaушes campestres da Mata AtlРntica do Sul e Sudeste. Embora a EOO seja grande, as coletas botРnicas sсo bastante antigas, com exceусo da mais recente feita em 1991. Nсo foi obtido informaушes sobre o tamanho e estrutura populacional, assim a espжcie ж categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20carneum","Mata AtlРntica"],
    [2485,"LINACEAE","Linum erigeroides","A.St.-Hil.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. eringeroides ж uma herbрcea com ocorrЖncia em formaушes campestres de trЖs Estados brasileiros, porжm sсo conhecidas poucas coletas botРnicas. Foi possьvel obter informaушes sobre o habitat da espжcie, porжm nсo hр informaушes sobre o tamanho e a estrutura populacional, de modo que a espжcie ж categorizada como \"Deficiente de dados\".","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20erigeroides","Mata AtlРntica"],
    [2486,"LINACEAE","Linum littorale","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. littorale ж uma herbрcea com ocorrЖncia em formaушes campestres da Mata AtlРntica e Cerrado. Os registros botРnicos mostram sua distribuiусo desde a regiсo Sul atж o Sul da Bahia. Assim, a espжcie possui EOO superior que 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20littorale","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2487,"LINACEAE","Linum smithii","Mildner","EN","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Linum smithii ж uma herbрcea da regiсo Sul do Brasil, que se desenvolve em locais Щmidos das Formaушes Campestres. Com um Щnico registro botРnico conhecido, a espжcie foi considerada rara em avaliaусo de risco publicada para o Estado de Santa Catarina. Tem EOO de 287,28 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Sua regiсo de ocorrЖncia encontra-se sob forte pressсo antrзpica, causada especialmente pela atividade agropecuрria. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Linum%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [2488,"LINDERNIACEAE","Micranthemum umbrosum","(Walter ex J.F.Gmel.) S.F.Blake","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Micranthemum umbrosum nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo aqui amplamente distribuьda (EOO=2.763.794,5 Km▓) nos domьnios fitogeogrрficos AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica e Pampa (Campos Sulinos). Possui registros nos Estados do Parр, Amazonas, Cearр, Paraьba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Pranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com populaушes protegidas em unidades de conservaусo (SNUC) e pela sua ampla distribuiусo em quatro grandes domьnios fitogeogrрficos brasileiros, M. umbrosum foi considerada nesse momento \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micranthemum%20umbrosum","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2489,"LOASACEAE","Aosa parviflora","(Schrad. ex DC.) Weigend","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Aosa parviflora ж uma espжcie ruderal, invasora em diversas regiшes do Brasil. Conhecida popularmente como \"cansaусo\", ocorre com frequЖncia em ambientes degradados, formando populaушes enormes e dominantes na paisagem, como reporta o especialista M. Bovini para a Ilha das Cagarras, no Rio de Janeiro. Seu aparente diminuto esforуo de coleta pode ser atribuьdo principalmente ao fato de ser uma planta invasora e difьcil de ser coletada por ser altamente urticante, com uma ampla distribuiусo entre os Estados da Bahia e Sсo Paulo, em diversas tipologias vegetacionais, a espжcie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aosa%20parviflora","Mata AtlРntica"],
    [2490,"LOASACEAE","Aosa uleana","(Urb. & Gilg) Weigend","CR","B2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Aosa uleana ж endЖmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente dentro dos limites do Parque Nacional de Itatiaia (RJ). A Щnica subpopulaусo hoje conhecida desta espжcie foi reencontrada Яs margens de uma trilha muito frequentada por turistas, em Floresta Ombrзfila Densa a cerca de 1.500 m de altitude, depois de mais de 50 anos sem coleушes. De ocorrЖncia extremamente pontual, A. uleana apresenta AOO de 8 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Mesmo legalmente protegida por uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, a subpopulaусo da espжcie sofre com a proximidade de uma das trilhas mais movimentadas do Parque, estando suscetьvel ao declьnio contьnuo na qualidade de seu hрbitat. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aosa%20uleana","Mata AtlРntica"],
    [2491,"LOASACEAE","Blumenbachia eichleri","Urb.","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Blumenbachia eichleri ж endЖmica do Brasil, com registros em Florestas Ombrзfilas Densas e рreas alteradas nos Estados da regiсo Sul do Brasil (Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Aparentemente, nсo ж uma espжcie abundante, uma vez que seu Щltimo registro de coleta foi feito a cerca de 16 anos, e as fitofisionomias florestais nos estados em que ocorrem estсo altamente fragmentadas e descaracterizadas. Contudo, informaушes de herbрrio informam que a espжcie pode ser encontrada em рreas alteradas, porжm com uma baixa frequЖncia. Pelo atual estado de conservaусo das florestas nos Estados de sua ocorrЖncia, aliada a  escassez de registros recentes, B. eichleri  foi considerada \"Quase Ameaуada\" (NT). Recomenda-se o empreendimento de pesquisas relacionadas a sua distribuiусo e dinРmica populacional, a fim de se obter dados quantitativos que auxiliem em uma avaliaусo de risco mais precisa.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blumenbachia%20eichleri","Mata AtlРntica"],
    [2492,"LOASACEAE","Blumenbachia scabra","(Miers) Urb.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Blumenbachia scabra ocorre amplamente distribuьda nos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, em Florestas Ombrзfilas Densas, Mistas e Formaушes Campestre, alжm de ambientes alterados, parece ocorrer em bordas de florestas, ao longo de estradas e clareiras na Floresta Pluvial. Foi considerada \"Extinta\" (EX) em Sсo Paulo, porжm isso pode ser atribuьdo a um baixo esforуo de coleta direcionado as espжcies desta famьlia, muitas vezes ruderais e altamente urticantes. Subpopulaушes deste tрxon se encontram protegidas por unidade de conservaусo (SNUC) ao longo de sua distribuiусo,e a espжcie parece formar densos agrupamentos. Por estes motivos, B. scabra foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blumenbachia%20scabra","Mata AtlРntica"],
    [2493,"LOGANIACEAE","Spigelia aceifolia","Woodson","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia aceifolia ж uma planta herbрcea encontrada apenas na regiсo da Serra do Cipз (MG), portanto, com uma distribuiусo restrita (EOO=3.210,39 km▓ e AOO=40 km▓). Suspeita-se que seja rara, uma vez que, apesar de a serra ser bastante estudada por taxonomistas, hр poucos registros da espжcie e apenas uma coleta nos Щltimos 10 anos. O registro da espжcie para o municьpio de Diamantina (MG), distante do restante das coletas, indica a suspeita de que S. aceifolia tem uma populaусo severamente fragmentada e, alжm disso, estр ameaуada pelo turismo descontrolado na regiсo da Serra do Cipз. Dessa maneira, S. aceifolia ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20aceifolia","Cerrado"],
    [2494,"LOGANIACEAE","Spigelia amplexicaulis","E.F.Guim. & Fontella","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie herbрcea encontrada de maneira disjunta na regiсo de Itatiaia (RJ), e nos Estados do Espьrito Santo, Bahia e, possivelmente, Sсo Paulo, com AOO de 28 km▓. Por ter distribuiусo disjunta, suspeita-se que a populaусo da espжcie seja severamente fragmentada. Alжm disso, ocorre em рreas que sofrem diversas ameaуas, como a alta frequЖncia de incЖndios no Parque Nacional de Itatiaia. Tais ameaуas poderiam levar ao declьnio populacional da espжcie atж sua extinусo, o que ж evidenciado pela ausЖncia de coletas nos Щltimos 20 anos. Dessa maneira, S. amplexicaulis ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20amplexicaulis","Mata AtlРntica"],
    [2495,"LOGANIACEAE","Spigelia cipoensis","Zappi","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. cipoensis ж uma espжcie herbрcea endЖmica da regiсo da Serra do Cipз (MG), conhecida apenas pela coleta-tipo. Tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa: o turismo desordenado. Suspeita-se que seja bastante rara, uma vez que foi coletada apenas uma vez e hр mais de 20 anos. Dessa maneira, S. cipoensis ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20cipoensis","Cerrado"],
    [2496,"LOGANIACEAE","Spigelia flava","Zappi & Harley","VU","D2","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia flava ж uma espжcie endЖmica da regiсo de Pico das Almas (BA). Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa: a alta frequЖncia de fogo na regiсo associada a atividades agropecuрrias. Dessa maneira, S. flava ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20flava","Caatinga, Cerrado"],
    [2497,"LOGANIACEAE","Spigelia kleinii var. paranaensis","E.F.Guim. & Fontella","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa variedade ж endЖmica do Estado do Paranр, encontrada em campos associados Я Mata AtlРntica. Apesar disso, nсo hр registros de ocorrЖncia para a espжcie, de maneira que nсo ж possьvel avaliar seu risco de extinусo. Dessa maneira, essa espжcie ж considerada como \"Deficiente de dados\" (DD). Futuros estudos devem verificar os locais onde a espжcie ocorre e seu estado atual de conservaусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20kleinii%20var.%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [2498,"LOGANIACEAE","Spigelia kuhlmannii","E.F.Guim. & Fontella","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","S. kuhlmannii ж uma espжcie encontrada na Caatinga baiana, com uma distribuiусo bastante restrita (EOO=1.832,08 km▓ e AOO=32 km▓). Tem uma distribuiусo disjunta entre os municьpios de Senhor do Bonfim e Ruy Barbosa, de maneira que se suspeita que a populaусo seja severamente fragmentada. Alжm disso, a Caatinga vem sofrendo diversas ameaуas, como a perda de hрbitat para a agropecuрria. Dessa maneira, S. kuhlmannii ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20kuhlmannii","Caatinga"],
    [2499,"LOGANIACEAE","Spigelia lundiana","A.DC.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia lundiana ж uma espжcie endЖmica da Serra da Piedade (MG), com distribuiусo bastante restrita (AOO=12 km▓). Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, sendo uma delas a perda de hрbitat para a agropecuрria. Alжm de nсo ter registro em unidades de conservaусo (SNUC), nсo ж coletada hр mais de 20 anos, o que pode evidenciar sua raridade. Dessa maneira, S. lundiana ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20lundiana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2500,"LOGANIACEAE","Spigelia reitzii","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Spigelia reitzii ж uma espжcie herbрcea encontrada na Mata AtlРntica dos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Apesar disso, tem poucas coletas, indicando sua raridade, sua AOO ж de 28 km▓ e sua populaусo ж severamente fragmentada. Ademais, ocorre em uma regiсo que sofre intensa pressсo antrзpica e perda de hрbitat. Dessa maneira, S. reitzii ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [2501,"LOGANIACEAE","Spigelia sellowiana","Cham. & Schltdl.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada apenas em Minas Gerais, nas Serras da Canastra e da Serra do Cipз. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, suspeita-se que a espжcie seja abundante  devido ao grande nЩmero de coletas. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20sellowiana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2502,"LOGANIACEAE","Spigelia vestita","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie endЖmica da Mata AtlРntica do Estado do Paranр, com distribuiусo bastante restrita (EOO=801,76 km▓ e AOO=12 km▓). Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, sendo uma delas espжcies exзticas invasoras nos Campos de Altitude. Dessa maneira, S. vestita ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spigelia%20vestita","Mata AtlРntica"],
    [2503,"LOGANIACEAE","Strychnos bicolor","Progel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em regiшes de maiores altitudes de Cerrado. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20bicolor","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2504,"LOGANIACEAE","Strychnos gardneri","A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, a espжcie ж amplamente distribuьda, sendo encontrada em Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto, por ser uma espжcie medicinal, novos estudos devem ser feitos para se avaliar o impacto da sobre-exploraусo em suas subpopulaушes.","2012-08-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20gardneri","Caatinga, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2505,"LOGANIACEAE","Strychnos nigricans","Progel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie afrodisьaca amplamente distribuьda encontrada em diversos Estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20nigricans","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [2506,"LOGANIACEAE","Strychnos rubiginosa","A.DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em diversos Estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20rubiginosa","Caatinga, Cerrado"],
    [2507,"LOGANIACEAE","Strychnos trinervis","(Vell.) Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie medicinal amplamente distribuьda encontrada na Mata AtlРntica e no Cerrado do Nordeste ao Sul do Brasil. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica e ter sofrido reduусo populacional na Paraьba, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Strychnos%20trinervis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2508,"LYCOPODIACEAE","Huperzia aqualupiana","(Spring) Rothm","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Huperzia aqualupiana nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, sua ocorrЖncia ж restrita (EOO=265,22 km▓) Яs рreas de Floresta Ombrзfila Densa do municьpio de Santa Maria do Salto, no Estado de Minas Gerais. A localidade foi considerada como Щnica situaусo de ameaуa. A regiсo sofre com os efeitos da perda e degradaусo de hрbitat que afetam diretamente a sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Assim, H. aqualupiana foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2013-06-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20aqualupiana","Mata AtlРntica"],
    [2509,"LYCOPODIACEAE","Huperzia biformis","(Hook.) Holub","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. biformis ж uma pteridзfita epьfita, encontrada apenas em florestasmontanas, geralmente em locais Щmidos. Apesar de ocorrer em рreas que sofremameaуas como incЖndio e perda de habitat, ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC).A espжcie possui diversas coletas, o que poderia indicar uma alta densidadeabsoluta. Dessa maneira H. biformis ж considerada como uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20biformis","Mata AtlРntica"],
    [2510,"LYCOPODIACEAE","Huperzia catharinae","(Christ) Holub","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. catharinae ж uma pteridзfita conhecida apenas pelo material tipo, coletado na Serra do Oratзrio, Santa Catarina. Atualmente a paisagem da regiсo encontra-se bastante fragmentada pela atividade agropecuрria e agricultura. Supшe-se atж que a espжcie possa estar extinta, de maneira que novos estudos devem ser realizados com o objetivo de se buscar novos registros para espжcie. Dessa maneira, H. catharinae ж considerada \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20catharinae","Mata AtlРntica"],
    [2511,"LYCOPODIACEAE","Huperzia christii","(Silveira) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma pteridзfita encontrada em diversos Estados, sempre em locais abertos e Щmidos. Dispшe de poucos registros de coleta, de maneira que se suspeita que tenha subpopulaушes pequenas. Por ocorrer em um ambiente bastante especьfico, a espжcie nсo somente tem uma AOO restrita (48 km▓), como tambжm suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada. Alжm disso, os Campos de Altitude das Regiшes Sul e Sudeste do Brasil sсo alvos de constantes ameaуas. Por exemplo, os campos do Parque Nacional de Itatiaia sofrem constantes incЖndios, que podem causar declьnio de qualidade do hрbitat da espжcie. Dessa maneira, H. christii ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20christii","Mata AtlРntica"],
    [2512,"LYCOPODIACEAE","Huperzia flexibilis","(Fжe) B.Ollg.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma epьfita encontrada em diversos pontos prзximos ao litoral brasileiro. Apesar de ocorrer em рreas que sofreram e sofrem  intensa pressсo antrзpica, H. flexibilis ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Seu grande nЩmero de coletas poderia indicar que ж uma espжcie frequente na Mata AtlРntica. Dessa maneira, H. flexibilis ж considerada como uma espжcie \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20flexibilis","Mata AtlРntica"],
    [2513,"LYCOPODIACEAE","Huperzia fontinaloides","(Spring) Trevis.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma pteridзfita epьfita ou rupьcola, encontrada em diversas fisionomias florestais, geralmente em altas altitudes. Apesar de ocorrer em uma regiсo que sofre intensa atividade antrзpica, ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas no Paranр e em Santa Catarina, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinусo. Entretanto o estado de conservaусo das subpopulaушes de Minas Gerais e de Sсo Paulo devem ser melhor avaliadas, pois podem ser reprodutivamente isoladas das demais.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20fontinaloides","Mata AtlРntica"],
    [2514,"LYCOPODIACEAE","Huperzia hemleri","(Nessel) B. Ollg.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia hemleri ж uma espжcie endЖmica do municьpio de Santa Maria Madalena, no Estado do Rio de Janeiro, onde hр apenas duas coletas sem data, uma das quais realizada em uma unidade de conservaусo (SNUC). Entretanto, o municьpio onde a espжcie ocorre perdeu 75% de suas рreas nativas de Mata AtlРntica, que hoje ж encontrada em forma de poucos fragmentos. A AOO ж 4 km▓. Dessa maneira, H. hemleri ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20hemleri","Mata AtlРntica"],
    [2515,"LYCOPODIACEAE","Huperzia hexasticha","B.Ollg. & P.G.Windisch","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Devido ao grande nЩmero de coletas, principalmente na regiсo Sul, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20hexasticha","Mata AtlРntica"],
    [2516,"LYCOPODIACEAE","Huperzia itambensis","B. Ollg. & P.G.Windisch","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","H. itambensis, como o epьteto especьfico sugere, ocorre nas imediaушes do Pico do Itambж, na Cadeia do Espinhaуo (MG). Tem, portanto, EOO restrita (384,33 km▓). Essa regiсo vem sofrendo diversas ameaуas, como a especulaусo imobiliрria e o turismo desordenado, configurando declьnio da qualidade de hрbitat da espжcie. H. itambensis estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, sugeridas pelo nЩmero de subpopulaушes encontradas. Dessa maneira, H. itambensis ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20itambensis","Mata AtlРntica"],
    [2517,"LYCOPODIACEAE","Huperzia martii","(Wawra) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia martii ж uma pteridзfita rara, encontrada apenas em Ilhжus (BA), Cachoeira do Itapemirim e Castelo (ES) e, possivelmente, Serra do Cipз (MG). Tem uma рrea de ocupaусo bastante pequena (AOO=28 km▓), que possivelmente reflete sua raridade. Por ocorrer em рreas distantes entre si, suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada. Apesar de estar presente em duas unidades de conservaусo (SNUC), os demais locais onde a espжcie foi registrada sofrem com diversas ameaуas, como a perda de hрbitat. Dessa maneira, H. martii ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20martii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2518,"LYCOPODIACEAE","Huperzia mollicoma","(Spring) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia mollicoma ж encontrada em рreas montanas das regiшes Sudeste e Sul do Brasil. Entretanto tem poucas coletas, o que pode refletir sua raridade. Sua AOO ж de 28 km▓. Devido ao fato de as subpopulaушes estarem distantes entre si, suspeita-se que sejam severamente fragmentadas. Apesar de aparecer em duas unidades de conservaусo (SNUC), H. mollicoma ocorre em locais que sofrem intensas ameaуas, como o turismo desordenado nos Campos de Altitude do Estado do Paranр. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20mollicoma","Mata AtlРntica"],
    [2519,"LYCOPODIACEAE","Huperzia mooreana","(Baker) Holub","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia mooreana ж uma pteridзfita que, atж 2005, era conhecida apenas dos Campos Rupestres da regiсo da Chapada Diamantina (BA). Entretanto, recentemente, foi coletada em Biritiba Mirim (SP). Novos estudos devem ser feitos para se verificar o estado de conservaусo dessa subpopulaусo, uma vez que se suspeita que ela seja isolada geneticamente das subpopulaушes baianas. Tem AOO de 76 km▓ e suas subpopulaушes sofrem com o declьnio da qualidade do hрbitat, em consequЖncia de queimadas frequentes no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Dessa maneira, H. mooreana ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20mooreana","Mata AtlРntica"],
    [2520,"LYCOPODIACEAE","Huperzia nuda","(Nessel) B.Ollg. & P.G.Windisch","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia nuda ж uma espжcie nсo endЖmica do Brasil, encontrada tambжm nas regiшes andinas. No Brasil, ocorre em altitudes superiores a 1.000 m, na regiсo de Itatiaia (RJ, MG), Serra da Bocaina (SP) e Ibitiraquire (PR). Tem poucas coletas, indicando que ж rara, e AOO de 28 km▓. Por ocorrer em altas altitudes, suspeita-se que a populaусo seja severamente fragmentada, uma vez que o fluxo gЖnico entre as subpopulaушes deve ser quase nulo. As рreas de altitude no Sul e no Sudeste do Brasil sofrem com intensas ameaуas, como os incЖndios frequentes e de origem antrзpica e o turismo desordenado, configurando declьnio da qualidade do hрbitat. Dessa maneira, H. nuda ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20nuda","Mata AtlРntica"],
    [2521,"LYCOPODIACEAE","Huperzia quadrifariata","(Bory) Rothm.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie encontrada em diversos municьpios da regiсo Sudeste e Sul do Brasil. Suspeita-se que seja uma espжcie abundante devido ao seu alto nЩmero de coletas. Apesar de ocorrer em locais que sofrem intensa pressсo antrзpica, a espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira, essa pteridзfita ж considerada \"Menos preocupante\" (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20quadrifariata","Mata AtlРntica"],
    [2522,"LYCOPODIACEAE","Huperzia regnellii","(Maxon) B.Ollg. & P.G.Windisch","CR","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia regnellii ж uma pteridзfita conhecida apenas por um registro de coleta, feito hр mais de 140 anos, na regiсo da Serra de Caldas, municьpio de Caldas (MG). Atualmente, essa serra encontra-se bastante deteriorada, com perda de hрbitat e exploraусo de recursos minerais. A espжcie tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. O municьpio de Caldas sofreu perda de hрbitat considerрvel, de maneira que restam menos de 10% de vegetaусo nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 80% nos Щltimos seis anos, considerando tempo de geraусo de dois anos para espжcie herbрcea. Dessa maneira, H. regnellii ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, devido ao fato de o registro da espжcie ser antigo, H. regnellii pode atж mesmo estar extinta na natureza. Novos estudos devem ser realizados com o objetivo de encontrр-la na natureza e se avaliar seu estado atual de conservaусo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20regnellii","Mata AtlРntica"],
    [2523,"LYCOPODIACEAE","Huperzia rubra","(Cham. & Schltdl.) Rothm.","CR","A2b,B2ab(ii,iii,iv,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia rubra ж uma pteridзfita extremamente rara encontrada em Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Das dez localidades em que a espжcie ocorria originalmente, acredita-se que esteja extinta em seis. Atualmente ж encontrada apenas no Pico do Inficionado, na regiсo do Pico do Sol (ambos na Serra do Caraуa), em um afloramento rochoso da Serra do Batatal e, possivelmente, na Serra de Caldas. Nas trЖs primeiras localidades, as subpopulaушes sсo bastante pequenas, e na Serra do Batatal foi encontrado apenas um indivьduo. As maiores ameaуas sсo o turismo desordenado e os incЖndios frequentes. Suspeita-se que a reduусo populacional da espжcie tenha sido maior do que 80% nos Щltimos dez anos (considerando tempo de geraусo igual a dois anos para espжcie herbрcea e mьnimo de 10 anos recomendado pela IUCN), devido Яs extinушes de seis subpopulaушes e Я baixa densidade daquelas remanescentes. Sua рrea de ocupaусo ж bastante pequena (AOO=8 km▓) e suspeita-se que a populaусo seja severamente fragmentada, uma vez que as subpopulaушes remanescentes tЖm baixa densidade e estсo distantes entre si. Dessa maneira, H. rubra ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20rubra","Cerrado"],
    [2524,"LYCOPODIACEAE","Huperzia sellowiana","(Herter) B.Ollg.","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia sellowiana ж uma pteridзfita encontrada em regiшes montanas da Serra dos Мrgсos (RJ), da Serra do Mar (SP e SC) e, provavelmente, do municьpio de Caldas (MG). Tem EOO de 11.681,97 km▓. Por ocorrer em рrea altamente degradada, suspeita-se que a populaусo seja severamente fragmentada. Os locais de ocorrЖncia da espжcie sofreram e sofrem intensa pressсo antrзpica, como a extraусo de palmito e incЖndios na Serra dos Мrgсos. Dessa maneira, H. sellowiana ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20sellowiana","Mata AtlРntica"],
    [2525,"LYCOPODIACEAE","Huperzia taxifolia","(Sw.) Trevis.","EN","B2b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia taxifolia ж uma pteridзfita nсo endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, hр registros para Santa Catarina, Paranр, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Tem AOO de 52 km▓. Ocorre em uma regiсo sob intensa pressсo antrзpica, como a especulaусo imobiliрria, desmatamento e perda de hрbitat para a agricultura. Suspeita-se que as subpopulaушes sejam severamente fragmentadas, uma vez que o fluxo gЖnico entre elas deve ser dificultado pela perda de hрbitat. Dessa maneira, H. taxifolia ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20taxifolia","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2526,"LYCOPODIACEAE","Huperzia treitubensis","(Silveira) B.Ollg.","CR","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Huperzia treitubensis ж uma espжcie terrьcola encontrada apenas nas regiшes montanas do Estado de Minas Gerais, com registros no Parque Estadual do Ibitipoca e no municьpio de Sсo Tomж das Letras. Tem EOO de 69,11 km▓. Suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada, uma vez que a regiсo vem sofrendo intensa pressсo antrзpica, que dificulta o fluxo gЖnico entre as subpopulaушes. Dessa maneira, H. treitubensis ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huperzia%20treitubensis","Mata AtlРntica"],
    [2527,"LYCOPODIACEAE","Lycopodiella benjaminiana","P.G.Windisch","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa ж uma pteridзfita com trЖs subpopulaушes conhecidas que ocorrem de forma disjunta nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais e, possivelmente, Goiрs. Devido Я distРncia entre os registros, suspeita-se que a populaусo seja severamente fragmentada, dificultando o fluxo gЖnico entre as subpopulaушes. Alжm disso, a espжcie ж bastante rara no complexo da Chapada dos Guimarсes e, pelo baixo nЩmero de coletas nas demais localidades, suspeita-se que a populaусo seja rara como um todo. Tem AOO de 12 km▓ e ж encontrada em locais sob intensa pressсo antrзpica, como o turismo descontrolado. Dessa maneira, L. benjaminiana ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodiella%20benjaminiana","Cerrado"],
    [2528,"LYCOPODIACEAE","Lycopodiella bradei","(Herter) B.Эllg.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lycopodiella bradei ж uma pteridзfita terrьcola, encontrada em рreas Щmidas de Campos de Altitude do Parque Nacional do Caparaз (ES) e do Parque Nacional do Itatiaia, na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sсo Paulo. Apesar de ocorrer em unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie estр sujeita a ameaуas, como aumento na frequЖncia de incЖndios. Tem AOO de 12 km▓ e suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada, uma vez que a distРncia entre as subpopulaушes dos dois Parques deve dificultar o fluxo gЖnico entre elas. Dessa maneira, L. bradei ж considerada \"Em perigo\" (EN). Suspeita-se que a espжcie seja extinta na natureza, uma vez que a Щltima coleta foi feita hр 90 anos. Portanto, recomendam-se planos de aусo para se verificar se a espжcie ainda ocorre na natureza e seu estado atual de conservaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodiella%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [2529,"LYCOPODIACEAE","Lycopodium jussiaei","Poir.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lycopodium jussiaei ж uma pteridзfita encontrada apenas em duas localidades: Parque Nacional do Itatiaia, nas divisas entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sсo Paulo e na Estaусo Ecolзgica Itapeva, em Sсo Paulo. Suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada, uma vez que a distРncia entre as duas unidades de conservaусo (SNUC) deve dificultar o fluxo gЖnico entre suas subpopulaушes. Apesar de ocorrer em рreas protegidas, tais unidades de conservaусo sofrem ameaуas como a frequЖncia alta de incЖndios no Parque Nacional de Itatiaia. Tem AOO de 12 km▓, um reflexo do baixo nЩmero de coletas e, provavelmente, da baixa densidade populacional da espжcie. Dessa maneira, L. jussiaei ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycopodium%20jussiaei","Mata AtlРntica"],
    [2530,"LYTHRACEAE","Cuphea acinifolia","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C.acinifolia ж uma herbрcea queocorre em trЖs biomas brasileiros. Considerada rara, habita fitofisionomiasdesde Florestas ┌midas a Campos Rupestres. Por ter EOO bastante superior a 20.000 km▓ a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20acinifolia","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [2531,"LYTHRACEAE","Cuphea adenophylla","T.B.Cavalc.","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea adenophylla ж um arbusto endЖmico do Estado de Minas Gerais, com ocorrЖncia em florestas arbustivas dos Campos Rupestres. As duas subpopulaушes estсo representadas por AOO de 8 km▓. Dessa forma, a espжcie ж categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Na regiсo da Serra do Cipз, os incЖndios sсo bastante comuns, causando declьnio da qualidade do hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20adenophylla","Cerrado"],
    [2532,"LYTHRACEAE","Cuphea aperta","Koehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. aperta ж uma herbрcea que ocorre nas restingas ao longo da costa atlРntica. Possui EOO superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20aperta","Mata AtlРntica"],
    [2533,"LYTHRACEAE","Cuphea arenarioides","A.St.-Hil.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea arenarioides ж uma herbрcea dos Campos ┌midos e Restinga da Mata AtlРntica e Cerrado. A espжcie vem sendo coletada desde 1983, dados mostram ser uma populaусo pequena e identificam quatro subpopulaушes isoladas. Os Campos ┌midos e as Restingas sсo formaушes vegetacionais bastante vulnerрveis Яs aушes antrзpicas. Sabendo que os Campos ┌midos sсo рreas ameaуadas pela atividade agrьcola de diversas monoculturas, e que a Restinga sofre pressсo da ocupaусo humana com alteraусo das paisagens desde o perьodo de colonizaусo, ж possьvel inferir que a espжcie esteja sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa que podem elevр-la Я categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20arenarioides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2534,"LYTHRACEAE","Cuphea bahiensis","(Lour.) T.B.Cavalc. & S.A.Graham","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea bahiensis ж um subarbusto endЖmico do Estado da Bahia, ocorrendo em formaушes rupestres da Chapada Diamantina. Tem AOO de 64 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). A principal ameaуa aos Campos Rupestres da Chapada Diamantina ж a incidЖncia de queimadas que declinam a qualidade de seu hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20bahiensis","Caatinga, Cerrado"],
    [2535,"LYTHRACEAE","Cuphea cipoensis","T.B.Cavalc.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea cipoensis ж um subarbusto endЖmico do Estado de Minas Gerais, com populaусo conhecida na Serra do Cipз. Sabendo que a espжcie ж pouco frequente, tem EOO de 389,91 km▓ e AOO de 20 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, pode-se categorizр-la como \"Em perigo\" (EN). O fogo ж principal ameaуa Я Serra do Cipз.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20cipoensis","Cerrado"],
    [2536,"LYTHRACEAE","Cuphea cuiabensis","Koehne","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea cuiabensis ж um subarbusto endЖmico do Estado do Mato Grosso. Tem distribuiусo restrita Я Chapada dos Guimarсes e AOO de 12 km▓, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Apresenta trЖs subpopulaушes que estсo ameaуadas pelos mesmos fatores, a incidЖncia de queimadas e a expansсo da agropecuрria, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que declinam a qualidade do hрbitat atж mesmo nas рreas protegidas do Parque Nacional da Chapada dos Guimarсes.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20cuiabensis","Cerrado"],
    [2537,"LYTHRACEAE","Cuphea glaziovii","Koehne","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea glaziovii ж um arbusto de pequeno porte que ocorre em Florestas ┌midas com presenуa de afloramentos rochosos da regiсo Sul do Brasil. As trЖs subpopulaушes conhecidas perfazem AOO de 16 km▓. As ameaуas incidentes, tais como atividade agropecuрria e queimadas, sujeitam a espжcie a duas situaушes de ameaуa. Sabendo que os municьpios Laranjeiras do Sul e Palmital apresentam apenas 5% dos remanescentes de Mata AtlРntica e que o Estado de Santa Catarina apresenta 23% de remanescentes florestais, a espжcie estр ameaуada por declьnio de EOO, AOO e qualidade do hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [2538,"LYTHRACEAE","Cuphea linarioides","Cham. & Schltdl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. linarioides ж um arbusto que ocorre em Florestas ┌midas Mistas e formaушes campestres, dentro dos biomas Cerrado e Mata AtlРntica. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20linarioides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2539,"LYTHRACEAE","Cuphea lindmaniana","Bacig.","EN","B2b(i,ii,iii)c(ii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea lindmaniana ж uma herbрcea que ocorre nos banhados das formaушes campestres dos Estados do Paranр e Santa Catarina. Apresenta AOO de 40 km▓, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). As atividades agrьcolas e pastagens sсo intensas e causam perda de hрbitat, reduzindo a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat. Na regiсo, tambжm ж frequente a incidЖncia de queimadas como forma de eliminar a vegetaусo herbрcea, um fator que causa flutuaусo extrema no nЩmero de subpopulaушes da espжcie, reduzindo a рrea de ocupaусo e o nЩmero de indivьduos maduros.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20lindmaniana","Mata AtlРntica"],
    [2540,"LYTHRACEAE","Cuphea lutescens","Koehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. lutescens ж um arbusto com ampla distribuiусo pelos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km▓, a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20lutescens","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2541,"LYTHRACEAE","Cuphea melvilla","Lindl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. melvilla ж um arbusto com ocorrЖncia pelos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km▓, a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20melvilla","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2542,"LYTHRACEAE","Cuphea repens","Koehne","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. repens ж uma herbрcea com ocorrЖncia pelos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia. Por possuir EOO bastante superior a 20.000 km▓, a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20repens","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2543,"LYTHRACEAE","Cuphea rubro-virens","T.B.Cavalc.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea rubro-virens ж um subarbusto endЖmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo nos Campos Rupestres associados ao bioma Cerrado. Com populaусo conhecida somente no municьpio de Itacambira, tem EOO de 15,66 km▓, categorizando-a como \"Criticamente em perigo\" (CR). As ameaуas conhecidas para a regiсo da Serra do Espinhaуo podem eliminar a Щnica populaусo de C. rubro-virens, visto que as mesmas causam declьnio da EOO, da AOO e da qualidade do hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20rubro-virens","Cerrado"],
    [2544,"LYTHRACEAE","Cuphea teleandra","Lourteig","CR","B1ab(i,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cuphea teleandra ж um subarbusto endЖmico do Estado de Minas Gerais, com populaусo conhecida somente no municьpio de Grсo Mogol. Tem EOO de 37,03 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). O municьpio de ocorrЖncia apresenta atividades de mineraусo, agropecuрria e queimadas, sendo possьvel identificar uma situaусo de ameaуa que reduz a extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cuphea%20teleandra","Caatinga, Cerrado"],
    [2545,"LYTHRACEAE","Diplusodon aggregatifolius","T.B.Cavalc.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon aggregatifolius ж uma planta subarbustiva, com distribuiусo endЖmica no Estado de Minas Gerais. Apresenta distribuiусo restrita. Considerada rara, tem AOO de 12 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Levando-se em consideraусo que os registros de ocorrЖncia da espжcie foram realizados em beira de estrada, pode-se assumir que D. aggregatifolius esteja sujeita ao declьnio em sua EOO, AOO e qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20aggregatifolius","Cerrado"],
    [2546,"LYTHRACEAE","Diplusodon argyrophyllus","T.B.Cavalc.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon argyrophyllus ж um subarbusto conhecido apenas no Estado da Bahia, em vegetaусo de Campo Rupestre. Devido Я distribuiусo restrita, a espжcie tem EOO de 34 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). As queimadas incidentes na Chapada Diamantina sсo bastante frequentes e de ampla extensсo, identificando uma situaусo de ameaуa Яs subpopulaушes conhecidas, o que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20argyrophyllus","Caatinga, Cerrado"],
    [2547,"LYTHRACEAE","Diplusodon ericoides","Lourteig","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon ericoides ж um subarbusto endЖmico do Estado de Goiрs, ocorrendo nos Campos Rupestres. Considerado raro devido Я distribuiусo restrita, tem EOO de 15,20 km▓, sendo categorizado como \"Criticamente em perigo\" (CR). A monocultura de soja ж predominante na regiсo e ocupa grandes extensшes, de modo que D. ericoides estр sob uma situaусo de ameaуa que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20ericoides","Cerrado"],
    [2548,"LYTHRACEAE","Diplusodon glaziovii","Koehne","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon glaziovii ж um subarbusto com ocorrЖncia restrita ao municьpio de Diamantina (MG). Apenas um registro botРnico ж conhecido para a espжcie, apresentando AOO de 4 km▓, o que a categoriza a espжcie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A regiсo da Cadeia do Espinhaуo tem como principais ameaуas a expansсo de рreas urbanas, a invasсo de espжcies exзticas e a incidЖncia de queimadas. Tais ameaуas submetem os Campos Rupestres ao declьnio da qualidade do hрbitat e identificam uma situaусo de ameaуa Я qual a espжcie estр sujeita.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20glaziovii","Cerrado"],
    [2549,"LYTHRACEAE","Diplusodon gracilis","Koehne","CR","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon gracilis ж um subarbusto endЖmico do Cerrado do Estado do Tocantins. Tem apenas uma coleta que perfaz AOO de 4 km▓, categorizando a espжcie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A regiсo de ocorrЖncia da espжcie apresenta grandes рreas agrьcolas destinadas ao plantio de soja e outras monoculturas, sendo, portanto, identificada uma situaусo de ameaуa que reduz a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20gracilis","Cerrado"],
    [2550,"LYTHRACEAE","Diplusodon hatschbachii","Lourteig","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon hatschbachii ж um subarbusto endЖmico do Estado de Goiрs, com distribuiусo muito restrita pelas рreas Щmidas do Cerrado. Foi identificada sua ocorrЖncia nos municьpios de Alto Paraьso de Goiрs e ┴gua Fria de Goiрs que, em dois anos (2008 e 2009), apresentaram 2,88 km▓ e 6,25 km▓ desmatamento, respectivamente. Sabendo que a espжcie tem AOO de 12 km▓ e que a taxa de desmatamento nos municьpios de ocorrЖncia pode levр-la Я categoria \"Criticamente em perigo\" ou \"Extinусo\", D. hatschbachii ж categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) pelo critжrio D2.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2551,"LYTHRACEAE","Diplusodon kielmeyeroides","A.St.-Hil.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. kielmeyeroides ж um subarbusto com distribuiусo muito restrita e endЖmica de Minas Gerais, porжm, existe incerteza taxonЗmica em relaусo a uma variedade da espжcie que ocorre em Goiрs. Os registros botРnicos sсo recentes (15 anos) e nсo fornecem dados sobre a estrutura e tamanho populacional, de modo que a espжcie esta categorizada em \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20kielmeyeroides","Cerrado"],
    [2552,"LYTHRACEAE","Diplusodon minasensis","Lourteig","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon minasensis ж um subarbusto endЖmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo em vegetaусo com presenуa de afloramentos rochosos. Considerada rara, com EOO de 538,67 km▓ e AOO de 16 km▓, a espжcie ж categorizada como \"Em perigo\" (EN). As ameaуas incidentes na Cadeia do Espinhaуo identificam menos de cinco situaушes de ameaуa, que causam declьnio da extensсo de ocorrЖncia, a рrea de ocupaусo e a qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20minasensis","Cerrado"],
    [2553,"LYTHRACEAE","Diplusodon orbicularis","Koehne","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon orbicularis ж um subarbusto endЖmico do Estado de Minas Gerais, ocorrendo nos campos da Serra do Cipз. Sabendo que o fogo ж uma ameaуa histзrica Я regiсo, ж possьvel identificar uma situaусo de ameaуa a todas as subpopulaушes, categorizando a espжcie como \"Vulnerрvel\" (VU) pelo critжrio D2.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20orbicularis","Cerrado"],
    [2554,"LYTHRACEAE","Diplusodon ovatus","Pohl","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon ovatus ж um subarbusto com ocorrЖncia nos campos do Cerrado. A espжcie tem subpopulaушes isoladas e AOO de 28 km▓, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). A expansсo do cultivo de soja e de outras monoculturas ж a principal ameaуa aos campos do Cerrado. Considerando o isolamento entre as subpopulaушes, ж possьvel identificar menos de cinco situaушes de ameaуa, que diminuem a extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20ovatus","Cerrado"],
    [2555,"LYTHRACEAE","Diplusodon panniculatus","Koehne","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon panniculatus ж um subarbusto raro e endЖmico do Estado de Goiрs. Tem EOO restrita de 18,33 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). Tem distribuiусo restrita ao municьpio de Cristalina, onde a expansсo do cultivo de soja ж a principal ameaуa Я espжcie, causando diminuiусo da extensсo de ocorrЖncia, da рrea de ocupaусo e da qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20panniculatus","Cerrado"],
    [2556,"LYTHRACEAE","Diplusodon retroimbricatus","Koehne","CR","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon retroimbricatus ж um subarbusto endЖmico do Estado de Goiрs, ocorrendo nos campos associados ao bioma Cerrado. As coletas botРnicas indicam AOO de 4 km▓, categorizando a espжcie como \"Criticamente em perigo\" (CR). A Щnica populaусo conhecida identifica uma situaусo de ameaуa no municьpio de Formosa que, devido ao desmatamento, apresenta declьnio da extensсo de ocorrЖncia, da рrea de ocupaусo e da qualidade do hрbitat. A subpopulaусo do municьpio de Cavalcante estр inserida em uma unidade de conservaусo (SNUC), nсo representando uma situaусo de ameaуa.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20retroimbricatus","Cerrado"],
    [2557,"LYTHRACEAE","Diplusodon vidalii","Lourteig","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. vidalii ж um subarbusto endЖmico de Minas Gerais, ocorrendo em diversas fitofisionomias do Cerrado. A populaусo da espжcie ж conhecida somente por uma localidade e os dados disponьveis nсo apresentam informaушes quanto a estrutura, tamanho e tendЖncia populacional, sendo categorizada em \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20vidalii","Cerrado"],
    [2558,"LYTHRACEAE","Diplusodon villosissimus","Pohl","VU","B2ab(i,ii,iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Diplusodon villosissimus ж um subarbusto com ocorrЖncia nos Estados de Sсo Paulo e Minas Gerais. Tem AOO de 52 km▓, e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуas, sendo categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). No interior de Sсo Paulo e na porусo sul de Minas Gerais, o desmatamento ж praticado para destinar grandes рreas ao plantio de diversas culturas, sendo a atividade agrьcola um fator que diminui a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplusodon%20villosissimus","Cerrado, Caatinga"],
    [2559,"LYTHRACEAE","Lafoensia nummularifolia","A.St.-Hil.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Lafoensia nummularifolia ж um subarbusto que ocorre em formaушes campestres da Mata AtlРntica e Cerrado dos Estados de Sсo Paulo e Paranр. Tem EOO de 8.686,92 km▓, sendo categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). Na regiсo em que a espжcie ocorre, a agropecuрria ж extensiva e elimina a vegetaусo campestre para o cultivo de monoculturas e pastagem. Considerando que as subpopulaушes em рreas protegidas (SNUC) devem estar sob ameaуas distintas das demais subpopulaушes, ж possьvel identificar menos de 10 situaушes de ameaуa que declinam a extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo da espжcie. Ademais, tais ameaуas somadas Я presenуa de espжcies exзticas sсo fatores que tambжm declinam a qualidade do hрbitat.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20nummularifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2560,"LYTHRACEAE","Lafoensia pacari","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. pacari ж uma рrvore que ocorre em quatro biomas brasileiros, sempre em formaушes florestais. A EOO da espжcie ж bastante superior a 20.000 km▓, sendo considerada sem risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20pacari","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga, AmazЗnia"],
    [2561,"LYTHRACEAE","Lafoensia vandelliana subsp. replicata","(Pohl) Lourteig","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. vandelliana ж uma planta arbustiva ou arbзrea. As coletas botРnicas disponьveis indicam uma ampla distribuiусo por quatro biomas brasileiros, Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica e Pantanal. No entanto, a espжcie jр foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU) pela Lista de Espжcies Ameaуadas da IUCN e endЖmica do Parр, o que nсo confere com os dados disponьveis. Desse modo, existe incerteza quanto a real distribuiусo da espжcie, sendo categorizada como \"Deficiente de dados\" (DD).","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lafoensia%20vandelliana%20subsp.%20replicata","AmazЗnia"],
    [2562,"LYTHRACEAE","Physocalymma scaberrimum","Pohl","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. scaberrimum ж uma рrvore com distribuiусo em dois biomas brasileiros bastante extensos. A EOO da espжcie ж superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalymma%20scaberrimum","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2563,"MAGNOLIACEAE","Magnolia ovata","(A.St.-Hil.) Spreng.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. ovata ж uma рrvore com distribuiусo pelas florestas paludosas do Cerrado e Mata AtlРntica. Possui EOO bastante superior a 20.000 km▓ e sсo conhecidas subpopulaушes em рreas de proteусo integral, assim, a espжcie nсo esta em risco de extinусo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magnolia%20ovata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2564,"MALPIGHIACEAE","Aspicarpa harleyi","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Aspicarpa harleyi ж uma espжcie amplamente distribuьdano estado da Bahia, com EOO acima de 128.000 km▓. Na atualfase do conhecimento nсo enquadra-se nas categorias instituьdas para os nьveisde ameaуa de extinусo, porжm as subpopulaушes conhecidas apresentam nЩmeroinferior a 50 indivьduos e os empreendimentos de mineradoras em suas рreas deocorrЖncia representam um grande potencial de ameaуa para esta espжcie. Muitos dos pontos de coleta sсo datados dos anos 70, do sжculo XXI, com poucas coletas mais recentes. Necessita de maior avaliaусo da рrea de extensсo com informaушes de ocorrЖncia recente nessas рreas, para confirmar a reduусo populacional total. Emvirtude disso foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspicarpa%20harleyi","Caatinga, Cerrado"],
    [2565,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis andersonii","B.Gates","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis andersonii apresenta forma de vida subarbustiva, podendo atingir atж dois metros de altura. A espжcie ж endЖmica da porусo sul da Serra do Espinhaуo (MG), com EOO de 7.591,20 km▓. O histзrico de mineraусo de ouro no municьpio de Diamantina data do final do sжculo XVII. Alжm disso, os incЖndios sсo regulares nas рreas de ocorrЖncia das subpopulaушes da espжcie. Coletas botРnicas sсo, na grande maioria, antigas, com apenas um registro de 2003. Estima-se que esteja ocorrendo um declьnio contьnuo em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat. B. andersonii foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20andersonii","Cerrado"],
    [2566,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis basifixa","B.Gates","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis basifixa ocorre de forma fragmentada em Floresta Ombrзfila Densa nos Estados do Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Tem EOO de 6.689,24 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуas. A espжcie ж representada por coleушes antigas das regiшes serranas dos dois Estados. Suspeita-se que algumas subpopulaушes da espжcie tenham se extinguido por ocorrerem em рreas que hoje estсo urbanizadas. Estima-se que a espжcie ainda enfrente um declьnio contьnuo em sua extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat, principalmente por ocorrer em ambientes antropizados. B. basifixa foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20basifixa","Mata AtlРntica"],
    [2567,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis cipoensis","B.Gates","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis cipoensis apresenta AOO de 52 km▓ e ocorre em рreas com grande incidЖncia de fogo. A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуas, estimando-se que esteja ocorrendo declьnio contьnuo de sua рrea de ocupaусo, do nЩmero de subpopulaушes e perda da qualidade do hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20cipoensis","Cerrado"],
    [2568,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis hatschbachii","B.Gates","EN","B1ab(i,ii,iii)c(ii,iv)+2ab(i,ii,iii)c(ii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie subarbustiva endЖmica do Estado de Goiрs, encontrada em campos rochosos da Chapada dos Veadeiros. B. hatschbachii ж dependente de ambientes florestados para manter suas subpopulaушes, com EOO de 1.573,14 km▓ e AOO de 36 km▓. O histзrico de exploraусo mineral na sua рrea de ocorrЖncia data do sжculo XVIII. O municьpio de Cavalcante sempre atraiu exploradores por ter uma mina imensa de ouro. Alжm disso, incЖndios sсo comuns no Parque Nacional dos Veadeiros. Em 2010, o fogo consumiu aproximadamente 50% da рrea total do Parque. Dessa forma, conclui-se que a espжcie venha sofrendo com o declьnio em sua extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo, assim como em qualidade de hрbitat. Suspeita-se que o fogo influencie a dinРmica das subpopulaушes, causando uma flutuaусo extrema no nЩmero de indivьduos maduros presentes nessas subpopulaушes. Portanto, B. hatschbachii foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2569,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis hirsuta","B.Gates","EN","B1ab(i,ii,iii)c(ii,iv)+2ab(i,ii,iii)c(ii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie arbustiva endЖmica do Estado de Goiрs, encontrada em encostas rochosas de Campos Rupestres da Chapada dos Veadeiros. Banisteriopsis hirsuta ж dependente de ambientes florestados para manter suas subpopulaушes. Tem EOO de 626,62 km▓ e AOO de 20 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуas. Em 2010, o fogo consumiu aproximadamente 50% da рrea total do Parque Nacional dos Veadeiros. Pode-se inferir que a espжcie sofra flutuaушes extremas em sua рrea de ocupaусo e no nЩmero de indivьduos maduros de suas subpopulaушes. Da mesma forma, suspeita-se que a espжcie sofra com o declьnio contьnuo em sua extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo, assim como em qualidade de hрbitat. B. hirsuta foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20hirsuta","Cerrado"],
    [2570,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis magdalenensis","B.Gates","EN","B1ab(i,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis magdalenensis ж uma espжcie endЖmica da Mata AtlРntica do Estado do Rio de Janeiro, no municьpio de Santa Maria Madalena. Apresenta EOO de 536,37 km▓ e as Щltimas coletas desta espжcie datam da dжcada de 1930. O ambiente restrito e a acelerada reduусo da Mata AtlРntica nessa regiсo sсo fatores que caracterizam a ameaуa e a categorizaусo da espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20magdalenensis","Mata AtlРntica"],
    [2571,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis parviflora","(A.Juss.) B.Gates","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. parviflora ж uma liana que se distribui pelos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e, possivelmente, Bahia em Floresta Ombrзfila Densa. Esta fitofisionomia estр associada ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, que vem desaparecendo ao longo dos anos. Os remanescentes de Mata AtlРntica para os Estados de distribuiусo da espжcie eram atж 2010: Rio de Janeiro (20%), Sсo Paulo (15%), Paranр (10%). A especulaусo imobiliрria e o crescimento urbano sсo os principais responsрveis pela perda deste domьnio. A espжcie apresenta EOO de 31.407 Km▓. No entanto, com a perda de habitat a espжcie pode vir a apresentar algum grau de risco de extinусo em um futuro breve. Desta forma, B. parviflora foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20parviflora","Mata AtlРntica"],
    [2572,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis pseudojanusia","(Nied.) B.Gates","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis pseudojanusia ж uma espжcie conhecida apenas por uma coleta proveniente do municьpio de Sсo Mateus do Sul e outra do municьpio de Turma, ambos no Estado do Paranр. A espжcie ocorre exclusivamente em Floresta Ombrзfila Densa, associada ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. A perda de Mata AtlРntica no Estado do Paranр chega a aproximadamente 90%. Hoje em dia, a atividade econЗmica do municьpio de Sсo Mateus do Sul baseia-se numa agricultura moderna e diversificada, na pecuрria, na produусo e industrializaусo de erva-mate e madeira, na cerРmica e na industrializaусo do xisto, que gera insumos energжticos (gрs, зleo, nafta, enxofre) e subprodutos de larga aplicaусo nos ramos quьmicos da construусo civil e de fertilizantes. A espжcie estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, apresentando AOO de 4 km▓. Estima-se que ocorra um declьnio contьnuo da рrea de ocupaусo e da qualidade do hрbitat da espжcie. B. pseudojanusia foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar possivelmente extinta na natureza.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20pseudojanusia","Mata AtlРntica"],
    [2573,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis salicifolia","(DC.) B.Gates","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. salicifolia foi considerada \"Possivelmente Extinta\" (PE) na lista de Minas Gerais de 1997. No entanto, a espжcie foi recoletada em 2004 no Parque Estadual do Brigadeiro. O material disponьvel para avaliaусo ж insuficiente, tendo em vista as dЩvidas quanto Я real distribuiусo da espжcie. O especialista nсo teve acesso Я este material e coletas foram invalidadas. A espжcie foi considerada \"Deficiente de Dados\" (DD) e sugere-se um revisсo do material disponьvel para a espжcie. Da mesma forma, um esforуo de procura pela espжcie tambжm deve ser prioridade.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20salicifolia","Cerrado"],
    [2574,"MALPIGHIACEAE","Banisteriopsis sellowiana","(A.Juss.) B.Gates","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Banisteriopsis sellowiana ж uma espжcie restrita Я costa arenosa dos Estados do Rio de Janeiro, Espьrito Santo e, possivelmente, Bahia, embora nсo tenha coleta registrada neste Estado. Apresenta рrea de ocupaусo de 28 km▓, tendo como principais fatores de ameaуa a ocorrЖncia em ambientes jр altamente degradados por aусo antrзpica e reduусo extrema do ambiente. Alжm disso, a espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуas, sendo categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banisteriopsis%20sellowiana","Cerrado"],
    [2575,"MALPIGHIACEAE","Barnebya dispar","(Griseb.) W.R.Anderson & B.Gates","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. dispar apresenta forma de vida arbзrea, atingindo atж 12 m de altura. Se distribui amplamente em EOO de 62.215 Km▓. A espжcie ж caracterьstica de Floresta Ombrзfila Densa associada ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Apresenta centro de distribuiусo no Estado do Rio de Janeiro e em рreas fortemente impactadas por aушes antrзpicas, principalmente causadas pela expansсo urbana. Alжm disso, suspeita-se que a espжcie esteja associada a menos de 10 situaушes de ameaуa. Devido Я este fato, suspeita-se que a espжcie esteja \"Quase ameaуada\" (NT), pois as taxas de perda de Mata AtlРntica para os Estados de ocorrЖncia da espжcie sсo altas.","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barnebya%20dispar","Mata AtlРntica"],
    [2576,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia acuminata","Dobson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. acuminata se distribui de forma ampla e disjunta pelos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Paranр. Apresenta EOO de 271.564 Km▓, ocorrendo principalmente em Floresta Ombrзfila Densa. Seu centro de distribuiусo ж a porусo sul do Estado da Bahia, onde ocorre em рreas fortemente impactadas. Essas рreas apresentam forte histзrico de cultivo de cacau. Alжm disso, a especulaусo imobiliрria e o crescimento urbano colaboraram e colaboram muito para a perda de habitat. A espжcie foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT) por nсo ocorrer de forma frequente em unidades de conservaусo (SNUC). Medidas conservacionistas devem ser tomadas com o intuito de manter a representatividade genжtica das subpopulaушes da espжcie.","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20acuminata","Mata AtlРntica"],
    [2577,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia itacarensis","W.R.Anderson","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Bunchosia itacarensis se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva, atingindo nсo mais do que trЖs metros de altura. A espжcie ж endЖmica de regiсo de Itacarж no Estado da Bahia, tem AOO de 8 km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A monocultura de cacau na porусo sul da Bahia foi responsрvel por grande parte da perda de рreas naturais da regiсo. O sistema de cabruca normalmente dizima espжcies arbustivas, e apenas espжcies arbзreas sсo poupadas. Alжm disso, a regiсo de Itacarж sempre sofreu com a intensa especulaусo imobiliрria. A espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) e suspeita-se que esteja possivelmente extinta, tendo em vista a perda extrema de hрbitat ao longo dos anos.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20itacarensis","Mata AtlРntica"],
    [2578,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia macilenta","Dobson","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Bunchosia macilenta apresenta distribuiусo ampla (EOO = 87.227,22 km▓) e tem preferЖncia por рreas Estacionais e Tabuleiros nos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Minas Gerais. Essas formaушes encontram-se bastante reduzidas nos dias atuais, principalmente no Estado da Bahia. Os ambientes de ocorrЖncia da espжcie estсo severamente fragmentados e as subpopulaушes da espжcie tЖm sofrido com a perda de hрbitat. O Estado do Espьrito Santo conta com apenas 11% de remanescentes de Mata AtlРntica, o Estado de Minas Gerais 10% e a Bahia 9%. As taxas de perda desse domьnio fitogeogrрfico continuam crescentes. Considera-se que a espжcie esteja sujeita a duas situaушes de ameaуas, e suspeita-se que possa ser enquadrada em uma categoria de risco de extinусo mais crьtica se medidas conservacionistas nсo forem adotadas. B. macilenta foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20macilenta","Mata AtlРntica"],
    [2579,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia maritima","(Vell.) J.F.Macbr.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. maritima ж uma espжcie de ampla distribuiусo no Brasil, ocorrendo principalmente em Floresta Ombrзfila Densa e ambientes litorРneos. A espжcie apresenta EOO de 541.493 Km▓ e foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20maritima","Mata AtlРntica"],
    [2580,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia pallescens","Skottsb.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda pelos Estados das regiшes Sul, Sudeste e Centro-oeste. B. pallescens apresenta EOO de 925.004 Km▓ e aparentemente nсo possui uso. Foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20pallescens","Mata AtlРntica"],
    [2581,"MALPIGHIACEAE","Bunchosia pernambucana","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie descrita recentemente, ж conhecida por poucas coleушes botРnicas. Bunchosia pernambucana ocorre em Caatinga e, possivelmente, Mata AtlРntica, nos Estados de Alagoas, Bahia e Pernambuco, com EOO de 2.784,57 km▓ e AOO de 16 km▓. A espжcie foi registrada em apenas uma unidade de conservaусo (SNUC), a Reserva Biolзgica de Serra Negra, que vem sofrendo degradaусo por falta de fiscalizaусo. Da mesma forma, os remanescentes de Floresta ┌mida nos Brejos de Altitude das Serras Negra e Verde sсo raros. Alжm disso, a populaусo da espжcie encontra-se severamente fragmenta, dificultando a manutenусo genжtica entre as subpopulaушes. Estima-se que haja declьnio contьnuo de extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e perda da qualidade do hрbitat. B. pernambucana foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bunchosia%20pernambucana","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2582,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima alvimii","W.R.Anderson","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima alvimii ж uma espжcie arbзrea, atingindo atж 20 metros de altura. Sua populaусo ocorre de forma fragmentada, em Floresta Ombrзfila Densa Montana e na Mata Higrзfila da regiсo sul da Bahia e norte do Espьrito Santo. O sul do Estado da Bahia ж conhecido por abrigar as maiores plantaушes de cacau do Brasil. O sistema de cabruca foi responsрvel pela perda drрstica de vegetaусo nativa na regiсo. Alжm disso, рrvores nativas sempre foram abatidas em grandes quantidades para a produусo de lenha e carvсo. A espжcie apresenta EOO de 14.336,63 km▓ e foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU). B. alvimii foi identificada em apenas uma unidade de conservaусo (SNUC)e estр sujeita a duas situaушes de ameaуas. Suspeita-se que o declьnio contьnuo em extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo ainda ocorra, assim como a perda da qualidade do hрbitat.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20alvimii","Mata AtlРntica"],
    [2583,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima bahiana","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie arbзrea, com ampla distribuiусo (EOO=50.351 Km▓), nos Estados da regiсo Nordeste e Sudeste. B. bahiana ocorre em Florestas Ombrзfilas nсo-inundрveis e matas de Restinga. Existem registros de coleta botРnica da espжcie para unidades de conservaусo (SNUC). No entanto, os ambiente de ocorrЖncia da espжcie vЖm sofrendo intensa aусo antrзpica causada, principalmente, pela especulaусo imobiliрria. Subpopulaушes da espжcie sсo contempladas por unidades de conservaусo. Porжm, as subpopulaушes que nсo se encontram protegidas por unidades de conservaусo estсo sujeitas a constante perda de habitat. Desta forma, ж importante que a manutenусo das subpopulaушes seja mantida, evitando a perda de representatividade genжtica de espжcie. B. bahiana foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT), podendo estar sob algum grau de ameaуa em um futuro prзximo.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20bahiana","Mata AtlРntica"],
    [2584,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima blanchetiana","Miq.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda por vрrios Estados do Sudeste e Nordeste do Brasil. B. blanchetiana apresenta EOO de 1.173.913 Km▓, nсo possui uso e suas subpopulaушes vЖm se mantendo estрveis. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20blanchetiana","Caatinga, Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2585,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima brachybotrya","Nied.","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima brachybotrya se caracteriza por apresentar forma de vida arbustiva, distribuindo-se em рreas de Campo Limpo, Campo Sujo e Campo Rupestre, principalmente no Estado do Paranр (EOO=19.857,85 km▓). A espжcie vem sendo coletada com frequЖncia, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC). No entanto, as regiшes de Savana gramьneo-lenhosa do Estado do Paranр atualmente estсo em declьnio. O agronegзcio e a expansсo dos florestamentos com espжcies exзticas sсo as principais causas de perda de hрbitat para a espжcie. Estima-se que ela ainda sofra perda contьnua de sua рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia e de qualidade do hрbitat. A espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20brachybotrya","Cerrado"],
    [2586,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima cacaophila","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. cacaophila se caracteriza por ser uma рrvore de grande porte, podendo atingir atж 20 metros de altura. A espжcie ocorre nos Estados da Bahia e Espьrito Santo em Cabrucas e Floresta Estacional Semidecidual. Aparentemente B. cacaophila nсo apresenta usos e estр representada por unidades de conservaусo (SNUC). No entanto, as taxas de perda de Mata AtlРntica nos Estados da Bahia e Espьrito Santo sсo altas, principalmente para o sul do Estado da Bahia, onde o sistema de cabrucas foi implementado a muitos anos atrрs. Suspeita-se que a espжcie esteja sofrendo com perda de habitat e consequentemente declьnio de sua EOO e AOO. A espжcie foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT) e se medidas conservacionistas nсo forem tomadas para frear a perda de habitat, a espжcie poderр se encontrar ameaуada em um futuro breve.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20cacaophila","Mata AtlРntica"],
    [2587,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima cipoensis","Mamede","EN","B1b(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)c(ii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie subarbustiva caracterьstica de Campos Rupestres e endЖmica da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 917,81 km▓, estando susceptьvel, principalmente, Яs queimadas regulares que ocorrem na рrea. Esses eventos sсo responsрveis pelas flutuaушes extremas no nЩmero de indivьduos maduros das subpopulaушes em determinados perьodos de tempo, provavelmente em uma escala anual. Alжm disso, no passado, a mineraусo dizimou grandes рreas nativas da regiсo e, atualmente, o turismo desordenado vem causando fortes impactos ambientais no Parque. Dessa forma, suspeita-se que a espжcie esteja enfrentando declьnio contьnuo em sua рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20cipoensis","Cerrado"],
    [2588,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima coccolobifolia","Kunth","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de apresentar diversos usos, B. coccolobifolia ocorre em inЩmeras unidades de conservaусo (SNUC) e suas subpopulaушes tЖm se mantido estрveis ao logo dos anos. A espжcie ж muito abundante em diversas рreas de ocorrЖncia, ocorrendo com grande frequЖncia. Foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20coccolobifolia","AmazЗnia, Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2589,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima fonsecae","W.R.Anderson","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima fonsecae se caracteriza por apresentar forma de vida arbзrea, atingindo atж cinco metros de altura. A espжcie ж endЖmica restrita Яs Matas Ciliares e aos Campos Rupestres da regiсo da Serra do Cipз, no Estado de Minas Gerais, apresentando AOO de 8 km▓. As queimadas na Serra do Cipз sсo regulares e, normalmente, destroem vastas рreas. Alжm disso, o turismo desordenado vem gerando graves impactos ambientais na regiсo. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo com o declьnio contьnuo de sua рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat, causados em especial pelos incЖndios frequentes. A espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20fonsecae","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2590,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima japurensis","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo pelo territзrio brasileiro. B. japuransis ocorre na AmazЗnia e Mata AtlРntica em diversos estados. Apesar de sua casca ser utilizada para fins medicinais, as subpopulaушes da espжcie encontram-se estрveis. Foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20japurensis","AmazЗnia, Mata AtlРntica (Mamede, 2010)."],
    [2591,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima lanulosa","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima lanulosa ж encontrada na AmazЗnia e, possivelmente, no Cerrado nos Estados de RondЗnia e Mato Grosso. As subpopulaушes da espжcie ocorrem de forma disjunta, estando sujeitas a duas situaушes de ameaуas. A espжcie apresenta EOO de 1.118,94 km▓, tendo sido registrada em apenas quatro ocasiшes. Estima-se que sua extensсo de ocorrЖncia esteja em declьnio contьnuo, assim como sua рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat. O municьpio de Reserva do Cabaуal (MT) tem como principal atividade econЗmica a pecuрria de leite e corte, o que configura uma ameaуa para as subpopulaушes dessa localidade. Da mesma forma, no municьpio de Vilhena (RO), a construусo de estradas desmatou рreas de mata nativa, causando impactos ambientais e influenciando negativamente essa localidade de ocorrЖncia de subpopulaушes da espжcie. B. lanulosa foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20lanulosa","AmazЗnia, Cerrado (Mamede, 2010)."],
    [2592,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima macrophylla","(Pers.) W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. macrophylla ocorre de forma ampla, apresentando EOO de 51.143 Km▓. Tambжm ж bem representada por coleушes em herbрrios, tendo sido registrada inclusive para o Parque Nacional da Serra do Cipз. No entanto, a perda de habitat causada, principalmente, pela mineraусo no centro de ocorrЖncia da espжcie, causou impactos irreversьveis sobre as subpopulaушes da espжcie. Suspeita-se que a espжcie esteja ameaуada em um futuro breve, se medidas para sua conservaусo nсo forem tomadas. A espжcie foi considerada \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20macrophylla","Cerrado (Mamede, 2010)."],
    [2593,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima microphylla","A.Juss.","EN","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima microphylla se caracteriza por ser uma espжcie arbustiva de ocorrЖncia principalmente em Restingas da regiсo Nordeste do Brasil. Apresenta ampla distribuiусo, porжm sua рrea de ocupaусo tem se reduzido drasticamente ao longo dos anos, em especial em funусo da especulaусo imobiliрria. B. microphylla tem AOO de 116 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуas. A reduусo extrema de hрbitat causada pela expansсo urbana nas рreas de restinga habitadas pela espжcie contribui para o declьnio de рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20microphylla","Caatinga, Mata AtlРntica (Mamede, 2010)"],
    [2594,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima morii","W.R.Anderson","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. morri apresenta ampla distribuiусo (EOO=633.195 km▓), com centro de distribuiусo no Estado da Bahia e registros para os Estados de Minas Gerais, Cearр e Goiрs. Apesar da espжcie apresentar ampla distribuiусo e estar representada por inЩmeras coleушes, acredita-se que suas subpopulaушes estejam sofrendo principalmente com a perda de habitat causada pela erradicaусo da vegetaусo original. Suspeita-se que poderр se encontrar ameaуada em um futuro prзximo se providЖncias nсo forem tomadas para a conservaусo de sua рrea de ocorrЖncia e de suas subpopulaушes. A espжcie foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20morii","Caatinga"],
    [2595,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima onishiana","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Byrsonima onishiana se caracteriza por ser uma espжcie subarbustiva endЖmica dos Campos Rupestres da Serra do Caraуa (MG), em altitudes superiores a 1.050 m. A espжcie tem EOO de 1.936,87 km▓ estando sujeita, principalmente, a queimadas regulares. Alжm disso, a mineraусo de ferro no municьpio de Catas Altas foi, e continua sendo, a principal causa de degradaусo ambiental na рrea. No municьpio de Santa Bрrbara, destaca-se a exploraусo histзrica de ouro. Dessa forma, suspeita-se que a espжcie sofra declьnio contьnuo de sua extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20onishiana","Cerrado"],
    [2596,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima rigida","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","B. rigida ocorre amplamente no Brasil central, regiсo Centro-oeste e Sudeste. Muitas subpopulaушes da espжcie sсo contempladas por unidades de conservaусo (SNUC). Desta forma a espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20rigida","Cerrado"],
    [2597,"MALPIGHIACEAE","Byrsonima variabilis","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda nas regiшes Sudeste, Nordeste e Centro-oeste. Encontrada em inЩmeras unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupantes\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byrsonima%20variabilis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Mamede, 2010)"],
    [2598,"MALPIGHIACEAE","Camarea affinis","A.St.-Hil.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Ascategorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que a espжcieж de ampla distribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foiconsiderada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20affinis","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2599,"MALPIGHIACEAE","Camarea axillaris","A.St.-Hil.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO (243.110 Km▓) e aparentemente suas subpopulaушes tЖm se mantido estрveis. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20axillaris","Cerrado"],
    [2600,"MALPIGHIACEAE","Camarea elongata","Mamede","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Camarea elongata ж uma espжcie bem amostrada em sua рrea de ocorrЖncia. ╔ endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo central do Estado da Bahia, com EOO de 16.303,61 km▓. Na regiсo do Morro do Chapжu, o desmatamento causado por atividades agriculturais e retirada de lenha, as queimadas, a retirada ilegal de areia, a regularizaусo fundiрria e a ocupaусo irregular de terras sсo os principais conflitos ambientais e devem contribuir para a perda de qualidade de hрbitat da espжcie. Livramento de Nossa Senhora, alжm de fazer parte do circuito do ouro, ж uma regiсo onde a agropecuрria sempre foi uma atividade rentрvel. Estima-se que a EOO e a AOO estejam em declьnio contьnuo. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20elongata","Cerrado (Mamede, 2010)."],
    [2601,"MALPIGHIACEAE","Camarea ericoides","A.St.-Hil.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e presente em diversas unidade de conservaусo (SNUC). A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20ericoides","Cerrado"],
    [2602,"MALPIGHIACEAE","Camarea hirsuta","A.St.-Hil.","LC","","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Camarea hirsuta ж um subarbusto que ocorre em ambientes de Campos Rupestres e Cerrados nos Estados de Goiрs, Minas Gerais e Sсo Paulo. ?A espжcie apresenta EOO de 652.863,2 km▓ e ж abundante em sua рrea de ocorrЖncia. Portanto, a espжcie ж \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20hirsuta","Cerrado"],
    [2603,"MALPIGHIACEAE","Camarea humifusa","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Camarea humifusa ж uma erva perene de ocorrЖncia restrita em Campos Rupestres do Estado de Goiрs e do Distrito Federal. A espжcie tem EOO de 2.184,48 km▓ e estр altamente susceptьvel Яs queimadas constantes que acontecem em sua рrea de ocorrЖncia. Alжm disso, o turismo, o setor agropecuрrio e a criaусo de gado para abate sсo outras atividades antrзpicas que podem estar influenciando negativamente na estabilidade das subpopulaушes da espжcie, contribuindo para um declьnio contьnuo em qualidade do hрbitat, extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20humifusa","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2604,"MALPIGHIACEAE","Camarea linearifolia","A.St.-Hil.","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Camarea linearifolia ж uma espжcie endЖmica restrita de remanescentes de Cerrado no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Goiрs. Apresenta AOO de 4 km▓ e, aparentemente, nсo ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). Duas coletas realizadas no limite do Parque Nacional de Serra da Canastra e uma na Serra da Mesa sсo os Щnicos registros da espжcie. Suspeita-se que esteja sofrendo declьnio de AOO e EOO causados, especialmente, pela cultura de cafж e pecuрria para produусo de queijo em Minas Gerais. Jр em Minaуu (GO), as grandes ameaуas incidentes sobre subpopulaушes da espжcie sсo as mineradoras. O amianto vem sendo explorado na regiсo hр vрrias dжcadas. Dessa forma, estima-se que as subpopulaушes da espжcie estejam sofrendo, tambжm, a perda da qualidade de hрbitat, alжm de se encontrarem severamente fragmentadas. C. linearifolia foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camarea%20linearifolia","Cerrado"],
    [2605,"MALPIGHIACEAE","Carolus chlorocarpus","(A.Juss.) W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","C. chlorocarpus apresenta ampla distribuiусo no Brasil nсo se enquadrando em categorias de ameaуa. Alжm disso, a espжcie ж adaptada a ambiente perturbados. Desta forma, a espжcie foi categorizada como\"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Carolus%20chlorocarpus","Mata AtlРntica (Mamede, 2010)"],
    [2606,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys amplectens","(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. amplectens apresenta ampla EOO (235.327 Km▓), ocorrendo em Cerrado nos Estados do Centro-oeste e porусo oeste do Estado da Bahia. Suspeita-se que as subpopulaушes do oeste da Bahia estejam altamente impactadas e vulnerрveis, principalmente pelas imensas рreas tomadas pela monocultura da soja. Desta forma, estima-se que a espжcie esteja sofrendo com o declьnio contьnuo de sua AOO e EOO. A espжcie pode estar ameaуada em um futuro prзximo se medidas conservacionistas nсo forem tomadas. D. amplectens foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20amplectens","Cerrado"],
    [2607,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys cachimbensis","(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de nсo apresentar distribuiусo muito restrita (EOO=50.239 Km▓), D. cachimbensis ocorre em рreas que sofrem pressшes antrзpicas ligadas ao extrativismo mineral, Я pecuрria pelo sistema de cria, recria e corte e Я agricultura perene e de subsistЖncia, como no municьpio de Guarantс do Norte. Suspeita-se que a AOO da espжcie, assim como sua EOO, estejam em declьnio e, portanto, a especie esteja \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20cachimbensis","AmazЗnia (Mamede, 2010)"],
    [2608,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys patula","(B.Gates) W.R.Anderson & C.C.Davis","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. patula ocorre de forma esparsa entre o sul do Estado da Bahia e o norte do Estado do Rio de Janeiro. Apesar de apresentar uma grande EOO (150.911 Km▓), a espжcie ocorre exclusivamente formaушes florestais de baixada, associadas ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Os remanescentes de Mata AtlРntica nos Estados onde a espжcie ocorre sсo mьnimos (Bahia=8,97%, Espьrito Santo=11,07% e Rio de Janeiro=19,61%). A principal ameaуa incidente sobre as subpopulaушes estсo ligadas a perda de habitat causada pelo crescimento urbano e pela especulaусo imobiliрria que as рreas costeiras estсo sujeitas. Desta forma, a espжcie foi considerada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20patula","Mata AtlРntica (Mamede, 2010)"],
    [2609,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys sepium","(A.Juss.) W.R.Anderson & C.C.Davis","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Diplopterys sepium ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, restrita (EOO=4.912,27 km▓) Яs formaушes de Mata de Cipз. Essas formaушes estсo reduzidas a 5% de suas рreas naturais e continuam sob enorme pressсo, causada, em especial, pelas carvoarias. Alжm disso, aparentemente as subpopulaушes da espжcie nсo se encontram em unidades de conservaусo (SNUC) estaduais ou federais. Estima-se que essas subpopulaушes estejam sujeitas a essas aушes antrзpicas e, possivelmente, desaparecendo. Tambжm suspeita-se que a extensсo de ocorrЖncia, a рrea de ocupaусo e a qualidade do hрbitat estejam em declьnio contьnuo. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20sepium","Caatinga (Mamede, 2010)."],
    [2610,"MALPIGHIACEAE","Diplopterys virgultosa","(A.Juss.) W.R.Anderson & C.C.Davis","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","D. virgultosa apresenta ampla distribuiусo (EOO=350.825 Km▓) no Brasil. A espжcie nсo se enquadra em nenhuma categoria de ameaуa. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diplopterys%20virgultosa","Caatinga, Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2611,"MALPIGHIACEAE","Heladena multiflora","(Hook. & Arn.) Nied.","EN","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heladena multiflora apresenta ampla EOO (115.219,12 km▓) por ocorrer de forma disjunta nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espьrito Santo. No entanto, a espжcie tem AOO de 16 km▓, sendo representada por apenas quatro coleушes. Estima-se que registros antigos como, por exemplo, o proveniente do municьpio de Belo Horizonte jр nсo correspondam Я real distribuiусo da espжcie. Portanto, pode-se concluir que a рrea de ocupaусo vem sofrendo um declьnio contьnuo. Da mesma forma, as subpopulaушes da espжcie ocorrem de forma muito fragmentada, dificultando a troca genжtica e, consequentemente, a perpetuaусo da espжcie. H. multiflora foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heladena%20multiflora","Cerrado (Mamede, 2010)"],
    [2612,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys admirabilis","Amorim","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys admirabilis ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo e tem restrita EOO (1.304,18 km▓). A espжcie ocorre em floresta primрria e secundрria avanуada, entre 600 e 900 m de altitude. Vem sendo coletada nos Щltimos anos atж mesmo em unidade de conservaусo (SNUC). No entanto, apenas 11% das рreas originais de Mata AtlРntica do Estado ainda existem e o municьpio de Santa Teresa apresenta cerca de 20% de remanescentes do bioma. Estima-se que as taxas de desmatamento continuam ascendentes e, portanto, a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat da espжcie encontram-se em declьnio contьnuo. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20admirabilis","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)."],
    [2613,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys aliciae","W.R.Anderson","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys aliciae ж uma liana endЖmica da regiсo oeste do Estado da Bahia. A espжcie tem AOO de 8 km▓, estando sujeita a uma situaусo de ameaуa. A perda e a degradaусo do hрbitat configuram ameaуas para a estabilidade de suas subpopulaушes. Alжm disso, a expansсo agrьcola, principalmente da soja, na regiсo oeste da Bahia tem devastado imensas рreas de Cerrado.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20aliciae","Cerrado (Amorim, 2010)"],
    [2614,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys alternifolia","W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. alternifolia se distribui pelos Estados da Bahia e Espьrito Santo, apresentando ampla EOO (54.943 Km▓). A espжcie tem sido coletada recentemente em unidades de conservaусo (SNUC). Os critжrio e categorias nсo sсo aplicрveis Я espжcie.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20alternifolia","Mata AtlРntica"],
    [2615,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys bahiensis","Nied.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apзs sua descriусo, Heteropterys bahiensis nсo foi recoletada por mais de 160 anos, atж recentemente. O material-tipo ж proveniente do Estado da Bahia, porжm a espжcie tem sido encontrada apenas no Estado do Espьrito Santo. H. bahiensis apresenta AOO de 8 km▓, estando sujeita a uma situaусo de ameaуa. Ocorre em Floresta Ombrзfila Densa Montana, Floresta Ombrзfila sob Tabuleiro e Floresta Estacional Semidecidual onde cresce no sub-bosque, preferencialmente em рreas prзximas a cзrregos e rios. A Mata AtlРntica do Estado do Espьrito Santo foi reduzida a aproximadamente 11% de sua рrea original e as taxas de reduусo continuam crescentes. Dessa forma, suspeita-se que a espжcie esteja sujeita ao declьnio contьnuo de sua рrea de ocupaусo, qualidade de hрbitat e tambжm no nЩmero de subpopulaушes. A espжcie foi categorizada como \"Criticamente ameaуada\" (CR).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bahiensis","Mata AtlРntica"],
    [2616,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys bicolor","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. bicolor ocorre em diversos Estados do Brasil, apresentando ampla EOO. Os critжrios e categorias nсo sсo aplicрveis Я espжcie.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bicolor","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2617,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys brasiliensis","Regnell & KШrn.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Liana endЖmica das florestas montanas da Serra do Mar, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). H. brasiliensis tem EOO de 375,22 km▓ e suas subpopulaушes estсo sujeitas a pressшes antrзpicas mesmo nas unidades de conservaусo onde habitam. A ┴rea de Preservaусo Ambiental Capivari-Monos sofre pressсo urbana, o que causa supressсo de vegetaусo, fragmentaусo florestal, poluiусo e contaminaусo do ambiente. Suspeita-se que a extensсo de ocorrЖncia da espжcie esteja em declьnio contьnuo, assim como sua рrea de ocupaусo e a qualidade do hрbitat de ocorrЖncia. H. brasiliensis foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20brasiliensis","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2618,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys bullata","Amorim","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys bullata caracteriza-se por ser uma liana de grande porte, com distribuiусo restrita (EOO = 2.018,57 km▓) no sul do Estado da Bahia em Florestas Montanas ┌midas. Ocorre em unidades de conservaусo (SNUC), no entanto, o histзrico de intervenушes humanas nessas рreas ж intenso e atж mesmo as unidades de conservaусo encontram-se sob pressсo antrзpica. As plantaушes de cacau, pastagens e cultivos de subsistЖncia representam as principais ameaуas para a espжcie e suspeita-se que suas subpopulaушes estejam severamente fragmentadas. Tambжm estima-se que a рrea de ocupaусo da espжcie, assim como sua extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat estejam em declьnio contьnuo. Dessa forma, H. bullata foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20bullata","Mata AtlРntica (Amorim, 2002)."],
    [2619,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys capixaba","Amorim","EN","B1ab(i,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Estado do Espьrito Santo, tem distribuiусo restrita (EOO=326,48 km▓), e ocorre em Mata AtlРntica costeira, entre 600 e 800 m de altitude. Liana, desenvolve-se em floresta primрria sombreada e remanescentes florestais prзximos Яs plantaушes de cafж, nos municьpios de Santa Teresa e Cariacica (20% e 22% remanescentes de Mata AtlРntica, respectivamente). H. capixaba apresenta grande especificidade ambiental, encontrando-se sob forte pressсo antrзpica ocasionada, sobretudo, pela cultura de cafж. A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуas, sofrendo declьnio contьnuo em extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20capixaba","Mata AtlРntica"],
    [2620,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys conformis","W.R.Anderson","CR","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Estado da Bahia, com distribuiусo extremamente restrita (EOO=1,68 km▓). Registros de ocorrЖncia de H. conformis sсo exclusivos do municьpio de Itaju do ColЗnia, que apresentava, atж 2010, 8% de рreas remanescentes de Mata AtlРntica. A principal causa de perda de hрbitat na regiсo ж a monocultura de cacau e, por apresentar hрbito trepador, a espжcie ж fortemente influenciada pelas alteraушes causadas pelo sistema de cabruca, empregado nessa monocultura. O declьnio contьnuo da EOO, da AOO e da qualidade do hрbitat em conjunto com o endemismo restrito e as ameaуas incidentes sobre a espжcie a caracterizam como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20conformis","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2621,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys crinigera","Griseb.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys crinigera apresenta distribuiусo restrita (EOO=6.689,51 km▓) ao sul do Estado do Rio de Janeiro e litoral norte do Estado de Sсo Paulo. Apresenta ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC), mas suspeita-se que as subpopulaушes que se encontram fora delas estejam sofrendo pressшes antrзpicas, principalmente ocasionadas pelo crescimento urbano e pela especulaусo imobiliрria. Estima-se que a рrea de ocupaусo da espжcie, assim como sua extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat estejam em declьnio contьnuo. Desse modo, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20crinigera",""],
    [2622,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys dusenii","Nied.","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys dusenii apresenta distribuiусo restrita ao Sul do Brasil, nos Estados do Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estando, por consequЖncia, susceptьvel a trЖs situaушes de ameaуas. As рreas de Cerrado e Savana Gramьneo Lenhosa da regiсo sul do Brasil vЖm sofrendo forte pressсo antrзpica ao longo dos anos, principalmente decorrente da expansсo agrьcola. Alжm disso, o Estado do Paranр apresenta uma reduусo de cerca de 90% de рrea total de Mata AtlРntica, sendo que o Estado tem 98% de sua рrea inseridos neste mesmo domьnio fitogeogrрfico. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU) podendo estar severamente ameaуada em um futuro prзximo.","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20dusenii","Cerrado, Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2623,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys fragilis","Amorim","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys fragilis ж uma liana endЖmica de Floresta Densa Montana do Estado do Rio de Janeiro. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=118,30 km▓ e AOO=16 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуas. A especulaусo imobiliрria e a ocupaусo desordenada de terras configuram ameaуas iminentes para a sobrevivЖncia das subpopulaушes da espжcie, contribuindo para a perda de qualidade de hрbitat e o declьnio da extensсo de ocorrЖncia da espжcie. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20fragilis","Mata AtlРntica"],
    [2624,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys hatschbachii","W.R.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys hatschbachii ocorre em рreas de Cerrado com solos arenosos ou rochosos do Estado do Mato Grosso do Sul. A espжcie ж endЖmica da regiсo de Rio Verde, que estр entre as рreas com maior ьndice de desmatamento no Estado. Somente no ano de 2000, o Pantanal brasileiro perdeu 8,8% de sua рrea total. A principal razсo da perda de hрbitat ж a pecuрria. As taxas alarmantes de desmatamento indicam declьnio na рrea de ocupaусo da espжcie (AOO=4 km▓) e na qualidade dohрbitat da espжcie. H. hatschbachii foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2625,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys marginata","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys marginata ж endЖmica do Estado do Mato Grosso, com EOO de 528,85 km▓. A espжcie apresenta uma alta especificidade ecolзgica com o ambiente, ocorrendo exclusivamente em campos de murunduns e solos periodicamente alagados. Apenas no ano 2000, 8,8% da рrea total do Pantanal foi desmatada e as taxas continuam crescentes. O municьpio de Santo AntЗnio de Leverger (MT) apresenta uma das maiores taxas de desmatamento, causado principalmente pela pecuрria e Poconж (MT) tem um histзrico de devastaусo causado pela lavra de ouro. Suspeita-se que as рreas de ocupaусo da espжcie estejam em declьnio contьnuo, assim como sua extensсo de ocorrЖncia. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN) e estima-se que se providЖncias nсo forem tomadas, a espжcie poderр estar severamente ameaуada em um futuro prзximo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20marginata","Cerrado (Amorim, 2010)"],
    [2626,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys megaptera","A.Juss.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys megaptera ж uma liana de grande porte que ocorre nos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Tem AOO de 24 km▓ e suas subpopulaушes encontram-se muito fragmentadas, desenvolvendo-se exclusivamente em Florestas ┌midas Submontanas e dependendo de remanescentes florestais bem preservados. Apesar de a espжcie ocorrer em unidades de conservaусo (SNUC), as Florestas ┌midas do sul da Bahia estсo fragmentadas como resultado das atividades madeireiras, implementaусo da agricultura, cultura de cacau, seringa, piaуava e dendЖ. Sendo assim, estima-se que sua EOO, assim como a AOO e qualidade do hрbitat estejam em declьnio contьnuo. A espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20megaptera","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2627,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys oberdanii","Amorim","VU","B1ab(i,ii,iii)+2b(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys oberdanii ж endЖmica das Florestas de Restinga do Estado do Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 5.844,65 km▓. O Espьrito Santo, atж 2010, jр havia perdido cerca de 90% de рrea original de Mata AtlРntica. Cinco por cento dos remanescentes de Mata AtlРntica do Estado sсo vegetaусo de Restinga. Suspeita-se que essas рreas estejam sob constante pressсo, principalmente pela especulaусo imobiliрria. Por esse motivo, estima-se que a рrea de ocupaусo, a extensсo de ocorrЖncia e a qualidade do hрbitat da espжcie estejam em declьnio contьnuo. Dessa forma a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20oberdanii","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2628,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys occhionii","Amorim","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys occhionii ж endЖmica do Parque Nacional do Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. A espжcie tem AOO de 4 km▓, tendo sido coletada uma Щnica vez. As queimadas constantes no parque configuram uma ameaуa iminente a sua existЖncia, alжm de causar perda de qualidade do hрbitat. A espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR) e, se suas subpopulaушes nсo forem monitoradas, poderр entrar em extinусo em um futuro muito prзximo.","2012-02-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20occhionii","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2629,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys patens","(Griseb.) A.Juss.","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. patens ж restrita aos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO de 17.385 Km▓ e esta contemplada por unidades de conservaусo (SNUC). ╔ uma liana gigante que necessita de grandes рreas florestadas para manter sua populaусo estрvel. As subpopulaушes que nсo se encontram em unidades de conservaусo (SNUC) podem estar vulnerрveis e a espжcie pode estar ameaуada de extinусo em um futuro prзximo se as taxas de perda de Mata AtlРntica dos dois Estados nсo decaьrem. Portanto, a espжcie foi categorizada como \"Quase ameaуada\" (NT).","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20patens","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2630,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys pauciflora","(A.Juss.) A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. pauciflora apresenta ampla distribuiусo, desde o Estado do Santa Catarina atж o sul do Estado da Bahia. Apesar de ocorrer em рrea com altas taxas de perda de Mata AtlРntica, suspeita-se que suas subpopulaушes estejam estрveis. Portanto, a espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-07-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20pauciflora","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2631,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys perplexa","W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. perplexa ж amplamente distribuьda, principalmente no Nordeste do Brasil. As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis Я espжcie. Portanto, foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20perplexa","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2632,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys sanctorum","W.R.Anderson","CR","B1ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys sanctorum ж endЖmica do Estado da Bahia, restrita Яs Matas Higrзfilas do municьpio de Una (EOO=10,42 km▓) ao sul do Estado, cujo histзrico de desmatamento ж alarmante, principalmente devido ao cultivo de cacau por meio dos sistemas de cabruca, que exterminam o sub-bosque das рreas plantadas, deixando apenas рrvores de grande porte. Por ser uma liana e apresentar seu centro de ocorrЖncia em рreas de grandes plantaушes de cacau, estima-se que sua AOO, assim como a EOO e a qualidade de hрbitat estejam em declьnio contьnuo. Desse modo, a espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20sanctorum","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2633,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys ternstroemiifolia","A.Juss.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys ternstroemiifolia ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, restrita Яs рreas de topo de serra, geralmente prзximas a centros urbanos. A espжcie tem EOO de 549,96 km▓. Suspeita-se que sua extensсo de ocorrЖncia, assim como a рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat estejam em declьnio contьnuo, principalmente, pela expansсo urbana. A espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20ternstroemiifolia","Mata AtlРntica (Mamede, 2010)"],
    [2634,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys thyrsoidea","(Griseb.) A.Juss.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Heteropterys thyrsoidea ж endЖmica do Estado de Sсo Paulo, com ocorrЖncia restrita (EOO=1.634,23 km▓ e AOO=44 m▓), principalmente em рreas de altitude no domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. A perda de Mata AtlРntica no Estado de Sсo Paulo ж severa e as florestas foram reduzidas a aproximadamente 15% das рreas originais. A espжcie ocorre em unidades de conservaусo (SNUC), mas suspeita-se que as subpopulaушes estejam fragmentadas pelo intenso histзrico de perda de hрbitat. Estima-se que as taxas de desmatamento continuem ascendentes causando o declьnio de extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20thyrsoidea","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2635,"MALPIGHIACEAE","Heteropterys trigoniifolia","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo (EOO=1.055.041 Km▓), estando normalmente associada a afloramentos rochosos em grande altitudes. H. trigoniifolia tambжm ж contemplada por unidades de conservaусo (SNUC), tendo sido coletada recentemente no Parque Estadual do Ibitipoca. Desta forma a espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteropterys%20trigoniifolia","Mata AtlРntica (Amorim, 2010)"],
    [2636,"MALPIGHIACEAE","Hiraea bullata","W.R.Anderson","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Hiraea bullata ж uma liana de grande porte, altamente dependente de grandes рreas florestadas para manter suas populaушes estрveis. A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуas e apresenta AOO de 8 km▓, estando diretamente ameaуada pela expansсo imobiliрria. O municьpio de Linhares (ES) perdeu cerca de 80% de рrea original de Mata AtlРntica atж 2010. A espжcie poderр ser transferida para a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR), em um futuro prзximo, caso as taxas de perda de hрbitat nсo cessem.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20bullata","Mata AtlРntica"],
    [2637,"MALPIGHIACEAE","Hiraea cuiabensis","Griseb.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. cuiabensis ж contemplada por unidades de conservaусo (SNUC) e ocorre de forma ampla no Sudeste e Centro-oeste do paьs. A espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20cuiabensis","Cerrado"],
    [2638,"MALPIGHIACEAE","Hiraea cuneata","Griseb.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","H. cuneata se distribui amplamente no Sul e Sudeste do Brasil. A espжcie apresenta EOO do 563.850 Km▓, nсo ж explorada e ж contemplada por unidades de conservaусo (SNUC). Deste modo, a espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20cuneata","Mata AtlРntica, Cerrado (Vieira et al. 2008)"],
    [2639,"MALPIGHIACEAE","Hiraea wiedeana","A.Juss.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Hiraea wiediana tem ocorrЖncia restrita ao Sul do Brasil, exclusivamente no Estado do Paranр. Apesar de especialistas afirmarem que a espжcie ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, os registros de ocorrЖncia da espжcie apontam o centro de distribuiусo para o Estado do Paranр. A espжcie tem EOO de 461,82 km▓, e possivelmente sua subpopulaусo se encontre muito fragmentada, principalmente pela perda de Mata AtlРntica (10% restantes) no Estado de ocorrЖncia, causada pelo crescimento urbano. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN). Sugerem-se estudos mais detalhados direcionados Я distribuiусo da espжcie.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hiraea%20wiedeana","Mata AtlРntica"],
    [2640,"MALPIGHIACEAE","Janusia occhionii","W.R.Anderson","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de Janusia occhionii apresentar distribuiусo nсo muito restrita (EOO=57.506,54 km▓), as subpopulaушes da espжcie vЖm sofrendo extrema reduусo de hрbitat. Estima-se que a espжcie esteja sujeita a trЖs situaушes de ameaуas. Segundo a literatura o Estado do Paranр perdeu cerca de 90% de sua рrea natural de Mata AtlРntica. Da mesma forma, suspeita-se que o Cerrado central tenha 34% de sua рrea original, apresentando aproximadamente 1,1% de desmatamento anual. Portanto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN), tendo em vista sua restrita AOO (24 km▓), e o declьnio contьnuo de рrea de ocupaусo, qualidade de hрbitat e o nЩmero de subpopulaушes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Janusia%20occhionii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2641,"MALPIGHIACEAE","Janusia schwannioides","W.R.Anderson","EN","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Janusia schwannioides ж uma espжcie amplamente distribuьda no Nordeste do Brasil (EOO=151.363,27 km▓). No entanto, os ambientes de ocorrЖncia da espжcie sсo altamente influenciados por aушes antrзpicas causando instabilidade em suas subpopulaушes, que sсo, geralmente, pouco abundantes. Apresenta AOO de 84 km▓ e estima-se que a EOO, assim com sua AOO estejam em declьnio contьnuo. A perda de hрbitat e a perda de qualidade de hрbitat configuram sжria ameaуa para J. schwannioides.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Janusia%20schwannioides","Caatinga"],
    [2642,"MALPIGHIACEAE","Lophopterys floribunda","W.R.Anderson & C.C.Davis","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","As categorias deameaуa nсo sсo aplicрveis para essa espжcie uma vez que ж de ampladistribuiусo e nсo apresenta ameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophopterys%20floribunda","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2643,"MALPIGHIACEAE","Mezia araujoi","Nied.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Mezia araujoi apresenta AOO de 28 km▓, ocorrendo nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Espьrito Santo e, possivelmente, Rio de Janeiro. Caracteriza-se por ser uma liana de grande porte, bastante vulnerрvel a alteraушes no hрbitat. Em decorrЖncia das altas taxas de desmatamento da Mata AtlРntica nos Estados da Bahia (9% de remanescentes), Minas Gerais (10%) e Espьrito Santo (11%), a espжcie tem sofrido declьnio contьnuo de sua extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat. As principais causas do desmatamento e, consequentemente, perda de hрbitat estсo ligadas Я forte especulaусo imobiliрria e ao desenvolvimento urbano. M. araujoi ocorre exclusivamente em remanescentes de Floresta ┌mida e, portanto, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mezia%20araujoi","Mata AtlРntica"],
    [2644,"MALPIGHIACEAE","Niedenzuella poeppigiana","(A.Juss.) W.R.Anderson","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuьda pelo Sudeste do Brasil, apresentando EOO de 53.792 Km▓. Alжm disso, N. poeppigiana ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). Desta forma, a espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Niedenzuella%20poeppigiana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2645,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa adenopoda","C.E.Anderson","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa adenopoda ocorre exclusivamente no Estado da Bahia, apresenta AOO de 32 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуas. Segundo especialistas, apesar de novas amostras terem sido documentadas recentemente, a ocorrЖncia da espжcie se mostra restrita aos remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual, рreas que se encontram fortemente ameaуadas pela reduусo de hрbitat causada pelo avanуo de carvoarias e de atividade agrьcola. O declьnio contьnuo em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, qualidade do hрbitat e no nЩmero de subpopulaушes classificam esta espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20adenopoda","Caatinga, Cerrado"],
    [2646,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa andersonii","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa andersonii ж conhecida apenas pelo material-tipo coletado em 1975. ╔ endЖmica da regiсo do Vale de Biribiri, no Estado de Minas Gerais. Tem AOO de 4 km▓ e nсo ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). Biribiri apresenta vрrias рreas degradadas por aусo antrзpica, tais como chрcaras e sьtios, queimadas e desmatamentos. Foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR) e suspeita-se que sua extensсo de ocorrЖncia, assim como a рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat estejam em declьnio contьnuo, tendo em vista que a espжcie nсo estр contemplada por unidades de conservaусo.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20andersonii","Cerrado"],
    [2647,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa bahiana","C.E.Anderson","CR","A2c","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa bahiana ж endЖmica da Bahia, com centro de ocorrЖncia no oeste do Estado. A divisa da Bahia com os Estados de Goiрs e Tocantins apresenta altьssima taxa de desmatamento, principalmente devido Я monocultura de soja, produусo de carvсo e pecuрria. Cerca de 50% das рreas de Cerrado originais jр nсo existem e, hoje, aproximadamente 20 mil km▓ sсo desmatados por ano. Estima-se que P. bahiana tenha sofrido uma reduусo populacional de cerca de 80% nos Щltimos dez anos (estimativa de tempo de geraусo de dois anos para a espжcie). Os danos nas рreas de ocorrЖncia da espжcie sсo irreversьveis e perduram. Foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) pelo declьnio abrupto em рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia, qualidade de hрbitat e pela reduусo populacional extrema.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20bahiana","Cerrado"],
    [2648,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa barnebyi","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa barnebyi apresenta restrita distribuiусo (EOO=260,50 km▓), sendo endЖmica da porусo mineira da Serra do Espinhaуo. Estima-se que suas subpopulaушes estejam sujeitas a, no mрximo, trЖs situaушes de ameaуas. A Serra do Espinhaуo tem sofrido com o turismo desordenado e intenso, desmatamento por carvoarias e, em certas рreas, com a mineraусo. Alжm disso, as queimadas constantes podem influenciar a estabilidade das subpopulaушes. Devido Яs intensas ameaуas incidentes sobre a AOO e a EOO, e pela perda da qualidade do hрbitat, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20barnebyi","Cerrado"],
    [2649,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa catarinensis","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa catarinensis ocorre exclusivamente em рrea de Restinga do Estado de Santa Catarina. Tem EOO de 2.167,65 km▓ e AOO de 28 km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуas. Segundo dados de herbрrios, 50% das coletas botРnicas desta espжcie datam da dжcada de 50. Estima-se que restem apenas 23% da cobertura original de Mata AtlРntica no Estado de Santa Catarina. Da mesma forma, a especulaусo imobiliрria no Estado vem crescendo ao longo dos anos. Desse modo, suspeita-se que a extensсo de ocorrЖncia, a рrea de ocupaусo e a qualidade de hрbitat da espжcie venham declinando continuamente no passar dos anos, o que a caracteriza como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20catarinensis","Mata AtlРntica"],
    [2650,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa cipoana","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peixotoa cipoana apresenta distribuiусo restrita (EOO=1.881,33 km▓), sendo endЖmica da Serra do Cipз, Estado de Minas Gerais. Apesar de estar contemplada por unidades de conservaусo (SNUC), principalmente o Parque Nacional da Serra do Cipз, o habitat da espжcie sofre com a especulaусo imobiliрria, o turismo desordenado, construусo de rodovias e com o surgimento de espжcies invasoras. Tais fatos colaboram para o declьnio de extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e a qualidade do hрbitat da espжcie. Desse modo, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20cipoana","Cerrado"],
    [2651,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa glabra","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","P. glabra ocorre de forma ampla no territзrio brasileiro e apresenta EOO de 182.170 Km▓. A espжcie ж bem representada em herbрrios, tendo sido documentada para unidades de conservaусo (SNUC). Portanto, P. glabra foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC). ","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20glabra","Cerrado"],
    [2652,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa jussieuana","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","P. jussieuana ocorre amplamente no Nordeste do Brasil, apresentando EOO de 395.347 Km▓. A espжcie ж bem representada por registros de coleta e suspeita-se que suas populaушes estejam estрveis. Alжm disso, P. jussieuana ocorre em unidades de conservaусo (SNUC). Desta forma, a espжcie enquadra-se no categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20jussieuana","Caatinga, Cerrado"],
    [2653,"MALPIGHIACEAE","Peixotoa psilophylla","C.E.Anderson","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","As subpopulaушes de Peixotoa psilophylla ocorrem de forma disjunta, em рreas de Cerrado do Estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A espжcie apresenta EOO de 14.395,15 km▓ em regiшes com alto ьndice de desmatamento, principalmente ocasionados pela agropecuрria. Alжm disso, espжcies invasoras e mudanуas no regime do fogo tambжm contribuem para a degradaусo dos remanescentes. Estima-se que hoje existam 51% de рreas nativas remanescentes de Cerrado e sua perda continua acelerada. Tais fatos evidenciam o declьnio em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e a perda de qualidade de hрbitat da espжcie. A espжcie enquadra-se na categoria \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peixotoa%20psilophylla","Cerrado"],
    [2654,"MALPIGHIACEAE","Peregrina linearifolia","(A.St.-Hil.) W.R.Anderson","VU","D2","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Peregrina linearifolia ж uma espжcie que, apesar de apresentar ampla distribuiусo, estр sujeita a cinco diferentes situaушes de ameaуas. As subpopulaушes do Sul do Brasil vЖm sofrendo intensa pressсo devido Яs grandes taxas de perda de hрbitat nessa regiсo. A espжcie demonstra especificidade biolзgica e ocorre em Campo Limpo e Campo Rochoso. Os Campos Gerais do Estado do Paranр se encontram sob forte pressсo da expansсo do agronegзcio e, de acordo com especialistas, ж bem possьvel que em muitos ambientes de ocorrЖncia no Sul do paьs, as subpopulaушes estejam localmente extintas. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peregrina%20linearifolia","Cerrado"],
    [2655,"MALPIGHIACEAE","Pterandra andersonii","C.E.Anderson","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","S. andersonii ж conhecida apenas por duas coletas provenientes do Estado do Maranhсo. No entanto, os registros para a espжcie nсo sсo suficientes para que uma avaliaусo de risco de extinусo seja realizada com precisсo. O habitat da espжcie ж desconhecida, e os acervos do Maranhсo pouco visitados. Desta forma, sugere-se pesquisas focadas na distribuiусo, ecologia e biologia da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterandra%20andersonii","AmazЗnia"],
    [2656,"MALPIGHIACEAE","Pterandra pyroidea","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","As categorias de ameaуa nсo sсo aplicрveis paraessa espжcie uma vez que ж de ampla distribuiусo e nсo apresentaameaуas diretas ou uso. Portanto foi considerada \"Menos preocupante\" (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterandra%20pyroidea","Cerrado"],
    [2657,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon angustilobum","A.Juss.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","S. angustilobum apresenta EOO de 53.072 Km▓, ocorrendo em рreas disturbadas como perto de rodovias. Aparentemente sua populaусo estр se mantendo estрvel e registros de ocorrЖncia da espжcie tЖm sido feitos, ampliando a distribuiусo da espжcie. Deste modo, a espжcie foi categorizada como \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20angustilobum","Mata AtlРntica"],
    [2658,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon bradei","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon bradei apresenta baixa frequЖncia de coleta, tendo sido registrada apenas duas vezes (1964 e 1994). A espжcie apresenta padrсo de raridade e AOO de 8 km▓. A coleta de 1964 ж proveniente de рrea com alto ьndice de desmatamento e fragmentaусo, indicando perda de рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia, qualidade de hрbitat e nЩmero de subpopulaушes. Apesar de o outro registro ter sido feito no Parque Estadual de Jucupiranga, o histзrico de ocupaусo, uso indevido do solo, proximidade de rodovias e turismo desordenado colaboram para a perda de qualidade de hрbitat e configuram ameaуa incidente sobre a рrea de ocorrЖncia da espжcie. Desse modo, a espжcie ж categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [2659,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon carautae","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon carautae ж conhecia apenas pelo holзtipo, que foi coletado em рrea com alto ьndice de desmatamento, principalmente decorrente da pecuрria extensiva. Tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Atж 2010, 96% da рrea total de Mata AtlРntica do municьpio de Bom Jesus de Itabapoana havia sido desmatada, evidenciando o grande declьnio em extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade de hрbitat. Sendo assim, a espжcie encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20carautae","Mata AtlРntica"],
    [2660,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon crenatum","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon crenatum ж uma liana endЖmica do Estado do Espьrito Santo, de ocorrЖncia em afloramentos rochosos, apresentando distribuiусo restrita (EOO=1.437,16 km▓). Atualmente, os remanescentes de Mata AtlРntica do Estado do Espьrito Santo representam apenas 11% da рrea total do domьnio fitogeogrрfico no Estado. Alжm disso, os Campos de Altitude do Estado do Espьrito Santo vЖm sofrendo pressшes antrзpicas, principalmente devido ao que ж chamado de \"agricultura de altitude\", como por exemplo o cultivo de cafж. Dessa forma, suspeita-se que a рrea de ocupaусo da espжcie, assim como sua extensсo de ocorrЖncia e qualidade de hрbitat, estejam em declьnio contьnuo. A espжcie enquadra-se na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20crenatum","Mata AtlРntica"],
    [2661,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon glabrum","C.E.Anderson","CR","B1ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon glabrum ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo. Tem distribuiусo muito restrita (EOO=21,73 km▓) e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Sua extensсo de ocorrЖncia, assim como sua рrea de ocupaусo, estр em declьnio contьnuo, tendo em vista as altas taxas de perda de Mata AtlРntica do Estado do Espьrito Santo. O municьpio de Castelo, local de registro das coletas, apresenta apenas 17% de Mata AtlРntica remanescente. Os registros de mineraусo do municьpio datam de 1771 e, a partir de 1845, iniciou-se a exploraусo agrьcola. Dessa forma, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR) e medidas de conservaусo devem ser adotadas com urgЖncia.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20glabrum","Mata AtlРntica"],
    [2662,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon harleyi","W.R.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon harleyi ж endЖmica do Estado da Bahia, apresentando restrita distribuiусo (EOO=4.772,11 km▓). A espжcie era conhecida apenas pelo material-tipo mas, em 1997 e 2005, foi recoletada. Suspeita-se que suas subpopulaушes estejam sofrendo pressшes antrзpicas, causadas principalmente por atividades agriculturais, retirada de madeira para lenha, queimadas, retirada ilegal de areia, regularizaусo fundiрria e ocupaусo irregular de terras. Desse modo, o declьnio contьnuo da EOO, AOO e da qualidade de hрbitat ж evidente, caracterizando a espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20harleyi","Cerrado"],
    [2663,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon hatschbachii","C.E.Anderson","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para uma avaliaусo precisa do real status de conservaусo da espжcie. Recomenda-se estudos mais detalhados sobre a distribuiусo da espжcie. A espжcie foi categorizada como \"Deficiente de Dados\" (DD).","2012-08-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [2664,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon macedoanum","C.E.Anderson","CR","B2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon macedoanum ж uma espжcie exclusiva de Cerrado e endЖmica da regiсo oeste do Estado de Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 km▓, em рrea muito explorada, principalmente para o cultivo de cana-de-aуЩcar e atividade agropecuрria. Em funусo disso, estima-se que a extensсo de ocorrЖncia da espжcie, assim como, sua рrea de ocupaусo, estejam em declьnio contьnuo. Da mesma forma, suspeita-se que a espжcie ocorra em apenas uma situaусo de ameaуa influenciada, especialmente, pelo cultivo de cana-de-aуЩcar. Portanto enquadra-se na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20macedoanum","Cerrado"],
    [2665,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon mattogrossense","C.E.Anderson","CR","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon mattogrossense ж conhecida apenas pelo material-tipo, proveniente de coleta realizada na regiсo do municьpio de Cрceres (MT), mais precisamente na beira da BR-174. A espжcie apresenta AOO de 4 km▓. Estima-se que a sua AOO esteja em declьnio contьnuo, assim como a qualidade do hрbitat, principalmente pelo fato de apenas 4,07% do territзrio do bioma Pantanal estar protegido em unidades de conservaусo (SNUC). Segundo a literatura a pecuрria ж a principal atividade econЗmica de Cрceres, que tem um dos maiores rebanhos de gado do Brasil. Esses fatos associados caracterizam forte ameaуa Я perpetuaусo da espжcie. S. mattogrossense foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20mattogrossense","Pantanal"],
    [2666,"MALPIGHIACEAE","Stigmaphyllon vitifolium","A.Juss.","CR","B1ab(i,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Stigmaphyllon vitifolium estр representada em coleушes apenas por registros antigos (sжculo XVIII). ╔ endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, apresentando EOO de 61,96 km▓. A maioria dos registros de coleta ж proveniente da regiсo metropolitana do municьpio do Rio de Janeiro, o que demonstra o grau de fragilidade em que a espжcie se encontra. O crescimento urbano foi intenso nos Щltimos sжculos, o que pode ter exterminado as subpopulaушes naturais. S. vitifolium foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar possivelmente extinta na natureza.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmaphyllon%20vitifolium","Mata AtlРntica"],
    [2667,"MALPIGHIACEAE","Tetrapterys cordifolia","W.R.Anderson","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","T. cordifolia ж representada por pouco registros de coleta, todo provenientes do Parque Estadual da Serra do Aracр. Evidentemente, o baixo esforуo de coleta na regiсo restringe o conhecimento sobre a real distribuiусo da espжcie. Suspeita-se, tambжm, que a espжcie nсo esteja sofrendo forte pressсo antrзpica, considerando-se seu isolamento geogrрfico. Desta Forma, recomenda-se pesquisa cientьfica com Жnfase em distribuiусo e demografia populacional para T. cordifolia.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapterys%20cordifolia","AmazЗnia"],
    [2668,"MALPIGHIACEAE","Tetrapterys microphylla","(A.Juss.) Nied.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Apesar de T. microphylla estar sofrendo com a pressсo causada pela mineraусo no Quadrilрtero Ferrьfero, a espжcie apresenta ampla distribuiусo com EOO de 932.906 Km▓. Desta forma, conclui-se que a espжcie se enquadra na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tetrapterys%20microphylla","Caatinga, Cerrado (Mamede, 2011)"],
    [2669,"MALPIGHIACEAE","Thryallis brachystachys","Lindl.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","T. brachystachys apresenta ampla distribuiусo em Estados do Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. A espжcie ж bem coletada e suspeita-se que sua populaусo esteja se mantendo estрvel. Portanto a espжcie enquadra-se na categoria \"Menos preocupante\" (LC).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20brachystachys","Caatinga, Mata AtlРntica (Mamede, 2011)."],
    [2670,"MALPIGHIACEAE","Thryallis laburnum","S.Moore","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Thryallis laburnum ж uma espжcie liana ou arbustiva, endЖmica da regiсo Centro-Oeste do paьs, com EOO de 14.189,33 km▓. Ocorre em altitudes entre 100 e 300 m em Floresta Estacional Semidecidual ribeirinha. Sua especificidade ecolзgica, em conjunto com as trЖs situaушes de ameaуas Яs quais suas subpopulaушes encontram-se sujeitas, possibilita enquadrр-la na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). Alжm disso, queimadas regulares, retirada de madeira, presenуa de espжcies invasoras e de carvoarias indicam haver perda de qualidade de hрbitat e declьnio da рrea de ocupaусo da espжcie.","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20laburnum","Cerrado"],
    [2671,"MALPIGHIACEAE","Thryallis parviflora","C.E.Anderson","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Thryallis parviflora ж restrita Я regiсo Centro-Oeste do Brasil (EOO=503,31 km▓), ocorrendo em Floresta de Galeria, Capoeiras, Florestas Secundрrias e Cerrado entre 900 e 950 m de altitude. Estima-se que a extensсo de ocorrЖncia e a рrea de ocupaусo estejam em declьnio contьnuo. Da mesma forma, a qualidade de hрbitat da espжcie vem declinando, levando-se em consideraусo as grandes рreas de Cerrado que deram espaуo Яs culturas agrьcolas e aos espaуos urbanos. Desse modo, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-08-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thryallis%20parviflora","Cerrado (Mamede, 2011)"],
    [2672,"MALVACEAE","Abutilon anodoides","A.St.-Hil. & Naudin","CR","B1ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Espжcie ocorre no municьpio de Niterзi, em рrea de alta especulaусo imobiliрria e portanto com declьnio em extensсo de ocorrЖncia e qualidade de habitat. Possui EOO de 4,49 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. ╔ possьvel que a espжcie esteja extinta. Buscas exaustivas devem ser empreendidas a fim de verificar se a espжcie ainda existe na natureza.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20anodoides","Mata AtlРntica"],
    [2673,"MALVACEAE","Abutilon costicalyx","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), sem informaусo de ameaуa. EOO acima de 20.000 km▓ e mais de 10 situaушes de ameaуa.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20costicalyx","Mata AtlРntica"],
    [2674,"MALVACEAE","Abutilon monteiroi","Krapov.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de trЖs registros somente, a espжcie nсo apresenta dados de ameaуa. A frutificaусo ocorre o ano todo, teoricamente um facilitador para a expansсo do taxon. ╔ necessрrio mais informaусo para uma melhor qualificaусo da espжcie. Tambжm sсo necessрrios mais estudos de campo para conformar a distribuiусo da mesma. As coletas foram realizadas por pesquisadores que nсo eram especialistas no grupo, portanto acredita-se que o trabalho realizado naquelas рreas nсo tinham o objetivo de coletar espжcies da famьlia Malvaceae em particular, concluindo-se que as coletas da espжcie em questсo foram ao acaso. O autor da indicaусo da espжcie nсo considera qualquer tipo de ameaуa nas рreas de ocorrЖncia dos indivьduos.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20monteiroi","Cerrado"],
    [2675,"MALVACEAE","Abutilon nigricans","G.L.Esteves & Krapov.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","O municьpio de ocorrЖncia da espжcie sofre com a perda de vegetaусo nativa, causando um declьnio na рrea de ocupaусo, na qualidade do habitat e no nЩmero de subpopulaушes. A espжcie possui poucos registros conhecidos de um Щnico local, apresentando AOO de 4 Km▓. Foi categorizada como \"Criticamente  em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20nigricans","Mata AtlРntica"],
    [2676,"MALVACEAE","Abutilon venosum","K.Schum.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie sem informaушes Щteis. Segundo Esteves (2011) o taxon ocorre nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro, porжm os registros de ocorrЖncia apontam somente para Sсo Paulo. Dos quatro registros apresentados, um ж cultivado, outro apontado para рrea nativa do IAC e as outras duas sem indicaусo. Nсo hр informaусo de ameaуa.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abutilon%20venosum","Mata AtlРntica"],
    [2677,"MALVACEAE","Akrosida macrophylla","(Ulbr.) Fryxell &  Fuertes","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie apresentar EOO menor que 5.000 km▓, a mesma possui informaушes desencontradas. No mapa, a espжcie apresenta distribuiусo nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, porжm no \"resumo dos dados de distribuiусo\" existe a indicaусo de ocorrЖncia no Estado de Sсo Paulo. Nсo hр dados sobre ameaуa.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Akrosida%20macrophylla","Mata AtlРntica"],
    [2678,"MALVACEAE","Byttneria catalpifolia subsp. sidaefolia","(A.St.-Hil.) Cristзbal","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO acima de 20.000 km▓. Segundo o mapa de ocorrЖncias a distribuiусo do taxon ж limitado aos Estados de Sсo Paulo e Paranр, porжm, segundo o \"resumo dos dados de distribuiусo\" ж encontrada nas regiшes Centro-Oeste (Goiрs), Sudeste (Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paranр) (Esteves, 2011).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20catalpifolia%20subsp.%20sidaefolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2679,"MALVACEAE","Byttneria implacabilis","Cristзbal","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo existe dados sobre ameaуa e ocorre uma dЩvida quanto a distribuiусo da espжcie: segundo Esteves (2011) a espжcies ж endЖmica de Santa Catarina. Jр o banco de dados do CNCFlora (2011) registra ocorrЖncia da espжcie somente para o Paranр.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20implacabilis","Mata AtlРntica"],
    [2680,"MALVACEAE","Byttneria oblongata","Pohl","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo em vрrias regiшes do Brasil. Segundo o resumo dos dados de distribuiусo a espжcie ocorre, tambжm, no Estado da Bahia. Essa informaусo nсo consta do mapa de ocorrЖncias.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20oblongata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2681,"MALVACEAE","Byttneria scabra","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distrtibuiусo no territзrio brasileiro. Sem informaушes sobre ameaуas.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Byttneria%20scabra","AmazЗnia, Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2682,"MALVACEAE","Calyculogygas uruguayensis","Krapov.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, a espжcie ocorre exclusivamente em Campos Sulinos do estado do Rio Grande do Sul, apresentando EOO de 290,39 km▓. C. uruguayensis vem sofrendo com o declьnio de extensсo de ocorrЖncia, de рrea de ocupaусo e declьnio de habitat, principalmente causados pela agropecuрria. Foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyculogygas%20uruguayensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2683,"MALVACEAE","Calyptraemalva catharinensis","Krapov.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia restrita aos Campos de Altitude do estado de Santa Catarina. A espжcie possui EOO de 574,07 Km▓, estando sujeita a duas situaушes de ameaуa. Os municьpios de ocorrЖncia da espжcie (Sсo Joaquim e Grсo Parр) apresentam alto grau de perda de Mata AtlРntica (2,7% e 28,7% remanescentes), comprovando a perda da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat. Desta forma, a espжcie foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptraemalva%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [2684,"MALVACEAE","Cavanillesia umbellata","Ruiz & Pav.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO maior que 20.000 km▓, sendo largamente distribuьda no Nordeste, Sudeste e Centro-oeste.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cavanillesia%20umbellata","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2685,"MALVACEAE","Ceiba jasminodora","(A.St.-Hil.) K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO maior que 20.000 km▓, sem informaусo sobre ameaуa e bem distribuьda na рrea de ocorrЖncia (Minas Gerais e Sсo Paulo).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceiba%20jasminodora","Cerrado"],
    [2686,"MALVACEAE","Cienfuegosia drummondii","(A.Gray) Lewton","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de apresentar EOO menor que 5.000 km▓ e duas localidades de ocorrЖncia, a espжcie nсo possui informaушes sobre ameaуas. Observa-se nessa situaусo uma clara falta de esforуo de coleta. As coletas nсo foram realizadas por especialistas no grupo em questсo, portanto, sem a pretensсo de se realizar um trabalho intensivo com a famьlia Malvaceae, concluindo que os trabalhos de coleta foram ao acaso. O autor da inclusсo nсo informa qualquer ameaуa direta ou indireta nos indivьduos citados. Nessa visсo os dados sсo deficientes para uma avaliaусo precisa.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cienfuegosia%20drummondii","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [2687,"MALVACEAE","Cienfuegosia sulfurea","(A.St.-Hil.) Garcke","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie sem dados sobre ameaуa, mas com EOO menor que 5.000 km▓ e uma situaусo de ameaуa. Sсo necessрrios mais estudos de campo para conformar a distribuiусo da mesma. A coleta foi realizada por pesquisador que nсo ж especialista no grupo, portanto acredita-se que o trabalho realizado naquela рrea nсo tinha o objetivo de coletar espжcies da famьlia Malvaceae, concluindo-se que a coleta da espжcie em questсo foi ao acaso. O autor da indicaусo da espжcie nсo considera qualquer tipo de ameaуa na рrea de ocorrЖncia do indivьduo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cienfuegosia%20sulfurea","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2688,"MALVACEAE","Eriotheca pubescens","(Mart. & Zucc.) Schott & Endl.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Possui EOO maior que 20.000 km▓. Sem informaушes sobre ameaуa e com vрrios registros em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriotheca%20pubescens","Cerrado"],
    [2689,"MALVACEAE","Gaya domingensis","Urb.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no Sudeste e Nordeste, sem informaушes sobre ameaуas e com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20domingensis","Caatinga, Cerrado"],
    [2690,"MALVACEAE","Gaya guerkeana","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui uma distribuiусo nas regiшes Sudeste e Centro-Oeste, a mesma possui EOO acima de 20.000 km▓, sem informaушes sobre ameaуas.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20guerkeana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2691,"MALVACEAE","Gaya pilosa","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo nas regiшes Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sem informaусo sobre ameaуa e considerada como invasora.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gaya%20pilosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2692,"MALVACEAE","Herissantia nemoralis","(A.St.-Hil.) Brizicky","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em todas as regiшes brasileiras, sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Herissantia%20nemoralis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2693,"MALVACEAE","Hibiscus bifurcatus","Cav.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo em todas as regiшes brasileiras, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC) e sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20bifurcatus","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2694,"MALVACEAE","Hibiscus diversifolius","Jacq.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo nas regioшes Sudeste e Sul, com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC) e sem informaусo de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20diversifolius","Mata AtlРntica"],
    [2695,"MALVACEAE","Hibiscus furcellatus","Desr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo em todo o territзrio brasileiro, sem informaусo sobre ameaуa e com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20furcellatus","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [2696,"MALVACEAE","Hibiscus sororius","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo em todas as regiшes brasileiras, ocorrendo em unidades de conservaусo (SNUC) e sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hibiscus%20sororius","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2697,"MALVACEAE","Hochreutinera hasslerana","(Hochr.) Krapov.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com AOO de 16 km▓, severamente fragmentada, em consequЖncia da perda de vegetaусo do domьnio fitogeogrрfico Pampa, um dois mais afetados do territзrio nacional. A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, apresentando declьnio continuado de extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e extensсo de habitat. Foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hochreutinera%20hasslerana","Pantanal, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2698,"MALVACEAE","Krapovickasia urticifolia","(A.St.-Hil.) Fryxell","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo nas regiшes Sul, Sudeste e Centro-Oeste e sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Krapovickasia%20urticifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2699,"MALVACEAE","Luehea candicans","Mart. & Zucc.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de possuir potencial madeireiro, a espжcie ж amplamente distribuida no territзrio brasileiro, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luehea%20candicans","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [2700,"MALVACEAE","Luehea conwentzii","K.Schum.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo nas regiшes Sul e Sudeste, com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC) e sem informaусo de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luehea%20conwentzii","Mata AtlРntica"],
    [2701,"MALVACEAE","Malachra radiata","(L.) L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo nas regiшes Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malachra%20radiata","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2702,"MALVACEAE","Malvastrum americanum","(L.) Torr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie considerada invasora, distribuindo-se amplamente nas regiшes Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Sem informaусo sobre ameaуa e com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malvastrum%20americanum","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2703,"MALVACEAE","Monteiroa bullata","(Ekman) Krapov.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie bem distribuьda nos Estados da regiсo Sul, sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20bullata","Mata AtlРntica"],
    [2704,"MALVACEAE","Monteiroa ptarmicifolia","(A.St.-Hil. & Naudin) Krapov.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Sem informaушes de dados populacionais, com EOO maior que 20.000 km▓, com distribuiусo no Sul do Brasil. Nсo possui dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20ptarmicifolia","Mata AtlРntica"],
    [2705,"MALVACEAE","Monteiroa smithii","Krapov.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, encontrada em рreas brejosas dos estados de Santa Catarina e Paranр. Possui EOO de 716,41 e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, e nсo foi registrada em unidades de conservaусo. M. smithii apresenta especificidade de habitat e estр sujeita a declьnio em sua extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat, causados pela perda de Mata AtlРntica no sul do paьs. Desta forma, a espжcie foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monteiroa%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [2706,"MALVACEAE","Pavonia almasana","Ulbr.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia exclusiva em Campos Rupestre do estado da Bahia. Apresenta EOO de 2.191,12 Km▓ e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, considerando-se os municьpios de ocorrЖncia da espжcie. P. almasana  apresenta especificidade de habitat, ocorrendo em Campos Rupestres entre 1.000 e 1.400 m de altitude. A espжcie vem sofrendo com o declьnio da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat causados, principalmente, pela transformaусo de рreas naturais em рreas de pastagem, o cultivo de frutas, alжm de queimadas e extraусo de madeira e lenha. Foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20almasana","Cerrado"],
    [2707,"MALVACEAE","Pavonia alnifolia","A.St.-Hil.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC) sendo ocasionalmente utilizada em cultivo. Possui EOO maior do que 20.000 km▓. Apesar da рrea de ocorrЖncia da espжcie sofrer com atividades imobiliрrias, somente informaушes sobre declьnio de ocupaусo e habitat ж informado, faltando mais dados para o correto enquadramento da espжcie dentro das categorias.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20alnifolia","Mata AtlРntica"],
    [2708,"MALVACEAE","Pavonia biflora","Fryxell","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie sem dados populacionais, com distribuiусo nas regiшes Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Com EOO maior que 20.000 km▓, nсo possui dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20biflora","Cerrado"],
    [2709,"MALVACEAE","Pavonia distinguenda","A.St.-Hil. & Naudin","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo no Sul do Brasil e registro no Sudeste. Nсo possui informaушes sobre dados populacionais e de ameaуas, com EOO maior que 20.000 km▓.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20distinguenda","Mata AtlРntica"],
    [2710,"MALVACEAE","Pavonia garckeana","GЧrke","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo nas regiшes Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, com registros em unidade de conservaусo (SNUC). Com EOO maior que 20.000 km▓, florescendo e frutificando o ano todo e sem dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20garckeana","Cerrado"],
    [2711,"MALVACEAE","Pavonia grazielae","Krapov.","VU","D2","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia restrita aos Campos Rupestres dos municьpios de Grсo Mogol e Cristрlia, estado de Minas Gerais. A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando-se os municьpios de sua ocorrЖncia. Foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20grazielae","Cerrado"],
    [2712,"MALVACEAE","Pavonia hastata","Cav.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo nas regiшes Sul e Sudeste, com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC). Possui EOO maior que 20.000 km▓, sem dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hastata","Mata AtlРntica"],
    [2713,"MALVACEAE","Pavonia hatschbachii","Krapov.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica com ocorrЖncia tambжm no Uruguai. No Brasil, a espжcie ocorre exclusivamente no extremo sul do estado do Paranр em рreas brejosas associadas ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Possui EOO de 99,11 Km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameуa de acordo com os municьpios de ocorrЖncia da espжcie. Suspeita-se que a рrea de ocorrЖncia da espжcie esteja em declьnio contьnuo devido, principalmente, ao crescimento urbano na regiсo. Fato este que afeta tambжm a extensсo de ocorrЖncia e a qualidade do habitat da espжcie. Alжm disto, a espжcie demonstra certo padrсo de raridade. Foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [2714,"MALVACEAE","Pavonia hexaphylla","(S.Moore) Krapov.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo nas regiшes Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, ocorrendo em unidade de conservaусo (SNUC). Com EOO maior que 20.000 km▓ e sem dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20hexaphylla","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2715,"MALVACEAE","Pavonia kleinii","Krapov. & Cristзbal","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC), com oito registros de coleta, sem dados populacionais, EOO maior que 20.000 km▓. Existe um espaуo sem registro de coleta entre Santa Catarina e Minas Gerais, provavelmente falta de coleta. Os dados de ameaуa apresentados referem-se, somente, a рrea de mata nativa atual do municьpio de Sсo Josж do Barreiro, Sсo Paulo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [2716,"MALVACEAE","Pavonia lanata","R.E.Fr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo nas regiшes Sul e Sudeste, porжm nessa Щltima somente no Estado de Minas Gerais. Provavelmente ocorre uma falta de esforуo de coleta, o que, certamente, aumentaria os pontos de registros para a espжcie. Possui EOO maior que 20.000 km▓, sem informaушes sobre dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20lanata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2717,"MALVACEAE","Pavonia multiflora","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar do Estado do Espьrito Santo possuir apenas, aproximadamente, 10% da рrea vegetal original, a espжcie ж amplamente distribuьda no Estado, com ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC) e EOO maior que 20.000 km▓.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20multiflora","Mata AtlРntica"],
    [2718,"MALVACEAE","Pavonia reticulata","Garcke","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda na regiсo Sul, com um Щnico registro em Sсo Paulo. Possui EOO maior que 20.000 km▓, sem dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20reticulata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2719,"MALVACEAE","Pavonia spiciformis","Krapov.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(i,iii)","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A regiсo de ocorrЖncia sofre com a implantaусo de pastagens e cultura do cacau, com diminuiусo da рrea de vegetaусo nativa, provocando o declьnio continuado de extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do habitat. A espжcie possui EOO de 261,12 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20spiciformis","Mata AtlРntica"],
    [2720,"MALVACEAE","Pavonia tricalycaris","A.St.-Hil.","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO menos que 5.000 km▓, sendo que os indivьduos existentes ocorrem em disjunусo, entre as cidades de Vila Velha (ES) e Teixeira de freitas (BA). Possui trЖs registros de localidades, porжm presume-se a falta de esforуo de coleta. Esteves (2011) comenta mais um registo no Rio de Janeiro.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pavonia%20tricalycaris","Mata AtlРntica"],
    [2721,"MALVACEAE","Pseudobombax grandiflorum","(Cav.) A.Robyns","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo nas regiшes Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km▓. Possui ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). O fato das sementes da espжcie serem alimento esporрdico para aves, nсo consiste em ameaуa, sendo um fenЗmeno natural.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20grandiflorum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2722,"MALVACEAE","Pseudobombax marginatum","(A.St.-Hil.) A. Robyns","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com larga distribuiусo nas regiшes Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km▓ e sem dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20marginatum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2723,"MALVACEAE","Pseudobombax tomentosum","(Mart. & Zucc.) A.Robyns","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com presenуa em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e distribuindo-se nas regiшes Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. Com EOO maior que 20.000 km▓ e sem informaушes sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudobombax%20tomentosum","Caatinga, Cerrado"],
    [2724,"MALVACEAE","Rhynchosida physocalyx","(A.Gray) Fryxell","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie sem informaусo sobre EOO e sem registro de coleta, apesar de informar a ocorrЖncia em mata atlРntica.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchosida%20physocalyx","Mata AtlРntica"],
    [2725,"MALVACEAE","Sida rufescens","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo nas regiшes Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, com EOO maior que 20.000 km▓. Sem dados de ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sida%20rufescens","Cerrado, Pantanal"],
    [2726,"MALVACEAE","Spirotheca rivieri","(Decne.) Ulbr.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Ampla distribuiусo na costa atlРntica, entre os Estados de Santa Catarina e Espьrito Santo. Com EOO maior que 20.000 km▓ e ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC). Sem informaушes sobre ameaуas.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spirotheca%20rivieri","Mata AtlРntica"],
    [2727,"MALVACEAE","Triumfetta grandiflora","Vahl","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC), com EOO maior que 20.000 km▓ e sem dados de ameaуa. Com distribuiусo na regiсo Sudeste e em RondЗnia.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triumfetta%20grandiflora","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2728,"MALVACEAE","Waltheria communis","A.St.-Hil.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no territзrio brasileiro, com EOO maior que 20.000 km▓, ocorrЖncia em unidade de conservaусo (SNUC) e sem informaусo sobre ameaуa.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Waltheria%20communis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2729,"MARANTACEAE","Calathea aemula","KШrn.","NT","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, com EOO de 76.681 km▓ e AOO de 44 km▓. Habita a Mata AtlРntica em mais de 10 locais em situaусo de ameaуa, e em duas unidades de conservaусo (SNUC). Embora esteja fora do limite de vulnerabilidade, por sofrer pressсo em seu habitat e nсo estar assegurada sua sobrevivЖncia, sugerimos mais estudos sobre a espжcie e possьvel mudanуa de categoria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20aemula","Mata AtlРntica"],
    [2730,"MARANTACEAE","Calathea bella","(W.Bull) Regel","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A distribuiусo da espжcie жdesconhecida. A avaliaусo nсo pode ser conduzida por falta de dados.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20bella",""],
    [2731,"MARANTACEAE","Calathea brasiliensis","KШrn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre em quatroEstados, em unidades de conservaусo (SNUC), e nсosofre ameaуa direta.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [2732,"MARANTACEAE","Calathea cylindrica","(Roscoe) K.Schum.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica de MataAtlРntica ocorre em cinco Estados, em unidades de conservaусo (SNUC).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20cylindrica","Mata AtlРntica"],
    [2733,"MARANTACEAE","Calathea fatimae","H.Kenn. & J.M.A.Braga","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie foi descrita a partirde indivьduo cultivado no Sitio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba,Municьpio do Rio de Janeiro e coletado em Morro do Coco, a 40 km ao Norte dacidade de Campos, Municьpio de Campos dos Goytacazes. O Distrito de Morro doCoco hoje ж totalmente ocupado por fazendas de plantaусo de cana-de-aуЩcar epecuрria. Alжm dos exemplares cultivados em coleусo particular, nсo existeregistro de outra coleta na natureza. Pela falta de dados, sugerimos um esforуo de coleta e mais estudos sobre a espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20fatimae","Mata AtlРntica"],
    [2734,"MARANTACEAE","Calathea longibracteata","(Sweet) Lindl.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre em quatroEstados, nсo sofre ameaуa direta e se reproduz com facilidade.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20longibracteata","Mata AtlРntica"],
    [2735,"MARANTACEAE","Calathea monophylla","(Vell.) KШrn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre em oito Estadosdo Nordeste, Sudeste e Sul, em diferentes ambientes.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20monophylla","Mata AtlРntica"],
    [2736,"MARANTACEAE","Calathea sciuroides","Petersen","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж encontrada na Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, com possьveis ocorrЖncias no Mato Grosso, nas Guianas e em Trinidad.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20sciuroides","Mata AtlРntica"],
    [2737,"MARANTACEAE","Calathea singularis","H.Kenn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no bioma MataAtlРntica exclusivamente no Estado do Espьrito Santo, com apenas doisregistros de ocorrЖncia, sendo um deles em unidade de conservaусo (SNUC) e o outro emsituaусo de ameaуa pela degradaусo do habitat. Recomendamos mais estudos sobre a espжcie e que a EOO seja recalculada.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20singularis","Mata AtlРntica"],
    [2738,"MARANTACEAE","Calathea tuberosa","(Vell.) KШrn.","EN","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. A regiсo do Distrito de Morro do Coco, sul do Estado do Rio de Janeiro, hр muito vem sendo alterada pela agricultura e pecuрria, assim como Armaусo de BЩzios, onde o hрbitat da espжcie estр sujeito Яs ameaуas do alto apelo turьstico da regiсo, com a construусo de grandes condomьnios. Segundo informaушes, a espжcie ж rara, foi coletada em 1890 em Copacabana, no municьpio do Rio de Janeiro, e no municьpio de Itapemirim, Estado do Espьrito Santo, e sз voltou a ser coletada na natureza em 1997. Considerando que a AOO (24 km▓) vem sofrendo degradaусo, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN). Estudos populacionais sсo recomendados.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20tuberosa","Mata AtlРntica"],
    [2739,"MARANTACEAE","Calathea widgrenii","KШrn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","","A espжcie ocorre no domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, no Estado do Rio de Janeiro e, possivelmente, no Espьrito Santo, com EOO de 788,22 km▓ e AOO de 16 km▓, sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Devido Я baixa extensсo de ocorrЖncia e degradaусo de seu hрbitat, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN). Recomendam-se estudos de distribuiусo e o levantamento de dados populacionais para uma categorizaусo mais precisa.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20widgrenii","Mata AtlРntica"],
    [2740,"MARANTACEAE","Calathea wiotii","(E.Morren) Regel","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A avaliaусo nсo pode serconduzida por falta de dados.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20wiotii","Mata AtlРntica"],
    [2741,"MARANTACEAE","Calathea zebrina","(Sims) Lindl.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, com EOO de 159.313 km▓. Encontrada em unidades de conservaусo (SNUC) e em cultivo ex situ.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calathea%20zebrina","Mata AtlРntica"],
    [2742,"MARANTACEAE","Ischnosiphon gracilis","(Rudge) KШrn.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo,com EOO de 2.956.720 km▓. ╔ encontrada em unidades de conservaусo (SNUC) e em cultivoex situ.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ischnosiphon%20gracilis","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2743,"MARANTACEAE","Ischnosiphon ovatus","KШrn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Sсo Paulo e Paranр, com EOO de 4.453,11 km▓ e AOO de 16 km▓. Dos cinco registros de ocorrЖncia, dois sсo em unidades de conservaусo. Pela extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e pelas trЖs localidades fragmentadas nas quais a espжcie estр sujeita a ameaуas pela deterioraусo do hрbitat, foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ischnosiphon%20ovatus","Mata AtlРntica"],
    [2744,"MARANTACEAE","Maranta bicolor","Ker Gawl.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, com EOO de 1.019.192 km▓, nas regiшes Nordeste e Sudeste, em Caatinga e Mata AtlРntica.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20bicolor","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2745,"MARANTACEAE","Maranta subterranea","J.M.A.Braga","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","","A espжcie ocorre na Mata AtlРntica nos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia. Tem EOO de 8.482,35 km▓ e AOO de 20 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Embora duas localidades sejam em unidades de conservaусo (SNUC), o ambiente de Mata de Planьcie, onde a espжcie ocorre, ж altamente vulnerрvel, sujeito a fogo e vem sofrendo degradaусo por pressсo de pastagem, agricultura e empreendimentos imobiliрrios. Por esses motivos, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20subterranea","Mata AtlРntica"],
    [2746,"MARANTACEAE","Maranta zingiberina","L.Andersson","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, com EOO de 119.892 km▓ em Caatinga e Mata AtlРntica.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maranta%20zingiberina","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2747,"MARANTACEAE","Monotagma plurispicatum","(KШrn.) K.Schum.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, com EOO de 4.976.429 km▓, emCaatinga, Cerrado e Mata AtlРntica.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Monotagma%20plurispicatum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2748,"MARANTACEAE","Saranthe composita","(Link) K. Schum.","VU","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro, com EOO de 13.761,28 km▓, em Mata AtlРntica de baixada. Estр sujeita a oito situaушes de ameaуa, sendo apenas uma em unidade de conservaусo (SNUC). Pela dimensсo da extensсo de ocorrЖncia e pela contьnua degradaусo de seu hрbitat, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saranthe%20composita","Mata AtlРntica"],
    [2749,"MARANTACEAE","Saranthe klotzschiana","(KШrn.) Eichler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","","A espжcie ocorre nos Estados doNordeste, em grande subpopulaусo dentro de Parque Ecolзgico em Pernambuco, e no Sudeste ocorre no Espьrito Santo e Rio de Janeiro.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saranthe%20klotzschiana","Mata AtlРntica"],
    [2750,"MARANTACEAE","Stromanthe porteana","Gris","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre emoito Estados do Nordeste e Sudeste e em algumas unidades de conservaусo (SNUC).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stromanthe%20porteana","Mata AtlРntica"],
    [2751,"MARANTACEAE","Stromanthe schottiana","(KШrn.) Eichler","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre em quatroEstados do Nordeste e Sudeste, com EOO de 79.347 km▓, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stromanthe%20schottiana","Mata AtlРntica"],
    [2752,"MARANTACEAE","Thalia multiflora","Horkel ex KШrn.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж herbрcea aquрtica,nсo endЖmica do Brasil. Ocorre na Argentina, nos alagados de Iberр, na regiсode Corrientes, рrea protegida desde 1985, onde a espжcie ж tida como comum,ocorre tambжm nos Pampas do Rio Grande do Sul onde ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU), eno Rio de Janeiro sem informaусo. Pela falta de dados de coleta nсo ж possьvelrealizar a avaliaусo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thalia%20multiflora","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2753,"MARCGRAVIACEAE","Marcgravia polyantha","Delpino","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. polyantha ж uma liana ou arbustiva ocorrente nas regiшes Sudeste, Sul e no Estado Goiрs. Assim, a EOO ж superior a 20.000 km▓, sendo categorizada como sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcgravia%20polyantha","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2754,"MARCHANTIACEAE","Marchantia berteroana","Lehm. & Lindenb.","EN","B2ab(i,ii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorre na Mata AtlРntica dos Estados das regiшes Sudeste (Minas Gerais, Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Apresenta AOO de 16 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa considerando os Estados de ocorrЖncia da espжcie e sua vulnerabilidade Яs queimadas e fragmentaусo do hрbitat, que afetam diretamente a sua dispersсo e reproduусo. Suspeita-se de baixo esforуo de coleta para a espжcie, que apresenta uma disjunусo que pode estar refletindo a falta de estudos empreendidos. Sendo assim, fazem-se necessрrios o direcionamento de estudos e a coleta de dados em campo, a fim de se verificar a situaусo das subpopulaушes e de suas рreas de ocorrЖncia. M. berteroana foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marchantia%20berteroana","Mata AtlРntica"],
    [2755,"MARSILEACEAE","Pilularia americana","A.Braun","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo da espжcie uma vez que possui apenas um registro sem data e informaушes sobre a espжcie. Alжm disso, com as informaушes disponьveis nсo ж possivel fazer estimativas a respeito do estado de conservaусo da espжcie no Brasil.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilularia%20americana","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2756,"MARSILEACEAE","Regnellidium diphyllum","Lindm.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem hрbito aquрtico em corpos de рgua rasos, ocorre no Estado do Rio Grande do Sul e, possivelmente, em Santa Catarina, em Formaушes Campestres e Florestas de Restinga. Tem cinco subpopulaушes conhecidas que foram consideradas situaушes de ameaуa. Considerando o declьnio da qualidade do hрbitat decorrente da constante modificaусo ambiental das zonas Щmidas pelo homem, que caso nсo sejam controladas podem vir a elevar a espжcie para uma categoria de maior risco em futuro prзximo, R. diphyllum foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Regnellidium%20diphyllum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2757,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia angustifolia","Cogn.","CR","C2a(i,ii),D","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=277,03 Km▓) a um Щnico municьpio e nсo ж coletada a cerca de 120 anos. A coleta foi realizada no municьpio de Santos, no estado de Sсo Paulo regiсo que sofre com a antropizaусo dos ambientes naturais desde a colonizaусo, e por isso, suspeita-se que a espжcie esteja possivelmente extinta por nсo ter sido recoletada, apesar da regiсo ter um alto esforуo de coleta. Por isso, acredita-se que nсo haja mais de 50 indivьduos na natureza.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20angustifolia","Mata AtlРntica"],
    [2758,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia formosa","Brade","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia formosa Brade possui distribuiусo restrita e estр sujeita a declьnio constante da qualidade de habitat. A espжcie possui uma extensсo de ocorrЖncia extremamente pequena (EOO=10,47 km▓). Sua populaусo encontra-se severamente fragmentada, devido a transformaусo da paisagem no entorno das trЖs subpopulaушes existentes. Alжm disso a construусo de estradas e a expansсo de рreas urbanas e agrьcolas representam uma barreira para a manutenусo de fluxo gЖnico entre os remanescentes. Assim, a espжcie foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20formosa","Mata AtlРntica"],
    [2759,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia foveolata","Brade","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia foveolata ж endЖmica do estado do Espirito Santo, possui distribuiусo restrita (EOO=541,12 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie sofre devido as transformaушes da paisagem e estр sujeita a declьnio constante da qualidade do habitat. Assim, a espжcie foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20foveolata","Mata AtlРntica"],
    [2760,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia hoehneana","Brade","CR","B2ab(iii),C2a(ii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia hoehneana Brade ж endЖmica do estado de Sсo Paulo, onde foi considerada uma espжcie \"Criticamente em Perigo\" (CR) de extinусo. Os poucos espжcimes de herbрrio conhecidos representam coleушes histзricas, com mais de 120 anos, nсo havendo atж o momento qualquer coleta recente nessas regiшes (Baumgratz 2009). Entretanto, Bertolonia hoehneana Brade ocorrem em apenas uma localidade do municьpio de Sсo Paulo e apresenta uma AOO de apenas 8 Km▓. A regiсo sofreu sжrios impactos antropogЖnicos, devido a transformaусo da paisagem. E hoje estр sujeita a declьnio constante na qualidade de habitat. Se a espжcie ainda puder ser encontrada na natureza, provavelmente serр dentro de unidades de conservaусo. Assim, estima-se que existam menos de 250 indivьduos vivos, todos concentrados em uma Щnica subpopulaусo. Por estas razшes, a espжcie foi considerada como \"Criticamente em Perigo\" (CR), Possivelmente \"Extinta na natureza\" (EW).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20hoehneana","Mata AtlРntica"],
    [2761,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia leuzeana","(Bonpl.) DC.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem EOO restrito calculado em 274,50 km▓ e sua populaусo encontra-se severamente fragmentada devido a perda de habitat. De acordo com o especialista a espжcie ocorre em subpopulaушes pequenas e muito restritas, em рreas com forte influЖncia antrзpica e que ainda se mostram alteradas.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20leuzeana","Mata AtlРntica"],
    [2762,"MELASTOMATACEAE","Bertolonia paranaensis","(Wurdack) Baumgratz","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Bertolonia paranaensis ocorre nos estados de Sсo Paulo e Paranр. Neste estado acredita-se que esteja em perigo de extinусo, pois a Щltima coleta foi realizada hр mais de 110 anos (Baumgratz 2009, com. pessoal). No estado do Paranр, a espжcie ж conhecida a partir de registros coletados em dois municьpios, Antonina e Guaraqueуaba. Sua extensсo de ocorrЖncia foi calculada em 2.111,22 km▓ e sua рrea de ocupaусo em 16 Km▓. Considerando que a distribuiусo da espжcie hoje estр restrita a apenas duas localidades e que a regiсo sofre declьnio constante de qualidade de habitat, Bertolonia paranaensis foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bertolonia%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [2763,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia atropurpurea","A.B.Martins","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia atropurpurea A.B.Martins ж conhecida a partir de registros de coleta realizados em duas localidades, e sua populaусo encontra-se severamente fragmentada devido a perda de habitat. A espжcie nсo ж coletada a quase 30 anos. Com base nos registros conhecidos a extensсo de ocorrЖncia foi estimada em menos do que 20.000 km▓. Alжm disso, a espжcie estр sujeita ao declьnio constante de qualidade de habitat. Assim, Cambessedesia atropurpurea foi classificada como Vulnerрvel (VU).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20atropurpurea","Cerrado"],
    [2764,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia eichleri","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia eichleri Cogn. ж endЖmica do Brasil e possui ampla distribuiусo (EOO=574.574,65 km▓). A espжcie ocorre desde a regiсo nordeste atж o sudeste brasileiro, em рreas dos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga. Assim, a espжcie foi classificada como Least Concern (LC).","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20eichleri","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2765,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia glaziovii","Cogn. ex A.B.Martins","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Esta espжcie pode ser confundida com C. espora e por falta de certeza de registros e identificaусo nсo apresenta dados suficientes para uma avaliaусo consistente de risco. Recomenda-se um maior esforуo de coleta e estudos taxonЗmicos.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20glaziovii","Cerrado"],
    [2766,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia gracilis","Wurdack","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia gracilis  ж endЖmica do estado da Bahia. A espжcie ocorre na Chapada Diamantina, mais precisamente em trЖs diferentes situaушes de ameaуa: nos Campos Rupestres do municьpio de Andaraь (Campo do Queiroz, Campo de Ouro Fino e Serra do Bicota), no municьpio de Rio de Contas (Serra do Porco Gordo, Serra da Mesa e Serra do Porco Gordo) e no municьpio de ┴gua Quente (Pico das Almas). Com EOO menor que 5.000 Km▓, a espжcie estр sujeita a declьnio constante da qualidade de habitat, devido a sobre pastejo e impactos negativos do turismo. Por estas razшes, Cambessedesia gracilis  foi considerada Em Perigo (EN).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20gracilis","Caatinga"],
    [2767,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia hermogenesii","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia hermogenesii A.B.Martins ж endЖmica do estado da Bahia, na regiсo do Pico das Almas, Chapada Diamantina. Sua distribuiусo ж restrita (EOO=1.439,26 km▓) e a espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo o sobre pastejo, o turismo, o fogo e, principalmente a agroindЩstria, ameaуas que influenciam a sobrevivЖncia da espжcie nesta regiсo. Assim a espжcie estр sujeita ao declьnio constante da qualidade de habitat e foi considerada como Em Perigo (EN).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20hermogenesii","Caatinga"],
    [2768,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia hilariana","(Kunth) DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. possui ampla distribuiусo. A espжcie ж considerada frequente e muito bem representada em coleушes de herbрrios. Habita preferencialmente os campos rupestres ao longo da Serra do Espinhaуo, em Minas Gerais e Bahia. Campos (2005) cita a ocorrЖncia de C. hilariana para a Bolьvia. Assim a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20hilariana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2769,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia striatella","Naudin","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Cambessedesia striatella nсo possui registros de ocorrЖncia nem informaушes sobre a biologia e ecologia da espжcie. Assim, a espжcie foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20striatella","Cerrado"],
    [2770,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia weddellii","Naudin","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil, ocorre no estado de Minas Gerais e possivelmente Sсo Paulo, em рreas de Cerrado e Mata AtlРntica, ambientes severamente alterado pela urbanizaусo, atividades agrьcolas e pastagens. Apresenta apenas duas situaушes de ameaуa e recomenda-se estudos aprofundados a fim de verificar o estado das populaушes da espжcie.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20weddellii","Cerrado"],
    [2771,"MELASTOMATACEAE","Cambessedesia wurdackii","A.B.Martins","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem EOO calculado em 6.777,79km▓, estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa e a declьnio na qualidade do habitat. EndЖmica de рreas de Caatinga no estado da Bahia, estр sujeita a ameaуas como turismo descontrolado, fogo, abertura de pastos e agricultura.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cambessedesia%20wurdackii","Caatinga, Cerrado"],
    [2772,"MELASTOMATACEAE","Chaetostoma fastigiatum","Naudin","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Chaetostoma fastigiatum possui EOO de 33.253,190 km▓ e  foi considerada uma provрvel espжcie em extinусo devido as poucas e antigas coletas feitas principalmente no final do sжculo XIX. Uma revisсo feita por  Koschnitzke (2006) mostra que essa espжcie tambжm possui ocorrЖncia nas Serras da Mantiqueira e da Canastra (Baumgratz, com. pess.). Portanto faz-se necessрrio um maior esforуo de coleta a fim de verificar o real estado de conservaусo da espжcie que ocorre em рreas alteradas.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaetostoma%20fastigiatum","Cerrado"],
    [2773,"MELASTOMATACEAE","Clidemia capilliflora","(Naudin) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de ser considerada rara no estado do Rio de Janeiro, a espжcie Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. possui ampla distribuiусo e ocorre desde o norte do estado da Bahia ao litoral sul do estado do Rio de Janeiro. Este arbusto ocorre na Mata AtlРntica  (Michelangi, Reginato, 2010), em Florestas Pluviais e de baixada (Braumgratz et al., 2006). Na Reserva Poуo das Antas possui distribuiусo muito restrita, sendo encontrada somente no interior da Floresta Submontana (Braumgratz et al., 2006). Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC) e nсo possui ameaуas especьficas descritas para a espжcie. Assim, Clidemia capilliflora (Naudin) Cogn. foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clidemia%20capilliflora","Mata AtlРntica"],
    [2774,"MELASTOMATACEAE","Clidemia rubra","(Aubl.) Mart.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Clidemia rubra (Aubl.) Mart. possui ampla distribuiусo no Brasil (EOO=5.378.572,290 km▓) e ocorre desde a regiсo norte (Roraima, Amapр, Parр, Amazonas, Acre), atж a regiсo centro-Oeste (Mato Grosso) (Michelangeli, Reginato, 2010).  A espжcie ocorre рreas de Cerrado (Michelangeli, Reginato 2010), e ж consumida por aves (Tienne et al., 2005, Orians, 1983). Na AmazЗnia, a espжcie ocorre como secundрria inicial (Tienne et al. 2005). Hр registros de ocorrЖncia dessa planta na ColЗmbia, onde ж encontrada em рreas com atividade de mineraусo (Porras et al., 2010), e usada como pasto junto com braquiрria (Valencia 2009). Clidemia rubra (Aubl.) Mart. foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clidemia%20rubra","Cerrado"],
    [2775,"MELASTOMATACEAE","Dolichoura spiritusanctensis","Brade","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Dolichoura spiritusanctensis Brade ж uma espжcie endЖmica do Espьrito Santo (Chiavegatto 2010) e possui distribuiусo restrita (EOO ca.1.168  km▓).Apesar disso especialistas apontam que a espжcie vem sendo coletada frequentemente. A espжcie esta protegida por algumas unidades de conservaусo (SNUC), e foi categorizada como NT pelo fato de nсo ter ameaуas pontuais, uso e de ser encontrada frequentemente, porжm sua distribuiусo restrita merece atenусo.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dolichoura%20spiritusanctensis","Mata AtlРntica"],
    [2776,"MELASTOMATACEAE","Eriocnema acaulis","Triana","EN","B1b(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Eriocnema acaulis Triana ж endЖmica do estado de Minas Gerais e possui distribuiусo restrita (EOO=27,89 Km▓, AOO=12 Km▓), alжm de estar sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, todas localizadas em рreas do quadrilрtero ferrьfero, tendo a mineraусo como principal ameaуa. A espжcie estр sujeita a declьnio constante da qualidade de habitat. Assim, Eriocnema acaulis Triana foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocnema%20acaulis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2777,"MELASTOMATACEAE","Eriocnema fulva","Naudin","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica do estado de Minas Gerais, estр distribuьda em рreas de mineraусo e com ocorrЖncia de fogo, sendo essas duas ameaуas citadas pelo especialista como mais significativas. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que caso nсo sejam controladas podem exterminar subpopulaушes diminuindo drasticamente o nЩmero de indivьduos da espжcie.","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriocnema%20fulva","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2778,"MELASTOMATACEAE","Fritzschia anisostemon","Cham. & Schltdl.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Fritzschia anisostemon apresenta apenas um registro de coleta, e nсo hр mais nenhuma informaусo a respeito da espжcie. Portanto a espжcie foi considerada deficiente de dados.","2011-10-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fritzschia%20anisostemon","Cerrado"],
    [2779,"MELASTOMATACEAE","Fritzschia integrifolia","Cham. & Schltdl.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Fritzschia integrifolia possui apenas a informaусo de que ж endЖmica do Estado de Minas Gerais. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como Deficiente de Dados (DD) para o calculo do risco de extinусo.","2011-10-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fritzschia%20integrifolia","Cerrado"],
    [2780,"MELASTOMATACEAE","Henriettea gomesii","Brade","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Henriettea gomesii possui apenas a informaусo sobre e uma coleta e de que ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo. Portanto nсo conta com informaушes suficientes para o entendimento do real estado de conservaусo da espжcie na natureza, sendo classificada como Deficiente de Dados (DD).","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Henriettea%20gomesii","Mata AtlРntica"],
    [2781,"MELASTOMATACEAE","Huberia carvalhoi","Baumgratz","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Ocorre na regiсo costeira do estado da Bahia. Tem EOO restrito calculado em 2.375,98 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie apresenta declьnio na qualidade do habitat por perturbaусo antrзpica.","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20carvalhoi","Mata AtlРntica"],
    [2782,"MELASTOMATACEAE","Huberia espiritosantensis","Baumgratz","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","De acordo com as informaушes cientьficas disponьveis, a espжcie ж endЖmica da Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia, municьpio de Santa Teresa, Espьrito Santo. A espжcie tem EOO calculado em menos de 20.000 Km▓ estando a populaусo total agrupada nessa regiсo. Por isso, ж vulnerрvel a eventos estocрsticos. A espжcie estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, tendo em vista que a Estaусo foi incorporada ao governo federal em 1983, e estudos apontam ineficрcia na fiscalizaусo do local, a ocorrЖncia de incЖndios para \"limpeza de terreno\" e caуa ilegal, diretamente na qualidade do habitat e causando o declьnio desta.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20espiritosantensis","Mata AtlРntica"],
    [2783,"MELASTOMATACEAE","Huberia laurina","DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Existe a dЩvida  em relaусo a ocorrЖncia exata da espжcie. Alжm disso nсo hр dados populacionais, de ameaуa ou ecolзgicos suficientes para a categorizaусo da espжcie. Faz-se necessрria a implementaусo de pesquisas cientьficas para colta de dados relativos a espжcie e sua distribuiусo.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20laurina","Mata AtlРntica"],
    [2784,"MELASTOMATACEAE","Huberia nettoana","Brade","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem EOO de 15.434,320 Km▓, tendo sido encontrada em  diversas das рreas amostradas e com ocorrЖncia descrita em рreas protegidas consideradas eficazes, como Ibitipoca e Itatiaia, por exemplo. Suspeita-se que a populaусo total da espжcie esteja estрvel, mas o fato  da espжcie ter a EOO menor que 20.000 Km▓, o que poderia classificр-la como VU, deve nortear planos de aусo para a espжcie como intuito de monitorar as subpopulaушes.","2011-10-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20nettoana","Mata AtlРntica"],
    [2785,"MELASTOMATACEAE","Huberia pirani","Baumgratz","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem EOO calculado em menos de 500 km▓ e AOO de 32 Km▓, sendo endЖmica do estado de Minas Gerais, mais precisamente da regiсo do municьpio de Diamantina. Ocorre em manchas de Mata de Galeria e em Campos Rupestres, nas encostas ou cumes de morros rochosos com arenito (Baumgratz 2004). A regiсo tem sido fortemente antropizada e ж roteiro para turismo e grandes eventos culturais como o carnaval, que afetam diretamente a qualidade do habitat. Considerando o distЩrbio humano como principal ameaуa, foram identificadas cinco situaушes de ameaуa. Alжm disso, foi indicado pelo especialista a estimativa de duas subpopulaушes, que associada a distribuiусo restrita da espжcie poderр resultar no desaparecimento da espжcie em futuro prзximo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20pirani","Cerrado"],
    [2786,"MELASTOMATACEAE","Huberia semiserrata","DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусo e foram encontrados 39 indivьduos em 0,8 ha amostrados. A espжcie ж endemica da Mata AtlРntica, ambiente severamente transformado porжm sua ampla distribuiусo nos leva a inferir que a espжcie esteja fora de perigo.","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huberia%20semiserrata","Mata AtlРntica"],
    [2787,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera cordata","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre preferencialmente em Campos Rupestres e outras рreas campestres. No entanto, a vulnerabilidade da espжcie ж atestada pelo nЩmero de situaушes de ameaуa (","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20cordata","Cerrado"],
    [2788,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera imbricata","(Thunb.) DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж de ampla distribuiусo, incluindo рreas protegidas. Estimada com atж 50 subpopulaушes. Ocorre em diferentes domьnios fitogeogrрficos e nсo possui uso nem valor econЗmico.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20imbricata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2789,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera itambana","Mart. & Schrank ex DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo restrita, no entanto, nсo hр dados populacionais, de ameaуa ou de uso que possibilitem a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie. Portanto, recomenda-se o direcionamento de pesquisas e um maior esforуo de coleta para a espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20itambana","Cerrado"],
    [2790,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera mello-barretoi","Markgr.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Lavoisiera mello-barretoi ж de distribuiусo restrita ao Cerrado do Estado de Minas Gerais. No entanto, nсo hр maiores dados populacionais e ecolзgicos, ou informaушes sobre ameaуas, impossibilitando a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie. Por isso, faz-se necessрrio o direcionamento de pesquisas e um maior esforуo de coleta para a espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20mello-barretoi","Cerrado"],
    [2791,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera pulchella","Cham.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Lavoisiera pulchella de ampla distribuiусo e com atж 18 subpopulaушes distribuьdas em sua EOO. Estр presente em рreas protegidas e apesar das ameaуas existentes ao bioma de ocorrЖncia da espжcie, a espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20pulchella","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2792,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera quinquenervis","Wurdack","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie nсo apresenta dados suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20quinquenervis","Cerrado"],
    [2793,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera rigida","Cogn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta apenas dados de distribuiусo, nсo tendo sido apontada nenhuma ameaуa, dados populacionais ou de uso, portanto nсo foi possьvel fazer a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie. No entanto, faz-se necessрrio o direcionamento de esforуos para pesquisa e coleta da espжcie, uma vez que esta ocorre na regiсo de Diamantina conhecida como uma regiсo de turismo intenso, podendo configurar uma ameaуa para a espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20rigida","Cerrado"],
    [2794,"MELASTOMATACEAE","Lavoisiera sampaioana","Barreto","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie nсo apresenta dados, alжm dos de distribuiусo, impossibilitando a avaliaусo do risco de extinусo. Faz-se necessрrio o investimento em pesquisa e o aumento do esforуo amostral da espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lavoisiera%20sampaioana","Cerrado"],
    [2795,"MELASTOMATACEAE","Leandra adenothrix","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, sem ameaуas ou uso apontados pelo especialista. Apesar de ocorrer em Cerrado, a espжcie tambжm ocorre em borda de mata, e estima-se que hajam atж 8 subpopulaушes da espжcie. A espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20adenothrix","Cerrado"],
    [2796,"MELASTOMATACEAE","Leandra catharinensis","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie bem distribuьda. Apesar da antropizaусo da regiсo impedir a expansсo da mata, estudos mostram que os Campos nas рrea dos \"Campos dos Padres\" apresentam-se em bom estado de conservaусo. Nestes, foi observada a ocorrЖncia de espжcies nativas comumente presentes em locais pouco alterados e uma baixa quantidade de espжcies exзticas (Zanin et al. 2009). Portanto a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20catharinensis","Mata AtlРntica"],
    [2797,"MELASTOMATACEAE","Leandra echinata","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie bem distribuьda e adaptada a cenрrios de estresse. Os arbustos da espжcie sсo encontrados em locais ensolarados, beira de trilhas e estradas, e Яs vezes em barrancos (Camargo 2008). Tambжm nсo hр ameaуas ou uso direto apontados pelo especialista, portanto a espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20echinata","Mata AtlРntica"],
    [2798,"MELASTOMATACEAE","Leandra hatschbachii","Brade","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do estado do Paranр e Santa Catarina, e estр restrita apenas a trЖs situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie foi altamente alterada pela urbanizaусo causando declьnio contьnuo na qualidade do habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [2799,"MELASTOMATACEAE","Leandra humilis var. glabrata","(Cogn.) Wurdack","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20humilis%20var.%20glabrata","Mata AtlРntica"],
    [2800,"MELASTOMATACEAE","Leandra parvifolia","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do estado de Minas Gerais e Paranр e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando sua presenуa e ausЖncia em unidades de conservaусo. Muitas das regiшes de ocorrЖncia da espжcie sofrem com a transformaусo da vegetaусo em рreas para atividades agrьcolas e pastagem, causando declьnio na qualidade do habitat. A espжcie ainda ж considerada rara, e caso as ameaуas nсo sejam cessadas, poderсo transferir a espжcie a uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leandra%20parvifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2801,"MELASTOMATACEAE","Lithobium cordatum","Bong.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do estado de Minas Gerais, onde ж encontrada em algumas fendas na rochas, em locais sombreados, nos Campos Rupestres, e Mata de Galeria nas serras do municьpio de Delfinзpolis e na serra do Espinhaуo. Tem рrea de ocupaусo calculada em 32 Km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa e a declьnio da qualidade do habitat. A espжcie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lithobium%20cordatum","Cerrado"],
    [2802,"MELASTOMATACEAE","Marcetia alba","Ule","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado da Bahia, onde ж encontrada em entre rochas e escarpas ьngremes nos Campos Rupestres, na Serra do Sincorр, a 1100 m de altitude. Tem AOO calculado em 32 Km▓, e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A regiсo passa por um processo de antropizaусo que resulta em declьnio da qualidade do habitat. A espжcie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20alba","Caatinga, Cerrado"],
    [2803,"MELASTOMATACEAE","Marcetia bahiana","(Ule) A.B.Martins","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do estado da Bahia, e ж conhecida apenas pela coleусo tipo feita em 1906. Tem AOO calculado em 12 Km▓, estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A espжcie pode estar \"Extinta na natureza\" (EW). A regiсo passa por um processo de antropizaусo que resulta em declьnio da qualidade do habitat. A espжcie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20bahiana","Cerrado"],
    [2804,"MELASTOMATACEAE","Marcetia bracteolaris","(Schrank & Mart. ex DC.) O.Berg. ex Cogn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a categorizaусo da espжcie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20bracteolaris","Mata AtlРntica"],
    [2805,"MELASTOMATACEAE","Marcetia formosa","Wurdack","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado da Bahia, no Pico das Almas, a cerca de 1600 m de altitude (Martins, 1989). Tem AOO calculado em 76 Km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A regiсo passa por um processo de antropizaусo que resulta em declьnio da qualidade do habitat. A espжcie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20formosa","Cerrado"],
    [2806,"MELASTOMATACEAE","Marcetia hatschbachii","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado de Minas Gerais e da Bahia. Possui distribuiусo restrita (EOO=4.038,32 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apesar da рrea em que a espжcie ocorre ter sido muito visitada por especialistas botРnicos, hр poucas coletas depositadas em herbрrios, sugerindo que a espжcie seja rara.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2807,"MELASTOMATACEAE","Marcetia luetzelburgii","Markgr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do estado da Bahia, no Pico das Almas, a cerca de 1700 m de altitude, com AOO calculado em 24 Km▓. estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. A regiсo passa por um processo de antropizaусo que resulta em declьnio da qualidade dohabitat. Aespжcie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20luetzelburgii","Caatinga, Cerrado"],
    [2808,"MELASTOMATACEAE","Marcetia lychnophoroides","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da chapada Diamantina, no estado da Bahia. Apresenta рrea de ocupaусo de 20 Km▓, EOO de 1.597,94 Km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Sua regiсo de ocorrЖncia ж restrita, recebe visitantes o ano inteiro e sofre com incЖndios.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20lychnophoroides","Cerrado, Caatinga"],
    [2809,"MELASTOMATACEAE","Marcetia nummularia","Markgr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do estado da Bahia, possui distribuiусo restrita (EOO=733,80 Km▓, AOO=36 km▓) e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. As regiшes onde a espжcie ocorre tiveram sua vegetaусo transformada em cabrucas, plantaушes de abacaxi, entre outras atividades agropecuрrias, causando declьnio contьnuo da qualidade de habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20nummularia","Cerrado, Caatinga"],
    [2810,"MELASTOMATACEAE","Marcetia oxycoccoides","Wurdack & A.B.Martins","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","EndЖmica do estado da Bahia, mais precisamente da regiсo do Pico das Almas entre 1300 e 1600 m de altitude. Tem AOO de 24 Km▓ e EOO de 207,66 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo passa por um processo de antropizaусo que causa declьnio contьnuo da qualidade do habitat da espжcie. Aespжcie deve ser monitorada e estudos populacionais devem ser realizados.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20oxycoccoides","Caatinga, Cerrado"],
    [2811,"MELASTOMATACEAE","Marcetia semiriana","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","╔ uma espжcie endЖmica da Serra do Cipз no estado de Minas Gerais, entre 1200 e 1400 m de altitude. Apesar de ser encontrada em рrea bastante visitada por botРnicos, hр poucas coletas, evidenciando sua raridade e endemismo. Alжm disso, possui EOO restrito (309,58 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que consideram o fogo e o turismo na regiсo como principais ameaуas.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20semiriana","Cerrado"],
    [2812,"MELASTOMATACEAE","Marcetia shepherdii","A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado da Bahia, ocorre no municьpio de MaraЩ, em рreas de Restinga. Entretanto, coletas mais recentes indicam a ocorrЖncia da espжcie na regiсo do municьpio de MucugЖ, interior do estado da Bahia. Possui distribuiусo restrita (EOO=2.831,23 Km▓). A espжcie estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que consideram o fogo e a perda de habitat como ameaуas principais.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20shepherdii","Mata AtlРntica"],
    [2813,"MELASTOMATACEAE","Marcetia viscida","Wurdack","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre de forma esparsa no estado da Bahia, tendo sido encontrada em trЖs municьpios diferentes, que foram considerados como situaушes de ameaуa distintas. A sua regiсo de ocorrЖncia encontra-se altamente perturbada devido a incidЖncia de fogo. Foi categorizada como Vulnerрvel, pois caso as ameaуas nсo sejam controladas a espжcie poderр ser transferida para CR em futuro prзximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marcetia%20viscida","Caatinga"],
    [2814,"MELASTOMATACEAE","Meriania callophylla","(Cham.) Triana","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos estados do Espьrito Santo e da Bahia. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A incidЖncia de fogo decorrente do processo de antropizaусo da regiсo foi identificada como principal ameaуa causadora de declьnio contьnuo na qualidade de habitat da espжcie. Deve ser monitorada uma vez que pode vir a ser transferida para uma categoria mais alta em futuro prзximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Meriania%20callophylla","Mata AtlРntica"],
    [2815,"MELASTOMATACEAE","Meriania tetramera","Wurdack","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр presente em unidades de conservaусo (SNUC) e EOO calculado em  27.439,410 km▓. No entanto sua populaусo deve ser monitorada uma vez que hр indьcios de ameaуas que possam estar afetando as subpopulaушes diretamente.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Meriania%20tetramera","Mata AtlРntica"],
    [2816,"MELASTOMATACEAE","Merianthera burlemarxii","Wurdack","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica da Mata AtlРntica dos estado do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espжcie apresenta EOO de 5.555,57 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As regiшes onde a espжcie ocorre sofrem com o declьnio constante da qualidade do habitat e historicamente, da AOO e EOO. A transformaусo da vegetaусo em campos agrьcolas e pastagens sсo as principais ameaуas a espжcie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merianthera%20burlemarxii","Mata AtlРntica"],
    [2817,"MELASTOMATACEAE","Merianthera pulchra","Kuhlm.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica dos estados da Bahia, do Espirito Santo, e de Minas Gerais. A espжcie ocorre em рreas de plantaусo de cacau no sul da Bahia e no Espьrito Santo sofre com a transformaусo da paisagem em рreas para atividades agrьcolas e pastagem, que causam declьnio contьnuo da qualidade de habitat. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas.  Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes pois caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merianthera%20pulchra","Mata AtlРntica"],
    [2818,"MELASTOMATACEAE","Miconia amoena","Triana","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, presente em unidades de conservaусo (SNUC) e apresenta boa capacidade de dispersсo de sementes.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20amoena","Mata AtlРntica"],
    [2819,"MELASTOMATACEAE","Miconia angelana","R.Romero & R.Goldenb.","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem ocorrЖncia restrita (EOO=94,05 km▓) e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie passa por um processo de antropizaусo que vem causando declьnio contьnuo na qualidade de habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20angelana","Cerrado"],
    [2820,"MELASTOMATACEAE","Miconia capixaba","R.Goldenb.","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado do Espьrito Santo. A espжcie ocorre na Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia, em Mata de Encosta na beira do rio a 800 m de altitude. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, possui EOO de 64,29 km▓ e AOO 32 km▓, em рrea com presenуa de fogo e agricultura.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20capixaba","Mata AtlРntica"],
    [2821,"MELASTOMATACEAE","Miconia carvalhoana","Baumgratz & Souza","CR","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do estado da Bahia, sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Possui distribuiусo restrita (EOO=61,64 km▓, AOO=12 km▓). A regiсo de ocorrЖncia sofre com as constantes queimadas que alteram o habitat podendo causar declьnio da qualidade do habitat da espжcie e levar a extinушes locais.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20carvalhoana","Cerrado"],
    [2822,"MELASTOMATACEAE","Miconia cipoensis","R.Goldenb.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da Serra do Cipз, no estado de Minas Gerais. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, possui AOO de 16 km▓, e EOO de 224,58 Km▓. Sua regiсo de ocorrЖncia sofre com o declьnio na qualidade do habitat decorrente do turismo e queimadas na regiсo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20cipoensis","Cerrado"],
    [2823,"MELASTOMATACEAE","Miconia doriana","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20doriana","Mata AtlРntica"],
    [2824,"MELASTOMATACEAE","Miconia eichleri","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20eichleri","Mata AtlРntica"],
    [2825,"MELASTOMATACEAE","Miconia fasciculata","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20fasciculata","Mata AtlРntica"],
    [2826,"MELASTOMATACEAE","Miconia glazioviana","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos estados do Rio de Janeiro e Paranр, com distribuiусo restrita (EOO=54,38 km▓, AOO=8 Km▓), estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e ocorre em рrea fortemente antropizada, que jр perdeu boa parte de sua cobertura vegetal original e apresenta declьnio na qualidade do habitat. Portanto, foi avaliada como Vulnerрvel e recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo da populaусo da espжcie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20glazioviana","Mata AtlРntica"],
    [2827,"MELASTOMATACEAE","Miconia johnwurdackiana","Baumgratz & Souza","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","EndЖmica dos Campos Rupestres do estado da Bahia. Possui EOO restrita (2.085,50 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, que consideram  o fogo e o turismo como principal ameaуa causadoras de declьnio na qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20johnwurdackiana","Cerrado"],
    [2828,"MELASTOMATACEAE","Miconia longicuspis","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo, no entanto pode vir a ser categorizada como ameaуada em futuro prзximo, caso o habitat da espжcie nсo seja controlado em relaусo as ameaуas incidentes, como fogo, por exemplo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20longicuspis","Mata AtlРntica"],
    [2829,"MELASTOMATACEAE","Miconia mendoncae","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica dos estados de Sсo Paulo e Minas Gerais (AOO=16 Km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa que consideram  a perda de habitat decorrente das atividades industriais e urbanas como principais ameaуas que causam declьnio na qualidade do habitat.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20mendoncae","Mata AtlРntica"],
    [2830,"MELASTOMATACEAE","Miconia octopetala","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20octopetala","Mata AtlРntica"],
    [2831,"MELASTOMATACEAE","Miconia paucidens","DC.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20paucidens","Cerrado"],
    [2832,"MELASTOMATACEAE","Miconia penduliflora","Cogn.","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Mata AtlРntica do estado do Rio de Janeiro e possui distribuiусo restrita (EOO=2.905,64 km▓). Considerando que o Rio de Janeiro apresentava em 2010 menos de 20% de sua cobertura vegetal original, suspeita-se que o declьnio na qualidade do habitat esteja afetando a espжcie diretamente. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20penduliflora","Mata AtlРntica"],
    [2833,"MELASTOMATACEAE","Miconia petroniana","Cogn. & Saldanha","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20petroniana","Mata AtlРntica"],
    [2834,"MELASTOMATACEAE","Miconia picinguabensis","R.Goldenb. & A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica da Mata AtlРntica do estado de Sсo Paulo, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e possui EOO restrita a 152,20 km▓. O estado de Sсo Paulo foi severamente degradado no passado, e ainda hoje sofre com a perda e fragmentaусo de habitat, o que leva a declьnio na qualidade do habitat da espжcie.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20picinguabensis","Mata AtlРntica"],
    [2835,"MELASTOMATACEAE","Miconia polyandra","Gardner","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20polyandra","Mata AtlРntica"],
    [2836,"MELASTOMATACEAE","Miconia ramboi","Brade","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20ramboi","Mata AtlРntica"],
    [2837,"MELASTOMATACEAE","Miconia rimalis","Naudin","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20rimalis","Caatinga, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2838,"MELASTOMATACEAE","Miconia robustissima","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20robustissima","Mata AtlРntica"],
    [2839,"MELASTOMATACEAE","Miconia setosociliata","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica do estado do Rio de Janeiro, Minas Gerais e do Espirito Santo, a espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, que consideram a perda de habitat decorrente de atividades antrзpicas como principal ameaуa. A espжcie ocorre em regiшes onde a transformaусo da paisagem em рreas para atividades agrьcolas e pastagem ж historicamente relevante e atж hoje impacta a flora local. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes pois caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр ser transferida para uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20setosociliata","Mata AtlРntica"],
    [2840,"MELASTOMATACEAE","Miconia willdenowii","Klotzsch ex Naudin","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda, inclusive em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miconia%20willdenowii","Mata AtlРntica"],
    [2841,"MELASTOMATACEAE","Microlicia canastrensis","Naudin","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo restrita, ж endЖmica do estado de Minas Gerais, e ocorre no Parque Nacional da Serra da Canastra. Especialistas apontam apresenуa de grandes subpopulaушes que ocorrem entre as rochas dos camposrupestres por todo o Parque. Desta forma, a vulnerabilidade da espжcie estр na possibilidade da ocorrЖncia de eventos estocрsticos e de fogo. Foram consideradas menos de 5 situaушes de ameaуa, identificadas a partir da principal ameaуa, o fogo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20canastrensis","Cerrado"],
    [2842,"MELASTOMATACEAE","Microlicia cardiophora","Naudin","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie nсo possui informaушes suficientes para avaliaусo do risco de extinусo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20cardiophora","Cerrado"],
    [2843,"MELASTOMATACEAE","Microlicia cuspidifolia","Mart. ex Naudin","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie possui AOO de 12 Km▓ e sua ocorrЖncia estр restrita ao quadrilрtero ferrьfero, regiсo severamente afetada pelo declьnio da qualidade do habitat. A atividade mineradora representa uma ameaуa para as comunidades vegetais sobre canga. Considerando esta, como a principal ameaуa para a espжcie, foram estimadas menos de cinco situaушes de ameaуa. Alжm disso, nсo hр registros de ocorrЖncia para a espжcie dentro de рreas protegidas.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20cuspidifolia","Cerrado"],
    [2844,"MELASTOMATACEAE","Microlicia doryphylla","Naudin","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuida e esta protegida por unidade de conservaусo (SNUC). No entanto, estudos conduzidos na Estaусo Ecolзgica do Panga (MG) identificaram baixa frequЖncia relativa (0.485) e cobertura relativa (0.068) (Guimaraes et al. 2002). Alжm disso a espжcie ocorre em dois hotsposts, Cerrado e Mata AtlРntica, em Veredas Яs margens de estradas em UberlРndia (MG, AraЩjo et al. 2002).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20doryphylla","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2845,"MELASTOMATACEAE","Microlicia elegans","Naudin","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Nсo hр informaушes suficientes para avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20elegans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2846,"MELASTOMATACEAE","Microlicia fasciculata","Mart. ex Naudin","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e ocorre em diferentes domьnios fitogeogrрficos. Estр presentes em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e apesar das ameaуas apontadas para dentro de algumas dessas unidades de conservaусo, o especialista estima a existЖncia de atж 30 subpopulaушes para a espжcie. Portanto a espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20fasciculata","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2847,"MELASTOMATACEAE","Microlicia flava","R.Romero","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж rara e endЖmica restrita do estado de Minas Gerais, mais precisamente da Serra da Canastra, regiсo com alto esforуo de coleta. O declьnio na qualidade do habitat da espжcie e a identificaусo de menos de cinco situaушes de ameaуa, configuram um cenрrio de vulnerabilidade. Portanto, faz-se necessрrio o direcionamento de pesquisas e um aumento no esforуo de  coleta da espжcie a fim de verificar o atual estado das subpopulaушes da espжcie.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20flava","Cerrado"],
    [2848,"MELASTOMATACEAE","Microlicia fulva","(Spreng.) Cham.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e presente em diferentes domьnios fitogeogrрficos. Apesar da baixa cobertura mжdia, de 0.02 a 0.11 na Serra do Ouro Preto (Messias et al. 2011) descrita em estudo,  a espжcie ж considerada  comum em Campos Rupestre Arbustivos e Cerrados de Altitude (Campos 2005). Alжm disso o especialista estimou cerca de 45 subpopulaушes para a espжcie, que ж encontrada em diferentes unidades de conservaусo (SNUC). Portanto, a espжcie nсo estр ameaуada.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20fulva","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2849,"MELASTOMATACEAE","Microlicia glazioviana","Cogn.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem EOO=347,27 km▓ e AOO=12 Km▓. ╔ endЖmica do estado de Minas Gerais, da regiсo do municьpio de Ouro Preto. A espжcie ocorre no quadrilрtero ferrьfero em рreas de Cangas, onde hр declьnio da qualidade do habitat e da EOO. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20glazioviana","Cerrado"],
    [2850,"MELASTOMATACEAE","Microlicia humilis","Naudin","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do estado de SP, e atж 1990 havia sido coletada apenas na regiсo do municьpio de Itirapina (centro do estado), porжm coletas recentes foram efetuadas tambжm no municьpio de ┴guas de Santa Bрrbara (sudoeste do estado), onde M. humilis foi observada formando grandes populaушes. M. humilis ж delicada e foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa para a espжcie que ocorre em рreas antropizadas.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20humilis","Cerrado"],
    [2851,"MELASTOMATACEAE","Microlicia juniperina","A.St.-Hil.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta apenas dados de distribuiусo, nсo sendo possьvel fazer a avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20juniperina","Cerrado"],
    [2852,"MELASTOMATACEAE","Microlicia macedoi","L.B.Sm. & Wurdack","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do estado de Goiрs, com EOO calculado em 1.014,94 Km▓, tendo sido citada pelo especialista como dominante no municьpio de NiquelРndia. Apesar disso, a regiсo passa por um processo de antropizaусo que resulta em declьnio da EOO e na qualidade do habitat da espжcie. As subpopulaушes onde a espжcie foi coletada estсo fragmentadas. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20macedoi","Cerrado"],
    [2853,"MELASTOMATACEAE","Microlicia melanostagma","Pilg.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie nсo apresenta dados sufucientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20melanostagma","Cerrado"],
    [2854,"MELASTOMATACEAE","Microlicia microphylla","(Naudin) Cogn.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre em рreas com forte pressсo de mineraусo, em apenas uma situaусo de ameaуa e possui AOO menor que 10 Km▓. A рrea de ocorrЖncia da espжcie tambжm ж alvo de declьnio de habitat e de sua qualidade, pois a regiсo ж bastante antropizada e com turismo intenso.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20microphylla","Cerrado"],
    [2855,"MELASTOMATACEAE","Microlicia myrtoidea","Cham.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусo, no entanto, ocorre em рreas de Cerrado, e considerando-se a expansсo imobiliрria como principal ameaуa, menos de cinco situaушes de ameaуa seriam identificadas. Portanto a espжcie requer monitoramento e coleta de dados populacionais a fim de acompanhar a estabilidade das subpopulaушes.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20myrtoidea","Cerrado"],
    [2856,"MELASTOMATACEAE","Microlicia obtusifolia","Cogn. ex R.Romero","EN","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie possui EOO de 116,32 Km▓, e ж endЖmica do estado de Minas Gerais, mais precisamente dos Campos Rupestres do municьpio de Diamantina. A regiсo sofre intenso turismo e expansсo antrзpica, podendo ser suspeitado o declьnio na qualidade do habitat e da EOO, principalmente pelo fato da espжcie nсo ocorrer em unidades de conservaусo. Alжm disso o especialista aponta que a regiсo ж severamente fragmentada e foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando o declьnio da qualidade do habitat como principal ameaуa.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20obtusifolia","Cerrado"],
    [2857,"MELASTOMATACEAE","Microlicia psammophila","Wurdack","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie possui EOO de 2.528,91 Km▓, e considerando a degradaусo do habitat como principal ameaуa Я espжcie, foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa, levando em conta que algumas das subpopulaушes ocorrem dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e que outras dessas subpopulaушes estсo desprotegidas, em regiсo de intenso turismo e que recebe festivais anuais. Alжm disso, a espжcie apresenta baixa frequЖncia de ocorrЖncia e cobertura relativa, de acordo com estudo realizado por Munhoz, em 2003.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microlicia%20psammophila","Cerrado"],
    [2858,"MELASTOMATACEAE","Mouriri megasperma","Morley","CR","B2ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do estado do Espirito Santo, possui AOO de 4 Km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, conhecida por um registro de coleta de 1950. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofreu intensa degradaусo ambiental, tendo diversas das рreas de vegetaусo transformadas em campos agrьcolas e pastos. Portanto, alжm do declьnio da qualidade do habitat, suspeita-se do declьnio das subpopulaушes da espжcie e recomenda-se buscas extensivas a fim de verificar se a espжcie ainda pode ser encontrada na natureza.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mouriri%20megasperma","Mata AtlРntica"],
    [2859,"MELASTOMATACEAE","Ossaea warmingiana","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Distrito Federal e no estado de Minas Gerais, e estima-se que tenha sofrido um declьnio de EOO e da qualidade do habitat uma vez que em um dos locais de ocorrЖncia da espжcie (municьpio de Lagoa Santa) nсo foi possьvel encontrar a espжcie, que anteriormente era encontrada na regiсo. A regiсo de Lagoa Santa ж uma ┴rea de Preservaусo Ambiental desde 1980, porжm a regiсo continua sendo severamente devastada. Alжm disso, considerando o desmatamento como principal ameaуa, foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ossaea%20warmingiana","Cerrado"],
    [2860,"MELASTOMATACEAE","Pleiochiton blepharodes","(DC.) Reginato et al.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, presente em unidades de conservaусo (SNUC) e com diversas subpopulaушes distribuьdas em Estados das regiшes Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. Portanto a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleiochiton%20blepharodes","Mata AtlРntica"],
    [2861,"MELASTOMATACEAE","Pterolepis glomerata","(Rottb.) Miq.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil e em outros paьses e ocorre em  diferentes fitofisionomias. A espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterolepis%20glomerata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2862,"MELASTOMATACEAE","Pterolepis perpusilla","(Naudin) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda pelo paьs e em diferentes fitofisionomias. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pterolepis%20perpusilla","AmazЗnia"],
    [2863,"MELASTOMATACEAE","Rhynchanthera grandiflora","(Aubl.) DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e com ocorrЖncia em diferentes fitofisionomia. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchanthera%20grandiflora","AmazЗnia, Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2864,"MELASTOMATACEAE","Rhynchanthera latifolia","Cogn.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no estado de Sсo Paulo e, possivelmente, Paranр e Rio de Janeiro. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, levando-se em consideraусo os estados de sua ocorrЖncia. Alжm disso, a espжcie ж considerada rara e as regiшes de ocorrЖncia sofrem com a intensa urbanizaусo e industrializaусo. Recomenda-se buscas extensivas a fim de verificar se a espжcie ainda pode ser encontrada na natureza. Alжm disso, sugere-se estudos taxonЗmicos abordando a espжcie e suas variedades.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhynchanthera%20latifolia","Cerrado"],
    [2865,"MELASTOMATACEAE","Svitramia integerrima","R.Romero & A.B.Martins","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica restrita de Campos Rupestres da regiсo de Delfinзpolis, Minas Gerais. Possui EOO de 537,60 Km▓. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com o declьnio da qualidade do habitat, que alжm de ter uma represa construьda em 1998, estр cercada de plantaушes e indЩstrias. Tendo como principal ameaуa o declьnio na qualidade do habitat, foram identificadas duas situaушes de ameaуa.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20integerrima","Cerrado"],
    [2866,"MELASTOMATACEAE","Svitramia minor","R.Romero & A.B.Martins","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Apresenta AOO de 8 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apesar da regiсo ser uma unidade de conservaусo, sofre com o declьnio da qualidade do habitat decorrente das queimadas frequentes e do intenso turismo da regiсo. Caso as ameaуas nсo sejam controladas, por ter ocorrЖncia restrita, a espжcie poderр ser transferida a uma categoria de risco mais alta em futuro prзximo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20minor","Cerrado"],
    [2867,"MELASTOMATACEAE","Svitramia petiolata","R.Romero & A.B.Martins","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie nсo possui dados suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20petiolata","Cerrado"],
    [2868,"MELASTOMATACEAE","Svitramia wurdackiana","R.Romero & A.B.Martins","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Apresenta AOO de 12 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apesar da regiсo ser uma unidade de conservaусo, sofre com o declьnio da qualidade do habitat decorrente das queimadas frequentes e do intenso turismo da regiсo. Caso as ameaуas nсo sejam controladas, por ter ocorrЖncia restrita, a espжcie poderр ser transferida a uma categoria de risco mais alta em futuro prзximo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Svitramia%20wurdackiana","Cerrado"],
    [2869,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina aegopogon","(Naudin) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina aegopogon (Naudin) Cogn. ocorre em formaушes campestres do Cerrado, nas regiшes Norte (Tocantins), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal) e Sudeste (Minas Gerais) (Guimarсes 2010). A espжcie ж amplamente distribuьda e de acordo com a literatura a espжcie apresentou baixa frequЖncia (FR) e cobertura relativa (CR)  ao longo do ano (Munhoz & Felfili 2006). Entretanto, apesar de efeitos diretos e indiretos da ocupaусo antrзpica, como a ocorrЖncia de incЖndios, nсo existem ameaуas incidentes especьficas descritas para T. aegopogon (Naudin) Cogn. Alжm disso, a espжcie se encontra protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Portanto, mesmo presente na lista vermelha do Estado de Sсo Paulo, nacionalmente a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20aegopogon","Cerrado"],
    [2870,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina apparicioi","Brade","EN","B1ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina apparicioi Brade ж uma espжcie endЖmica do estado do Espьrito Santo, conhecida a partir de coletas realizadas nos municьpios de Itaguaуu, Santa Teresa e Sсo Roque do Canaс. T. apparicioi  possui distribuiусo restrita a uma EOO de 2.287,50 km▓. Alжm disso, sсo conhecidas apenas 3 ou 4 subpopulaушes, consideradas sob a diferentes situaушes de ameуa. Todas sujeitas a declьnio contьnuo em рrea de ocupaусo e qualidade do habitat. De acordo com dados da SOS Mata AtlРntica, em 2010, os municьpios citados possuьam menos de 20% da cobertura vegetal original, especialmente Sсo Roque do Canaс, que reduziu a cobertura original da vegetaусo a apenas 5%. Assim, T. apparicioi foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20apparicioi","Mata AtlРntica"],
    [2871,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina asperior","(Cham.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina asperior (Cham.) Cogn. ocorre nas regiшes Sul e Sudeste do Brasil, nos Estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sсo Paulo. Devido a sua ampla distribuiусo espacial e por estar protegida por unidades de conservaусo (SNUC) foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20asperior","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2872,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina bergiana","Cogn.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina bergiana Cogn. ж uma espжcie endЖmica restrita ao municьpio de Sсo Roque de Minas, no estado de Minas Gerais. A espжcie possui EOO de 540,08 km▓ e AOO de 8 km▓. ╔ conhecida a partir de registros de coleta realizados em apenas duas localidades e se restringe a Formaушes Campestres da regiсo da Serra da Canastra. A regiсo ж constantemente atingida por incЖndios, devido a prрticas imprзprias de manejo do solo no entorno do Parque Nacional da Serra da Canastra. Foram consideradas apenas duas situaушes de ameaуa. Desse modo, a espжcie estр sujeita a declьnio constante em рrea de ocupaусo e qualidade de habitat. Portanto, a espжcie foi classificada como Em Perigo (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20bergiana","Cerrado"],
    [2873,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina boudetii","P.J.F.Guim. & R.Goldenb.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina boudetii P.J.F.Guim. & R.Goldenb. ж uma espжcie endЖmica do estado do Espьrito Santo (Guimarсes, 2010), conhecida a partir de quatro municьpios: Santa Teresa, Venda Nova dos Imigrantes, Sсo Roque do Canaс e Santa Maria do Jetibр. Cada localidade foi considerada como uma situaусo de ameaуa distinta. A espжcie possui EOO de 13.775,66 km▓ e ж considerada pela literatura como um caso de endemismo extremo. Os municьpios onde a espжcie ocorre apresentam altas taxas de transformaусo da paisagem. Segundo dados da SOS Mata AtlРntica restam apenas de 5 a 25% da cobertura original de vegetaусo. Esta perda nсo cessou e os efeitos sсo irreversьveis e ainda causam declьnio continuo de qualidade do habitat. Assim, a espжcie foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20boudetii","Mata AtlРntica"],
    [2874,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina candolleana","(Mart. ex DC.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina candolleana (Mart. ex DC.) Cogn. ж amplamente distribuьda em territзrio nacional  e ocorre em diferentes fisionomias vegetacionais do Cerrado. Segundo Oliveira-Filho e Fontes (2000) a espжcie pertence Я formaусo florestal AtlРntica Semi-Decьdua Montana e Sub-Montana do oeste. Existem registros de ocorrЖncia em Matas Ciliares (Guimarсes 1997), Veredas em UberlРndia (AraЩjo et al. 2002), Floresta Semidecьduas em RPPN Fazenda Carneiro (MG, Siqueira et al. 2006), рreas de Cerrado Tьpico e Cerrado Sujo na Estaусo ecolзgica de ┴guas Emendadas (SNUC, Silva 2007) e Campos Rupestres na Serra de Delfinзpolis (MG, Oliveira & Romero 2008). A espжcie estр protegida por outras unidades de conservaусo e ж cultivada em Jardins BotРnicos, alжm de ser utilizada na arborizaусo urbana (Guizzo & Jasper 2005, Kurihara et al. 2005, Bertoldo et al. 2007). Por estas razшes, Tibouchina candolleana (Mart. ex DC.) Cogn. foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20candolleana","Cerrado"],
    [2875,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina castellensis","Brade","CR","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina castellensis Brade ж endЖmica a duas localidades no estado do Espьrito Santo. Possui EOO de 54,35 km▓. As duas localidades de ocorrЖncia sсo Inselbergs granьticos inseridos em uma regiсo de intensa atividade agrьcola, que nos Щltimos anos promoveu modificaушes irreversьveis na paisagem. De acordo com dados da SOS Mata AtlРntica, em 2010, restavam 23,61% da cobertura vegetal original do municьpio de Domingos Martins e apenas 16,96% em Castelo. As ameaуas ainda incidem sobre a espжcie causando declьnio constante da qualidade de habitat. As duas localidades foram consideradas sob uma mesma situaусo de ameaуa. Assim, T. castellensis foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20castellensis","Mata AtlРntica"],
    [2876,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina dubia","Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina dubia Cogn. ocorre em Florestas Ombrзfilas, especialmente no domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, nas regiшes Sudeste (Sсo Paulo), Sul (Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (Guimarсes 2010). Martins et al. (2009) registra a ocorrЖncia da espжcie em Grсo-Mogol (MG). A espжcie ж amplamente distribuьda e apesar das florestas na Mata AtlРntica terem sofrido significativa perda de cobertura, ao longo do Щltimo sжculo, T. dubia estр presente em unidades de conservaусo (SNUC) e foi considerada sob baixo risco de extinусo, na categoria Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20dubia","Mata AtlРntica"],
    [2877,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina dusenii","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina dusenii Cogn. ocorre na regiсo sul do Brasil, nos Estados de Paranр e Santa Catarina. A espжcie cresce em Floresta Ombrзfila Densa Alto-montana, em refЩgio vegetacional alto-montano, e em Estepe Gramьneo-lenhosa (Meyer 2008). T.dusenii possui uma extensсo de ocorrЖncia ampla. A regiсo sofre perda e fragmentaусo de habitat e os danos sсo irreversьveis. Existe um registro de ocorrЖncia para o Municьpio de Tibagi (PR), que, segundo dados da SOS Mata AtlРntica, em 2010, possuьa apenas 6,45% da cobertura de vegetaусo original. A extinусo local da espжcie neste municьpio levaria Tibouchina dusenii Cogn. a categoria Vulnerрvel (VU). Por estas razшes, a espжcie foi considerada Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [2878,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina eichleri","Cogn.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina eichleri Cogn. possui apenas um registro de ocorrЖncia no Paranр, apesar de ser indicada como endЖmica de Sсo Paulo. Portanto, maiores informaушes a respeito da espжcie sсo necessрrias para uma avaliaусo de risco consistente.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20eichleri","Mata AtlРntica"],
    [2879,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina frigidula","(DC.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina frigidula (DC.) Cogn. ocorre em formaушes campestres do Cerrado e da Mata AtlРntica. A espжcie ж amplamente distribuьda  e segundo Campos (2005) ж considerada \"espжcie comum a Campos Rupestres Arbustivos e ao Cerrado de Altitude\". Apesar de efeitos indiretos do garimpo de quartzo sobre a disponibilidade de habitat para a espжcie, a T. frigidula foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20frigidula","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2880,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina gardneriana","(Triana) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina gardneriana (Triana) Cogn. ocorre em formaушes campestres, predominantemente herbрceo-arbustivas da Mata AtlРntica e do Cerrado. A espжcie ж amplamente distribuьda e apesar das transformaушes histзricas na paisagem da regiсo, a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20gardneriana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [2881,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina kleinii","Wurdack","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina kleinii Wurdack ocorre em Florestas Ombrзfilas da Mata AtlРntica e ж endЖmica aos Estados de Santa Catarina e Paranр. A espжcie possui distribuiусo maior que 20.000 km▓, porжm  estр estruturada em menos de 7 localidades, consideradas como diferentes situaушes de ameaуa. Deve ser monitorada a fim de garantir que nсo esteja havendo declьnio de habitat e reduусo populacional.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [2882,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina papyrus","(Pohl) Toledo","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж amplamente distribuьda no Estado de Goiрs e considerada por lei a planta sьmbolo do Estado. EndЖmica do Cerrado, estр protegida por um Parque Estadual (SNUC) e aparentemente, a vegetaусo mantЖm caracterьsticas originais de Cerrado. No entanto,  esporadicamente, tambжm sсo encontrados equinos e bovinos no local (Moura et al., 2007). Portanto faz-se necessрrio o monitoramento das subpopulaушes da espжcie, principalmente fora do domьnio da unidade de conservaусo.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20papyrus","Cerrado"],
    [2883,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina quartzophila","Brade","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Tibouchina quartzophila Brade ж uma espжcie endЖmica, conhecida apenas da coleta tipo, realizada no municьpio de Cachoeiro do Itapemirim, no estado do Espьrito Santo. A distribuiусo da espжcie se restringe a uma EOO de 119,66 km▓. Alжm disso a espжcie estр sujeita a transformaушes irreversьveis da paisagem. De acordo com dados da SOS Mata AtlРntica, em 2010, restavam apenas 10,80% da cobertura original do municьpio de ocorrЖncia. Com base nos dados estudados, suspeita-se que os efeitos da ocupaусo vЖem causando declьnio continuo da рrea de ocupaусo e qualidade de habitat. Assim, consideramos a espжcie como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20quartzophila","Mata AtlРntica"],
    [2884,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina riedeliana","Cogn.","EN","A2c,B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina riedeliana Cogn.ж conhecida a partir de coletas realizadas em trЖs municьpios brasileiros. A espжcie possui distribuiусo restrita, com EOO de 546,47 Km▓ e AOO de 8 Km▓. As localidades conhecidas estсo sujeitas a um processo contьnuo de perda e fragmentaусo de habitat. De acordo com dados da SOS Mata AtlРntica restam apenas cerca de 17% da cobertura de vegetaусo original deste municьpios. Suspeita-se que mais de 50% desta reduусo tenha ocorrido nos Щltimos 10 anos causando efeitos irreversьveis. Assim T. riedeliana estр sujeita a um processo contьnuo de declьnio da qualidade de habitat. Por estas razшes a espжcie foi classificada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20riedeliana","Mata AtlРntica"],
    [2885,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina schenckii","Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de Tibouchina schenckii Cogn. possuir uma distribuiусo ampla e estar presente em unidades de conservaусo (SNUC), ocorre em regiшes antropizadas como no Municьpio de Resende, no Rio de Janeiro. Sсo identificadas menos de 10 situaушes de ameaуa e as coletas sсo antigas. Portanto recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o real estado de conservaусo da espжcie na natureza.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20schenckii","Mata AtlРntica"],
    [2886,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina thereminiana","(DC.) Cogn.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina thereminiana (DC.) Cogn. ж endЖmica do sudeste do Brasil e estр limitada a menos de 10 situaушes diferentes de ameaуa (Location). Sua regiсo de ocorrЖncia estр sujeita a declьnio constante de qualidade de habitat devido a pressшes antrзpicas. Extinушes locais de subpopulaушes localizadas nas extremidades de sua distribuiусo podem facilmente colocar a espжcie em situaусo de ameaуa. Assim a espжcie foi considerada como Near Threataened (NT).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20thereminiana","Mata AtlРntica"],
    [2887,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina trichopoda","(DC.) Baill.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina trichopoda (DC.) Baill. ж amplamente distribuьda  na Mata AtlРntica brasileira. Apesar das altas taxas de perda e fragmentaусo de habitat neste domьnio fitogeogrрfico a espжcie foi considerada sob baixo riso de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20trichopoda","Mata AtlРntica"],
    [2888,"MELASTOMATACEAE","Tibouchina urvilleana","(DC.) Cogn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Tibouchina urvilleana (DC.) Cogn. ж amplamente distribuьda na Mata AtlРntica brasileira, em Restingas e cordшes arenosos do sul. Apesar das altas taxas de perda e fragmentaусo de habitat neste domьnio fitogeogrрfico a espжcie foi considerada sob baixo riso de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tibouchina%20urvilleana","Mata AtlРntica"],
    [2889,"MELASTOMATACEAE","Trembleya calycina","Trembleya","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do estado de Minas Gerais e ocorre nas Serras de Capanema e Ouro Preto, onde ocupa ambientes Rupestres (Martins, 1997). Possui EOO de 1.472,62 km▓ e AOO de 16 Km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com o declьnio da qualidade do habitat, sendo bastante visitada por turistas o ano todo. Desta forma, T. calycina foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20calycina","Cerrado"],
    [2890,"MELASTOMATACEAE","Trembleya chamissoana","Naudin","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do estado de Minas Gerais, com EOO de 1.151,66 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A рrea de ocupaусo da espжcie encontra-se bastante degradada pela aусo antrзpica, pois sofre com a perda e declьnio da qualidade do habitat. Alжm disso, apenas uma subpopulaусo foi encontrada, com poucos indivьduos.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20chamissoana","Cerrado"],
    [2891,"MELASTOMATACEAE","Trembleya hatschbachii","Wurdack & E.Martins","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica dos Campos Rupestres da Serra de Grсo Mogol, na Cadeia do Espinhaуo (MG). Possui AOO de 24 Km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie sofre com o declьnio da extensсo de ocorrЖncia, da рrea de ocupaусo e da qualidade do habitat, decorrente de atividades atrзpicas e queimadas presentes na regiсo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20hatschbachii","Cerrado"],
    [2892,"MELASTOMATACEAE","Trembleya phlogiformis","DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e com ocorrЖncia em diferentes fitofisionomias. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20phlogiformis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2893,"MELASTOMATACEAE","Trembleya pityoides","Cham.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","EndЖmica dos Campos Rupestres da regiсo de Diamantina (MG), possui AOO de 4 Km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre com o declьnio da qualidade do habitat decorrente do turismo desordenado e da transformaусo de рreas naturais em campos agrьcolas e pastagem. Recomenda-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo da populaусo.","2011-11-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trembleya%20pityoides","Cerrado"],
    [2894,"MELIACEAE","Cedrela fissilis","Vell.","VU","A2cd","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cedrela fissilis ж uma espжcie amplamente distribuьda em todo o Brasil, sendo particularmente mais frequente nas regiшes sul e sudeste do paьs. A espжcie historicamente vem sofrendo com a exploraусo madeireira ao longo de toda a sua ocorrЖncia, o que levou muitas das subpopulaушes Я extinусo. Alжm disso, grande parte dos seus habitats foram completamente degradados, tendo sido convertidos em рreas urbanas, pastagens, plantaушes, entre outros. Suspeita-se, devido a esses fatores, que Cedrela fissilis tenha sofrido um declьnio populacional de pelo menos 30% ao longo das Щltimas trЖs geraушes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20fissilis","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2895,"MELIACEAE","Cedrela lilloi","C.DC.","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cedrela lilloi ocorre do Peru Я Argentina, tendo no sul do Brasil um de seus limites de ocorrЖncia. O baixo nЩmero de registros distribuьdos pela regiсo sul indica que a espжcie ocorre de maneira esparsa, o que ж esperado por se tratar das margens da sua distribuiусo e, teoricamente, serem рreas em que a espжcie nсo encontra as condiушes зtimas para se estabelecer e se reproduzir. Possui AOO de 20 km▓, e portanto muito inferior ao limite estabelecido para a categoria Em Perigo (EN), de acordo com o critжrio B. A espжcie estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, e os dados de desmatamento de alguns dos municьpios em que C. lilloi foi coletada indicam que vem havendo uma reduусo na рrea e qualidade do habita da espжcie.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20lilloi","Mata AtlРntica"],
    [2896,"MELIACEAE","Cedrela odorata","L.","VU","A2d","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Cedrela odorata ж uma espжcie madeireira com alto valor comercial, que vem sendo excessivamente explorada ao longo de toda a sua distribuiусo hр dois sжculos. As informaушes disponьveis apontam para um altьssimo ritmo de extraусo da espжcie ainda hoje, e por isso suspeita-se que a populaусo de C. odorata jр tenha declinado ao menos 30% ao longo de trЖs geraушes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cedrela%20odorata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2897,"MELIACEAE","Guarea convergens","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo na AmazЗnia brasileira. A EOO ж de 78.991,5 km▓ e a espжcie ocorre em unidades de conservaусo (SNUC), como a Reserva Ducke.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20convergens","AmazЗnia"],
    [2898,"MELIACEAE","Guarea crispa","T.D.Penn.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea crispa apresenta, segundo as informaушes disponьveis, ocorrЖncia pontual ao norte de Manaus. Suspeita-se que a espжcie apresente distribuiусo mais ampla na AmazЗnia, mas devido Я sua raridade e ao baixo esforуo de coletas na regiсo, novos exemplares ainda nсo foram encontrados.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20crispa","AmazЗnia"],
    [2899,"MELIACEAE","Guarea cristata","T.D.Penn.","DD","","Pablo Viany Prieto","","Guarea cristata foi descrita em 1981 e atж hoje ж conhecida no Brasil apenas pelo material tipo. A espжcie ocorre numa regiсo bastante isolada da amazЗnia brasileira. Encontrada tambжm no Peru, Equador e ColЗmbia. Suspeita-se que a distribuiусo da espжcie na AmazЗnia brasileira possa ser mais ampla do que as informaушes disponьveis indicam. Dessa maneira, sсo necessрrios maiores estudos e o aumento de esforуo amostral da espжcie, a fim de se determinar seu real estado de conservaусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20cristata","AmazЗnia"],
    [2900,"MELIACEAE","Guarea humaitensis","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea humaitensis apresenta distribuiусo geogrрfica ampla na AmazЗnia brasileira, tendo EOO de 164.371,9 km▓. A espжcie ж frequente na regiсo de Manaus, e suspeita-se que possa ser comum em outros trechos da regiсo. Ocorre na Reserva Ducke (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20humaitensis","AmazЗnia"],
    [2901,"MELIACEAE","Guarea juglandiformis","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea juglandiformis apresenta distribuiусo ampla na AmazЗnia brasileira, e ocorre tambжm no Peru. Sua EOO ж de 311.543,5 km▓. Nсo hр registro de que a espжcie esteja representada em alguma unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20juglandiformis","AmazЗnia"],
    [2902,"MELIACEAE","Guarea sprucei","C.DC.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie conhecida a partir de poucos registros em рreas isoladas, nas quais o esforуo de coleta ж muito baixo. Dessa forma, nсo ж possьvel avaliar seu risco de extinусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20sprucei","AmazЗnia"],
    [2903,"MELIACEAE","Guarea trunciflora","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea trunciflora ж amplamente distribuьda no Brasil, desde o norte do Mato Grosso atж a fronteira do Parр com a Guiana. Coletada tambжm no Peru.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20trunciflora","AmazЗnia"],
    [2904,"MELIACEAE","Guarea velutina","A.Juss.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Guarea velutina ж uma рrvore amplamente distribuьda na AmazЗnia brasileira. Sua EOO ж de 912.896,70 km▓. Embora representada por registros esparsos, suspeita-se que a espжcie seja frequente dentro da sua рrea de distribuiусo. Ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20velutina","AmazЗnia"],
    [2905,"MELIACEAE","Guarea venenata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Guarea venenata ocorre no Brasil, ColЗmbia, Venezuela e Peru. Sua distribuiусo geogrрfica abrange uma vasta рrea de florestas bem preservadas, sendo frequente no sub-bosque das florestas ao longo do Rio Javari, na fronteira Brasil-Peru.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guarea%20venenata","AmazЗnia"],
    [2906,"MELIACEAE","Swietenia macrophylla","King","VU","A2cd","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Swietenia macrophylla ж atualmente a espжcie madeireira mais valiosa e explorada do Brasil, jр tendo sido extraьda de forma predatзria atж mesmo em alguns locais remotos da AmazЗnia. A espжcie apresenta baixas densidades populacionais, e sua distribuiусo coincide em grande parte com a regiсo em que se concentram as mais altas taxas de desmatamento da AmazЗnia brasileira. Devido a esses fatores, suspeita-se que ao longo das Щltimas trЖs geraушes a populaусo da espжcie tenha declinado no mьnimo em 30%.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Swietenia%20macrophylla","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2907,"MELIACEAE","Trichilia areolata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia areolata apresenta distribuiусo ampla na AmazЗnia brasileira, tendo uma EOO de 208.280,7 km▓. A espжcie ocorre na Reserva Ducke.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20areolata","AmazЗnia"],
    [2908,"MELIACEAE","Trichilia blanchetii","C.DC.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia blanchetti apresenta em sua distribuiусo geogrрfica uma forte disjunусo entre o sul da Bahia e o Parр/Amazonas. A espжcie ж representada por apenas um registro no estado do Parр, prзximo Я fronteira com o Amazonas, e segundo a Flora do Brasil ocorre tambжm neste Щltimo, supostamente prзximo Я fronteira entre os dois estados. O esforуo de coleta empreendido nessa regiсo isolada da AmazЗnia ж extremamente baixo, dessa forma, nсo ж possьvel suspeitar se T. blanchetti ж localmente rara ou abundante ao longo de uma рrea vasta e pouco perturbada pelo homem. Por outro lado, no sul da Bahia a espжcie ж bastante ameaуada, no municьpio de Jussari, cerca de 98% da extensсo original da Mata AtlРntica encontram-se desmatados devido Я atividade pecuрria que aь se desenvolve. Ainda que a espжcie, segundo Pennington (1981), tambжm ocorra nos municьpios de Guaratinga e Ilhжus, a regiсo como um todo ж bastante ameaуada por atividades agropecuрrias e silviculturais. Dessa forma, considera-se que a espжcie esteja sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20blanchetii","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2909,"MELIACEAE","Trichilia bullata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda na regiсo Norte do paьs, possuindo EOO de 31.642,627 km▓. Nсo estр ameaуada de extinусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20bullata","AmazЗnia"],
    [2910,"MELIACEAE","Trichilia casaretti","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Trichilia casaretti ж amplamente distribuьda e frequente no domьnio da Mata AtlРntica. Ocorre em diferentes fisionomias florestais e ж localmente abundante. Alжm disso, estр representada em diversas unidades de conservaусo (SNUC) ao longo da sua distribuiусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20casaretti","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2911,"MELIACEAE","Trichilia elsae","Harms","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia elsae possui uma distribuiусo geogrрfica ampla na AmazЗnia brasileira, onde ocorre em Florestas Inundрveis. Suspeita-se que a espжcie seja frequente ao menos em parte da sua distribuiусo, particularmente no Estado do Acre. Nсo hр registros indicando a ocorrЖncia de T. elsae em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20elsae","AmazЗnia"],
    [2912,"MELIACEAE","Trichilia emarginata","(Turcz.) C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda nas regiшes Sudeste e Nordeste do Brasil, onde ocorre em Florestas Ombrзfilas e Estacionais. Estр representada em algumas unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20emarginata","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2913,"MELIACEAE","Trichilia fasciculata","T.D.Penn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia fasciculata se distribui de forma ampla na AmazЗnia brasileira ao sul do rio Amazonas. Suspeita-se que a espжcie seja frequente ao menos em alguns setores da sua distribuiусo, como no Estado do Acre. As informaушes disponьveis indicam a ocorrЖncia da espжcie em ao menos uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, o Parque estadual do Cristalino no Estado do Mato Grosso.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20fasciculata","AmazЗnia"],
    [2914,"MELIACEAE","Trichilia florbranca","T.D.Penn.","CR","B2ab(iii,v),C2a(ii)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia florbranca foi descrita em 1981 a partir de alguns espжcimes coletados trЖs anos antes em uma рrea de Floresta Pluvial no municьpio baiano de Jussari. A Mata AtlРntica nesse municьpio foi drasticamente devastada, devido Я atividade pecuрria que lр ж desenvolvida, de modo que cerca de 98% da cobertura original encontram-se desmatados. Suspeita-se, devido a isso, que alжm de um declьnio na рrea e qualidade do habitat, tambжm esteja havendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie. A Щnica subpopulaусo conhecida ocorre em um fragmento de cerca de 200 hectares situado em uma Reserva Particular do PatrimЗnio Nacional. O levantamento fitossociolзgico realizado na рrea indicou que a espжcie possui uma densidade de apenas um indivьduo por hectare. Assim, suspeita-se que aь possa haver 200 indivьduos da espжcie. A AOO ж de 4 km▓.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20florbranca","Mata AtlРntica"],
    [2915,"MELIACEAE","Trichilia hirta","L.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia hirta se distribui por todas as regiшes brasileiras. ╔ bastante frequente no domьnio das Florestas Secas do Estado de Minas Gerais e do interior da Bahia, mas ocorre tambжm em Floresta Ombrзfila Densa e de Terra Firme, alжm de рreas perturbadas e secundрrias. Presente em inЩmeras unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20hirta","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2916,"MELIACEAE","Trichilia hispida","T.D.Penn.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia hispida ж conhecida a partir poucos exemplares, coletados em regiшes bastante isoladas do leste do Amazonas. ╔ necessрrio que se conheуa melhor a distribuiусo geogrрfica da espжcie para avaliar seu risco de extinусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20hispida","AmazЗnia"],
    [2917,"MELIACEAE","Trichilia lecointei","Ducke","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia lecointei apresenta distribuiусo ampla na regiсo amazЗnica, ocorrendo do leste do Parр ao Equador. Suspeita-se que seja frequente ao longo da sua distribuiусo. Nсo hр informaушes sobre a ocorrЖncia da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, sendo, portanto, necessрrio verificar se ao menos um dos pontos de ocorrЖncia da espжcie corresponde a uma рrea protegida.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20lecointei","AmazЗnia"],
    [2918,"MELIACEAE","Trichilia lepidota","Mart.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia lepidota ж amplamente distribuьda e frequente ao longo da costa AtlРntica. Ocorre em vрrias fisionomias vegetais, desde Restingas a Florestas de Araucрria, e estр representada em diversas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20lepidota","Mata AtlРntica"],
    [2919,"MELIACEAE","Trichilia magnifoliola","T.D.Penn.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia magnifolia ж uma espжcie rarьssima representada por um nЩmero muito baixo de registros de herbрrio, todos ocorridos hр mais de 30 anos e em locais altamente desmatados. Nos municьpios mineiros de Viуosa e Rio Casca, onde T. magnifolia foi coletada nos anos de 1934 e 1935, respectivamente, cerca de 90% da cobertura original da Mata AtlРntica encontram-se desmatados. No municьpio capixaba de Cachoeiro do Itapemirim, em que o registro da espжcie data de 1972, o percentual de reduусo florestal ж o mesmo. No municьpio baiano de Itamaraju, onde a espжcie foi coletada em 1978, o percentual de Mata AtlРntica remanescente chega a 20%. Devido a esses fatores, que apontam para uma drрstica reduусo na extensсo e qualidade do habitat de T. magnifolia, suspeita-se que pode estar havendo um declьnio da extensсo de ocorrЖncia, da рrea de ocupaусo, do nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Suspeita-se tambжm que as subpopulaушes ainda existentes sejam muito pequenas e estejam bastante isoladas umas das outras. A AOO ж de 24 km▓.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20magnifoliola","Mata AtlРntica"],
    [2920,"MELIACEAE","Trichilia micropetala","T.D.Penn.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica doBrasil, ocorre na regiсo norte do paьs, nos estados do Amapр, Parр e Amazonas (AOO = 36 km▓). Encontradano domьnio AmazЗnia, em Floresta de Terra-Firme e Floresta de Vрrzea. Conhecidaatж entсo apenas de uma pequena рrea do rio Amazonas. Trata-se de uma рrvore ouarvoreta de atж 20 m de altura. Encontra-se ameaуada principalmente pelodesmatamento que destruiu uma grande porусo de seu habitat.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20micropetala","AmazЗnia"],
    [2921,"MELIACEAE","Trichilia pallens","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Trichilia pallens ж amplamente distribuьda e frequente no domьnio da Mata AtlРntica. De acordo com as informaушes disponьveis, a espжcie habita desde Restingas atж Florestas Montanas, e estр representada em vрrias unidades de conservaусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20pallens","Mata AtlРntica"],
    [2922,"MELIACEAE","Trichilia pseudostipularis","(A.Juss.) C.DC.","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia pseudostipularis apresenta uma ampla distribuiусo geogrрfica no domьnio da Mata AtlРntica. Entretanto, suspeita-se que localmente a espжcie seja extremamente rara. Nos Estados de Sсo Paulo e Paranр, a espжcie ж representada por apenas um registro. Em Santa Catarina hр quatro registros, sendo trЖs deles em um pequeno parque situado em meio Я cidade de Blumenau. No Rio de Janeiro, onde foi coletado o material tipo, a espжcie nсo ж coletada desde 1911. No Espьrito Santo, T. pseudostipularis foi coletada predominantemente em locais altamente desmatados, como os municьpios de Cachoeiro do Itapemirim, PiЩma, Vitзria e MarilРndia. ╔ possьvel que a Reserva Natural Vale (SNUC) seja o Щnico fragmento mais extenso em que a espжcie estр representada. Na Bahia, embora aparentemente seja mais frequente, a espжcie ocorre em alguns locais fortemente desmatados, como os municьpios de Mascote, Jussari e Uruуuca. Suspeita-se que, alжm da reduусo na extensсo e qualidade do seu habitat, a espжcie esteja sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros e de subpopulaушes. Hр uma grande possibilidade de que T. pseudostipularis venha a ser ameaуada no futuro.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20pseudostipularis","Mata AtlРntica"],
    [2923,"MELIACEAE","Trichilia ramalhoi","Rizzini","NT","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de possuir uma distribuiусo ampla, Trichilia ramalhoi ж representada por poucas coletas, a maioria delas esparsamente distribuьdas na sua regiсo de ocorrЖncia. Suspeita-se, devido a isso, que a espжcie seja naturalmente rara, e tambжm que a degradaусo dos habitats em que ocorre, como as Restingas, Florestas Estacionais e Florestas LitorРneas do sul da Bahia, pode estar levando Я diminuiусo do nЩmero de indivьduos maduros. Ocorre em ao menos uma unidade de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, o Parque Estadual da Serra do Conduru, na Bahia. Entretanto,T. ramalhoi pode vir a ser ameaуada em um futuro prзximo devido Я sua raridade e Я perda de habitat incidindo sobre boa parte de suas subpopulaушes.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20ramalhoi","Mata AtlРntica"],
    [2924,"MELIACEAE","Trichilia silvatica","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia silvatica ж amplamente distribuьda, e relativamente frequente em alguns trechos da costa AtlРntica brasileira. A espжcie ж representada em vрrias unidades de conservaусo (SNUC) ao longo da sua distribuiусo.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20silvatica","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2925,"MELIACEAE","Trichilia solitudinis","Harms","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia solitudinis ж amplamente distribuьda nas regiшes Centro-Oeste e Norte do Brasil. Coletada em algumas regiшes bastante isoladas, onde provavelmente nсo estр submetida a nenhuma ameaуa grave. Nсo hр dados sobre a ocorrЖncia da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20solitudinis","AmazЗnia"],
    [2926,"MELIACEAE","Trichilia stellato-tomentosa","Kuntze","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia stellato-tomentosa ocorre em Florestas Estacionais dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A espжcie foi registrada em apenas trЖs localidades, que sсo consideradas trЖs situaушes de ameaуa distintas. A espжcie estр sujeita a uma sжrie de ameaуas em potencial, como a expansсo de atividades agropecuрrias.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20stellato-tomentosa","Cerrado, Pantanal"],
    [2927,"MELIACEAE","Trichilia surumuensis","C.DC.","DD","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20surumuensis","AmazЗnia"],
    [2928,"MELIACEAE","Trichilia tetrapetala","C.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Trichilia tetrapetala se distribui de forma ampla, embora aparentemente descontьnua, ao longo do domьnio da Mata AtlРntica, chegando a ocorrer no Estado do Maranhсo. Suspeita-se que a espжcie seja frequente em alguns trechos da sua distribuiусo, particularmente entre os Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Ocorre em alguns trechos ainda bem preservados da Mata AtlРntica, e estр representada no Parque Nacional da Tijuca e na Reserva Natural Vale (SNUC).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichilia%20tetrapetala","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2929,"MENISPERMACEAE","Abuta selloana","Eichler","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda nas regiшes Sudeste e Sul, com EOO maior que 20.000 km▓, sem informaусo sobre ameaуas.","2012-02-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abuta%20selloana","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2930,"MENISPERMACEAE","Anomospermum reticulatum subsp. nitidum","(Miers) Krukoff & Barneby","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A espжcie possui como informaусo de ameaуa a utlizaусo das raьzes para veneno-flecha, porжm nсo contжm dados de distribuiусo, populacionais, espaciais, ecolзgicos, sendo considerada, portanto, \"Dados insuficientes\" (DD).","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anomospermum%20reticulatum%20subsp.%20nitidum","Mata AtlРntica"],
    [2931,"MENISPERMACEAE","Chondrodendron platiphyllum","(A.St.-Hil.) Miers","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A Щnica informaусo apresentada ж a extensсo de ocorrЖncia superior a 50.000 km▓. A espжcie possui dados duvidosos de distribuiусo e carece de dados populacionais, рrea de ocupaусo e nЩmero de indivьduos.","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chondrodendron%20platiphyllum","Mata AtlРntica"],
    [2932,"MENISPERMACEAE","Cissampelos pareira","L.","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","A espжcie possui distribuiусo ampla com extensсo de ocorrЖncia maior que 4.600.000 km▓. As informaушes referentes Я nЩmeros de subpopulaушes ж pontual, nсo refletindo a abrangЖncia nacional. Quanto as ameaуas, a utilizaусo medicinal da espжcie parece ser local e nсo industrial. O dado sobre \"Extinta\" (EX) em Sсo Paulo ж duvidoso, levando-se em conta diversos registros realizados no estado. Considerando, tambжm, a falta de informaушes sobre reduусo populacional, flutuaусo e/ou fragmentaусo populacional, tamanho da populaусo como um todo, a espжcie ж considerada \"Menos procupante\" (LC).","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissampelos%20pareira","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [2933,"MENISPERMACEAE","Disciphania hernandia","(Vell.) Barneby","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","A informaусo sobre ocorrЖncia no estado do Paranр foi invalidada pelo especialista, e apesar da pequena EOO da espжcie (450 km▓) e a agricultura, pecuрria, urbanismo e linhas de energia como ameaуas, a mesma nсo apresenta dados sobre declьnio populacional, рrea de ocupaусo, flutuaусo ou fragmentaусo populacional e nЩmero de indivьduos maduros, portanto sendo considerada \"Dados insuficientes\" (DD).","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Disciphania%20hernandia","Mata AtlРntica"],
    [2934,"MENISPERMACEAE","Odontocarya vitis","(Vell.) J.M.A.Braga","LC","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar das informaушes sobre o nЩmero de localidades (5 a 10, porжm constata-se no mapa mais de 20), EOO (maior que 50.000 km▓) e ameaуas (agricultura, mineraусo, urbanismo e turismo), a espжcie nсo apresenta dados consistentes sobre reduусo da populaусo, AOO, tamanho da populaусo e nЩmero de indivьduos maduros. As localidades registradas para a espжcie nсo reflete fragmentaусo severa (Braga, 2010 acrescenta outra localidade no estado da Bahia). Nсo estсo claras as informaушes sobre declьnio contьnuo. Portanto, aушes de pesquisas deverсo ser consideradas no futuro.","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Odontocarya%20vitis","Mata AtlРntica"],
    [2935,"MENISPERMACEAE","Sciadotenia acutifolia","Krukoff & Barneby","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Tainan Messina","Apesar de ser endЖmica do Estado do Espьrito Santo, a espжcie nсo apresenta informaушes referentes a tamanho e reduусo populacional, AOO e fragmentaусo, diminuiусo e/ou flutuaусo populacional, populaусo e tamanho da populaусo, recomendando-se, entсo, a espжcie na categoria \"Dados deficientes\" (DD).","2011-09-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sciadotenia%20acutifolia","Mata AtlРntica"],
    [2936,"MENISPERMACEAE","Ungulipetalum filipendulum","(Mart.) Moldenke","DD","","Marcus Alberto Nadruz Coelho","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie apresentar, somente, dois registros de coletas, consequentemente com uma extensсo de ocorrЖncia de 546 km2, a mesma nсo informa dados referentes a reduусo populacional, рrea de ocupaусo com flutuaусo ou fragtmentaусo da populaусo, tamanho da populaусo e nЩmero de indivьduos maduros. Com a falta das informaушes acima, considera-se a mesma Dados Deficientes (DD)","2011-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ungulipetalum%20filipendulum","Mata AtlРntica"],
    [2937,"METZGERIACEAE","Metzgeria brasiliensis","Schiffn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda ( EOO = 226.147,218 km▓) e ocorre dentro de unidade de conservaусo (SNUC).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [2938,"METZGERIACEAE","Metzgeria hegewaldii","Kuwah.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil, no entanto, ж endЖmica da Mata AtlРntica, considerada rara e tem ocorrЖncia disjunta. No Brasil, era conhecida apenas no Estado do Rio Grande do Sul, contudo, novos registros foram feitos em Sсo Paulo e confirmados por especialistas. Apresenta EOO de 570,11 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa considerando os Estados em que ocorre. Apesar de ter sido encontrada em unidade de conservaусo (SNUC), a espжcie estр susceptьvel Яs alteraушes do hрbitat causadas pelas queimadas. Fora das рreas protegidas, suspeita-se que esteja sofrendo declьnio da рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat em virtude das transformaушes antrзpicas no Estado do Rio Grande do Sul, como introduусo de monoculturas de espжcies exзticas e transformaусo de рreas naturais para atividades agropastoris.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20hegewaldii","Mata AtlРntica"],
    [2939,"METZGERIACEAE","Metzgeria liebmanniana","Lindenb. & Gottsche","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e aqui ж amplamente distribuьda.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20liebmanniana","Mata AtlРntica"],
    [2940,"METZGERIACEAE","Metzgeria psilocraspeda","Schiffn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e apresenta ampla distribuiусo (EOO= 245.385,73 km▓).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20psilocraspeda","Mata AtlРntica"],
    [2941,"METZGERIACEAE","Metzgeria subaneura","Schiffn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e apresenta ampla distribuiусo. Recomenda-se estudos a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes da espжcie e incidЖncia das ameaуas nas regiшes de ocorrЖncia da mesma.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metzgeria%20subaneura","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2942,"MOLLUGINACEAE","Glinus radiatus","(Ruiz & Pav.) Rohrb.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Glinus radiatus ж uma espжcie herbрcea ocorrente em todas as regiшes do Brasil, possuindo uma EOO de 6.314.476 km▓. A espжcie se desenvolve na no domьnios AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado e Campos Sulinos. Alжm disso, estр bem representada em рreas protegidas. Desta forma, Glinus radiatus ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Glinus%20radiatus","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [2943,"MONIMIACEAE","Macropeplus friburgensis","(Perkins) I.Santos & Peixoto","EN","B1ab(i,ii,v)+2ab(i,ii,v)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Macropeplus friburgensis ж uma arbзrea com ocorrЖncia em florestas e Campos de Altitude do Estado do Rio de Janeiro. Tem EOO de 682,42 km▓ e AOO de 20 km▓. As duas subpopulaушes conhecidas foram encontradas em рreas de proteусo integral. As florestas e os Campos de Altitude sсo regiшes de ocupaусo humana onde os habitantes usam os recursos naturais de diversas formas, tal como o corte madeireiro, sendo esta a principal ameaуa Я populaусo da espжcie. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa que causam o declьnio da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e nЩmero de indivьduos maduros. A espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macropeplus%20friburgensis","Mata AtlРntica"],
    [2944,"MONIMIACEAE","Macrotorus utriculatus","(Mart.) Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla ocorrЖncia, EOO = 94.221,94 km▓. Ocorre em vрrias localidades dos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Bem representada em unidades de conservaусo (SNUC) e coleушes de herbрrios.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macrotorus%20utriculatus","Mata AtlРntica"],
    [2945,"MONIMIACEAE","Mollinedia argyrogyna","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Amplamente distribuьda na regiсo Sudeste do Brasil, ocorre em unidades de conservaусo (SNUC) e bem representada em herbрrios.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20argyrogyna","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2946,"MONIMIACEAE","Mollinedia blumenaviana","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apesar de possuir EOO de 307.513,6 km▓, a espжcie ж endЖmica do Brasil e possui seu centro de ocorrЖncia no Estado do Paranр. Algumas populaушes jр foram encontradas no Estado de Sсo Paulo, porжm os locais de ocorrЖncia neste Estado jр estсo totalmente fragmentados. Hр necessidade de cuidados em curto prazo de tempo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20blumenaviana","Mata AtlРntica"],
    [2947,"MONIMIACEAE","Mollinedia boracensis","Peixoto","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ocorre com mais frequЖncia no litoral paulista, em alguns casos em рreas de grande especulaусo imobiliрria. Existem apenas duas situaушes de ameaуa. └ curto prazo, precisa de atenусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20boracensis","Mata AtlРntica"],
    [2948,"MONIMIACEAE","Mollinedia engleriana","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 442.954,96 km▓. Ocorre em vрrias unidades de conservaусo (SNUC) e ж bem distribuьda pela regiсo Sudeste do Brasil. O exemplar de Pernambuco pode demonstrar a falta de coleta na Bahia.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20engleriana","Mata AtlРntica"],
    [2949,"MONIMIACEAE","Mollinedia eugeniifolia","Perkins","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","Mollinedia eugeniifolia ж tida, segundo literatura especializada, como uma espжcie com distribuiусo pontual no Estado de Santa Catarina. Entretanto, hр relatos de que ocorra tambжm no Rio Grande do Sul. De qualquer forma, o nЩmero muito baixo de registros de herbрrio permite suspeitar que a espжcie seja bastante rara em seus locais de ocorrЖncia. Tem EOO de 285,84 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa Яs quais encontra-se submetida nсo ultrapassa cinco. M. eugeniifolia vem sofrendo declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu hрbitat, devido, principalmente, Я expansсo do municьpio de Blumenau. Suspeita-se que a perda e a degradaусo do seu hрbitat estejam acarretando uma diminuiусo do nЩmero de indivьduos da populaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20eugeniifolia","Mata AtlРntica"],
    [2950,"MONIMIACEAE","Mollinedia gilgiana","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Ocorre amplamente pelos Estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e litoral paulista. EOO de 113.202 km▓ ж encontrada em vрrias unidades de conservaусo (SNUC) destes Estados. Em todos os trabalhos florьsticos analisados, sempre foi encontrada nas рreas trabalhadas.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20gilgiana","Mata AtlРntica"],
    [2951,"MONIMIACEAE","Mollinedia glabra","(Spreng.) Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie bem distribuьda na regiсo Sudeste, ocorrendo tambжm na Bahia. Bem representada em coleушes de herbрrios e com EOO de 231.273,57 km▓. Encontrada em vрrias unidade de conservaусo (SNUC).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20glabra","Mata AtlРntica"],
    [2952,"MONIMIACEAE","Mollinedia lamprophylla","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de EOO de 24.209,205 km▓, a espжcie ж restrita a apenas dois Estados brasileiros. As coletas estсo concentradas nos mesmos pontos ao longo dos anos. Na Apa-CairuуЩ (SNUC) em Paraty, a espжcie foi encontrada na regiсo de Laranjeiras, local explorado para o turismo. Espжcie que corre perigo em curto espaуo de tempo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20lamprophylla","Mata AtlРntica"],
    [2953,"MONIMIACEAE","Mollinedia longicuspidata","Perkins","EN","B1ab(i,ii)","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica do municьpio de Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Considerada rara, apresenta EOO de 273,39 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Apesar da sua рrea de ocorrЖncia ser bem coletada, M. longicuspidata ж conhecida apenas pelo material-tipo, registrado em 1888. Acredita-se que venha sofrendo com o declьnio em sua extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20longicuspidata","Mata AtlРntica"],
    [2954,"MONIMIACEAE","Mollinedia luizae","Peixoto","VU","D2","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de a espжcie apresentar ampla distribuiусo (EOO=56.083,71 km▓), suas subpopulaушes ocorrem de forma fragmentada. No Estado do Paranр, ocorre apenas em trЖs рreas e, em Sсo Paulo, em apenas uma, que ж unidade de conservaусo (SNUC). Dessa forma, pode-se considerar que a espжcie esteja sujeita a quatro situaушes de ameaуa. A documentaусo em herbрrios aponta para uma maior concentraусo de espжcimes no Paranр, prзximo Яs cidades com grande desenvolvimento. Hр necessidade de medidas para a conservaусo de рreas onde a espжcie ocorre.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20luizae","Mata AtlРntica"],
    [2955,"MONIMIACEAE","Mollinedia marqueteana","Peixoto","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Encontrado 11 indivьduos em apenas 1 ha na Reserva de Sooretama e com EOO de 52.539,67 km▓, a espжcie ж bem representada em coleушes de herbрrios e populosa em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20marqueteana","Mata AtlРntica"],
    [2956,"MONIMIACEAE","Mollinedia ovata","Ruiz & Pav.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo no Brasil. Possui EOO de 6.216.141,71 km▓ e ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul. Encontrada em todos os domьnios brasileiros e bem representada em herbрrios.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20ovata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2957,"MONIMIACEAE","Mollinedia pachysandra","Perkins","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com EOO de 56.321,42 km.▓ Apesar de ocorrer somente no Brasil, nos Estados da regiсo Sudeste (exceto Minas Gerais), ж encontrada frequentemente em unidades de conservaусo (SNUC) bem protegidas e sem nenhuma situaусo de ameaуa.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20pachysandra","Mata AtlРntica"],
    [2958,"MONIMIACEAE","Mollinedia salicifolia","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Praticamente com uma ocorrЖncia restrita aos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo, ж encontrada em duas unidades de conservaусo (SNUC). Sua EOO ж de 170.653,41 km▓ ж extensa devido a uma coleta da Bahia. Por estar restrita a estes dois Estados, hр necessidade de atenусo em futuro prзximo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20salicifolia","Mata AtlРntica"],
    [2959,"MONIMIACEAE","Mollinedia stenophylla","Perkins","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Miguel d'Avila de Moraes","Com EOO de 44.432,116 km▓ a espжcie ocorre em Mata AtlРntica da regiсo Sudeste e preferencialmente em altitude de 1000 m. EndЖmica do Brasil e hр registro em poucas unidades de conservaусo (SNUC). Hр um risco em futuro prзximo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mollinedia%20stenophylla","Mata AtlРntica"],
    [2960,"MORACEAE","Brosimum glaucum","Taub.","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","┴rea de ocorrЖncia ampla. Alguns indivьduos foram coletados em unidades de conservaусo (SNUC), porжm poucos indivьduos por hectare. Pode haver flutuaушes entre geraушes. Precisa ser monitorada.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20glaucum","Mata AtlРntica"],
    [2961,"MORACEAE","Brosimum glaziovii","Taub.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla ocorrЖncia, sendo algumas localidades protegidas por unidades de conservaусo (SNUC), mas apesar disso, a espжcie possui potencial madeireiro  e portanto, deve ser monitorada.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20glaziovii","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2962,"MORACEAE","Brosimum lactescens","(S.Moore) C.C.Berg","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ampla distribuiусo no neotrзpico. A espжcie ocorre em todos os domьnios brasileiros e protegida em unidades de conservaусo (SNUC). Ocorre tambжm fora do Brasil.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brosimum%20lactescens","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2963,"MORACEAE","Dorstenia albertii","Carauta et al.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apenas uma coleta em рrea pouco conhecida. Sсo necessрrio maiores estudos a fim de se determinar o real estado de conservaусo da espжcie.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20albertii","Mata AtlРntica"],
    [2964,"MORACEAE","Dorstenia arifolia","Lam.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO sendo enquadrada como LC, porжm estudos indicam ocorrЖncia em locais sujeitos ao pastoreio ou prзximos a cidades. O monitoramento ж importante, para que a espжcie nсo entre em risco de extinусo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20arifolia","Mata AtlРntica"],
    [2965,"MORACEAE","Dorstenia bonijesu","Carauta & C.Valente","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO grande, indicando ainda como fora de perigo. Coleушes de herbрrios demonstram coletas numerosas nas regiшes de ocorrЖncia.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20bonijesu","Mata AtlРntica"],
    [2966,"MORACEAE","Dorstenia brasiliensis","Lam.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","D. brasiliensis apresenta amplo EOO alжm de nсo ser endЖmica do Brasil. Espжcie fora de perigo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20brasiliensis","AmazЗnia, Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2967,"MORACEAE","Dorstenia cayapia","Vell.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO amplo. ╔ endЖmica do paьs, porжm encontrada em vрrios Estados brasileiros, em diferentes unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20cayapia","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2968,"MORACEAE","Dorstenia conceptionis","Carauta","EN","B1ab(i,ii,iii)","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","A espжcie ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Minas Gerais, com EOO de 536,47 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa de acordo com os municьpios de sua ocorrЖncia. Apesar da coleta proveniente do municьpio de UberlРndia (MG) ser recente, a urbanizaусo ж uma sжria ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie em seu meio natural. Considera-se, dessa forma, que D. conceptionis esteja sujeita ao declьnio em sua extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo e qualidade do hрbitat. Foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20conceptionis","Mata AtlРntica"],
    [2969,"MORACEAE","Dorstenia elata","Hook.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","A espжcie possui EOO de 174.069,29 km▓. Apesar de possuir uma concentraусo grande no Estado do Espьrito Santo, tudo indica que sua extensсo pode ser maior ainda, pois o Щnico material coletado no Estado do Paranр foi determinado pelo especialista. Existe uma carЖncia de coletas em outros Estados da Mata AtlРntica.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20elata","Mata AtlРntica"],
    [2970,"MORACEAE","Dorstenia fischeri","Bureau","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","┌nica coleta sem determinador. Nenhum estudo aprofundado para a espжcie.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20fischeri","Mata AtlРntica"],
    [2971,"MORACEAE","Dorstenia gracilis","Carauta et al.","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com um EOO de 36.701,82 km▓. EndЖmica do Brasil e, onde foi coletada nos Estados do Espьrito Santo e na Bahia. Como ocorre prзxima ao litoral brasileiro, pode ser enquadrada em NT.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20gracilis","Mata AtlРntica"],
    [2972,"MORACEAE","Dorstenia hildegardis","Carauta et al.","CR","B1ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Dorstenia hildegardis ж uma herbрcea com ocorrЖncia em florestas de encostas do Estado do Espьrito Santo. Tem EOO inferior a 100 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR). O municьpio de Domingos Martins e entorno apresentam histзrico de desmatamento que reduziu as florestas de Mata AtlРntica a menos de 30%, configurando declьnio em рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20hildegardis","Mata AtlРntica"],
    [2973,"MORACEAE","Dorstenia milaneziana","Carauta et al.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO (76.127,64 km▓)  e encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). Hр uma provрvel sinonьmia com outra espжcie com distribuiусo bem ampla no Brasil (D. gracilis ).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20milaneziana","Mata AtlРntica"],
    [2974,"MORACEAE","Dorstenia sucrei","Carauta","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Estado do Espьrito Santo, porжm apresenta poucas coletas e estudos mais especьficos para caracterizar seu real estado de conservaусo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20sucrei","Mata AtlРntica"],
    [2975,"MORACEAE","Dorstenia tenuis","Bonpl. ex Bureau","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO de 552.471 km▓. Ocorre em outros paьses da Amжrica do Sul e cultivada no Jardim BotРnico de Curitiba (PR).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dorstenia%20tenuis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2976,"MORACEAE","Ficus albert-smithii","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie amazЗnica. Poucas coletas registradas, talvez por estar representada em um bioma pouco conhecido e coletado. Ocorre tambжm fora do Brasil.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20albert-smithii","AmazЗnia"],
    [2977,"MORACEAE","Ficus amazonica","(Miq.) Miq.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO bastante amplo, com ocorrЖncia em toda a regiсo AmazЗnica, inclusive fora do Brasil. Sua representaусo em herbрrios ж significativa.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20amazonica","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2978,"MORACEAE","Ficus aripuanensis","C.C.Berg & Kooy","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apesar de ocorrer em um grande EOO, a espжcie ж pouco coletada e Carauta (1989) sugere a necessidade de mais estudos para a espжcie. Difьcil avaliar um status de conservaусo atual.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20aripuanensis","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2979,"MORACEAE","Ficus blepharophylla","Vрzq.Avila","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas pelo material tipo (1909), porжm nсo endЖmica do Brasil. Apesar de alguns estudos de inventрrios na AmazЗnia, nсo foi novamente encontrada. Hр necessidade de esforуos para encontrр-la.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20blepharophylla","AmazЗnia"],
    [2980,"MORACEAE","Ficus broadwayi","Urb.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda pelo Brasil e neotrзpico (Carauta 1989). Ocorre em todos os biomas brasileiros.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20broadwayi","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2981,"MORACEAE","Ficus calyptroceras","(Miq.) Miq.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO de 2.357.606,053km▓. Amplamente distribuьda pela Amжrica Latina. Seus frutos sсo dispersados por aves e frutifica o ano inteiro.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20calyptroceras","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2982,"MORACEAE","Ficus castellviana","Dugand","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com amplo EOO, sendo muito comum na Mata AtlРntica. Na AmazЗnia, foi encontrada um indivьduo. Coletas tambжm na Bolьvia, ColЗmbia e PerЩ (Carauta 1989). Suspeita-se que haja um baixo esforуo de coleta para a espжcie no Brasil.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20castellviana","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2983,"MORACEAE","Ficus catappifolia","Kunth & C.D.Bouchж","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Apesar de possuir um EOO amplo, hр poucos registros em herbрrios, o que pode indicar falta de esforуo de coleta. Espжcie nсo ж endЖmica do Brasil ж usada em arborizaусo no cerrado.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20catappifolia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2984,"MORACEAE","Ficus cyclophylla","(Miq.) Miq.","VU","A2c","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ficus cyclophylla ocorre em diversos Estados brasileiros, apresentando ampla distribuiусo (EOO=792.507,43 km▓). No entanto, a espжcie tem grande parte das subpopulaушes em рreas de Restinga, que vЖm sendo seriamente impactadas, principalmente pela especulaусo imobiliрria. Da mesma forma, suspeita-se que as subpopulaушes da espжcie estejam severamente fragmentadas por ocorrerem de forma disjunta. Estima-se que tenha havido um declьnio populacional de pelo menos 30% em um perьodo de 10 anos. Isso pode ser justificado pela grande perda de qualidade de hрbitat, extensсo de ocorrЖncia e рrea de ocupaусo Я qual a espжcie foi submetida. Foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20cyclophylla","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2985,"MORACEAE","Ficus eximia","Schott","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda pelo Brasil e encontrada em unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ser polinizada por uma Щnica espжcie de abelha, o pзlen ж levado a grandes distРncias.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20eximia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2986,"MORACEAE","Ficus greiffiana","Dugand","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie nсo endЖmica do Brasil, e possui ampla EOO (624.107,035 km▓). Porжm ж polinizada por uma Щnica espжcie de vespa e possui poucas coletas ao longo do tempo. Necessita de atenусo em futuro prзximo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20greiffiana","AmazЗnia"],
    [2987,"MORACEAE","Ficus hirsuta","Schott","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com amplo EOO. Muito comum na Restinga  e Mata AtlРntica, preservada em muitas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20hirsuta","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2988,"MORACEAE","Ficus krukovii","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo no Brasil e na Amжrica do Sul, com EOO superior a 2.000.000 km▓. Alжm disso, possui muitos exemplares em coleушes e ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20krukovii","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2989,"MORACEAE","Ficus lauretana","Vрzq.Avila","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Ocorre na AmazЗnia brasileira e de paьses vizinhos. Nсo hр muitos exemplares em coleушes de herbрrios, ressalta-se, portanto, a necessidade de um aumento de esforуo de coleta.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20lauretana","AmazЗnia"],
    [2990,"MORACEAE","Ficus malacocarpa","Standl.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com poucas coletas e estudos. Sua distribuiусo atual ж nitidamente resultado de falta de coleta.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20malacocarpa","AmazЗnia, Cerrado"],
    [2991,"MORACEAE","Ficus mathewsii","(Miq.) Miq.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie amplamente dispersa pela Amжrica do Sul e com um nЩmero representativo em coleушes de herbрrio. Nсo apresenta situaусo de ameaуa.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20mathewsii","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2992,"MORACEAE","Ficus matiziana","Dugand","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO 1.157.689,774km▓, e nсo endЖmica do Brasil. Conhecida para a regiсo AmazЗnica, onde ж muito bem distribuьda.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20matiziana","AmazЗnia"],
    [2993,"MORACEAE","Ficus mexiae","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com amplo EOO (917.695,854 km2), sem nenhuma ameaуa direta. Ocorre praticamente em toda a Mata AtlРntica Я excessсo do Sul.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20mexiae","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2994,"MORACEAE","Ficus monckii","Hassl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie encontrada no Sul do Brasil. Na Argentina a dispersсo por macacos facilita sua amplitude e posteriormente passando pelo trato digestivo, facilita a germinaусo. Hр dЩvidas quanto a sua ocorrЖncia no Cearр.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20monckii","Mata AtlРntica"],
    [2995,"MORACEAE","Ficus pakkensis","Standl.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie que ocorre na AmazЗnia, Caatinga e Mata AtlРntica e tambжm fora do Brasil. Encontrada em algumas unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20pakkensis","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [2996,"MORACEAE","Ficus pulchella","Schott","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo na Amжrica do Sul. Ocorre em vрrias unidades de conservaусo (SNUC) e hр tambжm produусo de mudas. Vasta coleусo em herbрrios.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20pulchella","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [2997,"MORACEAE","Ficus roraimensis","C.C.Berg","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil e com apenas dois registros em herbрrios brasileiros na mesma localidade. Nenhum estudo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20roraimensis","AmazЗnia"],
    [2998,"MORACEAE","Ficus salzmanniana","(Miq.) Miq.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie que ocorre somente no Estado da Bahia, sendo preferencialmente na Mata AtlРntica. Encontrada em ambiente de Restinga, podendo representar uma situaусo de ameaуa em futuro prзximo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20salzmanniana","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [2999,"MORACEAE","Ficus schippii","Standl.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Nсo hр informaушes sobre a espжcie.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schippii","AmazЗnia"],
    [3000,"MORACEAE","Ficus schultesii","Dugand","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie pouco coletada e nсo hр estudos ainda consistentes. Ocorre na regiсo AmazЗnica brasileira e Colombiana. A falta de coletas pode ser reflexo da dificuldade no acesso ao local.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schultesii","AmazЗnia"],
    [3001,"MORACEAE","Ficus schumacheri","(Liebm.) Griseb.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie pouco coletada e representada em herbрrios brasileiros. Apesar de ocorrer tambжm fora do Brasil, hр apenas duas coletas no Brasil e pouco recentes. Hр necessidade de mais estudos e informaушes.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20schumacheri","AmazЗnia, Cerrado, Pantanal"],
    [3002,"MORACEAE","Ficus sphenophylla","Standl.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO e nсo endЖmica do Brasil. Ocorre apenas em poucos estados da regiсo amazЗnica e estudos indicam que poucas sementes germinam apзs passarem no trato digestivo da ave dispersora. Necessita atenусo.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20sphenophylla","AmazЗnia"],
    [3003,"MORACEAE","Ficus trigonata","L.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie pouco preocupante. Ocupa um EOO 2.814.507,243 km▓ e em coleушes de herbрrios seus representantes sсo significativos. Apesar de registros indicarem ser endЖmica do Brasil, suspeita-se que ocorra tambжm nas Guianas.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20trigonata","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3004,"MORACEAE","Ficus ursina","Standl.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Encontrada apenas na AmazЗnia com EOO bastante reduzido. Nсo hр estudos sobre a espжcie e encontrada raramente em coleушes.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20ursina","AmazЗnia"],
    [3005,"MORACEAE","Ficus velutina","Humb. & Bonpl. ex Willd.","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com uma aparente disjunусo. Estende-se atж a Amжrica Central, sendo no Brasil uma nьtida falta de coleta nas рreas entre os locais onde a registro da espжcie. No momento sem dados suficientes para uma avaliaусo mais precisa.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ficus%20velutina","AmazЗnia"],
    [3006,"MORACEAE","Helicostylis heterotricha","Ducke","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Poucas coletas. Alжm de ser diзica, o que causa uma maior seleусo na polinizaусo. Coletada em uma unidade de conservaусo (SNUC), mas sofre muito com alagamentos. Hр necessidade de mais estudos.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helicostylis%20heterotricha","AmazЗnia"],
    [3007,"MORACEAE","Helicostylis tomentosa","(Poepp. & Endl.) Rusby","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","?Espжcie amplamente distribuьda no Brasil como em outros paьses limьtrofes. Ocorre em quase todas as regiшes brasileiras, concentrando-se na AmazЗnia.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Helicostylis%20tomentosa","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3008,"MORACEAE","Maclura brasiliensis","(Mart.) Endl.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","No Brasil a espжcie ж encontrada nas Restingas do municьpio de Cabo Frio, Rio de Janeiro. Tem EOO de 399,33 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. As Restingas da regiсo Sudeste do Brasil apresentam alto grau de impacto por aушes antrзpicas causado, principalmente, pela especulaусo imobiliрria. Dessa forma, pode-se afirmar que a espжcie vem sofrendo drрstico declьnio em sua рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia e qualidade do hрbitat. Sugerem-se medidas de conservaусo urgentes para M. brasiliensis.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maclura%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [3009,"MORACEAE","Naucleopsis oblongifolia","(Kuhlm.) Carauta","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil. No paьs, ocorre nos domьnios AmazЗnia, Mata AtlРntica e Pantanal. Encontrada em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Naucleopsis%20oblongifolia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3010,"MORACEAE","Perebea rubra subsp. glabrifolia","(Ducke) C.C.Berg","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com poucos representantes em coleушes, com exemplares jр antigos. Nenhum estudo recente.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Perebea%20rubra%20subsp.%20glabrifolia","AmazЗnia"],
    [3011,"MORACEAE","Pseudolmedia hirtula","Kuhlm.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil e ocorre em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolmedia%20hirtula","Mata AtlРntica"],
    [3012,"MORACEAE","Sorocea guilleminiana","Gaudich.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil e em alguns paьses limьtrofes.","2012-03-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sorocea%20guilleminiana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3013,"MYRISTICACEAE","Iryanthera campinae","W.A.Rodrigues","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Iryanthera campinae ж endЖmica do Brasil, de ocorrЖncia exclusiva nas formaушes sobre areia branca (Campinas e Campinaranas) localizadas entre os municьpios de Manaus (AM) e Caracaraь (RR). Tem EOO menor que 5.000 km▓ e nсo se encontra protegida por nenhuma categoria de unidade de conservaусo (SNUC). Alжm disso, ж considerada rara, com Щltimo registro realizado em 1987. I. campinae estр sujeita ao menos a trЖs situaушes de ameaуa identificadas. Hр evidЖncias de que a espжcie foi muito utilizada para a confecусo de caixotes e marcenaria em geral pela populaусo local atж a dжcada de 1990. Hр indicaушes do potencial uso de sua madeira para fins comerciais por suas caracterьsticas fьsicas, o que pode configurar uma ameaуa futura Я espжcie. Assim, pelos motivos expostos, I. campinae foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iryanthera%20campinae","AmazЗnia"],
    [3014,"MYRISTICACEAE","Iryanthera obovata","Ducke","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Iryanthera obovata Ducke nсo ж endЖmica do Brasil, com registros efetuados na Venezuela e na ColЗmbia. No Brasil, foi registrada em ambientes xжricos, como as Campinas, e em Florestas ┌midas, no Estado do Amazonas. Seu baixo nЩmero de coletas (8) parece ilustrar o baixo esforуo amostral na regiсo, uma vez que ж apontada por alguns autores como uma espжcie caracterьstica do Alto Rio Negro e adjascЖncias. Apresenta EOO maior que 20.000 Km▓, em uma рrea que abriga extensшes considerрveis de vegetaусo nativa intacta. Aliado a isso, possui populaушes protegidas por unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral. Por esses motivos, foi categorizada como Baixo Risco (LC) de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Iryanthera%20obovata","AmazЗnia"],
    [3015,"MYRISTICACEAE","Virola bicuhyba","(Schott ex Spreng.) Warb.","EN","A4acd","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Virola bicuhyba (Schott ex Spreng.) Warb., conhecida popularmente como Bicuьba, apresenta um endemismo brasileiro, com ocorrЖncia em Florestas Ombrзfilas e Estacionais associadas ao domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Possui preferЖncia por florestas em estрgio avanуado de regeneraусo ou clьmax, com registros efetuados em unidades de conservaусo ao longo de sua distribuiусo. Com registros de coleta desde o sul do estado da Bahia atж o norte do Rio Grande do Sul, V. bicuhyba ж considerada uma espжcie de uso estratжgico para agricultura familiar no Brasil, sendo uma das madeiras mais utilizadas pela construусo civil. Alжm disso, o potencial medicinal desta planta comeуa a ser explorado pela industria farmacЖutica, e seus extratos vem sendo utilizados na medicina popular de diversas localidades onde ocorre. Desempenha papel ecolзgico importante nos ambientes florestais em que ocorre, fornecendo alimentos para uma grande variedade de pрssaros, apesar de apresentar uma densidade de indivьduos relativamente alta para espжcies arbзreas (em mжdia, 25 indivьduos/ ha em рreas pouco alteradas e que nсo sofreram corte seletivo), a espжcie vЖm enfrentando severa reduусo populacional histзrica, nсo cessada atж os dias atuais e prevista para o futuro. Estimativas empreendidas durante este trabalho evidenciam uma perda de mais de 65% de cobertura florestal potencial para a ocorrЖncia de V. bicuhyba, dentro de sua conhecida extensсo de ocorrЖncia, a partir desses dados, verificou-se uma reduусo populacional bruta maior que 60% nas Щltimas trЖs geraушes do tрxon (estimada em cerca de 30 anos), causada principalmente por extrativismo seletivo e conversсo de habitat, que continuarсo a causar declьnio futuro se nada for feito a fim de se reduzir ou cessar as ameaуas descritas. Por esse motivos, a espжcie Virola bicuhyba  foi considerada Em Perigo (EN) de extinусo, demandando a criaусo de рreas protegidas para garantir sua sobrevivЖncia e o desenvolvimento de legislaусo especьfica que regulamente e controle o seu uso de maneira apropriada, uma vez que a espжcie possui grande importРncia para diversos segmentos da economia e sua integral restriусo poderр causar impactos.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20bicuhyba","Mata AtlРntica"],
    [3016,"MYRISTICACEAE","Virola parvifolia","Ducke","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Virola parvifolia Ducke nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo tambжm na Venezuela. Era conhecida atж pouco tempo somente pela coleta tipo, realizada em 1932, nas proximidades do municьpio de Sсo Gabriel da Cachoeira, Amazonas. Foi registrada em \" Caatingas\" as margens do Rio Negro. Para a populaусo conhecida, foi identificada ao menos uma situaусo de ameaуa (рrea portuрria do municьpio citado), que na ocasiсo de sua construусo suprimiu a vegetaусo nativa da localidade, mesmo com o baixo esforуo amostral na regiсo onde V. parvifolia foi primeiramente coletada, algumas expediушes botРnicas foram empreendidas e nсo identificaram novas populaушes.  Devido a sua рrea de ocupaусo restrita (AOO = 4 Km▓), aliada a carЖncia de novos registros e com ameaуas plausьveis incidindo sobre a populaусo da espжcie que podem aumentar sua categoria de ameaуa em um futuro prзximo, a espжcie foi considerada Vulnerрvel (VU).","2012-08-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20parvifolia","AmazЗnia"],
    [3017,"MYRISTICACEAE","Virola surinamensis","(Rol. ex Rottb.) Warb.","VU","A4cd","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Virola surinamensis (Rol. ex Rottb.) Warb., conhecida popularmente como mucuьra, ucuЩba (do baixio ou do igapз) e virola, ocorre amplamente distribuьda nos neotrзpicos, desde a Costa Rica atж o norte do Brasil, predominantemente em floretas alagadas (matas de igapз, matas de vрrzea, margem de rios e igarapжs), associadas aos domьnios fitogeogrрficos AmazЗnia, Caatinga e, possivelmente, Cerrado, no Brasil, a espжcie foi registrada majoritariamente nos estados inseridos dentro do contexto da bacia amazЗnica, com registros efetuados tambжm nos estados do Maranhсo, Piauь e Cearр. ╔ considerada uma рrvore de grande valor econЗmico, tanto para as industrias madeireiras e farmacЖuticas como para populaушes ribeirinhas e indьgenas, que utilizam os amplos recursos oferecidos por este tрxon para gerar produtos negociрveis e assim compor atж 50% de suas rendas a partir de sua comercializaусo. Mesmo sendo muito abundante ao longo de sua distribuiусo (especialmente na bacia do Rio Negro), a exploraусo exagerada em 5 anos resultou em reduушes populacionais de atж 90%, com algumas extinушes locais reportadas (Piыa-Rodrigues, 2000). O tempo de geraусo de V. surinamensis foi estimado em cerca de 30 anos, com seus indivьduos atingindo a maturidade aos 6 (em cultivo), dados recentemente trabalhados apontam para uma retirada anual de cerca de 10.044 indivьduos (com atж 9 m de altura e DAP = 25 cm) (CNCFlora, 2012). Mesmo ocorrendo em unidades de conservaусo, com grande abundРncia de indivьduos verificada e possuindo legislaусo especьfica que regulamenta seu uso em alguns estados de ocorrЖncia, extinушes locais foram registradas para este tрxon e a atividade de madeireiras, legais e ilegais, continuam sendo empreendidas. Com base nesses dados, suspeita-se que as subpopulaушes de Virola bicuhyba tenham sofrido reduусo maior que 30% nas Щltimas 3 geraушes (90 anos), e as causas dessas reduусo (reduусo na qualidade do habitat e altos nьveis de exploraусo) nсo cessaram e nсo sсo reversьveis. Por esse motivos, a espжcie foi considerada Vulnerрvel (VU) em relaусo ao seu risco de extinусo.     ","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola%20surinamensis","AmazЗnia, Caatinga"],
    [3018,"MYRSINACEAE","Anagallis alternifolia","Cav.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anagallis alternifolia caracteriza-se por ervas estolonьferas ou eretas, terrьcolas e apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila. Ocorre em Mata AtlРntica e, possivelmente, Cerrado, dos Estados de Sсo Paulo e Minas Gerais, onde se desenvolve prзximo a cachoeiras e riachos. Apresenta AOO de 12 km▓, e encontra-se sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: expansсo urbana desordenada, especulaусo imobiliрria e atividades agropecuрrias. A espжcie tem distribuiусo restrita, o Щltimo registro foi realizado no municьpio de Cunha (SP), no ano de 1996. Seus municьpios de ocorrЖncia encontram-se severamente fragmentados. Por exemplo, Caldas (MG) tem apenas 6,7% de cobertura original remanescente e Cunha (SP) apenas 15,3%. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia da espжcie na natureza, bem como novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anagallis%20alternifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3019,"MYRSINACEAE","Anagallis barbata","(P.Taylor) Kupicha","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Anagallis barbata caracteriza-se por ervas estolonьferas, terrьcolas. EndЖmica do Estado de Sсo Paulo, ж conhecida apenas no municьpio de Apiaь. ╔ restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde se desenvolve em Floresta Ombrзfila Mista e Floresta de Araucрria. Apresenta AOO de 12 km▓, e encontra-se sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: expansсo urbana desordenada, especulaусo imobiliрria e implementaусo de atividades agropecuрrias. Dispшe de escassos registros em coleушes cientьficas. Ocorre em uma regiсo ainda nсo intensamente fragmentada, tendo em vista que o municьpio de Apiaь ainda tem 41% de remanescentes originais de Mata AtlРntica. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia da espжcie na natureza, bem como, novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anagallis%20barbata","Mata AtlРntica"],
    [3020,"MYRSINACEAE","Cybianthus densicomus","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Cybianthusdensicomus caracteriza-sepor arbustos, raramente arvoretas, terrьcolas, e apresenta sьndrome dedispersсo zoocзrica. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Cerrado e MataAtlРntica, neste Щltimo em Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta EOO de863.906,65 km▓ e ж amplamente distribuьda. Protegida por unidades de conservaусo (SNUC), como o Parque Nacional daChapada dos Veadeiros (GO), Parque Estadual da Serra do Mar, Parque Estadual Xixovр-Japuь,Estaусo Ecolзgica da Paranapanema e Estaусo Ecolзgica de Itapeva (SP). Devido asua ampla distribuiусo, nсo hр ameaуa direta que a coloque em alguma categoriade ameaуa.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cybianthus%20densicomus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3021,"MYRSINACEAE","Myrsine congesta","(Sw.) Pipoly","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myrsine congesta caracteriza-se por subarbustos a arbustos, terrьcolas. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia. Encontrada em afloramentos rochosos, apresenta AOO de 52 km▓, e encontra-se sob quatro situaушes de ameaуa: expansсo urbana, agricultura, mineraусo e expansсo industrial. A espжcie estр protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, Parque Estadual do Ibitipoca (MG) e Parque Estadual do Desengano (RJ). Ocorre em regiсo com um processo histзrico de fragmentaусo e reduусo da cobertura original de Mata AtlРntica. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia da espжcie na natureza, bem como, novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20congesta","Mata AtlРntica"],
    [3022,"MYRSINACEAE","Myrsine glazioviana","Warm.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myrsine glazioviana caracteriza-se por arbustos de 3 a 4 m de altura. EndЖmica do Brasil, ж restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde se desenvolve em Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, em afloramentos rochosos. Apresenta AOO de 32 km▓, e seus hрbitats de ocorrЖncia encontram-se severamente fragmentados. A espжcie estр protegida pelo Parque Estadual do Ibitipoca (MG), Parque Estadual Serra do Papagaio (MG) e Parque Nacional da Serra dos Мrgсos (RJ), onde se encontra sob ameaуa de atividades turьsticas. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia da espжcie na natureza, bem como, novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20glazioviana","Mata AtlРntica"],
    [3023,"MYRSINACEAE","Myrsine villosissima","A.DC.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myrsinevillosissima caracteriza-se por arbustos ou arvoretas, rupьcolas. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sсo Paulo e, possivelmente, Espьrito Santo. ╔ restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde se desenvolve em Floresta Ombrзfila Densa, em afloramentos rochosos. Apresenta AOO de 68 km▓, e encontra-se sob quatro situaушes de ameaуa: expansсo urbana, agricultura, pecuрria e queimadas. A espжcie estр protegida pelo Parque Nacional do Itatiaia, Parque Estadual do Desengano (RJ), Parque Estadual da Serra do Mar, Parque Estadual da Serra da Bocaina (SP) e Parque Estadual do Itacolomi (MG). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia da espжcie, bem como, novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrsine%20villosissima","Mata AtlРntica"],
    [3024,"MYRTACEAE","Accara elegans","(DC.) Landrum","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A. elegans ж uma espжcie basal dentro da famьlia Myrtaceae e que possui uma distribuiусo restrita (EOO = 4.707,81 km▓). Ocorre principalmente na Serra do Caraуa e na Serra do Cipз, no estado de Minas Gerais, onde podemos identificar de duas a cinco situaушes de ameaуa. A maior ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie ж a mineraусo na Serra do Caraуa, o que configura tambжm perda da рrea de ocupaусo e da qualidade do habitat. Dessa maneira a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Accara%20elegans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3025,"MYRTACEAE","Blepharocalyx salicifolius","(Kunth) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  2.897.704,710 km▓) encontrada em diferentes domьnios fitogeogrрficos brasileiros e diferentes formaушes vegetacionais. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Blepharocalyx%20salicifolius","Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [3026,"MYRTACEAE","Calycolpus legrandii","Mattos","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espжcie ж encontrada nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas, possuindo uma distribuiусo relativamente restrita (EOO = 14.155,89 km▓) e ocorrendo em Restingas. Esse tipo de formaусo vem diminuindo de рrea devido Я ocupaусo humana, de maneira que o nЩmero de Unidades de Conservaусo (duas) ж insuficiente para proteger as subpopulaушes da espжcie. Alжm disso, suspeita-se que as subpopulaушes de Alagoas sejam isoladas das subpopulaушes mais ao sul, indicando que a populaусo de C. legrandii ж severamente fragmentada. Dessa maneira, essa espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU) Я extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calycolpus%20legrandii","Mata AtlРntica"],
    [3027,"MYRTACEAE","Calyptranthes concinna","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   1.538.752,83 km▓) encontrada em diferentes fisionomias florestais da Mata AtlРntica. Ocorre em pelomenos seis unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional, sendo considerada uma espжcie comum. Dessa maneira a espжcie ж classificada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20concinna","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3028,"MYRTACEAE","Calyptranthes dryadica","M.L.Kawas.","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. dryadica ж uma espжcie endЖmica da Reserva Ecolзgica Jurжia-Itatins, Sсo Paulo. Apesar de protegida pela Unidade de Conservaусo, a espжcie nсo foi coletada nos Щltimos 17 anos e nсo ж possьvel saber o estado atual de conservaусo da populaусo. Sabe-se que a Reserva ж bastante visitada por turistas. Entretanto, nсo ж possьvel estimar o impacto do turismo na populaусo de C. dryadica. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como deficiente de dados (DD) para colocр-la em uma categoria de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20dryadica","Mata AtlРntica"],
    [3029,"MYRTACEAE","Calyptranthes fusiformis","M.L.Kawas.","VU","B1b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa ж uma espжcie de distribuiусo restrita (EOO = 10.161,07 km▓) encontrada em Florestas Ombrзfilas Densas dos estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Nesses estados, esse tipo de formaусo sofreu forte desmatamento, o que suspeita-se ter diminuьdo a рrea do habitat da espжcie. Da mesma forma, C. fusiformis ocorre em apenas uma unidade de conservaусo, Estaусo Ecolзgica de Boracжia (SP). Podemos considerar de quatro a oito situaушes de ameaуa Я espжcie. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20fusiformis","Mata AtlРntica"],
    [3030,"MYRTACEAE","Calyptranthes hatschbachii","D.Legrand","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea, encontrada prзxima Я cidade de Curitiba, Paranр. Alжm de nсo haver registro da espжcie para unidade de conservaусo, a espжcie nсo ж coletada hр mais de 20 anos. Sua EOO ж 565,27 km▓ e a espжcie possui de uma a quatro situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж o fato da espжcie estar localizada prзxima a uma capital do paьs, рrea que sofreu grande perda de habitat. Dessa maneira a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [3031,"MYRTACEAE","Calyptranthes pereireana","Mattos & D.Legrand","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. pereireana ж uma espжcie que foi somente coletada nas matas do Horto Florestal (RJ). Apesar de protegida, a espжcienсo foi coletada hр quase 40 anos e nсo ж possьvel saber o estado atual deconservaусo da populaусo. Sabe-se que a рrea do Horto ж bastante visitada porturistas. Entretanto, nсo ж possьvel estimar o impacto do turismo na populaусode C. pereireana. Alжm disso, a espжcie sofre de incerteza taxonЗmica, uma vez que ela estр sendo transferida para o gЖnero Neomitranthes. Dessa maneira, a espжcie ж considerada comodeficiente de dados (DD) para colocр-la em uma categoria de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20pereireana","Mata AtlРntica"],
    [3032,"MYRTACEAE","Calyptranthes pileata","D.Legrand","VU","C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. pileata ж uma espжcie arbзrea encontrada em Mata AtlРntica e Pampa. ╔ considerada uma espжcie rara, com cerca de 1 indivьduo por hectare (0,01 Km▓). Considerando a рrea de ocorrЖncia (AOO = 76 Km▓), estima-se que haja cerca de 4.000 indivьduos maduros no total. Como a maioria das subpopulaушes em рreas com forte pressсo antrзpica, suspeita-se que haja um declьnio populacional de pelo menos 10% nos prзximos 30 anos (considerando tempo de geraусo de 10 anos para espжcie arbзrea). Alжm disso, considerando a raridade da espжcie, ж possьvel supor que em cada subpopulaусo nсo haja mais do que 1.000 indivьduos maduros.  Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20pileata","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3033,"MYRTACEAE","Calyptranthes restingae","Sobral","VU","B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ocorrer em dois estados, as subpopulaушes localizadas no estado de Sergipe encontram-se bastantes distantes das subpopulaушes da Bahia. Isso confere nсo apenas uma ampla EOO (7.917,45 km▓), mas tambжm hр a suspeita de que a populaусo ж severamente fragmentada. Alжm disso, a espжcie ocorre apenas em Restinga, vegetaусo que sofre grande impacto antrзpico. A espжcie foi coletada prзxima a estradas, que podem impactar de maneira negativa a subpopulaусo. Somado a isso, o зleo essencial dessa espжcie possui propriedades medicinais. Caso haja extrativismo predatзrio de C. restingae, a espжcie pode sofrer tambжm declьnio populacional. Esse declьnio pode afetar indivьduos maduros, tornando difьcil a reproduусo e, portanto, a recuperaусo populacional da espжcie. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20restingae","Mata AtlРntica"],
    [3034,"MYRTACEAE","Calyptranthes rubella","(O.Berg) D.Legrand","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. rubella жuma espжcie arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila Densa AtlРntica e Restinga, nos Estados de Sсo Paulo a Rio Grande do Sul e possuindo uma extensсo deocorrЖncia de 30.115,480 km▓. No litoral de Santa Catarina, a Restinga vem sendo suprimida pela expansсo urbana e pela invasсo de espжcies exзticas. ╔ umaespжcie com menos de 10 situaушes de ameaуa, e ocorre em apenas trЖs unidades de conservaусo (SNUC). A espжcie poderia serconsiderada como ameaуada de extinусo. Entretanto, devido Я sua extensсo deocorrЖncia ser um pouco maior do que 20.000 km▓ nсo ж possьvel considerр-la comoameaуada. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como quase ameaуada deextinусo (NT). Se medidas de conservaусo nсo forem tomadas para a recuperaусode habitat na regiсo, a espжcie poderр ser consideradacomo ameaуada de extinусo futuramente.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calyptranthes%20rubella","Mata AtlРntica"],
    [3035,"MYRTACEAE","Campomanesia aromatica","(Aubl.) Griseb.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  1.136.107,13  km▓) encontrada em Estados da regiсo Nordeste e Norte do Brasil. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ocorrer em рreas em que houve intensa perda de habitat, a espжcie ж relativamente abundante em alguns locais. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20aromatica","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3036,"MYRTACEAE","Campomanesia espiritosantensis","Landrum","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Campomanesia espiritosantensis, como o epьteto especьfico sugere, ж endЖmica do estado do Espьrito Santo. Foi coletada em apenas uma localidade, na Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce (AOO = 4 Km▓). Apesar de ser uma reserva, a regiсo de ocorrЖncia da espжcie ж ocupada por plantaушes de cacau. Nesse sistema de cultivo, espжcies de estрdios sucessionais avanуados, como C. espiritosantensis, possuem declьnio populacional em favorecimento a espжcies de estрdios iniciais de sucessсo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Criticamente (CR) ameaуada de extinусo. Entretanto, caso  trЖs novos registros de ocorrЖncia da espжcie para o Espьrito Santo sejam confirmados, a espжcie poderia ser considerada como em perigo ou vulnerрvel de extinусo. Dessa maneira, novos estudos devem ser feitos para se verificar essas novas ocorrЖncias para a espжcie o estado atual de conservaусo para cada subpopulaусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20espiritosantensis","Mata AtlРntica"],
    [3037,"MYRTACEAE","Campomanesia eugenioides","(Cambess.) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil (EOO =   3.048.827 km▓ ) encontrada em trЖs biomas: Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservaусo. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20eugenioides","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3038,"MYRTACEAE","Campomanesia hirsuta","Gardner","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. hirsuta ж uma espжcie considerada rara na Mata AtlРntica, sendo encontrada nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Possui AOO de 40 Km▓ e suspeita-se que sua populaусo encontra-se severamente fragmentada. Isso porque ж uma espжcie polinizada e dispersa por animais, que supostamente nсo migrariam longas distРncias em locais severamente alterados pela aусo humana. Alжm disso, hр registro de declьnio de рrea e de qualidade do habitat devido Я expansсo urbana. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20hirsuta","Mata AtlРntica"],
    [3039,"MYRTACEAE","Campomanesia laurifolia","Gardner","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  515.854,48 km▓ ) encontrada em Mata AtlРntica. Apesar de haver registro de ameуa Я espжcie no sul da Bahia e no Rio de Janeiro, C. laurifolia ocorre em pelomenos onze unidades de conservaусo. Os poucos estudos mostram que a densidade populacional ж localmente baixa, mas o tamanho populacional estimado ж maior do que 10000 indivьduos. Alжm disso, nсo hр evidЖncia direta de declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20laurifolia","Mata AtlРntica"],
    [3040,"MYRTACEAE","Campomanesia lundiana","(Kiaersk.) Mattos","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. lundiana ж conhecida apenas pelo material tipo, coletado em 1825 no Estado do Rio de Janeiro por Lund e uma coleta mais recente feita em 1952 (RB 79096). Infelizmente os coletores nсo especificaram os municьpios ou locais de coleta, o que permitiria a realizaусo de expediушes para se verificar se a espжcie ainda ocorre na natureza. O Rio de Janeiro ж um Estado que possui apenas 18,38% de sua vegetaусo nativa em 2010 (dados fornecidos pelo SOS Mata AtlРntica), de maneira que a espжcie pode ter sofrido com essa perda de habitat e poderia estar extinta. Novos estudos devem ser realizados para se verificar se ainda hр espжcimes vivos de C. lundiana nas matas fluminenses.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20lundiana","Mata AtlРntica"],
    [3041,"MYRTACEAE","Campomanesia macrobracteolata","Landrum","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. macrobracteolata ж uma espжcie endЖmica do estado do Espьrito Santo, sendo encontrada em diferentes fisionomias do domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Possui uma extensсo de ocorrЖncia relativamente pequena (EOO = 9.322,70 km▓ ) e atж nove situaушes de ameaуa, sugeridas pelo nЩmero de subpopulaушes. Uma das ameaуas ж o cultivo de cacau na regiсo do Rio Doce, que altera a estrutura da floresta e favorece espжcies de estрdios iniciais de sucessсo ecolзgica. Alжm disso, hр registro de ocorrЖncia da espжcie apenas para uma unidade de conservaусo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20macrobracteolata","Mata AtlРntica"],
    [3042,"MYRTACEAE","Campomanesia neriiflora","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  145.606,86  km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Estacional na Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em uma regiсo com forte pressсo antrзpica, ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC).  Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20neriiflora","Mata AtlРntica"],
    [3043,"MYRTACEAE","Campomanesia phaea","(O.Berg) Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O cambuci ж uma espжcie amplamente distribuьda, encontrada em Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecьdua dos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espьrito Santo. Apesar de ter os frutos bastante apreciados como alimento, nсo hр registro de que a coleta do fruto leve ao declьnio populacional da espжcie. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20phaea","Mata AtlРntica"],
    [3044,"MYRTACEAE","Campomanesia prosthecesepala","Kiaersk.","EN","A1c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. prosthecesepala ж uma espжcie arbustiva com apenas quatro coletas, trЖs delas feitas no estado de Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro. Possui AOO menor do que 500 Km▓ e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de habitat de no mьnimo 67% nos municьpios em que a espжcie foi coletada (SOS Mata AtlРntica/INPE, 2011). Supшe-se, portanto que houve uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 15 anos (considerando o tempo de geraусo como de 5 anos). Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20prosthecesepala","Mata AtlРntica"],
    [3045,"MYRTACEAE","Campomanesia pubescens","(DC.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  1.652.695 km▓ ) encontrada principalmente em Cerrado. Possui muitas coletas, inclusive em рreas perturbadas como beira de estrada. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20pubescens","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3046,"MYRTACEAE","Campomanesia reitziana","D.Legrand","VU","C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. reitziana ж uma espжcie arbзrea de distribuiусo restrita aos estados de Santa Catarina e Paranр, sendo encontrada apenas em Florestas Ombrзfilas. Possui uma baixa densidade populacional, uma vez que, baseando-se em dados fitossociolзgicos, estima-se que existam cerca de 5.000 indivьduos na natureza. Devido Я baixa densidade populacional, suspeita-se tambжm que o nЩmero de indivьduos maduros em cada subpopulaусo nсo seja maior do que 1.000. Como ocorre em uma regiсo que sofreu forte pressсo antrзpica, com perda de habitat para atividades agrьcolas e mineraусo, estima-se que houve um declьnio populacional de pelo menos 10% nos Щltimos 30 anos (considerando tempo de geraусo como 10 anos para espжcie arbзrea). Dessa maneira, C. reitziana  ж considerada como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20reitziana","Mata AtlРntica"],
    [3047,"MYRTACEAE","Campomanesia rufa","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. rufa ж uma espжcie arbustiva-arbзrea encontrada em Mata AtlРntica e Cerrado do Estado de Minas Gerais. Possui diversos registros de coleta, alguns bastante recentes. Apesar de ocorrer em рrea de intensa atividade de mineraусo, sua presenуa em outros locais indica que a espжcie ж menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20rufa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3048,"MYRTACEAE","Campomanesia schlechtendaliana","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A gabiroba-verde ж uma espжcie encontrada em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica, da Bahia ao Paranр. ?Apesar de ser considerada uma espжcie rara na Mata AtlРntica, estima-se que haja cerca de 16000 indivьduos na natureza, valor acima do usado para acessar as categorias de risco de extinусo. Dessa maneira, a gabiroba-verde ж considerada como pouco preocupante quanto ao risco de extinусo (LC).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20schlechtendaliana","Mata AtlРntica"],
    [3049,"MYRTACEAE","Campomanesia sessiliflora","(O.Berg) Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  1.187.196,44 km▓) encontrada em trЖs domьnios fitogeogrрficos brasileiros: Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado. Ocorre em pelomenos quatro unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20sessiliflora","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3050,"MYRTACEAE","Campomanesia viatoris","Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","C. viatoris ж uma espжcie amplamente distribuьda (EOO =  384.263,79 km▓) na regiсo Nordeste, encontrada em Mata AtlРntica e na Caatinga. Possui diversos registros de coletas, alguns bem recentes e nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia direta dedeclьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20viatoris","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3051,"MYRTACEAE","Campomanesia xanthocarpa","(Mart.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A guavirova ж uma espжcie amplamente distribuьda na Mata AtlРntica e Cerrado, sendo encontrada em diferentes fitofisionomias. Possui diversas coletas, vрrias em unidades de conservaусo (SNUC) e ж considerada uma espжcie comum na Mata AtlРntica. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-07-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campomanesia%20xanthocarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3052,"MYRTACEAE","Eugenia angustissima","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  1.284.505,900 km▓ ) encontrada em diferentes fisionomias de Cerrado. ╔ relativamente abundante em pelo menos uma localidade na estaусo chuvosa, protegida por unidade de conservaусo (SNUC), o Parque Nacional das Emas, no Estado de Goiрs. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20angustissima","Caatinga, Cerrado"],
    [3053,"MYRTACEAE","Eugenia anomala","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. anomala ж uma e?spжcie amplamente distribuьda (EOO =  712.186,490  km▓) encontrada em formaушes campestres de Cerrado, Mata AtlРntica e Campos Sulinos. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20anomala","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3054,"MYRTACEAE","Eugenia arenosa","Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=495.456,77 km▓), coletada principalmente nos Estados do Paranр, mas com subpopulaушes disjuntas no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Encontrada em pelomenos trЖs unidades de conservaусo (SNUC) e nсo hр evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira E. arenosa  ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20arenosa","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [3055,"MYRTACEAE","Eugenia aurata","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. aurata ж amplamente distribuьda (EOO =   3.180.444,58 km▓) encontrada em todas as regiшes e em todos os domьnios fitogeogrрficos brasileiros, com exceусo dos Pampas. Nсo hр  evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20aurata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3056,"MYRTACEAE","Eugenia bahiensis","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   304.053,740 km▓ ) encontrada em рreas de Restinga e Florestal Ombrзfila Densa AtlРntica. Apesar de ter sofrido intensa perturbaусo, essa espжcie ocorre em pelo menos 10 unidades de conservaусo (SNUC).  Nсo hр registro de declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira E. bahiensis ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bahiensis","Mata AtlРntica"],
    [3057,"MYRTACEAE","Eugenia blanda","Sobral","EN","B1ab(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. blanda ж uma espжcie de distribuiусo restrita (EOO = 528,43 km▓) encontrada apenas nos Cerrados e Campos Rupestres de Grсo Mogol (MG). Podemos identificar de duas a quatro situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas Я espжcie ж a pecuрria, caracterizando como perda contьnua de habitat. Entretanto, nсo hр registro de unidade de conservaусo na рrea, o que poderia minimizar as ameуas Я espжcie.Dessa maneira E. blanda ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20blanda","Cerrado"],
    [3058,"MYRTACEAE","Eugenia bocainensis","Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  99.862,960  km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa  na Mata AtlРntica. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de declьnio populacional, apesar da espжcie ocorrer em рrea de intensa atividade antrзpica. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bocainensis","Mata AtlРntica"],
    [3059,"MYRTACEAE","Eugenia brasiliensis","Lam.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   1.210.649,930  km▓) encontrada em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica, desde o Estado de Santa Catarina Я Bahia. Apesar da espжcie ocorrer em рreas onde houve intensa pressсo antrзpica, ela ж considerada comum no domьnio. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3060,"MYRTACEAE","Eugenia brevistyla","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Encontrada desde o Estado de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica. Possui diversos registros de coleta, alguns bastante recentes e outros em unidades de conservaусo (SNUC).  Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto, a espжcie ocorre em рreas com forte pressсo antrзpica e novos estudos devem ser feitos de maneira a se verificar o estado de conservaусo de subpopulaушes ameaуadas.","2012-05-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brevistyla","Mata AtlРntica"],
    [3061,"MYRTACEAE","Eugenia brunoi","Mattos","EN","B1ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. brunoi possui distribuiусo restrita (EOO = 725,24 km▓), ocorrendo em Floresta Ombrзfila Densa. Estр sujeita a cerca de trЖs situaушes de ameaуa, sendo uma delas a perda de habitat. Por exemplo, o municьpio de Antonina (PR) perdeu 5,5% de vegetaусo nativa entre 2008 e 2010 (SOS Mata AtlРntica), caracterizando perda de habitat que pode ser considerado contьnua caso nenhuma medida de conservaусo seja tomada no municьpio. Por outro lado, a espжcie ocorre em pelo menos uma unidade de conservaусo: Reserva Ecolзgica de Jurжia (SP). Dessa maneira, E. brunoi ж considerada como uma espжcie Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20brunoi","Mata AtlРntica"],
    [3062,"MYRTACEAE","Eugenia bunchosiifolia","Nied.","VU","D1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espжcie ocorre em рreas de Floresta Ombrзfila Densa na Mata AtlРntica, рrea de intensa pressсo antrзpica, como queimadas e atividades agrьcolas. Alжm disso, um estudo mostra que a espжcie possui baixa densidade em uma das localidades, com apenas 0,015 indivьduos por Km▓. Estimativas de tamanho populacional sugerem que hр apenas cerca de 743,8 indivьduos adultos na populaусo como um todo. Dessa maneira a espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20bunchosiifolia","Mata AtlРntica"],
    [3063,"MYRTACEAE","Eugenia burkartiana","(D.Legrand) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ser uma espжcie rara localmente, ж amplamente distribuьda, sendo encontrada na regiсo Sul e em algumas localidades na regiсo Sudeste brasileira. Ocorre em Mata AtlРntica, em diversas fisionomias? e hр registros recentes de coleta para a espжcie. Dessa maneira, E. burkartiana ж considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20burkartiana","Mata AtlРntica"],
    [3064,"MYRTACEAE","Eugenia cerasiflora","Miq.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. cerasiflora ж amplamente distribuьda (EOO =   804.344,730  km▓), encontrada em trЖs biomas: Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado. Encontrada em pelomenos seis unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20cerasiflora","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3065,"MYRTACEAE","Eugenia cereja","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  244.586,150 km▓) encontrada em рreas de Floresta ┌mida na Mata AtlРntica. Encontrada em pelomenos cinco unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ser encontrada em locais com alta pressсo antrзpica, nсo hр evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20cereja","Mata AtlРntica"],
    [3066,"MYRTACEAE","Eugenia copacabanensis","Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   572.575,59  km▓) encontrada em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica. Encontrada em pelomenos oito unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр  evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. E. copacabanensis pode ser utilizada para restauraусo de рreas de Restinga. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20copacabanensis","Mata AtlРntica"],
    [3067,"MYRTACEAE","Eugenia dimorpha","O.Berg","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. dimorpha жuma espжcie herbрcea considerada endЖmica do Estado do Rio Grande do Sul e possuindo uma extensсo deocorrЖncia de 170.556,74 km▓. Encontrada em Floresta Ombrзfila Densa e em Campos Sulinos, domьnio que sofregrande perda de habitat e invasсo de espжcies exзticas.  Possui entre oito a 10 situaушes de ameaуa. A ocorrЖncia da espжcie para o Estado do Paranр precisa ser melhor investigada. A espжcie poderia serconsiderada como ameaуada de extinусo, entretanto, devido Я sua EOO, nсo ж possьvel considerр-la comoameaуada. A espжcie ж considerada como quase ameaуada deextinусo (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20dimorpha","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3068,"MYRTACEAE","Eugenia disperma","Vell.","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. disperma ж uma espжcie de distribuiусo restrita (EOO = 6.901,18 km▓) encontrada em Floresta Ombrзfila Densa e em Restingas do Rio de Janeiro e de Sсo Paulo. Apesar de haver registrode ocorrЖncia para a espжcie em unidades de conservaусo, E. disperma ocorre em рreas com intensa pressсo antrзpica. Essa intensa pressсo antrзpica pode vir a configurar umadiminuiусo na qualidade do habitat. Essa espжcie estр sujeita a atж cinco situaушes de ameaуa e sua populaусo pode ser considerada severamente fragmentada devido Я subpopulaусo encontrada em Sсo Paulo. Dessamaneira a espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU).","2012-03-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20disperma","Mata AtlРntica"],
    [3069,"MYRTACEAE","Eugenia excelsa","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. excelsa ж amplamente distribuьda (EOO=4.395.729,5 km▓) e encontrada de maneira disjunta na Mata AtlРntica e na AmazЗnia. Ocorre em pelomenos 15 unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de situaусo de ameaуa paraa espжcie ou evidЖncia direta de declьnio populacional. ╔ considerada uma espжcie comum na Mata AtlРntica. Dessa maneira E. excelsa  ж considerada como menos preocupante (LC) emrelaусo ao risco de extinусo. Entretanto futuros trabalhos devem confirmar se as subpopulaушes da Mata AtlРntica e da AmazЗnia podem ser consideradas disjuntas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20excelsa","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3070,"MYRTACEAE","Eugenia florida","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   8.294.307,46  km▓) bastante coletada e encontrada praticamente em todo o territзrio brasileiro. ╔ uma espжcie comum na Mata AtlРntica. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20florida","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3071,"MYRTACEAE","Eugenia gracillima","Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada do Nordeste ao Sul do Brasil, em рreas de Caatinga e Mata AtlРntica. Possui diversos registros de coleta e nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia direta dedeclьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20gracillima","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [3072,"MYRTACEAE","Eugenia hamiltonii","(Mattos) Mattos","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   99.382,275  km▓) encontrada em рreas de Cerrado sensu stricto e formaушes Campestres. Encontrada em pelomenos trЖs unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC). Futuros trabalhos devem confirmar a disjunусo das subpopulaушes no Rio Grande do Sul.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hamiltonii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3073,"MYRTACEAE","Eugenia hermesiana","Mattos","CR","B1ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. hermesiana ж uma espжcie endЖmica do estado de Sсo Paulo, coletada apenas na regiсo do municьpio de Salesзpolis. Possui uma distribuiусo bastante restrita (EOO = 81,16 km▓) e apenas uma situaусo de ameaуa: apesar de ser encontrada em uma unidade de conservaусo (Estaусo Biolзgica de Boracжia), a regiсo sofreu grande perda de habitat. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Criticamente (CR) ameaуada de extinусo. Alжm disso, a espжcie nсo ж coletada hр mais de 20 anos e, portanto, novos estudos devem ser feitos para ver se a espжcie ainda ocorre na regiсo e o estado atual de conservaусo da sua populaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hermesiana","Mata AtlРntica"],
    [3074,"MYRTACEAE","Eugenia hiemalis","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  3.696.330,21 km▓) e bastante coletada. Encontrada praticamente em todos os domьnios fitogeogrрficos do Brasil. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20hiemalis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [3075,"MYRTACEAE","Eugenia imaruiensis","D.Legrand","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. imaruiensis ж uma espжcie arbзrea com apenas trЖs registros de coleta e, consequentemente trЖs subpopulaушes e situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, que ж cerca de 70% no municьpio em que foi feita a coleta tipo da espжcie, municьpio de Imaruь (SC). Baseando-se na perda de habitat, supшe-se que houve declьnio populacional maior do que 50% para E. imaruiensis. Alжm disso, a extensсo de ocorrЖncia ж restrita (EOO = 565,64 km▓ ), de maneira que a espжcie pode ser considerada como Em Perigo (EN) de extinусo. A espжcie pode ser considerada rara ou atж mesmo extinta, uma vez que a Щltima coleta foi feita hр 25 anos.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20imaruiensis","Mata AtlРntica"],
    [3076,"MYRTACEAE","Eugenia itacarensis","Mattos","EN","A2c,B1ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. itacarensis ж uma espжcie endЖmica do estado da Bahia, encontrada em Floresta Ombrзfila Densa prзxima ao litoral. Possui uma extensсo de ocorrЖncia bastante reduzida (EOO = 4.197,82 Km▓) e de trЖs a quatro situaушes de ameaуa. Apesar de ocorrer em duas unidades de conservaусo, a regiсo em que foi coletada sofreu grande perda de habitat e suspeita-se que houve reduусo maior do 50% na рrea de ocupaусo da espжcie nos Щltimos 30 anos. Dessa maneira, E. itacarensis  ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo. As coletas da espжcie ocorreram hр mais de 20 anos e novos estudos devem ser feitos para se verificar se a espжcie ainda ocorre na regiсo e o estado atual de conservaусo de sua populaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20itacarensis","Mata AtlРntica"],
    [3077,"MYRTACEAE","Eugenia joenssonii","Kausel","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie de Myrtaceae encontrada apenas nos estados de Santa Catarina e Paranр, possuindo uma extensсo de ocorrЖncia bastante reduzida (EOO =  14.033,66 Km▓). Estр sujeita a atж dez situaушes de ameaуa. ╔ encontrada em apenas uma unidade de conservaусo,  Reserva Biolзgica de Sapindatuva, que sofre com corte seletivo de madeira e extraусo de madeira, configurando declьnio na qualidade do habitat. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20joenssonii","Mata AtlРntica"],
    [3078,"MYRTACEAE","Eugenia klotzschiana","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  545.361,88  km▓) encontrada principalmente em рreas de Cerrado. Possui crescimento clonal, formando grandes touceiras. Ocorre em pelo menos seis unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia diretade declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Possui potencial uso como frutьfera, uma vez que seus frutos sсo comestьveis.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20klotzschiana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3079,"MYRTACEAE","Eugenia leonorae","Mattos","EN","A4c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. leonorae ж um espжcie arbustiva-arbзrea encontrada no estado do Rio de Janeiro, em Floresta Ombrзfila Densa e Restinga. Possui uma extensсo de ocorrЖncia relativamente pequena (EOO = 944,65  Km▓) e atж cinco situaушes de ameaуa. Os locais em que a espжcie foi coletada sofreram grande perda de habitat. Por exemplo, os municьpios de Cabo Frio e Sсo Pedro d'Aldeia perderam mais de 90% da vegetaусo. Portanto, suspeita-se que houve mais do que 50% de perda de рrea de ocupaусo da espжcie nos Щltimos 30 anos. Como a espжcie ocorre fora de unidade de conservaусo, suspeita-se que esse declьnio de habitat deve continuar no futuro. Dessa maneira, a espжcie ж considerada Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20leonorae","Mata AtlРntica"],
    [3080,"MYRTACEAE","Eugenia macrobracteolata","Mattos","EN","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada no litoral dos estados do Rio de Janeiro e Paranр, e possivelmente ocorre no Espьrito Santo e Sсo Paulo com poucos registros de ocorrЖncia. Esse fato pode evidenciar que a espжcie seja rara. Os poucos registros indicam uma pequena AOO (menor do que 500 Km▓) e atж cinco situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, maior do que 60% em alguns locais, de maneira que se suspeita de uma reduусo populacional maior do que 50% no passado. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20macrobracteolata","Mata AtlРntica"],
    [3081,"MYRTACEAE","Eugenia malacantha","D.Legrand","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espжcie ж encontrada em Floresta Ombrзfila nos estados do Paranр e Santa Catarina. A Mata AtlРntica nesses estados sofreu desmatamento de mais de 75%, no qual se suspeita que houve perda de рrea de ocupaусo da espжcie maior do que 50%. Das subpopulaушes existentes, apenas trЖs ocorrem em unidades de conservaусo, estando as demais sujeitas Я perda de habitat no futuro. Alжm disso hр a perda de qualidade de habitat, com o alto nьvel de perturbaусo antrзpica onde a espжcie ocorre, como mineraусo e atividade agropecuрria. Dessa maneira, E. malacantha ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20malacantha","Mata AtlРntica"],
    [3082,"MYRTACEAE","Eugenia mattosii","D.Legrand","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie arbustiva encontrada em Floresta Ombrзfila Densa nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com poucos registros de ocorrЖncia. Esse fato pode evidenciar que a espжcie seja rara. Os poucos registros indicam uma pequena AOO (menor do que 500 Km▓) e atж cinco situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, maior do que 35% em alguns locais. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20mattosii","Mata AtlРntica"],
    [3083,"MYRTACEAE","Eugenia myrciariifolia","Soares-Silva & Sobral","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada em Floresta Estacional Semidecьdua do estado do Paranр. A Mata AtlРntica nesse estado sofreu desmatamento de cerca de 90%, no qual se suspeita que houve reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos. Das subpopulaушes existentes,apenas uma ocorre em unidades de Conservaусo, estando as demais sujeitas Яperda de habitat no futuro. Somado a isso, nсo hр coletas da espжcie hр mais de 15 anos, indicando que ela pode ser rara nas рrea em que ocorre. Dessa maneira, aespжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo. Novos estudos devem ser feitos para se verificar o estado atual de conservaусo das subpopulaушes de  E. myrciariifolia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20myrciariifolia","Mata AtlРntica"],
    [3084,"MYRTACEAE","Eugenia neosericea","Morais & Sobral","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustiva endЖmica da Serra do Caraуa (MG). Tem uma distribuiусo bastante reduzida(EOO=269,66 km▓, AOO=4 km▓) e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Apesar de ser encontrada em uma Reserva Particular do PatrimЗnio Natural, esse fato nсo garante que a espжcie nсo tenha sofrido reduусo populacional no passado, devido Я atividade de mineraусo na Serra do Caraуa. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20neosericea","Mata AtlРntica"],
    [3085,"MYRTACEAE","Eugenia neotristis","Sobral","EN","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. neotristis ж um espжciearbustiva-arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila e em Restingas dos estados do Paranр e Santa Catarina. Possui uma extensсo de ocorrЖncia relativamente pequena (EOO= 731,56 Km▓) e estр sujeita a atж quatro situaушes de ameaуa. Oslocais em que a espжcie foi coletada sofreram grande perda de habitat, como o municьpio de Itajaь, que perdeu 72% de Mata AtlРntica atж 2010 e as restingas de Santa Catarina, altamente ameaуadas pela especulaусo imobiliрria. Dessa forma, suspeita-se que houve declьnio populacional de mais de 50% nos Щltimos 30 anos. Como apenas uma subpopulaусo ocorre em unidade de conservaусo, suspeita-se queesse declьnio de habitat deve continuar nofuturo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20neotristis","Mata AtlРntica"],
    [3086,"MYRTACEAE","Eugenia nutans","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  232.170,55 km▓) encontrada em diferentes fisionomias de Mata AtlРntica. Apesar de haver registro de ameaуa Я espжcie, E. nutans ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto, um estudo indica que a espжcie pode ser rara localmente, o que poderia ser verificado em futuras pesquisas sobre a estrutura e a dinРmica da populaусo de E. nutans.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20nutans","Mata AtlРntica"],
    [3087,"MYRTACEAE","Eugenia oxyoentophylla","Kiaersk.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea endЖmica de Restingas e Florestas Secas do estado do Rio de Janeiro, locais que sofreram e sofrem intensa reduусo e qualidade de habitat. Possui uma distribuiусo restrita (EOO = 2.095,32  Km▓) e a espжcie nсo ж coletada hр mais de 15 anos, ressaltando sua raridade. Alжm disso, suas subpopulaушes sсo isoladas por cidades, o que supostamente torna a populaусo da espжcie severamente fragmentada, uma vez que o dispersor teria dificuldades em se deslocar entre as subpopulaушes. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20oxyoentophylla","Mata AtlРntica"],
    [3088,"MYRTACEAE","Eugenia pachyclada","D.Legrand","EN","A2bc","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. pachyclada ж uma espжcie arbustiva-arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila Densa dos estados de Santa Catarina e Paranр. A espжcie estр sujeita a atж quatro situaушes de ameaуa, sendo a principal ameaуa a perda de habitat. Como E. pachyclada nсo ж encontrada em nenhuma unidade de conservaусo, suspeita-se que a perda de habitat poderр continuar em um futuro prзximo. ╔ uma espжcie bastante rara, o que reflete em um baixo nЩmero de coletas da mesma e em apenas uma coleta recente. Dessa maneira, suspeita-se que nсo somente a reduусo populacional foi maior do que 50% nos Щltimos 30 anos, o que coloca E. pachyclada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pachyclada","Mata AtlРntica"],
    [3089,"MYRTACEAE","Eugenia peruibensis","Mattos","EN","B1b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. peruibensis  ж um espжcie arbзrea encontrada apenas em Floresta Ombrзfila no municьpio de Peruьbe, Sсo Paulo. Possui uma extensсo de ocorrЖncia relativamente pequena (EOO = 555,56 Km▓) e atж duas situaушes de ameaуa. ╔ encontrada na Estaусo Ecolзgica de Jurжia-Itatins, mas hр tambжm registro da espжcie fora da unidade de conservaусo. O municьpio de Peruьbe sofre grande perda de habitat e hoje restam apenas cerca de 30% de vegetaусo nativa. Como a espжcie ocorre fora de unidade de conservaусo, suspeita-se queesse declьnio de habitat deve continuar nofuturo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada Em Perigo (EN) de extinусo. A Щltima coleta foi feita hр mais de 15 anos e sсo necessрrios estudos para se verificar o estado atual de conservaусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20peruibensis","Mata AtlРntica"],
    [3090,"MYRTACEAE","Eugenia pisiformis","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  2.024.234,60 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Semidecьdua na Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em рreas com forte pressсo antrзpica, ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto a ocorrЖncia em Manaus deve ser re-avaliada, uma vez que ж uma localidade muito distante do restante das coletas.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pisiformis","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3091,"MYRTACEAE","Eugenia platysema","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Mista na Mata AtlРntica. Possui uma distribuiусo disjunta, com a maioria das subpopulaушes encontradas desde o Estado de Sсo Paulo atж Santa Catarina e com algumas subpopulaушes no Estado do Espьrito Santo. Apesar de ocorrer em рreas com intensa pressсo antrзpica, hр diversos registros de coleta para a espжcie, alguns bastante recentes. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20platysema","Mata AtlРntica"],
    [3092,"MYRTACEAE","Eugenia pluriflora","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  3.871.069  km▓) encontrada em diversos biomas e em diversas unidades de conservaусo (SNUC).  Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto, a ocorrЖncia e o estado de conservaусo da subpopulaусo no Estado de RondЗnia devem ser melhor estudados.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pluriflora","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga, AmazЗnia"],
    [3093,"MYRTACEAE","Eugenia prasina","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de ser pouco abundante nos locais onde ocorre, E. prasina possui ampla distribuiусo no Brasil (EOO =  1.054.053,72  km▓ ), ocorrendonos domьnios fitogeogrрficos Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga e em vрrias de suas fitofisionomias. Apesar de ocorrer em рreas com forte pressсo antrзpica, hр diversos registros em unidade de conservaусo (SNUC) e coletas recentes para a espжcie. Dessa maneira, essa ж considerada como uma espжciepouco preocupante (LC) em relaусo a sua ameaуa de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20prasina","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [3094,"MYRTACEAE","Eugenia pruinosa","D.Legrand","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. pruinosa ж uma espжcie encontrada apenas em Floresta Ombrзfila Densa AtlРntica. Encontrada prзxima Я costa brasileira, ocorre em рreas que sofreram grande pressсo antrзpica. Considerando que a perda de habitat pode ter sido de atж 90% no Espьrito Santo, ж possьvel supor que a reduусo populacional foi de atж 50%. Apesar da espжcie ocorrer em algumas unidades de conservaусo, a sua perda populacional do passado coloca-a como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pruinosa","Mata AtlРntica"],
    [3095,"MYRTACEAE","Eugenia pseudomalacantha","D.Legrand","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. pseudomalacantha ж um espжcie arbзrea encontrada nos estados do Paranр e de Santa Catarina, em Floresta OmbrзfilaDensa. Possui uma extensсo de ocorrЖncia relativamente pequena (EOO= 2.370,17  Km▓) e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a  perda de habitat. Por exemplo, os municьpios de Florianзpolis e Itajaь perderam mais de 70% da vegetaусo. Portanto, suspeita-se que houvemais do que 50% de perda de рrea de ocupaусo da espжcie nos Щltimos 30 anos. Suspeita-se que essa perda de habitat pode ter levado Я extinусo da espжcie, uma vez que a Щltima coleta foi realizada hр 30 anos. Dessa maneira, a espжcie ж considerada Em Perigo deextinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20pseudomalacantha","Mata AtlРntica"],
    [3096,"MYRTACEAE","Eugenia reitziana","D.Legrand","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. reitziana ж uma espжcie arbustiva encontrada em formaушes campestres dos estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Possui apenas cinco coletas, a Щltima feita hр mais de 20 anos e uma pequena рrea de ocupaусo (AOO = 16 Km▓). Alжm de ser rara, sua populaусo ocorre em uma regiсo que sofre intensa pressсo antrзpica e, portanto, suspeita-se que seja severamente fragmentada. Alguns municьpios em que a espжcie ocorre sofreram intensa perda de habitat, como Cubatсo (SP), que perdeu mais da metade de sua vegetaусo nativa (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2012). Dessa maneira E. reitziana ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20reitziana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3097,"MYRTACEAE","Eugenia rotundicosta","D.Legrand","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. rotundicosta ж uma espжcie arbзrea encontrada apenas nos estados do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Possui poucas coletas, todas feitas em uma regiсo que sofre intensa pressсo antrзpica. Por esse motivo, sua populaусo pode ser considerada como severamente fragmentada. Uma das pressшes antrзpicas ж a perda de habitat, que pode ser maior do que 80% em algumas localidades, como sсo Francisco de Paula, no estado do Rio Grande do Sul (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2012). Dessa maneira, E. rotundicosta pode ser considerada como uma espжcie criticamente ameaуada de extinусo 9CR).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20rotundicosta","Mata AtlРntica"],
    [3098,"MYRTACEAE","Eugenia sclerocalyx","D.Legrand","VU","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. sclerocalyx ж uma espжcie arbustiva-arbзrea encontrada em municьpios prзximos Я costa dos estados de Santa Catarina e Paranр, ocupando principalmente рreas de Floresta ┌mida. Essas florestas sofreram grande desmatamento no passado, chegando a quase 50% de perda de habitat. ╔ encontrada tambжm no interior do estado de Santa Catarina, em Faxinal dos Guedes, municьpio que perdeu mais de 90% de vegetaусo (SOS Mata AtlРntica/ INPE, 2011). Dessa maneira, baseando-se em declьnio de рrea de habitat, podemos supor que o declьnio populacional nos Щltimos 30 anos (3 geraушes) foi de maior do que 30%, o que coloca a espжcie como Vulnerрvel (VU) de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20sclerocalyx","Mata AtlРntica"],
    [3099,"MYRTACEAE","Eugenia subterminalis","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em diferentes fisionomias da AmazЗnia, Mata AtlРntica e Cerrado.Apesar de ser encontrada em рreas com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) em relaусoao risco de extinусo.","2012-07-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20subterminalis","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3100,"MYRTACEAE","Eugenia vattimoana","Mattos","VU","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustivo-arbзrea encontrada em municьpios prзximos Я costa do Estado do EspьritoSanto e Santa Catarina, ocupando Floresta Ombrзfila Densa. Esses locais tambжm sofreram com a reduусo da qualidade do hрbitat, pela atividade de mineraусo, por exemplo. A Mata AtlРntica na costa brasileira sofreu grande desmatamento no passado, chegando a quase 80% de perda de hрbitat no Estado do Rio de Janeiro. Dessa maneira, baseando-se no declьnio de рrea de hрbitat, podemossupor que o declьnio populacional nos Щltimos 30 anos (trЖs geraушes) tenha sido maior do que 30%, o que coloca a espжcie como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20vattimoana","Mata AtlРntica"],
    [3101,"MYRTACEAE","Eugenia villaenovae","Kiaersk.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","E. villaenovae ж uma espжcie arbustiva-arbзrea endЖmica da Mata AtlРntica, encontrada em Floresta Ombrзfila Densa e Restinga. Possui uma distribuiусo bastante restrita (EOO = 3.550,088 km▓) e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, de acordo com o nЩmero de subpopulaушes. Uma das ameaуas ж a mineraусo que resulta em perda da qualidade de habitat. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como Em Perigo (EN) de extinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eugenia%20villaenovae","Mata AtlРntica"],
    [3102,"MYRTACEAE","Gomidesia cambessedeana","O.Berg","CR","B2ab(ii,iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie com apenas duas coletas, a Щltima feita hр mais de 15 anos. Em uma das localidades houveintenso desmatamento associado Я diminuiусo da qualidade do habitat, pela drenagem de rios, por exemplo. Sua рrea de ocupaусo ж muito pequena (AOO=8 km▓) e ж possьvel supor que a estrutura populacional da espжcie seja severamente fragmentada. Isso porque a dispersсo de diрsporos pode ser dificultada pela distРncia entre as subpopulaушes e pelo ambiente altamente degradado entreelas. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomidesia%20cambessedeana","Mata AtlРntica"],
    [3103,"MYRTACEAE","Marlierea krapovickae","D.Legrand","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie bastante rara, encontrada em Florestas Ombrзfilas Densas prзximo Я costa de SantaCatarina. Sua distribuiусo ж muito restrita, com EOO de 571,11 km▓ e apenas registro para quatro localidades. Cada localidade ж considerada uma situaусo de ameaуa, sendo que a ameaуa mais importante ж a perda de habitat, que pode alcanуar 75% em alguns municьpios. Alжm disso, a Щltima coleta foi realizada hр quase 40 anos, o que evidencia que essa espжcie ж rara ou pode estar extinta.Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20krapovickae","Mata AtlРntica"],
    [3104,"MYRTACEAE","Marlierea lealcostae","G.M.Barroso & Peixoto","CR","A2c,B2ab(ii,iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica da regiсo de Salvador, que sofreu intensa perda de hрbitat, de maneira querestam apenas cerca de 5% de vegetaусo nativa. Suspeita-se, entсo, que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 80% nos Щltimos 15 anos, considerando tempo de geraусo de cerca de cinco anos, e que esteja extinta ou extremamente rara na regiсo, uma vez que a coleta mais recente foi hр mais de 25 anos. Sua AOO ж muito pequena, com apenas 4 km▓, e tem apenas uma situaусo de ameaуa, a perda de hрbitat. Por essas razшes, ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20lealcostae","Mata AtlРntica"],
    [3105,"MYRTACEAE","Marlierea regeliana","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  613.190,88  km▓) encontrada desde o Estado de Pernambuco atж Santa Catarina. Apesar de poucas coletas, a espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e nсo ж rara localmente. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia direta dedeclьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20regeliana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3106,"MYRTACEAE","Marlierea reitzii","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  70.376,75  km▓) encontrada em Florestas Ombrзfilas Densas e Restingas, desde o Estado de Sсo Paulo ao de Santa Catarina. Apesar de ocorrer em рreas com forte pressсo antrзpica, ж considerada localmente abundante e ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [3107,"MYRTACEAE","Marlierea skortzoviana","Mattos","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ endЖmica da Serra de Paranapiacaba, prзximo Я cidade de Sсo Paulo, em Santo Andrж. A рrea deocorrЖncia ж extremamente pequena (AOO=4 km▓) e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa: apesar das coletas terem sido feitas em unidades de conservaусo, a espжcie ocorre na regiсo de maior adensamento populacional do paьs, o que pode ter levado a uma perda de qualidade do habitat nos Щltimos anos ocasionada pela poluiусo, por exemplo. Alжm disso, a Щltima coleta foi feita hр quase30 anos e supostamente a espжcie estр pode estar extinta. Dessa maneira, M. skortzoviana pode ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20skortzoviana","Mata AtlРntica"],
    [3108,"MYRTACEAE","Marlierea suaveolens","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. suaveolens ж uma espжcie arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila AtlРntica, amplamente distribuьda (EOO = 176.312,11km▓) e ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ser encontrada em рreas que sofreram grande pressсo antrзpica, a espжcie possui densidade relativamente alta. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) quanto ao perigo de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20suaveolens","Mata AtlРntica"],
    [3109,"MYRTACEAE","Marlierea sucrei","G.M.Barroso & Peixoto","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica da Floresta Ombrзfila Densa da Bahia e Espьrito Santo, em рreas com forte pressсo antrзpica. M. sucrei possui uma extensсo de ocorrЖncia relativamente pequena (EOO = 22.041,72 km▓) e cerca de oito situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de qualidade de habitat na regiсo do rio Doce devido Я plantaусo de cacau. Alжm disso hр poucas coletas, todas feitas hр mais de 10 anos, o que indica que a espжcie ж supostamente rara. Se a extensсo de ocorrЖncia fosse menor do que 20.000 Km▓, a espжcie seria considerada como vulnerрvel de extinусo. Dessa maneira a espжcie ж considerada como quase ameaуada de extinусo (NT).","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Marlierea%20sucrei","Mata AtlРntica"],
    [3110,"MYRTACEAE","Myrceugenia alpigena","(DC.) Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. alpigena ж uma рrvore amplamente distribuьda no Brasil (EOO =  628.617,19 km▓) e que, apesar de ocorrer em alguns locais bastante ameaуados, ж encontrada em diferentes biomas fitofisionomias e em pelo menos quatro unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira, a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20alpigena","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3111,"MYRTACEAE","Myrceugenia bracteosa","(DC.) D.Legrand & Kausel","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar de a espжcie ser amplamente distribuьda, ela tem uma рrea de ocupaусo relativamente pequena (AOO=148 km▓) e uma estimativa de densidade populacional baixa (cerca de trЖs indivьduos adultos por hectare). Alжm disso, supшe-se que sua populaусo seja severamente fragmentada, uma vez que as subpopulaушes do sul do Estado de Minas Gerais e do Rio de Janeiro estсo distantes das subpopulaушes do Paranр, de maneira que o fluxo gЖnico entre elas pode ser praticamente nulo.M. bracteosa ocorre em diversas fitofisionomias, mas foi encontrada em poucas unidades de conservaусo, estando sujeita Я diminuiусo de рrea e de qualidade de habitat. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20bracteosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3112,"MYRTACEAE","Myrceugenia brevipedicellata","(Burret) D.Legrand & Kausel","EN","A2c,B2ab(ii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustivo-arbзrea que atж recentemente se acreditava ser endЖmica de Campos doJordсo (SP). Entretanto, em 2007, foi coletada no municьpio de Lima Duarte (MG), ampliando sua AOO para 32 km▓. Hр registro de uma subpopulaусo grande em Camanducaia, sul de Minas Gerais, com mais de 100 indivьduos por hectare, contrastando com a baixa densidade populacional em Campos do Jordсo (cerca de quatro indivьduos por hectare). Apesar de a espжcie ocorrer em unidade de conservaусo em Campos do Jordсo, nсo hр registro que o mesmo aconteуa em Camanducaia eLima Duarte, locais que sofreram reduусo de habitat. Por exemplo, Camanducaia perdeu 85% de vegetaусo nativa atж 2010, de maneira que se imagina que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos. Alжm disso, a dispersсo ж feita por animais e a distРncia entre as subpopulaушes leva Я suspeita de que a populaусo da espжcie esteja severamente fragmentada.Dessa maneira, M. brevipedicellata ж considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20brevipedicellata","Mata AtlРntica"],
    [3113,"MYRTACEAE","Myrceugenia campestris","(DC.) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  237.367,98  km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila e Restinga  na Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em uma regiсo com grande pressсo antrзpica, o nЩmero relativamente grande de coletas recentes indica que a espжcie ainda ocorre nos remanescentes florestais da regiсo. Alжm disso, ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa direta para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20campestris","Mata AtlРntica"],
    [3114,"MYRTACEAE","Myrceugenia foveolata","(O.Berg) Sobral","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustiva encontrada apenas na regiсo nordeste do Estado do Rio Grande do Sul esudeste do Estado de Santa Catarina, em рreas de Floresta Ombrзfila. Tem EOO de 1.781,32 km▓, em uma regiсo que vem sofrendo intensa reduусo de habitat devido ao corte seletivo. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуas, indicadas pelo nЩmero de subpopulaушes. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20foveolata","Mata AtlРntica"],
    [3115,"MYRTACEAE","Myrceugenia franciscensis","(O.Berg) Landrum","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustivo-arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila e Campo de Altitude no domьniofitogeogrрfico Mata AtlРntica, e com provрvel ocorrЖncia em Cerrado. Tem registros tambжm nos Estados de Sсo Paulo e Paranр. Estр presente em poucas regiшes (AOO=60 km▓), basicamente nos municьpio de Campos do Jordсo (SP), Jaguariaьva (PR) e Bacia de Paranaguр (PR). ╔ uma espжcie polinizada por abelhas e dispersa por animais, cresce em uma regiсo sob forte pressсo antrзpica e, portanto, tem supostamente uma populaусo muito fragmentada. Alжm disso, hр registro de coleta prзximo Я rodovia, indicando reduусo da qualidade do habitat. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20franciscensis","Mata AtlРntica"],
    [3116,"MYRTACEAE","Myrceugenia gertii","Landrum","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustivo-arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila Densa e Mista no domьnio fitogeogrрfico Mata AtlРntica, com registros de ocorrЖncia nos Estados de Sсo Paulo e Paranр. Tem uma pequena рrea de ocupaусo (AOO=48 km▓), estando presente basicamente prзximo ao municьpio de Curitiba (PR), sul de Sсo Paulo e de forma disjunta em Campos do Jordсo (SP). Devido a essa subpopulaусo disjunta, supшe-se que a espжcie tenha uma populaусo severamente fragmentada.Alжm disso, ж encontrada em uma regiсo sob forte pressсo antrзpica, o que leva Я reduусo da qualidade do habitat. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20gertii","Mata AtlРntica"],
    [3117,"MYRTACEAE","Myrceugenia glaucescens","(Cambess.) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  656.246,78 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e formaушes campestres na Mata AtlРntica. Possui alta densidade populacional, com mais de 1.000 indivьduos por hectare e nсo hр registro de ameaуa direta para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20glaucescens","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado"],
    [3118,"MYRTACEAE","Myrceugenia hatschbachii","Landrum","VU","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","uma espжcie endЖmica do Estado do Paranр, encontrada tanto em Mata AtlРntica quanto em Cerrado. Esse Estado perdeu cerca de 90% de Mata AtlРntica e cerca de 70% de Cerrado atж 2010, o que leva Я suspeita de que tenha havido um declьnio populacional de atж 30% nos Щltimos 30 anos. Essa espжcie tem poucas coletas e uma EOO de 15.675,77 km▓, alжm de ocorrer em uma regiсo sob forte pressсo antrзpica e, portanto, com declьnio na qualidade do habitat. Alжm disso, estр sujeita a atж oito situaушes de ameaуa, indicadas pelo nЩmero de subpopulaушes. Apesar disso, ocorre em apenas uma unidade de conservaусo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20hatschbachii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3119,"MYRTACEAE","Myrceugenia hoehnei","(Burret) D.Legrand & Kausel","VU","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie encontrada em Florestas Ombrзfilas dos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, em рreas prзximo Я costa. Tem EOO de 17.541,02 km▓ e poucas coletas. Estр sujeita a cerca de oito situaушes de ameaуas, baseadas no nЩmero de subpopulaушes. A ameaуa mais importante ж o desmatamento, uma vez que os municьpios em que a espжcie foi coletada tiveram perda de habitat maior do que 80% atж 2010. Baseados nessa perda, podemos supor que tenha havido declьnio populacional maior do que 30% nos Щltimos 15 anos. Apesar de existirem coletas recentes, a espжcie ж encontrada em apenas duas unidades de conservaусo. Dessa maneira, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20hoehnei","Mata AtlРntica"],
    [3120,"MYRTACEAE","Myrceugenia kleinii","D.Legrand & Kausel","VU","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma рrvore encontrada em Florestas Ombrзfilas do Rio de Janeiro a Santa Catarina, em regiшessob forte pressсo antrзpica. Apesar de ocorrer em uma regiсo bastante estudada, tem poucos registros de coletas e AOO de 44 km▓. Isso possivelmente se deve Я sua baixa densidade populacional, com cerca de dois indivьduos por hectare, e ao intenso desmatamento sofrido na regiсo, o que supostamente diminuiu sua рrea e qualidade do habitat. Tem cerca de oito subpopulaушes,o que nos leva a supor que esteja sujeita a oito situaушes de ameaуa. Apesar de a espжcie ser encontrada em quatro unidades de conservaусo e contar com coletas relativamente recentes, isso nсo ж suficiente para nсo considerр-la \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20kleinii","Mata AtlРntica"],
    [3121,"MYRTACEAE","Myrceugenia miersiana","(Gardner) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O habitat dessa espжcie жamplamente distribuьda (EOO =  865.042,89 km▓), sendo encontrada em Florestas Estacional Semidecьdua e Ombrзfila na Mata AtlРntica. Alжm de ser considerada uma espжcie comum na Mata AtlРntica, ela ocorre em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de situaусo de ameaуa para a espжcie. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretantohр  subpopulaушes disjuntas no Estado da Bahia,que merecem ser estudadas para se avaliar seus estados de conservaусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20miersiana","Mata AtlРntica"],
    [3122,"MYRTACEAE","Myrceugenia myrcioides","(Cambess.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =   769.775,38  km▓) encontrada em em diferentes fitofisionomias e em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Considerada uma espжcie comum na Mata AtlРntica, informaусo corroborada pelo alto nЩmero de coletas da espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20myrcioides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3123,"MYRTACEAE","Myrceugenia oxysepala","(Burret) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  211.340,23 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila na Mata AtlРntica. ╔ uma espжcie com alta densidade populacional e encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa direta para a espжcie. Dessa maneira M. oxypetala ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto hр duas subpopulaушes disjuntas, uma no Estado de Sсo Paulo eoutra, em Minas Gerais, que merecem ser estudadas para se avaliar seus estados deconservaусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20oxysepala","Mata AtlРntica"],
    [3124,"MYRTACEAE","Myrceugenia pilotantha","(Kiaersk.) Landrum","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. politantha ж uma espжcie amplamente distribuьda (EOO =  436.596,62 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa, Estacional Semidecьdua e Campos de Altitude na Mata AtlРntica. Possui uma baixa densidade populacional, mas ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de ocorrer em рreas que sofrem ameaуa de corte seletivo e espжcies invasoras, nсo hр registro de ameaуa direta  para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20pilotantha","Mata AtlРntica"],
    [3125,"MYRTACEAE","Myrceugenia reitzii","D.Legrand","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. reitzii ж uma espжcie arbзrea encontrada prзxima Я costa dos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Apesar de ter muitas coletas, possui uma distribuiусo geogrрfica restrita (EOO = 21.876,34  Km▓) e ж encontrada apenas em Florestas Ombrзfilas. Essa fitofisionomia sofreu forte pressсo antrзpica, como mineraусo e desmatamento para atividades agropecuрrias, o que diminuiu a рrea do habitat, bem como sua qualidade. ╔ considerada rara devido Я baixa densidade populacional. Por ocorrer em uma paisagem altamente fragmentada e ser dispersa e polinizada por animais, os quais teriam dificuldade em se deslocar nessa paisagem, podemos considerar a espжcie como severamente fragmentada. Caso a extensсo de ocorrЖncia fosse menor do que 20.000 Km▓, seria possьvel considerar a espжcie como vulnerрvel Я extinусo. Entretanto, com os dados disponьveis ж possьvel considerр-la como quase ameaуada (NT) de extinусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [3126,"MYRTACEAE","Myrceugenia rufescens","(DC.) D.Legrand & Kausel","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  185.202,80  km▓) encontrada em Mata AtlРntica de Minas Gerais a Santa Catarina. Apesar de ser encontrada em pelo apenas duas unidades de conservaусo (SNUC), a densidade populacional ж alta. Ocorre em uma regiсo que sofreu grande perda de habitat, entretanto nсo hр registro de ameaуa direta para a espжcie. Dessa maneira M. rufescens ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20rufescens","Mata AtlРntica"],
    [3127,"MYRTACEAE","Myrceugenia scutellata","D.Legrand","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. scutellata ж uma espжcie arbзrea, encontrada em Florestas Ombrзfilas no domьnio Mata AtlРntica. ╔ uma espжcie amplamente distribuьda e considerada localmente abundante em algumas localidades. Entretanto, ocorre em рreas que sofreram intensa pressсo antrзpica, com perda de habitat de mais de 70%. Baseando-se nesses dados, suspeita-se que tenha havido um declьnio populacional maior do que 30% nos Щltimos 30 anos (considerando tempo de geraусo como 10 anos). Alжm disso a espжcie ocorre em poucas unidades de conservaусo (SNUC). Entretanto, devido Я ampla distribuiусo geogrрfica, nсo ж possьvel incluь-la como ameaуada de extinусo. Dessa maneira, M. scutellata ж considerada uma espжcie quase ameaуada de extinусo (NT). Novos estudos devem ser feitos para se estimar com mais precisсo o tamanho populacional, bem como registrar possьveis novas localidades ocorrЖncias para a espжcie.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20scutellata","Mata AtlРntica"],
    [3128,"MYRTACEAE","Myrceugenia smithii","Landrum","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustiva encontrada em beira de rios de Floresta Ombrзfila na Mata AtlРntica dosEstados de Sсo Paulo e de Santa Catarina. A especificidade de habitat ж refletida na pequena рrea de ocupaусo (AOO=32 km▓) e nas poucas coletas existentes, apesar de a espжcie ocorrer em uma regiсo muito estudada. A longa distРncia entre as subpopulaушes e a perda de habitat sofrida na regiсo indicam que a populaусo da espжcie ж severamente fragmentada. Alжm disso, a regiсo perdeucerca de 80% de Mata AtlРntica, de maneira que ж possьvel que tenha sofrido um declьnio populacional maior do que 30% nos Щltimos 15 anos. Apesar disso, nсo hр indьcio de que a espжcie tenha se extinguido na natureza. Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [3129,"MYRTACEAE","Myrceugenia venosa","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. venosa ж uma espжcie arbustiva-arbзrea encontrada desde o Estado do Rio de Janeiro ao de Santa Catarina, com EOO = 97.905,7 km▓. Apesar de ocorrer em uma regiсo com forte pressсo antrзpica, hр coletas recentes para a espжcie. Alжm disso, ela ocorre em duas unidades de conservaусo (SNUC) e nсo hр registro de ameaуa direta sobre a espжcie. Dessa maneira, ela ж considerada como pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrceugenia%20venosa","Mata AtlРntica"],
    [3130,"MYRTACEAE","Myrcia almasensis","NicLugh.","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustiva endЖmica da Chapada Diamantina (BA), com distribuiусo bem restrita (EOO=645,66 km▓). Foi coletada apenas em trЖs locais e, portanto, supшe-se que esteja sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, sendo uma delas a expansсo agropecuрria na regiсo, agravada pelo fato de a espжcie nсo ter registro um sem data e outro em 1972. Entretanto, um trabalho de 1995 estima sua densidade populacional em cerca de 20 indivьduos por hectare ou cerca de 4.000 indivьduosno total, considerando sua рrea de ocupaусo. Como ж conhecida apenas uma subpopulaусo da espжcie, supшe-se que haja apenas uma situaусo de ameaуa. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20almasensis","Caatinga, Cerrado"],
    [3131,"MYRTACEAE","Myrcia cordiifolia","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espжcie possui ampla distribuiусo (EOO = 252.582 km▓), sendo encontrada na regiсo Sul e Sudeste do Brasil. Apesar de nсo haver registro em unidade de conservaусo (SNUC), possui diversas coletas, principalmente nos Estados do Paranр e Santa Catarina. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo. Entretanto, as subpopulaушes de Sсo Paulo e do Espьrito Santo devem ser melhor estudadas quanto Я sua conservaусo, uma vez que parecem estar severamente fragmentadas.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20cordiifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3132,"MYRTACEAE","Myrcia diaphana","(O.Berg) N.Silveira","VU","B2ab(ii,iii,iv)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea que, apesar de ser encontrada em cinco Estados brasileiros, tem apenas dezsubpopulaушes, indicando que estр sujeita a dez situaушes de ameaуa, sendo uma delas a perda de habitat, que pode ser de atж 90% em algumas localidades, como no municьpio de Caldas (MG). O baixo nЩmero de registros de coleta indica que a espжcie pode ser rara, alжm de estar potencialmente extinta em alguns locais, o que diminui sua рrea de ocorrЖncia. M. diaphana tambжm tem pequenaрrea de ocupaусo (AOO=40 km▓) e ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20diaphana","Mata AtlРntica"],
    [3133,"MYRTACEAE","Myrcia dichrophylla","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  920.939,61 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa e Restinga na Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes com forte pressсo antrзpica, hр muitos registros de coleta para M. dichrophylla. Encontrada em pelo menosseis unidades de conservaусo (SNUC) e nсo hр registro de ameaуa  direta para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto o estado de conservaусo das subpopulaушes dos Estados do Mato Grosso do Sul, Goiрs e Minas Gerais precisam ser melhor estudados, pois pode indicar que a espжcie ж severamente fragmentada.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20dichrophylla","Mata AtlРntica"],
    [3134,"MYRTACEAE","Myrcia eriopus","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  267.042,19 km▓) encontrada em Cerrado e Mata AtlРntica. Hр muitas coletas da espжcie e alguns registros para unidades de conservaусo (SNUC). Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia direta dedeclьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto a ocorrЖncia no Estado do Parр deve ser melhor verificada de forma a melhor estudar o estado de conservaусo dessa subpopulaусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20eriopus","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3135,"MYRTACEAE","Myrcia flagellaris","(D.Legrand) Sobral","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. flagellaris жuma espжcie arbзrea encontrada em Floresta Ombrзfila Densa Submontana AtlРntica, nos Estados de Santa Catarina, Paranр e Sсo Paulo e possuindo uma EOO de 36.387,1  km▓. Essa formaусo florestal sofreu e ainda sofregrande perda de habitat, e de qualidade do habitat, devido, entre outras razшes, ao corte raso de madeira para produусo de cavсo.  ╔ umaespжcie severamente fragmentada por depender de dispersores e polinizadores animais que supostamente tЖm dificuldade em se locomover na paisagem altamente fragmentada em que M. flagellaris ocorre. A espжcie poderia serconsiderada como ameaуada de extinусo. Entretanto, devido Я sua extensсo deocorrЖncia ser um pouco maior do que 20.000 Km▓ nсo ж possьvel considerр-lacomo ameaуada. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como quase ameaуada deextinусo (NT). Se medidas de conservaусo nсo forem tomadas para a recuperaусode habitat de floresta ombrзfila na regiсo, a espжcie poderр ser consideradacomo ameaуada de extinусo futuramente.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20flagellaris","Mata AtlРntica"],
    [3136,"MYRTACEAE","Myrcia follii","G.M.Barroso & Peixoto","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea endЖmica do Estado do Espьrito Santo, encontrada em apenas duas localidades: na Reserva Estadual da Vale do Rio Doce e no municьpio de Santa Maria do Jetibр, esta amostra coletada mais recentemente. Tem uma рrea de ocorrЖncia bastante reduzida (AOO=8 km▓). A grande perda de habitat sofrida no Estado indica que a populaусo de M. follii ж severamente fragmentada. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20follii","Mata AtlРntica"],
    [3137,"MYRTACEAE","Myrcia gilsoniana","G.M.Barroso & Peixoto","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica da Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce (ES), com distribuiусobastante restrita (AOO=4 km▓). A regiсo sofreu grande perda de habitat, principalmente com o cultivo de cacau. A espжcie tem apenas dois registros de coleta, um sem data e outro em 1972. Entretanto, um trabalho de 1995 estima sua densidade populacional em cerca de 20 indivьduos por hectare ou cerca de 4.000 indivьduos no total, considerando sua рrea de ocupaусo. Como ж conhecida apenas uma subpopulaусo da espжcie, supшe-se que haja apenas uma situaусo de ameaуa. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20gilsoniana","Mata AtlРntica"],
    [3138,"MYRTACEAE","Myrcia guianensis","(Aubl.) DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie pouco preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo, ocorrendo em todas as regiшes do Brasil, em todos os domьnios fitogeogrрficos e em todas as fitofisionomias.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20guianensis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3139,"MYRTACEAE","Myrcia heringii","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie amplamente distribuьda (EOO =  46.195,51 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa na Mata AtlРntica, de Sсo Paulo a Santa Catarina. Apesar de ocorrer em uma regiсo com forte pressсo antrзpica, ж encontrada em trЖs unidades de conservaусo (SNUC) e possui vрrios registros de coleta. Nсo hр registro de ameaуa direta para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20heringii","Mata AtlРntica"],
    [3140,"MYRTACEAE","Myrcia hexasticha","Kiaersk.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea encontrada no Pontal do Paranр, no sul do Estado de Sсo Paulo e tem umasubpopulaусo disjunta em Silva Jardim (RJ). Devido a essa disjunусo, a populaусo da espжcie pode ser considerada considerada severamente fragmentada. Alжm disso, em razсo dos poucos registros de coleta, a espжcie tem uma pequena рrea de ocupaусo (AOO=32 km▓) e estр sujeita a cerca de cinco situaушes de ameaуa, sendo uma delas a pressсo imobiliрria no litoral do Estado do Paranр. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20hexasticha","Mata AtlРntica"],
    [3141,"MYRTACEAE","Myrcia insularis","Gardner","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  535.556,82 km▓) encontrada em рreas de Floresta Ombrзfila Densa, Restinga e Floresta Paludosa na Mata AtlРntica. Apesar de supostamente apresentar subpopulaушes fragmentadas, ж encontrada em diversas unidades de conservaусo (SNUC) e possui uma alta densidade populacional. Alжm disso, nсo hр registro de ameaуa ou evidЖncia direta dedeclьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20insularis","Mata AtlРntica"],
    [3142,"MYRTACEAE","Myrcia isaiana","G.M.Barroso & Peixoto","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie que, apesar de ocorrer em diversos locais no Brasil, tem subpopulaушes disjuntas eapenas em determinadas regiшes: costa do Estado do Paranр e sul de Sсo Paulo, Linhares (ES), Porto Seguro (BA) e no interior de Pernambuco. Dessa maneira, podemos considerar sua populaусo severamente fragmentada. Em todas as regiшes em que a espжcie ocorre, hр declьnio na qualidade do hрbitat, como nas proximidades do Rio Doce, em que hр plantaусo de cacau. Alжm disso, nсo somente a рrea de ocupaусo ж pequena (AOO=34 km▓), como tambжm a densidade populacional ж baixa. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20isaiana","Mata AtlРntica"],
    [3143,"MYRTACEAE","Myrcia limae","G.M.Barroso & Peixoto","EN","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustiva encontrada apenas no Estado do Espьrito Santo, em duas localidades: municьpios de Linhares e Santa Teresa e, portanto, com uma restrita EOO (537,36 km▓). Cada localidade configura uma situaусo de ameaуa, como perda de habitat em Linhares e espжcies invasoras na Reserva Biolзgica de Sooretama. A perda de habitat nas localidades onde a espжcie ocorre ж de cerca de 80%, de maneira que se suspeita de reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 15anos, considerando tempo de geraусo de cinco anos para espжcie arbustiva. As Щltimas coletas foram feitas hр mais de 25 anos, o que poderia indicar que a espжcie ж rara na regiсo. Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20limae","Mata AtlРntica"],
    [3144,"MYRTACEAE","Myrcia lineata","(O.Berg) Nied.","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie rara, encontrada na Mata AtlРntica dos Estados do Rio de Janeiro, Espьrito Santoe Minas Gerais. Sua raridade ж evidenciada pelo baixo nЩmero de coletas, com uma AOO de 32 km▓. Ocorre em uma regiсo altamente alterada pelo desmatamento e, portanto, suspeita-se que as subpopulaушes estejam muito fragmentadas. Muitos municьpios sofreram severo desmatamento, como Linhares (ES), que perdeu quase 80% de vegetaусo nativa. Suspeita-se, portanto, que a espжcie tenha sofrido um declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos, levando em conta o tempo de geraусo de dez anos para espжcie arbзrea. Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20lineata","Mata AtlРntica"],
    [3145,"MYRTACEAE","Myrcia magnifolia","(O.Berg) Kiaersk.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, com registro apenas para Silva Jardim e o municьpio de Rio de Janeiro. Apesar de ocorrer em uma regiсo bastante estudada, a coleta mais recente foi hр mais de 15 anos, o que evidencia sua raridade. Tem uma distribuiусo bastante restrita, com AOO de 8 km▓. Por ocorrer em uma regiсo que sofreu e sofre grande pressсo antrзpica, suspeita-se que a populaусo da espжcie seja severamente fragmentada. Uma das localidades, a Reserva Biolзgica Poуo das Antas, enfrentou o corte seletivo e a incidЖncia de queimadas, ameaуas que diminuem a qualidade do habitat. Dessa maneira, ж considerada uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20magnifolia","Mata AtlРntica"],
    [3146,"MYRTACEAE","Myrcia oblongata","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O guamirim ж uma espжcie encontrada nas regiшes Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Possui ampla distribuiусo e diversas coletas, alжm de nсo ser considerada rara em algumas localidades. Dessa maneira, M. oblongata ж considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinусo (LC).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20oblongata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3147,"MYRTACEAE","Myrcia obovata","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada em рreas de Mata AtlРntica e Cerrado de norte ao sul do Brasil. Encontrada em pelomenos oito unidades de conservaусo (SNUC). Apesar de haver registro de ameaуa  para a espжcie, sua ampla distribuiусo e grande nЩmero de coletas indicam que ela ж considerada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20obovata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3148,"MYRTACEAE","Myrcia ovata","Cambess.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo (SNUC) e estima-se que seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) em relaусoao risco de extinусo.","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20ovata","Mata AtlРntica"],
    [3149,"MYRTACEAE","Myrcia plusiantha","Kiaersk.","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. plusiantha ж uma espжcie encontrada em Cerrado e Mata AtlРntica de estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste brasileiro. Apesar da ampla distribuiусo possui apenas 12 situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, uma vez que a espжcie ocorre em рreas que sofrem intenso desmatamento. Caso o nЩmero de situaушes de ameaуa fosse menor do que 10, a espжcie seria considerada como vulnerрvel de extinусo. Devido a isso, entretanto, M. plusiantha ж considerada como quase ameaуada de extinусo (NT).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20plusiantha","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3150,"MYRTACEAE","Myrcia pubipetala","Miq.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo (SNUC) e estima-se que seja abundante. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) em relaусoao risco de extinусo.","2012-07-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20pubipetala","Mata AtlРntica"],
    [3151,"MYRTACEAE","Myrcia pulchra","(O.Berg) Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo (SNUC). Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусoao risco de extinусo (LC).","2012-07-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20pulchra","Mata AtlРntica"],
    [3152,"MYRTACEAE","Myrcia riodocensis","G.M.Barroso & Peixoto","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea endЖmica do Estado do Espьrito Santo, com apenas duas coletas, a maisrecente feita hр mais de 20 anos. Tem uma рrea de ocupaусo bastante pequena (AOO=8 km▓) e suspeita-se que sua populaусo seja severamente fragmentada, por ocorrer em uma regiсo que sofreu intenso desmatamento. Por exemplo, o municьpio de Linhares perdeu quase 80% de vegetaусo nativa. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20riodocensis","Mata AtlРntica"],
    [3153,"MYRTACEAE","Myrcia rupicola","D.Legrand","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie encontrada principalmente nos Estados do Paranр e de Santa Catarina, mas com subpopulaушes severamente fragmentadas em Sсo Paulo e Rio Grande do Sul. Apesar do grande nЩmero de coletas, sua distribuiусo restrita reflete em uma pequena рrea de ocupaусo (AOO=72 km▓). ╔ encontrada em uma рrea sob intensa pressсo antrзpica, com perda de cerca de 80% de vegetaусo nativa. Suspeita-se, portanto, que tenha havido um declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos, considerando o tempo de geraусo de dez anos para espжcie arbзrea.Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20rupicola","Mata AtlРntica"],
    [3154,"MYRTACEAE","Myrcia tijucensis","Kiaersk.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e abundante, encontrada em рreas de florestaombrзfila densa e restinga  na Mata AtlРntica. Encontrada em diversas unidades de conservaусo. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC). Entretanto o estado de conservaусo das subpopulaушes supostamente disjuntas na Paraьba e na Bahia deve ser investigado.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20tijucensis","Mata AtlРntica"],
    [3155,"MYRTACEAE","Myrcia undulata","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie encontrada em  Mata AtlРntica dos Estados de Santa Catarina e do Paranр, com um registro no Estado de Minas Gerais. Apesar de distribuiусo nсo ser ampla, hр muitos registros de coletas, alguns recentes, indicando que a espжcie pode ser abundante. De fato, a estimativa de tamanho populacional ж de cerca de 50.000 indivьduos. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto, estudos relacionados Я conservaусo da espжcie devem ser feitos, uma vez que ela ocorre em uma regiсo que sofre forte pressсo antrзpica e devido Я subpopulaусo disjunta em Minas Gerais, indicando que a populaусo pode ser severamente fragmentada.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20undulata","Mata AtlРntica"],
    [3156,"MYRTACEAE","Myrcia variabilis","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Arvoreta amplamente distribuьda (EOO =  1.968.528,497 km▓) encontrada principalmente em ambientes abertos, como Cerrado sensu stricto. O grande nЩmero de coletas indica que a espжcie deve ser comum. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖnciadireta de declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20variabilis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3157,"MYRTACEAE","Myrcia venulosa","DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo e estima-se que seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусoao risco de extinусo (LC).","2012-07-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcia%20venulosa","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3158,"MYRTACEAE","Myrcianthes cisplatensis","(Cambess.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie  encontrada em рreas de Floresta, Restinga e Campo no Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em uma regiсo com intensa pressсo antrзpica, a espжcie possui muitos registros de coleta, indicando que ela deve ser comum na regiсo. De fato, ela ж considerada comum em matas ciliares no sudoeste do Rio Grande do Sul. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcianthes%20cisplatensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3159,"MYRTACEAE","Myrcianthes pungens","(O.Berg) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada em formaушes campestres e florestais da Mata AtlРntica e Cerrado. Alжm de ser amplamente distribuьda, ж abundante em alguns locais, apesar de ocorrer em рreas que sofrem forte pressсo antrзpica. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrcianthes%20pungens","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3160,"MYRTACEAE","Myrciaria cuspidata","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada do Norte ao Sul do paьs e em quatro biomas diferentes. Nсo hр registro de ameaуa ou evidЖnciadireta de declьnio populacional para a espжcie. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20cuspidata","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3161,"MYRTACEAE","Myrciaria floribunda","(H.West ex Willd.) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O Cambuь-vermelho ж uma espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica, Caatinga, AmazЗnia  e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo (SNUC) e ж comum na Mata AtlРntica. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) em relaусoao risco de extinусo.","2012-07-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20floribunda","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3162,"MYRTACEAE","Myrciaria plinioides","D.Legrand","VU","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea encontrada em florestas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. ╔ rara,nсo somente pela distribuiусo geogrрfica distinta, como tambжm por ter uma estimativa de cerca de 7.200 indivьduos maduros. Suspeita-se que venha a sofrer uma reduусo populacional de pelo menos 10% nos prзximos 30 anos, considerando o tempo de geraусo de dez anos para espжcie arbзrea, uma vez que muitas coletas foram feitas fora de unidades de conservaусo, estando essas localidades,portanto, sujeitas Я reduусo de cobertura florestal. Suspeita-se tambжm que a aусo antrзpica nos municьpios onde a espжcie ocorre tenha levado a uma reduусo populacional maior do que 30% nos Щltimos 30 anos. Dessa maneira, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20plinioides","Mata AtlРntica"],
    [3163,"MYRTACEAE","Myrciaria tenella","(DC.) O.Berg","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","M. tenella ж uma espжcie, que apesar de aparentemente ter ampla distribuiусo no Brasil, pode se referir a mais de uma espжcie. Por exemplo, no Sul do Brasil, as espжcies anteriormente identificadas como M. tenella sсo consideradas atualmente como M. delicatula. Por indicaусo do especialista botРnico na famьlia, recomenda-se que sejam feitos estudos para se identificar melhor os registros considerados aqui como M. tenella. Dessa maneira, a espжcie ж considerada como deficiente de dados (DD).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myrciaria%20tenella","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3164,"MYRTACEAE","Neomitranthes amblymitra","(Burret) Mattos","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea rara, encontrada em Florestas Ombrзfilas de Sсo Paulo e do Rio de Janeiro,com uma distribuiусo restrita (EOO=6.572,07 km▓). Suas subpopulaушes estсo sujeitas a sete situaушes de ameaуa. Todas as coletas, exceto uma, feita em Alto Macaж (RJ), foram realizadas em unidades de conservaусo. Entretanto, isso nсo significa que a espжcie esteja protegida, uma vez que algumas unidades de conservaусo sofrem ameaуas, como a ocupaусo humana indiscriminada queocorre no Parque Nacional da Serra dos Мrgсos (RJ). Dessa maneira, N. amblymitra foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20amblymitra","Mata AtlРntica"],
    [3165,"MYRTACEAE","Neomitranthes capivariensis","(Mattos) Mattos","DD","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","N. capivarensis ж conhecida apenas pela coleta tipo feita hр mais de 100 anos em Capivari, no interior do estado de Sсo Paulo. Desde entсo, nunca mais foi coletada e suspeita-se que a espжcie seja uma variaусo de N. glomerata. Dessa maneira, N. capivarensis deve ser considerada como deficiente de dados para avaliaусo de risco de extinусo (DD).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20capivariensis","Mata AtlРntica"],
    [3166,"MYRTACEAE","Neomitranthes cordifolia","(D.Legrand) D.Legrand","VU","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea, encontrada principalmente em Restingas da Regiсo Sul do Brasil. Baseando-se no Щnico trabalho com o tamanho populacional em uma localidade, estima-se que nсo haja mais doque 10.000 indivьduos maduros da espжcie. Alжm disso, as Restingas sсo рreas bastante visadas pela especulaусo imobiliрria, o que tem diminuьdo cada vez mais sua extensсo. Somado a isso, a espжcie ocorre principalmente fora de unidades de conservaусo, de maneira que ж possьvel estimar que haverр um declьnio populacional de pelo menos 10% nos prзximos 30 anos. Alguns municьpios, entretanto, jр perderam mais de 90% da vegetaусo nativa, sendo possьvel supor, portanto, que tenha havido umdeclьnio populacional maior do que 30% nos Щltimos 30 anos. Dessa maneira, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20cordifolia","Mata AtlРntica"],
    [3167,"MYRTACEAE","Neomitranthes gemballae","(D.Legrand) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","N. gemballae ж uma espжcie arbзrea encontrada em florestas da regiсo sul do Brasil. Apesar de ocorrer em locais com intensa pressсo antrзpica, hр registros recentes para espжcie em fragmentos florestais, alжm do fato da espжcie ser abundante em pelo menos uma localidade. Dessa maneira, N. gemballae ж considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinусo (LC).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20gemballae","Mata AtlРntica"],
    [3168,"MYRTACEAE","Neomitranthes glomerata","(D.Legrand) D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica e Cerrado.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo (SNUC) e ж abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante (LC) em relaусoao risco de extinусo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20glomerata","Mata AtlРntica"],
    [3169,"MYRTACEAE","Neomitranthes gracilis","(Burret) N.Silveira","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea encontrada apenas em Florestas Estacionais Semidecьduas nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр. A regiсo em que a espжcie ocorre sofreu severa perda de habitat, uma vez que alguns municьpios perderam quase 90% de vegetaусo nativa. Alжm do fato de nсo ter sido coletada nos Щltimos dez anos, a espжcie conta com poucos registros de coleta, o que se reflete em seu baixo valor de AOO (40 km▓). Por ocorrer em uma paisagem fragmentada por atividades antrзpicas, suspeita-se que as subpopulaушes da espжcie possam ser consideradas severamente fragmentadas, ou seja, ж pouco provрvel que haja fluxo gЖnico entre elas. Dessa maneira, N. gracilis foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20gracilis","Mata AtlРntica"],
    [3170,"MYRTACEAE","Neomitranthes langsdorffii","(O.Berg) Mattos","EN","B2b(ii,iii,iv)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie que ocorre prзximo Я costa da Bahia, com subpopulaушes se estendendo atж a regiсocosteira do Estado do Rio de Janeiro, em рreas de Floresta e Restinga. Apesar de ser abundante em alguns locais, seu habitat foi bastante reduzido pelas atividades antrзpicas, o que pode ter levado Я extinусo uma de suas subpopulaушes. A AOO desse tрxon foi calculada em 72 km▓, sendo que suas subpopulaушes encontram-se supostamente severamente fragmentadas, uma vez que algumas estсodistantes de outras, o que dificultaria o fluxo gЖnico entre elas. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20langsdorffii","Mata AtlРntica"],
    [3171,"MYRTACEAE","Neomitranthes obscura","(DC.) N.Silveira","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A pitanga-da-restinga ж uma espжcie abundante das Restingas do Rio de Janeiro, mas parece ser rara em outros locais. Apesar da restinga sofrer com intensa pressсo antrзpica, a espжcie ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC) e ж amplamente distribuьda. Dessa maneira, ela ж considerada menos preocupante (LC) quanto ao risco de extinусo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20obscura","Mata AtlРntica"],
    [3172,"MYRTACEAE","Neomitranthes obtusa","Sobral & Zambom","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ um subarbusto encontrado principalmente em Restingas, de Alagoas ao Espьrito Santo, com AOOde 64 km▓. A Restinga ж constantemente ameaуada, em geral pelas fortes pressшes promovidas pela intensa especulaусo imobiliрria nas рreas de sua ocorrЖncia. Alжm de ocorrer em um habitat bastante ameaуado, N. obtusa tem poucas coletas, a maioria feita fora de unidade de conservaусo. Isso ж particularmente preocupante, uma vez que alguns municьpios onde a espжcie estр presente perderammais de 90% da cobertura nativa. Algumas subpopulaушes sсo ainda muito distantes de outras, de maneira que ж possьvel supor que se encontrem atualmente muito fragmentadas. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20obtusa","Mata AtlРntica"],
    [3173,"MYRTACEAE","Neomitranthes pedicellata","(Burret) Mattos","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea endЖmica do Estado de Sсo Paulo, coletada em apenas dois municьpios.As coletas mais antigas foram feitas hр mais de 70 anos na cidade de Sсo Paulo, no Jardim BotРnico. Apesar da intensa urbanizaусo na cidade, ж possьvel que a espжcie ainda ocorra nesse local. As coletas mais recentes, feitas hр mais de 15 anos, sсo de Pedra Bela. Considerando as poucas coletas, a AOO foi calculada em 12 km▓. Podemos supor tambжm que as subpopulaушes ainda existentes da espжcie sejam severamente fragmentadas, uma vez que os dois municьpios onde o tрxon ainda pode ocorrer estсo distantes entre si, o que acaba comprometendo o fluxo gЖnico. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neomitranthes%20pedicellata","Mata AtlРntica"],
    [3174,"MYRTACEAE","Plinia callosa","Sobral","EN","A2c","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie encontrada no sul da Bahia, com distribuiусo restrita e bastante rara. Apesar do grandenЩmero de coletas, ocorre em uma regiсo que sofreu grande perda de habitat, maior do que 80% em alguns municьpios. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos. Essa estimativa pode ser embasada pelo fato da Щltima coleta ter sido feita hр mais de dez anos. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20callosa","Mata AtlРntica"],
    [3175,"MYRTACEAE","Plinia complanata","M.L.Kawas. & B.Holst","EN","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea rara encontrada em Floresta Ombrзfila Densa. Tem uma baixa densidade absoluta e uma estimativa de cerca de 530 indivьduos maduros na natureza. Apesar de contar com algumas coletas, a maior parte foi feita hр mais de dez anos. Alжm disso, alguns municьpios perderam mais de 80% da vegetaусo nativa, como Sсo Miguel Arcanjo (SP), de maneira que se suspeita que tenha havido declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos, considerando o tempode geraусo igual a dez anos. Suspeita-se ainda que o declьnio populacional possa ser de pelo menos 20% nos prзximos 20 anos. Dessa maneira, P. complanata foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20complanata","Mata AtlРntica"],
    [3176,"MYRTACEAE","Plinia cordifolia","(D.Legrand) Sobral","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","P. cordifolia ж uma espжcie encontrada em Santa Catarina e Paranр, com uma distribuiусo bastante restrita (EOO = 8.930,929 km▓). ╔ uma espжcie rara, com cerca de 12 situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, que pode chegar a quase 60% em alguns Municьpios. Entretanto, devido ao fato da espжcie possuir mais de 10 situaушes de ameaуa, ela ж considerada como quase ameaуada de extinусo (NT). Caso nenhuma medida de conservaусo seja tomada, a espжcie pode ser considerada ameaуada em um futuro prзximo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20cordifolia","Mata AtlРntica"],
    [3177,"MYRTACEAE","Plinia edulis","(Vell.) Sobral","VU","A2c,C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O cambucр (Plinia edulis) ж uma espжcie com frutos comestьveis e bastante apreciados e, por esse motivo, ж muito cultivada. Entretanto, ж bastante rara na natureza, com estimativa populacional de cerca de 10.000 indivьduos adultos. ╔ encontrada fora de unidades de conservaусo e, portanto, supшe-se que venha a enfrentar uma reduусo populacional maior do que 10% nos prзximos 30 anos, considerando tempo de geraусo de cerca de dez anos. Alжm disso, a espжcie ocorre em locais sobforte pressсo antrзpica e que sofreram perda de habitat maior do que 80%. Supшe-se, portanto, que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 30% nos Щltimos 30 anos. Dessa maneira, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20edulis","Mata AtlРntica"],
    [3178,"MYRTACEAE","Plinia hatschbachii","(Mattos) Sobral","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica de Florestas Ombrзfilas do Estado do Paranр, tendo uma distribuiусobastante restrita (EOO=1.378,17 km▓). Encontra-se sujeita a cinco situaушes de ameaуa, e uma das principais incidentes sobre suas subpopulaушes ж a perda de habitat, que pode ser maior do que 60%, como em Campina Grande do Sul. Suspeita-se, portanto, que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos. Alжm disso, as poucas coletas indicam que pode ser rara. Dessa maneira, P. hatschbachii foi categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [3179,"MYRTACEAE","Plinia ilhensis","G.M.Barroso","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbustiva endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, em Floresta Ombrзfila Densa eRestinga, com EOO de 1.469,06 km▓. ╔ encontrada em uma regiсo sob intensa pressсo antrзpica e que sofreu grande perda de habitat. Essa perda foi maior do que 70% em alguns municьpios, de maneira que se suspeita que tenha havido mais do que 50% de perda de рrea de ocupaусo da espжcie nos Щltimos 15 anos. Por estar presente em uma regiсo que sofreu intensa modificaусo humana, suspeita-se que a populaусo de P. ilhensis seja severamente fragmentada. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20ilhensis","Mata AtlРntica"],
    [3180,"MYRTACEAE","Plinia muricata","Sobral","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie rara, encontrada apenas no litoral sul da Bahia. Tem uma distribuiусo bastante restrita,com EOO de 303,35 km▓, e tambжm poucas coletas, a mais recente feita hр 20 anos. As poucas coletas indicam que hр trЖs situaушes de ameaуa Я espжcie, uma delas ж a perda de habitat, maior do que 70%. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos, considerando o tempo de geraусo de dez anos. Dessa maneira, P. muricata ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20muricata","Mata AtlРntica"],
    [3181,"MYRTACEAE","Plinia rara","Sobral","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Como o epьteto especьfico sugere, ж uma espжcie rara, encontrada apenas no litoral sul da Bahia, comuma distribuiусo bastante restrita, com EOO de 545,54 km▓. Tem tambжm poucas coletas, de maneira que pode ser considerada rara na regiсo. As poucas coletas indicam que hр cinco situaушes de ameaуa Я espжcie. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, que pode ser de quase 100%(municьpio de Camacс). Suspeita-se, portanto, que tenha havido declьnio populacional de indivьduos maduros maior do que 50% para essa espжcie. Dessa maneira, P. rara foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20rara","Mata AtlРntica"],
    [3182,"MYRTACEAE","Plinia renatiana","G.M.Barroso & Peixoto","EN","A2c,B1ab(iii,v),C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea endЖmica do Espьrito Santo, encontrada em Floresta ombrзfila Densa, comEOO relativamente baixa (EOO=1.741,96 km▓) e sujeita a cinco situaушes de ameaуa, indicadas pelo nЩmero de subpopulaушes. Uma das ameaуas ж a perda de habitat, maior do que 75%. Suspeita-se, portanto, que a espжcie tenha sofrido um declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos. Como hр registro de coleta para locais fora de unidade de conservaусo, suspeita-se que o declьnio populacional possa continuar nos prзximos 20 anos devido Я perda de habitat ou ao declьnio de sua qualidade. Baseando-se no Щnico estudo que registra a densidade populacional da espжcie, estima-se que seja rara e que cerca de 1.000 indivьduos adultos estejam presentes na natureza e cerca de 200 em cada subpopulaусo. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20renatiana","Mata AtlРntica"],
    [3183,"MYRTACEAE","Plinia stictophylla","G.M.Barroso & Peixoto","EN","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea encontrada em Florestas Ombrзfilas Densas do Espьrito Santo e da Bahia.Tem apenas trЖs locais de coleta, duas em unidades de conservaусo. Em ┴guia Branca (ES), Щnico registro nсo localizado em unidade de conservaусo, houve reduусo de habitat maior do que 90%. Em outros municьpios onde a espжcie foi coletada, houve reduусo de habitat maior do que 70%. Suspeita-se, portanto, que tenha havido declьnio populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos. Sua AOO ж menor do que 500 km▓ e sujeita a trЖs situaушes de ameaуas, indicadas pelo nЩmero de subpopulaушes. Dessa maneira, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plinia%20stictophylla","Mata AtlРntica"],
    [3184,"MYRTACEAE","Psidium giganteum","Mattos","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica do Estado de Sсo Paulo, com apenas trЖs registros de coletas, dois com mais de 40 anos. Cada coleta representa uma situaусo de ameaуa. Apesar de todas as coletas terem sido feitas em unidades de conservaусo, as regiшes em que a espжcie ocorre sofreram intenso desmatamento. Suspeita-se, portanto, que a espжcie tenha sofrido uma reduусo populacionalou atж que esteja extinta fora das unidades de conservaусo. Alжm disso, a EOO da espжcie ж relativamente baixa (EOO=510,3 km▓). Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20giganteum","Mata AtlРntica"],
    [3185,"MYRTACEAE","Psidium grandifolium","Mart. ex DC.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O araур ж um arbusto amplamente distribuьdo no Brasil, encontrado  da Bahia Я Santa Catarina, em formaушes campestres e savРnicas. O grande nЩmero de registros de coleta indica que a espжcie ж frequente. Dessa maneira, P. grandifolium ж considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinусo (LC). Entretanto, pelo fato de ocorrer em locais de intensa aусo antrзpica e seus frutos serem apreciados para consumo humano, a espжcie pode estar sujeita ao declьnio populacional. Portanto, estudos devem ser feitos para se verificar o real estado de conservaусo da espжcie.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20grandifolium","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3186,"MYRTACEAE","Psidium longipetiolatum","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica, dos Estados do Rio de Janeiro a Santa Catarina.Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, hр diversas coletas para a espжcie e suspeita-se que seja uma espжcie frequente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусoao risco de extinусo (LC). Entretanto deve-se estudar a subpopulaусo do Rio de Janeiro de maneira a  se verificar seu real estado de conservaусo, uma vez que pode estar severamente fragmentada.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20longipetiolatum","Mata AtlРntica"],
    [3187,"MYRTACEAE","Psidium ovale","(Spreng.) Burret","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica. Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre emdiversas unidades de conservaусo. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусoao risco de extinусo (LC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20ovale","Mata AtlРntica"],
    [3188,"MYRTACEAE","Psidium reptans","(D.Legrand) Soares-Silva & Proenуa","EN","A2c,B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica dos Campos de Altitude do Paranр. Tem apenas trЖs coletas conhecidasem dois municьpios, resultando em uma EOO de 559,25 km▓ e duas situaушes de ameaуa, uma delas a perda de habitat nos municьpios em que P. reptans ocorre: Palmeira perdeu mais de 90% e Tibagi, 70% de vegetaусo nativa atж 2010. Portanto, suspeita-se que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 15 anos, considerando tempo de geraусo como cinco anos. A espжcie deve ser rara ou atж mesmo estar extinta na natureza, uma vez que coletas intensas recentes na bacia do Rio Tibagi nсo a encontraram. Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20reptans","Mata AtlРntica"],
    [3189,"MYRTACEAE","Psidium salutare","(Kunth) O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Mata AtlРntica, AmazЗnia e Cerrado e em diversas fitofisionomias. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусoao risco de extinусo (LC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20salutare","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3190,"MYRTACEAE","Psidium sartorianum","(O.Berg) Nied.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","O cambuь ou araур ж uma espжcie que ocorre em todo o territзrio nacional e possui uma alta densidade absoluta em alguns locais.  ╔ encontrada em diversas unidades de conservaусo e ocorre em рreas cujo desmatamento nсo ж muito elevado.  Dessa maneira, a espжcie ж considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinусo (LC). Entretanto, apesar de seus frutos serem apreciados para consumo humano, nсo hр indicativo que haja coleta predatзria dos frutos.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psidium%20sartorianum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3191,"MYRTACEAE","Siphoneugena densiflora","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda  encontrada em Mata AtlРntica e Cerrado. Apesar de ser encontrada em uma regiсo com intensa aусo antrзpica, ocorre em diversas Unidades de Conservaусo (SNUC) e estima-se que seja abundante localmente.  Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20densiflora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3192,"MYRTACEAE","Siphoneugena kuhlmannii","Mattos","VU","A2c,C1+2a(i)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie arbзrea encontrada em diversas fitofisionomias da Mata AtlРntica de Sсo Paulo, MinasGerais e Espьrito Santo. Tem poucas coletas, mesmo estando presente em uma regiсo bastante estudada. Com base em dados de amostragem de vegetaусo, estima-se que o nЩmero de indivьduos maduros seja de aproximadamente 4.000 e que cada subpopulaусo nсo tenha mais do que 200 indivьduos. ╔ encontrada em uma regiсo que sofreu intenso desmatamento, uma vez que algunsmunicьpios perderam mais de 70% de habitat atж 2010. Dessa maneira, suspeita-se que tenha havido uma reduусo populacional maior do que 30% nos Щltimos 30 anos, considerando o tempo de geraусo igual a dez anos. A espжcie ж considerada, portanto, \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [3193,"MYRTACEAE","Siphoneugena reitzii","D.Legrand","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO =  681.542,16  km▓) encontrada principalmente em  Mata AtlРntica da regiсo sul do Brasil. Apesar de ocorrer em рreas com grande perda de habitat, ж encontrada em pelo menosseis unidades de conservaусo (SNUC) e ж uma espжcie abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж consideradacomo menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC). Entretanto deve-se verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes dos Estados de Minas Gerais e do Espьrito Santo, que se suspeita estarem severamente fragmentadas.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [3194,"MYRTACEAE","Siphoneugena widgreniana","O.Berg","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina"," S. widgreniana possui ampla distribuiусo no Brasil (EOO =  149.058,36  km▓ ), sendo encontrada desde o Estado de Minas Gerais ao do Paranр. Apesar de ocorrer em рreas com forte pressсo antrзpica, a espжcie ocorre em algumas unidades de conservaусo (SNUC) e possui muitas coletas, evidenciando que dever ser uma espжcie relativamente frequente. Dessa maneira, essa ж considerada como uma espжciepouco preocupante em relaусo a sua ameaуa de extinусo (LC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siphoneugena%20widgreniana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3195,"NOTOTHYLADACEAE","Notothylas breutelii","(Gottsche) Gottsche","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Notothylas%20breutelii","Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [3196,"NYCTAGINACEAE","Andradaea floribunda","Allemсo","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andradaea%20floribunda","Mata AtlРntica"],
    [3197,"NYCTAGINACEAE","Belemia fucsioides","Pires","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушessuficientes para a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Belemia%20fucsioides","Mata AtlРntica"],
    [3198,"NYCTAGINACEAE","Guapira hirsuta","(Choisy) Lundell","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20hirsuta","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3199,"NYCTAGINACEAE","Guapira nitida","(Mart. ex J.A.Schmidt) Lundell","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda na Mata AtlРntica.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20nitida","Mata AtlРntica"],
    [3200,"NYCTAGINACEAE","Guapira obtusata","(Jacq.) Little","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guapira%20obtusata","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3201,"NYCTAGINACEAE","Neea verticillata","Ruiz & Pav.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neea%20verticillata","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3202,"NYCTAGINACEAE","Pisonia ambigua","Heimerl","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamentedistribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pisonia%20ambigua","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3203,"OCHNACEAE","Luxemburgia angustifolia","Planch.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","L. angustifolia caracteriza-se por arbustos ou рrvores, de atж 5 m de altura. ╔ considerada endЖmica do Estado de Minas Gerais. Restrita ao bioma Cerrado, desenvolve-se em Campos Rupestres e Floresta Ciliar, tendo distribuiусo restrita Я Cadeia do Espinhaуo. Apesar de pouco representada em coleушes cientьficas, ж uma espжcie frequente em suas рreas de ocorrЖncia. Encontra-se sob quatro situaушes de ameaуa: invasсo de espжcies exзticas, ocorrЖncia de incЖndios, expansсo urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a regiсo em um passado recente. Foi, portanto, considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20angustifolia","Cerrado"],
    [3204,"OCHNACEAE","Luxemburgia corymbosa","A.St.-Hil.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Luxemburgia corymbosa apresenta forma de vida predominantemente arbustiva. EndЖmica do Estado de Minas Gerais ж uma espжcie de ocorrЖncia exclusiva nos Campos Rupestres associados ao Cerrado. Apresenta distribuiусo restrita Я Serra do Caraуa, sendo conhecida apenas pela RPPN Santuрrio do Caraуa, sempre em altitudes superiores a 1.800 m. Encontra-se sob quatro situaушes de ameaуa: invasсo de espжcies exзticas, ocorrЖncia de incЖndios, expansсo urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a regiсo em um passado recente. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20corymbosa","Cerrado"],
    [3205,"OCHNACEAE","Luxemburgia flexuosa","Sastre","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Luxemburgia flexuosa caracteriza-se pelo hрbito arbustivo, de 2 a 3 m de altura. EndЖmica do Estado de Minas Gerais ж restrita ao bioma Cerrado. Encontrada na regiсo de Diamantina e da Serra do Cipз, desenvolve-se em Campos Rupestres e em рreas de afloramentos rochosos. Apresenta distribuiусo restrita e pontual. Encontra-se sob quatro situaушes de ameaуa: invasсo de espжcies exзticas, ocorrЖncia de incЖndios, expansсo urbana e a intensa atividade mineradora que assolou a regiсo em um passado recente. Por esses motivos, este tрxon foi considerado \"Vulnerрvel\" (VU). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luxemburgia%20flexuosa","Cerrado"],
    [3206,"OCHNACEAE","Ouratea cuspidata","(A.St.-Hil.) Engl.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ouratea cuspidatacaracteriza-se por arbustos ou рrvores. EndЖmica do Brasil. Ocorre nosdomьnios fitogeogrрficos Cerrado e Mata AtlРntica, encontrada em Floresta Ombrзfila Densa, em Florestas de Restinga. Apresenta EOO de 420.988,661km▓. Amplamente distribuьdana regiсo litorРnea, comumente encontrada em рreas abertas de Restinga, Nativose Mussunungas, ocupando tambжm рreas antropizadas e bordas de matas. Apesar daintensa degradaусo de seus habitats de ocorrЖncia, nсo hр ameaуa direta que acoloque em alguma categoria de risco. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20cuspidata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3207,"OCHNACEAE","Ouratea hatschbachii","K.Yamam.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ouratea hatschbachii caracteriza-se pelo hрbito arbustivo, chegando atж 1 m de altura. EndЖmica do Brasil ocorre nos Estados de Minas Gerais e Bahia. ╔ encontrada nos biomas Cerrado e Caatinga, onde se desenvolve em vegetaусo arbustiva com afloramentos rochosos, preferencialmente sobre substrato arenoso. Apresenta AOO de 40 km▓ e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa: queimadas, mineraусo, agricultura e pecuрria. Conhecida por escassos registros de coleta, as Щltimas coletas foram realizadas em 2009, nos municьpios de MucugЖ e Barra da Estiva (BA). ╔ protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina e Parque Estadual de Grсo-Mogol. Dado esse panorama e sua distribuiусo restrita, esta espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20hatschbachii","Cerrado, Caatinga"],
    [3208,"OCHNACEAE","Ouratea spectabilis","(Mart.) Engl.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Ouratea spectabilis caracteriza-sepor arbustos ou рrvores. EndЖmica do Brasil. Encontrada em praticamente todosos domьnios fitogeogrрficos brasileiros, em Mata AtlРntica, especificamente, ocorre em FlorestaEstacional Semidecidual. Amplamente distribuьda. Apresenta EOO de3.208.024,295 km▓. Suadistribuiусo disjunta e pontual entre Estados brasileiros possivelmente a levarрa categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ouratea%20spectabilis","Cerrado"],
    [3209,"OCHNACEAE","Sauvagesia nitida","Zappi & E.Lucas","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Sauvagesia nitida caracteriza-se pelo hрbito arbustivo ou arvoretas, de atж 2,5 m. Restrita ao bioma Cerrado e endЖmica do Estado da Bahia, ж encontrada nos Campos Rupestres da regiсo de Catolжs, entre 1.100 e 1.900 m de altitude. Protegida pela ┴rea de Proteусo Ambiental da Serra do Barbado, a espжcie foi descrita recentemente e ж conhecida por escassas coletas realizadas no inьcio da dжcada de 1990, a Щltima delas em 2006, no municьpio de MucugЖ. Encontra-se sob uma situaусo de ameaуa: as constantes queimadas que assolam sua рrea de ocorrЖncia. Pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sauvagesia%20nitida","Cerrado"],
    [3210,"OLEACEAE","Chionanthus filiformis","(Vell.) P.S.Green","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20filiformis","Mata AtlРntica"],
    [3211,"OLEACEAE","Chionanthus fluminensis","(Miers) P.S.Green","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=31,05 km▓) e encontra-se sujeita a uma situaусo de ameaуa. Apesar de ter sido coletada no passado, hoje jр ж tida como um tрxon raro, principalmente pela acentuada perda do hрbitat ocasionada pela expansсo urbana na regiсo de ocorrЖncia da espжcie. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20fluminensis","Mata AtlРntica"],
    [3212,"OLEACEAE","Chionanthus micranthus","(Mart.) Lozano & Fuertes","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de estar em Unidades de Conservaусo a espжcie ocorre em рreas muito degradas e por isso deve ser monitorada, a fim de verificar-se a estabilidade populacional. Alжm disso, a regiсo de ocorrЖncia da espжcie ж alvo de queimadas e de declьnio da qualidade do habitat proveniente de atividades antrзpicas.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20micranthus","Mata AtlРntica"],
    [3213,"OLEACEAE","Chionanthus subsessilis","(Eichler) P.S.Green","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж restrita aos Estados de Minas Gerais e Sсo Paulo, e estр sujeita a uma sжrie de ameaуas como queimadas, declьnio de qualidade e tamanho do hрbitat. Essas situaушes sсo decorrentes principalmente de atividades agropecuрrias. Tem menos de cinco situaушes de ameaуa e poderр ser transferida para uma categoria de maior risco, em futuro prзximo, caso elas nсo sejam controladas e cessem. Por hora, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20subsessilis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3214,"OLEACEAE","Chionanthus tenuis","P.S.Green","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do municьpio do Rio de Janeiro, e conhecida por uma Щnica coleta, do material-tipo, feita hр mais de mais 60 anos. Encontra-se sujeita a uma situaусo de ameaуa. A AOO foi calculada em 10 km▓, o que evidencia sua distribuiусo muito restrita. Sсo ameaуas constantes os incЖndios provocados por balшes, a especulaусo imobiliрria e a pressсo antrзpica provocada pelas favelas nas рreas do entorno. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chionanthus%20tenuis","Mata AtlРntica"],
    [3215,"OLEANDRACEAE","Oleandra articulata","(Sw.) C.Presl","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo. Foi categorizada como fora de risco de extinусo.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oleandra%20articulata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3216,"ONAGRACEAE","Fuchsia regia","(Vell.) Munz","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","A espжcie ocorre amplamente distribuьda no Brasil, sendo frequentemente coletada dentro dos limites de diversas Unidades de Conservaусo e tambжm рreas degradadas ou em diferentes estрgios sucessionais, Fucshia regia foi registrada em Florestas Nebulares, Campos de Altitude, Florestas Ombrзfilas Densas e Mistas associadas ao Domьnio Fitogeogrрfico Mata AtlРntica. Parece ser muito abundante ao longo de sua distribuiусo, estando muito bem representada nos principais herbрrios do paьs. Por esse motivos, a espжcie foi considerada \"Menos Preocupante\" (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-09-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Fuchsia%20regia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3217,"ONAGRACEAE","Ludwigia anastomosans","(DC.) H.Hara","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Ludwigia anastomosans (DC.) H. Hara era considerada endЖmica do estado de Minas Gerais, porжm, hр coletas histзricas validadas indicando sua ocorrЖncia nos estados de Sсo Paulo (Campinas) e Paranр (Arapongas) e coletas recentes realizadas no estado de Goiрs (CaiapЗnia). Vem sendo considerada na literatura e em avaliaушes de risco de extinусo empreendidas anteriormente como uma espжcie rara, porжm, na localidade recentemente encontrada no estado de Goiрs, a populaусo de L. anastomosans foi descrita como muito abundante. O diminuto nЩmero de coleушes parece ser reflexo de seu hрbito escandente, uma vez que ocorre na copa das рrvores, associadas a ambientes alagados e usualmente as margens de cзrregos de рguas escuras, o que dificulta sua localizaусo/ coleta em campo. Devido as incongruЖncias apresentadas, a espжcie foi considerada nesse momento \"Dados Insuficientes\" (DD), demandando estudos biogeogrрficos e populacionais mais detalhados para se estabelecer uma categoria de ameaуa adequada.","2012-09-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ludwigia%20anastomosans","Cerrado"],
    [3218,"OPHIOGLOSSACEAE","Botrychium virginianum","(L.) Sw.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda no Sul e Sudeste e nсo ж endЖmica do Brasil.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Botrychium%20virginianum","Mata AtlРntica"],
    [3219,"OPHIOGLOSSACEAE","Ophioglossum palmatum","L.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda e estр em Unidades de Conservaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophioglossum%20palmatum","Mata AtlРntica"],
    [3220,"ORCHIDACEAE","Acianthera adiri","(Brade) Pridgeon & M.W.Chase","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Acianthera adiri ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica exclusiva do Estado do Paranр. ╔ restrita a uma EOO de 560,72 km▓ e uma AOO menor de 10 km▓. A espжcie nсo ocorre em unidades de conservaусo e as duas localidades em que a espжcie ж encontrada estсo extremamente ameaуadas pela fragmentaусo: no municьpio de Guarapuava, restam somente 13% dos remanescentes florestais totais e em Araucрria apenas 2%. Pode-se considerar entсo que a espжcie esteja sujeita a uma situaусo de ameaуa para as duas localidades. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita e Я perda acentuada de habitat, A. adiri estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20adiri","Mata AtlРntica"],
    [3221,"ORCHIDACEAE","Acianthera aphthosa","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera aphtosa ж uma espжcie que ocorre em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 250 e 1450 m de altitude. Possui uma EOO de 394.358,54 km▓. ╔ considerada comum na Serra do Japi, no Estado de Sсo Paulo (Pansarin, Pansarin, 2008) e no Cinturсo Verde do Municьpio de Santa Cruz do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, uma рrea protegida (Ribeiro et al., 2006). Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ж encontrada em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. aphtosa ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20aphthosa","Mata AtlРntica"],
    [3222,"ORCHIDACEAE","Acianthera auriculata","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera auriculosa ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 600 e 1300 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 436.333,24 km▓. ╔ considerada comum na Serra dos Мrgсos, no Estado do Rio de Janeiro, e ocorre em vрrias unidades de conservaусo (SNUC) nos Estados onde se distribui. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. auriculosa ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20auriculata","Mata AtlРntica"],
    [3223,"ORCHIDACEAE","Acianthera bragae","(Ruschi) F.Barros","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera bragae ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina. Possui EOO de226.410 km▓. Apesar de ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, a espжcie ж encontrada tambжm em diferentestipos florestais e apresenta uma ampla distribuiусo. Desta forma, A. bragae ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20bragae","Mata AtlРntica"],
    [3224,"ORCHIDACEAE","Acianthera crinita","(Barb.Rodr.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera crinita ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр entre 800 m e 900 m dealtitude. Possui uma EOO de 180.195 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. crinita ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, sсo necessрrios maiores estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20crinita","Mata AtlРntica"],
    [3225,"ORCHIDACEAE","Acianthera glumacea","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera glumacea ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma EOO de 133.029 km▓. Apesar de a espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. glumacea ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20glumacea","Mata AtlРntica"],
    [3226,"ORCHIDACEAE","Acianthera heringeri","(Hoehne) F.Barros","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Acianthera heringeri ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica nos Estados de Minas Gerais e EspьritoSanto. ╔ restrita a uma EOO de 539,53 km▓ e a uma AOO menor de 10 km▓, usualmente entre 900 e 1.200 m de altitude. As duas localidades em que a espжcie ж encontrada estсo altamente ameaуadas pela fragmentaусo: no municьpio de Santa Maria do Jetibр (ES), restam somente 26% dos remanescentes florestais totais e, em Alto Caparaз (MG), apenas 17%. Pode-se considerar que a espжcie esteja sujeita a uma situaусo de ameaуa para as duas localidades. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita e Я perda de habitat, A. heringeri estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20heringeri","Mata AtlРntica"],
    [3227,"ORCHIDACEAE","Acianthera karlii","(Pabst) C.N.Conу. & Waechter","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera karlii ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados do Paranр, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, sendo quea ausЖncia da espжcie em Santa Catarina ж devido, provavelmente, a falta de coletas. Possui uma EOO de 115.093 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em рreas protegidas e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. karlii ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20karlii","Mata AtlРntica"],
    [3228,"ORCHIDACEAE","Acianthera langeana","(Kraenzl.) Pridgeon & M.W.Chase","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera langeana ж uma espжcie ocorrente em ambientes florestais com influЖncia fluvial em MataAtlРntica, nos Estados do Paranр e Espьrito Santo. ╔ restrita a uma EOO de 19.290,31 km▓ e uma AOO menor de 16 km▓, devido Я sua especificidade de habitat. As localidades em que a espжcie ж encontrada estсo extremamente ameaуadas pela fragmentaусo: no municьpio de Lapa (PR), por exemplo, restam somente 9% dos remanescentes florestais totais e em Araucрria apenas 2%.Considerando que a espжcie esteja sujeita a duas situaушes de ameaуa para as suas localidades e considerando ainda a sua raridade e sua distribuiусo extremamente restrita, A. langeana estр categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20langeana","Mata AtlРntica"],
    [3229,"ORCHIDACEAE","Acianthera ophiantha","(Cogn.) Pridgeon & M.W.Chase","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera ophiantha жuma espжcie ocorrente em cerrado restrita ao Estado de Minas Gerias. A inconsistЖncia sobre sua distribuiусo, e a falta de informaушes sobre sua biologia e status populacional,torna inadequada a categorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20ophiantha","Cerrado"],
    [3230,"ORCHIDACEAE","Acianthera papillosa","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera papillosa ж uma espжcie epьfita com no mрximo 3 cm, ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio Grande do Sul, tendo, desta forma, uma EOO de 272.673,55 km▓. Os registros da espжcie se concentram em trЖs localidades. No Rio Grande do Sul, o habitat da espжcie estр ameaуado pela fragmentaусo. Em Torres, por exemplo, restam somente 2% dos remanescentes florestais totais. Na Bahia, a regiсo do municьpio de Cachoeira temum histзrico de desmatamento para o desenvolvimento da agricultura. E no Espьrito Santo, no municьpio de Santa Maria do Jetibр, o turismo ж uma ameaуa iminente. Diante do exposto, considera-se que a espжcie esteja sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas. Dessa forma, apesar de uma EOO ampla, A. papillosa tem menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo assim, categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, por ser uma espжcie de pequeno tamanho, sugere-se um maior esforуo de coleta a fim de se identificar novas subpopulaушes.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20papillosa","Mata AtlРntica"],
    [3231,"ORCHIDACEAE","Acianthera pectinata","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera pectinata ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina. Possui uma EOO de 64.131 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, foi coletada em ┴reas Protegidas e apresenta uma ampla distribuiусo. Desta forma, A. pectinata ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, sсo necessрrios maiores estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20pectinata","Mata AtlРntica"],
    [3232,"ORCHIDACEAE","Acianthera pernambucensis","(Rolfe) F.Barros","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Acianthera pernambucensis ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica restrita ao Estado de Pernambuco. A falta de informaушes sobre sua distribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20pernambucensis","Mata AtlРntica"],
    [3233,"ORCHIDACEAE","Acianthera saurocephala","(Lodd.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera saurocephala ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nosEstados do Sul e Sudeste do Brasil e uma ocorrЖncia na Bahia, entre 500 e 1300 m de altitude. Possui umaEOO de 636.296,51 km▓. Ocorre em vрrias ┴reas de Preservaусo nos Estados onde sedistribui. Apesar da espжcie ocorrer em regiшes de grandeinterferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuiусo ampla. Desta forma, A. saurocephala ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e biolзgicos poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20saurocephala","Mata AtlРntica"],
    [3234,"ORCHIDACEAE","Acianthera strupifolia","(Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera strupifolia ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina. Possui uma EOO de 158.589km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. strupifolia ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20strupifolia","Mata AtlРntica"],
    [3235,"ORCHIDACEAE","Acianthera teres","(Lindl.) Borba","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera teres ж uma espжcie rupьcola ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nosEstados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Possui uma EOO de 101.604,86 km▓. ╔ considerada bastante comum em toda a extensсo da Cadeia do Espinhaуo. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grandeinterferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentes tipos vegetacionais e apresentauma distribuiусo ampla. Desta forma, A. teres ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20teres","Cerrado"],
    [3236,"ORCHIDACEAE","Acianthera translucida","(Barb.Rodr.) Luer","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Aciathera translucida (Barb. Rodr.) Luer ж endЖmica do Brasil e possui ocorrЖncia ocasional nos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Santa Catarina. Entretanto, ж localmente abundante em partes de sua distribuiусo. Nсo existem ameaуas especьficas descritas para a espжcie, que se encontra protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Assim foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20translucida","Mata AtlРntica"],
    [3237,"ORCHIDACEAE","Acianthera tricarinata","(Poepp. & Endl.) Pridgeon & M.W.Chase","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Acianthera tricarinata ж uma espжcie epifьtica ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados do Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр, e possui uma extensсo de ocorrЖncia de 109.437,81 km▓. A espжcie ocorre em vрrias ┴reas de Preservaусo nos Estados onde se distribui. Apesarde ocorrer em рreas de interferЖncia antrзpica, esta ocorre emdiferentes tipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Destaforma, A. tricarinata ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acianthera%20tricarinata","Mata AtlРntica"],
    [3238,"ORCHIDACEAE","Adamantinia miltonioides","van den Berg & C.N.Gonу.","CR","B2ab(ii,iii,iv),C2a(i),D","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Adamantinia miltonioides ж uma espжcie epьfita, rara, com ocorrЖncia restrita a um habitat especьficono Estado da Bahia. Tem uma EOO de 260,06 km▓ e uma AOO de 4 km▓. Sua populaусo estр restrita a sete subpopulaушes pequenas e prзximas, ocorrentes no Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA). Considerando que a espжcie tenha menos de 50 indivьduos maduros em sua populaусo, que esta ocorra em somente uma situaусo de ameaуa e sua distribuiусo conhecida seja extremamente restrita, A. miltonioides estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adamantinia%20miltonioides","Caatinga"],
    [3239,"ORCHIDACEAE","Alatiglossum barbatum","(Lindl.) Baptista","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alatiglossum barbatum ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados do Cearр, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Minas Gerais. Possui umaEOO de 1.264.515,17 km▓. ╔ encontrada em vрrias ┴reas de Preservaусo nos Estados onde sedistribui. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de interferЖncia antrзpica, esta possui uma distribuiусo ampla e abundante. Desta forma, A. barbatum ж umaespжcie Menos preocupante (LC).","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20barbatum","Mata AtlРntica"],
    [3240,"ORCHIDACEAE","Alatiglossum croesus","(Rchb.f.) Baptista","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alatiglossum croesus ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica do Estado do Rio de Janeiro. ╔ restrita a uma EOO de 272,53 km▓ e uma AOO menor de 4 km▓. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie encontra-se bastante fragmentada devido ao desenvolvimento de atividades agropecuрrias que ocorrem na regiсo desde a colonizaусo, principalmente pelo plantio de cana-de-aуЩcar e pastagem. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita, por ocorrer em somente uma situaусo de ameaуa,e pelo habitat fragmentado, A. croesus estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20croesus","Mata AtlРntica"],
    [3241,"ORCHIDACEAE","Alatiglossum longipes","(Lindl.) Baptista","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Alatiglossum longipes ж uma espжcie herbрcea ocorrente nosEstados do Sul e Sudeste do Brasil entre 100 e 1200 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 357.842 km▓. Desenvolve-se em diversos ambientes de Mata AtlРntica e ocorre em vрrias ┴reas de Preservaусo nos Estados onde sedistribui. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grandeinterferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuiусo ampla. Desta forma, A. longipes ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo da espжcie poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alatiglossum%20longipes","Mata AtlРntica"],
    [3242,"ORCHIDACEAE","Anathallis adenochila","(Loefgr.) F.Barros","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis adenochila ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma EOO de 313.817 km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentestipos florestais, e ж bem representada em ┴reas Protegidas nos Estados onde ocorre, alжm de presentar uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. adenochila ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20adenochila","Mata AtlРntica"],
    [3243,"ORCHIDACEAE","Anathallis bleyensis","(Pabst) F.Barros","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis bleyensis ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica, possui relatos de ocorrЖncia nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina. Porжm, os dados disponьveis a restringe ao Estado do Paranр. A falta de informaушessobre sua distribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada acategorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta formaDeficiente de Dados (DD). Maiores estudos sobre Anathallis bleyensis sсo necessрrios para que futuramente a espжcie possa ser reavaliada.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20bleyensis","Mata AtlРntica"],
    [3244,"ORCHIDACEAE","Anathallis colnagoi","(Pabst) F.Barros & L.Guimaraes","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis colnagoi ж uma espжcie exclusiva do Estado do Espьrito Santo, conhecida por somenteuma coleta. A espжcie tem uma EOO de 269,87 km▓ e AOO de 4 km▓. Em Domingos Martins (ES), local de registro da espжcie, o que restou da Mata AtlРntica e as capoeiras cobrem, hoje, cerca de 20% do territзrio do municьpio. O restante ж formado principalmente por plantaушes de cafж, culturas temporрrias (milho, feijсo, morango, entre outras) e pelo plantio de pinheiros e eucaliptos. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita e Я perda acentuada de habitat, A. colnagoi estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20colnagoi","Mata AtlРntica"],
    [3245,"ORCHIDACEAE","Anathallis crebrifolia","(Barb.Rodr.) Luer","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathalis crebrifolia ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica, sendo indicada sua ocorrЖncia nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Entretanto, o registro disponьvel ж do estado do Paranр, o qual nсo consta na distribuiусo da espжcie. A falta de informaушes sobre suadistribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaусode Anathalis crebrifolia em algum risco de extinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD). Maiores estudos sobre a espжcie sсo necessрrios para que esta possa ser futuramente reavaliada.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20crebrifolia","Mata AtlРntica"],
    [3246,"ORCHIDACEAE","Anathallis gehrtii","(Hoehne & Schltr.) F.Barros","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis gehrtii ж uma espжcie epьfita, ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados deSсo Paulo, Rio de Janeiro e Espьrito Santo, com uma EOO de 25.388,54 km▓. Os registros da espжcie se concentram em trЖs localidades. Em Santo Andrж (SP), o habitat da espжcie tem um histзrico de impactos oriundos dos polos industriais, cujos danos alteraram a fisionomia e a diversidade da floresta em uma sequЖncia de eventos, primeiramente causando o desaparecimento das plantas mais sensьveis aos poluentes, em especial as epьfitas, que foram quase dizimadas em grandes trechos da Reserva do Alto da Serra, рrea de registro da espжcie. O municьpio de Santa Teresa (ES) tem como principal ameaуa Яs suas рreas florestais o desenvolvimento de atividades agriculturais e a crescente expansсo urbana. No Parque Nacional da Serra dos Мrgсos (RJ), atividades como a extraусo de espжcies madeireiras (cedro e canela) e рrvores de sub-bosque, como o palmito, sсo as mais preocupantespara conservaусo. Alжm disso, nos meses entre junho e setembro, ж comum a origem de focos de incЖndio promovidos pelos moradores para eliminar ervas daninhas ou mesmo por vРndalos e baloeiros. Diante do exposto, a espжcie se encontra sujeita a trЖs situaушes de ameaуa e, apesar de ter uma extensсo de ocorrЖncia ampla, A. gehrtii apresenta menos de cinco situaушes de ameaуa, sendoassim, categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, por ser uma espжcie de tamanho reduzido, recomenda-se um maior esforуo de coleta.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20gehrtii","Mata AtlРntica"],
    [3247,"ORCHIDACEAE","Anathallis kautskyi","(Pabst) Pridgeon & M.W.Chase","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis kautiskyi ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРnticarestrita ao Estado do Espьrito Santo. A falta de informaушes sobre suadistribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaусoda espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3248,"ORCHIDACEAE","Anathallis montipelladensis","(Hoehne) F.Barros","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis montipelladensis ж umaespжcie rupьcola de pequeno porte com somente 10-20mm. A espжcie ocorre na Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, nos Estadosda Bahia, Espьrito Santo, Minas Gerais e Sсo Paulo entre 1100 e 1400 mde altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 357.729 km▓. A espжcie ocorre em рreas protegidas, diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Destaforma, A. montipelladensis ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20montipelladensis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3249,"ORCHIDACEAE","Anathallis pabstii","(Garay) Pridgeon & M.W.Chase","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis pabstii ж uma espжcie epьfita ocorrente em Mata AtlРntica com registros para os Estados doParanр e Rio de Janeiro. Apresenta AOO de 16 Km▓, com registros concentrando-se em duas diferentes situaушes de ameaуa. Sua populaусo estр sujeita Я severa fragmentaусo, devido ao desenvolvimento agropecuрrio e crescimento urbano. Considerando que a espжcie esteja sujeita a duas diferentes situaушes de ameaуa, que decorrem do declьnio de habitat e a sua restrita AOO, A. pabstii encontra-se \"Em perigo\" (EN). Entretanto, recomendam-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20pabstii","Mata AtlРntica"],
    [3250,"ORCHIDACEAE","Anathallis radialis","(Porto & Brade) Pridgeon & M.W.Chase","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis radialis ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica com registros nos Estados do sudeste do Brasil, a 1200 e 1700 m de altitude. Possui um extensсo de ocorrЖncia de 27.583 km▓. Os registros da espжcie se concentram em рreas de grande interferЖncia antrзpica devido ao desenvolvimento agropecuрrio e crescimento urbano. Alжm disso, a espжcie encontra-se no Anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta. Diante do exposto, pode-se dizer que Anathallis radialis ж uma espжcie Quase ameaуada (NT). Entretanto, recomenda-seum maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20radialis","Mata AtlРntica"],
    [3251,"ORCHIDACEAE","Anathallis tigridens","(Loefgr.) F.Barros & Barberena","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anathallis tigridens ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estadosdo Rio de Janeiro e Espьrito Santo, com uma EOO de 26.246,90 km▓. Os registros da espжcie se concentram em trЖs localidades. No Parque Nacional da Tijuca (RJ), sсo ameaуas iminentes os incЖndios provocados por balшes, especulaусo imobiliрria, pressсo antrзpica causada pelas favelas nas рreas do entorno e o extrativismo de espжcies nativas ornamentais (principalmente bromжliase orquьdeas). No Parque Nacional da Serra dos Мrgсos (RJ), a extraусo de espжcies madeireiras (cedro e canela) e рrvores de sub-bosque, como o palmito, sсo as que mais ameaуam a biota local. O municьpio de Santa Teresa (ES) tem como principal ameaуa Яs suas рreas florestais o desenvolvimento de atividades agriculturais e expansсo urbana. Diante do exposto, a espжcie estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa e apesar de uma EOO ampla, A. tigridens tem menos de cinco situaушes de ameaуa, sendo assim, foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, sugerem-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anathallis%20tigridens","Mata AtlРntica"],
    [3252,"ORCHIDACEAE","Anneliesia candida","(Lindl.) Brieger & LЧckel","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia candida ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo e Rio deJaneiro, com uma extensсo de ocorrЖncia de 24.716km▓. Os registros da espжcie se concentram em рreas de grande interferЖncia antrзpica devido ao desenvolvimento agropecuрrio e crescimento urbano (SOS Mata AtlРntica, 2009). Alжm disso, a espжcie encontra-se no Anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta. Diante do exposto, pode-se dizer que Anneliesia candida ж uma espжcie Quase ameaуada (NT). Entretanto, recomenda-se um maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20candida","Mata AtlРntica"],
    [3253,"ORCHIDACEAE","Anneliesia cuneata","(Lindl.) Senghas & LЧckel","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia cuneata ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambiente de Mata AtlРntica nos estados do Espьrito Santo, Sсo Paulo e Rio de Janeiro a 1000 e 1500m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 41.093km▓. A espжcie ocorre normalmente em florestas originais com umidade intensiva, sobre рrvores antigas. Apesar de possuir distribuiусo ampla e ocorrer em algumas ┴reas Protegidas, a espжcie possui potencial ornamental. Desta forma, A. cuneata ж uma espжcie Quase ameaуada (NT), porжm maiores estudos populacionais e de extraусo poderсo qualificр-la para uma categoria de ameaуa em um futuro prзximo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20cuneata","Mata AtlРntica"],
    [3254,"ORCHIDACEAE","Anneliesia kayasimae","(Pabst) Senghas & LЧckel","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia kayasimae ж uma espжcie de Mata AtlРntica exclusiva do Estado de Sсo Paulo. O Щnico registro da espжcie ж do municьpio de Rio Claro, coletado por G. Vert em 1901. Sabendo-se que a regiсo de Rio Claro tem vegetaусo entre as mais ameaуadas do Estado, com somente 4% dos remanescentes florestais restantes, e que a espжcie tenha distribuiусo altamente restrita e queesta nсo foi novamente coletada, pode-se dizer que A. kayasimae estр \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar extinta na natureza.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20kayasimae","Mata AtlРntica"],
    [3255,"ORCHIDACEAE","Anneliesia russelliana","(Lindl.) Senghas & LЧckel","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anneliesia russelliana ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes deMata AtlРntica com registros nos estados de Sсo Paulo, Espьrito Santo e SantaCatarina possuindo uma extensсo de ocorrЖncia de 66.443km▓. Os registros da espжcie se concentram em seis localidades. Noestado de Sсo Paulo, o habitat da espжcie tem um histзrico de impactos oriundosdos pзlos industriais, cujos danos alteraram a fisionomia e a diversidade dafloresta em uma sequЖncia de eventos, primeiramente causando o desaparecimentodas plantas mais sensьveis aos poluentes, especialmente as epьfitas, que forampraticamente dizimadas em grandes trechos da Reserva do Alto da Serra, onde aespжcie ocorre (Lima, 2010). No Litoral norte paulista, a vegetaусo originalestр reduzida a um total de 8% (Barbosa et al., 2009). E no Espьrito Santo, em SantaMaria do Jetibр, o turismo ж uma ameaуa ao ambiente. Devido ao fato de Anneliesia russelliana possuir umaextensсo de ocorrЖncia ampla e possuir mais de 5 situaушes de ameaуa, asameaуas iminentes ao habitat poderсo levar a espжcie a uma categoria de ameaуa emum futuro prзximo, sendo desta forma Quase ameaуada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anneliesia%20russelliana","Mata AtlРntica"],
    [3256,"ORCHIDACEAE","Aspasia lunata","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aspasia lunata ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil entre 200 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 251.707km▓. Apesar de a espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, A. lunata ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspasia%20lunata","Mata AtlРntica"],
    [3257,"ORCHIDACEAE","Aspidogyne commelinoides","(Barb.Rodr.) Garay","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aspidogyne commelinoides ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 276.336km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bemrepresentada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, ?Aspidogyne commelinoides ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidogyne%20commelinoides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3258,"ORCHIDACEAE","Aspidogyne kuczynskii","(Porsch) Garay","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Aspidogyne kuczynskii ж uma espжcie terrestre ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata AtlРntica nos estados de Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 249.286km▓. Apesar de aespжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bemrepresentada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, ?Aspidogyne kuczynskii ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidogyne%20kuczynskii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3259,"ORCHIDACEAE","Baptistonia cornigera","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia cornigera ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados do Sudeste e Sul do Brasil.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 453.424km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grandeinterferЖncia antrзpica, estр bem representada em ┴reas Protegidas nos estadosonde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусoampla. Desta forma, Baptistonia cornigera ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20cornigera","Mata AtlРntica"],
    [3260,"ORCHIDACEAE","Baptistonia cruciata","(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia cruciata ж uma espжcieocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo entre 600 e 1200 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 245.187km▓. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, apresenta uma distribuiусo ampla. Destaforma, Baptistonia cruciata ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, recomenda-se um maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20cruciata","Mata AtlРntica"],
    [3261,"ORCHIDACEAE","Baptistonia kautskyi","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia kautskyi ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica, exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. ╔ restrita a uma EOO de 1.082,72 km▓, a uma altitude com cerca de 1.400 m. Considerando a perda e degradaусo de habitats da Mata AtlРntica no Espьrito Santo, considerando ainda o potencial ornamental da espжcie e sua distribuiусo extremamente restrita, B. kautskyi estр \"Em perigo (EN)\".","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3262,"ORCHIDACEAE","Baptistonia lietzei","(Regel) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia lietzei tem ocorrЖncia registrada para os estados da Regiсo Sudeste eParanр e um registro para a Bahia, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica a 800 e 1100m de altitude.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 499.133km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma,?Baptistonia lietzei  ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20lietzei","Mata AtlРntica"],
    [3263,"ORCHIDACEAE","Baptistonia pubes","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia pubes tem ocorrЖncia registrada para os estados da Bahia, Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Paranр , desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 447.876km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Baptistonia pubes ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20pubes","Mata AtlРntica"],
    [3264,"ORCHIDACEAE","Baptistonia sarcodes","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia sarcodes ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambiente deMata AtlРntica nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 45.909km▓. Apesar depossuir distribuiусo ampla e ocorrer em algumas ┴reas Protegidas, o habitat da espжcie vem sendo degradado pela aусo humana, alжm disso a espжcie possui potencial ornamental. Desta forma, B. sarcodes ж uma espжcie Quase ameaуada (NT), maiores estudos populacionais ede extraусo poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20sarcodes","Mata AtlРntica"],
    [3265,"ORCHIDACEAE","Baptistonia truncata","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia truncata ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica com registros para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. ╔ restrita a uma EOO de somente 76,91 km▓, e as localidades em que a espжcie ж encontrada estсo ameaуadas pela fragmentaусo dos ambientes naturais. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita e Я perda de habitat, B. truncata estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20truncata","Mata AtlРntica"],
    [3266,"ORCHIDACEAE","Baptistonia venusta","(Drapiez) Chiron","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Baptistonia venusta tem ocorrЖncia registrada para os estados da Regiсo Sul e Sudeste, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 198.718km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Baptistonia venusta ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Baptistonia%20venusta","Mata AtlРntica"],
    [3267,"ORCHIDACEAE","Barbosella dusenii","(A.Samp.) Schltr.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Barbosella dusenii ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 48.322km▓. A espжcie ocorre em рreas de grandeinterferЖncia antrзpica que ameaуa seu habitat, alжm disso, a espжcie ж visada pelo seu valor ornamental. Apesar de Barbosella dusenii possuir uma extensсo de ocorrЖncia ampla, ocorrer em рreas protegidas e em diferentes tipos vegetacionais, as ameaуas iminentes ao habitat e o risco de coleta indiscriminada, poderсolevar a espжcie a uma categoria de ameaуa em um futuro prзximo, sendo destaforma Quase ameaуada (NT). Entretanto, sugere-se um maior esforуo de coleta,estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20dusenii","Mata AtlРntica"],
    [3268,"ORCHIDACEAE","Barbosella spiritusanctensis","(Pabst) F.Barros & Toscano","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Barbosella spiritusanctensis ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРnticarestrita ao estado do Espьrito Santo. A falta de informaушes sobre suadistribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaусoda espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20spiritusanctensis","Mata AtlРntica"],
    [3269,"ORCHIDACEAE","Barbosella trilobata","Pabst","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Barbosella trilobata ж um espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica, com registros para o Estado do Paranр e Rio de Janeiro, com uma AOO de 12 km▓. Os registros da espжcie se concentram em duas diferentes situaушes de ameaуa, suas subpopulaушes estсo sob severa fragmentaусo, devido ao desenvolvimento agropecuрrio e intenso crescimento urbano nessas regiшes.Alжm disso, a espжcie encontra-se no anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta. Considerando que a espжcie esteja sujeita a duas diferentes situaушes de ameaуa, as quais decorrem do declьnio de habitat, a sua restrita AOO e a pressсo de coleta, B. trilobata encontra-se \"Em perigo\" (EN). Entretanto, recomendam-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbosella%20trilobata","Mata AtlРntica"],
    [3270,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria aureofulva","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria aureofulva ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica nosestados da Bahia, e Sul e Sudeste do Brasil entre 300 e 1700 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 508.886km▓. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em vрrias┴reas de Preservaусo nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos vegetais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Bifrenaria aureofulva ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20aureofulva","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3271,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria calcarata","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria calcarata ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados da Bahia, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais entre 500 e 1500m de altitude.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 80.864km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grandeinterferЖncia antrзpica, estр bem representada em ┴reas Protegidas nos estadosonde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусoampla. Desta forma, Bifrenaria calcarata ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20calcarata","Mata AtlРntica"],
    [3272,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria harrisoniae","(Hook.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria harrisoniae ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nosestados do Sul e Sudeste do Brasil entre 750 e 1800 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 373.730km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em vрrias ┴reas de Preservaусo nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, ?Bifrenaria harrisoniae ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20harrisoniae","Mata AtlРntica"],
    [3273,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria inodora","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria inodora ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado nos estados da Bahia e do Sul e Sudeste do Brasil. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 662.113km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em ┴reas de Preservaусo nos estados onde se distribui, habita diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, ?Bifrenaria inodora ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20inodora","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3274,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria leucorrhoda","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria leucorrhoda ж uma espжcieepьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados do Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo a 500e 1500 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 68.113km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreasde grande interferЖncia antrзpica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Bifrenaria leucorrhoda жuma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20leucorrhoda","Mata AtlРntica"],
    [3275,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria racemosa","(Hook.) Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria racemosa ж uma espжcie terrestre ocorrente em ambientesde Mata AtlРntica nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espьrito Santo, Sсo Paulo e Paranр a 300 e 1000 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 101.009km▓. Apesar de aespжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Bifrenaria racemosa ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, recomenda-se um maior esforуo de coleta,estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20racemosa","Mata AtlРntica"],
    [3276,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria silvana","V.P.Castro","CR","A3cd,B2ab(ii,iii,iv,v),C2a(i,ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria silvana ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica exclusiva do Estado da Bahia. ╔ restrita auma EOO de 262,47 km▓ e uma AOO de 4 km▓, entre 500 e 700 m de altitude. A espжcie ж conhecida somente de sua localidade-tipo, regiсo que sofreu uma reduусo vegetacional de 88% ao longo dos Щltimos anos, alжm disso a espжcie sofre pressсo de coleta pelo seu valor ornamentale no mercado de colecionadores de plantas. Diante do exposto, suspeita-se que haja somente 50 indivьduos na maior subpopulaусo e uma possьvel reduусo populacional de 80% dos indivьduos maduros nos prзximos 10 anos, devido ao declьnio intenso da qualidade do habitat e Я continuaусo da coleta indiscriminada. Dessa forma, B. silvana estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20silvana","Mata AtlРntica"],
    [3277,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria tetragona","(Lindl.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria tetragona ж uma espжcie terrestre ocorrente em ambientesde Mata AtlРntica nos estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a 500 e 1500 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 132.015 m▓. Apesar de aespжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Bifrenaria tetragona ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20tetragona","Mata AtlРntica"],
    [3278,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria tyrianthina","(Lodd.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria tyrianthia ж uma espжcie rupьcola ocorrente em ambientesde Cerrado, Caatinga e Mata AtlРntica nos estados da Bahia, Espьrito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo a 100 e 1300 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 151.289km▓. A espжcie ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Bifrenaria tyrianthia ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, recomenda-se ummaior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20tyrianthina","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3279,"ORCHIDACEAE","Bifrenaria wittigii","(Rchb.f.) Hoehne","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bifrenaria wittigii ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica, exclusivamente nos Estados do EspьritoSanto e Rio de Janeiro, entre 800 e 1.200 m de altitude. A espжcie tem distribuiусo restrita, com uma EOO de 543,66 m▓. A regiсo onde B. wittigii ocorre sofre com a fragmentaусo: no municьpio de Domingos Martins (ES), restam somente cerca de 20% de remanescentes de Mata AtlРntica em seu territзrio. O restante ж formado principalmente por plantaушes de cafж, culturas temporрrias (milho, feijсo, morango, etc.) e pelo plantio de pinheiros e eucaliptos. Considerando que a espжcie esteja sujeita a somente duas situaушes de ameaуa, considerando ainda a fragmentaусo de seu hрbitat e sua ocorrЖncia extremamente restrita, B.wittigii estр \"Em perigo\" (EN).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bifrenaria%20wittigii","Mata AtlРntica"],
    [3280,"ORCHIDACEAE","Bipinnula biplumata","(L.f.) Rchb.f.","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bipinnula biplumata ж uma espжcie ocorrente em Formaушes Campestres nos Estados do Paranр eRio Grande do Sul. ╔ restrita a uma EOO de 281 km▓ e uma AOO de 4 km▓. A Щnica localidade em que se tem registro da espжcie estр extremamente ameaуada pela fragmentaусo, tendo sofrido uma perda vegetacional de 90,8%. Devido Я sua distribuiусo muito restrita e Я perda de habitat, B. biplumata estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bipinnula%20biplumata","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3281,"ORCHIDACEAE","Bipinnula montana","Arechav.","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bipinnula montana ж uma espжcie ocorrente em formaушes campestres nos estados do Paranр e Rio Grande do Sul. A falta de informaушes sobre suadistribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaусoda espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bipinnula%20montana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3282,"ORCHIDACEAE","Brachionidium restrepioides","(Hoehne) Pabst","VU","B1(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brachionidium restrepioides ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes florestais de Mata AtlРntica, com registros para os Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro e tambжm com observaушes nos Estados do Paranр e Minas Gerais. Tem uma EOO de 11.974,8 km▓, e o ambiente onde a espжcie ocorre sofreu uma drрstica reduусo com a degradaусo, e sua EOO mostra que a espжcie tem distribuiусo restrita. Pode-se dizer, entсo, que B. restrepioides ж uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU), porжm recomenda-se um maior esforуo de coleta futuro, o que poderр confirmar sua ocorrЖncia em outros Estados e levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachionidium%20restrepioides","Mata AtlРntica"],
    [3283,"ORCHIDACEAE","Brachystele camporum","(Lindl.) Schltr.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brachystele camporum ж uma espжcie ocorrente em рreas campestres de Mata AtlРntica, com registros para os Estados do Sul do Brasil (Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Apesar de ter uma EOO ampla (81.667,02 km▓), a espжcie estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, onde a retirada da cobertura vegetal para a agricultura, pastagem, extraусo de madeira e ocupaусo humana sсo ameaуas constantes para o ambiente onde a espжcie se desenvolve. A espжcie foi categorizada como\"Vulnerрvel\" (VU). Recomendam-se mais estudos populacionais e maior esforуo de coleta para espжcie, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brachystele%20camporum","Mata AtlРntica"],
    [3284,"ORCHIDACEAE","Brasilidium concolor","(Hook.) F.Barros &  V.T.Rodrigues","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium concolor ж uma espжcie epьfita ocorrente emambientes de Mata AtlРntica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 322.989km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bemrepresentada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Brasilidium concolor ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20concolor","Mata AtlРntica"],
    [3285,"ORCHIDACEAE","Brasilidium crispum","(Lodd.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium crispum ж uma espжcie epьfita ocorrente emambientes de Mata AtlРntica nos estados do Sudeste e no Paranр a 800 e 1400 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 204.167km▓. ╔ considerada comum na Serra dos Мrgсo onde ocorre em florestas originais e em regeneraусo. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bemrepresentada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, ?Brasilidium crispum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20crispum","Mata AtlРntica"],
    [3286,"ORCHIDACEAE","Brasilidium gardneri","(Lindl.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium gardneri tem ocorrЖncia registrada para os estados da Regiсo Sudeste e Paranр, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica a 200 e 1000m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 257.846km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas degrande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Brasilidium gardneri ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20gardneri","Mata AtlРntica"],
    [3287,"ORCHIDACEAE","Brasilidium gravesianum","(Rolfe) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium gravesianum tem ocorrЖncia registradapara os estados da Regiсo Sudeste e Sul, alжm da Paraьba e Pernambuco, desenvolve-se em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 606.930km▓. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Brasilidium gravesianum ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20gravesianum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3288,"ORCHIDACEAE","Brasilidium marshallianum","(Rchb.f.) Campacci","CR","A3d,B2ab(ii,iii,iv,v),C2a(i)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium marshallianum ж uma espжcie de Mata AtlРntica restrita aos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, ocorrendo entre 900 e 1.500 m de altitude. Seu registro de ocorrЖncia ж restrito, com 273,87 km▓ de EOO e 4 km▓ de AOO. Sua exuberРncia garante Я espжcie um alto valor ornamental, sendo intensamente coletada por colecionadores em sua жpoca de floraусo. Em funусo desse fato, suspeita-se que haja somente 50 indivьduos na maior subpopulaусo, e que ocorrerр uma reduусo populacional de 80% dos indivьduos maduros nos prзximos 10 anos, caso a pressсo intensiva de coleta nсo cesse. Diante do exposto, B. marshallianum estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20marshallianum","Mata AtlРntica"],
    [3289,"ORCHIDACEAE","Brasilidium pectorale","(Lindl.) Campacci","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium pectorale ж uma espжcie de Mata AtlРntica com ocorrЖncia confirmada para o Estado deSсo Paulo, mas possivelmente presente nos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. Seu registro de ocorrЖncia ж restrito, com 273,34 km▓ de EOO e 4 km▓ de AOO. A localidade em que a espжcie ж encontrada estр extremamente ameaуada pela fragmentaусo: no municьpio de Atibaia (SP), restam somente 9% dos remanescentes florestais totais. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita e Я intensa perda de habitat histзrica em sua regiсo de ocorrЖncia, B. pectorale estр \"Criticamente emperigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20pectorale","Mata AtlРntica"],
    [3290,"ORCHIDACEAE","Brasilidium praetextum","(Rchb.f.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasilidium praetextum tem ocorrЖncia registrada para os estados da Bahia, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de407.421km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Brasilidium praetextum ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasilidium%20praetextum","Mata AtlРntica"],
    [3291,"ORCHIDACEAE","Brasiliorchis consanguinea","(Klotzsch) R.B.Singer et al.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasiliorchis consanguinea ж uma espжcie ocorrente em ambiente deMata AtlРntica nos estados do Sudeste do Brasil a 1000 e 1200m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 43.871km▓. Apesar depossuir distribuiусo ampla, o habitat da espжcie vem sofrendo com a degradaусo, alжm disso, a espжciepossui potencial ornamental. Desta forma, Brasiliorchis consanguinea  ж uma espжcie Quase ameaуada (NT), maiores estudos populacionais ede extraусo poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20consanguinea","Mata AtlРntica"],
    [3292,"ORCHIDACEAE","Brasiliorchis phoenicanthera","(Barb.Rodr.) R.B.Singer et al.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasiliorchis phoenicanthera tem ocorrЖncia registrada para os estados da Regiсo Sudeste eParanр, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica a 200 e 1200m de altitude.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 192.386km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas eapresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Brasiliorchis phoenicanthera ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20phoenicanthera","Mata AtlРntica"],
    [3293,"ORCHIDACEAE","Brasiliorchis schunkeana","(Campacci & Kautsky) R.B.Singer et al.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brasiliorchis schunkeana ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica, exclusiva do Estado do Espьrito Santo. Suas subpopulaушes ocorrem entre 500 e 800 m de altitude. ╔ restrita a uma AOO de 12 km▓. Considerando que na regiсo em que a espжcie ocorre existam cerca de somente 20% de remanescentes florestais totais, e que dessa forma a espжcie esteja sujeita a uma situaусo de ameaуa e considerando ainda a sua raridade e sua distribuiусo extremamente restrita, B. schunkeana estр \"Em perigo\" (EN).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brasiliorchis%20schunkeana","Mata AtlРntica"],
    [3294,"ORCHIDACEAE","Brassia arachnoidea","Barb.Rodr.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Brassia arachnoidea ж uma espжcie ocorrente em ambientes associados Я AmazЗnia e Я Mata AtlРntica,segundo literatura especializada pode ser encontrada nos Estados de Roraima, Amazonas, Acre e Espьrito Santo. Entretanto, a espжcie tem registros de coleta somente para os Estados da Bahia e do Espьrito Santo. B. arachnoidea tem valor ornamental, estр no Anexo II da CITES e ж facilmente encontrada em orquidрrios para venda, sendo essa uma de suas maiores ameaуas. Alguns de seus registros estсo dentro de unidades de conservaусo e os demais fora de рreas protegidas, deixando-a propensa Я exploraусo indiscriminada. Dessa forma, considera-se que a espжcie se encontre sujeita a duas situaушes de ameaуa e conclui-se que B. arachnoidea esteja \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, a grande disjunусo de distribuiусo da espжcie nos Estados brasileiros e a falta de registros de coleta paraos Estados amazЗnicos sugerem baixo esforуo de coleta, recomendam-se, portanto, mais estudos de distribuiусo, populacionais e de exploraусo, que poderсo levр-la futuramente a uma nova categorizaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Brassia%20arachnoidea","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3295,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum arianeae","Fraga & E.C.Smidt","CR","B2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum arianeae ж uma espжcie epьfita com uma Щnica coleta no Estado do Espьrito Santo, a cerca de 600 m de altitude. Sua distribuiусo ж restrita com somente 269,33 km▓ de EOO e 4 km▓ de AOO. A regiсo onde a espжcie ocorre tem menos de 8% da vegetaусo remanescente natural, estando suas subpopulaушes severamente fragmentadas. Devido Я sua distribuiусo bastante restrita e Я severa perda de habitat verificada na regiсo, B. arianeae estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20arianeae","Mata AtlРntica"],
    [3296,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum boudetianum","Fraga","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","B. boudetianum ?ж umaespжcie ocorrente na Mata AtlРntica, exclusivamente no estado do Espьrito Santo, a cerca de 300 m de altitude. A espжcie possui distribuiусo restrita, com EOO de 1.301,7 km▓. A regiсo onde B. boudetianum ocorre sofre com a fragmentaусo: segundo dados da SOS Mata AtlРntica (2009), os municьpios de ocorrЖncia possuem menos de 10% de vegetaусo remanescente. Considerando que a espжcie possua quatro situaушes de ameaуa, considerando ainda a fragmentaусo de seu habitat e sua ocorrЖncia extremamente restrita, B. boudetianum estр Em Perigo (EN), com um risco muitoalto de extinусo na natureza.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20boudetianum","Mata AtlРntica"],
    [3297,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum campos-portoi","Brade","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum campos-portoi ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados do Sudeste do Brasil entre 600 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 52.482km▓. ╔considerada comum na Serra dos Мrgсos, RJ, e ocorre em Unidades de Conservaусo. A espжcie ж abundante, de ampla distribuiусo e aparentemente nсo sofre pressсo de coleta. Desta forma, Bulbophyllum campos-portoi ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20campos-portoi","Mata AtlРntica"],
    [3298,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum cantagallense","(Barb.Rodr.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum cantagallense ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientesde Mata AtlРntica nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro a 400 e 850 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 112.297km▓. Apesar de aespжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, a espжcie habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Bulbophyllum cantagallense ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se ummaior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20cantagallense","Mata AtlРntica"],
    [3299,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum chloroglossum","Rchb.f. & Warm.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum chloroglossum ж uma espжcie ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata AtlРntica nos estadosde Goiрs, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр entre 450 e 1300 m dealtitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 423.360km▓. A espжcie жabundante, de ampla distribuiусo e aparentemente nсo sofre pressсo de coleta.Desta forma, Bulbophyllum chloroglossum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, a perda de habitat poderр ser uma ameaуa direta futuramente.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20chloroglossum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3300,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum exaltatum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum exaltatum жuma espжcie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Santa Catarina e Roraima. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 2.800.921km▓. ╔ considerada comum no Parque Estadual do Ibitipoca , MG, e estр bem representada em outras Unidades de Conservaусo. A espжcie ocorre em diferentes ambientes vegetacionais, ж abundante, de ampla distribuiусo eaparentemente nсo sofre pressсo de coleta. Desta forma, Bulbophyllum exaltatum ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20exaltatum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3301,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum gladiatum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum gladiatum ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata AtlРntica nos estados da Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр entre 600 e 1200 m dealtitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 770.549 Km▓. A espжcie жabundante, de ampla distribuiусo e aparentemente nсo sofre pressсo de coleta.Desta forma, Bulbophyllum gladiatum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, a perda de habitat poderр ser uma ameaуa direta futuramente.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20gladiatum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3302,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum kautskyi","Toscano","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum kautskyi ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados daBahia e Espьrito Santo, entre 400 e 700 m de altitude. A espжcie tem uma EOO de 17.079,66 km▓ e ocorre em somente duas localidades que sсo bem coletadas, confirmando sua raridade. Os Estados de distribuiусo da espжcie possuem vegetaусo severamente fragmentada: na Bahia, por exemplo, restam intactos somente 0,4% da vegetaусo original, e o corredor Bahia-Espьrito Santo sofre com o corte madeireiro e desenvolvimento da agropecuрria. Diante do exposto, pode-se dizer que B. kautskyiesteja \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3303,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum plumosum","(Barb.Rodr.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum plumosum ж uma espжcie amplamente distribuьda no Brasil, ocorrendo em Cerrado, Mata AtlРntica e no Semi-рrido como rupьcula em ambiente de campo rupestre ou com oepьfit em matas de galeria em altitudes que variam de 600 e 1100 m. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 770.184 km▓ e ocorre em diversas ┴reas Protegidas. A espжcie жabundante, de ampla distribuiусo e aparentemente nсo sofre pressсo de coleta.Desta forma, Bulbophyllum plumosum ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20plumosum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3304,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum tripetalum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum tripetalum ж uma espжcie ocorrente em ambientesde Cerrado e Mata AtlРntica nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр entre 500 e 1300 m dealtitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 369.894km▓ e ocorre em ┴reas Protegidas. A espжcie жabundante, de ampla distribuiусo e aparentemente nсo sofre pressсo de coleta.Desta forma, Bulbophyllum tripetalum ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20tripetalum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3305,"ORCHIDACEAE","Bulbophyllum weddellii","(Lindl.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bulbophyllum weddellii ж uma espжcie rupьcola ocorrente em рrea de Mata AtlРntica no estado do Espьrito Santo e de Cerrado desde o estado de Minas Gerais atж a regiсo central do estado da Bahia entre 900 e 2000 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 331.911km▓ e ocorre em ┴reas Protegidas. A espжcie жabundante e de ampla distribuiусo.Desta forma, Bulbophyllum weddellii ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, a coleta indiscriminada da espжcie por colecionadores pode ser uma ameaуa a sua populaусo, maiores estudos sobre essas aушes sсo necessрrios para que a espжcie possa ser reavaliada futuramente.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bulbophyllum%20weddellii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3306,"ORCHIDACEAE","Camaridium micranthum","M.A.Blanco","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Camaridium micranthum ж uma espжcie ocorrente em ambientesda AmazЗnia e Mata AtlРntica nos estados de Roraima, Amapр, Amazonas, Distrito Federal, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a cerca de 550 m dealtitude. A espжcie ж abundante, de ampla distribuiусo, se desenvolve em diversos ambientes florestais e ocorre em vрrias Unidades de Conservaусo. Desta forma, Camaridium micranthum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, a coleta indiscriminada da espжcie pode ser uma ameaуa a sua populaусo, estudos sobre essas aушes sсo necessрrios para que futuramente possam direcionar uma nova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Camaridium%20micranthum","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3307,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum crassirhizum","Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum crassirhizum ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientesde Caatinga e Mata AtlРntica nos estados da Paraьba, Pernambuco, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 860.981km▓. A espжcie ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Campylocentrum crassirhizum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, sugere-se maiores estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20crassirhizum","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3308,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum densiflorum","Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum densiflorum ж uma espжcie ocorrente em ambientesde Mata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 152.400km▓. A espжcie habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma,Campylocentrum densiflorum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20densiflorum","Mata AtlРntica"],
    [3309,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum neglectum","(Rchb.f. & Warm.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum neglectum ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados do Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 1.387.897km▓. ╔ considerada comum no Distrito Federal, DF, e ocorre ж bem representada em ┴reas Protegidas. A espжcie жabundante, de ampla distribuiусo e aparentemente nсo sofre pressсo de coleta.Desta forma, Campylocentrum neglectum ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20neglectum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3310,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum parahybunense","(Barb.Rodr.) Rolfe","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum parahybunense ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 894.120km▓. A espжcie estр bem representada em ┴reas Protegidas nosestados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla.Desta forma, ?Campylocentrum parahybunense ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20parahybunense","Mata AtlРntica"],
    [3311,"ORCHIDACEAE","Campylocentrum pernambucense","Hoehne","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Campylocentrum pernambucense ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica, com registros para osEstados de Alagoas e Pernambuco, entre 700 e 800 m de altitude. A espжcie tem distribuiусo restrita, com uma EOO de 511,84 km▓. A regiсo onde ocorre sofre com a fragmentaусo. No municьpio de Caruaru (PE), a localidade do Brejo dos Cavalos vem sofrendo ao longo dos anos grande pressсo antrзpica, caracterizada, sobretudo, pela substituiусo gradativa da mata, atravжs da expansсoda agricultura e pela exploraусo de argila com desmonte de morros perifжricos. Considerando que a espжcie esteja sujeita a duas situaушes de ameaуa, considerando ainda a fragmentaусo de seu habitat e sua ocorrЖncia extremamente restrita, C. pernambucense estр \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campylocentrum%20pernambucense","Mata AtlРntica"],
    [3312,"ORCHIDACEAE","Capanemia adelaidae","Brade","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia adelaidae ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de ?Mata AtlРntica, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paranр, Sсo Paulo e Rio de Janeiro em altitudes entre 633 e 1.736m. Possui extensсo de ocorrЖncia de 134.059km▓. A espжcie tem sido pouco coletada, possivelmente por sua pequena dimensсo e, quando estжril, por ser de difьcil visualizaусo entre lьquens e musgos (Buzatto et al., 2010). Apesar de a espжcie ocorrer em рreas degrande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Capanemia adelaidae ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20adelaidae","Mata AtlРntica"],
    [3313,"ORCHIDACEAE","Capanemia fluminensis","Pabst","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia fluminensis жuma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica restrita ao estado do Rio de Janeiro. As inconsistЖncias taxonЗmicas e a falta de informaушes sobre sua distribuiусo, biologia e status populacional,torna inadequada a categorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20fluminensis","Mata AtlРntica"],
    [3314,"ORCHIDACEAE","Capanemia gehrtii","Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia gehrtii ж uma espжcie terrestre ocorrente em ambientesde  ocorre no Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a 25m e 1489m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade447.943km▓. Apesar de aespжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Capanemia gehrtii ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.?","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20gehrtii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3315,"ORCHIDACEAE","Capanemia micromera","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia micromera ?tem ocorrЖncia registrada paraos estados da Regiсo Sudeste e Sul do Brasil, desenvolve-se em ambientes de MataAtlРntica de 10 a 1389m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 614.813km▓. Apesar de a espжcie ocorrer emрreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bem representada em ┴reas Protegidas nosestados onde ocorre, habita diferentes tipos florestais, ж abundante e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Capanemia micromera ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20micromera","Mata AtlРntica"],
    [3316,"ORCHIDACEAE","Capanemia superflua","(Rchb.f.) Garay","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia superflua tem ocorrЖncia em ambientes de Mata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espжcie estр amplamente distribuьdacom uma extensсo de ocorrЖncia de 465.539km▓. A espжcie estр entre as mais comuns no estrato epifьtico do Parque Estadual Fritz Plaumann, Concзrdia-SC , alжm disso, ocorre em outras ┴reasProtegidas e apresenta grandeplasticidade ecolзgica, podendo ocorrer em diferentes ambientes florestais. Desta forma, Capanemia superflua ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20superflua","Mata AtlРntica"],
    [3317,"ORCHIDACEAE","Capanemia thereziae","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Capanemia thereziae ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 600 e 1260 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 975.556km▓. Ocorre em vрrias ┴reas de Preservaусo nos estados onde sedistribui. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Capanemia thereziae ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Capanemia%20thereziae","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3318,"ORCHIDACEAE","Catasetum atratum","Lindl.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum atratum ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensсo deocorrЖncia de 82.185km▓. Apesar de Catasetum atratum possuiruma extensсo de ocorrЖncia ampla, ocorrer em рreas protegidas e emdiferentes tipos vegetacionais, as ameaуas decorrentes do riscode coleta indiscriminada devido ao seu valor medicinal, poderсo levar a espжcie a uma categoria de ameaуa emum futuro prзximo, sendo desta forma Quase ameaуada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20atratum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3319,"ORCHIDACEAE","Catasetum cernuum","(Lindl.) Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum cernuum ж uma espжcie ocorrente no Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 300 e 1200 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 347.124 km▓. ╔ considerada comumna Serra do Japi, SP, e ocorre em vрrias ┴reas de Preservaусo nos estados onde sedistribui. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, C. cernuum ж umaespжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20cernuum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3320,"ORCHIDACEAE","Catasetum fimbriatum","(C.Morren) Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum fimbriatum tem ocorrЖncia em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados do Parр, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre 600 e 1000m de altitude. A espжcieestр amplamente distribuьda com uma extensсo de ocorrЖncia de 1.669.952km▓. A espжcie ocorre em ┴reasProtegidas, possui algumas aушes de conservaусo, e apresenta grandeplasticidade ecolзgica ocorrendo em diferentes tipos vegetacionais. Desta forma, ?Catasetum fimbriatum ж umaespжcie Menos preocupante (LC).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20fimbriatum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3321,"ORCHIDACEAE","Catasetum mattosianum","Bicalho","EN","B1ab(i,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Catasetum mattosianum ж endЖmica do Brasil, com distribuiусo restrita a Mata AtlРntica, nos Estadosda Bahia e Espьrito Santo. Tem EOO de 2.069,78 km▓ e AOO de 12 km▓. Alжm disso, a espжcie estр restrita a trЖs situaушes de ameaуa distintas e apresenta estrutura populacional severamente fragmentada. Sua regiсo de ocorrЖncia sofreu significativas perdas da cobertura vegetal original devido Я agricultura intensiva, especialmente a silvicultura. Diversas ameaуas decorrentes de atividades humanas colocam a espжcie em risco. Assim, C. mattosianum foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20mattosianum","Mata AtlРntica"],
    [3322,"ORCHIDACEAE","Catasetum purum","Nees & Sinnings","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum purum tem ocorrЖncia registrada nos estados do Espьrito Santo a Pernambuco, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 233.092km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma, ?Catasetum purum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20purum","Mata AtlРntica"],
    [3323,"ORCHIDACEAE","Catasetum uncatum","Rolfe","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Catasetum uncatum жuma espжcie epьfita ocorrente em ambiente de Mata AtlРntica nos estadosdo Pernambuco, Alagoas e Bahia a 600 e 1000m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 83.317km▓. Apesar de possuir distribuiусo amplae ocorrer em algumas ┴reas Protegidas, a espжcie sofre com perda de habitat e coleta predatзria.Desta forma, Catasetum uncatum жuma espжcie Quase ameaуada (NT), maiores estudos populacionais e de extraусopoderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Catasetum%20uncatum","Mata AtlРntica"],
    [3324,"ORCHIDACEAE","Cattleya aclandiae","Lindl.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya aclandiae ж uma espжcie epьfita ocorrente na Caatinga, exclusivamente no Estado da Bahia.Tem uma EOO de 19.668,36 km▓. Apresenta como maior ameaуa seu alto valor ornamental. Devido Я sua distribuiусo restrita e ao risco iminente de coletas indiscriminadas, a espжcie ж \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, mais estudos populacionais e relacionados a sua extraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20aclandiae","Caatinga"],
    [3325,"ORCHIDACEAE","Cattleya amethystoglossa","Linden & Rchb.f.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya amethystoglossa ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambiente deMata AtlРntica e Caatinga exclusivamente no estado da Bahia a 600m e 1200m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 81.139km▓. Apesar depossuir distribuiусo ampla e algumas aушes de conservaусo, a espжciepossui potencial ornamental e aparentemente nсo ocorre em рreas protegidas. Desta forma, Cattleya amethystoglossa ж uma espжcie Quase ameaуada (NT), maiores estudos populacionais ede extraусo poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20amethystoglossa","Mata AtlРntica"],
    [3326,"ORCHIDACEAE","Cattleya bicolor","Lindl.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cattleya bicolor nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional ж uma espжcie que ocorre no Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Possui ampla extensсo de ocorrЖncia de 203.837 km▓. A espжcie possui um histзrico de ameaуas Яs suas subpopulaушes. Os distЩrbios de origem antrзpica vem causando fragmentaусo a seu habitat, hр mais de 90 anos em alguns locais e atualmente suas subpopulaушes estсo restritas a locais inacessьveis ou inexplorados. Outro fator ж a dinРmica natural da vegetaусo, principalmente a retraусo de рreas de campo limpo inundрvel e campo limpo estacionalmente Щmido e sua substituiусo por capoeiras, o resultado ж que as espжcies desta famьlia que normalmente ocorrem no campo inundрvel tendem a desaparecer. Alжm destas ameaуas, a coleta predatзria vem ocorrendo hр dжcadas e tem contribuьdo significativamente para a reduусo de sua populaусo devido seu alto valor ornamental. Caso as ameaуas ao habitat e a coleta indiscriminada nсocessem, a espжcie poderр, em um futuro prзximo, se tornar ameaуada de extinусo. Diante do exposto, Cattleya bicolor foi avaliada como Quase Ameaуada","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20bicolor","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3327,"ORCHIDACEAE","Cattleya dormaniana","Rchb.f.","EN","B1ab(i,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya dormaniana ж uma espжcie exclusiva da Mata AtlРntica do Estado do Rio de Janeiro, encontrada somente na Serra dos Мrgсos. Tem uma EOO de 547,18 km▓, com registros efetuados entre 700 e 900 m de altitude. A espжcie ж restrita a um tipo muito especьfico de habitat: florestas originais de arbustos em declives de escarpas e luminosidade mosqueada, usualmente sobreClusia ornagensis. Tem valor ornamental, mas sua coleta ж dificultada pelo difьcil acesso Яs subpopulaушes. Dessa forma, em funусo de sua distribuiусo ser muito restrita e Я possьvel pressсo de coleta, C. dormaniana estр \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20dormaniana","Mata AtlРntica"],
    [3328,"ORCHIDACEAE","Cattleya granulosa","Lindl.","VU","A3cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya granulosa tem registros de ocorrЖncia nos Estados da Bahia, Paraьba e Rio Grande do Norte,porжm hр indicaушes de sua existЖncia tambжm em Pernambuco, Alagoas e Espьrito Santo. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorРnea, em рreas de Restinga. A espжcie tem como ameaуas a fragmentaусo do habitat onde ocorre, ocasionada principalmente pelo desenvolvimento imobiliрrio, e pressсo de coleta predatзria, pelo seu valor ornamental. Encontra-se no Anexo II da CITES, alguns projetos de reintroduусo estсo sendo desenvolvidos. Devido Яs ameaуas incidentes sobre a espжcie, suspeita-se que haja uma reduусo populacional de 30% dos indivьduos maduros nos prзximos 30 anos, caso a diminuiусo do habitat e a coleta intensiva nсo cessem. Diante do exposto, C. granulosa estр \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20granulosa","Mata AtlРntica"],
    [3329,"ORCHIDACEAE","Cattleya guttata","Lindl.","VU","A4cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya guttata ж uma espжcie que ocorre em Mata AtlРntica, nos Estados da Bahia, Goiрs, MatoGrosso, Mato Grosso do Sul e Estados do Sul e Sudeste do paьs. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorРnea em рreas de Restinga. A espжcie tem como ameaуas a fragmentaусo do habitat onde ocorre, e a pressсo de coleta predatзria pelo seu valor ornamental, o que tem levado a uma reduусo populacional, a espжcie encontra-se no Anexo II da CITES. Diante do expostoe de acordo com os estudos apontados, suspeita-se que a espжcie tenha sofrido nos Щltimos 50 anos uma reduусo de 30% de sua populaусo total e caso nсo haja aушes efetivas de proteусo Я espжcie que cessem sua diminuiусo, essa poderр perder mais 30% de sua populaусo nos prзximos 50 anos. Diante do exposto, C. guttata estр \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20guttata","Mata AtlРntica"],
    [3330,"ORCHIDACEAE","Cattleya harrisoniana","Batem. ex Lindl.","VU","A4cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya harrisoniana ж uma epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos Estados do EspьritoSanto, Sсo Paulo e Rio de Janeiro e Minas Gerais. Cresce sobre рrvores retorcidas em рreas saturadas de рgua, e bem abafadas, sob alta luminosidade e moderado movimento de ar. A espжcie tem valor ornamental e ж coletada indiscriminadamente para venda, o que acarretou em diminuiусo drрstica de algumas subpopulaушes. Alжm disso, o seu habitat tem sido degradado para o desenvolvimentode atividades agriculturais. Dessa forma, suspeita-se que houve uma diminuiусo de 30% na populaусo total em um perьodo de 30 anos, e que se nсo houver fiscalizaусo e aушes de conservaусo que cessem a pressсo sobre a espжcie, sua populaусo poderр sofrer uma reduусo de mais 30% nos prзximos 30 anos. Assim, C. harrisoniana estр \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20harrisoniana","Mata AtlРntica"],
    [3331,"ORCHIDACEAE","Cattleya intermedia","Grah.","VU","A4cde","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya intermedia ж uma espжcie distribuьda nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil em ambientes de Mata AtlРntica. Tem alto valor ornamental, o que a tem levado Я pressсo de coleta para fins lucrativos desde a dжcada de 1940. Alжm disso, tem distribuiусo dentro de uma das рreas mais desenvolvidas economicamente do Brasil e, dessa forma, a perda e fragmentaусo de habitat sсo ameaуas Я sua populaусo. Estudos genжticos indicaram que a hibridizaусo da espжcie tambжm tem sido uma ameaуa, alterando drasticamente o fluxo gЖnico entre subpopulaушes. A espжcie tem algumas aушes de conservaусo regionais como estudos de cultivo ex situ, e preservaусo e reintroduусo in situ. Apesar disso, suspeita-se que jр tenha sofrido uma reduусo de 30% de sua populaусo nos Щltimos 50 anos devido Я coleta indiscriminada, e caso nсo haja aушes de monitoramento, proteусo e conservaусo da espжcie em nьvel nacional, esta poderр sofrer um declьnio de mais 30% de sua populaусo nos prзximos 50 anos. Dessa forma, C. intermedia encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20intermedia","Mata AtlРntica"],
    [3332,"ORCHIDACEAE","Cattleya labiata","Lindl.","VU","A2cd+3cd","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cattleya labiata ж uma espжcie de ocorrЖncia em Caatinga e Mata AtlРntica, nos Estados do Cearр,Paraьba, Pernambuco, Alagoas, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, em altitudes entre 500 e 1.000 m. A espжcie foi introduzida na floricultura hр quase 200 anos, e desde entсo tem sido umas das espжcies mais visadas para cultivo, sendo muito explorada para fins comerciais, a espжcie tem quase 12.000 hьbridos, sendo essa uma grande ameaуa Яs populaушes naturais. Alжm disso, o habitat onde C. labiata ocorre tem um histзrico de devastaусo, e observou-se que alguns relictos onde a espжcie ocorre tЖm sofrido severa reduусo nas Щltimas dжcadas. A Caatinga brasileira vem sendo devastada para a extraусo de madeira que alimenta as carvoarias. Diante do exposto, suspeita-se que a espжcie tenha sofrido uma reduусo populacional de 30% nos Щltimos dez anos e caso as ameaуas incidentes nсo cessem, a populaусo pode vir a sofrer uma reduусo de mesmo valor nos prзximos dez anos. A espжcie, por isso, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20labiata","Mata AtlРntica"],
    [3333,"ORCHIDACEAE","Cattleya nobilior","Rchb.f.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya nobilior ж uma espжcieocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados do Parр, Tocantins, RondЗnia, Maranhсo, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. Possui uma extensсo deocorrЖncia de 534.792km▓. Aespжcie ocorre em рreas de grande interferЖncia antrзpica que ameaуa seuhabitat, e ж muito suscetьvel a modificaушes ambientais, alжm disso, ж visada pelo seu valor ornamental. Apesarde ?Cattleya nobilior possuiruma extensсo de ocorrЖncia ampla e ocorrer emdiferentes tipos vegetacionais, as ameaуas iminentes ao habitat e o riscode coleta indiscriminada, poderсo levar a espжcie a uma categoria de ameaуa emum futuro prзximo, sendo desta forma quase ameaуada (NT). Entretanto, sugere-seum maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo.","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20nobilior","Cerrado"],
    [3334,"ORCHIDACEAE","Cattleya porphyroglossa","Linden & Rchb.f.","CR","A2cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya porphyroglossa ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica com registros nos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina e, de acordo com o orquidзfilo Wladyslaw Zaslawski, em Minas Gerais. Das trЖs localidades onde pode ser encontrada, duas nсo tЖm coletas hр mais de 60 anos, segundo dados do especialista, a maior subpopulaусo conhecida dessa espжciesituava-se no municьpio de Nova Era (MG), principalmente sobre as grandes populaушes de Vellozia sp. que recobriam os afloramentos granьticos da regiсo do Rio das Velhas. Apзs anos de coletas indiscriminadas, os dados disponьveis sugerem uma reduусo populacional severa no nЩmero de indivьduos de C. porphyroglossa, com remanescentes populacionais somente em рreas de difьcil acesso.Diante dos dados apresentados, considerando-se a distribuiусo restrita, reduzida quantidade de subpopulaушes e intensa pressсo de coleta, e ainda suspeitando-se uma reduусo populacional de 80% nos Щltimos 20 anos, pode-se dizer que C. porphyroglossa encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR). Recomendam-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais e relacionados Я extraусo, que poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20porphyroglossa","Mata AtlРntica"],
    [3335,"ORCHIDACEAE","Cattleya schilleriana","Rchb.f.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","C. schilleriana ж uma espжcie epьfita ocorrente em Mata AtlРntica nos estados da Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Possui AOO menor que 500 km▓. A espжcie se desenvolve em matas de galeria e de encosta, e possui alto valor ornamental. Estр presente no apЖndice II da Cites, que indica pressсo de coleta e valor no mercado de plantas ornamentais. Alжm disso, o habitat onde se desenvolve estр severamente fragmentado: os municьpios onde ocorre no estado do Bahia possuem menos de 90% de remanescentes florestais e nos estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro a situaусo ж similar. Desta forma, suspeita-se que a espжcie esteja sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas. Diante do exposto, ?C. schilleriana estр Em Perigo (EN), com um risco muito alto de extinусo na natureza devido Я coleta indiscriminada e ao declьnio de seu habitat.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20schilleriana","Mata AtlРntica"],
    [3336,"ORCHIDACEAE","Cattleya schofieldiana","Rchb.f.","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya schofieldiana ж uma espжcie epьfita ocorrente em Mata AtlРntica no Rio de Janeiro e EspьritoSanto, com uma AOO menor que 10 km▓. No Parque Nacional de Itatiaia (RJ), a espжcie foi coletada apenas uma vez hр quase 95 anos, na regiсo de Benfica, a cerca de 600 m de altitude. Em funусo da coleta predatзria, do elevado valor ornamental e da distribuiусo restrita e distЩrbios locais, C. schofieldiana ж considerada provavelmente extinta nessa рrea. O Щnico local com registro atualda espжcie ж em Santa Leopoldina (ES), onde restam 73% dos remanescentes florestais originais. Diante do exposto, C. schofieldiana estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20schofieldiana","Mata AtlРntica"],
    [3337,"ORCHIDACEAE","Cattleya tenuis","Campacci & Vedovello","EN","A3c,C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya tenuis ж uma espжcie terrьcola, rupьcola ou epьfita, ocorrente em ambientes de Caatinga. Foiregistrada atж o momento somente no Estado da Bahia. A espжcie se desenvolve em Campo Rupestre e em formaушes de Carrasco, indicando grande especificidade de habitat, alжm disso, apresenta baixa produtividade natural de frutos e ж autocompatьvel, apresentando depressсogenжtica por endogamia e baixa viabilidade de sementes quando autopolinizadas, em comparaусo Я polinizaусo cruzada. Possui valor ornamental e sofre com coletas indiscriminadas, sendo esse um risco Я sua populaусo, formada majoritariamente por pequenas subpopulaушes que nсo tЖm mais de 250 indivьduos cada. Estudos revelaram que uma dessas subpopulaушes jр se extinguiu no Morro do Chapжu. Diante dessas informaушes, suspeita-se que a espжcie possa apresentar uma reduусo de 50% de sua populaусo nos prзximos 20 anos, caso as ameaуas nсo cessem. C. tenuis encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20tenuis","Cerrado"],
    [3338,"ORCHIDACEAE","Cattleya tigrina","A.Rich.","VU","A3cd","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya velutina ж uma epьfita conhecida nos Estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Espьrito Santo eBahia. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa distintas. ╔ muito visada por colecionadores e orquidзfilos pelo seu valor ornamental, o que tem posto a espжcie em sжrios riscos. Apesar de recentes esforуos de coleta, subpopulaушes conhecidas nсo estсo mais sendo encontradas no campo, o que vem sendo atribuьdo Я intensa pressсo de coleta que este tрxon sofre. A espжcieestр listada no anexo II da Cites e em listas vermelhas estaduais. Alжm da ameaуa de coleta, o habitat em que a espжcie ocorre estр bastante fragmentado: MucugЖ (BA) perdeu 95,41% de Mata AtlРntica atж 2011, Santa Teresa (ES), 79,56% e Mimoso do Sul (ES), 86,37% de Mata AtlРntica atж 2011. Diante do exposto, suspeita-se que sua populaусo esteja em declьnio e que a espжcie possa sofrer com a incidЖncia contьnua de ameaуas no futuro. C. velutina foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20tigrina","Mata AtlРntica"],
    [3339,"ORCHIDACEAE","Cattleya velutina","Rchb.f.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","C. velutina ж uma espжcie epьfita conhecida para os estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Espьrito Santo e Bahia. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa distintas. A espжcie ж muito visada por colecionadores e orquidзfilos pelo seu valor ornamental, o que tem posto a espжcie em sжrios riscos. Apesar de recentes esforуos de coleta, subpopulaушes conhecidas da espжcie nсo estсo mais sendo encontradas no campo, o que vem sendo atribuьdo Я intensa pressсo de coleta que este tрxon sofre. C. velutina encontra-se listada no anexo II da Cites e em listas vermelhas estaduais. Alжm da ameaуa de coleta, o habitat em que a espжcie ocorre estр bastante fragmentado: MucugЖ (BA), perdeu 95,41% de Mata AtlРntica atж 2011, Santa Teresa (ES) perdeu 79,56% e Mimoso do Sul (ES) perdeu 86,37% de Mata AtlРntica atж 2011 (SOS Mata AtlРntica, INPE, 2012). Diante do exposto, suspeita-se que sua populaусo estр em declьnio e que a espжcie possa sofrer com a incidЖncia contьnua de ameaуas no futuro. Desta forma, C. velutina foi avaliada como Vulnerрvel (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20velutina","Mata AtlРntica"],
    [3340,"ORCHIDACEAE","Cattleya walkeriana","Gardner","VU","A2cd","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Cattleya walkeriana ж uma orquьdea epьfita ou rupьcola, que ocorre em diferentes tipos de ambientes(Floresta Ripьcola, Estacional Semidecidual e Cerradсo). Por ser uma planta bastante ornamental, tem elevado valor econЗmico. Por esse motivo sofre muita exploraусo e foi documentado que muitas subpopulaушes jр foram praticamente dizimadas em seu ambiente natural. Alжm disso, muitas de suas рreas de ocorrЖncia estсo pressionadas pelo crescimento urbano. Suspeita-se que sua populaусo tenha sofrido uma reduусo de cerca de 30% nos Щltimos 10 anos. Portanto, a espжcie ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20walkeriana","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3341,"ORCHIDACEAE","Cattleya warneri","T.Moore","VU","A3cd,B1b(i,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cattleya warneri ж uma espжcie com ocorrЖncia em Mata AtlРntica, com registros nos Estados daBahia e Espьrito Santo, tem uma EOO de 20.021,30 km▓. ╔ uma espжcie epьfita com uma das maiores flores do gЖnero, e por isso muito visada como ornamental com um elevado valor de mercado. Hр muito tempo vem sofrendo grande extrativismo da natureza para fins lucrativos, alжm disso, tem como ameaуa a destruiусo de seu habitat. Diante do exposto, suspeita-se que se nсo houver fiscalizaусo e aушes de conservaусo, ela poderр sofrer uma reduусo populacional de 30% nos prзximos 30 anos. Levando-se em conta sua distribuiусo restrita e seu habitat fragmentado, a espжcie encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya%20warneri","Mata AtlРntica"],
    [3342,"ORCHIDACEAE","Centroglossa castellensis","Brade","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Centroglossa castellensis ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica, exclusiva do Estado do EspьritoSanto, com registros efetuados a cerca de 1.100 m de altitude, usualmente em florestas originais da Mata AtlРntica. ╔ restrita a uma EOO de 539,58 km▓ e a uma AOO menor que 10 km▓. As duas localidades em que a espжcie ж encontrada estсo extremamente ameaуadas pela fragmentaусo: no municьpio de Castelo restam somente 17% dos remanescentes florestais totais e em Fundсo apenas 8%. Pode-se considerar que a espжcie esteja sujeita, assim, a uma situaусo de ameaуa para as duaslocalidades. Devido Я sua distribuiусo bastante restrita e Я perda de habitat, C. castellensis estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20castellensis","Mata AtlРntica"],
    [3343,"ORCHIDACEAE","Centroglossa macroceras","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Centroglossa macroceras ж uma espжcieepьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados do sudeste do Brasil a 400e 1200 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 110.393km▓. A espжcie estр bem representada em ┴reas Protegidasnos estados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Centroglossa macroceras жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20macroceras","Mata AtlРntica"],
    [3344,"ORCHIDACEAE","Centroglossa tripollinica","(Barb.Rodr.) Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Centroglossa tripollinica ж uma espжcieepьfita ocorrente em ambientes deMata AtlРntica, nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e Sсo Paulo a 1500 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 85.453km▓. A espжcie ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Centroglossa tripollinica жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Centroglossa%20tripollinica","Mata AtlРntica"],
    [3345,"ORCHIDACEAE","Chaubardia surinamensis","Rchb.f.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Nсo ж endЖmica do Brasil. ╔ considerada comum por toda a AmazЗnia brasileira, crescendo nos troncos e galhos de рrvores cobertas por musgos (Menini Neto com. pess.)","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chaubardia%20surinamensis","Mata AtlРntica"],
    [3346,"ORCHIDACEAE","Chloraea membranacea","Lindl.","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Chloraea membranacea ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica com registros noEstado do Paranр. ╔ restrita a uma EOO de 3.369,33 km▓. A regiсo em que a espжcie ocorre estр ameaуada pela fragmentaусo: no municьpio de Curitiba (PR), por exemplo, resta somente 1% da vegetaусo original total, e em ClevelРndia (PR), a principal causa de extinусo de espжcies foi o intenso desmatamento resultante do processo de colonizaусo da regiсo e do extrativismo madeireiro. Atualmente, sсo ameaуas o desenvolvimento de monoculturas agrьcolas e a pecuрria. Diante do exposto, considerando que a espжcie esteja sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, considerando ainda a sua raridade e potencial ornamental e sua distribuiусo extremamente restrita, C. membranacea estр \"Em perigo\" (EN).","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chloraea%20membranacea","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3347,"ORCHIDACEAE","Christensonella pumila","(Hook.) Szlach. et al.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Christensonella pumila ж uma espжcie ocorrente em ambientes de MataAtlРntica e AmazЗnia nos estados do Amapр, Amazonas, RondЗnia, Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina entre 0 e 900 m dealtitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 2.690.154km▓. ╔considerada comum na Serra do Japi, SP e nos inselbergues do Rio de Janeiro, pode ser encontrada tambжm em diversas ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Christensonella pumila ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Christensonella%20pumila","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3348,"ORCHIDACEAE","Chytroglossa paulensis","Edwall","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Chytroglossa paulensis ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica restrita ao estado deSсo Paulo. As inconsistЖncias sobre sua distribuiусo, e a falta de informaушes de sua biologia e statuspopulacional, torna inadequada a categorizaусo da espжcie em algum risco deextinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chytroglossa%20paulensis","Mata AtlРntica"],
    [3349,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea dependens","(Lodd.) Loudon","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cirrhaea dependens possui umaampla distribuiусo no Brasil ocorrendo em ambientes de MataAtlРntica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina, com uma extensсo de ocorrЖncia de211.027,415km▓, entre 400m e 1300m. A espжcie estр bem representada em ┴reas Protegidas nosestados onde ocorre e desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais. Destaforma, pode-se dizer que?Cirrhaea dependens  ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Entretanto, maiores dados populacionais e de extraусo poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20dependens","Mata AtlРntica"],
    [3350,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea fuscolutea","Lindl.","EN","B2ab(ii,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cirrhaea fuscolutea ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica dos Estados de Sсo Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e, possivelmente, Bahia, Paranр e Rio Grande do Sul, entre 200 e 600 m de altitude, com uma AOO menor que 500 km▓. Tem valor ornamental, sendo vendida em orquidрrios e floriculturas, a Mata AtlРntica do Sul e Sudeste do Brasil, ambiente em que se desenvolve, estр severamente fragmentada pelo desmatamento e urbanizaусo, o que amplia seu risco de extinусo. Devido Я baixa AOO, Я severidade de fragmentaусo de seu ambiente e ao seu valor ornamental, C. fuscolutea estр \"Em perigo\" (EN).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20fuscolutea","Mata AtlРntica"],
    [3351,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea loddigesii","Lindl.","CR","B1ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cirrhaea loddigesii ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica com registros para os Estados do Rio deJaneiro e Sсo Paulo. ╔ restrita a uma EOO de 58 km▓, e as localidades em que a espжcie ж encontrada estсo extremamente ameaуadas pela fragmentaусo, alжm disso, a espжcie estр presente no Anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta e valor de mercado. Devido Я sua distribuiусoextremamente restrita, Я perda de habitat e Я pressсo de coleta, C. loddigesii estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20loddigesii","Mata AtlРntica"],
    [3352,"ORCHIDACEAE","Cirrhaea longiracemosa","Hoehne","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cirrhaea longiracemosa ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Sсo Paulo e, possivelmente, Santa Catarina. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=11.839,09 km▓) e foram identificadas cinco situaушes de ameaуa distintas, considerando as localidades onde ocorre. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie encontra-se altamente deteriorada devido Я reduусo da cobertura vegetal original. A agricultura intensiva vem causando efeitos irreversьveis na dinРmica dos ecossistemas, ameaуando a sobrevivЖncia de diversas espжcies. Assim, C. longiracemosa foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cirrhaea%20longiracemosa","Mata AtlРntica"],
    [3353,"ORCHIDACEAE","Cleistes aphylla","(Barb.Rodr.) Hoehne","EN","B2b(ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleistes aphylla ж uma espжcie ocorrente em ambiente de Cerrado nos Estados de Goiрs, DistritoFederal, Minas Gerais e Paranр. Tem uma EOO de 331.249,93 km▓ e AOO menor que 500 km▓. A espжcie ж terrestre e ocorre normalmente em Campos ┌midos associados ao Cerrado, o habitat-tipo da espжcie deixou de existir, cedendo lugar a extensas lavouras e pastagens. Apesar de ter distribuiусo ampla, o ambiente em que ocorre estр em declьnio e a espжcie estр presente no Anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta. Diante do exposto, C. aphylla ж uma espжcie \"Em perigo\" (EN), devido Я sua especificidade de habitat, рrea de ocupaусo restrita, coleta indiscriminada e diminuiусo de habitat.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20aphylla","Cerrado"],
    [3354,"ORCHIDACEAE","Cleistes exilis","Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites exilis ж uma espжcie terrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados da Bahia, Goiрs e Minas Gerais a 500 e 1500 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 597.707km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bem representada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Destaforma, Cleites exilis ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20exilis","Cerrado"],
    [3355,"ORCHIDACEAE","Cleistes gracilis","(Barb.Rodr) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites gracilis ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados do Sudeste do Brasil. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 741.262km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estр bemrepresentada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Cleites gracilisж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20gracilis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3356,"ORCHIDACEAE","Cleistes libonii","(Rchb.f.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites libonii ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Mata AtlРntica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil a 800 e 1400 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 653.327km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ж bem frequente nos estados onde ocorre, inclusive em рreas perturbadas, ж bemrepresentada em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Cleites libonii ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20libonii","Mata AtlРntica"],
    [3357,"ORCHIDACEAE","Cleistes mantiqueirae","(Rchb.f. & Warm.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites mantiqueirae ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados de Goiрs, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 442.641km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Cleites mantiqueirae ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20mantiqueirae","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3358,"ORCHIDACEAE","Cleistes paranaensis","(Barb.Rodr.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites paranaensis ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados da Bahia, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр a 900 e 1300 m de altitude. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 1.156.722km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, ж considera muito abundante no estado de Minas Gerais e comum na Serra da Caraуa, alжm disso, estр bemrepresentada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Cleites paranaensis ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20paranaensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3359,"ORCHIDACEAE","Cleistes ramboi","Pabst","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites ramboi ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados do Sul e Sudeste e ainda Bahia, Goiрs e Distrito Federal. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de 578.521km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Cleites ramboi ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20ramboi","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3360,"ORCHIDACEAE","Cleistes tenuis","(Rchb.f. ex Griseb.) Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cleites tenuis ж uma espжcie terrestre ocorrente emambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados da regiсo Nordeste, alжm de Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais e Paranр. Possui umaextensсo de ocorrЖncia de689.468km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, habita diferentestipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Cleites tenuis ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm,maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a umanova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cleistes%20tenuis","Cerrado, Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3361,"ORCHIDACEAE","Codonorchis canisioi","Mansf.","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(ii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Codonorchis canisioi ж uma espжcie ocorrente no Pampa, exclusiva do Estado do Rio Grande do Sul. A espжcie ж conhecida apenas pelo tipo que foi coletado, em 1935, no Morro Sapucaia, que teve sua vegetaусo original quase completamente devastada, e a рrea entre esse morro e outros morros da regiсo ж separada por рreas urbanas, diminuindo a probabilidade de dispersсo da espжcie. Por apresentar somente uma localidade de ocorrЖncia, e suspeitando que de 90% a 100% dos indivьduosde sua populaусo encontrem-se restritos a essa рrea e em declьnio, pode-se dizer que C. canisioi estр \"Criticamente em perigo\" (CR), ou \"Possivelmente extinta\" (PE) na natureza.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Codonorchis%20canisioi","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3362,"ORCHIDACEAE","Cohniella jonesiana","(Rchb.f.) Christenson","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Clohniella jonesiana ж uma espжcieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais e Sсo Paulo. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 610.280km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreasde grande interferЖncia antrзpica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Clohniella jonesiana жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cohniella%20jonesiana","Cerrado"],
    [3363,"ORCHIDACEAE","Comparettia falcata var. paulensis","(Cogn.) I.Bock","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Comparettia falcata var. paulensis ж uma espжcie ocorrente naMata AtlРntica restrita ao estado de Sсo Paulo. A falta de informaушes sobresua distribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada acategorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta formaDeficiente de Dados (DD).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Comparettia%20falcata%20var.%20paulensis","Mata AtlРntica"],
    [3364,"ORCHIDACEAE","Constantia cipoensis","Porto & Brade","CR","A3cd,B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Constantia cipoensis ж uma espжcie ocorrente em Campos Rupestres, exclusiva do Estado de MinasGerais. ╔ restrita a uma EOO de 17,42 km▓, e ocorre entre 900 e 1.300 m de altitude. Sua biologia reprodutiva indica uma estreita interaусo com seu agente polinizador, a abelha carpinteira Xylocopa artifex, o que sugere uma coevoluусo entre eles, entretanto, essa associaусo restringe o sucesso reprodutivo da espжcie. Alжm disso, C. cipoensis tem uma estreita associaусo com seus forзfitos Vellozia compacta Mart. ex. Schult. f. e Vellozia piresiana L.B. Smith. Por seu valor ornamental, C. cipoensis foi amplamente coletada e restam pequenas subpopulaушes com nЩmero reduzido de indivьduos, essas subpopulaушes sсo susceptьveis a sЩbito desaparecimento por coleta predatзria e/ou incЖndios intensos em рreas de Campos Rupestres em Minas Gerais. A espжcie estр ameaуada pela coleta predatзria, que geralmente, estр acompanhada pelo desbaste da planta hospedeira, resultando na reduусo do nЩmero de indivьduos e na destruiусo do seu habitat. Diante do exposto, suspeita--se que haverр uma reduусo populacional de 80% dos indivьduos maduros nos prзximos 10 anos, devido Я biologia reprodutiva intrьnseca da espжcie, ao declьnio da qualidade do habitat e Я coleta indiscriminada. Dessa forma, C. cipoensis estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20cipoensis","Cerrado"],
    [3365,"ORCHIDACEAE","Constantia cristinae","F.E.L.Miranda","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo criteriosa do risco de extinусo da espжcie.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20cristinae","Cerrado"],
    [3366,"ORCHIDACEAE","Constantia microscopica","F.E.L.Miranda","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Constantia microscopica жuma espжcie ocorrente em рrea de cerrado restrita ao estado de Minas Gerais. Afalta de informaушes sobre sua distribuiусo, biologia e status populacional,torna inadequada a categorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20microscopica","Cerrado"],
    [3367,"ORCHIDACEAE","Constantia rupestris","Barb.Rodr.","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Constantia rupestris ж uma espжcie ocorrente na Mata AtlРntica nos estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. A falta de informaушes sobre suadistribuiусo, biologia e status populacional, torna inadequada a categorizaусoda espжcie em algum risco de extinусo, sendo desta forma Deficiente de Dados(DD).","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Constantia%20rupestris","Mata AtlРntica"],
    [3368,"ORCHIDACEAE","Coppensia doniana","(Batem. ex W.Baxter) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cloppensia doniana ж uma espжcieterrestre ou rupьcola ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica, nos estados do Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina a 1200e 2100 m de altitude. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 364.893km▓. A espжcie ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Cloppensia doniana жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20doniana","Mata AtlРntica"],
    [3369,"ORCHIDACEAE","Coppensia hydrophila","(Barb.Rodr.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia hydrophila ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Cerrado e MataAtlРntica nos estados do Centro-oeste, Sul e Sudeste, ainda Tocantins e Roraima. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 3.237.956km▓. Apesar da espжcieocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentestipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, Coppensia hydrophila ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20hydrophila","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3370,"ORCHIDACEAE","Coppensia macronyx","(Rchb.f.) F.Barros & V.T.Rodrigues","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Coppensia macronyx nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, a espжcie ocorre nos Estados do Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Sсo Paulo. Apesar de ampla distribuiусo em regiсo bastante estudada, existem poucos registros em herbрrios deste tрxon. Os municьpios onde a espжcie foi coletada sofreram perda de mais de 75% da cobertura vegetal original no passado. E ainda estсo sujeitos a efeitos de processos antrзpicos que causam declьnio da qualidade de habitat disponьvel. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa distintas que afetam a perpetuaусo da espжcie na natureza. Alжm disso, a espжcie tem AOO menor que 20 km▓. Os efeitos da expansсo de рreas urbanas e agrьcolas representam uma ameaуa futura plausьvel, o que torna a espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20macronyx","Mata AtlРntica"],
    [3371,"ORCHIDACEAE","Coppensia majevskyi","(Toscano & V.P.Castro) Campacci","EN","B1ab(i,ii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia majevskyi ocorre em ambientes campestres de Mata AtlРntica, exclusivamente no Estadodo Espьrito Santo. Tem uma EOO de 2.436,47 km▓, com registros efetuados entre 850 e 1.143 m de altitude. A рrea no entorno do Alto Misterioso, local onde a espжcie ocorre, ж ocupada por pastagens e monoculturas de cafж e eucalipto. Na regiсo de Santa Maria do Jetibр, o turismo ж uma ameaуa iminente ao ambiente. E em Mimoso do Sul, a vegetaусo nativa tem sido reduzida em funусo dasatividades agrьcolas. Dessa forma, devido Я especificidade de habitat da espжcie, Я sua distribuiусo restrita e Я identificaусo de menos de cinco situaушes de ameaуa, pode-se dizer que C. majevskyi estр \"Em perigo\" (EN).","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20majevskyi","Mata AtlРntica"],
    [3372,"ORCHIDACEAE","Coppensia montana","(Barb.Rodr.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia montana ж uma espжcieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica, nos estados de Goiрs, Minas Gerais, Sсo Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 86.243km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreasde grande interferЖncia antrзpica, esta habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Coppensia montana жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20montana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3373,"ORCHIDACEAE","Coppensia ramosa","(Lindl.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia ramosa ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Cerrado, nos estados da Bahia, Goiрs e Minas Gerais, em altitudes que variam entre 300 e 1100m. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 303.553,013km▓. A espжcie possui grande plasticidade ecolзgica podendo ocorrer como erva, terrьcola, rupьcola ou epьfita em ambientes de campo de altitude, campos rupestres e floresta estacional semidecidual. Por possuir distribuiусo ampla e por sua plasticidade ecolзgica, Coppensia ramosa pode ser considerada Menos preocupante (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20ramosa","Cerrado"],
    [3374,"ORCHIDACEAE","Coppensia varicosa","(Lindl.) Campacci","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Apesar de seu valor ornamental, a espжcie ж cultivada e estр protegida por Unidades de Conservaусo.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20varicosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3375,"ORCHIDACEAE","Coppensia warmingii","(Rchb.f.) Campacci","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coppensia warmingii tem ocorrЖncia em ambientesde Cerradoe Mata AtlРntica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro entre600 e 1000m de altitude. A espжcie estр amplamente distribuьda comuma extensсo de ocorrЖncia de 161.053km▓. A espжcie possuipopulaушes grandes e amplamente distribuьdaspela рrea do Parque Estadual de Ibitipoca, alжm disso, ocorre emoutras ┴reas Protegidas, possui algumas aушes de conservaусo, e apresenta grandeplasticidade ecolзgica. Desta forma, Coppensia warmingii ж uma espжcie Menospreocupante (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coppensia%20warmingii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3376,"ORCHIDACEAE","Coryanthes speciosa","Hook.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Coryanthes speciosa na AmazЗnia e Mata AtlРntica nos estados deRoraima, Parр, Amazonas, Paraьba, Pernambuco, Espьrito Santo e Rio de Janeiro.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 1.330.047km▓. A espжcie ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma, Coryanthes speciosa ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coryanthes%20speciosa","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3377,"ORCHIDACEAE","Corymborkis flava","(Sw.) Kuntze","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Corymborkis flava ocorre em Mata AtlРntica, nos estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais (Menini Neto, com. pess.), em altitudes que variam entre 0 e 1800m. ╔ amplamente distribuьda com uma extensсo de ocorrЖncia de 496.253km▓. A espжcie ocorre em ┴reas Protegidas, em diferentes tipos florestais e apresentauma distribuiусo ampla. Desta forma, Corymborkis flava ж uma espжcie Menospreocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсofuturamente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Corymborkis%20flava","Mata AtlРntica"],
    [3378,"ORCHIDACEAE","Cranichis candida","(Barb.Rodr.) Cogn.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cranichis candida ж uma espжcieocorrente em ambientes de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 1.418.477km▓. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, estaocorre em diferentes tipos florestais, ж bem representada em ┴reas Protegidas nos estados onde ocorre, alжm de possuir uma distribuiусo bastante ampla. Destaforma, Cranichis candida ж uma espжcie Menos preocupante (LC).Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramentelevр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cranichis%20candida","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3379,"ORCHIDACEAE","Cranichis muscosa","Sw.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional apresenta ampla distribuiусo com registros de ocorrЖncia nos estados do Paranр, Sсo Paulo e Minas Gerais. Existem referЖncias na literatura que sugerem que a espжcie tambжm ocorre na AmazЗnia brasileira. Entretanto, sсo necessрrios maiores estudos para confirmar detalhes sobre a distribuiусo da espжcie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cranichis%20muscosa","Mata AtlРntica"],
    [3380,"ORCHIDACEAE","Cyanaeorchis arundinae","(Rchb.f.) Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyanaeorchis arundinae ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Cerrado, Mata AtlРntica e AmazЗnia, nos estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 859.590km▓e ocorre em ┴reas Protegidas. Apesar da espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais e apresenta uma distribuiусo ampla. Desta forma, C. arundinae ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyanaeorchis%20arundinae","Cerrado, Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3381,"ORCHIDACEAE","Cyclopogon dutrae","Schltr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyclopogon dutrae nсo ж endЖmica do Brasil. Mas sua ocorrЖncia no paьs estр restrita ao Estado doParanр. Foram realizados dois registros de ocorrЖncia da espжcie, um prзximo ao litoral e o outro prзximo Я fronteira com o Paraguai, identificando-se assim, duas situaушes de ameaуa distintas. A espжcie possui distribuiусo restrita (EOO=560,51 km▓, AOO=8 km▓) a Formaушes Campestres. Este tipo vegetacional sofreu alteraушes significativas devido a prрticas agrьcolas que vem causandodeclьnio contьnuo da qualidade do habitat. Desta forma, C. dutrae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyclopogon%20dutrae","Mata AtlРntica"],
    [3382,"ORCHIDACEAE","Cycnoches pentadactylum","Lindl.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cycnoches pentadactylum ж uma espжcie ocorrente em Cerrado, com registros para os Estadosde Goiрs, Tocantins e Distrito Federal. A espжcie tem distribuiусo restrita com somente 523,03 km▓ de EOO. Ocorre em рrea protegida (Reserva do Guarр, DF), que embora constitua uma unidade de conservaусo, nсo garante sua proteусo integral: a pressсo humana ж intensa, tanto por sua localizaусo como pelo tamanho reduzido de sua рrea. O principal problema enfrentado ж a ocupaусo da Reserva como local de moradia por famьlias de baixa renda, que consequentemente levam a destruiусo de рreas de Campo ┌mido para implantaусo de lavouras de subsistЖncia e Я retirada de madeira no interior da mata. Alжm disso, ж preocupante a coleta de espжcies ornamentais, como C. pentadactylum. Jр o municьpio de Arraias (GO) tem um histзrico de mineraусo aurьfera. Assim, a espжcie encontra-se sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas. Considerando a AOO restrita da espжcie e a degradaусo de seu habitat, C. pentadactylum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cycnoches%20pentadactylum","Mata AtlРntica"],
    [3383,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium blanchetii","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium blanchetii tem ocorrЖncia registrada para os estados doCearр, Bahia, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais e Sсo Paulo, desenvolve-se em ambientes de Caatinga e Cerrado.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 1.653.721km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas, em diferentes tipos vegetais e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma, Cyrtopodium blanchetii ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20blanchetii","Caatinga, Cerrado"],
    [3384,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium braemii","L.C.Menezes","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Clyrtopodium braemii ж uma espжcieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados de RondЗnia, Mato Grosso, Goiрs e Sсo Paulo. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 573.464km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreasde grande interferЖncia antrзpica, habita diferentes tipos vegetacionais e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Clyrtopodium braemii жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20braemii","Cerrado"],
    [3385,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium brandonianum","Barb.Rodr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium brandonianum tem ocorrЖncia registrada para os estados da Bahia, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, desenvolve-se em ambientes de Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 936.969km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma,Cyrtopodium brandonianum  ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20brandonianum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3386,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium caiapoense","L.C.Menezes","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium caiapoense ж uma orquьdea terrestre, com pseudobulbos enterrados. A AOO ж de 16km▓ e estр sujeita a pelo menos cinco situaушes de ameaуa. Os registros disponьveis estсo em рreas que sofrem ameaуas intensas, como urbanizaусo, efeitos de introduусo de Pinus sp., fragmentaусo, agricultura e/ou pecuрria e mineraусo para extraусo de nьquel. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Alжm disso, a espжcie nсo estр registrada em unidade de conservaусo e caso nсoseja realizada nenhuma aусo de conservaусo, a espжcie pode ser avaliada em uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20caiapoense","Cerrado"],
    [3387,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium dusenii","Schltr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium dusenii ж uma espжcieterrestre ocorrente em ambientes de Cerrado nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 39.287km▓. Apesar de a espжcie ocorrer em рreasde grande interferЖncia antrзpica, ocorre em ┴reas Protegidas, habita diferentes tipos vegetacionais, possui capacidade de rebroto apзs passagem de fogo e apresenta umadistribuiусo ampla. Desta forma, Cyrtopodium dusenii жuma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudos populacionais e deexploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.?","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20dusenii","Cerrado"],
    [3388,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium flavum","Link & Otto ex Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium flavum possui umaampla distribuiусo no Brasil ocorrendo em ambientes de Cerrado e MataAtlРntica, nos estados da Paraьba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe,Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarinae Rio Grande do Sul. A espжcie estр bem representada em ┴reas Protegidas nosestados onde ocorre e desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais. Destaforma, pode-se dizer que Cyrtopodiumflavum ж uma espжcie Menos preocupante (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20flavum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3389,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium fowliei","L.C.Menezes","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium fowliei tem ocorrЖncia registrada para os estados de Roraima, Bahia, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo, desenvolve-se em ambientes de Cerrado.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 350.875km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma, Cyrtopodium fowliei ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20fowliei","Cerrado"],
    [3390,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium gigas","(Vell.) Hoehne","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium gigas tem ocorrЖncia registrada para os estados da Regiсo Sul e Sudeste, alжm de Alagoas,   Paraьba, Pernambuco e Bahia, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica e Cerrado.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 862.418km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma, Cyrtopodium gigas ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20gigas","Mata AtlРntica"],
    [3391,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium hatschbachii","Pabst","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium hatschbachii ж endЖmica do Brasil e ocorre nos Estados de Goiрs, Minas Gerais, Sсo Pauloe, possivelmente, Mato Grosso do Sul, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apesar de amplamente distribuьda, sua ocorrЖncia estр restrita a рreas brejosas ou permanentemente alagadas associadas aos biomas Cerrado e Mata AtlРntica. A espжcie apresenta uma AOO de apenas 16 km▓. Foram identificadas ao menos trЖs situaушes de ameaуa, com base na distribuiусo dos pontos deocorrЖncia do tрxon: regiсo metropolitana de Sсo Paulo (SP), UberlРndia (MG) e Jataь (GO). Todas sofrem efeitos significativos da expansсo urbana, que representam ameaуas para a sobrevivЖncia da espжcie. Assim, C. hatschbachii foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20hatschbachii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3392,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium holstii","L.C.Menezes","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium holstii tem ocorrЖncia registrada para os estados do Parр, Maranhсo, Cearр, Paraьba, Pernambuco, Bahia, Alagoas e Espьrito Santo, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica e Caatinga.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 1.517.105km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas e ж amplamente distribuьda.Desta forma, Cyrtopodium holstii ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20holstii","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3393,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium lamellaticallosum","J.A.N.Bat. & Bianch.","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium lamellaticallosum ж uma espжcie exclusiva do Estado de Minas Gerais, com registros efetuados a cerca de 1.400 m de altitude. Ocorre em Campos Rupestres na Serra da Moeda. ╔ restrita a uma EOO de 30,70 km▓, e a localidade em que a espжcie ж encontrada estр extremamente ameaуada por atividades mineradoras altamente impactantes. Devido Я sua distribuiусo extremamenterestrita, Я sua raridade e Я acentuada perda de habitat verificada, C. lamellaticallosum estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20lamellaticallosum","Cerrado"],
    [3394,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium latifolium","Bianch. & J.A.N.Bat.","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium latifolium tem registros exclusivos do Distrito Federal, ocorrendo em Campos Secosassociados ao bioma Cerrado, no municьpio de Brasьlia. ╔ restrita a uma EOO de 74,36 km▓. A localidade em que a espжcie ж encontrada estр bastante ameaуada pela fragmentaусo resultante do desenvolvimento urbano. Devido Я sua distribuiусo extremamente restrita, Я sua raridade e Я perda de hрbitat, C. latifolium estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20latifolium","Cerrado"],
    [3395,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium linearifolium","J.A.N.Batista & Bianchetti","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium linearifolium tem registros exclusivos para o Estado de Goiрs, ocorrendo em CamposRupestres em altitudes elevadas. ╔ extremamente restrita e tem a EOO menor do que 10 km▓. A localidade em que a espжcie ж encontrada estр extremamente ameaуada pelos incЖndios indiscriminados, que assolam a regiсo ano apзs ano sem nenhum controle. Devido Я sua distribuiусo restrita, Я sua raridade e ao iminente risco de queimadas potencialmente destruidoras, C. linearifoliumestр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20linearifolium","Cerrado"],
    [3396,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium lissochiloides","Hoehne & Schltr.","VU","A2c","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Cyrtopodium lissochiloides ж uma orquьdea terrestre, com pseudobulbos aparentes que ocorre em terrenos brejosos nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, dos Estados de Goiрs, Minas Gerais e Sсo Paulo e Distrito Federal. A coleta-tipo foi realizada em 1917 no Butantс, em Sсo Paulo, e nunca mais foi localizada na regiсo, apesar de buscas extensivas no local. Outra coleta em Sсo Paulo do mesmo ano estр em um local que hoje jр foi totalmente descaracterizado, convertido em рrea urbana.Entсo, a espжcie tem duas subpopulaушes desaparecidas de um total de seis conhecidas, representando uma reduусo populacional de aproximadamente 30%. Portanto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU), apesar de serem necessрrios maiores esforуos de coleta direcionados, a fim de se obter informaушes mais detalhadas para sua melhor avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20lissochiloides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3397,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium pallidum","Rchb.f. & Warm.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium pallidum tem ocorrЖncia registrada para os estados da Bahia, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр, desenvolve-se em ambientes de Mata AtlРntica, Caatinga e Cerrado.Possui uma extensсo de ocorrЖncia de703.658km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma,Cyrtopodium pallidum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20pallidum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3398,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium palmifrons","Rchb.f. & Warm.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium palmifrons nсo ж endЖmica do Brasil. De acordo com dados de literatura, a espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No entanto, sз foi possьvel acessar registros de herbрrio que comprovam sua ocorrЖncia em Minas Gerais e na fronteira entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espжcie tem uma EOO de apenas 552,93 km▓ e apresenta estrutura populacional severamente fragmentada. A espжcie apresenta ainda AOO menor do que 20 km▓. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distintas que afetam a perpetuaусo deste tрxon na natureza. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade do habitat, sendo esta uma situaусo com grandes chances de perdurar no futuro. Assim, C. palmifrons foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20palmifrons","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3399,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium paludicolum","Hoehne","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional apresenta ampla distribuiусo. Assim, foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20paludicolum","Cerrado"],
    [3400,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium parviflorum","Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Cyrtopodium parviflorum tem ocorrЖncia registrada para os estados do Parр, Amazonas, Tocantins, Bahia, Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр , sendo a espжcie de maior distribuiусo do gЖnero no Brasil possuindo uma extensсo de ocorrЖncia de 850.639km▓. Apesarde a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta ocorre em┴reas Protegidas, em diferentes tipos vegetacionais e apresenta uma distribuiусo ampla.Desta forma, Cyrtopodium parviflorum ж uma espжcie Menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20parviflorum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3401,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium poecilum var. roseum","Bianch. & J.A.N.Bat.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium poecilum var. roseum ж uma espжcie endЖmica do Brasil, que ocorre em Minas Gerais e,possivelmente, na fronteira entre os Estados de Tocantins e Bahia. Ambas as regiшes sofrem reduушes significativas de cobertura vegetal devido Я agricultura e foram consideradas como situaушes de ameaуa distintas que incidem sobre a populaусo da espжcie. O municьpio de Luьs Eduardo Magalhсes (BA) ж um dos municьpios brasileiros com maior atividade neste segmento, sendo a cultura da soja e do algodсo as principais razшes para o desmatamento intensivo verificado na regiсo. Desse modo, a espжcie estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat, o que constitui uma ameaуa Я sua sobrevivЖncia. Assim, C. poecilum var. roseum foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20poecilum%20var.%20roseum","Cerrado"],
    [3402,"ORCHIDACEAE","Cyrtopodium triste","Rchb.f. & Warm.","VU","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Cyrtopodium triste ж uma espжcie endЖmica do Brasil que ocorre nos Estados de Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal, Minas Gerais e Sсo Paulo. Entretanto, sз foi possьvel acessar testemunhos para os Estados de Minas Gerais e Goiрs. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, com base na distribuiусo dos pontos de ocorrЖncia. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=10.339,43 km▓, AOO=24 km▓) a Formaушes Campestres e estр sujeita a declьnio da qualidade de habitat. Assim, C. triste foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cyrtopodium%20triste","Cerrado"],
    [3403,"ORCHIDACEAE","Dichaea anchorifera","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dichaea anchorifera apresenta distribuiусo relativamente ampla na Mata AtlРntica, ao longo da qual suspeita-se que seja frequente. A espжcie ж localmente abundante, ocorre em trechos extensos e bem preservados de floresta, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichaea%20anchorifera","Mata AtlРntica"],
    [3404,"ORCHIDACEAE","Dichaea mosenii","Cogn.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dichaea mosenii ж uma espжcie rara da Mata AtlРntica, cuja ocorrЖncia ж praticamente restrita a unidades de conservaусo. A espжcie habita рreas de floresta em altitudes intermediрrias, muitas das quais foram afetadas em maior ou menor grau pela aусo humana, dependendo da regiсo. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo declьnio populacional ou mesmo extinусo local em algumas рreas, devido ao desmatamento e Я degradaусo do seu habitat, o que pode ter levado as subpopulaушesremanescentes a estarem confinadas em рreas protegidas atualmente. D. mosenii estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas, e pelo exposto, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichaea%20mosenii","Mata AtlРntica"],
    [3405,"ORCHIDACEAE","Dimerandra emarginata","(G.Mey.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dimerandra emarginata apresenta distribuiусo geogrрfica bastante ampla e ж localmente muito abundante.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dimerandra%20emarginata","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3406,"ORCHIDACEAE","Dryadella auriculigera","(Rchb.f.) Luer","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dryadella auriculigera foi descrita a partir de um espжcime coletado em um local que atualmente seencontra altamente urbanizado. Sendo esse o Щnico registro de ocorrЖncia conhecido desta espжcie, o habitat em sua localidade-tipo, portanto, declinou quase completamente em extensсo. Devido a isso, suspeita-se que tambжm possa ter ocorrido declьnio na EOO e AOO, e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. A AOO ж de 4 km▓, o que evidencia a distribuiусo restritadeste tрxon, podendo ser considerada possivelmente extinta na natureza. Recomenda-se que se tente localizar indivьduos de D. auriculigera nos remanescentes de floresta que ainda existem prзximos Я localidade-tipo para que seja possьvel uma avaliaусo de risco de extinусo mais precisa, pelo exposto, a espжcie estр atualmente \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20auriculigera","Mata AtlРntica"],
    [3407,"ORCHIDACEAE","Dryadella gomesferreirae","(Pabst) Luer","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas pelo material tipo, que nсo possui localidade definida. Espжcie possivelmente extinta, de modo que sua existЖncia na natureza deve ser verificada.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20gomesferreirae","Mata AtlРntica"],
    [3408,"ORCHIDACEAE","Dryadella kautskyi","(Pabst) Luer","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nсo hр registros de ocorrЖncia da espжcie. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3409,"ORCHIDACEAE","Dryadella lilliputiana","(Cogn.) Luer","VU","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dryadella lilliputiana ж uma espжcie epifьtica ocorrente em florestas com Araucрria. Seu hрbitat foialvo de um intenso desmatamento ao longo do Щltimo sжculo, de onde se suspeita que a espжcie venha sofrendo declьnio na AOO, na EOO e na qualidade do habitat e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Tambжm ж possьvel suspeitar que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. A espжcie estр sujeita a seis situaушes de ameaуa, esua AOO de 24 km▓ possibilitou sua categorizaусo como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20lilliputiana","Mata AtlРntica"],
    [3410,"ORCHIDACEAE","Dryadella susanae","(Pabst) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dryadella susanae ж uma planta extremamente rara, conhecida apenas pelo material-tipo. A espжcie foi coletada em uma regiсo em que a Mata AtlРntica foi bastante alterada pela aусo humana, o que permite suspeitar que esteja havendo declьnio na extensсo e na qualidade de seu habitat, assim como no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Com AOO de 4 km▓, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dryadella%20susanae","Mata AtlРntica"],
    [3411,"ORCHIDACEAE","Dungsia harpophylla","(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dungsia harpophylla ж uma espжcie extremamente ornamental, que apresenta distribuiусo geogrрficarestrita. Sua EOO ж de 6.541,76 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa a qual estр sujeita ж inferior a dez. A espжcie sofre com a coleta de plantas para fins ornamentais, e tambжm com o desmatamento das florestas que habita, incidente em todos os municьpios nos quais sua ocorrЖncia foi registrada. Devido a esses fatores, suspeita-se que esteja havendo declьnio na extensсo e na qualidade de seu habitat, e tambжm no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie. Por esses motivos, encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dungsia%20harpophylla","Mata AtlРntica"],
    [3412,"ORCHIDACEAE","Dungsia kautskyi","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dungsia kautskyii ж uma espжcie extremamente ornamental com ocorrЖncia pontual, sendo conhecidapor apenas uma subpopulaусo. A espжcie habita florestas entre 600 e 800 m de altitude no municьpio de Domingos Martins (ES), onde mais de 75% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Suspeita-se que seu habitat venha declinando em extensсo e qualidade, assim como o nЩmero de indivьduos maduros,que sofrem tambжm com a coleta para fins ornamentais. A AOO ж de 4 km▓, o que aliado aos outros dados permitem categorizar D. kautski como \"Criticamente emperigo\" (CR). O empreendimento de aушes de conservaусo direcionadas Я espжcie, tanto in situ quanto ex situ, ж fortemente recomendado.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dungsia%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3413,"ORCHIDACEAE","Elleanthus linifolius","C.Presl","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Elleanthus linifolius apresenta distribuiусo muito ampla, ocorrendo inclusive em рreas isoladas na AmazЗnia, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Elleanthus%20linifolius","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3414,"ORCHIDACEAE","Eltroplectris calcarata","(Sw.) Garay & Sweet","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eltroplectris calcarata ж uma espжcie amplamente distribuьda, ocorrendo principalmente ao longo do litoral mas tambжm na Chapada Diamantina. A espжcie nсo possui apelo ornamental e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eltroplectris%20calcarata","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3415,"ORCHIDACEAE","Eltroplectris kuhlmanniana","(Hoehne) Pabst","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eltroplectris kuhlmanniana ж conhecida apenas pelo material-tipo, cuja localidade de coleta ж incerta.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eltroplectris%20kuhlmanniana","Mata AtlРntica"],
    [3416,"ORCHIDACEAE","Encyclia advena","(Rchb.f.) Porto & Brade","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Encyclia advena apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, podendo ocupar diversos tipos de habitat. Estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20advena","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3417,"ORCHIDACEAE","Encyclia argentinensis","(Speg.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Encyclia argentinensis apresenta distribuiусo bastante ampla, ocorrendo em distintos tipos de habitat. Entretanto, nсo hр informaушes sobre a ocorrЖncia da espжcie em Unidades de Conservaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20argentinensis","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3418,"ORCHIDACEAE","Encyclia bragancae","Ruschi","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Encyclia bragancae ж uma espжcie rara que apresenta distribuiусo restrita, tendo uma EOO de 539,31 km▓. O nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco, alжm disso, os locais onde a espжcie foi registrada estсo sujeitos a uma sжrie de ameaуas. No municьpio de Santa Teresa (ES), 80% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. No Caparaз, a incidЖncia de incЖndios causados pelo homem ж frequente e ocorrem de maneira intensa, nessa рrea, a espжcie nсo ж coletada hр quase 40 anos, apesar de buscas terem sido realizadas recentemente. Devido a esses fatores e Я provрvel coleta de indivьduos para fins ornamentais, suspeita-se que E. bragancae venha sofrendo com o declьnio tanto na extensсo e na qualidade de seu habitat quanto no nЩmero de indivьduos maduros, suspeita-se ainda que suas subpopulaушes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Por esses motivos, E. bragancae encontra-se em \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20bragancae","Mata AtlРntica"],
    [3419,"ORCHIDACEAE","Encyclia fowliei","Duveen","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nсo hр registros de ocorrЖncia da espжcie. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Encyclia%20fowliei","Mata AtlРntica"],
    [3420,"ORCHIDACEAE","Epidendrum addae","Pabst","VU","B1ab(v),D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum addae apresenta distribuiусo nсo muito ampla ao longo da costa AtlРntica e ж conhecidapor um pequeno nЩmero de coletas. A EOO da espжcie ж de 11.681,58 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. A espжcie apresenta especificidade de habitat, dependendo de florestas bem conservadas situadas em uma faixa altitudinal bastante estreita. Suspeita-se que a espжcie esteja sujeita Я coleta para fins ornamentais, o que pode estar causando declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Por esses motivos, E. addae foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20addae","Mata AtlРntica"],
    [3421,"ORCHIDACEAE","Epidendrum ansiferum","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum ansiferum ж amplamente distribuьda, nсo apresenta especificidade de habitat e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20ansiferum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3422,"ORCHIDACEAE","Epidendrum caldense","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum caldense apresenta distribuiусo ampla no domьnio da Mata AtlРntica, onde ocorre em diferentes fisionomias florestais. Entretanto, a espжcie ж pobremente representada em Unidades de Conservaусo, o que aponta para a necessidade de se estabelecer рreas protegidas que contemplem os seus habitats.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20caldense","Mata AtlРntica"],
    [3423,"ORCHIDACEAE","Epidendrum carpophorum","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum carpophorum apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, ocorre em diversas fisionomias florestais, inclusive em рreas  isoladas na AmazЗnia, e estр representada em Unidades de Conservaусo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20carpophorum","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3424,"ORCHIDACEAE","Epidendrum chlorinum","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum chlorinum apresenta distribuiусo geogrрfica relativamente ampla na regiсo Sudeste, dentro da qual suspeita-se que seja frequente. A espжcie ocorre em diversas fitofisionomias, pode formar grandes subpopulaушes e estр representada em algumas Unidades de conservaусo de proteусo integral.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20chlorinum","Mata AtlРntica"],
    [3425,"ORCHIDACEAE","Epidendrum coronatum","Ruiz & Pav.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum coronatum apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, ocorrendo em todas as regiшes do paьs.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20coronatum","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3426,"ORCHIDACEAE","Epidendrum cristatum","Ruiz & Pav.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum cristatum apresenta distribuiусo geogrрfica bastante ampla, ocorre em diferentes fitofisionomias e estр representada em ao menos uma Unidade de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20cristatum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3427,"ORCHIDACEAE","Epidendrum dendrobioides","Thunb.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum dendrobioides apresenta distribuiусo geogrрfica muito ampla, sendo bastante frequente em boa parte das regiшes em que ocorre. A espжcie habita diversas fitofisionomias e estр representada em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20dendrobioides","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3428,"ORCHIDACEAE","Epidendrum ecostatum","Pabst","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum ecostatum tem sua populaусo sujeita a cinco situaушes de ameaуa e tem sido exposta Яcoleta de plantas para fins ornamentais, o que pode acarretar um declьnio populacional da espжcie. Tem distribuiусo relativamente ampla (EOO=73.779,13 km▓), porжm encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20ecostatum","Mata AtlРntica"],
    [3429,"ORCHIDACEAE","Epidendrum filicaule","(Sw.) Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendum filicaule apresenta distribuiусo ampla no domьnio da Mata AtlРntica e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20filicaule","Mata AtlРntica"],
    [3430,"ORCHIDACEAE","Epidendrum geniculatum","Barb.Rodr.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum geniculatum ж uma espжcie que habita florestas em altitudes intermediрrias ao longo de um trecho razoavelmente extenso da costa AtlРntica do Brasil, entre o Espьrito Santo e Santa Catarina. Entretanto, o habitat da espжcie vem declinando em extensсo e qualidade em alguns locais, principalmente nas cidades de Florianзpolis e Rio de Janeiro, devido a uma sжrie de fatores como a expansсo urbana, a incidЖncia de incЖndios, entre outras. Alжm disso, E. geniculatum ocorre em menos de 10 situaушes de ameaуa. Assim, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20geniculatum","Mata AtlРntica"],
    [3431,"ORCHIDACEAE","Epidendrum henschenii","Barb.Rodr.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum henschenii tem AOO de 24 km▓ e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. Emalguns dos locais onde foi encontrada, seu habitat vem declinando drasticamente em extensсo e qualidade. No municьpio de Angatuba (SP), onde desde 1966 a espжcie nсo ж coletada, mais de 97% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que a espжcie tenha se extinguido localmente, acarretando declьnio na EOO, na AOO e no nЩmero de localidades, de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Na regiсo da Serra do Japi (SP), a espжcie tambжm estр sujeita a uma sжrie de ameaуas, que levaram ao desmatamento de quase 85% da Mata AtlРntica no municьpio de Jundiaь, no qual a serra se encontra. Segundo informaушes, a espжcie tambжm ocorre no Estado do Paranр, porжm registros de ocorrЖncia nсo foram localizado.Pelo exposto, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomenda-se a realizaусo de aушes de conservaусo insitu direcionadas a E. henschenii, como a restauraусo de habitats e a seleусo de рreas para o estabelecimento de novas рreas protegidas.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20henschenii","Mata AtlРntica"],
    [3432,"ORCHIDACEAE","Epidendrum hololeucum","Barb.Rodr.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum hololeucum apresenta distribuiусo relativamente ampla ao longo da costa AtlРntica e ocorre em alguns locais que abrigam remanescentes expressivos de floresta, inclusive em algumas Unidades de Conservaусo. Entretanto, alguns locais onde a espжcie foi coletada sсo bastante desmatados, o que, somado Я coleta de plantas para fins ornamentais, permite suspeitar que E. hololeucum possa estar sofrendo declьnio na extensсo e qualidade do habitat e no nЩmero de indivьduos maduros. Devido a isso, a espжcie pode vir a ser ameaуada no futuro.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20hololeucum","Mata AtlРntica"],
    [3433,"ORCHIDACEAE","Epidendrum infaustum","Rchb.f.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informaушes disponьveis sobre a distribuiусo gegrрfica de Epidendrum infaustum sсo um tanto desencontradas. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20infaustum","Mata AtlРntica"],
    [3434,"ORCHIDACEAE","Epidendrum kautskyi","Pabst","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nсo hр registros de ocorrЖncia de Epidendrum kautskyi. Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3435,"ORCHIDACEAE","Epidendrum macrocarpum","Rich.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum macrocarpum apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em рreas bastante isoladas da AmazЗnia.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20macrocarpum","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3436,"ORCHIDACEAE","Epidendrum martianum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum martianum apresenta distribuiусo geogrрfica ampla, habita diferentes tipos de vegetaусo e estр representada em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20martianum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3437,"ORCHIDACEAE","Epidendrum paranaense","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum paranaense ж amplamente distribuьda ao longo de boa parte da costa AtlРntica e tambжm na cadeia do Espinhaуo. A espжcie estр representada em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20paranaense","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3438,"ORCHIDACEAE","Epidendrum polyanthum","Lindl.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Embora a flora do Brasil indique uma distribuiусo geogrрfica relativamente ampola para E. polyanthum, nсo hр registros de herbрrio da espжcie, e praticamente nenhum informaусo disponьvel sobre ela. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20polyanthum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3439,"ORCHIDACEAE","Epidendrum proligerum","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum proligerum apresenta distribuiусo ampla, habita diferentes fisionomias florestais e estр representada em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20proligerum","Mata AtlРntica"],
    [3440,"ORCHIDACEAE","Epidendrum robustum","Cogn.","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum robustum ж uma espжcie com distribuiусo nсo muito ampla no bioma Mata AtlРntica.A EOO ж de 10.638,77 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a dez. Suspeita-se que, devido ao elevado grau de desmatamento dos municьpios capixabas em que a espжcie foi coletada, esteja havendo um declьnio contьnuo na qualidade de seu habitat, uma vez que a vegetaусo rupьcola depende das florestas que compшem a zona tampсo do entorno dos afloramentos rochosos. Por esses motivos, E. robustum foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20robustum","Mata AtlРntica"],
    [3441,"ORCHIDACEAE","Epidendrum saxatile","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum saxatile apresenta distribuiусo geogrрfica ampla, ocorre em diferentes tipos de vegetaусo e estр representada em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20saxatile","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3442,"ORCHIDACEAE","Epidendrum secundum","Jacq.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum secundum ж amplamente distribuьda no Brasil, e muito frequente ao longo de quase toda a costa AtlРntica.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20secundum","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3443,"ORCHIDACEAE","Epidendrum tridactylum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum tridactylum apresenta distribuiусo geogrрfica bastante ampla, ocorre em diversos tipos de habitat e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20tridactylum","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3444,"ORCHIDACEAE","Epidendrum vesicatum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum vesicatum apresenta distribuiусo bastante ampla ao longo da costa AtlРntica, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20vesicatum","Mata AtlРntica"],
    [3445,"ORCHIDACEAE","Epidendrum zappii","Pabst","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Epidendrum zappii ж uma epьfita com distribuiусo muito restrita, ocorrendo em apenas duas localidadesdistantes cerca de 50 km entre si. Em uma delas, no municьpio de Alegre (ES), mais de 90% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo um forte declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie, e que apenas no ParqueNacional do Caparaз exista uma subpopulaусo viрvel de E. zappii. A EOO ж de 234,09 km▓, portanto, pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Epidendrum%20zappii","Mata AtlРntica"],
    [3446,"ORCHIDACEAE","Erycina pusilla","(L.) N.H.Williams & M.W.Chase","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erycina pusilla ж muito amplamente distribuьda no Brasil, ocorrendo em todas as regiшes do paьs.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erycina%20pusilla","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3447,"ORCHIDACEAE","Eulophia ruwenzoriensis","Rendle","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eulophia ruwenzoriensis ж representada por um pequeno nЩmero de coletas. Entretanto, trata-se de uma espжcie sem valor ornamental amplamente distribuьda no Brasil. Suspeita-se que esse baixo esforуo se deva ao fato de D. ruwenzoriensis ser inconspьcua e por isso dificilmente visualizada em meio Я vegetaусo campestre onde ocorre. De qualquer forma, considera-se que as informaушes disponьveis sejam insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eulophia%20ruwenzoriensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3448,"ORCHIDACEAE","Eurystyles lorenzii","(Cogn.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Eurystyles lorenzii ж uma pequena erva epьfita sem grande apelo ornamental. A espжcie ж localmente rara, mas apresenta distribuiусo no domьnio da Mata AtlРntica. Ocorre em remanescentes expressivos de floresta ombrзfila densa, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eurystyles%20lorenzii","Mata AtlРntica"],
    [3449,"ORCHIDACEAE","Galeandra beyrichii","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galeandra beyrichii ocorre em todas as regiшes do Brasil e ж bastante frequente em alguns setores da sua distribuiусo, principalmente nas regiшes Sudeste e Sul.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20beyrichii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3450,"ORCHIDACEAE","Galeandra cristata","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galendra cristata ж amplamente distribuьda na AmazЗnia brasileira. Suspeita-se que a espжcie ocorra ao longo de toda a fronteira norte do paьs, o que inclui vastas рreas de floresta praticamente inalteradas pela aусo humana.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20cristata","AmazЗnia"],
    [3451,"ORCHIDACEAE","Galeandra paraguayensis","Cogn.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galeandra paraguayensis apresenta distribuiусo ampla no domьnio do Cerrado. Entretanto, devido Я acelerada destruiусo dos seus habitats e ao seu potencial uso ornamental, suspeita-se que a espжcie possa vir a ser ameaуada no futuro.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20paraguayensis","Cerrado"],
    [3452,"ORCHIDACEAE","Galeandra styllomisantha","(Vell.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Galeandra styllomisantha ocorre em todas as regiшes brasileiras, incluindo рreas remotas da AmazЗnia, e ж bastante frequente na regiсo Centro-Oeste.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeandra%20styllomisantha","AmazЗnia, Cerrado"],
    [3453,"ORCHIDACEAE","Galeottia ciliata","(Morel) Dressler & Christenson","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de estar representada por poucos registros de herbрrio, Galeottia ciliata apresenta distribuiусo bastante ampla no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiшes do paьs.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galeottia%20ciliata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3454,"ORCHIDACEAE","Geoblasta penicillata","(Rchb.f.) Hoehne ex M.N.Correa","EN","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Geoblasta penicillata ж uma espжcie terrestre muito rara, ocorrente em Formaушes Campestres daregiсo Sul do Brasil. Os habitats da espжcie vЖm sendo continuamente degradados devido Я rрpida expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais, o que permite suspeitar que G. penicillata esteja sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Em Curitiba (PR), onde a espжcie ж representada apenas por coletas muito antigas, ж possьvel suspeitar que a mesma tenha sido extinta localmente,levando a um declьnio tambжm na AOO e no nЩmero de subpopulaушes. A EOO ж de 559,84 km▓, eo nЩmero de situaушes de ameaуa que incidem sobre a espжcie ж inferior a cinco, portanto, G. penicillata foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Geoblasta%20penicillata","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3455,"ORCHIDACEAE","Gomesa doeringii","(Hoehne) Pabst","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gomesa doeringii ж uma espжcie sobre a qual existe pouquьssima informaусo. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20doeringii","Mata AtlРntica"],
    [3456,"ORCHIDACEAE","Gomesa glaziovii","Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gomesa glaziovii ж amplamente distribuьda no domьnio da Mata AtlРntica, ocorrendo da Bahia a Santa Catarina. A espжcie estр representada em vрrias Unidades Unidades de Conservaусo de proteусo integral, algumas delas abrigando remanescentes expressivos de florestas.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [3457,"ORCHIDACEAE","Gomesa gomezoides","(Barb.Rodr.) Pabst","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gomesa gomezoides apresenta uma ampla distribuiусo geogrрfica e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gomesa%20gomezoides","Mata AtlРntica"],
    [3458,"ORCHIDACEAE","Gongora bufonia","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gongora bufonia apresenta distribuiусo ampla no domьnio da Mata AtlРntica, e ocorre em alguns dos remanescentes florestais mais expressivos do Bioma, incluindo Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongora%20bufonia","Mata AtlРntica"],
    [3459,"ORCHIDACEAE","Gongora quinquenervis","Ruiz & Pav.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Gongora quinquenervis ж uma espжcie com ampla distribuiусo nas regiшes Norte e Nordeste. Suspeita-se que a espжcie ocorra em boa parte da AmazЗnia brasileira.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gongora%20quinquenervis","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3460,"ORCHIDACEAE","Govenia utriculata","(Sw.) Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Govenia uticulata ж amplamente distribuьda, habita diversas fitofisionomias e ж bastante frequente em algumas das suas regiшes de ocorrЖncia.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Govenia%20utriculata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3461,"ORCHIDACEAE","Grandiphyllum divaricatum","(Lindl.) Docha Neto","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grandiphyllum divaricatum apresenta distribuiусo nсo muito ampla na Mata AtlРntica da regiсoSudeste. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo um declьnio populacional contьnuo em funусo da coleta de plantas para fins ornamentais. ╔ possьvel tambжm suspeitar que G. divaricatum tenha se extinguido localmente na cidade de Sсo Paulo, onde foi coletada hр quase 100 anos, levando a um declьnio na AOO e no nЩmero de subpopulaушes. Somado a isso, vрrios dos locais de ocorrЖnciaencontram-se gravemente desmatados e fragmentados, acarretando um forte declьnio na qualidade do habitat remanescente. Devido ao seu hрbito epifьtico, ж possьvel suspeitar que G. divaricatum apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geraусo ж estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma e levando em conta as ameaуas Яs quais estр submetida, ж possьvel suspeitar que a espжcie possa sofrer um declьnio populacional de pelo menos 30% nos prзximos 30 anos caso nenhuma medida de conservaусo necessрria seja executada. Pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grandiphyllum%20divaricatum","Mata AtlРntica"],
    [3462,"ORCHIDACEAE","Grandiphyllum hians","(Lindl.) Docha Neto","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grandiphyllum hians ocorre no bioma Mata AtlРntica, onde ж representada por registros bastante esparsos Suspeita-se que a espжcie seja localmente rara, e esteja sofrendo um declьnio populacional contьnuo devido Я coleta para fins ornamentais e Я acentuada perda e degradaусo de seu habitat em alguns dos locais de ocorrЖncia, como Jundiaь e Piracicaba (SP). Levando em conta seu hрbito epifьtico, ж possьvel suspeitar tambжm que a espжcie apresente um crescimento lento, de forma queseu tempo de geraусo ж estimado em cerca de 10 anos. Assim, considerando a sua raridade e as ameaуas Яs quais se encontra submetida, suspeita-se que G. hians possa sofrer um declьnio populacional de pelo menos 30% nos prзximos 30 anos, caso nenhuma das aушes de conservaусonecessрrias seja executada. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grandiphyllum%20hians","Mata AtlРntica"],
    [3463,"ORCHIDACEAE","Grobya cipoensis","F.Barros & Lourenуo","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grobya cipoensis ж uma espжcie com distribuiусo pontual (AOO=4 Km▓) e habitat altamente especьfico, ocorrendo apenas na Serra do Cipз, MG, como epьfita sobre a Canela-de-ema Vellozia gigantea N.L.Menezes & Mello-Silva. O habitat da espжcie ж ameaуado pela incidЖncia frequente de incЖndios e pela invasсo por gramьneas exзticas invasoras de alto poder competitivo. Alжm disso, G. cipoensis tem potencial ornamental, sendo, portanto, possьvel suspeitar que a coleta de plantas, junto com a degradaусo do seu habitat, esteja contribuindo para o declьnio do nЩmero de indivьduos maduros. Pelo exposto, portanto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grobya%20cipoensis","Cerrado"],
    [3464,"ORCHIDACEAE","Grobya fascifera","Rchb.f.","VU","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Grobya fascifera ж uma epьfita endЖmica das florestas pluviais da costa AtlРntica, ocorrendo entre SсoPaulo e o nordeste do Rio Grande do Sul. A espжcie ж representada por poucos registros esparsos, praticamente todos feitos hр mais de 40 anos. O habitat de G. fascifera vem sofrendo declьnio em extensсo e qualidade em alguns dos locais de coleta, como por exemplo, nas cidades de Florianзpolis e Sсo Paulo. Nesta Щltima, a espжcie nсo ж coletada hр quase 80 anos, o que permite suspeitar quea mesma tenha sido localmente extinta, ocasionando assim declьnio na AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Com AOO de 40 km▓ e nЩmero de situaушes de ameaуa inferior a dez, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grobya%20fascifera","Mata AtlРntica"],
    [3465,"ORCHIDACEAE","Habenaria achalensis","Kraenzl.","VU","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria achalensis ж uma espжcie campestre que apresenta distribuiусo ampla no Brasil, que abrange parte dos biomas Mata AtlРntica e Cerrado. Entretanto, a espжcie ж representada por um nЩmero relativamente baixo de registros esparsamente distribuьdos, a maioria deles em locais sujeitos a uma ou mais ameaуas. Nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Brasьlia (DF), Poуos de Caldas (MG) e Campos do Jordсo (SP), o habitat da espжcie ж bastante ameaуado principalmente pela expansсo urbana. Em Linhares (ES), e nos Campos de Altitude de Santa Catarina, as principais ameaуas sсo atividades agropecuрrias e silviculturais, que vЖm suprimindo grandes рreas de habitat potencial deste tрxon. Todos esses fatores indicam uma clara reduусo na extensсo e qualidade do habitat, a qual permite suspeitar que esteja ocorrendo um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. A AOO ж de 44 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a dez. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20achalensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3466,"ORCHIDACEAE","Habenaria aphylla","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Em uma revisсo muito recente do gЖnero, Habenaria aphylla foi considerada sinЗnimo de H. crucifera, espжcie considerada vрlida na Lista do Brasil, mas com distribuiусo pouco compreendida nas regiшes Sudeste e Centro-Oeste. ╔ necessрria uma melhor delimitaусo da ocorrЖncia do tрxon para realizar a avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20aphylla","Cerrado"],
    [3467,"ORCHIDACEAE","Habenaria armata","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria armata apresenta distribuiусo geogrрfica muito ampla, ocorrendo inclusive em рreas remotas da AmazЗnia brasileira.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20armata","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3468,"ORCHIDACEAE","Habenaria brachyplectron","Hoehne & Schltr.","CR","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria brachyplectron habita Formaушes Campestres em uma Щnica localidade da Serra do Mar,prзxima Я cidade de Sсo Paulo. A espжcie apresenta uma AOO de 4 km▓ e estр sujeita Я degradaусo do seu habitat devido Я enorme emissсo de poluentes que ocorre em vрrias cidades do entorno, alжm da pressсo exercida pela expansсo urbana desordenada. H. brachyplectron nсo ж coletada hр 86 anos, de onde se suspeita que possa estar extinta na natureza, por esses motivos, foi considerada\"Criticamente em perigo\" (CR). Esta espжcie demanda esforуos de coleta direcionados, que possibilitem o encontro de subpopulaушes viрveis e que forneуam mais dados que permitam uma avaliaусo de risco de extinусo mais precisa.","2012-05-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20brachyplectron","Mata AtlРntica"],
    [3469,"ORCHIDACEAE","Habenaria culicina","Rchb.f. & Warm.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria culicina ж uma espжcie sem apelo ornamental com distribuiусo geogrрfica ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo desde o Paranр atж o Tocantins.","2012-07-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20culicina","AmazЗnia, Cerrado"],
    [3470,"ORCHIDACEAE","Habenaria ernestulei","Hoehne","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria ernestulei ж uma espжcie de ocorrЖncia em ambientes campestres, sendo considerada umendemismo da Serra da Mantiqueira. Apenas duas subpopulaушes sсo conhecidas, e ambas estсo sujeitas a ameaуas. Em Campos do Jordсo (SP), a expansсo urbana desordenada e a especulaусo imobiliрria vem levando Я reduусo dos ecossistemas naturais, como os Campos de Altitude e florestas de Araucрria (Florestas Ombrзfilas Mistas). Jр nos Campos de Altitude do Planalto do Itatiaia, a incidЖncia frequente de incЖndios vem constituindo uma ameaуa constante Я vegetaусo. Devido a esses fatores, suspeita-se que esteja ocorrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos de H. ernestulei. Com EOO de 548,42 km▓ e nЩmero de situaушes de ameaуa inferior a cinco, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20ernestulei","Mata AtlРntica"],
    [3471,"ORCHIDACEAE","Habenaria exaltata","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria exaltata ж uma espжcie com ampla distribuiусo em рreas campestres, ocorrendo do Rio Grande do Sul a Minas Gerais. Nсo hр informaушes sobre a ocorrЖncia da espжcie em Unidades de Conservaусo, o que aponta para a necessidade do estabelecimento de рreas protegidas que protejam os habitats de H. exaltata.","2012-05-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20exaltata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3472,"ORCHIDACEAE","Habenaria galeandriformis","Hoehne","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria galeandriformis ж uma espжcie de ocorrЖncia em рreas de fisionomia predominantementecampestre, cujo Щnico registro de herbрrio disponьvel localiza-se em uma regiсo de Cerrado do Estado de Sсo Paulo. Essa vegetaусo foi quase completamente destruьda no Estado, e as poucas рreas remanescentes sсo pequenas e estсo sujeitas a uma sжrie de ameaуas, como a invasсo por gramьneas nativas, pastejo pela criaусo de gado extensiva, desmatamento e incidЖncia de incЖndios. Devidoa isso, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo declьnio na EOO e AOO (EOO=273,19 km▓, AOO=4 km▓), e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20galeandriformis","Mata AtlРntica"],
    [3473,"ORCHIDACEAE","Habenaria gourlieana","Gill. ex Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria gourlieana ж amplamente distribuьda no Brasil, ocorrendo em todas as regiшes do paьs. Estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20gourlieana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3474,"ORCHIDACEAE","Habenaria hexaptera","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria hexaptera apresenta distribuiусo bastante ampla no Brasil e ocorre em diversas fitofisionomias. Estр representada em ao menos uma Unidade de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20hexaptera","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3475,"ORCHIDACEAE","Habenaria hydrophila","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Segundo a revisсo taxonЗmica do gЖnero publicada recentemente, Habenaria hydrophila ж muito prзxima de H. brevidens, e a distinусo entre elas nсo ж clara. ╔ necessрrio que os taxa em questсo sejam melhor delimitados para que se possa avaliar adequadamente o risco de extinусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20hydrophila","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3476,"ORCHIDACEAE","Habenaria itaculumia","Garay","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria itaculumia ж uma espжcie com distribuiусo pontual na Serra de Itacolomi (MG), de distribuiусo extremamente restrita (EOO=313,67 km▓, AOO=8 km▓). A regiсo do Quadrilрtero Ferrьfero, onde a referida serra estр situada, vem sendo continuamente degradada devido a atividades de mineraусo a cжu aberto, que exploram principalmente o ferro dos Campos Rupestres ferruginosos que aь ocorrem. Alжm disso, o Parque Estadual do Itacolomi foi atingido recentemente por um incЖndio de grandes proporушes, que afetou quase toda a рrea da unidade de conservaусo. Devido aisso, suspeita-se que, alжm de um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo de seu habitat, H. itaculumia esteja sofrendo tambжm declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Por nсo ter registros de coleta recentes, ж possьvel suspeitar que a espжcie esteja extinta na natureza, por esses motivos, considera-se este tрxon \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20itaculumia","Cerrado"],
    [3477,"ORCHIDACEAE","Habenaria jordanensis","(J.E.Leite) Garay","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","H. jordanensis, de acordo com a revisсo recentemente publicada sore o gЖnero, provavelmente ж uma forma pelзrica (ou seja, com as pжtalas laterais modificadas, semelhantes ao labelo) de H. edwallii. A circunscriусo do taxon deve ser melhor estabelecida, para que ser possa avaliar seu risco de extinусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20jordanensis","Mata AtlРntica"],
    [3478,"ORCHIDACEAE","Habenaria leucosantha","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria leucosantha apresenta distribuiусo bastante ampla no Brasil, ocorrendo desde o Rio Grande do Sul atж Tocantins.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20leucosantha","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3479,"ORCHIDACEAE","Habenaria macronectar","(Vell.) Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria macronectar apresenta distribuiусo ampla no domьnio da Mata AtlРntica, dentro da qual suspeita-se que seja bastante frequente. Estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20macronectar","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3480,"ORCHIDACEAE","Habenaria novaesii","Edwall & Hoehne","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria novaesii ж conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1909 em Campinas (SP). Alocalidade-tipo e toda a regiсo do entorno encontram-se completamente modificadas pela aусo humana, seja pela expansсo urbana, seja por atividades agropecuрrias altamente impactantes. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que tenha ocorrido declьnio na EOO e AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. A AOO de apenas 4 km▓ ж mais um indicativo de sua distribuiусo extremamente restrita, o que aliado Я ausЖncia de coletas recentes, permite-se suspeitar que a espжcie esteja possivelmente extinta. Por esses motivos, H. novaesii foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando esforуos de coleta direcionados com o intuito de se encontrar novas subpopulaушes.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20novaesii","Mata AtlРntica"],
    [3481,"ORCHIDACEAE","Habenaria nuda","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria nuda apresenta distribuiусo bastante ampla no Brasil, abrangendo quase todas as regiшes do paьs.","2012-05-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20nuda","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3482,"ORCHIDACEAE","Habenaria piraquarensis","Hoehne","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria piraquarensis apresenta distribuiусo muito restrita e ж conhecida por apenas duas coletas. A EOO ж de 557,79 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco, na localidade-tipo (municьpio de Piraquara, SP), o habitat da espжcie vem declinando em extensсo e qualidade devido Я expansсo urbana. Pelo exposto, H. piraquarensis estр \"Em perigo\" (EN).","2012-05-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20piraquarensis","Mata AtlРntica"],
    [3483,"ORCHIDACEAE","Habenaria regnellii","Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria regnellii apresenta uma ampla distribuiусo no Brasil, que abrange vрrias regiшes do paьs.","2012-06-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20regnellii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3484,"ORCHIDACEAE","Habenaria rodeiensis","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria rodeiensis apresenta distribuiусo ampla no Brasil e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20rodeiensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3485,"ORCHIDACEAE","Habenaria santensis","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informaушes disponьveis sobre Habenaria santensis sсo muitos limitadas. Dados insuficientes para uma avaliaусo de risco de extinусo.","2012-07-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20santensis","Cerrado"],
    [3486,"ORCHIDACEAE","Habenaria schwackei","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria schwackei ж uma espжcie nсo-endЖmica, sem valor ornamental e amplamente distribuьda no territзrio brasileiro. As informaушes disponьveis indicam que H. schwackei ocorre em pelo menos uma Unidade de Conservaусo de proteусo integral.","2012-07-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20schwackei","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3487,"ORCHIDACEAE","Habenaria trifida","Kunth","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria trifida apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiшes do paьs.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20trifida","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3488,"ORCHIDACEAE","Habenaria umbraticola","Barb.Rodr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Habenaria umbraticola apresenta distribuiусo relativamente ampla no domьnio da Mata AtlРntica, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Habenaria%20umbraticola","Mata AtlРntica"],
    [3489,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia alaori","(Brieger & Bicalho) Chiron & V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia alaori ж uma espжcie bastante distinta e muito ornamental, com ocorrЖncia pontual nas Florestas ┌midas do litoral sul baiano. A AOO ж inferior a 10 km▓, e hр uma situaусo de ameaуa identificada para a espжcie. A Mata AtlРntica nessa regiсo vem, desde o perьodo colonial, sofrendo com o desmatamento e a consequente degradaусo de hрbitats, estes sсo resultantes das diversas atividades econЗmicas que aь foram ou ainda sсo desenvolvidas. No municьpio de Santa Luzia, por exemplo, foram desmatados 82% da cobertura original de floresta. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que a espжcie sofra com a coleta para fins de cultivo e comercializaусo, acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros. Sendo assim, H. alaori encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20alaori","Mata AtlРntica"],
    [3490,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia brevipedunculata","(Cogn.) Chiron & V.P.Castro","VU","B1ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia brevipedunculata ж uma bela espжcie de orquьdea com distribuiусo restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo. Sua EOO ж de 6.187,52 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a 10. Recentemente, um incЖndio de grandes proporушes atingiu quase todo o Parque Estadual do Itacolomi, no qual a espжcie foi coletada na dжcada de 1970. Devido a isso, suspeita-se que H. brevipedunculata possa ter sido localmente extinta, acarretando declьnio na AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Alжm disso, a espжcie sofre com a perda e a degradaусo de seu habitat na maioria dos locais em que ocorre fora de unidades de conservaусo. Tambжm ж possьvel suspeitar que a coleta de indivьduos para fins ornamentais contribua diretamente para o declьnio do nЩmero de indivьduos maduros de H. brevipedunculata, sendo assim, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20brevipedunculata","Cerrado"],
    [3491,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia coccinea","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia coccinea apresenta distribuiусo relativamente ampla no domьnio AtlРntico, ao longo da qual ж bastante frequente, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20coccinea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3492,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia crispa","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A3d","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia crispa ж uma espжcie extremamente ornamental com distribuiусo geogrрfica restrita Я Mata AtlРntica. Suspeita-se que a espжcie sofra uma pressсo muitoforte de coleta para fins de cultivo e comercializaусo. Tambжm ж possьvel suspeitar, devido ao seu hрbito epifьtico, que a espжcie apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geraусo ж estimado em cerca de dez anos. Dessa forma, considerando o forte declьnio populacional da espжcie acarretado pelo extrativismo predatзrio, ж possьvel suspeitar que H. crispa venha a sofrer uma reduусo no nЩmero total de indivьduos de pelo menos 30% nos prзximos 30 anos. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20crispa","Mata AtlРntica"],
    [3493,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia grandis","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A4cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia grandis ж uma espжcie de orquьdea extremamente ornamental, com distribuiусo geogrрfica relativamente ampla ao longo da costa AtlРntica. Seus habitats florestais litorРneos vЖm sendo rapidamente desmatados ao longo de toda a sua ocorrЖncia, e os remanescentes sofrem com vрrias formas de perturbaусo, alжm dos efeitos negativos da prзpria fragmentaусo da mata a que estсo submetidos. Suspeita-se que H. grandis sofra uma forte pressсo de coleta para fins ornamentais,acarretando um declьnio populacional em praticamente todas as suas subpopulaушes. Tambжm ж possьvel suspeitar que a espжcie tenha sido localmente extinta em рreas muito desmatadas, como o municьpio de Pinheiros (ES), no qual mais de 95% da cobertura original de Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Devido ao seu hрbito epifьtico adaptado Я рreas bastante sombreadas, suspeita-se que a espжcie apresente crescimento lento. Alжm disso, sua capacidade de formar grandes colЗnias sugereque possa haver indivьduos bastante longevos, de onde se estima que o tempo de geraусo seja de pelo menos 10 anos. Assim, considerando o conjunto de ameaуas Яs quais H. grandis estр submetida e seu tempo de geraусo, ж possьvel suspeitar que um perьodo de 30 anos abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos seja suficiente para que a espжcie sofra uma reduусo populacional de pelo menos 30%. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20grandis","Mata AtlРntica"],
    [3494,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia jongheana","(Rchb.f.) Chiron & V.P.Castro","EN","A4acd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia jongheana ж uma espжcie muito ornamental submetida a uma fortьssima pressсo de coleta para fins de cultivo e comercializaусo. Esse extrativismo predatзrio jр levou Я extinусo de algumas subpopulaушes. Alжm disso, H. jongheana ocorre em locais severamente desmatados e degradados pela aусo humana, como a Zona da Mata Mineira e o Quadrilрtero Ferrьfero. Suspeita-se que, devido ao seu hрbito epifьtico/rupьcola e ao fato de ocorrer em ambientes com certo grau de sazonalidade, H. jongheana apresente um crescimento bastante lento, de forma que o tempo de geraусo da espжcie ж estimado em cerca de 10 anos. Considerando, portanto, as intensas ameaуas Яs quais vem sendo submetida, ж possьvel suspeitar que em um perьodo de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espжcie sofra um declьnio populacional de pelo menos 50%, o que a leva a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20jongheana","Cerrado"],
    [3495,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia lobata","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","?Hadrolaelia lobata ж uma espжcie extremamente ornamental com distribuiусo geogrрfica restrita a alguns poucos afloramentos rochosos do litoral do Estado do Rio de Janeiro. A EOO ж de apenas 1.287,53 km▓, e tem quatro situaушes de ameaуa Яs quais a espжcie se encontra submetida. Vem sofrendo um drрstico declьnio na extensсo e qualidade do seu hрbitat, altamente especьfico, devido principalmente Я expansсo urbana e Я incidЖncia de incЖndios severos sobre a vegetaусo rupьcola/saxьcola dos afloramentos em que ocorre. Alжm disso, uma enorme pressсo de coleta para fins de cultivo e comercializaусo nas suas subpopulaушes permite suspeitar que a espжcie esteja sofrendo um forte declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Assim sendo, H. lobata foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20lobata","Mata AtlРntica"],
    [3496,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia perrinii","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia perrinii ж uma espжcie bastante ornamental com distribuiусo geogrрfica nсo muito amplano bioma Mata AtlРntica, foi submetida a uma intensa pressсo de coleta para fins ornamentais no passado, sendo inclusive considerada ameaуada de extinусo pelos prзprios colecionadores de orquьdeas. Alжm disso, a espжcie ocorre em alguns municьpios severamente desmatados. Nos municьpios de Queimados e Sсo Fidжlis (RJ), respectivamente 98% e 95% da cobertura original de Mata AtlРntica encontram-se desmatadas. Em Cantagalo e PorciЩncula (RJ) e Carangola e Coronel Pacheco (MG), esse percentual ж igual ou superior a 90%. Devido ao seu hрbito epifьtico, suspeita-se que a espжcie apresente um crescimento bastante lento, de forma que o tempo de geraусo ж estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, considerando o forte declьnio populacional ocorrido nopassado e todas as ameaуas Яs quais H. perrinii estр submetida, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha a sofrer um declьnio populacional de pelo menos 30% nos prзximos 30 anos. Pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20perrinii","Mata AtlРntica"],
    [3497,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia pumila","(Hook.) Chiron & V.P.Castro","VU","A4cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Uma das espжcies mais ornamentais do gЖnero, Hadrolaelia pumila ж representada por registros esparsos, que abrangem parte dos biomas Mata AtlРntica e Cerrado. Devido ao enorme apelo de suas flores, suspeita-se que H. pumila venha sofrendo, desde tempos histзricos atж os dias de hoje, uma fortьssima pressсo de coleta para fins ornamentais. Alжm disso, a maioria dos seus locais de ocorrЖncia encontra-se fortemente desmatada e perturbada pela aусo humana. Mesmo no interior de unidades de conservaусo (SNUC), como no Parque Nacional da Serra da Canastra (MG), a espжcie sofre com ameaуas como a incidЖncia de incЖndios e a mineraусo. Devido ao seu hрbito epifьtico, ж possьvel suspeitar que H. pumila apresente um crescimento bastante lento, de forma que seu tempo de geraусo ж estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, e considerando as fortes ameaуas Яs quais estр submetida, ж possьvel suspeitar que um perьodo de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espжcie sofra um declьnio populacional de pelo menos 30%, sendo considerada, portanto, uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20pumila","Mata AtlРntica"],
    [3498,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia purpurata","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","VU","A4acd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia purpurata ж uma espжcie extremamente ornamental, com distribuiусo restrita Я Mata AtlРntica. As informaушes disponьveis indicam claramente que a espжcie vem sofrendo declьnio populacional, sendo considerada extinta nos Estados do Rio de Janeiro e Sсo Paulo, onde nсo ж coletada hр respectivamente 94 e 114 anos. Muitos dos seus locais de coleta encontram-se fortemente antropizados, devido principalmente Я expansсo urbana. Alжm disso, suspeita-se que H. purpurata sofra uma fortьssima pressсo de coleta em praticamente todas as suas subpopulaушes, com o intuito de cultivo e comercializaусo dos indivьduos. Estima-se que, devido ao seu hрbito epifьtico, apresente crescimento bastante lento e por conta disso tenha um tempo de geraусo de cerca de 10 anos. Considerando, portanto, todos os fatores citados, ж possьvel suspeitar que em um perьodo de 30 anos, abrangendo tanto o passado quanto o futuro imediatos, seja suficiente para que a espжcie sofra um declьnio populacional de ao menos 30%, sendo considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20purpurata","Mata AtlРntica"],
    [3499,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia pygmaea","(Pabst) Chiron & V.P.Castro","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia pygmaea ж uma espжcie de orquьdea com distribuiусo restrita a uma pequena regiсo do Estado do Espьrito Santo (AOO=10 km▓), com duas situaушes de ameaуas identificadas. A espжcie vem sofrendo com a perda e degradaусo de seu hрbitat em seus locais de ocorrЖncia, particularmente no municьpio de Fundсo (ES), onde 93% da cobertura original de Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que haja uma pressсo de coleta para fins ornamentais, acarretando um declьnio do nЩmero de indivьduos maduros. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20pygmaea","Mata AtlРntica"],
    [3500,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia sincorana","(Schltr.) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia sincorana ж uma espжcie bastante ornamental com distribuiусo restrita Я Chapada Diamantina (BA). Apresenta EOO=4.111,56 km▓ e nЩmero de situaушes de ameaуa inferior a cinco. A espжcie sofre com um declьnio na qualidade de seu habitat, devido Я incidЖncia de incЖndios periзdicos intensos, e tambжm com uma forte pressсo extrativista, o que permite suspeitar que esteja havendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20sincorana","Cerrado"],
    [3501,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia tenebrosa","(Rolfe) Chiron & V.P.Castro","EN","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia tenebrosa ж uma espжcie extremamente ornamental com distribuiусo geogrрfica restrita Я Mata AtlРntica, na qual ocorre em locais gravemente afetados pela aусo humana. A espжcie sofre uma intensa pressсo de coleta para fins de cultivo e comercializaусo, o que acarretou em forte declьnio populacional no passado. Suspeita-se que, devido ao seu hрbito epifьtico, H. tenebrosa apresente crescimento lento, de forma que seu tempo de geraусo ж estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, considerando as sжrias ameaуas Яs quais estр submetida, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha a sofrer um declьnio populacional de pelos menos 50% nos prзximos 30 anos, sendo considerada, portanto \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20tenebrosa","Mata AtlРntica"],
    [3502,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia virens","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia virens ж uma espжcie sem muito apelo ornamental, distribuьda de forma razoavelmente ampla na regiсo Sudeste. A espжcie ocorre em alguns remanescentes expressivos da Mata AtlРntica, inclusive em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20virens","Mata AtlРntica"],
    [3503,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia wittigiana","(Barb.Rodr.) Chiron & V.P.Castro","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia wittigiana ж uma bela espжcie de orquьdea representada por um pequeno nЩmero de registros, esparsamente distribuьdos em рreas de Florestas Montanas na regiсo Sudeste. A AOO ж de 14 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. No municьpio de Passa Quatro (MG), onde a Mata AtlРntica foi reduzida a cerca de 20% da sua рrea original, a espжcie foi coletada apenas uma vez, em 1948. Devido a isso, suspeita-se que H. wittigiana possa ter sido localmente extinta, acarretando um declьnio na AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Tambжm ж possьvel suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais venha contribuindo para o declьnio populacional da espжcie, principalmente fora de unidades de conservaусo (SNUC). Pelo exposto, portanto, acredita-se que H. wittigiana esteja \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20wittigiana","Mata AtlРntica"],
    [3504,"ORCHIDACEAE","Hadrolaelia xanthina","(Lindl.) Chiron & V.P.Castro","EN","C2a(i)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hadrolaelia xanthina ж uma espжcie muito ornamental, com distribuiусo geogrрfica restrita ao Estado do Espьrito Santo. Buscas intensivas realizadas recentemente encontraram apenas 101 indivьduos da espжcie, sendo cerca de 70 desses no municьpio de Santa Teresa. Portanto, ж perfeitamente possьvel suspeitar que haja menos de 2.500 indivьduos maduros da espжcie no total, e que o nЩmero de indivьduos na maior subpopulaусo seja inferior a 250. Tambжm se suspeita que, devido Я coleta para fins ornamentais e ao desmatamento e degradaусo das florestas que habita, esteja havendo um declьnio contьnuo de sua populaусo, por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hadrolaelia%20xanthina","Mata AtlРntica"],
    [3505,"ORCHIDACEAE","Hapalorchis lineatus","(Lindl.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e sem apelo ornamental.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hapalorchis%20lineatus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3506,"ORCHIDACEAE","Heterotaxis sessilis","(Sw.) F.Barros","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Heterotaxis sessilis ж uma espжcie sem muito apelo ornamental amplamente distribuьda nos neotrзpicos. Suspeita-se que ocorra em boa parte da AmazЗnia brasileira.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterotaxis%20sessilis","AmazЗnia"],
    [3507,"ORCHIDACEAE","Heterotaxis valenzuelana","(A.Rich.) F.Barros","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Heterotaxis valenzuelana ж uma espжcie com distribuiусo relativamente ampla abrangendo parte das regiшes Sudeste e Sul. Ocorre em remanescentes expressivos de Mata AtlРntica, incluindo algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heterotaxis%20valenzuelana","Mata AtlРntica"],
    [3508,"ORCHIDACEAE","Hoehneella heloisae","Ruschi","CR","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoehneella heloisae apresenta distribuiусo geogrрfica pontual, ocorrendo apenas nas florestas do municьpio de Santa Teresa (ES). A EOO ж de 21,53 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж um. Devido ao desmatamento em Santa Teresa, onde cerca de 80% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada, suspeita-se que esteja ocorrendo um declьnio na extensсo e na qualidade de seu hрbitat. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoehneella%20heloisae","Mata AtlРntica"],
    [3509,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella briegeri","(Blumensch. ex Pabst) V.P.Castro & Chiron","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella briegeri ж uma espжcie bastante ornamental com distribuiусo restrita Я Cadeia do Espinhaуo (MG). Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo com um declьnio na qualidade do seu hрbitat devido Я ocorrЖncia de incЖndios anuais severos, Я expansсo urbana, ao turismo desordenado e a atividades agropecuрrias altamente impactantes. Tambжm ж possьvel suspeitar que esteja ocorrendo um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros de H. briegeri devido Я coleta de plantas para fins ornamentais. Com EOO de 2.699,21 km▓ e pelas ameaуas incidentes em suas subpopulaушes, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20briegeri","Cerrado"],
    [3510,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella caulescens","(Lindl.) H.G.Jones","EN","B2ab(ii,iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella caulescens ж uma espжcie muito ornamental ocorrente em Campos Rupestres quartzьticos e ferruginosos. A espжcie encontra-se sujeita a cinco situaушes de ameaуa, sendo uma delas a regiсo do Quadrilрtero Ferrьfero, que vem sendo devastada por atividades de mineraусo a cжu aberto. Devido a isso e tambжm Я coleta de plantas para fins ornamentais, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo declьnio na AOO, jр restrita (AAO=64 km▓), na рrea e qualidade do hрbitat e no nЩmero de indivьduos maduros. Por isso, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20caulescens","Cerrado"],
    [3511,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella cinnabarina","(Batem. ex Lindl.) H.G.Jones","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella cinnabarina apresenta uma distribuiусo geogrрfica razoavelmente ampla na regiсo Sudeste do Brasil, incluindo parte dos domьnios da Mata AtlРntica e do Cerrado. A espжcie habita diferentes tipos de habitat, incluindo campos rupestres, campos de altitude e florestas nebulares, e ocorre em um dos remanescentes mais expressivos de Mata AtlРntica, na Serra do Mar fluminense. Tambжm estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20cinnabarina","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3512,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella crispata","(Thunb.) H.G.Jones","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella crispata ж uma espжcie rupьcola e ornamental com distribuiусo geogrрfica relativamente ampla no estado de Minas Gerais. A espжcie ocorre em campos rupestres, inclusive no Quadrilрtero Ferrьfero, regiсo que vem sendo devastada pela mineraусo de ferro a cжu aberto. Alжm disso, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo declьnio populacional decorrente da coleta de plantas para fins ornamentais. Entretanto, as informaушes disponьveis nсo permitem incluь-la em nenhuma categoria de ameaуa, mas ж possьvel que a espжcie venha a ser ameaуada no futuro.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20crispata","Cerrado"],
    [3513,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella endsfeldzii","(Pabst) V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella endsfeldzii ж uma espжcie ornamental com distribuiусo geogrрfica pontual em Minas Gerais (AOO=4 km▓). O municьpio de Itutinga, onde a espжcie ocorre, encontra-se extremamente desmatado, com 96% da cobertura original da Mata AtlРntica destruьda. Alжm disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais, junto com a perda e degradaусo do hрbitat da espжcie, esteja levando a um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Aliado aos efeitos da fragmentaусo de seus hрbitats naturais, os fatores expostos levam a espжcie a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20endsfeldzii","Cerrado"],
    [3514,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella ghillanyi","(Pabst) H.G.Jones","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella ghillanyi ж uma espжcie rupьcola com bastante apelo ornamental e distribuiусo geogrрfica restrita Я Serra do Cipз (MG). Suspeita-se que a expansсo urbana, atividades turьsticas desordenadas e a ocorrЖncia de queimadas severas estejam levando a um declьnio na qualidade do hрbitat da espжcie, afetando sua perpetuaусo na natureza. Tambжm ж possьvel suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais esteja causando um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Com EOO de 516,38 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa inferior e cinco, H. ghillanyi foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20ghillanyi","Cerrado"],
    [3515,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella gloedeniana","(Hoehne) Chiron & V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella gloedeniana ж uma espжcie bastante ornamental com distribuiусo pontual no Espьrito Santo (AOO=4 km▓). O municьpio em que ocorre, Cachoeiro do Itapemirim, encontra-se severamente desmatado, com quase 90% da cobertura original da Mata AtlРntica destruьda. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que o hрbitat da espжcie venha declinando em qualidade, uma vez que a vegetaусo rupьcola depende da manutenусo das florestas ocorrentes no entorno dos afloramentos. Tambжm se suspeita que a espжcie venha sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros em funусo da coleta de plantas para fins ornamentais. Pelo exposto, encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20gloedeniana","Mata AtlРntica"],
    [3516,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella kautskyana","V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella kautskyana ж uma espжcie muito ornamental com distribuiусo restrita no Espьrito Santo (AOO=4 km▓). No municьpio de Domingos Martins, onde foi coletada, mais de 75% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada, o que permite suspeitar que esteja havendo um declьnio na qualidade do seu hрbitat devido Я eliminaусo das florestas do entorno dos afloramentos rochosos. Alжm disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha causando declьnio no nЩmero de indivьduos maduros. Sendo assim, encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20kautskyana","Mata AtlРntica"],
    [3517,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella milleri","(Blumensch. ex Pabst) V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella milleri ж uma espжcie bastante ornamental com distribuiусo pontual (AOO=4 km▓) na regiсo do Quadrilрtero Ferrьfero (MG). Os Campos Rupestres ferruginosos em que H. milleri ocorre vЖm sendo irreversivelmente degradados devido Я mineraусo, e a espжcie sofre com a coleta para fins ornamentais. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Por essas razшes, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), com grandes chances de desaparecer na natureza em futuro prзximo.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20milleri","Cerrado"],
    [3518,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella mixta","(Hoehne) Chiron & V.P.Castro","EN","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella mixta ж uma espжcie muito ornamental com distribuiусo restrita ao Estado do Espьrito Santo. A maioria dos municьpios onde a espжcie foi coletada encontra-se severamente desmatada, com 90% ou mais da cobertura original de Mata AtlРntica destruьda, em Nova Venжcia, esse percentual chega a 96%. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo um forte declьnio na qualidade do seu hрbitat, uma vez que a vegetaусo rupьcola depende em grande parte da manutenусo das florestas presentes no entorno dos afloramentos rochosos. Tambжm ж possьvel suspeitar que a espжcie sofra uma forte pressсo de coleta para fins ornamentais, o que acarretaria em um declьnio contьnuo do nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Com EOO de 1.623,71 km▓, e nЩmero de situaушes de ameaуa igual a cinco, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20mixta","Mata AtlРntica"],
    [3519,"ORCHIDACEAE","Hoffmannseggella munchowiana","(F.E.L.Miranda) V.P.Castro & Chiron","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hoffmannseggella munchowiana ж uma espжcie extremamente ornamental ocorrente em apenas uma localidade. Apresenta distribuiусo muito restrita (EOO=268,79 km▓, AOO=4 km▓), sendo que o municьpio onde foi encontrada, Baixo Guandu (ES), encontra-se muito desmatado, com mais de 94% da cobertura original da Mata AtlРntica derrubada. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo um declьnio na qualidade do hрbitat da espжcie, uma vez que a vegetaусo sobre afloramentos rochosos depende da manutenусo das florestas do entorno. Tambжm ж possьvel suspeitar que esteja havendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie, em funусo da coleta de plantas para fins ornamentais, portanto, H. munchowiana pode ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hoffmannseggella%20munchowiana","Mata AtlРntica"],
    [3520,"ORCHIDACEAE","Homalopetalum hypoleptum","(Lindl.) Soto-Arenas","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nсo hр registros de ocorrЖncia de Homalopetalum hypoleptum. Dados insuficientes para avaliaусo de risco.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Homalopetalum%20hypoleptum","Mata AtlРntica"],
    [3521,"ORCHIDACEAE","Houlletia brocklehurstiana","Lindl.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Houlletia brocklehurstiana ж uma planta terrestre com bastante apelo ornamental conhecida por um baixo nЩmero de registros em herbрrios. A espжcie habita Florestas ┌midas ao longo de um trecho nсo muito extenso da costa AtlРntica. Suspeita-se que H. brocklehurstiana venha sofrendo com a perda da qualidade do seu hрbitat em locais como o Parque Nacional da Tijuca (RJ), e tambжm com o declьnio no nЩmero de indivьduos adultos devido Я coleta de plantas para fins ornamentais. Com AOO de 32 km▓ e nЩmero de situaушes de ameaуa igual a cinco, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-06-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Houlletia%20brocklehurstiana","Mata AtlРntica"],
    [3522,"ORCHIDACEAE","Huntleya meleagris","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Huntleya meleagris apresenta distribuiусo ampla ao longo da costa AtlРntica, e ocorre em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Huntleya%20meleagris","Mata AtlРntica"],
    [3523,"ORCHIDACEAE","Ionopsis utricularioides","(Sw.) Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Ionopsis utricularioides apresenta distribuiусo geogrрfica muito ampla no Brasil, ocorrendo em todas as regiшes do paьs.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ionopsis%20utricularioides","Mata AtlРntica, Cerrado, AmazЗnia"],
    [3524,"ORCHIDACEAE","Isabelia violacea","(Lindl.) van den Berg & M.W.Chase","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Isabelia violacea ж uma pequena orquьdea bastante ornamental com ampla distribuiусo no Brasil, ocorrendo do Rio Grande do Sul Я Bahia. A espжcie ocorre em vрrios habitats e estр representada em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-06-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isabelia%20violacea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3525,"ORCHIDACEAE","Isabelia virginalis","Barb.Rodr.","VU","A3cd","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Isabelia virginalis ж uma planta muito ornamental, dependente de florestas bem preservadas, apresenta distribuiусo geogrрfica nсo muito ampla no bioma Mata AtlРntica. Na Serra do Japi, o hрbitat da espжcie vem sendo severamente modificado pela aусo antrзpica, levando a uma reduусo na extensсo e qualidade das florestas em que a planta ocorre. Nessa рrea, I. virginalis ж localmente rara, de onde se suspeita que esteja havendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros devido Я perda e degradaусo do seu hрbitat e Я coleta para fins ornamentais. As informaушes disponьveis indicam que na cidade de Sсo Paulo, a espжcie nсo ж coletada hр quase 100 anos. Por causa disso, ж possьvel suspeitar que esteja localmente extinta, ocasionando declьnio na AOO e no nЩmero de subpopulaушes. Considerando seu hрbito epifьtico, suspeita-se que a espжcie tenha um crescimento lento, de forma que o tempo de geraусo ж estimado em cerca de 10 anos. Dessa forma, levando em conta todas as ameaуas Яs quais se encontra submetida, ж possьvel suspeitar que I. virginalis venha a sofrer um declьnio populacional de pelo menos 30% nos prзximos 30 anos, o que a posiciona como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Isabelia%20virginalis","Mata AtlРntica"],
    [3526,"ORCHIDACEAE","Jacquiniella globosa","(Jacq.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Jacquiniella globosa ж uma espжcie que apresenta distribuiусo muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em aжreas bastantes isoladas da regiсo AmazЗnica.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jacquiniella%20globosa","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3527,"ORCHIDACEAE","Koellensteinia tricolor","(Lindl.) Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de ser uma espжcie terrestre com grande apelo ornamental, Koellensteinia tricolor apresenta distribuiусo geogrрfica muito ampla no Brasil, ocorrendo inclusive em regiшes isoladas do norte da AmazЗnia.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Koellensteinia%20tricolor","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3528,"ORCHIDACEAE","Lankesterella ceracifolia","(Barb.Rodr.) Mansf.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lankesterella ceracifolia (Barb.Rodr.) Mansf. nсo ж uma espжcie endЖmica do Brasil. Em territзrio brasileiro a espжcie ж amplamente distribuьda em formaушes florestais de diferentes biomas. A espжcie ocorre como epьfita e apresenta baixa densidade de indivьduos na maioria dos locais onde foi estudada. Apesar de estar protegida por Unidades de Conservaусo, L. ceracifolia ж cultivada. A espжcie foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lankesterella%20ceracifolia","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [3529,"ORCHIDACEAE","Lepanthopsis densiflora","(Barb.Rodr.) Ames","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Brasil, encontrada em Minas gerais e em Sсo Paulo. Apesar de sua distribuiусo restrita, conhecida atravжs de dados de literatura, nсo existem informaушes suficientes para a avaliaусo de risco de extinусo da espжcie.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepanthopsis%20densiflora","Mata AtlРntica"],
    [3530,"ORCHIDACEAE","Lepanthopsis floripecten","(Rchb.f.) Ames","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil, encontrada na Amжrica Central, Venezuela, ColЗmbia, Equador e Peru. No Brasil a espжcie ocorre como epьfita cespitosa, amplamente distribuьda nas regiшes nordeste, sudeste e sul. Apesar de possuir valor ornamental, a espжcie estр protegida por Unidades de Conservaусo. Foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lepanthopsis%20floripecten","Mata AtlРntica"],
    [3531,"ORCHIDACEAE","Leptotes bicolor","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil, encontrada tambжm no Paraguai. Em territзrio nacional a espжcie ocorre nas regiшes Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Apesar de possuir valor ornamental e ser comercializada, a espжcie ж amplamente distribuьda e estр protegida por Unidades de Conservaусo. Assim, Leptotes bicolor Lindl. foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptotes%20bicolor","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3532,"ORCHIDACEAE","Liparis vexillifera","(Llave & Lex.) Cogn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil, encontrada da Costa Rica a regiсo Sul do Brasil. Em territзrio nacional a espжcie pode ser encontrada na regiсo Norte (Parр, Tocantins), Nordeste (Bahia, Pernambuco, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiрs, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Sсo Paulo) e regiсo Sul (Paranр e Rio Grande do Sul). Ocorre principalmente em vegetaушes arbustivas e campestres. Apesar de ser considerada presumivelmente extinta no estado de Sсo Paulo, nacionalmente a espжcie nсo estр ameaуada e foi avaliada como Least Concern (LC).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Liparis%20vexillifera","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3533,"ORCHIDACEAE","Loefgrenianthus blanche-amesii","(Loefgr.) Hoehne","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Brasil e ocorre somente nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр. A espжcie ocorre como epьfita, quase que exclusivamente, nas matas das regiшes altas das serras da Mantiqueira e do Mar. Apesar de sofrer com a perda de habitat na Mata AtlРntica, Loefgrenianthus blanche-amesii (Loefgr.) Hoehne ж cultivada, possui ampla distribuiусo (EOO=279.055,569km▓) e foi avaliada como Least Concern (LC). Entretanto, aушes de conservaусo sсo necessрrias para minimizar os efeitos da incidЖncia de ameaуas como a perda e degradaусo do habitat.","2012-06-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Loefgrenianthus%20blanche-amesii","Mata AtlРntica"],
    [3534,"ORCHIDACEAE","Lophiaris schwambachiae","(V.P.Castro & Toscano) Braem","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Lophiaris schwambachiae ж uma espжcie endЖmica do Brasil que tem distribuiусo disjunta. A espжcie ocorre como epьfita na AmazЗnia e na Mata AtlРntica. Entretanto, sсo necessрrios mais dados sobre sua distribuiусo, estrutura das subpopulaушes e ameaуas incidentes. Na regiсo Sudeste, a espжcie ocorre no municьpio de Alfredo Chaves (ES), que havia perdido cerca de 70% de sua cobertura vegetal original atж 2010. A regiсo continua sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat, pois as atividades impactantes ainda nсo cessaram. Foram identificadas, portanto, duas situaушes de ameaуa distintas. Alжm disso, a AOO conhecida da espжcie ж menor do que 20 km▓. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lophiaris%20schwambachiae","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3535,"ORCHIDACEAE","Lyroglossa grisebachii","(Cogn.) Schltr.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Orquьdea terrestre encontrada em campos Щmidos, nos domьnios fitogeogrрficos do Cerrado e da Mata AtlРntica. Espжcie amplamente distribuьda e protegida por Unidades de Conservaусo.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lyroglossa%20grisebachii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3536,"ORCHIDACEAE","Macradenia multiflora","(Kraenzl.) Cogn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Brasil, amplamente distribuьda em territзrio nacional.","2012-06-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20multiflora","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3537,"ORCHIDACEAE","Macradenia paulensis","Cogn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Nсo existem dados disponьveis suficientes para uma avaliaусo consistente.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20paulensis","Mata AtlРntica"],
    [3538,"ORCHIDACEAE","Macradenia rubescens","Barb.Rodr.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Macradenia rubescens ж uma espжcie com registros para os estados do Amazonas, Parр e Espьrito Santo. Possui ampla extensсo de ocorrЖncia 1.265.657km▓, entretanto, apresenta poucas coletas. Ocorre em copas de рrvores em Mata AtlРntica e AmazЗnia onde ocorre em Mata de Igapз. Possui coletas em duas рreas protegidas, porжm ?na APA Iha do Combu (PA) hр plantaушes de subsistЖncia de aуaь e de cacau. Alжm disso, estр presente no apЖndice II da CITES indicando pressсo de coleta. Diante do exposto, por Macradenia rubescens possuir ampla extensсo de ocorrЖncia, mas por possuir poucas coletas e em alguns locais apresentar ameaуas, pode-se dizer que estр quase ameaуada (NT). Porжm, recomenda-se maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-07-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Macradenia%20rubescens","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3539,"ORCHIDACEAE","Malaxis cogniauxiana","(Schltr.) Pabst","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Malaxis cogniauxiana (Schltr.) Pabst ж endЖmica do Brasil e ocorre somente nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр. A espжcie possui EOO>20.000km▓ entretanto estр sujeita a diversas ameaуas relacionadas a perda e degradaусo do habitat. A espжcie ж terrestre e pode ser encontrada em florestas alto-montana do domьnio Mata AtlРntica. Caso medidas nсo sejam tomadas para minimizar ou controlar ameaуas incidentes a espжcie pode, em um futuro prзximo, se tornar ameaуada de extinусo.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20cogniauxiana","Mata AtlРntica"],
    [3540,"ORCHIDACEAE","Malaxis excavata","(Lindl.) Kuntze","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, amplamente distribuьda em territзrio nacional. Orquьdea terrestre ou rupьcola encontrada na Mata AtlРntica e no Cerrado. Apesar de estar sujeita a ameaуas relacionadas a estes biomas a espжcie estр protegida por Unidades de Conservaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20excavata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3541,"ORCHIDACEAE","Malaxis jaraguae","(Hoehne & Schltr.) Pabst","VU","A2c,B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Malaxis jaraguae ж uma espжcie endЖmica do Brasil que ocorre somente nos Estados de Sсo Paulo e Santa Catarina. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa que incidem sobre a populaусo da espжcie, com base nas localidades de ocorrЖncia. Atж hoje, desde a primeira coleta realizada em 1921, a espжcie sз foi coletada em trЖs municьpios diferentes. Atж 2010, em Sсo Paulo restavam apenas 16,35% da cobertura vegetal original. Enquanto em Sсo Carlos 5,05% e em Florianзpolis 24,85%. Considerando esses nЩmeros, acredita-se que a espжcie tenha perdido 30% de seu hрbitat original nos Щltimos 10 anos, e que essas perdas tenham resultado em um declьnio populacional proporcional. M. jaraguae ж uma espжcie terrestre, encontrada em fragmentos de Floresta Ombrзfila Densa e estр sujeita Я perda e degradaусo do hрbitat, ocasionadas principalmente por atividades agrьcolas e pelo intensivo desmatamento que afetaram a regiсo. Sua distribuiусo conhecida se restringe a uma AOO de apenas 12 km▓. Assim, foi avaliada como ameaуada de extinусo, sob a categoria \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20jaraguae","Mata AtlРntica"],
    [3542,"ORCHIDACEAE","Malaxis parthonii","C.Morren","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, amplamente distribuьda. Apesar de estar sujeita a perda e fragmentaусo de habitat a espжcie estр protegida por Unidades de Conservaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Malaxis%20parthonii","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3543,"ORCHIDACEAE","Mapinguari desvauxianus","(Rchb.f.) Carnevali & R.Singer","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, amplamente distribuьda. Estр protegida por Unidades de Conservaусo.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mapinguari%20desvauxianus","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3544,"ORCHIDACEAE","Masdevallia discoidea","Luer & WЧrstle","CR","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Masdevallia discoidea ж endЖmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado do Espьrito Santo. A espжcie ж conhecida de apenas uma localidade, situada nos limites da Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia (EBSL), no municьpio de Santa Teresa, foi identificada uma Щnica situaусo de ameaуa incidindo sobre a populaусo de M. discoidea. A espжcie tem distribuiусo restrita (AOO=8 km▓) e estр sujeita Я incidЖncia de ameaуas diversas. A vegetaусo da EBSL apresenta estрgios avanуados de sucessсo ecolзgica, com indьcios de perturbaушes antrзpicas e ocorrЖncia de espжcies invasoras em alguns locais. Nos anos mais secos, os incЖndios podem ser frequentes, provocados por fazendeiros que moram no entorno da EBSL. Essas ameaуas se agravam pelo fato de a EBSL ter uma fraca fiscalizaусo. Dessa forma, a espжcie estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de hрbitat. Assim sendo, a espжcie foi avaliada como ameaуada de extinусo, sob a categoria \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Masdevallia%20discoidea","Mata AtlРntica"],
    [3545,"ORCHIDACEAE","Maxillaria robusta","Barb.Rodr.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda (EOO=1.991.358,781km▓), ocorre desde o estado do Amazonas, no domьnio fitogeogrрfico da AmazЗnia, atж o estado do Espьrito Santo, no domьnio da Mata AtlРntica. Sua baixa рrea de ocupaусo deve-se provavelmente a um baixo esforуo de coleta, principalmente na regiсo AmazЗnica, jр que a espжcie ж epьfita. Apesar de seu valor ornamental, a espжcie estр protegida por Unidades de Conservaусo. Porжm sсo necessрrios estudos mais aprofundados para avaliar o efeito do extrativismo sobre a estrutura das populaушes naturais da espжcie.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Maxillaria%20robusta","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3546,"ORCHIDACEAE","Mesadenella atroviridis","(Barb.Rodr.) Garay","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mesadenella atroviridis ж uma espжcie com registros para os estados da Bahia, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Possui ampla extensсo de ocorrЖncia 199.099km▓, entretanto, apresenta poucas coletas. Ocorre em floresta estacional semidecьdua em Mata AtlРntica. Os locais onde ocorre sofreram reduусo vegetacional pelo intenso desmatamento. Alжm disso, estр presente no apЖndice II da CITES indicando pressсo de coleta. Diante do exposto, por Mesadenella atroviridis possuir ampla extensсo de ocorrЖncia, mas por possuir poucas coletas e sofrer reduусo em seu habitat , pode-se dizer que estр quase ameaуada (NT). Porжm, recomenda-se maior esforуo de coleta, estudos populacionais e de extraусo, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mesadenella%20atroviridis","Mata AtlРntica"],
    [3547,"ORCHIDACEAE","Microchilus arietinus","(Rchb.f. & Warm.) Ormerod","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Microchilus arietinus ж uma espжcieocorrente em ambientes de Mata AtlРntica e Cerrado nos estados do Sul e Sudeste, alжm de Minas Gerais e Distrito Federal. Possui uma extensсo de ocorrЖnciade 696.125km▓. Desenvolve-se em mata de galeria e floresta ombrзfila densa. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖnciaantrзpica, esta ocorre em diferentes tipos florestais, apresenta umadistribuiусo ampla e ж bem representada em рreas protegidas. Desta forma, M. arietinus ж uma espжcie menos preocupante (LC). Porжm, maiores estudospopulacionais e de exploraусo poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microchilus%20arietinus","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3548,"ORCHIDACEAE","Miltonia clowesii","Lindl.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Miltonia clowesii ж uma espжcie epьfita ocorrente em Mata AtlРntica dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 22.765km▓. Os locais onde a espжcie ocorre perderam grande parte de sua vegetaусo original, alжm disso M. clowesii tem valor ornamental e estр presente no apЖndice II da CITES. Apesar disso, a espжcie estр presente em рreas protegidas e possui ampla distribuiусo. Desta forma, Miltonia clowesii ж uma espжcie quase ameaуada (NT). Recomenda-se maiores estudos populacionais e de extraусo, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20clowesii","Mata AtlРntica"],
    [3549,"ORCHIDACEAE","Miltonia flavescens","(Lindl.) Lindl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Miltonia flavescens ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica e Caatinga nos estados do sudeste e sul do Brasil, alжm de Pernambuco, Bahia e Mato Grosso do Sul. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 794.653km▓. A espжcie ж amplamente distribuьda, abundante e bem representada em рreas protegidas, desta forma, ?Miltonia flavescens ж uma espжcie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apЖndice II da CITES, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20flavescens","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [3550,"ORCHIDACEAE","Miltonia regnellii","Rchb.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Miltonia regnellii ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados do sudeste e sul do Brasil. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 271.966km▓. Desenvolve-se em vegetaусo secundрria, mata de galeria, floresta estacional semidecьdua e floresta ombrзfila densa. A espжcie ж amplamente distribuьda, abundante e bem representada em рreas protegidas, alжm disso, se desenvolver em diferentes tipos vegetacionais, desta forma, Miltonia regnellii ж uma espжcie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apЖndice II da CITES e ter valor ornamental, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20regnellii","Mata AtlРntica"],
    [3551,"ORCHIDACEAE","Miltonia spectabilis","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Miltonia spectabilis ж uma espжcie epьfita ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados do Pernambuco, Bahia, Espьrito Santo, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 340.226km▓. A espжcie ж amplamente distribuьda, abundante e bem representada em рreas protegidas, desta forma, Miltonia spectabilis ж uma espжcie menos preocupante (LC). Entretanto, por estar presente no apЖndice II da CITES e possuir valor ornamental, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Miltonia%20spectabilis","Mata AtlРntica"],
    [3552,"ORCHIDACEAE","Mormolyca cleistogama","(Brieger & Illg) M.A.Blanco","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mormolyca cleistogama ж uma espжcie ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica e AmazЗnia nos estados de Santa Catarina, Espьrito Santo, Bahia, Roraima, Parр e Acre. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 2.579.242km▓. Desenvolve-se em floresta ombrзfila densa. Apesar de a espжcie ocorrer em рreas de grande interferЖncia antrзpica, esta apresenta uma distribuiусo ampla e ж bem representada em рreas protegidas. Desta forma, M. cleistogama ж uma espжcie menos preocupante (LC). Porжm, por estar presente no apЖndice II da CITES, recomenda-se maiores estudos populacionais e de exploraусo, os quais poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mormolyca%20cleistogama","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3553,"ORCHIDACEAE","Mormolyca galeata","(C.Schweinf.) Garay & Wirth","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mormolyca galeata жuma espжcie com suposta ocorrente na Mata AtlРntica no estado de Sсo Paulo. Afalta de informaушes sobre distribuiусo, biologia e status populacional,torna inadequada a categorizaусo da espжcie em algum risco de extinусo, sendodesta forma Deficiente de Dados (DD).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mormolyca%20galeata","Mata AtlРntica"],
    [3554,"ORCHIDACEAE","Myoxanthus ruschii","Fraga & L.Kollmann","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Myoxanthus ruschii ж uma espжcie epьfita restrita ao Estado do Espьrito Santo, com uma EOO de 51,45 km▓, os dois municьpios em que a espжcie ocorre foram intensamente desmatados para o estabelecimento de culturas agropastoris. E apesar de ocorrer em рreas protegidas, estas sofrem com a incidЖncia de ameaуas de origem antrзpica, como incЖndios e ocupaусo desordenada. Dessa forma, em razсo de os locais onde a espжcie ocorre terem as mesmas ameaуas e serem muito prзximos, considera-se que a sua populaусo esteja sujeita a uma situaусo de ameaуa. Diante do exposto, M. ruschii ж uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myoxanthus%20ruschii","Mata AtlРntica"],
    [3555,"ORCHIDACEAE","Myoxanthus seidelii","(Pabst) Luer","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Myoxanthus seidelii ж uma espжcie epьfita restrita Я Mata AtlРntica do Estado do Espьrito Santo, com uma AOO menor que 10 km▓. A espжcie nсo tem registros em рreas protegidas e os dois municьpios em que ocorre foram intensamente desmatados. O municьpio de Pedro Canрrio, por exemplo, perdeu 98,15% de sua cobertura vegetal original, enquanto Marechal Floriano, 66% atж 2010. Atividades relacionadas Я agricultura intensiva continuam representando uma ameaуa para a flora local. Dessa forma, pelos locais onde a espжcie ocorre terem as mesmas ameaуas e serem muito prзximos, considera-se que a espжcie esteja sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, o que agrava ainda mais seu risco de extinусo. Diante do exposto, M. seidelii foi considerada uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Myoxanthus%20seidelii","Mata AtlРntica"],
    [3556,"ORCHIDACEAE","Neogardneria murrayana","(Gardner ex Hook.) Schltr.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Neogardneria murrayana ж uma espжcie ocorrente em Mata AtlРntica com registros somente para os Estados do Rio de Janeiro e Sсo Paulo, em altitudes que variam entre 1.200 m e 1.600 m, com uma EOO de 548,37 km▓ e AOO de 8 km▓. Na Serra dos Мrgсos (RJ), tem como ameaуas o desmatamento, queimadas e pressсo urbana. Na Serra da Bocaina, as principais ameaуas incidentes sсo os desmatamentos descontrolados, queimadas e erosсo do solo acarretada pela retirada da cobertura vegetal. Dessa forma, a populaусo de N. murrayana encontra-se sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas. Alжm disso, estр presente no anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta. Devido Я reduzida EOO, Я restriусo de hрbitat e por ter duas situaушes de ameaуa, N. murrayana estр \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Neogardneria%20murrayana","Mata AtlРntica"],
    [3557,"ORCHIDACEAE","Notylia microchila","Cogn.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Notylia microchila ж uma espжcie ocorrente em Mata AtlРntica com registros somente para os Estados do Espьrito Santo e Bahia, com uma EOO menor que 500 km▓. O ambiente onde ocorre sofreu reduусo vegetacional severa: Linhares (ES) perdeu 78,90% e Itagibр (BA), 83,97% de vegetaусo nativa. Dessa forma, a populaусo da espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas. Alжm disso, estр presente no anexo II da CITES, indicando pressсo de coleta para fins ornamentais. Devido Я reduzida EOO, o fato de ter duas situaушes de ameaуa incidentes e indicaусo de pressсo de coleta, N. microchila estр \"Em perigo\" (EN).","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Notylia%20microchila","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3558,"ORCHIDACEAE","Octomeria alexandri","Schltr.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria alexandri ж uma espжcie endЖmica do Brasil, de ocorrЖncia nas regiшes Sul, Sudeste e Nordeste. Tem ampla distribuiусo (EOO=400.590,01 km▓), mas devido Я especificidade de hрbitat com uma AOO de apenas 40 km▓, foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa incidindo sobre sua populaусo, tendo como base o padrсo de uso do solo e principais ameaуas de cada regiсo do Brasil onde a espжcie ocorre. Alжm disso, apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada, sendo encontrada em trЖs regiшes distantes entre si e com pouca probabilidade de intercРmbio genжtico entre as subpopulaушes. As рreas de vegetaусo campestre sobre afloramentos rochosos sсo bastante sensьveis a modificaушes da vegetaусo do seu entorno e as atividades agrьcolas nessas regiшes vЖm causando declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat da espжcie. Assim sendo, O. alexandri foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20alexandri","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3559,"ORCHIDACEAE","Octomeria chamaeleptotes","Rchb.f.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria chamaeleptotes nсo ж uma espжcie endЖmica do Brasil. Em territзrio nacional, a espжcie ocorre nas regiшes Sul e Sudeste. De acordo com seus registros de ocorrЖncia, a espжcie apresenta uma estrutura populacional severamente fragmentada. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, tendo como base a presenуa ou ausЖncia da espжcie em unidades de conservaусo (SNUC). A AOO da espжcie totaliza menos de 20 km▓, alжm disso, apesar de ter subpopulaушes nas рreas protegidas, ameaуas como o fogo continuam representando riscos para a sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20chamaeleptotes","Mata AtlРntica"],
    [3560,"ORCHIDACEAE","Octomeria decumbens","Cogn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Apesar de 10 registros de herbрrios no banco de dados, a maioria dos exemplares (70%) foi coletado a mais de 50 anos. Alжm disso, nсo existem dados ou informaушes sobre os tipos vegetacionais onde a espжcie ocorre na Mata AtlРntica para que possamos avaliar os parРmetros espaciais de forma criteriosa. Dessa forma, sсo necessрrios mais dados para conduzir uma avaliaусo do risco de extinусo da espжcie.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20decumbens","Mata AtlРntica"],
    [3561,"ORCHIDACEAE","Octomeria diaphana","Lindl.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica encontrada nas regiшes sudeste e sul do Brasil. Possui ampla distribuiусo. Apesar de possuir valor ornamental estр protegida por Unidades de Conservaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20diaphana","Mata AtlРntica"],
    [3562,"ORCHIDACEAE","Octomeria estrellensis","Hoehne","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria estrellensis Hoehne ж endЖmica do Brasil e ocorre nos estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo nas florestas da regiсo serrana. Apesar de estar amplamente distribuьda na regiсo sudeste a espжcie ж comercializada devido a seu valor ornamental. Alжm disso, as florestas da regiсo serrana destes estados vem sofrendo declьnio contьnuo da qualidade do habitat. Estes fatores podem levar a espжcie a uma situaусo de risco de extinусo, em futuro prзximo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20estrellensis","Mata AtlРntica"],
    [3563,"ORCHIDACEAE","Octomeria geraensis","Barb.Rodr.","VU","D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria geraensis ж endЖmica do Brasil e ж encontrada nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, apesar de existir na literatura a informaусo que a espжcie tambжm ocorra no Espьrito Santo e em Sсo Paulo. Neste Щltimo, inclusive, ж considerada \"Presumivelmente extinta\" (PE) de acordo com a Lista Vermelha oficial do Estado. Apesar de ampla distribuiусo (EOO=141.681,99 km▓), a espжcie ocorre apenas em regiшes serranas e tem AOO de 20 km▓. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa distintas, as atividades agrьcolas desenvolvidas nas regiшes serranas rurais representam ameaуa presente e futura, e constituem um risco direto Я sobrevivЖncia da espжcie na natureza. Assim, O. geraensis foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20geraensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3564,"ORCHIDACEAE","Octomeria hatschbachii","Schltr.","VU","B1ab(i,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria hatschbachii ж endЖmica do Brasil e tem indicaушes na literatura de que ocorra nas regiшes Nordeste (Bahia), Sudeste (Sсo Paulo e Rio de Janeiro) e Sul (Paranр e Santa Catarina). Entretanto, sз foi possьvel acessar testemunhos de ocorrЖncia para o Estado do Paranр. Com base nesses dados, a espжcie tem EOO de 7.621,93 km▓, alжm disso, os municьpios onde a espжcie ocorre estсo sujeitos Я perda e degradaусo do hрbitat. Em 2010, Lapa havia perdido mais de 90% de sua cobertura vegetal original, enquanto Turvo 85% e Campina Grande cerca de 60%. Cada localidade foi considerada sob uma situaусo de ameaуa distinta. A espжcie estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat e de seus valores de EOO, assim, foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU), demandando esforуos de coleta e estudos focados em estabelecer sua real distribuiусo geogrрfica.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20hatschbachii","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3565,"ORCHIDACEAE","Octomeria hoehnei","Schltr.","EN","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria hoehnei ж endЖmica do Brasil, conhecida apenas pelo material-tipo realizada em 1920 no Estado de Sсo Paulo. A espжcie tem distribuiусo restrita a uma AOO de 12 km▓, com sua populaусo podendo ser considerada severamente fragmentada. O municьpio de Santo Andrж, onde a espжcie foi coletada, havia perdido 64% de sua cobertura vegetal original atж 2010. Entretanto, boa parte da porcentagem remanescente estр protegida por unidades de conservaусo (SNUC). Mesmo sob proteусo legal, a expansсo da regiсo metropolitana e o aumento da atividade industrial na regiсo continuam representando ameaуas para a sobrevivЖncia das espжcies da flora e conservaусo de seus hрbitats. Por esses motivos, O. hoehnei foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20hoehnei","Mata AtlРntica"],
    [3566,"ORCHIDACEAE","Octomeria lichenicola","Barb.Rodr.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria lichenicola ж endЖmica do Brasil e segundo informaушes da literatura pode ser encontrada nas regiшes Sudeste (Rio de Janeiro e Sсo Paulo) e Sul (Paranр e Rio Grande do Sul) do Brasil. Entretanto, sз foi possьvel acessar dados de herbрrio que comprovam a ocorrЖncia da espжcie nos Estados do Espьrito Santo e de Sсo Paulo. A espжcie tem distribuiусo restrita (AOO=8 km▓) a uma EOO de 547,10 km▓, mesmo que os parРmetros ambientais estejam subestimados devido Я ausЖncia de registros, a espжcie continuarр apresentando valores abaixo dos limites estabelecidos como crьticos (EOO menor que 5.000 km▓, AOO menor que 500 km▓). Dado o atual panorama de sua regiсo de ocorrЖncia, a populaусo de O. lichenicola estр sujeita a processos de perda e degradaусo do habitat que jр duram mais de 100 anos. Cada localidade (2) foi considerada como situaусo de ameaуa distinta. Assim, O. lichenicola foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20lichenicola","Mata AtlРntica"],
    [3567,"ORCHIDACEAE","Octomeria praestans","Barb.Rodr.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria praestans Barb. Rodr. ж endЖmica do Brasil e ocorre em diversos estados da regiсo sudeste e sul.  Apesar de ampla distribuiусo, a espжcie ocorre me рreas de intensa pressсo antrзpica, como a Pedra da Gрvea, no Rio de Janeiro. Em outras рreas como o municьpio de Fundсo (Espьrito Santo) a degradaусo ambiental jр foi responsрvel pela perda de mais de 90% da cobertura vegetal original. Assim, se nсo forem tomadas medidas para reduzir as ameaуas incidentes, em um futuro prзximo a espжcie pode vir a se tornar ameaуada de extinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20praestans","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3568,"ORCHIDACEAE","Octomeria rotundiglossa","Hoehne","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda. Alжm disso, estр protegida por diversas Unidades de Conservaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20rotundiglossa","Mata AtlРntica"],
    [3569,"ORCHIDACEAE","Octomeria sancti-angeli","Kraenzl.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria sancti-angeli Kraenzl. ж endЖmica do Brasil e pode ser encontrada no estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A espжcie ocupa рreas de floresta ombrзfila mista, como epьfita nas рreas altas do dossel. A regiсo de ocorrЖncia da espжcie sofre efeitos de perda e degradaусo de habitat. Se medidas nсo forem tomadas para controlar as ameaуas incidentes a espжcie pode se tornar ameaуada em um futuro prзximo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20sancti-angeli","Mata AtlРntica"],
    [3570,"ORCHIDACEAE","Octomeria truncicola","Barb.Rodr.","VU","B1ab(iii)+2ab(iii),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria truncicola ж endЖmica do Brasil e de acordo com a literatura pode ser encontrada nos Estado de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Santa Catarina. Entretanto, sз foi possьvel acessar registros para Sсo Paulo e Espьrito Santo. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa. No primeiro caso, a espжcie foi coletada na regiсo onde hoje estр a рrea metropolitana da maior cidade do paьs, e a urbanizaусo representa uma ameaуa para a sobrevivЖncia da espжcie. No segundo caso, a espжcie ocorre em рreas da regiсo serrana, onde a agricultura intensiva resultou em perda de boa parte da cobertura vegetal original e continua representando uma ameaуa para a espжcie, que, alжm disso, ocupa uma рrea (AOO) de menos de 20 km▓. Assim, O. truncicola foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20truncicola","Mata AtlРntica"],
    [3571,"ORCHIDACEAE","Octomeria warmingii","Rchb.f.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica, amplamente distribuьda. Alжm disso, estр protegida por diversas Unidades de Conservaусo","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20warmingii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3572,"ORCHIDACEAE","Octomeria wawrae","Rchb.f.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria wawrae ж endЖmica do Brasil e de acordo com a literatura pode ser encontrada nos Estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Minas Gerais. Entretanto, sз tivemos acesso a testemunhos para Minas Gerais, permitindo assim a definiусo de duas situaушes de ameaуa distintas, de acordo com as localidades de coleta. A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=544,80 km▓) a Matas Ciliares e Campos Rupestres e apresenta AOO de 4 km▓. A regiсo de ocorrЖncia estр sujeita a efeitos de atividades agrьcolas que representam uma ameaуa para espжcie. Mesmo em рreas protegidas, incЖndios causam danos graves Я estrutura da vegetaусo, causando declьnio contьnuo na qualidade de hрbitat. Assim, O. wawrae foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20wawrae","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3573,"ORCHIDACEAE","Octomeria wilsoniana","Hoehne","CR","B2ab(iii,iv,v)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Octomeria wilsoniana ж endЖmica do Brasil e ж conhecida apenas de sua coleta-tipo, realizada em 1926 na regiсo metropolitana da cidade de Sсo Paulo. Tem distribuiусo extremamente restrita a uma Щnica situaусo de ameaуa (EOO=276,01 km▓, AOO=4 km▓) e estр sujeita Я urbanizaусo que causou declьnio da extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo, nЩmero de localidades e indivьduos maduros. Todo o entorno estр ocupado por рreas urbanas e provavelmente a espжcie encontra-se extinta. Sсo necessрrios esforуos de coleta em todas as рreas verdes da regiсo para assegurar se a espжcie ainda ocorre na natureza. Assim, O. wilsoniana foi avaliada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Octomeria%20wilsoniana","Mata AtlРntica"],
    [3574,"ORCHIDACEAE","Ornithocephalus myrticola","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda e presente em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ornithocephalus%20myrticola","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3575,"ORCHIDACEAE","Ornithophora radicans","(Rchb.f.) Garay & Pabst","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo muito ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo desde o Parр atж o Rio Grande do Sul.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ornithophora%20radicans","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3576,"ORCHIDACEAE","Pabstia jugosa","(Lindl.) Garay","EN","B2ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pabstia jugosa ж uma planta muito ornamental com distribuiусo restrita a uma pequena porусo do domьnio AtlРntico, na regiсo Sudeste do Brasil, onde ж representada por um baixo nЩmero de coletas esparsamente distribuьdas. A espжcie apresenta um hрbitat relativamente especьfico, ocorrendo exclusivamente em locais muito Щmidos em рreas bem preservadas de Florestas Montanas. Sua AOO ж de 28 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж cinco. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros devido Я coleta indiscriminada de plantas para fins ornamentais. Portanto, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pabstia%20jugosa","Mata AtlРntica"],
    [3577,"ORCHIDACEAE","Pabstia schunkiana","V.P.Castro","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pabstia schunkiana ж uma espжcie ornamental com distribuiусo geogrрfica pontual na Mata AtlРntica do Estado do Espьrito Santo. Conhecida por uma Щnica coleta, sua AOO ж de 4 km▓ e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж um. O hрbitat da espжcie vem declinando continuamente em qualidade e extensсo, uma vez que o municьpio de Domingos Martins, onde P. schunkiana foi coletada, jр perdeu mais de 75% da sua cobertura original de Mata AtlРntica. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros devido Я coleta indiscriminada de plantas para fins ornamentais. Sem nenhum registro de herbрrio hр quase 20 anos, P. schunkiana ж uma espжcie possivelmente extinta na natureza, portanto, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Buscas intensivas devem ser realizadas nos remanescentes de hрbitat em Domingos Martins e adjacЖncias a fim de se localizar novas subpopulaушes da espжcie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pabstia%20schunkiana","Mata AtlРntica"],
    [3578,"ORCHIDACEAE","Pelexia laxa","(Poepp. & Endl.) Lindl.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com um certo grau de incerteza taxonЗmica associado, e cuja distribuiусo geogrрfica aparentemente nсo ж bem compreendida.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20laxa","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3579,"ORCHIDACEAE","Pelexia oestrifera","(Rchb.f. & Warm.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie sem apelo ornamental, ж amplamente distribuьda no Leste do Brasil.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20oestrifera","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3580,"ORCHIDACEAE","Pelexia orthosepala","(Rchb.f. & Warm.) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie sem apelo ornamental, amplamente distribuьda e ocorrente em diversos tipos de habitat.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pelexia%20orthosepala","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3581,"ORCHIDACEAE","Phragmipedium lindleyanum","(M.R.Schomb. ex Lindl.) Rolfe","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Distribuiусo geogrрfica e caracterьsticas ecolзgicas muito pouco conhecidas. Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phragmipedium%20lindleyanum","AmazЗnia"],
    [3582,"ORCHIDACEAE","Phragmipedium vittatum","(Vell.) Rolfe","VU","A4cd","Maria Rosa Vargas Zanata","Tainan Messina","Phragmipedium vittatum ж uma orquьdea terrestre ou rupьcola, ж uma planta ornamental e por isso, bastante visada pelos colecionadores, sendo que sua coleta predatзria tem contribuьdo significativamente para sua reduусo populacional. Alжm disso, apenas um registro foi feito em unidade de conservaусo (Reserva do Guarр, no Distrito Federal), que ж considerada local pouco protegido de ocupaусo humana e incidЖncia de incЖndios anuais severos. A espжcie ж tida como de difьcil cultivo, o que a torna mais vulnerрvel Я exploraусo atual e futura. Entсo, suspeita-se que a populaусo tenha sofrido uma reduусo de 30% nos Щltimos 50 anos e projeta-se que possa sofrer 30% de reduусo nos prзximos 50 anos. Pelo exposto, portanto, P. vittatum foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Recomenda-se que sejam empreendidas aушes de conservaусo para a espжcie, como a criaусo de reserva de proteусo integral e estudos de cultivo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phragmipedium%20vittatum","Cerrado"],
    [3583,"ORCHIDACEAE","Phymatidium aquinoi","Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla ao longo da costa AtlРntica. ╔ ocasional dentro de seus habitas, e chega a ocorrer em рreas antrзpicas. Suspeita-se que esteja ameaуada em algumas das localidades de ocorrЖncia, mas no conjunto de sua distribuiусo, P. aquinoi nсo corre o risco de se extinguir.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20aquinoi","Mata AtlРntica"],
    [3584,"ORCHIDACEAE","Phymatidium falcifolium","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla ao longo da costa AtlРntica, e bastante frequente em toda sua рrea de ocorrЖncia. Estр presente em diversas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20falcifolium","Mata AtlРntica"],
    [3585,"ORCHIDACEAE","Phymatidium geiselii","Ruschi","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Phymatidium geiselii ж uma micro-orquьdea conhecida apenas para o Parque Nacional do Caparaз, na divisa entre os Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo. A EOO da espжcie ж inferior a 5.000 km▓, e sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie estр suscetьvel Я degradaусo do seu hрbitat devido Я ocorrЖncia de incЖndios que acometem o parque e tambжm ao impacto da presenуa de turistas, que frequentam as trilhas do parque sem maiores precauушes com a flora em risco. Por esses motivos, P. geiselii encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20geiselii","Mata AtlРntica"],
    [3586,"ORCHIDACEAE","Phymatidium glaziovii","Toscano","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Phymatidium glaziovii ж uma pequena epьfita recentemente descrita, e que em coleушes de herbрrio ж com frequЖncia confundida com outras espжcies. Suspeita-se que o pequeno nЩmero de registros se deva a erros de identificaусo e a um baixo esforуo de coleta, que caracteriza algumas espжcies inconspьcuas de Orchidaceae. P. glaziovii apresenta uma distribuiусo geogrрfica restrita (EOO=5.495,20 km▓), e estр submetida a trЖs situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo com um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu hрbitat devido, principalmente, ao desmatamento e Я expansсo urbana desordenada. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [3587,"ORCHIDACEAE","Phymatidium vogelii","Pabst","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Phymatidium vogelii foi descrita a partir de um Щnico espжcime precariamente herborizado. Hр relatos de que ocorre tambжm na Serra dos Мrgсos (RJ). De qualquer forma, ж possьvel suspeitar que P. vogelii esteja submetida a nсo mais que cinco situaушes de ameaуa, e tambжm que esteja sujeita Я incidЖncia de fatores que podem levar Я perda e Я degradaусo de seus hрbitats, como a ocorrЖncia de incЖndios. Por esses motivos, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phymatidium%20vogelii","Mata AtlРntica"],
    [3588,"ORCHIDACEAE","Pogoniopsis schenckii","Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, sem apelo ornamental e ocorrente em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pogoniopsis%20schenckii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3589,"ORCHIDACEAE","Polystachya rupicola","Brade","CR","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Polystachya rupicola apresenta distribuiусo pontual na Mata AtlРntica, ocorrendo em apenas uma localidade bastante afetada por atividades humanas. A EOO ж de 0,36 km▓, com apenas uma situaусo de ameaуa. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade de seu hрbitat, uma vez que o municьpio de Castelo (ES), onde ocorre, jр perdeu mais de 80% da cobertura original de Mata AtlРntica. Sendo assim, P. rupicola encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polystachya%20rupicola","Mata AtlРntica"],
    [3590,"ORCHIDACEAE","Promenaea fuerstenbergiana","Schltr.","EN","B1ab(iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Promenaea fuerstenbergiana ж uma espжcie bastante ornamental descrita a partir de um espжcime coletado em Santa Catarina hр 40 anos. Acredita-se que ocorra em Sсo Paulo e tambжm, possivelmente, na regiсo Nordeste. Entretanto, nсo hр registros de herbрrio confirmando a ocorrЖncia da espжcie para alжm do territзrio catarinense. A EOO ж de 285,60 km▓, com populaусo submetida a menos de cinco situaушes de ameaуa. P. fuerstenbergiana vem sofrendo um declьnio contьnuo na extensсo e na qualidade de seu hрbitat na localidade-tipo, uma vez que o municьpio de Palhoуa jр perdeu mais de 50% da sua cobertura florestal original. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que P. fuerstenbergiana venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros, devido Я coleta de plantas para fins de comercializaусo e cultivo. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Promenaea%20fuerstenbergiana","Mata AtlРntica"],
    [3591,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia brejetubensis","M.Frey","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia brejetubensis ж uma espжcie ornamental conhecida apenas pelo material-tipo, coletado hр pouco mais de 10 anos em um afloramento rochoso no Espьrito Santo. O municьpio de Brejetuba jр perdeu mais de 90% da sua cobertura original de Mata AtlРntica, o que permite suspeitar que esteja havendo um declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat da espжcie, uma vez que a vegetaусo rupьcola depende em certo grau da floresta circundante aos afloramentos. Atividades recreativas tambжm vЖm contribuindo para a degradaусo da vegetaусo da рrea. Alжm disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha causando um declьnio no nЩmero de indivьduos de P. brejetubensis. Buscas recentes pela espжcie em sua localidade tьpica nсo tiveram Жxito, de onde se suspeita que seja localmente rara. Pelo exposto, portanto, a espжcie encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR). Buscas intensivas na рrea e em seu entorno devem ser empreendidas para se localizar novas subpopulaушes.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20brejetubensis","Mata AtlРntica"],
    [3592,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia canaanensis","(Ruschi) F.Barros","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia canaanensis ж uma espжcie com distribuiусo restrita, ocorrendo em parte do Espьrito Santo e na porусo leste de Minas Gerais, no vale do Rio Doce. A EOO ж de 4.338,61 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a dez. A maioria dos municьpios de ocorrЖncia da espжcie encontram-se gravemente desmatados, muitos deles com menos de 10% da cobertura original de Mata AtlРntica remanescente. Por causa disso, suspeita-se que esteja havendo um declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat da espжcie, uma vez que a vegetaусo rupьcola depende em certo grau das florestas que circundam os afloramentos. Embora apresente uma distribuiусo geogrрfica restrita, P. canaanensis forma extensas subpopulaушes, motivo pelo qual foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20canaanensis","Mata AtlРntica"],
    [3593,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia cipoensis","Pabst","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia cipoensis ж uma espжcie ornamental muito rara, com distribuiусo restrita Я Serra do Cipз (MG), onde apresenta uma AOO de 8 km▓. A espжcie ж conhecida por poucas coletas, todas realizadas fora do Parque Nacional existente na regiсo. Devido a isso, considera-se que P. cipoensis estр submetida a uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo de seu hрbitat, em funусo da expansсo urbana, da atividade turьstica desordenada e da ocorrЖncia de incЖndios periзdicos severos. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que a coleta de plantas para fins ornamentais venha acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20cipoensis","Cerrado"],
    [3594,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia citrina","Pabst","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia citrina ж uma espжcie ornamental com distribuiусo restrita no bioma Mata AtlРntica, ocorrendo no centro-norte do Espьrito Santo e no extremo leste de Minas Gerais. A AOO ж de 60 km▓. A espжcie habita exclusivamente afloramentos rochosos entre 700 e 1.200 m de altitude, que outrora eram circundados por florestas, mas que atualmente encontram-se em sua maioria imersos em paisagens extremamente desmatadas. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que o hрbitat da espжcie como um todo venha declinando em qualidade, uma vez que a integridade da vegetaусo rupьcola desses afloramentos dependa das florestas que tipicamente os circundam. Outras ameaуas como o pisoteio, a abertura de trilhas e a invasсo por gramьneas exзticas de alto poder competitivo tambжm venham contribuindo para a degradaусo do hрbitat de P. citrina, que corre grande risco de se extinguir em sua localidade-tipo. Alжm disso, suspeita-se que a coleta de plantas para fins ornamentais venha acarretando um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo. Todos esses fatores provavelmente contribuьram para que as subpopulaушes remanescentes sejam atualmente compostas de poucos indivьduos isolados. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomenda-se a criaусo de uma ou mais unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral que contemplem algumas localidades de ocorrЖncia da espжcie, particularmente no Espьrito Santo.","2012-04-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20citrina","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3595,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia dutrae","Ruschi","VU","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pseudolaelia dutrae ж uma espжcie ornamental com distribuiусo restrita no bioma Mata AtlРntica, ocorrendo no extremo leste de Minas Gerais e na regiсo serrana do Espьrito Santo. A EOO ж de 13.045,18 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a dez. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo com um declьnio generalizado na qualidade de seu hрbitat, devido ao elevado grau de desmatamento em praticamente todas as localidades de ocorrЖncia, o que compromete a integridade da vegetaусo rupьcola que habita. Alжm disso, ж possьvel suspeitar que a populaусo de P. dutrae venha declinando continuamente devido Я coleta de plantas para fins ornamentais. Por esses motivos, a espжcie encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20dutrae","Mata AtlРntica"],
    [3596,"ORCHIDACEAE","Pseudolaelia vellozicola","(Hoehne) Porto & Brade","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo bastante ampla, abrangendo parte dos biomas Cerrado e Mata AtlРntica. Ocorre em uma variedade de tipos vegetacionais. Suspeita-se que esteja bastante ameaуada em algumas das localidades de ocorrЖncia, como o Morro do itaoca-RJ. Mas, considerando a distribuiусo da espжcie como um todo, P. vellozicola nсo pode ser considerada ameaуada de extinусo.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pseudolaelia%20vellozicola","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3597,"ORCHIDACEAE","Pteroglossa glazioviana","(Cogn.) Garay","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie muito amplamente distribuьda. Ocorre em Unidade de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20glazioviana","Mata AtlРntica"],
    [3598,"ORCHIDACEAE","Pteroglossa hilariana","(Cogn.) Garay","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pteroglossa hilariana ж uma espжcie terrestre de Campos Secos do Cerrado, representada por um nЩmero muito baixo de registros. Suspeita-se que a espжcie originalmente ocorresse em toda a regiсo entre Itirapina e o Distrito Federal, mas a degradaусo generalizada do Cerrado, aliada a um baixo esforуo de coleta de herbрceas campestres inconspьcuas, como P. hilariana, impede que sua distribuiусo geogrрfica seja mais bem conhecida. As informaушes disponьveis indicam que a espжcie apresenta uma EOO de 536,10 km▓, e estр submetida a duas situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo de seu hрbitat no Distrito Federal devido Я expansсo urbana acelerada e Я ocorrЖncia frequente de queimadas. Alжm disso, suspeita-se que em Sсo Paulo, onde foi coletada hр mais de 90 anos, a espжcie tenha sido localmente extinta, acarretando declьnio na EOO, na AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Por esses fatores, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20hilariana","Cerrado"],
    [3599,"ORCHIDACEAE","Pteroglossa macrantha","(Rchb.f.) Schltr.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pteroglossa macrantha ж uma orquьdea terrestre bastante ornamental com ocorrЖncia predominante no Cerrado. Apesar de se distribuir de forma ampla dentro do Bioma, a espжcie vem sofrendo um declьnio bastante acelerado na extensсo do seu habitat devido Я expansсo agropecuрria desordenada. Alжm disso, suspeita-se que P. macrantha venha sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros devido Я coleta de plantas para fins ornamentais. Devido a esses fatores, ж possьvel suspeitar que a espжcie venha a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteroglossa%20macrantha","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3600,"ORCHIDACEAE","Rauhiella silvana","Toscano","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Rauhiella silvana ж uma espжcie rara conhecida por um baixo nЩmero de registros de herbрrio. As informaушes disponьveis incluem coletas para os Estados da Bahia e Espьrito Santo, com indicaушes de ocorrЖncia pela literatura tambжm no Rio de Janeiro. De qualquer forma, ж possьvel suspeitar que a espжcie apresente uma AOO inferior a 500 km▓, e tambжm que esteja submetida a menos de cinco situaушes de ameaуa. As Restingas florestais em que R. silvana ocorre sсo altamente ameaуadas, devido a uma sжrie de fatores como a expansсo urbana desordenada, mineraусo e atividades agropecuрrias. De fato, os municьpios de Planalto (BA) e Linhares (ES), jр perderam respectivamente 95% e 79% da sua cobertura florestal original. Suspeita-se que a perda e a degradaусo do hрbitat da espжcie estejam acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos da populaусo, o que permite categorizar a espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rauhiella%20silvana","Mata AtlРntica"],
    [3601,"ORCHIDACEAE","Rodriguezia obtusifolia","(Lindl.) Rchb.f.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Rodriguezia obtusiflia ж uma espжcie muito ornamental com distribuiусo geogrрfica ampla, abrangendo parte dos biomas da Mata AtlРntica e Caatinga. A espжcie ocorre em pelo menos duas Unidades de Conservaусo de proteусo integral, e ж possьvel suspeitar que esteja presente em outras рreas protegidas. Entretanto, ж representada em algumas localidades por coletas antigas. Na cidade de sсo Paulo, por exemplo, foi coletada apenas uma vez em 1931, o que permite suspeitar que esteja localmente extinta. Situaусo semelhante se repete em Cachoeiro do Itapemirim, municьpio fortemente desmatado onde R. obtusifolia foi coletada no passado apenas por Brade. Assim, considera-se que a espжcie pode vir a a ser ameaуada em um futuro prзximo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20obtusifolia","Mata AtlРntica"],
    [3602,"ORCHIDACEAE","Rodriguezia rigida","(Lindl.) Rchb.f.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hр apenas dois registros de herbрrio da espжcie, sendo que um deles apresenta informaушes contraditзrias. Tambжm nсo hр informaушes sobre fitofisionomias de ocorrЖncia. Dados insuficientes para a avaliaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20rigida","Mata AtlРntica"],
    [3603,"ORCHIDACEAE","Rodriguezia venusta","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie bastante ornamental, distribuьda de forma ampla ao longo da Costa AtlРntica. Estр representada em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rodriguezia%20venusta","Mata AtlРntica"],
    [3604,"ORCHIDACEAE","Sarcoglottis alexandri","Schltr. ex Mansf.","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Sarcoglottis alexandri ж uma orquьdea terrestre sem apelo ornamental, conhecida por poucos registros de herbрrio. As informaушes disponьveis indicam coletas para os Estados do Rio de Janeiro e Paranр, e com indicaусo pela literatura tambжm no Estado de Sсo Paulo. A AOO ж de 8 km▓ e suspeita-se que o nЩmero de situaушes de ameaуa seja inferior a cinco. S. alexandri vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu hрbitat, principalmente no Parque Nacional da Tijuca (RJ), devido a uma sжrie de ameaуas incidentes, como a ocorrЖncia de queimadas, a expansсo urbana desordenada, o pisoteio por turistas, a elevada deposiусo de poluentes, entre outras. Pelo exposto, portanto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcoglottis%20alexandri","Mata AtlРntica"],
    [3605,"ORCHIDACEAE","Saundersia mirabilis","Rchb.f.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Saundersia mirabilis ж uma espжcie conhecida por poucas coletas, todas realizadas em localidades muito afetadas pela aусo humana. As informaушes disponьveis incluem registros de herbрrio para o Espьrito Santo e Sсo Paulo, e com indicaушes por especialistas tambжm para Minas Gerais e Rio de Janeiro. De qualquer forma, ж possьvel suspeitar que a AOO seja inferior a 500 km▓, e que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Tambжm ж possьvel suspeitar que a perda e a degradaусo do hрbitat de S. mirabilis estejam acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo, portanto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saundersia%20mirabilis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3606,"ORCHIDACEAE","Saundersia paniculata","Brade","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Saundersia paniculata ж uma pequena epьfita ocorrente em florestas bem preservadas a altitudes intermediрrias no bioma Mata AtlРntica. A espжcie apresenta uma EOO de 6.440,04 km▓, e estр submetida a menos de dez situaушes de ameaуa. Seu hрbitat vem declinando em qualidade e extensсo em algumas das localidades de ocorrЖncia, como Cariacica (ES), onde quase 80% da cobertura original de Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Por esses fatores, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Saundersia%20paniculata","Mata AtlРntica"],
    [3607,"ORCHIDACEAE","Scaphyglottis prolifera","(R.Br.) Cogn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo-endЖmica de distribuiусo muito ampla, ocorre em quase todas as regiшes brasileiras.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scaphyglottis%20prolifera","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3608,"ORCHIDACEAE","Schomburgkia gloriosa","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo-endЖmica de distribuiусo muito ampla. Ocorre em todas as regiшes do Brasil.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schomburgkia%20gloriosa","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3609,"ORCHIDACEAE","Scuticaria irwiniana","Pabst","EN","B1ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria irwiniana ж uma planta bastante ornamental ocorrente em Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo (MG). A espжcie foi descrita hр cerca de 40 anos, mas ж conhecida em apenas duas localidades. A EOO ж de 536,55 km▓, com duas situaушes de ameaуa. Apesar de estar incluьda em рreas protegidas nos seus locais de ocorrЖncia, ж possьvel suspeitar que S. irwiniana venha sofrendo um declьnio populacional devido Я coleta de plantas para fins de comercializaусo e cultivo. Pelo exposto, portanto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20irwiniana","Cerrado"],
    [3610,"ORCHIDACEAE","Scuticaria itirapinensis","Pabst","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria itirapinensis ж uma planta muito ornamental com distribuiусo geogrрfica pontual no Cerrado do Estado de Sсo Paulo. Os remanescentes desse bioma na regiсo sсo bastante escassos atualmente, e ainda sofrem com o impacto de atividades agropecuрrias e com a invasсo de gramьneas exзticas. Alжm disso, a espжcie sofreu com uma fortьssima pressсo de coleta para fins ornamentais no passado, podendo inclusive estar extinta devido ao extrativismo predatзrio. A AOO ж inferior a 10 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж um, portanto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20itirapinensis","Cerrado"],
    [3611,"ORCHIDACEAE","Scuticaria kautskyi","Pabst","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria kautskyi ж uma espжcie muito ornamental conhecida por apenas uma coleta, realizada hр mais de 40 anos em um grande afloramento rochoso no Estado do Espьrito Santo. A AOO ж de 8 km▓, com uma Щnica situaусo de ameaуa. O entorno da Pedra Azul, localidade-tipo de S. kautiskyi, encontra-se bastante alterado pela aусo humana, e o municьpio de Domingos Martins, onde a pedra estр localizada, jр perdeu mais de 75% da sua cobertura original de Mata AtlРntica. Assim, ж possьvel suspeitar que esteja havendo um declьnio contьnuo na qualidade do hрbitat da espжcie, uma vez que a integridade da vegetaусo rupьcola depende da manutenусo das florestas que circundam os afloramentos rochosos na regiсo. Alжm disso, suspeita-se que S. kautskyi esteja sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo, em razсo da coleta indiscriminada de plantas para fins de comercializaусo e cultivo. Espжcie possivelmente extinta na natureza. Recomenda-se a realizaусo de buscas intensivas na localidade-tipo e em outros afloramentos rochosos na regiсo a fim de se localizar novas subpopulaушes.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20kautskyi","Mata AtlРntica"],
    [3612,"ORCHIDACEAE","Scuticaria strictifolia","Hoehne","EN","B1ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Scuticaria strictifolia ж uma espжcie bastante ornamental conhecida por apenas dois registros de herbрrio. A EOO ж de 548 km▓, onde foram identificadas duas situaушes de ameaуa. Hр relatos de que ocorra tambжm na Serra dos Мrgсos (RJ), mas nсo hр coletas botРnicas atestando sua presenуa nessa рrea. Suspeita-se que S. strictifolia venha sofrendo um declьnio contьnuo do nЩmero de indivьduos maduros, devido Я coleta de plantas para fins de comercializaусo e cultivo. Foi considerada, entсo, \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scuticaria%20strictifolia","Mata AtlРntica"],
    [3613,"ORCHIDACEAE","Selenipedium isabelianum","Barb.Rodr.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie conhecida por apenas um registro cuja localizaусo ж incerta. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selenipedium%20isabelianum","AmazЗnia"],
    [3614,"ORCHIDACEAE","Selenipedium palmifolium","(Lindl.) Rchb.f. & Warsz.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica de distribuiусo bastante ampla na AmazЗnia brasileira.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selenipedium%20palmifolium","AmazЗnia"],
    [3615,"ORCHIDACEAE","Sobralia liliastrum","Salzm. ex Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo muito ampla no territзrio brasileiro, incluindo boa parte da regiсo amazЗnica.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sobralia%20liliastrum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3616,"ORCHIDACEAE","Sophronitis cernua","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo muito ampla, habita diversas formaушes vegetais e estр presente em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sophronitis%20cernua","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3617,"ORCHIDACEAE","Specklinia bacillaris","(Pabst) Luer","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia bacillaris ж uma micro-orquьdea com distribuiусo restrita e especificidade de hрbitat, ocorrendo exclusivamente em Florestas Aluviais com araucрria (Florestas Ombrзfilas Mistas) no Estado do Paranр. A AOO ж de 20 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж cinco. A espжcie vem sofrendo um acentuado declьnio na qualidade e extensсo de seu hрbitat, devido ao gravьssimo desmatamento que as florestas com araucрria vЖm sendo submetidas desde as primeiras dжcadas do sжculo passado. Devido Яs exigЖncias microclimрticas caracterьstica da maior parte das micro-orquьdeas, e particularmente daquelas que apresentam especificidade de hрbitat, ж possьvel suspeitar que a perda e a degradaусo do hрbitat estejam acarretando um forte declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20bacillaris","Mata AtlРntica"],
    [3618,"ORCHIDACEAE","Specklinia carinifera","(Barb.Rodr.) Luer","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia carinifera ж uma micro-orquьdea com distribuiусo geogrрfica restrita na Mata AtlРntica. A espжcie apresenta uma EOO de 5.802,88 km▓, e estр submetida a quatro situaушes de ameaуa. Apesar de ocorrer em alguns dos mais representativos e bem preservados remanescentes de Mata AtlРntica, P. carinifera vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo de seu hрbitat em algumas localidades de ocorrЖncia, como Sсo Miguel Arcanjo, municьpio paulista no qual mais de 85% da cobertura florestal original encontra-se desmatada. Por essas razшes, a espжcie ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20carinifera","Mata AtlРntica"],
    [3619,"ORCHIDACEAE","Specklinia castellensis","(Brade) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia castellensis ж uma micro-orquьdea com distribuiусo pontual em uma regiсo severamente desmatada no Espьrito Santo. A AOO ж inferior a 10 km▓, com uma Щnica situaусo de ameaуa. O municьpio de Castelo, onde o material-tipo da espжcie foi coletado hр mais de 64 anos, jр perdeu 83% da sua cobertura florestal original. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que P. castellensis venha sofrendo um acentuado declьnio no nЩmero de indivьduos da populaусo, uma vez que a maioria das espжcies de micro-orquьdeas ж bastante sensьvel a alteraушes microclimрticas causadas pela degradaусo e fragmentaусo dos seus hрbitats florestais. Considerando o longo tempo transcorrido desde a coleta do material-tipo e as ameaуas incidentes sobre seu hрbitat, suspeita-se que a espжcie esteja extinta na natureza. A espжcie foi categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR), devendo ser exaustivamente procurada tanto na localidade-tipo quanto em remanescentes florestais do entorno. Espжcie prioritрria para aушes de conservaусo ex situ.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20castellensis","Mata AtlРntica"],
    [3620,"ORCHIDACEAE","Specklinia conspersa","(Hoehne) Luer","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia conspersa ж um micro-orquьdea rara da Mata AtlРntica, conhecida por um baixьssimo nЩmero de registros de herbрrio. As informaушes disponьveis incluem apenas uma coleta no Espьrito Santo, onde a espжcie ж considerada \"Criticamente em perigo\", e outra em Petrзpolis, regiсo serrana do Estado do Rio de Janeiro. Existem indicaушes de especialistas de sua ocorrЖncia tambжm em Sсo Paulo. De qualquer forma, ж possьvel suspeitar que S. conspersa apresente uma AOO inferior a 500 km▓, e esteja submetida a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e na extensсo de seu hрbitat, principalmente no municьpio capixaba de Castelo, onde 83% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Suspeita-se que a perda e a degradaусo do hрbitat esteja acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo, sendo assim, S. conspersa encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20conspersa","Mata AtlРntica"],
    [3621,"ORCHIDACEAE","Specklinia garayi","(Pabst) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia garayi ж uma micro-orquьdea com distribuiусo pontual em uma regiсo fortemente desmatada no Espьrito Santo. A AOO ж de 8 km▓, com uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie ж conhecida apenas pelo material-tipo, coletado hр quase 40 anos no municьpio de Castelo. Nesse municьpio, a Mata AtlРntica jр perdeu 83% da sua cobertura original. Devido a isso, suspeita-se que esteja ocorrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie, sendo assim, S. garay encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20garayi","Mata AtlРntica"],
    [3622,"ORCHIDACEAE","Specklinia gomesferreirae","(Pabst) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","S. gomesferreirae ж uma micro-orquьdea com distribuiусo pontual em um dos setores mais devastados da Mata AtlРntica nordestina. A espжcie ж conhecida apenas pelo seu material-tipo, coletado hр quase 40 anos no municьpio pernambucano de Ipojuca. Nesse municьpio, a Mata AtlРntica jр perdeu mais de 90% da sua cobertura original, o que permite possьvel suspeitar que S. gomesferreirae venha sofrendo um  declьnio acentuado no nЩmero de indivьduos maduros. Espжcie possivelmente extinta na natureza, pelo exposto, portanto, foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR). Recomenda-se a realizaусo de buscas intensivas por indivьduos tanto na localidade-tipo quanto em remanescentes florestais no entorno.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20gomesferreirae","Mata AtlРntica"],
    [3623,"ORCHIDACEAE","Specklinia lingua","(Lindl.) Luer","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Specklinia lingua ж uma micro-orquьdea com distribuiусo ampla na Mata AtlРntica, onde ocorre quase exclusivamente em рreas protegidas. Entretanto, a espжcie ж muito ameaуada em alguns setores da sua distribuiусo, sendo considerada \"Criticamente em Perigo\" no Espьrito Santo. Jр no municьpio pernambucano de Barreiros, onde a espжcie foi coletada hр 26 anos, a Mata AtlРntica jр perdeu cerca de 90% da sua рrea original. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que S. lingua venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros. A AOO ж de 20 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж quatro, portanto, a espжcie foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20lingua","Mata AtlРntica"],
    [3624,"ORCHIDACEAE","Specklinia ruschii","(Hoehne) Luer","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","S. ruschii ж uma micro-orquьdea com distribuiусo pontual no Espьrito Santo. A AOO ж de 4 km▓, com uma Щnica situaушes de ameaуa. O municьpio de Santa Teresa, do qual a espжcie ж endЖmica, jр perdeu cerca de 80% da sua cobertura florestal original. Devido a isso, ж possьvel suspeitar que esteja ocorrendo um declьnio contьnuo do nЩmero de indivьduos da espжcie. Sendo assim, S. ruschii foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Specklinia%20ruschii","Mata AtlРntica"],
    [3625,"ORCHIDACEAE","Stanhopea insignis","Frost ex Hook.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A distribuiусo geogrрfica da espжcie nсo ж bem compreendida. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stanhopea%20insignis","Mata AtlРntica"],
    [3626,"ORCHIDACEAE","Stanhopea lietzei","(Regel) Schltr.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo muito ampla, abrangendo parte dos domьnios da Mata AtlРntica e do Cerrado. Ocorre em diversas fisionomias florestais e estр presente em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stanhopea%20lietzei","Mata AtlРntica"],
    [3627,"ORCHIDACEAE","Stigmatosema hatschbachii","(Pabst) Garay","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","S. hatschbachii ж uma orquьdea campestre conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1970 no municьpio paranaense de Balsa Nova. Os Campos Gerais do Paranр, de onde provжm o Щnico registro da espжcie, vЖm sendo rapidamente desmatados para dar lugar a monoculturas de soja, inclusive no municьpio da localidade-tipo. Outras ameaуas, como a expansсo de atividades silviculturais e a invasсo por espжcies exзticas de alto poder competitivo tambжm incidem sobre os campos da regiсo. Dessa forma, ж possьvel suspeitar que a acelerada perda e degradaусo do habitat de S. hatschbachii esteja levando a um forte declьnio no nЩmero de indivьduos da populaусo. A AOO ж inferior a 10 km▓, com uma Щnica situaушes de ameaуa. Considerando o tempo transcorrido desde a Щnica coleta e as ameaуas incidentes, aliada a sua distribuiусo restrita, a espжcie ж considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR), com possibilidades de estar extinta na natureza.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stigmatosema%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [3628,"ORCHIDACEAE","Thelyschista ghillanyi","(Pabst) Garay","VU","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","T. ghillanyi ж uma orquьdea terrestre ocorrente em Campos Rupestres, cuja distribuiусo ж quase totalmente restrita Я Chapada Diamantina. BA. Um Щnico registro indica a ocorrЖncia da espжcie em Goiрs, no municьpio de Colinas do Sul, na Chapada dos Veadeiros. A AOO ж de 40 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a dez, mas superior a cinco. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade do seu habitat devido a uma sжrie de fatores, como a expansсo agropecuрria e a ocorrЖncia de incЖndios, por isso, ж considerada uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelyschista%20ghillanyi","Caatinga, Cerrado"],
    [3629,"ORCHIDACEAE","Thysanoglossa jordanensis","Porto & Brade","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Thysanoglossa jordanensis ж uma micro-orquьdea muito rara e bastante exigente em termos de habitat. Atж recentemente considerada extinta no estado de Sсo Paulo, foi redescoberta em Sсo Josж dos Campos e tambжm registrada na Serra do Cipз, MG. A AOO ж de apenas 16 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo de seu habitat, principalmente no Estado de Sсo Paulo, devido Я expansсo urbana. Suspeita-se que a perda e degradaусo de seu habitat venham acarretando um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thysanoglossa%20jordanensis","Mata AtlРntica"],
    [3630,"ORCHIDACEAE","Trichocentrum albococcineum","Linden","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica de distribuiусo muito ampla no territзrio brasileiro, incluindo boa parte da AmazЗnia.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocentrum%20albococcineum","AmazЗnia, Cerrado"],
    [3631,"ORCHIDACEAE","Trichocentrum fuscum","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie muito amplamente distribuьda no territзrio brasileiro, ocorre em todas as regiшes do paьs.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocentrum%20fuscum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3632,"ORCHIDACEAE","Trichopilia santoslimae","Brade","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Trichopilia santoslimae ж uma espжcie ornamental conhecida por um baixo nЩmero de registros de herbрrio. As informaушes disponьveis incluem coletas para os Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo, sendo que neste Щltimo, T. santoslimae ж considerada \"Criticamente em Perigo\". Especialistas indicam que a espжcie ocorre tambжm no Estado do Pernambuco, o qual abrange um dos setores mais severamente desmatados da Mata AtlРntica. Suspeita-se que a espжcie venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros devido Я coleta para fins de comercializaусo e cultivo. A AOO ж de 8 km▓ e o nЩmero  de situaушes de ameaуa ж um, por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichopilia%20santoslimae","Mata AtlРntica"],
    [3633,"ORCHIDACEAE","Trichosalpinx bradei","(Schltr.) Luer","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo relativamente ampla no domьnio da Mata AtlРntica, e ocorre em alguns dos mais expressivos remanescentes florestais do Bioma.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichosalpinx%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [3634,"ORCHIDACEAE","Trigonidium acuminatum","Batem. ex Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo muito ampla no territзrio brasileiro, ocorrendo, inclusive, na regiсo amazЗnica.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonidium%20acuminatum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3635,"ORCHIDACEAE","Trigonidium latifolium","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla no domьnio AtlРntico, foi coletada recentemente em vрrias localidades  e estр representada em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonidium%20latifolium","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3636,"ORCHIDACEAE","Trizeuxis falcata","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo muito ampla no territзrio brasileiro.","2012-04-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trizeuxis%20falcata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3637,"ORCHIDACEAE","Vanilla chamissonis","Klotzsch","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie muito amplamente distribuьda no territзrio brasileiro. Ocorre em quase todas as regiшes do paьs e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20chamissonis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3638,"ORCHIDACEAE","Vanilla dietschiana","Edwall","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vanilla dietschiana ж uma espжcie muito rara, conhecida por poucas coletas no bioma Mata AtlРntica. A espжcie estр sujeita a cerca de cinco situaушes de ameaуa, e enfrenta uma sжrie de fatores que podem levar Я degradaусo do seu habitat, como a expansсo urbana, o desmatamento e a fragmentaусo das florestas em que ocorre. Pelo exposto, portanto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20dietschiana","Mata AtlРntica"],
    [3639,"ORCHIDACEAE","Vanilla dubia","Hoehne","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vanilla dubia ж uma espжcie com distribuiусo bastante restrita na regiсo Sudeste do Brasil. A EOO ж de3.643,83 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж inferior a cinco. Nos municьpios de Santa Teresa e Leopoldina, respectivamente 80% e 74% da cobertura original de Mata AtlРntica encontram-se desmatados. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo com um declьnio contьnuo na qualidade de seu hрbitat, decorrente do desmatamento das florestas que compшem a zona tampсo do entorno dos afloramentos rochosos que habita, sendo considerada, portanto, \"Em perigo\" (EN).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20dubia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3640,"ORCHIDACEAE","Vanilla edwallii","Hoehne","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo bastante ampla no territзrio brasileiro. Habita diversas fitofisionomias, e estр representada em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20edwallii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3641,"ORCHIDACEAE","Vanilla organensis","Rolfe","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vanilla organensis ж uma espжcie conhecida por um nЩmero muito baixo de registros de herbрrio. As informaушes disponьveis indicam a ocorrЖncia da espжcie nos estados do Rio de Janeiro e Paranр, mas segundo a Flora do Brasil, a espжcie ocorre tambжm no Mato Grosso e em Sсo Paulo. Dados insuficientes para avaliaусo de risco de extinусo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vanilla%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [3642,"ORCHIDACEAE","Warczewiczella candida","(Lindl.) Rchb.f.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Hр registros de herbрrio da espжcie apenas para o Espьrito Santo, o que nсo representa adequadamente sua distribuiусo geogrрfica. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warczewiczella%20candida","Mata AtlРntica"],
    [3643,"ORCHIDACEAE","Warczewiczella wailesiana","(Lindl.) Rchb.f. ex E.Morren","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warczewiczella%20wailesiana","Mata AtlРntica"],
    [3644,"ORCHIDACEAE","Warmingia eugenii","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo-endЖmica de distribuiусo ampla, ocorrendo desde Pernambuco atж o Rio Grande do Sul. Habita diferentes fisionomias florestais, e estр presente em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Warmingia%20eugenii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3645,"ORCHIDACEAE","Wullschlaegelia aphylla","(Sw.) Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie nсo-endЖmica de distribuiусo muito ampla. Ocorre em todas as regiшes brasileiras.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Wullschlaegelia%20aphylla","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3646,"ORCHIDACEAE","Xylobium colleyi","(Batem. ex Lindl.) Rolfe","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informaушes disponьveis indicam que se trata de uma espжcie muito amplamente distribuьda, ocorrendo em quase todas as regiшes do Brasil. Estр presente em vрrias Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylobium%20colleyi","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3647,"ORCHIDACEAE","Zootrophion atropurpureum","(Lindl.) Luer","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zootrophion atropurpureum ж uma micro orquьdea endЖmica da Mata AtlРntica, ocorrendo entre o Espьrito Santo e Santa Catarina. A espжcie ocorre em vрrios remanescentes bastante expressivos de Mata AtlРntica ao longo da Serra do Mar, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral. Entretanto, Z. atropurpureum ж considerada Criticamente em Perigo de extinусo no Espьrito Santo, e por isso suspeita-se que a espжcie como um todo possa estar ameaуada em um futuro prзximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zootrophion%20atropurpureum","Mata AtlРntica"],
    [3648,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum brachypetalum","Lindl.","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Apesar de se distribuir de forma relativamente ampla, abrangendo parte dos domьnios da Mata AtlРntica e do Cerrado, e de estar presente em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral, a espжcie ж bastante ameaуada em alguns setores da sua distribuiусo, como o Quadrilрtero Ferrьfero.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20brachypetalum","Mata AtlРntica"],
    [3649,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum maculatum","(Kunth) Garay","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, e bastante frequente na sua рrea de ocorrЖncia.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20maculatum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3650,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum maxillare","Lodd.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, e bastante frequente dentro da sua рrea de ocorrЖncia.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20maxillare","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3651,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum pabstii","Toscano","EN","B1ab(v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygopetalum pabstii ж uma espжcie bastante ornamental conhecida em apenas duas localidades no Espьrito Santo. A EOO ж de 537,69 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa ж dois. Suspeita-se que Z. pabstii venha sofrendo um declьnio contьnuo no nЩmero de indivьduos maduros, devido Я coleta de plantas para fins de comercializaусo e cultivo. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20pabstii","Mata AtlРntica"],
    [3652,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum pedicellatum","(Thunb.) Garay","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","As informaушes disponьveis indicam que Zygopetalum pedicellatum ocorre principalmente em Unidades de Conservaусo e em рreas bem preservadas. Entretanto, a espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade do seu habitat no Parque Nacional da Tijuca, o que,  junto com sua distribuiусo geogrрfica nсo muito ampla, permite suspeitar que venha a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20pedicellatum","Mata AtlРntica"],
    [3653,"ORCHIDACEAE","Zygopetalum sellowii","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo ampla, e bastante frequente em algumas regiшes. Presente em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygopetalum%20sellowii","Caatinga, Cerrado"],
    [3654,"ORCHIDACEAE","Zygostates bradei","(Schltr.) Garay","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygostates bradei ж uma espжcie ornamental que se distribui de forma ampla, porжm marcadamente disjunta, na Mata AtlРntica. A espжcie ocorre em um dos setores mais devastados da Mata AtlРntica, entre Pernambuco e Alagoas, mas tambжm estр presente em remanescentes florestais expressivos entre Sсo Paulo e Santa Catarina. Assim, considerando sua distribuiусo disjunta e a perda e degradaусo de seu habitat na regiсo nordeste, ж possьvel suspeitar que Z. bradei venha a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [3655,"ORCHIDACEAE","Zygostates cornuta","Lindl.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda ao longo da costa AtlРntica, frequente em algumas de suas рreas de ocorrЖncia, e presente em algumas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20cornuta","Mata AtlРntica"],
    [3656,"ORCHIDACEAE","Zygostates kuhlmannii","Brade","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygostates kuhlmannii foi descrita em 1951 a partir de um espжcime coletado no Espьrito Santo em 1943. Desde entсo, a espжcie nсo foi mais encontrada na localidade-tipo, sendo por isso considerada extinta nessa regiсo. O elevado grau de desmatamento no municьpio de Colatina, no qual 94% da рrea original de Mata AtlРntica encontra-se desmatada, corrobora a suspeita da extinусo local de Z. kuhlmannii, o que necessariamente acarreta em um declьnio na sua EOO, AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Os brejos nordestinos onde a espжcie foi registrada tambжm sсo fortemente ameaуados pela aусo humana, principalmente devido Я expansсo agropecuрria. Com AOO de 24 km▓ e nЩmero de situaушes de ameaуa inferior a cinco, Z. kuhlmannii ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [3657,"ORCHIDACEAE","Zygostates linearisepala","(Senghas) Toscano","CR","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Zygostates linearisepala foi descrita hр 15 anos e ж conhecida apenas pelo material-tipo, coletado menosde 10 anos antes da publicaусo. A espжcie apresenta uma AOO de 4 km▓, e estр submetida a uma Щnica situaусo de ameaуa. Suspeita-se que, devido ao desmatamento no municьpio de Santa Teresa (ES), que jр perdeu cerca de 80% da sua cobertura original de Mata AtlРntica, esteja ocorrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do habitat de Z. linearisepala, acarretando tambжm um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie, sendo assim, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20linearisepala","Mata AtlРntica"],
    [3658,"ORCHIDACEAE","Zygostates pellucida","Rchb.f.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo ampla, ocorrendo ao longo de boa parte da Costa AtlРntica brasileira.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygostates%20pellucida","Mata AtlРntica"],
    [3659,"OROBANCHACEAE","Agalinis angustifolia","(Mart.) D Arcy","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie hemiparasita encontrada em Campos Rupestres na Cadeia do Espinhaуo. Possui uma especifidade de habitat e uma extensсo de ocorrЖncia pequena (EOO = 9.766,573km▓), sendo encontrada em рreas que sofrem com o turismo desordenado e a especulaусo imobiliрria. Caso possuьsse menos de 10 situaушes de ameaуa, a espжcie seria considerada como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, por possuir cerca de 15 situaушes de ameaуa, A. angustifolia ж considerada como \"Quase ameaуada\" (NT) de extinусo.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20angustifolia","Cerrado"],
    [3660,"OROBANCHACEAE","Agalinis bandeirensis","Barringer","CR","B1ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Como o epьteto especьfico sugere, Agalinis bandeirensis ж endЖmica da Serra do Caparaз (ES, MG), sendo coletada principalmente nas imediaушes do Pico da Bandeira. Esse pico ж bastante visitado por turistas, que podem diminuir a densidade populacional da espжcie devido ao pisoteamento. Dessa maneira, A. bandeirensis tem apenas uma situaусo de ameaуa e uma EOO de cerca de 60 km▓, configurando-a como uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20bandeirensis","Mata AtlРntica"],
    [3661,"OROBANCHACEAE","Agalinis brachyphylla","(Chdo am. & Schltdl.) D'Arcy","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica da Cadeia do Espinhaуo, encontrada em vegetaушes de fisionomia campestre em altitudes elevadas. Tem distribuiусo restrita (EOO=10.973,92 Km▓) e ocorre apenas em uma unidade de conservaусo (SNUC). Alжm disso, a Cadeia do Espinhaуo sofre com queimadas frequentes e o turismo descontrolado. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Vulnerрvel\" (VU) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20brachyphylla","Cerrado"],
    [3662,"OROBANCHACEAE","Agalinis communis","(Cham. & Schltdl.) D Arcy","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie medicinal, amplamente distribuьda, encontrada de Sсo Paulo ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades de conservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas, principalmente na regiсo Sul, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20communis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3663,"OROBANCHACEAE","Agalinis itambensis","V.C.Souza & S.I.Elias","EN","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Agalinis itambensis ж uma espжcie endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo do Pico do Itambж (MG), com uma baixa EOO (450,12 km▓). Encontra-se sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas. As ameaуas que causam declьnio do hрbitat e, portanto, podem levar a espжcie Я extinусo, sсo o turismo desordenado e a especulaусo imobiliрria. Dessa maneira, A. itambensis ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20itambensis","Cerrado"],
    [3664,"OROBANCHACEAE","Agalinis nana","S.I.Elias & V.C.Souza","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Agalinis nana ж uma planta endЖmica da Serra da Canastra (MG), com uma distribuiусo geogrрfica bastante restrita (EOO=262,64 km▓, e AOO=12 km▓). Suspeita-se que esteja sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas, mesmo nЩmero de subpopulaушes. Uma das ameaуas ж a alta frequЖncia de incЖndios que ocorrem no Parque Nacional da Serra da Canastra. Dessa maneira, A. nana ж considerada \"Em perigo\" (EN). Novos estudos sobre o estado atual de conservaусo das subpopulaушes de A. nana devem ser feitos na regiсo, uma vez que a Щltima coleta da espжcie foi feita hр 15 anos.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20nana","Cerrado"],
    [3665,"OROBANCHACEAE","Agalinis ramulifera","Barringer","EN","B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Agalinis ramulifera ж uma espжcie com subpopulaушes disjuntas nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр, suspeita-se, portanto, que as subpopulaушes sejam severamente fragmentadas. Tem uma AOO pequena (AOO=44 km▓) e ж encontrada em рreas que sofrem intensas pressшes antrзpicas. Uma das ameaуas a sua sobrevivЖncia ж o turismo desordenado em рreas de Campos de Altitude no Estado do Paranр, alжm disso, suspeita-se que a espжcie tenha tido um declьnio populacional, uma vez que hр poucas coletas recentes. Dessa maneira, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20ramulifera","Mata AtlРntica"],
    [3666,"OROBANCHACEAE","Agalinis schwackeana","(Diels) V.C.Souza & Giul.","CR","B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie endЖmica da Serra do Cipз (MG), com distribuiусo bastante restrita (AOO=4 km▓). Apenas uma situaусo de ameaуa incide sobre sua populaусo. Uma das ameaуas Я sobrevivЖncia da espжcie ж o turismo desordenado na Serra do Cipз. Tem apenas duas coletas no local, o que evidencia sua raridade e seu declьnio populacional. A coleta mais recente foi feita hр 50 anos, de maneira que novos estudos devem ser efetuados no local para se encontrar novas subpopulaушes e avaliar o seu estado atual de conservaусo. Assim, ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agalinis%20schwackeana","Cerrado"],
    [3667,"OROBANCHACEAE","Buchnera amethystina","Cham. & Schltdl.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie hemiparasita amplamente distribuьda encontrada em formaушes campestres de Santa Catarina ao Espьrito Santo. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, suspeita-se que seja uma espжcie resistente Яs ameaуas, uma vez que ocorre em beira de estradas. Devido ao grande nЩmero de coletas, principalmente na regiсo Sul,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto o estado de conservaусo das subpopulaушes de Sсo Paulo e do Espьrito Santo devem ser estudadas, uma vez que podem ser isoladas geneticamente das subpopulaушes do sul do paьs.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20amethystina","Mata AtlРntica"],
    [3668,"OROBANCHACEAE","Buchnera integrifolia","Larraыaga","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada principalmente no sul do paьs. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, suspeita-se que seja uma espжcie abundante devido ao seu grande nЩmero de coletas.  Dessa maneira, a espжcie жconsiderada \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto o estado de conservaусo da subpopulaусo de Roraima deve ser melhor estudado, uma vez que pode ser geneticamente isolada do restante das subpopulaушes.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20integrifolia","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3669,"OROBANCHACEAE","Buchnera juncea","Cham. & Schltdl.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emdiferentes biomas brasileiros. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades deconservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas,  suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20juncea","Mata AtlРntica, Caatinga, Pantanal, Cerrado"],
    [3670,"OROBANCHACEAE","Buchnera longifolia","Kunth","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emdiferentes biomas brasileiros. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, suspeita-se que a espжcie seja abundante devido ao grande nЩmero de coletas, principalmente na regiсo Sul. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como \"Menos preocupante\" (LC) em relaусo ao risco de extinусo. Entretanto algumas subpopulaушes podem estar isoladas geneticamente de outras, como aquelas da regiсo Norte do Brasil. Recomenda-se, portanto, o estudo do estado atual de conservaусo dessas subpopulaушes.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Buchnera%20longifolia","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [3671,"OROBANCHACEAE","Escobedia grandiflora","(L.f.) Kuntze","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie medicinal, usada contra doenуas respiratзrias, por exemplo. ╔ amplamente distribuьda encontrada em todos os biomas brasileiros, com exceусo da AmazЗnia. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, suspeita-se que a espжcie seja abundante devido ao grande nЩmero de coletas. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Escobedia%20grandiflora","Mata AtlРntica, Caatinga, Pampa (Campos Sulinos), Cerrado, Pantanal"],
    [3672,"OROBANCHACEAE","Esterhazya caesarea","(Cham. & Schltdl.) V.C.Souza","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Esterhazya caesarea ж uma espжcie hemiparasita, com registros para Campos Rupestres de Minas Gerais, com uma pequena EOO (18.117,69 km▓). Estр sujeita a nove situaушes de ameaуa, dentre as quais o turismo desordenado e a especulaусo imobiliрria, que levam ao declьnio da qualidade do hрbitat. Esses fatos, aliados Я informaусo de que a espжcie ж rara na natureza, indicam que E. caesarea ж \"Vulnerрvel\" (VU). Mesmo que o registro em uma restinga na Bahia se confirme, a espжcie ainda assim seria considerada ameaуada, devido Я sua baixa densidade absoluta e nЩmero de situaушes de ameaуa.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esterhazya%20caesarea","Cerrado"],
    [3673,"OROBANCHACEAE","Magdalenaea limae","Brade","CR","A2c,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Magdalenaea limae ж uma espжcie com registro apenas para a Pedra Dubois, em Santa Maria Madalena (RJ), com uma рrea de ocupaусo bastante reduzida (AOO=4 km▓) e apenas uma situaусo de ameaуa. Ocorre em uma regiсo que sofre com intensa perda de hрbitat, uma vez que Santa Maria Madalena tinha apenas 15% de vegetaусo nativa atж 2009. A Щltima coleta da espжcie foi feita em 1935 e tentativas posteriores para encontrar subpopulaушes na natureza nсo foram bem-sucedidas. Suspeita-se, portanto, que a espжcie tenha sofrido um declьnio populacional maior do que 80% nos Щltimos 15 anos (considerando tempo de geraусo de cinco anos para espжcie arbustiva). Entretanto, ж possьvel que M. limae ocorra tambжm na Serra dos Мrgсos (RJ) e novos estudos devem ser feitos para se localizar subpopulaушes na natureza. Dessa maneira, ж considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magdalenaea%20limae","Mata AtlРntica"],
    [3674,"OROBANCHACEAE","Melasma rhinanthoides","(Cham.) Benth.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emformaушes campestres de Sсo Paulo ao Rio Grande do Sul. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, suspeita-se que a espжcie seja abundante devido ao grande nЩmero de coletas. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC). Entretanto as subpopulaушes de Sсo Paulo e do Rio Grande do Sul devem ser melhor estudadas, uma vez que podem estar isoladas geneticamente das demais subpopulaушes.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melasma%20rhinanthoides","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3675,"OROBANCHACEAE","Nothochilus coccineus","Radlk.","EN","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v),C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Nothochilus coccineus ж uma espжcie hemiparasita endЖmica da Serra do Caparaз, na divisa de Minas Gerais e Espьrito Santo. Tem uma AOO pequena (12 km▓), bem como uma baixa EOO (107,88 km▓). Foram registradas oito subpopulaушes, com uma estimativa de 1.500 a 2.000 indivьduos no total. A capacidade de dispersсo de N. coccineus ж limitada, de maneira que suas sementes se dispersam a no mрximo 60 cm de distРncia da planta mсe, considerando que a distРncia mжdia entre subpopulaушes seja de 2,3 km, supшe-se que a populaусo dessa espжcie esteja severamente fragmentada. Alжm disso, apesar da espжcie ocorrer no Parque Nacional do Caparaз, essa unidade de conservaусo (SNUC) sofre de algumas ameaуas, como o pastejo de gado na maior subpopulaусo e herbivoria por cavalos em bambus do gЖnero Chusquea, que sсo parasitados por N. coccineus. Supшe-se, portanto, que tenha havido um declьnio populacional de cerca de 20% nos Щltimos 10 anos (considerando-se tempo de geraусo de cinco anos para espжcie arbustiva). Dessa maneira, ж categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nothochilus%20coccineus","Mata AtlРntica"],
    [3676,"OROBANCHACEAE","Physocalyx aurantiacus","Pohl","NT","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie endЖmica de campos rupestres e campos limpos de Minas Gerais, possuindo uma distribuiусo bastante restrita (AOO = 156Km▓) e fragmentada. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, como mineraусo, supшe-se que a espжcie seja abundante devido ao grande nЩmero de coletas feitas na Cadeia do Espinhaуo. Entretanto, a Cadeia do Espinhaуo sofre com intensas pressшes antrзpicas, como o fogo frequente de origem humana e o turismo descontrolado. Dessa maneira a espжcie ж considerada como quase ameaуada em relaусo ao risco de extinусo (NT).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalyx%20aurantiacus","Caatinga, Cerrado"],
    [3677,"OROBANCHACEAE","Physocalyx major","Mart.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em cerrados de Minas Gerais e de Goiрs. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em algumas unidades de conservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Physocalyx%20major","Cerrado"],
    [3678,"OXALIDACEAE","Oxalis arachnoidea","Progel","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis arachnoidea ж uma erva rupьcola, ocorre em afloramentos rochosos, restrita aos Campos de Altitude da Serra da Bocaina, no Estado de Sсo Paulo. Apresenta um AOO de apenas 4 km▓ e encontra-se constantemente sujeita Я pressсo proveniente de atividades ecoturьsticas desordenadas, intensa na regiсo, e dos incЖndios esporрdicos que acometem esse tipo de fitofisionomia. Por esse motivo, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Sсo necessрrios investimentos em pesquisas e esforуos de coleta na regiсo, a fim de conhecer a real situaусo da espжcie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20arachnoidea","Mata AtlРntica"],
    [3679,"OXALIDACEAE","Oxalis bela-vitoriae","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis bela-vitoriae ж uma erva terrьcola, endЖmica da Floresta Ombrзfila Densa, na regiсo sul do Estado da Bahia. Apresenta uma AOO de apenas 4 km▓, sendo que a regiсo onde ocorre estр sujeita Я intensa cultura de cacau e, ultimamente, Я pecuрria extensiva, Я cultura do cafж, pupunha e Я exploraусo madeireira, atividades fortemente associadas Я intensa perda de hрbitat observada na localidade. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Investimento em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta sсo necessрrios a fim de se certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20bela-vitoriae","Mata AtlРntica"],
    [3680,"OXALIDACEAE","Oxalis blackii","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis blackii caracteriza-se por ervas ou subarbustos, terrьcolas. Apresenta uma AOO de apenas 8 km▓. EndЖmica do Estado do Espьrito Santo. Estр ameaуada devido Я exploraусo madeireira, Я cultura do cafж, aos reflorestamentos homogЖneos e Я incidЖncia de plantas exзticas invasoras, sofre constantes ameaуas. Pelo exposto a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20blackii","Mata AtlРntica"],
    [3681,"OXALIDACEAE","Oxalis clausenii","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis clausenii apresenta EOO de apenas 1,06 km▓, ж considerada um endemismo do Estado do Espьrito Santo, restrita Я regiсo do Vale do Rio Doce, em рreas de cabruca, no municьpio de Linhares, onde apenas 21% da cobertura original de Mata AtlРntica permanece ьntegra, no mesmo municьpio, concentram-se 38,7% do total de pastagens da mesorregiсo do Estado, sendo estas as duas ameaуas diretas Я espжcie. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20clausenii","Mata AtlРntica"],
    [3682,"OXALIDACEAE","Oxalis cratensis","Oliv. ex Hook.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis cratensis caracteriza-sepor ervas ou subarbustos, terrьcolas. Nсo endЖmica do Brasil. Nсo ameaуada nocontexto nacional, apresentando ampla extensсo de ocorrЖncia. Presente em cincodomьnios fitogeogrрficos, Caatinga, Cerrado, Pantanal, AmazЗnia e MataAtlРntica, neste Щltimo ocorrendo em Floresta Ombrзfila Densa e FlorestaEstacional Semidecidual. Desenvolve-se tambжm em рreas antropizadas. Bemrepresentada em coleушes cientьficas, apresenta coletas recentes. Nсo atribuivalor comercial.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20cratensis","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [3683,"OXALIDACEAE","Oxalis cytisoides","Mart. ex Zucc.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20cytisoides","AmazЗnia, Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3684,"OXALIDACEAE","Oxalis diamantinae","Knuth","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis diamantinae ж uma erva rupьcola exclusiva dos Campos Rupestres do bioma Cerrado. ╔ considerada endЖmica, restrita ao Estado de Minas Gerais, conhecida apenas do Planalto de Diamantina, regiсo de Biri-Biri. Apresenta EOO de 230,82 km▓ e AOO de 12 km▓, e sofre constante pressсo do ecoturismo desordenado, queimadas e criaусo de gado. Representada por apenas duas coleушes, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (CR), sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20diamantinae","Cerrado"],
    [3685,"OXALIDACEAE","Oxalis doceana","Lourteig","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis doceana ж uma erva exclusiva da Floresta Ombrзfila Densa do bioma Mata AtlРntica, ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo, o qual apresenta apenas 10% de remanescentes florestais originais, sendo conhecida apenas da regiсo do Rio Doce, no municьpio de Linhares. Representada por apenas duas coleушes, nсo recoletada hр 41 anos, a espжcie apresenta AOO de 4 km▓. Encontra-se constantemente ameaуada pela cultura do cacau, que ж secular na regiсo norte do Estado e utiliza mais de 80% (17 mil ha) das florestas Яs margens do Rio Doce. Pelas razшes expostas, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20doceana","Mata AtlРntica"],
    [3686,"OXALIDACEAE","Oxalis hedysarifolia","Raddi","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis hedysarifolia caracteriza-se por ervas, subarbustos ou arbustos, terrьcolas. NсoendЖmica do Brasil. Ocorre da regiсo norte a sul do paьs, nсo estando ameaуadano contexto nacional. Apresenta ampla extensсo de ocorrЖncia, e ocorre em amplafaixa altitudinal, variando do nьvel do mar atж 1000m de altitude. Presente emtrЖs domьnios fitogeogrрficos, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, neste Щltimoocorre em Floresta Ombrзfila Densa, Floresta Estacional Semidecidual, formaушescampestres e restinga. Protegida por Unidades de Conservaусo. Bem representadaem coleушes cientьficas, inclusive por coletas recentes. Nсo atribui valorcomercial.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20hedysarifolia","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3687,"OXALIDACEAE","Oxalis hyalotricha","Lourteig","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis hyalotricha ж uma erva ereta ou subarbustiva, terrьcola. Ocorre nos Estados do Mato Grosso do Sul, Sсo Paulo e Paranр, em Floresta Estacional Semidecidual e Formaушes Campestres, habita matas ciliares e/ou orla de matas. Espжcie pouco representada em coleушes cientьficas, sendo mais presente no Paranр, onde restam apenas 3,4% de cobertura florestal original. Apesar de ocorrer em unidades de conservaусo (SNUC), como no Parque Nacional do Iguaуu e Parque Nacional das Sete Quedas, sofre constante ameaуa do turismo, expansсo urbana desordenada e expansсo da agricultura tradicional. A construусo das Usinas Hidrelжtricas de Ilha Grande e Itaipu, aproveitando o grande aporte do Rio Paranр, influenciou uma grande рrea de ocorrЖncia da espжcie, havendo inclusive registros em рreas a serem inundadas para a construусo das barragens. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20hyalotricha","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3688,"OXALIDACEAE","Oxalis impatiens","Vell.","EN","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis impatiens caracteriza-se por ervas ou subarbustos, terrьcolas. EndЖmica do Brasil, exclusiva do bioma Mata AtlРntica, restrita aos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro, ocorrendo respectivamente no municьpio de Vargem Alta (ES), onde restam 27% da cobertura original de Mata AtlРntica, e Itaperuna (RJ), onde restam apenas 4%. Conhecida por duas coleушes, nсo sendo recoletada hр 56 anos. Tem EOO de 542 km▓. A fragmentaусo de seu hрbitat, devido principalmente Я expansсo urbana, ж uma constante ameaуa Я espжcie, assim, O. impatiens encontra-se \"Em perigo\" (EN), sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20impatiens","Mata AtlРntica"],
    [3689,"OXALIDACEAE","Oxalis kuhlmannii","Lourteig","CR","B2ab(iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis kuhlmannii caracteriza-se por ervas terrьcolas. EndЖmica do Brasil, a espжcie ж restrita ao bioma Mata AtlРntica, ocorre nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo, porжm segundo dados de coleушes de herbрrio, sua distribuiусo ж mais restrita, estando confinada ao Estado do Espьrito Santo, havendo apenas dois registros de coleta: um no municьpio de Cachoeiro do Itapemirim, outro em Colatina, que apresentam, respectivamente, apenas 11% e 6% de remanescentes da sua cobertura florestal original. Apresenta AOO de 8 km▓. Apesar de estar protegida pela Reserva Florestal de Bananal do Norte, sua рrea de ocorrЖncia coincide com regiшes bastante antropizadas e sujeitas principalmente Я expansсo urbana e Я consequente fragmentaусo de hрbitat. Devido Яs ameaуas incidentes na regiсo e levando-se em consideraусo o grande perьodo com ausЖncia de coletas, pode-se suspeitar que ocorreu declьnio no nЩmero de indivьduos maduros, bem como no nЩmero de subpopulaушes da espжcie. Portanto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes, tendo em vista a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [3690,"OXALIDACEAE","Oxalis mandioccana","Raddi","VU","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis mandioccana ж endЖmica do Brasil, restrita Я Mata AtlРntica, bioma altamente fragmentado, ocorre em Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Apresenta uma EOO de 17.419,64 km▓. Protegida pelo Parque Nacional da Serra dos Мrgсos e Reserva Ecolзgica Estadual do Paraьso, no Rio de Janeiro, a espжcie tambжm pode ser encontrada no municьpio de Itaguaуu (ES) e Matias Barbosa (MG), onde remanescem respectivamente 10% e 24% da cobertura florestal original. A Щltima coleусo registrada data de 2007, coletada em рrea recжm-incorporada ao Parque Nacional da Serra dos Мrgсos, no distrito de Santo Aleixo, municьpio de Magж (RJ), o que infere na ocorrЖncia de novas subpopulaушes nos arredores do Parque. Pelo exposto, portanto, a espжcie encontra-se \"Vulnerрvel\" (VU) em relaусo ao seu risco de extinусo, sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20mandioccana","Mata AtlРntica"],
    [3691,"OXALIDACEAE","Oxalis neuwiedii","Zucc.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis neuwiedii compreende duas subespжcies, subsp. neuwiedii e pardoensis, esta serр elevada Я nьvel de espжcie (Fiaschi, P., com. pessoal), logo a avaliaусo de risco restringe-se a subsp. neuwedii.  Caracteriza-se por ervas eretas, terrьcolas. EndЖmica do Brasil. Apresenta ampla extensсo de ocorrЖncia, ocorre em Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica, nesta em Floresta Estacional Semidecidual, no interior e borda de matas. Ocorre nos estados da Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Apresenta um EOO de 42.000km▓. Protegida pela Reserva Biolзgica de Sooretama e Reserva Biolзgica da Cia Vale do Rio Doce, nesta com abundante ocorrЖncia, com subpopulaушes consistentes e viрveis. Bem representada em coleушes biolзgicas, e com registros recentes de coleta. Nсo ameaуada.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20neuwiedii","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3692,"OXALIDACEAE","Oxalis niederleinii","Knuth","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis niederleinii caracteriza-se por ervas, terrьcolas. Nсo endЖmica do Brasil. Considerada Vulnerрvel (VU) pela Lista vermelha da flora de Sсo Paulo (SMA-SP, 2004), porжm ж amplamente distribuьda na regiсo sul do Brasil, sendo uma das espжcies mais comuns nos estado do Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nсo ameaуada.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20niederleinii","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3693,"OXALIDACEAE","Oxalis paranaensis","Lourteig","CR","B2ab(iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis paranaensis ж endЖmica do Brasil, restrita ao bioma Mata AtlРntica, ocorre em Floresta Ombrзfila Mista, no Estado do Paranр, onde resta apenas 1% de sua cobertura florestal original. Encontrada nos municьpios de Sсo Josж dos Pinhais e Piraquara, habita рreas brejosas nos Campos de Altitude. Apresenta EOO de 151,18 km▓ e AOO de 12 km▓, e nсo estр protegida por nenhuma unidade de conservaусo (SNUC). Sua EOO sofre intensa pressсo da extraусo madeireira, queimadas, invasсo de espжcies exзticas atravжs de culturas agrьcolas ou florestais, expansсo urbana, alжm da ocupaусo de terras por movimentos sociais. Pouco representada em coleушes cientьficas, e raras coletas recentes, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (CR), o que demanda investimento em pesquisa cientьfica e em esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [3694,"OXALIDACEAE","Oxalis praetexta","Progel","EN","B1ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis praetexta ж endЖmica do Brasil, restrita ao bioma Mata AtlРntica. Ocorre em Campos de Altitude e Formaушes Campestres, no municьpio de Palmeira e Ponta Grossa, neste, remanescem apenas 8% da cobertura florestal original, no Estado do Paranр. Apresenta EOO de 797,90 km▓. Apesar de estar supostamente protegida por unidade de conservaусo (SNUC) (Parque Estadual de Vila Velha), seu hрbitat ж constantemente ameaуado, havendo supressсo da AOO e no nЩmero de subpopulaушes, que pode ser atribuьda principalmente Я expansсo das atividades agropecuрrias e silviculturais. Essas atividades favorecem ainda a invasсo de espжcies exзticas de alto poder competitivo, alжm disso, a instalaусo de infraestrutura de telecomunicaушes e o turismo desordenado configuram ameaуas diretas Я perpetuaусo da espжcie. Sendo pouco representada em coleушes cientьficas, O. praetexta foi considerada \"Em perigo\" (EN), sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes, tendo em vista a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20praetexta","Mata AtlРntica"],
    [3695,"OXALIDACEAE","Oxalis rhombeo-ovata","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis rhombeo-ovata caracteriza-se por subarbustos. Nсo endЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda na regiсo sudeste e sul, chegando atж a regiсo centro-oeste no estado de Goiрs. Apresenta EOO de 839.288,002km▓. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrзfila Densa, associada a afloramentos rochosos e sub- bosques. Protegida pelo Parque Nacional do IguaуЩ, Parque Estadual de Vila Rica do Espьrito Santo, Parque Estadual de Ibiporс, Parque Estadual Mata dos Godoy, Parque Municipal Arthur Thomas, RPPN Mata Sсo Pedro, Parque Estadual Cantareira e Parque Estadual Morro do Diabo. Bem representada em coleушes cientьficas, inclusive com registros recentes. Espжcie nсo ameaуada no contexto nacional, porжm sua distribuiусo disjunta e pontual entre os estados brasileiros de ocorrЖncia possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20rhombeo-ovata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3696,"OXALIDACEAE","Oxalis sellowii","Spreng.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis sellowii caracteriza-se por ervas ou subarbustos terrьcolas. Nсo endЖmica do Brasil. Restrita aos estados do Paranр, Mato Grosso do Sul e Goiрs, abrange os biomas Cerrado e Mata AtlРntica, nesta em Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta um EOO de 165.080, 752km▓. Apesar de estar protegida por Unidade de Conservaусo,  Parque Nacional das Emas, a regiсo onde ocorre encontra-se sob constante ameaуa, nсo sз pela acelerada antropizaусo de seus habitats,  como tambжm pela constante incidЖncia de incЖndios, o que pode colocр-la em risco em um futuro prзximo.\"","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20sellowii","Cerrado"],
    [3697,"OXALIDACEAE","Oxalis umbraticola","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Oxalis umbraticola ж uma espжcie endЖmica da flora brasileira, amplamente distribuьda no Рmbito nacional, ocorre na Mata AtlРntica, em Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, Cerrado e Caatinga. Apresenta EOO de 851.889,936km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Espжcie nсo ameaуada no contexto nacional, porжm sua distribuiусo disjunta e pontual entre os estados brasileiros de ocorrЖncia possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Oxalis%20umbraticola","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3698,"PALLAVICINIACEAE","Jensenia difformis","(Nees) Grolle","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorre no Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Espьrito Santo (EOO=269,87 km▓) e ж endЖmica da Mata AtlРntica. Embora presente em unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie estр suscetьvel a queimadas. Alжm disso, as regiшes de ocorrЖncia de J. difformis fora de рreas protegidas podem ser consideradas severamente fragmentadas por atividades agrьcolas e de pecuрria, que impossibilitam a reproduусo da espжcie, causam declьnio na EOO, na AOO e na qualidade do hрbitat. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jensenia%20difformis","Mata AtlРntica"],
    [3699,"PALLAVICINIACEAE","Pallavicinia lyellii","(Hook.) S.F.Gray","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pallavicinia%20lyellii","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [3700,"PASSIFLORACEAE","Passiflora actinia","Hook.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora actьnia caracteriza-se por lianas hermafroditas, terrьcolas, perenes. EndЖmica do Brasil. Ocorre do Espьrito Santo ao Rio Grande do Sul.  Restrita ao bioma Mata AtlРntica, habita interior de mata com luz difusa, raramente na orla, capoeiras ou capoeirшes. Apresenta EOO de 315.511,871km▓. Amplamente representada em coleушes cientьficas. Protegida por Unidades de Conservaусo. Apesar de ser uma espжcie com frutos comestьveis, nсo hр nenhuma ameaуa direta que a coloque em risco de extinусo no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20actinia","Mata AtlРntica"],
    [3701,"PASSIFLORACEAE","Passiflora amethystina","J.C.Mikan","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora amethystina caracteriza-se por trepadeiras lenhosas. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica e Pantanal. Amplamente distribuьda nas regiшes nordeste, centro-oeste, sudeste e sul. Apresenta EOO de 4.455.020,565km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Apesar de possuir potencial ornamental, nсo hр nenhuma ameaуa direta que a coloque em risco de extinусo. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20amethystina","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3702,"PASSIFLORACEAE","Passiflora campanulata","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora campanulata caracteriza-se por trepadeiras hermafroditas, perenes, terrьcolas. EndЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda nas regiшes sudeste e sul. Ocorre em Mata AtlРntica e Cerrado, habita preferencialmente em orla de mata em рreas montanhosas, e campos rupestres, em altitudes entre 1390-2100m. Apresenta EOO de 304.353,437km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Bem representada em coleушes cientьcas. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20campanulata","Mata AtlРntica"],
    [3703,"PASSIFLORACEAE","Passiflora edulis","Sims","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora eduliscaracteriza-se por trepadeiras hermafroditas, perenes, terrьcolas. Nсo endЖmicado Brasil. Amplamente distribuьda por todo o territзrio brasileiro, excetoregiсo norte. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado e Pantanal,onde ocorre em florestas, cerrados, escrube, capoeiras e locais antropizados,em solos Щmidos ou bem drenados. Apresenta EOO de 3.656.123,303km▓. Protegidapor Unidade de Conservaусo. Apesar de ser utilizada para fins medicinais eornamentais, alжm de possuьrem frutos comestьveis, ж amplamente cultivada, nсohavendo nenhuma ameaуa direta que a coloque em risco de extinусo. Nсo ameaуadano Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20edulis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [3704,"PASSIFLORACEAE","Passiflora eichleriana","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora eichleriana caracteriza-se por trepadeiras herbрceas, hermafroditas, perenes, terrьcolas. EndЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda na regiсo sul, ocorrendo tambжm nas regiшes centro-oeste e sudeste. Ocorre nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, habita borda de mata, capoeiras e capoeirшes. Apresenta EOO de 809.197,070km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Bem representada em coleушes cientьficas. Apesar da Mata AtlРntica estar severamente fragmentada na regiсo sul do Brasil, nсo hр nenhuma ameaуa direta que a coloque em risco de extinусo. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20eichleriana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3705,"PASSIFLORACEAE","Passiflora elegans","Mast.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora elegans caracteriza-se por trepadeiras lenhosas, hermafroditas, terrьcolas. EndЖmicado Brasil. Restrita do bioma Mata AtlРntica, em floresta ombrзfila densa. Ocorredesde o litoral do estado de Sсo Paulo atж o interior do Rio Grande do Sul, em interiorou borda de mata, tambжm em capoeiras. Apresenta EOO e AOO de 314.270,030km▓ e36km▓ respectivamente. Devido a sua рrea de ocorrЖncia estar severamentefragmentada, seus habitats em constante ameaуa principalmente pela expansсourbana e a pouca representatividade da espжcie em coleушes cientьficas, podemosinferir que trata-se de uma espжcie que poderр estar ameaуada em um futuroprзximo.  Torna-se necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de novassubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20elegans","Mata AtlРntica"],
    [3706,"PASSIFLORACEAE","Passiflora hatschbachii","Cervi","EN","B2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora hatschbachii caracteriza-se por trepadeiras robustas, andrзginas, terrьcolas. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais e, possivelmente, Bahia, entre 150 e 250 m de altitude. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, em Floresta Estacional Semidecidual, habita a copa das рrvores em orla de mata. Apresenta AOO de 12 km▓. Nсo recoletada desde 1998, ж conhecida apenas por coletas pontuais, nos municьpios de Leopoldina, Manga e Jaьba, regiсo centro-norte de Minas Gerais, onde apresenta baixa densidade populacional, e estр sob constante ameaуa devido Я existЖncia da rodovia BR-101 e seus impactos indiretos. Por essas razшes, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Nсo hр estudos populacionais sobre a espжcie, sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [3707,"PASSIFLORACEAE","Passiflora imbeana","Sacco","EN","B1ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora imbeana ж endЖmica do Estado do Rio de Janeiro, restrita ao bioma Mata AtlРntica, ocorrendo em Floresta Ombrзfila Densa, nos Campos de Altitude e Matas Nebulares. Apresenta EOO de 1.499,63 km▓. Pouco representada em coleушes cientьficas, foi coletada pela Щltima vez no municьpio de Cardoso Moreira, em 2008. Apesar de protegida por unidades de conservaусo (SNUC), seu hрbitat ж bastante restrito, e encontra-se sob constante ameaуa, como ж o caso do Parque Estadual do Desengano, onde hoje remanescem apenas as florestas em encosta de grande declividade e nos topos mais altos, alжm da acelerada expansсo urbana no Estado do Rio de Janeiro e dos constantes incЖndios que acometem as regiшes de Campos de Altitude. Nсo existem estudos populacionais sobre a espжcie, sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20imbeana","Mata AtlРntica"],
    [3708,"PASSIFLORACEAE","Passiflora ischnoclada","Harms","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora ischnoclada ж restrita ao bioma Mata AtlРntica, sendo considerada endЖmica do Estado de Sсo Paulo, onde ocorre em Floresta Ombrзfila Densa, entre 800 m e 1.000 m de altitude. Apresenta AOO de 8 km▓. Por ter seu material-tipo destruьdo (A. Loefgren 5754, 10/1901, municьpio de Rio Claro, Santa Branca, Sсo Paulo), a espжcie ж conhecida atualmente por apenas trЖs registros de coleta, realizados nos municьpios de Salesзpolis e Paraibuna, onde remanescem apenas 29% e 13,7% da cobertura original de Mata AtlРntica. Apesar de protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar, encontra-se sob ameaуa da ocupaусo desordenada das encostas, especulaусo imobiliрria, mineraусo e extrativismo vegetal clandestino, alжm do plantio comercial de eucalipto. Por esses motivos, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Como nсo hр estudos populacionais sobre a espжcie, sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20ischnoclada","Mata AtlРntica"],
    [3709,"PASSIFLORACEAE","Passiflora malacophylla","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora malacophylla caracteriza-sepor lianas, perenes, hermafroditas. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomasCaatinga e Mata AtlРntica, distribuindo-se do sul do estado da Bahia atж SсoPaulo. Apresenta EOO de 94.043,001km▓.  Apesarda regiсo onde ocorre estar bastante fragmentada, encontra-se protegida porUnidades de Conservaусo, alжm de ser uma espжcie caracterьstica de florestasperturbadas e matas secundрrias. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20malacophylla","Mata AtlРntica"],
    [3710,"PASSIFLORACEAE","Passiflora margaritae","Sacco","EN","B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora margaritae apresenta sьndrome de dispersсo zoocзrica, sendo considerada endЖmica do Estado do Espьrito Santo (municьpios de Linhares, Pancas e Santa Teresa). ╔ restrita ao bioma Mata AtlРntica, onde ocorre em Floresta Ombrзfila Densa montana e Mata de Tabuleiro. Tem EOO de 2.694,65 km▓ e AOO de 12 km▓. Encontra-se sujeita a quatro situaушes de ameaуa: a implementaусo de lavouras permanentes, a exploraусo madeireira, os reflorestamentos homogЖneos e a abertura de pastagens com a consequente invasсo de espжcies exзticas. Protegida pela Reserva Florestal de Sooretama, ж conhecida por apenas trЖs registros de coleta, sendo o Щltimo datado de 1965. Com base nessas informaушes, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN), sendo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a distribuiусo geogrрfica, a existЖncia de subpopulaушes e o seu real estado de conservaусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20margaritae","Mata AtlРntica"],
    [3711,"PASSIFLORACEAE","Passiflora miersii","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora miersii caracteriza-se por trepadeiras lenhosas, hermafroditas, perenes, terrьcolas. EndЖmica do Brasil. Ocorre no Bioma Mata AtlРntica, em floresta ombrзfila e estacional, em locais Щmidos de mata, Cerrado e cerradсo. Amplamente distribuьda na regiсo sudeste, chegando atж o estado do Paranр, ao sul e Pernambuco, a norte. Apresenta EOO de 983.046,271km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Bem representada em coleушes cientьficas, apresenta coletas recentes. Devido a sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20miersii","Mata AtlРntica"],
    [3712,"PASSIFLORACEAE","Passiflora organensis","Gardner","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora organensis caracteriza-se por trepadeiras perenes, hermafroditas, terrьcolas. EndЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda pela costa sudeste e sul, no bioma Mata AtlРntica, em floresta ombrзfila densa montana e sub-montana, ocorre tambжm no Cerrado. Distribui-se do estado de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, chegando atж o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Apresenta EOO de 2.145.785,456km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Espжcie bem representada em coleушes cientьficas. Devido a sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20organensis","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3713,"PASSIFLORACEAE","Passiflora racemosa","Brot.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora racemosa caracteriza-sepor trepadeiras, perenes, hermafroditas, terrьcolas. EndЖmica do Brasil.Distribui-se nos estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro, neste Щltimo жamplamente distribuьda. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ocorre em restingas efloresta ombrзfila densa, preferencialmente no interior de matas de encosta.Apresenta EOO de 25.655,399km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo.Amplamente representada em coleушes cientьficas, inclusive por coletasrecentes. Sua рrea de ocorrЖncia, apesar de bastante alterada pela expansсourbana, especulaусo imobiliрria e atividades turьsticas e de lazer, nсo representamameaуas diretas a espжcie. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20racemosa","Mata AtlРntica"],
    [3714,"PASSIFLORACEAE","Passiflora saccoi","Cervi","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora saccoi caracteriza-se por trepadeiras, hermafroditas, terrьcolas. EndЖmica doBrasil. Segundo Forzza et al. (2012)ocorre nos estados do Parр e Minas Gerais, nos biomas AmazЗnia, Caatinga,Cerrado e Mata AtlРntica, porжm baseando-se em dados disponьveis para aespжcie, existem incongruЖncias quanto a sua distribuiусo. Segundo dadosdisponьveis no Species Link (http://www.splink.org.br/index)ocorre no estado doEspьrito Santo, municьpio de Linhares (T.S. Santos 2033), no Paranр, municьpiode Campina Grande do Sul (E. Melo 2528) e Minas Gerais, Яs margens do RioParaopeba (E.P. Heringer 6467). ╔ necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a real distribuiусo geogrрfica,a existЖncia de subpopulaушes, e o real estado de conservaусo da espжcie.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20saccoi","Mata AtlРntica"],
    [3715,"PASSIFLORACEAE","Passiflora setulosa","Killip","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora setulosa ж endЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Sсo Paulo e Paranр, nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, em Campos Limpos e bordas de mata. Apresenta AOO de 40 km▓. As regiшes onde ocorre vЖm sofrendo intenso processo de desflorestamento, principalmente devido Я agricultura e pecuрria intensivas. Por exemplo, os municьpios de Curitiba e Jaguariaьva (PR) tЖm somente 1,2% e 2,6% da cobertura florestal original, respectivamente. Pouco representada em coleушes cientьficas, sendo o Щltimo registro datado de 1993, em Jaguariaьva, a espжcie ж pouco conhecida. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Como nсo hр estudos populacionais sobre a espжcie, sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes, tendo em conta a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20setulosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3716,"PASSIFLORACEAE","Passiflora tricuspis","Mast.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora tricuspis caracteriza-se por trepadeiras herbрceas, hermafroditas, terrьcolas. Nсo endЖmica do Brasil. Amplamente distribuьda entre 200-1100m de altitude no territзrio brasileiro, sendo mais abundante nos estados de Goiрs, Mato Grosso do Sul, Sсo Paulo e Paranр. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado, AmazЗnia e Pantanal. Apresenta EOO de 3.602.468,173km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo. Devido a sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20tricuspis","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Cerrado, Pantanal, Caatinga"],
    [3717,"PASSIFLORACEAE","Passiflora urubiciensis","Cervi","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Passiflora urubiciensis ж uma espжcie recжm-descrita, caracterizada por plantas trepadeiras herbрceas, terrьcolas andrзginas e perenes. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, ж encontrada em Floresta Ombrзfila Densa, em Mata de Galeria, entre 900 m e 1.000 m de altitude. Apresenta EOO de 1.075,22 km▓ e AOO de 20 km▓, estando sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: agricultura, expansсo urbana desordenada e extraусo de carvсo mineral. Nos municьpios onde foi coletada, em Urubici (SC) e Morro Reuter (RS), remanescem 41% e 31% da cobertura vegetal original, respectivamente. Estр representada por poucos registros de coleta em coleушes cientьficas. Foi considerada \"Em perigo\" (EN). Sсo necessрrios, portanto, investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a real distribuiусo geogrрfica, a existЖncia de subpopulaушes e o estado de conservaусo da espжcie.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Passiflora%20urubiciensis","Mata AtlРntica"],
    [3718,"PELLIACEAE","Noteroclada confluens","Taylor ex Hook. & Wilson","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs apresenta ampla distribuiусo.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Noteroclada%20confluens","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3719,"PENTAPHYLACACEAE","Ternstroemia brasiliensis","Cambess.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo no Brasil pela floresta pluvial AtlРntica e matas nebulares e alto-montanas. Base de dados dos registros de ocorrЖncia estр incompleta.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ternstroemia%20brasiliensis","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3720,"PENTAPHYLACACEAE","Ternstroemia cuneifolia","Gardner","VU","B2ab(i,iii,v)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea baixa, da Mata AtlРntica, ocorre em Florestas Nebulares, Campos de Altitude e Campos Rupestres. Tem ampla distribuiусo, com EOO de 365.89 km▓, mas ж rara com distribuiусo esparsa em 40 km▓ de AOO. Estр sujeita a sete situaушes de ameaуa: em Alto Caparaз, Catas Altas, Diamantina, Santa Luzia (MG), Morro do Chapжu (BA), Teresзpolis (RJ), Alto Paraьso de Goiрs (GO). Encontra-se ameaуada pela perda de hрbitat, pelo declьnio na EOO e pelo nЩmero de situaушes de ameaуa, em decorrЖncia do aumento da frequЖncia de incЖndios, sobretudo nas рreas mais interiores, que afetam as subpopulaушes mais raras de Goiрs e Bahia, onde nсo ж coletada desde 1975 e 1986, respectivamente. Diante do exposto, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ternstroemia%20cuneifolia","Mata AtlРntica"],
    [3721,"PHYLLANTHACEAE","Margaritaria nobilis","L.f.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Margaritaria nobilis ж uma espжcie arbustiva ocorrente em todo o Brasil. Habita diferentes tipos de habitat como floresta ciliar e/ou de galeria, floresta de vрrzea, floresta estacional semidecidual, floresta ombrзfila e floresta ombrзfila mista. Possui ampla distribuiусo e abundРncia, alжm de ser bem representada em рreas protegidas. Desta forma, a espжcie ж considerada menos preocupante (LC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Margaritaria%20nobilis","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [3722,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus angustissimus","MЧll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phillanthus angustissimus ж uma espжcie ocorrente nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Sсo Paulo. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 242.027km▓ em altitudes entre 640m e 2075m. Habita campos rupestres e restingas. Apesar de ocorrer em рreas ameaуadas, a espжcie possui ampla distribuiусo e abundРncia, ocorre em diferentes tipos altitudinais e vegetacionais e possui registros em рreas protegidas. Desta forma, Phillanthus angustissimus ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20angustissimus","Cerrado"],
    [3723,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus choretroides","MЧll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phillanthus choretroides ж uma espжcie ocorrente nos estados da Bahia, Minas Gerais e Goiрs. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 222.154km▓ em altitudes entre 750m e 1820m. Habita campos rupestres sobre solos arenosos ou pedregosos. Apesar de ocorrer em рreas ameaуadas, a espжcie possui ampla distribuiусo e abundРncia, ocorre em diferentes tipos altitudinais, alжm de possuir registros em рreas protegidas. Desta forma, Phillanthus choretroides ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20choretroides","Cerrado"],
    [3724,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus claussenii","MЧll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus clauseniiж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados do nordeste, centro-oeste e sudeste do Brasil. Habita diferentes tipos de habitat como Cerrado, Campo Rupestre, Carrasco e Caatinga, e Floresta Estacional Semidecidual. Possui ampla distribuiусo e abundРncia, alжm de ser bem representada em рreas protegidas. Desta forma, a espжcie ж considerada menos preocupante (LC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20claussenii","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3725,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus gladiatus","MЧll.Arg.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus gladiatus ж uma espжcie arbustiva ocorrente nos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Minas Gerais, em altitudes de atж 1.300 m. Ocupa uma AOO de 20 km▓. Estudos revelaram que a espжcie tem germinaусo e propagaусo vegetativa difьcil. Ocorre somente em solos arenosos a argilosos e ж restrita a ambientes com floresta sombreada de Restinga. Os ambientes de Restinga sofrem atualmente drрstica influЖncia antropogЖnica, devido Я ocupaусo desordenada, mineraусo e agricultura, havendo somente pequenas manchas remanescentes. Em razсo de sua distribuiусo restrita, da especificidade e da reduусo de hрbitat, P. gladiatus foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20gladiatus","Mata AtlРntica"],
    [3726,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus retroflexus","Brade","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus retroflexus ж uma espжcie ocorrente nos Estados da Bahia e Espьrito Santo, em altitudes que variam entre 577 m e 800 m, com uma EOO de 6.839,13 km▓. Desenvolve-se em ambientes de Campos Rupestres e Floresta Ombrзfila Montana. Os locais onde ocorre tЖm um histзrico de destruiусo que seguiu os ciclos econЗmicos regionais e, atualmente, sofrem com a expansсo urbana e de рreas para agricultura e com a pressсo imobiliрria, resultando em uma severa fragmentaусo do hрbitat da espжcie. Em razсo de uma EOO menor que 20.000 km▓ e por esta estar em declьnio, P. retroflexus foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20retroflexus","Mata AtlРntica"],
    [3727,"PHYLLANTHACEAE","Phyllanthus rosellus","(MЧll.Arg.) MЧll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Phyllanthus rosellus ж uma espжcie arbustiva ocorrente em campos rupestres de Cerrado e Mata AtlРntica nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр, com uma extensсo de ocorrЖncia de 379.360km▓. Apesar de ocorrer em рreas com impactos ambientais, a espжcie possui ampla distribuiусo e abundРncia, alжm de ser bem representada em рreas protegidas. Desta forma, a espжcie ж considerada menos preocupante (LC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllanthus%20rosellus","Mata AtlРntica"],
    [3728,"PHYLLANTHACEAE","Savia dictyocarpa","MЧll.Arg.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Savia dictyocarpa ж uma espжcie arbustiva ocorrente nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Paranр e Santa Catarina, Sergipe, Cearр e Rio Grande do Norte. Habita Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Possui ampla distribuiусo e abundРncia, alжm de ser bem representada em рreas protegidas. Desta forma, a espжcie ж considerada menos preocupante (LC).","2012-09-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Savia%20dictyocarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3729,"PHYTOLACCACEAE","Microtea bahiensis","Marchior. & J.C.Siqueira","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. bahiensis ж uma herbрcea endЖmica da Bahia, ocorrendo em vegetaусo arbustiva e Floresta Semidecьdua da Caatinga. As subpopulaушes conhecidas estсo isoladas, representam tamanho populacional pequeno e perfazem AOO de 20 km▓. A espжcie foi categorizada, em funусo desses fatores, como \"Em perigo\" (EN). As ameaуas incidentes nas рreas em que M. bahiensis ocorre sсo o crescimento de рreas urbanas e as atividades agropecuрrias, fatores que identificam quatro situaушes de ameaуa incidentes sobre a espжcie, determinadas pela perda de hрbitat, que causa declьnio da EOO, da AOO e da qualidade do hрbitat.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20bahiensis","Caatinga"],
    [3730,"PHYTOLACCACEAE","Microtea maypurensis","(Kunth) G.Don","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. maypurensis ж uma herbрcea nсo endЖmica do Brasil e com ampla distribuiусo, ocorrendo nos biomas AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica. Possui Extensсo de OcorrЖncia superior Я 20.000, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20maypurensis","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3731,"PHYTOLACCACEAE","Microtea papilosa","Marchior. & J.C.Siqueira","VU","B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. papilosa ж uma herbрcea com ocorrЖncia no Cerrado, conhecida por coletas botРnicas recentes na Bahia e outras mais antigas em Minas Gerais. A EOO ж menor que 20.000 km▓, e a vegetaусo de рreas arenosas como aquelas onde M. papilosa ocorre ж bastante vulnerрvel Яs atividades antrзpicas incidentes, tais como a expansсo das рreas urbanas, a retirada ilegal de areia e a extraусo de minжrios. Assim, a regiсo de ocorrЖncia estр ameaуada pelo declьnio da qualidade do hрbitat e por estar sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas, o que possibilitou considerar M. papilosa \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20papilosa","Cerrado"],
    [3732,"PHYTOLACCACEAE","Microtea scabrida","Urb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. scabrida ж uma herbрcea nсo endЖmica do Brasil, com distribuiусo em 5 biomas. Ocorre associada a ambientes com alta luminosidade como os orlas e clareiras de mata. Possui Extensсo de OcorrЖncia superior Я 20.000, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microtea%20scabrida","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3733,"PHYTOLACCACEAE","Seguieria americana","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. americana ж uma arbзrea ou liana nсo endЖmica do Brasil, habitando em 3 biomas brasileiros com ampla variedade fitofisionЗmicas. Possui Extensсo de OcorrЖncia superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seguieria%20americana","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3734,"PHYTOLACCACEAE","Seguieria langsdorffii","Moq.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. langsdorffii ж uma arbзrea com ocorrЖncia pelos biomas Mata AtlРntica e Cerrado. Diversos estudos amostraram a ocorrЖncia da espжcie, sendo considerada comum e com baixa densidade. Possui Extensсo de OcorrЖncia estimada superior Я 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Seguieria%20langsdorffii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3735,"PHYTOLACCACEAE","Trichostigma octandrum","(L.) H.Walter","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. octandrum ж uma liana arbustiva com distribuiусo em 3 biomas brasileiros. Ocorre em diferentes fitofisionomias como as florestas primarias Щmidas, secundрrias e alteradas. Embora tenha usos artesanais e medicinais, a espжcie nсo estр em risco de extinусo por possuir Extensсo de OcorrЖncia bastante superior a 20.000 km▓.","2012-09-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichostigma%20octandrum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3736,"PICRAMNIACEAE","Picramnia coccinea","W.W.Thomas","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva do sub-bosque da Mata AtlРntica do sul da Bahia. Seu EOO ж calculado em 464,2 km▓ e AOO em 16 km▓. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa distintas. As subpopulaушes dos municьpios de Itacarж, Ilhжus, Una e Uruуuca encontram-se ameaуadas principalmente pela perda de рrea e da qualidade do hрbitat, em consequЖncia do desmatamento para produусo de coco, banana, borracha, dendЖ, alжm do tradicional cultivo de cacau, o principal produto da regiсo, e da extraусo de piaуava. Por isso, P. coccinea foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20coccinea","Mata AtlРntica"],
    [3737,"PICRAMNIACEAE","Picramnia parvifolia","Engl.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea baixa com distribuiусo na Mata AtlРntica, do estado de Sсo Paulo ao norte do Rio Grande do Sul, nas formaушes pluvial, semidecьdua e mista de Araucрria. Extensсo de ocorrЖncia de 283.321km▓. Sem uso significativo ou pressсo de coleta.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20parvifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3738,"PICRAMNIACEAE","Picramnia sellowii","Planch.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea baixa, nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre amplamente distribuьda em todas as regiшes do paьs, nas florestas dos domьnios da AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica. Sem usos especьfico, embora o gЖnero possua propriedades medicinais.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picramnia%20sellowii","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3739,"PIPERACEAE","Ottonia sampaioi","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas do material tipo. A ausЖncia de informaушes sobre o local de coleta pode inviabilizar aушes voltadas para a redescoberta da espжcie na natureza. As informaушes disponьveis sсo insuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2011-10-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ottonia%20sampaioi","Mata AtlРntica"],
    [3740,"PIPERACEAE","Peperomia adsurgens","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, EOO  menor que 5.000 km▓. Foi encontrada, atж o momento, em apenas duas localidades ambas com um registro somente. Hр necessidade de estudos complementares para a avaliaусo de risco do taxon.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20adsurgens","Mata AtlРntica"],
    [3741,"PIPERACEAE","Peperomia apiahyensis","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie possui apenas dois registros, sendo que para um deles as informaушes disponьveis nсo permitem a recoleta do material. O outro registro aponta a restriусo da populaусo a determinado habitat. Apesar de estar dentro de Unidade de Conservaусo, estima-se que esta especificidade de habitat possa limitar a ocorrЖncia da espжcie. Portanto os dados disponьveis sсo insuficientes para a avaliaусo de risco da espжcie.","2011-11-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20apiahyensis","Mata AtlРntica"],
    [3742,"PIPERACEAE","Peperomia clivicola","Yunck.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo e ocorrendo em рreas de Unidade de Conservaусo. Embora o nЩmero de registros da espжcie nсo seja significativo a presenуa em unidades de conservaусo permite a classificaусo da espжcie como menos preocupante - LC.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20clivicola","Mata AtlРntica"],
    [3743,"PIPERACEAE","Peperomia cooperi","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas do material tipo, coletada a mais de 100 anos. A ausЖnciade informaушes sobre o local de coleta pode inviabilizar aушes voltadas para aredescoberta da espжcie na natureza. As informaушes disponьveis sсo inadequadaspara a avaliaусo de risco da espжcie.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20cooperi","Mata AtlРntica"],
    [3744,"PIPERACEAE","Peperomia cordigera","Dahlst.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. cordigera ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos Estados de Minas Gerais e Espьrito Santo. Desenvolve-se em Formaушes Campestres rupestres e Floresta Ombrзfila Densa. A espжcie apresenta AOO menor que 20 km▓ e tem somente cinco registros de coleta, a maioria realizada hр mais de 50 anos, com apenas uma efetuada recentemente. A perda de cobertura vegetal, significando diminuiусo na qualidade do hрbitat e/ou reduусo de hрbitat, ж uma ameaуa bastante presente para todas as subpopulaушes remanescentes. ╔ considerada \"Vulnerрvel\" (VU). Sugere-se a implantaусo de estudos para subsidiar nova avaliaусo no futuro.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20cordigera","Mata AtlРntica"],
    [3745,"PIPERACEAE","Peperomia diaphanoides","Dahlst.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Peperomia diaphanoides ж uma espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica, ocorrendo nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e Rio Grande do Sul, possui uma extensсo de ocorrЖncia de 409.559,968 km▓. Desenvolve-se em diferentes fitofisionomias do cerrado e Mata AtlРntica. Algumas subpopulaушes estсo ameaуas por atividades de mineraусo, apesar disso pesquisas sobre a restauraусo da vegetaусo de campos rupestres ferruginosos vЖm sendo conduzidas, alжm da espжcie ocorrer em рreas protegidas. Desta forma, Peperomia diaphanoides ж uma espжcie menos preocupante (LC). Porжm, sugere-se acoleta de maiores informaушes populacionais as quais poderсo levр-la futuramente a uma nova avaliaусo.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20diaphanoides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3746,"PIPERACEAE","Peperomia distachya","(L.) A.Dietr.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica restrita, encontrada na faixalitorРnea dos estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Registrada a mais de 130anos em uma localidade entre Santos e Sorocaba e mais recentemente em Ubatuba,Sсo Paulo e em uma localidade no Parque Estadual da Ilha Grande, estado do Riode Janeiro. Transformaушes na cobertura vegetal original devido ao desmatamentoe expansсo urbana colocam a espжcie em contьnuo declьnio em EOO, AOO, qualidadedo habitat e nЩmero de populaушes para a regiсo de Santos/Sorocaba. Nas demais localidades a espжcie ocorre em рreas protegidas, portanto, resguardadas. A espжcie foi categorizada como DD.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20distachya","Mata AtlРntica"],
    [3747,"PIPERACEAE","Peperomia emarginella","(Sw.) C.DC.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica, EOO de 213.982,847 km▓. Ocorrenos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Desenvolve-se em diferentes tipos vegetacionais e ж considerada uma espжcie-alvo para aушes de conservaусo no Estado de Sсo Paulo. Emtodos os estados a espжcie ж registrada em ao menos uma unidade de conservaусo. Desta forma, Peperomia emarginella ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20emarginella","Mata AtlРntica"],
    [3748,"PIPERACEAE","Peperomia gardneriana","Miq.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica, EOO de 351.976,261 km▓,ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Nos estados de Sсo Paulo e Rio deJaneiro a espжcie foi registrada, uma Щnica vez, a mais de 70 anos nas unidadesde conservaусo, Parque Nacional da Bocaina e Parque Nacional da Tijuca. Para osdemais estados onde a espжcie pode ser encontrada, Goiрs, Minas Gerais e oDistrito Federal existem ameaуas sobre a espжcie, em especial o desmatamento.No entanto, a totalidade das informaушes disponьveis qualificam a espжcie como menos preocupante (LC).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20gardneriana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3749,"PIPERACEAE","Peperomia gracilis","Dahlst.","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica restrita, EOO de 556,12 km▓, ж registrada em trЖs localidades, duas no Estado de Sсo Paulo e uma no Paranр, todas efetuadas hр mais de 40 anos. Nesses locais, a aусo de desmatamento ж muito intensa, significando forte pressсo sobre as populaушes remanescentes da espжcie que, aliada ao declьnio na qualidade do hрbitat e nos valores de EOO e AOO do tрxon, tem sua perpetuaусo na natureza comprometida. No Paranр, o desmatamento na localidade onde a espжcie pode ser encontrada foi responsрvel pela diminuiусo de 75% na cobertura vegetal original. P. gracilis foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20gracilis","Mata AtlРntica"],
    [3750,"PIPERACEAE","Peperomia guarujana","C.DC.","CR","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie endЖmica, ж conhecida apenas pelo material tipo coletado no Guarujр (SP), provavelmente no ano de 1907, жpoca em que o coletor realizou viagens nessa localidade. Nos Щltimos 50 anos, a regiсo tem estado sob forte pressсo da expansсo urbana e dados recentes apontam a perda de 57% da cobertura vegetal original. ╔ muito provрvel que a espжcie nсo mais exista, considerando a perda do hрbitat original e ausЖncia de outros registros posteriores. Por esses fatores, foi classificada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20guarujana","Mata AtlРntica"],
    [3751,"PIPERACEAE","Peperomia hemmendorffii","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica restrita com EOO de 540,71 km▓. ╔ conhecida apenas em duas regiшes situadas nos Estados de Sсo Paulo e de Minas Gerais. Na regiсo no Estado de Sсo Paulo, onde um Щnico registro ocorreu hр 114 anos, atualmente existem apenas 5% de remanescentes da vegetaусo original. Uma nova coleta foi realizada hр cerca de oito anos em Minas Gerais. Porжm, a despeito de um possьvel aumento na EOO considerando a nova coleta, as рreas naturais nessa regiсo tambжm tЖm sido reduzidas, principalmente devido ao desmatamento. Assim, ж plausьvel supor que a espжcie nсo mais ocorra na regiсo de Sсo Paulo e que as populaушes presentes em Minas Gerais estejam em declьnio. Esses fatores foram considerados para a classificaусo da espжcie como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hemmendorffii","Mata AtlРntica"],
    [3752,"PIPERACEAE","Peperomia hernandiaefolia","(Vahl) A.Dietr.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo disjunta, ocorrendo na AmazЗnia ocidental e nafaixa atlРntica. Esta caracterьstica confere a espжcie uma ampla distribuiусogeogrрfica com EOO de 2.551.977,350 km▓. Apesar da extensa distribuiусo aespжcie apresenta pequeno nЩmero de registros. Para a AmazЗnia ocidental aespжcie ocorre em 3 localidades e na faixa atlРntica foi registrada em 10localidades. A localizaусo das subpopulaушes amazЗnicas em regiсo de difьcil acessoconfere a estas um alto nьvel de proteусo. O mesmo nсo pode ser ditopara as subpopulaушes extra-amazЗnicas encontradas nos estados da Bahia, MinasGerais e Espьrito Santo, cujas рreas de ocorrЖncia sofreram ou vЖm sofrendo comperda de cobertura vegetal em decorrЖncia da expansсo agrьcola ou queimadas. Assim, embora existam diferentes nьveis de proteусo para as vрrias subpopulaушes da espжcie os dados acima mencionados classificam a espжcie com menos preocupante (LC).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hernandiaefolia","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3753,"PIPERACEAE","Peperomia hydrocotyloides","Yunck.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica com EOO de 298.957,328 km▓. A espжciepossui registros para os estados do Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Sсo Paulo, Paranрe Santa Catarina. Aparentemente nсo ocorre em рreas protegidas. Em todos os locais de ocorrЖncia da espжcie suas populaушes estсoexpostas Я grande pressсo, a perda de cobertura vegetal significa reduусo e comprometimento das рreas onde a espжcie ocorre. A espжcie estр possivelmente extintano Rio de Janeiro considerando que o Щnico registro ocorreu em Copacabana. Estas informaушes indicam que a espжcie possui um potencial para ser categorizada em algum grau de ameaуa em um futuro prзximo, desta forma, considera-se que Peperomia hydrocotyloides estр quase ameaуada (NT). Sugere-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20hydrocotyloides","Mata AtlРntica"],
    [3754,"PIPERACEAE","Peperomia itatiaiana","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, com EOO de 165,63 km▓. Peperomia itatiaiana ж registrada em uma localidade no Estado de Sсo Paulo, Campos do Jordсo, e uma localidade no Parque Nacional do Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro. Em ambas, a coleta ocorreu hр mais de 70 anos. Em Campos do Jordсo a expansсo urbana desordenada e contьnua representa risco Я perpetuaусo da espжcie na natureza. A presenуa em uma unidade de conservaусo (SNUC), o Parque Nacional de Itatiaia, nсo garante proteусo a P. Itatiaiana devido aos registros de ocorrЖncia de incЖndios, Я presenуa de gado e aos desmatamentos. Portanto, hр um declьnio na qualidade e na extensсo do hрbitat em razсo de diferentes aушes humanas. Essas ameaуas, provavelmente estсo causando uma reduусo considerрvel no tamanho das populaушes remanescentes. Esses fatores foram considerados ameaуas potenciais Я espжcie, que foi classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20itatiaiana","Mata AtlРntica"],
    [3755,"PIPERACEAE","Peperomia loefgrenii","Yunck.","EN","A2c,B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita com EOO de 275,47 km▓, ж conhecida de sua localidade-tipo no Estado de Sсo Paulo e de outra localidade no Estado do Rio de Janeiro, onde as transformaушes na regiсo de ocorrЖncia da espжcie, associadas ao desmatamento, Я expansсo de cidades e Яs mudanуas de uso da terra causam declьnio na qualidade, EOO e AOO. Em decorrЖncia desses fatores, observam-se diminuiусo do hрbitat apropriado para a espжcie e consequente reduусo do tamanho das subpopulaушes remanescentes. Em Sсo Paulo, os dados disponьveis sugerem uma grande possibilidade de extinусo da espжcie em seu hрbitat. Esses dados indicaram P. loefgrenii como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20loefgrenii","Mata AtlРntica"],
    [3756,"PIPERACEAE","Peperomia loxensis","Kunth","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Peperomia loxensis possui ampla distribuiусo geogrрfica, EOO de 1.038.554,257 km▓ e estр bem representada em diferentes fitofisionomias. Embora seu habitatnatural possa estar sob algum tipo de pressсo desfavorрvel em algumaslocalidades, a extensсo de sua рrea de ocorrЖncia, sua plasticidade ecolзgica e sua presenуa em рreas protegidas a qualificam como menos preocupante (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20loxensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3757,"PIPERACEAE","Peperomia lyman-smithii","Yunck.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Peperomia lyman-smithii ж uma espжcie herbрcea de ampla distribuiусo ocorrente nos estados do Rio de Janeiro, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com EOO de 285.914,590 km▓. Desenvolve-se em floresta ombrзfila densa e floresta ombrзfila mista. Ocorre em рreas protegidas. Desta forma, pode-se dizer que Peperomia lyman-smithii ж uma espжcie menos preocupante (LC). Porжm, como muitas das coletas realizadas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul sсo antigas, sugere-se um maior esforуo de coleta nestas рreas e estudos populacionais, os quais poderсo levar a espжcie a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20lyman-smithii","Mata AtlРntica"],
    [3758,"PIPERACEAE","Peperomia mandioccana","Miq.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de extensсo geogrрfica ampla com EOO de 295.838,824 km▓, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. A espжcie ж registrada em seis unidades de conservaусo distribuьdas nas diferentes unidades federativas onde ocorre. Embora algum tipo de pressсo desfavorрvel possa estaratuando em algumas localidades a extensсo de sua рrea de ocorrЖncia qualifica aespжcie como menos preocupante LC.","2012-04-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20mandioccana","Mata AtlРntica"],
    [3759,"PIPERACEAE","Peperomia mosenii","Dahlst.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж dedistribuiусo restrita com EOO de 23.204,104 km▓. A espжcie apresente registrospara os estados de Sсo Paulo e Minas Gerais. Em Sсo Paulo as coletas ocorrerama mais de 100 anos, sendo muito grandes as possibilidades de nсo ocorrЖnciaatual da espжcie devido a desfiguraусo das рreas naturais nas regiшes onde osregistros foram realizados. Em Minas Gerais a espжcie foi registrada em duaslocalidades, uma unidade de conservaусo e em regiсo passьvel de intervenусohumana. Portanto existe perda de cobertura vegetal, acarretando diminuiусo naquantidade e qualidade do habitat da espжcie. Essas caracterьsticas implicam empossьvel ameaуa em futuro prзximo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20mosenii","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3760,"PIPERACEAE","Peperomia nitida","Dahlst.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e em alguns estados representada em unidades de conservaусo.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20nitida","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3761,"PIPERACEAE","Peperomia oreophila","Henschen","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo ampla e em diferentes fitofisionomias. Embora alguns locais de ocorrЖncia da espжcie sofram supressсo da vegetaусo por atividades agropecuрrias ou de mineraусo a ampla distribuiусo e a presenуa em unidades de conservaусo, garantem a permanЖncia da espжcie na natureza.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20oreophila","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3762,"PIPERACEAE","Peperomia pellucida","(L.) Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e presente em diferentes fitofisionomias. Embora em alguns locais de ocorrЖncia esteja havendo declьnio da cobertura vegetal sua extensсo de ocorrЖncia permite classificр-la em menos preocupante LC.?","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20pellucida","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3763,"PIPERACEAE","Peperomia pseudoestrellensis","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma Extensсo de OcorrЖncia de ca. 556.000 km2, alжm de apresentar vрrias coletas dentro de unidades de conservaусo e possuir nЩmero grande de registros de ocorrЖncia, de onde se infere que a espжcie ж relativamente abundante ao longo de sua distribuiусo.","2011-10-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20pseudoestrellensis","Mata AtlРntica"],
    [3764,"PIPERACEAE","Peperomia psilostachya","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo. Problemas de ameaуa sсo relatados para duas variedades da espжcie que sсo de distribuiусo restrita. Porжm, como um todo, a ampla distribuiусo nсo sugere ameaуa para a espжcie. ?","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20psilostachya","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3765,"PIPERACEAE","Peperomia quadrifolia","(L.) Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mжdia, provavelmente extinta no estado de Sсo Paulo. Porжm esta grave situaусo nсo ocorre nas demais regiшes onde a espжcie estр presente. Em algumas regiшes a espжcie ж registrada em mais de uma unidade de conservaусo, garantindo a manutenусo da espжcie.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20quadrifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3766,"PIPERACEAE","Peperomia regelii","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Embora a espжcie tenha ampla extensсo de ocorrЖncia, EOO de 655.541,466 km▓ apresenta nЩmero de registros bastante reduzido. A espжcie ж citada para 5 estados, porжm em todos apresenta apenas um registro. NO estado do Espьrito Santo ocorre em uma unidade de conservaусo, fato nсo anotado para os demais estados. Portanto sсo necessрrios maiores dados para uma classificaусo correta da espжcie. ?","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20regelii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3767,"PIPERACEAE","Peperomia riparia","Yunck.","DD","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita. Foi encontrada, atж o momento, em apenas trЖs localidades, todas com um registro somente. Hр necessidade de estudos complementares para aavaliaусo de risco do taxon.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20riparia","Mata AtlРntica"],
    [3768,"PIPERACEAE","Peperomia rizzinii","Yunck.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mediana. Presente emunidades de conservaусo dos estados do Paranр e Rio de Janeiro, estes fatos nсo qualificam a espжcie para qualquer dos critжrios de ameaуa.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rizzinii","Mata AtlРntica"],
    [3769,"PIPERACEAE","Peperomia rostulatiformis","Yunck.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita (AOO=16 km▓), com o Щltimo registro de coleta realizado hр quase setenta anos. A espжcie ж registrada em apenas duas localidades que foram consideradas duas situaушes de ameaуa distintas, nas quais a transformaусo da cobertura vegetal para agricultura, pastagem e urbanizaусo ж severa. Em uma delas, a espжcie nunca mais foi encontrada e, na outra, 89% da regiсo teve sua cobertura vegetal desmatada. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rostulatiformis","Mata AtlРntica"],
    [3770,"PIPERACEAE","Peperomia rufispica","Yunck.","CR","A2bc","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, endЖmica, com apenas um registro de coleta realizado hр mais de 80 anos. A regiсo onde o registro foi realizado teve 97% da cobertura original desmatada. Informaушes sobre a posiусo da populaусo em beira de estrada indicam o aumento do risco de desaparecimento. Com base nessas informaушes, portanto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20rufispica","Mata AtlРntica"],
    [3771,"PIPERACEAE","Peperomia schwackei","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo mediana porжm com baixa frequЖncia de registros nas diversas regiшes de ocorrЖncia. Presente em duas unidades de conservaусo. Sua extensсo de ocorrЖncia sugere ausЖncia de preocupaушes com a espжcie.?","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20schwackei","Mata AtlРntica"],
    [3772,"PIPERACEAE","Peperomia serpens","(Sw.) Loudon","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica, com nЩmero de registros ?significativo. Estes fatores nсo qualificam a espжcie em nenhum critжrio de ameaуa.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20serpens","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3773,"PIPERACEAE","Peperomia suboppositifolia","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica restrita, tem EOO de 369,72 km▓ e ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo. Registros de coleta realizados hр mais de 60 anos, em duas localidades naquele Estado apontam que a espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas. Em uma das localidades o registro de coleta situa a espжcie em uma unidade de conservaусo (SNUC), na outra, dados informam a perda de 90% da cobertura vegetal original. Esses dados sugerem declьnio na EOO e AOO, assim como na qualidade do hрbitat, colocando em risco as subpopulaушes locais. A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20suboppositifolia","Mata AtlРntica"],
    [3774,"PIPERACEAE","Peperomia subrubrispica","C.DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica e significativo nЩmero de registros. Embora a atividade de mineraусo seja uma ameaуa a permanЖncia de populaушes da espжcie em algumas localidades sua presenуa em unidades de conservaусo sugere uma minimizaусo deste efeito sobre populaушes da espжcie. ?","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20subrubrispica","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3775,"PIPERACEAE","Peperomia trinervis","Ruiz & Pav.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica e com ocorrЖncia em diversas unidades de conservaусo. A disposiусo destas unidades de conservaусo cobrem boa parte da extensсo de ocorrЖncia da espжcie, com isto sugerindo a manutenусo de рrea e qualidade de habitat para populaушes da espжcie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20trinervis","Mata AtlРntica"],
    [3776,"PIPERACEAE","Peperomia turbinata","Dahlst.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita porжm presente em unidades de conservaусo? distribuьdas em tres das quatro unidades federativas de sua extensсo de ocorrЖncia. Embora algum tipo de pressсo desfavorрvel possa estar atuando em algumas localidades a presenуa da espжcie nas unidades de conservaусo minimiza este fator.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20turbinata","Mata AtlРntica"],
    [3777,"PIPERACEAE","Peperomia velloziana","Miq.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica, com nЩmero de registros ?significativo e presenуa em unidades de conservaусo.Estes fatores nсo qualificam a espжcie em nenhum critжrio de ameaуa.?","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Peperomia%20velloziana","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3778,"PIPERACEAE","Piper abbadianum","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie conhecida apenas do material tipo sendo necessрrio a coleta de maiores informaушes para a classificaусo correta do taxon. ?","2012-03-23T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20abbadianum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3779,"PIPERACEAE","Piper abutiloides","Kunth","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, ocorrendo em unidades de conservaусo distribuьdas pela regiсo de ocorrЖncia da espжcie.?","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20abutiloides","Mata AtlРntica"],
    [3780,"PIPERACEAE","Piper alnoides","Kunth","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo e EOO estimada de374.501,7143 km▓. Ocorre no domьnio atlРntico em diferentes fitofisionomias. Emboraa espжcie nсo apresente grande nЩmero de registros sua ampla distribuiусo nсo aqualifica para nenhum dos critжrios de ameaуa.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20alnoides","Mata AtlРntica"],
    [3781,"PIPERACEAE","Piper amparoense","Yunck.","EN","B1ab(i,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, tem EOO de 544,632 km▓. ╔ conhecida em duas localidades, uma no Estado de Sсo Paulo, e outra em Minas Gerais, onde ж registrada em рrea de fazenda, portanto em regiсo de grandes transformaушes da paisagem associadas a mudanуas de uso da terra. Estas representam declьnio na qualidade do hрbitat, da EOO e da AOO da espжcie. Em decorrЖncia desses fatores, foram observadas diminuiусo do hрbitat apropriado e consequente reduусo do tamanho das subpopulaушes remanescentes. Em Sсo Paulo, os dados disponьveis sugerem uma grande possibilidade de extinусo da espжcie em seu hрbitat. Com base no exposto, a P. amparoense foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20amparoense","Mata AtlРntica"],
    [3782,"PIPERACEAE","Piper anostachyum","Yunck.","EN","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. anostachum ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Tem pequena EOO, estimada em 2.981,59 km▓ e se desenvolve em Floresta Ombrзfila Densa e Floresta de Restinga. Sсo reconhecidos somente trЖs locais de ocorrЖncia para a espжcie. Embora essas localidades estejam situadas em unidades de conservaусo (SNUC), isso nсo garante proteусo efetiva Я espжcie, fato que, aliado Я pequena EOO, representa situaусo de ameaуa para suas subpopulaушes. P. anostachum ж classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20anostachyum","Mata AtlРntica"],
    [3783,"PIPERACEAE","Piper barretoi","Yunck.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Miguel d'Avila de Moraes","P. barretoi ж uma espжcie muito rara, conhecida por um nЩmero baixьssimo de registros de herbрrio. Considerada extinta em Minas Gerais, foi coletada apenas uma vez no Mato Grosso e uma na Bahia, sendo ambos os registros da dжcada de 1970. No caso da Bahia, o registro provжm de um municьpio extremamente desmatado, o que permite suspeitar que P. barretoi possa ter sido extinta localmente, acarretando declьnio na EOO, na AOO e no nЩmero de subpopulaушes. Recomenda-se a realizaусo de buscas intensivas pela espжcie nos remanescentes florestais do municьpio baiano de Almadina. A EOO ж de 519,44 km▓, e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN), mas caso as buscas em Almadina nсo encontrem novas subpopulaушes, a espжcie poderр vir a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20barretoi","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3784,"PIPERACEAE","Piper bennettianum","C.DC.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","P. bennettianum ж uma espжcie com distribuiусo ampla, porжm marcadamente disjunta, ocorrendo em рreas montanhosas do Estado do Rio de Janeiro e na regiсo da Chapada Diamantina (BA). A espжcie encontra-se submetida a nсo mais do que cinco situaушes de ameaуa, e estр sujeita a uma sжrie de fatores que podem levar Я degradaусo do seu hрbitat, como a ocorrЖncia de incЖndios periзdicos severos, por esses motivos, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20bennettianum","Mata AtlРntica"],
    [3785,"PIPERACEAE","Piper carautensei","E.F.Guim. & Carv.-Silva","EN","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Espьrito Santo, com pequena EOO, estimada em 2.543,58 km▓. Embora esteja efetivamente protegida em quatro unidades de conservaусo (SNUC) nesse Estado, as demais localidades onde a espжcie ж observada nсo garantem a continuidade da qualidade do hрbitat e da atual EOO, devido Я intensa fragmentaусo causada pela agricultura e Я expansсo urbana, que representam situaушes de ameaуa para suas subpopulaушes. A espжcie ж classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20carautensei","Mata AtlРntica"],
    [3786,"PIPERACEAE","Piper casteloense","Yunck.","EN","B1ab(i,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Estado do Espьrito Santo, ж conhecida apenas em uma localidade, com coleta realizada hр cerca de 80 anos. A EOO estimada ж de 468,99 km▓. Na regiсo onde a espжcie foi registrada, as transformaушes na paisagem significaram reduусo das рreas naturais, causadas principalmente pela expansсo agrьcola e urbana, com perdas significativas na qualidade e extensсo de hрbitat. Esses dados permitem considerar a espжcie \"Em perigo\" (EN). Sugere-se a implantaусo de estudos urgentes, pela possibilidade de mudanуa imediata na categoria de ameaуa da espжcie.","2012-07-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20casteloense","Mata AtlРntica"],
    [3787,"PIPERACEAE","Piper corintoanum","Yunck.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper corintoanum ж uma espжcie arbustiva ocorrente nos estados do Espьrito Santo, Minas Gerais, Goiрs, Distrito Federal e Mato Grosso, com  extensсo de ocorrЖncia de 79.184,650km▓. Desenvolve-se em ambientes de veredas, campo sujo e campo Щmido de Cerrado e Mata AtlРntica. Apesar de alguns ambientes onde se desenvolve sofrerem com impactos de origem antrзpicos, estudos revelam que a espжcie consegue se desenvolver em ambientes perturbados. Desta forma, Piper corintoanum ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20corintoanum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3788,"PIPERACEAE","Piper crassistilum","Yunck.","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper crassistilum nсo possui informaушes suficientes para avaliaусo de risco de extinусo. Desta forma, a espжcie ж deficiente de dados (DD).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20crassistilum",""],
    [3789,"PIPERACEAE","Piper duartei","E.F.Guim. & Carv.-Silva","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie com EOO estimada de 12.033,35 km▓. Embora tenha registro de ocorrЖncia em trЖs unidades de conservaусo (SNUC), fora desses locais as transformaушes em seus locais de ocorrЖncia associadas ao desmatamento, Я expansсo de cidades e mudanуas de uso da terra representam declьnio na qualidade e extensсo do hрbitat apropriado para a espжcie. Assim, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20duartei","Mata AtlРntica"],
    [3790,"PIPERACEAE","Piper edwallii","Yunck.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita, EOO de 275,56 km▓ e conhecida apenas em duas localidades. Em uma delas, a Щltima coleta foi realizada hр mais de 100 anos enquanto a outra estр situada em regiсo urbana que recebe grande afluxo de visitaусo pЩblica. Assim, esses sсo fatores que colocam em risco a espжcie em decorrЖncia do contьnuo declьnio na EOO, AOO e na qualidade do hрbitat. Sendo assim, ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20edwallii","Mata AtlРntica"],
    [3791,"PIPERACEAE","Piper flavicans","C.DC.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Embora a espжcie tenha EOO estimada de 372.441,654 km▓ a espжcie parece ser circunscrita a poucas localidades dentro desta grande рrea de extensсo. No estado da Bahia ж conhecida para duas localidades, e em apenas uma para os estados de Mato Grosso do Sul, Goiрs e Minas Gerais. No Paranр suspeita-se a extinусo da subpopulaусo pois seu local de ocorrЖncia deu lugar a uma hidrelжtrica e no Rio de Janeiro foi coletada hр mais de 100 anos sem novas coletas para ambos os locais. Estes dados nos permitem prever que a espжcie em um futuro muito prзximo possa ser qualificada em uma categoria de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20flavicans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3792,"PIPERACEAE","Piper fuligineum","Kunth","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper fuligineum possui ampla distribuiусo com extensсo de ocorrЖncia de 2.132.011,780km▓. Ocorre emdiferentes domьnios geogrрficos e em fitofisionomias diversas. Embora algumas subpopulaушes possam estar sob constante ameaуa, sua plasticidade ecolзgica, abundРncia, ampla distribuiусo e presenуa em рreas protegidas categorizam-na como menos preocupante (LC).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20fuligineum","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3793,"PIPERACEAE","Piper hatschbachii","Yunck.","CR","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Nas duas localidades, as transformaушes na paisagem significaram reduусo das рreas naturais pela expansсo agrьcola e urbana, com perdas na qualidade e extensсo de hрbitat. Esses dados permitem considerar P. hatschbachii como \"Criticamente em perigo\" (CR). Sugerem-se um maior esforуo de coleta e estudos populacionais para a espжcie para uma reavaliaусo futura.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [3794,"PIPERACEAE","Piper hayneanum","C.DC.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo com EOO de 991.425,810km▓. Embora em algumas localidades o desmatamento, a expansсo de atividadesagrьcolas e o uso de queimadas possam significar uma ameaуa Яs subpopulaушes, a espжcie ж bem representada em рreas protegidas e ж considerada espжcie-alvo para aушes de conservaусo no estado de Sсo Paulo. Desta forma, Piper hayneanum ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hayneanum","Mata AtlРntica"],
    [3795,"PIPERACEAE","Piper hoehnei","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita, EOO de 395,38 km▓ e AOO inferior a 500 km▓. A espжcie ж registrada em duas localidades, distintas e geograficamente afastadas, em Sсo Paulo e Minas Gerais. No Estado de Minas Gerais, a espжcie ж encontrada em uma unidade de conservaусo (SNUC) que no passado sofreu fortes alteraушes e, no Estado de Sсo Paulo, o Щnico registro foi realizado hр mais de 70 anos em uma regiсo sujeita a uma intensa pressсo demogrрfica nos dias atuais. Essas condiушes permitem estimar um quadro de declьnio na qualidade do hрbitat, extensсo e рrea de ocorrЖncia de subpopulaушes desta espжcie. P. hoehnei ж classificada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20hoehnei","Mata AtlРntica"],
    [3796,"PIPERACEAE","Piper juliflorum","Nees & Mart.","EN","B1ab(iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. juliflorum tem distribuiусo geogrрfica restrita com EOO de 1.115,10 km▓ e ж endЖmica do norte do Estado do Espьrito Santo. ╔ registrada em quatro localidades, distantes e relativamente isoladas, sendo uma delas uma unidade de conservaусo (SNUC) privada. Nas demais localidades, a expansсo de рrea portuрria, o desmatamento, as plantaушes de eucalipto e a expansсo urbana causaram a reduусo e o comprometimento das рreas onde a espжcie ocorre. Assim, essas ameaуas representam declьnio na extensсo e qualidade do hрbitat e nas subpopulaушes remanescentes da espжcie. Essas caracterьsticas colocam P. juliflorum como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20juliflorum","Mata AtlРntica"],
    [3797,"PIPERACEAE","Piper kuhlmannii","Yunck.","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita (EOO=276,38 km▓), ж conhecida apenas na Estaусo Biolзgica Boraceia, no Estado de Sсo Paulo. Portanto, estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Embora P. kuhlmannii esteja presente em uma unidade de conservaусo, o que representaria garantia de estabilidade em EOO e qualidade do hрbitat, a Щltima coleta foi realizada hр mais de 50 anos. Tendo por base essas informaушes, sugere-se a classificaусo deste tрxon como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20kuhlmannii","Mata AtlРntica"],
    [3798,"PIPERACEAE","Piper laevicarpum","Yunck.","EN","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","P. laevicarpum ж uma espжcie com EOO restrita com somente 1.206,83 km▓. ╔ conhecida apenas em algumas localidades de cinco municьpios da regiсo central do Estado do Espьrito Santo. Estр presente em duas unidades de conservaусo (SNUC) no municьpio de Santa Teresa. Essas informaушes indicam que as subpopulaушes da espжcie estсo severamente fragmentadas, alжm de permitirem a projeусo de um declьnio atual e futuro da disponibilidade e qualidade de hрbitat para a espжcie. Por essas razшes, P. laevicarpum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20laevicarpum","Mata AtlРntica"],
    [3799,"PIPERACEAE","Piper lanceolatum","Ruiz & Pav.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Espжcie com ampla EOO (704.148,38 km2), porжm este valor ж provocado por uma distribuiусo disjunta apresentada pela espжcie. A espжcie ocorre no estado do Mato Grosso e nos estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. As informaушes disponьveis para a espжcie nсo permitem classificр-la em nenhum dos critжrios de ameaуa, porжm as condiушes das localidades onde a espжcie ж encontrada indicam que em futuro prзximo a espжcie possa ser qualificada. As localidades onde a espжcie ж encontrada estсo em constante ameaуa de destruiусo, tendo como exceушes apenas duas unidades de conservaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20lanceolatum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3800,"PIPERACEAE","Piper loefgrenii","Yunck.","VU","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Tainan Messina","Tem distribuiусo restrita e ж endЖmica do Estado de Sсo Paulo, onde as regiшes de ocorrЖncia da espжcie apresentam elevado grau de degradaусo da cobertura original, substituьda por lavouras diversas e expansсo urbana acentuada. Existe, portanto, perda de hрbitat, de sua qualidade e consequente declьnio no nЩmero de subpopulaушes. A espжcie ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20loefgrenii","Mata AtlРntica"],
    [3801,"PIPERACEAE","Piper macedoi","Yunck.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Piper macedoi possui ampla distribuiусo com EOO de 1.595.725,860km▓. Ocorre em diferentes domьnios geogrрficos e em fitofisionomias diversas. Embora esteja efetivamente protegida em Unidades de conservaусo apenas nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e no Distrito Federal a ampla distribuiусo da espжcie nсo a qualifica para nenhum dos critжrios de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20macedoi","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3802,"PIPERACEAE","Piper oblancifolium","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita (EOO=272,88 km▓), ж considerada endЖmica do Estado de Sсo Paulo, sendo registrada apenas em uma localidade, com um Щnico exemplar coletado atж o momento. Nessa regiсo, o hрbitat natural da espжcie estр altamente alterado, substituьdo por culturas agrьcolas e pequenos aglomerados rurais. ╔ plausьvel supor que as alteraушes ocorridas possam ter significado o desaparecimento da espжcie. No caso de ainda ocorrerem subpopulaушes da espжcie na regiсo, as alteraушes sofridas implicam contьnuo declьnio em EOO, AOO, qualidade do hрbitat e no nЩmero de subpopulaушes. Portanto, a espжcie ж classificada como \"Em perigo\" (EN), sugerindo-se a implantaусo de estudos pela possibilidade de mudanуa na categoria de ameaуa.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20oblancifolium","Mata AtlРntica"],
    [3803,"PIPERACEAE","Piper obliquum","Ruiz & Pav.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo. A despeito de nсo haverem dados de abundРncia o nЩmero de registros de coleta, aliado a sua distribuiусo nсo qualificam a espжcie emnenhum dos critжrios de ameaуa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20obliquum","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3804,"PIPERACEAE","Piper piritubanum","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo restrita aos Estados de Santa Catarina e Paranр, com EOO de 3.457,48 km▓. Atж o momento, foi encontrada apenas em cinco localidades, todas expostas a grande pressсo antrзpica, Я exceусo das subpopulaушes presentes no Parque Nacional da Serra de Itajaь (SC). Essas caracterьsticas conferem Я espжcie grande possibilidade de declьnio de suas subpopulaушes, devido Я diminuiусo da extensсo e da qualidade do hрbitat. Por esses motivos, P. piritubanum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20piritubanum","Mata AtlРntica"],
    [3805,"PIPERACEAE","Piper pubisubmarginalum","Yunck.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie com EOO de 44.239,420 km▓, porжm com registros em diversas unidades de conservaусo nas tres unidades federativas dentro de sua extensсo de ocorrЖncia.  Esta caracterьstica assegura condiушes de manutenусo para populaушes da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20pubisubmarginalum","Mata AtlРntica"],
    [3806,"PIPERACEAE","Piper rioense","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica ao Estado do Rio de Janeiro, portanto com EOO restrita (183,94 km▓). O valor estimado para a EOO estр abaixo do limiar de AOO (500 km▓). Foi encontrada, atж o momento, em apenas cinco localidades, onde o hрbitat natural da espжcie tem sido altamente alterado. Essas caracterьsticas impшem riscos Я espжcie e nos levam a supor possьveis reduушes futuras na extensсo e qualidade de seu hрbitat. Portanto, ж categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20rioense","Mata AtlРntica"],
    [3807,"PIPERACEAE","Piper sampaioi","Yunck.","CR","B1ab(iii,iv)","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A distribuiусo geogrрfica muito restrita da espжcie (EOO=52,27 km▓) a posiciona na categoria \"Criticamente em perigo\" (CR). Aliados Я pequena extensсo geogrрfica estсo o baixo nЩmero de localidades (3) onde a espжcie foi encontrada e a degradaусo ambiental acentuada dessas рreas. P. sampaioi apresenta, portanto, subpopulaушes fragmentadas e declьnio de EOO. A diminuiусo na qualidade do hрbitat representa uma ameaуa Яs populaушes remanescentes da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20sampaioi",""],
    [3808,"PIPERACEAE","Piper scabrellum","Yunck.","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica restrita (EOO=899,17 km▓, AOO=16 km▓), ж conhecida apenas em uma regiсo do Estado de Sсo Paulo, onde a Щnica coleta ocorreu hр cerca de 80 anos, e em duas regiшes do Parque Nacional de Itatiaia (RJ), onde foi coletada hр oito anos. ╔ muito provрvel que nсo exista mais na regiсo de Sсo Paulo, jр que ali os ambientes naturais foram substituьdos por plantaушes de cafж, na жpoca da coleta. A ocorrЖncia em uma unidade de conservaусo (SNUC), o Parque Nacional do Itatiaia, nсo garante proteусo efetiva Я espжcie, pois existem registros de ocorrЖncia de incЖndios, presenуa de gado e desmatamento para alguns pontos dessa unidade. Hр um declьnio na qualidade e na extensсo do hрbitat do tрxon, em funусo de atividades humanas, em especial a agricultura. Essas ameaуas sсo responsрveis pela reduусo no tamanho das subpopulaушes remanescentes, que se encontram severamente fragmentadas atualmente. P. scabrellum foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20scabrellum","Mata AtlРntica"],
    [3809,"PIPERACEAE","Piper scutifolium","Yunck.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo geogrрfica mediana (EOO de 45.701,474 km2), com indicaушes de presenуa nos estados de Sсo Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apenas no estado do Rio de Janeiro pode ser encontrada em Unidades de Conservaусo. Nos outros estados os locais de ocorrЖncia estсo sujeitos a intensas transformaушes dos ambientais naturais pela aусo humana, impondo a espжcie grandes alteraушes, em futuro prзximo, em sua extensсo de ocorrЖncia e na qualidade do habitat. Estas caracterьsticas nos levam a considerar a espжcie Prзxima de ameaуa (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20scutifolium","Mata AtlРntica"],
    [3810,"PIPERACEAE","Piper sprengelianum","C.DC.","NT","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","A espжcie tem distribuiусo geogrрfica mediana (EOO de 78.030,074 km2), com indicaушes de presenуa nos estados da Bahia, Espьrito Santo,Minas Gerais e Rio de Janeiro. Apenas no estado do Espьrito Santo  a espжcie ж encontrada em Unidades de Conservaусo Estadual. Nos outros estados seus locais de ocorrЖncia estсo sujeitos a intensa transformaушes as quais tem resultado em alteraушes dos ambientais naturais com severa perda de habitat o mesmo quadro sendo esperado em futuro prзximo. Diante destes fatos a espжcie ж considerada Prзxima de ameaуa (NT).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20sprengelianum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3811,"PIPERACEAE","Piper subcinereum","C.DC.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Embora a espжcie tenha uma distribuiусo geogrрfica ampla (EOO de 842.171,001 km2) ela estр protegida somente em 3 unidades de conservaусo, duas no estado de Sсo Paulo e uma no estado do Rio de Janeiro. Nos demais estados espжcie ocorre em uma ou duas localidades em regiшes sujeitas a intensa degradaусo dos ambientes naturais, colocando em risco as populaушes da espжcie presentes nestes locais. Assim o fato da presenуa da espжcie em unidades de conservaусo foi considerado na classificaусo da espжcie como LC, porжm as demais condiушes favorecem uma futura indicaусo como NT.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20subcinereum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3812,"PIPERACEAE","Piper subrugosum","Yunck.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo restrita e disjunta. Registros para o estado do Espьrito Santo, domьnio de Mata AtlРntica e para o estado de RondЗnia, domьnio da Mata AmazЗnica. Em ambas as localidades os registros, um apenas em cada local, foram realizados a mais de 25 anos. Maiores informaушes sсo necessрrias para a classificaусo do taxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20subrugosum","Mata AtlРntica"],
    [3813,"PIPERACEAE","Piper tectoniifolium","Kunth","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Esp?cie amplamente distribu?da nos estados de Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Esp?rito Santo, Rio de Janeiro e S?o Paulo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20tectoniifolium","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3814,"PIPERACEAE","Piper truncatum","Vell.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo geogrрfica mжdia (EOO 68.541,859 km2). A espжcie pode ser encontrada em diversas unidades de conservaусo nos estados do Rio de Janeiro e do Espirito Santo, alжm de outras localidades fora de рreas protegidas. Nos estados de Sсo Paulo e Minas Gerais ж menos registrada, sendo verificada em apenas uma unidade de conservaусo no estado de Minas Gerais. Baseada nestes dados a espжcie ж considerada LC.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20truncatum","Mata AtlРntica"],
    [3815,"PIPERACEAE","Piper vaginans","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita e somente dois registros de coleta. Um registro data de 1886 e o outro de 1981. Assim maiores informaушes sсo necessрrias para a correta classificaусo do taxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20vaginans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3816,"PIPERACEAE","Piper velutinibaccum","C.DC.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de distribuiусo restrita, porжm os dados sсo insuficientes para uma avaliaусo do risco de extinусo do taxon.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20velutinibaccum","Mata AtlРntica"],
    [3817,"PIPERACEAE","Piper vicosanum","Yunck.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica, EOO de 3.385.828,930 km2 e pode ser encontrada em diferentes fitofisionomias. Embora a espжcie seja encontrada em poucas рreas protegidas e seu principal habitat, a Mata AtlРntica, esteja sendo constantemente destruьda, a espжcie tambжm parece ocorrer em matas secundрrias garantindo assim melhores chances Я espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20vicosanum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3818,"PIPERACEAE","Piper viminifolium","Trel.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, com boa representatividade de registros em diferentes pontos de sua distribuiусo de ocorrЖncia.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20viminifolium","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3819,"PIPERACEAE","Piper xylosteoides","(Kunth) Steud.","LC","","Solange de Vasconcellos Albuquerque Pessoa","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo, EOO de 1.605.322,390 km2, ocorrendo em diferentes fitofisionomias. Embora tenha ampla distribuiусo o habitat principal da espжcie, a Mata AtlРntica, encontra-se altamente fragmentado e em constante declьnio. Porжm a espжcie parece ter populaушes suficientes para assegurar a classificaусo da mesma fora da zona de ameaуa, ou seja, LC.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piper%20xylosteoides","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3820,"PLAGIOCHILACEAE","Plagiochila boryana","Gottsche ex Steph.","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorre no Rio de Janeiro e apresenta EOO de 548,64 km▓. Sua regiсo de ocorrЖncia sofre a intensa fragmentaусo dos ambientes naturais, ocasionada majoritariamente pelas atividades agrьcolas e pecuрrias e pelo crescimento urbano desordenado que assola a regiсo. Estes impossibilitam a reproduусo da espжcie e causam declьnio na EOO, AOO e na qualidade do hрbitat. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plagiochila%20boryana","Mata AtlРntica"],
    [3821,"PLAGIOGYRIACEAE","Plagiogyria fialhoi","(Fжe & Glaz.) Copel.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж amplamente distribuьda no Brasil e estр presente em Unidades de Conservaусo.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plagiogyria%20fialhoi","Mata AtlРntica"],
    [3822,"PLANTAGINACEAE","Achetaria caparaoense","(Brade) V.C.Souza","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Achetaria caparaoense ж uma espжcie com registros somente no Parque Nacional do Caparaз, nos Estados do Espьrito Santo e Minas Gerais. Desenvolve-se como terrьcola ou rupьcola em Campos de Altitude. Tem distribuiусo restrita com AOO menor que 10 km▓. O Parque Nacional do Caparaз enfrenta como ameaуas constantes queimadas ilegais intensas e o avanуo de plantaушes de cana-de-aуЩcar e pastagens. Devido ao fato de haver somente dois pontos de ocorrЖncia muito prзximos, considera-se que a espжcie esteja sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Diante do exposto, A. caparaoense estр \"Criticamente em perigo\" (CR). Por suas coletas serem antigas, sugere-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais, que poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achetaria%20caparaoense","Mata AtlРntica"],
    [3823,"PLANTAGINACEAE","Achetaria latifolia","V.C.Souza","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Achetaria latifolia ж uma espжcie herbрcea, com distribuiусo restrita ao municьpio de Cabo Frio (RJ). Tem AOO de 4 km▓ e desenvolve-se em рreas de Restinga sobre dunas, locais que se encontram sob influЖncia de intensa atividade humana (desenvolvimento de empreendimentos imobiliрrios e extraусo ilegal de areia), o que resulta em degradaусo e perda severa de hрbitat. Por ter somente duas coletas muito prзximas, considera-se que a espжcie esteja sujeita a uma situaусo de ameaуa. Procuras intensivas recentemente nсo obtiveram resultados, por isso, ж uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR), podendo estar extinta na natureza em futuro prзximo caso nenhuma aусo efetiva seja empreendida.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Achetaria%20latifolia","Mata AtlРntica"],
    [3824,"PLANTAGINACEAE","Angelonia alternifolia","V.C.Souza","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia alternifolia ж uma espжcie herbрcea, ocorrente nos Estados do Tocantins e de Goiрs. Habita рreas de Cerrado, ambiente que tem sofrido profundas transformaушes pela ocupaусo de рreas agrьcolas e consequente degradaусo do solo pela introduусo de espжcies exзticas e expansсo da pecuрria. A. alternifolia tem somente um registro no Tocantins, dessa forma considera-se que esteja submetida a uma situaусo de ameaуa, alжm disso, sua AOO tem menos que 10 km▓. Devido Я sua pequena distribuiусo, ao contьnuo declьnio na qualidade de seu hрbitat e ao fato de estar sujeita a uma situaусo de ameaуa, A. alternifolia foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Sugerem-se maiores esforуos de coleta para espжcie e estudos populacionais, que poderсo futuramente levр-la a uma nova avaliaусo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20alternifolia","Cerrado"],
    [3825,"PLANTAGINACEAE","Angelonia crassifolia","Benth.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia crassifolia ж uma espжcie herbрcea ou subarbustiva ocorrente na Cadeia do Espinhaуo no estado de Minas Gerais e possui uma extensсo de ocorrЖncia de 73.546km▓. A espжcie se desenvolve em ambientes de campo rupestre, os quais sofrem com o desmatamento para carvoaria, alжm da degradaусo causada pela mineraусo, expansсo de рreas agrьcolas e para pastagens, e consequente degradaусo do solo. A Cadeia do Espinhaуo tornou-se recentemente uma Reserva da Biosfera, sendo reconhecida a importРncia de sua conservaусo, apesar  disso atividades ilegais contra sua biodiversidade sсo frequentes. Desta forma, por Angelonia crassifolia se desenvolver somente em campos rupestres, pela degradaусo que seu ambiente vem sofrendo e por nсo ocorrer em рreas efetivamente protegidas, a espжcie estр quase em perigo (NT). Sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20crassifolia","Cerrado"],
    [3826,"PLANTAGINACEAE","Angelonia eriostachys","Benth.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia eriostachys ж uma espжcie herbрcea ou subarbustiva ocorrente na Cadeia do Espinhaуo no estado de Minas Gerais e possui uma extensсo de ocorrЖncia de 23.481km▓. A espжcie se desenvolve em ambientes de campo rupestre, os quais sofrem com o desmatamento para carvoaria, alжm da degradaусo causada pela mineraусo, expansсo de рreas agrьcolas e para pastagens, e consequente degradaусo do solo. A Cadeia do Espinhaуo tornou-se recentemente uma Reserva da Biosfera, sendo reconhecida a importРncia de sua conservaусo, apesar  disso atividades ilegais contra sua biodiversidade sсo frequentes. Desta forma, por ??Angelonia eriostachys se desenvolver somente em campos rupestres, pela degradaусo que seu ambiente vem sofrendo e por nсo ocorrer em рreas efetivamente protegidas, a espжcie estр quase em perigo (NT). Sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20eriostachys","Cerrado"],
    [3827,"PLANTAGINACEAE","Angelonia integerrima","Spreng.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Angelonia interrima ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados Mato Grosso, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 362.135km▓, desenvolve-se em ambientes campestres de Mata AtlРntica, Cerrado e Pampas. Apesar de ocorrer em рreas de pressсo antrзpica a espжcie ж bem distribuьda, ocorre em рreas protegidas e ж abundante. Diante disso, Angelonia interrima ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Angelonia%20integerrima","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3828,"PLANTAGINACEAE","Bacopa cochlearia","(Huber) L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica das Restingas do Estado do Cearр, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, sua EOO foi calculada em 377,02 km▓, indicando sua distribuiусo restrita. A prрtica do turismo na zona costeira do Estado de ocorrЖncia ж bastante intensa, causando declьnio na AOO, EOO e na qualidade do hрbitat da espжcie. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN). Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes da espжcie.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bacopa%20cochlearia","Caatinga"],
    [3829,"PLANTAGINACEAE","Bacopa congesta","Chodat & Hassl.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Bacopa congesta ж uma espжcie ocorrente nos estados de Goiрs, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul possui uma extensсo de ocorrЖncia de 169.916km▓. A espжcie ж um arbusto ou subarbusto ocorrente em ambientes de Cerrado, Mata AtlРntica e Pampas. Apesar de ocorrer em ambientes ameaуadas por atividades antrзpicas a espжcie possui ampla distribuiусo e ocorre em diferentes tipos vegetacionais. Desta forma, Bacopa congesta ж uma espжcie menos preocupante (LC). Porжm, sugere-se maiores estudos populacionais, os quais poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bacopa%20congesta","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3830,"PLANTAGINACEAE","Ildefonsia bibracteata","Gardner","CR","B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ildefonsia bibracteata ж uma espжcie herbрcea restrita ao Estado do Rio de Janeiro. Tem uma EOO de 94 km▓ e AOO prзximo a 10 km▓. Ocorre em Floresta Ombrзfila Densa, ambiente com histзrico de devastaусo intensa e que atualmente se encontra muito fragmentado e desconectado, com pequenas manchas florestais isoladas e, em sua maioria, perturbadas. Alжm disso, tem somente trЖs registros de ocorrЖncia, o mais recente realizado hр 30 anos, por serem muito prзximos, considera-se que a espжcie esteja submetida a uma situaусo de ameaуa. Devido Я sua рrea de distribuiусo reduzida, Я especificidade de hрbitat e Я fragmentaусo do ambiente onde ocorre, I. bibracteata estр \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ildefonsia%20bibracteata","Mata AtlРntica"],
    [3831,"PLANTAGINACEAE","Mecardonia grandiflora","(Benth.) Pennell","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Mecardonia grandiflora ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados do Sul do Brasil. Possui 42.956km▓ de extensсo de ocorrЖncia. Ocorre em ambientes de campos, floresta ombrзfila densa e mista, desenvolvendo-se como aquрtica e terrestre. A vegetaусo natural dos estados do Sul do paьs sofre com a fragmentaусo resultante do modelo de desenvolvimento econЗmico que sempre visou ampliar as fronteiras agrьcolas e рreas para cultivo, atravжs do desmatamento, exploraусo madeireira e queimadas. Atualmente a regiсo ainda sofre com a expansсo urbana e plantaусo de espжcies exзticas. Apesar de Mecardonia grandiflora possuir ampla рrea de distribuiусo, ocorrer em uma рrea protegida e possuir plasticidade ecolзgica, suas coletas sсo antigas e o habitat da espжcie estр bastante fragmentado o que pode ser um risco Я sobrevivЖncia de sua populaусo natural, desta forma M. grandiflora estр quase em perigo (NT). Entretanto, sugere-se maior esforуo de coleta e estudos populacionais, os quais poderсo levar a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mecardonia%20grandiflora","Mata AtlРntica"],
    [3832,"PLANTAGINACEAE","Plantago australis","Lam.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago australis ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados sul e sudeste do Brasil. Desenvolve-se em  campos de altitude, campo limpo, floresta estacional decidual, floresta estacional semidecidual, floresta ombrзfila densa e restinga. A espжcie ж amplamente distribuьda possuindo extensсo de ocorrЖncia de 1.486.823km▓ e ж bem representada em рreas protegidas. Por ocorrer em diferentes tipos vegetacionais e рreas protegidas, e por possuir ampla distribuiусo e ser abundante Plantago australis ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20australis","Mata AtlРntica"],
    [3833,"PLANTAGINACEAE","Plantago catharinea","Decne.","NT","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago catharinea ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados do Sul brasileiro, alжm de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 35.641km▓. Desenvolve-se preferencialmente em ambientes campestres da Mata AtlРntica e restingas, os quais estсo depauperados devido a atividades humanas como a agricultura, a pecuрria extensiva, expansсo urbana e desmatamento. A espжcie ocorre em somente uma рrea protegida, a qual sofre com impactos do turismo. Desta forma, por Plantago catharinea se desenvolver em ambientes campestres, os quais estсo degradados e fragmentados e por ocorrer em somente uma рrea protegida, considera-se a espжcie quase em perigo (NT).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20catharinea","Mata AtlРntica"],
    [3834,"PLANTAGINACEAE","Plantago commersoniana","Decne.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago commersoniana ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e estados do Sul do Brasil. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 313.676km▓. Desenvolve-se em ambientes campestres de Mata AtlРntica. Por possuir ampla distribuiусo e abundРncia e ocorrer em рreas protegidas, Plantago commersoniana ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20commersoniana","Mata AtlРntica"],
    [3835,"PLANTAGINACEAE","Plantago guilleminiana","Decne.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Plantago guilleminiana ж uma espжcie herbрcea ocorrente nos estados do Sudeste e Sul do Brasil. Possui uma extensсo de ocorrЖncia de 571.872km▓. Desenvolve-se em ambientes campestres e de Mata AtlРntica. Por possuir ampla distribuiусo e abundРncia e ocorrer em рreas protegidas, Plantago guilleminiana ж uma espжcie menos preocupante (LC).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20guilleminiana","Mata AtlРntica"],
    [3836,"PLANTAGINACEAE","Plantago turficola","Rahn","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","?Plantago turficola ж uma espжcie herbрcea ocorrente em ambientes campestres da Mata AtlРntica nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tem uma EOO de menos de 5.000 km▓ e AOO menor que 500 km▓. Os Campos Limpos do sul do Brasil sofrem severa fragmentaусo causada pela ocupaусo humana, expansсo agrьcola e pecuрria, cultivo de espжcies exзticas como Pinus sp. e Eucalyptus sp. e expansсo urbana, alжm disso, a espжcie, aparentemente, nсo ocorre em рreas protegidas, o que a torna mais suscetьvel ao impacto das ameaуas incidentes sobre suas subpopulaушes. Dessa forma, por P. turficola ter distribuiусo restrita a hрbitats campestres, ocorrer em ambiente severamente fragmentado e em contьnuo declьnio e por nсo estar presente em рreas protegidas, pode-se dizer que estр \"Em perigo\" (EN).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Plantago%20turficola","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3837,"PLANTAGINACEAE","Stemodia harleyi","B.L.Turner","VU","B1ab(i,iii)","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Stemodia harleyi ж uma espжcie herbрcea ocorrente somente no Estado da Bahia. De distribuiусo restrita, tem uma EOO de 15.378,91 km▓. S. harleyi ж rupьcola desenvolvendo-se somente em Campos Rupestres, ambientes que sofreram historicamente grande impacto devido Я mineraусo e atualmente enfrentam a expansсo da ocupaусo humana e frequentes queimadas, o que resulta na severa fragmentaусo desse ambiente. Devido Я sua distribuiусo restrita, Я especificidade de hрbitat e Яs pressшes antrзpicas sobre seu ambiente, pode ser considerada uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stemodia%20harleyi","Caatinga"],
    [3838,"PLANTAGINACEAE","Stemodia hyptoides","Cham. & Schltdl.","VU","D2","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Stemodia hyptoides ж uma espжcie herbрcea com registros em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ocorre em Formaушes Campestres e tem AOO menor que 20 km▓. Os Campos do Sul do Brasil tЖm sofrido grande perda devido Я expansсo de terras agrьcolas e plantaушes de Pinus e Eucalyptus, assim como Я expansсo da pecuрria. Jр no Sudeste, as regiшes de Mata AtlРntica sofreram extrema fragmentaусo, restando poucas рreas de remanescentes, que ainda sofrem desmatamento. Na regiсo do Pantanal, a maior ameaуa ж a criaусo extensiva de gado. Assim, pode-se considerar que esteja sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, tem especificidade de hрbitat e distribuiусo restrita. Dessa forma, S. hyptoides ж uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, sugere-se maior esforуo de coleta nos locais de possьvel ocorrЖncia da espжcie.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stemodia%20hyptoides","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [3839,"POACEAE","Acroceras excavatum","(Henrard) Zuloaga & Morrone","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. excavatum apresenta distribuiусo extensa no Brasil e outros paьses da Amжrica do Sul, no entanto a espжcie tem sido pouco coletada nos Щltimos anos, desconhecendo-se a atual situaусo de suas subpopulaушes.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acroceras%20excavatum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3840,"POACEAE","Acroceras fluminense","(Hack.) Zuloaga & Morrone","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. fluminense apresenta distribuiусo extensa, desde рreas de Cerrado em Minas Gerais atж as florestas da AmazЗnia Oriental. Segundo o especialista Tarciso Filgueiras, a espжcie apresenta mais indivьduos do que aparenta, jр que ж pouco representativa nas coleушes de herbрrio.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acroceras%20fluminense","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3841,"POACEAE","Agenium leptocladum","(Hack.) Clayton","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. leptocladum apresenta distribuiусo ampla e apesar das ameaуas apontadas para a espжcie, esta encontra-se protegida em pelo menos 5 UCs.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agenium%20leptocladum","Cerrado"],
    [3842,"POACEAE","Agrostis lenis","Roseng. et al.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Agrostis lenis ж encontrada em Campos de Altitude e outras Formaушes Campestres do Sudeste e Sul do Brasil, ocupa uma рrea menor que 2.000 km▓ e encontra-se sujeita ao menos a 10 situaушes de ameaуa. As рreas de sua ocorrЖncia tЖm sofrido a incidЖncia de incЖndios, plantio de pinheiros exзticos e prрtica de diversas atividades agrьcolas, por esses motivos, ж considerada uma espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20lenis","Mata AtlРntica"],
    [3843,"POACEAE","Agrostis longiberbis","Hack. ex L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Agrostis longiberbis distribui-se especificamente em рreas de Campos de Altitude, Campos Turfosos e Banhados de Altitude no Sudeste e Sul do Brasil, tem AOO de 36 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Essas рreas tЖm sofrido principalmente com a substituiусo dos campos por florestas de pinheiros exзticos e diversas prрticas agrьcolas, alжm de incЖndios frequentes. Pelo exposto, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20longiberbis","Mata AtlРntica"],
    [3844,"POACEAE","Agrostis ramboi","Parodi","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Agrostis ramboi ж endЖmica dos Campos de Altitude do Sul do Brasil, em locais que perderam mais de 80% da vegetaусo natural nos Щltimos 10 anos, como os municьpios de General Carneiro (PR), e Sсo Joaquim, Lauro Muller e Urubici (SC). Pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrostis%20ramboi","Mata AtlРntica"],
    [3845,"POACEAE","Altoparadisium chapadense","Filg. et al.","CR","C2a(i)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Altoparadisium chapadense ж restrita aos hрbitats severamente fragmentados da Chapada dos Veadeiros e serras adjacentes, no Estado de Goiрs. Nessa рrea, foram encontradas trЖs subpopulaушes deste tрxon, sendo contados menos de 50 indivьduos maduros na maior subpopulaусo (cada moita representa um indivьduo). As principais ameaуas incidentes no momento sсo a expansсo e o asfaltamento da rodovia entre Alto Paraьso de Goiрs e Colinas de Goiрs, que estсo eliminando uma das subpopulaушes, alжm da presenуa de gado em рreas campestres e a incidЖncia frequente de fogo. Por esses motivos, portanto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Altoparadisium%20chapadense","Cerrado"],
    [3846,"POACEAE","Andropogon carinatus","Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. carinatus possui distribuiусo extensa no Brasil Central, alжm de ocorrer na Bolьvia e Costa Rica. Diversas subpopulaушes sсo conhecidas e amostradas em coleушes cientьficas, sendo que algumas estсo presentes em UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20carinatus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3847,"POACEAE","Andropogon glaucophyllus","Roseng. et al.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Andropogon glaucophyllus tem distribuiусo restrita Яs рreas litorРneas do Sul e Sudeste do Brasil. Apresenta AOO de 28 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Ademais, a espжcie estр presente em municьpios que tiveram reduzidos mais de 50% de sua vegetaусo natural em menos de 10 anos, portanto, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20glaucophyllus","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [3848,"POACEAE","Andropogon hypogynus","Hack.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. hypoginus possui ampla distribuiусo, sendo tambжm encontrada na Bolьvia, Paraguai e Argentina, com uma amostragem representativa em diferentes locais ao longo da sua distribuiусo no Brasil.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andropogon%20hypogynus","Cerrado, Pantanal"],
    [3849,"POACEAE","Anomochloa marantoidea","Brongn.","EN","A2c,C1","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Anomochloa marantoidea tem distribuiусo restrita Я regiсo de Una (BA), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas, onde sсo encontrados menos de 2.500 indivьduos maduros. Essa regiсo apresentou uma reduусo de sua vegetaусo original de aproximadamente 65%. Infere-se que tal reduусo reflita em uma taxa semelhante de reduусo populacional da espжcie, que representa um valor de declьnio contьnuo de pelo menos 20% em cinco anos. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anomochloa%20marantoidea","Mata AtlРntica"],
    [3850,"POACEAE","Anthaenantiopsis fiebrigii","Parodi","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Anthaenantiopsis fiebrigii ж encontrada no Brasil, e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. Tem AOO de 8 km▓. No municьpio de Poуos de Caldas (MG), foi verificada uma reduусo da vegetaусo nativa maior que 80%. Nesse municьpio, a principal causa da perda de hрbitat tem sido o uso do solo para pastagem de gado com o plantio de capim-gordura (Mellinis minutiflora). Considera-se, por isso, a espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anthaenantiopsis%20fiebrigii","Cerrado"],
    [3851,"POACEAE","Apoclada simplex","McClure & L.B.Sm.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apoclada simplex ocorre exclusivamente em floresta de araucрria (Floresta Ombrзfila Mista) e apresenta um valor de AOO de 40 km▓. Foi constatado que os municьpios onde a espжcie ocorre tiveram uma reduусo da vegetaусo de pelo menos 50% nos Щltimos 10 anos. E mesmo estando presente em unidades de conservaусo (SNUC), hр evidЖncias de exploraусo ilegal para uso em construусo civil e produусo de papel, o que nсo garante sua perpetuaусo na natureza. Sendo assim, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apoclada%20simplex","Mata AtlРntica"],
    [3852,"POACEAE","Aristida brasiliensis","Longhi-Wagner","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Aristida brasiliensis tem uma AOO de 24 km▓, com distribuiусo especьfica. Encontra-se sujeita a trЖs situaушes de ameaуa distintas. Seus hрbitats (Campos Rupestres e Campos de Altitude) sсo constantemente ameaуados por incЖndios, mineraусo, expansсo urbana e criaусo de gado. Dado esse panorama, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20brasiliensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3853,"POACEAE","Aristida constricta","Longhi-Wagner","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, Aristida constricta estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa e tem AOO de 8 km▓. ╔ encontrada em рreas de Campos de Altitude, que sсo impactados pelo plantio de pinheiros exзticos e por outras atividades agrьcolas, alжm de sofrerem os impactos diretos provocados pelos incЖndios frequentes que assolam essas regiшes em perьodos de seca. Por esses motivos, A. constricta encontra-se \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20constricta","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3854,"POACEAE","Aristida laevis","(Nees) Kunth","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. laevis possui ampla distribuiусo na Amжrica do Sul, sendo conhecida por uma amostragem representativa ao longo desta. Alжm disto, a espжcie ж bastante resistente ao fogo e tolerante ao pastejo.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20laevis","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3855,"POACEAE","Aristida oligospira","(Hack.) Henrard","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. oligospira possui ampla distribuiусo na Amжrica do Sul, sendo conhecida por uma amostragem representativa ao longo desta.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20oligospira","Cerrado"],
    [3856,"POACEAE","Aristida sanctae-luciae","Trin.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo extensa ao longo de campos Щmidos de cerrado e campo rupestre, no entanto nсo sсo conhecidos dados populacionais e do habitat destas subpopulaушes para se aferir de forma precisa uma categoria de risco de extinусo.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aristida%20sanctae-luciae","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3857,"POACEAE","Arthropogon villosus","Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. villosus encontra-se distribuьda em diferentes biomas e formaушes vegetacionais, habitando grande parte do Brasil, Bolьvia e Mжxico. Alжm disso, a importРncia da espжcie como forrageira favorece seu cultivo.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthropogon%20villosus","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3858,"POACEAE","Arthropogon xerachne","Ekman","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Arthropogon xerachne habita рreas de Campos ┌midos no Paranр e em Sсo Paulo, que tiveram reduусo de mais de 80% de sua vegetaусo original, supшe-se, a partir desse fato, que as subpopulaушes da espжcie tenham sofrido reduусo em proporусo semelhante, sendo assim consideradas \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arthropogon%20xerachne","Cerrado"],
    [3859,"POACEAE","Arundinella deppeana","Nees ex Steud.","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Arundinella deppeana tem ampla distribuiусo no continente americano, no entanto, ж conhecida no Brasil apenas por duas subpopulaушes, que estсo sujeitas a duas situaушes de ameaуa, por ocorrer em рreas de Cerrado com elevadas taxas de perda de hрbitat atribuьdas Яs atividades agrьcolas e de urbanizaусo. Foi considerada, portanto, \"Vulnerрvel\" (VU). Caso as ameaуas nсo sejam controladas, a espжcie poderр sofrer reduусo populacional acentuada e ser transferida para uma categoria de ameaуa de maior risco em futuro prзximo. Recomenda-se pesquisa cientifica.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Arundinella%20deppeana","Cerrado"],
    [3860,"POACEAE","Aulonemia aristulata","(DШll) McClure","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. aristulata apresenta distribuiусo em diferentes regiшes do Brasil, sendo encontrada em pelo menos cinco UCs de proteусo integral. As subpopulaушes atingem altas densidades em bordas de mata e podem dominar o sub-bosque de florestas que tiveram o dossel perturbardo.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20aristulata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3861,"POACEAE","Aulonemia effusa","(Hack.) McClure","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. effusa apresenta distribuiусo ampla em uma рrea de aproximadamente 180.000 km▓. Apesar da perda de habitat verificada na regiсo da Cadeia do Espinhaуo, a espжcie ж encontrada ao longo de todo este complexo montanhoso e suas subpopulaушes apresentam capacidade de dispersсo entre si.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20effusa","Caatinga, Cerrado"],
    [3862,"POACEAE","Aulonemia ulei","(Hack.) McClure & L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Aulonemia ulei ж endЖmica da regiсo de Aparados da Serra (divisa de Santa Catarina e Rio Grande do Sul), com AOO de aproximadamente 52 km▓. Ocorre em hрbitats severamente fragmentados, e estр sujeita Я incidЖncia de ameaуas como a agropecuрria e incЖndios frequentes. Foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aulonemia%20ulei","Mata AtlРntica"],
    [3863,"POACEAE","Axonopus carajasensis","Bastos","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus carajasensis tem distribuiусo restrita Я regiсo da Serra de Carajрs (PA), estando sujeita a duas situaушes de ameaуa. Os valores de EOO e AOO sсo calculados em 737,32 km▓ e 12 km▓, respectivamente. Nessa regiсo, as principais ameaуas incidentes sсo a mineraусo e o desmatamento, que tЖm levado Я desertificaусo dos ambientes onde a espжcie pode ocorrer. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20carajasensis","AmazЗnia"],
    [3864,"POACEAE","Axonopus chrysoblepharis","(Lag.) Chase","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. chrysoblepharis possui ampla distribuiусo geogrрfica na Amжrica do Sul e Central, com subpopulaушes conhecidas em diferentes situaушes de ameaуa e em рreas de Unidades de Conservaусo.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20chrysoblepharis","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3865,"POACEAE","Axonopus comans","(Trin. ex DШll) Kuhlm.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. comans apresenta distribuiусo extensa pelo Cerrado no Brasil, com subpopulaушes conhecidas em Unidades de Conservaусo e em mais de 10 situaушes de ameaуa.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20comans","Cerrado"],
    [3866,"POACEAE","Axonopus complanatus","(Nees) Dedecca","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. complanatus possui ampla distribuiусo geogrрfica e subpopulaушes presentes em diferentes situaушes de ameaуa, alжm de ocorrЖncia em Unidades de Conservaусo.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20complanatus","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [3867,"POACEAE","Axonopus fastigiatus","(Nees ex Trin.) Kuhlm.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus fastigiatus habita principalmente рreas de Campo Rupestre no Cerrado e Caatinga, estando sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, trЖs em Minas Gerais, duas na Bahia, duas em Goiрs e uma no Mato Grosso. Com uma AOO menor que 500 km▓, a espжcie sofre com a mineraусo, incЖndios e o extrativismo para uso ornamental. Sendo assim, foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20fastigiatus","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3868,"POACEAE","Axonopus monticola","G.A.Black","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus monticola tem distribuiусo restrita aos Campos de Altitude e Campos Rupestres de Sсo Paulo e Minas Gerais, com uma AOO de 16 km▓ e subpopulaушes encontradas sujeitas a cinco situaушes de ameaуa. Nessas рreas, foi identificada a incidЖncia de ameaуas como incЖndios, mineraусo e expansсo urbana. Por essa razсo, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20monticola","Mata AtlРntica"],
    [3869,"POACEAE","Axonopus pressus","(Nees ex Steud.) Parodi","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. pressus tem ampla distribuiусo geogrрfica, sendo encontrada na maioria dos biomas brasileiros e em mais de 10 situaушes de ameaуa. A espжcie tambжm ж tolerante ao fogo.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20pressus","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3870,"POACEAE","Axonopus ramboi","G.A.Black","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus ramboi tem AOO de 12 km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa entre os Estados de Sсo Paulo e Rio Grande do Sul. As рreas de sua ocorrЖncia tiveram uma reduусo da vegetaусo original de pelo menos 50%, causada pela expansсo de lavouras e demais atividades agropecuрrias. Dessa forma, suspeita-se que uma reduусo populacional em proporусo semelhante tenha ocorrido nas subpopulaушes da espжcie, o que permite categorizр-la como \"Em perigo\" (EN).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20ramboi","Mata AtlРntica"],
    [3871,"POACEAE","Axonopus uninodis","(Hack.) G.A.Black","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Axonopus uninodis tem distribuiусo conhecida. Suas subpopulaушes estсo sujeitas a poucas situaушes de ameaуa e sсo encontradas em рreas de municьpios que tiveram uma reduусo da vegetaусo original de pelo menos 80% nos Щltimos dez anos. Dessa forma, infere-se que tenha havido uma reduусo populacional da espжcie em proporусo semelhante, o que permite considerр-la \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Axonopus%20uninodis","Mata AtlРntica"],
    [3872,"POACEAE","Bothriochloa laguroides","(DC.) Herter","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Bothriochloa laguroides ocorre em menos de 10 situaушes de ameaуa e tem AOO menor que 2.000 km▓. Sofre a incidЖncia de ameaуas como a perda de hрbitat, alteraусo no uso/manejo do substrato e sobrepastejo. A espжcie foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bothriochloa%20laguroides","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3873,"POACEAE","Briza brasiliensis","(Nees ex Steud.) Ekman","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Briza brasiliensis tem distribuiусo restrita aos Campos de Altitude e Campos de Cima da Serra, ocupando uma рrea inferior a 500 km▓. Suas subpopulaушes estсo sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa. Mesmo ocorrendo em unidades de conservaусo, os hрbitats em que a espжcie vive sofrem com a incidЖncia de incЖndios periзdicos, invasсo de espжcies exзticas e sobrepastejo, sendo assim, B. brasiliensis foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [3874,"POACEAE","Briza itatiaiae","Ekman","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Briza itatiaiae ж endЖmica dos Campos de Altitude da regiсo de Itatiaia (RJ), com subpopulaушes ocupando uma рrea de 12 km▓ e sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa. Nessa regiсo, a principal ameaуa incidente sсo os grandes incЖndios, que acontecem em um padrсo trienal e afetam muitas espжcies da flora local, como B. Itatiaiae. Portanto, a espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [3875,"POACEAE","Briza juergensii","Hack.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","B. juergensii possui distribuiусo extensa e subpopulaушes conhecidas em diferentes formaушes vegetacionais, sendo bem representada em amostras de herbрrio.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20juergensii","Mata AtlРntica"],
    [3876,"POACEAE","Briza parodiana","Roseng. et al.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem AOO de 8 km▓ e uma Щnica situaусo de ameaуa, os locais em que ocorre vЖm sofrendo intensa perda de hрbitat, devido ao plantio de pinheiros exзticos e pastoreio intensivo, que tЖm levado a reduусo no nЩmero de subpopulaушes deste tрxon, pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20parodiana","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3877,"POACEAE","Briza scabra","(Nees ex Steud.) Ekman","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Briza scabra ж endЖmica dos Campos de Altitude situados sobre afloramentos rochosos de basalto. Sua AOO ж de 24 km▓ e encontra-se sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Atualmente, as principais ameaуas incidentes sobre a espжcie sсo a expansсo urbana e o cultivo de pinheiros e gramьneas invasoras nas рreas agrьcolas, o que afeta diretamente a perpetuaусo deste tрxon na natureza. Sendo assim, B. scabra foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Briza%20scabra","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3878,"POACEAE","Canastra aristella","(DШll) Zuloaga & Morrone","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo extensa e ocorre em diferentes ambientes de Mata AtlРntica, desde o nьvel do mar atж 1300 m de altitude no sul e sudeste do Brasil, sendo encontrada em UCs de proteусo integral.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canastra%20aristella","Mata AtlРntica"],
    [3879,"POACEAE","Canastra lanceolata","(Filg.) Morrone et al.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Canastra lanceolata ж endЖmica da Serra da Canastra (MG) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sua AOO ж de 12 km▓, corroborando distribuiусo restrita. A maioria das subpopulaушes encontra-se prзxima ou incluьda no Parque Nacional da Serra da Canastra, no entanto, uma sжrie de ameaуas tem incidido sobre essa рrea e afetado sua perpetuaусo na natureza, como incЖndios, mineraусo e turismo depredatзrio. Diante do exposto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Canastra%20lanceolata","Cerrado"],
    [3880,"POACEAE","Chusquea attenuata","(DШll) L.G. Clark","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусo ampla e da ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie se encontra em diferentes рreas com reduусo de hрbitat de pelo menos 60% da vegetaусo original, como nos municьpios de Wenceslau Guimarсes, Rio de Contas, Camacan (BA), Salesзpolis, Sсo Paulo (SP), Ouro Preto (MG) e Quatro Barras (PR). Dessa forma, supшe-se que tal reduусo de hрbitat reflita em uma reduусo no nЩmero de subpopulaушes da espжcie em proporусo semelhante, o que permite categorizar esse tрxon como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20attenuata","Mata AtlРntica"],
    [3881,"POACEAE","Chusquea baculifera","Silveira","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea baculifera apresenta subpopulaушes distribuьdas em dois ambientes montanhosos, que perderam mais que 80% de sua vegetaусo original nos Щltimos 60 anos ? tempo mжdio que corresponde a trЖs geraушes da espжcie. Atualmente, apesar da coleta de indivьduos em unidades de conservaусo (SNUC), foram reportadas a incidЖncia de ameaуas como atividades agropecuрrias e a presenуa de espжcies invasoras. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20baculifera","Mata AtlРntica"],
    [3882,"POACEAE","Chusquea erecta","L.G.Clark","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea erecta ocorre em рrea restrita de Campos de Altitude, com EOO calculada em 138,55 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa em um local que poderр ser antropizado em futuro prзximo. Por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20erecta","Mata AtlРntica"],
    [3883,"POACEAE","Chusquea heterophylla","Nees","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea heterophylla tem distribuiусo em Campos de Altitude e Campos Rupestres nos municьpios de Petrзpolis, Teresзpolis e Nova Friburgo (RJ), que apresentam reduусo de ao menos 50% da vegetaусo original, devido principalmente Я expansсo urbana e Я ocorrЖncia frequente de incЖndios. Por esses fatores, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20heterophylla","Mata AtlРntica"],
    [3884,"POACEAE","Chusquea pinifolia","(Nees) Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. pinifolia apresenta distribuiусo extensa em campos de altitude do Brasil, sendo coletada em mais de 10 situaушes de ameaуa. Apesar da incidЖncia de ameaуas, a espжcie possui a rрpida capacidade de se regenerar em 4-6 anos apзs a passagem de fogo.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20pinifolia","Mata AtlРntica"],
    [3885,"POACEAE","Chusquea pulchella","L.G.Clark","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em locais de Mata AtlРntica que tiveram uma reduусo de hрbitat original de pelo menos 50% nos Щltimos dez anos, como os municьpios de Sсo Paulo, Serra Negra, Barra do Turvo (SP) e Boa Nova (BA). Assim, suspeita-se que as populaушes de C. pulchella tenham sido reduzidas em proporусo semelhante, o que permite enquadrр-la na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20pulchella","Mata AtlРntica"],
    [3886,"POACEAE","Chusquea tenuiglumis","DШll","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Chusquea tenuiglumis ocorre em рreas de Mata AtlРntica que apresentam mais de 80% de sua cobertura original degradada nos Щltimos 10 anos, como os municьpios de Baependi, Camanducaia, Poуos de Caldas e Salto da Divisa (MG). Dessa forma, supшe-se que as subpopulaушes da espжcie tenham sofrido uma reduусo em proporусo semelhante, o que permite considerр-la \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chusquea%20tenuiglumis","Mata AtlРntica"],
    [3887,"POACEAE","Colanthelia macrostachya","(Nees) McClure","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre em ambientes florestais que se encontram em municьpios com uma reduусo da vegetaусo natural maior que 50% nos Щltimos dez anos, como Santa Isabel e Guaratinguetр (SP), e Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo (RJ). Dessa forma, supшe-se que as subpopulaушes de C. macrostachya tenham sofrido uma reduусo de proporусo semelhante. A espжcie foi, por isso, considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colanthelia%20macrostachya","Mata AtlРntica"],
    [3888,"POACEAE","Cryptochloa capillata","(Trin.) Soderstr.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Espжcie herbрcea cespitosa com colmos atж 0,8 m, endЖmica, nсo ameaуada. Grande extensсo de ocorrЖncia, coletada frequentemente em dezenas de situaушes de ameaуa. Habita a floresta pluvial, tanto no interior quanto na borda de fragmentos da Mata AtlРntica e da AmazЗnia.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cryptochloa%20capillata","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [3889,"POACEAE","Ctenium brevispicatum","J.G.Sm.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. brevispicatum possui ampla distribuiусo no Brasil e Bolьvia, representada por grande quantidade de amostras no Cerrado e Caatinga, em рreas de altitude elevada. A espжcie tambжm foi encontrada em pelo menos 3 UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenium%20brevispicatum","Caatinga, Cerrado"],
    [3890,"POACEAE","Ctenium cirrhosum","(Nees) Kunth","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. cirrhosum possui distribuiусo extensa, sendo encontrada em diferentes situaушes de ameaуa no Cerrado e Mata AtlРntica. No entanto, nсo se sabe qual o efeito destas ameaуas sobre as subpopulaушes, principalmente sobre aquelas localizadas em рreas de canga e campo rupestre.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ctenium%20cirrhosum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3891,"POACEAE","Danthonia cirrata","Hack. & Arechav.","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Danthonia cirrata habita Formaушes Campestres associadas aos biomas da Mata AtlРntica e Pampa, em рreas de municьpios que tiveram uma perda de vegetaусo original maior que 50% nos Щltimos 10 anos. Com isso, infere-se que tenha ocorrido uma reduусo populacional da espжcie em proporусo semelhante, o que permite considerр-la \"Em perigo\" (EN)\".","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Danthonia%20cirrata","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3892,"POACEAE","Deschampsia caespitosa","(L.) P.Beauv.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Deschampsia caespitosa apresenta uma AOO menor que 500 km▓ e encontra-se sujeita a cinco situaушes de ameaуa, ocorre em рreas de banhados nos Campos de Altitude do Sul do Brasil. Nessas рreas, foram reportadas ameaуas como a monocultura de pinheiros exзticos e outras prрticas agrьcolas, que muitas vezes geram incЖndios severos. Pelo exposto, portanto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Deschampsia%20caespitosa","Mata AtlРntica"],
    [3893,"POACEAE","Diandrolyra tatianae","Soderstr. & Zuloaga","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Diandrolyra tatianae apresenta AOO de 68 km▓, estando sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. Habita fragmentos de Floresta AtlРntica que sofrem com o desmatamento pelo uso do fogo e extrativismo de madeira para criaусo de рreas agrьcolas e expansсo urbana. Por esses motivos, D. tatianae foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diandrolyra%20tatianae","Mata AtlРntica"],
    [3894,"POACEAE","Dichanthelium surrectum","(Chase ex Zuloaga & Morrone) Zuloaga","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. surrectum tem distribuiусo extensa no Cerrado e Mata AtlРntica, sendo comumente encontrada em рreas antropizadas. A espжcie tambжm foi registrada em duas Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dichanthelium%20surrectum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3895,"POACEAE","Digitaria corynotricha","(Hack.) Henrard","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. corynotricha possui distribuiусo extensa ao longo de рreas de Cerrado e Mata AtlРntica, sendo bem representada em coleушes de herbрrio. Ainda, a espжcie foi localizada em pelo menos 3 Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digitaria%20corynotricha","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3896,"POACEAE","Digitaria neesiana","Henrard","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Digitaria neesiana tem distribuiусo ao longo do Cerrado, que apresenta grandes taxas de perda de hрbitat devido Яs atividades agropecuрrias. As subpopulaушes da espжcie ocupam AOO de 76 km▓, e suas subpopulaушes estсo sujeitas a pelo menos cinco situaушes de ameaуa, representadas no cenрrio por pastagens, рreas agrьcolas, рreas protegidas e remanescentes ьntegros. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Digitaria%20neesiana","Cerrado"],
    [3897,"POACEAE","Eragrostis neesii","Trin.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","E. neesi possui ampla distribuiусo na Amжrica do Sul, presente em diferentes habitats no Cerrado e Pampa, sendo tambжm encontrada em ambientes antropizados e UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eragrostis%20neesii","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3898,"POACEAE","Erianthecium bulbosum","Parodi","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Erianthecium bulbosum ocupa uma рrea restrita (AOO=8 km▓) sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, com distribuiусo sobre campos dos municьpios de Pelotas e Piratini (RS), que sofreram uma reduусo da vegetaусo natural de mais de 80% nos Щltimos 10 anos. Alжm disso, a principal ameaуa nesses locais ж o sobrepastejo intenso, que foi indicado como um impacto capaz de eliminar a espжcie do ambiente.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erianthecium%20bulbosum","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3899,"POACEAE","Eriochrysis filiformis","(Hack.) Filg.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","E. filiformis ocorre em рreas Щmidas, sendo extensamente distribuьda na Mata AtlРntica, Cerrado e Pantanal. ╔ encontrada em UCs e tem o ciclo biolзgico ligado ao fogo, nсo sendo a incidЖncia deste uma ameaуa direta Я espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriochrysis%20filiformis","Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [3900,"POACEAE","Filgueirasia cannavieira","(Silveira) Guala","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","F. cannavieira apresenta distribuiусo extensa em рreas de cerrado de altitude de Goiрs, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, sendo encontradas subpopulaушes com muitos indivьduos. No entanto, a espжcie ж utilizada para alimentaусo de gado durante o perьodo da seca, nсo se conhecendo em qual proporусo ж extraьda, e recentemente as subpopulaушes do Distrito Federal foram dizimadas para o plantio de eucalipto. Dessa forma sсo necessрrios dados populacionais para se avaliar o risco de extinусo desta espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Filgueirasia%20cannavieira","Cerrado"],
    [3901,"POACEAE","Glaziophyton mirabile","Franch.","EN","A2ac,B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Glaziophyton mirabile apresenta distribuiусo restrita (EOO=403,37 km▓, AOO=32 km▓) Яs рreas de Campos de Altitude no Estado do Rio de Janeiro. Sua ocorrЖncia ж exclusiva a uma tipologia de vegetaусo severamente fragmentada, onde jр foi observada a extinусo local de uma subpopulaусo (Morro do Cuca, RJ). Os municьpios de ocorrЖncia do tрxon vЖm sofrendo severa reduусo em suas vegetaушes originais: Petrзpolis, onde se situa a рrea central de sua distribuiусo, teve uma reduусo da cobertura vegetal original maior que 70% nos Щltimos 10 anos, a partir daь, supшe-se que as subpopulaушes da espжcie tenham sofrido reduусo em proporусo semelhante e estejam sujeitas aos efeitos dos incЖndios que ocorrem na regiсo. Pelo exposto, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN), demandando aушes especьficas para garantir a integridade de suas subpopulaушes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Glaziophyton%20mirabile","Mata AtlРntica"],
    [3902,"POACEAE","Gymnopogon burchellii","(Munro ex DШll) Ekman","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","G. burchellii possui ampla distribuiусo geogrрfica no sul da Amжrica do Sul, sendo encontrada em diferentes situaушes de ameaуa na Mata AtlРntica, Cerrado e Pampa e em unidades de conservaусo.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnopogon%20burchellii","Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3903,"POACEAE","Gymnopogon doellii","Boechat & Valls","CR","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Gymnopogon doellii ж endЖmica da regiсo metropolitana de Brasьlia (DF), com subpopulaушes conhecidas sujeitas a uma situaусo de ameaуa e EOO menor que 100 km▓. As principais ameaуas identificadas para a espжcie sсo a presenуa da gramьnea invasora Melinis minutiflora, a construусo de uma barragem e a expansсo urbana, que permitiram sua categorizaусo com \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gymnopogon%20doellii","Cerrado"],
    [3904,"POACEAE","Hymenachne donacifolia","(Raddi) Chase","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","H. donacifolia ж amplamente distribuьda no Brasil e outros paьses da Amжrica do Sul, presente em diferentes biomas. Tambжm ж registrada nas coleушes cientьficas de grande parte dos herbрrios nacionais.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenachne%20donacifolia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3905,"POACEAE","Hymenachne pernambucensis","(Spreng.) Zuloaga","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo na Amжrica do Sul, ocorrendo em lagoas no Cerrado, Mata AtlРntica e Caatinga. Encontrada em pelo menos 3 UCs, a espжcie tambжm ж favorecida pela presenуa de pastoreio pelo gado.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hymenachne%20pernambucensis","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3906,"POACEAE","Ichnanthus bambusiflorus","(Trin.) DШll","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","I. bambusiflorus possui ampla distribuiусo na Amжrica do Sul, sendo encontrada no Brasil em diferentes formaушes vegetacionais em elevada altitude do Cerrado, Caatinga e Mata AtlРntica. Ainda,possui grande amostragem ao longo de sua distribuiусo, sendo tambжm encontrada em pelo menos 5 UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ichnanthus%20bambusiflorus","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3907,"POACEAE","Leersia ligularis","Trin.","VU","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Leersia ligularis ocorre em diferentes locais que tiveram perda de pelo menos 30% da vegetaусo natural nas Щltimas trЖs geraушes da espжcie, como nos municьpios de Ortigueira, Araucрria e Candзi no Paranр, Viуosa, Joaquim Felьcio e Araponga em Minas Gerais, e Embu, Mauр e Monte Alegre do Sul, em Sсo Paulo. Foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU), principalmente pela acentuada reduусo de hрbitat nas рreas de sua ocorrЖncia.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leersia%20ligularis","Mata AtlРntica"],
    [3908,"POACEAE","Lithachne horizontalis","Chase","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Lithachne horizontalis tem distribuiусo restrita a fragmentos de Floresta AtlРntica, em municьpios fortemente antropizados do Sudeste (Sсo Paulo (SP), Nova Iguaуu (RJ), e Belo Horizonte (MG)), com uma AOO igual a 32 km▓. A espжcie encontra-se sujeita, ao menos, a cinco situaушes de ameaуa, portanto, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lithachne%20horizontalis","Mata AtlРntica"],
    [3909,"POACEAE","Loudetia flammida","(Trin.) C.E.Hubb.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","L. flammida possui ampla distribuiусo geogrрfica na Amжrica do Sul, sendo conhecida em praticamente todos os biomas brasileiros e reportada em unidades de conservaусo.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Loudetia%20flammida","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [3910,"POACEAE","Luziola brasiliensis","(Trin.) Pilg.","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Luziola brasiliensis tem AOO igual a 44 km▓, e suas subpopulaушes estсo sujeitas a pelo menos 10 situaушes de ameaуa distintas. A espжcie ж principalmente encontrada em fendas de rocha com рgua acumulada, um hрbitat especьfico na Caatinga que sofre com a transformaусo para рreas agrьcolas, por isso, ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Luziola%20brasiliensis","Caatinga"],
    [3911,"POACEAE","Melica arzivencoi","Valls & Barcellos","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Melica arzivencoi ж uma espжcie tьpica de Campos de Altitude do Sul e Sudeste do Brasil, e tem uma AOO de aproximadamente 20 km▓. Encontra-se sujeita a pelo menos cinco situaушes de ameaуa. As principais ameaуas incidentes sсo incЖndios e invasсo por espжcies exзticas, que levaram a espжcie a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melica%20arzivencoi","Mata AtlРntica"],
    [3912,"POACEAE","Merostachys abadiana","Send.","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Merostachys abadiana tem distribuiусo restrita a ambientes severamente fragmentados. Ocorre em municьpios que tiveram uma reduусo da vegetaусo natural maior que 80%, por exemplo Paranapanema e Itatinga (SP), e Poуos de Caldas (MG) perderam quase a totalidade de suas coberturas vegetais originais, com isso supшe-se que as subpopulaушes da espжcie apresentem uma reduусo nas mesmas proporушes. ╔ considerada rara, com um ciclo biolзgico sensьvel, em que as plantas florescem uma sз vez em intervalos de cerca de 30 anos e secam depois, abrindo clareiras nas florestas. Dado esse quadro, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), demandando aушes diretas que favoreуam sua conservaусo efetiva.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20abadiana","Mata AtlРntica"],
    [3913,"POACEAE","Merostachys burmanii","Send.","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ocorrЖncia em unidades de conservaусo (SNUC), Merostachys burmanii ocorre em municьpios que tiveram, no mьnimo, 50% de reduусo da vegetaусo original, como Sсo Pedro dos Ferros (MG), Sсo Paulo, Teresзpolis (RJ) e Jaguaquara (BA). Dessa forma, supшe-se que sua populaусo tenha sofrido uma reduусo em proporушes semelhantes, levando a espжcie a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20burmanii","Mata AtlРntica"],
    [3914,"POACEAE","Merostachys caucaiana","Send.","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Merostachys caucaiana ж considerada rara, sendo encontrada em ambientes severamente fragmentados, apresenta AOO de 8 km▓, em Florestas Nebulares. Nos locais em que ocorre, foi registrada uma reduусo da vegetaусo original de mais de 80% em 10 anos de monitoramento, supшe-se que tal reduусo tambжm seja verificada nas subpopulaушes da espжcie. Foi considerada espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20caucaiana","Mata AtlРntica"],
    [3915,"POACEAE","Merostachys neesii","Rupr.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","M. neesii apresenta distribuiусo extensa ao longo da Mata AtlРntica, sendo encontrada em pelo menos 3 UCs de proteусo integral. No entanto, a espжcie ж utilizada comercialmente e sofre perda de habitat com a expansсo urbana, principalmente no estado de Sсo Paulo. Com isso, o conhecimento de dados sobre as subpopulaушes ж fundamental para se avaliar o risco de extinусo da espжcie.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20neesii","Mata AtlРntica"],
    [3916,"POACEAE","Merostachys scandens","Send.","CR","A2c,B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Merostachys scandens apresenta valores de EOO igual a 10,23 km▓ e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. O municьpio de Sсo Paulo, onde a espжcie ocorre, apresentou uma reduусo maior que 80% da vegetaусo original, com isso supшe-se que a populaусo da espжcie tenha sofrido uma reduусo em igual proporусo, mesmo ocorrendo em рreas protegidas. Portanto, M. scandens foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20scandens","Mata AtlРntica"],
    [3917,"POACEAE","Merostachys skvortzovii","Send.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","M. skortzovii tem distribuiусo extensa pela Mata AtlРntica do Sul e Sudeste, com subpopulaушes bem amostradas e com ciclos reprodutivos monitorados nos Щltimos anos.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Merostachys%20skvortzovii","Mata AtlРntica"],
    [3918,"POACEAE","Mesosetum ferrugineum","(Trin.) Chase","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie que apresenta distribuiусo extensa em diferentes formaушes vegetacionais do Cerrado e Caatinga, sendo que pelo menos 3 subpopulaушes encontram-se em UCs.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mesosetum%20ferrugineum","Caatinga, Cerrado"],
    [3919,"POACEAE","Olyra fasciculata","Trin.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","O. fasciculata possui distribuiусo extensa ao longo da Amжrica do Sul, segundo o padrсo de distribuiусo do Arco PleistocЖnico. As subpopulaушes estсo bem amostradas e pelo menos 5 destas encontram-se em UCs.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Olyra%20fasciculata","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3920,"POACEAE","Olyra latispicula","Soderstr. & Zuloaga","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Olyra latispicula ж uma espжcie rara, com distribuiусo restrita a uma Щnica situaусo de ameaуa e com AOO de 8 km▓. Apesar das subpopulaушes conhecidas da espжcie ocorrerem no Parque Nacional do Monte Pascoal, essa unidade sofre com a incidЖncia de ameaуas diretas que influenciam na perpetuaусo da biodiversidade, incЖndios e plantio de eucalipto nos arredores sсo as principais ameaуas que levaram a espжcie a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Olyra%20latispicula","Mata AtlРntica"],
    [3921,"POACEAE","Ophiochloa hydrolithica","Filg. et al.","CR","B1a+2b(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Ophiochloa hydrolithica ж uma espжcie rara, nсo sendo encontrada em unidades de conservaусo (SNUC), apresenta EOO de 51,41 km▓. A espжcie sofre com a incidЖncia de ameaуas como incЖndios, mineraусo e impactos indiretos devido Я degradaусo do hрbitat (poeira e esgotamento hьdrico do solo) desde 1993, sendo assim, foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ophiochloa%20hydrolithica","Cerrado"],
    [3922,"POACEAE","Panicum brachystachyum","Trin.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Panicum brachystachyum tem AOO de 4 km▓ em uma Щnica situaусo de ameaуa, na Serra do Cipз (MG), hр grande impacto de atividades mineradoras e provenientes da especulaусo imobiliрria. A espжcie foi, entсo, considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20brachystachyum","Cerrado"],
    [3923,"POACEAE","Panicum condensatum","Bertol.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. condensatum possui distribuiусo extensa na Mata AtlРntica e AmazЗnia, habitando diferentes formaушes vegetacionais, tambжm sendo encontrada em рreas antropizadas.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20condensatum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3924,"POACEAE","Panicum gouinii","E.Fourn.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. gouinii possui ampla distribuiусo na Amжrica Central e Amжrica do Sul, habitando diferentes tipos de vegetaусo e em рreas antropizadas.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20gouinii","Cerrado"],
    [3925,"POACEAE","Panicum hylaeicum","Mez","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. hylaeicum possui ampla distribuiусo do Mжxico a Argentina, habitando diferentes tipos de vegetaусo desde o nьvel do mar atж 1500 m de altitude.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20hylaeicum","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [3926,"POACEAE","Panicum pedersenii","Zuloaga","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. pedersenii possui distribuiусo extensa no Brasil, sendo coletada em diferentes formaушes vegetacionais naturais e encontrada como invasora em plantaушes e gramados.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panicum%20pedersenii","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos), Pantanal"],
    [3927,"POACEAE","Pariana carvalhoi","R.P.Oliveira & Longhi-Wagner","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pariana carvalhoi tem AOO de 4 km▓, e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie apresenta poucas subpopulaушes, sendo considerada um endemismo dos remanescentes florestais do municьpio de Una (BA), cujas principais ameaуas sсo a extraусo de madeira e prрticas de agricultura secular, por esses motivos, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pariana%20carvalhoi","Mata AtlРntica"],
    [3928,"POACEAE","Pharus latifolius","L.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. latifolius possui ampla distribuiусo pela Amжrica do Sul, sendo suas subpopulaушes bem amostrada em diferentes regiшes do Brasil.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pharus%20latifolius","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3929,"POACEAE","Piptochaetium alpinum","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Piptochaetium alpinum tem uma AOO de 20 km▓ e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, ocorre em Campos de Altitude do Sul do Brasil, cujas principais ameaуas sсo o uso de fogo para a agricultura e a invasсo por espжcies exзticas de alto poder competitivo, por essas razшes, a espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20alpinum","Mata AtlРntica"],
    [3930,"POACEAE","Piptochaetium palustre","Muj.-Sall. & Longhi-Wagner","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Piptochaetium palustre tem AOO de 2 km▓ e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, sendo endЖmica dos Campos de Cima da Serra da regiсo de Urupema (SC). A principal ameaуa reportada ж a alteraусo do ambiente campestre por atividades de silvicultura com consequentes plantios de Pinus spp. Por essas razшes, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20palustre","Mata AtlРntica"],
    [3931,"POACEAE","Piptochaetium ruprechtianum","Desv.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui ampla distribuiусo no sul da Amжrica do Sul e ж frequentemente encontrada  emcampos pedregosos, pastoreados, preferencialmente entre arbustos espinhosos.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piptochaetium%20ruprechtianum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3932,"POACEAE","Poa bradei","Pilg.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Poa bradei ocorre especificamente em Campos de Altitude e Florestas Ombrзfilas Mistas do Sul e Sudeste do Brasil, ocupando uma рrea de aproximadamente 24 km▓ e estando sujeita ao menos a cinco situaушes de ameaуa distintas. Nesses ambientes, as principais ameaуas sсo os focos de incЖndio, o desmatamento para ocupaусo urbana e a invasсo por pinheiros exзticos cultivados. Por esses motivos, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poa%20bradei","Mata AtlРntica"],
    [3933,"POACEAE","Poa reitzii","Swallen","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Poa reitzii ж endЖmica dos Campos de Altitude do Sul do Brasil, com AOO de 12 km▓. A espжcie estр sujeita a duas situaушes de ameaуa distintas. No ambiente em que ocorre, as principais ameaуas sсo a modificaусo do hрbitat pelo plantio de pinheiros exзticos e pelas atividades agropecuрrias, alжm do fogo. Por essas razшes, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Poa%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [3934,"POACEAE","Raddia angustifolia","Soderstr. & Zuloaga","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Raddia angustifolia ж um bambu que habita рreas florestais do Nordeste do Brasil, que jр perderam mais de 80% de sua cobertura vegetal original nos Щltimos 10 anos. As principais ameaуas incidentes nessas рreas sсo a destruiусo do hрbitat para atividades agrьcolas e extraусo de recursos vegetais, o que levou R. angustifolia a ser considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddia%20angustifolia","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3935,"POACEAE","Raddia distichophylla","(Schrad. ex Nees) Chase","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Raddia distichophylla ж um bambu herbрceo que forma pequenas subpopulaушes e cresce em рreas de cabruca. A espжcie ж endЖmica da Bahia e tem AOO de 64 km▓, estando sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A principal ameaуa incidente ж a perda de hрbitat pela prрtica de atividades agrьcolas, que levaram a espжcie a ser considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddia%20distichophylla","Mata AtlРntica"],
    [3936,"POACEAE","Raddiella esenbeckii","(Steud.) Calderзn & Soderstr.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","R. esenbeckii ж uma espжcie de ampla distribuiусo pela Amжrica do Sul, que apresenta subpopulaушes conhecidas em diversos tipos vegetacionais, desde o nьvel do mar atж 1500 m de altitude.","2012-05-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raddiella%20esenbeckii","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3937,"POACEAE","Reitzia smithii","Swallen","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Reitzia smithii ocorre em Santa Catarina e Sсo Paulo, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, as рreas de sua ocorrЖncia encontram-se fortemente antropizadas, como o municьpio de Florianзpolis. A perda acentuada de hрbitat compromete a perpetuaусo deste tрxon na natureza, tornando essa espжcie \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Reitzia%20smithii","Mata AtlРntica"],
    [3938,"POACEAE","Schizachyrium scabriflorum","(Rupr. ex Hack.) A. Camus","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Schizachyrium scabrifolium tem AOO de 16 km▓ e subpopulaушes submetidas a menos de cinco situaушes de ameaуa, que estсo localizadas em рreas de municьpios que tiveram uma perda da vegetaусo nativa de 50% nos Щltimos dez anos. Dessa forma, estima-se que as subpopulaушes da espжcie tenham sofrido uma reduусo em proporусo semelhante, principalmente devido Я presenуa de espжcies exзticas, ao sobrepastejo e Я ocupaусo humana. A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schizachyrium%20scabriflorum","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3939,"POACEAE","Setaria parviflora var. pilosissima","(Hack.) Pensiero","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie encontra-se em locais que tiveram degradadas mais que 80% da vegetaусo natural, como os municьpios de Sсo Paulo, Jaguariaьva (PR) e Passo Fundo (RS). Essas localidades ainda sofrem com a expansсo urbana e de рreas agrьcolas, e estсo sendo destruьdas de maneira acelerada. Sendo assim, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20parviflora%20var.%20pilosissima","Mata AtlРntica"],
    [3940,"POACEAE","Setaria paucifolia","(Morong) Lindm.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. paucifolia ж uma espжcie de ampla distribuiусo, ocorrendo tambжm em outros paьses da Amжrica do Sul. A maioria das subpopulaушes desta sсo conhecidas e estсo presentes em pelo menos 4 UCs.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20paucifolia","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [3941,"POACEAE","Setaria stolonifera","Boldrini","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do municьpio de Mostardas (RS), ocupando uma рrea de 4 km▓ e estando sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. A principal ameaуa incidente na рrea ж a perda de hрbitat, devido Я expansсo urbana nos balneрrios litorРneos do Estado do Rio Grande do Sul. Apesar de estar prзxima a uma unidade de conservaусo (SNUC), as ameaуas identificadas para a regiсo continuam a ocorrer sem controle. Assim sendo, Setaria stolonifera foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20stolonifera","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3942,"POACEAE","Setaria tenacissima","Schrad. ex Schult.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. tenacissima possui ampla distribuiусo na Amжrica Central, Caribe e nordeste da Amжrica do Sul, com subpopulaушes presentes em diferentes biomas e ocorrendo em рreas modificadas tambжm.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Setaria%20tenacissima","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3943,"POACEAE","Sorghastrum stipoides","(Kunth) Nash","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. stipoides possui ampla distribuiусo geogrрfica, ocorrendo tambжm em outros paьses do continente americano e no continente africano. ╔ encontrada tambжm no Parque Nacional de Brasьlia.","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sorghastrum%20stipoides","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3944,"POACEAE","Sporobolus adustus","(Trin.) Roseng. et al.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. adustus ж uma espжcie de distribuiусo extensa no sul da Amжrica do Sul, com subpopulaушes encontradas ao longo de рreas de Cerrado e Mata AtlРntica no Brasil.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20adustus","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3945,"POACEAE","Sporobolus apiculatus","Boechat & Longhi-Wagner","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sporobolus apiculatus tem distribuiусo restrita a рreas de Cerrado no Brasil Central, com uma AOO de 20 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As principais ameaуas incidentes sobre as subpopulaушes sсo a perda de hрbitat por incЖndios, expansсo urbana e mineraусo. A espжcie foi considerada \"Em perigo\".","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20apiculatus","Cerrado"],
    [3946,"POACEAE","Sporobolus camporum","Swallen","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. camporum ж uma espжcie de distribuiусo extensa pelo sul da Amжrica do Sul, com subpopulaушes conhecidas em diferentes locais de campo de altitude e cerrado.","2012-05-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sporobolus%20camporum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3947,"POACEAE","Streptochaeta spicata","Schrad. ex Nees","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","S. spicata possui ampla distribuiусo pela Amжrica Central e Amжrica do Sul, sendo encontrada em diferentes biomas brasileiros e coletada em algumas UCs.","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Streptochaeta%20spicata","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3948,"POACEAE","Sucrea maculata","Soderstr.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sucrea maculata ж uma espжcie endЖmica da Mata AtlРntica que cobre o sul da Bahia e norte do Espьrito Santo, encontrada em pequenas subpopulaушes e com AOO de 40 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A principal ameaуa incidente sobre essas рreas de Mata AtlРntica ж a perda de hрbitat pela extraусo de madeira e para atividades agrьcolas. Sendo assim, a espжcie encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sucrea%20maculata","Mata AtlРntica"],
    [3949,"POACEAE","Sucrea sampaiana","Soderstr.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Sucrea sampaioana ж uma espжcie endЖmica do Brasil, que ocorre nos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Ocorre em ambiente de Mata AtlРntica e tem poucos indivьduos por subpopulaусo. ╔ conhecida em apenas duas situaушes de ameaуa e estр distribuьda em uma AOO de 8 km▓, com subpopulaушes ameaуadas por рrea de pastagem com espжcies exзticas. A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sucrea%20sampaiana","Mata AtlРntica"],
    [3950,"POACEAE","Thrasyopsis juergensii","(Hack.) Soderstr. & A.G.Burm.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Thrasyopsis juergensii tem distribuiусo restrita aos Campos de Altitude do Sul do Brasil, distribuьda em uma AOO de menos de 500 km▓, em locais que tiveram mais de 50% de sua vegetaусo original degradada, como os municьpios de Ponta Grossa, no Paranр, e Soledade, no Rio Grande do Sul. Isto sugere uma reduусo populacional da espжcie de valor semelhante durante os Щltimos 10 anos. A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thrasyopsis%20juergensii","Mata AtlРntica"],
    [3951,"POACEAE","Thrasyopsis repanda","(Nees ex Trin.) Parodi","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Thrasyopsis repanda ж encontrada em locais de Campos Rupestres, Canga e Campos de Altitude em Minas Gerais, Sсo Paulo e Paranр, que sofrem a incidЖncia de ameaуas como incЖndios, pastoreio, turismo depredativo e mineraусo. Esses locais perderam mais de 50% de sua vegetaусo original, como os municьpios de Ponta Grossa, Tibagi e Jaguariaьva (PR), Ouro Branco e Brumadinho (MG), e Itapetininga (SP). Isto sugere uma reduусo de valor semelhante Я da populaусo da espжcie nos Щltimos 10 anos. A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thrasyopsis%20repanda","Cerrado"],
    [3952,"POACEAE","Triraphis devia","Filg. & Zuloaga","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Triraphis devia tem distribuiусo restrita e desenvolve-se em ambientes de campos de Cerrado na Chapada dos Veadeiros (GO). Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, em que sсo incidentes o sobrepastejo, a erosсo e a existЖncia de estradas. A espжcie tem uma AOO de 16 km▓, sendo que das duas subpopulaушes conhecidas apenas uma ж protegida em unidade de conservaусo (SNUC). A espжcie foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triraphis%20devia","Cerrado"],
    [3953,"POACEAE","Zizaniopsis bonariensis","(Balansa & Poitr.) Speg.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Zizaniopsis bonariensis ж uma espжcie de distribuiусo disjunta, ocorrendo nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, sugerindo uma populaусo fragmentada. Tem AOO menor que 500 km▓ e subpopulaушes sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa, em рreas de municьpios que tiveram uma perda da vegetaусo original de 50% nos Щltimos 10 anos. Com isso, infere-se que as subpopulaушes tenham sofrido uma reduусo em proporусo semelhante. A espжcie tem sofrido com a incidЖncia de ameaуas como a mineraусo, o desmatamento, a invasсo de espжcies exзticas e atividades agrьcolas e, por essas razшes, foi considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zizaniopsis%20bonariensis","Mata AtlРntica"],
    [3954,"PODOCARPACEAE","Podocarpus acuminatus","Laubenf.","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. acuminatus ж uma arvoreta com ocorrЖncia no Amazonas, em Unidade de Conservaусo bastante preservada. Mesmo sendo provрvel a existЖncia de mais subpopulaушes naquela regiсo, a espжcie possui apenas um registro de 1985, o qual nсo apresenta informaушes sobre o tamanho e a estrutura populacional, sendo categorizada em Dados Deficientes.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20acuminatus","AmazЗnia"],
    [3955,"PODOCARPACEAE","Podocarpus aracensis","Laubenf. & Silba","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. aracensis ж uma arbзrea conhecida em 2 localidades do Amazonas, em рreas bem preservadas e com alta dificuldade de acesso. Tendo coleta botРnica recente (2003) ж possьvel inferir que a populaусo nсo esta em declьnio. Assim, nсo hр ameaуas incidentes que possam colocar a espжcie em risco de extinусo.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20aracensis","AmazЗnia"],
    [3956,"PODOCARPACEAE","Podocarpus barretoi","Laubenf. & Silba","CR","B2b(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Podocarpus barretoi ж uma arvoreta endЖmica dos Campos Rupestres da regiсo Chapada dos Veadeiros (GO). Sсo conhecidas trЖs coletas botРnicas para a mesma localidade, a mais recente em 1994. A espжcie apresenta AOO menor que 10 km▓, sendo categorizada como \"Criticamente em Perigo\" (CR). Na regiсo de ocorrЖncia as queimadas sсo frequentes e ameaуam atж mesmo a sobrevivЖncia dos indivьduos dentro nas рreas protegidas. Assim, a espжcie estр sujeita a uma situaусo de ameaуa que causa o declьnio da EOO, AOO e qualidade do habitat.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20barretoi","Cerrado"],
    [3957,"PODOCARPACEAE","Podocarpus brasiliensis","Laubenf.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Podocarpus brasiliensis ж uma arbзrea com ocorrЖncia no Brasil Central. Tem coleta em trЖs localidades e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Embora a espжcie ocorra em рreas protegidas, estas ainda estсo ameaуadas por fatores externos que comprometem a qualidade do habitat, tais como queimadas e desmatamento. Por exemplo, a taxa de desmatamento nos municьpios AltoParaьso de Goiрs e Brasьlia em dois anos (2008 e 2009) foi de 2,88 e 1,07 km▓, respectivamente. Assim, a espжcie ж categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU), podendo em futuro prзximo ser elevada a uma categoria de maior risco, especialmente por ter uso potencial para a indЩstria de celulose","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20brasiliensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3958,"PODOCARPACEAE","Podocarpus lambertii","Klotzsch ex Endl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. lambertii ж uma arbзrea que ocorre em florestas e formaушes campestres de 3 biomas brasileiros. A espжcie possui propriedades que a tornam interessante para a indЩstria de celulose e madeireira. Tambжm possui usos medicinais, paisagьsticos e para o reflorestamento. Apresenta Extensсo de OcorrЖncia superior Я 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20lambertii","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3959,"PODOCARPACEAE","Podocarpus sellowii","Klotzsch ex Endl.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. sellowii ж uma arbзrea com ocorrЖncia em 4 biomas brasileiros, em ambientes florestais Щmidos. A espжciepossui propriedades de usos medicinais, paisagьsticos, madeireiros e para o reflorestamento. Apresenta Extensсo de OcorrЖncia superior Я 20.000 km▓, sendocategorizada sem risco de extinусo.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podocarpus%20sellowii","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [3960,"PODOCARPACEAE","Retrophyllum piresii","(Silba) C.N.Page","DD","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","R. piresii ж uma arbзrea de pequeno porte, com ocorrЖncia em florestas Щmidas da AmazЗnia. O Щnico registro botРnico disponьvel sobre a espжcie foi coletado em 1976 e nсo possui informaушes sobre o tamanho e a estrutura populacional. Considerando que o esforуo de coleta para a regiсo AmazЗnica ж pequeno, ж possьvel inferir que a espжcie ocorre em outras localidades ainda nсo amostradas, sendo categorizada em Dados Deficientes.","2012-10-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Retrophyllum%20piresii","AmazЗnia"],
    [3961,"PODOSTEMACEAE","Apinagia riedelii","(Bong.) Tul.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Apinagia riedelli caracteriza-se por ervas aquрticas, de atж 21cm decomprimento. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas AmazЗnia, Cerrado e MataAtlРntica, encontrada em floresta ombrзfila densa, vegetaусo aquрtica,preferencialmente em corredeiras de rios. Apresenta EOO de 499.004,571km▓.Amplamente distribuьda. Protegida pelo Parque Natural do Caraуa (MG). Espжcienсo ameaуada no Рmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Apinagia%20riedelii","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3962,"PODOSTEMACEAE","Castelnavia multipartita","Tul. & Wedd.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Castelnavia multipartita caracteriza-se por ervas aquрticas. EndЖmicado Brasil, ocorre nos estados do Parр, Mato Grosso e Goiрs. Encontrada nosbiomas AmazЗnia e Cerrado, onde desenvolve-se em floresta ombrзfila densa evegetaусo aquрtica. Apresenta EOO de 501.749,723km▓. Amplamente distribuьda nosestados de ocorrЖncia. Nсo ameaуada no territзrio nacional (Bove, C.P., com.pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Castelnavia%20multipartita","AmazЗnia, Cerrado"],
    [3963,"PODOSTEMACEAE","Mourera fluviatilis","Aubl.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Mourera fluviatilis caracteriza-se por ervas aquрticas, apresentasьndrome de polinizaусo melitзfila e/ou anemofьlica. Nсo endЖmica do Brasil.Ocorre nos biomas AmazЗnia e Mata AtlРntica, preferencialmente em rios quepossuam alto fluxo hьdrico durante o ano todo. Apresenta EOO de3.805.877,590km▓. Amplamente distribuьda. Protegida pelo Santuрrio Ecolзgico daSerra D?┴gua (AL). Apesar de utilizada por algumas tribos amazЗnicas parasalgar alimentos, nсo apresenta nenhuma ameaуa direta que a coloque em algumacategoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbito nacional (Bove, C.P., com.pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mourera%20fluviatilis","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [3964,"PODOSTEMACEAE","Mourera weddelliana","Tul.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Mourera weddelliana caracteriza-se por ervas aquрticas. EndЖmica do Brasil, ж encontrada nos biomas AmazЗnia e Cerrado. Apresenta distribuiусo restrita e pontual e AOO inferior a 20 km▓. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa que incidem sobre seus hрbitats de ocorrЖncia: sobre-exploraусo dos recursos florestais, implementaусo de atividades agropecuрrias, e implementaусo de atividades silviculturais. Pouco representada em coleушes cientьficas, sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mourera%20weddelliana","AmazЗnia, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [3965,"PODOSTEMACEAE","Podostemum distichum","(Cham.) Wedd.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemum distichum caracteriza-se por ervas aquрticas e/ou rupьcolas, de 1-15cm decomprimento. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Pampas e Cerrado, encontrada emfloresta ombrзfila densa, floresta estacional semidecidual, floresta estacionaldecidual, preferencialmente em ambientes aquрticos, entre 60-1200m de altitude.Apresenta EOO de 598.469,417km▓. Amplamente distribuьda na regiсo sul doBrasil, chegando ao sudeste no estado de Minas Gerais e a centro-oeste emGoiрs. Apesar da intensa supressсo dos habitats originais de ocorrЖncia daespжcie, ainda hoje intensamente degradados, nсo hр ameaуa direta que a coloqueem alguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20distichum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3966,"PODOSTEMACEAE","Podostemum muelleri","Warm.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemummuelleri caracteriza-sepor ervas auqрticas e/ou saxьcolas, de atж 2cm de comprimento, desenvolvendo-seem superfьcies rochosas. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre no estado de Sсo Pauloe regiсo sul do Brasil. Encontrada nos biomas Mata AtlРntica e Pampas, emvegetaусo aquрtica. Apresenta EOO de 278.728,821km▓. Amplamente distribuьda naregiсo sul do Brasil. Protegida pelo Parque Florestal do Turvo (RS). Apesar daintensa degradaусo dos ecossistemas aquрticas continentais brasileiros, nсo hрuma ameaуa direta que a coloque em alguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada noРmbito nacional (Bove, C.P., com. pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20muelleri","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3967,"PODOSTEMACEAE","Podostemum ovatum","C.T.Philbrick & Novelo","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemum ovatum caracteriza-se por ervas aquрticas. EndЖmica do Brasil, tem registros nos Estados de Sсo Paulo, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. ╔ encontrada sobre rochas e em corredeiras. Apresenta AOO de 12 km▓. ╔ conhecida por escassas coleушes. Apesar de ocorrer no Parque Nacional da Serra dos Мrgсos (RJ), encontra-se sujeita a trЖs principais situaушes de ameaуa pela expansсo de prрticas agrьcolas, pecuрria e silvicultura. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20ovatum","Mata AtlРntica"],
    [3968,"PODOSTEMACEAE","Podostemum rutifolium","Warm.","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemumrutifolium caracteriza-se por ervas aquрticas e/ou saxьcolas. Nсo ж endЖmica do Brasil. Ocorre no Estado de Sсo Paulo e, principalmente, na Regiсo Sul do Brasil, atж aproximadamente 900 m de altitude, com uma AOO prзxima a 20 km▓. ╔ encontrada nos biomas Mata AtlРntica e Pampa, em Floresta Ombrзfila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual e vegetaусo aquрtica. Considerando os trЖs Estados onde ocorre, estр sujeita a trЖs principais situaушes de ameaуa pela implementaусo de prрticas agrьcolas, pecuрria e silvicultura, as quais causam a supressсo e a degradaусo dos ecossistemas aquрticos. De acordo com informaушes de coletas realizadas, a espжcie ж retratada como abundante ou comum nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20rutifolium","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3969,"PODOSTEMACEAE","Podostemum saldanhanum","(Warm.) C.T.Philbrick & Novelo","CR","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemumsaldanhanum caracteriza-se por ervas aquрticas. EndЖmica do Estado do Rio de Janeiro, ж restrita ao bioma Mata AtlРntica. Tem distribuiусo restrita com AOO de 4km▓, e sua principal ameaуa ж a silvicultura, que apresenta como consequЖncia a degradaусo e a intensa fragmentaусo de seu hрbitat, alжm disso, estр tambжm sujeita a eventos estocрsticos, como, por exemplo, as fortes chuvas que acometeram a regiсo num passado recente, causando intensa modificaусo da paisagem local.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20saldanhanum","Mata AtlРntica"],
    [3970,"PODOSTEMACEAE","Podostemum scaturiginum","(Mart.) C.T.Philbrick & Novelo","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemumscaturiginum caracteriza-se por ervas aquрticas. EndЖmica do Brasil, ocorre nosestados de Goiрs, Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Encontrada nosbiomas Cerrado e Mata AtlРntica, em floresta ombrзfila densa, florestaestacional semidecidual e vegetaусo aquрtica. Apresenta EOO de 341.0293,433km▓.Apesar de nсo ser uma espжcie amplamente distribuьda, segundo informaушes decoleta de Philbrick et al., desenvolve-se em subpopulaушes densas eabundantes. Apesar da intensa degradaусo dos ecossistemas aquрticascontinentais brasileiros, nсo hр uma ameaуa direta que a coloque em algumacategoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbito nacional (Bove, C.P., com.pessoal).","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20scaturiginum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3971,"PODOSTEMACEAE","Podostemum weddellianum","(Tul.) C.T.Philbrick & Novelo","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Podostemum weddellianum caracteriza-se por ervas aquрticas. EndЖmica do Brasil, ocorre nosestados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, SantaCatarina e Rio Grande do Sul. Encontrada nos biomas Cerrado e Mata AtlРntica,onde desenvolve-se em floresta ombrзfila densa, floresta estacionalsemidecidual e em vegataусo aquрtica. Segundo Bove, C.P. (com. pessoal), ж uma espжcie muito abundante onde ocorre, alжm desuportar ambientes com рguas poluьdas. Nсo hр ameaуa direta que a coloque emalguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-04-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Podostemum%20weddellianum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3972,"POLYGALACEAE","Acanthocladus brasiliensis","(Klotzsch ex A.St.-Hil. & Moq.) Hassk.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo no Brasil, presente em mais de dez situaушes de ameaуa.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [3973,"POLYGALACEAE","Acanthocladus pulcherrimus","(Kuhlm.) J.F.B.Pastore & D.B.O.S.Cardoso","NT","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva da Mata AtlРntica, pluvial e de tabuleiro. Extensсo de ocorrЖncia de 74.478 km▓ e рrea de ocupaусo de 76 km▓. ?Conhecida de 12 situaушes de ameaуa. Boa Esperanуa, Bananal, Linhares, Santa Leopoldina, Ibiraуu, (ES), Ilhжus/Itabuna, Uruуuca, Una, Pedro Canрrio, Barra de Sсo Joсo (RJ), Caratinga, Itueta (MG). Sem pressсo de uso especьfico. Coletada entre 1924 a 2007.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20pulcherrimus","Mata AtlРntica"],
    [3974,"POLYGALACEAE","Acanthocladus santosii","(Wurdack) J.F.B.Pastore & D.B.O.S.Cardoso","NT","","","Tainan Messina","Espжcie de arbusto a pequena рrvore encontrada floresta pluvial atlРntica da Bahia e Espьrito Santo. Distribuiусo restrita, com extensсo de ocorrЖncia de 22.783 km▓ e рrea de ocupaусo de 24 km▓. Descrita em 2010. Conhecida de quatro situaушes de ameaуa, em Porto Seguro, Itagimirim (BA), Linhares, Sooretama (ES), foi coletada entre 1969 e 1996. Encontrada no Parque Nacional de Monte Pascoal e Reserva Biolзgica de Sooretama. Quase ameaуada pela perda de habitat, em consequЖncia do desmatamento para atividades agropecuрrias e silvicultura. No entanto, como sua extensсo de ocorrЖncia ж acima de 20.000 km▓ e a рrea de ocupaусo nсo ж um bom parРmetro de sua distribuiусo uma vez que o habitat florestal ж originalmente contьnuo, a espжcie deve ser considerada quase ameaуada.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthocladus%20santosii","Mata AtlРntica"],
    [3975,"POLYGALACEAE","Polygala brasiliensis","L.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea nсo endЖmica do Brasil, com ampla distribuiусo no Sul e Sudeste do paьs, em floresta pluvial atlРntica e formaушes campestres. Extensсo de ocorrЖncia de 453.634 km▓, frequentemente coletada. Conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [3976,"POLYGALACEAE","Polygala fendleri","Chodat","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea do cerrado. Ampla distribuiусo, extensсo de ocorrЖncia de 1.445.439 km▓. Conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa. Descrita em 1826, os registros de ocorrЖncia compilados datam de 1935 a 2008. Encontrada principalmente em Goiрs (Alto Paraьso de Goiрs) e Distrito Federal.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20fendleri","Cerrado"],
    [3977,"POLYGALACEAE","Polygala franchetii","Chodat","EN","B1ab(iii)","","","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs e no Distrito Federal (EOO=1.401,93 km▓). Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa sendo a agricultura a principal ameaуa Я espжcie, que sofre com a perda de AOO, EOO e qualidade do hрbitat. Recomendam-se estudos populacionais a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20franchetii","Cerrado"],
    [3978,"POLYGALACEAE","Polygala galioides","Poir.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de ampla distribuiусo, extensсo de ocorrЖncia de 5.897.052 km▓. Encontrada em formaушes campestres dos principais biomas do Brasil.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20galioides","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3979,"POLYGALACEAE","Polygala molluginifolia","A.St.-Hil. & Moq.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de ampla distribuiусo, extensсo de ocorrЖncia de 2.239.306 km▓. Encontrada em floresta pluvial e formaушes campestres no Cerrado e Mata AtlРntica. Conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20molluginifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3980,"POLYGALACEAE","Polygala moquiniana","A.St.-Hil. & Moq.","NT","","","Tainan Messina","Coletada entre ?1880 a 2005, mais frequentemente nas dжcadas de 70, 80 e 90, foi registrada uma Щnica coleta apзs o ano 2000. Indicativo de declьnio populacional. Extensсo de ocorrЖncia de 38.225 e рrea de ocupaусo de 48 km▓. Conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa. Quase ameaуada pela perda de habitat. Na regiсo central de sua distribuiусo, os ambientes naturais no arco de Ponta Grossa, tem sido severamente alterados por desenvolvimente de extensas рreas de agricultura, pecuрria e silvicultura.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20moquiniana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3981,"POLYGALACEAE","Polygala nudicaulis","A.W.Benn.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de campo rupestre, com extensсo de ocorrЖncia de 105.597 km▓, entre Goiрs, Minas Gerais e Sсo Paulo. Baixa frequЖncia de coleta, mas conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa. Coletada entre 1970 e 2003.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20nudicaulis","Cerrado"],
    [3982,"POLYGALACEAE","Polygala pulchella","A.St.-Hil. & Moq.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de ampla distribuiусo, conhecida de mais de 10 situaушes de ameaуa. Extensсo de ocorrЖncia de 1.047.211 km▓. Encontrada tanto em floresta quanto formaушes campestres, em Cerrado e Mata AtlРntica.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20pulchella","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3983,"POLYGALACEAE","Polygala pumila","Norlind","NT","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea, com extensсo de ocorrЖncia de 265.805 km▓ e рrea de ocupaусo de 52 km▓. Conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa. Encontrada em floresta pluvial atlРntica e formaушes campestres associados. Baixa frequencia de coleta, muito antigas: entre 1891,1910, 1933, 1936, 1949, 1952, 1953, 1962, 1965, 1968, 1971, 1985, 1993, 2008. Suspeita-se de reduусo populacional, devido a queda na frequЖncia de coleta.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20pumila","Mata AtlРntica"],
    [3984,"POLYGALACEAE","Polygala sabulosa","A.W.Benn.","NT","","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de formaушes campestres da Mata AtlРntica, com extensсo de ocorrЖncia de 233.520 km▓ e рrea de ocupaусo de 82 km▓, no Sul do Brasil. Conhecida de mais de dez situaушes de ameaуa. Quase ameaуada por perda de habitat.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20sabulosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3985,"POLYGALACEAE","Polygala selaginoides","A.W.Benn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de Floresta Pluvial AtlРntica de altitude no Sul do paьs. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 2.788,64 km▓ e AOO de 12 km▓. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, em Vacaria (RS), Pien (PR) e Campo Alegre da Serra (SC). ╔ ameaуada por perda de hрbitat, por estabelecimento de grandes рreas de agropecuрria e silvicultura.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20selaginoides","Mata AtlРntica"],
    [3986,"POLYGALACEAE","Polygala stephaniana","Marques","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de locais brejosos do Estado de Minas Gerais e, possivelmente, Sсo Paulo. Neste Щltimo Estado ж considerada vulnerрvel Я extinусo, porжm nсo foram identificados atж o momento registros de ocorrЖncia. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 909,74 km▓ e AOO de 12 km▓. No Estado de Minas Gerais ж conhecida nos municьpios de Ouro Branco, Entre Rios de Minas e Jacutinga, e a Щltima coleta data de 1970. ╔ ameaуada por declьnio de hрbitat, em decorrЖncia de queimadas, mineraусo e manejo de pastagens.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20stephaniana","Cerrado"],
    [3987,"POLYGALACEAE","Polygala tamariscea","Mart. ex A.W.Benn.","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de Campo Rupestre com EOO de 294.656,50 km2 e AOO de 32 km▓. Contudo, sua distribuiусo ж disjunta, sugerindo a fragmentaусo de sua populaусo. Estр sujeita a seis situaушes de ameaуa, na Serra do Espinhaуo, em Salinas (MG) e Abaьra (BA), em Itirapina (SP), Planaltina (DF), Alto Paraьso de Goiрs e Colinas do Sul (GO). ╔ ameaуada por perda de qualidade do hрbitat, em decorrЖncia de aumento da frequЖncia e magnitude das queimadas provocadas pelo desmatamento e manejo de pastagens em torno das serras.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polygala%20tamariscea","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [3988,"POLYPODIACEAE","Campyloneurum decurrens","(Raddi) C.Presl","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emdiversos estados brasileiros. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades deconservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Campyloneurum%20decurrens","Mata AtlРntica"],
    [3989,"POLYPODIACEAE","Ceradenia capillaris","(Desv.) L.E.Bishop","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Ceradenia capillaris ж uma samambaia encontrada nos Estados de Minas Gerais, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, com distribuiусo relativamente restrita (EOO=18.127,53 km▓). Tem tambжm baixo nЩmero de registros de coletas, o que leva Я suspeita de a espжcie ser rara na natureza. Estр sujeita a seis situaушes de ameaуa, dentre as quais a exploraусo de minжrio de ferro em Minas Gerais. A espжcie ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20capillaris","Mata AtlРntica"],
    [3990,"POLYPODIACEAE","Ceradenia glaziovii","(Baker) Labiak","EN","A2c,B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Ceradenia glaziovii ж registrada em Campos do Jordсo, Serra da Bocaina e Serra do Mar e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. A intensa degradaусo dos seus hрbitats de ocorrЖncia, somada Я distribuiусo restrita da espжcie e ao fato de as coletas serem muito antigas, leva Я suspeita de que a populaусo de C. glaziovii tenha sofrido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos seis anos (considerando tempo de geraусo de dois anos para espжcie herbрcea). Alжm disso, sua distribuiусo ж restrita (EOO=3.304,13 km▓), ocorrendo em apenas uma unidade de conservaусo (SNUC). A espжcie ж considerada \"Em perigo\" (EN). Em razсo das coletas terem mais de 50 anos, ж possьvel que a espжcie esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o intuito de se encontrar e avaliar o estado de conservaусo de subpopulaушes da espжcie.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [3991,"POLYPODIACEAE","Ceradenia warmingii","(C.Chr.) Labiak","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie endЖmica de Ouro Preto com apenas dois registros, um dos quais indica a coleta hр mais de 100 anos. Ocorre em uma regiсo que sofre intensa pressсo antrзpica com consequente perda de hрbitat, como o turismo desordenado e a mineraусo. Dessa maneira, suspeita-se que a populaусo da espжcie esteja severamente fragmentada, uma vez que a regiсo alterada por atividades humanas deve dificultar o fluxo gЖnico entre subpopulaушes. Tem distribuiусo restrita (AOO=8 km▓). ╔, portanto, considerada uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR). Devido ao fato de uma das coletas ser muito antiga, suspeita-se tambжm que esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se encontrar subpopulaушes e de se verificar o seu estado de conservaусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ceradenia%20warmingii","Mata AtlРntica"],
    [3992,"POLYPODIACEAE","Grammitis fluminensis","Fжe","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","A maior parte das coletas concentra-se no Estado do Paranр, e as subpopulaушes nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro sugerem que a populaусo de G. fluminensis esteja severamente fragmentada. Tem uma AOO pequena (AOO=48 km▓) e localiza-se em uma regiсo que sofre diversas ameaуas, como instalaусo de torres de telefonia na Serra do Capivari (PR) e a mineraусo em Minas Gerais. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Grammitis%20fluminensis","Mata AtlРntica"],
    [3993,"POLYPODIACEAE","Lellingeria brasiliensis","(Rosenst.) Labiak","VU","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lellingeria brasiliensis ж uma samambaia encontrada acima de 1.000 m de altitude nas Serras da Bocaina, do Itatiaia e dos Мrgсos. Tem distribuiусo restrita (EOO=10.462,70 km▓) e estр sujeita a oito situaушes de ameaуa. Uma das ameaуas a sua sobrevivЖncia ж a alta frequЖncia de incЖndios no Parque Nacional do Itatiaia. Portanto, a ocorrЖncia em duas unidades de conservaусo (SNUC) nсo necessariamente protege a espжcie da extinусo. ╔ considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [3994,"POLYPODIACEAE","Lellingeria itatimensis","(C.Chr.) A.R.Sm. & R.C.Moran","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Tem pequena рrea de ocupaусo (AOO=8 km▓) e ocorre em uma regiсo que sofre intensa perda de hрbitat para a agricultura e a silvicultura. Em razсo dessa perda, suspeita-se que a populaусo da espжcie esteja severamente fragmentada, uma vez que a paisagem antropizada dificultaria a troca gЖnica entre subpopulaушes. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20itatimensis","Mata AtlРntica"],
    [3995,"POLYPODIACEAE","Lellingeria limula","(Christ) A.R.Sm. & R.C.Moran","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Planta epьfita encontrada na porусo montana da Mata AtlРntica. Foi coletada em apenas quatro localidades, resultando em uma AOO de 8 km▓. Pelo fato de ocorrer em рreas distantes entre si, supшe-se que sua populaусo esteja severamente fragmentada e sujeita a quatro situaушes de ameaуa distintas. Uma das ameaуas ж a perda de hрbitat, como em Itaguaуu (ES), que perdeu quase 90% de vegetaусo nativa atж 2011. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20limula","Mata AtlРntica"],
    [3996,"POLYPODIACEAE","Lellingeria pumila","Labiak","CR","B1ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lellingeria pumila ж registrada apenas nas matas de Santa Teresa (ES). Tem, portanto, pequena extensсo de ocorrЖncia (EOO=5,23 km▓) e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, sendo a maior ameaуa no municьpio a perda de hрbitat para a agricultura e a pecuрria: nos Щltimos 20 anos houve uma reduусo de cerca de 40% de Mata AtlРntica na localidade. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20pumila","Mata AtlРntica"],
    [3997,"POLYPODIACEAE","Lellingeria suspensa","(L.) A.R.Sm. & R.C.Moran","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Apesar do baixo nЩmero de coletas para a espжcie, Labiak e Prado (2005) afirmam que a espжcie possui ampla distribuiусo geogrрfica, ocorrendo do Norte ao Sudeste brasileiro. Apesar do baixo nЩmero de coletas, muitas delas foram feitas em unidades de conservaусo. Dessa maneira, L. suspensa ж considerada como menos preocupante quanto ao risco de extinусo. Entretanto, deve-se ampliar o nЩmero de coletas para se entender a real distribuiусo da espжcie, bem como o estado de conservaусo de suas subpopulaушes.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20suspensa","AmazЗnia"],
    [3998,"POLYPODIACEAE","Lellingeria tamandarei","(Rosenst.) A.R.Sm. & R.C.Moran","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Lellingeria tamandarei ж uma samambaia rupьcola encontrada em locais sombreados Я beira de riachos, com registros nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Sсo Paulo e Santa Catarina (AOO=52 km▓). Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa, sendo que a distРncia entre elas caracteriza uma populaусo fragmentada, tendo em vista que o fluxo gЖnico entre as subpopulaушes pode ser prejudicado por essa distРncia. ╔ uma espжcie que ocorre em locais sob intensa pressсo antrзpica, como a alta frequЖncia de incЖndios na Serra dos Мrgсos e no Parque Nacional do Itatiaia (RJ). ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lellingeria%20tamandarei","Mata AtlРntica"],
    [3999,"POLYPODIACEAE","Melpomene peruviana","(Desv.) A.R.Sm. & R.C.Moran","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","╔ uma espжcie encontrada de Minas Gerais a Santa Catarina, em diferentes formaушes de Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie forma densos agrupamentos. Devido ao grande nЩmero de coletas, incomum para esse grupo de pteridзfita,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melpomene%20peruviana","Mata AtlРntica"],
    [4000,"POLYPODIACEAE","Microgramma crispata","(Fжe) R.M.Tryon & A.F.Tryon","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em Caatinga e em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada algumas unidades deconservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas, o que nсo ж comum para essa famьlia botРnica,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Microgramma%20crispata","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4001,"POLYPODIACEAE","Micropolypodium perpusillum","(Maxon) A.R.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Micropolypodium perpusillum ж uma planta rupьcola encontrada em regiшes montanas da Mata AtlРntica. ╔ uma espжcie rara, com apenas cinco subpopulaушes conhecidas. Cada subpopulaусo estр sujeita a algum tipo de ameaуa. Por exemplo, a subpopulaусo da Cadeia do Espinhaуo estр sujeita ao declьnio de qualidade do hрbitat pela exploraусo de minжrio de ferro na regiсo. Jр nos Estados do Sul do Brasil, o hрbitat encontra-se reduzido a pequenos fragmentos, por causa da expansсo de рreas para agricultura e pecuрria. Devido Я sua raridade, a espжcie tem tambжm uma baixa рrea de ocupaусo (AOO=24 km▓). ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropolypodium%20perpusillum","Mata AtlРntica"],
    [4002,"POLYPODIACEAE","Pecluma hoehnii","(A.Samp.) Salino","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pecluma hoehnii ж uma pteridзfita com apenas um registro de coleta e, portanto, com uma AOO de apenas 4 km▓. O Estado do Mato Grosso do Sul tem sofrido com a perda de hрbitat para a agricultura e a pecuрria. O municьpio de Coxim (MS), onde a espжcie foi coletada, perdeu 0,21% de Cerrado entre 2008 e 2009. ╔ considerada uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, como a Щltima coleta foi feita hр 100 anos e dado o avanуo da fronteira agrьcola na regiсo, ж possьvel que a espжcie esteja extinta na natureza. Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de encontrar supostas subpopulaушes remanescentes e verificar o seu atual estado de conservaусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20hoehnii","Cerrado"],
    [4003,"POLYPODIACEAE","Pecluma imbeana","(Brade) Salino","CR","B2b(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Hр apenas uma coleta, sem data, resultando em uma pequena рrea de ocupaусo (AOO=4 km▓) e uma Щnica situaусo de ameaуa. Uma das ameaуas ж a perda de hрbitat para a agricultura e a exploraусo de madeira nos remanescentes florestais. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR). Novos estudos devem ser feitos com o objetivo de se verificar o estado atual de conservaусo da espжcie.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20imbeana","Mata AtlРntica"],
    [4004,"POLYPODIACEAE","Pecluma insularis","(Brade) Salino","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pecluma insularis ж uma pteridзfita endЖmica da Ilha de Trindade (ES), o local habitado mais remoto do Brasil. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz tЖm, juntas, cerca de 10 km▓ e, consequentemente, a espжcie deve ter uma AOO menor do que 10 km▓. Como a espжcie ж endЖmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que P. insularis estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram totalmente erradicados pela marinha brasileira em 2005. Cientistas do Museu Nacional vЖm observando a regeneraусo da vegetaусo da ilha. A espжcie tem apenas um registro de coleta, sem data, indicando que seja rara nas ilhas. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20insularis","Mata AtlРntica"],
    [4005,"POLYPODIACEAE","Pecluma truncorum","(Lindm.) M.G.Price","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emdiferentes fisionomias da Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades deconservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas, o que nсo ж comum para essa famьlia de samabaia,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pecluma%20truncorum","Mata AtlРntica"],
    [4006,"POLYPODIACEAE","Pleopeltis alborufula","(Brade) Salino","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pleopeltis alborufula ж uma samambaia rupьcola encontrada em locais Щmidos da Mata AtlРntica. Tem baixa рrea de ocupaусo (AOO=24 km▓) e extensсo de ocorrЖncia (EOO=694,70 km▓), uma vez que ocorre apenas em regiшes montanas do Estado do Espьrito Santo. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, sendo uma das mais importantes perdas de hрbitat para a agricultura e o plantio de espжcies madeireiras. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20alborufula","Mata AtlРntica"],
    [4007,"POLYPODIACEAE","Pleopeltis monoides","(Weath.) Salino","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pleopeltis monoides ж uma espжcie encontrada em Florestas Estacionais Semidecьduas e Ombrзfilas Densas dos Estados do Espьrito Santo e da Bahia. Apesar de haver registro de ocorrЖncia da espжcie em ambientes perturbados, suspeita-se que seja rara devido ao baixo nЩmero de coletas. Apresenta pequena рrea de ocupaусo (AOO=28 km▓) e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa distintas. Uma das ameaуas ж a perda de hрbitat das matas do sul da Bahia para a agricultura. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20monoides","Mata AtlРntica"],
    [4008,"POLYPODIACEAE","Pleopeltis trindadensis","(Brade) Salino","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Pleopeltis trindadensis ж uma pteridзfita endЖmica da Ilha de Trindade (ES), o local habitado mais remoto do Brasil. As Ilhas de Trindade e de Martim Vaz tЖm, juntas, cerca de 10 km▓ e, consequentemente, a espжcie deve possuir uma рrea de ocupaусo menor do que 10 km▓. Como ж endЖmica da Ilha de Trindade, podemos considerar que P. trindadensis esteja sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. No passado, a ilha foi colonizada por cabras e carneiros que se tornaram ferais e, portanto, foram totalmente erradicados pela Marinha brasileira em 2005. Cientistas do Museu Nacional vЖm observando a regeneraусo da vegetaусo depois da eliminaусo das cabras e carneiros. Por muito tempo, conhecia-se apenas a coleta feita em 1911 por Campos Porto. Entretanto, a espжcie foi coletada novamente em 2011 por Faria na Floresta de Samambaias da ilha. ╔ considerada \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pleopeltis%20trindadensis","Mata AtlРntica"],
    [4009,"POLYPODIACEAE","Terpsichore chrysleri","(Copel.) A.R.Sm.","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emdiferentes fisionomias da Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em diversas unidades deconservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas, o que ж incomum para essa famьlia de samambaia,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20chrysleri","Mata AtlРntica"],
    [4010,"POLYPODIACEAE","Terpsichore semihirsuta","(Klotzsch) A.R.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Terpsichore semihirsuta ж uma samambaia encontrada apenas em regiшes montanas da Mata AtlРntica dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espьrito Santos. Hр poucos registros de coleta para a espжcie, resultando em uma baixa рrea de ocupaусo (AOO=16 km▓). Ocorre em uma рrea que sofre intensa perda de hрbitat para a agricultura e o plantio de espжcies madeireiras. Portanto, suspeita-se que as populaушes estejam severamente fragmentadas. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20semihirsuta","Mata AtlРntica"],
    [4011,"POLYPODIACEAE","Terpsichore senilis","(Fжe) A.R.Sm.","CR","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Essa espжcie tem distribuiусo disjunta entre a AmazЗnia e a Mata AtlРntica. No Brasil, hр apenas uma coleta com municьpio determinado feita em Campos do Jordсo (SP). Apesar de ocorrer em unidade de conservaусo (SNUC), o municьpio de Campos do Jordсo sofreu intensa perda de hрbitat, permanecendo apenas os locais com maior declividade. Tem uma baixa рrea de ocupaусo (AOO=4 km▓), estando sujeita a duas situaушes de ameaуa ╔ considerada uma espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR). Entretanto, novos esforуos de coleta devem ser feitos no Brasil, de maneira a se determinar precisamente o local de ocorrЖncia da espжcie na AmazЗnia e identificar novas localidades onde a espжcie ocorre, bem como seu estado atual de conservaусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20senilis","Mata AtlРntica"],
    [4012,"POLYPODIACEAE","Terpsichore taxifolia","(L.) A.R.Sm.","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Terpsichore taxifolia ж encontrada do Sul da Bahia a Sсo Paulo, em Florestas Montanas. Tem poucas coletas, resultando em uma рrea de ocupaусo pequena (AOO=40 km▓). Ocorre em рreas que sofrem intensa pressсo antrзpica, com perda de hрbitat, e suspeita-se que as populaушes estejam severamente fragmentadas. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Terpsichore%20taxifolia","Mata AtlРntica"],
    [4013,"POLYPODIACEAE","Zygophlebia longipilosa","(C.Chr.) L.E.Bishop","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada emdiferentes fisionomias da Mata AtlРntica. Apesar de ocorrer em regiшes comintensa pressсo antrзpica, essa espжcie ж encontrada em algumas unidades deconservaусo. Devido ao grande nЩmero de coletas, o que ж incomum para essa famьlia de petridзfital,suspeita-se que a espжcie seja abundante localmente. Dessa maneira a espжcie жconsiderada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zygophlebia%20longipilosa","Mata AtlРntica"],
    [4014,"POLYTRICHACEAE","Itatiella ulei","(Broth. ex MЧll. Hal.) G.L.Sm.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie estр presente em Unidades de Conservaусo e apresenta EOO=26.141,855km▓. No entanto, apresenta menos de 10 situaушes de ameaуa identificadas, o que poderр vir a colocр-la em categoria de risco em futuro prзximo, uma vez que as regiшes de ocorrЖncia da espжcie sofrem com a forte urbanizaусo.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Itatiella%20ulei","Mata AtlРntica"],
    [4015,"PONTEDERIACEAE","Heteranthera limosa","(Sw.) Willd.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Heteranthera limosa caracteriza-sepor ervas aquрticas e/ou terrьcolas, anuais. Nсo ж endЖmica do Brasil. Ocorrenos biomas Caatinga, Panatanal e Cerrado, encontrada preferencialmente em solosargilosos fжrteis, em lagoas, poуas temporрrias e em terrenos encharcados.Apresenta EOO de 2.668.200,526km▓. Amplamente distribuьda. Protegida pela ┴reade Proteусo Ambiental do Pratagy, RPPN Serra das Almas, ┴rea de ProteусoAmbiental das Onуas, RPPN Stoessel de Brito, Estaусo Ecolзgica de Seridз,Reserva Biolзgica de Saltinha e Santuрrio Ecolзgico da Serra D?┴gua. Apesar deapresentar potencial ornamental, apьcola e forrageira, nсo hр nenhuma ameaуadireta que a coloque em alguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20limosa","Mata AtlРntica"],
    [4016,"PONTEDERIACEAE","Heteranthera rotundifolia","(Kunth) Griseb.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Heterantherarotundifolia caracteriza-se por ervas aquрticas e/ou terrьcolas, perenes. Nсo жendЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Mata AtlРntica e Caatinga, em ambientesaquрticos. Apresenta EOO de 1.129.948,075km▓. Amplamente distribuьda. Protegidapela RPPN Eco Parque de Uma (BA). Segundo Bove, C.P. (com. pessoal) nсoж uma espжcie ameaуada no Рmbito nacional.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20rotundifolia","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4017,"PONTEDERIACEAE","Heteranthera zosterifolia","Mart.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Heterantherazosterifolia caracteriza-se por ervas aquрticas e/ou terrьcolas, submersas-fixas ouflutuantes, Ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga, em formaушesaquрticas. Apresenta EOO de 1.868.539,095km▓. Amplamente distribuьda. Protegidapelo Parque Nacional do IguaуЩ. Nсo hр ameaуa direta que a coloque em algumacategoria de ameaуa. Segundo Bove, C.P. (com. pessoal), nсo estрameaуada no Рmbito nacional.","2012-10-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Heteranthera%20zosterifolia","Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4018,"PORTULACACEAE","Portulaca halimoides","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. halimoides ж uma herbрcea com ampla distribuiусo pelo Brasil, ocupando os biomas AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica. Possui Extensсo de OcorrЖncia superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portulaca%20halimoides","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4019,"PORTULACACEAE","Portulaca hatschbachii","D.Legrand","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Portulaca hatschbachii ж uma herbрcea com ocorrЖncia em formaушes campestres do Estado do Paranр. A espжcie tem AOO inferior a 500 km▓, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). O Estado tem apenas 10% dos remanescentes de Mata AtlРntica preservados, resultado advindo das prрticas de cultivo de monoculturas, pastagem e queimadas. Tais fatores sujeitam a espжcie a cinco situaушes de ameaуas, que causam o declьnio da EOO, AOO e da qualidade do hрbitat.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Portulaca%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [4020,"POTAMOGETONACEAE","Zannichellia palustris","L.","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zannichellia palustris caracteriza-se por ervasaquрticas, monзicas, apresenta sьndrome de polinizaусo hidrofьlica. Nсo жendЖmica do Brasil. EndЖmica do estado do Mato Grosso. Restrita do bioma MataAtlРntica, onde ж encontrada em рguas doces ou salobras. As escassas coleушesda espжcie registrada em Herbрrio, apresentam incongruЖncias na localidade decoleta, o que impossibilita uma avaliaусo de risco confiрvel.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zannichellia%20palustris","Mata AtlРntica"],
    [4021,"POTTIACEAE","Erythrophyllastrum andinum","(Sull.) R.H.Zander","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, a espжcie tem ocorrЖncia indicada para o Paranр e Rio Grande do Sul, no entanto apresenta registros para o Rio de Janeiro dentro de unidades de conservaусo. Sendo assim, recomenda-se estudos e coleta para a a espжcie a fim de verificar a real ocorrЖncia da espжcie e possibilitar uma avaliaусo de risco mais consistente.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erythrophyllastrum%20andinum","Mata AtlРntica"],
    [4022,"POTTIACEAE","Leptodontium wallisii","(MЧll.Hal.) Kindb.","VU","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, hр registro da espжcie em Florestas Ombrзfilas nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro (EOO=12.534,519 km▓), podendo possivelmente ocorrer no Estado de Minas Gerais. Apresenta menos de cinco situaушes de ameaуa considerando que, apesar de estar dentro de unidades de conservaусo (SNUC), a espжcie encontra-se sujeita ao declьnio da EOO, AOO e qualidade do hрbitat decorrente das queimadas frequentes nas regiшes de ocorrЖncia.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Leptodontium%20wallisii","Mata AtlРntica"],
    [4023,"PROTEACEAE","Euplassa cantareirae","Sleumer","EN","A2cd,B2ab(iii,v)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa cantareirae ж uma espжcie encontrada em diferentes fitofisionomias da Mata AtlРntica, de maneira disjunta nos Estados de Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina. Essa disjunусo somada ao fato desse bioma ter sofrido intensa reduусo nos Щltimos anos, permite suspeitar que a populaусo da espжcie esteja severamente fragmentada. Considerando que a reduусo de hрbitat ж maior do que 40% nessa regiсo, suspeita-se que a espжcie tenha sofrido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos (tomando por base a suspeita de tempo de geraусo de 10 anos para a espжcie arbзrea). A reduусo populacional pode ter sido provocada tambжm pelo fato da espжcie ser madeireira, apesar de os dados de exploraусo de E. cantareirae nсo serem conhecidos. Apresenta ainda uma baixa рrea de ocupaусo (AOO=76 km▓). E. cantareirae ж considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20cantareirae","Mata AtlРntica"],
    [4024,"PROTEACEAE","Euplassa incana","(Klotzsch) I.M.Johnst.","VU","C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa incana ж uma espжcie arbзrea encontrada principalmente em рreas montanhosas do Estado de Minas Gerais. Baseando-se em estudos fitossociolзgicos, estima-se que haja cerca de 8.000 indivьduos adultos na natureza. Por ocorrer em uma рrea com intensa pressсo antrзpica, suspeita-se que a espжcie tenha sofrido uma reduусo populacional de pelo menos 10% nos Щltimos 30 anos (considera-se a suspeita de tempo de geraусo de 10 anos). Euplassa incana ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20incana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4025,"PROTEACEAE","Euplassa nebularis","Rambo & Sleumer","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa nebularis, como o epьteto especьfico sugere, ocorre principalmente em matas nebulares do Sul do paьs. Tem distribuiусo restrita (AOO=23 km▓) e disjunta: uma porусo das subpopulaушes ocorre principalmente no Estado do Paranр, enquanto outra porусo ocorre no Rio Grande do Sul. Devido a essa disjunусo, suspeita-se que a populaусo da espжcie seja severamente fragmentada. Alжm disso, E. nebularis habita рreas com severas ameaуas, como a competiусo com espжcies exзticas invasoras. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20nebularis","Mata AtlРntica"],
    [4026,"PROTEACEAE","Euplassa semicostata","Plana","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Euplassa semicostata ж uma espжcie encontrada de maneira disjunta nos Estados de Minas Gerais e Bahia, sempre em altas altitudes e com pequena рrea de ocupaусo (AOO=20 km▓). Por ocorrer de maneira disjunta, suspeita-se que a populaусo esteja severamente fragmentada. Alжm de ser rara e sua Щltima coleta ter sido feita hр 18 anos, E. semicostata estр sujeita a diversas ameaуas presentes em рreas montanhosas nesses dois Estados, como a alta frequЖncia do fogo e a mineraусo. Baseando-se no nЩmero de subpopulaушes, suspeita-se que esteja sujeita a cinco situaушes de ameaуa. ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euplassa%20semicostata","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [4027,"PROTEACEAE","Panopsis multiflora","(Schott) Ducke","EN","B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Panopsis multiflora ж uma espжcie arbзrea encontrada de maneira disjunta nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro, com pequena рrea de ocupaусo (AOO=44 km▓). Por ter distribuiусo disjunta, suspeita-se que a populaусo seja severamente fragmentada. Alжm de ser aparentemente rara e nсo ter sido coletada hр 10 anos, a espжcie ocorre em рreas que sofrem intensa pressсo antrзpica. Um desses locais ж o municьpio do Rio de Janeiro, o segundo mais populoso do paьs, cuja vegetaусo jр foi bastante alterada. ╔ considerada uma espжcie \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panopsis%20multiflora","Mata AtlРntica"],
    [4028,"PROTEACEAE","Panopsis rubescens","(Pohl) Rusby","LC","","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda encontrada em  Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia. Apesar de ocorrer em regiшes com intensa pressсo antrзpica, devido ao grande nЩmero de coletas, suspeita-se que a espжcie seja abundante. Dessa maneira a espжcie ж considerada como menos preocupante em relaусo ao risco de extinусo (LC).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Panopsis%20rubescens","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4029,"PROTEACEAE","Roupala asplenioides","Sleumer","EN","A2c,B2ab(iii)","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Roupala asplenioides ж uma espжcie arbзrea encontrada em regiшes montanas do Sul do paьs, com pequena рrea de ocupaусo (AOO=36 Km▓). Apresenta distribuiусo disjunta, com um grupo de subpopulaушes ocorrendo principalmente no Estado do Paranр e outro, no nordeste do Rio Grande do Sul e sudeste de Santa Catarina. Em funусo dessa distribuiусo, suspeita-se que a populaусo da espжcie esteja severamente fragmentada. Alжm disso, ocorre em рreas com intensa pressсo antrзpica, como a perda de hрbitat para a agricultura. Baseando-se nas taxas de desmatamento, que podem ser maiores de 90% para alguns municьpios (por exemplo, Sсo Francisco de Paula, RS), suspeita-se que R. asplenioides tenha sofrido uma reduусo populacional maior do que 50% nos Щltimos 30 anos (considerando tempo de geraусo de 10 anos para espжcie arbзrea). ╔ considerada \"Em perigo\" (EN).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Roupala%20asplenioides","Mata AtlРntica"],
    [4030,"PROTEACEAE","Roupala sculpta","Sleumer","VU","A2cd,B1ab(iii,v),C1","Julia Caram Sfair","Tainan Messina","Roupala sculpta  ж conhecida apenas por subpopulaушes nos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro, com pequena extensсo de ocorrЖncia (EOO=5.773,89 km▓). Com base no nЩmero de subpopulaушes, sabe-se que a espжcie estр sujeita a oito situaушes de ameaуa, dentre as quais a perda de hрbitat para a urbanizaусo. Alжm de ocorrer prзxima a рreas urbanas, a espжcie tambжm ж de uso madeireiro, de maneira que sua reduусo populacional poderia estar relacionada a esse fato. Suspeita-se, por essas razшes, que houve uma reduусo populacional maior do que 30% nos Щltimos 30 anos (considerando tempo de geraусo como 10 anos para espжcie arbзrea). Alжm disso, com base em estudos de fitossociologia, estima-se que haja cerca de 9.000 indivьduos adultos na natureza. R. sculpta ж considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Roupala%20sculpta","Mata AtlРntica"],
    [4031,"PTERIDACEAE","Adiantum diphyllum","(Fжe) Maxon","CR","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum diphyllum ж endЖmica de fragmentos florestais do sul do Estado da Bahia, que tiveram sua рrea original reduzida em aproximadamente 80% nos Щltimos 10 anos. Esse fato pode influenciar na reduусo do nЩmero de indivьduos. Alжm disso, a espжcie tem AOO prзximo a 10 km▓ e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa.","2012-06-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20diphyllum","Mata AtlРntica"],
    [4032,"PTERIDACEAE","Adiantum discolor","J.Prado","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum discolor ж endЖmica de рreas florestais severamente fragmentadas do sul do Estado da Bahia, com subpopulaушes com AOO menor que 500 km▓. Essas рreas sofreram uma reduусo de sua vegetaусo original de mais de 50%, permitindo inferir que uma reduусo da mesma proporусo tenha se dado no tamanho populacional da espжcie.","2012-07-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20discolor","Mata AtlРntica"],
    [4033,"PTERIDACEAE","Adiantum mynsseniae","J.Prado","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum mynsseniae estр sujeita a apenas quatro situaушes de ameaуa ao longo da Mata AtlРntica dos Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro, com AOO de 16 km▓. A principal ameaуa incidente sobre a espжcie ж a perda de hрbitat, que foi intensificada nas Щltimas sete dжcadas pela extraусo de madeira, prрticas agrьcolas e urbanizaусo.","2012-06-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20mynsseniae","Mata AtlРntica"],
    [4034,"PTERIDACEAE","Adiantum papillosum","Handro","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum papillosum encontra-se sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e tem uma AOO de 28 km▓. Em sua рrea de ocupaусo, a vegetaусo original apresenta uma reduусo maior que 50%, o que permite inferir uma reduусo em proporусo semelhante Я populaусo da espжcie.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20papillosum","Mata AtlРntica"],
    [4035,"PTERIDACEAE","Adiantum tetragonum","Schrad.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Adiantum tetragonum estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Tem uma AOO de 12 km▓, em uma regiсo cuja principal ameaуa incidente ж a reduусo da vegetaусo devido Я extraусo madeireira e prрticas agrьcolas.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Adiantum%20tetragonum","Mata AtlРntica"],
    [4036,"PTERIDACEAE","Anetium citrifolium","(L.) Splitg.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A. citrifolium possui distribuiусo ampla pela Amжrica tropical, estando presente em mais de 10 situaушes de ameaуa e em algumas UCs no Brasil.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anetium%20citrifolium","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [4037,"PTERIDACEAE","Cheilanthes goyazensis","(Taub.) Domin","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","C. goyazensis ж uma erva rupьcola, ocorrendo em habitats montanhosos que estсo sofrendo a incidЖncia de uma sжrie de ameaуas que podem levar as subpopulaушes Я extinусo. Dessa forma, futuramente algumas dessas subpopulaушes podem se extinguir e esta reduусo poderр categorizar a espжcie como em risco de extinусo.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20goyazensis","Cerrado"],
    [4038,"PTERIDACEAE","Cheilanthes incisa","Kunze ex Mett.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","Cheilanthes incisa ж endЖmica do Brasil e habita especificamente рreas rupьcolas em Floresta Ombrзfila Densa, com subpopulaушes sujeitas a quatro situaушes de ameaуa. A principal ameaуa ж o desmatamento causado pela expansсo imobiliрria e atividades agrьcolas.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20incisa","Mata AtlРntica"],
    [4039,"PTERIDACEAE","Cheilanthes juergensii","Rosenst.","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Cheilanthes juergensii estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Ocupa uma рrea restrita (AOO=8 km▓) em municьpios que tiveram uma reduусo da vegetaусo original maior que 50%, o que permite inferir uma reduусo populacional em proporусo semelhante.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20juergensii","Mata AtlРntica"],
    [4040,"PTERIDACEAE","Cheilanthes regnelliana","Mett.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Cheilanthes regnelliana ж endЖmica da Serra da Mantiqueira nos Estados de Minas Gerais e Sсo Paulo. Tem uma рrea de ocupaусo restrita (AOO=24 km▓) em hрbitats severamente fragmentados, cuja principal ameaуa ж a transformaусo do hрbitat original por atividades agrьcolas e obras de infraestrutura.","2012-06-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cheilanthes%20regnelliana","Mata AtlРntica"],
    [4041,"PTERIDACEAE","Doryopteris crenulans","(Fжe) Christ","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. crenulans ж uma espжcie de distribuiусo extensa pela Mata AtlРntica, com subpopulaушes ocorrendo em diferentes UCs. No entanto, vрrias ameaуas estсo presentes nestas рreas, sendo necessрrio dados populacionais para se realizar uma avaliaусo de risco de extinусo concisa.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20crenulans","Mata AtlРntica"],
    [4042,"PTERIDACEAE","Doryopteris itatiaiensis","(Fжe) Christ","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris itatiaiensis tem distribuiусo restrita Я Serra da Mantiqueira, ocorrendo em hрbitats severamente fragmentados e com AOO de 36 km▓. A principal ameaуa sсo os incЖndios, apesar de a espжcie conseguir rebrotar com chuvas depois das queimadas.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20itatiaiensis","Mata AtlРntica"],
    [4043,"PTERIDACEAE","Doryopteris lomariacea","Klotzsch","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","D. lomariacea possui distribuiусo extensa e com diferentes subpopulaушes conhecidas ao longo de sua extensсo de ocorrЖncia.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20lomariacea","Mata AtlРntica"],
    [4044,"PTERIDACEAE","Doryopteris paradoxa","(Fжe) Christ","VU","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris paradoxa apresenta subpopulaушes sujeitas a 10 situaушes de ameaуa. Seu hрbitat sсo campos rupestres e campos de altitude, que estсo intensamente degradados pela incidЖncia de fogo e mineraусo.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20paradoxa","Mata AtlРntica"],
    [4045,"PTERIDACEAE","Doryopteris quinquelobata","(Fжe) Diels","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris quinquelobata tem uma AOO de 8 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa no Parque Nacional da Floresta da Tijuca (RJ), рrea totalmente circundada pela cidade do Rio de Janeiro e que tem sofrido com a expansсo urbana irregular.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20quinquelobata","Mata AtlРntica"],
    [4046,"PTERIDACEAE","Doryopteris rediviva","Fжe","VU","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris rediviva habita fragmentos de Mata AtlРntica localizados em municьpios que tiveram uma reduусo da рrea de vegetaусo natural de pelo menos 30% nos Щltimos 10 anos, o que permite inferir uma reduусo populacional da espжcie em proporусo semelhante. Tal reduусo se deve principalmente Я incidЖncia de fogo e de atividades agropecuрrias na regiсo.","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rediviva","Mata AtlРntica"],
    [4047,"PTERIDACEAE","Doryopteris rosenstockii","Brade","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris rosenstockii estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Tem AOO de 8 km▓ em рreas montanhosas das Serras do Mar e Mantiqueira, que sofrem com a incidЖncia de fogo e da expansсo urbana, apesar de estarem localizadas em unidades de conservaусo (SNUC).","2012-06-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rosenstockii","Mata AtlРntica"],
    [4048,"PTERIDACEAE","Doryopteris rufa","Brade","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris rufa estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Tem uma AOO de 12 km▓ em serras do sul da Cadeia do Espinhaуo e adjacЖncias no Estado de Minas Gerais, locais onde sсo registrados incЖndios e invasсo de gramьneas exзticas.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20rufa","Mata AtlРntica"],
    [4049,"PTERIDACEAE","Doryopteris subsimplex","(Fжe) Diels","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris subsimplex estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. Tem uma AOO de 12 km▓ em ambiente montanhoso, que sofre perda de hрbitat em funусo de impactos antrзpicos como os incЖndios e a expansсo urbana.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20subsimplex","Mata AtlРntica"],
    [4050,"PTERIDACEAE","Doryopteris tijucana","Brade & Rosenst.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris tijucana estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Apresenta AOO de 12 km▓, estando restrita aos afloramentos rochosos do Parque Nacional da Tijuca, que ж constituьdo em grande parte por vegetaусo secundрria e totalmente circundado pela cidade do Rio de Janeiro, sofrendo ainda hoje invasшes para construусo civil de baixa e alta renda, deslizamento de encostas e turismo depredatзrio.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20tijucana","Mata AtlРntica"],
    [4051,"PTERIDACEAE","Doryopteris trilobata","J.Prado","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Doryopteris trilobata estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Tem AOO de 8 km▓ em рreas montanhosas na Chapada Diamantina no Estado da Bahia, que sofre perda de hрbitat devido ao fogo, Яs atividades agropecuрrias e mineradoras.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Doryopteris%20trilobata","Cerrado"],
    [4052,"PTERIDACEAE","Eriosorus biardii","(Fжe) A.F.Tryon","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Tainan Messina","A espжcie ж uma erva terrьcola, que ocorre em campo rupestre da Mata AtlРntica. Tem EOO de 543,72 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa considerando a presenуa e a ausЖncia em unidades de conservaусo (SNUC). Embora o fogo tenha grande impacto na regiсo da Serra dos Мrgсos, as maiores ameaуas sсo o crescimento urbano e a construусo de condomьnios sobre a floresta nativa e escarpas de montanhas.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20biardii","Mata AtlРntica"],
    [4053,"PTERIDACEAE","Eriosorus cheilanthoides","(Sw.) A.F.Tryon","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Eriosorus cheilanthoides apresenta distribuiусo disjunta entre os Andes e as serras do Leste brasileiro, sendo que, no Brasil, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa com uma AOO menor que 12 km▓. As principais ameaуas para o hрbitat onde ocorre sсo a mineraусo, os incЖndios, a especulaусo imobiliрria e o turismo desordenado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20cheilanthoides","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4054,"PTERIDACEAE","Eriosorus insignis","(Kuhn) A.F.Tryon","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Eriosorus insignis tem subpopulaушes sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa, com uma AOO menor que 500 km▓ em рreas de campo rupestre e campo de altitude. Esses hрbitats tЖm sido reduzidos gradativamente por atividades de mineraусo, incЖndios, especulaусo imobiliрria e o turismo desordenado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20insignis","Mata AtlРntica"],
    [4055,"PTERIDACEAE","Eriosorus rufescens","(Fжe) A.F.Tryon","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Eriosorus rufescens tem distribuiусo disjunta entre a Serra do Mar e a Cordilheira dos Andes, sendo que, no Brasil, estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa e com uma AOO menor que 10 km▓. A regiсo onde ocorre sofre com o desmatamento causado por incЖndios e crescimento urbano desorganizado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eriosorus%20rufescens","Mata AtlРntica"],
    [4056,"PTERIDACEAE","Jamesonia brasiliensis","Christ","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Jamesonia brasiliensis encontra-se na рrea do Parque Nacional do Itatiaia, situado em municьpios que apresentam uma perda de vegetaусo original de aproximadamente 50% nos Щltimos 10 anos, o que permite inferir uma reduусo populacional da espжcie em proporусo semelhante. A principal ameaуa incidente em seu hрbitat ж o fogo, que atinge principalmente as рreas de campos de altitude.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Jamesonia%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [4057,"PTERIDACEAE","Pellaea cymbiformis","J.Prado","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pellaea cymbiformis estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, com uma AOO menor que 500 km▓ em vegetaусo de Campo Rupestre. Este ambiente vem gradativamente perdendo рrea devido Яs atividades de mineraусo, Я expansсo urbana, ao turismo depredatзrio, Я criaусo de gado e aos incЖndios.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pellaea%20cymbiformis","Cerrado"],
    [4058,"PTERIDACEAE","Pellaea gleichenioides","(Gardner ex Hook.) Christ","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pellaea gleichnioides estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, com uma AOO menor que 500 km▓. A espжcie habita os Campos Rupestres do Planalto de Diamantina (MG), onde incidem ameaуas de mineraусo, especulaусo imobiliрria e turismo desordenado.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pellaea%20gleichenioides","Cerrado"],
    [4059,"PTERIDACEAE","Polytaenium feei","(W.Schaffn. ex Fжe) Maxon","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","P. feei possui uma distribuiусo ampla ao longo da Amжrica Central e Amжrica do Sul, sendo encontrada no Brasil em trЖs locais desconexos. Em funусo da distribuiусo global da espжcie, suspeita-se que existam mais subpopulaушes que estejam relacionadas a estas, sendo necessрrio um maior esforуo amostral para comprovar tal evidЖncia.","2012-07-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Polytaenium%20feei","Mata AtlРntica"],
    [4060,"PTERIDACEAE","Pteris congesta","J.Prado","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pteris congesta estр sujeita a duas situaушes de ameaуa com uma AOO menor que 500 km▓. Habita рreas com altitude elevada que sofrem a perda de hрbitat devido principalmente Я expansсo urbana irregular e aos incЖndios. Nos Щltimos oito anos, somente no Parque Nacional da Serra dos Мrgсos (RJ), foi registrada a queima de aproximadamente 50% do hрbitat da espжcie, o que permite suspeitar de uma reduусo populacional em taxa semelhante.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteris%20congesta","Mata AtlРntica"],
    [4061,"PTERIDACEAE","Pteris limae","Brade","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Pteris limae estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, localizadas em municьpios cuja cobertura original de Mata AtlРntica teve uma reduусo de aproximadamente 80% nos Щltimos 10 anos, devido ao desmatamento. Tal fato permite suspeitar que uma reduусo populacional da espжcie tenha ocorrido em proporусo semelhante.","2012-06-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pteris%20limae","Mata AtlРntica"],
    [4062,"QUIINACEAE","Quiina magallano-gomesii","Schwacke","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Quiina magallano-gomesii caracteriza-se por рrvores, de3-10m de altura, terrьcola, androdiзica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos estadosde Minas Gerais e Sсo Paulo. Restrita do bioma Mata AtlРntica, onde жencontrada em floresta estacional semidecidual. Espжcie apresenta incongruЖnciataxonЗmica. Os espжcimes de Quiinacoletados na regiсo sudeste e sul eram identificados como Q. glaziovii, porжm com a anрlise de espжcimes de populaушes locaisdiferentes, foram observadas caracterьsticas peculiares, principalmente emrelaусo Я forma e dimensсo das estьpulas, carрter taxonЗmico importante para adelimitaусo das espжcies. Na descriусo original do tрxon, Schwacke (1898)considerou a presenуa de flores bissexuadas uma caracterьstica distintiva deespжcie, entretanto examinou um Щnico indivьduo em estado reprodutivo (Souza,F.O. & Bianchini, R.S. In Flora FanerogРmica do Estado deSсo Paulo, Wanderley, M.G.L. et al., 2007).","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quiina%20magallano-gomesii","Mata AtlРntica"],
    [4063,"QUILLAJACEAE","Quillaja brasiliensis","(A.St.-Hil. & Tul.) Mart.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Quillaja brasiliensis, conhecida popularmente como saboneteira e pau-sabсo, caracteriza-se por рrvores, terrьcolas. Apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica e/ou anemocзrica. Nсo endЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. ╔ restrita aos Pampas Sulinos e Mata AtlРntica, onde ж encontrada em Floresta Ombrзfila Densa e Floresta Ombrзfila Mista. Apresenta AOO de 36 km▓ e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa: ж utilizada na produусo de vacinas contra o herpes, vьrus bovino do tipo um, sua madeira ж bastante explorada devido ao alto valor comercial, expansсo urbana desordenada e prрtica de atividades agropecuрrias. Conhecida por escassas coleушes cientьficas, foi coletada pela Щltima vez em 2010, no municьpio de Cerro Negro (SC). Apesar de protegida pela RPPN Leсo da Montanha, a espжcie ocorre em biomas intensamente antropizados, e ж bastante utilizada na medicina veterinрria, construусo civil, carpintaria, como lenha e na produусo de carvсo. Alжm disso, seu nжctar e pзlen tЖm valor apьcola. Os indivьduos velhos apresentam cerne preto e, portanto, de alto valor comercial. Devido Я sua intensa exploraусo, o nЩmero de indivьduos em suas subpopulaушes tem sido reduzido, porжm nсo hр informaушes especьficas sobre esse quesito. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo, alжm da elaboraусo de um plano de manejo adequado que viabilize a exploraусo da espжcie.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Quillaja%20brasiliensis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4064,"RANUNCULACEAE","Anemone decapetala","Ard.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anemone decapetala ж uma espжcie herbрcea ocorrente em ambientes campestres de Mata AtlРntica nos estados do Sul e Sudeste do Brasil em altitudes de 100 a 3000m. A espжcie possui uma extensсo de ocorrЖncia de 243.982km▓. Apesar de ocorrer em ambientes com pressсo de degradaусo a espжcies possui ampla distribuiусo, ж abundante e estр bem representada em рreas protegidas. Desta forma, Anemone decapetala ж menos preocupante (LC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemone%20decapetala","Mata AtlРntica"],
    [4065,"RANUNCULACEAE","Anemone sellowii","Pritz.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Anemone sellowii ж uma espжcie herbрcea ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paranр. A espжcie possui uma extensсo de ocorrЖncia de 21.924km▓. Apesar de ocorrer em ambientes com pressсo de degradaусo a espжcies possui ampla distribuiусo e estр bem representada em рreas protegidas. Desta forma, Anemone sellowii ж menos preocupante (LC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Anemone%20sellowii","Mata AtlРntica"],
    [4066,"RANUNCULACEAE","Clematis campestris","A.St.-Hil.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Clementis campestris ж uma espжcie subarbustiva ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica nos estados da Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paranр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Espьrito Santo, entre 100-2500m de altitude. A espжcie possui uma extensсo de ocorrЖncia de 1.453.026km▓. Apesar de ocorrer em ambientes com pressсo de degradaусo a espжcie possui ampla distribuiусo, ж abundante e estр bem representada em рreas protegidas. Desta forma,Clementis campestris ж menos preocupante (LC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Clematis%20campestris","Mata AtlРntica"],
    [4067,"RANUNCULACEAE","Ranunculus flagelliformis","Sm.","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Tainan Messina","Ranunculus flagelliformis ж uma espжcie herbрcea hidrзfila ou aquрtica ocorrente em ambientes de Mata AtlРntica e Cerrado nos estados doParanр, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Sсo Paulo, entre 930-1700m de altitude. A espжcie possui uma extensсo de ocorrЖncia de 496.105km▓. Apesar de ocorrer em ambientes com pressсo de degradaусo a espжcie possui ampla distribuiусo, ж abundante e estр presente em рreas protegidas. Desta forma, Ranunculus flagelliformis ж menos preocupante (LC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ranunculus%20flagelliformis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4068,"RHACOCARPACEAE","Rhacocarpus inermis","(MЧll.Hal.) Lindb.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil, de ocorrЖncia em Mata AtlРntica nos estados de Minas Gerais, Espьrito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhacocarpus%20inermis","Mata AtlРntica"],
    [4069,"RHAMNACEAE","Colletia exserta","Klotzsch ex Reissek","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Colletia exserta ocorre nas florestas da Mata AtlРntica sulina, uma regiсo bastante ameaуada pela agropecuрria extensiva e invasсo de espжcies exзticas. Os dados disponьveis estimam AOO de 44 km▓, o que categoriza a espжcie como \"Em perigo\" (EN). Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A procura de novas terras para suprir a demanda agrьcola impшe forte ameaуa pela perda de hрbitat, que reduz a EOO, a AOO e o nЩmero de subpopulaушes. A invasсo de espжcies exзticas diminui bastante a qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colletia%20exserta","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4070,"RHAMNACEAE","Colletia paradoxa","(Spreng.) Escal.","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A espжcie ж arbustiva com distribuiусo na Mata AtlРntica sulina, local bastante impactado pela atividade agropecuрria e invasсo de espжcies exзticas madeireiras (Pinus sp. e Eucaliptus sp.). A AOO foi estimada em 36 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Em perigo\" (EN). Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, sendo a demanda por novas рreas destinadas Я atividade agropecuрria a principal causa da perda de hрbitat, o que reduz a EOO, a AOO e o nЩmero de subpopulaушes. A invasсo de espжcies exзticas diminui bastante a qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colletia%20paradoxa","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4071,"RHAMNACEAE","Colubrina glandulosa","Perkins","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. glandulosa tem ampla distribuiусo no Brasil, ocorre desde RondЗnia atж o Rio Grande do Sul. As caracterьsticas biolзgicas da espжcie possibilitam sua ocorrЖncia em diversos tipos de solos, que suportam florestas Щmidas de Terra Firme, Mata de Galeria e Floresta Estacional Semidecidual. As ameaуas incidentes nсo afetam a estabilidade da populaусo.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colubrina%20glandulosa","Cerrado, Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [4072,"RHAMNACEAE","Colubrina retusa","(Pittier) Cowan","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. retusa tem distribuiусo por quase todo o Brasil e em outros paьses da Amжrica do Sul. No Brasil ocorre nos biomas AmazЗnia, Cerrado, Pantanal e Mata AtlРntica, em formaушes florestais de ampla extensсo.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Colubrina%20retusa","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado, Pantanal"],
    [4073,"RHAMNACEAE","Condalia buxifolia","Reissek","EN","B2ab(i,ii,iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Condalia buxifolia ж uma espжcie arbustiva da Mata AtlРntica e dos Pampas Sulinos. Embora ocorra desde o Rio Grande do Sul atж o Rio de Janeiro, a espжcie teve AOO estimada em 100 km▓, sendo categorizada como \"Em perigo\" (EN). Os locais de ocorrЖncia foram e continuam sendo intensamente ameaуados pela expansсo agropecuрria e invasсo de espжcies exзticas (Pinus sp., Eucalyptus sp., entre outras) de forma dispersa pela regiсo, sendo possьvel inferir que as subpopulaушes identificadas estejam severamente fragmentadas e em contьnuo declьnio de EOO e AOO. A presenуa de espжcies exзticas invasoras diminui bastante a qualidade do hрbitat.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Condalia%20buxifolia","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4074,"RHAMNACEAE","Crumenaria choretroides","Mart. ex Reissek","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. choretroides ж uma erva, terrestre, com cerca de 30 cm. Ocorre pelo Cerrado brasileiro, tanto em cerrado stricto sensu como campos rupestres. A Extensсo de OcorrЖncia da espжcie ж bastante superior a 20,000 km▓","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crumenaria%20choretroides","Cerrado"],
    [4075,"RHAMNACEAE","Crumenaria polygaloides","Reissek","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. polygaloides ж uma erva com cerca de 40 cm. Ocorre em grande extensсo do Cerrado brasileiro, desde o nordeste de Goiрs atж o Sul do Paranр, em fitofisionomias de cerrado stricto sensu e campos rupestres. A Extensсo de OcorrЖncia da espжcie ж bastante superior a 20,000 km▓","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Crumenaria%20polygaloides","Cerrado"],
    [4076,"RHAMNACEAE","Discaria americana","Gillies ex Hook.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Discaria americana ж um arbusto do Sul do Brasil e ocorre nas florestas de Mata AtlРntica com presenуa de Araucрria e nos Campos Sulinos. Tais рreas foram e continuam sendo intensamente ameaуadas pela agropecuрria extensiva e invasсo de espжcies exзticas (Pinus sp. e Eucalyptus sp.), o que sujeita a espжcie a trЖs situaушes de ameaуa. Os registros botРnicos ainda especificam sua presenуa em campo limpo, um hрbitat restrito Яquelas formaушes vegetacionais. Considerando as ameaуas Яs localidades de ocorrЖncia, a especificidade de hрbitat e que a espжcie tem propriedades medicinais extraьdas das raьzes dos indivьduos, ж categorizada no momento como \"Vulnerрvel\" (VU). Entretanto, suspeita-se que, caso as ameaуas permaneуam, D. americana poderр no futuro prзximo ocupar uma categoria de maior risco.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Discaria%20americana","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4077,"RHAMNACEAE","Gouania blanchetiana","Miq.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","G. blanchetiana ж uma liana que ocorre praticamente em toda extensсo do Brasil e nсo apresenta especificidade de habitat, ocupando o dossel e sub-dossel das florestas Щmidas.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20blanchetiana","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [4078,"RHAMNACEAE","Gouania corylifolia","Raddi","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Gouania corylifolia ж uma liana terrьcola com grande EOO, porжm com distribuiусo disjunta, o que lhe confere pequena AOO. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, parte delas prзxima a grandes centros urbanos como Feira de Santana (BA), Niterзi (RJ) e Campinas (SP). Embora a espжcie ocorra no Parque Nacional da Tijuca (RJ), as outras рreas de ocorrЖncia nсo estсo protegidas legalmente, de forma que as subpopulaушes conhecidas estсo em contьnuo declьnio da EOO, da AOO e da qualidade do hрbitat. Tais condicionantes impшem a G. corylifolia grande risco de extinусo.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20corylifolia","Mata AtlРntica"],
    [4079,"RHAMNACEAE","Gouania inornata","Reissek","EN","B2ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Gouania inornata ж uma liana com distribuiусo relativamente ampla, porжm disjunta, o que confere pequena AOO (28 km▓), categorizando a espжcie como \"Em perigo\" (EN). As matas ciliares, a fitofisionomia de ocorrЖncia da espжcie, sсo por lei consideradas ┴reas de Proteусo Permanente (APP), entretanto o limite entre a Mata Ciliar e a рrea adjacente comumente nсo ж respeitado, de modo que a agricultura extensiva e as queimadas do Cerrado prejudicam grandes extensшes no entorno dessas florestas, fragmentando e diminuindo a qualidade do hрbitat. As subpopulaушes conhecidas estсo sujeitas a menos de cinco situaушes de ameaуa, porжm as coletas realizadas nos municьpios de Ibitinga e Limeira (SP) sсo bastante antigas, sendo possьvel suspeitar que tenha havido uma reduусo no nЩmero de subpopulaушes.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20inornata","Cerrado"],
    [4080,"RHAMNACEAE","Gouania ulmifolia","Hook. & Arn.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","G. ulmifolia ж uma liana terrьcola que apresenta distribuiусo desde o Sul da Mata AtlРntica atж a regiсo central de Minas Gerais, alжm de nсo ser endЖmica do Brasil. Devido a grande Extensсo de OcorrЖncia e a falta de especificidade de habitat a espжcie ж categorizada em Least Concern (LC).","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Gouania%20ulmifolia","Mata AtlРntica"],
    [4081,"RHAMNACEAE","Reissekia smilacina","(Sm.) Steud.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","R. smilacina ж uma liana da Mata AtlРntica, ocorre desde o Paranр atж a Paraьba e no interior do paьs atж o Piauь. A Extensсo de OcorrЖncia da espжcie ж bastante superior Я 20.000 km▓, categorizando a espжcie fora de risco de extinусo.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Reissekia%20smilacina","Mata AtlРntica"],
    [4082,"RHAMNACEAE","Rhamnidium glabrum","Reissek","VU","A2c","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Rhamnidium glabrum ocorre desde o Mato Grosso do Sul atж parte do Sudeste e Sul do Brasil, porжm, foram identificadas subpopulaушes somente nas encostas da Mata AtlРntica, provavelmente devido Я raridade da espжcie. Trata-se de uma arbзrea de 30 m de altura que ocorre em formaусo florestal de estрgio sucessional secundрrio inicial, ambiente geralmente composto por рrvores de crescimento intermediрrio e lento. Considerando tais caracterьsticas biolзgicas e ecolзgicas, supшe-se que a espжcie tenha longo tempo de geraусo, estimado em 30 anos ou mais. Os municьpios em que foi identificada a sua presenуa sofreram drрstica reduусo de hрbitat natural: Rio de Janeiro (82,5%), Magж (65,5%), Morretes (28,6%), Florianзpolis (75,5%), Ilhota (68,4%), Joinville (45,1%), e Cananeia (18,9%). Assim, ж possьvel supor que tenha havido reduусo de pelo menos 30% do hрbitat num perьodo de trЖs geraушes de R. glabrum.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhamnidium%20glabrum","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4083,"RHAMNACEAE","Rhamnus sphaerosperma var. pubescens","(Reissek) M.C.Johnst.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","R. sphaerosperma var. pubescens apresenta distribuiусo pela Mata AtlРntica e Cerrado. Nсo tem especificidade de habitat, uma vez que pode ser encontrado em variadas fitofisionomias, desde as encostas do litoral Sudeste e Sul atж as proximidades de Brasilia, em solos que variam de rochoso Я pantanoso.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rhamnus%20sphaerosperma%20var.%20pubescens","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4084,"RHAMNACEAE","Scutia arenicola","(Casar.) Reissek","EN","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Scutia arenicola ж um arbusto comum em manguezais e restingas do litoral Sul e Sudeste, locais sob intensa pressсo da ocupaусo humana e consequentemente suscetьveis Я alteraусo da paisagem original desde o perьodo colonial. Foi estimada para a espжcie AOO de 172 km▓ que, assim como o EOO e a qualidade do hрbitat, estр em constante declьnio devido Яs ameaуas descritas acima.","2012-08-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Scutia%20arenicola","Mata AtlРntica"],
    [4085,"RHIZOPHORACEAE","Paradrypetes ilicifolia","Kuhlm.","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","P. ilicifolia possui centro de distribuiусo em Mata AtlРntica dos estados do Espьrito Santo e Minas Gerais, apresentando EOO de 45.043 Km▓. A espжcie tem sido coletada com frequЖncia durante a Щltima dжcada, principalmente no estado do Espьrito Santo. Alжm disso, P. ilicifolia ocorre em Unidades de Conservaусo. No entanto, a Mata AtlРntica dos estados de ocorrЖncia da espжcie sofreram grandes alteraушes e hoje representam cerca de 5-7% de sua рrea original. Deste modo, o espжcie pode se encontrar ameaуada em um futuro prзximo.","2012-08-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paradrypetes%20ilicifolia","Mata AtlРntica"],
    [4086,"RICCIACEAE","Riccia ridleyi","A.Gepp","CR","B2ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","No Brasil, a espжcie ж endЖmica da Mata AtlРntica de Fernando de Noronha. Tem AOO menor que 10 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. No sжculo XIX, o arquipжlago foi intensamente desmatado, o que causou um declьnio significativo na рrea e na qualidade do hрbitat da regiсo. ParРmetros levantados em estudo fitossociolзgico sugerem que o ecossistema insular na localidade seja frрgil e, associado ao fato da espжcie ser extremamente sensьvel a transtornos ambientais decorrentes do turismo na regiсo, apontam a necessidade de aушes de conservaусo e acompanhamento das subpopulaушes da espжcie, que ж considerada rara.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riccia%20ridleyi","Mata AtlРntica"],
    [4087,"RICCIACEAE","Riccia squamata","Nees","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riccia%20squamata","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4088,"ROSACEAE","Agrimonia parviflora","Sol.","DD","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Agrimonia parviflora Sol. apresenta poucos registros para o Brasil (todos realizados antes de 1950) , e ocorrЖncia confirmada no hemisfжrio norte (Canadр e Estados Unidos). Aqui, a espжcie foi registrada nos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр e Santa Catarina, possuindo registros de ocorrЖncia disponьveis somente para os estados de Minas Gerais e Sсo Paulo. Suspeita-se que A. parviflora ocorra amplamente distribuьda, porжm hр incerteza sobre sua origem e biogeografia, e seu padrсo de distribuiусo precisa ser melhor entendido para possibilitar uma avaliaусo de risco de extinусo mais precisa. Por esses motivos, a espжcie foi considerada Deficiente de Dados (DD) neste momento.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Agrimonia%20parviflora","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4089,"ROSACEAE","Margyricarpus pinnatus","(Lam.) Kuntze","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Margyricarpus pinnatus (Lam.) Kuntze nсo ж endЖmica do Brasil, sendo registrada aqui nos estados da regiсo sul (Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no estado do Mato Grosso do Sul. Ocorrendo amplamente distribuьda em restingas e campos pedregosos associados aos Domьnios Fitogeogrрficos Mata AtlРntica, Cerrado e Pampa, M. pinnatus parece ser resistente a eventos de ameaуa como incЖndios e pode tambжm ocorrer em рreas degradadas, sendo descrita como ruderal em algumas localidades. Assim, nсo parece estar em risco de extinусo eminente, sendo, portanto, considerada de Menor Preocupaусo (LC).","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Margyricarpus%20pinnatus","Mata AtlРntica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4090,"RUBIACEAE","Alseis involuta","K.Schum.","VU","B2ab(ii,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva ou arbзrea baixa com ciclo de vida entre cinco e dez anos, foi classificada como \"Vulnerрvel\"(VU) devido Яs ameaуas ao seu habitat e as suas subpopulaушes. As restingas e morrotes da costa fluminense estсo sob forte pressсo antrзpica, por desenvolvimento urbano, loteamentos, crescente atividade turьstica, espжcies exзticas invasoras e incЖndios. A espжcie possui AOO de 76 km▓ e sujeita a atж 10 situaушes de ameaуa. Hр suspeita de declьnio no nЩmero de suas subpopulaушes, uma vez que sua ocorrЖncia no Estado de Sсo Paulo foi registrada unicamente em 1943, em meio a cafezal, indicativo de declьnio de ocorrЖncia. As subpopulaушes presentes nas Florestas Estacionais na Bahia, por sua vez, tambжm se encontram sob ameaуa, devido Я reduусo acelerada de sua рrea original. ╔ necessрrio assegurar sua conservaусo na costa do Estado do Rio de Janeiro, onde sua ocorrЖncia foi registrada em unidades de conservaусo como ┴rea de Proteусo Ambiental de Massambaba, Reserva Ecolзgica de Jacarepiр e Parque Estadual da Serra da Tiririca.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Alseis%20involuta","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [4091,"RUBIACEAE","Bathysa australis","(A.St.-Hil.) K.Schum.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada, frequentemente coletada, amplamente distribuьda na Mata AtlРntica, sobretudo nas floresta ombrзfilas e semidecьduas do Sudeste e Sul, sem ameaуa direta, embora tenha potencial farmacЖutico. Nсo tem especificidade de polinizador e ocorre em florestas secundрrias em estрgio mжdio a avanуado de regeneraусo, associado a proximidade do curso d\\'рgua.","2012-03-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bathysa%20australis","Mata AtlРntica"],
    [4092,"RUBIACEAE","Bathysa cuspidata","(A.St.-Hil.) Hook.f. ex K.Schum.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie dependente de medidas de conservaусo e faz-se necessрrio estudos de genжtica, biologia reprodutiva e sistemas reprodutivos a fim de identificar fatores que possam estar causando declьnio populacional. Com as informaушes disponьveis nсo estр ameaуada, devido a ampla distribuiусo na Mata AtlРntica, sem ameaуa direta, embora tenha potencial farmacЖutico. ╔ auto-compatьvel e melьfera, no entanto nсo se sabe da interferЖncia de abelhas exзticas sobre a polinizaусo e efeitos da autopolinizaусo sobre depleусo genжtica. ╔ provavelmente extinta no Estado de Sсo Paulo, mas sua distribuiусo parece ser mais concentrada nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espьrito Santo e Bahia, onde ocorre em diversas unidades de conservaусo. ┴rea de ocupaусo conhecida nсo ж uma medida adequada visto que ocorre em ambiente florestal e o nЩmero de coletas ж, provavelmente, inferior a ocorrЖncia real.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bathysa%20cuspidata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4093,"RUBIACEAE","Borreria pulchristipula","(Bremek.) Bacigalupo & E.L.Cabral","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie recentemente descrita, tem sido coleta na Щltima dжcada em рreas disjuntas da Bahia, Goiрs, em diversos habitats arbustivos dos campos rupestres e cerrados, inclusive sob vegetaусo secundрria. Foi considerada extinta no Estado de Sсo Paulo. ╔ necessрrio estudos genжtico, populacional e da biologia e sistemas reprodutivos para medidas de conservaусo mais efetivas.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Borreria%20pulchristipula","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4094,"RUBIACEAE","Borreria remota","(Lam.) Bacigalupo & E.L.Cabral","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie recentemente descrita, distribuiусo ampla pelos Cerrados e na Mata AtlРntica, nсo endЖmica do Brasil. Hр ocorrЖncia para o Acre. Portanto, a distribuiусo conhecida ainda estр em evoluусo. Espжcie arbustiva, floresce e frutifica quase o ano todo e vive entre dois e cinco anos e aparentemente dependente de habitat florestal para sombreamento. Encontrada em unidades de conservaусo. Dependente de pesquisa e medidas de conservaусo em diferentes estados do Brasil.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Borreria%20remota","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4095,"RUBIACEAE","Bradea anomala","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica conhecida por apenas duas coletas de 1948 e 1949. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa e tem AOO menor que 10 km▓. Os remanescentes de hрbitat florestal ocupam somente 17% de sua рrea original e, no Estado do Espьrito Santo, sз restam 10%. A manutenусo dessas porcentagensde рreas desmatadas faz presumir que a fragmentaусo causou a eliminaусo de 80% da sua populaусo em trЖs geraушes, em um processo que se caracteriza por nсo ter sido interrompido nem recebido esforуos significativos que garantissem a reversсo ou regeneraусo","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20anomala","Mata AtlРntica"],
    [4096,"RUBIACEAE","Bradea bicornuta","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica conhecida por uma coleусo de 1946 e, portanto, sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa e AOO de 4 km▓. Os remanescentes de habitat florestal ocupam somente 32% de sua рrea original e, no estado do Espьrito Santo sз restam 10%. Essas porcentagens vЖm caindo ao longo do perьodo histзrico de ocupaусo e por isso suspeita-se que a fragmentaусo tenha reduzido a sua populaусo em 80% em trЖs geraушes, em um processo que se caracteriza por nсo ter sido interrompido nem recebido esforуos significativos que garantissem a reversсo ou regeneraусo.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20bicornuta","Mata AtlРntica"],
    [4097,"RUBIACEAE","Bradea kuhlmanni","Brade","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de afloramentos rochosos e de floresta ombrзfila mista do estado do Espьrito Santo. ?Descrita em 1949. ╔ provрvel espжcie criticamente ameaуada, como avaliada no estado. Entretanto a falta de ocorrЖncia que permita um localizaусo mьnima nсo foi possьvel. Por isso optou-se por incluь-la entre as espжcies deficientes de dados. Como seu habitat ж restrito no estado, ж necessрrio busca ativa nesses ambientes para re-encontrar e obter dados mьnimos para sua avaliaусo.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20kuhlmanni","Mata AtlРntica"],
    [4098,"RUBIACEAE","Bradea montana","Brade","CR","A2c,B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica conhecidade apenas duas coletas, uma 1948 e outra de 2000, sujeita a uma Щnica situaусode ameaуa e AOO menor que 10 km▓. Foi encontrada no Parque Estadual do Forno Grande, Castelo (ES), uma unidade de conservaусo de 730 ha. Os remanescentes dehabitat florestal no municьpio ocupam somente 17% de sua рrea original e no Estado sз restam10%. A queda dessas porcentagens ao longo do perьodo histзrico de ocupaусo leva a inferir que a fragmentaусo tenha reduzido a sua populaусo em 80% em trЖs geraушes, em um processo que se caracteriza por nсo ter sido interrompido nem recebido esforуos significativos que garantissem a sua reversсo.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bradea%20montana","Mata AtlРntica"],
    [4099,"RUBIACEAE","Carapichea ipecacuanha","(Brot.) L.Andersson","VU","A4cd","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU). Dependente de habitat florestal sombreado e de polinizaусo cruzada, ж procurada por extratores de raьzes medicinais e tem exploraусo comercial desde o sжculo XVIII, sem incentivos para cultivo. Houve declьnio populacional, com extinусo de subpopulaушes e estima-se contьnuo declьnio nas prзximas geraушes. A extraусo, o comжrcio e a exportaусo nсo cessaram, entretanto o volume de exportaусo diminuiu devido Я escassez das subpopulaушes, por isso suspeita-se uma reduусo superior a 30% da populaусo em trЖs geraушes. A espжcie tem potencial para propagaусo vegetativa, e por isso fazem-se necessрrias pesquisas e medidas de conservaусo para garantir a diversidade genжtica e a manutenусo de subpopulaушes naturais e em cultivo para atender a demanda de uso e exportaусo. A espжcie tambжm ж ameaуada pelos efeitos da fragmentaусo e do desmatamento de seu habitat florestal, e sua ocorrЖncia no arco do desmatamento, nos Estados de RondЗnia e Mato Grosso e em Floresta Semidecьdua, na Mata AtlРntica, que potencializam a reduусo populacional assim como a de sua AOO, tornando as subpopulaушes ainda mais raras e sujeitas a efeitos deletжrios estocрsticos (genжtico, populacional e ambiental).","2012-03-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Carapichea%20ipecacuanha","Mata AtlРntica"],
    [4100,"RUBIACEAE","Chomelia modesta","(Standl.) Steyerm.","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж conhecida por uma Щnica coleta em floresta secundрria em 1909, em Sсo Josж dos Campos (SP). O declьnio da qualidade e da рrea do habitat devido Я expansсo urbana e industrial, mineraусo e desmatamento ж notрvel dentro da AOO e EOO da espжcie.","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chomelia%20modesta","Mata AtlРntica"],
    [4101,"RUBIACEAE","Coussarea bocainae","M.Gomes","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea de distribuiусo restrita, com EOO de 110,8 km▓ e AOO de 4 km▓, na costa verde entre os Estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, os municьpios de Ubatuba (SP) e Parati (RJ). Espжcie com baixa frequЖncia de coleta, nсo tendo sido coletada na Щltima dжcada, no entanto, sabe-se de sua ocorrЖncia em unidades de conservaусo de uso sustentрvel. As florestas pluviais da costa AtlРntica, habitat da espжcie, vЖm sendo fragmentadas pela ocupaусo ao longo da rodovia Rio-Santos e em vilarejos na costa, com crescente aporte turьstico. Diante do exposto, recomenda-se maiores estudos para encontrar, medir e monitorar suas populaушes","2012-03-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20bocainae","Mata AtlРntica"],
    [4102,"RUBIACEAE","Coussarea hydrangeifolia","(Benth.) MЧll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil com ampla distribuiусo no paьs, presente nos quatro grandes domьnios fitogeogrрficos, e grande plasticidade fenotьpica. Tem potencial medicinal, mas nсo hр uma ameaуa direta Я espжcie.","2012-02-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20hydrangeifolia","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4103,"RUBIACEAE","Coussarea nodosa","(Benth.) MЧll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada, ocorre em diversas localidades e рreas protegidas em ampla extensсo de ocorrЖncia na Mata AtlРntica. Tem sido coletada na Щltima dжcada em estados diferentes e em unidades de conservaусo.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussarea%20nodosa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4104,"RUBIACEAE","Declieuxia cordigera","Mart. & Zucc. ex Schult. & Schult.f.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica, nсo ameaуada. Grande extensсo de ocorrЖncia, coletada frequentemente. Habita ambientes de montanha variados, predominantemente em campos interiores, incluindo рreas queimadas.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20cordigera","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4105,"RUBIACEAE","Declieuxia fruticosa","(Willd. ex Roem. & Schult.) Kuntze","LC","","","Tainan Messina","Espжcie endЖmica, nсo ameaуada. Grande extensсo de ocorrЖncia, coletada frequentemente. Habita ambientes de montanha variados, predominantemente em campos interiores, como campos rupestres e incluindo рreas queimadas ou pioneiras.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20fruticosa","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4106,"RUBIACEAE","Declieuxia oenanthoides","Mart. & Zucc. ex Schult. & Schult.f.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada, ocorre em diversas localidades no Cerrado, frequentemente coletada, ampla extensсo de ocorrЖncia.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Declieuxia%20oenanthoides","Cerrado"],
    [4107,"RUBIACEAE","Diodella sarmentosa","(Sw.) Bacigalupo & E.L.Cabral","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada no contexto nacional, mas sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Espжcie dependente de aушes de conservaусo, sobretudo na garantia de conservaусo em matas ciliares. Base de dados parece estar incompleta em relaусo aos estados ocorrentes na Flora do Brasil (Forzza et al., 2012).","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Diodella%20sarmentosa","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado"],
    [4108,"RUBIACEAE","Erithalis insularis","(Ridl.) Zappi & T.S.Nunes","CR","A2c,B2ab(i,ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie conhecida apenas por coleушes tьpicas de 1887, na Ilha de Fernando de Noronha, nсo tendosido mais coletada. Suspeita-se que a espжcie tenha chegado Я ilha fortuitamente, e nсo tenha conseguido estabelecer uma populaусo viрvel, jр que desde sua descriусo original ж mencionado que haviam poucos indivьduos. Foi considerada \"Criticamente em perigo\" (CR), possivelmente extinta.","2012-05-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erithalis%20insularis","Mata AtlРntica"],
    [4109,"RUBIACEAE","Faramea bahiensis","MЧll.Arg.","VU","D2","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de Mata AtlРntica descrita em 1875, ocorrendo na regiсo entre Bahia, Espьrito Santo e MinasGerais. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 29.838 km▓ e AOO de 16 km▓. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa nos municьpios de Bandeira (MG), Linhares (ES), Caravelas, MaraЩ e Una (BA). Tem baixa frequЖncia de coleta, mas foi coletada na Щltima dжcada, porжm ocorre em baixa densidade. Sabe-se de sua presenуa em unidades de conservaусo como a Reserva Vale e Reserva Biolзgica de Una. Foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU), devido Я AOO menor que 20 km▓ e Яs cinco situaушes de ameaуa. Foi considerado como ameaуa o declьnio de habitat, que foi reduzido em mais de 80% no perьodo histзrico de ocupaусo e de uso do solo na Mata AtlРntica e que ainda ж uma ameaуa potencial.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20bahiensis","Mata AtlРntica"],
    [4110,"RUBIACEAE","Faramea coerulea","Nees & Mart.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie descrita no sжculo XIX, embora tenha sido coletada na Щltima dжcada em localidades distintas, historicamente hр poucos registros conhecidos da espжcie. ╔ provрvel que esteja ameaуada em avaliaушes regionais. Quase ameaуada pela рrea de ocupaусo restrita, muito provavelmente com declьnio de habitat.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20coerulea","Mata AtlРntica"],
    [4111,"RUBIACEAE","Faramea monantha","MЧll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva com elevada extensсo de ocorrЖncia na Mata AtlРntica, desde a Bahia ao estado de Sсo Paulo, mas a distribuiусo ж disjunta entre as regiшes do RecЗncavo Sul e Leste na Bahia e na Serra do Mar, entre Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Tem sido coletada na Щltima dжcada e sabe-se de sua ocorrЖncia em unidades de conservaусo: Parque Estadual Serra do Conduru, Reserva Jequitibр, BA, Ilha do Cardoso, Sсo Paulo, APA Cairuуu, Rio de Janeiro.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20monantha","Mata AtlРntica"],
    [4112,"RUBIACEAE","Faramea paratiensis","M.Gomes","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie descrita em 2003, foi muito coletada na dжcada de 1990, sendo a Щltima coleta em 2006. A distribuiусo parece ser bem conhecida e limitada com EOO de 770 km▓ e AOO de 36 km▓. A espжcie estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, em funусo da proximidade com as rodovias federal (BR-101) e estaduais (SP-171 e SP-125). Em sua distribuiусo, ao longo das rodovias, ocorre aumento da especulaусo imobiliрria e da economia turьstica, causando fragmentaусo e perda da qualidade do habitat.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Faramea%20paratiensis","Mata AtlРntica"],
    [4113,"RUBIACEAE","Galianthe cymosa","(Cham.) E.L.Cabral & Bacigalupo","NT","","","Tainan Messina","Espжcie nсo ameaуada por apresentar distribuiусo ampla em regiшes campestres ou рreas abertas na Mata AtlРntica. Hр uma Щnica coleta para a regiсo Nordeste e, mesmo considerando sua distribuiусo nas regiшes Sul e Sudeste, onde estсo concentradas as ocorrЖncias, sua extensсo de ocorrЖncia ж ampla, cerca de 306.884,12 km▓. Quase ameaуada pela perda de рrea e da qualidade do habitat, pois a fisionomia campestre da Mata AtlРntica tem sido ocupada para atividades agropecuрrias, silviculturais e pelo aumento da frequЖncia e magnitude de incЖndios. Dependente de medidas de conservaусo, uma vez que foi apontada como presumivelmente extinta para o Estado de Sсo Paulo. Tem sido coletada na Щltima dжcada apenas no estado do Paranр.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20cymosa","Mata AtlРntica"],
    [4114,"RUBIACEAE","Galianthe elegans","E.L.Cabral","VU","D2","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie subarbustiva restrita aos Campos de Altitude no Paranр. Descrita em 1993, o seu Щltimo registro de coleta disponьvel data de 2003 no interior de uma unidade de conservaусo, o Parque Estadual de Vila Velha. Conhecida a partir de uma AOO inferior a 20 km▓, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. A conversсo de campos naturais para agricultura, pecuрria e silvicultura ameaуa a espжcie por declьnio de habitat, jр os efeitos do uso alternativo do solo, como o aumento da frequЖncia de queimadas, afetam a qualidade do habitat nos limites da referida unidade de conservaусo. A continuidade e a frequЖncia das ameaуas podem levar a espжcie a uma categoria de maior risco em um futuro prзximo. Sсo necessрrias medidas de conservaусo que monitorem a dinРmica de suas subpopulaушes.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20elegans","Mata AtlРntica"],
    [4115,"RUBIACEAE","Galianthe peruviana","(Pers.) E.L.Cabral","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie subarbustiva nсo ameaуada. Encontrada nos Cerrados e campos acima de 900 m altitude, no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Tem sido coletada na Щltima dжcada em estados, em localidades diferentes e em unidades de conservaусo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20peruviana","Cerrado"],
    [4116,"RUBIACEAE","Galianthe pseudopeciolata","E.L.Cabral","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie quase ameaуada no contexto nacional. Planta subarbustiva de campos, em ampla faixa altitudinal (200 a 1600m) e ampla extensсo de ocorrЖncia, ca. 162.119,285 km▓. ┴rea de ocupaусo conhecida ж pequena, 32km▓, mas o baixo esforуo de coleta em sua ampla extensсo de ocorrЖncia, faz suspeitar que o nЩmero de subpopulaушes e situaушes de ameaуa sejam bem maiores. Considerada presumivelmente extinta no estado de Sсo Paulo, hр coletas da dжcada de 90 no estado e no ano 2000 em Santa Catarina. Sem pressсo por uso ou extrativismo. Necessрrio medidas de pesquisa para mapeamento de subpopulaушes e conservaусo, uma vez que seu habitat, os campos naturais estсo em constante degradaусo por conversсo de terras para atividades agropecuрrias e silviculturais e sсo vulnerрveis ao fogo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20pseudopeciolata","Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [4117,"RUBIACEAE","Galianthe souzae","E.L.Cabral & Bacigalupo","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie rara, com distribuiусo limitada e restriусo de habitat. Foi descrita em 2000 e tem sido coletada na Щltima dжcada, entretanto nсo hр informaушes sobre nЩmeros de indivьduos. Sсo arbustos pequenos e por essa razсo ж provрvel que seu ciclo de vida seja relativamente curto, de menos de uma dжcada. Tem EOO de 148 km▓ e AOO de 12 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, os municьpios de Itararж e Apiaь (SP). Estр ameaуada pela perda de habitat dos campos naturais, que tЖm sido degradados hр dжcadas e, nos Щltimos 20 anos, vЖm passando por significativa mudanуa de uso da terra na porусo sul de Itararж, com substituiусo da pecuрria extensiva pelo florestamento com eucalipto, com рreas de campo ainda preservadas em somente 18% da regiсo. Suspeita-se um declьnio populacional por ser planta rara e sujeita a eventos estocрsticos como problemas resultantes da perda de variabilidade genжtica, endogamia e deriva genжtica, flutuaушes demogrрficas, em funусo de variaушes ao acaso, nas taxas de nascimento e mortalidade e flutuaушes ambientais devido Яs variaушes de aусo predatзria, competiусo, incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia irregular.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20souzae","Cerrado"],
    [4118,"RUBIACEAE","Galianthe vaginata","E.L.Cabral & Bacigalupo","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva dos Campos de Altitude da Serra da Mantiqueira. Com distribuiусo restrita, tem EOO de 548 km▓ e AOO de 8 km▓, na serra da Mantiqueira meridional, estando sujeita a duas situaушes de ameaуa: Itatiaia (RJ) e Campos do Jordсo (SP). ╔ ameaуada pela perda de habitat, em decorrЖncia da degradaусo continuada por queimadas e alteraусo de uso do solo como pastagens e silvicultura. Sсo necessрrios o mapeamento e monitoramento de suas subpopulaушes nos locais de conhecimento, alжm de pesquisa por novas subpopulaушes. Sabe-se de sua ocorrЖncia em uma unidade de conservaусo, o Parque Estadual de Campos do Jordсo.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galianthe%20vaginata","Mata AtlРntica"],
    [4119,"RUBIACEAE","Galium diphyllum","(K.Schum.) Dempster","CR","B2ab(ii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie categorizada como \"Criticamente em Perigo\" (CR), devido aos raros registros de ocorrЖncia e Я restritividade de habitat, os campos brejosos, em altitude de cerca de 1.600 m. Nсo ж coletada em Sсo Paulo desde 1951, indicando declьnio de ocupaусo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20diphyllum","Mata AtlРntica"],
    [4120,"RUBIACEAE","Galium equisetoides","(Cham. & Schltdl.) Standl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de trepadeira volЩvel em рreas brejosas, de ampla distribuiусo no Sul do Brasil, nсo ameaуada.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20equisetoides","Mata AtlРntica"],
    [4121,"RUBIACEAE","Galium humile","Cham. & Schltdl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no Sul do Brasil. Planta herbрcea prostrada, de рreas abertas e Щmidas. Tem sido coletada na Щltima dжcada em Estados diferentes. Encontrada no Parque Nacional Aparados da Serra, RS. Espжcie dependente de medidas de conservaусo. Embora nсo ameaуada em sua distribuiусo global, avaliaушes regionais podem indicar risco de extinусo local uma vez que sua distribuiусo conhecida ж de forma pontual e disjunta. Hр ocorrЖncias para рreas urbanizadas, com coletas antigas da dжcada de 1970.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20humile","Mata AtlРntica"],
    [4122,"RUBIACEAE","Galium nigroramosum","(Ehrend.) Dempster","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada. Planta herbрcea de ampla distribuiусo no paьs, nсo endЖmica do Brasil. Ocorre em uma variedade de habitats, tem sido coletada na Щltima dжcada em diferentes estados do Sul de Sudeste.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20nigroramosum","Mata AtlРntica"],
    [4123,"RUBIACEAE","Galium rubidiflorum","Dempster","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie rara, conhecida de uma Щnica coleусo nos Campos de Altitude subtropicais do Estado do Paranр. Nсo ж coletada desde 1966. Seu habitat tem sido degradado pela silvicultura de Pinus e espжcies invasoras. G. rubidiflorum depende de medidas de conservaусo e estudos de campo para encontrar, medir e monitorar suas subpopulaушes naturais.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20rubidiflorum","Mata AtlРntica"],
    [4124,"RUBIACEAE","Galium shepherdii","Jung-Mend.","CR","B2ab(i,iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Esta espжcie foi considerada extinta em Sсo Paulo, onde era tida como restrita, mas foi coletada em 2007, em Passa Quatro (MG), na regiсo da Serra Fina. ╔ tida como rara, com declьnio de ocorrЖncia em Sсo Paulo, embora haja uma coleta relativamente recente, de 2007. Suspeita-se que, por ser herbрcea e com baixa frequЖncia de coleta, esteja sujeita ao rрpido declьnio populacional, um problema enfrentado pelas espжcies com populaушes pequenas, devido nсo sз Я perda de variabilidade genжtica, endogamia e deriva genжtica, como tambжm Яs flutuaушes demogrрficas por conta de variaушes ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade e flutuaушes ambientais em funусo de variaушes de aусo predatзria, competiусo, incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia. ╔ presumьvel que os incЖndios na regiсo das Serras da Mantiqueira e Itatiaia causem o declьnio da extensсo e da qualidade do habitat. Sсo necessрrios estudos que monitorem as subpopulaушes e medidas que assegurem sua conservaусo.","2012-04-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galium%20shepherdii","Mata AtlРntica"],
    [4125,"RUBIACEAE","Genipa americana","L.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo no Brasil, apenas nсo ocorrendo de forma natural no Rio Grande do Sul. Tem potencial econЗmico uma vez que os frutos sсo utilizados na alimentaусo humana no preparo de doces. Ocorre nos principais domьnios fitogeogrрficos do paьs, tendo sido encontrada com frequЖncia na Щltima dжcada em diferentes estados.","2012-03-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genipa%20americana","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica, Pantanal"],
    [4126,"RUBIACEAE","Genipa infundibuliformis","Zappi & Semir","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo no Sudeste do Brasil. Planta arbзrea diзica, heliзfita, ocorrendo no domьnio da Mata AtlРntica sensu lato. Ocorre em diversas unidades de conservaусo e tem sido encontrada na Щltima dжcada.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Genipa%20infundibuliformis","Mata AtlРntica"],
    [4127,"RUBIACEAE","Guettarda paludosa","MЧll.Arg.","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie possivelmente extinta, conhecida apenas pela coleусo-tipo de 1840. Estр sujeita a uma Щnicasituaусo de ameaуa, no municьpio de Jacobina (BA), onde hр histзrico de mineraусo de ouro e atualmente grande atividade agropecuрria e turьstica, com populaусo de aproximadamente 70 mil habitantes. Todas essas ameaуas sugerem que a espжcie tenha sofrido declьnio populacional, com perda de AOO e de habitat. ╔ preciso pesquisa cientьfica para certificar sua sobrevivЖncia na natureza.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guettarda%20paludosa","Caatinga"],
    [4128,"RUBIACEAE","Guettarda platyphylla","MЧll.Arg.","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada, mas a tabela de registros de ocorrЖncia parece estar incompleta, pois hр citaусo na Flora do Brasil (2012) para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Mesmo assim sua extensсo de ocorrЖncia ж muito ampla. Essa espжcie ж muito semelhante a uma outra, G.viburnoides (Sambuichi, R.H.R., 2003), mais comum e com distribuiусo ainda mais ampla e, segundo World checklist of plant families  - Rubiaceae, G. platyphylla ж sinonimo de G.viburnoides (http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=93285). Devido a incongruЖncia entre a Flora do Brasil e os dados aqui compilados e a evidente relaусo morfolзgica com G.viburnoides, incluindo citaусo de que sсo sinЗnimos, faz-se necessрrio uma revisсo taxonЗmica, por isso optou-se por incluir o tрxon em deficiente de dados.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Guettarda%20platyphylla","Mata AtlРntica"],
    [4129,"RUBIACEAE","Hillia parasitica","Jacq.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo nas regiшes serranas do Brasil, em рreas Щmidas ou nebulares, entre 200 a 2400 m altitude. Dependente de habitat, sombreado e ombrзfilo (ciliar ou nebular). Ocorre em diversas unidades de conservaусo. Dependente de medidas de conservaусo.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hillia%20parasitica","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4130,"RUBIACEAE","Hillia ulei","K.Krause","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo no Brasil, ocorrendo abaixo de 900 m altitude, mas preferencialmente em regiшes serranas ou de terra firme de floresta pluvial atlРntica ou amazЗnica. Epьfita, rupьcola ou terrestre Ocorre em unidades de conservaусo. Tem baixa frequЖncia de coleta, ж provрvel estar ameaуada em avaliaушes estaduais, sobretudo em Sсo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espьrito Santo e Pernambuco.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hillia%20ulei","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [4131,"RUBIACEAE","Hindsia glabra","K.Schum.","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie com baixa frequЖncia de coleta, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, ambas em altitudeselevadas. A espжcie tem seu Щltimo registro no Parque Nacional do Itatiaia datado de 2005 e, no Parque Nacional do Caparaз, sua ocorrЖncia data de 1991. A perda da qualidade de habitat por incЖndios ameaуa a espжcie, uma vez que ж dependente do sombreamento parcial","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20glabra","Mata AtlРntica"],
    [4132,"RUBIACEAE","Hindsia ibitipocensis","Di Maio","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie categorizada como Criticamente em Perigo (CR) devido Я perda da qualidade do habitat, em consequЖncia de atividade turьstica e por competiусo com espжcies invasoras, como o capim gordura. Com distribuiусo restrita, tem AOO menor que 10 km▓, sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa no Parque Estadual do Ibitipoca em Minas Gerais, com baixa frequЖncia de coleta. ╔ considerada planta rara com especificidade de habitat, arbustiva de campos rupestres Щmidos. Nсo hр informaушes sobre a estrutura populacional.","2012-05-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20ibitipocensis","Mata AtlРntica"],
    [4133,"RUBIACEAE","Hindsia violacea","Benth.","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie conhecida apenas pelo material tipo (Glaziou 4024), sem data e sem localidade. Sua ocorrЖncia provрvel ж no estado do Rio de Janeiro. ╔ uma espжcie possivelmente extinta, jр tendo sido avaliada como tal (Biodiversitas, 2005), mas a falta de registros mais precisos de sua ocorrЖncia justifica a avaliaусo como Deficiente de Dados.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hindsia%20violacea","Mata AtlРntica"],
    [4134,"RUBIACEAE","Ladenbergia hexandra","(Pohl) Klotzsch","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo na regiсo Sudeste e no Sul da Bahia, abaixo de 1000 m altitude em floresta AtlРntica estacional e restinga. Hр indicativo que sua distribuiусo seja mais ampla. Necessрrio estudos de floras complementares. Encontrada em unidades de conservaусo.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ladenbergia%20hexandra","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4135,"RUBIACEAE","Manettia campanulacea","Standl.","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de liana de caule delicado, apresenta distribuiусo restrita na floresta de altitude da Serra da Mantiqueira.Tem AOO menor que 10 km▓ e ж conhecida apenas de duas coletas, a primeira em 1821 no Estado de Minas Gerais (localidade nсo definida) e a segunda em 1995, em Sсo Josж dos Campos (SP), por isso, estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. Espжcie ameaуada pela perda da qualidade do habitat, devido Я conversсo de florestas para pastagens e aumento da frequЖncia de queimadas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20campanulacea","Mata AtlРntica"],
    [4136,"RUBIACEAE","Manettia pauciflora","Dusжn","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de liana com restritividade de habitat, ocorrendo em florestas de altitude, entre 2200 m e 2500 m. Possui EOO de 437,16 km2 e AOO de 20 km2.Sujeita a duas situaушes de ameaуa, no Parque Nacional do Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro, e no Pico do Itaguarж, em Cruzeiro, no estado de Sсo Paulo. Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita e ameaуada pela perda da qualidade do habitat, em consequЖncia do aumento de incЖndios.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20pauciflora","Mata AtlРntica"],
    [4137,"RUBIACEAE","Manettia tweedieana","K.Schum.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ocorre em ampla distribuiусo pela regiсo Sul. Tem sido coletada na Щltima dжcada em diferentes regiшes. Pode estar ameaуada no contexto dos Estados e por isso ж dependente de medidas de conservaусo que assegurem a preservaусo de seu habitat, as bordas de matas ripрrias e ciliares. As alteraушes de reduусo de рrea de preservaусo permanentes Яs margens de cursos d\\'рgua, incluьdas no novo cзdigo florestal sсo ameaуas potenciais, que apontam para o declьnio populacional nas prзximas dжcadas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manettia%20tweedieana","Mata AtlРntica"],
    [4138,"RUBIACEAE","Melanopsidium nigrum","Colla","VU","A2bc","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de arbusto das Restingas da regiсo sudeste e do Estado da Bahia. Tem uso direto, de escala local, para cabos de ferramentas e lenha. Os frutos sсo consumidos in natura. Estudos de estrutura de comunidades apontam para ocorrЖncia em baixas densidades nas Restingas, o que agrava sua situaусo por se tratar de uma espжcie dioica e pelo fato de seu habitat estar ameaуado pela conversсo de рreas para infraestrutura urbana/turьstica.Uma grande porcentagem jр foi destruьda pela mineraусo, pelo desenvolvimento imobiliрrio e pela agricultura. Estima-se que o tamanho populacional tenha sido reduzido entre 30 e 50% nos Щltimos 10 anos.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melanopsidium%20nigrum","Mata AtlРntica"],
    [4139,"RUBIACEAE","Mitracarpus anthospermoides","K.Schum.","EN","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva das Restingas da Bahia. Possui EOO de 14.626 km▓ e AOO de 20 km▓, sujeita a quatro situaушes de ameaуa. Nenhuma subpopulaусo conhecida estр protegida por unidade de conservaусo. Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita e ameaуada pela perda de рrea e da qualidade do habitat, em consequЖncia da ocupaусo e conversсo histзrica das Restingas para atividades humanas, como o turismo, loteamentos e agricultura.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20anthospermoides","Mata AtlРntica"],
    [4140,"RUBIACEAE","Mitracarpus baturitensis","Sucre","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea rupьcola com ampla distribuiусo no cerrado do Brasil. Frequentemente coletada e ж conhecida de diversas unidades de conservaусo","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20baturitensis","Caatinga, Cerrado"],
    [4141,"RUBIACEAE","Mitracarpus eritrichoides","Standl.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea de pequeno porte que se desenvolve em рreas de campo cerrado de ?Mato Grosso e Goiрs. Com distribuiусo geogrрfica restrita, tem AOO de 12 km▓. ╔ ameaуada pela perda de рrea de ocupaусo e qualidade do habitat, em consequЖncia da expansсo da fronteira agrьcola em ambos os estados de ocorrЖncia. Descrita em 1936, apresenta cinco coleушes e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa em Cuiabр (MT) e Faina (GO).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20eritrichoides","Cerrado"],
    [4142,"RUBIACEAE","Mitracarpus rigidifolius","Standl.","VU","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva endЖmica das рreas de Cerrado e Campos Rupestres da Bahia, ocorrendo entre 500 e 1100 m, com distribuiусo geogrрfica restrita a uma AOO de 140 km▓ e sujeita a atж 10 situaушes de ameaуa. Ameaуada pela perda da qualidade do habitat, por conversсo de terras para agricultura.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Mitracarpus%20rigidifolius","Cerrado"],
    [4143,"RUBIACEAE","Pagamea harleyi","Steyerm.","VU","A2c","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva (atж 4 m), restrita Яs Restingas da Bahia, estр sujeita a mais de 10 situaушes de ameaуa. ╔ ameaуada pela perda de AOO e qualidade do habitat, em consequЖncia da incessante conversсo das restingas em infraestrutura urbana e turьstica. Estima-se um declьnio populacional maior que 30% nos Щltimos 10 anos.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pagamea%20harleyi","Mata AtlРntica"],
    [4144,"RUBIACEAE","Palicourea fulgens","(MЧll.Arg.) Standl.","VU","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea (atж 4 m de altura) da Floresta Pluvial AtlРntica de terras baixas. Apresenta distribuiусo geogrрfica restrita, com EOO de 12.113 km▓ e AOO de 76 km▓. Estр sujeita a 10 situaушes de ameaуa: Prado e Porto Seguro (BA), Conceiусo da Barra, Colatina, Domingos Martins, Governador Lindemberg, Linhares, Pedro Canрrio, Santa Leopoldina e Santa Teresa (ES). ╔ ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequЖncia da incessante conversсo das terras baixas em infraestrutura urbana e turьstica. Observa-se um declьnio na frequЖncia de coletas da espжcie.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20fulgens","Mata AtlРntica"],
    [4145,"RUBIACEAE","Palicourea tetraphylla","Cham. & Schltdl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva de ampla distribuiусo no Brasil e ocorre em ampla variedade de fitofisionomias florestais da Mata AtlРntica e do Cerrado.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20tetraphylla","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4146,"RUBIACEAE","Palicourea veterinariorum","J.H.Kirkbr.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie descrita em 1980, possui ampla extensсo de ocorrЖncia e a рrea de ocupaусo conhecida estima-se estar aumentando. Espжcie arbustiva das florestas montanas da costa da Mata AtlРntica e рreas interiores.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Palicourea%20veterinariorum","Mata AtlРntica"],
    [4147,"RUBIACEAE","Pentodon pentandrus","(Schumach. & Thonn.) Vatke","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo, frequentemente cultivada. Planta com potencial invasor.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pentodon%20pentandrus","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4148,"RUBIACEAE","Posoqueria latifolia","(Rudge) Schult.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea nсo endЖmica do Brasil, e ocorre em ampla distribuiусo no paьs, em diversas fitofisionomias florestais.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Posoqueria%20latifolia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4149,"RUBIACEAE","Posoqueria palustris","Mart.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva a arbзrea baixa endЖmica da Mata AtlРntica do Sudeste e Sul do Brasil, nas formaушes pluviais de terras baixas a montanas. Extensсo de ocorrЖncia de 95.279 km▓ ж conhecida de 10 situaушes de ameaуa. A sжrie histзrica das coletas faz suspeitar um declьnio populacional, a Щltima coleta data de 1999. No entanto ж necessрrio maior informaусo sobre sua estrutura populacional ou anрlise de viabilidade populacional, para verificar tendЖncia populacional futura.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Posoqueria%20palustris","Mata AtlРntica"],
    [4150,"RUBIACEAE","Psychotria capitata","Ruiz & Pav.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre em ampla distribuiусo no paьs, encontrada nos principais biomas, AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20capitata","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4151,"RUBIACEAE","Psychotria cupularis","(MЧll.Arg.) Standl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva, nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuiусo no paьs pelas florestas estacionais das regiшes Norte, Nordeste e Sudeste.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20cupularis","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [4152,"RUBIACEAE","Psychotria loefgrenii","Standl.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva da regiсo costeira da Mata AtlРntica do Estado de Sсo Paulo. Distribuiусo geogrрfica restrita, tem EOO de 183 km▓ e AOO de 12 km▓, estando sujeita a duas situaушes de ameaуa nos municьpios de Caraguatatuba e Sсo Sebastiсo (SP). Foi coletada somente duas vezes, em 1895 e 2006. ╔ ameaуada por perda da рrea e da qualidade de habitat, em consequЖncia da fragmentaусo florestal e conversсo das terras para infraestrutura urbana e turьstica. A sua regiсo de ocorrЖncia ж cortada por uma importante rodovia, a BR-101.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20loefgrenii","Mata AtlРntica"],
    [4153,"RUBIACEAE","Psychotria longipes","MЧll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo geogrрfica na Mata AtlРntica, ocupando vegetaусo secundрria de encosta e frequentemente com populaушes numerosas.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20longipes","Mata AtlРntica"],
    [4154,"RUBIACEAE","Psychotria microcarpa","MЧll.Arg.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de arbusto baixo, encontrada em Mata de Galeria e Campo Rupestre de Minas Gerais, provavelmente extinta em Sсo Paulo. Com distribuiусo geogrрfica restrita, tem EOO de 759 km▓ e AOO de 16 km▓. Descrita em 1881, com baixa frequЖncia de coleta, atж hoje contabiliza  somente cinco coletas, a Щltima datando de 1993. Conhecida da regiсo da Serra do Cipз, em Minas Gerais, estр sujeita a atж cinco situaушes de ameaуa. ╔ ameaуada pela perda da qualidade do habitat, em consequЖncia de queimadas e da atividade antrзpica em torno da Serra, como silvicultura e criaусo de gado.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20microcarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4155,"RUBIACEAE","Psychotria paludosa","MЧll.Arg.","EN","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de subarbusto de atж 0,5 m de altura, encontrada em Floresta Paludosa nos domьnios da Mata AtlРntica, tem distribuiусo restrita, com EOO de 694 km▓ e AOO de 12 km▓. Conhecida do Estado de Sсo Paulo, ocupa florestas paludosas nas formaушes de Floresta Semidecьdua e Mista. Foi mais frequentemente coletada no sжculo XIX, porжm seus registros nсo apontam a localidade, o que dificulta uma anрlise mais apurada de sua distribuiусo. Nсo ж coletada hр 76 anos (1936) e ж considerada presumivelmente extinta em Sсo Paulo. ╔ ameaуada pela perda de habitat e AOO, devido Я intensa pressсo sobre Florestas Paludosas para corte de caixeta, ocupaусo agrьcola das vрrzeas, construусo de usinas hidrelжtricas e expansсo imobiliрria.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20paludosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4156,"RUBIACEAE","Psychotria prunifolia","(Kunth) Steyerm.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo endЖmica do Brasil e ocorre em ampla distribuiусo no paьs nas regiшes Norte, Centro-Oeste e Sudeste, pelos biomas da AmazЗnia e do Cerrado.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20prunifolia","AmazЗnia, Cerrado"],
    [4157,"RUBIACEAE","Psychotria racemosa","Rich.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcies nсo endЖmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuiусo no paьs nas regiшes Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste pelos biomas AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20racemosa","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4158,"RUBIACEAE","Psychotria rhytidocarpa","MЧll.Arg.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva, encontrada nas florestas semidecьduas do Sudeste e da Bahia. Extensсo de ocorrЖncia mьnima de 37.049 km▓. Nсo foi incluьdo ocorrЖncias para a Bahia. Sem uso, extraусo ou ameaуa direta.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20rhytidocarpa","Mata AtlРntica"],
    [4159,"RUBIACEAE","Psychotria tenuifolia","Sw.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuiусo nas regiшes Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste pelos biomas AmazЗnia, Cerrado e Mata AtlРntica.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Psychotria%20tenuifolia","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4160,"RUBIACEAE","Richardia humistrata","(Cham. & Schltdl.) Steud.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea de ampla distribuiусo por рreas campestres de altitude no Brasil.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20humistrata","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4161,"RUBIACEAE","Richardia schumannii","W.H.Lewis & R.L.Oliv.","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea de campos naturais associados Я Floresta Ombrзfila Mista, entre os Estados do Paranр e Sсo Paulo. Com distribuiусo restrita, tem EOO de 9.977 km▓ e AOO de 20 km▓. ╔ ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do habitat em consequЖncia da expansсo de infraestrutura urbana e rural. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, e sua distribuiусo ж severamente fragmentada. O declьnio na frequЖncia de coleta faz suspeitar de um declьnio populacional. A espжcie tem Щltima coleta registrada em 1989, no Paranр.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20schumannii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4162,"RUBIACEAE","Richardia stellaris","(Cham. & Schltdl.) Steud.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea de campos de altitude e florestas abaixo de 1800 m de altitude, encontrada em Sсo Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paranр. Nсo ж endЖmica do Brasil e, no paьs, tem extensсo de ocorrЖncia de 262.309 km▓ e рrea de ocupaусo de 48 km▓. Conhecida de 8 situaушes de ameaуa, Carandaь (MG), Botucatu, Sсo Paulo, Itapetininga, Moji das Cruzes (SP), AntЗnio Joсo (MS), Jaguariaьva, Palmeira (PR). Coletada doze vezes entre 1918 e 1998. Quase ameaуada pela perda de рrea de ocupaусo e da qualidade do habitat devido ao desmatamento. Por ocorrЖncia em fisionomias campestres a florestais nсo foi possьvel utilizar o critжrio B2.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Richardia%20stellaris","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4163,"RUBIACEAE","Riodocea pulcherrima","Delprete","EN","B1ab(iii)+2b(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea dioica da Floresta Pluvial do Estado do Espьrito Santo e do sul da Bahia, ж encontrada a atж 200 m de altitude. Esta sujeita a apenas quatro situaушes de ameaуa. Espжcie ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequЖncia do desmatamento para conversсo de terras para agropecuрria e silvicultura.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Riodocea%20pulcherrima","Mata AtlРntica"],
    [4164,"RUBIACEAE","Rudgea coronata","(Vell.) MЧll.Arg.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva ou arvoretas da floresta atlРntica pluvial ou semidecьdua, de ampla distribuiусo do Paranр a Bahia. Tem sido coletada na Щltima dжcada e encontrada em unidades de conservaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata","Mata AtlРntica"],
    [4165,"RUBIACEAE","Rudgea coronata subsp. leiocarpoides","(MЧll.Arg.) Zappi","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Tрxon descrito em 2003, somente um espжcime foi coletado em unidades de conservaусo apзs a descriусo. Planta rara, com baixa frequЖncia de coleta, arbustiva de ambiente montanhoso. As informaушes disponьveis sobre sua distribuiусo geogrрfica se enquadram nos critжrios das espжcies com risco de extinусo, uma vez que tem pequena extensсo de ocorrЖncia, рrea de ocupaусo de 20 km ▓ e somente 4 situaушes de ameaуa (location), mas seus registros sсo de unidades de conservaусo, por isso nсo se considerou, embora com poucas coletas o declьnio de рrea de ocupaусo, extensсo de ocorrЖncia, qualidade do habitat ou de subpopulaушes.  ╔ necessрrio estudos genжticos e populacionais para saber sobre interaушes e fluxos com subespжcies simpрtricas e como isso pode afetar a manutenусo de subpopulaушes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata%20subsp.%20leiocarpoides","Mata AtlРntica"],
    [4166,"RUBIACEAE","Rudgea coronata subsp. saint-hilairei","(Standl.) Zappi","CR","B2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Planta rara com baixa frequЖncia de coleta, conhecida pela Reserva Biolзgica de Sooretama e provрvel ocorrЖncia na Floresta Nacional de Goytacazes em Linhares, ES. Os dois registros conhecidos sсo antigos (1943 e 1983) com pouca informaусo sobre a localizaусo mais precisa de suas subpopulaушes. A Mata AtlРntica da regiсo ж muito fragmentada, com intenso uso de solo, alжm disso a AOO conhecida da espжcie ж menor que 10 km▓. Considerada \"Criticamente em Perigo\" (CR), sobretudo em funусo do declьnio de рrea e da qualidade de habitat, sendo restrita Я pequena AOO. Pelas caracterьsticas de planta rara, com a distribuiусo restrita e a baixa frequЖncia de coleta, ж esperado o rрpido declьnio populacional, um problema enfrentado pelas espжcies com populaушes pequenas, devido tanto a complicaушes resultantes da perda de variabilidades genжtica, endogamia e deriva genжtica quanto a flutuaушes demogrрficas por variaушes ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade, e flutuaушes ambientais em razсo de variaушes de aусo predatзria, competiусo, incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia irregular (Primack, Rodrigues, 2000).","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20coronata%20subsp.%20saint-hilairei","Mata AtlРntica"],
    [4167,"RUBIACEAE","Rudgea corymbulosa","Benth.","EN","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie rara, que nсo tem coletas na Щltima dжcada, embora seus registros histзricos apontem uma ampla distribuiусo do Estado do Paranр Я Bahia em Campos de Altitude, entre 700 e 900 m. Tem AOO conhecida restrita a 32 km▓. Sua ocorrЖncia mais recente ж de 1999 no Espьrito Santo. Em Minas Gerais o Щltimo registro data de 1959 e, no Paranр de 1961. ┴reas mais baixas de Campos de Altitude foram severamente suprimidas e degradadas. Atividades relacionadas Я agricultura, pecuрria, silvicultura e invasсo de espжcies exзticas, sсo as causas provрveis de declьnio de habitat e de ocupaусo.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20corymbulosa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4168,"RUBIACEAE","Rudgea crassifolia","Zappi & E.Lucas","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva ou arbзrea baixa da regiсo costeira da Bahia, encontrada em Restingas e Floresta Pluvial, em regiсo de intenso uso do solo e fragmentaусo florestal. Tem EOO de 30.423 km▓ e AOO de 48 km▓. Planta com baixa frequЖncia de coleta sendo estas compreendidas entre 1966 e 2005. Estр sujeita a seis situaушes de ameaуa, nos municьpios de Entre Rios, Elьsio Medrado, Lauro de Freitas, MaraЩ, Santa Cruz de Cabrрlia e Salvador (BA). ╔ ameaуada pela perda de habitat e de AOO devido Я intensa devastaусo da Mata AtlРntica da Bahia e, sobretudo na ocupaусo de Restingas e рreas prзximas Я costa por especulaусo imobiliрria.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20crassifolia","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [4169,"RUBIACEAE","Rudgea erythrocarpa","MЧll.Arg.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva endЖmica das florestas da Serra dos Мrgсos, entre 600 e 800 m de altitude. Planta conhecida de poucas coletas, porжm encontrada em unidade de conservaусo na Щltima dжcada. Tem EOO de 402 km▓ e AOO de 24 km▓. Estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa, nos municьpios de Petrзpolis, Teresзpolis, Araras, Cachoeira de Macacu e Nova Iguaуu (RJ). O habitat em sua distribuiусo tem sido fragmentado e o declьnio populacional ж esperado, por ser um problema enfrentado pelas espжcies com populaушes pequenas,devido tanto a problemas resultantes da perda devariabilidade genжtica, endogamia e deriva genжtica, quanto a flutuaушesdemogrрficas provocadas por variaушes ao acaso, nas taxas de nascimento emortalidade e flutuaушes ambientais em funусo de variaушes de aусo predatзria,competiусo, incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia irregular.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20erythrocarpa","Mata AtlРntica"],
    [4170,"RUBIACEAE","Rudgea francavillana","MЧll.Arg.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie com ampla distribuiусo no Sudeste, estendendo-se aos estados da Bahia e Paranр no subosque da floresta AtlРntica em regiшes de morros. Informaушes de coleta sugerem populaушes localmente comuns.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20francavillana","Mata AtlРntica"],
    [4171,"RUBIACEAE","Rudgea insignis","MЧll.Arg.","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie endЖmica das Serras do Itatiaia e dos Мrgсos, entre os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem ocorrЖncia registrada em unidades de conservaусo, no entanto nсo houve coletas na Щltima dжcada. Poucos registros de ocorrЖncia e baixa frequЖncia de coleta indicam que suas subpopulaушes sсo raras. Sua ocorrЖncia limitada Яs рreas de altitudes elevadas leva a um padrсo de distribuiусo insular e disjunto, com fragmentaусo elevada. As subpopulaушes sсo sujeitas ao declьnio populacional, pois ж um problema enfrentado pelas espжcies com populaушes pequenas, devido tanto a complicaушes resultantes da perda de variabilidade genжtica, endogamia e deriva genжtica, quanto a flutuaушes demogrрficas devido a variaушes ao acaso, nas taxas de nascimento e mortalidade, e flutuaушes ambientais devido Яs variaушes de aусo predatзria, competiусo, incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia irregular. Sсo necessрrios estudos para encontrar, medir e monitorar suas subpopulaушes.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20insignis","Mata AtlРntica"],
    [4172,"RUBIACEAE","Rudgea interrupta","Benth.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie de arbusto escandente da floresta pluvial atlРntica, com ocorrЖncia disjunta entre os estados do Rio de Janeiro e Bahia. ╔ provрvel que em avaliaушes de risco regionais a espжcie possa estar ameaуada. Tem sido coletada na Щltima dжcada somente na Bahia, frequЖncia de coleta no estado do Rio de Janeiro ж baixa.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20interrupta","Mata AtlРntica"],
    [4173,"RUBIACEAE","Rudgea jasminoides subsp. nervosa","Zappi & Anunc.","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea de Floresta AtlРntica de terras baixas da costa do Estado de Sсo Paulo. Conhecida por poucas coleушes, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Espжcie com distribuiусo geogrрfica restrita, em Щnico habitat, e nenhum indicativo que ocorra localmente de forma abundante, ж muito provavel que se trate de planta rara sujeita Я extinусo devido eventos estocрsticos (genжtico, populacional e ambiental). Tem como ameaуa o declьnio de habitat. Sсo necessрrios estudos de pesquisa para identificaусo, mediусo e monitoramento de subpopulaушes.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20jasminoides%20subsp.%20nervosa","Mata AtlРntica"],
    [4174,"RUBIACEAE","Rudgea macrophylla","Benth.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","╔ uma espжcie arbustiva de Mata AtlРntica, em Floresta Pluvial Submontana. Restrita ao Estado do Rio de Janeiro, ocorre tambжm na Ilha Grande, mas a maior concentraусo se dр em morros da regiсo metropolitana do Rio de Janeiro. Com reduzida EOO (3.517,54 km2) e AOO (48 km2), estр presente em estreita faixa altitudinal. R. macrophylla estр ameaуada devido aos altos nьveis de fragmentaусo e de ocupaусo humana em seu habitat. Esta espжcie necessita de medidas de conservaусo, uma vez que depende de рreas que possam garantir espaуo para a manutenусo de suas subpopulaушes in situ a salvo dos efeitos da perda de habitat.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20macrophylla","Mata AtlРntica"],
    [4175,"RUBIACEAE","Rudgea minor","(Cham.) Standl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva da Mata AtlРntica, ocorrendo em habitats variados, das restingas Яs florestas de interior. Nсo ameaуada, pois apresenta registros em mais de dez situaушes de ameaуa, tem sido coletada na Щltima dжcada em estados diferentes. Espжcie dependente de medidas de conservaусo, uma vez que sua ocorrЖncia se em regiсo de intensa ocupaусo humana e hр histзrico de desmatamento de mata AtlРntica e das. ╔ provрvel que em avaliaушes regionais esteja ameaуada.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20minor","Mata AtlРntica"],
    [4176,"RUBIACEAE","Rudgea minor subsp. calycina","(Benth.) Zappi","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie deficiente de dados, uma vez que seus registros necessitam de revisсo para identificaусo da ocorrЖncia da subespжcie. Tрxon provavelmente ameaуado.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20minor%20subsp.%20calycina","Mata AtlРntica"],
    [4177,"RUBIACEAE","Rudgea nobilis","MЧll.Arg.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie dependente de medidas de conservaусo. ╔ necessрrio estudos populacionais e genжticos de modo a verificar possьvel declьnio populacional. Espжcie restrita a floresta AtlРntica de altitude da Serra do Mar e dos мrgсo e Itatiaia. Embora sua extensсo de ocorrЖncia seja inferior a 20000km▓, seu habitat ж relativamente bem preservado, e hр ocorrЖncias em importantes unidades de conservaусo, inclusive na Щltima dжcada para o estado de Sсo Paulo, onde foi considerada extinta.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20nobilis","Mata AtlРntica"],
    [4178,"RUBIACEAE","Rudgea pachyphylla","MЧll.Arg.","EN","B1ab(iii,iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com baixa frequЖncia de coleta, conhecida por poucos registros. Estр provavelmente extinta no Estado de Sсo Paulo, o que indica declьnio de ocupaусo e de subpopulaушes. Com distribuiусo restrita, tem AOO de 8 km▓ e EOO de 548,76 km▓. Espжcie dependente de medidas de conservaусo e pesquisa.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20pachyphylla","Mata AtlРntica"],
    [4179,"RUBIACEAE","Rudgea parquioides subsp. caprifolium","(Zahlbr.) Zappi","CR","B2ab(iv)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie muito rara, conhecida apenas por duas coleушes. A Щnica coleta para o Estado de Sсo Paulo, em 1894, ж indicativa para se considerar declьnio de ocupaусo e de subpopulaушes. A Щltima coleta registrada data de 1958 em Lontras (SC). Sсo necessрrios estudos de campo para encontrar e monitoras subpopulaушes. Corre risco de extinусo devido ao declьnio populacional, uma condiусo das populaушes pequenas e raras resultante de eventos estocрsticos (genжtico, populacional e/ou ambiental).","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parquioides%20subsp.%20caprifolium","Mata AtlРntica"],
    [4180,"RUBIACEAE","Rudgea parquioides subsp. hirsutissima","Zappi","EN","A2ce,B1ab(iii)+2ab(iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva da Floresta Ombrзfila Mista, tem distribuiусo restrita com EOO de 1.409 km▓ e AOO de 12 km▓, atж 1300 m de altitude. Estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. As coletas ocorreram somentenas dжcadas de 1970 e 1980. Seu habitat tem histзrico de supressсo, hoje reduzido a remanescentes que ocupam de 1 a 6% da рrea original. Suspeita-se que houve declьnio populacional em ao menos 50% da populaусo em 10 anos, por perda de habitat e por competiусo com espжcies invasoras.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parquioides%20subsp.%20hirsutissima","Mata AtlРntica"],
    [4181,"RUBIACEAE","Rudgea parvifolia","(Cham.) MЧll.Arg.","VU","D2","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva da Floresta AtlРntica de Altitude. ╔ conhecida por duas coleушes da dжcada de 1940, na Serra do Мrgсos (RJ). Tem AOO de 8 km▓ e estр sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa. Sсo necessрrios estudos de campo para reencontrar, medir e monitorar as subpopulaушes, bem como estudos genжticos. Embora presente no Parque Nacional da Serra dos Мrgсos, nenhuma informaусo adicional foi produzida para a espжcie. ╔ muito provрvel que apresente populaушes pequenas e por isso esteja sujeita Я extinусo devido ao rрpido declьnio populacional, um problema enfrentadopelas espжcies com populaушes pequenas, em razсo nсo sз a complicaушes resultantes da perda de variabilidade genжtica, endogamia e derivagenжtica, mas tambжm de flutuaушes demogrрficas provocadas por variaушes ao acaso nas taxas denascimento e mortalidade, e flutuaушes ambientais em funусo de variaушes de aусopredatзria, competiусo e incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia de irregular.","2012-04-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20parvifolia","Mata AtlРntica"],
    [4182,"RUBIACEAE","Rudgea reflexa","Zappi","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Arbustiva do interior da Mata AtlРntica pluvial. OcorrЖncia disjunta entre a Bahia e Espьrito Santo. Espжcie ocorre em unidades de conservaусo de proteусo integral. Habitat tem sido seriamente fragmentado e os remanescentes do bioma nos estados de ocorrЖncia ocupam entre 8,9 a 11% da distribuiусo original. A espжcie tem sido coletada na Щltima dжcada com certa frequЖncia por isso projeta-se que sua рrea de ocupaусo conhecida esteja aumentando. ╔ necessрrio estudos populacionais e genжticos. a fim de investigar a viabilidade de populaушes em pequenos fragmentos.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20reflexa","Mata AtlРntica"],
    [4183,"RUBIACEAE","Rudgea reticulata","Benth.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie nсo ameaуada, ocorre em diversas localidades, ampla extensсo de ocorrЖncia, ocorre de forma disjunta entre os estados da Bahia, Espьrito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ocorre ainda em ampla faixa altitudinal, ao nьvel do mar a 600 m. Espжcie pode estar ameaуada em avaliaушes regionais.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20reticulata","Mata AtlРntica"],
    [4184,"RUBIACEAE","Rudgea sessilis","(Vell.) MЧll.Arg.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo no Sudeste do Brasil, mas rara no estado do Espьrito Santo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20sessilis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4185,"RUBIACEAE","Rudgea sessilis subsp. cipoana","(Standl.) Zappi","EN","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Subespжcie endЖmica da Serra do Cipз, em Minas Gerais. Com distribuiусo restrita, com EOO de 268 km▓ e AOO de 4 km▓, estando sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa no municьpio de Jaboticatubas, onde foi coletada em 1973. Descrita em 2003, diferencia-se da R. sessilis subsp. sessilis  por adaptaушes morfolзgicas a ambientes mais abertos. ╔ ameaуada pela perda de habitat em decorrЖncia do aumento da frequЖncia de incЖndios, favorecidos por alteraушes de uso do solo em torno da Serra, como agropecuрria, silvicultura, especulaусo imobiliрria e mineraусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20sessilis%20subsp.%20cipoana","Cerrado"],
    [4186,"RUBIACEAE","Rudgea triflora","Benth.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com baixa frequЖncia de coleta, nсo hр registros na Щltima dжcada. Pequena рrea de ocupaусo, ca 60 km▓. No entanto, sua distribuiусo em mais de 60.000km▓ no subosque da floresta AtlРntica montana e alto-montana, em unidades de conservaусo, relativamente bem preservados, evidenciam que nсo estр ameaуada. O uso do AOO nсo ж o parРmetro mais adequado para sua avaliaусo uma vez que o habitat ж extenso e contьnuo, embora fragmentado nas porушes mais baixas. Sua ocorrЖncia em locais mais interiores sсo da dжcada de 1970 e estudos sсo necessрrios para reavaliar possьvel declьnio da extensсo de ocorrЖncia. Suspeita-se que subpopulaушes sobrevivam na floresta da encosta da Serra do Mar. ╔ necessрrio estudos de campo e medidas de conservaусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20triflora","Mata AtlРntica"],
    [4187,"RUBIACEAE","Rudgea umbrosa","MЧll.Arg.","VU","B1ab(i,iii)+2ab(i,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie restrita Я regiсo costeira do Sudeste, ocorre de forma disjunta entre o Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Tem EOO limitada com 14.209 km▓ e AOO de 44 km▓. O habitat tem sido muito fragmentado e degradado, o que sujeita a espжcie a menos de dez situaушes de ameaуa. Um estudo populacional apontou para uma ocorrЖncia comum em рrea no Espьrito Santo, mas ж necessрrio entender a dinРmica populacional pois, por ser espжcie arbustiva, pode ocorrer flutuaушes demogrрficas. Sсo necessрrias medidas de conservaусo.","2012-04-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20umbrosa","Mata AtlРntica"],
    [4188,"RUBIACEAE","Rudgea vellerea","MЧll.Arg.","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva que ocorre em baixas densidades. ?Espжcie tem sido encontrada na Щltima dжcada, no entanto sua distribuiусo ж restrita, extensсo de ocorrЖncia 3.448km▓, na Serra do Mar atж 1000m altitude. Quase ameaуada, devido a mais ter mais de dez situaушes de ameaуa (location). Regiсo apresenta contьnuos de Mata AtlРntica, mas as ocorrЖncias claramente se agrupam em ao menos dois conjuntos, um mais ao norte na Serra de Petrзpolis-Teresзpolis e outra mais ao sul na costa verde entre Parati e Ubatuba. ╔ necessрrio estudos genжticos para compreender a dinРmica populacional entre essas sub-regiшes, devido a presenуa 3 grandes rodovias interestaduais o isolamento de subpopulaушes raras podem ficar sujeitas ao rрpido declьnio populacional.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rudgea%20vellerea","Mata AtlРntica"],
    [4189,"RUBIACEAE","Rustia angustifolia","K.Schum.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbustiva do sub-bosque da Floresta Pluvial do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Com distribuiусo restrita, tem EOO de 2.555 km▓ e AOO de 16 km▓. Descrita em 1889, apresenta poucos registros de coleta, para uma regiсo bem coletada no paьs. Tem sido registrada na Щltima dжcada. Estр ameaуada pelo declьnio de AOO e da qualidade do habitat, em consequЖncia do desmatamento para conversсo de terras para agropecuрria e silvicultura.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rustia%20angustifolia","Mata AtlРntica"],
    [4190,"RUBIACEAE","Sabicea grisea","Cham. & Schltdl.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de arbusto escandente, endЖmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuiусo nas regiшes Norte, Nordeste e Sudeste. ╔ encontrada nas florestas pluviais dos biomas AmazЗnia, Caatinga, Cerrado e Mata AtlРntica.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sabicea%20grisea","AmazЗnia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4191,"RUBIACEAE","Sabicea villosa","Willd. ex Schult.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de liana nсo endЖmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuiусo no paьs pelas regiшes Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, nos domьnios da AmazЗnia e Mata AtlРntica.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sabicea%20villosa","AmazЗnia"],
    [4192,"RUBIACEAE","Simira gardneriana","M.R.V.Barbosa & Peixoto","NT","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea da Caatinga entre os estados do Piauь, Cearр, Pernambuco e Bahia. Ocorre em floresta em diferentes estрgios sucessionais. Comum na regiсo dos municьpios de Petrolina e Juazeiro e ж utilizada para construушes, vedaушes e forragens. Devido Я quantidade de registros de ocorrЖncia recentes para a espжcie, algumas delas indicando ocorrЖncia local frequente, e tambжm Яs diversas fitofisionomias e estрgios sucessionais que ocorre, nсo ж possьvel categorizar a espжcie como ameaуada. Embora Яs рreas de Caatinga impactadas sejam da ordem de 50%. ╔ necessрrio estudos genжticos e populacionais para prever o risco de extinусo.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20gardneriana","Caatinga"],
    [4193,"RUBIACEAE","Simira grazielae","Peixoto","EN","B2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea de grande porte da Floresta Pluvial AtlРntica entre os Estados da Bahia e do Espьrito Santo. Estр suscetьvel Я extinусo devido ao declьnio de AOO e da qualidade do habitat, em consequЖncia do desmatamento histзrico da regiсo para agropecuрria e silvicultura. Descrita em 1981, hр oito coleушes da espжcie, que ж considerada planta rara do Brasil. Nas suas рreas de ocorrЖncia foi identificado uma densidade de dois indivьduos por hectare. S. grazielae depende de formaушes de Floresta Pluvial em estрgios avanуados de sucessсo. A espжcie estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa na Bahia e no Espьrito Santo, estados em que os remanescentes de Mata AtlРntica ocupam hoje respectivamente 8,9% e 11% da distribuiусo original.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20grazielae","Mata AtlРntica"],
    [4194,"RUBIACEAE","Simira hatschbachiorum","J.H.Kirkbr.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea de pequeno porte com distribuiусo geogrрfica restrita na Floresta Pluvial Montana do estado do Espьrito Santo, possui EOO de 695 km▓ e AOO de 20 km▓. Descrita em 1997, apresenta oito coleушes. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, por declьnio da AOO e da qualidade do habitat em consequЖncia do desmatamento para agropecuрria e silvicultura.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20hatschbachiorum","Mata AtlРntica"],
    [4195,"RUBIACEAE","Simira rubra","(Mart.) Steyerm.","DD","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea de grande porte na floresta pluvial da encosta AtlРntica nos estados de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Estudos de ecologia de comunidades evidenciam a ocorrЖncia da espжcie em baixas densidades, de 1 a 6 indivьduos por hectare. Encontrada em unidades de conservaусo em ambos os estados. Distribuiусo geogrрfica aparentemente restrita, mas hр ocorrЖncias para Minas Gerais e Bahia associados aos sinЗnimo S. viridiflora que precisam de revisсo e validaусo, pois se forem confirmados, aumentarсo muito a distribuiусo da espжcie.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simira%20rubra","Mata AtlРntica"],
    [4196,"RUBIACEAE","Spermacoce glabra","Michx.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea de ampla distribuiусo no Brasil, ocorrendo no Cerrado e na Mata AtlРntica.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spermacoce%20glabra","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4197,"RUBIACEAE","Spermacoce tenuior","L.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea de ampla distribuiусo no Brasil, frequentemente coletada na Caatinga.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spermacoce%20tenuior","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4198,"RUBIACEAE","Staelia hatschbachii","J.H.Kirkbr.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie herbрcea a arbustiva, com distribuiусo restrita a partes dos Campos Rupestres do Estado de Minas Gerais. Tem EOO de 1.838 km▓ e AOO de 36 km▓. Descrita em 1997, ж conhecida de 17 coletas botРnicas, e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa em Grсo-Mogol e Diamantina. ╔ ameaуada por perda de habitat, em consequЖncia de garimpo e por aumento da frequЖncia de incЖndios decorrentes de atividades agropecuрrias.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Staelia%20hatschbachii","Caatinga, Cerrado"],
    [4199,"RUBIACEAE","Standleya kuhlmanni","Brade","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie herbрcea de Floresta Pluvial AtlРntica, restrita ao Estado do Espьrito Santo, entre as formaушes de Floresta de Terras Baixas e Submontana. ?╔ ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do habitat, em consequЖncia da conversсo de terras para agropecuрria e silvicultura, assim como pela prрtica de queimadas em decorrЖncia dessas atividades. Descrita em 1949, apresenta quatro coleушes, sujeita a quatro situaушes de ameaуa. A ┌ltima coleta data de 2007 registrada para a Reserva Biolзgica de Duas Bocas, municьpio de Cariacica.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Standleya%20kuhlmanni","Mata AtlРntica"],
    [4200,"RUBIACEAE","Tocoyena sellowiana","(Cham. & Schltdl.) K.Schum.","LC","","","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie arbзrea de pequeno porte, nсo ж endЖmica do Brasil e ocorre em ampla distribuiусo no paьs, nas regiшes Nordeste, Sudeste e Sul. Apresenta valor medicinal, mas o uso, realizado de forma correta para extraусo da casca do caule nсo prejudica as plantas.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tocoyena%20sellowiana","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4201,"RUTACEAE","Almeidea coerulea","(Nees & Mart.) A.St.-Hil.","EN","B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea endЖmica do Estado da Bahia, de distribuiусo restrita, ж encontrada principalmente nas Restingas. Descrita em 1823, estр sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa nos municьpios de Itacarж e Uruуuca e em Itaberaba. Encontra-se ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do hрbitat em consequЖncia da conversсo de terras para infraestrutura urbana e turьstica.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Almeidea%20coerulea","Mata AtlРntica"],
    [4202,"RUTACEAE","Andreadoxa flava","Kallunki","CR","B1ab(iii,v)+2ab(iii,v),D","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea endЖmica da Floresta Pluvial da Bahia. Descrita em 1998, teve a primeira coleta registrada em 1964, conhecendo-se atualmente apenas seis coletas. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa na regiсo entre Ilhжus e Itabuna. Tem EOO de 14,57 km▓ e AOO de 12 km▓. De distribuiусo restrita, o nЩmero de indivьduos conhecidos da espжcie ж menor que 50, apesar do esforуo de coleta empreendido pela Cepec desde sua descoberta em suas рreas experimentais. Encontra-se ameaуada pelas caracterьsticas intrьnsecas e pela perda da qualidade de hрbitat devido ao manejo de produусo de cacau. O rрpido declьnio populacional ж um problema enfrentado pelas espжcies com populaушes pequenas, resultante tanto de problemas advindos da perda de variabilidade genжtica, endogamia e deriva genжtica, como das flutuaушes demogrрficas em funусo de variaушes ao acaso nas taxas de nascimento e mortalidade, de flutuaушes ambientais geradas pelas variaушes de aусo predatзria, competiусo e incidЖncia de doenуas, assim como catрstrofes naturais com frequЖncia de tempo irregular.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Andreadoxa%20flava","Mata AtlРntica"],
    [4203,"RUTACEAE","Balfourodendron riedelianum","(Engl.) Engl.","NT","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de grande porte, nсo endЖmica do Brasil, ocorrendo no paьs nas regiшes Centro-Oeste, Sudeste e Sul, em vegetaусo florestal secundрria e em ampla faixa altitudinal. Conhecida como pau-marfim, apresenta forte potencial econЗmico, pela boa qualidade de sua madeira. As informaушes sobre declьnio populacional por explotaусo nсo permitem avaliar um nьvel de declьnio populacional.  Por isso ж necessрrio levantamento sobre nьvel de explotaусo histзrico e atual e anрlise de viabilidade populacional, para avaliaусo do risco pelos critжrios A e E.  A espжcie tem aушes de conservaусo, como bancos de germoplasma, uma iniciativa para produусo de sementes. Embora as caracterьsticas biolзgicas da espжcie levam a identificar sua facilidade para dispersсo e regeneraусo natural, ж dependente de medidas de conservaусo devido ao valor de sua madeira, e por isso medidas de controle de exploraусo aliada a projetos de produусo de sementes e estьmulo Я produусo e manejo podem garantir a sobrevivЖncia de populaушes naturais e a manutenусo de seu uso econЗmico.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Balfourodendron%20riedelianum","Mata AtlРntica"],
    [4204,"RUTACEAE","Conchocarpus bellus","Kallunki","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial AtlРntica, ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo e tem distribuiусo restrita sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa em Rio Bananal. A AOO ж menor que 10 km▓. Descrita em 1998, ж conhecida apenas pela coleусo-tipo, de 1995. Encontra-se ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do hрbitat em consequЖncia do desmatamento e da fragmentaусo florestal para conversсo de рreas para a agropecuрria e silvicultura.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20bellus","Mata AtlРntica"],
    [4205,"RUTACEAE","Conchocarpus cauliflorus","Pirani","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial AtlРntica, ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo e tem distribuiусo restrita, estando sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, entre Rio Bananal e Linhares. AOO ж menor que 10 km▓. Descrita em 1998, ж conhecida por apenas trЖs coletas ocorridas entre 1994 e 1995. Encontra-se ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do hрbitat em consequЖncia do desmatamento e da fragmentaусo florestal para conversсo de рreas para a agropecuрria e silvicultura.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20cauliflorus","Mata AtlРntica"],
    [4206,"RUTACEAE","Conchocarpus marginatus","(Rizzini) Kallunki & Pirani","CR","B1ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva de sub-bosque da Floresta Pluvial AtlРntica, ж endЖmica do Estado do Espьrito Santo e tem distribuiусo restrita ao municьpio de Linhares, estando sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. A EOO ж menor que 10 km▓. Descrita em 1998 ж conhecida apenas por cinco coleушes, a primeira coleta datada de 1934 e a Щltima, de 1998. Encontra-se ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do hрbitat em consequЖncia do desmatamento e da fragmentaусo florestal para conversсo de рreas para a agropecuрria e silvicultura.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Conchocarpus%20marginatus","Mata AtlРntica"],
    [4207,"RUTACEAE","Esenbeckia hieronymi","Engl.","NT","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva das matas ripрrias da Mata AtlРntica, ocorrendo no Sul do paьs e nos estados de Sсo Paulo e Mato Grosso do Sul. Sua extensсo de ocorrЖncia calculada ж de 258.300,4km▓, no entanto, nсo foi possьvel resgatar as coletas para o Rio Grande do Sul, onde consta como criticamente ameaуada e para o estado de Mato Grosso do Sul. As coletas da espжcie ocorreram apзs a dжcada de 50, e tem sido coletada com baixa frequЖncia entre as dжcadas atж a atualidade, nсo sendo possьvel suspeitar de declьnio populacional. As subpopulaушes das espжcies do gЖnero tendem a ocorrer de forma agregada, devido a dispersсo autocзrica. O habitat de ocorrЖncia ж protegido por lei, as рreas de preservaусo permanentes Яs margens de rios, no entanto hр nьveis de desmatamento significativos na Mata AtlРntica da regiсo. E as alteraушes no novo cзdigo florestal pшe em risco a preservaусo do habitat.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20hieronymi","Mata AtlРntica"],
    [4208,"RUTACEAE","Esenbeckia irwiniana","Kaastra","EN","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva com distribuiусo restrita aos Campos Rupestres de Minas Gerais. A EOO ж de 2.523 km▓ e AOO de 24 km▓. Estр sujeita a duas situaушes de ameaуa nas regiшes de Diamantina e Grсo-Mogol. Ambas as regiшes sofreram no passado, com a atividade de mineraусo, que continua sendo uma ameaуa potencial. Atualmente estр sujeita Я perda da qualidade do hрbitat em decorrЖncia de incЖndios por manejo de pastagens e atividades agrьcolas, como o cultivo de sorgo, milho e feijсo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20irwiniana","Cerrado"],
    [4209,"RUTACEAE","Esenbeckia leiocarpa","Engl.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea endЖmica do Brasil, ocorrendo em ampla distribuiусo pelas regiшes Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do paьs, em tipos florestais da Mata AtlРntica sensu lato. Nсo foi possьvel avaliar nьvel de declьnio populacional com base em informaушes sobre nьveis de explotaусo por uso da madeira.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20leiocarpa","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4210,"RUTACEAE","Esenbeckia pilocarpoides","Kunth","LC","","","Tainan Messina","Especie de arvoreta, nсo endЖmica do Brasil, ocorrendo no paьs em ampla distribuiусo pelas regiшes Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Sem uso especьfico ou pressсo de coleta.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Esenbeckia%20pilocarpoides","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4211,"RUTACEAE","Euxylophora paraensis","Huber","CR","A2bcd","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de grande porte da Floresta AmazЗnica, endЖmica do Brasil, tem distribuiусo restrita aos Estados do Parр e Maranhсo. A EOO ж de 166.544 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa, tomando-se como base os municьpios de ocorrЖncia. ╔ conhecida a partir de poucas coletas botРnicas antigas, a primeira de 1907 e a Щltima de 1982. A madeira, de alto valor comercial e com diversas aplicaушes, ж intensamente explorada no Parр. Encontra-se ameaуada pelo rрpido declьnio populacional, em consequЖncia da exploraусo da madeira e pelo desmatamento para assentamentos e atividades agrьcolas. Ocorre naturalmente em baixas densidades em florestas preservadas. Alжm disso, em sua EOO, estсo os municьpios de maiores ьndices de desmatamentos ou de рreas desmatadas da AmazЗnia Legal. Estima-se que nas Щltimas trЖs geraушes (cerca de 20 anos cada geraусo) tenha havido uma reduусo populacional maior que 80%.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Euxylophora%20paraensis","AmazЗnia"],
    [4212,"RUTACEAE","Galipea carinata","Pirani","CR","B1ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea baixa, restrita, tem EOO de 5 km▓ e estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa, na Floresta de Restinga em Guarapari (ES). ╔ conhecida por apenas quatro coletas, nos anos de 1988, 1993, 1999 e 2000, todas em matas prзximas Яs rodovias estaduais (ES-477 e ES-060). Nсo hр informaушes sobre ocorrЖncia no Parque Estadual Paulo Cжsar Vinha, uma unidade de conservaусo (SNUC) com 15 km▓, prзxima Яs рreas de coleta da espжcie. Encontra-se ameaуada pela perda da qualidade do hрbitat, em consequЖncia dos impactos na faixa de servidсo Яs margens das rodovias, como a especulaусo imobiliрria, agropecuрria e silvicultura.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Galipea%20carinata","Mata AtlРntica"],
    [4213,"RUTACEAE","Hortia brasiliana","Vand. ex DC.","NT","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea de grande porte da Mata AtlРntica, nсo ж endЖmica do Brasil, mas ж a Щnica do gЖnero a ser encontrada na costa leste do Brasil. Espжcie clьmax exigente de luz, ocupa a floresta estacional e pluvial bem preservada ou de estрgio sucessional avanуado. A casca tem aplicaушes medicinais e sua madeira tem valor comercial e aplicaушes locais. Pode ser encontrada isolada em pastagens, para sombra ao gado e manejo de rebrota com estьmulo de fogo, para produусo de novos troncos. ╔ relativamente frequente na bacia do Rio Doce e na Zona da Mata de Minas Gerais. Encontrada em unidades de conservaусo. Quase ameaуada pelo declьnio de рrea de habitat, em consequЖncia do desmatamento. ╔ provрvel que esteja em declьnio populacional, por isso sugere-se uma anрlise para ser avaliada segundo o critжrio E.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hortia%20brasiliana","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [4214,"RUTACEAE","Metrodorea maracasana","Kaastra","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea da Mata AtlРntica, restrita Яs Florestas Estacionais, Pluviais e de Tabuleiro da Bahia e Espьrito Santo. Ocorre em florestas primрrias ou de estрgio sucessional avanуado preservadas. Sua EOO ж de 60.556 km▓ e AOO de 64 km▓. Encontra-se ameaуada devido ao declьnio de hрbitat em decorrЖncia dos altos nьveis de desmatamento do bioma nos dois Estados. A proximidade e o agrupamento entre os pontos de coleta permitem reconhecer que a espжcie esteja sujeita a atж 10 situaушes de ameaуa, resultando na classificaусo \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Metrodorea%20maracasana","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [4215,"RUTACEAE","Nycticalanthus speciosus","Ducke","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea baixa, rara e restrita ao municьpio de Manaus (AM). ╔ conhecida por poucas coletas, esparsas ao longo do tempo. As coletas datam de 1930, 1935, 1955 e 1996. A EOO ж de 278 km▓ e AOO de 8 km▓. Estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. Encontra-se ameaуada pela perda de AOO e da qualidade do hрbitat, em consequЖncia da expansсo de zona urbana e rural em torno de Manaus.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nycticalanthus%20speciosus","AmazЗnia"],
    [4216,"RUTACEAE","Pilocarpus alatus","C.J.Joseph ex Skorupa","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva da Floresta AmazЗnica dos Estados do Maranhсo e Parр. Tem EOO de 16.701,39 km▓ e AOO de 20 km▓. Provavelmente estр extinta no Parр, onde foi coletada uma Щnica vez em 1926. No Maranhсo, Estado com 81% de desmatamento de Floresta AmazЗnica, estр sujeita a duas situaушes de ameaуa, Lago do Junco e Barra do Corda. Hр informaушes de coleta que indicam que a espжcie ocorre tambжm em Montevidжu (MA). Considerou-se que a possьvel extinусo no Estado do Parр seja um indicativo de diminuiусo de sua distribuiусo (EOO e AOO), do nЩmero de subpopulaушes da espжcie e de situaушes de ameaуa. Dessa forma, a espжcie foi categorizada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20alatus","AmazЗnia"],
    [4217,"RUTACEAE","Pilocarpus giganteus","Engl.","NT","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea baixa da Mata AtlРntica, ocorrendo no subosque das florestas pluviais, semidecьduas e restingas. Distribui-se da Bahia ao litoral norte de Sсo Paulo e na Mata AtlРntica de interior de Minas Gerais, pela Bacia do Rio Doce e na Zona da Mata. Extensсo de ocorrЖncia de 171.665 km▓. Quase ameaуada devido a histзrica devastaусo da Mata AtlРntica, entretanto os locais conhecidos  sua ocorrЖncia sсo em sua maioria de grandes fragmentos florestais, ainda preservados do desmatamento.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20giganteus","Mata AtlРntica"],
    [4218,"RUTACEAE","Pilocarpus jaborandi","Holmes","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie de jaborandi, arbustiva a arbзrea baixa, ж endЖmica do Brasil e restrita aos Estados do Cearр e da Bahia, em florestas da Caatinga e Mata AtlРntica. A EOO ж de 102.337 km▓ e AOO de 28 km▓. Entre as trЖs espжcies de jaborandi do gЖnero Pilocarpus (P. trachylophus, P. microphyllus, P. jaborandi) ж a mais rara e com menos coletas botРnicas, por isso sofre menos com a pressсo do extrativismo industrial, mas ж mais suscetьvel Яs modificaушes do hрbitat, devido Я raridade. Estр sujeita a atж cinco situaушes de ameaуa. As subpopulaушes, ameaуadas pela perda de AOO e da qualidade do hрbitat, estсo extremamente fragmentadas e disjuntas, por conta dos altos nьveis de desmatamento.","2012-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20jaborandi","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [4219,"RUTACEAE","Pilocarpus microphyllus","Stapf ex Wardlew.","EN","A2bcd","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva, nсo endЖmica do Brasil, ocorrendo no paьs nos Estados do Parр, Maranhсo e Piauь, na Floresta AmazЗnica, em Floresta de Terra Firme Pluvial a Estacional. Tem propriedades medicinais por conter pilocarpina, e por isso tem uso intenso por parte de comunidades indьgenas alcanуando escala industrial para a produусo de chрs e cosmжticos. A frequЖncia de coleta estр em declьnio, inferindo-se uma reduусo populacional. Encontra-se ameaуada pela perda de AOO e qualidade do hрbitat, em consequЖncia do desmatamento para atividades agropecuрrias, assentamentos e pelos nьveis de uso e importРncia econЗmica. Estima-se que a reduусo populacional ocorrida nos Щltimos 10 anos tenha sido maior que 50%.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20microphyllus","AmazЗnia"],
    [4220,"RUTACEAE","Pilocarpus trachylophus","Holmes","EN","A3cde","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva das Florestas Deciduais da Caatinga, como a Caatinga Arbзrea e a Mata Seca. Devido Я pressсo por extrativismo, ao declьnio de рrea e da qualidade de hрbitat e Я competiусo por espжcies invasoras, esta espжcie estр ameaуada de extinусo. Estima-se reduусo populacional maior que 50% ao fim dos prзximos 10 anos.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilocarpus%20trachylophus","Caatinga, Cerrado"],
    [4221,"RUTACEAE","Raulinoa echinata","R.S.Cowan","VU","D2","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva endЖmica e de distribuiусo restrita Яs margens do Rio Itajaь-Aуu, em Santa Catarina, nos municьpios de ApiЩna, Ibirama e Indaial. A EOO ж de 372 km▓ e AOO de 32 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Sua AOO ж seguramente menor, uma vez que ocorre em hрbitat especьfico, Яs margens pedregosas do rio. A descoberta recente de princьpio ativo Щtil no tratamento da doenуa de chagas fez surgir novos interesses para a conservaусo da espжcie, que estр potencialmente ameaуada pelo incessante processo de construусo de pequenas centrais hidrelжtricas. Existem em andamento estudos para a criaусo de RefЩgio da Vida Silvestre em sua regiсo de ocorrЖncia.","2012-09-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Raulinoa%20echinata","Mata AtlРntica"],
    [4222,"RUTACEAE","Spiranthera odoratissima","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva nсo endЖmica do Brasil e amplamente distribuьda no Cerrado brasileiro. Sem pressсo por uso especьfico.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Spiranthera%20odoratissima","AmazЗnia, Cerrado, Caatinga"],
    [4223,"RUTACEAE","Zanthoxylum petiolare","A.St.-Hil. & Tul.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbзrea nсo endЖmica do Brasil, amplamente distribuьda no Brasil, em diversas fitofisionomias florestais do cerrado, caatinga e mata atlРntica. Sem pressсo por uso especьfico, embora a madeira seja usada em escala local no fabrico de cabos de ferramentas.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zanthoxylum%20petiolare","Cerrado, Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [4224,"SALICACEAE","Abatia angeliana","M.H.Alford","VU","A2c","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Abatia angeliana ж endЖmica do Brasil, com ocorrЖncia confirmada nos Estados do Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, no sub-bosque de Florestas Ombrзfilas Mistas. A espжcie apresenta AOO menor que 500 km▓ (AOO=56 km▓), em fitofisionomia extremamente fragmentada e descaracterizada pelo intenso e histзrico processo de exploraусo de seus recursos. Estima-se que os remanescentes de Florestas Ombrзfilas Mistas nos trЖs Estados de ocorrЖncia da espжcie representem entre 1% e 2% do total originalmente ocupado por essa formaусo, depois de sжculos de exploraусo irracional dos recursos e da conversсo das florestas. Por ser uma planta esciзfila, suspeita-se que suas subpopulaушes sofram declьnio com a retirada da cobertura vegetal (especialmente рrvores de dossel, como Araucaria angustifolia), jр que essa atividade pode aumentar de maneira significativa a incidЖncia de luz no interior do sub-bosque. Com base na perda de florestas nessas regiшes, suspeita-se que a espжcie tenha perdido cerca de 30% de sua populaусo nos Щltimos 10 anos ou trЖs geraушes, em uma рrea onde as formaушes em que ocorre encontram-se muito fragmentadas e sofrem a incidЖncia de ameaуas que ocasionam um declьnio contьnuo na qualidade do diminuto hрbitat. Mesmo sendo bem coletado, esse tрxon foi considerado raro e ocorre somente nessa рrea extremamente pressionada por atividades antrзpicas. Por isso, A. angeliana foi considerada \"Vulnerрvel (VU)\", demandando aушes que garantam a manutenусo da sua populaусo.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Abatia%20angeliana","Mata AtlРntica"],
    [4225,"SALICACEAE","Azara uruguayensis","(Speg.) Sleumer","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Azara uruguayensis (Speg.) Sleumer nсo ж endЖmica do Brasil, ocorrendo tambжm na Argentina e no Uruguai. Aqui, ocorre amplamente distribuida no interiror de Florestas Ombrзfilas densas e abertas pouco perturbadas, associadas aos Domьnios Fitogeogrрficos Mata AtlРntica e Pampa (Campos Sulinos). Seus registros indicam sua ocorrЖncia ao longos dos estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espжcie ocorre em diversas Unidades de Conservaусo ao longo de sua extensa distribuiусo, de diferentes categorias e nьveis de proteусo. Porжm, ж dependente da qualidade do ambiente, e tem suas populaушes situadas em dois Domьnios Fitoeogrрficos altamente impactados por diversas atividades antrзpicas. Sendo assim, a espжcie foi considerada Quase Ameaуada (NT). Estudos populacionais sсo necessрrios para uma avaliaусo de risco mais precisa.","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Azara%20uruguayensis","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4226,"SALICACEAE","Banara brasiliensis","(Schott) Benth.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Banara brasiliensis (Schott) Benth. ж endЖmica do Brasil, e atж pouco tempo era sua ocorrЖncia era considerada restrita ao estado do Rio de Janeiro. Novas coleушes foram realizadas nos estados do Espirito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Paranр, alжm da Ilha de Trindade (ES). A espжcie, considerada Vulnerрvel (VU) em avaliaусo de risco da IUCN (O\\\\'Brien, 1998) quando ainda era considerada restrita ao Rio de Janeiro, teve diversas coleушes que ampliaram significativamente sua distribuiусo dentro do Domьnio Fitoegrрfico Mata AtlРntica. Encontrada em diversas fitofisionomias, como restingas, florestas ombrзfilas e florestas estacionais, B. brasiliensis ocorre em diversas Unidades de Conservaусo, e por isso, foi considerada como Menos Preocupante (LC). Porжm , estudos mais destalhados a respeito de sua real distribuiусo e do estado de suas populaушes ж recomendado, afim de garantir uma avaliaусo de risco mais precisa.","2012-06-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Banara%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [4227,"SALICACEAE","Casearia gossypiosperma","Briq.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Espжcie de ampla distribuiусo na Amжrica do Sul, no Brasil, ocorre em diversas fitofisionomias, ao longo dos Domьnio Fitogeogrрficos AmazЗnia, Mata AtlРntica e Cerrado, nos estados do Parр, Amazonas, Acre, RondЗnia, Bahia, Mato Grosso, Goiрs, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр. C. gossypiosperma foi registrada dentro dos limites de diversas Unidades de Conservaусo, e por esses fatores, foi considerada Menos Preocupante (LC). Entretanto, como sua madeira tem uso previsto e a espжcie apresenta potencial medicinal, faz-se necessрria a implementaусo de monitoramento as suas populaушes e a criaусo de legislaусo de regule a utilizaусo dos recursos deste tрxon.","2012-06-01T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20gossypiosperma","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Cerrado"],
    [4228,"SALICACEAE","Casearia lasiophylla","Eichler","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Casearia lasiophylla Eichler ocorre em diversas fitofisionomias ao longo dos Domьnios Fitogeogrрficos Mata AtlРntica e Cerrado. Mesmo sendo uma espжcie nсo muito frequente em algumas tipologias em que foi registrada (por e.g. рreas de savana estжpica), C. lasiophylla  possui ampla distribuiусo de ocorrЖncia no Brasil, inclusive em Unidades de Conservaусo. Ao contrрrio de outras congЖneres, nсo possui uso comercial/ medicinal descrito na literatura. Por esse motivos, foi considerada de Menor Preocupaусo (LC).","2012-06-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20lasiophylla","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4229,"SALICACEAE","Casearia paranaensis","Sleumer","VU","A2c,B1ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Casearia paranaensis ж uma рrvore endЖmica do Brasil, com registros no Estado Paranр e leste de Sсo Paulo. Ocorre em diversas fitofisionomias ao longo do bioma Mata AtlРntica, como Restingas, Florestas Ombrзfilas Mistas e Densas, em altitudes de atж 1.000 m. Muitas subpopulaушes conhecidas para o tрxon se encontram protegidas por unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral (por exemplo, Parque Estadual da Serra do Mar e Estaусo Ecolзgica Jurжia-Itatins). Mesmo com o atual panorama de fragmentaусo da Mata AtlРntica nesses Estados, as subpopulaушes dessa espжcie nсo parecem estar severamente fragmentadas, uma vez que sсo dispersas por aves, entretanto, apresenta EOO menor que 20.000 km▓ (EOO=17.072,86 km▓), e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa identificadas, alжm de um verificado declьnio nas condiушes ambientais de sua AOO. Os municьpios em que a espжcie foi registrada sofreram perdas severas de sua cobertura, permitindo suspeitar-se uma reduусo populacional maior que 30%. Assim sendo, a espжcie foi considerada \"Vulnerрvel (VU)\" nesse primeiro momento, entretanto, estudos sobre estrutura e genжtica das subpopulaушes remanescentes de C. paranaensis devem ser conduzidos para subsidiar avaliaушes de risco mais robustas no futuro.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20paranaensis","Mata AtlРntica"],
    [4230,"SALICACEAE","Casearia pauciflora","Cambess.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Casearia pauciflora Cambess. ж uma espжcie muito caracterьstica, dificilmente confundida com outras congЖneres. EndЖmica do Brasil, hр divergencias na literatura e nos testemunhos acessados quanto a sua real distribuiусo no territзrio nacional. Dados recentes indicam sua presenуa em florestass Щmidas e estacionais, em diferentes estрgios de sucessсo, nos estados do Maranhсo, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Paranр, com apenas um registro de ocorrЖncia para Brasьlia. Sua рrea core  de distribuiусo parece ser o estado do Rio de Janeiro, uma vez que a maior parte dos registros foi feito nesse estado. Parece ocorrer de forma mais ampla em outros estados brasileiros, porжm nсo hр testemunhos, isso parece refletir o baixo esforуo de coleta em muitas dessas рreas. Suas populaушes se encontram protegidas por Unidades de Conservaусo de diferentes categorias. Portanto, suspeita-se que C. pauciflora seja uma espжcie de Baixo Risco (LC) de extinусo, entretanto, estudos sobre sua real distribuiусo e sobre a estrutura de suas populaушes devem sem conduzidos a fim de subsidiar avaliaушes de risco de extinусo futuras.","2012-08-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Casearia%20pauciflora","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [4231,"SALICACEAE","Salix humboldtiana","Willd.","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Salix humboldtiana Willd. ocorre amplamente distribuida nos neotrзpicos. No Brasil, foi registrada nos estados do Acre, Minas Gerais, Sсo Paulo, Paranр, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nos Domьnios Fitogeogrрficos AmazЗnia, Mata AtlРntica e Pampa (Campos Sulinos). Foi apontada como Щtil no estabelecimento de reflorestamentos mistos, alem de possuir potencial valor no mercado de plantas ornamentais. Sua madeira costuma ser utilizada em obras internas de casas, caixotaria em geral e construусo de moradias rurais. Mesmo com esses usos associados, estes parecem nсo configurar uma ameaуa a perpetuaусo da espжcie na natureza, uma vez que nсo sсo predatзrios e apenas local. Por isso, a espжcie foi avaliada como Menor Preocupaусo (LC) quanto a seu risco de extinусo. Entretanto, estudos populacionais e dados a respeito de formas de uso podem embasar uma avaliaусo de risco mais robusta, subsidiada por dados quantitativos, para Salix humboldtiana  Willd.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Salix%20humboldtiana","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4232,"SALICACEAE","Xylosma glaberrima","Sleumer","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Xylosma glaberrima Sleumer ж endЖmica do Brasil, ocorrendo em Florestas Ombrзfilas em diferentes estрgios de sucessсo no Domьnio Fitogeogrрfico Mata AtlРntica, com registros confirmados atж agora nos estados do Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Paranр. A  espжcie parece ser naturalmente rara, com distribuiусo descontьnua e irregular. Ocorre em diferentes categorias de Unidades de Conservaусo ao longo de sua distribuiусo e nсo foram encontradas formas de uso de X. glaberrima. Contudo, a espжcie apresenta AOO de 36 Km▓, alжm de uma possuir uma forte relaусo com o ambiente em que ocorre, florestas de atж 950 m de altitude nos estados citados. Estas formaушes florestais sofrem pressшes antrзpicas variadas e severas, o que resulta em um declьnio contьnuo na qualidade do habitat de X. glaberrima, por esses motivos, a espжcie foi considerada Quase Ameaуada (NT), demandando esforуos de pesquisa para embasar de maneira mais precisa sua avaliaусo de risco de extinусo.","2012-06-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xylosma%20glaberrima","Mata AtlРntica"],
    [4233,"SANTALACEAE","Acanthosyris paulo-alvinii","G.M. Barroso","VU","D2","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ж endЖmica do Estado da Bahia e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. As principais sсo a transformaусo do hрbitat para sistemas de cabruca e o declьnio da qualidade do hрbitat da espжcie. Caso nсo sejam controladas, por apresentar frequЖncia baixa, A. paulo-alvinii poderр ser elevada a uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-08-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Acanthosyris%20paulo-alvinii","Cerrado"],
    [4234,"SANTALACEAE","Eubrachion ambiguum","(Hook. & Arn.) Engl.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuiусo ampla e ocorre em Unidade de Conservaусo.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Eubrachion%20ambiguum","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4235,"SANTALACEAE","Thesium aphyllum","Mart. ex A. DC.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuiусo ampla e ocorre em Unidade de Conservaусo.","2012-11-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thesium%20aphyllum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4236,"SAPINDACEAE","Allophylus puberulus","(Cambess.) Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. puberulus ocorre em praticamente toda a extensсo do bioma Mata AtlРntica, bem como ao Oeste do biomas Cerrado e AmazЗnia. A espжcie abrange diferentes fitofisionomias (florestas Щmidas e restinga) e ocorre em рreas de proteусo integral. Possui Extensсo de OcorrЖncia superior a 20.000 km▓.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allophylus%20puberulus","Mata AtlРntica"],
    [4237,"SAPINDACEAE","Allophylus semidentatus","(Miq.) Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","A. semidentatus ж uma arbзrea de distribuiусo ampla, ocorrendo nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia, bem como em outros paьses. Os estudos indicam que a espжcie nсo possui densidade superior a 3 indivьduos por hectare, mostrando ser relativamente rara e, portanto, supшem-se que a espжcie ocorra em outras localidades ainda nсo amostradas dentro da extensсo de ocorrЖncia. Possui coletas botРnicas em рreas de proteусo integral. Assim, a espжcie esta categorizada em Least Concern.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Allophylus%20semidentatus","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4238,"SAPINDACEAE","Cardiospermum corindum","L.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","C. corindum ж um arbusto cosmopolita. No Brasil ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga, tanto em florestas Щmidas como em savanas. As coletas botРnicas revelam a ocorrЖncia em рreas de proteусo integral.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cardiospermum%20corindum","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [4239,"SAPINDACEAE","Cupania concolor","Radlk.","VU","B1ab(iii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cupania concolor ж uma espжcie arbзrea de pequena distribuiусo geogrрfica. Ocorre desde a costa atlРntica do Sudeste brasileiro atж o sudeste de Minas Gerais. A estimativa de EOO foi de cerca de 15.000 km▓, colocando a espжcie na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). Sua EOO estр em uma рrea bem conhecida pela comunidade cientьfica e apresenta um grau elevado de ameaуa devido ao longo histзrico de perda de hрbitat, tanto pela ocupaусo humana como pela mudanуa do uso do solo para atividades agrьcolas e pastagem, ficando a espжcie sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. Embora parte das coletas botРnicas seja proveniente de рreas protegidas, as ameaуas incidentes afetam as рreas no entorno, reduzindo a EOO, a AOO e a qualidade do hрbitat. A ocupaусo humana com retirada da cobertura vegetal ainda ocorre nas рreas litorРneas, reduzindo o nЩmero de subpopulaушes de C. concolor.","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cupania%20concolor","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4240,"SAPINDACEAE","Cupania furfuracea","Radlk.","VU","B2ab(i,ii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Cupania furfuracea ж uma espжcie arbзrea que ocorre em Florestas Arbustivas ┌midas e Secas do Sudeste brasileiro. Os registros botРnicos sсo relativamente recentes, em locais bem conhecidos pela comunidade cientьfica e, em sua maioria, em рreas protegidas. A dependЖncia de uma fauna especializada em transportar grandes sementes e o uso da sua madeira para a produусo de lenha sсo fatores que, somados Я perda de hрbitat, ameaуam a sobrevivЖncia da espжcie. Foram identificados como principais fatores de perda de hрbitat, o crescimento urbano, com instalaушes de empreendimentos e especulaусo imobiliрria e o fogo, que reduzem a AOO e a EOO da espжcie. As subpopulaушes conhecidas permitem estimar uma AOO de 76 km▓ e estсo sujeitas a menos de 10 situaушes de ameaуa, colocando a espжcie na categoria \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cupania%20furfuracea","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4241,"SAPINDACEAE","Dilodendron bipinnatum","Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. bipinnatum ж uma arbзrea com representatividade pelo Cerrado, Mata AtlРntica e AmazЗnia. A espжcie ж dispersa por aves, um fator que permite as sementes germinarem em рreas distantes da planta-mсe, diminuindo o risco de extinусo de D. bipinnatum.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dilodendron%20bipinnatum","AmazЗnia, Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4242,"SAPINDACEAE","Magonia pubescens","A.St.-Hil.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","M. pubescens ж uma arbзrea com distribuiусo ampla, ocorre no Cerrado brasileiro e arredores, bem como em outros paьses sul-americanos. As subpopulaушes foram encontradas com densidades variadas, alcanуando atж 120 indivьduos por hectare.","2012-08-02T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Magonia%20pubescens","AmazЗnia, Cerrado"],
    [4243,"SAPINDACEAE","Melicoccus espiritosantensis","Acev.-Rodr.","EN","B1ab(i,ii,iv)+2ab(i,ii,iv)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Melicoccus espiritosantensis ж uma espжcie arbзrea conhecida somente em dois locais que hoje sсo рreas protegidas, um na Bahia e outro no Espьrito Santo. A estimativa de EOO ж inferior a 5.000 km▓ e a de AOO, inferior a 500 km▓, categorizando a espжcie como \"Em perigo\" (EN). Ambos os locais estсo ameaуados pela perda de hрbitat, estimada em 41,8% em Prado (BA) e 78,9% em Linhares (ES) em relaусo Я Mata AtlРntica original, estando, assim, a espжcie sujeita a duas situaушes de ameaуa. As рreas citadas apresentam um histзrico de ocupaусo humana crescente atж os dias de hoje, o que seguramente diminui a EOO e AOO da espжcie, reduzindo dessa forma o nЩmero de subpopulaушes.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Melicoccus%20espiritosantensis","Mata AtlРntica"],
    [4244,"SAPINDACEAE","Paullinia racemosa","Wawra","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. racemosa ocorre ao longo da costa brasileira em diferentes fitofisionomias da Mata AtlРntica, desde a restinga atж as matas Щmidas sub-montanas. Parte dos registros botРnicos sсo provenientes de рreas sob proteусo integral. A espжcie possui Extensсo de OcorrЖncia bastante superior a 20.000 km▓, de forma que a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20racemosa","Mata AtlРntica"],
    [4245,"SAPINDACEAE","Paullinia riodocensis","Somner","VU","B2ab(i,ii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Paullinia riodocensis ж uma liana que jр foi considerada endЖmica do norte do Espьrito Santo e sul da Bahia, no entanto, hoje se sabe que ocorre do Paranр atж Alagoas. A AOO foi estimada em 64 km▓. Sabendo que a espжcie ocorre em Floresta de Restinga ao longo da costa atlРntica, uma fitofisionomia que historicamente foi degradada pela ocupaусo humana, pela agricultura extensiva durante os ciclos econЗmicos do cafж e cacau e pela especulaусo imobiliрria, ж possьvel identificar menos de 10 situaушes de ameaуas, colocando-a na categoria \"Vulnerрvel\" (VU). Devido Я Restinga ser um hрbitat bastante frрgil, as ameaуas incidentes comprometem profundamente a qualidade do hрbitat da espжcie. Os loteamentos para a construусo de imзveis e o estabelecimento de indЩstrias, notadamente nas рreas nсo protegidas, sсo ameaуas que reduzem a AOO e a EOO.","2012-07-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20riodocensis","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4246,"SAPINDACEAE","Paullinia uloptera","Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. uloptera ж uma liana com ocorrЖncia na Mata AtlРntica. Nсo foi encontrada especificidade de habitat para a espжcie e a Extensсo de OcorrЖncia estimada foi bastante superior a 20.000 km▓.","2012-08-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Paullinia%20uloptera","Mata AtlРntica"],
    [4247,"SAPINDACEAE","Serjania cuspidata","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. cuspidata ж uma liana da Mata AtlРntica, ocorre em regiсo sob influЖncia marinha como a encosta da Serra do Mar e o litoral Sul da Bahia, mas tambжm foi encontrada nas formaушes montanhosas de Minas Gerais. Embora tenha potencial econЗmico ornamental e uso na medicina popular, a espжcie ж encontrada em рreas protegidas integralmente e teve Extensсo de OcorrЖncia estimada bastante superior a 20.000 km▓, nсo sendo categorizada sob risco de extinусo.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20cuspidata","Mata AtlРntica"],
    [4248,"SAPINDACEAE","Serjania deflexa","Gardner","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. deflexa ж uma liana da Mata AtlРntica, ocorre desde a encosta do sudeste brasileiro atж a regiсo central e sul de Minas Gerais. A espжcie nсo apresenta especificidade de habitat, porжm os registros botРnicos demonstram que a espжcie ocorre em formaушes montanhosas, locais comumente mais preservados por terem acesso difьcil para atividades humanas impactantes. A Extensсo de OcorrЖncia estimada foi superior a 20.000 km▓.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20deflexa","Mata AtlРntica"],
    [4249,"SAPINDACEAE","Serjania divaricocca","Somner & Acev.-Rodr.","CR","B2ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Serjania divaricocca ж uma liana conhecida apenas em uma рrea de proteусo integral de 440 ha, a Estaусo Biolзgica de Santa LЩcia (EBSL). O fato do local de ocorrЖncia ser um remanescente pequeno e nсo ter conectividade com outras рreas protegidas prejudica a manutenусo da populaусo, mesmo sem ameaуa incidente direta. Alжm disso, a regiсo sofre variadas frentes de ameaуa, com destaque Яs queimadas que frequentemente invadem a EBSL. Foi estimada AOO inferior a 10 km▓, categorizando a espжcie em \"Criticamente em perigo\" (CR). O Щnico registro sujeita S. divaricocca a apenas uma situaусo de ameaуa que, pelo jр exposto, ж provocada pela reduусo da qualidade do hрbitat.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20divaricocca","Mata AtlРntica"],
    [4250,"SAPINDACEAE","Serjania hatschbachii","Ferrucci","CR","A2c,B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Serjania hatschbachii ж uma liana que ocorre em Floresta Submontana arenьtica no Alto Vale do Ribeira (PR e SP). A espжcie foi encontrada em trЖs locais prзximos uns dos outros, os quais permitem estimar uma EOO de 11 km▓ e colocar a espжcie na categoria \"Criticamente em perigo (CR)\". O fato de a regiсo apresentar solo com alta declividade talvez seja o Щnico fator favorрvel Я preservaусo do hрbitat, visto que a agricultura de subsistЖncia, a retirada da cobertura vegetal para produусo de lenha e a invasсo de espжcies exзticas sсo as principais ameaуas incidentes. Assim, a espжcie estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, devido ao declьnio da EOO, AOO e Я qualidade do hрbitat. E, alжm de ter populaусo pequena, seu hрbitat de ocorrЖncia poderр ser reduzido drasticamente. No Alto Vale do Ribeira existe um projeto movido pela Companhia Brasileira de Alumьnio, uma empresa do grupo Votorantim, para a construусo de quatro hidroelжtricas que alagarсo aproximadamente 11.000 km▓, sendo uma delas 10 km▓ a montante do municьpio de Ribeira, e mais trЖs a jusante ao longo do Rio Ribeira de Iguape. Considerando que S. hatschbachii ж uma liana semilenhosa, ж possьvel inferir que a reduусo do hрbitat por alagamento das espжcies hospedeiras afete sua populaусo. Tambжm ж possьvel inferir que o tempo de geraусo da espжcie seja superior a cinco anos e assim projetar que, caso as usinas sejam construьdas, mais de 80% da populaусo poderр ser eliminado em um perьodo mрximo de trЖs geraушes.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [4251,"SAPINDACEAE","Serjania platycarpa","Benth.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. platycarpa ж uma liana que ocorre em ambiente mжsico, tais como os encontrados em matas e florestas decьduas do cerrado brasileiro. A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil. Foi estimada Extensсo de OcorrЖncia ca. 55.000 km▓, sendo categorizada fora de risco de extinусo.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Serjania%20platycarpa","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4252,"SAPINDACEAE","Talisia angustifolia","Radlk.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. augustifoia ж um arbusto nсo endЖmico do Brasil. Ocorre em fitofisionomias variadas do Cerrado brasileiro, tais como o campo limpo, campo gramьneo e savana. Todos sсo habitats abertos e caracterьsticos por terem solo arenoso. A distribuiусo ж relativamente ampla dentro das especificidades citadas, de forma que a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Talisia%20angustifolia","AmazЗnia, Cerrado"],
    [4253,"SAPINDACEAE","Talisia subalbens","(Mart.) Radlk.","VU","B1ab(iii)","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Talisia subalbens ж um arbusto endЖmico da Chapada dos Guimarсes e рreas adjacentes (MT), ocorrendo em fitofisionomia caracterizada pelo solo areno-pedregoso. A espжcie ж colocada em risco por diversas frentes de ameaуa, porжm, o fogo, comumente iniciado pela limpeza de terras destinadas Я atividade agrьcola ou para eliminar lixo urbano, parece ser o fator predominante, colocando em risco atж mesmo as subpopulaушes nos limites do Parque Nacional da Chapada dos Guimarсes. A espжcie estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуas, que, pelos motivos expostos, reduzem a AOO, EOO e a qualidade do hрbitat, categorizando-a como \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Talisia%20subalbens","Cerrado"],
    [4254,"SAPINDACEAE","Urvillea glabra","Cambess.","VU","D2","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","Urvillea glabra ж uma liana que ocorre em vegetaусo sobre solo arenoso, como as Restingas e Florestas Arbustivas da Costa AtlРntica brasileira. Embora ocorra em hрbitats restritos da Mata AtlРntica, a espжcie apresenta distribuiусo ampla no bioma. Historicamente essas рreas foram agredidas pelo crescimento urbano e pela posterior especulaусo imobiliрria, a exemplo dos municьpios em que se localizam as subpopulaушes do Estado Rio de Janeiro, os quais compшem uma situaусo de ameaуa. Outras subpopulaушes encontram-se isoladas e com perda de hрbitat bastante elevada em relaусo Я cobertura vegetal original da Mata AtlРntica: 87,3% em Cabo de Santo Agostinho (PE), 76,9% em Guarapari e 94,5% em Vila Velha (ES). A subpopulaусo de Ubatuba (SP) ж a mais preservada (16%) e pouco ameaуada em funусo da alta declividade do terreno da Serra do Mar. Diante do exposto, a espжcie estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa que podem elevar sua categoria a um maior risco futuramente.","2012-08-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urvillea%20glabra","Mata AtlРntica"],
    [4255,"SAPOTACEAE","Chromolucuma rubriflora","Ducke","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo e com ocorrЖncia tambжm na Venezuela. Nсo apresenta uso nem ameaуas descritas para a espжcie, portanto a espжcie foi considerada LC.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chromolucuma%20rubriflora","AmazЗnia"],
    [4256,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum acreanum","A.C.Sm.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes disponьveis suficientes para a categorizaусo de risco de extinусo da espжcie.","2011-10-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20acreanum","Amaz├┤nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4257,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum arenarium","Allemсo","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo (346.694Km2) e apesar da falta de dados sobre as subpopulaушes, suspeita-se que a espжcie, por nсo apresentar dados de ameaуa ou de uso indicados pelo especialista, nсo esteja em risco de se extinguir.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20arenarium","Cerrado e Caatinga (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4258,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum bombycinum","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie apresenta dados de distribuiусo, porжm nсo possui dados populacionais, de uso ou ameaуa.Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coletade dados, possibilitando assim a avaliaусo do real risco de extinусo da espжcie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20bombycinum","Amaz├┤nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4259,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum durifructum","(W.A.Rodrigues) T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie jр foi listada anteriormente como CR na lista da IUCN, no entanto a espжcie apresenta EOO > 100 Km2. Alжm disso, a espжcie nсo possui dados de ameaуa, populacionais ou de uso. Portanto a espжcie foi categoriazada como DD.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20durifructum","AmazЗnia"],
    [4260,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum flexuosum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla ocorrЖncia e com dados populacionais apontando abundРncia nas рreas pesquisadas. Portanto a espжcie foi categorizada como LC.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20flexuosum","Mata Atl├бntica (Forzza et al. 2010)."],
    [4261,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum imperiale","(Linden ex K.Koch & Fintelm.) Benth. & Hook.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica do Brasil e ocorre na Mata AtlРntica. Tem ampla distribuiусo, mas ocupa uma AOO de apenas 36 km▓. Chrysophyllum imperiale cresce em fragmentos de Floresta Pluvial, Floresta Semidecьdua e Florestas Nebulares em um tipo de habitat bastante especьfico. A perda e a degradaусo do habitat sсo citados como ameaуas em estudos, que tambжm avaliaram a espжcie como esparsa, tendo sido encontrado somente um indivьduo em 1000 m▓ de parcelas. Foi considerado que a espжcie esteja sujeita a duas situaушes de ameaуa de acordo com a presenуa ou ausЖncia em unidades de conservaусo. Assim, a espжcie foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20imperiale","Mata AtlРntica"],
    [4262,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum inornatum","Mart.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem ampla distribuiусo e estudos conduzidos comprovaram nсo se tratar de uma espжcie rara. A espжcie ж utilizada para a construусo de \"cerco-fixos\" (armadilha de pesca) na costa sul do estado de Sсo Paulo (Hanazaki, 2009), no entanto, essa atividade nсo ameaуa significantemente a estabilidade da espжcie na natureza. Portanto, a espжcie foi categorizada como LC.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20inornatum","Mata AtlРntica (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4263,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum januariense","Eichler","VU","C2a(i),D2","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculado em 99.189 Km▓, ocorrendo principalmente em Restingas e рreas nсo inundрveis. Foi considerada extinta em 1998, uma vez que nсo foi encontrada em рrea anteriormente coletada. Estudos conduzidos localizaram indivьduos da espжcie, porжm, em todos os casos pode-se notar que nсo ж abundante.Alжm disso, seu habitat de ocorrЖncia vem sendo severamente degradado pela expansсo imobiliрria. Portanto, suspeita-se que a espжcie tenha uma populaусo total inferior a 10.000 indivьduos e que o nЩmero de indivьduos maduros de cada subpopulaусo nсo passe de 1.000 indivьduos, uma vez que a maior subpopulaусo tinha 12 indivьduos. Foram consideradas as principais ameaуas, e ainda ocorrentes, a perda e degradaусo da qualidade do habitat, sendo possьvel estimar menos de cinco situaушes de ameaуa para a espжcie.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20januariense",""],
    [4264,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum ovale","Rusby","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta informaушes suficientes para a categorizaусo de risco de extinусo.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20ovale","Amaz├┤nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4265,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum paranaense","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuiусo da espжcie ж duvidosa pois na Lista da Flora do Brasil estр indicada como endЖmica do Paranр e nos dados de distribuiусo do CNCFlora o mesmo especialista indica ocorrЖncia em SC. Alжm disso, a indicaусo de literatura de outros especialistas indicam possьvel distribuiусo em SP. Portanto se faz necessрria a coleta de dados mais significativos para a avaliaусo de risco, principalmente pelo fato de a espжcie nсo ter uso indicado pelo especialista e ter tido como ameaуa citada a perda de habitat, que foi considerado duvidoso. Alжm disso nсo hр dados de populaусo ou dados ecolзgicos apontando a relaусo entre a espжcie e o habitat.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20paranaense","Mata Atl├бntica (Forzza et al. 2010)"],
    [4266,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum splendens","Spreng.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem ampla distribuiусo, com o EOO calculado em 802.788,980km▓. Estudos populacionais mostram que as subpopulaушes ao norte do nordeste do paьs, em alguns casos, apresentaram apenas 1 indivьduo por рrea amostral (que variou de acordo com o estudo). No entanto, Carneiro tambжm aponta que ao sul do Nordeste a espжcie ocorre em uma UC e estр bem preservada, tendo sido contados 15 indivьduos a cada 10m▓ amostrados. Portanto, suspeita-se que nacionalmente a espжcie nсo esteja ameaуada. Mas, considerando a perda da qualidade do habitat relativa a expansсo urbana como principal ameaуa, poderсo ser consideradas duas localidades, uma com espжcies em UCs e outra com espжcies sem proteусo, quase categorizando a espжcie em VU D2. Alжm disso a espжcie ocupa uma рrea de 100km▓ e ameaуas incidentes pode levр-la a uma situaусo de ameaуa.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20splendens","Mata Atl├бntica (Forzza et al. 2010)"],
    [4267,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum subspinosum","Monach.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para a categorizaусo do risco de extinусo da espжcie.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20subspinosum","Mata Atl├бntica (Flora do Brasil e por Thomas et al. 2009)"],
    [4268,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum superbum","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta dados suficientes para a categorizaусo do risco de extinусo, e ж apenas conhecida pelo tipo.","2011-10-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20superbum","Amaz├┤nia (Forzza et al. 2010)"],
    [4269,"SAPOTACEAE","Chrysophyllum viride","Mart. & Eichler","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de sua ampla distribuiусo, C. viride ж uma рrvore de elevado valor econЗmico muito extraьda no sжculo passado (anos 60), principalmente  em Santa Catarina (Sgrott, 2003). A planta ж utilizada na indЩstria madeireira na produусo de compensados de sarrafos. Sсo necessрrios estudos populacionais para assegurar estimativas mais realistas. Entretanto, ameaуas incidentes podem facilmente levar a espжcie a uma situaусo de risco.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Chrysophyllum%20viride","Floresta Ombr├│fila Densa"],
    [4270,"SAPOTACEAE","Ecclinusa bullata","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados populacionais, de uso ou ameaуa. Portanto se faz necessрrio odirecionamento de pesquisa cientьfica para coleta de dados, possibilitandoassim a avaliaусo do real risco de extinусo da espжcie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ecclinusa%20bullata","AmazЗnia (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4271,"SAPOTACEAE","Ecclinusa lancifolia","(Mart. & Eichler) Eyma","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie nсo apresenta dados de distribuiусo, populacionais, uso ou ameaуa.Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coletade dados, possibilitando assim o calculo do real risco de extinусo da espжcie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Ecclinusa%20lancifolia","AmazЗnia"],
    [4272,"SAPOTACEAE","Manilkara bella","Monach.","EN","A2cd,B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","╔ endЖmica da Mata AtlРntica dos Estados do Rio de Janeiro e Espьrito Santo. Tem distribuiусo restrita (EOO=535,59 km▓) e ocupa uma AOO de apenas 8 km▓. Estudos apontam reduусo populacional em unidade de conservaусo e, depois de 20 anos de corte, a espжcie ainda nсo foi reencontrada no local. ╔ amplamente utilizada pela indЩstria madeireira e seu habitat original da espжcie tem sido severamente fragmentado: somando-se os dois estados, sofreu uma reduусo de aproximadamente 70%. Portanto, estima-se perda populacional igual ou maior que 50%. Cada uma das trЖs localidades de coleta foi considerada uma situaусo de ameaуa distinta.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20bella","Mata AtlРntica"],
    [4273,"SAPOTACEAE","Manilkara cavalcantei","Pires & W.A.Rodrigues ex T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Manilkara cavalcantei ж utilizada como recurso madeireiro. Dados do Ibama (2007) registram a exploraусo da espжcie para produtos madeireiros em 838,068 m3 no estado do Amazonas. O risco de extinусo da espжcie tem aumentado pela falta de acurрcia na identificaусo de espжcies com mesmo nome vernacular e que sсo utilizadas em planos de manejo de indЩstrias madeireiras, a falta do conhecimento cientьfico leva a uma maior probabilidade de eliminaусo de espжcies menos abundantes como M. cavalcantei (Bieber et al., 2004, Lacerda & Nimmo, 2010). Apesar das informaушes de uso e de distribuiусo, a espжcie nсo possui informaушes suficientes para a avaliaусo do risco de extinусo uma vez que ж amplamente distribuьda e que parece haver casos de identificaусo errada para alguns indivьduos. Por isso, faz-se necessрrio o direcionamento imediato de pesquisas cientьficas e um maior esforуo de coleta para a espжcie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20cavalcantei","AmazЗnia, Mata AtlРntica (Carneiro e Almeida, 2010)."],
    [4274,"SAPOTACEAE","Manilkara dardanoi","Ducke","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica restrita dos Estados de Pernambuco e Mato Grosso. Tem distribuiусo restrita (EOO=15.161,85 km▓). A intensa degradaусo do habitat ж tida como principal ameaуa, e cada localidade foi considerada uma situaусo de ameaуa distinta. Foi avaliada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20dardanoi","Mata AtlРntica"],
    [4275,"SAPOTACEAE","Manilkara decrescens","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculado em 13.304,26 km▓ e ж endЖmica do Estado da Bahia, em рreas severamente fragmentadas. Ocorre em рreas de Restinga e sofre com a perda de habitat devido Я expansсo imobiliрria. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa para a espжcie, alжm de constatados declьnio e degradaусo da qualidade do habitat.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20decrescens","Mata AtlРntica"],
    [4276,"SAPOTACEAE","Manilkara elata","(Allemсo ex Miq.) Monach.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo disjunta, ocorrendo nos biomas atlРntico e amazЗnico. A espжcie tem a sua madeira extraьda e utilizada para produусo de instrumentos de corda. Apesar disso, nсo hр informaушes populacionais suficientes e e ж uma espжcie de ampla distribuiусo. Portanto, faz-se necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica sobre as subpopulaушes e escala de exploraусo da espжcie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20elata","Mata AtlРntica"],
    [4277,"SAPOTACEAE","Manilkara excelsa","(Ducke) Standl.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20excelsa","AmazЗnia"],
    [4278,"SAPOTACEAE","Manilkara huberi","(Ducke) A.Chev.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo e abundante. No entanto a espжcie tem sido amplamente usada pela industria madereira para construусo civil e naval. Portanto, faz-se necessрrio a elaboraусo de planos de aусo e monitoramento contьnuo uma vez que a ameaуa existe e foi identificada e pode reduzir a populaусo da espжcie consideravelmente.","2011-10-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20huberi","AmazЗnia"],
    [4279,"SAPOTACEAE","Manilkara longifolia","(A.DC.) Dubard","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж de ampla distribuiусo. No entanto a espжcie ж amplamente explorada pela industria madereira o que pode ser um problema para a estabilidade da espжcie no futuro. A retirada de indivьduos das sub-populaушes da espжcie podem resultar em reduусo populacional e colocar a espжcie em situaусo de ameaуa.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20longifolia","Mata AtlРntica"],
    [4280,"SAPOTACEAE","Manilkara maxima","T.D.Penn.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO menor que 5.000 Km▓ e AOO menor que 500 km▓. ╔ distribuьda em uma regiсo severamente fragmentada e com declьnio constante na qualidade do habitat devido Я intensa expansсo imobiliрria em рreas de Restinga e pela presenуa de рreas de cabruca em sua EOO. Alжm disso, estudos recentes apontam que a espжcie nсo ж abundante nas рreas amostradas. Portanto, a espжcie estр em eminente risco de extinусo tendo sido categorizada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20maxima","Mata AtlРntica"],
    [4281,"SAPOTACEAE","Manilkara multifida","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO calculado em 10.012 km2, ж endЖmica do Estado da  Bahia, e ocorre predominantemente em рreas de Restinga. Apesar de nсo ter ameaуas ou uso apontados, ж endЖmica da Mata AtlРntica, bioma severamente fragmentado e com declьnio na extensсo e na qualidade do habitat. De acordo com relatзrios da SOS mata AtlРntica, o Estado da Bahia tem menos de 10% de sua cobertura original, corroborando a fragilidade da espжcie. A populaусo da espжcie foi considerada severamente fragmentada por nсo ser possьvel haver fluxo gЖnico entre as subpopulaушes que estсo cercadas de ambientes antropizados, impossibilitando a dispersсo de sementes. Foram identificadas menos de 10 situaушes de ameaуa.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20multifida","Mata AtlРntica"],
    [4282,"SAPOTACEAE","Manilkara paraensis","(Huber) Standl.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж de ampla distribuiусo e ocorre em diversas Unidades de Conservaусo. Alжm disso estudos populacionais identificarm atж 76 indivьduos em uma Щnica рrea amostrada. No entanto a espжcie pode estar sofrendo fragmentaусo severa, impossibilitando o fluxo gЖnico e pondo risco a variabilidade genжtica da espжcie. A espжcie possui valor econЗmico e deve ser monitorada e fiscalizada pois a sobreexplotaусo da espжcie poderр configurar um quadro de ameaуa a espжcie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20paraensis","Floresta de Terra-firme"],
    [4283,"SAPOTACEAE","Manilkara rufula","(Miq.) H.J.Lam","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж de ampla distribuiусo, com estudos populacionais que identificaram atж 119 indivьduos em рrea amostrada. Alжm disso, a espжcie ocorre em diversas рreas de proteусo. O especialista nсo invalidou a ocorrЖncia para o estado do RJ, o que poderia configurar uma distribuiусo ainda maior da espжcie, ou uma disjunусo. Mesmo assim, a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20rufula","Caatinga, Cerrado (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4284,"SAPOTACEAE","Manilkara subsericea","(Mart.) Dubard","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Se desenvolve em рreas de restinga e de floresta ombrзfila, tem ampla distribuiусo e ж abundante. Sua principal ameaуa estр relacionada ao habitat, no entanto a espжcie ocorre dentro de diversas UCs.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Manilkara%20subsericea","Mata AtlРntica"],
    [4285,"SAPOTACEAE","Micropholis casiquiarensis","Aubrжv.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Micropholis casiquiarensis Aubrжv. possui registros de ocorrЖncia para Venezuela, ColЗmbia e Peru, onde ocorre em matas de terra firme. No Brasil sua distribuiусo estр restrita a regiсo da AmazЗnia central, com base em registros de coleta entre Presidente Figueiredo, e o alto Rio Tocantins (AM). Apesar de ser uma espжcie de interesse madeireiro na regiсo, sua ocorrЖncia em Unidades de Conservaусo (SNUC) e a existЖncia de extensas рreas de habitat disponьvel entre as localidades de ocorrЖncia configuram um cenрrio de baixo risco de extinусo para a espжcie. Por esta razсo a espжcie Micropholis casiquiarensis Aubrжv. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20casiquiarensis","AmazЗnia"],
    [4286,"SAPOTACEAE","Micropholis caudata","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Micropholis caudata T.D.Penn. ж conhecida a partir de registros de coleta realizados na AmazЗnia Brasileira. M. caudata ж arbзrea e ocorre em planьcies de terra nсo-inundрveis. Entretanto, nсo existem dados disponьveis sobre o tamanho, a estrutura ou tendЖncias populacionais, dados sobre ameaуas incidentes ou mesmo sobre aушes de conservaусo empreendidas para promover a conservaусo da espжcie. Apesar de ter sido classificada como Critically Endangered (CR) por avaliaусo de risco anterior (IUCN, 1998), M. caudata T.D. Penn. foi considerada como Data Deficient (DD) atж que novas informaушes sobre a espжcie sejam obtidas e possam subsidiar uma avaliaусo de risco consistente.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20caudata","AmazЗnia"],
    [4287,"SAPOTACEAE","Micropholis cayennensis","T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Micropholis cayennensis T.D. Penn. possui registros de ocorrЖncia no Brasil e na Guiana Francesa. No Brasil sua ocorrЖncia estр restrita a AmazЗnia, nos estados do Amazonas e do Amapр. Nсo existem dados populacionais disponьveis sobre a espжcie, nem dados sobre ameaуas incidentes. Entretanto, existem extensas рreas de habitat disponьveis ao longo da extensсo de ocorrЖncia da espжcie, desde o Amazonas, no Brasil, atж a Guiana Francesa, alжm de diversas Unidades de Conservaусo (SNUC) e Terras Indьgenas. Considerando que os Щltimos registros de ocorrЖncia foram realizados hр aproximadamente 50 anos atrрs, e que nсo foram realizadas mudanуas significativas da paisagem na regiсo, acreditamos que M. cayennensis T.D.Penn esteja sujeita a um baixo risco de extinусo. Assim, a espжcie foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20cayennensis","AmazЗnia"],
    [4288,"SAPOTACEAE","Micropholis compta","Pierre in Urb.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Micropholis compta Pierre in Urb. ocorre no nordeste do Brasil, nos estados de Pernambuco, Sergipe e Bahia e no sudeste, nos estados do Espьrito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, amplamente distribuьda (EOO=590.766,771km▓). M. compta ocorre em florestas ombrзfilas dos biomas Mata AtlРntica e Cerrado. A Mata AtlРntica sofreu significativa perda da cobertura florestal no Щltimo sжculo, e hoje restam menos de 20% de sua cobertura vegetal original. De acordo com dados de perda da vegetaусo (SOS Mata AtlРntica) para os municьpios de ocorrЖncia de M. compta, estima-se que a espжcie tenha sofrido uma reduусo de habitat de 30% nos Щltimos 30 anos, equivalente a cerca de trЖs geraушes da espжcie. Considerei que uma рrvore demore em mжdia 10 anos para ter a capacidade de se reproduzir. Alжm disso, a espжcie foi coletada em 2005 em um municьpio localizado no centro produtivo da sojicultura brasileira. O oeste da Bahia vem sofrendo intensa transformaусo ambiental devido ao avanуo da agricultura desde a segunda metade do sжculo XX. O municьpio de Barreiras ж considerado um modelo de produусo agrрria, tendo uma expansсo da рrea agricultрvel, entre 1990 e 2006, de 296%, demonstrando grande expansсo desta atividade no municьpio, tendo a soja um papel relevante nesse processo. O resultado dessa ocupaусo territorial foi a supressсo e fragmentaусo das рreas ocupadas por cerrados, matas e capoeiras (Costa et al., 2009). Se novas ocorrЖncias forem confirmadas para a regiсo, a expansсo das fronteiras agrьcolas da soja podem representar uma ameaуa potencial plausьvel. Os remanescentes de vegetaусo nativa desta regiсo do Brasil estсo fragmentados e separados por grandes empreendimentos agrьcolas o que restringe a рrea de ocupaусo da espжcie. Alжm disso, estudos sugerem que a espжcie apresenta baixa densidade relativa nos remanescentes onde foi encontrada. Por estas razшes, M. compta Pierre in Urb. foi considerada como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20compta","Mata AtlРntica"],
    [4289,"SAPOTACEAE","Micropholis crassipedicellata","(Mart. & Eichler) Pierre","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Micropholis crassipedicelata (Mart. & Eichler) Pierre estр amplamente distribuьda nas matas de planьcies inundadas da Mata AtlРntica, alжm de um registro de ocorrЖncia para o estado de Goьas, situado no domьnio fitogeogrрfico do Cerrado. Seu limite norte de distribuiусo ж o estado da Bahia. E ao sul, sua distribuiусo se estende atж o estado de Sсo Paulo. Aespжcie se encontra em рreas que jр foram bastante degradas como norte fluminense (RJ), no passado explorado como рreade lavoura e pastagem. Entretanto, as fronteiras agrьcolas na regiсo parecem estar estabilizadas. As manchas de floresta remanescentes se encontram hoje fragmentadas e isoladas por uma sжrie de atividades agropecuрrias que se desenvolvem naregiсo desde a colonizaусo, principalmente pelo plantio de cana-de-aуЩcar epastagem (Moreno, et al., 2003). De acordo com dados ecolзgicos a espжcie faz parte do grupo sucessional das Secundрrias Tardias (Aguiar, 2003) ou Clьmax (Rolim et al. 1999). Espжcies apontadas por Oliveira Filho & Fontes (2000) como indicadoras para as diversas fisionomias no domьnio da Floresta AtlРntica do Sudeste brasileiro. A espжcie estр presente em diversas unidades de conservaусo (SNUC) da regiсo, e foi considerada sob baixo risco de extinусo. Deste modo, classificamos M. crassipedicellata como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20crassipedicellata","Floresta Atl├бntica"],
    [4290,"SAPOTACEAE","Micropholis cylindrocarpa","(Poepp.) Pierre","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Micropholis cylindrocarpa (Poepp.) Pierre ocorre da AmazЗnia brasileira atж a AmazЗnia peruana. No Brasil, a espжcie ocorre na AmazЗnia central, nos estados do Amazonas e do Acre. M. cylindrocarpa ocupa normalmente o sub-bosque de florestas de terra-firme (Peninton, 2006), porжm pode ser encontrada em floresta de igapз (Scudeller & Souza, 2009). Existem extensas рreas de habitat disponьvel para a espжcie na regiсo. Alжm de diversas unidades de conservaусo (SNUC), Terras Indьgenas, ┴reas de Fronteiras e outras regiшes de difьcil acesso. Assim, M. cylindrocarpa foi considerada sob baixo risco de extinусo  e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20cylindrocarpa","AmazЗnia"],
    [4291,"SAPOTACEAE","Micropholis emarginata","T.D.Penn.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis emarginata ж uma espжcie endЖmica, encontrada nos municьpios de Lenузis e MucugЖ, BA. Ocupa afloramentos granьticos e Vegetaушes Campestres da regiсo da Chapada Diamantina e tem uma AOO de apenas 52 km▓. Alжm disso, estр sujeita a trЖs situaушes distintas de ameaуa e a perda contьnua de qualidade do habitat. TrЖs registros de ocorrЖncia foram feitos nos limites do Parque Nacional da Chapada Diamantina, onde a incidЖncia de ameaуas diretas ж menor. Um registro foi feito fora dos limites, a nordeste da unidade, nas proximidades de uma ┴rea de Proteусo Ambiental em que a coleta de plantas nсo tem tanta fiscalizaусo. Outro registro foi feito a sudoeste da unidade, em meio a uma zona agrьcola de atividade intensa, com grandes efeitos sobre a vegetaусo nativa. M. emarginata estр ameaуada pelo corte excessivo. Outras informaушes sugerem que o avanуo agrьcola, garimpo, queimadas, pastagens, retiradas de madeira e plantas ornamentais, alжm do turismo desordenado, representam ameaуas para espжcies endЖmicas da regiсo. Apesar de presente em unidades de conservaусo, M. emarginata  foi considerada sob risco de extinусo e classificada na categoria \"Em perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20emarginata","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [4292,"SAPOTACEAE","Micropholis gnaphaloclados","(Mart.) Pierre","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis gnaphaloclados (Mart.) Pierre ocorre em vegetaушes arbustivas e campestres de Cerrado e Caatinga, do leste a regiсo central do Brasil. O limite sul de sua distribuiусo ж o estado de Sсo Paulo, mas sua ocorrЖncia se estende atж o estado do Parр, no domьnio fitogeogrрfico AmazЗnico. Esta regiсo ж onde estр localizado o arco de expansсo da fronteira agrьcola da soja no Brasil. A perda e fragmentaусo de habitat nesta regiсo vem aumentando significativamente, o que em breve pode colocar M. gnaphaloclados na categoria de Vulnerable (VU). Portanto, consideramos a espжcie como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20gnaphaloclados","Caatinga e cerrado"],
    [4293,"SAPOTACEAE","Micropholis grandiflora","Aubrжv.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A distribuiусo da espжcie ж conhecida apenas a partir de dados extraьdos da literatura. Alжm disso, nсo existem informaушes sobre o tamanho e estrutura populacional, ou mesmo sobre o habitat da espжcie. Apesar da regiсo entre o Cerrado e o AmazЗnia brasileira estar sujeita aos efeitos da expansсo das fronteiras agrьcolas da soja, nсo existem informaушes suficientes para subsidiar a categorizaусo da espжcie em relaусo a seu risco de extinусo. Portanto a espжcie foi considerada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20grandiflora","AmazЗnia e Cerrado"],
    [4294,"SAPOTACEAE","Micropholis humboldtiana","(Roem. & Schult.) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis humboldtiana (Roem. & Schult.) T.D.Penn. ocorre do sul da Venezuela ao longo do rio Negro Я AmazЗnia central brasileira, em florestas de igapз e savanas periodicamente inundadas (Penninton, 2006), mas pode ser encontrada em Floresta Ombrзfila Densa (Azevedo et al., 2008). Extensas рreas de habitat estсo disponьveis na regiсo. Alжm disso, nсo foram registradas ameaуas que estejam afetando as chances de sobrevivЖncia da espжcie. Considerando que a espжcie estр presente em unidades de conservaусo (SNUC) e que a regiсo tem pouca influencia de processos antrзpicos, Micropholis humboldtiana (Roem. & Schult.) T.D.Penn. foi classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20humboldtiana","AmazЗnia"],
    [4295,"SAPOTACEAE","Micropholis madeirensis","(Baehni) Aubrжv.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis madeirensis (Baehni) Aubrжv. ocorre em florestas de terra firma, da AmazЗnia central brasileira atж o Peru. Apesar desta espжcie ser utilizada pelos ьndios Karitiana como antiabortiva (Penninton, 1990), seu uso nсo parece representar uma ameaуa a sobrevivЖncia da espжcie. Alжm disso, a espжcie estр presente e protegida em unidades de conservaусo (SNUC) e Terras Indьgenas. Assim, M. madeirensis (Baehni) Aubrжv. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20madeirensis","AmazЗnia"],
    [4296,"SAPOTACEAE","Micropholis maguirei","Aubrжv.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis maguirei Aubrжv. ж uma рrvore que ocorre em florestas ombrзfilas de terra firma na AmazЗnia. Em territзrio brasileiro a espжcie ocorre na regiсo do Alto Rio Negro e seu registro foi feito para o municьpio de Sсo Gabriel da Cachoeira. Alжm de sua ocorrЖncia no Brasil, a espжcie tambжm foi registrada no Peru e na ColЗmbia. Esta regiсo possui extensas рreas de floresta preservada nсo sз pela presenуa de Unidades de Conservaусo (SNUC), Terra Indьgenas, Zonas de Fronteiras, mas como outras рreas de difьcil acesso. Apesar de possuir apenas um registro e baixa extensсo de ocorrЖncia (255,210km▓), a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada na categoria Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20maguirei","AmazЗnia"],
    [4297,"SAPOTACEAE","Micropholis resinifera","(Ducke) Eyma","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis resinifera (Ducke) Eyma tem distribuiусo conhecida somente para a AmazЗnia brasileira. De acordo com Penningtom (1990) a espжcie ocorre em florestas ombrзfilas de terra firme e de vрrzea, sugerindo baixa especificidade de habitat. Sua madeira e resina (balata) sсo de boa qualidade, mas em quantidade muito pouca para uso comercial (Penninton, 1990, Oldfield et al., 1998). Nсo existem ameaуas diretas descritas para a espжcie. Alжm disso, na regiсo existem extensas рreas de habitat disponьveis protegidas por Unidades de Conservaусo (SNUC), Terras Indьgenas, entre outros. Portanto, M. resinifera (Ducke) Eyma foi considerada sob baixo risco de extinусo na categoria Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20resinifera","AmazЗnia"],
    [4298,"SAPOTACEAE","Micropholis retusa","(Spruce ex Miq.) Eyma","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis retusa (Spruce ex Miq.) Eyma ж conhecida apenas da coleta tipo, realizada no noroeste da AmazЗnia. Entretanto, as relaушes taxonЗmicas de Micropholis retusa ainda nсo estсo muito claras, e ainda se discute sobre os sinЗnimos empregados. O padrсo da venaусo foliar tem forte semelhanуa com o das demais espжcies de Micropholis, e a estrutura floral tambжm nсo apresenta diferenуas significativas. Entretanto, a estrutura do pзlen ж bastante distinta de qualquer outra espжcie de Micropholis ou Pouteria (Penninton, 1990, Harlen, 1991). A espжcie ocorre em planьcies alagрveis, no entanto, nсo existem outras informaушes ecolзgicas disponьveis para a espжcie. Assim, a espжcie Micropholis retusa (Spruce ex Miq.) Eyma foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20retusa","AmazЗnia"],
    [4299,"SAPOTACEAE","Micropholis sanctae-rosae","(Baehni) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis sanctae-rosae (Baehni) T.D.Penn. ocorre na AmazЗnia nos estados brasileiros do Amapр, Parр e Acre, alжm de nos paьses Guiana Francesa e Peru (Penninton, 1990). Sua ocorrЖncia parece estar relacionada a florestas ombrзfilas de vрrzea e terrenos nсo alagрveis (Penninton, 1990). Nсo existem ameaуas descritas na literatura que configurem um estado de risco de extinусo. Alжm disso a regiсo possui extensas рreas de habitat preservado por Unidades de Conservaусo (SNUC), Terras Indьgenas, entre outras. Portanto, a espжcie Micropholis sanctae-rosae (Baehni) T.D.Penn. foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20sanctae-rosae","AmazЗnia"],
    [4300,"SAPOTACEAE","Micropholis splendens","Gilly ex Aubrжv.","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","?Micropholis splendens ж conhecida do sul da AmazЗnia brasileira Я Venezuela e ocorre em Florestas Ombrзfilas de Terra-Firme. Hр registros de coleta para os municьpios de Manaus e Presidente Figueredo, AM. Sua EOO ж restrita e foi calculada em 1.156 km2. Foram consideradas trЖs diferentes situaушes de ameaуa. A primeira referente ao entorno da cidade de Manaus, onde a espжcie estр sujeita a efeitos diretos e indiretos da ocupaусo desordenada. A segunda, diz respeito a Reserva Florestal Ducke, onde a espжcie estр livre de ameaуas incidentes. E a terceira, Я regiсo de Presidente Figueredo, onde as atividades relacionadas ao turismo representam uma ameaуa potencial Я vegetaусo. Alжm disso, a regiсo apresenta diminuiусo contьnua da qualidade do habitat. Por estas razшes, Micropholis splendens  foi considerada \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20splendens","AmazЗnia"],
    [4301,"SAPOTACEAE","Micropholis submarginalis","Pires & T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis submarginalis Pires & T.D.Penn. ocorre no Brasil, na Venezuela e na Guiana Francesa. Os registros de ocorrЖncia em territзrio nacional se limitam aos municьpios de Borba e Manaus, no estado do Amazonas. M. submarginalis ocorre em florestas de vрrzea nсo inundadas. A espжcie ж amplamente distribuьda na regiсo e apresenta uma extensсo de ocorrЖncia maior que 20.000km2. Alжm de estar presente em Unidades de Conservaусo (SNUC), existem extensas рreas de habitat disponьvel na regiсo. Apesar de avaliaушes anteriores terem indicado a espжcie como Endangered (EN), optamos por considerр-la como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20submarginalis","AmazЗnia"],
    [4302,"SAPOTACEAE","Micropholis williamii","Aubrжv. & Pellegr.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Micropholis williamii Aubrжv. & Pellegr. ocorre na Amazonia Central brasileira nos estados do Amazonas e Parр (Penninton, 1990). Entretanto a espжcie ж amplamente distribuьda e ocupa uma extensсo de ocorrЖncia de 107.000 km2, crescendo em florestas ombrзfilas de vрrzea nсo-inundрvel (Penninton, 2006). Apesar da espжcie ser utilizada como recurso madeireiro (Oliveira & Amaral, 2004, sua ocorrЖncia foi descrita na Reserva Florestal Adolfo Ducke, Manaus, AM (Penninton, 2006), e na Reserva de Desenvolvimento Sustentрvel Tupж, (RDS Tupж), localizada Я margem esquerda do Rio Negro, a oeste de Manaus (Rosa et al., 2009). Alжm disso, existem extensas рreas de habitat preservado disponьvel para a espжcie. Assim, Micropholis williamii Aubrжv. & Pellegr. foi considerada como Least Concern (LC)","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Micropholis%20williamii","AmazЗnia"],
    [4303,"SAPOTACEAE","Pouteria amapaensis","Pires & T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria amapaensis Pires & T.D.Penn. ocorre em florestas ombrзfilas de terra firme da AmazЗnia brasileira, especialmente no estado do Amapр. A espжcie foi coletada no municьpio de Vitзria do Jari, dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, uma regiсo pouco estudada e de difьcil acesso. Nсo existem dados populacionais disponьveis sobre P. amapaensis. Nem foram descritas ameaуas incidentes para a regiсo. Apesar de existirem poucas informaушes sobre a espжcie, trata-se de uma regiсo com extensas рreas de habitat preservado por Unidades de Conservaусo (SNUC), Terras Indьgenas, entre outros. Portanto, a espжcie Pouteria amapaensis Pires & T.D.Penn. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20amapaensis","AmazЗnia"],
    [4304,"SAPOTACEAE","Pouteria andarahiensis","T.D.Penn.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria andarahiensis T.D.Penn. ж endЖmica ao estado da Bahia e ocorre em montanhas da Chapada Diamantina e suas imediaушes. A espжcie ocupa uma extensсo de ocorrЖncia (EOO) de 46.376,90 km2 e estр protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina. Entretanto, a рrea de ocupaусo de P. andarahiensis, vЖm sofrendo acelerada degradaусo, o que remonta Я histзria das lavras diamantinas e aurьferas, associada ao uso intensivo do fogo para abrir pasto para o gado, Я procura de madeira para construусo, atж a expansсo de рreas agrьcolas nos momentos atuais (Nascimento et al., 2010). Se estas ameaуas continuarem a incidir sobre as sub populaушes da espжcie, reduzindo ainda mais sua рrea de ocupaусo, Pouteria andarahiensis T.D.Penn. poderр, em breve, se tornar ameaуada de extinусo devido a sua restrita distribuiусo e ao declьnio da qualidade de habitat. Assim, a espжcie foi considerada como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20andarahiensis","Caatinga, Cerrado, Mata Atl├бntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4305,"SAPOTACEAE","Pouteria atabapoensis","(Aubrжv.) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria atabapoensis (Aubrжv.) T.D.Penn. ж conhecida apenas por coletas realizadas em duas localidades, uma no sul da Venezuela e a outra no municьpio de Sсo Gabriel da Cachoeira, as margens de um afluente do Rio Negro, AM (Penninton, 1990). Segundo a literatura, a espжcie socorre em solos alagados e arenosos Яs margens de rios. Apesar de poucos dados e informaушes sobre a espжcie, trata-se de uma regiсo bastante preservada com extensas рreas de habitat preservadas por Unidades de Conservaусo e Terras Indьgenas. Assim a espжcie Pouteria atabapoensis (Aubrжv.) T.D.Penn.foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20atabapoensis","AmazЗnia"],
    [4306,"SAPOTACEAE","Pouteria bapeba","T.D.Penn.","CR","A2c","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria bapeba ocorre em planьcies costeiras de Mata AtlРntica e em florestas de tabuleiros nos municьpios de Linhares (ES) e Jussari (BA), na fronteira entre os dois estados. Esta regiсo foi intensamente degradada e sofreu uma reduусo populacional estimada de cerca de 80%, nas Щltimas 3 geraушes da espжcie (30 anos), devido Яs mudanуas irreversьveis na paisagem promovidas pelo estabelecimento de grandes fazendas produtoras de eucalipto. No municьpio de Linhares, restam apenas 21% da vegetaусo nativa. A situaусo de Jussari ж ainda mais alarmante com 2,2% de remanescentes em 2010. Para as estimativas consideramos que o tempo mжdio de geraусo de espжcies arbзreas ж de 10 anos. Diante do exposto, P. bapeba foi categorizada como \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20bapeba","Mata AtlРntica"],
    [4307,"SAPOTACEAE","Pouteria beaurepairei","(Glaz. & Raunk.) Baehni","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria beaurepairei (Glaz. & Raunk.) Baehni ж uma espжcie endЖmica do Brasil, mas com ampla distribuiусo (EOO = 807.199,474km▓ ) em florestas ombrзfilas dos Pampas, Mata AtlРntica e Cerrado. Pouteria beaurepairei (Glaz. & Raunk.) Baehni ж uma espжcie considerada comum no sul da Mata AtlРntica. Alжm disso, a espжcie foi registrada em diversas Unidades de Conservaусo (SNUC). Portanto, apesar de significativa perda de habitat no passado, a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20beaurepairei","Mata Atl├бntica, Pampa (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4308,"SAPOTACEAE","Pouteria brevensis","Pires","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria brevensis Pires ж conhecida somente de sua coleta tipo e vрrias outras coletas da mesma localidade prзximo ao rio Amazonas, no Parр (Penninton, 1990). Avaliaушes de risco anteriores apontaram P. brevensis como um caso de endemismo extremo. Trata-se de uma рrvore de grande porte, que segundo a literatura, ocorre em florestas ombrзfilas de vрrzea em solo nсo-inundрvel. Apesar de indicaушes na literatura de que a espжcie esteja sofrendo devido a perda e fragmentaусo de habitat, sсo necessрrias informaушes mais detalhadas sobre a ocorrЖncia e distribuiусo da espжcie para subsidiar uma avaliaусo mais consistente. Assim a espжcie Pouteria brevensis Pires foi considerada como Data Deficient (DD)","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20brevensis","AmazЗnia"],
    [4309,"SAPOTACEAE","Pouteria bullata","(S.Moore) Baehni","EN","A2c,D1","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria bullata ocorre no Estados da Bahia, Espьrito Santo, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. A espжcie cresce em Florestas Ombrзfilas de encosta e sua distribuiусo se estende por toda a regiсo litorРnea da Mata AtlРntica. A regiсo sofreu significativa transformaусo da paisagem devido a diferentes atividades econЗmicas, como plantaушes de cana-de-aуЩcar, cafж, cacau, e mais tarde, eucalipto. Estimativas apontam que hoje restam menos de 20% da cobertura original deste tipo de vegetaусo e que mais de 50% desta reduусo tenha ocorrido nas Щltimas trЖs geraушes da espжcie (cerca de 30 anos), principalmente em razсo da perda de habitat e fragmentaусo da paisagem. Segundo a literatura, as sete subpopulaушes conhecidas de P. bullatai sсo compostas por menos de 250 indivьduos. Apesar de estar protegida por diversas unidades de conservaусo, a espжcie foi considerada sob risco de extinусo, na categoria \"Em perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20bullata","Mata AtlРntica"],
    [4310,"SAPOTACEAE","Pouteria butyrocarpa","(Kuhlm.) T.D.Penn.","CR","A2c","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria butyrocarpa ocorre em planьcies costeiras de Mata AtlРntica nos municьpios de Linhares, Jaguarж, Colatina e Conceiусo da Barra (ES), Marajрs e Jussari (BA), na regiсo de fronteira entre os dois estados. Esta regiсo foi intensamente degradada e estima-se que a populaусo da espжcie tenha sofrido uma reduусo de cerca de 80% nas Щltimas trЖs geraушes da espжcie (30 anos), devido a mudanуas irreversьveis na paisagem promovidas pelo estabelecimento de grandes fazendas produtoras de eucalipto. No municьpio de Linhares, restam apenas 21% da vegetaусo nativa. A situaусo de Jussari ж ainda mais alarmante com apenas 2,2% de remanescentes em 2010. Para as estimativas consideramos que o tempo mжdio de geraусo de espжcies arbзreas seja de 10 anos. A vegetaусo remanescente estр fragmentada e sofre efeitos indiretos da ocupaусo da paisagem. Trata-se de uma рrvore de grande porte que, de acordo com dados de literatura, parece ocorrer em baixa densidade na floresta. Assim, apesar de protegida por unidades de conservaусo P. butyrocarpa foi considerada sob alto risco de extinусo, na categoria \"Criticamente em Perigo\" (CR).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20butyrocarpa","Mata Atl├бntica (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4311,"SAPOTACEAE","Pouteria cicatricata","T.D.Penn.","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria cicatricata T.D.Penn. ocorre em floretas de terra firme, na AmazЗnia brasileira (Penninton, 1990), nos estados do Amazonas e RondЗnia (Carneiro & Almeida, 2010). Hoff (1996) registrou a ocorrЖncia da espжcie na Guiana Francesa. Em territзrio brasileiro, a espжcie ocupa uma distribuiусo restrita a 60.587,920km▓  de extensсo de ocorrЖncia (EOO), apesar do baixo esforуo de coleta na regiсo. Nсo existem informaушes sobre declьnio continuo e a regiсo abriga рreas extensas de habitat preservado, alжm de diversas Unidades de Conservaусo (UCs). Devido a crescente ameaуa de avanуo das fronteiras agrьcolas em direусo Яs рreas de floresta da AmazЗnia, consideramos a espжcie como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20cicatricata","AmazЗnia"],
    [4312,"SAPOTACEAE","Pouteria coelomatica","Rizzini","VU","A2c","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria coelomatica ж uma espжcie arbзrea, endЖmica dos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro e ocupa uma EOO de 61.592,33 km2. Cresce em рreas de Restinga e de Florestas nсo-inundрveis no bioma Mata AtlРntica. Toda esta regiсo litorРnea sofreu significativas modificaушes da paisagem devido principalmente Я perda e fragmentaусo de habitat. Estudos apontam que restam menos de 20% da cobertura original deste tipo de vegetaусo na рrea de distribuiусo da espжcie. Estimativas sugerem que de 30 a 50% desta reduусo tenha ocorrido nas Щltimas trЖs geraушes da espжcie (30 anos). Para as estimativas, consideramos o tempo de geraусo de 10 anos, como um tempo mжdio para espжcies arbзreas. P. coelomatica tem registros de ocorrЖncia para os municьpios Vila Velha (Remanescentes de Vegetaусo Nativa=5,4%), Guarapari (23%), Linhares (21%), Conceiусo da Barra (9,24%) e Presidente Kennedy (4,9%), no Estado do Espьrito Santo, no municьpio de Itamaraju (19%), na Bahia, e no municьpio de Nova Iguaуu (38,16%), no Estado do Rio de Janeiro. Atividades econЗmicas nessa regiшes continuam promovendo perda e fragmentaусo de habitat. Assim, os efeitos negativos da ocupaусo antrзpica sсo irreversьveis. Apesar de estar presente em unidades de conservaусo, P. coelomatica foi classificada como \"Vulnerрvel\" (VU).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20coelomatica","Mata AtlРntica"],
    [4313,"SAPOTACEAE","Pouteria crassiflora","Pires & T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria crassiflora Pires & T.D.Penn. se distribui no Norte brasileiro nos estados do Amapр, Parр e Amazonas (Carneiro & Almeida, 2010). Entretanto, nсo conseguimos ter acesso aos registros de coleta da espжcie. Alжm disso nсo existem dados populacionais ou ecolзgicos disponьveis. Apesar de avaliaушes de risco anteriores terem apontado o desmatamento como ameaуa, registros de ocorrЖncia precisos poderсo ajudar a elucidar melhor o real estado de conservaусo de Pouteria crassiflora Pires & T.D.Penn. Assim a espжcie foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20crassiflora","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4314,"SAPOTACEAE","Pouteria decussata","(Ducke) Baehni","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria decussata ж uma espжcie endЖmica do Estado do Parр, conhecida apenas a partir de registros coletados no municьpio de Almeirim, em uma localidade chamada Serra de Tabatinga, nos campos de Arragalhos, um municьpio com intensa atividade de garimpo. Parece ocorrer em Florestas Ombrзfilas sobre pequenos morros. A espжcie ж conhecida apenas de uma Щnica localidade, que foi considerada como uma Щnica situaусo de ameaуa. Tem distribuiусo restrita (EOO=253,21 km▓). Assim, P. decussata foi considerada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20decussata","AmazЗnia"],
    [4315,"SAPOTACEAE","Pouteria exstaminodia","Pires & T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria exstaminodia Pires & T.D.Penn. ж conhecida somente para o estado do Amazonas (Penninton, 1990) e ainda segundo a literatura cresce em florestas ombrзfilas nсo-inundadas ao longo do rio Uatumс. Entretanto, os registros de ocorrЖncia nсo puderam ser acessados. Tambжm nсo existem dados populacionais disponьveis. Deste modo, apesar de tratar-se de um caso de endemismo Pouteria exstaminodia Pires & T.D.Penn. foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20exstaminodia","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4316,"SAPOTACEAE","Pouteria franciscana","Baehni","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria franciscana Baehni ocorrenos estados do Parр, Amazonas e Acre (Carneiro & Almeida, 2010), emflorestas ombrзfilas de vрrzea, periodicamente inundadas. Trata-se de umaрrvore de grande porte. Porжm, nсo existem dados populacionais disponьveissobre a planta. Apesar de nсo haver ameaуas descritas especificamente para aespжcie. Pouteria franciscana  possui dois registros de ocorrЖncia nos municьpios de Rio Branco (AC) e Boca doAcre (AM) (EOO=35.230,442km▓ ). Alжm disso, dos 160,38 quilЗmetros quadrados desmatados no Amazonas entreagosto de 2010 e fevereiro 2011 identificados pelo Deter (Sistema de Detecусode Desmatamento em Tempo Real), 49,81 quilЗmetros quadrados foram registradosno municьpio de Boca do Acre (a 1.028 quilЗmetros de Manaus), no sul do Amazonas. Extinушes locais de indivьduos localizados nesta regiсo, devido ao declьnio constante na qualidade do habitat, podem facilmente levar a espжcie a um risco de extinусo. Assim, Pouteria franciscana Baehni foi classificada como Near Threatened (NT).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20franciscana","AmazЗnia"],
    [4317,"SAPOTACEAE","Pouteria fulva","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria fulva T.D.Penn. ж endЖmica e ocorre em рreas de floresta nсo-inundadas (Penninton, 2006) do estado do Amazonas (Caneiro & Almeida, 2010). Entretanto, os testemunhos de ocorrЖncia nсo estavam disponьveis para acesso.  Desta forma, nсo foi possьvel avaliar de forma consistente a incidЖncia de ameaуas. A espжcie Pouteria fulva T.D.Penn. foi classificada como Data Deficient (DD).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20fulva","AmazЗnia"],
    [4318,"SAPOTACEAE","Pouteria furcata","T.D.Penn.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria furcata  ж conhecida a partir de coletas realizadas nos Estado do Maranhсo, Piauь, Minas Gerais e Espьrito Santo. A espжcie ocorre em рreas de Cerrado com solo bem drenado e sobre morros. ╔ amplamente distribuьda (EOO=354.518,27 km▓), porжm ocupa uma рrea mais restrita (AOO=64 km▓), de acordo com a disponibilidade de habitat especьfico. Consideramos trЖs diferentes situaушes de ameaуa. O grupo de registros de ocorrЖncia localizado no Maranhсo representa indivьduos que estсo sofrendo efeitos direto e indireto de modificaушes da paisagem devido Яs prрticas agrьcolas. Jр os indivьduos coletados no Piauь, estсo protegidos por unidades de conservaусo, principalmente no Parque Nacional da Serra das Confusшes. A coleta do Espьrito Santo representa uma disjunусo e, apesar de ter sido feita no interior de uma unidade de conservaусo, estр sujeita a uma dinРmica da paisagem particular, relativa Яs atividades socioeconЗmicas da regiсo. Extinушes locais na subpopulaусo descrita para esta regiсo podem implicar em uma reduусo do EOO significativa. Estando sujeita Я diminuiусo contьnua da qualidade do habitat, a espжcie seria incluьda em uma das categorias de ameaуa. Assim, consideramos P. furcata  como \"Em Perigo\" (EN).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20furcata","Caatinga, Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4319,"SAPOTACEAE","Pouteria gabrielensis","(Gilly ex Aubrжv.) T.D.Penn.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria gabrielensis (Gilly ex Aubrжv.) T.D.Penn. se distribui no estados brasileiro do Amazonas, ao norte da AmazЗnia brasileira. Ocorre tambжm na AmazЗnia Colombiana e Venezuelana (Penninton, 1990). A espжcie cresce em florestas ombrзfilas de vрrzea, periodicamente inundрveis. Nсo existem ameaуas especьficas descritas para a espжcie. Alжm disso, existem extensas рreas de habitat disponьvel para a espжcie protegidas por Unidades de Conservaусo (SNUC) e Terras Indьgenas. Assim, a espжcie Pouteria gabrielensis (Gilly ex Aubrжv.) T.D.Penn. foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20gabrielensis","AmazЗnia"],
    [4320,"SAPOTACEAE","Pouteria glomerata","(Miq.) Radlk.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria glomerata (Miq.) Radlk. ж amplamente distribuьda em territзrio nacional (EOO=6.917.037,837km) e ocorre em quase todos os estados da federaусo, alжm de em outros paьses da Amжrica do Sul (Penninton, 1990). A espжcie cresce em matas de igapз, vрrzea, florestas de terra-firme e matas de galeria. Assim, a espжcie foi classificada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20glomerata","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4321,"SAPOTACEAE","Pouteria grandiflora","(A.DC.) Baehni","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria grandiflora (A.DC.) Baehni cresce em florestas litorРneas de restinga, em quase toda a extensсo do domьnio fitogeogrрfico da Mata AtlРntica (Penninton, 1990), desde o Rio Grande do Norte atж o estado de Santa Catarina (EOO=4.399.011,478km▓). Apesar de restarem apenas cerca de 20% da cobertura original da Mata AtlРntica, e as alteraушes na paisagem nсo terem cessado e serem irreversьveis a espжcie foi considerada sob baixo risco de extinусo e classificada como Least Concern (LC). Indivьduos de P. grandiflora estсo protegidos em diversas Unidades de Conservaусo (SNUC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20grandiflora","Mata AtlРntica"],
    [4322,"SAPOTACEAE","Pouteria juruana","K.Krause","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria juruana K.Krause cresce em florestas Щmidas de planьcies da AmazЗnia brasileira, nos estados do Amazonas e Acre (Carneiro & Almeida, 2010). A espжcie ocorre tambжm na ColЗmbia (Penninton, 1990) Panamр (Anderberg & Swensone, 2003), Peru (Alonso et al., 2001) e Costa Rica (Arжvalo, 2006). Apesar de pouca informaусo disponьvel sobre a espжcie, na regiсo existem extensas рreas de habitat disponьvel, protegidas por Unidade de Conservaусo (SNUC), Terras Indьgenas, entre outras. Portanto, a espжcie foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20juruana","AmazЗnia"],
    [4323,"SAPOTACEAE","Pouteria krukovii","(A.C.Sm.) Baehni","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria krukovii (A.C.Sm.) Baehni? ocorrei do estado do Acre (Carneiro & Almeida, 2010) atж o Parр e pode ser encontrada em paьses adjacentes como Peru (Penninton, 1990) e Bolьvia (Smith & Killeen, 1995). Por ser amplamente distribuьda (EOO=497.720,089km▓) e ocorrer em florestas periodicamente inundadas, bastante comum na regiсo, a espжcie Pouteria krukovii (A.C.Sm.) Baehni? foi considerada como Least Concern (LC).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20krukovii","AmazЗnia"],
    [4324,"SAPOTACEAE","Pouteria latianthera","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a categorizaусo da espжcie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20latianthera","AmazЗnia"],
    [4325,"SAPOTACEAE","Pouteria lucens","(Mart. & Miq.) Radlk.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para categorizar a espжcie. A espжcie foi considerada DD, principalmente por nсo apresentar informaушes de distribuiусo, portanto ж necessрrio o planejamento de aушes relativas a coleta de dados sobre a espжcie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20lucens","AmazЗnia"],
    [4326,"SAPOTACEAE","Pouteria macahensis","T.D.Penn.","EN","A1abc","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria macahensis ж uma espжcie ocorrente em Mata AtlРntica nos Estados de Alagoas, Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Dois indivьduos foram registrados (com estimativa de 7,3 ind./ha) em рrea do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, MG. Apenas um indivьduo foi encontrado em 1,02 ha na Reserva Biolзgica de Santa Clara, onde se manteve nos anos de 1992/93 e 2003/04. E, por ultimo, dois ind./ha foram registrados em Serra Grande, Uruуuca, BA. Levando em conta que os registros apresentados em estudos sobre a espжcie apontaram menos da metade dos indivьduos (7,3) encontrados, estima-se que a populaусo tenha sofrido uma reduусo de 50% ou mais no perьodo de 10 anos. Alжm disso, a espжcie ж encontrada na Mata AtlРntica, que alжm de ter sido severamente fragmentada, sofreu um declьnio considerрvel na qualidade do habitat.  A ocorrЖncia de fogo ж citada em estudos como ameaуa passada, uma vez que a ameaуa parece ter sido entendida, portanto, pode ser reversьvel e cessada, se tomadas as medidas de conservaусo necessрrias pelos зrgсos responsрveis.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20macahensis","Mata Atl├бntica (Carneiro e Almeida, 2010)."],
    [4327,"SAPOTACEAE","Pouteria macrocarpa","(Mart.) D.Dietr.","VU","C1","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da ampla distribuiусo (EOO=914.171,75 km▓), estudos populacionais realizados nas localidades de ocorrЖncia da regiсo Norte indicam um tamanho populacional de 928 indivьduos. Baseado neste nЩmero e, considerando que a espжcie ocorre principalmente na regiсo Norte, suspeita-se que a populaусo nсo seja maior do que 10.000 indivьduos. Alжm disso, autores apontam o declьnio recorrente das subpopulaушes da espжcie devido Я extraусo da madeira, que tem alto valor comercial e Я domesticaусo da espжcie, que pode resultar na perda da variabilidade genжtica, levando Я suspeita de declьnio de 10% no tamanho populacional, em 10 anos. A espжcie foi classificada como \"Vulnerрvel\" (Vu).","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20macrocarpa","AmazЗnia"],
    [4328,"SAPOTACEAE","Pouteria maguirei","(Aubrжv.) T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para categorizar a espжcie. A espжcie foiconsiderada DD, principalmente por nсo apresentar informaушes de distribuiусo,portanto ж necessрrio o planejamento de aушes relativas a coleta de dados sobrea espжcie.","2011-10-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20maguirei","AmazЗnia"],
    [4329,"SAPOTACEAE","Pouteria microstrigosa","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр dados suficientes para categorizar a espжcie. A espжcie foiconsiderada DD pois apesar de apresentar informaушes de distribuiусo,com os dados disponьveis para a espжcie nсo foi possivel avaliar o risco de extinусo da espжcie. ╔ necessрrio o planejamento de aушes relativas a coleta de dados sobre aespжcie para dados populacionais, de ameaуa e de uso.","2011-11-07T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20microstrigosa","Mata AtlРntica"],
    [4330,"SAPOTACEAE","Pouteria minima","T.D.Penn.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi categorizada como NT devido a presenуa em рreas antropizadas. O especialista nсo indicou ameaуas plauzьveis ou uso para espжcie, que tem ampla distribuiусo no norte do paьs assim como em outros paьses. A espжcie foi considerada NT ao invжs de LC pois apresenta 9 situaушes de ameaуa (location) o que poderia categorizр-la como VU sob o critжrio B. no entanto, nсo hр declьnio relatado ou conhecido para a espжcie, nem dados indicando que seja uma populaусo pequena uma vez que em 15 Ha foram encontrados 293 indivьduos.","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20minima","AmazЗnia"],
    [4331,"SAPOTACEAE","Pouteria nudipetala","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta dados populacionais, espaciais e de ameaуa, suficientes para a categorizaусo do risco de extinусo. Portanto, se faz necessрrio direcionamento de pesquisa cientьfica e aumento no esforуo de coleta da espжcie para melhor entendimento do risco de extinусo.","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20nudipetala","AmazЗnia"],
    [4332,"SAPOTACEAE","Pouteria oppositifolia","(Ducke) Baehni","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Foi registrado declьnio de uma subpopulaусo de P. oppositifolia apзs exploraусo florestal na Fazenda Rio Capim, no municьpio de Paragominas, no estado do Parр, de cerca de 30%. Entretanto, a espжcie encontra-se amplamente distribuьda (EOO=180.178,310km▓). A baixa рrea de ocupaусo provavelmente se deve ao baixo esforуo de coleta na regiсo. Assim a espжcie foi avaliada como Near Threatened (NT). Estudos populacionais sсo necessрrios para assegurar uma avaliaусo mais precisa.","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20oppositifolia","AmazЗnia"],
    [4333,"SAPOTACEAE","Pouteria oxypetala","T.D.Penn.","EN","B2ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui ampla distribuiусo, mas sua ocorrЖncia estр restrita a рreas de Floresta de Terra Firme, prзximas ao litoral, no bioma Mata AtlРntica. P. oxypetala ocupa uma AOO calculada de apenas 16 km▓. Este tipo de vegetaусo sofre com os efeitos da perda de cobertura vegetal e fragmentaусo da paisagem. Alжm disso, foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas. Assim, P. oxypetala foi avaliada como \"Em Perigo\" (EN).","2011-09-15T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20oxypetala","Mata AtlРntica"],
    [4334,"SAPOTACEAE","Pouteria pachycalyx","T.D.Penn.","VU","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria pachycalyx tem EOO calculada em 14.439,31 km▓. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa, considerando o uso como principal ameaуa. A espжcie ж utilizada para carpintaria, forros e mata-juntas, brinquedos, caixas, cepas de tamanco, urnas funerрrias, palitos e miolo de compensados, confecусo de cordas, estopas e papel, alжm de ter frutos comestьveis. Suspeita-se de declьnio da qualidade do habitat devido Я fragmentaусo do bioma Mata AtlРntica e de reduусo da EOO por estar localizada em рrea de intensa antropizaусo, agricultura e pastagem.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pachycalyx","Mata Atl├бntica (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4335,"SAPOTACEAE","Pouteria pachyphylla","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie nсo apresenta dados populacionais, uso ou ameaуa.Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coletade dados, possibilitando assim o cрlculo do real risco de extinусo da espжcie.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pachyphylla","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4336,"SAPOTACEAE","Pouteria pallens","T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Pouteria pallens T.D.Penn. ж endЖmica do Brasil e possui distribuiусo restrita (EOO=1.013,429km▓) aos estados de Amazonas, RondЗnia e Mato Grosso. A espжcie ocorre em floresta de vрrzea em locais nсo alagрveis. Apesar de possuir distribuiусo restrita, nсo existem indьcios de que a espжcie esteja de fato sofrendo com a incidЖncia de ameaуas especьficas. Assim, maiores estudos sсo necessрrios para que possamos fazer uma avaliaусo consistente do risco de extinусo desta espжcie.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pallens","AmazЗnia"],
    [4337,"SAPOTACEAE","Pouteria peduncularis","(Mart. & Eichler ex Miq.) Baehni","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa distintas para a espжcie, sendo as principais a fragmentaусo e a perda de habitat. A primeira abrange as localidades do Cearр, Pernambuco e Bahia. Apesar da aусo antrзpica presente nas regiшes, o impacto da perda de habitat pode ser considerado mais brando por estar em fragmentos maiores e mais conservados sob a зtica ecolзgica. A segunda abrange os pontos do Estado da Paraьba, onde uma das subpopulaушes estр ao lado de um ponto de intensa mineraусo e a outra se encontra rodeada por pastos e plantaушes. Jр a terceira foi a mais impactada, abrangendo um ponto do estado do Espьrito Santo, onde a perda de habitat ж historicamente constante e, em um dos pontos disponьveis (em Degredo, no municьpio de Linhares), a espжcie estр encurralada por plantaушes e pastos. Jр no segundo local desse estado e quarta situaусo de ameaуa, a espжcie encontra-se no Parque Estadual Paulo Cesar Vinha, criado em 1990 e conhecido como um dos centros de maior dessa unidade da Federaусo.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20peduncularis","Mata AtlРntica"],
    [4338,"SAPOTACEAE","Pouteria petiolata","T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem a extraусo da madeira como uma de suas maiores ameaуas, segundo informaушes. Foram identificadas duas situaушes de ameaуa distantes. A localidade do Estado de RondЗnia ж um distrito agropecuрrio, que rodeia de plantaушes o fragmento onde a espжcie se encontra e facilita o acesso para extraусo de madeira. Jр o ponto localizado no Amazonas estр no meio de um fragmento florestal.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20petiolata","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4339,"SAPOTACEAE","Pouteria platyphylla","(A.C.Sm.) Baehni","NT","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta ampla distribuiусo (EOO=47.868,146km▓), tem valor econЗmico com dados de apreensсo fornecidos pelo governo do Amapр (2010) e ж apontada como em declьnio devido a  implantaусo da Usina Hidrelжtrica Teles Pires e da extraусo da madeira, restringindo sua extenусo de ocorrЖncia e qualidade do habitat restante. Se a exploraусo madeireira continuar extraindo indivьduos das sub-populaушes existentes a espжcie estarр em breve em situaусo de ameaуa. Assim, P. platyphylla foi avaliada como Near Threatened (NT).","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20platyphylla","AmazЗnia"],
    [4340,"SAPOTACEAE","Pouteria polysepala","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie nсo apresenta dados de distribuiусo, populacionais, uso ou ameaуa.Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coletade dados, possibilitando assim o real risco de extinусo da espжcie.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20polysepala","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 1990)."],
    [4341,"SAPOTACEAE","Pouteria pubescens","(Aubrжv. & Pellegr.) T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж deficiente de dados populacionais, de distribuiусo, uso e ameaуa, nсo sendo possьvel fazer a categorizaусo quanto ao risco de extinусo.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20pubescens","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4342,"SAPOTACEAE","Pouteria putamen-ovi","T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nр possui dados populacionais, de ameaуa, uso e apenas uma coleta. Portanto a espжcie nсo possui informaушes suficientes para a categorizaусo do risco de extinусo.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20putamen-ovi","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4343,"SAPOTACEAE","Pouteria reticulata","(Engl.) Eyma","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com ampla distribuiусo, inclusive em diferentes biomas. Nсo hр uso ou ameaуas descritas, nenhum tipo de declьnio para a espжcie.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20reticulata","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4344,"SAPOTACEAE","Pouteria retinervis","T.D.Penn.","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem EOO de 38.485 e ocorre na regiсo onde, se aprovada, serр construida a Hidrelжtrica de Belo Monte. Caso haja a construусo a populaусo e o EOO da espжcie poderр sofrer um declьnio considerрvel incluindo a espжcie na categoria de ameaуa VU.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20retinervis","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4345,"SAPOTACEAE","Pouteria rodriguesiana","Pires & T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo tem dados de distribuiусo ameaуa e uso. Os dados eclзgicos disponьveis nсo sсo suficientes para categorizar a espжcie.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20rodriguesiana","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4346,"SAPOTACEAE","Pouteria sagotiana","(Baill.) Eyma","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie apresentar uso de sua madeira, estudos mostram que as populaушes se mantжm estрveis. Alжm disso, a espжcie ж de ampla distribuiусo geogrрfica e ж encontrada em Ucs.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20sagotiana","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4347,"SAPOTACEAE","Pouteria salicifolia","(Spreng.) Radlk.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie abundante e de ampla distribuiусo, nсo estр ameaуada de extinусo.  O especialista ressalta ameaуas para o habitat da espжcie, e importРncia ecolзgica na contenусo de diques ribeirinhos e formaусo de bancos de praia atravжs do sistema radicular (Saraiva et al., ufpel.edu.br). Portanto faz-se necessрrio o monitoramento da regiсo e da espжcie para verificaусo das consequЖncias decorrentes das ameaуas incidentes no habitat.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20salicifolia","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4348,"SAPOTACEAE","Pouteria scrobiculata","Monach. ex T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo tem dados espaciais, ecolзgico e populacionais suficientes para a categorizaусo do risco de extinусo.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20scrobiculata","AmazЗnia"],
    [4349,"SAPOTACEAE","Pouteria stenophylla","Baehni","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie apontada pelo especialista como extinta. No entanto, ж necessрrio um maior esforуo de coleta na regiсo de ocorrЖncia, indicada como ES e RJ.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20stenophylla","Mata Atl├бntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4350,"SAPOTACEAE","Pouteria subcaerulea","Pierre ex Dubard","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie indicada como de ampla distribuiусo por especialista. Apesar de ter sido listada como VU em Sсo Paulo, nacionalmente, ou seja a populaусo total da espжcie no Brasil, nсo estр em risco de se extiguir.","2011-09-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20subcaerulea","Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4351,"SAPOTACEAE","Pouteria subsessilifolia","Cronquist","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da distribuiусo restrita da espжcie (EOO=1.014,222km▓ / AOO= 58km▓), o especialista nсo menciona dados de ameaуa ou de uso, e a espжcie ocorre em Ucs com plano de manejo. Considerando sua distribuiусo restrita, o registro de ameaуas incidentes especьficas colocarр estр espжcie em situaусo de ameaуa.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20subsessilifolia","Caatinga, Cerrado (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4352,"SAPOTACEAE","Pouteria tarumanensis","Pires","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta dados de distribuiусo, populacionais, uso ou ameaуa. Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coleta de dados, possibilitando assim o real risco de extinусo da espжcie.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20tarumanensis","Amazonas (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4353,"SAPOTACEAE","Pouteria tenuisepala","Pires & T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo apresenta dados de distribuiусo, populacionais, uso ou ameaуa. Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coleta de dados, possibilitando assim o real risco de extinусo da espжcie.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20tenuisepala","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4354,"SAPOTACEAE","Pouteria torta","(Mart.) Radlk.","LC","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo ( EOO=6.563.578,916km▓ ) e abundante.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20torta","Amaz├┤nia, Caatinga, Cerrado, Mata Atl├бntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4355,"SAPOTACEAE","Pouteria vernicosa","T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi incluьda no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do ano de 2004 com Densidade Relativa de 0,045% em ┴rea de InfluЖncia Direta da Hidrelжtrica do Salto do Jirau e Santo AntЗnio, Rio Madeira (RO), e considerada rara na жpoca. A Hidrelжtrica Jirau foi instalada no ano de 2008 e suspeita-se que a subpopulaусo referida anteriormente tenha sido eliminada. Alжm disso, a espжcie nсo ж de ampla distribuiусo, ocorrendo em рreas fragmentadas diretamente impactadas pela construусo da hidrelжtrica. Considerando-se a principal ameaуa o impacto da construусo da hidrelжtrica sobre as subpopulaушes, foram constadas trЖs situaушes de ameaуa distintas.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20vernicosa","Amazonas (Caneiro & Almeida, 2010)"],
    [4356,"SAPOTACEAE","Pouteria virescens","Baehni","EN","B1ab(iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=638,80 km▓) e ocorre em рrea severamente fragmentada por desmatamento e ocupaусo humana. Alжm disso, hр previsсo de futura instalaусo de linha de transmissсo na regiсo.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pouteria%20virescens","AmazЗnia"],
    [4357,"SAPOTACEAE","Pradosia atroviolacea","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie nсo apresenta dados de distribuiусo, populacionais, uso ou ameaуa.Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coletade dados, possibilitando assim o cрlculo real risco de extinусo da espжcie.","2011-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20atroviolacea","AmazЗnia"],
    [4358,"SAPOTACEAE","Pradosia brevipes","(Pierre) T.D.Penn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo, ocorre em diversas unidades de conservaусo e estр incluida em projeto que visa a manutenусo de populaушes viрveis da espжcie. Portanto a espжcie nсo estр ameaуada de extinусo.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20brevipes","Cerrado"],
    [4359,"SAPOTACEAE","Pradosia decipiens","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie ter distribuiусo restrita, ela nсo tem uso nem ameaуas apontados pelo especialista. Nсo hр dados de declьnio da populaусo ou ameaуas plauzьveis. Portanto se faz necessрria a coleta de dados sobre a espжcie uma vez que a espжcie pode ser rara mas nсo estar ameaуada.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20decipiens","AmazЗnia"],
    [4360,"SAPOTACEAE","Pradosia glaziovii","(Pierre) T.D.Penn.","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж conhecida por somente duas coletas no estado do Rio de Janeiro (Penninton, 1990). A рrea tem sido intensamente visitada, no entanto nсo hр evidЖncia de sua redescoberta (Oldfield et al., 2008).","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20glaziovii","Mata AtlРntica (Carneiro, Almeida, 2011)"],
    [4361,"SAPOTACEAE","Pradosia granulosa","Pires & T.D.Penn.","VU","B1ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita (EOO=15.074,94 km▓) e coletas antigas, em duas situaушes de ameaуa distintas. Tem como ameaуas principais a extraусo de sua madeira, que ж comercializada por R$ 16,37 m│ no Estado do Parр, e a mineraусo. Alжm disso, a espжcie estр presente em ┴rea de Impacto Direto (15.000 ha) da Hidrelжtrica de Belo Monte (PA), permitindo suspeitar que esteja ocorrendo o declьnio de indivьduos maduros e subpopulaушes.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20granulosa","AmazЗnia"],
    [4362,"SAPOTACEAE","Pradosia kuhlmannii","Toledo","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de distribuiусo restrita (EOO=1.308,09 km▓) e de ocorrЖncia em рreas de intensa ocupaусo humana, configurando um cenрrio de declьnio na qualidade do hрbitat, que tambжm foi severamente fragmentado, impossibilitando o fluxo gЖnico entre as subpopulaушes conhecidas.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20kuhlmannii","Mata Atl├бntica (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4363,"SAPOTACEAE","Pradosia lactescens","(Vell.) Radlk.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar de ter sido listada como rara na lista do estado do Paranр, a espжcie tem ampla distribuiусo e ocorre em diversas Unidades de Conservaусo. Foi amostrada em рrea de cabruca em regeneraусo de 25 a 30 anos, com 2 ind. em рrea de 3 ha. (Sambuichi e Haridasan, 2007) e Evaristo et al. (2011) encontraram 3 ind. (DR: 1,37%) na Reserva Biolзgica da Uniсo, regeneraусo da mata atlРntica em plantaушes abandonadas de eucalipto (Corymbia citriodora). Damaso (2009) amostrou 249 ind. em 0,24 ha na рrea (DR: 6,73), sendo uma das dez espжcies mais importantes no Parque Estadual Dunas do Natal, Natal, RN. Portanto supeita-se que a populaусo da espжcie, nacionalmente, esteja estрvel e fora de risco de extinусo.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20lactescens","Mata Atl├бntica, Pampa (Carneiro e Almeida, 2010)"],
    [4364,"SAPOTACEAE","Pradosia subverticillata","Ducke","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de distribuiусo restrita, mas sem dados de uso ou declьnio. No entanto, a espжcie ж \"Vulnerрvel\" (VU) pelo fato de apresentar uma situaусo de ameaуa considerando a expansсo urbana a principal ameaуa. A espжcie ocorre na periferia da cidade de Manaus (AM), cercada por indЩstrias e estradas, atestando sua vulnerabilidade.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20subverticillata","AmazЗnia"],
    [4365,"SAPOTACEAE","Pradosia verrucosa","Ducke","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie nсo apresenta dados de distribuiусo, populacionais, de uso ou ameaуa.Portanto se faz necessрrio o direcionamento de pesquisa cientьfica para coletade dados, possibilitando assim o cрlculo de real risco de extinусo da espжcie.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20verrucosa","Mata AtlРntica"],
    [4366,"SAPOTACEAE","Pradosia verticillata","Ducke","EN","B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de distribuiусo restrita (EOO=332,95 km▓ e AOO=12 km▓) e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa distintas, tendo o declьnio da qualidade do hрbitat e a extraусo da madeira da espжcie como principais ameaуas. Alжm disso, estр presente em рrea de impacto direto da Hidrelжtrica Teles Pires e apresenta poucas coletas. Por isso, suspeita-se que esteja havendo declьnio de subpopulaушes e de indivьduos maduros.","2011-09-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pradosia%20verticillata","AmazЗnia"],
    [4367,"SAPOTACEAE","Sarcaulus inflexus","(A.C.Sm.) T.D.Penn.","DD","","Miguel d'Avila de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Apesar da espжcie apresentar ampla distribuiусo, ж utilizada pela indЩstria madeireira. No entanto, sсo necessрrias mais informaушes sobre a distribuiусo da espжcie e suas sub-populaушes para garantir uma avaliaусo consistente do risco de extinусo de S. inflexus.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcaulus%20inflexus","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)"],
    [4368,"SAPOTACEAE","Sarcaulus vestitus","(Baehni) T.D.Penn.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita, apresenta coletas antigas e foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa distintas, considerando a extraусo a principal ameaуa. Estudos aprofundados devem ser realizados a fim de verificar o estado de conservaусo das subpopulaушes da espжcie.","2011-09-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sarcaulus%20vestitus","Amaz├┤nia (Carneiro & Almeida, 2010)."],
    [4369,"SAPOTACEAE","Sideroxylon obtusifolium","(Roem. & Schult.) T.D.Penn.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de ampla distribuiусo e com estudos populacionais indicando que a espжcie ж frequentemente encontrada em seus locais de ocorrЖncia. Portanto, e apesar do uso indicado pelo especialista, a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2011-10-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sideroxylon%20obtusifolium","Caatinga, Cerrado, Mata Atl├бntica, Pantanal"],
    [4370,"SCHIZAEACEAE","Schizaea elegans","(Vahl) Sw.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schizaea%20elegans","Mata AtlРntica, Cerrado, AmazЗnia"],
    [4371,"SELAGINELLACEAE","Selaginella convoluta","(Arn.) Spring","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda em diferentes domьnios fitogeogrрficos.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20convoluta","Mata AtlРntica, Caatinga, Cerrado"],
    [4372,"SELAGINELLACEAE","Selaginella mendoncae","Hieron.","VU","D2","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie tem distribuiусo restrita aos Estados do Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Ocorre em рreas de Floresta Ombrзfila Densa Submontana e estр sujeita a uma sжrie de ameaуas antrзpicas que resultam em declьnio na qualidade do seu habitat, como a expressiva ocupaусo humana desordenada. A espжcie estр presente em unidades de conservaусo de proteусo integral e por isso foi considerada sob duas situaушes de ameaуa distintas. Sсo necessрrios maiores estudos sobre esse tрxon para se verificar a estabilidade das suas subpopulaушes","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20mendoncae","Mata AtlРntica"],
    [4373,"SELAGINELLACEAE","Selaginella tenuissima","Fжe","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e encontrada em Unidades de Conservaусo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20tenuissima","Mata AtlРntica"],
    [4374,"SELAGINELLACEAE","Selaginella valida","Alston","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie possui EOO=29.165,787km▓, em рreas de floresta ombrзfila densa, nos estados de Sсo Paulo, Rio de Janeiro e Paranр, que foram severamente degradados. Apresenta menos de 10 situaушes de ameaуa e portanto, caso a perda e declinio na qualidade do habitat da espжcie nсo sejam refreados a espжcie poderр ser categorizada como ameaуada em futuro prзximo.","2012-05-25T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Selaginella%20valida","Mata AtlРntica"],
    [4375,"SIMAROUBACEAE","Castela tweedii","Planch.","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva, restrita Яs matas ciliares da regiсo Sul. Descrita em 1846, nсo ж endЖmica do Brasil. No Paьs, tem baixa frequЖncia de coleta a partir de 1968. Foram identificadas de quatro a cinco situaушes de ameaуa, com ocorrЖncias disjuntas. ╔ ameaуada pelo declьnio do hрbitat, pois os solos das matas Яs margens de rios sсo historicamente cobiуados pela agricultura, conversсo essa que tem sido favorecida pela reforma do cзdigo florestal.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Castela%20tweedii","Mata AtlРntica"],
    [4376,"SIMAROUBACEAE","Picrasma crenata","(Vell.) Engl.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea no subosque da Floresta AtlРntica, nas formaушes pluvial, semidecьdua, mista de Araucрria e restinga. Rara no Sudeste e Nordeste. OcorrЖncia central na Regiсo Sul onde por ter densidades de um a 9 indivьduos por hectare. Apresenta uso medicinal em escala local. A extraусo de raspas da casca deve ser feito de modo a nсo matar a рrvore.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Picrasma%20crenata","Mata AtlРntica"],
    [4377,"SIMAROUBACEAE","Simaba floribunda","A.St.-Hil.","LC","","","Tainan Messina","Espжcie descrita em 1823. Sсo рrvores, de pequeno a grande porte. Ocorrem na Floresta AtlРntica do Nordeste e Sudeste, mais frequentemente nas formaушes costeiras e de terras baixas, rara na encosta atlРntica e no interior.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20floribunda","Mata AtlРntica"],
    [4378,"SIMAROUBACEAE","Simaba glabra","Engl.","VU","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva encontrada em Formaушes Campestres do Cerrado, mas nсo ж endЖmica do Brasil. Descrita em 1874, foram identificadas sete situaушes de ameaуa distribuьdas em uma AOO de 40 km▓. Apresenta baixa frequЖncia de coleta, com tendЖncia ao declьnio. Tem uso medicinal de escala local. ╔ ameaуada pela expansсo da fronteira agrьcola.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20glabra","AmazЗnia, Cerrado"],
    [4379,"SIMAROUBACEAE","Simaba insignis","A.St.-Hil. & Tul.","EN","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva a arbзrea baixa, endЖmica do Brasil, restrita Я Mata AtlРntica das montanhas prзximas Я costa. Tem distribuiусo restrita, com EOO de 4.736,15 km▓ e AOO de 28 km▓. Foram identificadas trЖs situaушes de ameaуa em Ubatuba (SP), em Petrзpolis e no Rio de Janeiro (RJ). Descrita em 1842, hр muito tempo nсo ж coletada na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde existem ao menos sete coletas, com Щltimo registro de 1968. Em Petrзpolis, sua Щltima coleta ж de 1943. Os espжcimes mais recentes foram coletados em 1999 e 2001 na Ilha Anchieta, em Ubatuba (SP). ╔ ameaуada pelo declьnio de AOO, EOO e pela perda da qualidade do hрbitat. Na Floresta da Tijuca, as partes mais altas sofrem com a perda da qualidade do hрbitat, em decorrЖncia da atividade turьstica. Pode estar extinta em Petrзpolis, e esta ж uma tendЖncia para sua ocorrЖncia no municьpio do Rio de Janeiro.","2012-09-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20insignis","Mata AtlРntica"],
    [4380,"SIMAROUBACEAE","Simaba salubris","Engl.","CR","B2ab(ii,iii)","","Tainan Messina","Espжcie \"Criticamente em perigo\" (CR) devido Я perda de hрbitat e ao declьnio na AOO. ╔ possьvel que esteja extinta, pois a Щltima coleta foi hр 76 anos. Tem distribuiусo restrita, com AOO de 8 km▓. Foram identificadas apenas duas coletas da espжcie, sendo ambas muito antigas. Uma em 1823, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), e outra em 1936, em Campo Grande (MS). Embora as duas localidades sejam muito distantes, ambas estсo no bioma Cerrado e sob a mesma ameaуa: a expansсo da fronteira agrьcola. Desta forma, foi considerada sujeita a somente uma situaусo de ameaуa.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20salubris","Cerrado"],
    [4381,"SIMAROUBACEAE","Simaba suaveolens","A.St.-Hil.","CR","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie arbustiva \"Criticamente em perigo\" (CR), sendo possьvel que esteja extinta. Tem distribuiусo restrita, com AOO de 4 km▓. Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa, em Itabira (MG), apenas pelo espжcime-tipo, sem data. Como foi coletada por A. Saint-Hilaire, pode-se estimar que isso tenha ocorrido hр pelo menos 180 anos. O hрbitat de Cerrado nessa regiсo vem sendo muito degradado pela atividade mineradora, assim como a vegetaусo natural tem sido suprimida para a produусo de carvсo e o plantio de Eucalyptus e Pinus.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20suaveolens","Cerrado"],
    [4382,"SIMAROUBACEAE","Simaba warmingiana","Engl.","EN","B2ab(iii)","","Tainan Messina","Espжcie subarbustiva do Cerrado, com AOO de 20 km▓. ╔ ameaуada pela perda de hрbitat em consequЖncia do desmatamento do Cerrado para produусo de carvсo, expansсo da fronteira agrьcola e queimadas. Conhecida por apenas cinco coletas de рreas disjuntas, com intervalo de tempo de 102 anos, Щltima coleta foi em 1996, no interior da Bahia. Hр registros tambжm para Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Foram identificadas no mрximo cinco situaушes de ameaуa, considerando a distРncia entre as рreas conhecidas de sua ocorrЖncia.","2012-09-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Simaba%20warmingiana","Cerrado"],
    [4383,"SIPARUNACEAE","Siparuna bifida","(Poepp. & Endl.) A.DC.","LC","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Com ampla EOO, ocorrendo em Unidades de Conservaусo e nсo sendo endЖmica do Brasil, nсo estр ameaуada, mas a espжcie coletada em Belжm, pode ser de determinaусo duvidosa, pois estр muito distante de sua faixa de ocorrЖncia e nсo foi identificada pelo especialista. Pode diminuir muito seu EOO.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20bifida","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4384,"SIPARUNACEAE","Siparuna brasiliensis","(Spreng.) A.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no Brasil e frequente em algumas regiшes de ocorrЖncia. Estр representada em Unidades de Conservaусo de proteусo integral.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20brasiliensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4385,"SIPARUNACEAE","Siparuna reginae","(Tul.) A.DC.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda no territзrio brasileiro, ocorrendo inclusive em boa parte da regiсo AmazЗnica.","2012-04-24T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Siparuna%20reginae","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4386,"SMILACACEAE","Smilax goyazana","A.DC.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax goyazana conhecida popularmente por\"Japecanga\" e \"Douradinha\", caracteriza-se por subarbustos, arbustos ou lianas,terrьcolas, diзicas, e apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсoornitocзrica. Nсo endЖmica do Brasil. Ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado ePantanal, em campos rupestres, floresta ciliar e/ou de galeria. Apresenta EOOde 1.106,246,760km▓. Amplamente distribuьda. Protegida por Unidades deConservaусo. Apesar de suas raьzes e folhas serem utilizadas com finsmedicinais, nсo hр nenhuma ameaуa direta a espжcie que a coloque em algumacategoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20goyazana","Caatinga, Cerrado, Pantanal"],
    [4387,"SMILACACEAE","Smilax japicanga","Griseb.","NT","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax japicanga conhecida popularmente por\"Japicanga\", \"Jupicanga\" e \"Salsa parrilha\", caracteriza-se por lianas,terrьcolas, anuais, diзicas, apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila edispersсo zoocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos estados de Minas Gerais,Rio de Janeiro e Sсo Paulo. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ondedesenvolve-se em floresta ombrзfila densa, entre 50-1280m de altitude. ApresentaEOO de 72.373,180km▓. Protegida por Unidades de Conservaусo, Parque Nacional doItatiaia, Reserva Ecolзgica de Macaж de Cima, Parque Estadual do Desengano,Reserva Biolзgica Poуo das Antas e Parque Estadual da Serra do Brigadeiro.Espжcie bem representada no Herbрrio RB para o estado do Rio de Janeiro.Utilizada para fins medicinais, o que pode provocar reduусo populacional daespжcie. ╔ necessрrio o investimentoem pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖnciade novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional, sua proteусo,e sua manutenусo na natureza, sendo necessрrio um plano de manejoadequado, para que em um futuro prзximo a espжcie nсo seja incluьda em algumacategoria de ameaуa.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20japicanga","Mata AtlРntica"],
    [4388,"SMILACACEAE","Smilax lappacea","Willd.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax lappacea caracteriza-se por lianas, terrьcolas, e por apresentar sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica. Nсo ж endЖmica do Brasil, com registros para os Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Restrita aos biomas Cerrado e Mata AtlРntica, ж encontrada em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrзfila Densa. Tem AOO de 20 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: formaусo de pastagens para atividades pecuaristas, levando Я consequente invasсo de espжcies exзticas, prрticas agrьcolas, principalmente a monocultura da soja e exploraусo madeireira ilegal. ╔ protegida por unidades de conservaусo (SNUC): Parque Nacional do Itatiaia e Parque Nacional do Caparaз. Apresenta escassas coleушes registradas em coleушes cientьficas. A Щltima coleta foi realizada em 2004, no municьpio de Teresзpolis (RJ). Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20lappacea","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4389,"SMILACACEAE","Smilax longifolia","Rich.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax longifolia conhecida popularmente por \"Salsaparrilha\",\"Salsa do Parр\", \"Salsa do Rio Negro\", \"Salsaparrilha do Maranhсo\", \"Salsaparrilhado Parр\", \"Lisbonense\" e \"SipoЖm\". Caracteriza-se por lianas, terrьcolas,diзicas, apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica.Espжcie tьpica da floresta AmazЗnica, segundo Forzza et al. ocorre nos estados do Amapр, Parр e Amazonas, porжm hр umregistro de coleta (O.J. Pereira 3477) para o Espьrito Santo, municьpio deConceiусo da Barra, o que aumenta significantemente a extensсo de ocorrЖncia daespжcie, alжm de sua ocorrЖncia para o bioma Mata AtlРntica. Apresenta EOO de1.820.988,413km▓. Espжcie utilizada para fins medicinais, suas raьzes sсo muitoexportadas, o que pode ocasionar um declьnio populacional da espжcie. Apesar desuas propriedades medicinais, nсo hр nenhuma ameaуa direta que a coloque emalguma categoria de risco. Espжcie nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20longifolia","AmazЗnia"],
    [4390,"SMILACACEAE","Smilax lutescens","Vell.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax lutescens, conhecida popularmente por pitanga e pitanga-sem-espinho, caracteriza-se por lianas, terrьcolas, dioicas, e por apresentar sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Goiрs, Minas Gerais e Sсo Paulo. Encontrada nos biomas Mata AtlРntica e Cerrado, desenvolve-se em Floresta Ombrзfila Densa, entre 690 e 740 m de altitude. Tem AOO de 20 km▓, e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa: pecuрria, agricultura e exploraусo madeireira ilegal. ╔ considerada \"Presumivelmente extinta\" pela Lista Vermelha da Flora de Sсo Paulo. Pouco representada em coleушes cientьficas, foi coletada pela Щltima vez no municьpio de Pindamonhangaba (SP), em 2006. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20lutescens","Mata AtlРntica"],
    [4391,"SMILACACEAE","Smilax muscosa","Toledo","VU","D2","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax muscosa, conhecida popularmente por salsaparrilha, caracteriza-se por lianas, terrьcolas, dioicas, e por apresentar sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Sсo Paulo, Rio de Janeiro e, possivelmente, no Estado do Espьrito Santo. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, ж encontrada em Floresta Ombrзfila Densa, entre 1.000 e 2.130 m de altitude. Foram identificadas quatro situaушes de ameaуa: pecuрria, agricultura, exploraусo madeireira ilegal e, particularmente, no Parque Nacional do Itatiaia, as intensas visitaушes de turistas. Apresenta trЖs regiшes de ocorrЖncia: municьpio de Coronel Pacheco (MG), onde remanesce apenas 7% da cobertura original de Mata AtlРntica, Campos do Jordсo (SP), com apenas 15%, e Parque Nacional do Itatiaia. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20muscosa","Mata AtlРntica"],
    [4392,"SMILACACEAE","Smilax spicata","Vell.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilax spicata caracteriza-se por lianas, terrьcolas, dioicas, e por apresentar sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados do Espьrito Santo, Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ж encontrada em Floresta Ombrзfila Densa, entre 200 m e 900 m de altitude. Tem AOO de 44 km▓ e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa: agricultura, pecuрria, expansсo urbana desordenada e, em рreas de unidades de conservaусo (SNUC), visitaусo de turistas. ╔ protegida pelo Parque Nacional da Tijuca, Estaусo Biolзgica do Alto da Serra do Paranapiacaba e Parque Estadual Xixovр-Japuь. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20spicata","Mata AtlРntica"],
    [4393,"SMILACACEAE","Smilax subsessiliflora","Duhamel","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Smilaxsubsessiliflora conhecida por japecanga, caracteriza-se por lianas, terrьcolas, dioicas, e por apresentar sьndrome de polinizaусo entomзfila e dispersсo zoocзrica. EndЖmica do Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paranр. Restrita ao bioma Mata AtlРntica, ж encontrada em Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrзfila Densa e Restinga. Apresenta AOO de 16 km▓, tendo distribuiусo restrita e pontual. ╔ conhecida por escassas coleушes cientьficas. Foi coletada pela Щltima vez no ano de 2008, no municьpio de Miguel Pereira (RJ), onde remanescem apenas 29% da cobertura vegetal original. O mesmo acontece nos outros municьpios de ocorrЖncia da espжcie, nos quais restam apenas fragmentos da floresta original. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de novas subpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Smilax%20subsessiliflora","Mata AtlРntica"],
    [4394,"SOLANACEAE","Aureliana fasciculata","(Vell.) Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma Extensсo de OcorrЖncia de 4.170.579,580km▓, ocorre em diversas fitofisionomias ao longo de toda a Costa AtlРntica brasileira, incluindo рreas perturbadas e em estрgios iniciais de sucessсo, e estр incluьda em vрrias Unidades de Conservaусo. Pelo grande nЩmero de registros de herbрrio, suspeita-se que seja localmente abundante.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aureliana%20fasciculata","Mata AtlРntica"],
    [4395,"SOLANACEAE","Bouchetia anomala","(Miers) Britton & Rusby","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Os dados disponьveis da espжcie nсo permitem encaixр-la em nenhuma categoria de ameaуa. Entretanto, suspeita-se que se trate de uma espжcie ameaуada, devido ao fato de o ambiente em que ocorre nсo ser contemplado por nenhuma unidade de conservaусo, e vem sofrendo com diversas ameaуas, como a expansсo de atividades silviculturais e agropecuрrias. Alжm disso, a espжcie sз foi coletada uma vez apзs a dжcada de 80, de onde se suspeita que a mesma esteja sofrendo declьnio na Extensсo de OcorrЖncia.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Bouchetia%20anomala","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4396,"SOLANACEAE","Calibrachoa eglandulata","Stehmann & Semir","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Calibrachoa eglandulata tem uma distribuiусo geogrрfica restrita, confirmada pelo esforуo de coleta empreendido na regiсo em que habita. A EOO ж de 364,45 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo com o declьnio na рrea e na qualidade do seu hрbitat, devido Я expansсo de atividades agrьcolas, e nсo estр representada em nenhuma unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20eglandulata","Mata AtlРntica"],
    [4397,"SOLANACEAE","Calibrachoa elegans","(Miers) Stehmann & Semir","EN","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","A espжcie apresenta EOO de 3.572,49 km▓, e ocorre em um ecossistema extremamente ameaуado pela mineraусo e pela expansсo urbana. Alжm disso, a espжcie ж autoincompatьvel e tem especificidade de polinizador. Devido Яs ameaуas a que estр submetida e Яs suas caracterьsticas reprodutivas, suspeita-se que venha sofrendo um declьnio contьnuo na AOO e que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas. Assim, Calibrachoa elegans foi avaliada como \"Em perigo\" (EN).","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20elegans","Cerrado"],
    [4398,"SOLANACEAE","Calibrachoa humilis","(R.E.Fr.) Stehmann & Semir","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Calibrachoa humilis apresenta distribuiусo restrita, onde foram identificadas apenas duas situaушes de ameaуa que correspondem a uma EOO de 584,26 km▓. A espжcie vem sofrendo com um forte declьnio na extensсo e na qualidade de seu hрbitat, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20humilis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4399,"SOLANACEAE","Calibrachoa serrulata","(L.B.Sm. & Downs) Stehmann & Semir","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Atж recentemente, Calibrachoa serrulata era conhecida apenas pelo material-tipo. Entretanto, a espжcie foi novamente coletada na mesma regiсo (Herbрrio BHCB), e ж possьvel que um maior esforуo de coleta leve Я descoberta de novos exemplares, ampliando a рrea de distribuiусo da espжcie ou confirmando a distribuiусo restrita da espжcie.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20serrulata","Mata AtlРntica"],
    [4400,"SOLANACEAE","Calibrachoa spathulata","(L.B.Sm. & Downs) Stehmann & Semir","VU","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Calibrachoa spathulata apresenta EOO de 13.747,26 km▓, onde foram identificadas menos de 10 situaушes de ameaуa. A espжcie habita principalmente рreas campestres, que sсo ameaуadas pela franca expansсo de atividades silviculturais (plantios de Pinus spp.) em alguns dos municьpios nos quais sua ocorrЖncia foi registrada. Os plantios geralmente sсo feitos sobre os campos, levando Я reduусo da extensсo de hрbitat, e as рreas campestres remanescentes estсo sujeitas Я invasсo de Pinus spp.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Calibrachoa%20spathulata","Mata AtlРntica"],
    [4401,"SOLANACEAE","Cestrum tubulosum","Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma extensсo de ocorrЖncia de 535.359,9 km2 e ocorre nos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e AmazЗnia, sendo que nesta Щltima foi coletada em regiсo bastante isolada e de difьcil acesso. Entretanto, suspeita-se que a espжcie esteja suscetьvel Я extinусo local nos biomas Mata AtlРntica e Cerrado, devido ao elevado desmatamento, ao baixo nЩmero de coletas e Я ausЖncia de registros nas Щltimas trЖs dжcadas.","2012-03-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cestrum%20tubulosum","AmazЗnia, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4402,"SOLANACEAE","Dyssochroma longipes","(Sendtn.) Miers","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma Extensсo de OcorrЖncia de 125.513,6 km2, ocorre em diversas fitofisionomias, desde florestas ombrзfilas mistas a restingas, e estр representada em рreas relativamente bem preservadas e tambжm em algumas Unidades de Conservaусo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyssochroma%20longipes","Mata AtlРntica"],
    [4403,"SOLANACEAE","Dyssochroma viridiflora","(Sims) Miers","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta distribuiусo ampla, com uma Extensсo de OcorrЖncia de 611.345,8 km2, e ж bastante frequente. Ocorre em vрrias Unidades de Conservaусo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Dyssochroma%20viridiflora","Mata AtlРntica"],
    [4404,"SOLANACEAE","Lycianthes rantonnei","(CarriУre) Bitter","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma Extensсo de OcorrЖncia de 205387.931 km2 e ocorre em duas Unidades de Conservaусo, nсo sendo, portanto, possьvel encaixр-la em nenhuma categoria de ameaуa. Entretanto, suspeita-se que a espжcie esteja sofrendo um declьnio contьnuo na sua Extensсo de OcorrЖncia e na ┴rea de Ocupaусo, devido ao fato de que a mesma ocorre em locais severamente impactados por atividades humanas, como o municьpio de Januрria (MG), em que a espжcie foi coletada hр quase 40 anos e onde mais de 90% da extensсo original da Mata AtlРntica encontram-se desmatados. As coletas recentes sсo todas para o estado do Paranр.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycianthes%20rantonnei","Mata AtlРntica"],
    [4405,"SOLANACEAE","Lycianthes repens","(Spreng.) Bitter","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","","Lycinathes repens ж uma espжcie rara, dependente de florestas muito bem preservadas, e ж representada por coletas esparsas, algumas muito antigas (ex. Itacarж / BA, 1820, Prudentзpolis / PR, 1911) e a maioria em municьpios fortemente desmatados. Por essa razсo, a populaусo da espжcie ж considerada severamente fragmentada. Hр trЖs registros de herbрrio que nсo estсo representados no mapa, nos municьpios mineiros de Caratinga e Carangola (Herbрrio BHCB), onde mais de 90% da extensсo original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. A AOO foi estimada em 32 km▓, sendo, portanto, muito inferior ao limite de 500 km▓ da categoria \"Em perigo\" (EN), de acordo com o critжrio B.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycianthes%20repens","Mata AtlРntica"],
    [4406,"SOLANACEAE","Lycium glomeratum","Sendtn.","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A extensсo de ocorrЖncia da espжcie nсo estр corretamente representada, uma vez que nсo hр registros no estado de Alagoas, onde foi coletado o material-tipo da espжcie, e onda a mesma foi coletada recentemente. Entretanto, suspeita-se que a espжcie seja ameaуada, por ser naturalmente rara, nсo estar representada em Unidades de Conservaусo, e ocorrer em рreas fortemente desmatadas, necessitando, portanto, de aушes de pesquisa e conservaусo.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lycium%20glomeratum","Mata AtlРntica"],
    [4407,"SOLANACEAE","Nicotiana mutabilis","Stehmann & Semir","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Nicotiana mutabilis foi descrita recentemente, em 2002, e atж o momento foram identificadas apenas quatro situaушes de ameaуa. Tem distribuiусo bastante restrita (EOO=150,29 km▓). Embora a regiсo em que ocorre seja relativamente bem preservada, devido ao relevo bastante acidentado, a espжcie tambжm habita locais degradados, como beiras de estradas e campos abandonados. Sсo consideradas ameaуas a coleta de sementes para fins ornamentais e a possibilidade de degradaусo de seu hрbitat, tornando-a \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nicotiana%20mutabilis","Mata AtlРntica"],
    [4408,"SOLANACEAE","Nierembergia pinifolia","Miers","CR","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Nierembergia pinifolia apresenta uma AOO de 8 km▓, sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, no municьpio de Santana do Livramento (RS), e nсo estр representada em nenhuma unidade de conservaусo (SNUC). Seu hрbitat vem declinando continuamente em extensсo e qualidade, devido Яs atividades silviculturais e agropecuрrias. Em funусo disso, suspeita-se que tambжm esteja havendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros, e que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A espжcie foi descrita em 1846 e apresenta diversas caracterьsticas que a tornam facilmente identificрvel, o que permite suspeitar que sua distribuiусo restrita nсo se deve ao resultado de subamostragem e/ou dificuldade de identificaусo do tрxon.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Nierembergia%20pinifolia","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4409,"SOLANACEAE","Petunia bonjardinensis","T.Ando & Hashim.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia bonjardinensis apresenta uma distribuiусo geogrрfica restrita, tendo uma EOO de 2.396,61 km▓. Foram identificadas menos de cinco situaушes de ameaуa, considerando que a qualidade e a extensсo do seu hрbitat vЖm declinando devido Яs atividades agrьcolas e silviculturais. Alжm disso, nсo hр informaусo de que a espжcie ocorra em nenhuma unidade de conservaусo (SNUC).","2012-03-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20bonjardinensis","Mata AtlРntica"],
    [4410,"SOLANACEAE","Petunia exserta","Stehmann","EN","B1ab(iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia exserta apresenta uma distribuiусo geogrрfica restrita, com uma EOO de 502,29 km▓. As subpopulaушes sсo pequenas e isoladas, e a espжcie vem sofrendo com a reduусo na qualidade de seu hрbitat, no nЩmero de indivьduos maduros e de subpopulaушes.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20exserta","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4411,"SOLANACEAE","Petunia mantiqueirensis","T.Ando & Hashim.","EN","B2ab(iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia mantiqueirensis apresenta uma distribuiусo geogrрfica restrita, ocorrendo numa pequena porусo da Serra da Mantiqueira (MG) e tendo uma EOO de 193,40 km▓. A espжcie estр presente em trЖs municьpios, cada um considerado uma situaусo de ameaуa distinta, sendo que em todos eles mais de 80% da рrea original da Mata AtlРntica foi desmatada. Devido a isso, alжm de um declьnio contьnuo na extensсo e na qualidade do hрbitat, suspeita-se que esteja ocorrendo um declьnio no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20mantiqueirensis","Mata AtlРntica"],
    [4412,"SOLANACEAE","Petunia reitzii","L.B.Sm. & Downs","CR","B1ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Petunia reitzii apresenta uma distribuiусo restrita, tendo uma EOO de 18,64 km▓. A espжcie ocorre em apenas um municьpio do planalto catarinense, o que ж interpretado como sendo apenas uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie sofre com o declьnio na qualidade e na extensсo de seu hрbitat, devido a atividades agrьcolas e silviculturais, alжm de nсo ser protegida por nenhuma unidade de conservaусo (SNUC). Suspeita-se que, por causa da perda e da degradaусo de seu hрbitat, P. reitzii esteja sofrendo um declьnio populacional contьnuo.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [4413,"SOLANACEAE","Petunia saxicola","L.B.Sm. & Downs","CR","B2ab(iii,v),C2a(i,ii),D","Tainan Messina","Tainan Messina","Petunia saxicola ж uma espжcie de distribuiусo restrita com AOO de 4 km▓. ╔ conhecida por apenas uma populaусo composta de poucos indivьduos, cujo nЩmero vem declinando devido Я mineraусo. Suspeita-se que o nЩmero de indivьduos seja inferior a 50.","2012-03-28T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Petunia%20saxicola","Mata AtlРntica"],
    [4414,"SOLANACEAE","Schwenckia curviflora","Benth.","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de ter uma distribuiусo relativamente ampla, Schwenckia curviflora ж uma espжcie rara com hрbitat especьfico, ocorrendo exclusivamente em рreas Щmidas e brejosas do Sudeste e Sul. A AOO ж de 64 km▓, portanto muito abaixo do limite de 500 km▓ da categoria \"Em perigo\" (EN) definido no critжrio B. A espжcie foi coletada apenas trЖs vezes nos Щltimos 30 anos, o que corrobora a sua raridade, sendo que, no Estado de Sсo Paulo, a Щltima coleta foi realizada em 1933. Alguns dos locais de ocorrЖncia jр se encontram completamente urbanizados, como a cidade de Sсo Paulo, e outros, como o litoral do Rio Grande do Sul, encontram-se em franco processo de urbanizaусo. Devido a isso, suspeita-se que esteja havendo declьnio na AOO, na extensсo e na qualidade do hрbitat, e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Em razсo de sua raridade natural e Я destruiусo do seu hрbitat, a populaусo de S. curviflora ж considerada severamente fragmentada.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20curviflora","Cerrado, Mata Atl├бntica"],
    [4415,"SOLANACEAE","Schwenckia lateriflora","(Vahl) Carvalho","DD","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Distribuiусo geogrрfica da espжcie encontra-se incompleta. As informaушes disponьveis nсo incluem registros de ocorrЖncia da espжcie no estado do Rio de Janeiro, onde, de acordo com a Flora do Brasil, a espжcie ocorre. Dados insuficientes para avaliaусo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20lateriflora","Mata AtlРntica"],
    [4416,"SOLANACEAE","Schwenckia nova-veneciana","Carvalho","CR","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","Tainan Messina","Schwenckia nova-veneciana ж uma espжcie rara e com distribuiусo restrita. A regiсo onde a espжcie ocorre vem sendo drasticamente desmatada, no municьpio de Nova Venжcia (ES), 94% da cobertura original da Mata AtlРntica encontra-se desmatada. Devido a esses fatores, suspeita-se que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Tambжm ж possьvel suspeitar que esteja havendo um declьnio contьnuo na AOO, calculada em apenas 8 km▓, na extensсo e na qualidade do hрbitat, e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. Sua existЖncia na natureza deve ser verificada urgentemente e, caso a espжcie seja encontrada, aушes de conservaусo in situ e ex situ devem ser estabelecidas.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Schwenckia%20nova-veneciana","Mata AtlРntica"],
    [4417,"SOLANACEAE","Sessea brasiliensis","Toledo","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma Extensсo de OcorrЖncia de 47.147,970km▓, e ocorre em regiшes severamente impactadas por atividades humanas, como a regiсo metropolitana de Sсo Paulo e o sul de Minas Gerais.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sessea%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [4418,"SOLANACEAE","Sessea regnellii","Taub.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta Extensсo de OcorrЖncia de 280.866,010km▓, e ocorre em vрrias fisionomias florestais dentro do domьnio da Mata AtlРntica.","2012-02-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sessea%20regnellii","Mata AtlРntica"],
    [4419,"SOLANACEAE","Solanum affine","Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Solanum affine tem uma distribuiусo relativamente ampla, com uma Extensсo de OcorrЖncia de 489.736,29 km2. Ocorre em uma variedade de habitats, desde restingas a florestas montanas, inclusive em рreas perturbadas e campos abandonados. Foi registrada em algumas Unidades de Conservaусo, e em algumas das рreas remanescentes mais representativas da Mata AtlРntica.","2012-04-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20affine","Mata AtlРntica"],
    [4420,"SOLANACEAE","Solanum arenarium","Sendtn.","EN","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum arenarium ж uma espжcie bastante rara, representada em grande parte por coletas antigas e relativamente esparsas. Ocorre prзximo ao litoral, sob baixas altitudes, em geral, em locais muito desmatados e alterados pela aусo humana, como ж o caso das regiшes metropolitanas do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. Esses fatores indicam que vem havendo um acentuado declьnio na extensсo e qualidade do hрbitat. A AOO ж de 56 km▓. Suspeita-se que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam fortemente isoladas umas das outras, e que a espжcie venha sofrendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20arenarium","Mata AtlРntica"],
    [4421,"SOLANACEAE","Solanum bahianum","S.Knapp","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","","Atж recentemente, Solanum bahianum era conhecida apenas em uma pequena regiсo do litoral sul da Bahia. A identificaусo de dois novos registros para os Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro ampliou expressivamente a distribuiусo geogrрfica da espжcie (AOO atual ж de 32 km▓). Entretanto, esses novos registros indicam a ocorrЖncia da espжcie em рreas severamente impactadas por atividades humanas. No municьpio de Conceiусo da Barra (ES), mais de 90% da cobertura original da Mata AtlРntica foi desmatada, indicando reduусo na extensсo e na qualidade do hрbitat. Jр em Macaж (RJ), a espжcie foi coletada hр quase 20 anos em um pequeno fragmento de floresta litorРnea, totalmente cercado pela cidade, de um lado, e pelo mar, de outro. Suspeita-se que a espжcie possa ter sido localmente extinta, em funусo do declьnio na EOO, na AOO e no nЩmero de subpopulaушes. Tambжm se suspeita que, por causa da severa reduусo na extensсo e na qualidade do hрbitat, tambжm em curso na porусo baiana, e na distribuiусo da espжcie devido Я expansсo de atividades agrьcolas, esteja havendo declьnio no nЩmero de indivьduos maduros, e que a maioria das subpopulaушes remanescentes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20bahianum","Mata AtlРntica"],
    [4422,"SOLANACEAE","Solanum bullatum","Vell.","LC","","Pablo Viany Prieto","","Solanum bullatum ж uma espжcie bastante frequente na Mata AtlРntica das regiшes Sudeste e Sul, ocorre em vрrias fisionomias florestais, incluindo capoeiras, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo.","2012-02-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20bullatum","Mata AtlРntica"],
    [4423,"SOLANACEAE","Solanum cinnamomeum","Sendtn.","LC","","Pablo Viany Prieto","","A espжcie apresenta ampla distribuiусo, com uma Extensсo de OcorrЖncia de 605841 km2, ocorre em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica, inclusive em trechos extensos e bem preservados do Bioma, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20cinnamomeum","Mata AtlРntica"],
    [4424,"SOLANACEAE","Solanum diamantinense","Agra","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum diamantinense ж uma espжcie endЖmica da Bahia descrita em 1999. Ocorrendo quase exclusivamente na Chapada Diamantina, a espжcie possui uma distribuiусo relativamente restrita, com um Extensсo de OcorrЖncia de 58512.37 km2. As informaушes disponьveis indicam que a espжcie pode ser localmente abundante, e ocorre tambжm em рreas perturbadas e secundрrias. Entretanto, a regiсo sofre com uma sжrie de ameaуas, como a expansсo de atividades agropecuрrias e a incidЖncia frequente de incЖndios. Dessa forma, S. diamantinense pode vir a ser ameaуada num futuro prзximo.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20diamantinense","Caatinga, Cerrado"],
    [4425,"SOLANACEAE","Solanum diploconos","(Mart.) Bohs","LC","","Pablo Viany Prieto","","Solanum diploconos ж amplamente distribuьda nas regiшes Sudeste e Sul, possuindo uma Extensсo de OcorrЖncia de 539795.7 km2. Espжcie muito frequente e representada em vрrias Unidades de Conservaусo ao longo da sua distribuiусo.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20diploconos","Mata AtlРntica"],
    [4426,"SOLANACEAE","Solanum gertii","S.Knapp","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum gertii possui distribuiусo geogrрfica um tanto restrita, com uma Extensсo de OcorrЖncia de 45131.3 km2, e ж representada por nсo muitas coletas. A maior parte dos registros da espжcie se encontram em uma regiсo que apresenta uma extensсo significativa de florestas, os municьpios de Morretes e Guaratuba preservam ambos mais de 70% da cobertura original da Mata AtlРntica. Entretanto, devido Я sua distribuiусo restrita, sua aparente raridade e Я possibilidade de degradaусo do seu habitat, a espжcie pode vir a ser ameaуada no futuro.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20gertii","Mata AtlРntica"],
    [4427,"SOLANACEAE","Solanum granulosoleprosum","Dunal","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma Extensсo de OcorrЖncia de 1.772.222,126km▓, ocorre em diversas fitofisionomias, incluindo рreas alteradas, e ж contemplada por vрrias Unidades de Conservaусo.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20granulosoleprosum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4428,"SOLANACEAE","Solanum graveolens","Bunbury","EN","B2ab(ii,iii,iv,v)","Tainan Messina","","Solanum graveolens ж uma espжcie rara e dependente de florestas bem preservadas, com AOO de 32 km▓. A maioria dos locais de ocorrЖncia ж severamente desmatada e, no caso dos registros do Estado do Rio de Janeiro, tambжm altamente urbanizada. Por isso, considera-se que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Tambжm ж possьvel suspeitar que esteja ocorrendo um declьnio na AOO, na extensсo, na qualidade do hрbitat e no nЩmero de subpopulaушes e indivьduos maduros.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20graveolens","Mata AtlРntica"],
    [4429,"SOLANACEAE","Solanum hasslerianum","Chodat","LC","","Pablo Viany Prieto","","A espжcie apresenta Extensсo de OcorrЖncia de 385.437,511km▓, sendo portanto distribuьda de forma relativamente ampla, e ж bastante frequente no setor Sul da sua distribuiусo. Entretanto, as informaушes disponьveis indicam que a espжcie nсo ж representada em nenhuma Unidade de Conservaусo, indicando a necessidade de medidas de conservaусo in situ direcionadas a ela.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20hasslerianum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4430,"SOLANACEAE","Solanum jabrense","Agra & M.Nee","EN","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum jabrense ocorre exclusivamente nos Brejos de Altitude, enclaves de Floresta ┌mida em meio ao agreste nordestino. A AOO ж de 88 km▓. Devido a sua distribuiусo naturalmente fragmentada e ao grande desmatamento a que os brejos vЖm sendo submetidos, suspeita-se que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras, e tambжm que esteja havendo declьnio na extensсo e qualidade do hрbitat e no nЩmero de indivьduos maduros da espжcie.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20jabrense","Caatinga, Mata AtlРntica"],
    [4431,"SOLANACEAE","Solanum latiflorum","Bohs","LC","","Pablo Viany Prieto","","A espжcie apresenta Extensсo de OcorrЖncia de 59.180,149km▓, ocorre em vрrios trechos bem preservados da Serra do Mar, e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo que abrigam рreas expressivas de Mata AtlРntica.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20latiflorum","Mata AtlРntica"],
    [4432,"SOLANACEAE","Solanum leucodendron","Sendtn.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuiусo ampla e ж considerada comum em diversas das рreas de ocorrЖncia.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20leucodendron","Mata AtlРntica"],
    [4433,"SOLANACEAE","Solanum melissarum","Bohs","LC","","Pablo Viany Prieto","","Solanum melissarum ж amplamente distribuьda, tendo uma extensсo de ocorrЖncia de 846.612.53km▓, ж relativamente frequente ao longo da sua distribuiусo, ocorre em diferentes fisionomias florestais da Mata AtlРntica e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo.","2012-03-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20melissarum","Mata AtlРntica"],
    [4434,"SOLANACEAE","Solanum ovum-fringillae","(Dunal) Bohs","DD","","Pablo Viany Prieto","","A distribuiусo geogrрfica de Solanum ovum-fringillae nсo ж bem conhecida. ╔ possьvel suspeitar de que seja uma espжcie de fato ameaуada, devido Я situaусo dramрtica da Mata AtlРntica na regiсo nordeste do Brasil, sendo, portanto, necessрrio realizar um esforуo de campo para delimitar corretamente a sua regiсo de ocorrЖncia.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20ovum-fringillae","Mata AtlРntica"],
    [4435,"SOLANACEAE","Solanum paralum","Bohs","EN","B2ab(iii)","Pablo Viany Prieto","","Solanum paralum ocorre do sul da Bahia ao litoral sul fluminense (Estado do Rio de Janeiro). Nas duas regiшes, a espжcie vive em uma рrea restrita, de modo que sua AOO ж de apenas 16 km▓. A espжcie estр presente em Restingas e Florestas Ombrзfilas litorРneas, formaушes que sofrem forte pressсo resultante da ocupaусo humana. Assim, considera-se que vem ocorrendo declьnio na extensсo e qualidade do hрbitat da espжcie.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20paralum","Mata AtlРntica"],
    [4436,"SOLANACEAE","Solanum pinetorum","(L.B.Sm. & Downs) Bohs","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum pinetorum apresenta uma distribuiусo razoavelmente ampla, ocorre tambжm em formaушes secundрrias e estр representada em algumas Unidades de Conservaусo. Entretanto, hр uma disjunусo significativa na sua distribuiусo, e ж muito pouco provрvel que esteja havendo passagem de sementes e/ou pзlen entre as рreas disjuntas. Devido a isso, suspeita-se que a espжcie possa vir a estar ameaуada num futuro prзximo.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20pinetorum","Mata AtlРntica"],
    [4437,"SOLANACEAE","Solanum pseudoquina","A.St.-Hil.","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apresenta distribuiусo ampla e ж considerada comum em diversos ambientes.","2012-11-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20pseudoquina","Mata AtlРntica"],
    [4438,"SOLANACEAE","Solanum reitzii","L.B.Sm. & Downs","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum reitzii nсo apresenta uma distribuiусo restrita, ocorre em diferentes fisionomias da Mata AtlРntica, e, segundo as informaушes disponьveis, estр representada em duas Unidades de Conservaусo, os Parques Estaduais paranaenses de Velha e Mata dos Godoy. Entretanto, os registros de ocorrЖncia da espжcie sсo esparsos, e uma parte deles ж relativamente antiga. No Rio Grande do Sul a espжcie nсo ж coletada desde 1977, tendo sido registrada em locais bastante urbanizados e historicamente afetados pela ocupaусo humana.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [4439,"SOLANACEAE","Solanum restingae","S.Knapp","EN","B2ab(iii,iv,v)","Tainan Messina","","Solanum restingae ocorre em formaушes vegetais sobre solos arenosos como os campos da Chapada Diamantina e as Restingas. Situadas ao longo do litoral do Paьs, onde a maior parte da populaусo humana estр concentrada, as Restingas vЖm sendo desmatadas de forma drрstica principalmente devido Я expansсo urbana, quase sempre impulsionada pela especulaусo imobiliрria e, em menor extensсo, em funусo de atividades agropecuрrias. Assim, ж certo que esteja havendo uma forte reduусo na extensсo e na qualidade do hрbitat da espжcie. Tambжm ж possьvel suspeitar que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras, e que esteja ocorrendo um declьnio no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. A AOO ж de 60 km▓.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20restingae","Mata AtlРntica"],
    [4440,"SOLANACEAE","Solanum santosii","S.Knapp","VU","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum santosii ж uma espжcie rara, com distribuiусo restrita e especificidade de hрbitat, cuja AOO ж de 40 km▓. O nЩmero de situaушes de ameaуa identificadas ж inferior a 10. A espжcie ocorre em alguns locais severamente desmatados, como os municьpios de Salvador e Jussari (BA), que tiveram mais de 90% da superfьcie original de Mata AtlРntica destruьda, e em locais onde a expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais ж uma ameaуa bastante evidente no presente. Devido a isso, considera-se que esteja havendo declьnio na extensсo e na qualidade do hрbitat, e se suspeita tambжm de um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20santosii","Mata AtlРntica"],
    [4441,"SOLANACEAE","Solanum sooretamum","Carvalho","LC","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","A espжcie apresenta uma extensсo de ocorrЖncia de 82.848,17km▓ e, devido ao nЩmero de registros de herbрrio, ж possьvel suspeitar de que seja uma espжcie relativamente frequente. Apesar do habitat da espжcie estar sofrendo um declьnio expressivo decorrente da expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais, a espжcie ж bem representada em algumas Unidades de Conservaусo.","2012-03-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20sooretamum","Mata AtlРntica"],
    [4442,"SOLANACEAE","Solanum spissifolium","Sendtn.","CR","B2ab(i,ii,iii,iv,v),C2a(i)","Tainan Messina","","Solanum spissifolium foi coletada no passado em locais hoje totalmente urbanizados, no meio da cidade de Sсo Paulo, e o Щltimo registro data de 1949. Suspeita-se que, alжm de uma dramрtica reduусo na extensсo e na qualidade do hрbitat, a espжcie tambжm tenha sofrido declьnio na EOO, na AOO, e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. A AOO ж de 4 km▓, e a espжcie estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Suspeita-se que haja menos de 250 indivьduos de S. spissifolium e tambжm que as subpopulaушes remanescentes sejam pequenas, com no mрximo 50 indivьduos cada uma, e estejam altamente isoladas umas das outras. Existe uma grande possibilidade de a espжcie ter se extinguido. Entretanto, hр ainda pequenos remanescentes de Mata AtlРntica tanto em meio Я grande Sсo Paulo quanto no seu entorno. No caso de buscas intensivas por S. spissifolium nesses locais nсo serem bem-sucedidas, a espжcie poderр ser declarada extinta.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20spissifolium","Mata AtlРntica"],
    [4443,"SOLANACEAE","Solanum sycocarpum","Mart. & Sendtn.","NT","","Pablo Viany Prieto","","Solanum sycocarpum apresenta distribuiусo ampla, porжm aparentemente descontьnua, ao longo da costa AtlРntica do Brasil. Apesar de ser rara, em geral apresentando baixas densidades populacionais, a quantidade de registros sugere que a espжcie ж relativamente frequente nas regiшes em que ocorre. Hр registros em algumas Unidades de Conservaусo. Por outro lado, o principal habitat de S. sycocarpum, as restingas, vЖm sendo degradadas continuamente, e por isso suspeita-se que a espжcie esteja sofrendo um declьnio no nЩmero de indivьduos maduros e no nЩmero de subpopulaушes, podendo vir a ser ameaуada no futuro.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20sycocarpum","Mata AtlРntica"],
    [4444,"SOLANACEAE","Solanum viscosissimum","Sendtn.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","","Solanum viscosissimum ж uma espжcie que ocorre em Florestas com Araucрria, que sofreram um desmatamento drрstico ao longo do sжculo XX e, possivelmente, constituem a fitofisionomia mais ameaуada da Mata AtlРntica. A espжcie ж representada em grande parte por registros de coleta relativamente antigos, no Paranр foi coletada apenas uma vez nos Щltimos 40 anos, e no Rio Grande do Sul nсo ж coletada desde 1954, sendo por isso considerada \"Presumivelmente extinta\" nesse Estado. Por isso, suspeita-se que a espжcie venha sofrendo declьnio na EOO, na AOO e no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros. ╔ possьvel suspeitar tambжm que as subpopulaушes sejam pequenas e estejam isoladas uma das outras. A AOO ж de 40 km▓ e, portanto, muito inferior ao limite de 500 km▓ da categoria \"Em perigo\" (EN), de acordo com o critжrio B.","2012-02-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20viscosissimum","Mata AtlРntica"],
    [4445,"SOLANACEAE","Solanum warmingii","Hiern","EN","B2ab(iii,v)","Tainan Messina","","Solanum warmingii ж representada por poucas coletas esparsas em locais altamente urbanizados, como o municьpio de Nova Lima, na regiсo metropolitana de Belo Horizonte (MG), ou muito desmatados, como os municьpios de Ponte Nova, Viуosa e Caratinga (MG), todos com cerca de 90% da cobertura original da Mata AtlРntica desmatada. Embora se considere que a espжcie ocorra tambжm nos Estados da Bahia, Espьrito Santo e Rio de Janeiro, suspeita-se que seja de forma esparsa e possivelmente pontual. Assim, suspeita-se que suas subpopulaушes, exceto aquela presente no Parque Estadual do Rio Doce, sejam pequenas e estejam isoladas umas das outras. Alжm disso, se suspeita que, devido ao grau de desmatamento dos locais em que ocorre, esteja havendo declьnio do nЩmero de indivьduos adultos. A AOO ж de 40 km▓.","2012-03-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Solanum%20warmingii","Mata AtlРntica"],
    [4446,"SPHAGNACEAE","Sphagnum pendulirameum","H.A.Crum","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sphagnum%20pendulirameum","AmazЗnia, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4447,"STYRACACEAE","Styrax acuminatus","Pohl","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","S. acuminatus ж uma arbзrea do Sul e Sudeste brasileiro. Foi estimada Extensсo de OcorrЖncia bastante superior a 20.000 km▓. Embora tenha baixa densidade (mрximo 6 indivьduos por hectare), muitas subpopulaушes foram encontradas em рrea sob proteусo integral, de mode que a espжcie nсo apresenta risco de extinусo.","2012-09-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Styrax%20acuminatus","Mata AtlРntica"],
    [4448,"SYMPLOCACEAE","Symplocos altissima","Brand","DD","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos altissima ж uma espжcie conhecida somente de sua coleta tipo da regiсo de Nova Friburgo, porжm sem localidade certa. Pouco se sabe sobre a espжcie, desta forma estudos mais aprofundados sobre a espжcie sсo sugeridos, para que esta possa ser reavaliada futuramente. Diante do exposto S. altissima ж considerada Deficiente de Dados (DD).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20altissima","Mata AtlРntica"],
    [4449,"SYMPLOCACEAE","Symplocos corymboclados","Brand","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos corymboclados ж uma espжcie arbustiva ou arbзrea ocorrente em рreas de Campo de Altitude e Floresta Ombrзfila Densa alto-montana a 1.100 m e 2.000 m de altitude em Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Por ter especificidade de hрbitat, sua AOO torna-se restrita, apresentando somente 72 km▓, alжm disso, considera-se estar sujeita a cinco situaушes de ameaуa. O ambiente onde a espжcie se desenvolve encontra-se ameaуado pela pressсo antrзpica e fragmentaусo. Diante do exposto, Symplocos corymboclados ж categorizada como \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20corymboclados","Mata AtlРntica"],
    [4450,"SYMPLOCACEAE","Symplocos falcata","Brand","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos falcata ж uma espжcie arbзrea ocorrente em diferentes ambientes em estados do sudeste do Brasil a 200 e 2400 m de alt. Possui extensсo de ocorrЖncia de 90.904,215km▓. Segundo Aranha Filho et al. (2007), a espжcie ж uma das mais comuns e bem distribuьdas do grupo no sudeste do paьs, o autor relata ainda que S. falcata ocorre em ambientes florestais secundрrios e tambжm em formaушes com distЩrbio antrзpico. Symplocos falcata ж bem representada tambжm em рreas preservadas como Unidades de Conservaусo. Diante disto, a espжcie pode ser considerada Menos preocupante (LC).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20falcata","Mata AtlРntica"],
    [4451,"SYMPLOCACEAE","Symplocos itatiaiae","Wawra","EN","B1ab(i,ii,iii,v)","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos itatiaiae ж uma espжcie arbзrea ocorrente nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, em altitude de 2.000 a 2.250 m. Tem EOO de 2.955,73 km▓ e AOO de somente 12 km▓, alжm de estar sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Apesar de ocorrer em рreas protegidas como os Parques Nacionais do Itatiaia e da Serra dos Мrgсos, sofre a ameaуa periзdica de incЖndios florestais. Diante do exposto, pode-se dizer que S. itatiaiae estр \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20itatiaiae","Mata AtlРntica"],
    [4452,"SYMPLOCACEAE","Symplocos neglecta","Brand","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos neglecta ж uma espжcie arbustiva ocorrente na Mata AtlРntica, no Estado do Rio de Janeiro, em altitude de 600 a 800 m. Estр sujeita a somente uma situaусo de ameaуa e tem AOO de apenas 4 km▓. ╔ ameaуa ao hрbitat da espжcie o intenso processo de fragmentaусo e reduусo, sendo as florestas do Estado uma das mais ameaуadas do Paьs. Diante do exposto, S. neglecta ж categorizada como \"Criticamente em perigo\" (CR).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20neglecta","Mata AtlРntica"],
    [4453,"SYMPLOCACEAE","Symplocos organensis","Brand","EN","B2b(i,ii,iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos organensis ж uma espжcie arbustiva ou arborescente ocorrente na Mata AtlРntica, no Estado do Rio de Janeiro, a cerca de 2.000 m de altitude. Tem distribuiусo restrita a Florestas e Campos de Altitude, com uma EOO de 1.300,78 km▓ e AOO de 16 km▓. Apesar de ocorrer em рreas preservadas, o hрbitat de S. organensis sofre com a fragmentaусo e a reduусo, sendo um dos ambientes florestais mais ameaуados do Paьs. Diante do exposto, S. organensis encontra-se \"Em perigo\" (EN).","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [4454,"SYMPLOCACEAE","Symplocos rhamnifolia","A.DC.","EN","B2ab(i,ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos rhamnifolia ж uma espжcie arbustiva ou arbзrea ocorrente no Estado da Bahia, a 850 a 1.100 m de altitude. A espжcie tem a AOO extremamente restrita (AOO=12 km▓) e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. O hрbitat onde a espжcie ocorre sofre com a fragmentaусo e com os impactos de origem antrзpica, ademais, outro risco iminente ж a presenуa de uma grande rodovia prзxima Я sua рrea de ocorrЖncia. Devido a essas caracterьsticas, S. rhamnifolia ж categorizada como \"Em perigo (EN)\".","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20rhamnifolia","Caatinga, Cerrado"],
    [4455,"SYMPLOCACEAE","Symplocos tenuifolia","Brand","LC","","Danielli Cristina Kutschenko","Miguel d'Avila de Moraes","Symplocos tenuifolia ж uma espжcie arbзrea a arbustiva ocorrente em estados do sul e sudeste do Brasil em diferentes habitats. Possui extensсo de ocorrЖncia de 212.341,060km▓. Apesar de o ambiente onde ocorre estar sob um histзrico de pressсo antrзpica e atualmente sofrer com a fragmentaусo, a espжcie ocorre em рreas protegidas, alжm de ser amplamente distribuьda e bem representada nos locais onde ocorre. Desta forma, Symplocos tenuifolia estр sob baixo risco de extinусo, sendo considerada Menos preocupante (LC), entretanto, estudos posteriores de reduусo populacional ou restriушes biolзgicas poderсo levр-la a uma nova avaliaусo futuramente.","2012-04-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Symplocos%20tenuifolia","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4456,"THEACEAE","Laplacea fructicosa","(Schrad.) Kobuski","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","L. fructicosa ж uma arbзrea amplamente distribuьda pelo Brasil. Possui Extensсo de OcorrЖncia bastante superior a 20.000 km▓, sendo categorizada sem risco de extinусo.","2012-09-11T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Laplacea%20fructicosa","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [4457,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris angustifolia","(Willd.) Proctor","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20angustifolia","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Cerrado"],
    [4458,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris araucariensis","Ponce","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20araucariensis","Mata AtlРntica"],
    [4459,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris concinna","(Willd.) Ching","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20concinna","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4460,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris cutiataensis","(Brade) Salino","EN","B1ab(i,ii,iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica de Sсo Paulo e Rio de Janeiro. Apresenta EOO restrita a 1.132,57 km▓ e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa considerando a degradaусo dos ambientes de ocorrЖncia. Alжm disso, a supressсo vegetal existente no seu hрbitat leva a suspeitar que as subpopulaушes estejam em declьnio e, caso ameaуas como mineraусo, extrativismo vegetal nсo sustentрvel e poluiусo do solo e рgua nсo sejam controladas, a espжcie poderр desaparecer da natureza.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20cutiataensis","Mata AtlРntica"],
    [4461,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris hatschbachii","A.R.Sm.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [4462,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris leprieurii","(Hook.) R.M.Tryon","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20leprieurii","Mata AtlРntica, AmazЗnia, Cerrado"],
    [4463,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris littoralis","Salino","EN","B1ab(i,ii,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica de Sсo Paulo. Tem EOO menor que 5.000 km▓. Estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa e suspeita-se do declьnio contьnuo da qualidade do hрbitat. O entorno de sua regiсo de ocorrЖncia sofre com atividades agrьcolas como o plantio de banana e a ocupaусo humana por comunidades de caiуaras e caboclos, que conseguem seu sustento por meio da agricultura de subsistЖncia, pesca e extraусo de recursos naturais como o palmito e a caixeta.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20littoralis","Mata AtlРntica"],
    [4464,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris macrophylla","(Kunze) C.V.Morton","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie amplamente distribuьda e presente em Unidades de Conservaусo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20macrophylla","Mata AtlРntica, AmazЗnia"],
    [4465,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris montana","Salino","VU","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie com distribuiусo restrita a Espьrito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem EOO com aproximadamente 16.250,16 km▓ e estр sujeita a menos de 10 situaушes de ameaуa. A degradaусo do hрbitat proveniente de queimadas e atividades antrзpicas ж considerada a principal ameaуa, que, caso nсo seja controlada, poderр causar o declьnio populacional da espжcie, transferindo-a para uma categoria de maior risco em futuro prзximo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20montana","Mata AtlРntica"],
    [4466,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris multigemmifera","Salino","CR","B2ab(i,ii,iii,v)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ж endЖmica de Sсo Paulo. Tem AOO restrita a 4 km▓ e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa onde existe a Щnica subpopulaусo encontrada da espжcie. Sua regiсo de ocorrЖncia sofre com o turismo intenso e as atividades agrьcolas que causam declьnio na extensсo e qualidade do hрbitat da espжcie. Suspeita-se tambжm do declьnio de indivьduos maduros.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20multigemmifera","Mata AtlРntica"],
    [4467,"THELYPTERIDACEAE","Thelypteris novaeana","(Brade) Ponce","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie endЖmica da Ilha de Trindade, uma ilha vulcРnica que pertence ao Estado do Espьrito Santo. Tem AOO menor que 10 km▓. Estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa, sendo o declьnio na qualidade do hрbitat considerado a principal. A Ilha sofreu com a introduусo de animais domжsticos que destruьram a vegetaусo original.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Thelypteris%20novaeana","Mata AtlРntica"],
    [4468,"TRICHOCOLEACEAE","Trichocolea brevifissa","Steph.","LC","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie nсo ж endЖmica do Brasil e no paьs ж amplamente distribuьda.","2012-08-30T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trichocolea%20brevifissa","Mata AtlРntica"],
    [4469,"TRIGONIACEAE","Trigonia bahiensis","E.F.Guim. & Miguel","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Trigonia bahiensis E.F. Guim. & Miguel era considerada endЖmica da Bahia, entretando, coleушes recentemente determinadas pela especialista E.F. Guimarсes ampliaram de maneira significativa a distribuiусo do tрxon, com registros confirmados atualmente para os estados do Cearр, Minas Gerais e Espirito Santo. Com registros em Florestas Ombrзfilas Densas e estacionais deciduais e semideciduais (carrascos, mussunungas, florestas de restinga),  esta erva escandente estр bem representada em herbрrios e protegida pelos limites de diferentes categorias de Unidades de Conservaусo ao longo de sua distribuiусo. Por esses motivos, foi considerada de Menor Preocupaусo (LC) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigonia%20bahiensis","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4470,"TRIGONIACEAE","Trigoniodendron spiritusanctense","E.F.Guim. & Miguel","VU","B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Trigoniodendron spiritusanctense ocorre exclusivamente em Florestas Primрrias e Florestas de Tabuleiro sobre latossolo (Florestas Ombrзfilas Densas), nos Estados do Espьrito Santo e Rio de Janeiro. Mesmo descrita como frequente em algumas localidades que apresentam florestas clьmax (Mata do Carvсo, Barra de Sсo Joсo, RJ), a espжcie tem somente as subpopulaушes capixabas protegidas nos limites de unidades de conservaусo (SNUC) e, por ter uso verificado, suspeita-se que suas subpopulaушes estejam sofrendo declьnio. Apresenta distribuiусo restrita (EOO= 16.425,57 km▓ e AOO=24 km▓) a apenas uma fitofisionomia associada ao bioma Mata AtlРntica. T. spiritusanctense ж utilizada na confecусo de dormentes e na produусo de carvсo vegetal, o que, aliado Я severa perda de hрbitat verificada nesses dois Estados, compromete diretamente a perpetuaусo deste tрxon na natureza. Alжm disso, nсo se encontra legalmente protegida por legislaусo especьfica que regulamente seu uso, assim, T. spiritusanctense foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU) em relaусo ao seu risco de extinусo.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Trigoniodendron%20spiritusanctense","Mata AtlРntica"],
    [4471,"TRIURIDACEAE","Sciaphila schwackeana","Johow","NT","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Sciaphila schwackeana Johow representa um endemismo da Mata AtlРntica brasileira, com registros espaуos no solo de Florestas Ombrзfilas Densas de encosta, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Sсo Paulo e Santa Catarina. O aparente baixo nЩmero de coleушes pode ser atribuьdo principalmente ao fato deste tрxon ter habito saprofьtico, o que dificulta sua localizaусo em campo, portanto, acredita-se que S. schwackeana seja mais frequente do que os registros sugerem, apesar de ter sido registrada em Unidades de Conservaусo, suspeita-se que a espжcie tenha sofrido reduусo populacional drрstica, uma vez que o Domьnio Fitogeogrрfico Mata AtlРntica, onde ocorre exclusivamente, tenha perdido mais de 90% de suas fitofisionomias originais. Por esses motivos, a espжcie foi considerada Quase Ameaуada (NT), podendo se enquadrar em uma categoria de ameaуa em um futuro prзximo, conforme estudos biogeogrрficos e espaciais forem conduzidos.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Sciaphila%20schwackeana","Mata AtlРntica"],
    [4472,"TRIURIDACEAE","Triuris hyalina","Miers","LC","","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Triuris hyalina Miers ocorre amplamente distribuьda nos neotrзpicos, com registros desde a Guatemala atж o sudeste do Brasil. Aqui, a espжcie foi registrada em Florestas Ombrзfilas Densas e semidecьduas associadas aos Domьnios Fitogeogrрficos AmazЗnia e Mata AtlРntica, nos estados do Amazonas, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Sсo Paulo (Mass, 2012). Entretando, hр registros indicando a ocorrЖncia deste tрxon tambжm no estado da Bahia, confirmados pelo especialista botРnico J.P. Maas, suspeita-se que o baixo nЩmero de coletas de T. hyalina se de principalmente por sua caracterьstica saprofьtica, no interior de ambientes florestais, o que dificulta sua localizaусo em campo. Pela sua expressiva distribuiусo geogrрfica, com registros em рreas ainda bem conservadas (estado do Amazonas), T. hyalina foi considerada de Menor Preocupaусo (LC) neste momento, porжm demandando estudos biogeogrрficos e populacionais mais detalhados para se avaliar o risco de extinусo de maneira mais precisa.","2012-09-13T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Triuris%20hyalina","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [4473,"TROPAEOLACEAE","Tropaeolum pentaphyllum","Lam.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","T. pentaphyllum ocorre amplamente no sul do Brasil, apresentando EOO de 248.613 Km▓. Apesar de possuir propriedades medicinais, aparentemente a exploraусo da espжcie nсo influencia em sua capacidade de regeneraусo e manutenусo de populaушes. Deste modo, a espжcie nсo se encontra em risco iminente de extinусo, enquadrando-se na categoria Least concern (LC).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tropaeolum%20pentaphyllum","Mata AtlРntica"],
    [4474,"TROPAEOLACEAE","Tropaeolum warmingianum","Rohrb.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Tropaeolaceae warmingianum apresenta ampla EOO (191.879,91 km▓), porжm AOO (20 km▓) restrita. Estima-se que a espжcie esteja sujeita a, pelo menos, cinco situaушes de ameaуa. Da mesma forma, suspeita-se que sua AOO esteja em declьnio contьnuo, tendo em vista as altas taxas de perda de Mata AtlРntica e a degradaусo do bioma Cerrado. Mesmo em registros de herbрrio, pode-se constatar o histзrico de perda de qualidade de hрbitat em locais de ocorrЖncia da espжcie. Portanto, a espжcie enquadra-se na categoria \"Em perigo\" (EN).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Tropaeolum%20warmingianum","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4475,"TURNERACEAE","Piriqueta suborbicularis","(A.St.-Hil. & Naudin) Arbo","NT","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","P. suborbicularis ж uma erva terrьcola e rupьcola, com distribuiусo no Sul do Brasil, em campos graminosos com presenуa de afloramento rochoso, uma formaусo vegetacional comum na extensсo de ocorrЖncia da espжcie. Considerando ainda que trata-se de uma erva tolerante a ambientes alterados, ж possьvel inferir que os valores de рrea de ocupaусo e extensсo de ocorrЖncia estсo subestimados. Embora a espжcie tolere ambientes antropizados, a agricultura e a limpeza do solo com o uso de fogo Яs рreas destinadas ao pastejo sсo ameaуas Я populaусo, podendo elevar a espжcie para uma categoria de ameaуa.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Piriqueta%20suborbicularis","Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4476,"TURNERACEAE","Turnera capitata","Cambess.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. capitata ж um arbusto que ocorre em diversas formaушes vegetacionais do sudeste e sul do Brasil, dentro dos limites da Mata AtlРntica e Cerrado. A Extensсo de OcorrЖncia ж bastante superior a 20.000 km▓, de forma que a espжcie nсo estр em risco de extinусo.","2012-09-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Turnera%20capitata","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4477,"TURNERACEAE","Turnera hilaireana","Urb.","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","T. hilaireana ж uma erva terrьcola com distribuiусo pelo Brasil central e sudeste. Embora os registros botРnicos obtidos nсo representem a real distribuiусo da espжcie, ж possьvel inferir que a Extensсo de OcorrЖncia ж bastante superior a 20.000 km▓ devido a falta de especificidade de habitat e ao baixo esforуo de coleta para ervas. Assim, T. hileireana nсo estр sob risco de extinусo.","2012-09-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Turnera%20hilaireana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4478,"ULMACEAE","Phyllostylon rhamnoides","(Poiss.) Taub.","NT","","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie apresenta EOO=308.322,162km▓, tendo sido encontrada em mata mesзfila perturbada nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Sсo Paulo. Por ocorrer em рreas fortemente antropizadas, ter menos de 10 situaушes de ameaуa e apresentar uso da madeira e frutos comestьveis, poderр ser categorizada como ameaуada em futuro prзximo. Deve ser melhor estudada e fiscalizada, pois os indivьduos podem estar sendo retirados da natureza para uso, causando reduусo populacional.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Phyllostylon%20rhamnoides","Cerrado"],
    [4479,"URTICACEAE","Coussapoa curranii","S.F.Blake","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie muito prзxima de constar definitivamente como ameaуada. Sua EOO de 76.827,872km▓ nсo indica uma realidade, pois atualmente sua ocorrЖncia no estado do Rio de Janeiro ж muito duvidosa, jр que sua coleta foi realizada em рrea hoje totalmente habitada. Hр de se considerar apenas a Unidade de Conservaусo no Espьrito Santo.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussapoa%20curranii","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4480,"URTICACEAE","Coussapoa floccosa","Akkermans & C.C.Berg","DD","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com reduzida EOO, porжm estudos no estado do Espьrito Santo indicaram um indivьduo em uma parcela de 0,01 ha. Em coleусo de herbрrio hр apenas uma coleta prзxima a cidade de Viуosa. Hр necessidade de mais estudos para a espжcie.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Coussapoa%20floccosa","Mata AtlРntica"],
    [4481,"URTICACEAE","Pilea aparadensis","P.Brack","CR","B2ab(ii,iii)","Miguel d'Avila de Moraes","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Brasil, com uma ocorrЖncia muito restrita (AOO=8 km▓) e severamente fragmentada. Ocorre em municьpio em grande desenvolvimento. Poucos representantes em coleушes com repetidas localidades.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20aparadensis","Mata AtlРntica"],
    [4482,"URTICACEAE","Pilea flammula","P.Brack","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Pilea flammula ж uma espжcie rara com distribuiусo restrita Я regiсo Sul do Brasil. Na descriусo da espжcie constam registros para outras trЖs localidades, alжm das duas jр presentes no banco de dados do CNCFlora. Considera-se, portanto, que P. flammula ocorre em cinco situaушes de ameaуa, e estр sujeita Я degradaусo do seu hрbitat devido Я expansсo de atividades agropecuрrias e silviculturais.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20flammula","Mata AtlРntica"],
    [4483,"URTICACEAE","Pilea hilariana","Wedd.","NT","","Massimo Giuseppe Bovini","Tainan Messina","Espжcie com EOO de 80.851 km2. Ocorre do Estado de Sсo Paulo atж o sul do Brasil. ╔ encontrada prзxima ao litoral, locais bastante explorados comercialmente pelo homem. Ocorre em poucas Unidades de Conservaусo. Em futuro prзximo pode ser enquadrada em uma categoria de ameaуa.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20hilariana","Mata AtlРntica"],
    [4484,"URTICACEAE","Pilea hydra","P.Brack","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie nсo endЖmica do Brasil. Ocorre em altas altitudes e nсo hр estudos mais detalhados. Possui raros representantes em coleушes.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20hydra","Mata AtlРntica"],
    [4485,"URTICACEAE","Pilea rhizobola","Miq.","DD","","Tainan Messina","Tainan Messina","Espжcie que ocorre com muita frequЖncia no estado do Paranр, e em outros estados ocorre em рreas descampadas ou com forte pressсo antrзpica. Nсo hр nenhum estudo e рreas poucos coletadas.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Pilea%20rhizobola","Mata AtlРntica"],
    [4486,"URTICACEAE","Urera nitida","(Vell.) P.Brack","LC","","Tainan Messina","Tainan Messina","Apesar de ser endЖmica do Brasil, estр espжcie possui um EOO amplo e ж comum nas margens de rios brasileiros. Ocorre com frequЖncia em Unidades de Conservaусo e em grandes populaушes.","2012-04-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Urera%20nitida","Mata AtlРntica"],
    [4487,"VALERIANACEAE","Valeriana glaziovii","Taub.","EN","B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana glaziovii representa um endemismo da Serra da Mantiqueira, nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, com registros efetuados entre 1.800 e 2.300 m de altitude, nas Formaушes Campestres (Campos de Altitude) do Parque Nacional do Itatiaia (MG, RJ) e Parque Estadual do Ibitipoca (MG), usualmente prзxima a cursos d?рgua. ╔ utilizada como indicadora de vegetaусo primрria e em estрgio mжdio e avanуado de regeneraусo, nсo ocorrendo em рreas perturbadas. Suspeita-se que a subpopulaусo encontrada no Parque Estadual do Ibitipoca (alto do Pico do Peсo) nсo tenha mais que 10 indivьduos, sendo considerada escassa na regiсo. Embora ocorra em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral, V. glaziovii apresenta distribuiусo muito restrita (EOO=654,88 km▓ e AOO=28 km▓) e fragmentada, e suas subpopulaушes estсo sujeitas a pelo menos trЖs situaушes distintas de ameaуa, sendo o fogo a maior ameaуa direta incidente sobre seu hрbitat. Pelos motivos expostos, V. glaziovii foi considerada \"Em perigo (EN)\", recomendando-se estudos mais amplos sobre sua distribuiусo e tendЖncias populacionais.","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20glaziovii","Mata AtlРntica"],
    [4488,"VALERIANACEAE","Valeriana glechomifolia","F.G.Mey.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana glechmifolia ж endЖmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas рreas campestres de altitude do bioma Mata AtlРntica, em locais de solo turfoso e Щmido, no Estado de Santa Catarina e, possivelmente, Rio Grande do Sul. A espжcie apresenta distribuiусo muito restrita (EOO=140,09 km▓) em apenas uma tipologia de vegetaусo, tendo sua AOO calculada em 12 km▓. Com base nos registros de coleta disponьveis, suspeita-se que seja uma espжcie rara na natureza, jр que suas coleушes foram realizadas somente em dois municьpios, em perьodos muito distantes uma da outra. Alжm de ter potencial uso comercial pela indЩstria farmacЖutica, V. glechmifolia nсo se encontra protegida por nenhuma categoria de unidade de conservaусo (SNUC). Alжm disso, a AOO ж utilizada hр sжculos como pastagem para animais, manejada por meio do uso intensivo do fogo que muitas vezes ж potencializado pela presenуa de espжcies exзticas invasoras de grande poder de combustсo. Sendo assim, suas subpopulaушes se encontram submetidas a uma situaусo de ameaуa geral. Por esses motivos, V. glechmifolia foi considerada \"Em perigo (EN)\".","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20glechomifolia","Mata AtlРntica"],
    [4489,"VALERIANACEAE","Valeriana organensis","Gardner","CR","B2ab(i,ii,iii,iv)","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana organensis exclusivamente рreas campestres de altitudes elevadas (entre 2.100 e 2.200 m), com distribuiусo restrita a apenas um hрbitat especьfico (Campos de Altitude), com a AOO calculada em somente 4 km▓. Alжm disso, parece ser naturalmente rara, com subpopulaушes escassas, uma vez que sua Щltima coleусo foi realizada hр cerca de 60 anos, em рreas que sofrem com ameaуas altamente impactantes, como o fogo e a incidЖncia de espжcies exзticas invasoras de alto poder competitivo, que disputam recursos diretamente com a flora local, a qual muitas vezes acabam sobrepujando. Mesmo com algumas coletas histзricas realizadas nas unidades de conservaусo (SNUC) com expressivos esforуos de coleta (Parque Nacional da Serra dos Мrgсos), V. organensis nсo foi encontrada recentemente. Verifica-se, com base na informaусo disponьvel, que a espжcie sofreu declьnio contьnuo em sua EOO, AOO e qualidade do hрbitat. Portanto, a espжcie foi considerada \"Criticamente em perigo (CR)\", demandando aушes de pesquisa, principalmente biogeografia e ecologia (tendЖncias populacionais) e aушes de conservaусo diretas para garantir sua perpetuaусo na natureza.","2012-08-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20organensis","Mata AtlРntica"],
    [4490,"VALERIANACEAE","Valeriana reitziana","Borsini","VU","A2c","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana reitziana ж endЖmica do Brasil, ocorrendo nos Campos Limpos e Campos Rupestres com registros nos Estados do Paranр e Santa Catarina. Apesar da distribuiусo relativamente ampla, a espжcie parece nсo ser abundante em sua рrea de ocorrЖncia (Щltima coleta de 2003) e os registros disponьveis foram efetuados somente nos Estados do Paranр e Santa Catarina. Suas subpopulaушes nсo se encontram protegidas por unidades de conservaусo (SNUC). As рreas de Campos Limpos no Sul do Brasil, uma das formaушes vegetacionais onde a espжcie ocorre, foram suprimidas e substituьdas por monoculturas de Pinus sp. Alжm disso, o fogo ж uma constante nos ecossistemas de pastagem natural na regiсo Sul do Brasil, representando uma ameaуa direta Я biodiversidade. Com base no exposto e nas informaушes disponьveis sobre remanescentes de hрbitat disponьveis para essa espжcie, suspeita-se que V. reitziana tenha perdido ao menos 30% de sua populaусo natural, sendo assim, considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20reitziana","Mata AtlРntica"],
    [4491,"VALERIANACEAE","Valeriana tajuvensis","Sobral","VU","D2","Eduardo Pinheiro Fernandez","Tainan Messina","Valeriana tajuvensis ж endЖmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas encostas da Serra Geral, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi registrada em Florestas Ombrзfilas e Formaушes Campestres, na borda da mata, em clareiras ou em рreas mais abertas e bem drenadas recortadas por rochas, normalmente entre 500 e 700 m de altitude. Suas subpopulaушes foram descritas como abundantes em algumas localidades (Serra Tajuva, RS), e escassa em outras (Serra do Faxinal, RS), situaусo que pode ser condicionada pelas caracterьsticas dos locais onde ocorrem, que tЖm diferentes nьveis de perturbaусo. Com distribuiусo muito restrita (AOO=16 km▓), essas subpopulaушes estсo sujeitas Я mesma situaусo de ameaуa e nсo se encontram protegidas por unidades de conservaусo (SNUC). A perda de hрbitat nos municьpios de ocorrЖncia foi sempre superior a 50%, chegando a somente 18% de remanescentes em Morrinhos do Sul (RS). Por esses motivos, V. tajuvensis foi considerada \"Vulnerрvel\" (VU).","2012-08-06T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Valeriana%20tajuvensis","Mata AtlРntica"],
    [4492,"VELLOZIACEAE","Barbacenia delicatula","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, nos municьpios de Conceiусo do Mato Dentro e Santana do Riacho, com EOO de 103,87 km▓, AOO de 16 km▓. Hр uma Щnica populaусo conhecida. Planta rara, pequena, cespitosa, vive nos paredшes de rocha nas margens do Rio Santo AntЗnio. Embora a Serra do Cipз faуa parte da Reserva da Biosfera do Espinhaуo, a espжcie nсo se encontra devidamente protegida.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20delicatula","Cerrado"],
    [4493,"VELLOZIACEAE","Barbacenia ensifolia","Mart. ex Schult. & Schult.f.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie sз ж conhecida pela coleta tipo, de Martius, no Estado de Minas Gerais,Serra do Cipз. Por ser uma regiсo bastante estudada, dificilmente a planta nсoseria recoletada desde entсo, supondo-se que esteja extinta.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20ensifolia","Cerrado"],
    [4494,"VELLOZIACEAE","Barbacenia exscapa","Mart.","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, municьpio de Serro, no Pico do Itambж. Tem AOO de 4 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Planta rara, habita рreas de Campos Rupestre. Embora seja encontrada em unidade de conservaусo (SNUC), a рrea estр sujeita Я deterioraусo pelo uso indevido pelo turismo, e pelo fogo.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20exscapa","Cerrado"],
    [4495,"VELLOZIACEAE","Barbacenia glutinosa","Goethart & Henrard","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, municьpios de Congonhas do Norte e Santana do Riacho, com AOO de 4 km▓. Estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. A perda e a deterioraусo do hрbitat sсo as principais ameaуas resultantes do turismo desordenado, e, em certas рreas, da atividade mineradora.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20glutinosa","Cerrado"],
    [4496,"VELLOZIACEAE","Barbacenia gounelleana","Beauverd","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo, na Serra da Mantiqueira, nas regiшes de Itatiaia e Aiuruoca. Apresenta EOO de 922,93 km▓, AOO de 32 km▓, e estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Habita a Mata AtlРntica e, possivelmente, o Cerrado, em formaушes campestres e afloramentos rochosos. Embora seja encontrada em unidade de conservaусo (SNUC), seu hрbitat vem sofrendo com as constantes queimadas, o turismo, a pequena agricultura e o pastoreio, que tambжm pressionam as regiшes de ocorrЖncia da espжcie.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20gounelleana","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4497,"VELLOZIACEAE","Barbacenia hirtiflora","Goethart & Henrard","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundo informaусo disponьvel, aespжcie sз ж conhecida pela coleta tipo, de Glazou 1892, no Estado de MinasGerais, Diamantina. A regiсo ж bem estudada, dificilmente a planta nсo seriarecoletada, supшe-se que esteja extinta.","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20hirtiflora","Cerrado"],
    [4498,"VELLOZIACEAE","Barbacenia longiscapa","Goethart & Henrard","CR","B1ab(i,iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Espжcie de distribuiусo restrita (EOO=89,75 km▓) a Serra do Cipз e ao municьpio de Diamantina. Ocorre no Parque Nacional do Cipз e nas vрrias рreas protegidas de Diamantina. Tem como hрbitat os Campos Rupestres, ambiente que vem sendo historicamente degradado pela mineraусo, expansсo urbana, turismo descontrolado, criaусo de gado e queimadas.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20longiscapa","Cerrado"],
    [4499,"VELLOZIACEAE","Barbacenia paranaensis","L.B.Sm.","EN","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos limites dos Estados do Paranр e Sсo Paulo, prзximo Я cidade de Itararж, e tem registrada uma Щnica coleta no Rio Grande do Sul. Sua AOO ж de 20 km▓. Planta rara que ocupa рrea (AOO) de 20 km▓. Sujeita a trЖs situaушes de ameaуa, ж encontrada em remanescentes de Cerrado em Campos Gerais. A qualidade do hрbitat vem sendo degradada hр dжcadas, por queimadas, pastoreio, plantio de espжcies arbзreas exзticas, mineraусo, agricultura e pecuрria intensivas. Nсo hр registro da espжcie em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-09T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20paranaensis","Cerrado"],
    [4500,"VELLOZIACEAE","Barbacenia pungens","(N.L.Menezes & Semir) Mello-Silva","CR","B2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, municьpio de Diamantina, com AOO de 4 km▓. Planta rara, desenvolve-se em pequenas touceiras, sobre os inselbergs do Planalto de Diamantina. A localidade foi considerada como uma situaусo de ameaуa, esta sujeita a mineraусo, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e as queimadas. Mesmo assim a espжcie ainda ж encontrada na regiсo.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20pungens","Cerrado"],
    [4501,"VELLOZIACEAE","Barbacenia riparia","(N.L.Menezes & Mello-Silva) Mello-Silva","CR","B1ab(iii,iv)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na porусo norte da Cadeia do Espinhaуo, municьpio de Grсo Mogol, com EOO de 18,09 km▓, estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Planta rara, muito pequena, forma grandes touceiras em forma de almofada, nos areais Яs margens do rio Itacambiruуu, ficando submersa por bastante tempo durante as cheias. A mineraусo de diamantes por desmonte de rocha foi a principal atividade econЗmica durante anos e pode ter representado uma ameaуa a sobrevivЖncia da espжcie. Atualmente, a monocultura de eucalipto para a geraусo de carvсo vegetal e a extraусo de minжrio de ferro sсo as principais atividades econЗmicas da regiсo. Sua regiсo de ocorrЖncia estр dentro dos limites do Parque Estadual de Grсo-Mogol.","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20riparia","Caatinga, Cerrado"],
    [4502,"VELLOZIACEAE","Barbacenia rodriguesii","(N.L.Menezes & Semir) Mello-Silva","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Indaial, Gouveia e em Dantas. Com EOO de 267,32 km▓ e AOO de 4 km▓, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Planta rara, habita o Cerrado na regiсo central do Espinhaуo, onde as principais ameaуas sсo a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a criaусo de gado e as queimadas. Nсo hр registro de ocorrЖncia da espжcie em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20rodriguesii","Cerrado"],
    [4503,"VELLOZIACEAE","Barbacenia spectabilis","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado do Espьrito Santo, municьpios de Serra e PiЩma. Com EOO de 540,73 km▓ e AOO de 8 km▓, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Planta rara, forma touceiras sobre a rocha nua, sendo ameaуada pela degradaусo e perda do hрbitat de Mata AtlРntica. Embora encontrada na └rea de Preservaусo Ambiental Mestre ┴lvaro. A рrea vem sendo degradada por ocupaушes irregulares, pela abertura de estradas e pelo turismo, e nсo oferece proteусo Я espжcie.","2012-05-17T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20spectabilis","Mata AtlРntica"],
    [4504,"VELLOZIACEAE","Barbacenia spiralis","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, municьpio de Diamantina. Com EOO de 102,48 km▓, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Planta rara, habita o Cerrado na regiсo central do Espinhaуo, onde as principais ameaуas sсo a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo, a criaусo de gado e as queimadas. Nсo hр registro de ocorrЖncia da espжcie em unidade de conservaусo (SNUC).","2012-05-10T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Barbacenia%20spiralis","Cerrado"],
    [4505,"VELLOZIACEAE","Vellozia alata","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз. Com EOO de 274,96 km▓ e AOO de 20 km▓, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Embora a regiсo de ocorrЖncia seja considerada Reserva da Biosfera do Espinhaуo, ainda sсo ameaуas a especulaусo imobiliрria, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria e, em certas рreas, a mineraусo. Pela beleza cЖnica e atrativos naturais, a regiсo tem recebido um afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, alжm da crescente ocupaусo caracterizada pelas residЖncias de veraneio, que surgiram a partir do final dos anos 1960 e vЖm aumentando significativamente nos dias atuais.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20alata","Cerrado"],
    [4506,"VELLOZIACEAE","Vellozia albiflora","Pohl","NT","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Aespжcie ocorre nos estados do Espьrito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro,com EOO de 112255km▓ e AOO de 68km▓. Habita a Caatinga, o Cerrado e a MataAtlРntica, em afloramentos rochosos, formaушes campestres, incluindo vegetaусode canga, em mais de dez locais em situaусo de ameaуa. ╔ encontrada tambжm em quatro Unidades deConservaусo. Por ser planta rupestre, campestre e ocorrer sobre a canga,habitats sob pressсo, sugerimos mais estudos sobre a espжcie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20albiflora","Caatinga, Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4507,"VELLOZIACEAE","Vellozia armata","Mello-Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, municьpio de Botumirim, com EOO de 264,58 km▓ e AOO de 4 km▓. Ocorre no Cerrado e estр sujeita a declьnio contьnuo da qualidade de habitat.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20armata","Cerrado"],
    [4508,"VELLOZIACEAE","Vellozia asperula","Mart.","DD","","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","Segundoinformaусo disponьvel, a identidade taxonЗmica ж duvidosa, e existem apenasduas coletas, de 1921 e 1953. Por estes motivos a avaliaусo nсo pode serexecutada.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20asperula","Cerrado"],
    [4509,"VELLOZIACEAE","Vellozia barbata","Goethart & Henrard","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, municьpios de Diamantina e Monjolos, com EOO de 533,56 km▓ e AOO de 8 km▓. Habita o Cerrado na regiсo central do Espinhaуo, onde foram identificadas como principais ameaуas a mineraусo, a expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e as queimadas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20barbata","Cerrado"],
    [4510,"VELLOZIACEAE","Vellozia canelinha","Mello-Silva","CR","B1ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie foi coletada no Estado da Bahia, no Pico das Almas e na Cachoeira do Fraga, com EOO de 37,25 km▓ e AOO de 28 km▓, em um local em situaусo de ameaуa. Conhecidas popularmente por canelinha, tЖm uso medicinal. Segundo informaусo disponьvel, a principal ameaуa Я regiсo do Pico das Almas ж o desenvolvimento de atividades agrьcolas para a formaусo de pastagens e o cultivo de frutas. Essas atividades tЖm sido realizadas com a utilizaусo de fogo e extraусo ilegal de madeira e lenha. Alжm disso, foi registrado tambжm o extrativismo ilegal de plantas ornamentais.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20canelinha","Caatinga, Cerrado"],
    [4511,"VELLOZIACEAE","Vellozia gigantea","N.L.Menezes & Mello-Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 232,66 km▓ e AOO 16 km▓. Conhecida como canela-de-ema-gigante, pertence ao grupo das velзsias dracenзides. Planta rara, endЖmica da Serra do Cipз. Pesquisas realizadas inventariaram a existЖncia de 551 indivьduos maduros, dos quais 350 localizados em uma рrea limьtrofe entre o Parque Nacional da Serra do Cipз e a ┴rea de Preservaусo Ambiental Morro da Pedreira, e 201 no local conhecido por Serra do Lobo. Forma grandes populaушes na vertente oriental da Serra. A floraусo ж fortemente relacionada com a passagem do fogo. Abriga vрrias espьfitas, algumas exclusivas. Embora a regiсo de ocorrЖncia seja uma unidade de conservaусo (SNUC) e Reserva da Biosfera, ainda sсo ameaуas a especulaусo imobiliрria, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria e, em certas рreas, a mineraусo. Pela beleza cЖnica e pelos atrativos naturais, a regiсo tem recebido um afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, alжm da ocupaусo caracterizada por residЖncias de lazer, que surgiram a partir do final dos anos 1960 e vЖm aumentando significativamente nos dias atuais. Manter subpopulaушes viрveis da espжcie ж um dos objetivos do plano de manejo do Parque Nacional da Serra do Cipз. Estudos dos aspectos da conservaусo genжtica da espжcie evidenciaram a necessidade de conservaусo das populaушes mais ao sul de sua distribuiусo, situadas fora do Parque Nacional Serra do Cipз e da ┴rea de Preservaусo Ambiental Morro da Pedreira.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20gigantea","Cerrado"],
    [4512,"VELLOZIACEAE","Vellozia glabra","J.C.Mikan","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 3.588,45 km▓ e AOO de 40 km▓, em cerca de cinco situaушes de ameaуa. A perda e deterioraусo do hрbitat sсo as principais ameaуas Я espжcie, que se encontra sob pressсo da mineraусo, da expansсo urbana, do turismo descontrolado, da criaусo de gado e das queimadas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20glabra","Cerrado"],
    [4513,"VELLOZIACEAE","Vellozia hatschbachii","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Cadeia do Espinhaуo, com EOO de 1.826,66 km▓ e AOO de 24 km▓, em menos de cinco situaушes de ameaуa. Trata-se de uma espжcie com atж 1 m de altura, folhas velhas persistentes, tolerante Я sombra. A perda e deterioraусo do hрbitat pela mineraусo, expansсo urbana, turismo descontrolado, criaусo de gado e queimadas sсo as principais ameaуas Я espжcie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20hatschbachii","Cerrado"],
    [4514,"VELLOZIACEAE","Vellozia leptopetala","Goethart & Henrard","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 3.065,91 km▓ e AOO de 44 km▓. Planta arborescente de atж 1,5 m de altura, polinizada por abelhas e beija-flores, habita os Campos Rupestres, em populaушes isoladas, exclusivamente em afloramentos rochosos. De acordo com pesquisas realizadas, hр entre suas populaушes altos nьveis de endogamia e baixa diversidade genжtica, que podem estar relacionados ao isolamento fьsico em afloramentos rochosos e Я associaусo com beija-flores territoriais, dificultando o fluxo gЖnico entre as populaушes.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20leptopetala","Cerrado"],
    [4515,"VELLOZIACEAE","Vellozia lilacina","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 478,69 km▓ e AOO de 8 km▓, em menos de cinco situaушes de ameaуa. Segundo a informaусo disponьvel, a populaусo da espжcie estр severamente fragmentada e ameaуada pela perda e deterioraусo do hрbitat, pela mineraусo, expansсo urbana, turismo descontrolado, criaусo de gado e queimadas.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20lilacina","Cerrado"],
    [4516,"VELLOZIACEAE","Vellozia metzgerae","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, com EOO de 1.634,00 km▓ e AOO de 20 km▓, em menos de cinco situaушes de ameaуa. A perda e deterioraусo do hрbitat pela mineraусo, expansсo urbana, turismo descontrolado, agricultura, criaусo de gado e queimadas sсo as principais ameaуas Я espжcie.","2012-05-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20metzgerae","Cerrado"],
    [4517,"VELLOZIACEAE","Vellozia nuda","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre nos Estados do Espьrito Santo e Minas Gerais, com EOO de 4.471,69 km▓ e AOO de 16 km▓, em menos de cinco situaушes de ameaуa. Habita o Cerrado e, possivelmente, a Mata AtlРntica e tem registros de coleta de mais de 20 anos. Vem sofrendo com a perda e deterioraусo do hрbitat pela mineraусo, expansсo urbana, turismo descontrolado, criaусo de gado e queimadas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20nuda","Cerrado"],
    [4518,"VELLOZIACEAE","Vellozia patens","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 4.167,52 km▓ e AOO de 32 km▓, em menos de cinco situaушes de ameaуa. A perda e deterioraусo do hрbitat sсo as principais ameaуas.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20patens","Cerrado"],
    [4519,"VELLOZIACEAE","Vellozia piresiana","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, na Serra do Cipз, com EOO de 105,72 km▓ e AOO de 12 km▓, em menos de cinco locais em situaусo de ameaуa. Forma subpopulaушes grandes e homogЖneas de grande beleza cЖnica. Em 240 m▓ foram encontrados 98 indivьduos. Embora a regiсo de ocorrЖncia seja uma unidade de conservaусo (SNUC) e categorizada como Reservada Biosfera, ainda sсo ameaуas a especulaусo imobiliрria, o turismo desordenado, o desmatamento para carvoaria, agricultura e pastagem, e em certas рreas, a mineraусo.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20piresiana","Cerrado"],
    [4520,"VELLOZIACEAE","Vellozia pulchra","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais, em trЖs municьpios. Com EOO de 4.331,44 km▓ e AOO de 16 km▓, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Habita a Mata AtlРntica sobre afloramentos rochosos granьticos, onde a perda e a deterioraусo do hрbitat pela introduусo de espжcies invasoras, agricultura e pastagem sсo uma ameaуa a sua sobrevivЖncia.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20pulchra","Mata AtlРntica"],
    [4521,"VELLOZIACEAE","Vellozia sessilis","L.B.Sm. ex Mello-Silva","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado de Goiрs, municьpio de Alto Paraьso, com EOO de 958,97 km▓ e AOO de 28 km▓, em trЖs situaушes de ameaуa. Segundo a informaусo disponьvel, a planta ж rara, tem cerca de 30 cm de altura, e ocorre em simpatria com Vellozia tubiflora. A perda e a deterioraусo do hрbitat sсo uma ameaуa Я sobrevivЖncia da espжcie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20sessilis","Cerrado"],
    [4522,"VELLOZIACEAE","Vellozia streptophylla","L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","Segundo a informaусo disponьvel, a espжcie ж rara e ocorre no Estado de Minas Gerais, em duas situaушes de ameaуa, nos distritos de Guinda e Sсo Joсo da Chapada, em Diamantina, com EOO de 362,05 km▓ e AOO de 8 km▓. A perda e deterioraусo do hрbitat pela mineraусo, a expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e as queimadas sсo as principais ameaуas Я espжcie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20streptophylla","Cerrado"],
    [4523,"VELLOZIACEAE","Vellozia subalata","L.B.Sm. & Ayensu","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Tainan Messina","Tainan Messina","A espжcie ocorre no Estado de Minas Gerais em dois municьpios, com EOO de 155,87 km▓, AOO de 12 km▓, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A perda e a deterioraусo do hрbitat pela mineraусo, a expansсo urbana, o turismo descontrolado, a criaусo de gado e as queimadas sсo as principais ameaуas Я espжcie.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20subalata","Cerrado"],
    [4524,"VELLOZIACEAE","Vellozia variabilis","Mart. ex Schult. & Schult.f.","LC","","Maria Marta V. de Moraes","Tainan Messina","A espжcieocorre nas regiшe Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, com EOO de 649584km▓e AOO de 144km▓. Habita a Caatinga e o Cerrado em mais de dez locais emsituaусo de ameaуa. ╔ encontrada tambжm em Unidades de Conservaусo.","2012-05-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vellozia%20variabilis","Caatinga, Cerrado"],
    [4525,"VERBENACEAE","Aloysia hatschbachii","Moldenke","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","A espжcie possui EOO menor que 5.000 km▓. A рrea de distribuiусo ж restrita a dois municьpios do Estado do Paranр, locais relacionados Яs atividades florestal e agrьcola, sujeitos a queimadas e introduусo de espжcies exзticas. Alжm disso, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aloysia%20hatschbachii","Mata AtlРntica"],
    [4526,"VERBENACEAE","Aloysia polygalifolia","Cham.","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Aocupaусo irregular de рreas poderia ser uma ameaуa futura gerando afragmentaусo do habitat, mas a espжcie possui extensсo de ocorrЖncia acima de 67 mil km2.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aloysia%20polygalifolia","Mata AtlРntica, Pampa (Salimena et al., 2011)"],
    [4527,"VERBENACEAE","Citharexylum obtusifolium","Kuhlm.","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","┴rea de ocorrЖncia estр fragmentada devido Я prрtica agrьcola e agropecuрria (Rolim et al., 2006) o que, suspeita-se pode vir a causar reduусo no nЩmero de subpopulaушes da espжcie. Possui EOO inferior a 5.000 km▓ , e estр sujeita a pelo menos duas situaушes de ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Citharexylum%20obtusifolium","Mata AtlРntica (Salimena et al., 2011)."],
    [4528,"VERBENACEAE","Lippia alnifolia","Mart. & Schauer","VU","B1ab(iii)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie consideradarara e endЖmica do Estado da Bahia, EOO inferior a 20.000 km▓. Ocorre em local com exploraусo agrьcola, agropecuрria e garimpeira.Verifica-se uma tendЖncia de declьnio progressivo na qualidade do habitat, e aespжcie estр sujeita a pelo menos seis situaушes de ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20alnifolia","Caatinga e Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4529,"VERBENACEAE","Lippia bellatula","Moldenke","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Embora haja o declinio e qualidade do habitat pela pratica extrativista, queimadas, garimpo e agricultura sem manejo, atividades comuns na regiсo da Bahia, ж uma espжcie com grande extensсo de ocorrЖncia no nordeste.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bellatula","Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4530,"VERBENACEAE","Lippia bradei","Moldenke","VU","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","╔uma espжcie endЖmica de Minas Gerais (Salimena et al., 2011). Ocorre em рrea impactada devido Я expansсo de atividade agrьcola e mineradora. Verifica-se uma tendЖncia de declьnio progressivo na qualidade do habitat. Alжm disso, a espжcie estр sujeita a pelo menos quatro situaушes de ameaуa e caso essas nсo sejam cessadas, o nЩmero de subpopulaушes da espжcie poderр sofrer declьnio.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bradei","Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)."],
    [4531,"VERBENACEAE","Lippia bromleyana","Moldenke","EN","B2ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie com distribuiусo restrita ao Estado da Bahia (AOO=28 km2) com pelo menos trЖs situaушes de ameaуa, devido Я fragmentaусo do habitat por processos erosivos consequentes de desmatamento e atividade mineradora.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20bromleyana","Caatinga e Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4532,"VERBENACEAE","Lippia campestris","Moldenke","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do estado do Paranр, considerada uma espжcie duvidosa por algunsespecialistas. Apesar disso, possui distribuiусo muito restrita (EOO=277,63 km2) e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa devido Я expansсo de рreas agrьcolas nos campos de Cerrado do Paranр.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20campestris","Cerrado (Ritter, Ribeiro, Moro, 2010)"],
    [4533,"VERBENACEAE","Lippia elliptica","Schauer","VU","D2","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Estado da Bahia, tem distribuiусo restrita e estр sujeita a cinco situaушes de ameaуa. Sua рrea de ocorrЖncia estр impactada pela atividade agrьcola e agropecuрria, que causam a fragmentaусo da vegetaусo e, consequentemente, de seu habitat.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20elliptica","Caatinga, Cerrado"],
    [4534,"VERBENACEAE","Lippia insignis","Moldenke","VU","B1ab(iii),D2","Claudine Mynssen","Tainan Messina","A espжcie tem EOO de cerca de 12.250,15 km2, sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa identificadas. Suspeita-se que, devido Я antropizaусo da regiсo, a qualidade do habitat esteja em constante declьnio.","2012-04-04T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20insignis","Cerrado, caatinga (Salimena et al., 2011)"],
    [4535,"VERBENACEAE","Lippia morii","Moldenke","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Ocorre naregiсo de Rio das Contas, BA (apesar de ser citada como uma espжcie endЖmica de Minas Gerais segundo a Lista do Brasil). O local de registro tem um histзrico de ocupaусo das terras paraa prрtica agrьcola e atualmente faz parte do setor agroindustrial de polpa defrutas. A espжcie tem EOO menorque 5.000 km2 e estр sujeita a pelo menos quatrosituaушes de ameaуa.","2012-03-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20morii","Caatinga, Cerrado (Salimena et al., 2011)"],
    [4536,"VERBENACEAE","Lippia nana","Schauer","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie endЖmica do Estado de Goiрs, tem EOO menor que 5.000 km▓ e estр sujeita a uma situaусo de ameaуa. Sua рrea de ocorrЖncia estр impactada devido Я expansсo de atividade agrьcola, pecuрria, queimadas e invasсo de espжcies exзticas (Klink, Machado, 2005) que ocasionam o declьnio na qualidade do habitat.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20nana","Cerrado"],
    [4537,"VERBENACEAE","Lippia pusilla","T.R.S.Silva & Salimena","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","A espжcie tem ampla distribuiусo geogrрfica comextensсo de ocorrЖncia acima de 270 mil km2, sem ameaуa pontual. Alжm disso, ainclusсo de vрrios sinЗnimospoderр ampliar sua distribuiусo geogrрfica conhecida para este tрxon.\"","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20pusilla","Cerrado e Mata AtlРntica (Salimena et al., 2011)"],
    [4538,"VERBENACEAE","Lippia ramboi","Moldenke","DD","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","╔ umaespжcie cuja delimitaусo taxonЗmica parece incerta, portanto embora ocorra emрrea com atividadeextrativista e ocupaусo ilegal, mais estudo serсo necessрrios para oconhecimento de sua real distribuiусo.\"","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20ramboi","Pampas"],
    [4539,"VERBENACEAE","Lippia rhodocnemis","Mart. & Schauer","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Ocorre em рrea impactada pela atividade agrьcola, pecuрria, mineradora e queimadas que levam Я perda progressiva de qualidade do habitat. Alжm disso, tem EOO menor que 5.000 km▓, com pelo menos trЖs situaушes de ameaуa identificadas.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Lippia%20rhodocnemis","Mata AtlРntica"],
    [4540,"VERBENACEAE","Stachytarpheta almasensis","Mansf.","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie endЖmica, ocorre em local com exploraусo agrьcola, madeireira e mineradora, que levam Я perda progressiva na qualidade do habitat. Alжm disso, tem EOO menor que 5.000 km▓ e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20almasensis","Caatinga, Cerrado"],
    [4541,"VERBENACEAE","Stachytarpheta procumbens","Moldenke","EN","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie com EOO menor que 5.000 km▓, tem distribuiусo restrita e estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa.╔ impactada pela atividade agrьcola e pastagens de subsistЖncia, que levam Я perda progressiva na qualidade do habitat.","2012-02-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20procumbens","Cerrado"],
    [4542,"VERBENACEAE","Stachytarpheta radlkoferiana","Mansf.","VU","B1ab(i,iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie com EOO menor que 20.000 km2. Ocorre no Parque Nacional da Chapada Diamantina, mas a рrea continua sob impacto de atividades irregulares como o garimpo, ocupaусo, pastagens e fogo, que levam Я perda progressiva na qualidade do habitat. Estр sujeita a seis situaушes de ameaуa.","2012-02-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Stachytarpheta%20radlkoferiana","Caatinga"],
    [4543,"VERBENACEAE","Verbena caniuensis","Moldenke","NT","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Espжcie ж endЖmica do estado do Paranр (Salimena et al.,2011), embora ocorra em рreas sobameaуa de atividades ilegais, possui extensсo deocorrЖncia maior que 20 mil Km2.\"","2012-02-03T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbena%20caniuensis","Mata AtlРntica (Salimena et al., 2011)"],
    [4544,"VERBENACEAE","Verbena hirta","Spreng.","LC","","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Trata-se de uma espжcie com distribuiусode Sсo Paulo ao Rio Grande do Sul, cujo EOO ж maior que 500 mil km2. Alжmdisso, ocorre em рreasprotegidas como o Parque Estadual do Cerrado, Jaguariaьva, PR (Linsingen,2006), Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) (Freitas, Sazima, 2006),Parque Estadual do Turvo, RS (Rocha, 2009), Parque Municipal das Araucрrias,Guarapuava, PR (Buschini, Cordeiro, 2009) e Parque Estadual de Vila Velha,Ponta Grossa, PR (Cervi et al., 2007).","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbena%20hirta","Cerrado, Mata AtlРntica (Salimena et al., 2011)"],
    [4545,"VERBENACEAE","Verbenoxylum reitzii","(Moldenke) Tronc.","EN","B1ab(iii,iv)","Claudine Mynssen","Tainan Messina","Trata-se de umaespжcie que pertence a um gЖnero monotьpico, cuja EOO жmenor que 5.000 km2. No Estado do Rio Grande do Sul, ocorre em vegetaусo muito fragmentadadevido Я atividade agrьcola e expansсo das рreas urbanas, portanto, suspeita-se que, alжm do declьnio daqualidade do habitat, as subpopulaушes da espжcie tambжm estejam em declьnio.","2012-03-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Verbenoxylum%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [4546,"VIOLACEAE","Hybanthus albus","(A.St.-Hil.) Baill.","CR","B1ab(i,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hybanthus albuscaracteriza-se por ervas, terrьcolas, hermafroditas, e apresentam sьndrome depolinizaусo entomзfila. ╔ endЖmica do estado da Bahia e restrita do bioma Caatinga, onde habita Campos Rupestres e Florestas de Galeria, entre 0 e 800 m de altitude. ApresentaEOO e AOO de 23,16 km▓ e 12 km▓ respectivamente. Conhecida apenas para omunicьpio de Rio de Contas e Livramento do Brumado (BA), onde foicoletada pela Щltima vez em 1994, e pelo material tipo coletado por A.Saint-Hilaire (col. 1509) em 1817. Atж agora nсo foi registrada novamente para o Estado. Encontra-se constantemente ameaуada pelas atividades agrьcolas, formaусode pastagens, cultivo de frutas, queimadas e extraусo ilegal de madeira. Sсo necessрrios os investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie,considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20albus","Caatinga, Cerrado"],
    [4547,"VIOLACEAE","Hybanthus strigoides","Taub.","EN","B1ab(i,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hybanthusstrigoides caracteriza-se por ervas rupьcolas ou terrьcolas, com xilopзdios,perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome de polinizaусo entomзfila.EndЖmica do estado de Goiрs, municьpio de Alto Paraьso, Parque Nacional daChapada dos Veadeiros. Ocorre em Campo Rupestre e Campo Limpo, entre 1.300 e 1.600 mde altitude. Apresenta AOO de 20 km▓ e EOO de 3.186,57 km2, onde foram identificadas duas situaушes de ameaуa. Apesar de protegida pelo Parque Nacionalda Chapada dos Veadeiros e RPPN Linda Serra dos Topрzios, encontra-se sobconstante ameaуa devido aos incЖndios florestais que acometem sua regiсo de ocorrЖnciaprincipalmente nas estaушes secas do ano, alжm do ecoturismo. Por se tratar deuma espжcie de distribuiусo geogrрfica bastante restrita, e pouco representadaem coleушes cientьficas, sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica eesforуos de coleta a fim de certificar daexistЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidade populacionale sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20strigoides","Cerrado"],
    [4548,"VIOLACEAE","Hybanthus velutinus","Schulze-Menz","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Hybanthus velutinus caracteriza-sepor ervas a subarbustos, xilopodьferos, perenes, hermafroditas, e apresentasьndrome de polinizaусo entomзfila. EndЖmica do Brasil. Ocorre nos biomasCerrado, Mata AtlРntica e Pampas, em campo limpo, campo rupestre, cerrado (latusensu), estepe gramьneo-lenhosa e savana arbзrea. Segundo Forzza et al.(2012) esta espжcie ж restrita aos estados de Sсo Paulo, onde ж citada na listavermelha do estado como Presumivelmente Extinta, Paranр e Rio Grande do Sul,porжm existe uma coleta para o Distrito Federal (R. Bedi 205), o que aumentariaconsideravelmente sua extensсo de ocorrЖncia no territзrio nacional. Devido aesta incongruЖncia em relaусo a sua distribuiусo, torna-se inviрvel umaavaliaусo de risco robusta e coerente.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Hybanthus%20velutinus","Mata AtlРntica, Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4549,"VIOLACEAE","Rinorea bicornuta","Hekking","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea bicornuta caracteriza-se por рrvoresterrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome de polinizaусoentomзfila. Restrita do bioma AmazЗnia, ж endЖmica do estado do Amazonas,municьpio de Tocantins, desenvolvendo-se em Matas de Galeria, em FlorestaOmbrзfila Яs margens do Rio Solimшes. Apresenta AOO de 4 km▓. ╔ conhecida apenaspelo material tipo, depositado no Herbрrio RB, coletado em1927. De acordo com os dados disponьveis atualmente, apresenta distribuiусomuito restrita e pontual, o que corrobora com o status de conservaусo daespжcie. Os intensos desmatamentos que acometem a regiсo onde ocorre, com aprincipal finalidade de implementaусo do cultivo da soja, pecuрria e instalaусode infraestrutura, sсo a Щnica situaусo de ameaуa que incide sobre a espжcie. Sсo necessрrios investimentos em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificarda existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20bicornuta","AmazЗnia"],
    [4550,"VIOLACEAE","Rinorea longistipulata","Hekking","EN","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea longistipulatacaracteriza-se por рrvores terrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresentapolinizaусo entomзfila, sendo restrita do bioma AmazЗnia. EndЖmica do Estado do Acre,ocorre na regiсo do municьpio de Tarauacр e Sena Madureira, desenvolvendo-seem рreas de Floresta de Terra Firme. Apresenta AOO de 16 km▓ e distribuiусo restrita e pontual, tendo sido coletada pela Щltima vez no ano de1995. Os intensos desmatamentos que acometem a regiсo onde ocorre com aprincipal finalidade de implementaусo do cultivo da soja, pecuрria e instalaусode infra-estrutura, sсo a Щnica situaусo de ameaуa que incide sobre a espжcie. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim decertificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando aviabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20longistipulata","AmazЗnia"],
    [4551,"VIOLACEAE","Rinorea maximiliani","(Eichler) Kuntze","DD","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinoreamaximiliani caracteriza-se por рrvores, perenes, hermafroditas, e apresenta sьndromede polinizaусo entomзfila. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em1817, no estado do Espьrito Santo, com a localidade incerta da coleta. SegundoForzza et al. (2012) ж endЖmica do estado do Espьrito Santo, porжmexiste uma coleta para Bahia, no municьpio de Jequiж (T.S. Santos 3511). DevidoЯ incongruЖncia nas informaушes disponьveis sobre a distribuiусo, e a escassesde informaушes sobre a espжcie, torna-se necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando aviabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20maximiliani","Mata AtlРntica"],
    [4552,"VIOLACEAE","Rinorea ramiziana","Glaz. ex Hekking","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea ramiziana caracteriza-se por рrvoresterrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome de polinizaусoentomзfila. ╔ endЖmica do Brasil e restrita do bioma Mata AtlРntica, desenvolvendo-seem Floresta Ombrзfila Densa. Ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, no municьpio deCampos, e do Espьrito Santo, nos municьpios de Vila Velha e ItaguaуЩ. Apresenta AOO de12 km▓. ╔ conhecida apenas por trЖs registros de coleta, o material-tipo datado de1880, coletado no Rio de Janeiro, e duas coleушes datadas de 1946, coletadas nomunicьpio de ItaguaуЩ e Vitзria. Apresenta distribuiусo restrita e pontual, eencontra-se sob constante ameaуa da exploraусo madeireira, reflorestamentoshomogЖneos, invasсo de espжcies exзticas, e principalmente pela expansсo urbanadesordenada. Os municьpios de ItaguaуЩ e Vitзria onde a espжcie foi coletadapela Щltima vez, apresentam apenas 10% e 14% respectivamente de remanescentesflorestais originais. Sсo necessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar a existЖncia de subpopulaушes da espжcie, considerando aviabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20ramiziana","Mata AtlРntica"],
    [4553,"VIOLACEAE","Rinorea villosiflora","Hekking","CR","B2ab(iii)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Rinorea villosiflora caracteriza-se por рrvores, terrьcolas, perenes, hermafroditas, eapresentam polinizaусo entomзfila. ╔ endЖmica do Estado do Maranhсo, municьpio deAуailРndia. Restrita do bioma AmazЗnia, onde ocorre em Florestas de TerraFirme. Apresenta AOO de 4 km▓. ╔ conhecida apenas pelo material-tipo, depositadoem NY (N.A. Rosa 3025), coletado em 1978. Tem distribuiусo muito restrita epontual, e encontra-se sob constante ameaуa principalmente pelo avanуo docultivo da soja. Por ser uma espжcie descrita em um passado recente, tornam-senecessрrios investimentos em pesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim decertificar a existЖncia de subpopulaушes, considerando a viabilidadepopulacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Rinorea%20villosiflora","AmazЗnia"],
    [4554,"VIOLACEAE","Viola cerasifolia","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Viola cerasifoliacaracteriza-se por ervas saxьcolas, perenes, hermafroditas, e apresentasьndrome de polinizaусo entomзfila. EndЖmica do Brasil. Restrita do bioma MataAtlРntica, onde ocorre em floresta ombrзfila densa, preferencialmente emlocais Щmidos em sub-bosques. Distribui-se do estado de Minas Gerais atж o RioGrande do Sul. Apresenta EOO de 443.958,599km▓. Amplamente distribuьda nasregiшes sul e sudeste, bem representada em coleушes cientьcas, protegida porUnidades de Conservaусo. Apesar de estar constantemente submetida a antropizaусode seus habitats, nсo hр nenhuma ameaуa direta que coloque a espжcie em riscode extinусo. Sua distribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileirospossivelmente levarр a categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсoameaуada no Рmbito nacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20cerasifolia","Mata AtlРntica"],
    [4555,"VIOLACEAE","Viola gracillima","A.St.-Hil.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Viola gracilimacaracteriza-se por ervas terrьcolas, perenes, hermafroditas, e apresentasьndrome de polinizaусo entomзfila. EndЖmica do Brasil ж restrita ao bioma MataAtlРntica, onde ocorre em Floresta Ombrзfila Densa Montana, Alto-montana, Mista e em Campos de altitude. Distribui-se do Estado de Minas Gerais (P.L. Krieger 23551) atж o Paranр.Apresenta AOO de 28 km▓ e poucos registros de coleta em coleушescientьficas, sendo a mais recente datada de 2006, no municьpio de BalsaNova (PR). Apesar de ocorrer em unidade de conservaусo, como porexemplo, o Parque Nacional do Itatiaia, seus habitats encontram-se sobconstante ameaуa devido ao intenso processo de supressсo da vegetaусo originalde Mata AtlРntica, principalmente devido ao intenso expansсo urbana desordenada, agricultura e pecuрria, alжm dos constantes incЖndios que acometem as regiшesalto-montanas, em especial os Campos de Altitude. Sсo necessрrios investimentos empesquisa cientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia desubpopulaушes, considerando a viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20gracillima","Mata AtlРntica"],
    [4556,"VIOLACEAE","Viola subdimidiata","A.St.-Hil.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Viola subdimidiata caracteriza-sepor ervas rupьcolas, perenes, hermafroditas, e apresenta sьndrome depolinizaусo entomзfila. EndЖmica do Brasil. Restrita do bioma Mata AtlРntica, desenvolve-seem florestas montanas e campos de altitude. Encontra-se amplamente distribuьda,ocorrendo em todos os estados da regiсo sudeste e em Santa Catarina e RioGrande do Sul. Apresenta EOO de 309.633,327km▓. Alжm de amplamente distribuьdanas regiшes sudeste e sul do Brasil, encontram-se protegidas por Unidades deConservaусo, como por exemplo, Parque Nacional do Caparaз, Parque Nacional deItatiaia, Parque Nacional da Serra dos Мrgсos e Parque Nacional da Serra daBocaina. Apesar de seus habitats estarem sob constante supressсo, nсo hр umaameaуa direta a espжcie que a coloque em risco de extinусo. Suadistribuiусo disjunta e pontual entre estados brasileiros possivelmente levarрa categorias de ameaуa em avaliaушes regionais. Nсo ameaуada no Рmbitonacional.","2012-08-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Viola%20subdimidiata","Mata AtlРntica"],
    [4557,"VITACEAE","Cissus acreensis","Lombardi","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","A espжcie apresenta ampla distribuiусo (EOO = 61.117). No entanto, o registro para o estado do Mato Grosso parece ser de identificaусo duvidosa, tendo em vista a falta de determinador. Apesar deste fato, a espжcie pode vir a estar ameaуada de extinусo em um futuro prзximo, levando-se em consideraусo a forte pressсo antrзpica nas рreas de ocorrЖncia da espжcie no estado do Acre, como especulaусo imobiliрria, extrativismo da borracha e a exploraусo de madeira.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20acreensis","AmazЗnia"],
    [4558,"VITACEAE","Cissus apendiculata","Lombardi","EN","B2ab(ii,iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus apendiculata ж uma liana caracterьstica de ambientes de Canga, que vЖm sofrendo intensa aусo antrзpica principalmente pela atividade mineradora. A espжcie apresenta uma AOO menor que 20 km▓ , indicando ocorrЖncia restrita. A fragmentaусo da populaусo e a possьvel diminuiусo em sua AOO combinadas com a diminuiусo da qualidade do habitat, indicam que a espжcie se encontra \"Em Perigo (EN)\".","2012-07-26T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20apendiculata","AmazЗnia, Cerrado"],
    [4559,"VITACEAE","Cissus blanchetiana","Planch.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus blanchetiana Planch. ж uma espжcie de ampla ocorrЖncia (EOO = 503.350 Km?▓), com distribuiусo em vрrios estados do Sudeste e Nordeste. As populaушes da espжcie parecem estar se mantendo estрveis, tendo em vista o nЩmero de coletas recentes para os estados da Bahia e Minas Gerais. No entanto, vale ressaltar os altos ьndices de perda de Mata AtlРntica para os estados da Bahia, Espьrito Santo, Alagoas e Pernambuco, que podem afetar as populaушes da espжcie na natureza em um futuro prзximo, como citado por Thomas et al. (1998).","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20blanchetiana","Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4560,"VITACEAE","Cissus coccinea","(Baker) Planch.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus coccinea (Baker) Planch. apresenta ampla distribuiусo pelos estados das regiшes Sudeste, Nordeste e Norte. Portanto, suspeita-se que a espжcie nсo se encontre ameaуada de extinусo.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20coccinea","Mata AtlРntica"],
    [4561,"VITACEAE","Cissus inundata","(Baker) Planch.","VU","B1ab(iii)","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus inundata (Baker) Planch. ocorre no estado de Minas Gerais. A espжcie apresenta EOO de 8.175,63 km▓. Estр sujeita a quatro situaушes de ameaуa, devido a presenуa de atividade mineradora nas рreas de ocorrЖncia da espжcie, o que sugere perda de qualidade de habitat. Diante do exposto, a espжcie ж caracterizada como \"Vulnerрvel (VU)\".","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20inundata","Cerrado"],
    [4562,"VITACEAE","Cissus nobilis","Kuhlm.","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus nobilis Kuhlm. apresenta EOO de 26.595 Km▓ e ocorre em рreas com forte pressсo antrзpica registradas tanto no passado quanto no presente. A porусo sul do estado da Bahia, onde a espжcie ocorre com maior frequЖncia, apresenta apenas 0,4% de seu remanescentes intactos. Suspeita-se que se as taxas de perda de habitat continuarem crescentes, a espжcie poderр se encontrar ameaуada futuramente.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20nobilis","AmazЗnia, Mata AtlРntica"],
    [4563,"VITACEAE","Cissus paucinervia","Lombardi","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus paucinervia Lombardi ж uma liana de ampla distribuiусo, ocorrendo em estados com importante histзrico de perda de Mata AtlРntica. Por estar associada Яs florestas de baixadas, a espжcie pode vir a apresentar algum grau de ameaуa em um futuro prзximo. Deste modo, a espжcie enquadra-se na categoria NT.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20paucinervia","Mata AtlРntica"],
    [4564,"VITACEAE","Cissus pulcherrima","Vell.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus pulcherrima Vell. apresenta ampla distribuiусo (EOO = 175.567) na costa Nordeste e Sudeste do Brasil. No entanto, a espжcie ocorre em ambientes de floresta pluvial de baixada entre 0 e 34m de altitude. Esta especificidade natural pode representar um alto grau de vulnerabilidade para suas populaушes, tendo em vista a grande perda de Mata AtlРntica nos estados de ocorrЖncia da espжcie.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20pulcherrima","Mata AtlРntica"],
    [4565,"VITACEAE","Cissus serroniana","(Glaz.) Lombardi","NT","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Cissus serroniana (Glaz.) Lombardi apresenta ampla distribuiусo, com EOO de 155.234 Km▓. No entanto, a espжcie ocorre em рreas com importante histзrico de pressсo antrзpica. Sendo assim, considera-se que C. serroniana estarр ameaуada em um futuro prзximo se as taxas de perda de Mata AtlРntica nсo decaьrem.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20serroniana","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4566,"VITACEAE","Cissus stipulata","Vell.","LC","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Espжcie amplamente distribuьda, ocorrendo do sul da Bahia ao estado de Santa Catarina. Cissus stipulata estр representada por populaушes em diversas Unidades de Conservaусo, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Espьrito Santo, Paranр. Portanto a espжcie enquadra-se no critжrio LC.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20stipulata","Mata AtlРntica"],
    [4567,"VITACEAE","Cissus trianae","Planch.","DD","","Diogo Marcilio Judice","Tainan Messina","Nсo existem dados suficientes para avaliaусo de risco de extinусo da espжcie. Apesar da literatura apresentar dados ecolзgicos e taxonЗmicos, a incerteza quanto a distribuiусo e ocorrЖncia da espжcie impossibilita uma avaliaусo precisa. Parece haver registros da espжcie para o estado da Bahia e Minas Gerais que nсo foram incluьdos.","2012-06-12T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cissus%20trianae","Mata AtlРntica"],
    [4568,"VOCHYSIACEAE","Callisthene inundata","Bueno et al.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Callisthene inundata ж a Щnica espжcie da famьlia Vochysiaceae ocorrente no Rio Grande do Sul, onde ж endЖmica da vegetaусo ciliar da sub bacia Taquari-Antas. A EOO ж de apenas 847,18 km▓ sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. O habitat da espжcie ж seriamente ameaуado pela construусo de barragens para geraусo de energia hidrelжtrica, o que pode vir a inundar toda a sua рrea de ocorrЖncia. Alжm disso, todos os municьpios onde a espжcie foi coletada encontram-se bastante desmatados, o que permite suspeitar que esteja havendo um declьnio contьnuo da qualidade da vegetaусo ciliar onde C. inundata ocorre. A espжcie deve ser urgentemente contemplada pela criaусo de uma unidade de conservaусo de proteусo integral que proteja ao menos parte da sua distribuiусo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Callisthene%20inundata","Mata AtlРntica"],
    [4569,"VOCHYSIACEAE","Erisma arietinum","M.L.Kawas.","EN","B1ab(i,ii,iii,iv,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Erisma arietinum ж uma espжcie endЖmica do Espьrito Santo, onde ж conhecida em apenas duas localidades. A EOO ж de 496,03 km▓, e sujeita a duas situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu habitat, devido Я expansсo de atividades agropecuрrias, principalmente o cultivo de cacau em sub bosque de florestas nativas. Alжm disso, E arietinum foi coletada no municьpio de Santa Teresa hр quase 60 anos, o que, somado ao elevado grau de desmatamento aь registrado, ao declьnio na EOO, na AOO, no nЩmero de subpopulaушes e de indivьduos maduros, permite suspeitar que esteja localmente extinta.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Erisma%20arietinum","Mata AtlРntica"],
    [4570,"VOCHYSIACEAE","Qualea coerulea","Aubl.","VU","D2","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Qualea coerulea ж uma espжcie amazЗnica distribuьda nos estados do Amapр, Maranhсo e Parр. Estр sujeita a apenas trЖs situaушes de ameaуa, principalmente na Ilha de Marajз, devido Я degradaусo do seu habitat pela pecuрria extensiva de bЩfalos que aь se desenvolve.","2012-10-05T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Qualea%20coerulea","AmazЗnia"],
    [4571,"VOCHYSIACEAE","Qualea magna","Kuhlm.","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Qualea magna ж uma espжcie endЖmica da Mata AtlРntica, ocorrendo entre o norte do Espьrito Santo e o sul da Bahia. A AOO ж de 32 km▓, onde foram identificadas cinco situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo com um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu habitat, devido, principalmente, Я expansсo de atividades agropecuрrias, notadamente o cultivo de cacau em sub bosque de floresta nativa. Suspeita-se que o forte grau de desmatamento e fragmentaусo das florestas em que Q. magna habita esteja acarretando um declьnio contьnuo do nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Qualea%20magna","Mata AtlРntica"],
    [4572,"VOCHYSIACEAE","Vochysia angelica","M.C.Vianna & Fontella","EN","B2ab(iii,v)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia angelica ж uma espжcie endЖmica da Mata AtlРntica, ocorrendo entre o sul da Bahia e o Rio de Janeiro. A AOO ж de 28 km▓, sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo um declьnio contьnuo na qualidade do seu habitat, devido, entre outros fatores, Я expansсo de atividades agropecuрrias, notadamente o cultivo de cacau em sub bosque de florestas nativas. Suspeita-se que o forte grau de desmatamento das localidades onde ocorre, principalmente nos municьpios de Rio das Ostras, RJ e Conceiусo da Barra, ES, esteja acarretando um declьnio contьnuo do nЩmero de indivьduos maduros da populaусo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20angelica","Mata AtlРntica"],
    [4573,"VOCHYSIACEAE","Vochysia pygmaea","Bong.","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia pygmaea ж uma espжcie endЖmica dos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaуo (MG), onde apresenta uma distribuiусo geogrрfica bastante restrita. A EOO ж de 3.160,31 km▓, e o nЩmero de situaушes de ameaуa nсo ultrapassa cinco. A espжcie vem sofrendo com um declьnio contьnuo na qualidade e extensсo do seu habitat, devido Я expansсo urbana e turьstica e Я ocorrЖncia de incЖndios.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20pygmaea","Cerrado"],
    [4574,"VOCHYSIACEAE","Vochysia riedeliana","Stafleu","NT","","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia riedeliana ж uma espжcie com distribuiусo relativamente ampla ao longo da Costa AtlРntica, e estр representada em Unidades de Conservaусo de proteусo integral. Entretanto, por ocorrer em localidades fortemente antropizadas, como a regiсo metropolitana de Salvador, pode vir a ser ameaуada de extinусo em um futuro prзximo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20riedeliana","Mata AtlРntica"],
    [4575,"VOCHYSIACEAE","Vochysia santaluciae","M.C.Vianna & Fontella","EN","B1ab(iii)","Pablo Viany Prieto","Tainan Messina","Vochysia santaluciae ж uma espжcie de Mata AtlРntica com distribuiусo bastante restrita no estado Espьrito Santo. A EOO ж de 822,41 km▓, e estр sujeita a atж cinco situaушes de ameaуa. A espжcie vem sofrendo com um declьnio na qualidade do seu habitat, devido ao elevado grau de desmatamento e fragmentaусo das florestas em que ocorre.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Vochysia%20santaluciae","Mata AtlРntica"],
    [4576,"WINTERACEAE","Drimys angustifolia","Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. angustifolia ж um arbusto do Sul do Brasil. Ocorre em formaушes florestais Щmidas, um habitat comum daquela regiсo. Alжm de ter EOO superior a 20.000 km▓, sabe-se que a espжcie ж frequente nos locais de ocorrЖncia, sendo, por tanto, categorizada sem risco de extinусo.","2012-08-31T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drimys%20angustifolia","Mata AtlРntica"],
    [4577,"WINTERACEAE","Drimys brasiliensis","Miers","LC","","Daniel Maurenza de Oliveira","Tainan Messina","D. brasiliensis ж uma arbзrea com ocorrЖncia pelos biomas Mata AtlРntica, Cerrado e Caatinga, em diversos tipos de formaусo florestal. Parte dos registros sсo provenientes de рreas sob proteусo integral. EOO ж superior a 20.000 km▓. Pelo exposto a espжcie nсo esta em risco de extinусo.","2012-09-19T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Drimys%20brasiliensis","Mata AtlРntica, Cerrado, Caatinga"],
    [4578,"WOODSIACEAE","Athyrium filix-femina","(L.) Roth","DD","","Tainan Messina","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo hр informaушes suficientes para a avaliaусo da espжcie.","2012-06-29T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Athyrium%20filix-femina","Mata AtlРntica"],
    [4579,"XYRIDACEAE","Xyris almae","Kral & Wand.","NT","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. almae ж endЖmica das serras da Chapada Diamantina, sendo conhecida em trЖs situaушes de ameaуa. Nсo foi apontada nenhuma ameaуa incidindo diretamente sobre as subpopulaушes, no entanto a perda de habitat ж referida para a regiсo, alжm de espжcies de Xyris serem comumente utilizadas como plantas ornamentais. Dessa forma, sсo necessрrios dados quantitativos sobre as subpopulaушes para se aferir uma possьvel categoria de risco de extinусo.","2012-03-14T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20almae","Cerrado"],
    [4580,"XYRIDACEAE","Xyris augusto-coburgii","Szyszyl. ex Beck","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. augusto-coburgii apresenta distribuiусo extensa e ocorre em habitats severamente fragmentados, circundados por atividades causadoras de impacto ambiental, mas que em sua maioria estсo contemplados em unidades de conservaусo (SNUC) de proteусo integral. Dados populacionais futuros poderсo esclarecer se existe um risco de extinусo associado a esta espжcie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20augusto-coburgii","Cerrado"],
    [4581,"XYRIDACEAE","Xyris aurea","L.B.Sm. & Downs","EN","B1ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris aurea ж considerada uma planta rara, que possui distribuiусo restrita Я regiсo central da Cadeia do Espinhaуo em Minas Gerais. Possui EOO de 2.600,70 km2, estр sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa. Nesta regiсo, hр a incidЖncia de diferentes ameaуas que rapidamente tem degradado a vegetaусo natural, tais como a atividade mineradora, queimadas e a visitaусo depredativa.","2012-03-21T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20aurea","Cerrado"],
    [4582,"XYRIDACEAE","Xyris bialata","Malme","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. bilabiata apresenta distribuiусo extensa em рreas de Campo Rupestre e mais recentemente em Restinga. Estes dois habitats apresentam uma sжrie de ameaуas que estсo provocando uma intensa perda de habitat. No entanto, as consequЖncias dessa perda de habitat sobre as subpopulaушes da espжcie sсo desconhecidas, sendo necessрrios estudos direcionados para se averiguar a existЖncia de um possьvel risco de extinусo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20bialata","Cerrado"],
    [4583,"XYRIDACEAE","Xyris blepharophylla","Mart.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris blepharophylla ж endЖmica dos Campos Rupestres do Espinhaуo Central em Minas Gerais, tendo sido registrada para Goiрs hр aproximadamente 190 anos e desde entсo nсo apresentou nenhuma coleta para este estado. Os valores deEOO (2.958,76 km2) e AOO (36 km2) sсo reduzidos e sсo verificadas uma sжrie de ameaуas incidentes sobre seu habitat, como mineraусo, expansсo urbana e fogo.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20blepharophylla","Cerrado"],
    [4584,"XYRIDACEAE","Xyris brevifolia","Michx.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo ao longo do litoral brasileiro, que apresenta diferentes ameaуas incidentes. Ainda nсo sсo conhecidos os impactos de tais ameaуas na sobrevivЖncia das subpopulaушes, sendo necessрrios mais estudos sobre a espжcie.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20brevifolia","Mata AtlРntica"],
    [4585,"XYRIDACEAE","Xyris caparaoensis","Wand.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Nсo sсo conhecidos dados biolзgicos sobre esta espжcie, sendo necessрrios estudos iniciais.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20caparaoensis","Cerrado"],
    [4586,"XYRIDACEAE","Xyris capensis","Thunb.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. capensis apresenta distribuiусo extensa ao longo das regiшes sul, sudeste e parte da nordeste do Brasil, com subpopulaушes conhecidas em diferentes formaушes vegetacionais.","2012-03-22T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20capensis","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4587,"XYRIDACEAE","Xyris cipoensis","L.B.Sm. & Downs","EN","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris cipoensis ж endЖmica da Serra do Cipз (MG), sendo considerada rara, apresenta AOO de aproximadamente 20 km▓. Apesar de sua populaусo conhecida localizar-se em uma unidade de conservaусo de proteусo integral, vрrias ameaуas estсo presentes nesta Щnica situaусo de ameaуa. Dentre estas, destacam-se o extrativismopara arranjos ornamentais, que segundoWanderley (2009) ж uma das sempre-vivas mais procuradas do gЖnero, sugerindo assim declьnio de indivьduos maduros, turismo depredativo e a construусo de numerosas residЖncias de lazer, os quais diminuem a qualidade do habitat.","2012-03-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20cipoensis","Cerrado"],
    [4588,"XYRIDACEAE","Xyris coutensis","Wand. & Cerati","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie Xyris coutensis ж endЖmica da regiсo da Chapada do Couto e Parque Estadual do Rio Preto (MG), com um valor de AOO=8 km▓. Nesta regiсo, o ambiente tem sido degradado pela incidЖncia de ameaуas como fogo, mineraусo e criaусo de gado, principalmente em рreas nсo protegidas por unidades de conservaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20coutensis","Cerrado"],
    [4589,"XYRIDACEAE","Xyris dardanoi","Wand.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris dardanoi ж endЖmica da Serra do Cipз, onde estр sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa ao longo da rodovia que liga Belo Horizonte a Conceiусo do Mato Dentro (MG). Possui distribuiусo restrita com AOO=8 km2. IncЖndios frequentes, o afluxo cada vez maior de visitantes e turistas, alжm da crescente ocupaусo caracterizada pelas residЖncias de lazer sсo as principais ameaуas incidentes sobre o habitat da espжcie, mesmo esta sendo encontrada dentro de uma unidade de conservaусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20dardanoi","Cerrado"],
    [4590,"XYRIDACEAE","Xyris fibrosa","Kral & Wand.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris fibrosa ж uma espжcie rara, que ocupa uma AOO de 4 km▓ e sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa nos Campos Rupestres da Chapada Diamantina, que sсo impactados pela incidЖncia de incЖndios e atividades agropastoris.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20fibrosa","Cerrado, Caatinga"],
    [4591,"XYRIDACEAE","Xyris fusca","L.A.Nilsson","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris fusca ж endЖmica da porусo sul da Serra da Mantiqueira entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Sсo Paulo. ╔ uma espжcie indicadora de vegetaусo primрria ou em estрgio sucessional avanуado nos Campos de Altitude. Apresenta distribuiусo restrita (EOO=775,02 km▓ e AOO=12 km▓) e sujeita a incidЖncia de incЖndios (Aximoff, 2011), degradaусo por atividades agropecuрrias e invasсo de espжcies exзticas (Martinelli, 2007).","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20fusca","Mata AtlРntica"],
    [4592,"XYRIDACEAE","Xyris hatschbachii","L.B.Sm. & Downs","CR","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris hatschbachii ж endЖmica dos Campos de Altitude do Paranр, com distribuiусo restrita (EOO=426,87 km2 e AOO=12 km▓), sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Nesta regiсo sсo verificadas queimadas, pastoreio, plantio de espжcies arbзreas exзticas, mineraусo, agricultura e pecuрria intensivas (Melo et al., 2004), alжm disso, uma das subpopulaушes ocorre prзxima Я regiсo metropolitana de Curitiba.","2012-04-16T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20hatschbachii","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [4593,"XYRIDACEAE","Xyris hystrix","Seub.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris hystrix ж considerada uma planta rara, com distribuiусo atual restrita Я Serra do Cipз (MG). As duas subpopulaушes estсo distribuьdas a um AOO de 8 km▓ e encontram-se em declьnio, devido principalmente ao extrativismo excessivo para o comжrcio de sempre-vivas.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20hystrix","Cerrado"],
    [4594,"XYRIDACEAE","Xyris longifolia","Mart.","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris longifolia жconsiderada uma espжcie rara, que ocorre em ambiente de campos sobre solo Щmido e ocupa uma AOO de 12 km▓. A principal ameaуa incidente sobre a espжcie ж a degradaусo do habitat, que tornou as рreas de campos naturais escassas, principalmente devido Я expansсo agrьcola.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20longifolia","Cerrado"],
    [4595,"XYRIDACEAE","Xyris lucida","Malme","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris lucida tem distribuiусo restrita (EOO=562,34 km2 e AOO= 8 km▓) sujeita a apenas duas situaушes de ameaуa, em ambientes severamente fragmentados (Serra do Araуatuba e do Iquererim) resultado da incidЖncia de queimadas, invasсo por espжcies exзticas (Pinus sp.) e expansсo de atividades agrьcolas.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20lucida","Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [4596,"XYRIDACEAE","Xyris lutescens","Kral & Wand.","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. lutescens ж indicada para os estados da Bahia, Minas Gerais e Goiрs, no entanto nсo foram encontradas coletas para todos estes estados nas principais bases de dados digitais e a partir de consulta com pesquisadores que trabalham com o gЖnero. Sugere-se que mais levantamentos de campo sejam realizados para se conhecer melhor a espжcie.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20lutescens","Cerrado"],
    [4597,"XYRIDACEAE","Xyris metallica","Kunth","DD","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","A espжcie apresenta distribuiусo extensa ( EOO= 503.398,731 km▓) em diferentes habitats severamente fragmentados, no entanto, sсo necessрrios dados populacionais para se verificar um possьvel risco de extinусo.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20metallica","Cerrado"],
    [4598,"XYRIDACEAE","Xyris morii","Kral & L.B.Sm.","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris morii ж endЖmica dos Campos Rupestres da parte sul da Chapada Diamantina (BA), com distribuiусo restrita (EOO=138,89 km2 e AOO=12 km▓) apresenta trЖs subpopulaушes que se desenvolvem em habitats severamente fragmentados e estр sujeita a duas situaушes de ameaуa. Nesta regiсo, foram registradas ameaуas ligadas ao desmatamento para formaусo de pastagens, cultivos agrьcolas e extrativismo ilegal de plantas ornamentais.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20morii","Cerrado, Caatinga"],
    [4599,"XYRIDACEAE","Xyris neglecta","L.A.Nilsson","EN","B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris neglecta ж uma espжcie endЖmica do Brasil, ocorrendo na regiсo sul no estado do Paranр, onde se desenvolve em ambientes campestres. A espжcie possui AOO restrita (AOO=12 km▓) e estр sujeita a trЖs situaушes de ameaуa. Na cidade de Curitiba e arredores, a distribuiусo da espжcie estр ameaуada pela intensa expansсo urbana, sendo provрvel que seu habitat nсo exista mais na capital paranaense. A oeste de sua distribuiусo, no municьpio de Balsa Nova, a fragmentaусo do habitat para conversсo de atividades agrьcolas ж intensa. A leste, em Morretes, a vegetaусo ainda encontra-se bem preservada. Diante do exposto, evidencia-se o declьnio de habitat da espжcie, assim como o possьvel declьnio de subpopulaушes.","2012-04-18T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20neglecta","Mata AtlРntica"],
    [4600,"XYRIDACEAE","Xyris nigricans","L.A.Nilsson","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris nigricans ж uma espжcie rara e endЖmica da Serra do Cipз (MG), onde se desenvolve sobre Campo Rupestre. Possui distribuiусo restrita com uma AOO de somente 4 km▓ e sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa. A espжcie foianteriormente muito explorada como sempre-viva, por se apresentar como uma das mais ornamentais do gЖnero e atualmente seu habitat estр ameaуado devido ao desmatamento para carvoaria, mineraусo, especulaусo imobiliрria e queimadas.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20nigricans","Cerrado"],
    [4601,"XYRIDACEAE","Xyris obtusiuscula","L.A.Nilsson","EN","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xirys obtusiuscula ocupa uma AOO de aproximadamente 36 km▓, ocorrendo estritamente em Campos Rupestres e Campos de Altitude, habitats severamente fragmentados pela incidЖncia de incЖndios, atividades agropecuрrias e mineraусo.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20obtusiuscula","Cerrado, Mata AtlРntica, Caatinga"],
    [4602,"XYRIDACEAE","Xyris phaeocephala","Kral & Wand.","EN","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris phaeocephala possui distribuiусo restrita a Rio de Contas (BA), sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa, com uma AOO de 12 km▓. Na regiсo, as principais ameaуas constatadas foram o desenvolvimento de atividades agrьcolas para a formaусo de pastagens e cultivo de frutas, pelo uso do fogo e da extraусo ilegal de madeira para lenha. Alжm disso, foi registrado tambжm o extrativismo ilegal de plantas ornamentais.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20phaeocephala","Cerrado, Caatinga"],
    [4603,"XYRIDACEAE","Xyris platystachya","L.A.Nilsson ex Malme","CR","A2cd,B2ab(iii,iv,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris platystachya representa uma das espжcies de sempre-vivas da famьlia mais comercializada em Minas Gerais, sendo conhecida popularmente como cabeуa-de-negro. ╔ uma espжcie rara e de distribuiусo restrita, ocupa uma AOO de aproximadamente 8 km▓. Devido ao comжrcio e Я coleta indiscriminada, suas subpopulaушes tiveram um declьnio acentuado na Serra do Cipз (Giulietti et al., 1996, Wanderley et al., 2009). Suspeita-se que sua populaусo tenha sofrido uma reduусo de 80% nos Щltimos 10 anos devido Я intensa coleta de indivьduos maduros. Atualmente as coletas predatзrias foram reduzidas pela implementaусo do Parque Nacional da Serra do Cipз e Parque Estadual do Rio Preto, ambos em Minas Gerais, entretanto sua conservaусo nсo ж completa uma vez que estas рreas sofrem com queimadas e turismo descontrolado.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20platystachya","Cerrado"],
    [4604,"XYRIDACEAE","Xyris reitzii","L.B.Sm. & Downs","EN","B1ab(iii)+2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris reitzii possui distribuiусo restrita aos Campos de Altitude do Paranр e Santa Catarina, ocupando uma EOO de 4.273,26 km2 e AOO de 16 km▓. Os campos do sul do Brasil encontram-se escassos e reduzidos principalmente pela atual substituiусo por florestas de pinheiros exзticos e por prрticas agrьcolas e pecuрrias.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20reitzii","Mata AtlРntica"],
    [4605,"XYRIDACEAE","Xyris retrorsifimbriata","Kral & L.B.Sm.","CR","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris retrorsifimbriata ж endЖmica do Pico das Almas e ocupa uma AOO de aproximadamente 4 km▓, sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Nessa regiсo, uso de queimadas na agricultura e a extraусo de madeira e plantas ornamentais sсo as principais ameaуas ao seu habitat e, consequentemente, Я manutenусo de sua populaусo.","2012-04-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20retrorsifimbriata","Caatinga"],
    [4606,"XYRIDACEAE","Xyris rigida","Kunth","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris rigida tem distribuiусo restrita aos Campos de Altitude e banhados dos estados de Sсo Paulo, Paranр e Rio Grande do Sul. Esses estados apresentam uma perda da vegetaусo original maior que 80% nos Щltimos 10 anos, principalmente pela agropecuрria, como nos municьpios de Sсo Francisco de Paula (RS), Piraquara (SP) e Curitiba (PR), o que leva a suspeitar de uma reduусo de igual valor no tamanho de suas populaушes.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20rigida","Mata AtlРntica, Cerrado"],
    [4607,"XYRIDACEAE","Xyris sincorana","Kral & Wand.","EN","B2ab(iii,v)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris sincorana ж considerada rara, com uma AOO menor que 500 km▓ e sujeita a menos de cinco situaушes de ameaуa nos Campos Rupestres de Minas Gerais e Bahia. Nessa regiсo, foi reportada a incidЖncia de fogo, atividades mineradoras e extraусo de plantas ornamentais, ameaуas que incidem diretamente no habitat da espжcie.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20sincorana","Cerrado, Caatinga"],
    [4608,"XYRIDACEAE","Xyris sororia","Kunth","CR","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyria sororia ж uma espжcie considerada rara que se desenvolve em ambientes campestres nos estados de Minas Gerais, Paranр e Santa Catarina. Nestes locais, as principais causas da perda de habitat sсo o plantio de pinheiros exзticos, queimadas e pecuрria intensiva. Devido a isso, estas рreas sofreram uma reduусo da vegetaусo original maior que 80% nos Щltimos 10 anos, como os municьpios de Arapoti e Palmeira (PR), e Campo Alegre (SC), o que leva a suspeitar de uma reduусo de igual valor no tamanho da populaусo da espжcie.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20sororia","Cerrado, Pampa (Campos Sulinos), Mata AtlРntica"],
    [4609,"XYRIDACEAE","Xyris stenophylla","L.A.Nilsson","VU","D2","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris stenophylla habita рreas de Campo de Altitude e Campo Limpo, nos estados do Paranр, Santa Catarina e Rio de Janeiro, sendo estes considerados trЖs situaушes de ameaуa distintas. Pela especificidade de habitat, a espжcie possui distribuiусo restrita, com uma AOO prзxima a 20 km▓. Os campos do sul do Brasil sсo escassos e pequenos devido Я fragmentaусo causada pela expansсo agrьcola e pecuрria, alжm da introduусo de espжcies exзticas como pinus e eucalipto. Na Serra dos Мrgсos (RJ), as principais ameaуas sсo o desmatamento desordenado e a incidЖncia de queimadas. Diante do exposto a espжcie ж categorizada como Vulnerрvel (VU).","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20stenophylla","Mata AtlРntica, Pampa (Campos Sulinos)"],
    [4610,"XYRIDACEAE","Xyris tortilis","Wand.","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris tortilis ж considerada uma espжcie rara que se desenvolve em Campos Rupestres, ocupando uma AOO de 8 km▓ sujeita a uma Щnica situaусo de ameaуa na Serra do Cipз, Minas Gerais. Neste local, foram reportadas a incidЖncia de queimadas, mineraусo, atividades agropecuрrias e expansсo imobiliрria, as quais sсo ameaуas diretas sobre o habitat da espжcie.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20tortilis","Cerrado"],
    [4611,"XYRIDACEAE","Xyris trachyphylla","Mart.","LC","","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","X. trachyphylla possui distribuiусo extensa e tem subpopulaушes bem amostradas ao longo desta, sendo reportada para pelo menos 3 UCs em Minas Gerais.","2012-05-08T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20trachyphylla","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4612,"XYRIDACEAE","Xyris uninervis","Malme","CR","B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris uninervis restrita ao Cerrado de Itararж, estado de Sсo Paulo, ocupa uma AOO de aproximadamente 4 km▓, e estр sujeita a apenas uma situaусo de ameaуa. Nesta, estсo presentes duas unidades de conservaусo em total situaусo de abandono, sendo verificadas a presenуa de espжcies invasoras e outras atividades antrзpicas que estсo degradando o habitat.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20uninervis","Cerrado"],
    [4613,"XYRIDACEAE","Xyris vacillans","Malme","EN","A2c","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","As subpopulaушes de Xyris vacillans estсo distribuьdas ao longo de рreas de Mata AtlРntica e Cerrado, principalmente em Campos de Altitude ou vegetaусo campestre relacionada, nos municьpios de Itararж, Ribeirсo Pires, Santo Andrж (SP), Palhoуa (SC) e Tijucas do Sul (PR). Os habitats destas situaушes de ameaуa tiveram uma reduусo de sua cobertura vegetal de pelo menos 60% causada por queimadas, pastoreio, plantio de рrvores exзticas, dentre outras ameaуas. Dessa forma, suspeita-se que houve uma reduусo concomitante de indivьduos nas subpopulaушes da espжcie, em proporусo semelhante.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20vacillans","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4614,"XYRIDACEAE","Xyris wawrae","Heimerl","EN","A2c,B2ab(iii)","Rafael Augusto Xavier Borges","Miguel d'Avila de Moraes","Xyris wawrae ocorre em habitats severamente fragmentados. Distribui-se em uma AOO de aproximadamente 24 km▓, que estр inserida principalmente na Mata AtlРntica. Nos Щltimos 10 anos, os municьpios onde a espжcie se encontra tiveram a cobertura vegetal reduzida em pelo menos 70%, devido a incidЖncia de queimadas e expansсo urbana. Dado esse cenрrio, suspeita-se que as subpopulaушes tambжm tenham sofrido uma reduусo nessas proporушes.","2012-04-20T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Xyris%20wawrae","Cerrado, Mata AtlРntica"],
    [4615,"ZAMIACEAE","Zamia ulei","Dammer","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Zamia ulei conhecida popualrmente por \"batatade catuaba\", \"batata de paca\" e \"palmeirinha\". Nсo ж endЖmica do Brasil.Restrita ao bioma AmazЗnia, ocorre nos Estados do Amazonas, Acre e Mato Grosso.Apresenta EOO de 352.735,6 km▓. Protegida pela Reserva Florestal Ducke eReserva Experimental do INPA. No municьpio de Alta Floresta (MT) a espжcie жapontada como a terceira com maior valor de importРncia e a de maior volume(Malheiros et al., 2009).Apesar do modelo atual de exploraусo do bioma AmazЗnia ter levado a um aumentosignificativo do desmatamento da AmazЗnia Legal, nсo existe nenhuma ameaуadireta que coloque a espжcie em alguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada noРmbito.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Zamia%20ulei","AmazЗnia"],
    [4616,"ZINGIBERACEAE","Renealmia brasiliensis","K.Schum.","EN","B2ab(ii,iii,iv)","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Renealmia brasiliensis conhecida popularmente por\"Paco-seroca\", \"Pacovр-catinga\" e \"Pacovр\", caracteriza-se por ervas rizomatosas,de 5 a 2,5 m de altura, terrьcolas. EndЖmica do Brasil, ocorre nos municьpios de Perdizes, Caratinga e Viуosa (MG), Santa Bрrbara do Caparaз (ES) e Canelinhae BiguaуЩ (SC). Restrita do bioma Mata AtlРntica, onde ж encontrada em FlorestaOmbrзfila Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Apresenta AOO de 16 km▓, eencontra-se sujeita a quatro principais situaушes de ameaуa: expansсo urbana,agricultura, pecuрria e invasсo de espжcies exзticas. Protegida pelo ParqueNacional do Caparaз e Estaусo Biolзgica de Caratinga. Pouco representada emcoleушes cientьficas, sendo conhecida por coletas da dжcada de 30 e 80, erecentemente coletada em Santa Catarina. Apresenta propriedades medicinais,sendo utilizada como antihelmьntica, cicatrizante, fortificante e carminativo,o que pode acarretar a supressсo das subpopulaушes da espжcie. ╔ necessрrio o investimento em pesquisacientьfica e esforуos de coleta a fim de certificar da existЖncia de novassubpopulaушes, considerando sua viabilidade populacional e sua proteусo.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Renealmia%20brasiliensis","Mata AtlРntica"],
    [4617,"ZINGIBERACEAE","Renealmia petasites","Gagnep.","LC","","Luiz Antonio Ferreira dos Santos Filho","Tainan Messina","Renealmiapetasites conhecida popularmente como \"pacova-de-macaco\", caracteriza-se porervas rizomatosas, de 1 a 3 m de altura, terrьcolas. EndЖmica do Brasil, ocorrendodesde o litoral norte, Estado de Pernambuco, ao litoral sul, Estado de SantaCatarina. EndЖmica do Brasil. Restrita do bioma Mata AtlРntica, ondedesenvolve-se em Floresta Ombrзfila Densa. Apresenta EOO de 1.100.887 km▓. Amplamentedistribuьda. Protegida por diversas unidades de conservaусo (SNUC). E apesar daintensa supressсo de seus habitats de ocorrЖncia, e da utilizaусo se suassementes com finalidades medicinais, nсo hр nenhuma ameaуa direta que coloque aespжcie em alguma categoria de ameaуa. Nсo ameaуada no Рmbito nacional.","2012-09-27T00:00:00.000","http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Renealmia%20petasites","Mata AtlРntica"]
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